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1 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO MESTRADO EM EDUCAÇÃO ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: SOCIOLOGIA E HISTÓRIA DA PROFISSÃO DOCENTE E DA EDUCAÇÃO ESCOLAR A ESCOLA COMO ESPAÇO DE INCLUSÃO: SENTIDOS E SIGNIFICADOS PRODUZIDOS POR ALUNOS E PROFESSORES NO COTIDIANO DE UMA ESCOLA DO SISTEMA REGULAR DE ENSINO A PARTIR DA INCLUSÃO DE ALUNOS PORTADORES DE NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS. MARISA APARECIDA DOMINGOS BELO HORIZONTE 2005

2 MARISA APARECIDA DOMINGOS A ESCOLA COMO ESPAÇO DE INCLUSÃO: SENTIDOS E SIGNIFICADOS PRODUZIDOS POR ALUNOS E PROFESSORES NO COTIDIANO DE UMA ESCOLA DO SISTEMA REGULAR DE ENSINO A PARTIR DA INCLUSÃO DE ALUNOS PORTADORES DE NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS. Dissertação apresentada ao Programa de Pósgraduação do Instituto de Ciências Humanas do Departamento de Educação do Mestrado em Educação da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, como requisito parcial para obtenção do título de Mestre em Educação. Orientadora: Doutora Sandra de Fátima Tosta Pereira BELO HORIZONTE 2005

3 FICHA CATALOGRÁFICA Elaborada pela Biblioteca da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais D671e Domingos, Marisa Aparecida A escola como espaço de inclusão: sentidos e significados produzidos por alunos e professores no cotidiano de uma escola do sistema regular de ensino a partir da inclusão de alunos portadores de necessidades educacionais especiais / Marisa Aparecida Domingos. Belo Horizonte, f. : il. Orientadora: Profª. Drª. Sandra de Fátima Pereira Tosta. Dissertação (mestrado) Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Programa de Pós-Graduação em Educação. Bibliografia. 1. Educação - Brasil - Estudo de casos. 2. Educação inclusiva. 3. Multiculturalismo. 4. Educação especial. 5. Atividades cotidianas. 6. Políticas públicas. I. Tosta, Sandra de Fátima Pereira. II. Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Programa de Pós - Graduação em Educação. III. Título. CDU: 37(81) Bibliotecária : Maria Auxiliadora de Castilho Oliveira CRB 6/641

4 MARISA APARECIDA DOMINGOS A ESCOLA COMO ESPAÇO DE INCLUSÃO: SENTIDOS E SIGNIFICADOS PRODUZIDOS POR ALUNOS E PROFESSORES NO COTIDIANO DE UMA ESCOLA DO SISTEMA REGULAR DE ENSINO A PARTIR DA INCLUSÃO DE ALUNOS PORTADORES DE NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS. Dissertação defendida e aprovada, em 26 de outubro de 2005, pela Banca Examinadora Constituída pelas professoras: Profª Doutora Sandra de Fátima Tosta Pereira (Orientadora) PUC MINAS Profª Doutora Anna Maria Salgueiro Caldeira PUC MINAS Profª Doutora Maria Auxiliadora Monteiro Oliveira PUC MINAS

5 À minha família, às minhas amigas e aos meus amigos pelo incentivo e carinho.

6 AGRADECIMENTOS Muitos deram sua contribuição ao conteúdo desta dissertação. Alguns fizeram por sua boa vontade em escutar o que me inquietava e o que ocupava a minha mente, assim encorajaram-me a projetá-los para o exterior. Outros me ajudaram fazendo perguntas e dando sugestões. Outros ainda, com suas críticas ácidas, causaram-me desejo de registrar meus pensamentos e questionamentos para ser capaz de analisar e interpretar com maior propriedade essas indagações. O que produzi são projeções do que aprendi com os outros e através da minha própria trajetória de vida. Aprendi tanto de tantos que é impossível nomeá-los aqui e distinguir minha gratidão para com alguns e não para com outros seria injusto. Mas posso expressar meu reconhecimento pelo menos àqueles que me ajudaram diretamente na execução desta pesquisa. Sou grata às instituições que possibilitaram este estudo, notadamente a PUC MINAS que me forneceu as condições materiais necessárias para edificá-lo e ao Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais pelo apoio financeiro na realização do Mestrado. Aos meus pais e irmãos pela grande luz e por estarem próximos em todos os momentos de minha vida, enfrentando e compartilhando junto comigo as dificuldades e alegrias. Aos amigos e amigas um agradecimento especial e carinhoso pelo incentivo e acolhimento nos muitos momentos de desânimo e cansaço. Aos professores e colegas de Mestrado que discutiram comigo estas e outras idéias, gente igualmente generosa e envolvida pelo encantamento da pesquisa a respeito da vida na Escola. Não posso, também, deixar de mencionar o auxílio, apoio, estímulo da Profª. Sandra que me emprestou muito de sua competência e zelo acadêmico,

7 assim como de sua amizade para que eu pudesse levantar de meus tropeços. Foi a sua amável insistência e grande consideração por meus sentimentos que venceram minhas hesitações e me deram coragem para prosseguir. Ela soube me ouvir em situações de perplexidade e apontar saídas. O seu firme julgamento, cuidado e profundidade com que pensa sempre a realidade educacional brasileira, a sua extraordinária integridade e orientação fundada numa ética colaborativa, tornaram menos dramática minha eterna e necessária condição de incompletude e insuficiência. Minha gratidão a você professora Sandra que compôs comigo estas reflexões formativas, em tudo e por tudo essenciais, a considero parceira nos caminhos aqui percorridos e na mobilização de outras caminhadas. Por fim, agradeço aos professores e alunos da Escola Estadual Prof. Wilson Lopes do Couto pelos novos ângulos e vertentes que trouxeram a cada contato, dos quais falo com emoção e saudades. A todos vocês, meu muito obrigada.

8 O outro que fala e pensa, meu objeto, portanto, não fala e pensa como eu. Se não, não seria meu objeto. Mas devo falar e pensar como ele, pois eu digo e penso alguma coisa, na verdade, daquilo que lê diz e pensa. Se não, não seria o meu objeto, nem o seu, nem o de ninguém. Sem este jogo de diferença e de identificação não teria ciência sobre aquilo que quero conhecer. (Marie-Jeanne Borel)

9 RESUMO A presente dissertação de Mestrado em Educação teve como objetivo conhecer, analisar e interpretar sentidos e significados produzidos por sujeitos no cotidiano de uma escola regular que conta com alunos com necessidades educacionais especiais. O estudo foi realizado junto ao Mestrado em Educação da PUC Minas, com apoio financeiro do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, tendo o seu início em março de A metodologia de cunho qualitativo e se configurou, em sua totalidade, como um estudo de caso realizado na Escola Professor Wilson Lopes do Couto, Bom Despacho, Minas Gerais, para investigar, descrever e analisar desafios, polaridades, discursos, ações, sentidos e significados que permeiam a inclusão dos alunos com necessidades educacionais especiais no cotidiano da escola do Sistema Regular de Ensino. Teve como eixo teórico o debate sobre as diferenças culturais na sociedade e na escola, inclusão escolar e cidadania, presentes na LDBEN/96, nos PCN s e na concepção de aprendizagem como experiência relacional. Palavras-Chave: Educação, inclusão escolar, diferença cultural e cotidiano escolar.

10 ABSTRAT The present dissertation of Mastering Education to know, anlyze and interpret the meanings and significances produced by individuals in the everyday life of a regular school that takes students with special educacional needs. The study was done in conjunction with the Mastering in education of PUC Minas, with the finacial support of Minas Gerais State Court of Law, having started in March, The methodology of qualitative feature took place as a study of case carried out at Professor Wilson Lopes do Couto School, Bom Despacho, Minas Gerais, to investigate, describe and analyze challenges, polarities, speeches, actions, meanings and significances that permeate the inclusion of students with special educacional needs in the everyday life of a school belonging to be Regular System fo Teaching. Its theoretical axis was the debate about the cultural differences in the society as well as the school, school inclusion and citzenthip, mentioned in the LDBEN/96, the PCN s and in the conception of learning as relational experience. Key words: Teaching, school inclusion, Cultural difference and school everyday.

11 LISTA DE QUADROS QUADRO 1 Evolução da Matrícula de Alunos com Necessidades Especiais por Tipo de Deficiência...95 QUADRO 2 Matrícula em 2005 e 2004, segundo etapas/modalidades da educação básica...97 QUADRO 3 Trajetórias dos Alunos da APAE de Bom Despacho/MG no Sistema Regular de Ensino QUADRO 4 Matrícula dos Alunos do 1º ano do Ciclo Intermediário da APAE BD QUADRO 5 Distribuição dos Alunos (série/turno) QUADRO 6: Funcionários Da Escola Estadual Prof. Wilson Lopes do Couto QUADRO 7: Distribuição dos Professores (Conteúdo Curricular/Atuação/Habilitação) QUADRO 8: Distribuição dos Professores por Nível de Formação QUADRO 9: Matrícula efetiva do Ensino Fundamental por Série e Turno, Segundo o Ano de Nascimento

12 LISTA DE TABELAS TABELA 1: Resultado Final do Censo Escolar TABELA 2: População Ocupada Por Setores Econômicos TABELA 3: Resultado Final do Censo Escolar TABELA 4:Níveis de Ensino da Escola Estadual Paulo Campos Guimarães TABELA 5: Matrícula Efetiva do Ensino Fundamental Por Série e Turno Segundo Ano de Nascimento LISTA DE MAPAS MAPA 1 Mapa Rodoviário vias de acesso à Bom Despacho (MG) MAPA 2 Mapa de Bom Despacho (MG)... MAPA 3 Mapa da Localização da Escola Estadual Prof. Wilson Lopes do Couto no Bairro de Fátima...136

13 LISTA DE FIGURAS FIGURA 1: Igreja Matriz Nossa Senhora do Bom Despacho (MG) FIGURA 2: Festa de Congado em Bom Despacho (MG) FIGURA 3: Capelinha da Rua Cruz do Monte - Bom Despacho (MG) FIGURA 4: Imagem de Nossa Senhora do Bom Despacho (MG) FIGURA 5: Imagem de Nossa Senhora do Bom Despacho (MG) FIGURA 6: Oficinas Ocupacionais e Pedagógicas do CEAC FIGURA 7: Entrada Principal da APAE DE Bom Despacho FIGURA 8: Sala de Recursos da APAE de Bom Despacho (MG) FIGURA 9:Fachada Principal da Escola Estadual Prof. Wilson Lopes do Couto FIGURA 10: Entrada Principal da Siderúrgica São José FIGURA 11: Igreja Nossa Senhora de Fátima FIGURA 12: Vista Parcial do Campo do FAMORINE FIGURA 13: Localização da Escola Estadual Prof. Wilson Lopes do Couto no Bairro de Fátima FIGURA 14: Entrada Principal da Escola Estadual Prof. Wilson Lopes do Couto FIGURA 15: Secretaria da Escola Estadual Prof. Wilson Lopes do Couto FIGURA 16: Vista Parcial do Pátio central da Escola Estadual Prof. Wilson Lopes...144

14 FIGURA 17: Pavilhão II da Escola Estadual Wilson Lopes do Couto FIGURA 18: Pátio Interno Central da Escola Estadual Prof. Wilson Lopes do Couto FIGURA 18: Quadra de Esportes da Escola Estadual Prof. Wilson Lopes do Couto FIGURA 19: Pátio Interno da Escola Estadual Prof. Wilson Lopes do Couto FIGURA 20: Momento do Recreio - fila na cantina FIGURA 21: Momento do Recreio Pátio Central...174

15 LISTA DE ABREVIATURAS Coord. Coordenador Ed. - Editora Ex. - Exemplo Prof. Professor p. - página Org. Organizador

16 LISTA DE SIGLAS AAMR - Associação Americana de Deficiência Mental AD Análise do Discurso ADNPM Atraso Neuropsicomotor APAE Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais ANSI - American National Standards Institute AVC - Acidente Vascular Cerebral CADEME Campanha Nacional de Educação e Reabilitação de Deficientes Mentais FHEMIG Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais CEAC Centro Educacional Antônio Carlos CENESP Centro Nacional de Educação Especial CESB Campanha para a Educação do Surdo Brasileiro CORDE Coordenadoria Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência DEE - Delegacia de Ensino Especial DSM Disgnostic and Statistical of Manual DUDH - Declaração Universal dos Direitos do Homem FEBEM Fundação do Bem Estar do Menor FUNDEF - Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e Valorização do Magistério GU Gramática Universal IBC - Instituto Benjamim Constant IEC Instituto de Educação Continuada da PUC Minas

17 15 INDI - Instituto de Desenvolvimento Industrial de Minas Gerais INEP/MEC - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INES Instituto Nacional de Educação de Surdos LBA Legião Brasileira de Assistência LDB Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional LEPED - Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diversidade MEC Ministério de Educação NASM/BD Núcleo de Atenção à Saúde Mental de Bom Despacho OMS Organização Mundial da Saúde ONG Organização Não-Governamental ONU Organização das Nações Unidas PC Paralisia Cerebral PCNs Parâmetros Curriculares Nacionais PDE Plano de Desenvolvimento PPPE Projeto Político Pedagógico da Escola PPD - Pessoa Portadora de Deficiência PROEB - Programa de Avaliação de Rede Pública de Educação Básica PUC MINAS Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais QI Quociente de Inteligência SEDESE - Secretaria de Desenvolvimento Social e Esportes de Minas Gerais SEE/MG Secretaria de Estado de Educação - MG SEESP - Secretaria de Educação Especial SIMAVE - Sistema Mineiro de Avaliação da Educação Pública SUS - Sistema Único de Saúde UNIPAC - Universidade Presidente Antonio Carlos

18 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO EDUCAÇÃO ESPECIAL NA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA CIDADANIA E POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A EDUCAÇÃO INCLUSIVA EDUCAÇÃO INCLUSIVA COMO CIDADANIA ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A EDUCAÇÃO INCLUSIVA A DEFICIÊNCIA COMO DIFERENÇA EDUCAÇÃO ESPECIAL E DEFICIÊNCIA IGUALDADE, DIFERENÇA E DIVERDIDADE: CONTROVÉRSIAS NO UNIVERSO DA INCLUSÃO ESCOLAR OS OLHARES DA PESQUISA: A CIDADE E O BAIRRO BOM DESPACHO: HISTÓRIAS, CONTOS E LENDAS DE SENHORA DO SOL A BOM DESPACHO NUM TEMPO E NUM LUGAR A EDUCAÇÃO ESPECIAL E O ESPECIAL DA EDUCAÇÃO EM BOM DESPACHO OS LUGARES DA PESQUISA: A ESCOLA OLHANDO, OUVINDO E ESCREVENDO SOBRE O COTIDIANO NA ESCOLA ESTADUAL PROF. WILSON LOPES DO COUTO NA HISTÓRIA DO BAIRRO, A HISTÓRIA DA ESCOLA ADENTRANDO NO CAMPO DE PESQUISA NO COTIDIANO ESCOLAR, DEFICIÊNCIA, DIFERENÇA E INCLUSÃO ESCOLAR CONSIDERAÇÕES FINAIS...181

19 17 REFERÊNCIAS ANEXOS...194

20 19 1. INTRODUÇÃO Traga dúvidas e incertezas, doses de ansiedade, construa e desconstrua hipóteses, pois aí reside a base do pensamento científico do novo século. Um século cansado de verdades, mas sedento de caminhos. (Cláudia Werneck) A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB (Lei nº. 9394/96) estabeleceu, entre outros princípios, a "igualdade de condições para o acesso e permanência na escola" e recomendou que a educação para "educando com necessidades especiais ocorra, preferencialmente, na rede regular de ensino. Além da questão normativa, têm-se presenciado, em nossa sociedade, ao longo das últimas décadas, rápidas e intensas transformações com importantes mudanças no interior desta. Uma delas é o quanto se tem discutido a respeito de exclusão social, configura-se por exclusão social toda situação ou condição social de carência, dificuldade de acesso, segregação, discriminação, vulnerabilidade e precariedade em qualquer âmbito. Segundo Mantoan (2003), a temática da inclusão escolar vem rendendo, tanto no meio acadêmico quanto na própria sociedade, novas e acaloradas discussões. Nos debates a respeito da inclusão escolar, revelam-se dados que ganham ainda mais importância neste momento de afirmação das práticas e teorias que a fundamentam. Falar desta nova realidade para pessoas com necessidades educacionais especiais significa entender que seu desenvolvimento e socialização podem ser bastante satisfatórios, quando os mesmos passam a ser vistos como indivíduos capazes de fazer parte de um mundo constituído para habilidosos e competentes. Mesmo que a história da educação das pessoas com necessidades

21 20 educacionais especiais apresente desdobramentos na história de nossa sociedade carregados de seus movimentos e contradições. Na estruturação da educação brasileira, o discurso científico, as idéias de modernização e racionalização estão presentes desde os primórdios da educação especial também. A crença nas potencialidades inatas vai fundamentar um pensamento meritocrático, presente em nossa história passada e também na organização da sociedade atual. A evolução dos serviços de educação especial caminhou de uma fase inicial, eminentemente assistencial, visando apenas o bemestar da pessoa com deficiência, para uma segunda, em que foram priorizados os aspectos médicos e psicológicos, chegando às instituições de educação escolar e provocando a integração da educação especial no sistema geral de ensino. Atualmente, tal processo depara-se com a proposta de inclusão escolar dos alunos com necessidades educacionais especiais nas salas de aula do ensino regular. Tais fatos têm modificado o significado da educação especial e alterado o sentido dessa modalidade de ensino. Como esta pesquisa vai mostrar, há muitos educadores, pais e profissionais interessados que a confundem como uma forma de assistência prestada por abnegados a crianças, jovens e adultos com deficiência. E mesmo quando concebida adequadamente segundo Mantoan (2003), a educação especial no Brasil tem sido entendida como um conjunto de métodos, técnicas e recursos especiais de ensino e de formas de atendimento que se destinam os alunos que não conseguem atender às expectativas e exigências da educação regular. A inclusão escolar se contrapõe à exclusão escolar e tem representado o espaço comum daqueles que se dedicam à de pessoas com necessidades educacionais especiais, aparece no centro de todas as discussões acerca da

22 21 significação de ser deficiente. Visto que, os termos e expressões empregados pela educação especial para designar tais pessoas, comumente tem gerado inúmeras ambigüidades e distorções no entendimento e na aplicação de seus significados. O critério no emprego do referido termo não configuram preciosismo lingüístico, mas uma necessidade que se impõe para a remoção de barreiras atitudinais, decorrentes de juízos equivocados sobre a capacidade das pessoas com necessidades educacionais especiais e o respeito às diferenças. Trabalhar esta questão é um desafio para o nosso tempo. A inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais no dia-a-dia das escolas do sistema regular de ensino e da classe comum provoca indagações no âmbito da educação geral: Qual o impacto deste processo no cotidiano escolar? Qual a relação entre inclusão e diferença cultural? Será que a inclusão escolar não se constitui como um elemento a mais para manter posturas de discriminação na escola? Como são postas em jogo as identidades e diferenças no espaço da escola? Dar conta dessas questões pode ser uma maneira nova da gente se ver, ver os outros e ver a Educação, de aprender a conviver com as diferenças, com as mudanças, com o que se está além das imagens; uma maneira de apostar no outro. De trilhar um caminho que é sem imagem, porque caminhante, não há caminho, o caminho se faz com o caminhar. (MORIN, 2000).

23 22 CAMINHOS, ENCONTROS E DESCOBERTAS É difícil defender, só com palavras, a vida, ainda mais quando ela é esta que vê, Severina: mas se responder não pude a pergunta que fazia, ela, a vida, a respondeu com sua presença viva; vê-la desfiar seu fio, que também se chama vida, ver a fábrica que ela mesma, teimosamente, se fabrica. (João Cabral de Melo Neto) A trajetória da educação especial em minha vida não se diferencia muito daquela experimentada pela grande maioria das pessoas com quem convivi no meio acadêmico. Chamava-me a atenção, desde o antigo primário, as salas de aula que eram nomeadas como as salas dos alunos que não aprendiam. 1. Desde minha infância convivi com parentes e amigos portadores de deficiência que, diferente da lógica da escola que os condenavam ao lugar de incapazes, insistiam em comprovar o contrário no cotidiano. Na prática, a escola se transformou para muitos desses em uma instituição onde sentimentos de esperança e de frustração vivem lado a lado. A partir dessa constatação, a questão da educação dos portadores de deficiência passou a ser um empenho na minha vida. Como se dá a educação de quem, supostamente, não aprende? Percebi na minha vida acadêmica que, o que o perturba não são as coisas, mas suas opiniões sobre as coisas. Acredito que existe uma diversidade na maneira de encarar a relação do homem com a realidade, pois na verdade, cada apreciação revela um aspecto, projeta uma face, deforma de um jeito, o que insinua crenças, delineia pontos de vista, revela intenção. 1 Isso porque, na cidade de Bom Despacho, na década de 70, os alunos que apresentassem diagnóstico de atraso significativo no processo de aprendizagem tinham como certa a colocação nas classes especiais na escola regular. Essas classes ficavam discretamente localizadas nas salas nos fundos dos corredores das escolas. Maior aprofundamento, sobre as Classes Especiais em Bom Despacho, será dado no Capítulo 4, no tópico A EDUCAÇÃO ESPECIAL E O ESPECIAL DA EDUCAÇÃO EM BOM DESPACHO, p. 111 e seguintes.

24 23 Ingressei em 1987 no curso de Psicologia da PUC MINAS acreditando que poderia encontrar respostas para esta questão. Imaginava que, entendendo o funcionamento psíquico do ser humano e o seu processo de desenvolvimento, poderia encontrar respostas para tais questionamentos. A preocupação com a temática da educação dos que apresenta necessidades educacionais especiais sempre me marcou, desde o tempo de estudante. Ao refletir sobre a minha formação acadêmica, constato que nos meus primeiros trabalhos, de maneira singular e crucial, a questão da inclusão escolar sempre estava presente, tendo em vista que, inclusão escolar não é apenas acesso ao ensino regular. Julgo que, por ter na família pessoas portadoras de deficiência, ao buscar estágio no 3º Período de Psicologia, em 1988, a minha preferência recaiu sobre crianças com significativo atraso no desenvolvimento neuropsicomotor (ADNPM), da Creche São Geraldo, no Alto Vera Cruz, Bairro de Belo Horizonte. No 4º período fui convidada a trabalhar em atendimento psicopedagógico com crianças e adolescentes que estudavam em escolas do ensino regular e apresentavam necessidades educacionais especiais, nas antigas clínicas da Legião Brasileira de Assistência (LBA). No ano de 1989 realizei estágio na educação infantil, em escola de ensino regular, fazendo acompanhamento psicopedagógico de uma criança portadora de deficiência visual. O contato com os profissionais do Instituto Hilton Rocha possibilitou a abertura de novos caminhos para lidar com a questão: deficiência e processo de ensino-aprendizagem. Mazzota (1996) afirma que a educação tem como princípio fundamental a capacidade do ser humano, que é ilimitada quanto a qualquer tentativa de previsão. Nesse sentido, é impossível antecipar e indicar com precisão as possibilidades de cada um. Entendo que os educadores que vivenciam a educação dos alunos

25 24 portadores de deficiências sabem que as necessidades educacionais especiais são específicas para cada aluno e que cabem à escola intervenções capazes de lhes proporcionar o acesso ao conhecimento. Importante ressaltar que nem toda pessoa com deficiência apresenta necessidades educacionais especiais. A preocupação com esse tema e o meu envolvimento com a questão foi se configurando de tal modo que terminei nela me concentrando. Em 1990, em estágios na disciplina de Psicologia Escolar - Problemas da Aprendizagem e de Psicopatologia Geral 2 colocaram-me a frente com as formas de exclusão mais degradantes que, até então, testemunhei. Foi nesses estágios que percebi na pele minha opção pela educação das pessoas com necessidades educacionais especiais, como atividade profissional. Sempre com a preocupação de buscar o máximo de eficácia nos projetos desenvolvidos nos estágios, havia alguns aspectos que me incomodavam sobremaneira, a saber: a impossibilidade de oferecer atendimento à grande quantidade de portadores de deficiência que nos procuravam; a dificuldade para encaminharmos os casos não elegíveis, principalmente os multi-deficientes carentes, frente à carência de instituições especializadas naquela época, especialmente nos locais mais distantes e pobres; as dificuldades dos pais em lidarem com seus sentimentos e enfrentarem a sociedade com seu filho diferente ; a segregação que impúnhamos à população atendida por não conseguir lidar de maneira contundente com as barreiras à participação criadas pela sociedade e as suas instituições. 2 O estágio da disciplina de Psicologia Escolar - Problemas da Aprendizagem foi realizado no Centro Educacional Paulo Campos Guimarães, extinta Fundação do Bem Estar do Menor (FEBEM), na região do Barreiro de Cima, em Belo Horizonte. E os estágios de Psicopatologia Geral foram feitos no Hospital Psiquiátrico Raul Soares (no Bairro Santa Efigênia, Belo Horizonte) e no Hospital Espírita André Luiz (no Bairro Salgado Filho, região oeste de Belo Horizonte),

26 25 A partir de todas essas vivências, compreendi que a modificação da realidade socialmente construída pelos homens só pode se efetivar a partir de uma visão crítica. Oliveira (2004a) considera que numa política de atendimento ao deficiente faz-se necessário desvelar os reais papéis que a educação especial tem cumprido em nossa sociedade: muitas vezes tem servido mais para a manutenção da população deficiente no âmbito do assistencialismo, sendo esse entendido como a antítese do direito ao exercício da cidadania. No ano de 1994 comecei a trabalhar na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE-BD) de Bom Despacho, que abriga a escola de ensino especial Paulo Campos Guimarães. Fundada no ano de 1982, caracteriza-se por ser uma entidade filantrópica que atende portadores de deficiência do município, incluindo a zona rural, com a finalidade de oferecer-lhes recursos básicos para seu desenvolvimento global, integração educacional e social. Desde a sua fundação, em 1982, a APAE-BD vem demonstrando crescimento, buscando libertar-se do caráter clínico-patológico da deficiência. Na vivência do cotidiano da APAE-BD, no período de 1994 a 2001, foi possível juntamente com a equipe de profissionais e a comunidade escolar, desenvolver projetos baseados no princípio democrático da educação para todos, que se evidencia nos sistemas educacionais que se especializam em todos os alunos, não apenas em alguns deles, os alunos com deficiência. Constatei que a inclusão escolar como conseqüência de uma educação de qualidade para todos os alunos, provoca e exige da escola novos posicionamentos e é um motivo a mais para que o ensino se modernize e para que políticas públicas educacionais atuem em consonância com a idéia de que a inclusão escolar é uma

27 26 proposta que implica no esforço de atualização e reestruturação das condições atuais da maioria de nossas escolas de nível básico. No ano de 1995, após denúncias nos meios de comunicação sobre a situação absurda constatada no Centro Educacional Antônio Carlos (CEAC) em Bom Despacho 3, de desrespeito à pessoa humana, foi proposto um projeto de trabalho que não se detivesse na deficiência em si, mas sim nas possibilidades e capacidades de aprendizagem que a população apresentava. Fui convidada, em 1996, compor a equipe de profissionais responsáveis pela elaboração e execução desse novo projeto. Na realidade encontramos um lugar de indivíduos segregados onde cada interno foi submetido a um longo e agressivo período de estadia, inclusive em decorrência de toda a conhecida precariedade que o Estado lida com esse tipo de entidade. Foram elaboradas propostas que procuraram viabilizar meios de ampliação dos contatos sociais de cada interno, proporcionando a inserção do educando na comunidade e na sua família, quando possível, e no mercado de trabalho; ainda intervenções de ordem educacional, respeitando as individualidades. Envolvi-me profundamente pelo clima de conquista de direitos dos portadores de deficiência aos projetos desenvolvidos nessas duas instituições, APAE e CEAC, pois apontavam para a proposta desafiadora da inclusão escolar e social, objetivando proporcionar aos seus alunos a formação necessária ao desenvolvimento de suas potencialidades, auto-realização, preparação para o trabalho e inclusão na sociedade em que vivem e convivem. Observava, porém que, apesar de todos os esforços, a oferta de educação especial parecia responder mais 3 O CEAC abrigava nesse período uma população estritamente masculina, portadores de deficiências, em regime de abrigo, de faixa etária entre 22 a 54 anos e estava vinculada à Secretaria de Estado do Trabalho Ação Social da Criança e do Adolescente de Minas Gerais SETASCAD. Maiores detalhes ver Capítulo 4, p.106 e seguintes.

28 27 ao processo de marginalidade do que à oferta de oportunidades educacionais. A partir daí percebi que era necessário buscar estudos que favorecessem práticas que produzissem maiores e melhores efeitos. Em 1999, fiz o curso de Pós Graduação em Psicopedagogia com ênfase na educação especial, no Instituto de Educação Continuada da PUC Minas (IEC). Como herança desta especialização restou uma forte preocupação com as políticas públicas de educação inclusiva de Bom Despacho. Comecei a analisar tais políticas e, mais uma vez, via confirmadas algumas de minhas suspeitas: o município não vinha respondendo ao princípio fundamental de acesso aos bens e serviços sociais. Se considerarmos o acesso ao conhecimento básico, os resultados deixavam a desejar, porque a maioria dos portadores de deficiência não havia ultrapassado os níveis iniciais de escolaridade e um número irrisório de deficientes estava incorporado ao ensino regular com resultados desastrosos. Em 2001 iniciei, também, um trabalho junto com a equipe do Núcleo de Atenção à Saúde Mental de Bom Despacho (NASM/BD) e priorizei na minha proposta de trabalho o atendimento de crianças e adolescentes com transtorno mental 4, principalmente os que apresentavam dificuldades de permanência nas instituições educacionais. No NASM/BD, a conquista por uma compreensão mais abrangente do atendimento às pessoas com necessidades educacionais especiais levou-me a apoiar todos os projetos desenvolvidos pela equipe na lógica da inclusão, buscando ampliar os limites da tolerância social para com a deficiência e a doença mental que, vistas como desvantagem, torna o outro ainda mais desigual, inferior. 4 Segundo Ey (1981), o termo transtorno mental ou doença mental engloba um amplo espectro de condições que afetam a mente. Transtorno mental provoca sintomas tais como: desconforto emocional, distúrbio de conduta e enfraquecimento da memória. Algumas vezes, doenças em outras partes do corpo afetam a mente; outras vezes, a mente pode desencadear outras doenças do corpo ou produzir sintomas somáticos.

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