SALESIANO Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium Curso de Educação Física. Eric Almeida Santos

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1 SALESIANO Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium Curso de Educação Física Eric Almeida Santos ESPIRITUALIDADE: fator moral na formação do aluno do curso de Educação Física. LINS SP 2007

2 ERIC ALMEIDA SANTOS Espirutalidade: fator moral na formação do aluno do curso de Educação Física Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Banca Examinadora do Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium, curso de Educação Física sob a orientação da Professora Liliane Donizete Silva. Valbom e orientação técnica da Professora M. Sc. Jovira Maria Sarraceni. LINS SP 2007

3 ERIC ALMEIDA SANTOS ESPIRITUALIDADE: FATOR MORAL NA FOMAÇÃO DO ALUNO DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA Monografia apresentada ao Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium, para obtenção do título de Bacharel/Licenciado em Educação Física. Aprovada em: / / Banca Examinadora: Prof.(a) Orientadora: Titulação Assinatura: 1 Prof.(a): Titulação Assinatura: 2 Prof.(a): Titulação Assinatura:

4 DEDICATÓRIA Dedico este trabalho primeiramente a Deus, pois sem Ele, nada seria possível e não estaríamos aqui reunidos, desfrutando, juntos, destes momentos que nos são tão importantes. Existem pessoas em nossas vidas que nos deixam felizes pelo simples fato de terem cruzado o nosso caminho. Algumas percorrem ao nosso lado, vendo muitas luas passarem, mas outras apenas vemos entre um passo e outro. A todas elas chamamos de amigo. Há muitos tipos de amigos. Talvez cada folha de uma árvore caracterize um deles. Os primeiros que nascem do broto é o amigo pai Dejair e a amiga mãe Risomar. Que Deus a receba em seus calorosos braços. Mostram o que é ter vida. Depois vem o amigo irmão Alex, com quem dividimos o nosso espaço para que ele floresça como nós. Passamos a conhecer toda a família de folhas, a qual respeitamos e desejamos o bem. O destino ainda nos apresenta outros amigos, os quais não sabíamos que iam cruzar o nosso caminho. Muitos desse são designados amigos do peito, Rafael, Waguinho, Camila e outros, do coração. São sinceros, são verdadeiros. Sabem quando não estamos bem, sabem o que nos faz feliz... Mas também há aqueles amigos por um tempo, talvez umas férias ou mesmo um dia ou uma hora. Esses costumam colocar muitos sorrisos na face, durante o tempo que estamos por perto. Falando em perto, não podemos nos esquecer dos amigos distantes, que ficam nas pontas dos galhos, mas que quando o vento sopra, aparecem novamente entre uma folha e outra. O tempo passa, o verão se vai, o outono se aproxima, e perdemos algumas de nossas folhas. Algumas nascem num outro verão e outras permanecem por muitas estações. O que nos deixa mais felizes é quando as folhas que caíram continuam por perto, continuam alimentando as nossas raízes com alegria. Lembranças de momentos maravilhosos enquanto cruzavam o nosso caminho. Desejo a você, folha da minha árvore, paz, amor, saúde, sucesso, prosperidade... Hoje e sempre... Simplesmente porque cada pessoa que passa em nossa vida é única. Sempre deixa um pouco de si e leva um pouco de nós. Há os que levaram muito, mas não há os que não deixaram nada. Esta é a maior responsabilidade de nossa vida e a prova evidente de que duas almas não se encontram por acaso. Todas as faculdades da alma e do corpo... em suma.. se move por amor e no amor... Vida feliz, feliz estado, E feliz a alma que o alcança!. São João da Cruz

5 AGRADECIMENTOS Aos professores, especialmente à Professora Liliane Donizete Silva Valbom e também à Professora Jovira Maria Sarraceni, pela contribuição, dentro de suas áreas, para o desenvolvimento de nossa monografia, e, principalmente pela dedicação e empenho que demonstraram no decorrer de suas atividades para com o grupo. Ao pessoal da Biblioteca, que me possibilitou o acesso irrestrito para as consultas que se fizeram necessário, e também ao bom atendimento das bibliotecárias. Ao Pe. Paulo Fernando Vendrame por colaborar com a monografia e também nos auxílios espirituais que vem me auxiliando. A todos aqueles que, direta ou indiretamente, colaboraram para que este trabalho consiga atingir aos objetivos propostos.

6 RESUMO Espiritualidade, ética, filosofia e educação são preceitos importantes na vida e formação de qualquer indivíduo, na formação de professores de Educação Física esta proposta não é diferente, e é justamente sobre ela que o Centro Universitário Salesianos estrutura sua proposta pedagógica, crendo na necessidade de formar não só profissionais, mas também pessoas. O objetivo deste estudo é levantar a questão da espiritualidade na formação dos profissionais de educação física, denotando o quanto esta é importante. Espiritualidade é um tema fundamental em nossos dias. Está relacionado com o equilíbrio psicológico e a maturidade humana. Espiritualidade pode ser definida como um sistema de crenças que enfoca elementos intangíveis, que transmite vitalidade e significado a eventos da vida. Tal crença pode mobilizar energias e iniciativas extremamente positivas, com potencial ilimitado para melhorar a qualidade de vida da pessoa. Em tempo de confusão, A espiritualidade cristã tem seu ponto de partida na preocupação pelo outro que se expressa nesta pergunta existencial que procura não dominar/oprimir o outro, mas escutar, receber, aceitar. Estar pronto a dar a vida pelo outro. Responsabilidade pessoal a partir do encontro com Cristo, nas suas caminhadas. Aqui o sentido da comunidade não se realiza na solidão, nem na multidão, a espiritualidade cristã aparece como uma unidade entre a vida interior tradicionalmente chamada de espiritualidade. A metodologia utilizada para sua elaboração foi a quantitativa, realizando uma pesquisa com funcionários do Centro Universitário Salesianos, contemplando preceitos considerados importantes para estes profissionais no que tange à formação de seus alunos. Espera-se contribuir para uma reflexão crítica a respeito deste assunto deixado à margem na proposta pedagógica da educação brasileira. Palavras-chaves: espiritualidade, filosofia, educação física.

7 ABSTRACT Espiritualidade, ethics, philosophy and education are important rules in the life and formation of any individual, in the formation of professors of Physical Education this proposal is not different, and is exactly on it that the University Center Salesianos structure its proposal pedagogical, believing in the necessity to form not only professional, but also people. The objective of this study is to raise the question of the espiritualidade in the formation of the professionals of physical education, denoting how much this is important. Espiritualidade is a basic subject in our days. It is related with the psychological balance and the maturity human being. Espiritualidade can be defined as a system of beliefs that focuses intangible elements, that transmit vitality and meaning the events of the life. Such belief can mobilize extremely positive energies and initiatives, with limitless potential to improve the quality of life of the person. In confusion time, the Christian espiritualidade has its starting point in the concern for the other that if express in this existencial question that it looks not to dominate/to oppress the other, but to listen, to receive, to accept. To be ready to give the life for the other. Personal responsibility from the meeting with Christ, in its walked. Here the direction of the community is not become fullfilled in the solitude, nor in the multitude, the Christian espiritualidade appears as a unit enters the interior life traditionally called espiritualidade. The methodology used for its elaboration was the quantitative one, carrying through a research with employees of the University Center Salesianos, contemplating rules considered important for these professionals in whom it refers to the formation of its pupils. One expects to contribute for a critical reflection the respect of this subject left to the edge in the proposal pedagogical of the Brazilian education. Key words: espiritualdiade, philosophy, physical education.

8 LISTA DE GRÁFICOS Gráficos1, 2,3: Gráficos 4,5,6:...63 Gráficos 7,8,9:...64 Gráficos 10,11, LISTA DE TABELA Tabela...53 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS 1cor 1 Coríntios 2cor 2 Coríntios A.C. Antes de Cristo Ap Pocalipse At. Atos dos Apóstolos Cl Colossenses Gl Gálatas Hb Hebreus Jo João Lc Lucas Mc Marcos Mt Mateus Sl Salmo

9 SUMÁRIO INTRODUÇÃO...12 CAPÍTULO I ESPIRITUALIDADE Conceito Objetivos Espiritualidade na história Dos primórdios da história a história medieval Martírio Vida Una Santo Agostinho Evágrio Pôntio (+400) São Bento ( ) História Medieval São Bernardo ( ) São Domingos ( ) São Francisco de Assis ( ) História moderna Santo Inácio de Loyola Espiritualidade Carmelita São Francisco de Sales ( ) Santo Afonso Maria de Ligório (+1787) São Luis Maria Grignion de Montfort ( )...19

10 1.2.8 São João Bosco A espiritualidade no Evangelho Espiritualidade no Antigo Testamento Espiritualidade Deuteronomista Espiritualidade Profética Espiritualidade Sapiencial Espiritualidade Sálmica Tu és a luz da minha lâmpada Amo-te, Senhor, meu rochedo A noite escura A verdadeira face de Deus Novo Testamento Espiritualidade Paulina Espiritualidade Joanina...24 CAPÍTULO II - FILOSOFIA EDUCAÇÃO FÍSICA Filosofia Método Objetivos História da filosofia Período clássico Período cristão Patrística Período cristão Escolástico...36

11 2.4.4 Período moderno Período contemporâneo...41 CAPÍTULO III ÉTICA E MORAL E SUA IMPORTÂNCIA NA CONDUTA HUMANA Conceituação e classificações de ética A ética e os valores...46 CAPÍTULO IV - SISTEMA PREVENTIVO DE DOM BOSCO O Sistema Preventivo como pedagogia O Sistema Preventivo como espiritualidade...48 CAPÍTULO V A PESQUISA...51 PROPOSTA DE INTERVENÇÃO...51 CONCLUSÃO...55 REFERÊNCIAS...56 APÊNDICES...59

12 INTRODUÇÃO Discute-se na atualidade os quesitos necessários para a formação de professores no século XXI, levantando questões relevantes como competência, excelência, capacidade de trabalho, atualidades do currículo, entretanto pouco ou quase nada se fala acerca da espiritualidade indispensável na sociedade contemporânea. O homem de hoje trabalha, cresce profissionalmente, constitui família, busca enriquecer-se, entretanto não considera aspectos fundamentais e que são inerentes à sua existência, e a espiritualidade é uma delas. O crescimento pessoal e profissional só pode se alicerçar mediante o conhecimento pessoal, e este é obtido através da relação espiritualidade racionalidade, onde se consegue alcançar a excelência. O objetivo deste estudo é levantar a relação intrínseca existente entre espiritualidade e formação profissional, relação esta abandonada pelos profissionais responsáveis pela formação, bem como por aqueles que desejam se especializar e se graduar para exercer o ofício do magistério. Educar é acima de tudo respeitar o próximo, sua individualidade, seus preceitos morais, não esquecendo de que além do profissional em formação há um indivíduo ansioso por conhecimentos, que possam transformar acima de qualquer outra coisa a si mesmo. A necessária promoção da ingenuidade à criticidade não pode ou não deve ser feita a distância de uma rigorosa formação ética ao lado sempre da estética. Decência e boniteza de mãos dadas. Cada mais me convenço de que, desperta com relação à possibilidade de enveredar-se no descaminho do puritanismo, a prática educativa tem de ser, em si, um testemunho rigoroso de decência e pureza (FREIRE, 1996, p. 32 e 33). Esta análise de Freire elucida pertinentemente a relação a ser estabelecida entre espiritualidade, ética e educação.

13 CAPÍTULO I ESPIRITUALIDADE 1 CONCEITO Na Teologia moral se estuda o correto relacionamento com Deus, enquanto a espiritualidade dedica-se a estudar o efeito desta relação na consciência e o desenvolvimento concreto disto. No Catecismo da Igreja Católica diz que o Espírito com o qual faz referência a espiritualidade, é a realidade mais profunda da pessoa. No coração da espiritualidade cristã está a presença do Espírito do Senhor ressuscitado, uma profunda experiência de Deus Pai, no centro de toda espiritualidade cristã está, pois, a experiência trinitária, comunidade de amor (CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA, 2000). O dom da espiritualidade cristã está na graça de Deus concretizada no homem, pois Deus é Pai e nos chama para a vida em espírito, isso só por uma real entrega de si, de sal alma, no qual recebemos do Pai gratuitamente. São João da Cruz ensina que quem busca a Deus com amor singelo e puro, o primeiro a mostrar-se e a sair ao encontro daqueles que desejarem é o Pai. Em termos mais claros a espiritualidade é marcada por uma profunda experiência do amor, como nos lembra Santo Agostinho que devemos amar o nosso próximo, ou porque ele é bom ou para que ele se torne bom, dando-nos uma grande responsabilidade (Mt 9, 37), ou seja, a aceitação com Deus e os irmãos de acordo com a vontade do Pai (Hb 10, 7). É preciso definir que a espiritualidade não se reduz a um subjetivismo intimista e sem um compromisso de fé e moral, nem sendo sentimentalista, pelo contrário, é uma assimilação interiorizada de valores cristãos tanto na vida pessoal quanto na comunitária. No sentido teórico, a espiritualidade nasce da esperança, ligado a um método teológico ligado à prática e à cultura. No sentido prático se dá à

14 14 experiência da ação salvadora do Espírito Santo, ou seja, aquele que nasceu do espírito (Jo. 3, 1-21) e vive segundo o espírito (Gl. 5, 16-26). A antropologia Paulina mostra que o homem ou é espiritual ou não o é, na verdade, onde para o homem espiritual tudo mesmo as realidades mais banais torna-se sagrado, enquanto que para o homem não-espiritual também as realidades mais sagradas tornam-se profanas. 1.1 Objetivos O principal objetivo da espiritualidade é uma pessoa: Jesus Cristo. São Bernardo ensina a refletir Jesus Cristo em sua humanidade, pois segundo ele, são disposições para caminhar e penetrar até o verbo, isto é, a segunda pessoa da trindade, o Pai e o Espírito Santo, restaurando-se através da humildade e da baixeza ao pecado, a imagem de Deus na alma humana, já que o pecado tira a imagem de Deus nos homens. Também pode expressar-se na afirmação de São Paulo: Tornai-vos, pois, imitadores de Deus, como filhos amados, e andai em amor, assim como Cristo também vos amou e se entregou por nós a Deus, como oferta de sacrifício de odor suave. (Bíblia de Jerusalém p. 2045, Ef. 5, 1-2). São Paulo nos convida a manter os olhos fixos em cristo para compreender-se que Deus nos trata como filhos (Hb. 12, 1-13), para isso como nos recomenda São Bernardo, precisa-se dedicar-se a uma vida de santidade observando sempre Jesus Cristo Espiritualidade na história Dos primórdios da história à história medieval Martírio

15 15 Nos três primeiros séculos os cristãos eram tidos como ateus por não cultuarem os deuses de Roma. Santo Antão deixou o deserto e foi a Alexandria na esperança de ser prezo e martirizado, mas acabou voltando frustrado por nada lhe acontecer, pois nesses três primeiros séculos o martírio era o vértice supremo da perfeição cristã onde toda a piedade organizava-se em torno da cruz gloriosa. O martírio é acompanhado de fenômenos místicos como um dom, livremente aceito por amor a Cristo (Secondin, 1993) (Bettencourt OSB, 2006) Vida Una Junto ao martírio coloca-se a veneração pela pureza, numa sociedade vulgarmente paganizada, e distinguiam-se nas comunidades cristãs por um estilo de vida exemplar sobretudo na caridade. Os Santos Padres exaltavam as virgens considerando-as como sinal da superioridade do cristianismo sobre o paganismo. No ano 56 São Paulo em 1 Cor. 7, 25-35, fala sobre homens e mulheres que renunciavam ao casamento para se consagrarem inteiramente ao Senhor. Tal prática se expandiu e deu origem ao monaquismo (Secondin,1993) (Bettencourt OSB, 2006) Santo Agostinho ( ) Pode ser considerado o mestre da espiritualidade ocidental. A doutrina Agostiniana revelou-se fecunda na história da espiritualidade cristã, influenciou toda a Idade média até o século XIII, mas ainda dando vida a uma corrente de espiritualidade atingindo aos tempos contemporâneos (Secondin, 1993) (Bettencourt OSB, 2006).

16 Evágrio Pôntio ( +400 ) Sua espiritualidade consiste na pureza de coração e na conquista da ausência de paixões, para favorecer o amor de Deus, exercendo grande influência no Oriente (Secondin, 1993) São Bento ( ) Pode ser considerado o fundador do monaquismo beneditino ocidental. São Bento sintetizou em si a herança do mundo greco-romano, transformando, não apenas a liberdade de cada indivíduo em relação à comunidade, mas liberdade dos Filhos de Deus, uma obediência à palavra de Deus. A Regra de São Bento se tornou aceito por inúmeros mosteiros na Europa representando a unidade de fé e dos sentimentos que caracterizaram a Idade Média sob o impulso e tutela de São Bento, patrono da Europa (Secondin, 1993) História Medieval Devido à invasão dos bárbaros a Roma, prejudicou-se as atividades literárias dos cristãos, de modo que não se encontra algum documento de mais notável espiritualidade até o imperador Carlos Magno ( ). Nos séculos X e XI houve um declínio da moral prejudicando a Igreja. Surgiu então Pedro Damião (+1.072), monge caldense que propôs aos leigos um ideal de vida pautada pela fidelidade ao evangelho (Bettencourt OSB, 2006) São Bernardo ( ) Como representante do renascimento da literatura espiritual no século XII, no qual fica impossível compreender a alma mística da Idade Média sem

17 17 partir de suas obras. São Bernardo ensina a meditar nos mistérios de Jesus Cristo, e que essa meditação é indispensável à contemplação do Verbo Encarnado, ou seja, um conhecimento de si até a posse de Deus. São Bernardo concebeu sua vida mística como uma vida repleta de amor, restaurando a imagem de Deus na alma humana num processo que vai de um Cristo segundo a carne, a um Cristo segundo o espírito. Esse santo exerceu uma notável influência da espiritualidade cristã (Secondin,. 1993) (Bettencourt OSB, 2006). 1.2 São Domingos ( ) Com o crescimento da heresia dos cátaros difundindo-se no início do século XIII, São Domingos instituiu para essa desastrosa situação de fé, os pregadores permanentes, nascendo assim a nova Ordem dos Pregadores, cuja finalidade é a salvação das almas mediante a pregação das verdades da fé. A espiritualidade dos Dominicanos distinguia-se pela conotação doutrinal e contemplativa. Uma vida militante, apostólica e batalhadora. Nasceu da heresia dos cátaros (Secondin, 1993) São Francisco de Assis ( ) Aos 26 anos de idade um jovem sai ao mundo vende tudo o que possui, e faz votos de pobreza, castidade e obediência, seu nome é São Francisco de Assis. Pregando mais com o testemunho da própria vida, junto com alguns companheiros, do que com palavras, ou seja, íntegra mensagem do evangelho. São Francisco surgiu num momento histórico em que a doutrina evangélica estava quase esquecida. Em um mundo em profunda crise e sequioso de renovação, Francisco propõe à humanidade desordeira e inquieta da época a total adesão a Cristo. Exerceu grande influência criando condições de vida mais humanas em uma época histórica de grandes violências (Secondin, 1993).

18 História moderna Na metade do século XVI, ocorre a controvérsia protestante (Bettencourt OSB, 2006) Santo Inácio de Loyola Fundador da Companhia de Jesus, que em sua espiritualidade imprime o caráter de militância, no combate às heresias e na evangelização dos povos recém-descobertos na América, Ásia e África. A espiritualidade jesuíta se contempla na ação, praticando o método inaciano na meditação. Exerceu influências notáveis da espiritualidade cristã, na prática da piedade, na experiência mística, possuindo uma presença fundamental na espiritualidade católica, e revela-se até hoje. O ponto fundamental da espiritualidade Inaciana é o caminho com o qual se chega a Jesus Cristo, exigindo a atuação da alma em particular. Ao longo dos séculos a espiritualidade inaciana fundamenta a contínua busca da vontade de Deus, mediante a um serviço desinteressado por meio de um apostolado (Secondin, 1993) Espiritualidade Carmelita Outra resposta aos desafios do Humanismo Renascentista é a do Carmelo. Com a estrutura teológica de Santa Tereza de Ávila (1582) e São João da Cruz (1591), empreenderam a reforma no convento masculino e feminino da Ordem, ensinado a purificar o coração mediante severa ascese, ou seja, mortificação e meditação religiosa. São João da Cruz e Santa Tereza ensinam a dupla união da alma com Deus, onde a primeira leva a alma a uma perfeita conformidade em favor da vontade de Deus. A segunda consiste na transformação da alma, onde sente invadida pela vida divina e percebe que Deus vive nela. Também as orações servem de intensificações na oração mental, uma conversação íntima e

19 19 afetuosa com Deus. A escola carmelita deu frutos que duram até nossos dias (Secondin, 1993) (Goulart, 2005) São Francisco de Sales ( ) Bispo de Anney (Suíça) renovou a vida espiritual dos cristãos cultivando a união com Deus. Sua espiritualidade se caracteriza por um religioso humanismo, mais sensível e piedoso. Sua doutrina espiritual ensina a remover os impedimentos à perfeição cristã, pois para ele a vida está acima de uma retidão humana ou a perfeição que permite o homem se comprazer nela. Só a perfeição do amor e a honra ao nome de Deus diariamente, e cumprindo sua vontade com um amor puro se chegará ao fim (Secondin, 1993) Santo Afonso Maria de Ligório (+1787) Incentivou a prática da oração e a devoção à Maria Santíssima. Apoiou o exercício espiritual por amor e no amor de Deus, contra o jansenismo que destruía com os fiéis (Secondin, 1993) São Luis Maria Grignion de Montfort ( ) Representa o carisma do louco da Cruz e do inflamado apóstolo Mariano, mas íntegro e corajoso. Para ele ser cristão era como colocar sobre os ombros a Cruz de Cristo, seguindo no mistério da eterna Sabedoria. A espiritualidade segundo São Luiz parte da sabedoria da cruz, participação da sabedoria encarnada. A santidade consiste na ligação ao Cristo da Cruz, oferecido aos cristãos através dos braços de Maria, um caminho ao alcance de todos para se chegar a Jesus Cristo (Secondin, Bruno. 1993).

20 São João Bosco Considerado o inventor do sistema pedagógico preventivo, contra o repressivo, na educação dos jovens, razão religião e bondade sintetizam seu pensamento educativo. Sua vida foi dedicada aos jovens, onde o sacerdote compartilha em toda a vida do jovem, colocando os jovens na impossibilidade moral de cometer pecados. Sua espiritualidade era motivada com um vigilante otimismo à natureza humana, consciente de que o fogo do pecado deve ser sempre vigiado, nos jovens e nos adultos, querendo que ele se mortifique com o trabalho e a temperança entregue às práticas dos sacramentos e empenhada na caridade, com uma contínua união com Deus (Secondin, Bruno. 1993) A espiritualidade no Evangelho O evangelho nos mostra a relação de Deus com os homens na história, sua total entrega por amor aos homens sempre renovando sua aliança até se chagar à mais perfeita aliança: Jesus Cristo. Na Bíblia dá-se a consciência para produzir nos homens ou gerar neles espiritualidade através de um projeto de vida espiritual. É uma proposta de caminho à santidade (Lv 19, 2), como nosso Pai nos convida a sermos santos, atualizando ou assimilando o dom de Deus no desenrolar de nossa existência, comprovando assim, que a espiritualidade não é senão a vida segundo o espírito (Rm 8). Pode-se chamar um processo de vida espiritual, ou também, de um encontro consigo mesmo, Conheça-te a ti mesmo. Um exemplo no caso de Elias que no deserto, sentiu a presença de Deus na brisa leve que tocava seu rosto (1Rs 19, 1-17), ou seja, uma profunda experiência de encontro e aceitação com Deus, fazendo sua vontade (Hb 10, 7). A espiritualidade nos leva a contemplação através dos evangelhos que ensina e faz ansiarmos o Cristo a ponto de declarar que já não sou eu que

21 21 vivo é Cristo que vive em mim (Gl 2, 20) exigindo de cada uma o mais profundo amor. 1.3 Espiritualidade no Antigo Testamento O Antigo Testamento é uma conjunção de 46 livros, onde encontram diversas experiências do povo de Israel com Deus, individual e coletivo, junto com os livros poéticos e sapiensiais, e também os livros proféticos Espiritualidade Deuteronomista O Deuteronômio é uma coleção de homilias que concentra-se na fidelidade da Lei e amor a Deus (Dt 10, 11), onde a falta desse amor é muito grave: Eis que hoje estou colocando diante de ti a vida e a felicidade, a morte e a infelicidade (Dt 30, 15), requerendo assim, uma conversão interior, mas voluntária a Deus com amor (Dt 6, 5) Espiritualidade Profética Representa uma concreta revelação de Deus nos profetas, ou seja, dentro do que o profeta é chamado a comunicar a palavra divina. Sua espiritualidade une-se à mística e à justiça dos profetas com palavras que muitas vezes perturbam a existência humana e até o portador como em Jeremias (Jr 10), mas também palavras que consolam e salvam (Am 9, 11; Jr 30,31), unindo assim o céu e a terra, Deus com os homens, fé e razão, mística e justiça Espiritualidade Sapiensial Entramos em um novo tema, pois os livros sapiensiais (Provérbios, Jô, Eclesiastes, Sabedoria e Eclesiástico) deslocam-se para novas diretrizes,

22 22 tirando os grandes eventos salvitícios, mas dando ênfase às secretas epifanias divinas no cotidiano e na natureza. Os que amam a sabedoria amam a vida; os que a procuram, desde a manhã ficarão cheios de alegria (Eclo 4,12), a sabedoria é uma qualidade divina que penetra o ser humano, sendo de um positivo e alegre otimismo como participantes na dança da sabedoria divina (Pr 8, 30). Encontra-se no livro de Jó que parte de um silêncio de Deus, e a aparência concreta do mal, pois Deus se silencia para o homem em si construir uma sabedoria mística, assim como em Eclesiastes, ambos misteriosos, mas salvadores Espiritualidade Sálmica O coração da espiritualidade bíblica. Nos salmos mostra-se com grande cuidado a face de Deus. O desejo da alma nos salmos expressa a sede de Deus (Sl 18, 29). O sabor e o frescor de Deus é o alimento que sacia as esperanças humanas, suas palavras como o mel que escorre dos favos (Sl 19, 11) Tu és a luz da minha lâmpada O homem que se deixa envolver por esta luz, é quase possuído por Deus. (Second, 1993). Deus irradia sua luz empalidecendo as pequenas lâmpadas dos homens e tudo o que o circunda aquecendo e vivificando a todos os homens que buscam tua palavra, sendo luz para o caminho (Sl 119, 105) Amo-te, Senhor, meu rochedo Representa Deus como força, rocha, libertador, escudo, baluarte (Sl 27, 1), mesmo se o fiel estiver cercado por males Deus é a fortaleza (Sl 27, 1),

23 23 coloca sua confiança em Deus e em sua justiça divina, pois somos aquecidos e nutridos por Ele, quem poderá contra Ele? A noite escura Mesmo estando muito arrasado, ainda o salmista mantém sua fé. Dá-se uma parte desses salmos ao sofrimento do homem em relação ao mal, quer por doenças ou por males externos (Sl 7, 2; 35, 19), a crise da fé (Sl 7), solidão (Sl 102, 7), mas tudo supera-se mediante à confiança em Deus, porque Ele acolhe (Sl 27, 10). O drama do pecador nos salmos penitenciais 51 e 130 mostra a conversão pelo perdão divino que o reconduz à aliança, pois o mal nasce do pecado, e a conversão faz o homem retornar ao projeto divino, fonte de uma nova existência A verdadeira face de Deus Caracteriza-se nos salmos como a última meta onde Deus aparece como Pai (Sl 68, 6). No salmo 131 exprime o amor profundo de Deus por suas criaturas Novo Testamento O Novo Testamento é um conjunto de 27 livros separados em evangelhos, atos dos apóstolos, epístolas e apocalipse, anunciando a pessoa de Jesus Cristo. Os textos desse conjunto de livros confirmam a mais perfeita nova e eterna aliança de Deus aos homens por Jesus Cristo. Em Mt 5, 48, Jesus exige atitudes decisivas como no sermão das Bem Aventuranças, que mostram o modelo desta atitude com relação a Deus, regulados por uma lei ainda santa. Daí a urgência da decisão unida ao anúncio do Reino, com base nestas palavras de Cristo Arrependei-vos e crede no Evangelho (Mc 1, 15), segundo a tradição sinóitica, junto à prontidão sem olhar para trás (Lc 9, 62), renúncia

24 24 (Mt 6, 19-34), aos laços carnais (Lc 14, 26) e à sua própria vida (Lc 9, 24), buscando a salvação (Lc 16, 1-8). Outra forma de observa Cristo é no cotidiano, mais precisamente e suas obras, seus milagres. Este fato resume-se a seguinte palavra de Cristo: Pois o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos (Mc 10, 45). Depois de suas demonstrações, com palavras e obras vem o anúncio de Jesus: Cumpriu-se o tempo e o Reino de Deus está próximo (Mc 1, 15), todavia, como diz na parábola da semente (Mc 4, 26-29), mas para atingir a plenitude, essa semente necessita da colaboração humana. No evento Pascal é onde se dá a gloriosa atuação do Reino de Deus. O centro do qual parte toda a fé cristã, na ressurreição, de Cristo, manifestando e transcendendo a história. Portanto na espiritualidade pascal está exaltada o destino da plenitude onde nunca mais haverá morte ( Ap 21,4) para toda a humanidade. 1.4 Espiritualidade Paulina A meta da espiritualidade paulina é a de formar no ser uma nova criatura através de Cristo: se alguém estiver em Cristo, é nova criatura (2Cor 5, 17), repetindo em (Cl 3, 10). Enquanto o homem exterior caminha para a ruína, o homem interior se renova dia-a-dia (2Cor 4, 16), sintetizando todas as dimensões do homem em Cristo mediante a fé e o amor (1Cor 13) Espiritualidade Joanina João propõe uma espiritualidade e mística muito intensa, nas experiências históricas do Cristo, conhecer e fazer a verdade. A espiritualidade joanina revela como o ponto de chegada E o Verbo se fez carne e habitou entre nós (Jo 1, 14), da ação trinitária, até a plena participação do fiel na vida divina (Jo 17, 23).

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