CLAUDIA MORENO BELLAS INFORMAÇÃO GOVERNAMENTAL: PROPOSTA DE CLASSIFICAÇÃO

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1 CLAUDIA MORENO BELLAS INFORMAÇÃO GOVERNAMENTAL: PROPOSTA DE CLASSIFICAÇÃO Dissertação apresentada ao Curso de Pós-Graduação em Sistema de Gestão da Universidade Federal Fluminense, como requisito parcial para obtenção do Grau de Mestre em Sistemas de Gestão. Área de concentração: Sistema de Gestão pela Qualidade Total. Orientador: Prof. Fernando Toledo Ferraz, D.Sc. Niterói 2004

2 CLAUDIA MORENO BELLAS INFORMAÇÃO GOVERNAMENTAL: PROPOSTA DE CLASSIFICAÇÃO Dissertação apresentada ao Curso de Pós-Graduação em Sistema de Gestão da Universidade Federal Fluminense, como requisito parcial para obtenção do Grau de Mestre em Sistemas de Gestão. Área de concentração: Sistema de Gestão pela Qualidade Total. Aprovada em 19 de maio de 2004 BANCA EXAMINADORA: Prof. Fernando Toledo Ferraz, D.Sc. Universidade Federal Fluminense Prof. Luiz Perez Zotes, D.Sc. Universidade Federal Fluminense Profª Phyllis Catharina Romijn, Ph. D. Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro

3 Compartilho a conclusão deste trabalho com José Luiz, companheiro em todos os momentos, pela energia propulsora que sua presença produz na minha vida e dedico à Patrícia e Priscila, filhas queridas, que fazem tudo ficar mais leve, cheio de frescor e risos.

4 AGRADECIMENTOS Agradeço a meu Pai, Deus Jeová, por conspirar para meu ingresso no mestrado. Sua companhia, orientação e inspiração na duração de todo o trabalho e ainda a seleção de colegas tão especiais para composição de minha turma. Pessoas que farão para sempre parte de uma lembrança especial de ser visitada, onde conheci bons profissionais e ganhei amigos. Agradeço à Dra. Phyllis Catharina Romijn pesquisadora da PESAGRO que abriu espaço na sua agenda para participar da fase de conclusão deste trabalho. Agradeço ao Prof. Dr. Fernando Toledo Ferraz pela orientação que proporcionou o aprimoramento deste trabalho e ao Prof. Dr. Luiz Perez Zotes, com quem tive a gratificante oportunidade de trocar idéias sobre este tema. Agradeço à Carla Elaine M. de Vasconcelos Carvalho bibliotecária do Ministério do Planejamento que gentil e prontamente atendeu todas as solicitações de consultas à biblioteca, no decorrer do desenvolvimento deste trabalho. Agradeço à Cecília, minha mãe e a querida tia Zeny, duas mulheres incríveis que com suas vidas nos ajudaram a construir a nossa, ensinando fibra, coragem, tolerância, perseverança, honestidade, amor, fé e sempre nos colocaram em suas orações. Às minhas irmãs Cleyde e Carla sempre me incentivando a seguir adiante e valorizando o meu trabalho. Aos amigos Gerda e Ernani Vasconcellos, cujos ensinamentos e presença carinhosa deixaram marcas, valores estruturais para meu desenvolvimento e vida. Aos meus amigos de toda a vida, que, com sua presença e amor, pequenos gestos ou palavras, contribuíram para a minha chegada em mais esta etapa.

5 Conhecimento, sem visão e força moral, gera tecnocratas. Força moral, sem visão e conhecimento, gera ideólogos. Visão, sem força moral e conhecimento, gera demagogos. Warren Bennis

6 RESUMO Este trabalho procura sinalizar circunstâncias que envolvem observação, registro, guarda e captura de dados e formação de grupos de dados que, associados, são partes para composição de informações e, através de sistemas, colaboram para sustentar ações da Administração Pública. Tem como objetivo de entender como, no processo de composição da informação nas bases da organização, se localizam fragilidades que afetam o resultado final das informações que apóiam decisões governamentais. PALAVRAS-CHAVE: Informação, Administração Pública e Decisões Governamentais.

7 ABSTRACT This work searches circumstances that signal the involvement of observation, registration, maintenance and capture of data and formation of groups of data, that, associated, are parts for the composition of information that, through systems, collaborate to sustain actions of the Public Administration. It has as main objective the understanding as where, in the process of composition of the information at the base and tips of the organization, are located fragilities that affect the final result of the information that support government decisions. KEYS-WORDS: Information, Public Administration and Government Decisions.

8 LISTA DE SIGLAS A C CAPES CNPq CPD D E EIS IFES LGT MIS N R SAD SI SsIs SIE SIG SPT I I NR INSS I R TRT-SP Articulada Circulante Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Conselho Nacional de Pesquisa Centro de Processamento de Dados Disponível Estanque Executive Information Systems Instituição Federal de Ensino Superior Lei Geral de Telecomunicações Management Information System Não Registrada Sistema de Apoio à Decisão Sistema de Informação Sistemas de Informações Sistema de Informações Executivas Sistema de Informações Gerenciais Sistemas de Processamento de Transações Informação Informação Não Registrada Instituto Nacional de Seguridade Social Informação Registrada Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo

9 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 12 2 OBJETIVOS E JUSTIFICATIVAS DA DISSERTAÇÃO OBJETIVO GERAL OBJETIVVOS ESPECÍFICOS JUSTIFICATIVA E IMPORTÂNCIA DO TEMA DELIMITAÇÃO DO ESTUDO METODOLOGIA ADOTADA Levantamento de Casos Limitações da Metodologia Adotada Mapa do Processo AMOSTRA 19 3 REVISÃO DA LITERATURA E CONCEITOS A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO BRASIL CONCEITOS E DEFINIÇÕES Dados / Informação / Conhecimento Dados Informação Decisão O Sistema de Informações 32 4 PROPOSTA DE CLASSIFICAÇÃO GRUPOS DE DADOS Armazenamento Registro Mental Registro em Papel Registro em Meio Eletrônico Atualização Utilização Combinação dos Modos Anteriores 47

10 4.2 CLASSIFICAÇÃO DE TIPO DE INFORMAÇÃO RELACIONANDO A 50 TIPO DE DADO De Acordo com a Forma de Armazenamento, de Guardar Dados De Acordo com a Atualização, Data de Registro do Dado De Acordo com a Utilização De Acordo com a Disponibilidade De Acordo com a Conseqüência COERÊNCIA DA INFORMAÇÃO Qualidade no Acerto da Informação Homogeneidade Forma ÁREA DE INFLUÊNCIA NA BUSCA DA EFICIÊNCIA NA 56 INFORMAÇÃO 4.5 INFORMAÇÃO SETORIAL, ORGANIZACIONAL, GOVERNAMENTAL Informação Setorial Informação Organizacional Informação Governamental Número de Partes e Distância na Informação Informações Privilegiadas e Desconhecimento da Realidade TIPOS DE INORMAÇÕES 68 5 APLICAÇÃO DO MODELO E DISCUSSÃO EXEMPLOS INFORMAÇÕES GOVERNAMENTAIS: ÁREA DE CONCENTRAÇÃO Informações Registradas Informações Não Registradas CONCLUSÕES PRIMEIRA E PRINCIPAL CONCLUSÃO 108 DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO EFICIENTE

11 6.2 SEGUNDA CONCLUSÃO 108 SUGESTÃO DE ESCALA PARA MEDIR EFICIÊNCIA NA INFORMAÇÃO 6.3 TERCEIRA CONCLUSÃO 109 DECISÃO DISCRICIONÁRIA E IDIOSSINCRÁTICA 6.4 QUARTA CONCLUSÃO 109 EVIDÊNCIAS DA EXISTÊNCIA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES ESTANQUES NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 6.5 CONSIDERAÇÕES FINAIS 110 REERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 112

12 12 1 INTRODUÇÃO A evolução na área de informação, associada às ciências de telecomunicações, introduziu agilidade e novas possibilidades na geração de canais para troca e conhecimento em todos os ângulos da comunicação humana. Somando-se a esse processo ocorreu a revolução conseqüente das formas de registrar, arquivar e acessar dados. A capacidade introduzida de organizar, selecionar e distribuir instantaneamente uma infinidade de itens causa a conseqüente geração de ferramentas que transformam as formas de trabalho no mundo inteiro. A partir de então as distancias geográficas não representam mais barreiras para comunicação e trocas instantâneas de dados e tamanho de arquivos também não representa mais dificuldade de busca e acesso rápido a informações. Na busca de colaborar no trato dos serviços públicos e para melhor corresponder a anseios e necessidades da sociedade, a Administração Pública imprime esforços para a plena utilização de tecnologias que ora se apresentam. Vive assim momento de transição e adaptação a desafios trazidos através de circunstâncias resultantes, que afetam profundamente suas atividades inserindo diferentes conceitos que influenciam desde cultura até rotina organizacional, incluindo novos processos e equipamentos. Um breve fato que serve para ilustrar com bom humor a necessidade de informações de qualidade baseadas em dados confiáveis no ambiente organizacional: Ao final de uma palestra, o executivo encontra um grande guru da administração e pergunta: Oh guru, como eu posso garantir o sucesso para minha empresa? O guru responde: Informação. Então o executivo faz outra pergunta: Oh guru, o que eu mais devo temer? O guru responde: Dados. (Singh 1997). As arrumações para guarda e acesso à dados são uma seqüência evolutiva, conseqüência de necessidades de informações das empresas frente à competição, acompanhada de avanços tecnológicos.

13 13 As empresas normalmente não sofrem de falta de dados, mas de uma abundância e redundância de dados inconsistentes. A forma como é guardado o dado, como é registrado, está intimamente ligada a intenção de sua aplicação e como será capturado para fazer parte de determinado tipo de utilização. Funciona como uma hierarquia de complexidades. Há a situação de dado simples registro, dados gerando dados, esses gerando outros e então aparecem várias definições para cada tipo, de acordo com sua localização dentro da hierarquia. À guisa de contribuir para a consciência do que ocorre quanto a registros de dados e informações circulantes, durante esse período em que a estrutura administrativa do Estado convive com organizações públicas em vários níveis introduzidas na assimilação das novas tecnologias para desenvolvimento de suas atividades, este trabalho discorre sobre a composição de informações, disponíveis para tomada de decisão dos gestores do Serviço Público brasileiro neste período de inserção. O olhar deste trabalho foca dados, caracterizando-os e propõe a classificação de informações. O universo a ser analisado é um sub-conjunto, tomado como representativo de outros segmentos do universo do Serviço Público. Busca-se acrescentar detalhes e dar ênfase à forma de composição e disponibilidade do conjunto de informações que se oferecem para a administração, nos seguimentos operacionais e de gestão, reflexo para o atendimento de necessidades do setor público.

14 14 2 OBJETIVOS E JUSTIFICATIVAS DA DISSERTAÇÃO 2.1 OBJETIVO GERAL Verificar a composição de informações da Administração Pública na busca de colaborar para o cumprimento do estabelecido na Carta Maior 1 com o Princípio da Eficiência. 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS a) Verificar, através de observações em uma Instituição Pública, como se formam as informações através de dados retirados de vários sistemas informacionais existentes dentro das organizações governamentais, em fase de absorção de novas tecnologias. b) Analisar como o estado da arte dos dados, de acordo com a forma de registro e a captura para reunião, definem classes de informações e sua confiabilidade. c) Mostrar como a informação que contém lacunas prejudica processos administrativos e acrescenta motivos para a lentidão da máquina pública. d) Mostrar que tipo de informação está disponível para a administração gerir seus atos, tomar decisões, analisar processos de agrupamento de dados e definir níveis de precisão na composição de informações. 1 Carta Maior ou Constituição da República.

15 JUSTIFICATIVA E IMPORTÂNCIA DO TEMA A proposta desse trabalho se justifica pelo desafio que representa para a Administração Pública obter informações precisas e confiáveis, seja em relação a recursos humanos, técnicos, patrimoniais ou nos demais setores de administração do conjunto. Mesmo utilizando as melhores ferramentas analíticas possíveis, sempre haverá falhas de interpretação, tanto no trabalho do analista quanto no que seu cliente, o gerente, consegue transmitir sobre a informação que deverá ser gerada. De acordo com Gane e Sarson, (1983):... não existe ferramenta analítica que possibilite ao analista saber o que o usuário pensa mas não diz. Os problemas são apontados em todas as instâncias do Serviço Público: Conforme Silveira (2003), para a Administração Pública federal, Outro grande desafio é a informação gerencial. A organização por programa dá a transparência, mas também demanda informação. E num ambiente nosso, atual, de políticas descentralizadas, onde muitas delas vão ao município, há necessidade de uma infra-estrutura de informação, com capacidade de capturar, sentir e medir a informação que vem lá da ponta para a administração do governo federal. Conforme Abrucio (2003), o segundo tópico mais relevante dentre os principais problemas dos governos estaduais é a organização das bases de dados: Para muitas questões simplesmente não há informações disponíveis, tornando impossível o planejamento das políticas públicas a presença desse problema, dada sua magnitude, chega a ser uma situação de Calamidade Pública.

16 16 E sobre a disponibilidade de informações como instrumento de apoio à decisão nas IFES - Instituições Federais de Ensino Superior, diretores de CPD - Centros de Processamento de Dados (2002), relataram: As IFES não dispõem desses instrumentos ágeis, confiáveis, preciosos, abrangentes, integrados e tratamento de dados e informações que as tornem aptas sequer a ter uma visão global e acurada de si próprias. Administração Pública é um serviço direcionado à sociedade e tem como premissa proporcionar o bem social. A busca do interesse público se faz presente em todas as instâncias do conjunto administrativo governamental nas esferas federal, estadual ou municipal. Em países de estrutura federativa, uma informação completa de governo, de interesse para o cidadão (nas áreas de saúde, educação, tributos etc.) é composta pela agregação de informações oriundas dos níveis de governo federal, estadual, e municipal, (Mello, 2000). Como o geral se compõe pela associação de partes, este trabalho escolhe, por meio de seleção e do olhar pontual, descrever como situações acontecidas no ambiente micro geram modificações na composição das informações do macro, seja ocasionando deformações ou criando lacunas. Discute-se sobre conseqüências relativas à freqüência na utilização de informações que aqui podem ser classificadas como pouco eficientes: no favorecimento à tomada de decisão de forma idiossincrática e discricionária, como essa utilização impede o confronto de dados e oculta informações sobre discrepâncias, dificulta controle e possibilita proliferação de atos de improbidade e falta de licitude. E também, propiciando espaço para aqueles do Serviço Público que desejam praticar atos de improbidade. O universo a ser analisado é um sub-conjunto tomado como representativo de outros segmentos do universo do Serviço Público. Busca-se dar ênfase à forma de composição e disponibilidade do conjunto de informações que se oferecem para a administração, nos

17 17 seguimentos operacionais e de gestão, reflexo para o atendimento de necessidades do Setor Público. 2.4 DELIMITAÇÃO DO ESTUDO Esta dissertação discorre sobre informação governamental, detalhando a formação das informações através de decomposição para análise de partes. Tem como foco desenvolver considerações sobre informações resultantes de diferentes maneiras presentes na administração pública na forma de registrar, guardar, capturar e agrupar dados. Parte de considerações sobre a base de registros e sugere uma classificação de tipos de informação resultante. Trata de sistemas de informações no que diz respeito a considera-los na forma de movimentação relacionada à base de registros. Limita-se a discorrer sobre a base de registros de dados, subsídios para composição de informações no conjunto de sistemas de informações governamentais. Não analisa a estrutura de sistemas existentes no meio eletrônico nem os problemas analíticos que esses possam gerar. 2.5 METODOLOGIA ADOTADA Considerando-se a necessidade de escolha de uma estratégia de pesquisa abrangente, pela complexidade do tema, optou-se pela metodologia de Pesquisa Explicativa: Estudo de Caso. Conforme Yin (2001), essa estratégia é muito utilizada para pesquisas em Administração Pública. Afirma que o tópico das decisões é o foco principal dos estudos de caso e cita Schramm (1971),... a essência de um estudo de caso, a principal tendência em todos os tipos de estudo de caso, é que ela tenta esclarecer uma decisão ou um conjunto de decisões: o motivo pelo qual foram tomadas, como foram implementadas e com quais resultados.

18 Levantamento de Casos Os casos aqui descritos foram levantados na experiência profissional e durante a experiência de vida da autora e serão analisados a luz da classificação proposta Limitações na Metodologia Adotada As limitações e dúvidas citadas na literatura por alguns pesquisadores, relativas a essa metodologia de pesquisa histórica e bibliográfica são, segundo Yin (2001), a possibilidade de influência nas conclusões pela aceitação, por parte do pesquisador, de evidências equivocadas ou visões tendenciosas e ainda sobre o método qualitativo de investigação ser passível de questionamentos quanto à generalização a partir de casos únicos. Localizado nesta direção o trabalho não se propõe envolver todo o Sistema de Informações, concentra-se no que tange a dados, registros base de composição de informações Mapa do Processo Buscou-se mostrar como a base de registros institucionais é montada, sua disponibilidade e correspondência no auxílio à administração. Sendo assim foram seguidas as seguintes etapas: - Inicia-se com uma pesquisa para identificação da estrutura governamental brasileira, conceitos e leis do Serviço Público bem como características e formas de registros existentes nas organizações e segmentos de estudos desse trabalho. Para registrar desde a história até o desenho da arte atual das organizações institucionais e cenários envolvidos, foi utilizada principalmente pesquisa na internet em instituições do governo, documentos eletrônicos e literatura formal.

19 19 - Em seguida foi feita leitura criteriosa da bibliografia sobre conceitos, com ênfase na utilização e armazenamento de dados para composição de informações. - Depois foram relacionadas evidências, a partir das quais se elaboram grupos para tipos de informação administrativa presente no Serviço Público, relacionados a grau de correspondência com a realidade. Então se elaborou hipóteses que justificam a necessidade de medir a informação. 2.6 AMOSTRA Embora todas as categorias da Administração Indireta sejam tidas como em seu todo formando o aparelho administrativo da União, a Instituição da Administração Indireta de categoria Autárquica foi escolhida para ambiente do trabalho desta pesquisa, por ser este um segmento representativo do Serviço Público e situar-se em um ponto extremo da estrutura administrativa, no que tange à coleta de dados e informações. Assim, vem ao encontro às intenções desse trabalho que pretende descrever sobre a ponta extrema de coleta e fornecimento dos dados na base, origem da composição de informações do Serviço Público. Na categorização, as Autarquias, foram normativamente apontadas como predispostas a executar atividades típicas da Administração Pública 2.(Mello, 2000). O corpo profissional da organização estudada é contratado sob regime da Consolidação das Leis do Trabalho, as disposições legais constam do Estatuto dos Funcionários Públicos Civis da União e da Legislação do Trabalho. O pessoal técnico e administrativo desempenha atividades que não se relacionam diretamente com a função da Instituição e se classifica conforme legislação específica. Aplica-se ao pessoal técnico administrativo o Estatuto dos Funcionários Civis da União, salvo em relação ao regido pela Consolidação das Leis do Trabalho. 2 Grifo da Autora deste trabalho: C. M. Bellas.

20 20 3 REVISÃO DA LITERATURA E CONCEITOS 3.1 A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO BRASIL Tecnologia é o conjunto de conhecimentos que são utilizados para operacionalizar as atividades na empresa para que seus objetivos possam ser alcançados. (Oliveira D., 1993). Para tratar de informação gerencial e governo, faz-se necessário discorrer sobre o setor de telecomunicações, que tem papel importante na TI (Tecnologia de Informações), constituindo-se na via física por onde se fazem a maioria das comunicações do conjunto governamental. Tait (2000), define TI como sendo: computadores, software, redes públicas e privadas de comunicação eletrônica, rede digital de serviços, tecnologia de telecomunicações, protocolos de transmissão de dados e outros serviços. História A história do setor de telecomunicações no Brasil começa do século XIX (Brandão, 1996): ano em que foram regulamentados os serviços de correios e telégrafos ano em que se iniciam os serviços de telegrafia elétrica no Rio de Janeiro ano da chegada desse serviço em Recife e Maceió, na região Nordeste ano da instalação do primeiro telefone no País. No período inicial o telefone foi instalado para utilização somente da comunicação entre as repartições públicas, órgãos militares e corpo de bombeiros começam a ser explorados os serviços de radiotelefonia internacional é criada a Empresa de Correios e Telégrafos. Segundo Siqueira (1993), a evolução do setor de telecomunicações no Brasil, até o início dos anos 90, poderia ser dividida em cinco etapas distintas de desenvolvimento: - Estagnação ( )

21 21 Falta de política para o setor. Final do período com mais de 900 companhias de telefonia e serviços municipais operando no território nacional com dificuldades operacionais e de interligação. Concessões de serviços de telecomunicações distribuídas pelos governos federal, estadual e municipal, gerando crescimento desordenado, oneroso e sem compromisso de qualidade no setor (Telebrás, 2001). Em 1961 criou-se o Conselho Nacional das Telecomunicações CONTEL. - Reorganização ( ) O Código Brasileiro de Telecomunicações CBT, Lei de 27 de agosto de 1962 dá início à etapa de Reorganização, quando havia cerca de 1,2 milhões de telefones para uma população de mais de 75 milhões de habitantes. A densidade de telefones no Brasil até 1964 é de pouco mais de 1 telefone para cada 100 habitantes. Em 16 de setembro de 1965, baseado na Lei, nasce a Embratel cuja principal missão era interligar o território nacional e viabilizar a comunicação internacional automática (Paste, 2000). O Ministério das Comunicações foi criado em 1967 como órgão do poder Executivo Federal, encarregado da elaboração e do cumprimento das políticas públicas do setor de comunicações. Atividades fundamentais nas áreas de: radiodifusão, serviços postais e telecomunicações. Logo o Contel e a Embratel foram vinculados a esse ministério. Conforme Brandão (1996) essas iniciativas criaram uma centralização administrativa fundamental, visto que os órgãos governamentais responsáveis pela coordenação das atividades de telecomunicações estavam pulverizados, o que dispersava as ações no setor. Com a aprovação do CTB o governo passou a monopolizar a concessão dos serviços e centralizou a operação do Sistema de Telecomunicações. - Decolagem ( ) Ou ciclo expansivo conforme Brandão (1996) começou em 1967 e durou até a metade dos anos 70 quando a Telebrás deu início a um plano de dois milhões de linhas telefônicas. A Telebrás Telecomunicações Brasileiras S.A. - nasceu através da Lei de 11 de junho de 1972, vinculada ao ministério das comunicações. Tinha missão de prestar serviços de telecomunicações com qualidade, político, econômico e social do País. Siqueira (1993) relata que o monopólio foi o primeiro modelo de organização das telecomunicações em todo o mundo e, até o início dessa fase, a maioria dos países adotava o regime do monopólio, seja estatal ou privado. Em 1974, o Decreto

22 22 designa a Telebrás concessionária geral para exploração dos serviços públicos de telecomunicações em todo o território nacional. Foi um período de inusitada expansão e extraordinárias transformações (Brandão, 1996; Coutinho et al., 1995). - Turbulência ( ) A fase mais dinâmica e conturbada e se estendeu até o fim do regime militar em 1985 (Siqueira, 1993). Nessa fase houve crescimento com DDD, cabos submarinos, comunicações via satélite, porém surgiram problemas com o monopólio. A prioridade dos investimentos foi reduzida e as tarifas locais corrigidas abaixo dos índices de inflação. Representava um sério problema para as operadoras, resultando em congestionamento de serviços, demanda represada, ociosidade industrial e retrocesso tecnológico. Nesse período a Telebrás consolidou o processo de absorção de empresas que prestavam serviços telefônicos ao País. A incorporação das companhias telefônicas fez a Telebrás ficar responsável pela operação de mais de 95% dos terminais telefônicos. - Crise ( ) Nesse período ocorreram problemas industriais e tecnológicos, elevação na demanda represada, operadoras estatais menos profissionais, politização das diretorias da Telebrás e suas subsidiárias e defasagem dos novos serviços (Siqueira, 1993). Havia carência de infra-estrutura de suporte ao desenvolvimento, porém a partir de 1985 inicia-se a implantação de terminais digitais instalados em São Paulo. Em 1987 a taxa de digitalização era de 2,9%. A partir dessa data foram estabelecidas diretrizes para que todas as centrais de comutação contratadas fossem digitais. A digitalização permitiu integrar diversos serviços numa mesma rede, viabilizando a utilização de um canal para voz, dados e imagem além de multiplicar a velocidade de transmissão e fidelidade dos sinais. As grandes marcas da década de 80, segundo Brandão (1996) foram: atrasos na expansão da rede, troca e implantação de equipamentos, descontinuidades na expansão da digitalização e outros que degradaram e encareceram os serviços do sistema. Em 5 de outubro de 1988 a Constituição ratifica a posição do governo sobre os serviços de telecomunicações no País:

23 23 Artigo 21 Compete à União:... Inciso XI Explorar diretamente ou mediante concessão a empresas sob controle de capital estatal, os serviços telefônicos, de transmissão de dados e demais serviços públicos de telecomunicações, assegurada a prestação de serviços de informações por entidades de direito privado através da rede pública de telecomunicações explorada pela União. O papel e importância das telecomunicações para a economia e a sociedade são um assunto onde não há dúvidas e isso reforça a necessidade de investimentos crescentes na expansão e na modernização do sistema brasileiro. As telecomunicações, como fator de integração regional e social, além de elemento de competitividade, precisam de adequação e atualização de forma contínua, frente às transformações organizacionais e tecnológicas que acontecem nos países industrializados. (Brandão, 1996). Através da Emenda Constitucional número 8 o presidente Fernando Henrique Cardoso inicia o processo para eliminar o monopólio estatal de telecomunicações. Em 1998 faz a privatização do sistema através da LGT Lei Geral de Telecomunicações, aprovada no Congresso Nacional em 16 de julho de Para facilitar dividiu a Telebrás em três empresas locais e mantendo a Embratel como empresa de longa distância. As novas empresas eram a Tele Norte-Leste, a Tele Centro-Sul e a Telesp. A LGT também criou a Anatel Agência Nacional de Telecomunicações para viabilizar as privatizações e depois exercer as atividades de regulamentar, outorgar e fiscalizar. A Anatel foi criada como uma autarquia especial, sendo administrativamente independente, financeiramente autônoma e não subordinada hierarquicamente a nenhum órgão do governo (Anatel, 2001). Estão entre suas principais atribuições: implementar a política nacional de telecomunicações; propor o plano geral de metas para a universalização dos serviços de telecomunicações; atuar na defesa e proteção dos direitos do cliente (usuários dos serviços); propor o plano geral de outorgas; estabelecer restrições, limites ou condições a grupos empresariais para obtenção e transferência de concessões, permissões e autorizações, de forma a garantir a competição e impedir a concentração econômica no mercado; estabelecer a estrutura tarifária de cada modalidade de serviços prestados em regime público.

24 CONCEITOS E DEFINIÇÕES A estrutura administrativa da organização federal está regulada pelo Decreto-lei 200 de e suas alterações posteriores. Divide a Administração Pública em Administração Direta e Indireta. Nos termos desse decreto, a Administração direta é a que se constitui dos serviços integrados na estrutura administrativa da Presidência da República e dos Ministérios (art.4 o, I), e a Administração Indireta é a que compreende as seguintes categorias de entidades dotadas de personalidade jurídica própria: a)autarquias 4 ; b)empresas Públicas; c)sociedades de Economia Mista; d)fundações Públicas. Autarquias são pessoas de Direito Público criadas por lei pelo Estado para auxiliá-lo em suas atividades,.. Pois as Sociedades de economia mista e empresas públicas são pessoas de Direito Privado e as fundações públicas foram configuradas como sujeitos criados para o desenvolvimento de atividades que não exijam execução por órgãos ou entidades de Direito Público (Lei de ). (Mello, 2000) Dado / Informação / Conhecimento É preciso conceituar dado, informação e conhecimento para situar a diferença e relação entre eles. Conforme Tronchin (1998) dados são os componentes básicos a partir dos quais a informação é criada. Informações são dados inseridos em um contexto. Contexto é a situação que está sendo analisada. A partir da informação vem o conhecimento, que permite tomar decisões. 3 Grifo da Autora deste trabalho: C. M. Bellas. 4 Grifo da Autora deste trabalho: C. M. Bellas.

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