Paulo VI, Evangelii Nuntiandi (Trechos entre os números 17 e 20), 1975.

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1 Boletim Mensal dos Amigos de São Francisco - n o 104 Outubro/ 2013 O que é Evangelizar? Paulo VI, Evangelii Nuntiandi (Trechos entre os números 17 e 20), Nenhuma definição parcial e fragmentária chegará a dar a razão da realidade rica, complexa e dinâmica que é a evangelização, a não ser com o risco de empobrecê-la e até mesmo de mutilá-la. É impossível captá-la se não se procurar abranger, com uma visão de conjunto, todos os seus elementos essenciais. Evangelizar, para a Igreja, é levar a Boa Nova a todas as parcelas da humanidade, em qualquer meio e latitude, e pelo seu influxo transformá-las a partir de dentro e tornar nova a própria humanidade: Eis que faço de novo todas as coisas. No entanto, não haverá humanidade nova, se não houver em primeiro lugar homens novos, pela novidade do batismo e da vida segundo o Evangelho. A finalidade da evangelização, portanto, é precisamente essa mudança interior; e se fosse necessário traduzir isso em breves termos, o mais exato seria dizer que a Igreja evangeliza quando, unicamente firmada na potência divina da mensagem que proclama, ela procura converter ao mesmo tempo a consciência pessoal e coletiva dos homens, a atividade em que eles se aplicam, e a vida e o meio concreto que lhes são próprios. Para a Igreja, não se trata tanto de pregar o Evangelho em espaços geográficos cada vez mais vastos ou populações maiores em dimensões de massa, mas de chegar a atingir e como que a modificar, pela força do Evangelho, os critérios de julgar, os valores que contam, os centros de interesse, as linhas de pensamento, as fontes inspiradoras e os modelos de vida da humanidade, que se apresentam em contraste com a Palavra de Deus e com o desígnio da salvação. Poder-se-ia exprimir tudo isto dizendo: importa evangelizar, não de maneira decorativa, como que aplicando um verniz superficial, mas de maneira vital, em profundidade, e isso até as suas raízes, a civilização e as culturas do homem, no sentido pleno e amplo que esses termos têm na Constituição Gaudium et Spes, a partir sempre da pessoa e fazendo continuamente apelo para as relações das pessoas entre si e com Deus. O Evangelho, e consequentemente a evangelização, não se identificam por certo com a cultura, e são independentes em relação a todas as culturas. E, no entanto, o reino que o Evangelho anuncia é vivido por homens profundamente ligados a uma determinada cultura, e a edificação do reino não pode deixar de servir-se de elementos da civilização e das culturas humanas. O Evangelho e a evangelização, independentes em relação às culturas, não são necessariamente incompatíveis com elas, mas suscetíveis de as impregnar a todas sem se escravizar a nenhuma delas. A ruptura entre o Evangelho e a cultura é sem dúvida o drama da nossa época, como o foi também de outras épocas. Assim, importa envidar todos os esforços no sentido de uma generosa evangelização da cultura, ou mais exatamente das culturas. Estas devem ser regeneradas mediante o impacto da Boa Nova. Mas um tal encontro não virá a dar-se se a Boa Nova não for proclamada. Boletim Amigos 1

2 Editorial Notícias 2Boletim Amigos Queridos irmãos e irmãs, chegamos ao mês de outubro, um mês muito especial para nós, franciscanos, porque nele recordamos nosso Santo Inspirador: Francisco de Assis, falecido em outubro de São Francisco continua sendo um santo de todos, católicos ou não, crente em Deus ou não. Um homem universal. Juntamente com São Francisco, a Igreja nos convida a refletir, a rezar e a nos empenhar em favor das missões. Todos nós somos missionários, todos somos chamados e enviados por Jesus a darmos testemunho do amor de Deus e anunciar às pessoas o Ano da Graça do Senhor. Nosso Boletim traz, na página inicial, um trecho da Exortação Apostólica Evangelii Nuntiandi, um marco na Igreja em nossos dias sobre a dimensão missionária. O texto foi escrito pelo papa Paulo VI, em 1975, mas continua muito atual, como vocês poderão ver. Nosso encontro mensal nos ajudará a refletir sobre nosso compromisso missionário, franciscano, com práticas concretas de solidariedade, seguindo a linha de Francisco, um jesuíta que tomou o Santo de Assis como inspirador em seu pastoreio. Frei Carlos Alexandre, noviço, nos apresenta a realidade do noviciado, em Montes Claros. Nessa etapa, o jovem passa a ser chamado de frei e se prepara para emitir pela primeira vez os votos religiosos de castidade, pobreza e obediência. Neste mês dedicado às missões, frei Ronilson Caetano, que faz seu ano de Presença Franciscana em Angola, partilha conosco um pouco desse momento em sua vida. Amigos e Amigas, rezemos pelas missões, por todos os missionários da Igreja, sobretudo aqueles e aquelas que estão distantes de sua pátria. Muitos estão em situações de conflitos, de pobreza extrema, e tantas outras dificuldades. Rezemos igualmente para que cresça em nós o desejo missionário. Para isso, não precisamos deixar nossa terra. Se o Senhor nos chama a evangelizar e a anunciar o Seu nome na família, no trabalho, na sociedade como um todo, devemos fazer isso com a consciência de sermos missionários do Senhor, e dizer com a boca cheia: Senhor, eis-me aqui, envia-me! (cf. Is 6,8). Boa leitura a todos. Nota em Destaque QUERIDAS AMIGAS E AMIGOS DE SÃO FRANCISCO: PARA ORGANIZAR A PERIODICIDADE DE NOSSO BOLETIM, INFORMAMOS QUE, NO MÊS DE NOVEMBRO, NÃO HAVERÁ IMPRESSÃO DO BOLETIM DOS AMIGOS DE SÃO FRANCISCO. O PRÓXIMO BOLETIM EQUIVALERÁ A NOVEMBRO/DE- ZEMBRO. OS GRUPOS PODEM SE ORGANIZAR DA MELHOR FORMA NO MÊS DE NOVEMBRO PARA REZAR PELAS VOCAÇÕES FRANCISCANAS. COM ISSO, PASSAREMOS A TRABALHAR COM DOIS MESES DE ANTECE- DÊNCIA, EVITANDO OS ATRASOS, PELOS QUAIS NOS DESCULPAMOS. FRATERNALMENTE, EQUIPE DOS AMIGOS DE SÃO FRANCISCO. Novos Amigos: UBÁ: MARIA GORETE GUILHERMINO ARAÚJO PORTO Prestação de Contas (Setembro): BETIM: R$55,00 (COMUNIDADE SANTA HELENA / AGOSTO) BETIM: R$180,00 (COMUNIDADE SANTA RITA / JUNHO E JULHO) PARÁ DE MINAS: R$128,00 (IZALTINO MOREIRA / AGOSTO) RIO DE JANEIRO: R$100,00 (LUIS EDUARDO) BELO HORIZONTE: R$150,00 (CARLOS PRATES) UBÁ: R$130,00 (MARIA JOSÉ A. FERREIRA / JULHO) TRÊS CORAÇÕES: R$35,00 (ASSOCIAÇÃO DE SÃO JOSÉ) SÃO JOÃO DEL-REI : R$147,00 (ASTROGILDA MARIA) FORMIGA: R$ 132,00 (MARIA HELENA DA SILVA / SETEMBRO) FORMIGA: R$61,00 (MARIA HELENA DA SILVA / AGOSTO) FORMIGA: R$146,00 (ILDA MARIA / SETEMBRO) BELO HORIZONTE: R$10,00 (TERESINHA V. F. SANTOS / SETEMBRO) BELO HORIZONTE: R$10,00 (MARIA DAS DORES / SETEMBRO) BELO HORIZONTE: R$15,00 (MARIA DE FÁTIMA LÉLLIS / SETEMBRO) BELO HORIZONTE: R$5,00 (MARIA RIBEIRO / SETEMBRO) DOAÇÕES AMIGOS DE SÃO FRANCISCO SE VOCÊ, AMIGO, QUISER CONTRIBUIR COM AS VOCAÇÕES, DEPOSITE NA CONTA DO BANCO DO BRASIL: CASA DE SANTO ANTÔNIO AGÊNCIA: / CONTA: X Os depósitos feitos no banco não têm identificação. Sendo assim, torna-se impossível colo- car nas Prestações de Contas os valores recebidos. Obrigado pela atenção. EXPEDIENTE Equipe responsável: Frei Eron Cerrato, ofm; Frei Oton Júnior, ofm; Frei Junio Luciano de Carva- lho, ofm; Maria Aparecida Braga. Assessoria: Edivaldo Alves Nunes. Diagramação: Míriam Carla Alves. Revisão: Cibele Silva. Impressão: Gráfica do Colégio Santo Antônio.

3 Encontro Mensal Enviados como missionários CANTO INICIAL L3: Ninguém pode permanecer insensível às desigualdades que ainda existem no mundo! O Espírito do Senhor repousa sobre mim. Cada um, na medida das próprias possibili- O Espírito do Senhor me escolheu, me endades e responsabilidades, saiba dar a sua viou. contribuição para acabar com tantas injustiças sociais! Não é a cultura do egoísmo, do 1. Para dilatar o Seu Reino entre as nações, para anunciar a Boa-Nova a Seus pobres, individualismo, que frequentemente regula a para proclamar a alegria e a paz: exulto de nossa sociedade, aquela que constrói e conduz a um mundo mais habitável; não é ela, alegria em Deus meu Salvador. mas sim a cultura da solidariedade; a cultura 2. Para dilatar o Seu Reino entre as nações, da solidariedade é ver no outro não um concorrente ou um número, mas um irmão. E to- consolar os corações esmagados pela dor; para proclamar Sua graça e salvação e dos nós somos irmãos! (Francisco, discurso acolher quem sofre e chora sem apoio, sem em Manguinhos, Rio de Janeiro). consolo. VAMOS CONVERSAR: 3. Para dilatar o Seu Reino entre as nações, para anunciar libertação e salvação; para 1. Em julho, o Brasil recebeu a visita do papa anunciar Seu amor e Seu perdão, e para Francisco. Os gestos e palavras do papa cativaram a todos. O que mais nos chamou a celebrar Sua glória entre os povos. atenção na visita do papa? C: Meus irmãos e minhas irmãs, hoje queremos rezar junto com todos os missionários 2. No trecho que acabamos de ler, o papa e missionárias da Igreja. São Francisco, chama atenção para a solidariedade. Como assim que os seus primeiros companheiros está nosso espírito solidário? começaram a chegar, enviou-os em missão, dizendo: C: Com São Francisco, cantemos nossa fraternidade e o desejo de sermos sempre mais L1: Ide, caríssimos, dois a dois, por todas irmãos e irmãs: as partes do mundo, anunciando aos homens a paz e a penitência para a remissão 1. Meu amigo deixou seu dinheiro, sua herança e os direitos que tinha. Era jovem dos pecados; sede pacientes na tribulação, demais o menino, disse o pai, o vizinho e a confiando que o Senhor vai cumprir o que vizinha. Meu amigo encontrou a verdade, e propôs e prometeu. Aos que vos fizerem em seu rosto banhado de luz, pelas ruas de perguntas, respondei com humildade, aos sua cidade, meu amigo imitava Jesus. que vos perseguirem abençoai, aos que vos injuriarem e caluniarem, agradecei, porque Irmão vento, irmão sol, irmã lua, irmão lobo, através disso tudo nos está sendo prepara- tu és meu irmão. Rouxinol, sabiá, criaturas do um reino eterno (1Cel 13, 29). de Deus, somos obras de suas mãos. C: Assim como os primeiros discípulos de 2. Meu amigo viveu sem ter nada, por esposa escolheu a pobreza. Era jovem demais o Jesus e os primeiros companheiros de São Francisco, também nós, hoje, somos enviados pelo mundo para darmos testemusim que ele abriu o caminho para quem quer menino, não podia ter tanta certeza. Foi asnho do amor de Deus, mesmo sem deixar viver só de amor. Não ficou muito tempo sozinho, gente nova o seguiu com amor. nossas casas, acolhendo nossos irmãos e irmãs que precisam de nós, como nos re- Ouçamos a Palavra de Deus cordou o papa Francisco: Canto de aclamação à escolha L2: É importante saber acolher; é algo mais bonito que qualquer enfeite ou decoração. Isso é assim porque quando so- (Lc 10,1-9), em dois coros. Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas mos generosos acolhendo uma pessoa e LADO A: O Senhor designou ainda setenta partilhamos algo com ela um pouco de e dois outros discípulos e mandou-os, dois comida, um lugar na nossa casa, o nosso a dois, adiante de si, por todas as cidades e tempo não ficamos mais pobres, mas enriquecemos. Sei bem que quando alguém lugares para onde ele tinha de ir. que precisa comer bate na sua porta, vo- LADO B: Disse-lhes: Grande é a messe, mas cês sempre dão um jeito de compartilhar a poucos são os operários. Rogai ao Senhor comida: como diz o ditado, sempre se pode da messe que mande operários para a sua colocar mais água no feijão! Se pode colocar mais água no feijão? Sempre?... E LADO A: Ide; eis que vos envio como cor- messe. vocês fazem isto com amor, mostrando que deiros entre lobos. Não leveis bolsa nem a verdadeira riqueza não está nas coisas, mochila, nem calçado e a ninguém saudeis mas no coração! pelo caminho. LADO B: Em toda casa em que entrardes, dizei primeiro: Paz a esta casa! Se ali houver algum homem pacífico, repousará sobre ele a vossa paz; mas, se não houver, ela tornará para vós. LADO A: Permanecei na mesma casa, comei e bebei do que eles tiverem, pois o operário é digno do seu salário. Não andeis de casa em casa. LADO B: Em qualquer cidade em que entrardes e vos receberem, comei o que se vos servir. Curai os enfermos que nela houver e dizei-lhes: O Reino de Deus está próximo. VAMOS CONVERSAR: 1. O que chama nossa atenção neste trecho do evangelho? 2. Como você vive sua missão de discípulo (a) do Senhor? REZEMOS JUNTOS Senhor, a Jeremias, que resistia ao Teu chamado por ser ainda jovem, Tu respondeste: a quem Eu te enviar, irás, Eu estou contigo. Apesar de nossas limitações, envia-nos! Dá- -nos o Teu Espírito, que realiza em nós a Tua Palavra e nos torna missionários e profetas do Reino. Amém. PAI-NOSSO (podemos dizer nossas intenções de oração) BÊNÇÃO FINAL O Senhor Deus que nos criou, nos chamou, nos envie Seu Espírito para nos fortificar em nossa missão, abençoe a todos os missionários e missionárias da Igreja e a todas as pessoas que se espelham em São Francisco. Abençoe-nos, Deus todo amoroso, Pai, Filho e Espírito Santo. Amém. CANTO FINAL O Deus que me criou me quis, me consa- grou, para anunciar o seu amor! 1. Eu sou como a chuva em terra seca, pra saciar, fazer brotar: eu vivo para amar e para servir. É missão de todos nós, Deus chama eu que- ro ouvir sua voz. 2. Eu sou como flor por sobre o muro, eu tenho mel, sabor do céu. Eu vivo pra amar e pra servir! 3. Eu sou como estrela em noite escura, eu levo a luz, sigo a Jesus. Eu vivo para amar e pra servir! 4. Eu sou como abelha na colmeia, eu vou voar, vou trabalhar. Eu vivo pra amar e pra servir! 5. Eu sou profeta da verdade, canto justiça e a liberdade. Eu vivo pra amar e pra servir! Boletim Amigos 3

4 São Francisco de Assis BENTO XVI NASCEU PARA O MUNDO UM SOL. 4Boletim Amigos Com as palavras acima, na Divina Comédia (Paraíso, Canto XI), o máximo poeta italiano Dante Alighieri alude ao nascimento de Francisco, no final de 1181 ou início de 1182, em Assis. Pertencente a uma família rica seu pai era comerciante de tecidos, Francisco teve uma adolescência e uma juventude despreocupadas, cultivando os ideais de cavalaria da época. Aos 20 anos, fez parte de uma campanha militar e foi preso. Ficou doente e foi libertado. Após sua volta a Assis, começou nele um lento processo de conversão espiritual que o levou a abandonar gradualmente o estilo de vida mundano que havia levado até então. A este período correspondem os célebres episódios do encontro com o leproso, a quem Francisco, descendo do cavalo, deu o beijo da paz, e da mensagem do Crucificado na pequena igreja de São Damião. Em três ocasiões, o Cristo na cruz adquiriu vida e lhe disse: Vai, Francisco, e repara minha Igreja, que está em ruínas. Este simples acontecimento da palavra do Senhor, ouvida na igreja de São Damião, esconde um simbolismo profundo. Imediatamente, São Francisco foi chamado a reparar esta pequena igreja, mas o estado ruinoso desse edifício era o símbolo da situação dramática e inquietante da própria Igreja nessa época, com uma fé superficial que não forma e não transforma a vida, com um clero pouco zeloso, com o esfriamento do amor; uma destruição interior da Igreja que comportou também uma decomposição da unidade, com o nascimento de movimentos hereges. Contudo, nessa Igreja em ruínas, o Crucifixo está no centro e fala: convida à renovação, chama Francisco a um trabalho manual para reparar concretamente a pequena igreja de São Damião, símbolo do chamado mais profundo a renovar a própria Igreja de Cristo, com sua radicalidade de fé e com seu entusiasmo de amor por Cristo. Este acontecimento, ocorrido provavelmente em 1205, faz pensar em outro acontecimento similar, ocorrido em 1207: o sonho do Papa Inocêncio III. Este viu em sonhos que a Basílica de São João de Latrão, a igreja mãe de todas as igrejas, estava desmoronando e que um religioso pequeno e insignificante a escorava com os ombros, para que não caísse. É interessante notar, por um lado, que não é o Papa quem ajuda para que a Igreja não caia, mas um religioso pequeno e insignificante, que o Papa reconhece em Francisco quando este o visita. Inocêncio III era um papa poderoso, de grande cultura teológica, como também de grande poder político e, no entanto, não é ele quem renova a Igreja, e sim um pequeno e insignificante religioso: é São Francisco, chamado por Deus. Por outro lado, é importante observar que São Francisco não renova a Igreja sem ou contra o Papa, mas em comunhão com ele. As duas realidades estão juntas: o Sucessor de Pedro, os bispos, a Igreja fundada sobre a sucessão dos apóstolos e o carisma novo que o Espírito Santo cria nesse momento para renovar a Igreja. Na comunhão se dá a verdadeira renovação. Voltemos à vida de São Francisco. Dado que seu pai, Bernardone, reprovava sua grande generosidade com os pobres, Francisco, na frente do bispo de Assis, com um gesto simbólico, despojou-se de todas as suas roupas, pretendendo, assim, renunciar à herança paterna: como no momento da criação, Francisco não tinha nada, a não ser a vida dada por Deus, em cujas mãos se entregou. Depois, viveu como um eremita, até que, em 1208, houve outro acontecimento fundamental no itinerário da sua conversão. Escutando uma passagem do Evangelho de Mateus o discurso de Jesus aos apóstolos enviados à missão, Francisco se sentiu chamado a viver na pobreza e a dedicar-se à pregação. Outros companheiros se uniram a ele e, em 1209, ele se dirigiu a Roma, para submeter ao Papa Inocêncio III o projeto de uma nova forma de vida cristã. Recebeu um acolhimento paternal por parte daquele grande pontífice, que, iluminado pelo Senhor, intuiu a origem divina do movimento suscitado

5 por Francisco. O Pobrezinho de Assis havia compreendido que todo carisma dado pelo Espírito Santo deve ser colocado ao serviço do Corpo de Cristo, que é a Igreja; portanto, agiu sempre em comunhão plena com a autoridade eclesiástica. Na vida dos santos não há contraposição entre carisma profético e carisma de governo e, se houver alguma tensão, estes sabem esperar com paciência os tempos do Espírito Santo. Na realidade, alguns historiadores do século XIX e também do século passado tentaram criar atrás do Francisco da tradição um Francisco histórico, assim como se tenta criar atrás do Jesus dos evangelhos um Jesus histórico. Esse Francisco histórico não teria sido um homem de Igreja, mas um homem unido imediatamente só a Cristo, um homem que pretendia criar uma renovação do povo de Deus, sem formas canônicas e sem hierarquia. A verdade é que São Francisco teve realmente uma relação imediatíssima com Jesus e com a Palavra de Deus, à qual queria seguir sine glossa, assim como ela é, em toda a sua radicalidade e verdade. É verdade também que, inicialmente, ele não tinha a intenção de criar uma ordem com as formas canônicas necessárias, mas, simplesmente, com a Palavra de Deus e com a presença do Senhor, queria renovar o povo de Deus, convocá-lo novamente à escuta da Palavra e à obediência a Cristo. Além disso, sabia que Cristo nunca é meu, e sim sempre nosso, que não posso ter Cristo sozinho e construir eu, contra a Igreja, contra sua vontade e seu ensinamento, mas somente na comunhão da Igreja constituída sobre a sucessão dos apóstolos se renova também a obediência à Palavra de Deus. Também é verdade que ele não tinha a intenção de criar uma nova ordem, mas somente renovar o povo de Deus para o Senhor que vem. Porém, compreendeu, com sofrimento e com dor, que tudo deve ter sua ordem, que também o direito da Igreja é necessário para dar forma à renovação e, assim, realmente se inseriu de forma total, com o coração, na comunhão da Igreja, com o Papa e com os bispos. Ele sempre soube que o centro da Igreja é a Eucaristia, na qual o Corpo de Cristo e Seu Sangue estão presentes. Através do sacerdócio, a Eucaristia é a Igreja. Onde o sacerdócio, Cristo e a comunhão da Igreja caminham juntos, somente aí habita também a Palavra de Deus. O verdadeiro Francisco histórico é o Francisco da Igreja e, precisamente dessa maneira, ele fala também a nós, os crentes, e aos crentes de outras confissões e religiões. Francisco e seus frades, cada vez mais numerosos, estabeleceram-se na Porciúncula ou igreja de Santa Maria dos Anjos, lugar sagrado por excelência da espiritualidade franciscana. Também Clara, uma jovem mulher de Assis, de família nobre, entrou na escola de Francisco. Teve origem, assim, a Segunda Ordem Franciscana, a das Clarissas, outra experiência destinada a produzir frutos insignes de santidade na Igreja. Também o sucessor de Inocêncio III, o Papa Honório III, com sua bula Cum dilecti, de 1218, apoiou o singular desenvolvimento dos primeiros Frades Menores, que iam abrindo suas missões em diversos países da Europa, inclusive em Marrocos. Em 1219, Francisco obteve autorização para dirigir-se ao Egito e falar com o sultão muçulmano Melek-el-Kâmel, para pregar também lá o Evangelho de Jesus. Eu gostaria de sublinhar este episódio da vida de São Francisco, que tem uma grande atualidade. Em uma época em que estava em curso um enfrentamento entre o cristianismo e o islã, Francisco, armado voluntariamente só com sua fé e sua mansidão pessoais, percorreu com eficácia o caminho do diálogo. As crônicas nos falam de um acolhimento benevolente e de uma cordial recepção do sultão. Este é um modelo que deve inspirar, ainda hoje, as relações entre cristãos e muçulmanos, para promover um diálogo na verdade, no respeito e na compreensão mútuos (cf. Nostra Aetate, 3). Parece então que Francisco esteve na Terra Santa em 1220, lançando assim uma semente, que deu muitos frutos: seus filhos espirituais, de fato, fizeram dos Lugares Santos onde Jesus viveu um âmbito privilegiado de sua missão. Penso, com gratidão, nos grandes méritos da Custódia Franciscana da Terra Santa. Ao voltar à Itália, Francisco entregou o governo da Ordem ao seu vigário, Frei Pedro Cattani, enquanto o Papa confiou à proteção do cardeal Ugolino, o futuro Sumo Pontífice Gregório IX, a Ordem, que reunia cada vez mais adesões. Por sua vez, o fundador, dedicado completamente à pregação que levava a cabo com grande êxito, redigiu uma Regra, depois aprovada pelo Papa. Em 1224, no eremitério de Verna, Francisco viu o Crucifixo em forma de um serafim e, do encontro com o serafim crucificado, recebeu os estigmas; converteu-se, assim, em um com Cristo: um dom, portanto, que exprime sua identificação com o Senhor. A morte de Francisco seu transitus ocorreu na noite de 3 de outubro de 1226, na Porciúncula. Após ter abençoado seus filhos espirituais, morreu, deitado sobre a terra nua. Dois anos mais tarde, o Papa Gregório IX o inscreveu no elenco dos santos. Pouco tempo depois, erigiu-se em Assis uma grande basílica em sua honra, meta, ainda hoje, de muitíssimos peregrinos, que podem venerar o túmulo do santo e desfrutar da visão dos afrescos de Giotto, pintor que ilustrou de forma magnífica a vida de Francisco. (...) Queridos amigos: Francisco foi um grande santo e um homem alegre. Sua simplicidade, sua humildade, sua fé, seu amor a Cristo, sua bondade com cada homem e cada mulher o tornaram alegre em toda situação. De fato, entre a santidade e a alegria subsiste uma relação íntima e indissolúvel. Um escritor francês disse que no mundo só existe uma tristeza: a de não ser santos, isto é, a de não estar perto de Deus. Vendo o testemunho de Francisco, compreendemos que este é o segredo da verdadeira felicidade: ser santos, estar perto de Deus! Que Nossa Senhora, ternamente amada por Francisco, obtenha esse dom para nós. Confiamo-nos a Ela com as palavras do próprio Pobrezinho de Assis: Ó MARIA, VIRGEM SANTÍSSIMA, NÃO HÁ OUTRA SEMELHANTE, NASCIDA NESTE MUNDO, ENTRE AS MULHE- RES; FILHA E SERVA DO REI ALTÍSSIMO, O PAI CELESTE. MÃE DE JESUS CRISTO, NOS- SO SENHOR; ESPOSA DO ESPÍRITO SANTO, ROGAI POR NÓS JUNTO AO VOSSO SANTÍS- SIMO E DILETO FILHO, NOSSO SENHOR E MESTRE. Boletim Amigos 5

6 Partilha da experiência missionária em Angola Queridos amigos, gostaria de partilhar um pouco da minha experiência de missão aqui nessas terras de nossa mãe África, de modo especial Angola, onde estou desde fevereiro deste ano, tendo a graça de ser missionário. Ser enviado em missão traz em si uma grande responsabilidade, pois o enviado é revestido da força de Deus e chamado a assumir e testemunhar esse Pai que envia. Deixar-se enviar é aceitar a vontade de Deus acontecer na própria vida. Como dizia nosso saudoso Dom Hélder Câmara missão é partir, deixar tudo, sair de si. E, nesse sentido, tenho me deixado conduzir pelo Espírito de Deus, que chama e envia. O Deus que chama se mantém fiel com aquele que responde ao chamado. Neste tempo de Presença Franciscana, em que busco responder ao chamado de Deus na minha vida, com a oportunidade que a nossa Província Santa Cruz me concedeu, posso experimentar da graça e do desafio de ser missionário em outras terras. Quando aqui cheguei, me deparei com uma realidade bem diferente, em vários sentidos: uma Igreja tradicional e conservadora, um povo fortemente marcado pelo sofrimento, causado por longos anos de guerra, mas que mantém viva sua cultura e sua história. A rica tradição cultural do povo angolano e sua grande receptividade faz com que a adaptação seja mais fácil. A nossa presença como missionários franciscanos OFM em Angola se dá desde o ano de 1990, com a FIMDA (Fundação Imaculada Mãe de Deus de Angola), uma fundação da Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil. Aqui, vivo numa cidade do interior do país, chamada Kibala, na província do Kuanza Sul, a 320km da capital Luanda, onde está a Fraternidade do Postulantado de Santo Antônio. Estamos inseridos numa Missão Católica fundada pelos Padres Espiritanos, em 1951, e que hoje está aos cuidados dos padres diocesanos. Essa missão é formada por mais de 90 aldeias ao longo de todo o município. Nosso trabalho de evangelização se dá a partir da nossa atuação nas pastorais da missão. Aos sábados, estamos presentes na catequese de crianças e jovens, juntamente com os postulantes, e aos domingos, vamos para as aldeias celebrar com as comunidades. Tem sido um aprendizado muito grande e que tem contribuído muito na minha formação humana e religiosa, como frade franciscano, pois, na medida em que nos colocamos ao serviço do outro, na busca pela vivência do Evangelho, de repente nos encontramos num caminho de conversão pessoal todos os dias. Digo-lhes que vale a pena, sempre desinstalar-nos, sairmos de nós e irmos ao encontro do novo. Partir e abrir-se ao outro, mesmo que esse outro nos traga desafios desconhecidos. Sabemos que o homem propõe, mas é Deus que dispõe. Então devemos nos lançar aos cuidados de Deus e, como diz Dom Hélder, partir. Nesse mês dedicado pela nossa Mãe Igreja às Missões, peço-lhes que rezem e façam preces a Deus pela missão na África e em todo o mundo. A messe é grande e os trabalhadores são poucos. Pedi ao dono da messe que envie trabalhadores, para que a messe não pereça. Partir é abrir-se aos outros como irmãos, descobri-los e encontrá-los. E se para descobri- -los e amá-los é preciso atravessar os mares e voar lá nos céus, então missão é partir até os confins do mundo. A todos, o meu abraço de Paz e Bem! 6Boletim Amigos Frei Ronilson Caetano da Silva, ofm

7 UM CAMINHO DE FORMAÇÃO O noviciado, interioridade e inserção na vida dos Frades Menores Frei Carlos Alexandre, ofm Em continuidade às partilhas das etapas de formação inicial em nossa Província, após termos sabido um pouco mais sobre o aspirantado e o postulantado, queremos agora nos deter sobre a etapa do noviciado, na qual o jovem é introduzido na Ordem Franciscana e passa a ser chamado de frei (irmão). O documento que rege toda a formação franciscana assim define a etapa do noviciado: O noviciado é o tempo em que o noviço começa a vida na Ordem, continua o discernimento e o aprofundamento da própria decisão de seguir a Jesus Cristo na Igreja e no mundo de hoje segundo o espírito de São Francisco, conhece e experimenta mais profundamente a forma de vida franciscana. (RFF 190). Na etapa do noviciado, o noviço é introduzido no conhecimento mais profundo e vivo de Jesus Cristo, das exigências radicais do seguimento e do chamado divino à vida franciscana. Além disso, experimenta a vida própria da Ordem, participando da Fraternidade local e integrando-se gradualmente na Fraternidade provincial. O noviço continua sua formação humana e cristã e conforma seu coração e sua mente a Jesus Cristo, no espírito de São Francisco, ao mesmo tempo em que purifica e aprofunda suas motivações, examina suas intenções e discerne sua idoneidade para a vida franciscana. Uma das coisas a que se visa na formação dos noviços é que possam viver uma comunhão mais profunda com os homens e mulheres de hoje na sua realidade histórica, social, política, cultural e religiosa. Em sua rotina diária, o noviço cultiva a dimensão de trabalho, de evangelização, com um projeto pessoal de vida e um conhecimento da realidade nacional e eclesial, na qual, como frade menor, deve buscar o último lugar na sociedade. Neste nosso Boletim, quem partilha conosco a etapa do noviciado é frei Carlos Alexandre, natural de Viçosa MG: Noviciado São Benedito O Noviciado São Benedito está situado na cidade de Montes Claros, norte de Minas. É a etapa na qual o jovem é convidado a viver bem de perto e com maior profundidade a vida de oração pessoal e comunitária, a espiritualidade franciscana, as riquezas e desafios da vida fraterna, a busca diária do autoconhecimento, o conhecendo de si próprio com suas qualidades e ambiguidades, trazendo sempre Jesus Cristo para o centro de nossas vidas. Nesta etapa de nossa formação inicial, estamos nos preparando para nossa primeira profissão na Ordem dos Frades Menores, respondendo a uma forma mais radical ao nosso Batismo. Esse tempo de noviciado é um tempo forte de provação, porém rico, ao nos fortalecer em nossa caminhada dentro da Ordem e da Igreja como um todo. Assim, como os diamantes, estamos sendo lapidados no amor, na oração e na vivência fraterna. Neste ano, somos sete noviços: frei Juliano (São Sebastião do Paraíso), frei Carlos (Viçosa), frei Afrânio (Jequitinhonha), frei Renieverton (Diamantina), frei Felipe (Cachoeiro de Itapemirim ES), frei Marcos (Cachoeiro de Itapemirim ES) e frei Tiago (Prov. Santíssimo Nome de Jesus). Compõem a fraternidade formadora: frei Hilton Farias (mestre), frei Jaime Eduardo (guardião) e frei Basílio de Resende (vice-mestre). Estamos, juntos, vivenciando essa riqueza que é a nossa espiritualidade Franciscana e a vida fraterna, preparando-nos para a profissão de nossos primeiros votos, dia 16 de novembro, e assim podermos dar mais um passo concreto em nossa vocação. Boletim Amigos 7

8 Aniversariantes de Outubro 8Boletim Amigos 01/10 - Antonia de Castro Arantes (Formiga); Fernanda Lázara Silvestre (Formiga); Lucia Helena Rezende Ruback (Itapiruçu/Palmas); Marcelo Duval Dias (Betim); Nelma Regina Souza (Cabo Verde); Raquel Franco Canela (Belo Horizonte); Rosanéia Gonçalves Bessa (Fruta de Leite); Sandra Aparecida Pereira (Formiga); Sebastião Gonçalves Filho (Capitólio); Sebastião Lopes Souza (Taiobeiras); Thalis Felipe Anacleto de Castro (Bandeira do Sul). 02/10 - Jaime Cassiano Saraiva (Novorizonte); Maria Cristina Andrade de Castro (São João del-rei); Sebastião Gonçalves de Jesus (Visconde do Rio Branco). 03/10 - Aline Aparecida da Silva (Capitólio); Izabel Maria dos Santos (Salinas); José Maria de Oliveira (Brás Pires); Maria Thereza de Assis (Belo Horizonte); Tulio Régis Balduino (Vargem Bonita). 04/10 - Antonio Benedito da Silva (São João del- -Rei); Clara de Assis Oliveira Machado (Visconde do Rio Branco); Gisele Almeida Teodoro (Formiga); Igor Francisco Nogueira (Divinópolis); Julia Nogueira Duarte Campos (Pará de Minas); Marcelo Soares Vilela Azevedo (Montes Claros); Nedina Leonina Victor (Capitólio); Renan Pereira da Silva (Jequitinhonha); Teresinha da Silva Moreira (Rio Espera). 05/10 - Maria Auxiliadora Alves Ferreira (Água Boa); Maria de Lourdes Mendes José (Cabo Verde); Maria do Rosário de Oliveira (São João del- -Rei); Renata Bruna dos Reis (Formiga); Rosemary Teixeira Duarte (Pará de Minas). 06/10 - Maria Augusta de Oliveira (Belo Horizonte); Maria Conceição dos Santos (Capitólio); Maria Helena da Silva Moura (Visconde do Rio Branco); 07/10 - Dayse Melo Martins Rezende (Cabo Verde); Ester Dayse de Paiva (São João del-rei); Fernando Antonio Giarola (São João del-rei); Geraldo Magela da Costa (Brás Pires); Maria Aparecida de Barros (Belo Horizonte); Vitoria da Fonseca Silva (Formiga). 08/10 - Alex Adriani da Mota Casarim (Ubá); Ana Rita de Oliveira (Itaúna); Brigido Francisco da Silveira (São João del-rei); Calcida Maria de Jesus (Novorizonte); Claudiane Moreira dos Santos (Novorizonte); Francisco José Tavares (Formiga); Lucimara da Silva Moreira (Rio Espera); Luisberto Martins (Visconde do Rio Branco); Margarida Fernandes Dias (São João del-rei); Renato Carlos Nunes (Guapé). 09/10 - Dehany Fernandes Pereira (Novorizonte); Eva Pereira Gonçalves (Visconde do Rio Branco); Evania Cristiene Ferreira Barboza (Belo Horizonte); José Geraldo da Silva (Santos Dumont); Maria das Graças de Souza (Betim); Maria de Fátima Ferreira Santos (Salinas); Maria Jacy de Carvalho Torres (Visconde do Rio Branco). 10/10 - Adão Pereira dos Santos (Fruta de Leite); Ana Margarida Simadon Zavarise (Nova Venécia); Angela Maria Moreira Graciano Rivelli (Brás Pires); Arny Aparecido dos Santos (Rubelita); Celsina Virgem do Rosário Rodrigues (Fruta de Leite); Fer- Aniversário dos Freis nanda Loize (Novorizonte); Jaqueline Simadon Zavarise (Nova Vénecia); Maria Arantes Garcia (São João del-rei); Maria Cardoso de Souza (Salinas); Melchior Francisco Jacundino (Salinas). 11/10 - Leda Rodrigues Panzera (São João del- -Rei); Maria das Graças Almeida Costa (Novorizonte); Maria Lucy Soares Fonseca (Montes Claros); Zélia Maria Rosa Silva (São João del-rei). 12/10 - Adriana Evangelista Fernandes Oliveira (Rubelita); Aparecida Wilma dos Reis (Formiga); Edna Aparecida Belo Rocha (Formiga); João Gomes de Oliveira (Novorizonte); Julião Rodrigues Bernardo (Formiga); Maria Helena P. Paula Silva (Betim); Rosangela Peres Laranjeiras (Nova Venécia); Vanessa Aparecida dos Santos (Novorizonte). 13/10 - Josué Antonio da Silva (Formiga); Sebastião Simplício Oliveira (Ubá); Walace Vieira dos Santos (Santa Rita do Itueto). 14/10 - Edson Duarte Mendes (Itinga); Taiulá Soares Silva (Novorizonte); Terezinha de Almeida Fonseca (Pará de Minas). 15/10 - Antonio Rangel da Silva Filho (Formiga); José Ramos Oliveira (Rubelita); Maria Virgem do Rosário Lima (Fruta de Leite); Maria Aparecida Costa Mendonça (Pará de Minas). 16/10 - Hercules José Campos (Nova Venécia); Carla Patrícia de Oliveira (São João del-rei); Eva do Rosário da Silva (Brás Pires); Geralda da Silva Pereira (Belo Horizonte); Julio Cosme Pereira Ion (Nova Venécia); Lucinete Barbosa de Oliveira (Rubelita); Neide Mesquita Grandi (Belo Horizonte); Tereza Pereira da Circuncisão (Ubá). 17/10 - Angela Maria Costa Nunes (Formiga); Conceição de Paula Mendonça (Passos); Cristiane Simadon Zavarise (Nova Venécia); Dalva Moreira Coelho Brandão (Belo Horizonte); Maksuel Gomes da costa (Belo Horizonte); Manoel Alves Cardoso (Itinga); Maria Antonia de Souza (Passos); Maria de Lourdes Barbosa de Almeida (São João del-rei); Maria de Lourdes da Silva (São João del-rei). 18/10 - Antonina Marques Ribeiro (Taiobeiras); Araci Fortunato de Oliveira (Visconde do Rio Branco); Cleusa da Silva Ribeiro Santos (Pará de Minas); Francisca Astolfo de Paiva (São João del-rei); Joaquim Reis Ramos (Capitólio); Maria Ferreira Franklin (Visconde do Rio Branco). 19/10 - Ilza de Freitas Soarez (Belo Horizonte); Irene Barbosa Guimarães (São João del- Rei); Manoelzito Nascimento de Oliveira (Jequitinhonha); Maria das Graças Ferraz (Visconde do Rio Branco); Maria de Fátima Moreira (Ubá); Maria Eduarda de Oliveira Ferrari (Ubá); Maria José Ferreira Morais (Cabo Verde); Roberto Cardoso Laranjeiras (Nova Venécia); Suzete Hilário Teixeira (São João del-rei). 20/10 - Maria Alves dos Santos (Água Boa); Maria Aparecida Alves de Oliveira (Pará de Minas); Sidnei Pereira da Silva (Salinas); Silvania Maria de Oliveira (Belo Horizonte). 21/10 - Alessandra Silva Viegas (São João del- -Rei); Celson Pereira Santana (Itinga); Clovismar Mendes Silva (Rubelita); Efigênia de Souza Mon- 07/10: Frei Sinivaldo Tavares 09/10: Frei Patrício Moura Fonseca 13/10: Frei Valter Pinto Vieira Júnior teiro Rodrigues (Visconde do Rio Branco); Geralda Magela Reis (São João del-rei); Jucicléia Souto de Almeida (Novorizonte); Karla Gratz Lagares de Oliveira (Vila Velha); Leandro Tavares de Oliveira (Formiga); Mario Pereira Paiva (São João del-rei); Regina Célia Carvalho (Capitólio). 22/10 - Ângela Ramos de Oliveira (Salinas); Geraldo Dimas Ferreira (Betim); Gilberto de Souza Santos (Alcobaça); Maria Anísia de Oliveira Lages (Belo Horizonte); Maria Salomé Figueiredo (São João del-rei); Natany Paulina (Brás Pires); Samuel Soares da Silva (Montes Claros); Sebastiana da Silva Castro (Formiga). 23/10 - Clério Antonio Pinheiro (Formiga); Jaime José dos Reis (São João del-rei); Joice Karina dos Santos (Novorizonte); Vera Maria Bittar (São João del-rei). 24/10 - Angela Márcia Chaves (Ouro Preto) Fernanda Batista Dias (Fruta de Leite); Fernando Brant (Formiga); Geraldina Luiza da Silva (Pará de Minas); Geraldo Eugênio da Silva (São João Del- -Rei); Ilma Soares Costa (Jequitinhonha); Maria Ribeiro dos Santos (Ribeirão das Neves); Odete Lopes de Oliveira (Visconde do Rio Branco); Rosilene Pereira Coelho Cauneto (Guidoval); Terezinha de Oliveira (São João del-rei). 25/10 - Abílio Goncalves Costa (Formiga); Divina Batista Rocha (Betim); Edna Leite Ramos (Poços de Caldas). 26/10 - Ingraça Trindade de Souza (Visconde do Rio Branco); José Borges (Passos); Nair Cabral Teixeira (Brás Pires). 27/10 - Elza Amélia Lucas (Taiobeiras); Francisca de Souza Daniel (Visconde do Rio Branco); Francisco Ramos de Oliveira (Salinas); Geralda L. de Oliveira (Brás Pires); Izael José de Paula (Salinas); Lucelene Marlene da Silva oliveira (São João del- -Rei); Terezinha Madalena de Oliveira (Capitólio). 28/10 - Edit de Almeida Barbosa (Brás Pires); Gilson José de Carvalho (Belo Horizonte); Leila Ferreira Sales (Belo Horizonte); Maria Moreira (Brás Pires); Simone Rodrigues Pereira (Fruta de Leite);Vera Maria Cruz Silva (Belo Horizonte); Zenaura Alves da penha Paula (Salinas); Zizélia Xavier Mendes Ruas (Jequitinhonha). 29/10 - Adriane Aparecida Delfino (Passos); Carla Alice Theodoro Batista (Ubá); Cássio Aguirre Cota Pacheco (Formiga); Emília Ferreira Gonçalves (Capitólio); Ivan Esteves Alves (São João del-rei). 30/10 - Alice Terezinha de Jesus (Pará de Minas); Helen Félix Moreira (Belo Horizonte); José Fernando da Costa (Santos Dumont); Luciene Laranjeiras e silva (Betim); Maria Raimunda Silva Nascimento (São João del-rei); Nádia Maria Ferreira Lima (Jequitinhonha); Patrícia Sebim Zanon (Nova Venécia). 31/10 - Josefa Madalena de Almeida (Fruta de Leite); Mônica Moreira de Araújo Ribeiro (Pará de Minas); Messias Gomes Ferreira (Rubelita); Walquiria Fonseca Peçanha Valério (São João del-rei). Wilma Melo de Assis Freitas (Betim); 15/10: Frei Hugo Maria van Steekelenburg 22/10: Frei Eduardo Metz 30/10: Frei Fabiano Aguilar Satler

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