O design e a fotografia no fotoálbum de casamento

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1 Gustavo Alexandre Reis O design e a fotografia no fotoálbum de casamento Universidade Anhembi Morumbi Mestrado em Design São Paulo 2011

2 Gustavo Alexandre Reis O design e a fotografia no fotoálbum de casamento Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Design Mestrado, da Universidade Anhembi Morumbi, como requisito parcial para obtenção do título de Mestre em Design, sob orientação do Prof. Dr. Jofre Silva, PhD. Pesquisa desenvolvida com apoio da CAPES Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Universidade Anhembi Morumbi Mestrado em Design São Paulo 2011

3 R31d Reis, Gustavo Alexandre O Design e a Fotografia no Fotoálbum de Casamento / Gustavo Alexandre Reis f.: il.; 21 cm. Orientador: Prof. Dr. Jofre Silva. Dissertação (Mestrado em Design) Universidade Anhembi Morumbi, São Paulo, Bibliografia: f Fotoálbum - 2. Fotografia - 3. Design - 4. Casamento - 5. Roteiro. I. Título. CDD O Design e a Fotografia no Fotoálbum de Casamento Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação Stricto Sensu em Design Mestrado, da Universidade Anhembi Morumbi, como requisito parcial para obtenção do título de Mestre em Design. Pesquisa desenvolvida com apoio da CAPES Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Gustavo Alexandre Reis é mestre em Design pela Universidade Anhembi Morumbi. Bolsista CAPES. Primeiro colocado do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes - ENADE (2006) no curso de Editoração. Graduado em Editoração pelas Faculdades Integradas Rio Branco (2006) e Técnico em Design Gráfico pela ETE Carlos de Campos (1999). Atua nas áreas de Design, Editoração e Fotografia. Banca Examinadora: Prof. Dr. Jofre Silva, PhD. Orientador Mestrado em Design Universidade Anhembi Morumbi Prof ª. Dra. Marcia Merlo Examinadora interna Mestrado em Design Universidade Anhembi Morumbi Prof ª. Dra. Mirtes Marins de Oliveira Examinadora externa Mestrado em Artes Visuais Faculdade Santa Marcelina

4 Dedicatória Ao meu pai, à minha irmã e à minha mãe.

5 Agradecimentos Ao meu orientador, Jofre Silva; Aos professores Mônica Moura, Gisela Belluzzo, Kathia Castilho, Ana Mae Barbosa e Marcia Merlo; Aos amigos que fiz durante o mestrado, particularmente Clarissa, Kenny, Malu, Marienne e Thaiza; À Antonia Costa, assistente do mestrado; À Capes; Aos estúdios fotográficos e seus responsáveis, Tuca, Ricardo e Flávio e aos casais que cederam seus álbuns para a pesquisa; Aos entrevistados durante a pesquisa, especialmente Felipe Camarneiro e Rogério Tomazela; À Cecilia, minha mulher.

6 Tirar fotos é prender a respiração quando todas as faculdades convergem para a realidade fugaz. É organizar rigorosamente as formas visuais percebidas para expressar o seu significado. É pôr numa mesma linha de mira a cabeça, o olho e o coração. Henri-Cartier Bresson.

7 Resumo O tradicional álbum de fotografias cede espaço hoje em dia ao fotoálbum produzido digitalmente, por meio do computador. Nesse tipo de projeto, as páginas do álbum podem conter mais de uma fotografia, normalmente acompanhada de elementos gráficos como filetes e fusões. Este trabalho tem como objetivo investigar as relações entre a fotografia e o design gráfico, tomando o fotoálbum como objeto de pesquisa. Foram observados dez fotoálbuns, produzidos por quatro estúdios presentes na cidade de São Paulo. Foram investigadas as duas dimensões contidas no fotoálbum, vindas do design e da fotografia. Na observação da dimensão gráfica, fez-se uma relação dos efeitos gráficos incorporados nos álbuns. Na observação da dimensão fotográfica, foram listados os temas registrados e contidos nos álbuns, o que possibilitou a percepção de um roteiro narrativo para o registro do casamento. Palavras-chave: 1. Fotoálbum - 2. Fotografia - 3. Design - 4. Casamento - 5. Roteiro

8 Abstract The traditional photo album nowadays gives way to photo albums produced digitally on a computer. In this type of project, the album pages contain more than one photo, usually accompanied by graphics such as filaments and mergers. This study aims to investigate the relationship between photography and graphic design, taking the photo album as a research subject. We observed ten photo albums produced by four studios in São Paulo. The two dimensions contained in the photo album, coming from design and photography, were investigated. In the graphic dimension analysis, we made a list of the graphical effects built into the albums. In the photographic dimension analysis, the captured themes built into the albums were listed, allowing the perception of a narrative script for the wedding registry. Keywords: 1. Fotoálbum 2. Photography 3. Design 4. Wedding 5. Registry

9 Sumário 0. Introdução O Fotoálbum 1.1 Um espaço visual O álbum com imagens fotográficas O fotoálbum no sistema digital O design do fotoálbum O design e a imagem visual no fotoálbum de casamento 2.1 A imagem visual A fotografia no design do fotoálbum A dinâmica na organização do fotoálbum As características do fotoálbum de casamento A dimensão gráfica Considerações sobre o perfil gráfico dos fotoálbuns A dimensão fotográfica Considerações sobre a imagem fotográfica A fotografia como memória de momentos da vida: o casamento 3.1 O registro fotográfico O sentido da imagem fotográfica Os recursos fotográficos A sensação e o desejo pela imagem fotográfica A história pela imagem fotográfica A memória pela imagem fotográfica Momentos da vida: o casamento Considerações finais Referências bibliográficas Anexos 119

10 Lista de figuras Fig. 1. Encarte do DVD Vintage Lightroom Presets by Lightroom Brasil. 36 Fig. 2. Fotografia das alianças de Marienne e Fabio. Everton Rosa Fig. 3. Fotografia do fotoálbum de Flavia e Claudio. Nova Produtora Fig. 4. Página do fotoálbum de Michele e Marcelo. PPA Fig. 5. Lâmina do fotoálbum de Gislene e Edson. Estudio A Fig. 6. Fotomontagem duas gerações. Foto Vídeo Foca Fig. 7. Lâmina do fotoálbum de Marienne e Fabio. Everton Rosa Fig. 8. Exemplos dos efeitos gráficos encontrados nos fotoálbums produzidos pela PPA Pulcinelli Produções Artísticas. 46 Fig. 9. Exemplos dos efeitos gráficos encontrados nos fotoálbums produzidos pela Nova Produtora. 50 Fig. 10. Exemplos dos efeitos gráficos encontrados nos fotoálbums produzidos pelo Estúdio A. 53 Fig. 11. Exemplos dos efeitos gráficos encontrados nos fotoálbums produzidos por Everton Rosa Fotografia. 57 Fig. 12. Fotografia da cidade de Nagasaki depois da explosão da bomba atômica. Fotógrafo: Bernard Hoffman

11 Fig. 13. Lâmina do fotoálbum de formatura de Viviane Kuntz. Acervo pessoal. Curitiba Fig. 14. Capa da revista Veja. Ed de maio de Fig. 15. Protesto MST. Folha Imagem. Fotógrafo: Cristiano Mesquita Abril de Fig. 16. Ferrari F40. Fotógrafo: Gustavo Reis Fig. 17. Conflito a bordo do navio Marmara Mavi. 31 de maio de Fotógrafo: desconhecido. 94 Fig. 18. Página 1 do fotoálbum de Michele e Marcelo. PPA Fig. 19. Página 2 do fotoálbum de Michele e Marcelo. PPA Fig. 20. Catálogo Cia Marítima. Março de Fig. 21. Anúncio BMW. Espanha Fig. 22. Fotografia tirada durante a Guerra do Vietnã. 1º de fevereiro de Fotógrafo: Eddie Adams. 102 Fig. 23. Fotografia vencedora do Prêmio Pulitzer Fome no Sudão. Fotógrafo: Kevin Carter

12 Lista de tabelas Tabela. 1. Relação dos estúdios e clientes selecionados para observação dos fotoálbuns de casamento. 43 Tabela. 2. Relação dos fotoálbuns selecionados, produzidos pela PPA Pulcinelli Produções Artísticas. 45 Tabela. 3. Relação dos fotoálbuns selecionados, produzidos pela Nova Produtora. 49 Tabela. 4. Relação dos fotoálbuns selecionados, produzidos pelo Estúdio A Produções. 52 Tabela. 5. Relação dos fotoálbuns selecionados, produzidos por Everton Rosa Fotografia. 56 Tabela. 6. Tabela com os temas fotografados no fotoálbum de Andrea e Eduardo. PPA Pulcinelli Produções Artísticas Tabela. 7. Tabela com os temas fotografados no fotoálbum de Karla e Ronaldo. PPA Pulcinelli Produções Artísticas Tabela. 8. Tabela com os temas fotografados no fotoálbum de Gabriela e Rodrigo. PPA Pulcinelli Produções Artísticas Tabela. 9. Tabela com os temas fotografados no fotoálbum de Luciana e Lucas. PPA Pulcinelli Produções Artísticas Tabela. 10. Tabela com os temas fotografados no fotoálbum de Michele e Marcelo. PPA Pulcinelli Produções Artísticas

13 Tabela. 11. Tabela com os temas fotografados no fotoálbum de Flavia e Claudio. Nova Produtora Tabela. 12. Tabela com os temas fotografados no fotoálbum de Fernanda e Carlos. Nova Produtora Tabela. 13. Tabela com os temas fotografados no fotoálbum de Iveline e Gilberto. Estúdio A Tabela. 14. Tabela com os temas fotografados no fotoálbum de Gislene e Edson. Estúdio A Tabela. 15. Tabela com os temas fotografados no fotoálbum de Marienne e Fabio. Everton Rosa Fotografia

14 Introdução A fotografia, desde seu início, foi uma das principais maneiras de registrarem-se momentos importantes ou significativos. Hoje em dia, a tecnologia aproximou ainda mais a fotografia das pessoas: celulares com câmeras integradas, máquinas fotográficas cada vez mais baratas e simples de usar, com qualidade cada vez maior, suportes dinâmicos para que as fotografias sejam expostas e/ou armazenadas (tais como fotologs, álbuns virtuais, aplicativos dedicados). Todos esses dispositivos trouxeram uma nova relação entre as pessoas e as fotografias. Não apenas registram-se os momentos, como também, por meio da fotografia, compartilham-se lembranças e recordações de eventos como viagens, festas, reuniões, batizados e casamentos. Esse desejo de compartilhamento encontra no álbum de fotografias um de seus suportes mais marcantes e significativos. Aquele tradicional álbum de fotografias cede lugar, no século XXI, ao fotoálbum produzido no computador, por meio do processo digital. No concorrido mercado de registro de eventos sociais, por exemplo, as pessoas não buscam apenas o talento de um fotógrafo. A produção do álbum também faz diferença, tornando-se um fator cada vez mais decisivo para a escolha de determinado profissional ou determinado estúdio fotográfico. Atualmente, por exemplo, alguns estúdios contam com uma estrutura que oferece, além do fotógrafo, o trabalho de um designer, responsável pela edição e pela diagramação das fotos e das páginas de um álbum. Nesse tipo de projeto, a imagem deixa de ser ampliada integralmente com a finalidade de ocupar uma única página do álbum. 14

15 Hoje em dia, de um modo geral, as páginas passam a ter mais de uma imagem, reunidas em grupos e até mesmo combinadas no formato de uma montagem fotográfica, conforme estabelece o designer na organização das páginas do álbum. Em alguns casos, observa-se que o próprio fotógrafo assume esse papel de selecionar, retocar, ajustar e diagramar o fotoálbum. Além disso, outros elementos gráficos passam a ser incorporados nas páginas. Cabe ressaltar, no entanto, que antes do uso do computador, já era possível a ampliação de mais de uma fotografia por página, assim como também era possível a inclusão de alguns elementos gráficos como molduras e filetes. Porém, com o uso do computador, esse tipo de solução gráfica torna-se muito mais fácil: leva-se menos tempo, além de não influenciar no custo do álbum. Essa praticidade também implica novas maneiras de se contar a história narrada pelas fotografias. Esse tipo de álbum está disponível no mercado profissional, dentro dos estúdios fotográficos, e também no mercado amador, por meio de softwares específicos, encontrados na internet. Esses álbuns podem reunir diversos eventos sociais como viagens, aniversários infantis, festas de debutantes e casamentos tema escolhido para esta pesquisa. O intuito deste trabalho é investigar a natureza gráfica e fotográfica deste objeto o fotoálbum produto da união das áreas do Design e da Fotografia. Para isso, o capítulo um resgata as origens do fotoálbum e os aspectos que fazem dele um produto do design gráfico. Também trata o álbum como suporte fotográfico e traz uma proposta de definição para o termo fotoálbum. 15

16 O capítulo dois procura identificar as principais características do fotoálbum de casamento disponível no mercado da cidade de São Paulo. Neste sentido, discute os elementos gráficos de dez álbuns produzidos por estúdios comerciais, considerando também as imagens fotográficas e os efeitos visuais utilizados. A análise mostra ainda os temas registrados em cada fotoálbum com a intenção de conhecer os momentos de maior destaque na narrativa visual da cerimônia: o roteiro. O terceiro capítulo enfoca o papel da fotografia, o seu significado, a sua condição no sistema digital, bem como as possibilidades de manipulação da imagem. Considera o uso da fotografia como detonador de ideias, sensações e desejos. Tenta estabelecer uma discussão sobre a força da fotografia na perpetuação e na preservação da memória de momentos importantes da vida, em particular o casamento. 16

17 1. O Fotoálbum

18 1.1. Um espaço visual O termo fotoálbum surgiu no mercado fotográfico para designar o álbum de fotografias produzido no computador. O fotoálbum, em alguns nichos de mercado, recebe o nome de fotolivro ou photobook. O termo fotolivro, por exemplo, foi registrado pela empresa Digipix, especializada em serviços de impressão fotográfica. Convém então uma breve consideração sobre esses termos. Luis Antonio Feliciano (2005, p.7) explica que o termo álbum é definido nos dicionários como um objeto que recebe coleções diversas: fotografias, selos, recortes, ou ainda, versos, discos e outros objetos que merecerem recordação. Milton Ribeiro (2003, p.371) define livro como uma publicação não-periódica que reúne folhas impressas, organizadas em cadernos grampeados, costurados ou colados, formando um bloco, ligados a uma capa flexível ou rígida. Já a UNESCO (1954, p.11) define livro como uma publicação literária não-periódica contendo 49 páginas ou mais, não contando sua capa. Susan Sontag (2004, p.15) comenta que Durante muitas décadas, o livro foi o mais influente meio de organizar (e, em geral, miniaturizar) fotos, assegurando desse modo sua longevidade, se não sua imortalidade fotos são objetos frágeis, fáceis de rasgar e de extraviar. Isto posto, propõe-se aqui a seguinte definição para o fotoálbum: álbum de fotografias em formato de livro cujas páginas podem combinar sobreposição, fusão ou agrupamento de imagens por meio do sistema digital. 18

19 Atualmente encontram-se disponíveis no mercado alguns softwares dedicados exclusivamente à montagem desse tipo de álbum. Tanto em laboratórios de revelação como no ambiente virtual por meio da web, existem programas próprios que auxiliam na criação e na diagramação de álbuns fotográficos, utilizando-se de templates (padrões predefinidos) existentes nos referidos softwares. Esses templates apresentam opções variadas de disposição de fotos na página. Em cada opção, o usuário encontra um espaço predeterminado para cada fotografia. Cabe a ele eleger qual foto ocupará cada um desses espaços. Os fotoálbuns disponíveis no mercado apresentam diversas possibilidades de formato. Existem os formatos verticais tradicionais (como 24 cm de largura por 30 cm de altura), horizontais (40x30 cm), e também quadrados (20x20 cm). A capa normalmente é fotográfica, ao contrário dos álbuns antigos, cujas capas eram confeccionadas em couro ou em veludo. Há também possibilidades de laminação do papel; as folhas do álbum, então, podem ser foscas, brilhantes e/ou metalizadas. A encadernação do fotoálbum normalmente é artesanal: as folhas são coladas umas nas outras, verso com verso, colocadas em ordem e costuradas como em um livro, formando o miolo. Por fim, recebem a capa, que também é colada e costurada ao volume. A capa, geralmente, é dura e traz uma foto do casal de noivos. Encontram-se também algumas opções industrializadas de encadernação. Há máquinas com softwares de diagramação padrão (templates). Além da ferramenta para diagramação, essas máquinas também imprimem, fazem a laminação e encadernam o fotoálbum, 19

20 sendo uma solução prática e única. Porém, a tecnologia de impressão dessas máquinas é a offset, a mesma utilizada em revistas semanais. Esse fato compromete o acabamento e a durabilidade do fotoálbum. Apesar disso, esse tipo de produto tem sido uma alternativa utilizada, já que seu custo é baixo O álbum com imagens fotográficas Um aspecto relevante na fotografia é o suporte a ser usado para a preservação das imagens. Os diferentes meios de registro oferecem diferentes meios de exposição. As imagens podem ser expostas em meios impressos e meios digitais: fotografias em papel, ampliadas em diversos tamanhos, fotos impressas em livros, revistas e banners de grande formato, imagens expostas em espaços digitais disponíveis na web como fotologs, banco de imagens e álbuns virtuais. Na condição de instrumento de preservação de momentos da vida, o álbum, segundo Feliciano (2005, p.28) é circunstancial e sintético por natureza. O autor afirma ainda que há uma relação viva e dinâmica anterior e posterior àquela coleção de fotografias, de textos, de objetos. O que o álbum contém (independente dos objetos reunidos) são apenas referências, fragmentos, insights que vão auxiliar na (re)composição da memória do que foi vivido. Já o álbum de fotografia, em particular o de casamento, se apossa desses sinônimos para se firmar enquanto parte do ritual (ibid). Esta afirmação mostra-se verdadeira quando nota-se a preocupação de um casal de noivos na escolha do estúdio fotográfico e/ou do fotógrafo que irá registrar seu casamento. Em alguns casos, um mesmo 20

21 fotógrafo é o responsável pelo registro do casamento de uma mãe e de sua filha anos mais tarde, numa relação que extrapola o contato profissional e estende-se ao pessoal. Além da confiança no fotógrafo, pode somar-se aqui o afeto familiar, o laço criado entre a família da noiva e o fotógrafo. Sontag (2004, p.19) entende que por meio de fotos, cada família constrói uma crônica visual de si mesma um conjunto portátil de imagens que dá testemunho da sua coesão. A autora também explica que um álbum de fotos de família é, em geral, um álbum sobre a família ampliada e, muitas vezes, tudo o que dela resta. Essa afirmação explica a preocupação e o empenho em registrarem-se alguns eventos da vida. Phillipe Dubois (1993, p.80) comenta que com toda certeza, o que confere valor a esses álbuns não são nem seus conteúdos representados neles próprios, nem as qualidades plásticas ou estéticas da composição, nem o grau de semelhança ou de realismo das chapas, mas sua dimensão pragmática, seu estatuto de índice, seu peso irredutível de referência, o fato de se tratar de verdadeiros traços físicos de pessoas singulares que estiveram ali e que têm relações particulares com aqueles que olham as fotos. Geoffrey Batchen (2004, p.49) comenta que álbuns também servem como indução para a fala, uma desculpa para amigos e familiares se reunirem, para que histórias sejam trocadas, incidentes sejam relembrados, biografias sejam inventadas. O álbum de casamento explicita esse tipo de relação. Sejam os noivos, os amigos, os familiares, todos têm a expectativa de ver o registro daquele evento. É no álbum 21

22 que se encontra um vínculo entre noivos, familiares, convidados e fotógrafos (Feliciano, 2005). Walter Benjamin (1987) relaciona o surgimento do álbum de fotografias aos homens de negócio e, mais tarde, ao hábito do retoque, como uma evidência da vaidade do retratado, em voga desde o início dessa tecnologia. Na fotografia analógica, cujo suporte físico de registro da imagem era o negativo, o fotógrafo fazia pequenos retoques diretamente nele, utilizando-se de um bico de pena, num trabalho artesanal. Na fotografia de suporte digital, ampliam-se as possibilidades de modificações na imagem, dada a praticidade com que se obtém o resultado do retoque. Também existem mais possibilidades de edição da imagem capturada, como será mostrado a seguir, especialmente no capítulo três O fotoálbum no sistema digital A primeira menção documentada sobre fotoálbum como produto comercial disponível ao público consumidor de estúdios fotográficos ocorreu no ano de 2003, durante a PMA, feira mundial de fotografia realizada anualmente. Segundo a revista Photos (Ed. 64, maio/junho 2008), naquele ano ela foi sediada na cidade de Las Vegas. E foi lá que se apresentou um produto na época chamado fotolivro. Este produto foi idealizado pelo coreano Jonas Chun, radicado no Brasil desde a década de 70, e proprietário do Instantcolor, reconhecido laboratório fotográfico paulistano que prestava serviços de revelação e ampliação a vários profissionais da área. Chun adquiriu um mini-lab da Kodak e passou a explorá-lo a fim de descobrir maneiras de aproveitá-lo melhor. Enfim conseguiu imprimir a página dupla de um álbum, sem necessidade de recorte, tamanho 80x50 cm. Chun criou um protótipo de 22

23 fotolivro e mostrou para a Kodak. A empresa então levou Chun e esta inovação à PMA de Las Vegas, e lá Chun ganhou o prêmio de excelência e inovação na fotografia, concedido anualmente. Outro momento importante na aparição do fotoálbum no mercado foi o surgimento da Digipix. De acordo com os releases publicados pela empresa consultados em março de 2011, a Digipix nasceu em 2004, criada por Marcos Perlman. Foi dele a iniciativa de registrar a marca fotolivro no Brasil, já em O que Perlman fez foi juntar-se a uma empresa australiana chamada Momento, fornecedora de um software de diagramação, e trazer ao Brasil um equipamento da Hewlett-Packard, empresa mundial no mercado de informática, chamado Indigo Essa máquina permitia a impressão de páginas duplas em formatos maiores, como álbuns abertos, assim como os de Chun. Porém, enquanto Chun utilizava-se de um equipamento que fazia as fotografias surgirem no papel pelo processo químico, a Indigo da Digipix usava o processo offset, com tinta. Os diferentes níveis de acabamento entre os processos dão a diferença no produto entregue. Porém, o conteúdo das páginas (as fotografias e suas montagens) apresenta resultados parecidos. Outras iniciativas buscaram um resultado próximo, como por exemplo, o Foto Vídeo Foca. Este estúdio sempre foi reconhecido no mercado paulistano como um estúdio de vanguarda, ao lado de outros tradicionais como Manuk, JR Studios e Foto Azul. O responsável pelo setor de fotografia digital no Foca, Felipe Augusto Camarneiro, conta outra versão sobre o surgimento deste novo produto, durante uma conversa realizada em março de Para isso, faz-se necessária uma 23

24 contextualização, levando-se em conta o aparecimento do sistema digital da fotografia. Antes da aparição do sistema digital, ocorrida no começo da década de 1990, os fotógrafos contratados para fazer a cobertura de um evento comprometiam-se a entregar ao cliente um número fixo de amostras fotográficas (também chamadas de provas), para que o cliente escolhesse posteriormente quais fotos daquelas seriam ampliadas para fazer parte do álbum. Normalmente, no contrato com o fotógrafo, o cliente resolvia o número de fotos que seriam ampliadas no seu álbum, número que variava entre 40 e 100. Em um casamento, o fotógrafo fazia um número maior de fotos, entre 10% e 20% a mais. Desse total, os fotógrafos descartavam algumas fotos, por serem muito parecidas entre si ou por terem algum problema que comprometia a qualidade da imagem, como falta de foco, por exemplo. As amostras selecionadas eram então encaminhadas ao cliente, para que ele escolhesse aquelas que seriam ampliadas e incluídas no álbum. Depois de prontas, as ampliações eram encaminhadas para a encadernação, feita artesanalmente. Nesse processo, as fotos ampliadas são coladas uma a uma, verso com verso, para serem posteriormente costuradas e unidas à capa. Por conta disso, o tempo de secagem e acabamento girava em torno de sete dias. O número de fotos que iam para o álbum variava de 40 a 100, mas não ultrapassava esse número, por conta do seu volume. No começo dos anos 2000, as primeiras câmeras digitais começaram a ser adquiridas no Brasil por estúdios fotográficos de alto padrão, devido ao seu elevado custo. A câmera Nikon D1-X, de 5.3 megapixels de resolução, por exemplo, foi lançada em fevereiro de 2001 custando cerca de US$ 5500 no mercado americano, sem incluir sua lente. Era o 24

25 preço que se pagava para estar à frente da concorrência sempre acirrada do mercado de cobertura de eventos. Até então, alguns estúdios fotográficos contavam com o trabalho de tratadores de imagens, que recebiam os negativos digitalizados (escaneados) individualmente pelos laboratórios, a fim de garantir no seu computador uma fidelidade à luz captada e registrada no negativo. Os tratadores entravam em ação quando a imagem do negativo precisava de algum retoque mais aprimorado como, por exemplo, quando uma foto fundamental do evento (como a troca de alianças durante um casamento) tinha um problema grave como falta de foco ou quando o segundo plano da imagem estava escuro demais, decorrente da falha do flash auxiliar. Ainda segundo Camarneiro (2011), a chegada das novas câmeras demandou um período de aprendizado tanto por parte desses tratadores de imagem como dos fotógrafos, já que a câmera digital tinha características diferentes daquelas que usavam o negativo. As imagens obtidas no novo sistema tinham mais profundidade, dado que a câmera digital captava melhor a luz ambiente. E outra diferença fundamental: o fotógrafo não estava mais limitado ao número de cliques em função do negativo. No sistema digital, o fotógrafo passou a ter uma autonomia maior de imagens a capturar. Com o negativo, os fotógrafos batiam as fotos fundamentais do evento, ou seja, aquelas que certificavam que o evento realmente aconteceu. No caso do casamento essas fotos eram: igreja com os convidados, entrada dos padrinhos, noivo aguardando a noiva no altar, entrada da noiva, bênção e troca das alianças, cumprimentos e cortejo de saída da igreja, como um roteiro já previamente estabelecido antes do casamento. A capacidade de armazenamento 25

26 no sistema digital, baseado em cartões de memória flash, permitia um número muito maior de disparos e consequentemente, algumas experimentações daquele registro (como, por exemplo, fotos artísticas da luz do salão iluminando a pista de dança durante a festa). Usando-se uma Nikon D1-X em sua resolução máxima, um cartão flash de um gigabyte de capacidade podia armazenar cerca de 420 fotos. Por outro lado, no sistema anterior, cada rolo de filme tinha 12 imagens fotográficas. Isso fazia o fotógrafo ter a necessidade de trocar o rolo rápida e frequentemente durante a cobertura do evento. Também em função disso, o número de fotos feitas no evento não era muito superior ao número contratado. Num contrato de 100 fotos, por exemplo, o fotógrafo fazia cerca de 120 a 144 fotos (de 10 a 12 rolos de 12 fotos cada). Com o sistema digital e apenas um cartão flash, o fotógrafo podia fazer cerca de 300 imagens. Essa quantidade maior de fotografias obtidas em cada evento desencadeou algumas mudanças não só na estrutura física dos estúdios como também demandou a criação de um novo fluxo de trabalho. No primeiro momento, foram necessários computadores com maior capacidade de disco rígido, de memória e de processamento. Os tratadores de imagem passaram a ter mais arquivos para editar. Em seguida, deu-se atenção à necessidade de uma nova maneira de lidar com aquela quantidade maior de fotos. Surgiram dúvidas sobre como armazenar os arquivos digitais referentes a um determinado evento e como selecionar as melhores imagens no meio de tantas e providenciar as amostras para serem entregues ao cliente. Havia ainda questões referentes à quantidade de fotos que o cliente passaria a selecionar, já que ele teria acesso a um número maior de fotografias. Também se perguntava quanto tempo 26

27 levaria para que as fotografias ampliadas ficassem prontas e chegassem ao estúdio para serem encaminhadas ao encadernador. Estas questões ilustram as palavras de Pierre Bordieu (1999, p.27). Ele entende que a construção do objeto é um trabalho de grande fôlego, que se realiza pouco a pouco, por retoques sucessivos, por toda uma série de correções, de emendas, sugeridos pelo que se chama ofício, que segundo o mesmo autor, é um conjunto de princípios que orientam as ações ao mesmo tempo minúsculas e decisivas. Os estúdios foram, pouco a pouco, criando seus métodos de trabalho, e aperfeiçoando-os com o decorrer do tempo. Passado o período de experiências dentro dos estúdios e ajustes na relação entre eles e os laboratórios de ampliação fotográfica, o problema passou a ser com o cliente e com o encadernador. O primeiro passou a escolher uma quantidade cada vez maior de imagens, superando o limite de 100 fotos, imposto pelo processo de encadernação. O encadernador, por sua vez, reportava ao estúdio essa inviabilidade técnica de encadernar, sugerindo o uso de um álbum com dois volumes. Esta aparentava ser a saída mais adequada, porém traria como consequência o aumento do custo para o estúdio e para o cliente, além da necessidade de um prazo maior para a entrega do álbum. Num mercado de disputa acirrada, pelo ponto de vista comercial do estúdio isso seria temerário, já que custo e prazo são determinantes para o cliente. Sugerir que o cliente escolhesse menos fotos iria contra o apelo comercial do sistema digital (mais cliques por evento). A solução, no caso do Foto Vídeo Foca, foi ampliar mais fotografias por página. Depois de verificar as amostras das fotos, o cliente passou a enviar ao estúdio não apenas uma relação das imagens escolhidas, mas 27

28 também passou a determinar quais imagens deveriam aparecer juntas numa mesma página. Iniciou-se então uma fase de estudos e tentativas de apresentação para essas páginas multifoto. As primeiras estruturas propunham que as fotos não fossem sobrepostas. As imagens eram dispostas seguindo um alinhamento uniforme, apoiando-se assim num grid mais simples e facilmente identificado. O fundo era preto, liso, provavelmente remetendo à ideia do papel velado no laboratório fotográfico ou talvez remetendo à imagem de cinema, que é circundada pelo preto. Num primeiro momento essa diagramação funcionou, mas começaram a surgir problemas decorrentes daquela determinação do cliente. Caso o cliente escolhesse duas fotos horizontais e uma foto vertical, a disposição delas em uma página vertical de 24x30cm teria um problema de proporção, cujas soluções não agradavam: fatalmente uma das fotos acabaria sendo muito reduzida, além de provocar muito espaço vazio na página. A fim de evitar esse tipo de problema, o Foca passou a oferecer aos clientes um auxílio, uma orientação na escolha das fotos a serem reunidas em uma única página. Isso ajudou os clientes a ter uma noção de como seria o álbum, antes mesmo dele estar pronto. Foi o ponto de partida para o cliente tomar mais contato com aquele novo produto, pensando no resultado final da disposição das páginas. Outro aspecto importante surgiu em decorrência do sistema digital, acarretando aprimoramentos técnicos por parte dos tratadores de imagem. A principal questão era garantir que as imagens ampliadas no laboratório apresentassem resultados fieis àqueles vistos no monitor do tratador de imagens, ainda no estúdio. A essa questão seguiu-se um período de aprendizado tanto por parte dos tratadores no estúdio como dos laboratoristas responsáveis 28

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