Prontuário Eletrônico em MT - estado atual relacionado às exigências do CFM. Cláudio de Souza Corregedor do CRMMG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Prontuário Eletrônico em MT - estado atual relacionado às exigências do CFM. Cláudio de Souza Corregedor do CRMMG"

Transcrição

1

2 Prontuário Eletrônico em MT - estado atual relacionado às exigências do CFM Cláudio de Souza Corregedor do CRMMG

3 Prontuário médico É um documento único constituído de um conjunto de informações, sinais e imagens registradas, geradas a partir de fatos, acontecimentos e situações sobre a saúde do paciente e a assistência a ele prestada, de caráter legal, sigiloso e científico, que possibilita a comunicação entre membros da equipe multiprofissional e a continuidade da assistência prestada ao indivíduo. RESOLUÇÃO CFM Nº 1.638/02 É obrigatória a existência da Comissões de Revisão de Prontuários nos estabelecimentos e/ou instituições de saúde onde se presta assistência médica.

4 Prontuário do Paciente O prontuário do paciente é o documento único constituído de um conjunto de informações registradas, geradas a partir de fatos, acontecimentos e situações sobre a saúde do paciente e a assistência prestada a ele, de caráter legal, sigiloso e científico, que possibilita a comunicação entre membros da equipe multiprofissional e a continuidade da assistência prestada ao indivíduo. GTAM (2001) -"Considerações e Diretrizes para Estabelecer a Temporalidade e Destinação dos Prontuários de Pacientes

5 Prontuário Médico? Prontuário do Paciente? Prontuário em Papel? Prontuário Eletrônico? Sistema de Registro em Saúde (S RES)? Quem tem direito ao acesso? Quem guarda? Onde guardar?

6 A ONU criou em 1996 a Uncitral Comissão das Nações Unidas para Leis de Comércio Internacional "A Uncitral estabelece que o documento eletrônico tem o mesmo valor probatório dos documentos escritos quando trazem o mesmo grau de segurança. Para que isso aconteça é necessário o uso de recursos técnicos, como a criptografia, a base da assinatura digital".

7 Conceitos Básicos O relatório técnico ISO/TR :2005 Health Informatics Electronic Health Record Definition, scope and context apresenta uma série de definições importantes para a Informática em Saúde: Registro Eletrônico de Saúde RES Um repositório de informação a respeito da saúde de indivíduos, numa forma processável eletronicamente. Sistema de Registro Eletrônico de Saúde S-RES Sistema para registro, recuperação e manipulação das informações de um Registro Eletrônico de Saúde.

8 Documento Eletrônico: Conceitos Básicos É a informação gerada, enviada, recebida, armazenada ou comunicada por meios eletrônicos, ópticos, opto-eletrônicos ou similares; Assinatura Digital: É o resultado de um processamento eletrônico de dados, baseado em sistema criptográfico assimétrico, que permite comprovar a autoria e integridade de um documento eletrônico cifrado pelo autor com o uso da chave privada; Criptografia Assimétrica: É a modalidade de criptografia que utiliza um par de chaves distintas e interdependentes, denominadas chaves pública e privada, de modo que a mensagem codificada por uma das chaves só possa ser decodificada com o uso da outra chave do mesmo par;

9 Registro Eletrônico em Saúde (RES) O RES é o registro longitudinal da vida de uma pessoa, não-somente dos eventos relacionados à doença, mas também de informações de saúde, tais como hábitos alimentares, prática desportiva e atividades de lazer. Todos os eventos relacionados à saúde da pessoa devem estar registrados neste prontuário, do nascimento à morte, agregados em torno de um identificador único. A informação deve estar representada de tal modo que a troca entre instituições e a recuperação de dados seja feita de forma transparente para aqueles que estiverem acessando a informação. Acima de tudo, o RES deve atender aos requisitos essenciais de integridade, autenticidade, disponibilidade e privacidade da informação.

10 Prontuário em papel? X Prontuário eletrônico?

11 Dificuldades: o prontuário pode estar somente num único lugar ao mesmo tempo, ilegibilidade, ambigüidade, perda freqüente da informação, multiplicidade de pastas,dificuldade de pesquisa coletiva, falta de padronização, dificuldade de acesso e fragilidade do papel.

12

13 Considerando que: Prontuário Eletrônico RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07 O médico tem o dever de elaborar um prontuário para cada paciente a que assiste; O Conselho Federal de Medicina (CFM) é a autoridade certificadora dos médicos do Brasil (AC) e distribuirá o CRM-Digital aos médicos interessados, que será um certificado padrão ICP-Brasil; O prontuário do paciente, em qualquer meio de armazenamento é propriedade física da instituição onde o mesmo é assistido independente de ser unidade de saúde ou consultório a quem cabe o dever da guarda do documento.

14 Prontuário Eletrônico RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07 Considerando que: Os dados ali contidos pertencem ao paciente e só podem ser divulgados com sua autorização ou a de seu responsável, ou por dever legal ou justa causa; A autorização legal para eliminar o papel depende de que os sistemas informatizados para a guarda e manuseio de prontuários de pacientes atendam integralmente aos requisitos do Nível de garantia de segurança 2 (NGS2), estabelecidos no Manual de Certificação para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde.

15 Prontuário Eletrônico RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07 RESOLVE: Art. 1º Aprovar o Manual de Certificação para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde, versão 3.0 e/ou outra versão aprovada pelo Conselho Federal de Medicina, anexo e também disponível nos sites do Conselho Federal de Medicina e Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS), respectivamente, e Art. 2º Autorizar a digitalização dos prontuários dos pacientes, desde que o modo de armazenamento dos documentos digitalizados obedeça a norma específica de digitalização contida nos parágrafos abaixo e, após análise obrigatória da Comissão de Revisão de Prontuários, as normas da Comissão Permanente de Avaliação de Documentos da unidade médico-hospitalar geradora do arquivo.

16 Prontuário Eletrônico RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07 Art. 3 Autorizar o uso de sistemas informatizados para a guarda e manuseio de prontuários de pacientes e para a troca de informação identificada em saúde, eliminando a obrigatoriedade do registro em papel, desde que esses sistemas atendam integralmente aos requisitos do Nível de garantia de segurança 2 (NGS2), estabelecidos no Manual de Certificação para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde; Art. 4º Não autorizar a eliminação do papel quando da utilização somente do Nível de garantia de segurança 1 (NGS1), por falta de amparo legal.

17 Prontuário Eletrônico RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07 Art. 5º Como o Nível de garantia de segurança 2 (NGS2), exige o uso de assinatura digital, e conforme os artigos 2º e 3º desta resolução, está autorizada a utilização de certificado digital padrão ICP-Brasil, até a implantação do CRM Digital pelo CFM, quando então será dado um prazo de 360 (trezentos e sessenta) dias para que os sistemas informatizados incorporem este novo certificado. Art. 6 No caso de microfilmagem, os prontuários microfilmados poderão ser eliminados de acordo com a legislação específica que regulamenta essa área e após análise obrigatória da Comissão de Revisão de Prontuários da unidade médico-hospitalar geradora do arquivo

18 Prontuário Eletrônico RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07 Os métodos de digitalização devem reproduzir todas as informações dos documentos originais. Os arquivos digitais oriundos da digitalização dos documentos do prontuário dos pacientes deverão ser controlados por sistema especializado (Gerenciamento eletrônico de documentos - GED), que possua, minimamente, as seguintes características: a) Capacidade de utilizar base de dados adequada para o armazenamento dos arquivos digitalizados; b) Método de indexação que permita criar um arquivamento organizado, possibilitando a pesquisa de maneira simples e eficiente; c) Obediência aos requisitos do Nível de garantia de segurança 2 (NGS2), estabelecidos no Manual de Certificação para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde;

19

20 Manual de Certificação para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde - Convênio SBIS / CFM (Padrões utilizados na elaboração) Resoluções do CFM a respeito de prontuário do paciente; Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileiras ICP Brasil, que dá validade aosdocumentos eletrônicos no País; Cadastros nacionais em Saúde; Padrão TISS da ANS; Adicionalmente: 1 - trabalhos desenvolvidos pela Comissão Especial de Informática em Saúde da ABNT e as iniciativas da organização HL7 Brasil. 2 - padrões internacionais, destacando-se: Documentos do Comitê ISO/TC-215 Health Informatics: ISO/TR :2005; ISO/TS :2004; ISO/DIS ; Normas do ISO/IEC JTC1/SC27; ANSI HL7 Functional Model (EHR-S FM); e Processo de Certificação de Software da CCHIT.

21 Manual de Certificação para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde - Convênio SBIS / CFM Requisitos da certificação SBIS-CFM: Requisitos de Segurança; Requisitos de Conteúdo, Estrutura e Funcionalidades; Requisitos TISS

22 Sistema Cartão Nacional de Saúde (SCNS) O conceito básico do projeto é o registro do atendimento no local onde este ocorre. O tripé do SCNS são três cadastros que identificam univocamente os usuários do SUS, os estabelecimentos e os profissionais de saúde através do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde. O projeto SCNS representa a primeira iniciativa nacional de construção de repositório nacional de dados clínicos. Segundo a equipe responsável pelo projeto, "este é o primeiro passo na construção do registro longitudinal de saúde das pessoas, que idealmente incorpora todos os dados de saúde, do nascimento até a morte, atrelados a um identificador único". O projeto traz benefícios importantes para gestão, usuários e vigilância epidemiológica.

23 Telemedicina Transmissão de dados em Prontuários Informatizados Para garantir a autenticidade e a confidencialidade na transmissão dos dados, os sistemas de prontuário informatizado deverão incorporar parâmetros técnicos baseados na criptografia assimétrica de chaves (privada e pública), de acordo com as normas da ICP-Brasil.

24 A Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira A ICP-Brasil foi criada através da Medida Provisória de 24 de agosto de 2001, transformando o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação ITI em autarquia ligada à Casa Civil da Presidência da República.

25 O Padrão TISS TISS - Troca de Informação em Saúde Suplementar é o padrão definido pela ANS para registro e intercâmbio de dados entre operadoras de planos privados de assistência à saúde e prestadores de serviços de saúde. O objetivo do padrão TISS é atingir a compatibilidade e interoperabilidade funcional e semântica entre os diversos sistemas independentes para fins de avaliação da assistência à saúde (caráter clínico, epidemiológico ou administrativo) e seus resultados, orientando o planejamento do setor.

26 O Padrão TISS O padrão TISS se divide em 4 categorias: conteúdo e estrutura, representação de conceitos em saúde, comunicação, e segurança e privacidade, conforme descrevem as Resoluções Normativas publicadas no sítio da ANS na Internet. A ANS determinou que as normas técnicas estabelecidas na Resolução CFM n.º 1639/2002 supracitada, e os requisitos do Nível de Garantia de Segurança 1 (NGS1) devem obrigatoriamente ser observados no padrão TISS. Para as entidades que utilizam web services como padrão de comunicação é recomendada a utilização do Nível de Garantia de Segurança 2 (NGS2). Ressalta-se que a eliminação do papel só é possível por meio do cumprimento do NGS2.

27

28 Normas para garantir privacidade e confidencialidade O sistema de informações deverá possuir registro (log) de eventos, conforme prevê a norma ISO/IEC Estes registros devem conter: A identificação dos usuários do sistema; Datas e horários de entrada (log-on) e saída (log-off) no sistema; Identidade do terminal e, quando possível, a sua localização; Registro das tentativas aceitas e rejeitadas de acesso ao sistema; Registro das tentativas de acesso a outros recursos e dados, aceitas e rejeitadas.

29 Conclusões

30 Obrigado!

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07 RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07 (Publicada no D.O.U. de 23 nov. 2007, Seção I, pg. 252) Aprova as normas técnicas concernentes à digitalização e uso dos sistemas informatizados para a guarda e manuseio dos documentos

Leia mais

Prontuário Eletrônico do Paciente

Prontuário Eletrônico do Paciente 10º AUDHOSP - Congresso Nacional de Auditoria em Saúde e Qualidade da Gestão e da Assistência Hospitalar Marcelo Lúcio da Silva Gerente Executivo e de Certificação da SBIS Águas de Lindóia-SP, 16 de setembro

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07 (Publicada no D.O.U. de 23 nov. 2007, Seção I, pg. 252)

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07 (Publicada no D.O.U. de 23 nov. 2007, Seção I, pg. 252) RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07 (Publicada no D.O.U. de 23 nov. 2007, Seção I, pg. 252) Aprova as normas técnicas concernentes à digitalização e uso dos sistemas informatizados para a guarda e manuseio dos documentos

Leia mais

Segurança da Informação nos Registros Eletrônicos em Saúde

Segurança da Informação nos Registros Eletrônicos em Saúde III Workshop de Informática e Tecnologia em Saúde da SESAB Segurança da Informação nos Registros Eletrônicos em Saúde Marcelo Lúcio da Silva Diretor Executivo e de Certificação da SBIS Salvador-BA, 05

Leia mais

Gestão Eletrônica de Documentos na Auditoria

Gestão Eletrônica de Documentos na Auditoria 6º Congresso Nacional Unimed de Auditoria em Saúde Marcelo Lúcio da Silva Gerente Executivo e de Certificação da SBIS Búzios-RJ, 17 de junho de 2011 Duke em 1935 2 Slide do Dr. Ed Hammond Duke em 2011

Leia mais

Certificação Digital na Saúde

Certificação Digital na Saúde Marcelo Lúcio da Silva Diretor Executivo e de Certificação da SBIS Brasília, 23 de setembro de 2015 Sobre a SBIS Sociedade científica para o desenvolvimento da Informática em Saúde no Brasil Fundada há

Leia mais

Sistemas informatizados para a guarda do prontuário médico - Resolução: 1639 de 10/7/2002

Sistemas informatizados para a guarda do prontuário médico - Resolução: 1639 de 10/7/2002 Sistemas informatizados para a guarda do prontuário médico - Resolução: 1639 de 10/7/2002 Ementa: Aprova as "Normas Técnicas para o Uso de Sistemas Informatizados para a Guarda e Manuseio do Prontuário

Leia mais

Gerenciamento Total da Informação

Gerenciamento Total da Informação RESOLUÇÃO CFM nº 1.639/2002 Aprova as "Normas Técnicas para o Uso de Sistemas Informatizados para a Guarda e Manuseio do Prontuário Médico", dispõe sobre tempo de guarda dos prontuários, estabelece critérios

Leia mais

Aspectos do Prontuário Eletrônico. Lincoln de Assis Moura Jr., MSc, DIC, PhD lincoln.moura@zilics.com.br +55 11 8426-6276

Aspectos do Prontuário Eletrônico. Lincoln de Assis Moura Jr., MSc, DIC, PhD lincoln.moura@zilics.com.br +55 11 8426-6276 Aspectos do Prontuário Eletrônico Lincoln de Assis Moura Jr., MSc, DIC, PhD lincoln.moura@zilics.com.br +55 11 8426-6276 Sumário Complexidade da Informação em Saúde Declaração de Convicção Aspectos Éticos

Leia mais

Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP): Hospital sem papel (paperless) Cláudio Giulliano Alves da Costa Presidente da SBIS

Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP): Hospital sem papel (paperless) Cláudio Giulliano Alves da Costa Presidente da SBIS Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP): Hospital sem papel (paperless) Cláudio Giulliano Alves da Costa Presidente da SBIS 1 Contato Claudio Giulliano Alves da Costa, MD, MSc. claudio.giulliano@gmail.com

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.638, DE 10 DE JULHO DE 2002

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.638, DE 10 DE JULHO DE 2002 CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO CFM Nº 1.638, DE 10 DE JULHO DE 2002 Define prontuário médico e torna obrigatória a criação da Comissão de Revisão de Prontuários nas instituições de saúde. O CONSELHO

Leia mais

Eliminação do Papel em Saúde

Eliminação do Papel em Saúde Eliminação do Papel em Saúde Luis Gustavo Kiatake kiatake@evaltec.com.br Coordenador GT Segurança do Comitê Informática em Saúde ABNT Representante ABNT TC-215 Health Informatics ISO Membro titular da

Leia mais

PARECER Nº, DE 2014. RELATOR: Senador CÍCERO LUCENA

PARECER Nº, DE 2014. RELATOR: Senador CÍCERO LUCENA PARECER Nº, DE 2014 Da COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 167, de 2014, do Senador Roberto Requião, que autoriza o armazenamento eletrônico dos prontuários dos pacientes.

Leia mais

CONGRESSO BRASILEIRO DE CBIS 2006

CONGRESSO BRASILEIRO DE CBIS 2006 CONGRESSO BRASILEIRO DE INFORMÁTICA EM SAÚDE CBIS 2006 Padrões e Certificação em Saúde Florianópolis, 16/10/06 A Certificação SBIS-CFM ROBERTO LUIZ d AVILAd Cardiologista Corregedor do Conselho Federal

Leia mais

Certificação SBIS/CFM. Euline Marcos Rodrigues - CPqD 16/04/2010

Certificação SBIS/CFM. Euline Marcos Rodrigues - CPqD 16/04/2010 Certificação SBIS/CFM Euline Marcos Rodrigues - CPqD 16/04/2010 Agenda Histórico Requisitos Categorias Processo Certificação Comparativo para Discussão Histórico Ano 2002 2003 2004 2005 Eventos/Documentos

Leia mais

PARECER CFM 6/15 INTERESSADOS:

PARECER CFM 6/15 INTERESSADOS: PARECER CFM nº 6/15 INTERESSADOS: Sr. Artur Augusto Rodrigues Junior Sra. Clarice Moraes Durães Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro ASSUNTO: Microfilmagem de prontuários RELATOR:

Leia mais

PADRÃO TISS. segurança & privacidade

PADRÃO TISS. segurança & privacidade PADRÃO TISS segurança & privacidade novembro 2013 O componente de segurança e privacidade do Padrão TISS, contou com a Sociedade Brasileira de Informática em Saúde SBIS como entidade de referência e estabelece

Leia mais

Médico. Presidente da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS).

Médico. Presidente da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS). ARTIGO CRM Digital AUTOR Claudio Giulliano Alves da Costa Médico. Presidente da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS). INTRODUÇÃO A utilização da Tecnologia da Informação e Comunicação em

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 Ementa: Regulamenta o registro, a guarda e o manuseio de informações resultantes da prática da assistência farmacêutica nos serviços de saúde. O Conselho Federal

Leia mais

PADRÃO TISS. segurança & privacidade

PADRÃO TISS. segurança & privacidade PADRÃO TISS segurança & privacidade outubro 2012 O componente de segurança e privacidade do Padrão TISS, contou com a Sociedade Brasileira de Informática em Saúde SBIS como entidade de referência e estabelece

Leia mais

PRONTUÁRIO ELETRÔNICO E ASSINATURA DIGITAL. Instituto de Câncer do Estado de São Paulo 07 de Abril de 2011

PRONTUÁRIO ELETRÔNICO E ASSINATURA DIGITAL. Instituto de Câncer do Estado de São Paulo 07 de Abril de 2011 PRONTUÁRIO ELETRÔNICO E ASSINATURA DIGITAL Instituto de Câncer do Estado de São Paulo 07 de Abril de 2011 AGENDA Introdução Prontuário Eletrônico Assinatura Digital Implantação ICESP é um hospital que

Leia mais

Questões Éticas e Legais do Prontuário do Paciente

Questões Éticas e Legais do Prontuário do Paciente Questões Éticas e Legais do Prontuário do Paciente Prontuário Eletrônico Sistemas Jurídicos Norte-Americano: derivado do Direito Inglês (Common Law), tende a esperar os fatos e a eles se adaptar Brasileiro:

Leia mais

Segurança Jurídica nas Transações Eletrônicas Por Roberto Bedrikow

Segurança Jurídica nas Transações Eletrônicas Por Roberto Bedrikow Swiss High Security Identity Solutions Segurança Jurídica nas Transações Eletrônicas Por Roberto Bedrikow SWISSCAM (Comitê Jurídico) 8 de maio de 2009 Fatores de segurança jurídica Condicionantes legislativas,

Leia mais

Prontuário médico? ou Prontuário do paciente?

Prontuário médico? ou Prontuário do paciente? Prontuário médico? ou Prontuário do paciente? CONCEITO Prontuário do Paciente é o conjunto de documentos padronizados e ordenados, destinados ao registro dos cuidados profissionais, prestados ao paciente

Leia mais

Resolução CFM Nº 2107 DE 25/09/2014 Publicado no DO em 17 dez 2014

Resolução CFM Nº 2107 DE 25/09/2014 Publicado no DO em 17 dez 2014 Resolução CFM Nº 2107 DE 25/09/2014 Publicado no DO em 17 dez 2014 Define e normatiza a Telerradiologia e revoga a Resolução CFM nº 1890/09, publicada no D.O.U. de 19 janeiro de 2009, Seção 1, p. 94-5p

Leia mais

PROCESSO-CONSULTA CFM Nº 4.728/08 PARECER CFM Nº 10/09 INTERESSADO:

PROCESSO-CONSULTA CFM Nº 4.728/08 PARECER CFM Nº 10/09 INTERESSADO: PROCESSO-CONSULTA CFM Nº 4.728/08 PARECER CFM Nº 10/09 INTERESSADO: Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem ASSUNTO: Tempo de guarda de exames radiológicos; RELATOR: responsabilidade

Leia mais

Registro Eletrônico de Saúde para a Odontologia 9º SINPLO. Painel Tecnológico 09 de maio de 2014

Registro Eletrônico de Saúde para a Odontologia 9º SINPLO. Painel Tecnológico 09 de maio de 2014 Registro Eletrônico de Saúde para a Odontologia 9º SINPLO Painel Tecnológico 09 de maio de 2014 Registro Eletrônico de Saúde 9º SINPLO SP 09/05/2014. 1 Marizélia Leão Moreira Graduada em Ciências Sociais

Leia mais

CONSULTA Nº 157.262/2013

CONSULTA Nº 157.262/2013 1 CONSULTA Nº 157.262/2013 Assunto: Sobre armazenamento de imagens médicas usando sistema de cloud computing, e se é permitido o armazenamento em data center fora do País. Relator: Conselheiro Nacime Salomão

Leia mais

Prefeitura Municipal de Vitória Estado do Espírito Santo DECRETO Nº 13.381

Prefeitura Municipal de Vitória Estado do Espírito Santo DECRETO Nº 13.381 Estado do Espírito Santo DECRETO Nº 13.381 Institui Regime Especial para dispensa da guarda e arquivo das Notas Fiscais de Serviços, condicionada à guarda e ao arquivo, pelo período decadencial, dos respectivos

Leia mais

www.opiceblum.com.br

www.opiceblum.com.br www.opiceblum.com.br Aspectos legais da eliminação de papel: ambiente assistencial e administrativo Caio César Carvalho Lima caio@opiceblum.com.br Caio César Carvalho Lima Advogado Associado do Opice Blum,

Leia mais

Validade do Prontuário Médico Eletrônico Como Prova Jurídica

Validade do Prontuário Médico Eletrônico Como Prova Jurídica Validade do Prontuário Médico Eletrônico Como Prova Jurídica Geraldo de Oliveira de Francisco Junior 1, Heitor Gottberg 2, Felipe Mancini 3, Henrique Manoel Lederman 1, Ivan Torres Pisa 4 1 Departamento

Leia mais

Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação. Sistemas de Informação no SUS Informação para Gestão

Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação. Sistemas de Informação no SUS Informação para Gestão Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação Sistemas de Informação no SUS Informação para Gestão Contato Cláudio Giulliano Alves da Costa, MD, MSc. Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo Assessoria

Leia mais

25/01/2015 PROF. FABIANO TAGUCHI. http://fabianotaguchi.wordpress.com CRIPTOGRAFIA E SEGURANÇA DE DADOS AULA 12 ICP-BRASIL

25/01/2015 PROF. FABIANO TAGUCHI. http://fabianotaguchi.wordpress.com CRIPTOGRAFIA E SEGURANÇA DE DADOS AULA 12 ICP-BRASIL 25/01/2015 PROF. FABIANO TAGUCHI http://fabianotaguchi.wordpress.com CRIPTOGRAFIA E SEGURANÇA DE DADOS AULA 12 ICP-BRASIL 1 CONFIAR EM CERTIFICADOS DIGITAIS? ITI O Instituto Nacional de Tecnologia da Informação

Leia mais

Por que criar um padrão?

Por que criar um padrão? Tópicos Abordados Por que padronizar O que regulamenta Prazos Responsabilidades Entendendo a norma Webservices Mensagens TUSS Demonstração de uso de Webservices TISS Por que criar um padrão? Para colocar

Leia mais

PROCESSO-CONSULTA CFM Nº 1.401/2002 PC/CFM/Nº 30/2002

PROCESSO-CONSULTA CFM Nº 1.401/2002 PC/CFM/Nº 30/2002 Imprimir PROCESSO-CONSULTA CFM Nº 1.401/2002 PC/CFM/Nº 30/2002 INTERESSADO: Dep. E. F. ORIGEM: Congresso Nacional ASSUNTO: Prontuário eletrônico RELATOR: Câmara Técnica de Informática em Saúde do CFM (Cons.

Leia mais

Gestão e preservação de documentos digitais

Gestão e preservação de documentos digitais Gestão e preservação de documentos digitais I Congresso Nacional de Arquivologia Brasília novembro 2004 Contexto Internacional Na década de 90, a comunidade arquivística internacional dá início aos primeiros

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA RN n 114, DE 26 DE OUTUBRO DE 2005.

RESOLUÇÃO NORMATIVA RN n 114, DE 26 DE OUTUBRO DE 2005. RESOLUÇÃO NORMATIVA RN n 114, DE 26 DE OUTUBRO DE 2005. Estabelece padrão obrigatório para a troca de informações entre operadoras de plano privado de assistência à saúde e prestadores de serviços de saúde

Leia mais

Curso: Sistemas de Informação para Gestão da Saúde. Parte 5: Segurança da Informação em Saúde Certificação de Software em Saúde

Curso: Sistemas de Informação para Gestão da Saúde. Parte 5: Segurança da Informação em Saúde Certificação de Software em Saúde Curso: Sistemas de Informação para Gestão da Saúde Parte 5: Segurança da Informação em Saúde Certificação de Software em Saúde Beatriz de Faria Leão, MD, PhD http://www.pep.com.br/unidasmaio2009 São Paulo,

Leia mais

INFORMÁTICA PROF. RAFAEL ARAÚJO

INFORMÁTICA PROF. RAFAEL ARAÚJO INFORMÁTICA PROF. RAFAEL ARAÚJO CERTIFICADO DIGITAL O certificado digital é um arquivo eletrônico que contém dados de uma pessoa ou instituição, utilizados para comprovar sua identidade. Este arquivo pode

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 2.107/2014

RESOLUÇÃO CFM Nº 2.107/2014 RESOLUÇÃO CFM Nº 2.107/2014 (Publicado no D.O.U. de 17 dez 2014, Seção I, p. 157-158) Define e normatiza a Telerradiologia e revoga a Resolução CFM nº 1890/09, publicada no D.O.U. de 19 janeiro de 2009,

Leia mais

Registro Eletrônico de Saúde Unimed. Números do Sistema

Registro Eletrônico de Saúde Unimed. Números do Sistema Números do Sistema Números do Sistema 36 Prestadoras 300 Operadoras (30% das operadoras de saúde) 15 Federações Institucionais 351 Cooperativas 1 Confederação Nacional 1 Confederação Regional 1 Central

Leia mais

Aplicações da Informática na Odontologia

Aplicações da Informática na Odontologia Aplicações da Informática na Odontologia Introdução Qualquer base de conhecimento, fixada materialmente e disposta de maneira que se possa utilizar para consulta. Qualquer registro gráfico. Documento Entende-se

Leia mais

USO DE CONTROLES CRIPTOGRÁFICOS. 1 OBJETIVO Estabelecer regras sobre o uso efetivo e adequado de criptografia na proteção da informação.

USO DE CONTROLES CRIPTOGRÁFICOS. 1 OBJETIVO Estabelecer regras sobre o uso efetivo e adequado de criptografia na proteção da informação. 1786/2015 - Quinta-feira, 06 de Agosto de 2015 Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região 1 FL. 2 Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região Comitê de Segurança da Informação Secretaria de Tecnologia

Leia mais

PROVIMENTO Nº, DE DE AGOSTO DE 2015. A CORREGEDORA NACIONAL DA JUSTIÇA, no uso de suas atribuições legais e regimentais:

PROVIMENTO Nº, DE DE AGOSTO DE 2015. A CORREGEDORA NACIONAL DA JUSTIÇA, no uso de suas atribuições legais e regimentais: PROVIMENTO Nº, DE DE AGOSTO DE 2015 Estabelece diretrizes gerais para o sistema de registro eletrônico de títulos e documentos e civil de pessoas jurídicas. A CORREGEDORA NACIONAL DA JUSTIÇA, no uso de

Leia mais

PRONTUÁRIO ELETRÔNICO E ASSINATURA DIGITAL. Instituto de Câncer do Estado de São Paulo 16 de Setembro de 2011

PRONTUÁRIO ELETRÔNICO E ASSINATURA DIGITAL. Instituto de Câncer do Estado de São Paulo 16 de Setembro de 2011 PRONTUÁRIO ELETRÔNICO E ASSINATURA DIGITAL Instituto de Câncer do Estado de São Paulo 16 de Setembro de 2011 AGENDA Introdução Prontuário Eletrônico Assinatura Digital Implantação Perguntas e Curiosidades

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 TÍTULO VII DA ORDEM ECONÔMICA E FINANCEIRA CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS GERAIS DA ATIVIDADE ECONÔMICA Art. 170. A ordem econômica, fundada na valorização

Leia mais

REGULAÇÃO E QUALIDADE NO SETOR DE SAÚDE SUPLEMENTAR 18 de junho de 2013. Regulação e Qualidade no Setor de Saúde Suplementar - 18/06/2013.

REGULAÇÃO E QUALIDADE NO SETOR DE SAÚDE SUPLEMENTAR 18 de junho de 2013. Regulação e Qualidade no Setor de Saúde Suplementar - 18/06/2013. REGULAÇÃO E QUALIDADE NO SETOR DE SAÚDE SUPLEMENTAR 18 de junho de 2013 1 Informação para a Regulação da Qualidade da Saúde Suplementar Marizélia Leão Moreira Graduada em Ciências Sociais pela UNESP, Doutorado

Leia mais

67 das 88 vagas no AFRF no PR/SC 150 das 190 vagas no TRF no PR/SC 150 das 190 vagas no TRF Conquiste sua vitória ao nosso lado

67 das 88 vagas no AFRF no PR/SC 150 das 190 vagas no TRF no PR/SC 150 das 190 vagas no TRF Conquiste sua vitória ao nosso lado Carreira Policial Mais de 360 aprovados na Receita Federal em 2006 67 das 88 vagas no AFRF no PR/SC 150 das 190 vagas no TRF no PR/SC 150 das 190 vagas no TRF Conquiste sua vitória ao nosso lado Apostila

Leia mais

Conceitos e definições da ANS (Agencia Nacional de Saúde)

Conceitos e definições da ANS (Agencia Nacional de Saúde) Conceitos e definições da ANS (Agencia Nacional de Saúde) Demonstrativo de retorno: modelo formal de representação e descrição documental do padrão TISS sobre o pagamento dos eventos assistenciais realizados

Leia mais

ARQUIVOLOGIA - TIPOLOGIAS DOCUMENTAIS E SUPORTES FÍSICOS. Prof. Antonio Victor Botão

ARQUIVOLOGIA - TIPOLOGIAS DOCUMENTAIS E SUPORTES FÍSICOS. Prof. Antonio Victor Botão ARQUIVOLOGIA - TIPOLOGIAS DOCUMENTAIS E SUPORTES FÍSICOS Prof. Antonio Victor Botão TÉCNICAS MODERNAS DE ARQUIVAMENTO Anteriormente tratamento somente de suporte papel em arquivos, os materiais especiais

Leia mais

Portal Cidadão - Governo

Portal Cidadão - Governo Portal Cidadão - Governo A Certisign Manaus Recife Brasília Goiânia Belo Horizonte São Paulo Rio de Janeiro Porto Alegre A Certisign Pioneira no mercado Certificação na América Latina Única com foco exclusivo

Leia mais

CAPACITAÇÃO PROCESSO ELETRÔNICO

CAPACITAÇÃO PROCESSO ELETRÔNICO CAPACITAÇÃO EM PROCESSO ELETRÔNICO Caros Colegas! Essa é uma apostila eletrônica, utilize apenas em seu computador pessoal. Não recomendamos imprimir, devido ao seu grande volume. Para efetivo funcionamento

Leia mais

Versão 1.0 MANUAL PRÁTICO TISS 3.02.00. 1. Divulgação 3.02.00 Unimed Taubaté/ANS. 2. Material TISS 3.02.00 3. Componentes da TISS 3.02.

Versão 1.0 MANUAL PRÁTICO TISS 3.02.00. 1. Divulgação 3.02.00 Unimed Taubaté/ANS. 2. Material TISS 3.02.00 3. Componentes da TISS 3.02. Versão 1.0 MANUAL PRÁTICO TISS 3.02.00 1. Divulgação 3.02.00 Unimed Taubaté/ANS 2. Material TISS 3.02.00 3. Componentes da TISS 3.02.00 SUMÁRIO 1. Divulgação 3.02.00 - Unimed Taubaté/ANS...2 3.2.1. Guias

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RESOLUÇÃO N. 20 DE 9 DE AGOSTO DE 2012. Dispõe sobre a certificação digital no Superior Tribunal de Justiça e dá outras providências. O PRESIDENTE DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA, usando da atribuição

Leia mais

NORMAS E LEGISLAÇÃO NO BRASIL. Leis, medidas provisórias e decretos:

NORMAS E LEGISLAÇÃO NO BRASIL. Leis, medidas provisórias e decretos: NORMAS E LEGISLAÇÃO NO BRASIL Leis, medidas provisórias e decretos: Lei nº 5.433, de 8 de maio de 1968. Regula a microfilmagem de documentos oficiais e dá outras providências. Diário Oficial da República

Leia mais

Web2Doctors: Saúde Fora da Caixa

Web2Doctors: Saúde Fora da Caixa Com uma interface intuitiva feita com recursos da Web 2.0, pela qual se acessa um Prontuário Eletrônico do Paciente configurável com um workflow para todos os departamentos de uma clínica ou hospital,

Leia mais

INFORMÁTICA PROF. RAFAEL ARAÚJO

INFORMÁTICA PROF. RAFAEL ARAÚJO INFORMÁTICA PROF. RAFAEL ARAÚJO CERTIFICADO DIGITAL O certificado digital é um arquivo eletrônico que contém dados de uma pessoa ou instituição, utilizados para comprovar sua identidade. Este arquivo pode

Leia mais

PARECER CRM/MS N 06/2012 PROCESSO CONSULTA CRM-MS N 28/2011. ASSUNTO: Guarda de Prontuário Médico

PARECER CRM/MS N 06/2012 PROCESSO CONSULTA CRM-MS N 28/2011. ASSUNTO: Guarda de Prontuário Médico PARECER CRM/MS N 06/2012 PROCESSO CONSULTA CRM-MS N 28/2011 ASSUNTO: Guarda de Prontuário Médico PARECERISTA: Conselheiro Faisal Augusto Alderete Esgaib EMENTA: A guarda do prontuário médico compete à

Leia mais

Segurança da Informação

Segurança da Informação Conceitos Segurança da Informação Assinatura Digital Certificado Digital Criptografia Legislação Aplicabilidade no TJMG AGENDA Segurança da Informação É a proteção da informação de vários tipos de ameaças

Leia mais

Assinatura Digital: problema

Assinatura Digital: problema Assinatura Digital Assinatura Digital Assinatura Digital: problema A autenticidade de muitos documentos, é determinada pela presença de uma assinatura autorizada. Para que os sistemas de mensagens computacionais

Leia mais

Milton Alves Diretoria de Apoio Hospital Infantil Sabará

Milton Alves Diretoria de Apoio Hospital Infantil Sabará Milton Alves Diretoria de Apoio Hospital Infantil Sabará SINDHOSP Desafios e rumos da Saúde Suplementar Hospital Infantil Sabará Saúde Sem Papel (evolução) RESOLUÇÃO CFM 1821/2007 20/02 22:45 RESOLUÇÃO

Leia mais

PARECER COREN-SP 034/2013 CT PRCI n 102.598 e Tickets n 282.214, 284.123, 294.992, 295.039, 297.071, 299.116, 300.673, 301.440, 301.820, 306.645.

PARECER COREN-SP 034/2013 CT PRCI n 102.598 e Tickets n 282.214, 284.123, 294.992, 295.039, 297.071, 299.116, 300.673, 301.440, 301.820, 306.645. PARECER COREN-SP 034/2013 CT PRCI n 102.598 e Tickets n 282.214, 284.123, 294.992, 295.039, 297.071, 299.116, 300.673, 301.440, 301.820, 306.645. Ementa: Prontuário do paciente. 1. Do fato Profissionais

Leia mais

Minicurso MoReq-Jus Mar/2010

Minicurso MoReq-Jus Mar/2010 Minicurso MoReq-Jus Mar/2010 Pauta O que é um Modelo de Requisitos? Modelo de Requisitos: Benefícios Pirâmide de Requisitos MoReq-Jus Motivação Objetivos Principais referências Evolução Abrangência dos

Leia mais

Por onde começar na implantação de um PEP? Lincoln de Assis Moura Jr - ZILICS, SP Cláudio Giulliano Alves da Costa - SBIS, SP

Por onde começar na implantação de um PEP? Lincoln de Assis Moura Jr - ZILICS, SP Cláudio Giulliano Alves da Costa - SBIS, SP Por onde começar na implantação de um PEP? Lincoln de Assis Moura Jr - ZILICS, SP Cláudio Giulliano Alves da Costa - SBIS, SP Crença Métodos artesanais são incompatíveis com a entrega de serviços de massa.

Leia mais

Orientações para contratação de SIGAD e serviços correlatos

Orientações para contratação de SIGAD e serviços correlatos Conselho Nacional de Arquivos Câmara Técnica de Documentos Eletrônicos Orientação Técnica n.º 1 Abril / 2011 Orientações para contratação de SIGAD e serviços correlatos Este documento tem por objetivo

Leia mais

Manual de Certificação para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde

Manual de Certificação para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde anual de Certificação para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde Versão 3.0 Editores: Beatriz de Faria Leão Cláudio Giulliano Alves da Costa John Lemos Forman Novembro de 2007 anual de Certificação

Leia mais

PROJETO DE GESTÃO DE APOIO À SAÚDE

PROJETO DE GESTÃO DE APOIO À SAÚDE PROJETO DE GESTÃO DE APOIO À SAÚDE maio/2015 CONSULTORIA DE PROJETOS Consultoria nasceu com o objetivo de ajudar as Prefeituras a: Captarem recursos junto ao BID. Criarem e viabilizarem projetos de investimentos.

Leia mais

Documento Eletrônico e Assinatura Digital: Inovação Tecnológica no Direito Brasileiro e os Benefícios à Qualidade de Vida

Documento Eletrônico e Assinatura Digital: Inovação Tecnológica no Direito Brasileiro e os Benefícios à Qualidade de Vida Práticas e Intervenção em Qualidade de Vida Capítulo 8 Documento Eletrônico e Assinatura Digital: Inovação Tecnológica no Direito Brasileiro e os Benefícios à Qualidade de Vida MARCO ANTONIO BETTINE DE

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA CG ICP-BRASIL COMITÊ GESTOR DA ICP-BRASIL

TERMO DE REFERÊNCIA CG ICP-BRASIL COMITÊ GESTOR DA ICP-BRASIL Presidência da República Casa Civil da Presidência da República TERMO DE REFERÊNCIA CG ICP-BRASIL COMITÊ GESTOR DA ICP-BRASIL 1 1. Introdução O Comitê Gestor da ICP-Brasil (CG ICP-Brasil) é a entidade

Leia mais

A IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROJETO DE CERTIFICAÇÃO DIGITAL EM AMBIENTE HOSPITALAR

A IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROJETO DE CERTIFICAÇÃO DIGITAL EM AMBIENTE HOSPITALAR A IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROJETO DE CERTIFICAÇÃO DIGITAL EM AMBIENTE HOSPITALAR Flávio Osete Gonçalves da Silva, Camila Ramos de Moura Diretoria de Operações e Tecnologia da Informação Instituto do Câncer

Leia mais

Software. Bem vindo ao mundo do GED e Tecnologias Digitais. Gerenciamento Eletrônico de Documentos, Softwares, e muito mais...

Software. Bem vindo ao mundo do GED e Tecnologias Digitais. Gerenciamento Eletrônico de Documentos, Softwares, e muito mais... Software www.imagecomnet.com.br Bem vindo ao mundo do GED e Tecnologias Digitais Gerenciamento Eletrônico de Documentos, Softwares, e muito mais... A Empresa A Imagecom, uma empresa conceituada no ramo

Leia mais

Troca de Informação em Saúde Suplementar - TISS e Terminologia Unificada da Saúde Suplementar - TUSS

Troca de Informação em Saúde Suplementar - TISS e Terminologia Unificada da Saúde Suplementar - TUSS Troca de Informação em Saúde Suplementar - TISS e Terminologia Unificada da Saúde Suplementar - TUSS Daiane Maciel maciel.daiane@gmail.com +55 11 8271-1523 1 Troca de Informação em Saúde Suplementar -

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA. PROJETO DE LEI N o 1.532, de 1999

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA. PROJETO DE LEI N o 1.532, de 1999 COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA PROJETO DE LEI N o 1.532, de 1999 Dispõe sobre a elaboração e o arquivamento de documentos em meios eletromagnéticos. Autora: Deputada ÂNGELA GUADAGNIN

Leia mais

Organismos de Padronização no Brasil e no Mundo e seus Processos

Organismos de Padronização no Brasil e no Mundo e seus Processos Organismos de Padronização no Brasil e no Mundo e seus Processos Sistemas de Informação em Saúde: Uma Visão Estratégica & os Padrões para Construí-la Beatriz de Faria Leão 7 de março de 2012 Quem Constrói

Leia mais

Padrão TISS RADAR TISS Operadoras Edição 2013

Padrão TISS RADAR TISS Operadoras Edição 2013 Padrão TISS RADAR TISS Operadoras Edição 2013 SUMÁRIO Questão 1 - Valor dos eventos de atenção à saúde, por grupo e origem... 4 Questão 2 Quantitativo e valor dos eventos de atenção à saúde por prestador...

Leia mais

Assinatura e Certificação Digital

Assinatura e Certificação Digital e Certificação Digital Por Rafael Port da Rocha 2006 Versão: 07/04/06 20:28 Notas de ula - 2006 Rafael Port da Rocha 1 Características Básicas para um Processo de Comunicação I B C utenticidade: O usuário

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 1890/2009

RESOLUÇÃO CFM Nº 1890/2009 RESOLUÇÃO CFM Nº 1890/2009 (Publicada no D.O.U. de 19 jan 2009, Seção I, pg. 94-5) Define e normatiza a Telerradiologia O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA, no uso das atribuições conferidas pela lei nº. 3.

Leia mais

PORTARIA Nº 126, DE 12 DE MARÇO DE 2014.

PORTARIA Nº 126, DE 12 DE MARÇO DE 2014. PORTARIA Nº 126, DE 12 DE MARÇO DE 2014. Dispõe sobre a implantação e o funcionamento do processo eletrônico no âmbito do Ministério das Comunicações. O MINISTRO DE ESTADO DAS COMUNICAÇÕES, no uso das

Leia mais

Padrão de Troca de Informações na Saúde Suplementar PADRÃO TISS RADAR TISS

Padrão de Troca de Informações na Saúde Suplementar PADRÃO TISS RADAR TISS Padrão de Troca de Informações na Saúde Suplementar PADRÃO TISS RADAR TISS Operadoras Edição 2014 ERRATA Agência Nacional de Saúde Suplementar ANS. Padrão de Troca de Informações na Saúde Suplementar

Leia mais

Segurança da Informação e Proteção ao Conhecimento. Douglas Farias Cordeiro

Segurança da Informação e Proteção ao Conhecimento. Douglas Farias Cordeiro Segurança da Informação e Proteção ao Conhecimento Douglas Farias Cordeiro Criptografia Revisando A criptografia trata da escrita de um texto em códigos de forma a torná-lo incompreensível; A informação

Leia mais

Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo Autarquia Federal Lei nº 3.268/57

Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo Autarquia Federal Lei nº 3.268/57 Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo Autarquia Federal Lei nº 3.268/57 CONSULTA nº 157.177/11 Assunto: Sistema sem registro no Brasil, com servidor hospedado em outro país, para conter

Leia mais

Gestão de Acervos Municipais: Físico, Digitalizado e Memória

Gestão de Acervos Municipais: Físico, Digitalizado e Memória Gestão de Acervos Municipais: Físico, Digitalizado e Memória Erenilda Custódio dos Santos Amaral Salvador Objetivo; Motivação; Proposta; AGENDA O que se entende nesta proposta como Política de Gestão Documental;

Leia mais

CERTIFICAÇÃO DIGITAL

CERTIFICAÇÃO DIGITAL CERTIFICAÇÃO DIGITAL 1. INTRODUÇÃO 2. OBJETIVOS 3.CNES - LEGISLAÇÃO EM VIGOR PARA UTILIZAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO DIGITAL 4.CERTIFICAÇÃO DIGITAL - COMO OBTER E INICIAR UMA SOLICITAÇÃO 5.CNES - COMO INICIAR

Leia mais

Entendendo a Certificação Digital

Entendendo a Certificação Digital Entendendo a Certificação Digital Novembro 2010 1 Sumário 1. Introdução... 3 2. O que é certificação digital?... 3 3. Como funciona a certificação digital?... 3 6. Obtendo certificados digitais... 6 8.

Leia mais

A Informação e as Boas Práticas da Gestão na Saúde. Prof. Renato M.E. Sabbatini UNICAMP e Instituto Edumed

A Informação e as Boas Práticas da Gestão na Saúde. Prof. Renato M.E. Sabbatini UNICAMP e Instituto Edumed A Informação e as Boas Práticas da Gestão na Saúde Prof. Renato M.E. Sabbatini UNICAMP e Instituto Edumed Boas práticas em gestão da saúde Eficiência Qualidade Segurança Ética Humanização Sustentabilidade

Leia mais

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Considerando que a informação arquivística, produzida, recebida, utilizada e conservada em sistemas informatizados,

Leia mais

SAÚDE SEM PAPEL ADRIANO DUARTE CEO

SAÚDE SEM PAPEL ADRIANO DUARTE CEO SAÚDE SEM PAPEL ADRIANO DUARTE CEO SAÚDE SEM PAPEL ADRIANO DUARTE CEO A GREEN é uma empresa de Alta Tecnologia especializada em Automação de Processos e Gestão de Conteúdo focada na substituição de Documentos

Leia mais

MAIO / 2007. Banco Safra S.A Tradição Secular de Segurança

MAIO / 2007. Banco Safra S.A Tradição Secular de Segurança Siissttema de Assssiinattura Diigiittall MAIO / 2007 Banco Safra S.A Tradição Secular de Segurança A internet facilitando nossa vida As exigências e as pressões crescentes da vida moderna, o caos urbano,

Leia mais

Aplicação de técnicas e cultura de Segurança em Instituições de Saúde

Aplicação de técnicas e cultura de Segurança em Instituições de Saúde Aplicação de técnicas e cultura de Segurança em Instituições de Saúde Arlen Feitosa Gerente de Segurança da Informação e Compliance Hospital Albert Einstein Agenda Saúde no Brasil Segurança da Informação

Leia mais

Relato Reunião COPISS Coordenador 19 de abril de 2012, 52ª reunião ANS, Rio de Janeiro 9h00 às 17h00

Relato Reunião COPISS Coordenador 19 de abril de 2012, 52ª reunião ANS, Rio de Janeiro 9h00 às 17h00 Relato Reunião COPISS Coordenador 19 de abril de 2012, 52ª reunião ANS, Rio de Janeiro 9h00 às 17h00 1 Resumo e considerações* A reunião apresentou bastante debate, e deliberações importantes. Alguns pontos

Leia mais

Certificados Digitais - Perguntas Frequentes

Certificados Digitais - Perguntas Frequentes Certificados Digitais - Perguntas Frequentes O que é um certificado digital? O certificado, na prática, equivale a uma carteira de identidade, ao permitir a identificação de uma pessoa, quando enviando

Leia mais

Departamento de Arquivologia SIGAD. Sistemas Informatizados de Gestão Arquivística de Documentos SIGAD 1

Departamento de Arquivologia SIGAD. Sistemas Informatizados de Gestão Arquivística de Documentos SIGAD 1 Departamento de Arquivologia SIGAD Sistemas Informatizados de Gestão Arquivística de Documentos SIGAD 1 Agenda Introdução Conceitos Iniciais e-arq e SIGAD Para quem? Para quê? O que são? O que não são?

Leia mais

A perspectiva e atuação da ANS no desenvolvimento de padrões no Brasil. Jussara M P Rötzsch ANS/DIDES/GGSUS

A perspectiva e atuação da ANS no desenvolvimento de padrões no Brasil. Jussara M P Rötzsch ANS/DIDES/GGSUS A perspectiva e atuação da ANS no desenvolvimento de padrões no Brasil Jussara M P Rötzsch ANS/DIDES/GGSUS Avanços (tecnológico e científico) na Saúde Maior conhecimento sobre os determinantes de saúde

Leia mais

Certificação Digital a forma segura de navegar na rede

Certificação Digital a forma segura de navegar na rede Certificação Digital a forma segura de navegar na rede O que é o Certificado Digital ICP-Brasil? É um certificado emitido em conformidade com as regras e legislações da Infra-estrutura de Chaves Públicas

Leia mais

Projeto RES SUS Nacional Definição, Escopo e Ações. Eduardo Mugnai Coordenador ABNT CEE 78 Informática em saúde

Projeto RES SUS Nacional Definição, Escopo e Ações. Eduardo Mugnai Coordenador ABNT CEE 78 Informática em saúde Projeto RES SUS Nacional Definição, Escopo e Ações Eduardo Mugnai Coordenador ABNT CEE 78 Informática em saúde Programação 1º DIA: 08/05/2012 - TERÇA-FEIRA Oficina RES DATASUS/MS De 08 a 10/05/2012 Brasília/DF

Leia mais

PROCESSO ELETRÔNICO PADRÃO TISS. Agosto/2014

PROCESSO ELETRÔNICO PADRÃO TISS. Agosto/2014 PROCESSO ELETRÔNICO PADRÃO TISS Agosto/2014 PADRÃO DE TROCA DE INFORMAÇÕES NA SAÚDE SUPLEMENTAR Padrão TISS Histórico e Consulta Pública nº 43 Padrão TISS - Versão 3.0 3 Histórico RN 305 09/10/2012 - Termo

Leia mais

LEI 13003 Manual Perguntas e Respostas

LEI 13003 Manual Perguntas e Respostas LEI 13003 Manual Perguntas e Respostas APRESENTAÇÃO A Federação Baiana de Hospitais e a Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do Estado da Bahia, cumprindo com a função de orientar e assessorar hospitais,

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS. CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS. CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS Orientador Empresarial CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac INSTRUÇÃO NORMATIVA SRF nº 580/2005

Leia mais

DESCRIÇÃO DO SISTEMA DE TELEMEDICINA

DESCRIÇÃO DO SISTEMA DE TELEMEDICINA DESCRIÇÃO DO SISTEMA DE TELEMEDICINA Com a necessidade dos serviços médicos em disponibilizar para os seus pacientes exames especializados com qualidade, laudos analisados por especialistas e rapidez para

Leia mais

Programa de Divulgação da Qualificação dos Prestadores de Serviços RN nº 267/2011

Programa de Divulgação da Qualificação dos Prestadores de Serviços RN nº 267/2011 Programa de Divulgação da Qualificação dos Prestadores de Serviços RN nº 267/2011 Instrução Normativa sobre a divulgação da qualificação Primeira reunião do GT de Divulgação 07/02/2012 Quem divulgar? Todos

Leia mais