FastReport avançado. Android. Manipular dados no Microsoft Word com Delphi. Editorial. Índice. Autor: Luciano Pimenta. Autor: João Marcos Sakalauska

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3 04 FastReport avançado 05 Editorial Autor: Luciano Pimenta C# Desenvolva uma Aplicação Desktop em C# e MySQL Parte 3 10 Autor: João Marcos Sakalauska Android Consumindo Web Services 17 Índice Autor: Thiago C. Montebugnoli Manipular dados no Microsoft Word com Delphi 26 Autor: Jeferson Silva de Lima 03

4 Editorial Av. Profº Celso Ferreira da Silva, 190 Jd. Europa - Avaré - SP - CEP Informações e Suporte: (14) Olá amigos do The Club, aqui estamos com mais uma edição da The Club Magazine, feita especialmente para vocês. Começamos com o artigo de nosso colaborador Luciano Pimenta, trazendo a segunda parte do artigo relacionado ao gerador de relatórios FastReport. Nesta segunda parte ele abordará relatórios com dicas mais avançadas como: criação de gráficos, código de barras e o uso de templates. Já o colaborador João Marcos Sakalausca, vem com a terceira parte do desenvolvimento de uma aplicação C# usando o Banco MySql, sendo que nesse artigo ele iniciará a codificação de uma tela de Login, muito útil para quem está se familiarizando com este tipo de aplicação. Nosso consultor Jeferson Silva de Lima nos ensina como Inserir Imagens no Word utilizando o Delphi, uma dúvida bastante abordada em nosso suporte técnico ultimamente. Eu continuo escrevendo artigos relacionados ao Android, sendo que neste mês dou algumas dicas para Consumir Web Services nesta plataforma utilizando um framework específico para esta tarefa. Como eu sempre digo, ou melhor, escrevo, fiquem a vontade para dar sugestões de artigos ou dicas, que faremos o possível para atendê-los. Um Forte abraço, Internet Cadastro: Suporte: Informações: Skype Cadastro: theclub_cadastro Skype Suporte: theclub_linha1 theclub_linha2 theclub_linha3 Copyright The Club Diretor Técnico Marcos César Silva Diagramação Vitor M. Rodrigues Design Vitor M. Rodrigues Revisão Drielly Cristini Patrinhani Colunistas João Marcos Sakalauska José Antonio P. M. de Paula Lucas de Oliveira Luciano Pimenta Thiago Cavalheiro Montebugnoli Juninho Jeferson Silva de Lima Impressão e acabamento: GRIL - Gráfica e Editora Taquarituba-SP - Tel. (14) Thiago Montebugnoli - Editor Chefe Reprodução A utilização, reprodução, apropriação, armazenamento em banco de dados, sob qualquer forma ou meio, de textos, fotos e outras criações intelectuais em cada publicação da revista The Club Megazine são terminantemente proibidos sem autorização escrita dos titulares dos direitos autorais. Delphi é marca registrada da Borland International, as demais marcas citadas são registradas pelos seus respectivos proprietários. 04

5 FastReport avançado Vimos no artigo anterior, os primeiros passos para usar o FastReport. Aprendemos a criar relatórios simples, listagens, agrupamentos e somatórios. Neste artigo, veremos relatórios com dicas mais avançadas, pois em aplicações reais, usamos todas essas possibilidades. Com o FastReport podemos criar esses tipos de relatórios de maneira fácil. Nota: os exemplos de gráficos e cross-tab precisam de componentes, que estão disponíveis apenas para a versão comercial (full). e.dept_no = d.dept_no group by D.dept_no, D.department No retorno da consulta teremos os campos departamento e a quantidade de funcionários do mesmo. Abra o design do FastReport e faça a ligação para a fonte de dados (consulta no Delphi). Adicione um Chart object e será aberto seu editor de configuração (Figura 1). Criando gráficos Gráficos, mostram de forma mais amigável informações do que uma listagem, por exemplo. Como diz o ditado: uma imagem vale mais do que mil palavras, assim um gráfico (imagem), mostra informações de forma visual, muito mais rápido de serem avaliados. Criar gráficos no FastReport é bastante fácil. Primeiro, vamos fazer a consulta que retorne os dados necessários para a criação do relatório. Posso dizer que a consulta, é 70% do gráfico, pois precisamos retornar dados que sejam interessantes de serem avaliados em um gráfico. Uma consulta interessante seria a quantidade de produtos por setor, quantidade de funcionários por setor, etc. Aqui, no exemplo, vamos fazer um simples, apenas com a quantidade de funcionários por setor. O SQL usado esta na Listagem 1. Listagem 1. Consulta para o gráfico select D.dept_no, D.department, count(e.dept_no) as QtdeEmployee from department D INNER JOIN employee e on Figura 1. Editor do Chart object No editor, vamos adicionar as séries (cada uma representa um gráfico), lembrando que podemos ter várias series que podem ser diferentes tipos de gráficos (em barra, pizza, linha etc). Clique no botão Add Series para criamos um gráfico. Na janela que abre, temos várias opções de gráficos e suas derivações (Figura 2). 05

6 Ao rodar o relatório, são mostrados no gráfico, os quatros primeiros de- 06 partamentos em quantidade de funcionário e um item a mais com a soma de todos os outros. Esse último item não retorna nenhum título, mas podemos colocar um texto indicativo no item TopN caption (Figura 4). Figura 2. Galeria com os tipos de gráficos disponíveis Escolha o item Pie e o tipo Normal. Na opção DataSource, escolha o frxdbdataset configurado anteriormente. No Label, vamos indicar o campo Department da consulta, pois queremos saber quais os departamentos possuem q quantidade de registros (funcionários). No item Pie (que muda de nome, de acordo com o tipo de gráfico escolhido), vamos configurar com o campo que retorna a quantidade de funcionários (QtdeEmployee). Caso sua necessidade seja de criar gráficos com valores fixos (sem a necessidade de uma consulta no banco), o que é bastante difícil, basta escolher Fixed data e digitar os valores nos campos Label e Pie. Figura 4. Agrupando informações com o TopN Veja na Figura 5 outros tipos de gráficos criados. Pronto, já temos um gráfico pronto para uso. Execute o relatório e veja o gráfico em execução (Figura 3). Figura 5. Tipos de gráficos que podemos criar no FastReport Figura 3. Relatório em execução Para adicionar um título, marque a opção Chart no editor. Acesse a propriedade Title>Text. Temos várias configurações para a propriedade Title. Vimos que o gráfico mostra uma quantidade grande de informações e que em alguns casos precisamos apenas das mais relevantes, como por exemplo, os cincos primeiros departamentos em quantidade de funcionário. Para conseguir esse agrupamento de informações, é bem fácil. Na série que criamos, temos um GrupoBox chamado Other options. A opção TopN values indica a quantidade de informações que queremos agrupar, por exemplo, para saber os primeiros departamentos em número de funcionário, digite 5 no item. Cross-tab Também conhecido como tabela de referência cruzada, serve para cruzarmos dados de duas ou mais tabelas para que possamos encontrar uma relação que nos retorne informações para serem apresentadas. Um exemplo simples: montante de vendas do ano, mês ou período por cliente. Nesse caso, nossas linhas da consulta são dinâmicas (cliente), como de costume, mas as colunas, também precisam ser dinâmicas (meses, período). Com o croos-tab, fica fácil de fazer esse tipo de relatório. Nosso SQL precisar retornar o nome do cliente, o montante gasto e o período da venda (nesse caso, será mensal). Veja na Listagem 2 a consulta.

7 Listagem 2. Consulta para croos tab select c.customer, extract(month from s.ship_date) as Mes_digito, case extract(month from s.ship_ date) when 1 then Jan when 2 then Fev when 3 then Mar when 4 then Abr when 5 then Mai when 6 then Jun when 7 then Jul when 8 then Ago when 9 then Set when 10 then Out when 11 then Nov when 12 then Dez end as Mes, s.total_value from customer c inner join sales s on s.cust_no = c.cust_no where s.ship_date is not null group by Mes, Mes_digito, c.customer, s.total_value order by Mes_digito Em Source data, escolhemos a fonte de dados. Agora no croos-tab structure, vamos configurar as colunas e linhas do croos-tab. Arraste o campo Customer para a linha. O campo Mes será nossa coluna e Total_value será a parte centralizada. As linhas e colunas possuem ordenação e agrupamento, já o campo centralizado, possui configurações de cálculos, como somatório, contador, média, mínimo e máximo. Para o campo Mes não vamos usar nenhuma ordenação (opção None), pois já temos a consulta ordenada corretamente. Na parte inferior do editor, temos um preeview de como ficará o relatório. Ao lado temos várias opções de configuração como: mostrar o título, cabeçalho de coluna e linha, totalizadores de colunas e linhas etc. Veja na Figura 7, como ficou o editor após as configurações. Criamos o campo Mes_digito para que possamos ordenar corretamente os meses no período. Faça a ligação da consulta com o relatório, conforme exemplos anteriores. No design do relatório, temos o Cross-tab object e DB Cross- -tab object. O Cross-tab object, permite a inserção de dados manualmente. Já o DB Croos-tab object, como o próprio nome sugere, permite a criação desse tipo de relatório, usando uma consulta do banco de dados. Adicione um ao relatório e será aberto o editor para configuração do croos-tab (Figura 6). Figura 7. Configuração do cross-tab Basta rodar o relatório que teremos um croos-tab (Figura 8). Figura 8. Croos-tab em execução Código de barras Atualmente, outro componente muito importante é o barcode. No FastReport, podemos configurar o Barcode object facilmente. Se precisarmos gerar um código de barras padrão, com um único número, basta adicionar o controle no relatório e configurar o seu editor (Figura 9). Figura 6. Editor de configuração do DB cross-tab object 07

8 Figura 9. Editor de configuração do Barcode object Indicamos o valor do código de barras no campo Code e configuramos o tipo do mesmo (temos muitas opções). Note ainda que podemos rotacionar o campo no relatório. Caso tenhamos uma listagem e seja necessário um código de barras para cada item, basta usar a mesma configuração, apenas no campo Source, vamos escolher o campo da consulta (Figura 10). Figura 11. Adicionando um objeto OLE no relatório Veja que temos várias possibilidade de arquivo e isso varia de acordo com os softwares instalados em sua máquina. Marque Criar do arquivo, escolha o mesmo e marque a opção Vincular. Pronto, basta redimensionar o controle no relatório que temos imagens, arquivos de texto, planilhas etc, vinculadas com o relatório. Templates O FastReport oferece uma funcionalidade bastante interessante, o uso de templates. Com o Quick Report, podíamos usar a herança visual de formulários para facilitar a construção de relatórios com layout padronizado, sem a necessidade de criar o layout em todo relatório. Figura 10. Configurando um campo para o Barcode object Objetos OLE O OLE object serve para adicionarmos no relatório arquivos de texto, imagens etc. OLE (Object Linking and Embedding) é uma tecnologia Microsoft que esta no mercado há bastante tempo e podemos conceitua-la como um sistema de objetos distribuídos. No Rave Reports temos Global Pages para simular isso (veja dica em No FastReport temos os templates, onde podemos salvar um relatório (arquivo FR3) com o layout padrão e depois, usar esse template na criação dos novos relatórios. No design do FastReport, acesse o menu File>New. Será aberta uma janela com alguns templates pré-definidos (Figura 12). OLE é uma arquitetura cliente pesada, ou seja, para termos a oportunidade de mostrar uma planilha do Excel, temos que ter um software instalado na máquina que abra esse tipo de arquivo. Temos a facilidade de adicionar textos, planilhas no relatório e vincular as mesmas, ou seja, qualquer alteração no arquivo original vai refletir no relatório. Mas devemos ter cuidado, pois, caso o arquivo seja removido de seu diretório original da vinculação, os dados continuarão a ser apresentados, desde a última visualização atualizada. Para trabalhar com OLE no FastReport, devemos adicionar um frxoleobject no formulário e um OLE Object no relatório. Ao adicionar no relatório, será aberto um editor para escolher a inserção de um novo arquivo ou a edição de um já vinculado. Clique em Insert. Caso você já tenha trabalhado com OLE, a próxima tela é padrão para criação de um novo arquivo ou vinculação com um já existente (Figura 11). Figura 12. Adicionando um novo item 08

9 Na aba Templates, temos os templates que podemos criar. Nesse caso, como não definimos nenhum, o mesmo esta vazio. Crie um novo relatório. Adicione bandas e controles de tela, como da Figura 13. igura 13. Layout padrão para relatórios do sistema Nota: Não faça nenhuma vinculação de dados com o relatório template. Ele não pode ter vinculação a dados, pois é o base. Os que herdarem dele, sim, devem ser vinculados. Figura 15. Escolhendo o template criado para um novo relatório Esse é o layout que será usado por todos os relatórios. Salve o arquivo FR3 como LayoutPadrao.fr3 em um diretório de sua escolha. Acesse o menu Report>Options. Na aba Inheritance podemos indicar em que local (diretório) temos os arquivos FR3 que serão usados como templates (Figura 14). Conclusões Vimos nesse artigo dicas para gerar relatórios avançados no FastReport, onde vimos como criar gráficos, croos-tab e outras configurações avançadas. Como o FastReport é a ferramenta oficial para geração de relatórios no Delphi, aprendemos um pouco nesses dois artigos como trabalhar com a mesma. Existem funcionalidades que devem ser exploradas e utilizadas de acordo com a necessidade do desenvolvedor. Um grande abraço a todos e até a próxima! Sobre o autor Figura 14. Indicando o diretório onde teremos os templates Luciano Pimenta Luciano Pimenta (NOVO DOMINIO: é desenvolvedor Delphi/C# para aplicações Web com ASP.NET, Windows com Win32 e Windows Forms com.net. Palestrante da 4ª edição da Borland Conference (BorCon) e da 1ª Delphi Conference. É MVP Embarcadero, grupo de profissionais que ajudam a divulgar o Delphi no mundo. Atualmente é desenvolvedor da SoftDesign fábrica de softwares em Porto Alegre-RS. Autor de mais de 90 artigos e de mais de 600 vídeos aulas publicadas em revistas e sites especializados, além de treinamentos presenciais e multimídias. É consultor da FP2 Tecnologia (www.fp2.com.br) onde ministra cursos de programação e banco de dados. Pronto, agora basta acessar novamente o menu File>New, que o template estará pronto para ser usado (Figura 15). 09

10 Desenvolva uma Aplicação Desktop em C# e MySQL Parte 3 Nos artigos anteriores, preparamos todo o ambiente e seus respectivos recursos, seguindo posteriormente na preparação do protótipo da nossa aplicação. Nesse artigo, juntaremos tudo o que foi falado na preparação, aplicando o aprendizado no desenvolvimento da nossa mini aplicação. Nota: É necessário que você tenha lido os artigos anteriores (Parte Um e Dois) para que não haja dificuldades na implementação que será apresentada nesse artigo, pois, a partir desse haverá partes práticas referente a conclusão do artigo e da aplicação. Nesse artigo iniciaremos a codificação da nossa aplicação começando pela tela de Login do Sistema. Sendo assim, abra a solução MiniAplicacao. sln e em Solution Explorer, abra o arquivo Login.cs conforme imagem 01. Código 1: private void btnacesso_ Click(object sender, EventArgs e) bool flag = false; if ((txtusuario.text!= string. Empty) && (txtsenha.text!= string.empty)) string CONFIG = server=localho st;database=ldc;uid=root;passwo rd= ; MySqlConnectionconexao = new MySqlConnection(CONFIG); MySqlCommand query = new MySqlCommand(); query.connection = conexao; conexao.open(); query.commandtext = SELECT * FROM usuario WHERE usuario = + txtusuario.text.trim(); query.commandtext += AND senha = + txtsenha.text. Trim() + ; boollinhas = query. ExecuteReader().HasRows; Imagem 01: Tela de Login do sistema MiniAplicacao.sln Dê um duplo clique no botão Acesso e no método btnacesso_click() digite o código em negrito a seguir: 10 if (linhas) this.hide(); frmprincipal f = new frmprincipal(); f.showdialog(); this.close();

11 this.dispose(); else MessageBox.Show( Usuário ou senha inválida ); conexao.close(); else if (txtusuario.text == string. Empty) MessageBox.Show( Preencha o campo Usuário ); flag = true; if ((txtsenha.text == string. Empty) && (flag == false)) MessageBox.Show( Preencha o campo Senha ); Notas: 1. No primeiro artigo, foi passada a instrução INSERT para que o Banco de Dados tivesse pelo menos um usuário para teste, porém, houve um erro de digitação que deixou a senha bastante estranha por sinal. Então, revisando a instrução, vamos continuar com a senha do primeiro artigo, mesmo estranha em termos de leitura. Senha do primeiro artigo ausuariodmin, instrução INSERT: INSERTINTO`ldc`.`usuario`(`nome `,`usuario`,`senha`)values( Adm inistrador, admin, ausuariodm in ) 2. Como o artigo é didático alguns itens serão passados de forma resumida ou quase sem detalhes, porém, o artigo em si é um pontapé inicial para que você evolua o assunto abordado nas suas implementações diárias. Caso seu ambiente esteja devidamente preparado, compile e rode a aplicação para testar seu funcionamento. Se não houver nenhum problema e os dados de usuário e senha forem digitados corretamente a tela de Login será fechada e a tela principal será aberta conforme imagem 03. Para resolver os problemas referente ànamespace das classes Mysql, utilize a namespace MySql.Data.MySqlClient na seção using como mostra a imagem 02. Imagem 03: Tela Principal carregada após tela de Login. Agora que concluímos a primeira etapa, vamos para a segunda, que é a programação dos eventos da tela Principal. Imagem 02: Namespace MySql.Data.MySqlClient Antes de rodar a aplicação, verifique se o serviço do MySQL foi carregado pelo XAMPP ou caso você tenha o MySQL instalado, verifique se o serviço foi iniciado. Lembrando que também é necessário ter o MySQLConnector instalado (MySQL Connector foi abordado na parte dois desse artigo). Para começar, interrompa a execução da aplicação e no Solution Explorer abra o arquivo Principal.cs. Clique no controlemenustrip Menu para expandir as opções criadas no artigo anterior como mostra a imagem

12 evento com o código a seguir: private void contatotoolstripmenuitem_ Click(object sender, EventArgs e) frmcontatoformcontato = new frmcontato(); FormContato.MdiParent = this; FormContato.StartPosition = FormStartPosition.CenterScreen; FormContato.Show(); Imagem 04: MenuStrip Menu. Iniciando a programação dos eventos dos Menus 1. Sair Dê um duplo clique na opção Sair e programe o evento com o código a seguir: private void sairtoolstripmenuitem_ Click(object sender, EventArgs e) this.close(); 4. Tipo de Contato Dê um duplo clique na opção Tipo de Contato e programe o evento com o código a seguir: private void tipodecontatotoolstripmenuitem_ Click(object sender, EventArgs e) frmtipocontatoformtipocontato = new frmtipocontato(); FormTipoContato.MdiParent = this; FormTipoContato.StartPosition = FormStartPosition.CenterScreen; FormTipoContato.Show(); 2. Usuário Dê um duplo clique na opção Usuárioe programe o evento com o código a seguir: private void usuariotoolstripmenuitem_ Click(object sender, EventArgs e) frmusuarioformusuario = new frmusuario(); FormUsuario.MdiParent = this; FormUsuario.StartPosition = FormStartPosition.CenterScreen; FormUsuario.Show(); Com os eventos do StripMenu preparados, passaremos aos eventos de formulário. Para que todos os formulários possam ter acesso aos mesmos eventos e executar os mesmos métodos trocando informações e mensagens, será necessário criarmos uma Classe que será usada como Classe Pai e assim fazer com que a Classe dos formulários criados realize a herança dessa nova classe Pai. Em resumo, sua arquitetura atual pode ser resumida como mostra a imagem 05: 3. Contato Dê um duplo clique na opção Contato e programe o 12 Imagem 05 Arquitetura atual Todas as classes herdam da classe Form.

13 Para que possamos deixar a aplicação mais dinâmica, teremos que alterar a estrutura da arquitetura que passará a trabalhar da forma apresentada na imagem 06: using System; usingsystem.collections. Generic; usingsystem.linq; usingsystem.text; usingsystem.windows.forms; usingsystem.drawing; 2. Agora, nossa classe deverá herdar da classe Form para que tenhamos acesso a todas as propriedades e métodos necessários. Para que nossa classe herde a classe Form, basta você colocar : Form na frente do nome da sua classe conforme código em negrito a seguir: Imagem 06 Arquitetura que será implementada visando a facilidade na troca de mensagens entre objetos, principalmente com a classe consulta que pesquisará os dados e transmitirá a informação para as demais classes filhas através da classe MAAcoes. Sendo assim, abra o Solution Explorer, clique com o botão direito na solução e vá até as opções Add -> New Item -> Visual C# Class e crie uma classe chamada MAAcoes.cs (significado Mini Aplicação Ações ) conforme imagem 07. namespaceminiaplicacao classmaacoes: Form 3. Com a classe preparada, vamos implementar os métodos de controle de botões da nossa aplicação. O método AjustaBotoesFormulario recebe os controles do Formulárioe a sinalização de uma flag (true ou false) para habilitar ou desabilitar os botões conforme o código a seguir: Imagem 07: Classe MAAcoes.cs Com a classe criada, implementaremos os métodos necessários para os nossos formulários. As etapas a seguir mostram como implementar o código para a classe MAAcoes. 1. Nossa classe deverá ser do tipo Form já que obviamente estamos trabalhando com Windows Forms, então, devemos inserir asnamespacessystem.windows.formse usingsystem.drawingconforme o código em negrito a seguir: public void AjustaBotoesFormulario(Control. ControlCollectioncontroles, Boolean flag) foreach (Control control in this.controls) if (control.gettype(). ToString() == System.Windows. Forms.Button ) if (control.name == btnnovo control.name == btnalterar control.name == btnsair control.name == btnexcluir ) control.enabled=!flag; if (control.name == btnsalvar control.name == btncancelar ) 13

14 control.enabled = flag; Observação:Repare que em determinado momento do método fazemos a verificação específica por nome (control.name = btnexcluir ), sendo assim, se os botões do seu formulário não estiverem devidamente nomeados, os mesmos não funcionarão conforme esperado. Lembrando que como os botões se repetem nos formulários o nome dos botões comuns deve ser igual para todos (nome do botão btnnovo do formulário Usuario deve ser igual ao nome do botão do formulário TipoContato e assim por diante). 4. Os demais métodos serão para os controles de Texto e Listagem, conforme código a seguir: public void AjustaCamposFormulario(Control. ControlCollectioncontroles, Boolean flag) stringstrcolor = string.empty; if (!flag) strcolor = Color. FromKnownColor(KnownColor. Menu).ToString(); else strcolor = Color.White. ToString(); foreach (Control control in this.controls) switch (control.gettype(). ToString()) case System.Windows.Forms. TextBox : ((TextBox) control).enabled = flag; break; case System.Windows.Forms. ComboBox : ((ComboBox) control).enabled = flag; break; public void AjustaValorC amposformulario(control. ControlCollectioncontroles) foreach (Control control in this.controls) switch (control.gettype(). ToString()) case System.Windows.Forms. TextBox : ((TextBox) control).text = string.empty; break; case System.Windows.Forms. ComboBox : ((ComboBox)control). SelectedIndex = -1; break; Com os métodos criados, devemos chamá-los na classe dos nossos formulários. Então, abra o código do formulário de Usuários, classe Usuario.cs e vamos programá-lo nas seguintes etapas: 1. Em primeiro lugar, substitua a classe Form pela classe MAAcoes para que seu formulário passe a herdar da classe que criamos, conforme código a seguir: publicpartialclassfrmusuario : MAAcoes 14

15 Observação: Nesse ponto, sua aplicação poderá não reconhecer a classe herdada MAAcoes e consequentemente não mostrará seu formulário no modo Designer. Mas isso só ocorre por conta de que itens como DLL e possíveis referências não estão atualizados. Para resolver isso, em Solution Explorer as opções Clean Solution e Rebuild Solution devem ser utilizadas e para garantir que estará funcionando, compile e rode sua aplicação. Após isso você poderá retornar ao desenvolvimento normalmente, pois, seu Form já estará aparecendo. TipoContato, Contato, sem ter que relacioná-los com as tabelas do banco de dados e as colunas onde os dados estão armazenados. Na imagem 09 você poderá conferir o esquema de funcionamento do Entity Framework e de com o que foi descrito anteriormente é possível. 2. Feito isso, vamos programar mais um evento com os métodos criados em MAAcoes, observe que o que está sendo adicionado está em negrito: publicfrmusuario() InitializeComponent(); this. AjustaCamposFormulario(this. Controls, false); this. AjustaBotoesFormulario(this. Controls, false); Imagem 09 Esquema de funcionamento do EF. Para maiores detalhes sobre Entity Framework, vale a pena acessar o endereço da MSDN: Isso é suficiente para testarmos nossa classe pai MAAcoes concluindo a parte inicial do nosso sistema antes de falar sobre Entity Framework. Compile e rode a sua aplicação, se estiver tudo em ordem, seu formulário de Usuários deverá estar com os campos desabilitados juntamente com os botões Salvar e cancelar conforme imagem 08. LINQ (LanguageIntegrated Query) Permite a simplificação de consulta entre dados e objetos, dispensando a forma que era utilizada para escrita de queries (String) permitindo a consulta por meio dos objetos que passam a ser visíveis graças as suporte do IntelliSense. Na imagem 10 você poderá conferir o exemplo de consulta utilizando LINQ: Imagem 08 Formulário inicializado com os campos desabilitados. Entity Framework O Entity Framework é um conjunto de tecnologias da ADO.NET que possibilitao desenvolvimento de aplicações orientadas a dados. Com Entity Framework, é possível modelar entidades, armazenar e consultar informações, trabalhando com dados na forma de propriedades e objetos específicos das entidades do seu Banco de Dados, no nosso caso, Usuario, Imagem 10 Consulta de números (consulta + incremento de valor) posteriormente exibidos no laço de repetição. As consultas por meio do LINQ podem ser estendidas também aos objetos do seu banco de dados não estando limitado a um único tipo de dados (inteiro, string, etc.). Para maiores detalhes a respeito do LINQ, acesse o endereço da MSDN: 15

16 Para conferir exemplos sobre LINQ, acesse o endereço da MSDN: Para mais detalhes, consulte o endereço da MSDN: com/pt-br/library/vstudio/bb aspx Tipos genéricos Os Tipos genéricos, utilizados principalmente com Listas, permitem a criação de classes e/ou métodos onde o tipo de dados pode ser especificado, exemplo List<string>, ou declarado como List<T>, onde <T> deverá ser substituído pelo objeto que será trabalhado na sua rotina. Mesmo com essa facilidade, não é permitido que objetos de outros tipos sejam tratados numa mesma lista devido sua tipagem forte. Para que se possa trabalhar com lista de tipo genérico é necessário o uso da interface IEnumerable<T> ou a interface de tipo derivado IQueryable<T>. Lembrando que os tipos genéricos e listas estão ligados diretamente ao LINQ e suas consultas. Para mais detalhes sobre o assunto, acesse o endereço da MSDN: msdn.microsoft.com/pt-br/library/vstudio/bb aspx LAMBDA EXPRESSION Trata-se de uma função anônima que pode ser utilizada com DELEGATES para passagem de expressões como se fossem parâmetros de uma função (principalmente se utilizado com LINQ). Composto principalmente de valor de entrada (se houver) seguido de => mais expressão a ser atribuída, exemplo x => x * x. Conclusão Mesmo sendo um artigo extenso, não consegui abordar tudo o que realmente precisaríamos para uma aplicação impecável. Mas levando em consideração que se trata de um artigo didático, creio que este é um caminho que abrirá muitos horizontes principalmente para programadores que tem vontade de se aventurar nos benefícios que o.net vem trazendo ao desenvolvimento por meio de LINQ, Entity Framework e outras opções. No próximo artigo continuaremos o desenvolvimento da aplicação para conclusão desse assunto. Sobre o autor João Marcos Sakalauska Colunista The Club. 16

17 Android Consumindo Web Services Neste artigo continuarei a falar sobre o assunto Web Services. Para quem leu o artigo do mês passado com o título Criando um Web Service utilizando o Eclipse Juno veremos que neste mês daremos uma continuação no que foi visto, utilizando como ferramenta o Android com o auxílio de uma biblioteca de terceiros chamada KSOAP2. Este artigo será bem prático, não envolvendo conceitos já citados em outros artigos. Para ficar mais interessante iremos consumir um Web Service gratuito para consulta de CEPS e Logradouros do Brasil. Então chega de papo e vamos por a mão na massa. Cadastrando no site Depois de efetivar o cadastro, em alguns minutos receberá um para ativação de sua conta. No primeiro contato ao entrar em sua área específica, receberá um aviso idêntico aos dizeres a seguir: Para Utilizar os serviços ByJG, você precisa ativar um serviço, selecione no menu acima o serviço que deseja ativar. Localize no menu acima a região chamada Serviços CEP CEP e clique sobre a mesma. Deveremos informar mais alguns dados adicionais para concluir e ativar o serviço de Web Service. Ver Imagem 02 Iremos usar como base para conhecimento o seguinte site: O Serviço de consulta a CEP é de uso livre. Sendo que atualmente trabalha com a base de CEP dos Correios e contém mais de logradouros cadastrados. A única tarefa que devemos realizar seria um pequeno cadastro. Para isto, clique na região superior direita Área Usuário e localize a opção Criar Novo Usuário. Ver Imagem 01. Figura 02: Ativar Web Service de consulta de CEP. Possuímos diversos recursos como: Pesquisas (CEP e Logradouro), gráfico de utilização entre outros. Importante: O usuário e senha serão utilizados ao decorrer do artigo. Figura 01: Criando o usuário e senha. Dados do Serviço O endereço do serviço é 17

18 Possuímos os seguintes métodos ativos: string obterversao( ) - Retorna a versão do WebService. string obterlogradouroauth( string, string, string ) - Retorna o nome do logradouro à partir do CEP fornecido. Esse método requer autenticação do usuário. string[] obtercepauth( string, string, string, string, string ) - Retorna o CEP à partir do nome do logradouro, localidade e unidade federativa. Esse método requer autenticação de usuário. Se autenticado, retorna as 20 primeiras linhas encontradas. O endereço do descritor do serviço WSDL é: 2) org.ksoap2.serialization.propertyinfo Essa classe é usada para armazenar informações sobre cada propriedade do método a ser consumido do webservice. Os métodos são: - setname(): Nome da variável que irá ser passada como parâmetro. - setvalue(): Valor que deverá ser passado para a variável declarada anteriormente. - settype(): Tipo de dados utilizado na variável. Para adicionar estas propriedades em nossa classe SoapObject criada anteriormente deveremos implementar o método addproperty(). Exemplo de utilização: Adquirindo o framework Ksoap2 O framework Ksoap2 seria a ferramenta necessária para processar as mensagens SOAP. Ela pode ser baixada diretamente pelo site: PropertyInfo cepprop =new PropertyInfo(); cepprop.setname( cep ); cepprop.setvalue( ); cepprop.settype(string.class); soap.addproperty(cepprop); Neste artigo recomendo utilizar a versão Principais Classes O framework Ksoap2 nos fornece todos os recursos necessários para consumir um Web Service. Abaixo irei dar uma breve descrição das características destas classes. 3) org.ksoap2.serialization.soapserializationenvelope É uma classe que estende a classe SoapEnvelop, com suporte para o formato SOAP Serialization, que representa a estrutura de uma mensagem SOAP serializado. A principal vantagem de serialização do SOAP é a portabilidade. 1) org.ksoap2.serialization.soapobject Se caracteriza por ser um objeto dinâmico simples que pode ser usado para construir as chamadas do Ksoap2. Essencialmente, esta classe utiliza dois parâmetros, sendo: o namespace (geralmente o endereço do WebService) e o name (o nome do método a ser utilizado). Exemplo de utilização: SoapSerializationEnvelope envelope = new SoapSerializatio nenvelope(soapenvelope.ver11); Exemplo de utilização: SoapObject soap = new SoapObject (namespace, name); Os métodos: - (SoapObject) envelope.bodyin: Obter a resposta do serviço Web. - getpropertyasstring(): Transformar o resultado em variáveis do tipo Texto. A constante SoapEnvelope.VER11 indica o SOAP versão 1.1. Faremos o uso de alguns métodos e propriedades, sendo: - setoutputsoapobject (soap): Método responsável por designar o objeto de solicitação SoapObject para o envelope como a mensagem de saída referente à chamada de método de SOAP. - dotnet: propriedade booleana para definir a compatibilidade com o padrão de codificação.net. Exemplo de utilização: 18

19 envelope.dotnet = true; envelope. setoutputsoapobject(soap); 4) org.ksoap2.transport.httptransportse A classe HttpTransportSE representa uma camada HttpTransport baseada em J2SE. HttpTransportSE,ela estende a classe org.ksoap2.transport. Transport, que resume a serialização e desserialização das mensagens SOAP. Ao criar o objeto passamos como parâmetro a URL, que seria o endereço para consumir o Web Service. Exemplo de utilização: HttpTransportSE androidhttptransport = new HttpTransportSE(URL); Os métodos são: - Call(SOAP_ACTION, envelope): responsável pela chamada usando como parâmetro o endereço do WebService + Método e o envelope SOAP. Figura 03: Classes do Projeto. Importando a Biblioteca Ksoap2 Depois de ter conhecido um pouco sobre este framework e de ter realizado o download, recomendo criar uma pasta chamada Libs no projeto para melhor organização. É ali onde armazenaremos nossas bibliotecas, que no caso seria apenas uma, a ksoap2-android-assembly jar-with-dependencies. jar. Para importá-la clique com o botão direito escolhendo a opção Properties. Em Java Build Path localize a aba Libraries. Clique em Add JARs... para adicioná-la ao projeto em questão. Ver Imagem 04. Exemplo de utilização: androidhttptransport.call(soap_ ACTION, envelope); Criando o exemplo No exemplo deste artigo iremos envolver todos os conceitos aprendidos anteriormente. O funcionamento deste exemplo será bem simples. Informaremos o CEP para nos retornar o Endereço, Bairro, Cidade, Estado e Código IBGE. Para isto descreverei todos os passos daqui pra frente. Inicie uma aplicação do Zero clicando em File/New/Android Project... criando uma classe chamada ConsumindoWSActivity para estender (extends) para a interface Activity (Nesta classe é onde chamaremos a classe principal mais adiante). Clique sobre o pacote e com o botão direito escolha New/ Class escolhendo o nome como CEP. (nesta classe onde criaremos todos os métodos responsáveis pela consulta do CEP). De imediato teremos duas classes. Ver Figura 03 para maiores detalhes. Figura 04: Adicionado a Biblioteca Ksoap2. Teremos todas as classes necessárias adicionadas ao projeto. Classe Cep.java O primeiro passo é importar as classes utilizadas ao decorrer do desenvolvimento, veja abaixo: 19

20 package pct.consumindows; import org.ksoap2.soapenvelope; import org.ksoap2.serialization. PropertyInfo; import org.ksoap2.serialization. SoapObject; import org.ksoap2.serialization. SoapSerializationEnvelope; import org.ksoap2.transport. HttpTransportSE; public class Cep private static final String NAMESPACE = com.br/ ; private static String URL = webservice.php/ws/cep ; private static final String SOAP_ACTION = com.br/obterlogradouroauth ; Teremos três constantes, sendo: NAMESPACE: O endereço do site que contém o Web Service. URL: O endereço do serviço Web Service. SOAP_ACTION: O endereço do site + método utilizado. public String[] ObterLogradouro(String Cep) SoapObject soap = new SoapObject(NAMESPACE, obterlogradouroauth ); String usuario = usuario ; String senha = senha ; PropertyInfo cepprop =new PropertyInfo(); cepprop.setname( cep ); cepprop.setvalue(cep); cepprop.settype(string. class); soap. addproperty(cepprop); PropertyInfo usuarioprop =new PropertyInfo(); usuarioprop. setname( usuario ); 20 usuarioprop. setvalue(usuario); usuarioprop. settype(string.class); soap. addproperty(usuarioprop); PropertyInfo senhaprop =new PropertyInfo(); senhaprop. setname( senha ); senhaprop. setvalue(senha); senhaprop. settype(string.class); soap. addproperty(senhaprop); SoapSerializationEnvelope envelope = new SoapSeriali zationenvelope(soapenvelope. VER11); envelope.dotnet = true; envelope. setoutputsoapobject(soap); HttpTransportSE androidhttptransport = new HttpTransportSE(URL); try androidhttptransport.call(soap_ ACTION, envelope); SoapObject result = (SoapObject) envelope.bodyin; return result. getpropertyasstring(0). split(, ); catch (Exception e) return null; O método ObterLogradouro() tem como parâmetro de entrada o Cep, uma variável do tipo String, e de saída uma variável do tipo Array of strings, pois a mesma nos retorna os dados de Endereço, Bairro, Cidade, Estado e Código IBGE. Instancie a classe SoapObject passando como parâmetros as constantes (NAMESPACE e ObterLogradouroAuth). Deixaremos como estático também as variáveis de autenticação Usuário e Senha (Lembrando que estas informações foram adquiridas no início do artigo). Criaremos três objetos

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