Pensamento Comunicacional: Francisco de Assis Martins Fernandes

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1 Pensamento Comunicacional: Francisco de Assis Martins Fernandes Tyciane Viana Vaz 1 Resumo Este trabalho objetiva trazer traçar um perfil bio-bliográfico do professor Francisco de Assis Martins Fernandes. Ainda dentro da proposta, fazer uma reflexão sobre as contribuições do autor ao Pensamento Comunicacional Latino-Americano (PCLA). Para execução dessa pesquisa, levantou-se informações sobre Francisco de Assis em currículos, obras editadas, artigos em revistas, além de entrevistas com autor e demais materiais encontrados. Destaca-se um pouco de sua vida acadêmica, formação, atividades de pesquisas e contatos mantidos com autores da Escola Latino-Americana de Comunicação (ELACOM). Realizou-se ainda um estudo bibliométrico de sua principal obra publicada: A comunicação na pedagogia dos Jesuítas na era colonial. Palavras-chave: Pensamento Comunicacional Latino-Americano; Francisco de Assis Martins Fernandes; Comunicação. 1 Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da UMESP Universidade Metodista de São Paulo. 1

2 FRANCISCO DE ASSIS MARTINS FERNANDES: PERFIL BIO- BIBLIOGRÁFICO Bacharel em Jornalismo e Rádio e TV, e licenciado em Teologia e Filosofia, Francisco de Assis Martins Fernandes tem sua trajetória acadêmica marcada pela diversidade de correntes teóricas e metodológicas. Pela ampla formação, pela diversidade de estados do país e no exterior de locais por onde passou, e por alguns contatos mantidos com autores do pensamento comunicacional, acredita-se que sua carreira tem características multifacetadas. Francisco de Assis é autor de duas obras de autoria própria e organizador de outros três livros. Atualmente é membro da Comissão de avaliadores do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais do Ministério da Educação e Cultura (INEP/MEC), e professor Titular aposentado da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade de Taubaté (UNITAU). 1 Perfil Intelectual do autor 1.1 Perfil Biográfico Francisco de Assis Martins Fernandes nasceu em 25 de agosto de 1933, em Ipueiras, interior do estado do Ceará. Filho de agricultores, Gonçala Maria de Jesus e José Costa Fernandes, foi criado com forte influência do catolicismo, junto com os outros nove irmãos. A forte presença da religião cristã justifica sua entrada no seminário, por onde permaneceu por 10 anos. Mesmo sem dar continuação à missão religiosa, a fé cristã o acompanha até os dias atuais e marca sua trajetória acadêmica e carreira profissional. Francisco de Assis casou-se com a portuguesa Miquelina Henriqueta Fernandes e teve dois filhos, Paulo Francisco e Jorge Marcos 2. Devido à baixa condição financeira da família na época de sua infância, começou a trabalhar cedo na lavoura, iniciando os estudos somente em meados da década de 40 no estado do Ceará. Da pequena cidade de Ipueiras, o jovem Francisco muda-se para a capital, Fortaleza, onde mantém contato com entidades católicas. 2 Informações obtidas através de entrevistas por telefone com autor estudado. 2

3 Prossegue com os estudos em Recife, capital pernambucana, depois no Rio de Janeiro, antes de chegar ao estado de São Paulo, onde reside até hoje. Nas capitais nordestinas, o jovem trabalhou na composição de anúncios para impressos, entre outras atividades. O Instituto Pia de São Paulo teve uma grande importância na vida de Francisco de Assis. A instituição católica preparava rapazes para ser seminarista. Foi lá onde o jovem concluiu os estudos de ensino médio no ano de 1959 e fez curso de Filosofia, entre os anos 1960 e Francisco morou por cinco anos na Itália. Foi lá onde iniciou sua formação acadêmica e prosseguiu os estudos no seminário. Estava em Roma, quando no Brasil acontecia o Golpe de Formação Acadêmica Francisco de Assis Martins Fernandes tem uma ampla formação acadêmica, obtendo formação em quatro cursos superiores, dois deles na Itália e dois no Brasil, em São Paulo. Durante o tempo de sua estadia em Roma, participou de cursos, entre eles, Sociologia Rural, no Institutum Sociologiae Pastoralis, em No mesmo ano, obteve licenciatura em Teologia pela Pontifícia Universidade de Latrão, com a monografia De creatione apud sanctum Augustinum, e bacharelado em Jornalismo pela Universidade de Estudos Gerais (UNEG) de Roma 4. Após o retorno da Itália, inicia o curso de Rádio e Televisão na Universidade de São Paulo (USP), obtendo o título de bacharel em Em 1973, obtém outro título em Filosofia, pelo Instituto de Filosofia, Ciências e letras, pela Universidade de Mogi das Cruzes. Em 1979, conclui o curso de mestrado na USP, sob orientação do professor José Freitas de Nobre, que foi afastado por motivos da Ditadura Militar, passando a ser orientador por Virgílio Pinto, de quem recebeu influência para trabalhar com história. A dissertação A Comunicação na pedagogia dos jesuítas na era colonial foi 3 Memorial Francisco de Assis Martins Fernandes, USP, Informações obtidas na Súmula Curricular de Francisco de Assis Martins Fernandes, enviada à autora da pesquisa por pessoal pelo próprio autor. 3

4 transformada em livro posteriormente pela editora Loyola, sendo prefaciada pelo orientador. Através das pesquisas realizadas, Francisco de Assis Martins Fernandes revela uma outra face da obra jesuítica e, ao fazê-lo, mostra também a importância das comunicações desde os primórdios da evolução brasileira. (PINTO, Virgílio IN: FERNANDES, F. A. M, 1980, p.06). O título de doutor foi obtido em 1985, com a tese "Relações Públicas na Administração da Controvérsia Pública - Estudo de casos", sob orientação do professor Theobaldo de Souza Andrade. Em 1988, obtém o título de livre-docente pela Universidade de São Paulo, com a pesquisa A propaganda na mídia eletrônica do Sudeste brasileiro. O trabalho contou com apoio do CNPq, e possibilitou uma análise das mensagens publicitárias dos veículos, focando-se na recepção e interpretação crítica das propagandas veiculadas pela mídia eletrônica. Destaca-se que a propaganda exercer um forte poder sobre a população da região Sudeste. A pesquisa foi publicada em livro pela editora O Recado em No prefácio da obra, Tupã Gomes Correia afirma: Francisco Fernandes é pesquisador estabelecido na área há algumas décadas. Antigo aluno da Escola de Comunicações e Artes da USP, teve na formação em rádio e televisão o instrumento de alavancagem do interesse pelo estudo dos fenômenos da emissão e da audiência nesses meios. Por outro lado, a moldagem profissional da mesma escola, acostumou-o a ver e entender esses fenômenos de forma mais ampla. A vida profissional de Francisco de Fernandes já o fez descobrir com outros trabalhos que são, a um só tempo, produtos de uma atividade ininterrupta de pesquisa e testemunhos pessoais da militância nesse campo da comunicação voltada para o mercado. (CORREIA, In: FERNANDES, F. A. M, 1994, p.06). Nas décadas de 70 e 80, participou de vários cursos de aperfeiçoamento na área da Comunicação Social. Destacam-se aqui alguns desses cursos, como forma de frisar a diversidade de campos trabalhados pelo professor Fernandes, a maioria em torno da comunicação. Entre os cursos, cita-se Televisão Educativa (1970), Cultura e Comunicação no Brasil (1970), Imprensa e Humanismo na Renascença (1972), Folkcomunicação, Jornalismo e Cultura Popular (1972), Jornalismo Internacional, Administração de Relações Públicas (1982), Utilização das Cores no Processo de Comunicação (1984), todos pela Escola de Comunicação e Artes, da USP; e curso de aperfeiçoamento em Metodologia do Ensino Superior, em 1980, ministrado pela 4

5 profa. Dra. Maria Nilde Mascellani, patrocinado pelo Centro de Pós-Graduação do Instituto Metodista de Ensino Superior (atual Universidade Metodista de São Paulo) Carreira profissional Em 1968, quando o país ainda passava pelo período de repressão política, Francisco de Assis retornou da Itália. De volta ao Brasil, assumiu o cargo de redatorchefe da Revista O Jornalzinho. Nesta função ficou até 1970, na cidade de São Paulo. Depois assumiu a direção da Rádio Nove de Julho, da Fundação Metropolitana Paulista, até o ano de 1973, quando a rádio foi cassada pelo General Médici. Nesse mesmo período assume o cargo de relações públicas da Rádio Olinda de Pernambuco, em sua representação em São Paulo, onde permanece até Sobre a carreira profissional de Francisco Fernandes, sempre foram experiências ligadas com a formação e informação (MEMORIAL, 1986, p.3). Sempre ligado a entidades e associações cristãs, também foi diretor-responsável da revista A Vida em Cristo, de 1974 a Sócio e fundador da União Cristã Brasileira de Comunicação Social (UCBC), foi presidente da entidade nos anos entre 1980 e A UCBC firmou-se como a primeira organização acadêmica de comunicólogos no Brasil. Francisco de Assis também foi membro da equipe de comunicação da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), entre 1988 e Ainda com relação a sociedades científicas, foi sócio-contribuinte da Liga de Amadores Brasileiros de Rádio Emissão (LABRE), sócio profissional da Associação Brasileira de Relações Públicas de São Paulo, sócio titular da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom) e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Já nos institutos de ensino superior, como docente e colaborador, foi editor da revista Comunicarte, editada pelo Instituto de Artes e Comunicações da Pontifícia Universidade Católica de Campinas, de 1983 a 1984, e coordenador do boletim e da revista da Universidade de Taubaté, até o ano de Memorial Francisco de Assis Martins Fernandes, USP,

6 De 2002 até dias atuais é Membro da Comissão de avaliadores do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais do Ministério da Educação e Cultura (INEP/MEC). 1.4 Na Intercom Francisco Fernandes foi vice-presidente da Intercom na gestão da presidenta Margarida Kunsch, no período de 1987 a Nesse período a Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares de Comunicação já contava com 600 associados. É sócio da Intercom desde a fundação em Um das ações de maior destaque, como parte da diretoria da instituição, foi a realização do X Congresso Intercom, realizado na Pontifícia Universidade Católica (PUC- Campinas) 6. Como resultado do evento, de grande importância, pois marcou a primeira década de existência da Intercom, foi lançada a obra Comunicação, democracia e cultura, organizada por Assis Fernandes e Margarida Kunsch. O livro traz reflexões de autores do Pensamento Comunicacional Brasileiro como José Marques de Melo, Anamaria Fadul e Alberto Dines. 1.5 Trajetória Acadêmica Mesmo com a extensa carreira profissional, entre atuação na mídia e em institutos e entidades científicas e cristãs, a maior contribuição de Francisco Fernandes foi para a área acadêmica. Lecionou em diversas universidades na capital e no interior do estado de São Paulo e esteve na frente de departamentos de vários cursos da área da Comunicação Social. Sua carreira na academia iniciou em 1976 na Universidade Metodista de São Paulo, à época Instituto Metodista de Ensino Superior, com a disciplina Fundamentos Científicos da Comunicação, em São Bernardo do Campo. Nesta mesma universidade, ministrou a disciplina Técnica de codificação sonora (rádio) e visual (televisão). Nesse mesmo ano, assumiu como professor titular as disciplinas Redação de Jornalismo em Rádio, Televisão e Cinema, Jornalismo Comparado e Jornalismo Impresso Radiofonizado e Televisado, na Universidade de Mogi das Cruzes. Nesta 6 Informações obtidas através de entrevistas por telefone com autor estudado. 6

7 instituição, ele foi diretor da Faculdade de Comunicação Social nos anos de 1977 e 1978 e chefe do Departamento de Jornalismo em Na antiga União da Associação de Ensino de Ribeirão Preto, atual Universidade de Riberão Preto, lecionou as disciplinas Redação e edição e Investigação Científica e História dos Meios de Comunicação, em Na PUC Campinas, foi responsável por Jornalismo Comparado, Dentologia da Comunicação, nos cursos de Jornalismo, Relações Públicas e Publicidade, e Telerrádio-difusão, durante o período de 1982 e 1984, quando também foi editor da revista Comunicarte e coordenador do Departamento de Relações Públicas. Na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo o professor Francisco de Assis lecionou por muito tempo e atualmente é professor aposentado por esta instituição. Em 1981, já como professor contratado assumiu a disciplina Produção Publicitária em Rádio, Televisão e Cinema, depois ministrou Propaganda em Telerrádio-difusão, entre várias outras disciplinas dos cursos ligados à ECA. Lá também coordenou curso de Propaganda e Publicidade nos anos de 1984 e Entre 1994 e 1995, exerceu a função de professor-visitante de Relações Públicas na Universidade Fernando Pessoa do Porto (Portugal). De 1995 a 2004, assumiu a docência na Universidade de Taubaté (UNITAU), nas disciplinas de Redação Publicitária, Redação Jornalística, Jornalismo Especializado, Jornalismo Interpretativo, entre outras. Ainda foi editor da revista Ciências Humanas desta mesma universidade e professor da Pós-Graduação até o ano de Obras Publicadas A primeira obra do autor foi A comunicação na pedagogia dos Jesuítas na era colonial, em Resultado da sua dissertação de mestrado, a pesquisa foi publicada na íntegra e é considerada pelo autor sua principal obra. Nela, Francisco Fernandes traça um estudo sobre os mecanismos, estruturas e meios empregados pelos inacianos da era colonial. Toma como base principal a comunicação utilizada pelos jesuítas na catequese dos índios, principalmente pelo padre José de Anchieta, e a partir daí apresenta uma pesquisa sobre os instrumentos utilizados na catequese dos indígenas como a língua, o teatro e a música. 7

8 Estudos desta obra são retomados pelo autor em artigos publicados em revistas e livros. Como por exemplo, em maio de 2007 foi lançado do livro Bandeirantes da Idade Mídia, de organização do professor José Marques de Melo, em que Francisco de Assis Fernandes retoma a história do padre José de Anchieta, no artigo Anchieta, o percussor da Folkcomunicação. Em 1994 lança o segundo livro de sua autoria A propaganda na mídia eletrônica do Sudeste. Ainda em 1989, juntamente com Margarida Kunsh, organiza a obra Comunicação, Democracia e Cultura, com trabalhos apresentados no X Congresso Intercom. Publicou também Trabalhos: aspirações e realidade, com Iarci Didoné, em 1991, e Comunicação e Solidariedade, organizado com Laan Mendes de Barros. Sua produção bibliográfica consta de dois livros editados de sua autoria, três livros organizados e sete capítulos publicados em livros. Publicou ainda dezenas de artigos em revistas científicas da área de comunicação, destaca-se a Revista Brasileira de Ciências da Comunicação Intercom e a revista Ciências Humanas, da Universidade de Taubaté, em que foi editor por 10 anos. Neste periódico, Francisco de Assis tem se dedicado a trabalhos voltados para mídia cidadã nos últimos anos. Encontrou-se diversos artigos voltados para o papel da mídia para o meio ambiente e mídia para educação. Na revista publicada pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação, o autor contribuiu com inúmeras resenhas de livros como História do Rádio e da Televisão Brasileira, A igreja e a prática da comunicação, Cristianismo y Comunicación em América Latina, como também com artigos como 65 anos de radiodifusão no Brasil e Novas tecnologias e alternativas de Comunicação 7. 3 Analise bibliométrica Realizou-se uma análise bibliométrica do livro A comunicação na pedagogia dos Jesuítas na era colonial. A proposta foi de verificar as principais influências de Francisco de Assis Martins Fernandes, frisando-se os autores do Pensamento Comunicacional Latino-Americano. 7 Informações encontradas em diversas edições da Revista Brasileira de Ciências da Comunicação - Intercom. 8

9 Na obra analisada, encontrou-se 93 autores citados e um total de 266 citações. Selecionou-se os autores da seguinte maneira: jesuítas/religiosos (18), antropólogos (04), folcloristas (02), sociólogos (05), filósofos (03), cientista político (01), historiadores (35), sendo oito forâneos e 27 brasileiros, da área do teatro (04), música (05) e educação (06). Com relação ao pensamento comunicacional a obra consta de três forâneos e sete brasileiros Entre os jesuítas e antropólogos, o autor mais citados na obra é Serafim Leite, com total de 28 citações, seguido de Manuel Nóbrega com 19 citações e Padre Leonel Franca com nove citações, como colocado no Gráfico 1 8. No Gráfico 2, destaca-se o número de citações de historiadores forâneos 9. Neste levantamento, percebeu-se a maior presença de Karl Bihlmeyer, com nove citações, seguido de Georges Raedrs, com cinco citações. 8 Gráfico 1 Autores jesuítas e religiosos citados na obra A comunicação na pedagogia dos Jesuítas na era colonial. 9 Gráfico 2 Autores historiadores forâneos citados na obra A comunicação na pedagogia dos Jesuítas na era colonial. 9

10 Gustavo Droysen Henrique S. J. Rosa Joel Serrão Eric Willians Roland Mousnier Jaime Cortesão Georges Raedrs Karl Bihlmeyer O Gráfico 3 traz o número de citações de historiadores brasileiros. Ressalta-se aqui a presença de Gilberto Freyre com 16 citações, depois Pedro Calmo com seis e Hélio Vianna, sendo seis vezes citado por Francisco Fernandes 10. No Gráfico 4, apresenta-se autores do pensamento comunicacional. Na chave 1 ressalta-se os autores brasileiros, entre eles Freitas Nobre (06), Nelson Werneck Sodré (03), José Marques de Melo (02), Luiz Beltrão (01), Alberto Dines (01), David Salomão Amorim (01) e Sábato Magaldi (01). Na chave 2 apresenta-se os autores forâneos da 10 Gráfico 3- Autores historiadores brasileiros citados na obra A comunicação na pedagogia dos Jesuítas na era colonial. 10

11 área da comunicação, entre eles Colin Cherry (03), David K. Berlo (02) e Enrico Baragli (01) Os demais autores citados no livro são os filósofos, sociólogos, antropólogos, apresentados abaixo em tabelas, e autores da área da educação, teatro, música, folcloristas e da ciência política. Filósofos Números de vezes citados Aristóteles 01 José Luís Aranguren 02 Sociólogos Números de vezes citados Hug Daizel Duncan 02 Charles Wright 01 Fernando Azevedo 02 Yolanda Lhullier Santos 01 Florestan Fernandes 02 11

12 Antropólogos Números de vezes citados Thales Azevedo 08 Ralph Linton 03 Egon Schaden 06 Edward Sapir 01 4 Reflexões sobre a contribuição de Francisco de Assis Fernandes para o Pensamento Comunicacional Latino-Americano Francisco de Assis não se preocupou em definir suas pesquisas em um único eixo teórico. Percebe-se que a múltipla formação acadêmica possibilitou essa diversidade maior de correntes teóricas e metodológicas em suas obras e pesquisas divulgadas. Destaca-se, portanto, suas maiores contribuições para o pensamento comunicacional. Acredita-se que os estudos dos processos religiosos têm um maior realce entre outras pesquisas do autor. Esse interesse maior por essa área justifica-se pela formação pessoal de Francisco Fernandes, com a forte presença do catolicismo que o acompanha desde criança. Desde a dissertação do mestrado da USP, quando observou a comunicação dos jesuítas na colonização nos índios no Brasil, no final da década de 70, até publicações mais atuais como o artigo: A comunicação na formação cultural do Brasil colônia, publicado na Revista Ciências Humanas 11, em 2000, e o artigo Anchieta, percussor da folkcomunicação, na obra: Bandeirantes da Idade Mídia 12, lançada em 2007, o autor centra-se em estudos dos processos religiosos. Outro destaque nas pesquisas de Francisco de Assis é para os campos de Rádio, Propaganda e Relações Públicas. Encontrou-se diversas contribuições do autor em revistas científicas com trabalhos publicados nesta área. A partir da década de 90, nota-se uma maior preocupação com a questão da midã cidadã. Francisco de Assis Fernandes volta suas pesquisas para o papel da mídia com a educação, meio ambiente e cidadania. Como por exemplo os artigos publicados na 11 Artigo publicado na Revista Ciências Humanas, da Universidade de Taubaté, 2000, v.06, n MARQUES DE MELO. (org). Bandeirantes da Idade Mídia. São Paulo: Anagellara Editora,

13 Revista Ciências Humanas: Mídia e meio ambiente: limites e possibilidades (2002, v.08, n.02), Mídia, educação e cidadania (2003, v.09, n.02), O papel da mídia na defesa do meio ambiente (2001, vol. 07, n.02) e O papel da informação na construção do direito ambiental (2004, v.10, n.02) 13. O autor considera a temática de grande relevância. A mídia e educação desempenham papel fundamental na construção da cidadania, principalmente no mundo de hoje (FERNANDES, Francisco A. M. Revista Ciências Humanas. 2003, v.09, n.02, p. 163) Com relação aos autores do Pensamento Comunicacional Latino-Americano que mais influenciam Francisco Fernandes destaca-se os brasileiros José Marques de Melo, principalmente com conceitos de comunicação, propaganda, entre outras idéias, Luiz Beltrão, o percurssor nos estudos da Folkcomunicação. Sobre essa teoria da comunicação, encontrou-se alguns estudos do autor. Com José Marques de Melo e Luiz Beltrão a relação foi mais estreita, pois houve contato direto, em eventos ou em entidades, como a Intercom, no caso do professor Marques de Melo. Ainda sobre os autores do PCLA que influenciam Francisco Fernandes ressaltase Jesús Martín-Barbero, o paraguaio Juan Diaz Bordenave e o brasileiro Décio Pignatari. Também fazem parte da lista de influências do autor, Marshall Mcluhan e Edgar Morin. Foi na UCBC (União Cristã Brasileira de Comunicação) que Francisco de Assis encontrou apoio para muitas de suas pesquisas e publicações. A instituição que contava com apoio da Igreja Católica, através da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), foi a primeira organização acadêmica de comunicólogos brasileiros, segundo Marques de Melo (2003). À época a conjuntura esteve marcada pela repressão da política em que o país vivia. Entretanto, a UCBC incentivava a pesquisa entre os estudiosos da área da comunicação, até mesmo aqueles que não eram ligados a instituições eclesiais. Vários comunicólogos encontraram aí ambiente fértil para aprofundar suas reflexões e formular projetos de estudos (MARQUES DE MELO, 2003, p.169). Ainda segundo Marques de Melo (2003), os autores do Pensamento Comunicacional Latino-Americano estão inseridos em grupos. O primeiro deles 13 Informações retiradas de edições da revista Ciências Humanas, publicada pela Universidade de Taubaté. 13

14 corresponde aos pioneiros composto por um contingente multifacetado, cujas marcas problematizadoras se inscrevem nos anos (p.40). Neste grupo, Marques de Melo aponta o venezuelano Antonio Pasquali, o brasileiro Luiz Beltrão, o boliviano Luis Ramiro Beltrán, o argentino Eliseo Verón, o equatoriano Jorge Fernandez, o belgachileno Armand Mattelart, o uruguaio Mário Kaplún e o paraguaio Juan Diaz Bordenave. O segundo grupo é formado pelos inovadores, que atuam a partir da década de 70, quando se faz a crítica contundente do conhecimento existente, definindo-se com maior nitidez a natureza do campo comunicacional latino-americano (MAQUES DE MELO, 2003, p.40). Na década de 80, quando se acrescenta as contribuições dos chamados inovadores, forma-se o grupo dos renovadores. Alguns deles realizando avanços empíricos ou reflexivos referenciados nas matrizes esboçadas pelos cientistas que os precederam (p.40). É neste grupo de renovadores que se insere Francisco de Assis Martins Fernandes. O autor, que conclui o curso de mestrado no final da década de 70, apresenta muitas de suas reflexões através de instituições renovadoras, como a Intercom. Seus estudos dos processos religiosos e as demais pesquisas são representativos para a ciência da comunicação. Além de suas contribuições através de incentivos a jovens pesquisadores, principalmente ex-alunos e ex-orientandos. 14

15 5 Referências BARROS, Laan Mendes de; FERNANDES, Francisco Assis Martins ; (orgs). Comunicação e solidariedade. 01. ed. São Paulo: Edições Loyola, v p. CNPQ Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Currículo do Sistema de Currículo Lattes Francisco de Assis Martins Fernandes. Brasília: Disponível em: < >. Acesso em 20 maio COSTA, Letícia Maria Pinto da. Perfil Bio-bibliográfico de Francisco de Assis Martins Fernandes. Trabalho da disciplina História do Pensamento Comunicacional. Programa de Pós-Graduação, Universidade Metodista de São Paulo DIDONÉ, Iarci M.; FERNANDES, Francisco de A. M. (orgs). Trabalho: aspirações e realidade. São Paulo: Edições Loyola, FERNANDES, Francisco A. M. A comunicação na pedagogia dos Jesuítas na era colonial. São Paulo: Edições Loyola, A comunicação na pedagogia dos Jesuítas na era colonial. [Dissertação]. Mestrado: Universidade de São Paulo (USP), A propaganda na mídia eletrônica do Sudeste. 01. ed. São Paulo: Instituto do Livro, v p. GOBBI, Cristina. Escola Latina- Americana de Comunicação: legado dos pioneiros. [Tese]. Doutorado: Universidade Metodista de São Paulo, São Bernardo do Campo, KUNSH, Margarida M; FERNANDES, Assis M. (org.). Comunicação, democracia e cultura. São Paulo: Edições Loyola MARQUES DE MELO, José. História do Pensamento Comunicacional: Cenários e personagens. São Paulo: Paulus, (org). Bandeirantes da Idade Mídia. São Paulo: Anagellara Editora, MEMORIAL Francisco de Assis Martins Fernandes. Departamento de Relações Públicas, Propaganda e Turismo da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. São Paulo

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