ESTRATÉGIA e-sus ATENÇÃO BÁSICA

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1 NOTA TÉCNICA ESTRATÉGIA e-sus ATENÇÃO BÁSICA E SISTEMA DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE DA ATENÇÃO BÁSICA - SISAB Brsíli, 19 de bril de 2013 (tulizd em julho de 2013 com Portri nº 1.412, de 10 de julho de 2013)

2 ESTRATÉGIA e-sus ATENÇÃO BÁSICA SISTEMA DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE DA ATENÇÃO BÁSICA - SISAB 1. INTRODUÇÃO O e-sus Atenção Básic (e-sus AB) é um estrtégi do Ministério d Súde trvés do Deprtmento de Atenção Básic (DAB) pr reestruturr s informções d tenção primári à súde (APS), modernizndo su pltform tecnológic com o objetivo de informtizr s uniddes básics de súde, oferecer ferrments pr mplir o cuiddo e melhorr o compnhmento d gestão. Pretende-se com o e-sus AB, reduzir crg de trblho empenhd n colet, inserção, gestão e uso d informção n APS, permitindo que colet de ddos estej dentro ds tividdes já desenvolvids pelos profissionis, e não um tividde em seprdo. Dentre s principis premisss do e-sus, destcm-se: Reduzir o retrblho de colet ddos; Individulizção do Registro; Produção de informção integrd; Cuiddo centrdo no indivíduo, n fmíli e n comunidde e no território; Desenvolvimento orientdo pels demnds do usuário d súde. À prtir d implementção dest estrtégi, pretende-se reestruturr o tul Sistem de Informções d Atenção Básic (SIAB), substituído grdtivmente por um novo sistem de informção, o SISAB - Sistem de Informção em Súde d Atenção Básic. À prtir do SISAB, outros sistems com ddos origindos n tenção primári serim limentdos utomticmente. O qudro 1 resume s principis diferençs do SISAB em relção o SIAB: 2

3 Qudro 1. Crcterístics do SIAB e SISAB: SIAB SISAB Tipo de Registro Consoliddos Individulizdos Tipos de Reltórios Alimentção dos Ddos Acompnhmento no Território Atividdes Coletivs e Reuniões Reltórios Gerenciis Indicdores Agregdos e consoliddos por equipe Profissionis d ESF e EAB(prticipntes do PMAQ) Por Fmílis Registro restrito os cmpos Atendimento em Grupo Educção em Súde, Procedimentos Coletivos e Reuniões (Reltório PMA2) Limitdos os ddos consoliddos Fornecidos com bse n situção de súde do território Agregdos por individuo, equipe, regiões de súde, município, estdo e ncionl. Profissionis d ESF, EAB, Consultório n Ru, Atenção Domicilir, NASF (e Acdemi d Súde) Por Domicílio, Núcleos Fmilires e Indivíduos Registro por tipo de tividde, tem pr reunião, público lvo e tipos de prátics/tems pr súde. Consoliddo ou individulizdo. Reltórios gerenciis: dinâmicos. Fornecidos prtir d situção de súde do território, tendimentos e compnhmento dos individuos do território FONTE: MS / SAS / DAB Já qunto os spectos relciondos à tecnologi d informção, o qudro 2 resume s principis diferençs do softwre tulmente utilizdo pr limentção ds informções do SIAB em relção o e-sus AB: Qudro 2. Crcterístics do softwre do SIAB e d estrtégi e-sus AB: SIAB e-sus AB Tecnologi de Informção Não permite comunicção com outros sistems Permitiri interoperbilidde com outros sistems de súde em uso no município Pltform de Desenvolvimento Utiliz lingugem de progrmção clipper e pltform MS-DOS Sistem de Colet Por meio de fichs consoliddos Utiliz lingugem de progrmção Jv Web e é multi-pltform Por meio de fichs com registro individulizdo ou com Prontuário Eletrônico FONTE: MS / SAS / DAB 3

4 O e-sus AB oferece dois desenhos de implementção: e-sus AB CDS - Softwre pr Colet de Ddos Simplificd: permitiri o registro integrdo e simplificdo trvés de fichs de cdstro do domicílio e dos usuários, de tendimento individul, de tendimento odontológico, de tividdes coletivs, de procedimentos e de visit domicilir, informções ests que vão compor o SISAB. e-sus AB PEC - Softwre com Prontuário Eletrônico do Ciddão: permitiri gestão do cdstro dos indivíduos no território, orgnizr gend dos profissionis d AB, relizr colhimento à demnd espontâne, tendimento individul e registro de tividdes coletivs. Visndo proximr o registro dos ddos de onde eles estão sendo produzidos (e grntir o cesso às informções produzids prtir destes) pr suportr os processos essenciis d tenção primári, o e-sus AB está sendo desenvolvido de form poder ser implntdo em diferentes cenários, de cordo com relidde locl. Assim, poderi ser utilizd versão com colet de ddos simplificd, versão com prontuário eletrônico ou mbs s versões, ns diferentes etps do processo de trblho. Cenário 1 - somente SMS tem computdores e velocidde de conexão à internet é bem limitd; Cenário 2 somente SMS tem computdor e internet. As UBS têm computdor sem cesso à internet e podem digitr os ddos direto n unidde; Cenário 3 A SMS e s UBS tem poucos computdores e internet com conexão limitd; Cenário 4 - A SMS, s UBS e miori dos consultórios têm computdor, no entnto internet é lent e/ou instável; Cenário 5 - A SMS, s UBS e miori dos consultórios têm computdor, no entnto internet é lent e/ou instável 4

5 Cenário 6 - A SMS, s UBS e miori dos consultórios têm computdor e internet com conexão de bo qulidde. 2. e-sus AB CDS ESTRATÉGIA DE COLETA DE DADOS SIMPLIFICADA A colet de ddos simplificd será o primeiro psso pr implntção do e-sus AB, permitindo limentção do SISAB mesmo em uniddes de súde ind não informtizds, tendo como principl diferencil em relção o SIAB, um menor número de fichs serem preenchids, individulizção dos ddos por ciddão e disponibilizção de reltórios mis dinâmicos. O sistem de CDS utiliz sete fichs pr o registro ds informções, s quis estão dividids em três blocos (qudro 3). Qudro 3. Fichs pr colet de ddos simplificd e-sus Atenção Básic Cdstro d Atenção Básic Cdstro Domicilir Cdstro Individul Fichs de Atendimento de Nível Superior Fich de Atendimento Individul Fich de Atendimento Odontológico Individul Fich de Atividde Coletiv Fich de Procedimentos Fichs de Atendimento de Nível Médio e outros Fich de Procedimentos Fich de Visit Domicilir FONTE: MS / SAS / DAB 3. e-sus AB PEC ESTRATÉGIA COM O PRONTUÁRIO ELETRÔNICO DO CIDADÃO A estrtégi do e-sus AB PEC pretende disponibilizr pr tenção primári tecnologi de softwre pr informtizção ds uniddes básics de 5

6 súde de form que ests possm contr com prontuário eletrônico, de form grntir suporte clínico e melhor integrção dos serviços de súde. Contri o finl de seu desenvolvimento com os seguintes módulos: Módulo de Cdstro Módulo de Territorilizção Módulo de Agend Módulo de Atendimento Individul Módulo de Apoio à Gestão Módulo de Atendimento à Demnd Espontâne Módulo de Exportção 4. PASSOS PARA IMPLANTAÇÃO DO e-sus AB O DAB sugere os seguintes pssos pr implntção d estrtégi e- SUS AB: 1) Identificr s crcterístics tecnológics disponíveis conectividde à internet, quntidde de computdores, quntidde de impressors, suporte à informtizção ds uniddes (recursos humnos pr poio locl e remoto), entre outros. 2) A prtir ds crcterístics, o gestor deve definir o tipo de sistem ser implntdo: e-sus AB com PEC ou e-sus AB com CDS 3) Plnejr cpcitção ds equipes de súde e dos profissionis de suporte pr tecnologi d informção. 6

7 4) Definir responsáveis no município pel implntção/implementção do: Crtão Ncionl de Súde; e-sus AB; Demis sistems de gestão do SUS 5) Articulr junto às regionis e o Estdo (SES, COSEMS, CIR, ) pr compor estrtégi de implntção, prtir do dignóstico locl; 5. AVALIAÇÃO DE CUSTOS DE IMPLANTAÇÃO O DAB identificou possíveis despess pr implntção d estrtégi e-sus AB. A estes form crescidos nest not técnic lguns itens identificdos pel Câmr Técnic de Informção e Informátic do CONASS. Dentre os principis itens de tecnologi d informção e comunicção cujos custos devem ser vlidos destcm-se: Equipmentos: servidores, terminis, equipmentos pr bckup, impressors, rotedores, switches, nobreks, conversores de fibr pr UTP, etc; Softwres: sistem opercionl (estções e servidores), softwre de bnco de ddos, softwre de gerencimento de rede, ntivírus, softwre de utomção de escritório, etc; Instlção e configurção: consultori, cbemento e instlção de equipmentos; Custos mplos : custos de operção (energi, luguel) e mteril de consumo (ex: toner, tint, ppel, ribon - suprimento pr impressor de crtão); Opercionis mbientis: suprimento ininterrupto de energi, terrmento proprido ns uniddes (prevenção contr descrgs elétrics); Treinmento: curso sobre o uso do sistem; 7

8 Mnutenção: contrtos de mnutenção do sistem, contrto de mnutenção de equipmentos e infrestrutur em gerl. Not: Deve ser destcdo que lguns dos produtos listdos cim tis como licenç de softwre tem o pgmento nul, o que envolve mnutenção de orçmento permnte pr este custeio. Estes custos estão estimdos nos qudros 4 7, presentdos seguir: Qudro 4: Custo básico estimdo de equipmentos por UBS / equipe Qunt Equipmento Vlor Totl 1 Computdor pr Servidor Locl R$ 5.500,00 R$ 5.500,00 15 Estções de Trblho R$ 2.100,00 R$ ,00 3 Impressor Lser R$ 450,00 R$ 1.350,00 1 Impressor Lser Etiquet R$ 800,00 R$ 800,00 Totl R$ ,00 FONTE: MS / SAS / DAB Qudro 5: Custo estimdo de instlção d rede locl Qunt Descrição Vlor Totl 18 Ponto de Rede Wireless R$ 100,00 R$ 1.800,00 18 Ponto de Rede Cbed R$ 150,00 R$ 2.700,00 Simples 18 Ponto de Rede Cbed R$ 1.100,00 R$ ,00 Certificd FONTE: MS / SAS / DAB Qudro 6: Custo nul estimdo de conectividde bnd lrg Qunt Descrição Vlor Totl 12 meses Con. Bnd Lrg Fix R$ 150,00 R$ 1.800,00 12 meses Con. Bnd Lrg Rádio/Móvel R$ 250,00 R$ 3.000,00 12 meses Con. Bnd Lrg Stelitl R$ 1.500,00 R$ ,00 FONTE: MS / SAS / DAB Q udro 7: Custo Estimdo de Implntção Assistid por UBS Qunt Equipmento Vlor Totl 5 dis Cpcitção Técnico-Opercionl R$ 600,00 R$ 3.000,00 25 dis Acompnhmento Técnico de Implntção R$ 320,00 R$ 8.000,00 * Totl R$ ,00 FONTE: MS / SAS / DAB 8

9 Com bse nest estimtiv do DAB, s despess totis pr implntção d estrtégi por UBS estrim entre ,00 e , RESPONSABILIDADES NA IMPLANTAÇÃO DA ESTRATÉGIA e-sus AB Propõe-se um rticulção entre o Ministério d Súde e os Estdos, com objetivo de estbelecer cooperção e prceri n implntção d estrtégi e-sus Atenção Básic. O Ministério d Súde ssume os seguintes compromissos: Fornecer o softwre e-sus AB e tulizções periódics Fornecer documentção de poio: uso, implntção e desenvolvimento Grntir cpcitção pr s SES; Grntir curso EAD vi UNA-SUS; Grntir suporte vi Service Desk (remoto, por telefone); Crir e coordenr Comunidde do e-sus/ab no Portl do Softwre Público Brsileiro (SPB); Inserir s SES n Comunidde do e-sus/ab; Monitorr implntção do e-sus/ab; Grntir conectividde pr s UBS do PMAQ (1ª fse) Incentivr informtizção ds UBS (Requlific UBS) As SES vem sendo conttds em seprdo pelo Ministério d Súde, com vists à ssintur de termos de compromisso, pr os quis ests podem definir quis responsbiliddes serão ssumids pelos Estdos, sendo sugerids s seguintes possibiliddes: Pr informtizção ds secretris municipis e UBS: Informtizção d SMS 9

10 Fornecer Dtcenter Estdul ou Regionl Oferecer Conectividde pr s UBS Fornecer equipmentos: o Computdor pr servidor locl ds UBS o Computdor pr os consultórios o Dispositivos móveis, etc. N cpcitção ds equipes: Cpcitr os profissionis (informátic e súde) ds SES, UBS, empress públics e privds; Disponibilizr cursos EAD pr cpcitção dos profissionis de informátic e súde; Disponibilizr núcleos de telessúde pr poio os profissionis de súde dos municípios. Disponibilizr equipes permnentes pr poio os profissionis de súde dos municípios. No processo de implntção: Disponibilizr equipes itinerntes pr poio à informtizção e uso do sistem nos municípios (Recursos Humnos, pssgens, hospedgem, suporte); o Disponibilizr equipes permnentes de Suporte de TI (trvés de pessol próprio ou contrtção de serviços de terceiros); Articulr implntção junto : o empress públics de TI; o universiddes e o outros prceiros Monitorr implntção do softwre e-sus/ab nos municípios; 10

11 No desenvolvimento dos plictivos / softwres: Indicr Empres Públic Estdul pr prticipr d Comunidde do Softwre Público Brsileiro (SPB); Comprtilhr conhecimentos e soluções por meio d Comunidde SPB do e-sus/ab; Implementr novs funcionliddes no e-sus AB, por meio d Comunidde SPB do e-sus/ab. 7. MINUTAS DE PORTARIA PARA IMPLANTAÇÃO DO SISAB Pr implntção do SISAB, propõe-se publicr 2 portris: Um dels (nexo 1) institui o sistem e lter redção d Portri nº 3.462, de 11 de novembro de Um segund portri (nexo 2) estbelece os przos pr o envio d bse de ddos. Segundo primeir minut: O SISAB pss ser o sistem de informção vigente pr fins de finncimento e de desão os progrms e estrtégis d Polític Ncionl de Atenção Básic, substituindo grdtivmente o SIAB e os outros sistems de softwre nos módulos utilizdos n tenção básic. A estrtégi e-sus AB será compost por um conjunto de sistems que instrumentlizm, por meio de softwre com Colet de Ddos Simplificd (e-sus AB CDS) e seus instrumentos (fichs) de colet de ddos e por meio de softwre com Prontuário Eletrônico do Ciddão (e-sus AB PEC), considerndo os diferentes cenários de informtizção dos municípios. A form de implementção d estrtégi esus AB, em cd região, será pctud pelos três entes federdos e se efetivrá de cordo com os cenários e necessiddes locis. 11

12 O envio d bse de ddos por equipe de tenção básic, nos municípios que não estiverem com o SISAB em operção, ocorrerá com o SIAB em processmento prlelo. O mês de mrço de 2014 seri o przo máximo pr trnsição entre o softwre SIAB e o softwre e-sus AB com CDS ou PEC. Alter o cput do rt. 2º d Portri nº incluindo entre os diversos sistems com obrigtoriedde de limentção mensl e sistemátic o SIAB e ou o SISAB. O prágrfo 2º deste mesmo rtigo tmbém é lterdo, incluindo o SISAB como um sistem que não se enqudr n form de trnsmissão de ddos pelo Módulo Trnsmissor Simultâneo. A segund minut propõe przos pr o envio dos ddos do SISAB consoliddos ns secretris de súde do distrito federl e municípios pr o mbiente federl, referente às competêncis de bril dezembro de 2013 estbelecendo ind que: Pr registro ds informções do SISAB é preconizdo o uso dos sistems de softwre d estrtégi e-sus Atenção Básic; Os Gestores Municipis e do Distrito Federl devem encminhr os ddos registrdos por meio de estrtégi de trnsmissão estbelecid pelo Ministério d Súde e divulgd no site: que deverá contemplr o envio simultâneo dos ddos do SISAB pr o mbiente federl e estdul. A trnsmissão permnecerá bert à recepção ds bses processds d respectiv competênci té dt limite constnte no seguinte cronogrm: Competênci ABR MAI JUN JUL 01/04/ /06/ /05/ /05/ /04/ /06/2013 Dt de início e fechmento d competênci Dt limite pr os Municípios e DF encminhrem bse SISAB o DATASUS 01/07/ /07/ /05/ /06/ /07/ /08/

13 Competênci AGO SET OUT NOV DEZ 01/08/ /09/ /10/ /11/ /08/ /09/ /10/ /11/2013 Dt de início e fechmento d competênci Dt limite pr os Municípios e DF encminhrem bse SISAB o DATASUS 01/12/ /12/ /09/ /10/ /11/ /12/ /01/ AVALIAÇÃO DA PROPOSTA A propost de instituição de estrtégi pr informtizção e integrção ds informções provenientes d tenção primári à súde tende um ntig reinvindicção de Estdos e Municípios. Vem sendo defendid com frequênci ns reuniões d Câmr Técnic de Informção e Informátic em Súde do CONASS (CTIIS), considerndo o ppel d APS como coordendor do cuiddo n Rede de Atenção e frgmentção hoje existente, que demnd colet de ddos pr diversos sistems de informção e o preenchimento de inúmeros formulários. Em reunião d CTIIS, relizd em 19/04/2013 form destcds, porém, diverss questões que exigem grnde tenção n implementção d estrtégi e-sus AB e do SISAB: O softwre utilizdo pr limentção do SISAB (tnto pr colet de ddos simplificd como pr o prontuário eletrônico), não pssou por processo de homologção e testes com representntes indicdos pelo Ministério d Súde, CONASS e CONASEMS, conforme pctução relizd n CIT em novembro de Resolução provd n citd reunião, ind não publicd, prevê em seu rtigo 3º este procedimento pr todos os novos sistems e plictivos serem implntdos no SUS. A citd resolução tmbém prevê em seu rtigo 2º que s regrs de negócio e cronogrm de implntção devem ser precidos 13

14 n Câmr Técnic d CIT e referenddos n CIT, o que não ocorreu pr o e-sus AB. Cbe porém lembrr que neste cso plicção deste rtigo estri prejudicd, pois o sistem já estv em desenvolvimento, qundo d discussão dest resolução. Foi positiv inclusão pelo DAB n minut de Portri sobre limentção dos ddos, que o mecnismo de trnsmissão dos ddos deverá contemplr o envio simultâneo dos ddos do SISAB pr o mbiente Federl e Estdul, tendendo o previsto no rtigo 4º d resolução d CIT sobre novos sistems de informção. A não relizção dos testes dequdos pr homologção tem gerdo diverss dificulddes estdos e municípios, pois plictivos e sistems com diversos problems cbm por ser colocdos em produção. O temor dest situção se repetir em relção o e-sus AB e SISAB é grvdo, pois diversos representntes estduis observrm muitos problems em reunião promovid pelo DAB pr presentção do softwre, em 01/04/2013. A impressão gerl foi que os plictivos não estão prontos, tnto pr versão com CDS qunto pr versão com PEC. Os representntes ds SES n CTIIS que prticiprm do evento destcm s seguintes questões: o Sem um servidor intermediário, sej ele regionl ou estdul, solução presentd dificilmente funcionrá de form dequd como prontuário eletrônico. Neste cso, nenhum informção que beneficiri o uso pr gerção do prontuário eletrônico siri do nível locl. Tmbém não estão clrs s questões relcionds à segurnç ds informções, qundo d su instlção em servidores regionis ou estduis. 14

15 o Durnte reunião, os representntes tmbém form informdos que não hvi sido desenvolvid solução que permit o fluxo de envio e retorno ds informções pr gestão estdul. o Houve um lterção rdicl ns fichs do SISAB em relção o SIAB. É positiv redução de seu número, porém cberi um vlidção em cmpo destes formulários, que tem lguns problems como, por exemplo, o cmpo pr preenchimento do número do CNS ser preenchido em sentido verticl. o Form verificdos problems no processo de instlção do plictivo, que não é uto-executável e pouco migável, desenvolvido exclusivmente pr técnicos de TI. Tmbém existem dúvids qunto à possibilidde de sobreposição de bses de ddos já existentes. Cbe tmbém lembrr que todo o cdstrmento já relizdo pr o SIAB deverá ser refeito nos municípios, pois não será possível su incorporção pr o SISAB. o Outr dúvid importnte se dá em relção os bncos de ddos serem utilizdos. Propõe-se utilizção dos bncos de ddos H2 ou Orcle. O primeiro é livre, porém não suport um grnde volume de ddos. O segundo envolveri custos elevdos tnto pr quisição de licenç nul como pr su mnutenção (estdos e municípios). Há perspectiv de desenvolvimento de bse pr o bnco Postgre, tmbém livre, que ind não está pront. Tmbém não está definid volumetri dequd pr utilizção destes bncos de ddos. A escolh indequd pode gerr bncos corrompidos, de difícil solução, o que pode ocsionr grnde demnd por poio técnico ds SES pr os municípios. 15

16 o Nenhum integrção está opercionl neste momento, nem mesmo do Crtão Ncionl de Súde. Tods s integrções proposts estão prometids pr um futur versão 2.0. Apesr dos técnicos do DAB firmrem que o sistem está de cordo com os pdrões estbelecidos n Portri 2.073, form levntds lgums dúvids neste sentido por prte dos responsáveis pel áre de Tecnologi d Informção ds SES. O levntmento de custos presentdo pelo DAB (ítem 5 dest not técnic), form considerdos subestimdos pelos representntes d SES n CTIIS, principlmente qunto às despess relcionds à conectividde. Os custos presentdos pr conexão em bnd lrg fix, móvel ou por rádio referem-se à conexão em bnd lrg pr pessos físics e não pr o tráfego de um grnde volume de ddos. Especilmente n Região Norte e prte d Região Centro-Oeste os custos de conexão são muito miores que os presentdos. Tmbém não form considerdos diversos custos referentes equipmentos e dequção d infrestrutur, bem como s despess pr mnutenção de bnco de ddos. 9. CONSIDERAÇÕES FINAIS E ENCAMINHAMENTOS Com bse n vlição presentd no ítem nterior, Câmr Técnic de Informção e Informátic do CONASS consider que estrtégi e-sus AB é um excelente inicitiv, que, porém pode ser colocd em risco por um implementção precipitd, sem que os testes e justes necessários sejm relizdos. Recomend-se ssim os seguintes encminhmentos: 1. Que sej instituído com mior brevidde possível grupo técnico com representntes do Ministério d Súde, CONASS e 16

17 CONASEMS pr relizção dos testes pr vlidção e homologção dos plictivos e softwre utilizdos (tnto pr limentção dos ddos como pr trnsmissão ds informções), conforme resolução pctud n CIT em novembro de Que sej mplido o przo pr mnutenção d limentção ds informções, tnto trvés do SISAB, como ind pelo SIAB pr no mínimo um no pós publicção d Portri, considerndo s possíveis dificulddes n implntção de sistems e plictivos ind não totlmente finlizdos (propost ctd n reunião d Comissão Intergestores Triprtite.de bril de 2013) 3. Que s Secretris Estduis tenhm extrem cutel o ssinr termos de cooperção com o Ministério d Súde pr implntção d estrtégi e-sus AB e SISAB, relizndo previmente detlhdo estudo ds necessiddes dos municípios, especilmente qunto à infrestrutur necessári pr instlção, contrtção e qulificção de pessol e demis custos envolvidos, conforme relidde locl. Considerndo ind que tods s implicções relcionds à implntção d estrtégi não estão esclrecids, seri mis proprido gurdr vlidção e homologção dos plictivos e sistems serem utilizdos, ntes de ssumir qulquer compromisso. 17

18 ANEXO 1 (Atulizdo em julho de 2013): PORTARIA DE REESTRUTURAÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA PORTARIA Nº 1.412, DE 10 DE JULHO DE 2013 Institui o Sistem de Informção em Súde pr Atenção Básic (SISAB). O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso ds tribuições que lhe conferem os incisos I e II do prágrfo único do rt. 87 d Constituição, e Considerndo Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, que dispõe sobre s condições pr promoção, proteção e recuperção d súde, orgnizção e o funcionmento dos serviços correspondentes e dá outrs providêncis; Considerndo o Decreto nº 7.508, de 28 de junho de 2011, que regulment Lei nº 8.080, de 1990, pr dispor sobre orgnizção do Sistem Único de Súde (SUS), o plnejmento d súde, ssistênci à súde e rticulção interfedertiv, e dá outrs providêncis; Considerndo Portri nº 204/GM/MS, de 29 de jneiro de 2007, que regulment o finncimento e trnsferênci dos recursos federis pr s ções e serviços de súde, n form de blocos de finncimento, com o respectivo monitormento e controle; Consierndo Portri nº 2.048/GM/MS, de 3 de setembro de 2009, que prov o regulmento do SUS; Considerndo Portri nº 3.462/GM/MS, de 11 de novembro de 2010, que estbelece os critérios pr limentção dos Bncos de Ddos Ncionis dos Sistems de Informção d Atenção à Súde; Considerndo Portri nº 4.279/GM/MS, de 30 de dezembro de 2010, que estbelece diretrizes pr orgnizção d Rede de Atenção à Súde no âmbito do SUS; Considerndo Portri nº 940/GM/MS, de 28 de bril de 2011, que regulment o Sistem Crtão Ncionl de Súde (Sistem Crtão); Considerndo Portri nº 1.654/GM/MS, de 19 de julho de 2011, que institui, no âmbito do SUS, o Progrm Ncionl de Melhori do Acesso e d Qulidde d Atenção Básic (PMAQ AB) e o Incentivo Finnceiro do PMAQ- AB, denomindo Componente de Qulidde do Piso de Atenção Básic Vriável (PAB Vriável); 18

19 Considerndo Portri nº 2.073/GM/MS, de 31 de gosto de 2011, que regulment o uso de pdrões de interoperbilidde e informção em súde pr sistems de informção em súde no âmbito do SUS, nos níveis Municipl, Distritl, Estdul e Federl, e pr os sistems privdos e do setor de súde suplementr; Considerndo Portri nº 2.488/GM/MS, de 21 de outubro de 2011, que prov Polític Ncionl de Atenção Básic (PNAB), estbelecendo revisão de diretrizes e norms pr orgnizção d Atenção Básic, pr Estrtégi Súde d Fmíli (ESF) e o Progrm de Agentes Comunitários de Súde (PACS); Considerndo Portri nº 2.554/GM/MS, de 28 de outubro de 2011, que institui, no Progrm de Requlificção de Uniddes Básics de Súde (UBS), o Componente de Informtizção e Telessúde Brsil Redes n Atenção Básic, integrdo o Progrm Ncionl Telessúde Brsil Redes; Considerndo necessidde de dotr medids no cmpo d súde que objetivem melhori e modernizção do seu sistem de gerencimento de informções; Considerndo necessidde de reestruturr o Sistem de Informção d Atenção Básic (SIAB) pr um sistem unificdo, integrndo todos os sistems de informção pr Atenção Básic (AB) e grntindo o registro individulizdo por meio do Crtão Ncionl de Súde (CNS); Considerndo mplição d cultur do uso d informção e gestão do cuiddo em súde ofertdo à populção; Considerndo impertiv necessidde de utilizção de um sistem de informção em súde que contemple os ddos ds equipes d AB, incluindo s equipes dos Núcleos de Apoio à Súde d Fmíli (NASF), Consultórios n Ru (CnR), Progrm Súde n Escol (PSE) e Acdemis d Súde, lém de outrs modliddes de equipes e progrms que porventur sejm incluídos n AB; e Considerndo deliberção ocorrid n Comissão Intergestores Triprtite (CIT), em 25 de bril de 2013, resolve: Art. 1º Fic instituído o Sistem de Informção em Súde pr Atenção Básic (SISAB). Art. 2º A opercionlizção do SISAB será feit por meio d estrtégi do Deprtmento de Atenção Básic (DAB/SAS/MS) denomind e-sus Atenção Básic (e-sus AB). 19

20 1º A estrtégi e-sus AB é compost por dois sistems de "softwre" que instrumentlizm colet dos ddos que serão inseridos no SISAB: I - Colet de Ddos Simplificdo (CDS); e II - Prontuário Eletrônico do Ciddão (PEC). 2º A escolh e implntção de um dos Sistems de que trt o 1º considerrão os diferentes cenários de informtizção do Distrito Federl e dos Municípios. 3º O Ministério d Súde disponibilizrá grtuitmente os sistems de "softwre", de cráter público brsileiro, necessários à implementção d estrtégi e-sus AB. 4º O modo específico d implementção d estrtégi e-sus AB, em cd região, será pctud pelos entes federdos e se efetivrá de cordo com os cenários e necessiddes locis. 5º O Ministério d Súde disponibilizrá mnuis e diretrizes pr poir implementção d estrtégi e-sus AB no sítio eletrônico Art. 3º Os envios ds informções pels equipes de tenção básic pr s bses de ddos do SISAB terão cronogrms publicdos em tos específicos do Secretário de Atenção à Súde. 1º No cso do Distrito Federl e dos Municípios que utilizm sistems de "softwre" próprios, s informções serão envids de form comptível com bse de ddos do SISAB. 2º O envio d bse de ddos do Distrito Federl e dos Municípios que não estiverem com o SISAB em operção ocorrerá por meio do Sistem de Informção d Atenção Básic (SIAB) em processmento prlelo. 3º Pr fins do disposto no 2º, trnsição entre o SIAB e o SISAB, opercionlizdo pelo"softwre" e-sus AB CDS e e-sus AB PEC, terá przo máximo de um no contr d dt de publicção do to específico de que trt o "cput". 20

21 Art. 4º Compete o DAB/SAS/MS gestão do SISAB. Art. 5º O SISAB pss ser o sistem de informção vigente pr fins de finncimento e de desão os progrms e estrtégis d Polític Ncionl de Atenção Básic (PNAB) do DAB/SAS/MS. Prágrfo único. O SISAB substituirá grdtivmente o SIAB e os outros sistems de "softwre" nos módulos utilizdos n tenção básic Art. 6º Compete o Deprtmento de Informátic do SUS (DATASUS/SGEP/MS) responsbilidde de disponibilizr um formto pdronizdo pr envio dos ddos pelo Distrito Federl e pelos Municípios e su incorporção n bse de ddos do SISAB. Art. 7º O "cput" e o 2º do rt. 2º d Portri nº 3.462/GM/MS, de 11 de novembro de 2010, pssm vigorr com seguinte redção: "Art. 2º Definir obrigtoriedde de limentção mensl e sistemátic dos Bncos de Ddos Ncionis dos Sistems: Cdstro Ncionl de Estbelecimentos de Súde (SCNES), Sistem de Informção Ambultoril (SIA/SUS), Sistem de Informção Hospitlr (SIH/SUS), Comunicção de Internção Hospitlr (CIH), Serviço de Atendimento Médico de Urgênci (SAMU), Sistem de Vigilânci Alimentr e Nutricionl (SISVAN) e Sistem de Informção d Atenção Básic (SIAB), e ou Sistem de Informção em Súde pr Atenção Básic (SISAB).... 2º A limentção do Bnco de Ddos Ncionl com bse dos sistems referidos neste rtigo será relizd somente por meio do Módulo Trnsmissor Simultâneo, obtido no site do sistem excetundo-se o SISVAN e o SISAB, que não se enqudrm ness form de trnsmissão." (NR) Art. 8º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. ALEXANDRE ROCHA SANTOS PADILHA 21

22 ANEXO 2: MINUTA DE ALIMENTAÇÃO DO SISTEMA PORTARIA Nº XXX, DE XX DE XXXXXXXXXXX DE Institui os przos pr o envio d bse de ddos do Sistem de Informção em Súde pr Atenção Básic (SISAB), os gestores municipis que implntrm este sistem, referente às competêncis de bril dezembro de O Secretrio de Atenção à Súde, no uso de sus tribuições, Considerndo necessidde de grntir tulizção sistemátic do Bnco de Ddos Ncionl do Sistem de Informção em Súde pr Atenção Básic (SISAB); Considerndo Portri GM/MS n 204, de 29 de jneiro de 2007, que regulment o finncimento e trnsferênci dos recursos federis pr s ções e serviços de súde; Considerndo Portri GM/MS nº 2.048, de 03 de setembro de 2009, que prov o regulmento do Sistem Único de Súde (SUS); Considerndo Portri GM/MS n 1.654, de 19 de julho de 2011, que institui, no âmbito do Sistem Único de Súde, o Progrm Ncionl de Melhori do Acesso e d Qulidde d Atenção Básic (PMAQ-AB) e o Incentivo Finnceiro do PMAQ-AB; Considerndo Portri GM/MS nº 2.488, de 21 de outubro de 2011, que prov Polític Ncionl de Atenção Básic, estbelecendo revisão de diretrizes e norms pr orgnizção d Atenção Básic; Considerndo Portri GM/MS nº X.XXX, de xx de xxxxxx de 2013, que institui o Sistem de Informção em Súde pr Atenção Básic (SISAB); Considerndo que o SISAB substituirá grdtivmente o Sistem de Informção d Atenção Básic (SIAB) e os outros sistems de softwre nos módulos utilizdos n tenção básic, tendo como przo máximo o mês de mrço de 2014 pr trnsição entre o softwre SIAB e os softwres d 22

23 estrtégi e-sus Atenção Básic, e-sus AB com Colet de Ddos Simplificd (CDS) ou com Prontuário Eletrônico do Ciddão (PEC); Considerndo necessidde de estbelecer progrmção mensl pr envio d bse de ddos do SISAB pelos Gestores Estduis, Municipis e do Distrito Federl, pr limentção do Bnco de Ddos Ncionl, resolve: Art. 1º Fic instituído, n form do nexo dest Portri, os przos pr o envio dos ddos do SISAB, consoliddos ns secretris de súde do distrito federl e municípios pr o mbiente federl, referente às competêncis de bril dezembro de º Pr registro ds informções do SISAB é preconizdo o uso dos sistems de softwre d estrtégi e-sus Atenção Básic. 2º Os Gestores Municipis e do Distrito Federl devem encminhr os ddos registrdos por meio de estrtégi de trnsmissão estbelecid pelo Ministério d Súde e divulgd no site: 3º A estrtégi de trnsmissão deve contemplr o envio simultâneo dos ddos do SISAB pr o mbiente federl e estdul. 4º A trnsmissão permnecerá bert à recepção ds bses processds d respectiv competênci té dt limite constnte no cronogrm em nexo. Após trnsmissão ser completd com sucesso, será emitido o recibo de trnsmissão. O recibo tem por objetivo comprovção de que os ddos form envidos pr bse federl e, pr estdul qundo couber. Art. 2º Constitui competênci do SISAB, os ddos registrdos com início no primeiro di e término no último di de cd mês. 1º O przo máximo pr o envio dos ddos registrdos é o 20 (vigésimo) di do mês subsequente. Qundo dt finl de envio do bnco de ddos do SISAB cir em finl de semn ou ferido, será considerdo como dt limite o primeiro di útil subsequente. Art. 3º Compete o Ministério d Súde à responsbilidde de disponibilizr os sítios eletrônicos e sistem, rquivos de poio e/ou bse, necessários à rotin mensl de presentção do e-sus AB. Art. 4º Cbe à Coordenção-Gerl de Acompnhmento e Avlição (CGAA/DAB/SAS/MS) dotr s providêncis necessáris junto o DATASUS/SGEP/MS, pr o cumprimento do disposto nest portri. Art. 5º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. HELVÉCIO MIRANDA MAGALHÃES JUNIOR 23

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