A hora do Prontuário Eletrônico

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1 IMPRESSO Ano XIV Nº108 Nov./Dez. de 2012 A hora do Prontuário Eletrônico Médicos e hospitais ainda possuem muitas dúvidas sobre a adoção do Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP). Para esclarecê-las, o Correio Hospitalar consultou o gerente executivo da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde SBIS, Marcelo Lúcio da Silva e o cirurgião geral e perito médico, José Luiz Xavier Pacheco. Páginas 4 e 5 ANS lança novos modelos de remuneração A Agência Nacional de Saúde Suplementar e representantes dos hospitais e dos planos de saúde assinaram no dia 6 de dezembro acordo para adoção de novos modelos de remuneração dos atendimentos feitos aos clientes dos planos de saúde. Página 3 Rua dos Andradas,96/13o andar - Rio de Janeiro-RJ - CEP: Veículo de Comunicação da AHERJ Associação de Hospitais do Rio de Janeiro

2 2 Editorial Mudanças Sempre existe por parte de todos nós uma grande resistência à aceitação de qualquer tipo de mudança que possa nos atingir pessoalmente ou aos nossos negócios. Aqueles que já estão acostumados com determinadas rotinas e que não admitem que elas sejam quebradas, uma vez que, aparentemente, seu hospital ou clínica está lhe dando o retorno esperado, assim como aqueles descrentes permanentes e pessimistas por natureza que acreditam que nenhuma mudança será capaz de alterar o rumo negativo de suas vidas, são incapazes de aceitar quaisquer novas medidas que venham a lhes atingir. Preparem-se, portanto, os acomodados e os negativistas porque este novo ano que se inicia trará, sem dúvida, alterações importantes em suas rotinas, uma vez que, a implantação do novo Padrão TISS 3.0, assim como a do Programa de Qualificação dos Hospitais e o das novas Formas de Remuneração irão transformar e exigir adaptações que, se não forem feitas, acarretarão para eles consequências desagradáveis. Preparemo-nos pois, adequadamente para essas mudanças afim de que possamos desfrutar de um ano novo repleto de realizações. Próspero 2013 Mansur José Mansur Presidente Expediente Órgão Oficial da Associação de Hospitais do Estado do Rio de Janeiro Sede: Rua dos Andradas, 96-13º Andar - Centro - Rio de Janeiro - RJ CEP: Tel.: (21) (PABX) Fax: (21) Diretoria Executiva Período: 2012 a 2015 Mansur José Mansur ( Presidente); Hebert Sidney Neves(Vice-Presidente); Luiz Carlos da Silva Leite( Secretário- Geral); Nelson Cid Loureiro( Diretor- Tesoureiro); Edmar Matos Lopes da Silva (Diretor de Patrimônio); Graccho B. Alvim Neto( Diretor de Atividades Culturais). Conselho Fiscal Titulares:Helcy Faria Prata;José Elias Mansur e Ricardo Elias Restum. Suplentes: José Máximo; Luiz Fernando Frointchuk e Pastor Isaías de Souza Maciel. Produção Editorial e Gráfica Libertta Comunicação Editor: João Maurício Carneiro Rodrigues (reg. Mtb18.552) Diagramação e arte: Higo Lopes Tiragem: exemplares Distribuição: gratuita e dirigida

3 Nº 108 Nov./Dez Formas de Remuneração dos Hospitais Acordo busca garantir ganhos de eficiência e mais agilidade nas internações A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e representantes dos hospitais e dos planos de saúde assinaram no dia 6 de dezembro acordo para adoção de novos modelos de remuneração dos atendimentos feitos aos clientes dos planos de saúde, buscando a utilização de boas práticas de gestão tanto nos hospitais quanto nos planos de saúde. No atual modelo de remuneração dos hospitais, denominado conta aberta por unidade de serviço (feefor-service), cada item utilizado na internação do paciente é detalhado na conta, após um processo de faturamento em que profissionais de saúde contratados pelo hospital analisam a internação. Nesse modelo, os planos de saúde também têm grandes equipes contratadas para rever as contas e discutir valores e quantidades cobrados. No novo modelo proposto o peso administrativo é menor, já que os itens frequentes em uma internação passam a ser agrupados.ou seja, serviços de enfermagem, serviços administrativos e recursos físicos (móveis, instrumentais cirúrgicos, utilização de salas, materiais descartáveis, entre outros) serão cobrados como um único item na conta hospitalar. O objetivo é fazer com que os hospitais passem a oferecer produtos completos aos planos de saúde. Uma cirurgia, por exemplo, passará a ser um item único na conta hospitalar, já contemplando todo o período de internação do paciente, bem como os recursos humanos e físicos necessários. Para isso, os hospitais terão de reformular os protocolos e diretrizes para realização de cada tipo de procedimento. Com isso, mudam os incentivos. Torna-se fundamental que os hospitais busquem comprar os melhores insumos pelos menores preços e que as equipes assistenciais participem da formatação dos serviços hospitalares. A mudança do modelo possibilita o reconhecimento e a premiação das melhores equipes e muda a relação com os planos de saúde, que passam a analisar a indicação clínica que o paciente possuía para o procedimento e a qualidade dos serviços prestados, ao invés de analisar a composição das contas, agilizando o processo de autorização dos procedimentos para os pacientes e o pagamento para os hospitais, analisa Carlos Figueiredo, Gerente de Relação com Prestadores da ANS. A proposta inicial é que a adoção seja voluntária, mas a ANS já está estudando formas de indução, caso necessário, para maior aderência ao modelo proposto. O principal ganho nesse momento é que a ANS passa a oferecer ao setor um conjunto de referências e conceitos técnicos que, por terem sido pré-acordados por todos, possibilita a adoção do novo modelo de forma mais rápida e com um menor custo de construção de consenso reduzindo assim a necessidade dessa discussão caso a caso entre operadoras e hospitais, salienta Bruno Sobral de Carvalho, Diretor de Desenvolvimento Setorial da ANS. Para o desenvolvimento da proposta do novo modelo de remuneração para os hospitais que atendem aos clientes dos planos de saúde, a ANS coordenou um Grupo de Trabalho composto por representantes dos hospitais (Associação Nacional dos Hospitais Privados ANAHP, Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas CMB, Confederação Nacional de Saúde CNS e Federação Brasileira de Hospitais FBH) e dos planos de saúde (Associação Brasileira de Medicina de Grupo ABRAMGE, Federação Nacional de Saúde Suplementar FENASAÚDE, União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde UNIDAS e UNIMED do Brasil UNIMED).

4 4 Capa Prontuário Eletrônico A hora do arquivo digital e quando é preciso manter o arquivo em papel Marcelo Lúcio da Silva José Luiz Pacheco O prontuário é uma peça fundamental na prestação de serviços médicos, pois guarda todo o histórico de atendimento do paciente. Além de armazenar esses dados confidenciais, também é um suporte importante em caso de processos por erro médico. Na esteira da evolução tecnológica proporcionada pela informática, surgiu o Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP), que promete mais agilidade, segurança, eficiência e redução de custos. No entanto, médicos e hospitais ainda possuem muitas dúvidas sobre a adoção da nova tecnologia e a manutenção do arquivo em papel. Para esclarecê-las, o Correio Hospitalar consultou o gerente executivo da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde SBIS, Marcelo Lúcio da Silva e o cirurgião geral e perito médico, José Luiz Xavier Pacheco. A implantação em velocidade lenta Segundo o cirurgião e perito médico, José Luiz Xavier Pacheco, o prontuário eletrônico vem sendo implantado em alguns poucos hospitais em velocidade muito abaixo daquela desejada por todos. Lamentavelmente, ainda precisa ser transportada a informação digital para o papel, pois ainda não foi difundida a assinatura eletrônica. O prontuário eletrônico é um somatório de novos dados e idealmente deve ser complementado pelos documentos antes armazenados em papel e agora escaneados, complementa. Momento da virada Estamos justamente no que venho chamando de "momento da virada", época em que a curva de adoção do Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) está deixando de ser praticamente horizontal para iniciar sua subida, explica o diretor executivo da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde -SBIS, Marcelo Lúcio da Silva. Até a alguns anos atrás, a adoção plena do PEP era quase nula, limitando-se aos poucos consultórios nos quais médicos entusiastas passaram a eliminar o papel por conta própria, inclusive sem amparo. Segundo o especialista, os hospitais utilizavam o PEP apenas parcialmente, mantendo ainda grande produção de prontuários em papel. Em 2010 surgiram no Brasil os primeiros 'cases' de hospitais utilizando prontuários 100% eletrônicos, com a eliminação do papel e amparados legalmente, o que acabou incentivando e servindo de modelo para a adoção por outras instituições. Dentre as principais dificuldades encontradas, podemos citar a falta de visão dos gestores acerca dos benefícios do PEP, inclusive da economia a ser obtida, a resistência cultural (quebra de velhos paradigmas), a necessidade de redesenho de certos processos e fluxos de informação, e a falta de conhecimento da legislação referente ao assunto, analisa o diretor executivo da SBIS. O papel ainda continua valendo? Os prazos são diferentes conforme o entendimento dos magistrados. Para que não haja nenhuma dúvida, 20 anos, explica o perito médico José Luiz Xavier Pacheco. Entre 3 e 5 anos, admitem alguns julgadores, como o tempo mínimo de guarda dos dados em papel, excluindo-se os menores de idade. Já o prontuário eletrônico pode permanecer na posse do paciente e hospitais indefinidamente, acondicionado em meios tão simples como um cartão bancário, explica. A Resolução CFM nº 1821/2007 determina a preservação dos prontuários em papel pelo prazo mínimo de 20 anos a partir de seu último registro

5 Nº 108 Nov./Dez (a Resolução CFO nº 91/2009 estabelece este prazo em 10 anos), e a guarda permanente para os prontuários arquivados eletronicamente. Os prontuários em papel continuarão sendo válidos normalmente, explica Marcelo Lúcio da Silva. A possibilidade de adoção do PEP não invalida a continuidade do uso do papel, ou até o uso concomitante destes dois meios. Por sinal, no caso do uso de PEPs que não atendam aos requisitos legais para a eliminação do papel (Resoluções CFM nº 1821/2007 e CFO nº 91/2009), há a obrigatoriedade de se manter os registros em papel para efeitos legais, complementa. Digitalização gradual do arquivo em papel Apesar de não haver tal obrigatoriedade, não faz muito sentido manter uma parte do prontuário em papel e a outra parte em meio eletrônico, pois isso impede a obtenção de grande parte dos benefícios almejados pela adoção do PEP, observa Marcelo Lúcio da Silva. A partir do momento em que se adota o registro dos novos dados em prontuários eletrônicos, é recomendável a digitalização, ainda que gradual, dos prontuários em papel para agregá-los aos seus respectivos registros eletrônicos, visando a eliminação completa do fluxo do papel, explica. O que vale em caso de processos? Lamentavelmente, quase que somente o prontuário em papel é admitido como envio de prova. Ainda não existe liberação para uso corriqueiro do prontuário eletrônico pela imensa maioria dos tribunais, analisa o perito médico José Luiz Xavier Pacheco. Para o diretor executivo da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde há duas situações distintas. No caso do uso de prontuários eletrônicos que atendam aos requisitos legais para a eliminação do papel (Resoluções CFM nº 1821/2007 e CFO nº 91/2009), com o uso adequado da certificação digital, qualquer demanda judicial será atendida pelo próprio prontuário eletrônico, o qual estará apto a ser periciado caso haja tal necessidade. Já no caso do uso de prontuários sem o atendimento aos requisitos necessários à eliminação do papel, Marcelo Lúcio da Silva afirma que a instituição e seus profissionais deverão imprimir e assinar todos os documentos pertencentes ao prontuário no ato de sua geração, guardando tal versão impressa para apresentação quando houver uma eventual demanda judicial. Ou seja, neste último caso, usa-se a versão eletrônica na prática assistencial, e gera-se uma versão em papel para efeitos legais. Serviço Indicações tecnológicas para o prontuário eletrônico É fundamental que o hospital ou o médico utilize um software aderente aos requisitos da Certificação para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde, elaborada pela Sociedade Brasileira de Informática em Saúde e Conselho Federal de Medicina, conhecida como "Certificação SBIS-CFM". Isto dará a ele condições de elaborar os prontuários de seus pacientes de forma segura, mantendo-os sob os princípios da privacidade e confidencialidade, com estrutura, conteúdo e funcionalidades mínimas adequadas ao bom registro do ato clínico e da assistência prestada. Não há uma definição comum referente aos equipamentos necessários ou mais utilizados para a implantação de um prontuário eletrônico. Isto se dará em função do software adotado e das características do ambiente onde será utilizado (porte da clínica ou hospital, quantidade de usuários, volumes de dados, etc.)". Marcelo Lúcio da Silva - SIBS Cartilha dá orientações sobre sistemas certificados A Cartilha sobre Prontuário Eletrônico está disponível no site Neste site está disponibilizada também a lista dos sistemas certificados pela Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS). www. sbis.org.br /certificacao

6 6 Capa Serviço Dicas para o preenchimento adequado do prontuário Não transforme o prontuário em um mural de lamentações faça suas queixas nos livros apropriados; mantenha o prontuário organizado e quando em papel lembre-se que serve para a leitura da equipe multidisciplinar e por isto escrito com caligrafia adequada. Abolir o uso de abreviaturas ou siglas; apor data e hora para todas as anotações que devem ser concisas e objetivas; inserir somente os dados concretos da observação clínica; transportar para o prontuário todos os resultados dos exames complementares que são de propriedade dos pacientes; obter o consentimento para os procedimentos que se fizerem necessários quando excluídos os componentes de urgência/emergência depois de explanadas as condutas médicas em linguagem coloquial, não médica; numerar as páginas do prontuário; quando atuar como médico plantonista também reportar seu atendimento no respectivo livro de plantão (prontuário em papel). Até mesmo a morte de um paciente pode decorrer de um prontuário incorreto. Observar o nome do paciente, alergias, lateralidade, diagnósticos prévios lançados em anteriores internações, reconciliação medicamentosa, decisões para descontinuidade de terapias (afastar a distanásia)". José Luiz Xavier Pacheco O que diz o CFM A Resolução n 1821/2007, do Conselho Federal de Medicina aprova as normas técnicas concernentes à digitalização e uso dos sistemas informatizados para a guarda e manuseio dos documentos dos prontuários dos pacientes, autorizando a eliminação do papel e a troca de informação identificada em saúde. No entanto, a Resolução não autoriza a eliminação do papel quando da utilização somente do NGS1 (Nível de Garantia de Segurança 1), por falta de amparo legal. Estabelece que o CFM e a Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS) expedirão selo de qualidade dos sistemas informatizados que estejam de acordo com o Manual de Certificação e prevê o CRM Digital (padrão ICP-Brasil). Convênio SBIS-CFM Com o intuito de estabelecer as normas, padrões e regulamentos para o Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) e o Registro Eletrônico de Saúde (RES), o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS) estabeleceram um convênio de cooperação técnico-científica que está em vigência desde Esse convênio propiciou a criação de um processo de Certificação de Sistemas de Registro Eletrônico de Saúde, com o estabelecimento dos requisitos obrigatórios e, acompanhando a legislação federal para documento eletrônico, reforçou a obrigatoriedade do uso de certificação digital (assinatura eletrônica) para a validade ética e jurídica de um PEP/RES. Certificação Digital Tecnologia que provê mecanismos de segurança capazes de garantir autenticidade, confidencialidade e integridade às informações eletrônicas. Documento Eletrônico É a informação gerada, enviada, recebida, armazenada ou comunicada por meios eletrônicos, ópticos, opto- eletrônicos ou similares. Validade jurídica: no Brasil, somente com o uso de uma assinatura eletrônica (certificado digital) padrão ICP-Brasil.

7 Nº 108 Nov./Dez Jurídico 7 Hospitais com até 200 leitos estão isentos da contratação de farmacêuticos novo parecer Com base em Decreto - que ampliou indevidamente a abrangência de determinada Lei CRF s (Conselhos Regionais de Farmácia) de todo o Brasil, vêm exigindo que hospitais possuam farmacêuticos em seus estabelecimentos, sob pena de autuação. Entende o Superior Tribunal de Justiça que a exigência dos Conselhos (de forma generalizada) é absolutamente ilegítima, por não possuir base em Lei, o que contraria a Constituição Federal em seu art. 5º, inc. II, posto que, para ser exigida a contratação de Farmacêutico tem que se obedecer a alguns requisitos, tais como determinado número de leitos (maior que 200). Contudo, o entendimento dos Tribunais Superiores vem sendo alterado, no que pese a quantidade de leitos. Atualmente as decisões proferidas se dão no sentido de que os Hospitais e Clínicas que mantiverem até 200 leitos estão desobrigados de contratarem Farmacêuticos. No entanto, a partir do ano 2012 vêm sendo exaradas decisões (Jurisprudência ainda minoritária) no sentido de ser obrigatória a manutenção de tal profissional naqueles hospitais e clínicas que tiverem mais de 50 leitos. Assim, aconselhamos aos Associados da AHERJ que detém até 200 leitos que tiverem interesse de afastar tal exigência, estando ou não sendo executados judicialmente por autuação emitida pelo CRF por não dispor de profissional de farmácia, utilizar-se de defesa adequada no intuito de extinguir o processo, e, paliativamente propor medida judicial preventiva no intuito de impedir possíveis futuras autuações. Contato: Verônica Siqueira Cardoso & Siqueira Advogados Associados Portarias Ministério da Saúde PORTARIA No , DE 7/12/2012 Estabelece a organização dos Cuidados Prolongados para retaguarda à Rede de Atenção às Urgências e Emergências (RUE) e às demais Redes Temáticas de Atenção à Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Art. 2º Os Cuidados Prolongados poderão se organizar nas seguintes formas: I - Unidade de Internação em Cuidados Prolongados como serviço dentro de um Hospital Geral o ou Especializado (UCP); ouii - Hospital Especializado em Cuidados Prolongados (HCP). Cobrança de honorários obstétricos O Conselho Federal de Medicina (CFM) emitiu parecer quanto à cobrança de honorários para que o parto seja acompanhado pelo mesmo médico obstetra que prestou assistência à gestante durante a gravidez. O parecer afirma que o procedimento não faz parte da cobertura mínima obrigatória, não configurando dupla cobrança ou infração à ética médica.

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