BIBLIOTERAPIA: uma experiência com os idosos do abrigo São Francisco de Assis

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "BIBLIOTERAPIA: uma experiência com os idosos do abrigo São Francisco de Assis"

Transcrição

1 BIBLIOTERAPIA: uma experiência com os idosos do abrigo São Francisco de Assis GT 2 - Mercado de Trabalho, Empreendedorismo e ações do Profissional da Informação Contemporâneo Modalidade: Comunicação Oral RESUMO FREITAS, Josilene Santos de 1 PIMENTA, Bernadete de Araújo 2 LOPES, Rafaela Damasceno Correia 3 BEZERRA, Lucas Aguiar 4 SANTOS, Marilúcia Lessa 5 O presente artigo apresenta os resultados da pesquisa realizada como requisito obrigatório de avaliação final da Disciplina Metodologia da Pesquisa Cientifica. O foco do estudo é apresentar a contribuição da biblioterapia para interação e entretenimento dos idosos moradores de abrigos. A pesquisa foi realizada no abrigo São Francisco de Assis que atualmente abriga 39 idosos. A amostra utilizada contou com a participação de 15 idosos. A metodologia aplicada foi o estudo de caso. Utilizou-se da técnica da observação e para coleta de dados a entrevista semi-estruturada. Pode-se concluir que após a prática da biblioterapia realizada com os idosos, observou-se maior integração entre os idosos abrigados e seus familiares. Conclui-se, que a prática da leitura neste ambiente apresenta-se com uma forma de lazer, contribui para o aumento da autoestima e de integração social. Palavras- Chave: Biblioterapia. Estatuto do idoso. Abrigo São Francisco de Assis. ABSTRACT This article presents the results of research conducted as a mandatory requirement of the final evaluation of Discipline Scientific Research Methodology. The focus of the study is to present the contribution of bibliotherapy for interaction and entertainment of the elderly residents of shelters. The research was conducted under St. Francis of Assisi which currently houses 39 elderly. The sample was attended by 15 aged. The methodology used was the case study. We used the technique of observation and data collection for the semi-structured 1 Graduanda em Biblioteconomia e Documentação pela Universidade Federal da Bahia. 2 Graduanda em Biblioteconomia e Documentação pela Universidade Federal da Bahia. 3 Graduanda em Biblioteconomia e Documentação pela Universidade Federal da Bahia. 4 Graduanda em Biblioteconomia e Documentação pela Universidade Federal da Bahia. 5 Graduanda em Biblioteconomia e Documentação pela Universidade Federal da Bahia. 1

2 interview. It can be concluded that after the practice of bibliotherapy conducted with the elderly, there was greater integration to observe between the elderly and their families housed. We conclude that the practice of reading this environment presents with a leisurely way, contributes to increased self-esteem and social integration. Keywords: Bibliotherapy. Status of the elderly. Shelter St. Francis of Assisi. 1 INTRODUÇÃO Nos últimos anos, houve no Brasil um grande aumento do número de idosos e da longevidade decorrente do fato de que houve redução das taxas de mortalidade e melhoria da qualidade de vida. Assim, a sociedade vem se preparando para enfrentar novos desafios no que diz respeito ao ambiente, práticas de saúde, políticas sociais de atenção ao idoso, criando condições que possibilitem um envelhecimento saudável. Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a parcela da população de idosos vem aumentando na cidade de Salvador. No ano de 2000 a taxa a partir dos 65 anos era de 1% (24.579), em 2010 houve um acréscimo de 0,3%, totalizando assim, Atualmente, estudos realizados comprovaram os benefícios terapêuticos proporcionados pela leitura. Através do exercício constante da leitura as pessoas passam a compreender melhor sobre problemas existenciais ou simplesmente problemas do dia a dia. Neste contexto, enquadra-se a Biblioterapia, ou seja, a leitura realizada com objetivo terapêutico elaborado a partir de um programa de atividades selecionadas, envolvendo materiais de leitura desenvolvidos especificamente para problemas emocionais, entre outros. Dentre as atividades orientadas ao idoso, tanto o que vive em família, como o que vive confinado, a leitura tem sido um elemento que ocupa de forma saudável os momentos da vida do idoso, seja para o lazer ou entretenimento, ou em sua recuperação, em caso de doença. Desta forma, objetiva-se nesta pesquisa identificar a importância da prática da leitura no Abrigo São Francisco de Assis e como ela pode ajudar no bem-estar dos idosos como um recurso ocupacional, recreativo e de interação para os idosos. E a partir disso, elevar sua autoestima e desenvolver o seu cognitivo. 2

3 2 ESTATUTO DO IDOSO O Estatuto do Idoso foi aprovado no segundo semestre de 2003, porém entrou em vigor no dia 01 de janeiro de Este importante instrumento foi idealizado com o intuito de assegurar os direitos dos idosos, no Capítulo V, Artigo 20, estabelece que os idosos tenham o direito à educação, à cultura, ao esporte e ao lazer, às diversões, aos espetáculos, a produtos e serviços que respeitem sua peculiar condição de idade. O estatuto do idoso define medidas de proteção ás pessoas com idade igual ou acima de 60. O projeto regulamenta o direito dos idosos, determina obrigações das entidades assistências e estabelece penalidades para as situações de desrespeito aos idosos. O referido Estatuto representa um avanço, enquanto política pública e garantidor de direitos, visando também minimizar um dos maiores problemas do idoso, que é a solidão. A aposentadoria proporciona a perda do núcleo de trabalho, que é um dos principais vínculos com a sociedade. Nesta etapa da vida, os filhos já não vivem mais em casa e em alguns casos, já houve perda do cônjuge, havendo a necessidade de adaptação a essa nova fase. Será necessário buscar e criar novos vínculos, outras situações que lhe ajudem a integrar-se a um grupo social (GEIS, 2003). A participação dos idosos em atividades socioculturais tais como: encontros para roda de leituras, cursos, comemorações que contam com a presença da comunidade e de familiares poderá propiciar momentos de integração social e entretenimento, elementos fundamentais da vida humana. 3 REVISÃO DA LITERATURA De acordo com a literatura pesquisada acerca da temática em questão a biblioterapia apresenta-se como um método que consiste na dinamização e na ativação da linguagem. Nesta abordagem as palavras não são neutras. O método biblioterapêutico versa em uma dinamização e ativação existencial por meio da dinamização e ativação da linguagem. As palavras não são imparciais. Neste sentido, a biblioterapia para o desenvolvimento pessoal é descrita como apoio literário personalizado para possibilitar o desenvolvimento progressivo da pessoa. Pode ser aplicada, por exemplo, em escolas, bibliotecas públicas, abrigos de 3

4 idosos, e centros comunitários ou religiosos. O bibliotecário desempenha principalmente o papel de educador. A biblioterapia tem a função de atuar como uma forma de reabilitação do individuo, procurando ajudá-lo numa melhor forma de vida. Originada do grego biblion livro e therapeia tratamento, é um processo interativo que se utiliza da leitura e outras atividades lúdicas como coadjuvantes, inclusive em tratamentos de pessoas acometidas por doenças físicas e mentais. Conforme Bueno (2002, p.16), [...] a Biblioterapia pode estar presente no ato de ACOLHER aquele que está disposto a falar e a ouvir, a brincar, educar e aliviar as tensões através do livro; no ato de SIGNIFICAR aquele que avalia as necessidades e procura na leitura dirigida explorar as questões pessoais; e no ato de INTERVIR quando afeta-se culturalmente e socialmente o paciente. Pelo fato de trabalhar diretamente nas relações mais humanas do paciente a biblioterapia influenciará no trabalho do profissional de saúde e no SIGNIFICAR e INTERVIR do processo saúde-doença. Para Ouaknin (1996, p. 198), [...] a Biblioterapia é primeiramente uma filosofia existencial e uma filosofia do livro, é sublinha que o homem é um [...] ser dotado de uma relação com o livro. Dessa forma, essa relação com o livro a leitura permite ao homem compreender o texto e se compreender. O leitor, ao interpretar, passa a fazer parte do texto interpretado. A leitura implica uma interpretação que é em si mesma uma terapia, posto que evoca a idéia de liberdade pois, permite a atribuição de vários sentidos ao texto. O leitor rejeita o que lhe desgosta e valoriza o que lhe agrada, dando vida e movimento às palavras, numa contestação ao caminho já traçado e numa busca de novos caminhos. A Biblioterapia contempla não apenas a leitura, mas também, o comentário que lhe é adicional. Assim, as palavras se seguem umas às outras texto escrito e oralidade, o dito e o desdito, a afirmação e a negação, o fazer e o desfazer, o ler e o falar em uma sobreposição que conduz à reflexão, ao encontro das múltiplas verdades em que o curar se configura como abrir-se a uma outra dimensão (CALDIN, 2001). Para Pintos (1999, p. 45), a biblioterapia, como qualquer outra técnica logoterapêutica, pode ser implantada com qualquer população, da infantil à terceira idade, alcançando bons resultados. Comprovadamente os livros podem ser usados tanto para fins biblioterapêuticos como para os fins de bibliodiagnóstico. 3 BREVE HISTÓRICO SOBRE O ABRIGO SÃO FRANCISCO DE ASSIS 4

5 O Abrigo São Francisco de Assis foi fundado em novembro de 1967 no Bairro do Bonfim na cidade de Salvador no estado da Bahia. O abrigo foi fundado e pelo senhor Humberto Orrico, na ocasião desligou-se da legião da Boa Vontade a qual era filiado, em posse de recursos próprios adquiriu a casa situada no Bairro do Bonfim e começou a restaurála. Logo em seguida, abrigou ali algumas senhoras e oito moças. Posteriormente, com a doação feita pelo senhor Joaquim Rodrigues de Oliveira, de uma área no município de Camaçari na região metropolitana de Salvador, fundou-se naquele município uma extensão do Abrigo. A missão do Abrigo Francisco de Assis é dar amparo e acolhimento aos idosos, promovendo a manutenção dos direitos básicos e alegria de viver, procurando satisfazer os seus anseios, levando-os a uma vida plena de respeito e dignidade, sem desvinculá-los de sua família. O abrigo tem como principal objetivo oferecer ao idoso abrigado à certeza de que ele ainda pode ser útil, importante e ativo, evitando que ele entre numa rotina depressiva, que o leve á falta de perspectivas de vida e a tristeza. Por isso conta com um grupo de funcionários e voluntários dedicados e capacitados para atender as necessidades de cada idoso, procurando satisfazer-lhes anseios justos, sem desvinculá-lo da família e se possível fazendo-os retornar a ela em condições muito mais saudáveis. 4 PAPEL SOCIAL DA BIBLIOTECONOMIA Ao longo do tempo, o oficio de bibliotecário passou por grandes transformações. Este profissional de guardião de livros torna-se cientista da informação. As relações sociais outrora inexistentes, hoje fazem parte do cotidiano deste profissional. As novas tendências a pontam para atuação do bibliotecário mediador da informação, interagindo cada vez mais com o usuário. Neste sentido, o bibliotecário assume também o papel de educador participando das ações pedagógicas e sociais desenvolvidas nas instituições, além disso, torna-se responsável pelo desenvolvimento da competência informacional dos usuários. Neste contexto, Cunha (2009) afirma que: [...] como nossa profissão é a profissão essencialmente social. Uma profissão de mediação e de contato, de fazer com o outro de fazer pelo outro, caberá ao bibliotecário desempenhar, além das funções técnicas, suas funções sociais, afim de 5

6 colaborar para o desenvolvimento social para chegar a uma sociedade mais justa.(cunha, 2009.p 24.) Atualmente a área da saúde tem sido um campo promissor para prática social da biblioteconomia, por intermédio da biblioterapia aplicada em hospitais, asilos e creches. Por conta dessas diversidades de atuação é necessário que façam parte da equipe profissionais de acordo com as especificidades. Segundo, Pereira (1996, p.36), a partir de 1904 a biblioterapia passa a ser considerada como um ramo da Biblioteconomia. Os bibliotecários a assumiram como atividade de entretenimento e ocupacional, antes utilizada somente como atividade terapêutica por médicos americanos no tratamento de seus pacientes. Seguindo este raciocínio, verifica-se que o profissional bibliotecário vem ampliando o seu campo de atuação, e a biblioterapia enquadra-se como um das atividades mais promissoras para esse profissional. Porém as dificuldades ainda são inúmeras, por conta do nível de capacitação exigida do profissional para atuar neste segmento. 5 METODOLOGIA Trata-se de um estudo de caso. Este [...] é uma pesquisa empírica que investiga um fenômeno contemporâneo dentro de seu contexto real, com contação de histórias, o método indutivo, uma vez que o raciocínio indutivo leva a conclusões prováveis, porém mais gerais do que o conteúdo das hipóteses. O ponto de partida do método indutivo não são os princípios, mas a observação dos fatos e dos fenômenos, da realidade objetiva. (YIN, 200?). A pesquisa em questão foi motivada com o objetivo de cumprir o requisito obrigatório de avaliação final da Disciplina Metodologia da Pesquisa Cientifica. Por conta disso, elaborou-se um projeto estabelecendo as principais ações e o cronograma das atividades necessárias para realização da referida pesquisa. Em seguida, buscou-se definir o local mais apropriado para execução da biblioterapia. Para melhor compreensão acerca do impacto desta prática, realizou-se a técnica de observação direta, que foi realizada através de visitas e verificação das atividades praticadas no local. Os estudantes pesquisadores participaram dessas atividades recreativas com os idosos, entre elas pode-se destacar: jogo de dominó, dança de roda, entre outras. Isso contribuiu significativamente para maior envolvimento e motivação dos sujeitos participantes. 6

7 À medida que as visitas tornaram-se mais frequentes os resultados foram acontecendo de forma mais efetiva. A técnica de leitura escolhida foi a coletiva que incluía a participação de 10 idosos. O universo de pesquisa foi realizado no Abrigo São Francisco de Assis, localizado na cidade de Salvador no estado da Bahia no período entre os meses de março á abril de O trabalho foi dividido em três momentos: Primeiro momento: Aconteceu uma dinâmica de apresentação. Segundo momento: Leitura Dinâmica (Interpretativa e Explicativa de cada parágrafo). Terceiro momento: O momento de escuta: todos foram convidados a dizer o que acharam dessa atividade e questionados do que queriam para os próximos encontros. Assim, foram registradas as falas dos idosos, suas sugestões e tratou-se de categorizá-las para uma posterior análise dos dados obtidos. 6 RESULTADOS FINAIS Os idosos residentes do Abrigo São Francisco de Assis são proveniente da cidade de Salvador e região metropolitana. Os idosos abrigados estão na faixa etária 60 aos 75 anos de idade. Contudo, foram selecionados 10 idosos que estavam em condições fisiológicas, neurológicas, além disso, demonstraram disposição para participar das atividades. A primeira atividade ocorreu na primeira semana do mês de março de 2013, com a participação de todos os idosos selecionados. No primeiro momento os idosos participaram da dinâmica de apresentação, a atividade contou com a participação de 100% dos idosos. O segundo momento a Leitura Dinâmica (Interpretativa e Explicativa de cada parágrafo). O conteúdo da história consistia em valorizar a experiência adquirida com a maturidade. O terceiro momento, os participantes foram motivados a expor suas opiniões sobre situação abordada na história. Neste aspecto, a participação dos idosos correspondeu a 60%. Desses participantes, 20% se identificaram com os personagens, compartilharam algumas experiências de vida e situações do tempo de juventude. Eles aproveitaram á oportunidade para demonstrar que a maior insatisfação era a ausência dos familiares, outros 30% manifestaram opinião sobre o tema. Enquanto, 10% dos participantes responderam que não gostaram do final da história. 7

8 Por fim, o terceiro momento, o momento da escuta, solicitou-se aos idosos que fizessem comentários acerca das atividades realizadas e também sugestões para as atividades dos próximos encontros. Neste sentido, pode-se observar o interesse de 80% dos participantes. Neste caso, a maioria dos idosos escolheu a atividade realizada pelos estudantes, ou seja, a leitura dos textos seguida de um dedinho de prosa. É importante salientar que a escolha do material utilizado é um fator preponderante da biblioterapia e pode influenciar nos resultados. Pois, o conteúdo da literatura é um fator determinante e está relacionado diretamente com o nível de assimilação e identificação por parte dos participantes e, além disso, faz parte do processo da biblioterapia. Neste sentido, foram escolhidos textos de conteúdos motivacionais que demonstraram o lado positivo da maturidade, e dessa forma atingir o público alvo, 7 CONCLUSÃO Pode-se concluir que após a prática da Biblioterapia realizada no Abrigo São Francisco de Assis propiciou maior integração entre os idosos abrigados. Assim como, este comportamento será percebido entre os idosos e seus familiares. Pois, no decorre da pesquisa os idosos demonstraram imenso interesse em participar de todas as etapas do projeto. Verificou-se ainda, por parte dos idosos, disposição na perspectiva de próximas atividades. Contudo, o resultado propriamente dito deve acontecer de forma gradativa. Portanto, a prática biblioterapêutica com idosos demonstrou ser útil no processo de desenvolvimento emocional e de bem-estar como fonte de lazer e de informação e interação biblioterapeuta/idoso/estudante e, no processo de sociabilização, além de proporcionar momentos de descontração e alegria aos idosos, contribuindo para o bem estar mental dos mesmos. A realização da pesquisa apresentou aos estudantes do curso de Biblioteconomia uma nova perspectiva de atuação a partir da prática da Biblioterapia em ambiente distintos do universo habitual desses profissionais. Contudo, na literatura existente, alguns autores apresentam algumas dificuldades enfrentadas pelo profissional que não possui uma especialização em áreas que dão suporte para a implantação da prática biblioterapêutica. Diante do que foi exposto, verificou-se que a experiência vivenciada pelos estudantes durante o período de realização do projeto de pesquisa sobre a prática da biblioterapia 8

9 aplicada com os idosos do Abrigo São Francisco de Assis, contribuiu de forma enriquecedora, principalmente nos aspectos emocionais que compõe a formação do individuo e esta experiência ficará para sempre na memória da cada um dos participantes. REFERÊNCIAS ALMEIDA JÚNIOR, O. F. de.mediação da informação e múltiplas linguagens. Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação, Brasília, v. 2, n. 1, p , jan./dez Disponível em: <http://inseer.ibict.br/ancib/index.php/tpbci/article/view/17/39>. Acesso em: 13 maio BRASIL. Lei nº 8.842, de 4 de janeiro de Dispõe sobre a política nacional do idoso, cria o Conselho Nacional do Idoso e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, 5 de jan Disponível em:<http://www.in.gov.br.> Acesso em 10 ago BUENO, Silvana Beatriz. A aplicação da Biblioterapia em crianças enfermas. Relatório final (Curso de Biblioterapia) Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, CALDIN, Clarice Fortkamp. A leitura como função terapêutica: biblioterapia. R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, n.12, p , CUNHA, M. V. O papel social do bibliotecário. Encontros Bibli: revista eletrônica de Biblioteconomia Ciência da Informação, Florianópolis. v. 8, n. 15, p.1-6, Disponível em: <http://www.brapci.ufpr.br/documento.php?dd0= &dd1=c0cca>. Acesso em: 04 maio BRASIL. Estatuto do idoso. Vitória: Secretaria do Trabalho, Assistência e Desenvolvimento Social, p. GEIS, Pilar Pont. Atividade física e saúde na terceira idade: teoria e prática. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, p. PINTOS, Claúdio Garcia. A Logoterapia em contos: o livro como recurso terapêutico. Tradução Thereza Cristina F. Stummer. São Paulo: Paulus,1999, p. 45. PEREIRA, Marília Mesquita Guedes. Biblioterapia: proposta de um programa de leitura para portadores de deficiência visual em bibliotecas públicas. João Pessoa: Ed. Universitária, 1996, p

10 INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE. Estudos e Projeção da População do Brasil por Sexo e Idade para o período de Revisão Rio de Janeiro: IBGE. OUAKNIN, Marc-Alain. Biblioterapia. São Paulo: Loyola, YIN, Roberto K. Estudo de caso. Disponível em: Disponível em: < Acesso em: 22 maio ROSSI, Tatiana; ROSSI, Luciene; SOUZA, Maria Raquel. Aplicação da biblioterapia em idosos da Sociedade Espírita Obreiros da Vida Eterna (SEOVE), Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v. 12, n. 2, p , jul./dez.,

11 APÊNDICE Formulário de Entrevista / Observação para obtenção de informação acerca da contribuição da leitura através da prática da biblioterapia no abrigo São Francisco de Assis. Dados Pessoais 1) Nome: 2) Sexo: 3)Idade: 4)Ano que ingresso no abrigo: Estudante X Idosos 5)Você costuma ler diariamente? 6)A leitura ajuda você em algo? Em quê? 7)A história que você ouviu tem algo a ver com você sua história de vida? 8) Você se identificou com algum personagem da historia? Qual? 9) Qual a atividade que você mais gostou de participar? 10) Para você o que significa envelhecer? 11

SALA DE ESPERA DIREITOS DOS IDOSOS: SUBPROJETO DO NÚCLEO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, JURÍDICA E DE ESTUDOS SOBRE A PESSOA IDOSA

SALA DE ESPERA DIREITOS DOS IDOSOS: SUBPROJETO DO NÚCLEO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, JURÍDICA E DE ESTUDOS SOBRE A PESSOA IDOSA 110. ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( x ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA SALA DE ESPERA DIREITOS DOS IDOSOS: SUBPROJETO DO NÚCLEO

Leia mais

A LEITURA COMO TRATAMENTO: diversas aplicações da biblioterapia

A LEITURA COMO TRATAMENTO: diversas aplicações da biblioterapia UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS DEPARTAMENTO DE BIBLIOTECONOMIA XIV Encontro Regional de Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Ciência da Informação e Gestão

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO

LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO Inês Aparecida Costa QUINTANILHA; Lívia Matos FOLHA; Dulcéria. TARTUCI; Maria Marta Lopes FLORES. Reila Terezinha da Silva LUZ; Departamento de Educação, UFG-Campus

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL E A PRÁTICA PROFISSIONAL NA CASA DA ACOLHIDA

O SERVIÇO SOCIAL E A PRÁTICA PROFISSIONAL NA CASA DA ACOLHIDA O SERVIÇO SOCIAL E A PRÁTICA PROFISSIONAL NA CASA DA ACOLHIDA LEMOS, Josiane (estágio I), e-mail: lemosjosi@hotmail.com SANTOS, Lourdes de Fátima dos (estágio I). e-mail: lurdesfsantos84@hotmail.com SCHEMIGUEL,

Leia mais

VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL

VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL CONSIDERAÇÕES SOBRE O TRABALHO REALIZADO PELO SERVIÇO SOCIAL NO CENTRO PONTAGROSSENSE DE REABILITAÇÃO AUDITIVA E DA FALA (CEPRAF) TRENTINI, Fabiana Vosgerau 1

Leia mais

Acessibilidade na Biblioteca Anísio Teixeira (BAT): as ações do Setor de Atendimento a Criança e ao Adolescente Surdo (SACAS).

Acessibilidade na Biblioteca Anísio Teixeira (BAT): as ações do Setor de Atendimento a Criança e ao Adolescente Surdo (SACAS). Temática(s): Acessibilidade em Biblioteca Tipo de Trabalho: Trabalho Técnico-Científico Título do trabalho: Acessibilidade na Biblioteca Anísio Teixeira (BAT): as ações do Setor de Atendimento a Criança

Leia mais

Serviços de Extensão. O que é?

Serviços de Extensão. O que é? Serviços de Extensão O que é? São ações realizadas para alcançar grupos de pessoas que, por alguma razão, não podem ir até o espaço físico da biblioteca e ter contato com os serviços e informações oferecidos

Leia mais

TERCEIRA IDADE - CONSTRUINDO SABERES SOBRE SEUS DIREITOS PARA UM ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

TERCEIRA IDADE - CONSTRUINDO SABERES SOBRE SEUS DIREITOS PARA UM ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA TERCEIRA IDADE - CONSTRUINDO SABERES SOBRE SEUS DIREITOS PARA UM ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Gabriela Pereira Batista, graduanda em enfermagem (UNESC Faculdades) gabrielabio_gabi@hotmail.com

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS OFICINAS NO ÂMBITO DA GRADUAÇÃO. PET BIBLIOTECONOMIA

A IMPORTÂNCIA DAS OFICINAS NO ÂMBITO DA GRADUAÇÃO. PET BIBLIOTECONOMIA XIV Encontro Regional dos Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Ciência da Informação e Gestão da Informação - Região Sul - Florianópolis - 28 de abril a 01 de maio de 2012 A IMPORTÂNCIA DAS OFICINAS

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS (PNEE): construindo a autonomia na escola

EDUCAÇÃO FÍSICA PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS (PNEE): construindo a autonomia na escola EDUCAÇÃO FÍSICA PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS (PNEE): construindo a autonomia na escola Autora: CAMILA SOUZA VIEIRA Introdução A presente pesquisa tem como temática Educação física para Portadores

Leia mais

PROJETO TEMPO DE LER BIBLIOTERAPIA PARA A TERCEIRA IDADE

PROJETO TEMPO DE LER BIBLIOTERAPIA PARA A TERCEIRA IDADE RELATO DA INICIATIVA 5.1 Nome da Iniciativa PROJETO TEMPO DE LER BIBLIOTERAPIA PARA A TERCEIRA IDADE 5.2 Caracterização da Situação Anterior O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta

Leia mais

CONCEPÇÕES DE IDOSOS ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA UM ENVELHECER SAUDÁVEL

CONCEPÇÕES DE IDOSOS ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA UM ENVELHECER SAUDÁVEL CONCEPÇÕES DE IDOSOS ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA UM ENVELHECER SAUDÁVEL Ocilma Barros de Quental. Faculdade de Medicina do ABC(ocilmaquental2011@hotmail.com) Sheylla Nadjane Batista Lacerda.

Leia mais

ENVELHECIMENTO E A PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL

ENVELHECIMENTO E A PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL ENVELHECIMENTO E A PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL O processo de envelhecimento e a velhice devem ser considerados como parte integrante do ciclo de vida. Ao longo dos tempos, o conceito de envelhecimento e as

Leia mais

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 0 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Renato da Guia Oliveira 2 FICHA CATALOGRÁFICA OLIVEIRA. Renato da Guia. O Papel da Contação

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. Baú da Leitura

Mostra de Projetos 2011. Baú da Leitura Mostra de Projetos 2011 Baú da Leitura Mostra Local de: Dois Vizinhos Categoria do projeto: Projeto em implantação, com resultados parciais Nome da Instituição/Empresa: Secretaria Municipal de Educação,

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Anais. III Seminário Internacional Sociedade Inclusiva. Ações Inclusivas de Sucesso

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Anais. III Seminário Internacional Sociedade Inclusiva. Ações Inclusivas de Sucesso Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Anais III Seminário Internacional Sociedade Inclusiva Ações Inclusivas de Sucesso Belo Horizonte 24 a 28 de maio de 2004 Realização: Pró-reitoria de Extensão

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA DE ENSINO Bruno Rodrigo Teixeira 1 Universidade Estadual de Londrina - UEL bruno_matuel@yahoo.com.br Camila Rosolen 2 Universidade Estadual de Londrina - UEL camilarosolen@yahoo.com.br

Leia mais

THALITA KUM PROJETO - CUIDANDO COM HUMANIDADE DOS ACAMADOS E DE SEUS CUIDADORES.

THALITA KUM PROJETO - CUIDANDO COM HUMANIDADE DOS ACAMADOS E DE SEUS CUIDADORES. THALITA KUM PROJETO - CUIDANDO COM HUMANIDADE DOS ACAMADOS E DE SEUS CUIDADORES. ANA LUCIA MESQUITA DUMONT; Elisa Nunes Figueiredo. Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte SMSA-BH (Atenção Básica)

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E MEIO AMBIENTE

UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E MEIO AMBIENTE UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E MEIO AMBIENTE PROJETO AVALIAÇÃO INTEGRAL DA CRIANÇA MAFRA 2009 Núcleo de Ciências da Saúde e Meio Ambiente

Leia mais

PROJETO ESCOLA PARA PAIS

PROJETO ESCOLA PARA PAIS PROJETO ESCOLA PARA PAIS Escola Estadual Professor Bento da Silva Cesar São Carlos São Paulo Telma Pileggi Vinha Maria Suzana De Stefano Menin coordenadora da pesquisa Relator da escola: Elizabeth Silva

Leia mais

5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior

5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior 5.1 Nome da iniciativa ou Projeto Academia Popular da Pessoa idosa 5.2 Caracterização da Situação Anterior O envelhecimento é uma realidade da maioria das sociedades. No Brasil, estima-se que exista, atualmente,

Leia mais

BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA E ENVELHECIMENTO ATIVO: CONQUISTAS E DESAFIOS

BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA E ENVELHECIMENTO ATIVO: CONQUISTAS E DESAFIOS BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA E ENVELHECIMENTO ATIVO: CONQUISTAS E DESAFIOS Cristiane Cinat Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP - Franca cricriblue@hotmail.com Introdução

Leia mais

O BRINCAR E SUA FUNÇÃO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA EM INSTITUIÇÕES ESCOLARES: O QUE DIZEM OS PSICOPEDAGOGOS? DIOGO SÁ DAS NEVES

O BRINCAR E SUA FUNÇÃO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA EM INSTITUIÇÕES ESCOLARES: O QUE DIZEM OS PSICOPEDAGOGOS? DIOGO SÁ DAS NEVES 1 O BRINCAR E SUA FUNÇÃO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA EM INSTITUIÇÕES ESCOLARES: O QUE DIZEM OS PSICOPEDAGOGOS? Introdução DIOGO SÁ DAS NEVES A Psicopedagogia compromete-se primordialmente com o sistema

Leia mais

SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA

SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA Romaldo Bomfim Medina Jr 1 Luciane Silva Ramos 2 Fernanda Franceschi de Freitas 3 Carmem Lúcia Colomé Beck 4 O movimento

Leia mais

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense Projeto de Extensão Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense 1.0 - JUSTIFICATIVA Considerando que a Extensão Universitária tem entre as suas

Leia mais

LEITURA: ASAS DA LIBERDADE PROJETO HUMANIZADOR À LUZ DA BIBLIOTERAPIA COM AÇÃO SOCIAL TRANSFORMADORA NOS ENVOLVIDOS

LEITURA: ASAS DA LIBERDADE PROJETO HUMANIZADOR À LUZ DA BIBLIOTERAPIA COM AÇÃO SOCIAL TRANSFORMADORA NOS ENVOLVIDOS LEITURA: ASAS DA LIBERDADE PROJETO HUMANIZADOR À LUZ DA BIBLIOTERAPIA COM AÇÃO SOCIAL TRANSFORMADORA NOS ENVOLVIDOS Tânia de Fátima Gontijo Fonseca Margarita Rodrigues Torres Introdução Brasil / Injustiça

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

Universidade Estadual de Londrina

Universidade Estadual de Londrina Universidade Estadual de Londrina LEITURA NO HOSPITAL: EXPERIÊNCIA DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA Marcia Marques da Silva Carvalho 1, Vilma Aparecida Feliciano de Jesuz

Leia mais

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE Maria Cristina Kogut - PUCPR RESUMO Há uma preocupação por parte da sociedade com a atuação da escola e do professor,

Leia mais

OBSERVATÓRIO DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO. Palavras-chave: Gestão da Informação. Gestão do conhecimento. OGI. Google alertas. Biblioteconomia.

OBSERVATÓRIO DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO. Palavras-chave: Gestão da Informação. Gestão do conhecimento. OGI. Google alertas. Biblioteconomia. XIV Encontro Regional dos Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Ciência da Informação e Gestão da Informação - Região Sul - Florianópolis - 28 de abril a 01 de maio de 2012 RESUMO OBSERVATÓRIO DE

Leia mais

Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO

Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO 21 de novembro de 1978 SHS/2012/PI/H/1 Preâmbulo A Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura,

Leia mais

DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO PRECOCE

DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO PRECOCE Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 18 a 22 de outubro, 2010 337 DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM

Leia mais

Humanização no Atendimento

Humanização no Atendimento 1ª Jornada de Hotelaria Hospitalar Humanização no Atendimento Outubro de 2014 Juliana Hissamura Se pudéssemos ver o coração dos outros e entender os desafios que cada um enfrenta, acredito que nós trataríamos

Leia mais

Relat a óri r o Despert r ar r 2 013

Relat a óri r o Despert r ar r 2 013 Relatório Despertar 2013 2 Apoiada na crença de que é possível contribuir para o desenvolvimento humano na totalidade dos seus potenciais, a Associação Comunitária Despertar, realiza anualmente ações que

Leia mais

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS Art. 1. A Política de Assistência Estudantil da Pós-Graduação da UFGD é um arcabouço de princípios e diretrizes

Leia mais

UMA RELEITURA SOBRE A IMPORTÂNCIA DA BIBLIOTECA NO CONTEXTO ESCOLAR MARIA MAZARELO RODRIGUES DE LIMA

UMA RELEITURA SOBRE A IMPORTÂNCIA DA BIBLIOTECA NO CONTEXTO ESCOLAR MARIA MAZARELO RODRIGUES DE LIMA 1 UMA RELEITURA SOBRE A IMPORTÂNCIA DA BIBLIOTECA NO CONTEXTO ESCOLAR MARIA MAZARELO RODRIGUES DE LIMA INTRODUÇÃO Compreende-se que na promoção de ações de estímulo à leitura, a escola tem como instrumento

Leia mais

SERVIÇOS DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS SCFV

SERVIÇOS DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS SCFV SERVIÇOS DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS SCFV SOCIOASSISTENCIAL X SOCIOEDUCATIVO SOCIOASSISTENCIAL apoio efetivo prestado a família, através da inclusão em programas de transferência de renda

Leia mais

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO

Leia mais

CUIDANDO DO IDOSO E CUIDANDO DO CUIDADOR

CUIDANDO DO IDOSO E CUIDANDO DO CUIDADOR CUIDANDO DO IDOSO E CUIDANDO DO CUIDADOR Jorge Wilker Bezerra Clares 1 Rozzana Oliveira Tabosa 2 Carliene Bezerra da Costa 3 Maria Célia de Freitas 4 RESUMO Trata-se de um relato de experiência vivenciado

Leia mais

Metodologia e Prática de Ensino de Ciências Sociais

Metodologia e Prática de Ensino de Ciências Sociais Metodologia e Prática de Ensino de Ciências Sociais Metodologia I nvestigativa Escolha de uma situação inicial: Adequado ao plano de trabalho geral; Caráter produtivo (questionamentos); Recursos (materiais/

Leia mais

RELAÇÃO DO PARLAMENTO BRASILEIRO COM AS POLÍTICAS SOCIAIS PARA A TERCEIRA IDADE.

RELAÇÃO DO PARLAMENTO BRASILEIRO COM AS POLÍTICAS SOCIAIS PARA A TERCEIRA IDADE. ANA LÚCIA ARAÚJO DE SOUZA RELAÇÃO DO PARLAMENTO BRASILEIRO COM AS POLÍTICAS SOCIAIS PARA A TERCEIRA IDADE. Projeto de pesquisa apresentado ao Programa de Pós-Graduação do Cefor como parte das exigências

Leia mais

SATISFAÇÃO DO IDOSO NO PROGRAMA JOÃO PESSOA VIDA SAUDÁVEL

SATISFAÇÃO DO IDOSO NO PROGRAMA JOÃO PESSOA VIDA SAUDÁVEL SATISFAÇÃO DO IDOSO NO PROGRAMA JOÃO PESSOA VIDA SAUDÁVEL Priscilla Pinto Costa da Silva 1 Emília Amélia Pinto Costa da Silva 2 Luiz Arthur Cavalcanti Cabral 1 Eronaldo de Sousa Queiroz Junior 1 Nayrla

Leia mais

REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP. Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico

REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP. Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP Capítulo I Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico Art. 1º O Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico- NAP/NAPP do Centro de Ensino

Leia mais

A PRÁTICA DA TERAPIA OCUPACIONAL NA ESTIMULAÇÃO COGNITIVA DE IDOSOS QUE FREQUENTAM CENTRO DE CONVIVÊNCIA.

A PRÁTICA DA TERAPIA OCUPACIONAL NA ESTIMULAÇÃO COGNITIVA DE IDOSOS QUE FREQUENTAM CENTRO DE CONVIVÊNCIA. A PRÁTICA DA TERAPIA OCUPACIONAL NA ESTIMULAÇÃO COGNITIVA DE IDOSOS QUE FREQUENTAM CENTRO DE CONVIVÊNCIA. MEDEIROS 1, Halessandra; MORAES 2, Berla; PEDROSA 3, Mayra; RIBEIRO 4, Lys. RESUMO Este estudo

Leia mais

ATIVIDADE FÍSICA ASILAR. Departamento de Psicologia e Educação Física

ATIVIDADE FÍSICA ASILAR. Departamento de Psicologia e Educação Física ATIVIDADE FÍSICA ASILAR Departamento de Psicologia e Educação Física 1. INTRODUÇÃO Compreensivelmente, à medida que envelhecemos podemos observar várias mudanças, tanto com relação aos nossos órgãos e

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

Projeto. Supervisão. Escolar. Adriana Bührer Taques Strassacapa Margarete Zornita

Projeto. Supervisão. Escolar. Adriana Bührer Taques Strassacapa Margarete Zornita Projeto de Supervisão Escolar Adriana Bührer Taques Strassacapa Margarete Zornita Justificativa O plano de ação do professor pedagogo é um guia de orientação e estabelece as diretrizes e os meios de realização

Leia mais

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social. A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO MINISTÉRIO MELHOR VIVER- AMMV

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social. A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO MINISTÉRIO MELHOR VIVER- AMMV A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO MINISTÉRIO MELHOR VIVER- AMMV SILVA, D. Pollyane¹ MORO, M. Silvana ² SOUSA, G. Cristiane³ Resumo Este trabalho tem o intuito de descrever a Prática Profissional

Leia mais

PREFEITURA DE NOVA VENÉCIA-ES SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO PORTARIA Nº 1612 DE 06 DE FEVEREIRO DE 2015.

PREFEITURA DE NOVA VENÉCIA-ES SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO PORTARIA Nº 1612 DE 06 DE FEVEREIRO DE 2015. PORTARIA Nº 1612 DE 06 DE FEVEREIRO DE 2015. DISPÕE SOBRE O FUNCIONAMENTO E ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DAS UNIDADES DE ENSINO DA EDUCAÇÃO INFANTIL EM TEMPO INTEGRAL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE NOVA VENÉCIA-ES

Leia mais

REFLEXÕES ACERCA DA INCLUSÃO DOS SURDOS NO MERCADO DE TRABALHO

REFLEXÕES ACERCA DA INCLUSÃO DOS SURDOS NO MERCADO DE TRABALHO REFLEXÕES ACERCA DA INCLUSÃO DOS SURDOS NO MERCADO DE TRABALHO Maria Solange de Sousa Lacerda Universidade Federal de Campina Grande soldepombal@hotmail.com Josilene Martins Urtiga Silva Universidade Federal

Leia mais

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL: SENSIBILIZANDO ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL: SENSIBILIZANDO ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL: SENSIBILIZANDO ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL Paloma Rodrigues Cunha¹, Larissa Costa Pereira¹, Luã Carvalho Resplandes², Renata Fonseca Bezerra³, Francisco Cleiton da Rocha 4

Leia mais

O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas

O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas Julie Caroline de Alcântara Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP E-mail: juliealcantara.31@gmail.com

Leia mais

ESTATUTO DAS COMUNIDADES DE PRÁTICA - COPs NO PODER EXECUTIVO ESTADUAL

ESTATUTO DAS COMUNIDADES DE PRÁTICA - COPs NO PODER EXECUTIVO ESTADUAL ESTATUTO DAS COMUNIDADES DE PRÁTICA - COPs NO PODER EXECUTIVO ESTADUAL RESOLUÇÃO SEPLAG no. xx/xxxx Disciplina o funcionamento das Comunidades de Prática CoPs no âmbito do Poder Executivo Estadual, vinculadas

Leia mais

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES EDIT MARIA ALVES SIQUEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA). Resumo Diferentes instrumentos de avaliação (ENEM, SIMAVE) tem diagnosticado o despreparo dos alunos

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PSICOLOGIA DA FACULDADE ANGLO-AMERICANO

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PSICOLOGIA DA FACULDADE ANGLO-AMERICANO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PSICOLOGIA DA FACULDADE ANGLO-AMERICANO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O Estágio, pela sua natureza, é uma atividade curricular obrigatória,

Leia mais

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social: instrumentais técnico-operativos no Serviço Social. CRAS CONSULESA HELENA VAN DEN BERG - CASTRO/ PARANÁ

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social: instrumentais técnico-operativos no Serviço Social. CRAS CONSULESA HELENA VAN DEN BERG - CASTRO/ PARANÁ VIII Jornada de Estágio de Serviço Social: instrumentais técnico-operativos no Serviço Social. CRAS CONSULESA HELENA VAN DEN BERG - CASTRO/ PARANÁ DUCHEIKO, Angelina do Rocio 1 RODRIGUES, Camila Moreira

Leia mais

COMO SE TORNAR UM VOLUNTÁRIO?

COMO SE TORNAR UM VOLUNTÁRIO? COMO SE TORNAR UM VOLUNTÁRIO? Apresentação Ir para a escola, passar um tempo com a família e amigos, acompanhar as últimas novidades do mundo virtual, fazer um curso de inglês e praticar um esporte são

Leia mais

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS PAPÉIS E COMPETÊNCIAS O SERVIÇO PSICOSSOCIAL NO CREAS... O atendimento psicossocial no serviço é efetuar e garantir o atendimento especializado (brasil,2006). Os profissionais envolvidos no atendimento

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

Palavras-chave: atividade extracurricular, palestras, PET Internacional.

Palavras-chave: atividade extracurricular, palestras, PET Internacional. 1 PALESTRAS E CURSOS PROJETO DE ENSINO DESENVOLVIDO PELO GRUPO PET (PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL) DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS. Patrícia de Souza Lima AGUIAR 1 ; Jéssica

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE. CAPÍTULO I Da Finalidade. CAPÍTULO II Dos Princípios, Objetivos e Metas Seção I Dos Princípios

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE. CAPÍTULO I Da Finalidade. CAPÍTULO II Dos Princípios, Objetivos e Metas Seção I Dos Princípios LEI N. 1.343, DE 21 DE JULHO DE 2000 Institui a Política Estadual do Idoso - PEI e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE seguinte Lei: FAÇO SABER que a Assembléia Legislativa do Estado

Leia mais

APRESENTAÇÃO OBJETIVO

APRESENTAÇÃO OBJETIVO APRESENTAÇÃO O Projeto Quero Ler Prá Você consiste em percorrer praças públicas, asilos, creches, abrigos e outros espaços, a cada quinze dias, convidando às pessoas para ouvir um texto, um poema ou partes

Leia mais

Regulamento Núcleo de Apoio Psicopedagógico

Regulamento Núcleo de Apoio Psicopedagógico Regulamento Núcleo de Apoio Psicopedagógico REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PSICOPEDAGÓGICO - NAP CAPITULO I DA NATUREZA E FINALIDADE Art. 1º O presente regulamento tem por finalidade normatizar as ações do

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

PROJETO. A inserção das Famílias no CAMP

PROJETO. A inserção das Famílias no CAMP PROJETO A inserção das Famílias no CAMP APRESENTAÇÃO O CAMP-Gna é uma entidade filantrópica sediada em Goiânia, no Setor Central, onde funciona ininterruptamente há 36 anos. Desde 01 de julho de 1973,

Leia mais

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA. PROJETO DE LEI N o 6.845, DE 2010 (Apenso o Projeto de Lei n o 6.887, de 2010) I - RELATÓRIO

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA. PROJETO DE LEI N o 6.845, DE 2010 (Apenso o Projeto de Lei n o 6.887, de 2010) I - RELATÓRIO COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI N o 6.845, DE 2010 (Apenso o Projeto de Lei n o 6.887, de 2010) Institui o Programa Nacional do Esporte Solidário para o Idoso PNESI, e dá outras

Leia mais

FORMAÇÃO PARA PAIS E DOCENTES DA EDUCAÇÃO INFANTIL

FORMAÇÃO PARA PAIS E DOCENTES DA EDUCAÇÃO INFANTIL FORMAÇÃO PARA PAIS E DOCENTES DA EDUCAÇÃO INFANTIL Área Temática: Educação Modalidade: Comunicação Oral. Rosangela Maria Boeno (Coordenadora da Ação de Extensão) 1 Rosangela Maria Boeno 2 Adrieli Signorati

Leia mais

O Intérprete de Libras no Contexto da Sala de Aula na Cidade de Pelotas-RS

O Intérprete de Libras no Contexto da Sala de Aula na Cidade de Pelotas-RS INTRODUÇÃO Tecnicamente a diferença que existe entre tradutor e tradutor-intérprete é que o tradutor envolve pelo menos uma língua escrita entre as envolvidas e seu processo é consecutivo, ou seja, há

Leia mais

INSTITUCIONAL PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES

INSTITUCIONAL PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES ANEXO I ROTEIRO PARA INSPEÇÃO PERÍODICA 1 DOS SERVIÇOS DE ACOLHIMENTO Data: / / INSTITUCIONAL PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES Modalidade: ( ) Acolhimento Institucional ( ) Casa Lar 1 - DADOS GERAIS 1.1. Nome

Leia mais

Descrição do Programa SESI para a Terceira Idade São Paulo - BRASIL. Walid Makin Fahmy

Descrição do Programa SESI para a Terceira Idade São Paulo - BRASIL. Walid Makin Fahmy Descrição do Programa SESI para a Terceira Idade São Paulo - BRASIL Walid Makin Fahmy Sistema SESI SESI - Serviço Social da Indústria Entidade de direito privado, nos termos da lei civil, estruturada em

Leia mais

Você no Parlamento. Consulta Pública. Cooperação Técnica entre a CâmaraMunicipal de São Paulo e a Rede Nossa São Paulo

Você no Parlamento. Consulta Pública. Cooperação Técnica entre a CâmaraMunicipal de São Paulo e a Rede Nossa São Paulo Consulta Pública Você no Parlamento Cooperação Técnica entre a CâmaraMunicipal de São Paulo e a Rede Nossa São Paulo Termo de 18/04/2011 e Aditamento de 06/06/2011 Consulta pública com a população de São

Leia mais

RODA DE CONVERSA SOBRE PROFISSÕES

RODA DE CONVERSA SOBRE PROFISSÕES RODA DE CONVERSA SOBRE PROFISSÕES Kátia Hatsue Endo Unesp hatsueendo@yahoo.com.br Daniela Bittencourt Blum - UNIP danibittenc@bol.com.br Catarina Maria de Souza Thimóteo CEETEPS - catarinamst@netonne.com.br

Leia mais

O trabalho do CFN amplia o campo de atuação dos nutricionistas.

O trabalho do CFN amplia o campo de atuação dos nutricionistas. O trabalho do CFN amplia o campo de atuação dos nutricionistas. Quando o campo se expande, mais profissionais chegam ao mercado, mais áreas de atuação se formam e a categoria conquista mais visibilidade.

Leia mais

********** É uma instituição destinada ao atendimento de crianças de 0 a 3 anos e faz parte da Educação Infantil. Integra as funções de cuidar e

********** É uma instituição destinada ao atendimento de crianças de 0 a 3 anos e faz parte da Educação Infantil. Integra as funções de cuidar e 1 CONCEPÇÃO DE CRECHE (0 A 3 ANOS): A Constituição Federal de 1988 assegura o reconhecimento do direito da criança a creche, garantindo a permanente atuação no campo educacional, deixando de ser meramente

Leia mais

1. Centro para a Juventude. 199 jovens frequentaram os cursos de:

1. Centro para a Juventude. 199 jovens frequentaram os cursos de: Relatório Despertar 2014 2 Apoiada na crença de que é possível contribuir para o desenvolvimento humano na totalidade dos seus potenciais, a Associação Comunitária Despertar, realiza anualmente ações que

Leia mais

Dreamshaper, Jovens empreendedores construindo o futuro.

Dreamshaper, Jovens empreendedores construindo o futuro. Dreamshaper, Jovens empreendedores construindo o futuro. E.E. Prof. José Pereira Éboli Sala 12 - Sessão 2 Professor(es) Apresentador(es): Meire Regina de Almeida Siqueira Maria Regina Nunes de Campos Realização:

Leia mais

A PRÁTICA PEDAGOGICA DOS PROFESSORES NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A PRÁTICA PEDAGOGICA DOS PROFESSORES NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA A PRÁTICA PEDAGOGICA DOS PROFESSORES NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Jadson Gilliardy Barbosa de Souza¹; Maria Aparecida Alves Sobreira Carvalho 2 ; Valmiza da Costa Rodrigues Durand 3. Instituto Federal da Paraíba-

Leia mais

PRÁTICAS METODOLÓGICAS PARA ENSINO E APRENDIZAGEM DA CARTOGRAFIA NO ENSINO FUNDAMENTAL

PRÁTICAS METODOLÓGICAS PARA ENSINO E APRENDIZAGEM DA CARTOGRAFIA NO ENSINO FUNDAMENTAL PRÁTICAS METODOLÓGICAS PARA ENSINO E APRENDIZAGEM DA CARTOGRAFIA NO ENSINO FUNDAMENTAL José Euriques de Vasconcelos Neto (UFCG); Dennis Cláudio Ferreira (UFCG) Resumo O atual sistema educacional tem buscado

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DE ESPAÇO FÍSICO NA CRECHE ( os cantinhos ), que possibilitou entender o espaço como aliado do trabalho pedagógico, ou seja, aquele que

ORGANIZAÇÃO DE ESPAÇO FÍSICO NA CRECHE ( os cantinhos ), que possibilitou entender o espaço como aliado do trabalho pedagógico, ou seja, aquele que Introdução A formação continuada iniciou-se com um diagnóstico com os profissionais que atuam nos Centros de Educação Infantil do nosso município para saber o que pensavam a respeito de conceitos essenciais

Leia mais

MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA

MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA Autor: Marusa Fernandes da Silva marusafs@gmail.com Orientadora: Profª. Ms. Mônica Mª N. da Trindade Siqueira Universidade de Taubaté monica.mnts@uol.com.br Comunicação oral:

Leia mais

MBA em Marketing Estratégico

MBA em Marketing Estratégico MBA em Marketing Estratégico Público - alvo O MBA em Marketing Estratégico é indicado para profissionais com experiência profissional mínima de três anos, com formação universitária em qualquer área e

Leia mais

WORKSHOP DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL EM ESCOLAS PÚBLICAS

WORKSHOP DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL EM ESCOLAS PÚBLICAS WORKSHOP DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL EM ESCOLAS PÚBLICAS 2014 Gisele Vieira Ferreira Psicóloga, Especialista e Mestre em Psicologia Clínica Elenise Martins Costa Acadêmica do curso de Psicologia da Universidade

Leia mais

PROJETO interação FAMÍLIA x ESCOLA: UMA relação necessária

PROJETO interação FAMÍLIA x ESCOLA: UMA relação necessária PROJETO interação FAMÍLIA x ESCOLA: UMA relação necessária Apoio: Secretária municipal de educação de santo Afonso PROJETO INTERAÇÃO FAMÍLIA X ESCOLA: UMA RELAÇÃO NECESSÁRIA. É imperioso que dois dos principais

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS DA PRÁTICA DOCENTE

ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS DA PRÁTICA DOCENTE 1 ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS DA PRÁTICA DOCENTE Natália Maria G. Dantas de Santana- UAE/CFP/UFCG Mayrla Marla Lima Sarmento-UAE/CFP/UFCG Maria Thaís de Oliveira

Leia mais

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G)

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) Resumo: Este artigo procurou abordar o ensino da matemática na Educação Infantil através de brincadeiras,

Leia mais

Palavras chaves: Criança, Educação Infantil, Corpo e Movimento.

Palavras chaves: Criança, Educação Infantil, Corpo e Movimento. CORPO E MOVIMENTO: CONCEPÇÕES E PRÁTICAS DOS PROFESSORES NA EDUCAÇÃO INFANTIL Tamiris Andrade dos Santos (UEL) tamiris_152@hotmail.com Gilmara Lupion Moreno gilmaralupion@uel.br RESUMO: Sabe-se da importância

Leia mais

Esporte como fator de inclusão de jovens na sociedade FGR: Gustavo:

Esporte como fator de inclusão de jovens na sociedade FGR: Gustavo: Esporte como fator de inclusão de jovens na sociedade Entrevista cedida à FGR em Revista por Gustavo de Faria Dias Corrêa, Secretário de Estado de Esportes e da Juventude de Minas Gerais. FGR: A Secretaria

Leia mais

RELATÓRIO DA PESQUISA ONLINE: Avaliação dos Atores do Sistema de Garantia de Direitos participantes das Oficinas em São Paulo

RELATÓRIO DA PESQUISA ONLINE: Avaliação dos Atores do Sistema de Garantia de Direitos participantes das Oficinas em São Paulo RELATÓRIO DA PESQUISA ONLINE: Avaliação dos Atores do Sistema de Garantia de Direitos participantes das Oficinas em São Paulo APRESENTAÇÃO A SaferNet Brasil é uma associação civil de direito privado, com

Leia mais

Comemoração da 1ª semana de Meio Ambiente do Município de Chuvisca/RS

Comemoração da 1ª semana de Meio Ambiente do Município de Chuvisca/RS Comemoração da 1ª semana de Meio Ambiente do Município de Chuvisca/RS Sustentabilidade: Reflexões sobre a temática ambiental P R E F E I T O M U N I C I P A L E R V I N O W A C H H O L S V I C E - P R

Leia mais

PROJETO IMAGINAR CONTADORES DE HISTÓRIA DA UNICARIOCA

PROJETO IMAGINAR CONTADORES DE HISTÓRIA DA UNICARIOCA PROJETO IMAGINAR CONTADORES DE HISTÓRIA DA UNICARIOCA A UniCarioca, por meio do Núcleo de Ação Socioambiental (NASA) convida seus alunos a participarem da SEGUNDA EDIÇÃO do projeto IMAGINAR (inicialmente

Leia mais

Projeto de Atuação Pedagógica junto ao Museu. Internacional de Ufologia, História e Ciência. Victor Mostajo.

Projeto de Atuação Pedagógica junto ao Museu. Internacional de Ufologia, História e Ciência. Victor Mostajo. Projeto de Atuação Pedagógica junto ao Museu Internacional de Ufologia, História e Ciência Victor Mostajo. Cátia Bairro Ferreira Santa Maria, RS 2009. 1 Oficina Lúdico Pedagógica - Dinossauros A criança

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS EM PROL DA ERRADICAÇÃO DO ANALFABETISMO EM MINAS GERAIS

POLÍTICAS PÚBLICAS EM PROL DA ERRADICAÇÃO DO ANALFABETISMO EM MINAS GERAIS POLÍTICAS PÚBLICAS EM PROL DA ERRADICAÇÃO DO ANALFABETISMO EM MINAS GERAIS TRINDADE, Jéssica Ingrid Silva Graduanda em Geografia Universidade Estadual de Montes Claros Unimontes jessica.ingrid.mg@hotmail.com

Leia mais

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias 10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias Relato de experiência de um agente social sobre suas atividades com as comunidades do município de Santa Maria- RS, através do

Leia mais

Sua Escola, Nossa Escola

Sua Escola, Nossa Escola Sua Escola, Nossa Escola Episódio: Andréa Natália e o Ensino na Fronteira Ponta Porã Resumo Esse vídeo integra a série Sua Escola, Nossa Escola, composta por dezessete programas, os quais mostram experiências

Leia mais

Área de Conhecimento. Laboratórios de informática Descrição e equipamentos. Informática, Pesquisas

Área de Conhecimento. Laboratórios de informática Descrição e equipamentos. Informática, Pesquisas Descrição da infraestrutura física destinada aos cursos, incluindo laboratórios, equipamentos instalados, infraestrutura de informática e redes de informação. Relação de laboratórios, oficinas e espaços

Leia mais

TÍTULO: O INGRESSO DA CRIANÇA AOS SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS DILEMA OU SOLUÇÃO

TÍTULO: O INGRESSO DA CRIANÇA AOS SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS DILEMA OU SOLUÇÃO TÍTULO: O INGRESSO DA CRIANÇA AOS SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS DILEMA OU SOLUÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE DO GRANDE

Leia mais

PROJETO: SEMANA LITERÁRIA: LEITURA, CIDADANIA E VIDA

PROJETO: SEMANA LITERÁRIA: LEITURA, CIDADANIA E VIDA PROJETO: SEMANA LITERÁRIA: LEITURA, CIDADANIA E VIDA Giruá, outubro de 2014. 1.DADOS DE IDENTIFICAÇÃO 1.1. NOME DO PROJETO: SEMANA LITERÁRIA: LEITURA, CIDADANIA E VIDA 1.2. PÚBLICO ALVO Alunos e professores

Leia mais

PROJETO SABER VIVER: LAZER E RECREAÇÃO NA TERCEIRA IDADE

PROJETO SABER VIVER: LAZER E RECREAÇÃO NA TERCEIRA IDADE ÁREA TEMÁTICA: SAÚDE PROJETO SABER VIVER: LAZER E RECREAÇÃO NA TERCEIRA IDADE Marcela Cristina Vergilio Lipori 1 Renan Augusto de Ramos 2 Clóris Regina Blanski Grden 3 Emanoel Severo 4 Lílian Maria Pinheiro

Leia mais