Análise estatística do ganho de peso de suínos alojados em ambiente de alta temperatura

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1 Análise estatística do ganho de peso de suínos alojados em ambiente de alta temperatura Wederson Leandro Ferreira 1 3 Naje Clécio Nunes da Silva 1 3 Augusto Ramalho de Morais Introdução Segundo Wolp (2010) sempre se deseja alta eficiência na produção animal, e com isso a forma de manejo, sanidade, genética, nutrição, dentre outros, são objetos de intensa pesquisa e estudo. Ocorre que atualmente o fator climático também tem sido ponto crucial em qualquer estudo desenvolvido, pois, a temperatura ambiente influencia o sistema termorregulatório, que influencia a perda do calor dos animais para a manutenção da homeotermia. Para Manno et al. (2006), os suínos são animais que são extremamente sensíveis a altas temperaturas, sobretudo pela redução no consumo de alimentos e pelo custo energético, associado aos processos de termorregulação. A eficiência da sua produção está voltada, quando houver uma zona de termoneutralidade para os animais, que é uma faixa de temperatura ambiente em que os animais conseguem manter sua temperatura corporal sob controle. Ainda, segundo os mesmos autores, não existem trabalhos suficientes para se determinar a exata contribuição do ambiente na redução da produção. Portanto, experimentos que estudam se o controle da temperatura ambiente, traz alguma contribuição para a melhor performance da produção animal devem ser estudados atualmente. Sendo assim, para que esses resultados experimentais reflitam informações coerentes e fidedignas, é necessário que se proceda a adequada modelagem estatística. Os experimentos fatoriais não constituem um delineamento experimental e sim, um esquema orientado de desdobramento dos graus de liberdade de tratamentos e podendo ser instalados em qualquer dos delineamentos experimentais, se respeitados os princípios básicos da experimentação, para que os resultados possam ser passíveis de razoáveis inferências (Perecin e Filho, 2008). Diante do exposto, o objetivo principal deste trabalho foi avaliar o uso de dietas formuladas com redução do teor de proteína bruta (PB) e a inclusão de óleo de soja (OS), somente sobre o peso (kg) corporal de suínos em um período de 30 dias, quando estes animais são alojados em altas temperaturas. 2 Material e Métodos Foi instalado um experimento no Setor de Suinocultura do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras, Lavras-MG, nos meses de Outubro de 2009 a janeiro de Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Estatística e Exp. Agropecuária UFLA Docente do Programa de Pós-Graduação em Estatística e Exp. Agropecuária UFLA Agradecimento a FAPEMIG e CNPq pelo apoio financeiro e bolsas concedidas.

2 (WOLP, 2010). O objetivo foi avaliar os efeitos de dietas formuladas com redução do teor de proteína bruta (PB), suplementadas simultaneamente com aminoácidos sintéticos e óleo de soja (OS), para suínos de 30 a 50 kg mantidos em ambiente de alta temperatura sobre o desempenho corporal, dentre outros aspectos. Para este objetivo, utilizou-se 70 suínos do mesmo grupo genético, com peso inicial entre 36,9 3,0 kg, e foram alojados dois animais (um macho e uma fêmea), representando cada parcela experimental em baias com piso de concreto, dotadas de comedouros semiautomáticos e bebedouros reguláveis tipo chupeta e separadas por grades, situadas no interior de duas salas climatizadas. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados em esquema fatorial de (dois níveis de PB, 18% e 15,5% e três de OS, 1,5%, 3,0% e 4,5%) e um tratamento adicional, referente ao ambiente controle. Desta forma, totalizaram sete tratamentos, com cinco repetições (blocos), sendo que os animais submetidos aos 6 tratamentos, foram mantidos a temperatura de 32 C e o controle a 22 C, o qual recebeu a combinação de 1,5% de OS e 18% de PB. Para Corrente et al. (2001), um tratamento adicional é um nível que não corresponde à estrutura fatorial, sendo um nível que não veio da combinação dos níveis dos fatores e serve como um tratamento de referência. A formação dos blocos foi estabelecida pelo peso inicial dos animais. As dietas foram fornecidas em período de 30 dias, que ao final de 12 horas de jejum todos os animais eram pesados. Foi utilizado o seguinte modelo estatístico, (1) em que, é o peso, kg, que o animal adquiriu ao final do período de 30 dias (peso final menos o peso inicial), referente ao nível de proteína bruta, ao nível de óleo de soja e bloco ; é a constante inerente a qualquer parcela, com uma restrição específica, será a média; é o efeito do nível de proteína bruta ; é o efeito do nível de óleo de soja ; é o efeito da interação do nível de proteína bruta com o efeito do nível de óleo de soja ; é o efeito do bloco e é o erro aleatório, ou seja, independentes e normalmente distribuídos com média 0 e variância comum. Para estudar o tratamento adicional (controle) versus fatorial, segundo Corrente et al. (2001) o modelo será, (2) em que é o efeito do tratamento adicional (controle). No intuito da aplicação da análise de variância, primeiramente será averiguado dois pressupostos importantes para sua utilização, que é a normalidade dos resíduos e variância comum, pelos testes de Bartlett e Shapiro-Wilk, respectivamente. Na análise de variância, o estudo da significância será iniciado pela interação, no intuito de verificar, pelo teste, se há

3 dependência dos efeitos dos níveis de proteína bruta e os níveis de óleo de soja. Confirmado o efeito da interação, deve-se proceder os desdobramentos, desta forma estudar os efeitos dos níveis de óleo de soja em cada nível de proteína bruta fixado e vice-versa. Confirmada a não significância da interação, precede-se ao estudo dos efeitos principais. Para estudar os efeitos dos níveis de óleo de soja em cada nível de proteína bruta fixado, será usado teste de comparação de médias Scott-Knott, bem como o contrário. Já para estudar o efeito médio do tratamento controle versus os demais, será utilizado o teste F, na análise de variância principal. Mesmo sendo os níveis de todos os fatores quantitativos, não será utilizado o estudo de regressão, pois há poucos níveis para cada fator, sendo assim torna-se inviável o ajuste de modelos polinomiais. Toda a metodologia estatística descrita anteriormente foi conduzida pelo software estatístico R, utilizando da biblioteca ExpDes. 3 Resultados e discussões Procedendo-se a análise do teste de Bartlett, obteve-se um valor-p de 63%, indicando que a hipótese nula de igualdade de variância não foi rejeitada ao nível de 1% de probabilidade. O teste de Shapiro-Wilk também não rejeitou a hipótese nula de normalidade dos resíduos, pois obtevese um valor-p de 43%. Após análise destes pressupostos, precede-se com a análise de variância. Pela análise de variância descrita na tabela 1, percebe-se que o efeito de interação entre os níveis de óleo de soja e proteína bruta atuam conjuntamente ao se escolher um nível de confiança de 6% para o teste F, sobre o peso dos suínos no período de 30 dias, nos quais os mesmos foram submetidos a temperatura de 32ºC. Portanto, deve-se proceder o desdobramento da interação. Também foi significativo a diferença entre as médias do tratamento adicional (ad) versus fatorial, pelo teste F, a 1% de probabilidade. Fato que enseja inferir que o ganho de peso médio dos animais, quando submetidos as dietas alimentares descritas anteriormente nas duas temperaturas ( 32ºC e 22ºC) são diferentes, pelo teste F a 1% de probabilidade. Tabela 1 Análise de variância para o peso de suínos adquiridos no período de 30 dias. Proteína Bruta 1 1, , ,5440 0,4679 Óleo de soja 2 28, , ,6601 0,0097 Prot. * Óleo de soja 2 16, , ,1983 0,0587

4 Ainda ao estudar as médias, tabela 1, do contraste formado pelo grupo controle (Ad) versus fatorial, observa-se que ao utilizar a alta temperatura de 32ºC, os animais apresentaram, em média, menor peso (28,30kg) que o grupo controle (30,80kg), submetidos a 22ºC. Pela tabela 2, percebe-se que não há diferença entre as médias dos pesos dos suínos no período de 30 dias, submetidos a temperatura de 32 C, entre os dois níveis de proteína bruta (18 e 15,5%), para cada nível de óleo de soja (1,5, 3 e 4,5%), pelo teste F a 6% de probabilidade. Tabela 2 Análise de variância para o peso de suínos adquiridos em um período de 30 dias, submetidos a temperatura de 32 C, para estudar os dois níveis (18 e 15,5%) de proteína bruta em cada nível de óleo de soja fixado (1,5, 3,0 e 4,5%). Óleo de soja 2 28, , ,6601 0,0097 PB (OS,1,5%) 1 6, , ,6057 0,1196 PB (OS,3%) 1 7, , ,9693 0,0977 PB (OS,4,5%) 1 3, , ,3656 0,2540 Pela tabela 3, percebe-se que há diferença significativa, pelo teste F a 1 % de probabilidade, entre as médias dos pesos dos suínos no período de 30 dias, submetidos a temperatura de 32 C, somente entre as médias dos três níveis de óleo de soja, quando fixado o nível de 15,5% para a proteína bruta. Neste caso é cabível a aplicação do teste de Scott-Knott. Tabela 3 Análise de variância para o peso de suínos adquiridos em um período de 30 dias, submetidos a temperatura de 32 C, para estudar os três níveis (1,5%, 3,0% e 4,5) de óleo de soja em cada nível de proteína bruta fixado (18% e 15,5%). Proteína Bruta 1 1, , ,544 0,4679 OS (PB,15,5%) 2 38, , ,5206 0,0029 OS (PB,18%) 2 6, , ,3378 0,2813 Pela tabela 4, vê-se que há diferença significativa, pelo teste de Scott-Knott a 5 % de probabilidade, entre a média de óleo de soja, nível 1,5%, e as demais, em média, sobre os pesos

5 dos suínos no período de 30 dias, submetidos a temperatura de 32 C, ao ser fixado o nível de 15,5% de proteína bruta. Portanto, em média, ao utilizar os níveis de 4,5% ou 3,0% de óleo de soja, com o nível de 15,5% de proteína bruta fixado, os suínos obtiveram, em média, maior ganho de peso comparado com a utilização do nível de 1,5% de óleo de soja. Tabela 4 Teste de Scott-Knott para as médias dos três níveis de óleo de soja ao ser fixado o nível de 15,5% de proteína bruta. Óleo de soja Médias 4,5 30,15 a 3,0 29,07 a 1,5 26,35 b Médias seguidas das mesmas letras, não diferem entre si. Os resultados deste trabalho diferiram-se do estudo realizado por (WOLP, 2010), pois, apenas haveria interação significativa entre níveis de óleo de soja e níveis de proteína bruta, se adotar um nível de significância de 20% para o teste F, ressalvando que no estudo realizado pela autora, estudou-se, dentre outras variáveis, o peso final dos animais em vida, ao final dos 30 dias que os mesmos foram submetidos a alta temperatura. 4 Conclusões O uso de alta temperatura tendeu a influenciar, em média, o decréscimo do ganho de peso dos animais no período de trinta dias em que os animais foram mantidos na temperatura de 32 C, ao ser comparado com a média do grupo controle, que foi submetido a 22 C. Quanto aos animais que foram mantidos a temperatura de 32 C, somente apresentaram maior ganho de peso, em média, ao serem submetidos ao nível de 15,5% de proteína bruta com os níveis de 4,5% ou 3,0% de óleo de soja. Bibliografia [1] CORRENTE, J.E; NOGUEIRA, M.C.; COSTA, B.M. Contrastes ortogonais na análise do controle de volatilização de amônia em compostagem. Scientia Agricola, v.58, n. 2, p [2] MANNO, M.C. et al. Efeitos da temperatura ambiente sobre o desempenho de suínos dos 30 aos 60 kg. Revista Brasileira de Zootecnia, v.35, n. 2, p , [3] PERECIN, D; Filho, A.C. Efeitos por comparações e por experimento em interações de experimentos fatoriais. Ciência e Agrotecnologia, v. 32, n. 9, 68-72, [4] R CORE TEAM R: A language and environment for statistical computing. R Foundation for Statistical Computing, Vienna, Austria ISBN , URL [5] WOLP, R.C. Suínos em crescimentos mantidos em ambiente de alta temperatura alimentados com dietas contendo diferentes níveis de óleo e proteína bruta (Dissertação de Mestrado em Zootecnia), Universidade Federal de Lavras, Lavras

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