RELATÓRIO DE ACTIVIDADES E AUTO-AVALIAÇÃO DO QUAR 2009

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1 RELATÓRIO DE ACTIVIDADES E AUTO-AVALIAÇÃO DO QUAR 2009 Abril de 2010

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3 Relatório de Actividades e Auto-Avaliação do QUAR 2009 Amadora Abril 2010

4 Ficha técnica: Título: Autoria: Relatório de Actividades e Auto-Avaliação do QUAR 2009 Agência Portuguesa do Ambiente Direcção Luisa Proença Edição: Agência Portuguesa do Ambiente Data de edição: Abril de 2010 Local de edição: Tiragem: Amadora 20 exemplares»2

5 Índice Geral I Nota Introdutória Apresentação Missão Serviços e Clientes/parceiros Meios disponíveis para o exercício da actividade Meios patrimoniais Meios Financeiros Orçamento de Despesa Orçamento de Receita PIDDAC Meios Humanos II Relatório de Actividades Actividades Desenvolvidas em Afectação real de Recursos Humanos Afectação real de Recursos Financeiros Orçamento de Funcionamento PIDDAC III Auto-Avaliação de Avaliação do QUAR Informação complementar Causas de Incumprimento das acções ou projectos não executados Avaliação do sistema de controlo interno Avaliação do grau de satisfação Síntese de resultados do Questionário: Parceiros Empresas/Instituições Síntese de resultados do Questionário: Cidadão/Cliente Síntese de resultados do Questionário: Colaboradores 3.3 Avaliação Final Apreciação qualitativa dos resultados alcançados Apreciação quantitativa dos resultados alcançados Proposta de menção 3.4 Conclusões e prospectivas Plano de Melhorias 2010 ANEXO I Principais siglas utilizadas 70 ANEXO II Questionários 72»3

6 »4

7 I Nota Introdutória 1.1 Apresentação O esforço de racionalização estrutural consagrado no Decreto-Lei n.º 207/2006, de 27 de Outubro, Lei Orgânica do Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, manteve-se nas alterações estabelecidas no Decreto-Lei n.º 321/2009, de 11 de Dezembro, lei orgânica do XVIII Governo Constitucional. O Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território é o departamento governamental que tem por missão definir, executar e coordenar as políticas de ambiente, de ordenamento do território e cidades, numa perspectiva de desenvolvimento sustentável e de coesão territorial, incluindo a coordenação da Estratégia de Desenvolvimento Sustentável. A lei orgânica da Agência Portuguesa do Ambiente, Decreto Regulamentar nº 53/2007, de 27 de Abril, na qual se operou a fusão do Instituto do Ambiente e do Instituto de Resíduos manteve-se nesta nova estrutura do Governo. A APA caracteriza-se por ser uma estrutura organizativa com funções de carácter transversal, de coordenação geral e com responsabilidades na harmonização e simplificação de procedimentos, concentrando funções anteriormente dispersas por diversos organismos e que se tem reflectivo em ganhos de eficiência significativos. 1.2 Missão Tendo como enquadramento legal o referido Decreto Regulamentar nº 53/2007, a Agência Portuguesa do Ambiente tem por missão propor, desenvolver e acompanhar a execução das políticas de ambiente e de desenvolvimento sustentável, nomeadamente no âmbito do combate às alterações climáticas e emissão de poluentes atmosféricos, da avaliação de impacte ambiental, dos resíduos, da prevenção de riscos graves, da prevenção e controlo integrado da poluição e da educação ambiental, assegurando a participação e informação do público e das organizações não governamentais de ambiente. O mesmo Decreto Regulamentar estipula as respectivas atribuições, sinteticamente discriminadas: Propor, desenvolver e acompanhar a execução das políticas de ambiente; Exercer as funções de Autoridade Nacional de Resíduos; Exercer as funções de Autoridade Competente para o Comércio de Emissões Assegurar, em cooperação com as entidades competentes, o acompanhamento das questões e a transposição e o cumprimento do direito internacional e comunitário em matéria de ambiente; Desenvolver e manter o Sistema Nacional de Informação do Ambiente, garantindo a estruturação e divulgação de dados de referência para apoio ao desenvolvimento e avaliação de políticas ambientais; Assegurar, manter e divulgar o centro de referência para os dados ambientais e promover a análise integrada dos resultados da monitorização do grau de execução de políticas e medidas; Desenvolver e acompanhar a execução das políticas de educação e formação dos cidadãos no domínio do ambiente Promover e acompanhar formas de apoio às organizações não governamentais de ambiente Promover e garantir a participação do público e o acesso à informação nos processos de tomada de decisão em matéria de ambiente; Participar, ao nível técnico e científico, na definição e promoção das estratégias de protecção das áreas marinhas; Exercer as competências próprias de licenciamento, qualificação, produção de normas técnicas e uniformização de procedimentos em matérias ambientais específicas; Assegurar a gestão do laboratório de referência do ambiente e colaborar na acreditação de outros laboratórios e de novas técnicas analíticas; Promover e apoiar a formação técnica nos diversos domínios das políticas de ambiente. Tendo em consideração a lei orgânica, os objectivos estratégicos (OE) plurianuais a prosseguir pela APA, tal como definidos na proposta de QUAR da APA para 2009, definiram-se três vectores estratégicos que suportaram a actividade da APA no ano em análise:»5

8 VECTOR 1 Desenvolver e acompanhar as políticas, estratégias e planos de ambiente Este Vector consubstancia-se na proposição, desenvolvimento e acompanhamento da execução das políticas e estratégias de ambiente bem como contribuir para a integração das políticas de ambiente nas políticas sectoriais. VECTOR 2 Garantir o exercício das competências de Autoridade para a Administração do Ambiente A APA exerce as funções de autoridade nacional no domínio dos resíduos, da avaliação de impacte ambiental (AIA), do licenciamento ambiental no quadro da prevenção e controlo integrados da poluição (licenciamento ambiental PCIP), do comércio de emissões (Autoridade Competente para o CELE) e dos sistemas de gestão ambiental, em articulação com os organismos competentes. Através do desenvolvimento das suas competências e dos instrumentos das políticas de ambiente, a APA pretende Mudar o ambiente, afirmando-se como autoridade nacional reconhecida. VECTOR 3 Promover a informação e cidadania ambiental Desenvolver e acompanhar a execução das políticas de educação e formação dos cidadãos no domínio do ambiente é fundamental para garantir a participação do público e o acesso à informação nos processos de decisão em matéria de ambiente. É através da promoção da educação e formação ambiental que se cria uma verdadeira consciência ambiental, assente no princípio da transparência e da partilha, e que se constrói um ambiente sustentável Serviços e Clientes/Parceiros Os clientes dos serviços da APA, consignados na missão e atribuições, operacionalizadas através da estrutura e respectivas unidades orgânicas, são os organismos da administração pública, central, regional e local, as associações e agentes económicos e sociais, as empresas privadas, as organizações sem fins lucrativos e o público em geral.»6

9 Num outro grupo de utentes/clientes situam-se os interlocutores APA, entidades com as quais interage e articula as acções que desenvolve, das quais destacamos outros Ministérios e serviços da Administração Pública, Organizações Não Governamentais do sector (ONGA s), organizações comunitárias e internacionais, como a Comissão Europeia, a OCDE, a Agência Europeia do Ambiente, a Agência Europeia dos Químicos, a Organização Mundial de Saúde e outras. De entre os principais serviços e produtos fornecidos pela APA, destacam-se: Estudos e outros trabalhos de natureza técnica que contribuem para a formulação, o acompanhamento e a avaliação de políticas de ambiente, designadamente no âmbito do desenvolvimento sustentável. Contributos técnicos e colaboração em grupos de trabalho de organizações nacionais e internacionais, designadamente a Comissão Europeia, a Agência Europeia do Ambiente, a Agência Europeia dos Químicos ou a Organização Mundial de Saúde. Coordenação da edição e contributos técnicos para documentos oficiais, entre os quais, o Relatório do Estado do Ambiente Elaboração e monitorização dos Indicadores do Desenvolvimento Sustentável. Qualidade do Ar - Índice Observado e Previsto. Este índice é disponibilizado pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), através da base de dados on-line da qualidade do ar QualAr, com base em informação recolhida pelas Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR). Previsão diária e a respectiva disponibilização ao público dos níveis e índices (PrevQualar) dos poluentes mais significativos em termos de impacte na saúde face aos níveis verificados (partículas inaláveis e ozono), que abrange as aglomerações da Área Metropolitana de Lisboa Norte e Porto Litoral, Aveiro, Braga, Coimbra e Setúbal, e é divulgada diariamente para estas zonas deste o início de Fevereiro de MOR Implementação do Mercado Organizado de Resíduos (MOR), previsto no novo regime jurídico de gestão de resíduos. Trata-se de um instrumento económico por excelência, que permitirá potenciar o valor comercial dos resíduos diminuindo a procura de matérias-primas primárias. O MOR compreenderá todas as plataformas electrónicas de negociação reconhecidas e ou autorizadas pela APA e cada plataforma deverá requerer a sua autorização. SIRAPA - Sistema Integrado de Registo da Agência Portuguesa do Ambiente que, numa primeira fase integra o SIRER Sistema Integrado de Registo Electrónico de Resíduos, regulamentado pela Portaria nº249-b/2008, de 31 de Março, e o e-sipo, como ponto de entrada para o relacionamento electrónico das organizações com a Agência Portuguesa do Ambiente, visando uma comunicação directa e eficiente, nomeadamente submissão de formulários, estado dos processos, e outros. Guias Electrónicas de Acompanhamento de Resíduos (e-gar) para o preenchimento on-line por parte dos respectivos utilizadores e consulta on-line das autoridades competentes de fiscalização. Laboratório de Referência do Ambiente (LRA) - O LRA dispõe de um sistema de gestão da qualidade acreditado pelo IPAC desde 1995 com o Certificado n.º L0169 que cumpre os requisitos da ISO 17025, e possui mais de 90 métodos acreditados o que corresponde a mais de 500 parâmetros. Tem também acreditada a amostragem para águas de consumo humano, superficiais, subterrâneas, balneares e residuais. A manutenção de um elevado grau de satisfação das expectativas dos utentes e clientes, bem como dos interlocutores identificados, tem sido uma das preocupações fundamentais que se reflecte aos diferentes níveis da actividade desenvolvida. Constata-se ainda que estas preocupações têm sido tomadas em consideração na selecção das suas opções estratégicas e Objectivos QUAR 2010, e ainda nas medidas que se apresentam no Plano de Melhorias, nomeadamente nos domínios de Gestão da Documentação Interna e Externa, da Informação prestada e das tecnologias de Informação. No diagrama seguinte sintetizam-se algumas das expectativas dos utentes/clientes que a APA cuja satisfação com elevado nível de desempenho a APA identifica como prioritárias no desenvolvimento da sua actividade.»7

10 Assinale-se que, de forma a aferir o grau de satisfação dos diversos intervenientes, lançaram-se questionários de satisfação no final de 2009, aos colaboradores, cidadão/cliente, parceiros e Instituições, cujos resultados serão apresentados aquando da auto-avaliação, e fazem parte integrante deste relatório (ponto III) Meios disponíveis para o exercício da actividade Meios patrimoniais O edifício sede da APA é constituído por três pisos assente num envasamento constituído pela garagem em semi-cave, com uma área de m2, com uma utilização genérica Administrativa e de Laboratórios, com a distribuição que se segue: Distribuição da área do edifico da APA m2 Gabinetes Laboratórios Áreas comuns e salas de reuniões Auditório 139 Refeitório e bar 279 Cozinha 139 Arrumos Estacionamento (piso 0) 2 929»8

11 1.4.2 Meios Financeiros Seguidamente apresentam-se os recursos financeiros da APA em 2009, conforme Propostas de Orçamento de funcionamento e PIDDAC aprovadas Orçamento de Despesa O orçamento de funcionamento corrigido da APA totaliza destacando-se as despesas com pessoal que correspondem a 59,9% das Despesas previstas, seguidas das aquisições de serviços com 26,5%. DESPESA Despesas com o Pessoal Aquisição de Bens Aquisição de Serviços Juros e Outros Encargos 0 Transferências Correntes Outras Despesas Correntes Despesas de Capital Transferências de Capital DESPESA TOTAL Orçamento de Receita A previsão de receita para 2009, aquando da elaboração da proposta de Orçamento de 2009, estruturava-se conforme se observa no quadro seguinte. RECEITA Receitas Gerais (FF 111) Receitas Próprias (FF 123) Financiamento da EU (FF FF 280) RECEITA TOTAL A fonte de financiamento 111 (Orçamento de Estado) e a fonte 123 (Receitas Próprias) , ou seja 75,8% do total.»9

12 PIDDAC 2009 A proposta de PIDDAC 2009 aprovada engloba 21 projectos de investimento e totaliza um montante de , distribuídos em de financiamento nacional e de financiamento comunitário, candidatura QREN (Programa Operacional Factores de Competitividade - Sistema de Apoios à Modernização Administrativa). No quadro seguinte observam-se os Projectos, Medidas e Actividades que caracterizam esta proposta: PIDDAC 2009 (Projectos/actividades/sectores e projectos) CÓDIGO PROG./ dotações iniciais ACT DESIGNAÇÃO DO PROJECTO MED. PROJEC TO F.NAC. (1) * F.COM. (2) TOTAL (3) PROJECTOS EM CURSO P1 SOCIEDADE DE INFORMAÇÃO E GOVERNO ELECTRONICO M3 Serviços Publicos orientados para o cidadão e Administração Pública Moderna e Eficiente Sistemas de Informação da APA Sistema Informático de indicadores de gestão - apoio à decisão e monitorização do QUAR P05 COOPERAÇÃO M4 Participação no quadro internacional e nos dispositivos multilaterais de apoio ao desenvolvimento Cooperação Portuguesa para os países em desenvolvimento no âmbito da convenção sobre alterações climáticas P06 CONSTRUÇÃO, REMODELAÇÃO E APETRECHAMENTO DE INSTALAÇÕES M3 Conservação/beneficiação dos bens e equipamentos Remodelação e apetrechamento de instalações da APA P19 AMBIENTE E ORDENAMENTO DO TERRRITÓRIO M2 Gestão de Resíduos Estruturação de sistemas de fluxos e mercados de residuos Acções estruturantes para a gestão de resíduos Planeamento estratégico em matéria de resíduos M3 Caracterização e monitorização ambiental Desenvolvimento e implementação de metodologias para determinação de contaminantes emergentes Promover ar mais limpo M4 Minimização de Incidências ambientais Sistema de monitorização e gestão de riscos ambientais Recuperação ambiental de areas mineiras degradadas (Argozelo e Jales) Recup Amb Áreas Mineiras Abandonadas e Recup Solos Contaminados M5 Sistemas de melhoria do desempenho e qualificação ambientais Majoração do apoio às actividades económicas p/ mais valia ambiental Sistema de gestão ambiental e sustentabilidade local M9 Informação, sensibilização e educação ambiental Informação, formação e educação ambiental para o desenvolvimento sustentável Sistema de informação de ambiente M10 Ambiente e Recursos Naturais Instrumentos de promoção da minimização de impactes ambientais Integração de políticas de ambiente, saúde e transportes Acções estruturais no dominio das alterações climáticas Comércio Europeu de Licenças de Emissão Prevenção e Controlo Integrados da Poluição TOTAL DA ENTIDADE »10

13 Dos projectos PIDDAC 2009 inscritos, destacam-se alguns de grande impacto sectorial, desde as Acções Estruturantes para a Gestão de Resíduos ( ), Promover ar mais limpo ( ), ao Comércio Europeu de Licenças de Emissão ( ) e ao Sistema de Informação do Ambiente ( ). No gráfico que se segue apresenta-se a distribuição da proposta PIDDAC por projectos. Salienta-se o P19 Ambiente e Ordenamento do Território que absorve cerca de 78% do total de fundos inscritos no PIDDAC. Na distribuição do P19 por medidas constata-se que abrange o universo de competências da APA a nível sectorial, designadamente Ambiente e Recursos Naturais (44%), Gestão de Resíduos (22%) e Caracterização e Monitorização Ambiental (15%) Meios Humanos Na abordagem do item Recursos Humanos, retiraram-se alguns elementos do Balanço Social 2009 o qual se anexa a este Relatório.»11

14 Em 31 de Dezembro de 2009 prestavam serviço na APA 231 trabalhadores com relação jurídica de emprego público e 6 avençados, tal como se pode verificar no quadro seguinte. Nº de efectivos por grupo/cargo/carreira, segundo a modalidade de vinculação e o género CT em Funções Grupo/Cargo Nomeação Públicas por Total Carreira/Modalidades de Definitiva tempo Total vinculação indeterminado M F M F M F Dirigente Superior Dirigente Intermédio Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional Informático Doc. Ens. Politécnico Doc. Ens. Básico e Secundário Total A maioria dos trabalhadores da APA enquadra-se na carreira técnica superior (que conforme Lei nº 12-A/2008 inclui os anteriormente denominados técnicos superiores e técnicos), 113 trabalhadores, o que evidencia o elevado grau de tecnicidade dos seus recursos humanos, fruto do leque e complexidade de atribuições que lhe estão cometidas. Do total de trabalhadores vinculados, 4 são dirigentes superiores e 26 dirigentes intermédios. Adicionando os técnicos superiores aos especialistas de informática e aos dirigentes obtêm-se 158 trabalhadores, equivalente a 68,4% do total. No que respeita à distribuição por idades, cingindo-se aos trabalhadores vinculados, a faixa etária que tem maior peso é a dos 55 aos 59 anos, para ambos os sexos, seguida pela dos 45 aos 49 anos. A taxa de envelhecimento, que tem como referência o somatório dos efectivos de idade igual ou superior a 55 anos sobre o total de efectivos é de 29%, valor ligeiramente inferior ao registado no ano de 2008 que ascendia a 30,4%.»12

15 O nível habilitacional dos trabalhadores da APA é bastante elevado. Acima de 50% dos efectivos com relação jurídica de emprego público são licenciados, seguindo-se os trabalhadores com o 12º ano. II Relatório de Actividades 2009 Tomando como base de trabalho os objectivos estratégicos e operacionais a atingir pela APA em 2009, no ponto II deste Relatório procedeu-se a uma avaliação quantitativa e qualitativa do cumprimento pelos respectivos Serviços responsáveis, de um conjunto de actividades sucintamente descritas no Plano de Actividades de 2009, suportadas financeiramente pelo PIDDAC e Orçamento de Funcionamento aprovados. Apresenta-se também uma análise comparativa, entre a afectação prevista de recursos humanos e financeiros e a real no final do ano de Comparam-se os valores das diferentes fontes de financiamento constantes do Orçamento de Funcionamento corrigido da APA (2009) e os Pagamentos efectuados, distribuídos pelas classificações económicas mais relevantes e o grau de execução do PIDDAC. 2.1 Actividades Desenvolvidas em 2009 Com base na matriz do PA2009 criou-se uma grelha de avaliação quantitativa e qualitativa que permitiu aferir do grau de cumprimento das diversas actividades previstas, tendo sempre em atenção a indispensável coerência com as metas e fontes de verificação do QUAR, o que se constatará no ponto III deste Relatório (Auto-Avaliação). Assinale-se que a estrutura organizacional da APA, definida na Portaria nº 573-C/2007de 30 de Abril, é bem visível no apuramento do grau de concretização das actividades desenvolvidas procedendo-se a uma apresentação do seu grau de concretização, distribuído por Departamentos/Gabinetes. Junta-se a esta avaliação quantitativa uma avaliação qualitativa sintética, constatando-se a realização com desempenho elevado de numerosas actividades não inseridas na matriz inicial, desde actividades novas a outras reformuladas, bem o abandono de actividades em face de alterações de estratégia e/ou modificações de índole legislativa. Só a análise nestas diversas dimensões permite avaliar as actividades desenvolvidas pela APA em 2009, bem como aperceber da sua dinâmica, complexidade e diversidade, sendo que a previsão efectuada aquando da elaboração do Plano de Actividades é claramente redutora. As atribuições da APA, centradas num sector dinâmico e permanentemente em evolução, a interacção com outras políticas regionais, sectoriais, nacionais e internacionais, e as elevadas competências técnicas exigidas aos seus colaboradores e parceiros, traduzem-se numa necessidade de adaptação permanente para responder a novos desafios.»13

16 Da análise dos elementos de avaliação que se apresentam, é evidente que a satisfação das expectativas dos parceiros/ empresas e Instituições e o cidadão/cliente, e a exigência de um desempenho elevado requerem uma grande flexibilidade da estrutura orgânica da APA, bem como uma preocupação constante com a qualificação e actualização dos recursos humanos internos e dos diferentes actores do ambiente, e com a modernização das tecnologias disponíveis tanto a nível de back office como de front office Departamento de Políticas e Estratégias de Ambiente (DPEA) As diversas competências do DPEA, tal como consignadas na lei orgânica da APA, abrangem domínios desde a gestão da Informação Ambiental às Políticas e Estratégias de Ambiente, salientando-se as seguintes actividades 1 : Gestão da informação ambiental: informação de referência do ambiente, no quadro do Sistema Nacional de Informação do Ambiente - análise integrada dos resultados da monitorização da execução de políticas e medidas; elaboração do Relatório do Estado do Ambiente e dos relatórios e comunicações nacionais para cumprimento das obrigações internacionais assumidas em matéria de ambiente e desenvolvimento sustentável; indicadores para a avaliação das políticas de ambiente e da sua integração nas políticas sectoriais; Políticas e estratégias de ambiente: desenvolver e propor instrumentos económicos, financeiros e fiscais de suporte à obtenção das metas estabelecidas para a concretização de estratégias e programas ambientais; promover o desenvolvimento das estratégias nacionais e de programas de acção específicos, em consonância com as estratégias definidas a nível comunitário e internacional, e acompanhar a respectiva implementação; assegurar a elaboração e acompanhar a implementação do plano nacional de resíduos e dos planos específicos de gestão de resíduos; Tecnologias de informação e comunicação: gestão da infra-estrutura tecnológica de suporte ao nível da informação geográfica; definir as normas de recolha, validação, armazenamento e troca de informação relativa ao ambiente e ao desenvolvimento sustentável, no que respeita à informação geográfica. Tomando como base a matriz que integra o PA 2009, o grau de concretização das actividades desenvolvidas pelo DPEA pode observar-se no quadro seguinte: 1 Deve ser consultada a Portaria nº 573-C/2007de 30 de Abril para obter a lista exaustiva de competências.»14

17 DPEA ACTIVIDADES - PA 2009 ACTIVIDADES Grau de realização Observações Descrição 25% 50% 75% 100% Outro Implementação do PNAAS X Implementação do proposto realizar em 2009 Estudo sobre constrangimentos e desafios à mobilidade X Integrado no Manual de Boas Práticas para uma Mobilidade Sustentável Consolidação PNGR, PERAGRI X PERAGRI aguarda conclusão do PNGR Revisão PERH, PESGRI AAE de PNGR, PERAGRI, PERH E PESGRI X X PESGRI - foi iniciado o processo de adjudicação, o seu desenvolvimento encontra-se previsto apenas PERAGRI aguarda conclusão do PNGR ; PESGRI previsto desenvolvimento para 2010 Aacompanhamento da desmaterialização egar X Monitorização do PERSU 1 Realização de acções de Formação 5 Acção a enquadrar nos desenvolvimentos do SIRAPA Relatório elaborado conjuntamente por APA (DPEA,DOGR e DFEMR) e ERSAR Colaboração com o GDAI em 5 acções de formação SIRAPA/MIRR Relatório do Estado do Ambiente X Desenvolvimento SNIAmb X Consistente com o cronograma aprovado Actualização SIDS X Para além das actividades sintetizadas na matriz, que revelam um grau de concretização próximo dos 100%, convém destacar algumas outras actividades desenvolvidas por este Departamento em 2009, a saber: Sistema Nacional de Informação de Ambiente (SNIAmb): desenvolvimento da Matriz de Metadados do SNIAmb; concepção e preenchimento da matriz de diagnóstico da informação disponível e de necessidades de informação em matéria de ambiente, ao nível da APA; desenvolvimento da Infraestrutura de Dados Espaciais; desenvolvimento tecnológico do Portal de Metadados Geográficos e Documentais para informação de referência de ambiente, do Portal de Indicadores de Desenvolvimento Sustentável, e início dos testes do protótipo; acompanhamento do Projecto Europeu Shared Environmental Information System (SEIS), com participação na 1ª Reunião do SEIS Technical Group e na Conferência da Presidência Checa Towards eenvironment Opportunities of SEIS and SISE: Integrating Environmental Knowledge in Europe, que se realizaram respectivamente a 24 de Março e de 25 a 27 de Março, em Praga, bem como na 2ª Reunião do SEIS Technical Group e no Workshop SEIS-BASIS, que se realizaram a 29 e 30 de Outubro, em Génova, Itália. Avaliação e comunicação da sustentabilidade ambiental: actualização dos 30 indicadores-chave do Sistema de Indicadores de Desenvolvimento Sustentável (SIDS Portugal), e elaboração e publicação do SIDS Portugal Indicadores-chave 2009 ; publicação do Relatório do Estado do Ambiente (REA) 2007 e sua divulgação; elaboração e publicação do tríptico REA indicadores ; elaboração do REA 2008 e sua divulgação; elaboração do Tríptico REA indicadores ; elaboração e divulgação dos Boletins Trimestrais Indicare; elaboração do artigo A Importância da Monitorização do Estado do Ambiente em Portugal, para o 5º Relatório do Observatório Nacional das Doenças Respiratórias, publicado em Outubro de Programa de Trabalhos com a Agência Europeia do Ambiente (AEA) e a OCDE: elaboração do SEIS Country Report Portugal, na sequência da visita da AEA à APA, de 2 a 3 de Dezembro de 2008, no âmbito da promoção da implementação do SEIS; preparação de respostas às solicitações da AEA, na qualidade de Ponto Focal Nacional (NFP) ou de Centro de Referência Nacional (NRC) temático; participação em 2 Reuniões dos NFP/Eionet da AEA, 1 Reunião dos NRC para Comunicação e 1 Reunião dos NRC dos Sistemas de Informação; consolidação da rede de NRCs, na sequência das alterações à rede Eionet pela AEA; coordenação da elaboração do State of Environment Report (SoER) da AEA, com elaboração dos primeiros drafts da Parte C (nacional); participação no exame da OCDE sobre Avaliação das Políticas de Ambiente em Portugal; participação em Reunião do Grupo de Trabalho de Informação Ambiental e Perspectivas, da OCDE, realizada em Paris, de 16 a 19 de Novembro, e resposta ao questionário relativo a informação ambiental e perspectivas.»15

18 Plano Nacional de Acção Ambiente e Saúde (PNAAS) e iniciativas comunitárias e internacionais neste contexto: A nível nacional: promoção de 2 Reuniões com as 9+1 Equipas de Projecto (EPs) do PNAAS, a 3 de Fevereiro e 14 de Julho; promoção de Reunião do Grupo de Trabalho interministerial Ambiente e Saúde, a 6 de Fevereiro; acompanhamento dos trabalhos das 9+1 EPs do PNAAS, e co-gestão de 2 EPs Químicos e Ar; elaboração de proposta de projecto legislativo sobre as normas disciplinadoras do exercício da actividade de desinfestação; elaboração de Matriz orientadora para análise dos Sistemas de Informação/Alerta/Aviso nacionais; elaboração de Questionário para recolha de informação nacional sobre Solo e Sedimentos Contaminados; elaboração de documento orientador para Inclusão do tema Ambiente e Saúde na área de Projecto dos Ensinos Básico e Secundário ; promoção do Concurso Ambiente e Saúde O Papel dos Jovens num Ambiente em Mudança, em parceria com o ACS, IPJ e DGS, visando a selecção de jovens a integrarem a delegação nacional à 5ª Conferência Ministerial Ambiente e Saúde; elaboração de material de divulgação do Concurso para a Feira da Juventude 2009, de 19 a 22 de Março, em Lisboa, e para o Dia do Associativismo, realizado a 30 de Abril; elaboração de Protocolo APA IPJ, visando alargar as respectivas áreas de intervenção ao maior número possível de jovens; participação no desenvolvimento do Plano Nacional de Saúde , enquanto membros da Comissão de Acompanhamento; participação na implementação do Plano Nacional de Prevenção e Controlo das Doenças Oncológicas, enquanto membros do Conselho Nacional para a Oncologia; elaboração da apresentação do PNAAS para a Exposição Saúde Multimédia do II Fórum Nacional de Saúde, que decorreu de 10 a 11 de Fevereiro, na FIL em Lisboa (trabalho distinguido com o Prémio Inovação pelo ACS); elaboração da apresentação sobre Cheias, Secas e Escassez de Água, Ondas de Calor os Impactes sobre a Saúde nos Países em Desenvolvimento potenciados pelas Alterações Climáticas para a Sessão sobre Alterações Climáticas, Saúde e Cooperação organizada pelo ACS integrado na iniciativa Os Dias do Desenvolvimento, que teve lugar de 28 a 29 de Abril, no Centro de Congressos de Lisboa; elaboração da apresentação sobre o PNAAS para o Ciclo de Conferências Mudança Global e Sustentabilidade Ambiente e Tecnologias da Informação e Comunicação, promovido pela Universidade Atlântica, a 14 de Maio, em Lisboa; elaboração do artigo sobre Saúde Ambiental para o Jornal Água&Ambiente (14 de Janeiro). A nível comunitário: acompanhamento do Plano de Acção Europeu Ambiente e Saúde, com participação na Reunião do Fórum Consultivo sobre Ambiente e Saúde, da Comissão Europeia, que teve lugar a 3 de Dezembro, em Bruxelas. A nível internacional: acompanhamento do Pan-European Programme on Transport, Health and Environment (THE PEP), da UNECE; preparação da resposta ao Survey Tool for Review of Environment and Health Policies in the Member States of WHO European Region, da OMS, com a colaboração de diversas Entidades (Março e Julho); preparação da resposta ao Questionário Children s Environment and Health Action Plan for Europe (CEHAPE), da OMS, com a colaboração da DGS e do ACS (Abril e Novembro); participação na Reunião Temática sobre Ambientes Saudáveis, organizada pela OMS, de 28 a 29 de Janeiro, no Luxemburgo; participação na 3ª Reunião Preparatória de Alto Nível da 5ª Conferência Ministerial Ambiente e Saúde, organizada pela OMS, de 27 a 29 de Abril, em Bona, na Alemanha; participação em Reunião sobre a definição de indicadores para avaliação dos impactes na saúde das alterações climáticas, organizada pela OMS, de 14 a 15 de Maio, em Bona, na Alemanha; participação em Reunião sobre a avaliação das políticas de ambiente e saúde na Europa, organizada pela OMS, de 21 a 23 de Junho, em Bona, na Alemanha; participação na 3ª Reunião de Alto Nível do THE PEP, organizada pela OMS, de 22 a 23 de Janeiro em Amesterdão, na Holanda. Projecto Mobilidade Sustentável: elaboração do Manual do Projecto Mobilidade Sustentável (PMS), constituído por 2 volumes: Vol. I Concepção, Principais Conclusões e Recomendações do Projecto; e Vol. II Manual de Boas Práticas para uma Mobilidade Sustentável; elaboração de posters sobre o PMS a integrarem a Exposição Itinerante do Projecto; elaboração de poster sobre o PMS para divulgação na 3.ª Reunião de Alto Nível do Programa Pan-Europeu de Transportes, Saúde e Ambiente (THE PEP); apresentação subordinada ao tema Balanço e principais resultados do PMS, a 4 de Dezembro, no Instituto Superior de Engenharia, da Universidade do Algarve; elaboração do artigo sobre o PMS para a edição de Maio de 2009 da Revista IMPACTUS. Planeamento em matéria de resíduos e respectivas avaliações ambientais estratégicas: desenvolvimento dos Projectos de Plano Nacional de Gestão de Resíduos (PNGR) e de Plano Estratégico de Resíduos Hospitalares (PERH), em articulação com os vários stakeholders; condução das avaliações ambientais estratégicas do PNGR e do PERH até à fase anterior à consulta pública (Relatório de definição de âmbito, consulta das ERAE, elaboração de Relatório Ambiental e resumo não técnico); acompanhamento da monitorização do PERSU II.»16

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