RELATÓRIO DE ATIVIDADES

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1 RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2012

2 ÍNDICE I. NOTA INTRODUTÓRIA 4 I. 1 Breve análise conjuntural 4 I. 2 Orientações gerais e específicas prosseguidas pelo organismo 5 I. 2.1 Caracterização do Ambiente Externo Análise aos stakeholders 11 I. 2.2 Caracterização do Ambiente Interno 12 I Recursos Humanos 13 I Orçamento 13 I. 2.3 Grandes Opções do Plano I. 2.4 Objetivos Estratégicos I. 2.5 Objetivos Operacionais II. AUTO-AVALIAÇÃO 17 II. 1 Resultados alcançados e desvios verificados - QUAR II. 2 Apreciação por parte dos stakeholders/utilizadores da ANPC 18 II. 2.1 Processo de recolha de informação 18 II. 2.2 Apresentação dos resultados 19 II. 3 Avaliação do sistema de controlo interno 25 II. 3.1 Ambiente de controlo 25 II. 3.2 Estrutura organizacional 25 II. 3.3 Atividades e procedimentos de controlo administrativo implementados no serviço 25 II. 3.4 Fiabilidade dos sistemas de informação 27 II. 4 Análise das causas de incumprimento de ações/projetos não executados ou com resultados insuficientes 30 II. 5 Desenvolvimento de medidas para um reforço positivo do desempenho 30 II. 5.1 Medidas internas de reforço positivo 30 II. 5.2 Medidas externas de reforço positivo 31 II. 6 Comparação com o desempenho de serviços idênticos, no plano nacional e internacional 33 II. 7 Apreciação da atividade da ANPC por parte dos seus colaboradores 33 II. 7.1 Processo de recolha de informação 33 II. 7.2 Metodologia utilizada 34 II. 7.3 Apresentação dos resultados 34 II. 8 Informação adicional - atividades desenvolvidas e resultados alcançados 44 II. 9 Afetação real e prevista dos recursos humanos, materiais e financeiros 58 II. 10. Secção específica Publicidade Institucional 61 2

3 III. BALANÇO SOCIAL 62 III.1 Caracterização do efetivo 62 III. 2 Relação jurídica de emprego 62 III.3 Género 64 III.4 Estrutura etária 64 III.5 Estrutura de antiguidade segundo o género 65 III.6 Trabalhadores segundo o nível de escolaridade 65 III.7 Trabalhadores portadores de deficiência segundo o género 66 III.8 Mobilidade dos trabalhadores admitidos, saídos e regressados 66 III.9 Postos de trabalho previstos e não ocupados 67 III.10 Mudanças de situação remuneratória dos trabalhadores 68 III.11 Modalidades de horário 68 III.12 Trabalho extraordinário 69 III.13 Assiduidade 69 III.14 Ausências dos trabalhadores por atividade sindical ou greve 71 III.15 Encargos com pessoal durante o ano de III.16 Formação 72 III.17 Acidentes em serviço e doenças profissionais 73 III.18 Disciplina 73 IV. AVALIAÇÃO FINAL 75 IV.1 Apreciação qualitativa e quantitativa dos resultados alcançados 75 IV. 2 Menção proposta pelo dirigente máximo do serviço como resultado da autoavaliação 76 IV. 3 Conclusões prospetivas 76 ANEXOS 79 3

4 I. NOTA INTRODUTÓRIA I. 1 Breve análise conjuntural A atividade de Proteção Civil é uma atividade permanente e transversal. Permanente porquanto a proteção dos cidadãos, do património e do ambiente exige monitorização e ação contínuas. Transversal porque articula com toda uma série de forças e agentes que, numa base de diálogo e cooperação, promovem essa mesma proteção. É nesta natureza peculiar que a Autoridade Nacional de Protecção Civil desenvolve, numa base 24 sobre 24 horas, a sua atividade. Para além das atividades decorrentes da sua missão e enquadradas no sistema nacional de proteção civil, o ano de 2012 ficou marcado pelo reforço das atribuições da ANPC em matéria de política de proteção civil, resultante da prossecução do processo de modernização e de otimização do funcionamento da Administração Pública, designadamente através da absorção das atribuições anteriormente cometidas ao Conselho Nacional de Planeamento Civil de Emergência em matéria de planeamento e coordenação das necessidades nacionais na área do planeamento civil de emergência. A alteração da orgânica da Autoridade Nacional de Protecção Civil, através do Decreto-Lei 75/2012 de 26 de Março, veio assim alargar a missão da proteção civil, procedendo à definição das normas de funcionamento das entidades que sucedem nas atribuições e competências das comissões de planeamento de emergência, na parte relativa ao planeamento civil de emergência. Da mesma forma, o anúncio relativo à extinção da EMA Empresa de Meios Aéreos no ano de 2012 veio impor uma profunda reflexão sobre o modelo de organização da ANPC, designadamente no que diz respeito às suas diretrizes estratégicas e ao modelo operacional em vigor, levando ao início de uma reformulação de raiz, que se prevê ser concretizada em

5 I. 2 Orientações gerais e específicas prosseguidas pelo organismo Na prossecução do processo de modernização da Administração Pública, consagrada no Programa do Governo, o Decreto-Lei n.º 203/2006, de 27 de Outubro (Lei Orgânica do Ministério da Administração Interna), veio proceder, no que concerne aos serviços centrais de natureza operacional daquele Ministério, à reestruturação do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil, que passou a designar-se Autoridade Nacional de Protecção Civil. Impôs-se, assim, prosseguir o ciclo regulamentar da reforma, conferindo à ANPC os instrumentos jurídicos e orgânicos necessários a garantir, em permanência e sem amputações, a segurança das populações e a salvaguarda do ambiente e do património, com vista a prevenir a ocorrência de acidentes graves e catástrofes, assegurar a gestão dos sinistros e dos danos colaterais, e apoiar a reposição das funções que reconduzam à normalidade nas áreas afetadas. O Decreto-Lei n.º 75/07, de 29 de Março, veio dotar a ANPC de um novo modelo de organização que assegura o exercício eficiente e oportuno das atribuições que lhe cumprem, no âmbito da previsão e gestão de riscos, da atividade de proteção e socorro, das atividades dos bombeiros e em matéria do planeamento de emergência. A ANPC nasce assim a 1 de Abril de 2007, com a missão de Planear, coordenar e executar a política de Protecção Civil, designadamente, na prevenção e reação a acidentes graves e catástrofes, de proteção e socorro das populações e de superintendência da atividade dos bombeiros 1. Em Março de 2012, na prossecução do processo de modernização e de otimização do funcionamento da Administração Pública e, consequentemente, da melhoria da qualidade dos serviços públicos, o Decreto -Lei n.º 126 -B/2011, de 29 de dezembro, veio proceder, no que concerne aos serviços centrais de natureza operacional do Ministério da Administração Interna, ao reforço das atribuições da Autoridade Nacional de Protecção Civil em matéria de política de proteção civil, em especial pela absorção das atribuições anteriormente cometidas ao Conselho Nacional de Planeamento Civil de Emergência em matéria de planeamento e coordenação das necessidades nacionais na área do planeamento civil de emergência. 1 Artigo 2º do Decreto-Lei nº 75/2007, de 29 de Março 5

6 Com a entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 73/2012 de 26 de março, a ANPC passou a ter por missão planear, coordenar e executar a política de proteção civil, designadamente na prevenção e reação a acidentes graves e catástrofes, de proteção e socorro de populações e de superintendência da atividade dos bombeiros, bem como assegurar o planeamento e coordenação das necessidades nacionais na área do planeamento civil de emergência com vista a fazer face a situações de crise ou de guerra. 6

7 I. 2.1 Caracterização do Ambiente Externo A atividade de proteção civil tem carácter permanente, multidisciplinar e plurissectorial, cabendo a todos os órgãos e departamentos da Administração Pública promover as condições indispensáveis à sua execução, de forma descentralizada, sem prejuízo do apoio mútuo entre organismos e entidades do mesmo nível ou proveniente de níveis superiores. É neste ambiente que um número elevado de parceiros sustenta, condiciona e colabora com a ANPC no cumprimento da sua missão. A tabela seguinte apresenta alguns desses parceiros: Associações e Corpos de Bombeiros Forças Armadas Guarda Nacional Republicana Polícia de Segurança Pública Polícia Judiciária Instituto Nacional de Emergência Médica Cruz Vermelha Portuguesa Instituto de Socorros a Náufragos Instituto Nacional de Aviação Civil Instituto Nacional de Medicina Legal Direção Geral de Autoridade Marítima Instituto Português do Mar e da Atmosfera Agência Portuguesa do Ambiente Serviços Regionais de Protecção Civil dos Açores e Madeira Autoridade Nacional de Comunicações EDP Energias de Portugal REFER Rede Ferroviária Nacional REN Rede Elétrica Nacional Portugal Telecom Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária Autoestradas do Atlântico ASAE ATTIMA (Associação de transportadores de terras, inertes, madeiras e afins) Empresas de Segurança Privada Entidades gestoras de sistemas de abastecimento de água Instituto da Conservação da Natureza e Florestas Escola Nacional de Bombeiros Regimento Sapadores Bombeiros Instituto Nacional de Estatística Laboratório Nacional de Engenharia e Geologia Associação Nacional de Municípios Portugueses Associação Nacional de Freguesias Liga dos Bombeiros Portugueses Associação Nacional de Bombeiros Profissionais Instituto Geográfico Português Empresa de Meios Aéreos Municípios Serviços Municipais de Proteção Civil Instituto de Segurança Social Direcção-Geral da Saúde Estradas de Portugal Instituto Portuário e Transportes Marítimos Instituto Tecnológico do Gás Universidades e Institutos Superiores Instituto Nacional da Água NAV Portugal Cáritas Portuguesa CTT Entidades Exploradoras da Rede Ferroviária Entidades gestoras de sistemas de distribuição de gás/combustíveis 7

8 A articulação com os parceiros é efetuada através dos seguintes órgãos: Comissão Nacional de Proteção Civil Órgão consultivo, assistindo o Governo no exercício das suas competências em matéria de proteção civil. No ano de 2010 foram criadas duas subcomissões no âmbito desta Comissão: a Subcomissão para a Redução de Catástrofes e a Subcomissão de Incêndios Florestais, e em 2011 foi designada Plataforma Nacional para a Redução de Riscos e Catástrofes, no âmbito da implementação do Quadro de Ação de Hyogo. Compete a esta Comissão: Garantir a concretização das linhas gerais da política governamental de proteção civil em todos os serviços da administração; Apreciar as bases gerais da organização e do funcionamento dos organismos e serviços que, direta ou indiretamente, desempenhem funções de proteção civil; Apreciar os acordos ou convenções sobre cooperação internacional em matéria de proteção civil; Apreciar os planos de emergência de âmbito nacional, distrital ou municipal; Dar parecer sobre os planos de emergência elaborados pelos Governos das Regiões Autónomas; Adotar mecanismos de colaboração institucional entre todos os organismos e serviços com responsabilidades no domínio da proteção civil, bem como formas de coordenação técnica e operacional da atividade por aqueles desenvolvida, no âmbito específico das respetivas atribuições estatutárias; Proceder ao reconhecimento dos critérios e normas técnicas sobre a organização do inventário de recursos e meios, públicos e privados, mobilizáveis ao nível local, distrital, regional ou nacional, em caso de acidente grave ou catástrofe; Definir os critérios e normas técnicas sobre a elaboração de planos de emergência; Definir as prioridades e objetivos a estabelecer com vista ao escalonamento de esforços dos organismos e estruturas com responsabilidades no domínio da proteção civil, relativamente à sua preparação e participação em tarefas comuns de proteção civil; Aprovar e acompanhar as iniciativas públicas tendentes à divulgação das finalidades da proteção civil e à sensibilização dos cidadãos para a autoproteção e 8

9 para a colaboração a prestar aos organismos e agentes que exercem aquela atividade; Apreciar e aprovar as formas de cooperação externa que os organismos e estruturas do sistema de proteção civil desenvolvem nos domínios das suas atribuições e competências específicas; Desencadear as ações previstas nos planos de emergência e assegurar a conduta das operações de proteção civil deles decorrentes; Possibilitar a mobilização rápida e eficiente das organizações e pessoal indispensáveis e dos meios disponíveis que permitam a conduta coordenada das ações a executar; Formular, junto do Governo, pedidos de auxílio a outros países e às organizações internacionais, através dos órgãos competentes; Determinar a realização de exercícios, simulacros ou treinos operacionais que contribuam para a eficácia de todos os serviços intervenientes em ações de proteção civil; Difundir os comunicados oficiais que se mostrem adequados às situações previstas na presente lei. Conselho Nacional de Bombeiros - Órgão consultivo do Governo e da ANPC em matéria de bombeiros, competindo-lhe emitir pareceres sobre: Programas de apoio a atribuir a associações humanitárias de bombeiros e a corpos de bombeiros; Critérios gerais a observar nas ações de formação do pessoal dos corpos de bombeiros; Critérios gerais a observar na criação de novos corpos de bombeiros e respetivas secções, bem como da sua verificação em concreto; Normas gerais a que deve obedecer a regulamentação interna dos corpos de bombeiros; Definição das normas a que deve obedecer o equipamento e material dos corpos de bombeiros, com vista à normalização técnica da respetiva atividade; Atribuição de prémios, medalhas ou agradecimentos aos corpos de bombeiros que, pela sua ação, se tenham notabilizado; 9

10 Os projetos de diplomas relativos à definição e desenvolvimento dos princípios orientadores do sector. Comissão Nacional de Emergências Radiológicas Órgão consultivo da ANPC, competindo-lhe: Dar parecer sobre os planos de emergência externos para os casos de emergência radiológica; Assessorar a proteção civil, nas ações de preparação para situações de emergência radiológica consideradas de âmbito nacional; Integrar de imediato, em situação de emergência que afete ou possa vir a afetar zonas do território nacional, o Centro de Coordenação Operacional Nacional, com vista ao acompanhamento da situação e à elaboração dos comunicados para informação da população. Centro de Coordenação Operacional Nacional - Assegura que todas as entidades e instituições de âmbito nacional imprescindíveis às operações de proteção e socorro, emergência e assistência previsíveis ou decorrentes de acidente grave ou catástrofe se articulam entre si, garantindo os meios considerados adequados à gestão da ocorrência em cada caso concreto. Centros de Coordenação Operacional Distrital - Asseguram que todas as entidades e instituições de âmbito distrital imprescindíveis às operações de proteção e socorro, emergência e assistência previsíveis ou decorrentes de acidente grave ou catástrofe se articulam entre si garantindo os meios considerados adequados à gestão da ocorrência em cada caso concreto. 10

11 NEGATIVO POSITIVO Análise aos stakeholders 2 A análise SWOT é uma ferramenta de diagnóstico e de planeamento estratégico que permite fazer uma avaliação de organizações, equipas ou indivíduos, assim como das respetivas envolventes, no que diz respeito aos seus Pontos Fortes/Pontos Fracos (ambiente interno) e Oportunidades/Ameaças (ambiente externo). INTERNO Pontos fortes EXTERNO Oportunidades S1.Legislação de base S2. Cobertura Territorial S3. Proximidade da intervenção e prontidão da resposta S4. Experiência, competência e saber-fazer O1. Incremento da qualificação de RH O2. Formação de quadros a nível da UE O3. Aumento do reforço da cooperação com os PALOP O4. Programa do Governo Reforçar a Segurança O5. Campanhas de prevenção/sensibilização O6. Articulação com os parceiros Pontos Fracos W1. Transversalidade da missão W2. Sazonalidade e imprevisibilidade do orçamento W3. Restrição da admissão de pessoal técnico qualificado W4. Conceito de disponibilidade permanente diferenciado das FFSS Ameaças T1. Alterações climáticas T2. Aumento de atos terroristas T3. Conjuntura financeira actual T4. Imprevisibilidade das ameaças 2 Intervenientes que influenciam ou são influenciados pela atividade da ANPC. 11

12 I. 2.2 Caracterização do Ambiente Interno A ANPC é um serviço da administração direta do Estado, de natureza operacional, dotado de autonomia administrativa e financeira, na dependência do Ministro da Administração Interna. A sua organização interna obedece ao modelo de estrutura hierarquizada e compreende 3 Direções Nacionais, designadamente: (i) a Direção Nacional de Recursos de Proteção Civil, no âmbito da gestão dos meios e recursos afetos à ANPC; (ii) a Direção Nacional de Planeamento de Emergência, no âmbito da gestão do planeamento de emergência e da prevenção e gestão de riscos; e a (iii) a Direção Nacional de Bombeiros, no âmbito da tutela dos Corpos de Bombeiros e dos Bombeiros. Com vista a assegurar o comando operacional das operações de socorro e ainda o comando operacional integrado de todos os agentes de proteção civil no respeito pela sua autonomia própria, a ANPC compreende ainda a estrutura de comando constituída pelo Comando Nacional de Operações de Socorro e por 18 Comandos Distritais de Operações de Socorro. A estrutura nuclear da ANPC inclui 7 Unidades e a estrutura flexível compreende 15 Núcleos e 7 Equipas Técnicas.

13 I Recursos Humanos Para a prossecução da sua actividade em 2012, a ANPC contou com um total de 794 colaboradores (à data de 31DEZ12): Categoria Nº Dirigentes Direção Superior 5 Dirigentes Direção Intermédia e Chefes de Equipa 71 Técnico superior 92 Coordenador técnico 4 Assistente técnico 107 Encarregado Geral Operacional -- Encarregado Operacional -- Assistente Operacional Total 794 I Orçamento Os orçamentos da ANPC são caracterizados pela imprevisibilidade e sazonalidade, quer no que se refere ao valor da receita a arrecadar quer quanto ao valor das despesas extraordinárias. Como grandes grupos de despesa, destacam-se o financiamento da atividade operacional dos Corpos de Bombeiros, e a aquisição de bens e serviços, onde estão incluídas as operações de meios aéreos. O quadro abaixo mostra a evolução entre 2004 e 2012 do orçamento corrigido: Ano Orçamento Estado Receitas Próprias Receita Cobrada Fundos Comunitários Orçamento Global Despesa (valor incluído nas receitas próprias) (valor incluído nas receitas próprias) (valor incluído nas receitas próprias) (valor incluído nas receitas próprias) (valor incluído nas receitas próprias) (valor incluído nas receitas próprias) (valor incluído nas receitas próprias) (valor incluído nas receitas próprias) Apenas 10 pertencem ao mapa de pessoal da ANPC; os restantes são operadores de telecomunicações a exercer funções na SALOC e elementos da FEB. 13

14 I. 2.3 Grandes Opções do Plano 2012 No âmbito da Proteção Civil, e para o período , foi definido como prioridade o reforço do sistema de proteção civil, intensificando o aproveitamento de sinergias operacionais entre ministérios responsáveis pelas áreas da segurança interna, justiça e da Defesa Nacional e a Administração Local. No âmbito dos equipamentos e instalações, a prioridade define-se em assegurar aos corpos de bombeiros as condições adequadas ao seu bom desempenho, avaliando o dispositivo existente, em função das necessidades e dos riscos específicos de cada zona e clarificando os diversos níveis de intervenção operacional. I. 2.4 Objetivos Estratégicos 2012 Os objetivos estratégicos fixados pelo MAI para o triénio foram: A melhoria da capacidade do dispositivo de proteção civil, valorizando a formação dos recursos humanos e reforçando os meios operacionais; O aperfeiçoamento das capacidades de monitorização, alerta e aviso, com vista a reforçar os níveis de prontidão e mobilização, valorizando a interoperabilidade dos mecanismos de apoio ao planeamento e à decisão operacional; O reforço da prevenção e preparação, designadamente através do fortalecimento da articulação e coordenação institucional na elaboração, revisão e validação de instrumentos de planeamento de emergência. Estes objetivos estratégicos estiveram sistematizados na Carta de Missão do Presidente da ANPC (a qual terminou em Novembro de 2012), através de um conjunto de medidas, designadamente: Aumentar a informação técnica sobre proteção civil disponibilizada pela ANPC através da elaboração de manuais/cadernos técnicos. Apoiar o programa de reequipamento das estruturas e forças operacionais e de reabilitação e construção de instalações, quer para os corpos de bombeiros, quer para a ANPC, designadamente no âmbito do QREN, através do acompanhamento de 100% das candidaturas apresentadas. 14

15 Requalificar os equipamentos e infraestruturas da ANPC através da aquisição de veículos operacionais. Apresentar um modelo de tipificação dos Corpos de Bombeiros. Elaborar o Plano de Apoio aos Equipamentos. Aplicar globalmente o regime jurídico e consagração da nova forma de financiamento das Associações Humanitárias e dos Corpos de Bombeiros, no prazo de 18 meses após a sua aprovação pela Tutela. Instalar o Comando Nacional de Operações de Socorro alternativo em Viseu, no prazo de seis meses após a entrega da infraestrutura pela Direção-Geral de Infraestruturas e Equipamentos do Ministério da Administração Interna. Elaborar documento para operacionalização do Sistema Nacional de Alerta e Aviso. Avaliar a implementação do novo Regime Jurídico de Segurança contra Incêndios em Edifícios. Criar um Registo Nacional de Voluntariado de Proteção Civil. Melhorar a economia dos recursos afetos ao funcionamento da Autoridade Nacional de Proteção Civil. Cumprir os prazos de pagamento a fornecedores. Aplicar, nos termos da Lei, o sistema de avaliação de desempenho a 100% dos trabalhadores do serviço, assegurando a qualidade do processo de aplicação. I. 2.5 Objetivos Operacionais 2012 Com a entrada em vigor da nova Lei de Segurança Interna, a proteção civil passou a incluir o Sistema de Segurança Interna do Estado Português. Neste quadro, com base numa estratégia transversal alicerçada nos pilares da prevenção, da preparação e da resposta, e de forma a consolidar, nos diversos níveis de decisão, a integração do ciclo de gestão de emergência no contexto global da segurança, foram estabelecidos como objetivos para 2012: 15

16 1. Incrementar a interoperabilidade entre as organizações intervenientes no SIOPS; 2. Garantir a requalificação dos equipamentos, telecomunicações e infraestruturas da ANPC; 3. Garantir um tempo médio de chegada do primeiro meio de ataque inicial (no âmbito do DECIF) ao TO no combate aos IF abaixo dos 20 minutos em 90% das ocorrências. 4. Aumentar em 10% as acções inspectivas no quadro da SCIE; 5. Promover a aplicabilidade das medidas recomendadas pelo Relatório da Inspeção Geral de Finanças; 6. Promover a qualificação dos colaboradores através de formação; 7. Melhorar a informação técnica/operacional disponibilizada pela ANPC aos serviços e agentes de proteção civil, bem como ao público em geral. 16

17 II. AUTO-AVALIAÇÃO II. 1 Resultados alcançados e desvios verificados - QUAR 2012 No quadro do novo Sistema Integrado de Gestão e Avaliação do Desempenho na Administração Pública, e de forma a dar cumprimento ao estabelecido no n.º 5 do artigo 10.º da Lei n.º 66-B/2007, de 28 de Dezembro, os objetivos operacionais da ANPC construídos na lógica do QUAR para o ano de 2012 e respetiva taxa de realização constam na tabela abaixo apresentada: OBJECTIVOS OPERACIONAIS EFICÁCIA 50% OB1: Incrementar a interoperabilidade entre as organizações intervenientes no SIOPS Indicadores 2011 Número de meses para a criação de EIP (Equipas de Intervenção Permanente) previstas no orçamento da ANPC Nº de meses para submissão à CNPC (Comissão Nacional de Proteção Civil) da proposta de revisão do PEERS-AML-CL % de Corpos de Bombeiros fiscalizados no âmbito do RNBP Número de meses para a operacionalização das EAPS (Equipas de Apoio Psicossocial) Meta 2012 Peso Resultado Taxa realização Classificação Superado Superado 10% 15% 25 15% Atingido Superado OB 2: Garantir a requalificação dos equipamentos e das infraestruturas da ANPC. Indicadores 2011 Meta 2012 Peso Resultado Taxa realização Classificação Nº de CDOS instalados/ampliados Superado % de equipamentos da ANPC com acesso a comunicações fixas voz através do sistema VOIP - 20% 50 20% Atingido EFICIÊNCIA 30% OB3: Garantir um tempo médio de chegada do primeiro meio do ataque inicial (no âmbito do DECIF) ao TO no combate aos IF abaixo dos 20 minutos em 90% das ocorrências Indicadores 2011 Meta 2012 Peso Resultado Taxa realização Classificação Tempo médio (em minutos) de chegada do primeiro meio de ataque inicial ao TO Superado (peso 100%) OB 4: Aumentar em 10% as ações inspetivas no quadro da SCIE Indicadores 2011 Meta 2012 Peso Resultado Taxa realização Classificação Nº de ações inspetivas face a Superado 17

18 OB 5: Promover a aplicabilidade das medidas recomendadas pelo Relatório da Inspeção Geral de Finanças Indicadores 2011 Nº de medidas recomendadas pela IGF implementadas Meta 2012 Peso Resultado Taxa realização Classificação Superado QUALIDADE 20% OB 6: Promover a qualificação dos colaboradores através de formação Indicadores 2011 Meta 2012 Peso Resultado Taxa realização Classificação Nº de elementos da FEB formados na área de reconhecimento e avaliação da situação no Superado 56 âmbito dos Incêndios Florestais % de trabalhadores em regime de contrato em funções públicas abrangidos por ações 33% 66% 50 77% Superado de formação no período (valor acumulado) OB7: Melhorar a informação técnica/operacional disponibilizada pela ANPC aos serviços e agentes de proteção civil, bem como ao público em geral Indicadores 2011 Nº de documentos técnicos/operacionais (Cadernos Técnicos, Diretivas, Manuais ou Guiões) elaborados e divulgados Disponibilização, no site da ANPC, de informação sobre cartografia de risco, por concelho, relativa a alguns dos principais riscos transversais a todo o continente Meta 2012 Peso Resultado Taxa realização Classificação Atingido Atingido II. 2 Apreciação por parte dos stakeholders/utilizadores da ANPC Foram inquiridos 4 grupos de stakeholders/utilizadores, designadamente as Associações Humanitárias de Bombeiros, os Corpos de Bombeiros, os Municípios e Entidades públicas e privadas, consideradas parceiros na prossecução da atividade de proteção civil (incluindo os representantes da Comissão Nacional de Proteção Civil). II. 2.1 Processo de recolha de informação Foi elaborado e disponibilizado um questionário para preenchimento on-line, de natureza confidencial e anónima. O pedido de preenchimento do questionário foi enviado por , através de um endereço eletrónico do Gabinete do Presidente da ANPC criado para o efeito, dirigido aos 4 grupos acima descritos. Este era acompanhado por um link, que direcionava os destinatários ao questionário de satisfação disponível on-line. 18

19 O foi enviado a 25 de março, e o preenchimento do questionário esteve disponível até ao dia 12 de abril. Designação Universo Associações Humanitárias de Bombeiros 412 Corpos de Bombeiros 450 Municípios 278 Entidades Privadas e Públicas (não municipais) 44 Total 1184 II. 2.2 Apresentação dos resultados O questionário aplicado aos parceiros pretendeu avaliar 4 parâmetros (imagem global, envolvimento e participação, acessibilidade e produtos e serviços). Os resultados apresentam-se a partir da página seguinte. 19

20 1) Imagem global da ANPC: Imagem Global da ANPC muito insatisfeito Desempenho global pouco satisfeito 15% insatisfeit o 3% muito insatisfeit o 2% satisfeito 69% muito satisfeito 11% insatisfeito pouco satisfeito satisfeito Disponibilidade dos colaboradores da ANPC com quem contacta Capacidade técnica dos colaboradores da ANPC para apoiar/resolver situações muito satisfeito Alterações implementadas pela ANPC no dominio da proteção e socorro, incluindo no combate a incêndios florestais 0% 20% 40% 60% 80% 100% Os parceiros da ANPC demonstram um nível de satisfação elevado, com cerca de 80% entre muito satisfeitos e satisfeitos. Estes valores são mais elevados nos indicadores desempenho global e capacidade técnica dos colaboradores da ANPC para apoiar/resolver situações. Análise por grupos de parceiros: 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Ass. Humanitárias e Corpos de Bombeiros Administração Local Entidades Públicas e Privadas muito insatisfeito insatisfeito pouco satisfeito satisfeito muito satisfeito Este parâmetro demonstra que são as Entidades Públicas e Privadas que apresentam um valor mais elevado na satisfação global com a ANPC. 20

21 2) Envolvimento e Participação: Envolvimento e Participação pouco satisfeito 29% muito insatisfei to muito 3% satisfeito insatisfei 8% to 9% satisfeito 51% muito insatisfeito insatisfeito pouco satisfeito satisfeito muito satisfeito Participação no processo de planeamento e tomada de decisões da ANPC (reuniões, conselhos, comissões) Recolha e integração pela ANPC das práticas e saberes recomendadas pelos parceiros Impacto dos protocolos, parceiros e programas de colaboração e cooperação institucional celebrados pela ANPC Capacidade e esforço desenvolvidos pela ANPC na melhoria do setor da proteção civil 0% 20% 40% 60% 80% 100% Cerca de 59% dos parceiros estão satisfeitos/muito satisfeitos com o seu envolvimento e participação na ANPC. De salientar a imagem positiva relativamente à capacidade e esforço desenvolvidos pela ANPC na melhoria do setor da Proteção Civil, bem como relativamente à participação no processo de planeamento e tomada de decisões da ANPC. Análise por grupos de parceiros: 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Ass. Humanitárias e Corpos de Bombeiros Administração Local Entidades Públicas e Privadas muito insatisfeito insatisfeito pouco satisfeito satisfeito muito satisfeito As Associações Humanitárias de Bombeiros/Corpos de Bombeiros apresentam um nível médio de satisfação mais baixo comparando com as outras entidades. 21

22 3) Acessibilidade: muito insatisfeito insatisf eito 5% pouco satisfei to 19% Acessibilidade muito insatisf eito muito 1% satisfei to 16% satisfei to 59% insatisfeito pouco satisfeito satisfeito muito satisfeito Informação disponibilizada pela ANPC Meios expeditos da ANPC na prestação do serviço (formulários e outros dicumentos em suporte digital) Atendimento da ANPC por 0% 20% 40% 60% 80% 100% 75% dos parceiros referem estar muito satisfeitos/satisfeitos relativamente ao parâmetro Acessibilidade. Todos os indicadores referentes a este parâmetro estão equivalentes, destacando-se no entanto a informação disponibilizada pela ANPC para este nível elevado de satisfação. No outro extremo, encontra-se o atendimento da ANPC por como sendo aquele que apresenta um nível menos elevado de satisfação, com valores na ordem dos 7%. Análise por grupos de parceiros: 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Ass. Humanitárias e Corpos de Bombeiros Administração Local Entidades Públicas e Privadas muito insatisfeito insatisfeito pouco satisfeito satisfeito muito satisfeito As entidades da Administração Local são os parceiros que demonstram níveis de satisfação mais elevados, à volta dos 80%. Por outro lado, as Associações Humanitárias e Corpos de Bombeiros apresentam valores mais elevados, perto dos 5%, no parâmetro muito insatisfeito. 22

23 4) Produtos e serviços: Produtos e Serviços pouco satisfeito 21% insatisfeito 6% satisfeito 58% muito insatisfeito 2% muito satisfeito 13% muito insatisfeito insatisfeito pouco satisfeito satisfeito Serviços prestados pela ANPC A qualidade da informação ou serviços disponibilizados pela ANPC Tempo de resposta da ANPC às solicitações muito satisfeito 0% 20% 40% 60% 80% 100% Cerca de 71% dos parceiros demonstram níveis de satisfação bastante elevados (entre muito satisfeito e satisfeito ) no que diz respeito aos produtos e serviços prestados pela ANPC. Como indicador mais positivo destaca-se os serviços prestados pela ANPC, a qualidade da informação e, como menos positivo, o tempo de resposta da ANPC às solicitações. Análise por grupos de parceiros: 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Ass. Humanitárias e Corpos de Bombeiros Administração Local Entidades Públicas e Privadas muito insatisfeito insatisfeito pouco satisfeito satisfeito muito satisfeito A Administração Local é o parceiro mais satisfeito com os produtos e serviços disponibilizados pela ANPC (cerca de 85% entre muito satisfeito e satisfeito ), valor também igual ao do ano de

24 II. 2.3 Análise qualitativa Dos 4 parâmetros avaliados, o nível satisfeito atinge valores elevados, o que demonstra que os parceiros da ANPC estão, de um modo geral, bastante satisfeitos com os serviços prestados por esta entidade. Verifica-se, no entanto, no parâmetro Envolvimento e Participação, que as entidades estão menos satisfeitas com este indicador, destacando-se as associações humanitárias e corpos de bombeiros com um valor de quase 10% no parâmetro muito insatisfeito. Na generalidade, a análise por grupos destaca as Associações Humanitárias de Bombeiros / Corpos de Bombeiros como aqueles que demonstram um maior nível de insatisfação, à semelhança do demonstrado no ano anterior. De acordo com as respostas dos nossos parceiros, são indicadores a melhorar: Participação no processo de planeamento e tomada de decisões da ANPC (reuniões, conselhos, comissões); Impacto dos protocolos, parceiros e programas de colaboração e cooperação institucional celebrados pela ANPC; Tempo de resposta da ANPC às solicitações. Foi também avaliada a componente da consulta ao site da ANPC, sendo de destacar que 40% dos parceiros consultam o site numa base diária, ao passo que 31% o fazem numa base semanal. Frequencia de Visita ao site da ANPC 17% 40% 31% 4% 7% Diária Quinzenal Mensal Semanal Ocasional Motivo de Visita ao site da ANPC São vários os motivos que levam os nossos parceiros a consultar o site da ANPC, destacando-se a consulta de informação diversa e de alertas, bem como as ocorrências e notícias. 0 Consulta informação Consulta alertas Ocorrências Noticias Outro 24

25 II. 3 Avaliação do sistema de controlo interno II. 3.1 Ambiente de controlo Com vista ao controlo das atividades, foram realizadas reuniões ordinárias semanais de direção (Presidente da ANPC, Diretores Nacionais e Comandante Operacional Nacional). Estas reuniões permitiram fazer o ponto de situação dos projetos em curso, a partilha de informação entre as várias áreas e planear as atividades futuras. Foram também realizadas reuniões trimensais entre o Comandante Operacional Nacional e os Comandantes Operacionais Distritais e entre a direção e os dirigentes intermédios. II. 3.2 Estrutura organizacional SIADAP 2 e 3 Durante o ano de 2012, o SIADAP 2 e 3 teve uma taxa de implementação de 96,37%. Os 3,63% que não foram alvo de avaliação tiveram por base os seguintes motivos: Três colaboradores pertencem à carreira militar e optaram pela avaliação militar; Dois colaboradores aposentaram-se; Três colaboradores não tiveram contacto funcional igual ou superior a 6 meses com a chefia direta, por motivos de doença, licença parental e licença sem vencimento. Ações de Formação Cerca de 53% dos trabalhadores participaram em pelo menos 1 ação de formação através da ANPC. É também de destacar a participação em cursos e/ou seminários nacionais e internacionais em que técnicos da ANPC participaram como formandos e/ou formadores/avaliadores. II. 3.3 Atividades e procedimentos de controlo administrativo implementados no serviço GESCOR Na componente organizacional, o ano 2012 correspondeu à continuação do desenvolvimento do sistema de gestão documental GESCOR que permite o 25

26 registo, a classificação, o acompanhamento e a visualização de todos os documentos em circulação ou arquivados, com funcionalidades ao nível do controlo administrativo, tais como o registo de entradas; classificação de documentos; controlo de prazos e constituição de processos. Num futuro próximo prevê-se a integração do sistema de Fax Online centralizado e integrado com o GESCOR e a integração da assinatura digital. Projecto EAGLE Levantamento de Centros de Dados, Sistemas e Função Informática na Administração Pública (AP) Durante o ano de 2012, procedeu-se à recolha de informação e preenchimento de questionários, no âmbito do Grupo de Projecto para as Tecnologias de Informação e Comunicação (GPTIC), com o intuito de dar resposta ao projeto EAGLE, liderado pela Agencia para a Modernização Administrativa (AMA), e que teve como objetivo o levantamento da informação para a racionalização das tecnologias de informação e comunicação na AP. GerFIP O GeRFIP, é uma solução para os domínios da gestão contabilística e financeira e consubstancia a implementação do POCP, abrangendo transversalmente as seguintes áreas: orçamental, financeira, gestão patrimonial, gestão de aquisição de bens e serviços. Foi planeada, operacionalizada e implementada no final de 2012, com entrada em funcionamento em 01 de Janeiro de Recenseamento Nacional de Bombeiros Portugueses Esta aplicação permite uma melhor gestão dos recursos humanos existentes, bem como melhorar o fluxo de informação entre a ANPC e os Corpos de Bombeiros. Permite ainda facultar aos Bombeiros Portugueses o acesso à sua informação pessoal, no âmbito da sua atividade nos Corpos de Bombeiros, bem como a gestão de pedidos de cartões de identificação e respetiva distribuição. Em 2012 assistiu-se a um melhoria considerável desta ferramenta, ao tornar possível a integração de dados do RNBP com aplicações da ENB através de webservice, que veio desburocratizar o processo de inscrição de pedidos de formação por parte dos Corpos de Bombeiros e contribuir para a eficiência e 26

27 fiabilidade do sistema. Foi ainda possível tornar o processo de produção da emissão do cartão do Bombeiro (RNBP/INCM) automatizado. Manuais de Procedimentos Internos Em 2012 procedeu-se a uma atualização do manual Recursos Tecnológicos: Manual de Apoio e Boas Práticas, com vista a prestar um melhor serviço aos utilizadores. Este manual tenta focar alguns aspetos práticos e dar resposta a eventuais dificuldades de âmbito informático/tecnológico com que diariamente os utilizadores se podem confrontar. II. 3.4 Fiabilidade dos sistemas de informação A aposta ao nível dos equipamentos continuou a ser de fundamental importância, com vista ao aumento da fiabilidade dos sistemas de informação e de comunicações da ANPC, destacando-se: Requalificação de infra-estruturas e equipamentos Foram elaboradas as especificaçõs técnicas para a instalação dos CDOS de Beja, Viseu e Leiria nos edifícios dos Governos Civis, tendo sido enviados para a Direcção-Geral de Infraestruturas e Equipamentos para procedimento. Os procedimentos e a execução das obras ficaram a cargo da Direcção-Geral de Infraestruturas e Equipamentos. Foram também elaboradas as especificaçõs técnicas para a instalação do CDOS de Lisboa que vai ser instalado num edifício cedido pela Câmara Municipal de Lisboa e enviados para a Direcção-Geral de Infraestruturas e Equipamentos. Sistema de Apoio à Decisão Operacional (SADO) Foi concluída a fase de configuração do projeto de monitorização dos níveis de serviço na Sede e CDOS. O processo de monitorização tem como objetivos garantir que o desempenho do sistema corresponda aos requisitos de performance contratados; avaliar continuamente o desempenho do sistema e o impacto que eventuais falhas causem nas operações de socorro; automatizar o processo de medição dos indicadores, proporcionando maior rigor na medição, menor esforço na recolha e análise da informação técnica e informação de apoio 27

28 à decisão; identificar áreas potencialmente mais débeis e que requerem intervenção para a melhoria da eficiência do sistema; a longo prazo, reduzir o custo total de manutenção/exploração do sistema. Segurança da rede No final de 2012 procedeu-se à atualização da infraestrutura de segurança da rede firewall. A firewall é responsável por toda a componente de segurança perimétrica da ANPC. Projecto do Parque Nacional da Peneda-Gerês Deu-se início, em 2012, ao projeto de implementação do sistema de apoio à decisão e monitorização de incêndios florestais por espectrometria ótica, no Parque Nacional da Peneda-Gerês. Este projeto consiste na monitorização de incêndios florestais e apoio à decisão, através de um sistema fiável autónomo, eficaz e com reconhecidas vantagens na relação custo/benefício, possibilitando uma diminuição do tempo de reação de combate ao incêndio. Instalação de VoIP Iniciou-se em 2012 um estudo para a instalação do sistema de comunicações fixas de Voz sobre IP na ANPC. A implementação desta tecnologia tem como objetivo uma redução significativa de custos e melhoria das comunicações. Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP) Em 2012 foi levada a cabo uma reparação da parte informática do sistema de Geolocalização nos terminais SIRESP. Este sistema possibilita a visualização dos equipamentos no WebGIS, para apoio à decisão operacional. Foram também definidas normas para os serviços municipais de Proteção Civil a operarem na rede SIRESP. 28

29 1 Ambiente de controlo II.3.5 Tabela de avaliação do ambiente de controlo Questões Aplicado S N NA 1.1 Estão claramente definidas as especificações técnicas do sistema de controlo interno? x 1.2 É efetuada internamente uma verificação efetiva sobre a legalidade, regularidade e boa gestão? 1.3 Os elementos da equipa de controlo e auditoria possuem a habilitação necessária para o exercício da função? 1.4 Estão claramente definidos valores éticos e de integridade que regem o serviço (ex. códigos de ética e de conduta, carta do utente, princípios de bom governo)? 1.5 Existe uma política de formação do pessoal que garanta a adequação do mesmo às funções e complexidade das tarefas? 1.6 Estão claramente definidos e estabelecidos contactos regulares entre a direção e os dirigentes das unidades orgânicas? x 1.7 O serviço foi objeto de ações de auditoria e controlo externo? x 2 Estrutura organizacional 2.1 A estrutura organizacional estabelecida obedece às regras definidas legalmente? x 2.2 Qual a percentagem de colaboradores do serviço avaliados de acordo com o SIADAP 2 e 3? 2.3 Qual a percentagem de colaboradores do serviço que frequentaram pelo menos uma 45% ação de formação? 3 Atividades e procedimentos de controlo administrativo implementados no serviço x x 96% x x Fundamentação 3.1 Existem manuais de procedimentos internos? X NEP/NOP/INSTROP/Diretivas 3.2 A competência para autorização da despesa está claramente definida e formalizada? X 3.3 É elaborado anualmente um plano de compras? X 3.4 Está implementado um sistema de rotação de funções entre trabalhadores? x 3.5 As responsabilidades funcionais pelas diferentes tarefas, conferências e controlos estão claramente definidas e formalizadas? 3.6 Há descrição dos fluxos dos processos, centros de responsabilidade por cada etapa e dos padrões de qualidade mínimos? 3.7 Os circuitos dos documentos estão claramente definidos de forma a evitar redundâncias? x 3.8 Existe um plano de gestão de riscos de corrupção e infrações conexas? x 3.9 O plano de gestão de riscos de corrupção e infrações conexas é executado e monitorizado? 4 Fiabilidade dos sistemas de informação 4.1 Existem aplicações informáticas de suporte ao processamento de dados, nomeadamente, nas áreas de contabilidade, gestão documental e tesouraria? x 4.2 As diferentes aplicações estão integradas permitindo o cruzamento de informação? x 4.3 Encontra-se instituído um mecanismo que garanta a fiabilidade, oportunidade e utilidade dos outputs dos sistemas? 4.4 A informação extraída dos sistemas de informação é utilizada nos processos de decisão? 4.5 Estão instituídos requisitos de segurança para o acesso de terceiros a informação ou ativos do serviço? 4.6 A informação dos computadores de rede está devidamente salvaguardada (existência de backups)? x 4.7 A segurança na troca de informações e software está garantida? x Legenda: S Sim; N Não; NA Não aplicável x x x x x x Critério não aplicável tendo em conta a missão da Instituição e a imprevisibilidade das ações dela decorrentes. 29

30 II. 4 Análise das causas de incumprimento de ações/projetos não executados ou com resultados insuficientes Os projetos planeados foram executados e concluídos sem desvios significativos a destacar, à exceção das cativações e anulações de verbas afetas ao PIDDAC que impossibilitaram o registo de novos compromissos de verbas em PIDDAC e a conclusão de algumas atividades cuja concretização dependia deste programa (por exemplo, a aquisição de equipamento para a FEB). II. 5 Desenvolvimento de medidas para um reforço positivo do desempenho II. 5.1 Medidas internas de reforço positivo Reconhecimento de mérito através da atribuição de medalhas de mérito de Proteção e Socorro, bem como louvores, a colaboradores da ANPC Foram condecorados 46 elementos com a medalha de mérito de proteção e socorro e foram ainda atribuídos 36 louvores. Cursos de formação internacionais, no âmbito do Mecanismo Comunitário de Proteção Civil Foi possível a 40 elementos da ANPC participarem em ações de formação internacionais, no âmbito do Programa de Formação do Mecanismo Comunitário de Proteção Civil, mais 15 que no ano anterior. À data de 31 de Dezembro de 2012, existiam 46 elementos formados neste programa com 1 ou mais cursos de formação. Participação em exercícios internacionais A ANPC possibilitou aos seus colaboradores (estrutura operacional e técnica) a participação em exercícios internacionais, como por exemplo o EU RICHTER realizado na fronteira franco-espanhola com base num cenário de risco sísmico, designadamente como observadores, jogadores e avaliadores, proporcionando a 30

31 aquisição de uma experiência enriquecedora; o exercício de gestão de crises da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e o exercício LIVEX com base num cenário de emergências envolvendo agentes Nucleares, Radiológicos, Biológicos e Químicos (NRBQ), designado NRBQ II. 5.2 Medidas externas de reforço positivo Qualificação do atendimento com vista ao apoio técnico prestado pela ANPC Em 2012, a ANPC continuou a aposta na qualificação do atendimento técnico prestado pela ANPC, através da participação dos seus quadros em ações de formação específicas, vocacionadas para o aprofundamento das funções desempenhadas pelos colaboradores. Continuação da elaboração e divulgação de manuais técnicos/ações de informação/apoio técnico vocacionados para os Serviços Municipais/Entidades Externas Em 2012 foram lançados 5 Cadernos Técnicos: #20 Manual para a Avaliação do Desempenho dos Bombeiros Voluntários ; #21 Guia de Procedimentos para a Constituição de Equipas de Intervenção Permanente ; #22 Guia para o Planeamento e Condução de Exercícios no Âmbito de Proteção Civil ; #23 Manual de Apoio à Decisão Politica: Situações de Alerta, de Contingência e de Calamidade ; #24 Guia de Apoio Técnico às Associações Humanitárias de Bombeiros. Foi ainda lançada a DON2012 (Diretiva Operacional Nacional), assim como a Circular Financeira do DECIF2012 (Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais). Sistema de formação dos trabalhadores dos Serviços Municipais de Proteção Civil (SMPC) Em 2010 foi implementado o Sistema de Formação dos Trabalhadores dos Serviços Municipais de Proteção Civil, criado pela Lei n.º 65/2007, de 12 de Novembro e regulamentado pelo Despacho n.º 15597/2009, de 9 de julho, do Presidente da ANPC. Em 2012 ministraram-se 5 cursos que envolveram um total de 96 inscrições oriundas de 25 municípios. 31

32 Continuação da disponibilização de perguntas frequentes FAQ no site Sendo visível a elevada consulta ao site da ANPC com vista à procura de informação, e tendo em conta que 2008 correspondeu ao 1.º ano da criação de um espaço dedicado a Perguntas Frequentes, em 2012, a disponibilização de perguntas frequentes no site da ANPC foi revista, atualizada e aumentada. Website e redes sociais O website da ANPC é atualizado e monitorizado diariamente. As redes sociais (facebook, youtube) e a intranet foram também organizadas e atualizadas. Durante o ano de 2012 houve um incremento de seguidores da página da ANPC no facebook. Boletim PROCIV Em 2012 foram editados 12 números do Boletim PROCIV, com nova proposta de design. Foi ainda solicitada a colaboração à comunidade técnica, académica e científica na apresentação de artigos da autoria destas entidades. A título de exemplo, em 2012 participaram 8 autores externos de entidades técnico-científicas e da comunidade académica. Assessoria de Imprensa Foram realizadas reuniões com os OCS, com o objetivo de dar a conhecer a organização do Sistema Nacional de Proteção Civil, nomeadamente na componente operacional, sensibilizando os jornalistas e respetivas redações para a problemática da proteção civil e da importância dos OCS na ligação entre os organismos públicos responsáveis e o cidadão. Sensibilização Pública Ao nível de ações diretas que mais se realçaram em 2012, destacam-se: Parceria com a Direção Geral de Arquivos na promoção de ações de sensibilização na rede nacional de bibliotecas públicas; Sessão evocativa Fukushima e exposição itinerante; Lançamento do livro digital Nós e os Riscos ; Seminário Proteção Civil: Cidadania e Governação. 32

33 Atividade desenvolvida pelos CDOS, fornecendo material pedagógico de apoio nas iniciativas que desenvolvem localmente, nomeadamente exposições, seminários, conferências e mais especificamente na ligação com os serviços municipais de proteção civil no apoio aos projetos educativos relacionados com o conceito do Clube de Proteção Civil; Apoio na criação de novas soluções para a comunicação. Voluntariado de Proteção Civil Ações mais relevantes: Elaboração de dois protocolos com associações representativas do voluntariado de proteção civil; Convite a associações potencialmente representativas; Identificação de potenciais parceiros. II. 6 Comparação com o desempenho de serviços idênticos, no plano nacional e internacional Não aplicável. II. 7 Apreciação da atividade da ANPC por parte dos seus colaboradores II. 7.1 Processo de recolha de informação Para a recolha da informação relativa à apreciação da ANPC pelos seus colaboradores, foi elaborado e disponibilizado um questionário para preenchimento on-line, de natureza confidencial e anónima. Esse questionário de satisfação foi dirigido a 5 grupos de categorias profissionais, a saber: i) Dirigentes; ii) Técnicos Superiores; iii) Assistentes Técnicos; iv) Assistentes Operacionais; v) Operadores CNOS/CDOS. Assim, no dia 25 de março, foi enviado um aos colaboradores da ANPC, com um link para o preenchimento do referido questionário, que ocorreu até ao dia 12 abril e a respetiva análise de dados foi elaborada durante esse mês. 33

34 II. 7.2 Metodologia utilizada A metodologia utilizada baseou-se na realização de 1 inquérito, enviado por a todos os colaboradores do quadro da ANPC, bem como os colaboradores contratados pela ENB. Na sequência das repostas obtidas, os dados foram processados e analisados para apresentação de resultados. II. 7.3 Apresentação dos resultados Os questionários tiveram como objetivo avaliar 8 parâmetros, os quais se apresentam de seguida. 34

35 1) Satisfação global com a ANPC Cerca de 70% dos colaboradores da ANPC estão muito satisfeitos/satisfeitos com a ANPC. Com efeito, atribuem valores elevados de satisfação relativamente ao desempenho e à imagem da instituição que representam e, como indicadores menos positivos, destaca-se o grau de envolvimento dos colaboradores no cumprimento da missão da ANPC e a forma como a ANPC gere os problemas/conflitos. Análise por categoria profissional: A análise dos dados permite concluir que, ao nível da satisfação global com a ANPC, existem algumas oscilações entre as várias categorias profissionais, estando a generalidade dos trabalhadores satisfeito/muito satisfeitos com a ANPC. 35

36 2) Envolvimento e participação No parâmetro envolvimento e participação, 52% dos colaboradores da ANPC afirmam estar muito satisfeitos/satisfeitos. No entanto, a percentagem de colaboradores pouco satisfeitos é significativa (23%), sendo a resposta mais assinalada na questão relativa à participação em reuniões para debater temas de interesse comuns. Análise por categoria profissional: Atentas as respostas dadas, as várias categorias profissionais apresentam níveis de satisfação consideráveis, com exceção dos Assistentes Operacionais e Operadores CNOS/CDOS, que manifestam pouca satisfação/insatisfação em relação ao envolvimento e participação na ANPC. 36

37 3) Satisfação com as condições de trabalho Do levantamento efetuado pode concluir-se que 59% dos colaboradores estão muito satisfeitos/satisfeitos com as condições de trabalho existentes na ANPC. Para este valor contribuem o horário e o ambiente de trabalho que se vive na ANPC. Os colaboradores demonstram menor satisfação relativamente às oportunidades criadas pela ANPC para o desenvolvimento de novas competências profissionais e igualdade de tratamento. Análise por categoria profissional: Não existem diferenças significativas entre as várias categorias profissionais no que respeita à satisfação com as condições de trabalho. Contudo, uma vez mais, as categorias de Assistente operacional e de Operadores CNOS/CDOS, denotam alguma insatisfação. 37

38 4) Níveis de motivação De um modo geral, os colaboradores da ANPC estão bastante motivados para desenvolver as suas funções (71%), destacando-se como fatores mais positivos a motivação para desenvolver trabalho em equipa, bem como para aprender novos métodos de trabalho. Análise por categoria profissional: Como pode verificar-se pelo gráfico supra, o tratamento dos dados permite concluir por uma certa homogeneidade relativa aos níveis de motivação entre as várias categorias profissionais. 38

39 5) Satisfação com a Gestão e Sistemas de Gestão Cerca de 68% dos colaboradores estão satisfeitos/muito satisfeitos com a gestão e os sistemas de gestão implementados na ANPC, destacando-se, como aspetos positivos, o reconhecimento da aptidão da gestão de topo (Presidência da ANPC) e da gestão intermédia (chefia direta) para a condução da ANPC. Análise por categoria profissional: No que respeita às categorias profissionais, não existem diferenças significativas entre elas, podendo concluir-se, de modo geral, pela satisfação das várias categorias profissionais. 39

40 6) Satisfação com o estilo de liderança da Presidência da ANPC 61% dos colaboradores demonstram níveis elevados de satisfação com o estilo de liderança da Presidência da ANPC. De destacar que os colaboradores estão mais satisfeitos com a demonstração de empenho no processo de mudança por parte da Presidência e pelo encorajamento de confiança mútua e respeito para com e entre os colaboradores. Análise por categoria profissional: A generalidade das categorias profissionais apresenta-se bastante satisfeita com o estilo de liderança da Presidência da ANPC. No entanto, é de realçar os níveis de pouco satisfeito/insatisfeito das categorias Técnico Superior, Assistente Operacional e Operadores CNOS/CDOS, com valores a rondar os 30%. 40

41 7) Satisfação com o estilo de liderança chefia direta Também o nível de satisfação com o estilo de liderança da chefia direta é positivo uma vez que 58% dos colaboradores estão muito satisfeitos/satisfeitos com o estilo de liderança da respetiva chefia direta, destacando-se com valores mais elevados o reconhecimento de esforços e estímulo da iniciativa dos colaboradores. No campo oposto, o indicador em que é referida maior insatisfação prende-se com promoção de ações de formação. Pode-se também constatar que 23% dos colaboradores estão muito insatisfeitos/insatisfeitos com o estilo de liderança da chefia direta. Análise por categorias profissionais: Neste indicador, importa destacar os valores negativos quanto à satisfação dos Assistentes Operacionais e dos Operadores CNOS/CDOS com o estilo de liderança da sua chefia direta. 41

42 8) Satisfação com as condições de higiene, segurança, equipamentos e serviços Neste capítulo, 69% dos colaboradores estão muito satisfeitos/satisfeitos com as condições de higiene, segurança, equipamentos e serviços da ANPC, nomeadamente os equipamentos de informática e comunicações disponíveis. Análise por categoria profissional: Existe um sentimento geral de satisfação nas várias categorias profissionais quanto a este aspeto, sendo certo que a categoria dos Operadores CNOS/CDOS é aquela que demonstra maior heterogeneidade neste indicador, o que mais uma vez é explicado pelo facto de ser a categoria profissional que mais respostas deu ao questionário (77). 42

43 Análise qualitativa Analisadas as respostas dos colaboradores da ANPC, pode concluir-se que, de um modo geral, demonstram níveis de satisfação significativos. A gestão de topo e da chefia direta é vista de forma positiva e a possibilidade de desenvolvimento de trabalho em equipa, bem como a aprendizagem de novos métodos de trabalho contribuem para os níveis de satisfação. Comparando as várias categorias profissionais destacam-se, como menos satisfeitos, a categoria dos Operadores CNOS/CDOS. 43

44 II. 8 Informação adicional - atividades desenvolvidas e resultados alcançados As atividades programadas foram realizadas sem desvios verificados, enunciando-se, de seguida, os principais resultados alcançados: 1. Modernização de infraestruturas e equipamentos Em 2012 foi concluído o processo de instalação dos CDOS de Beja, Viseu e Leiria nos edifícios dos Governos Civis. Foi concluída a entrega de 2 veículos operacionais: 1 VCOT e 1 VETA a Força Especial de Bombeiros (FEB). 2. Inovação tecnológica a) Recenseamento Nacional dos Bombeiros Portugueses (RNBP): Durante 2012 foram consolidados os dados constantes no Recenseamento Nacional de Bombeiros Portugueses, o que veio permitir um melhor controlo e gestão do registo dos bombeiros portugueses, dos quadros de comando, ativo, de reserva e de honra. Foi também publicado o Manual de Apoio ao Utilizador do RNBP e procedeu-se ao desenvolvimento de uma web service para a integração de dados do RNBP em aplicações da Escola Nacional de Bombeiros (ENB); b) Sistema de Informação de Planeamento de Emergência (SIPE): Os esforços foram concentrados no carregamento e disponibilização de dados das componentes públicas e reservadas dos Planos já aprovados, bem como na introdução de melhorias na plataforma tecnológica em que assenta o SIPE. Durante 2012 conseguiu-se, com sucesso, migrar a plataforma tecnológica para um novo sistema operativo, bem como disponibilizar a totalidade dos planos de emergência já aprovados; c) SADO: Acompanhamento do projeto SADO, nomeadamente do arranque em produção de interface com os sistemas de informação dos Corpos de Bombeiros (CB s) e implementação do processo de monitorização dos níveis de serviço do SADO; d) Acompanhamento dos projetos da ANPC inseridos nas medidas SIMPLEX e no plano tecnológico do MAI (automatização da emissão do Cartão do Bombeiro, articulação com a DNB e INCM; criação do módulo SCIE do GESCOR com interface para emissão do DUC (Documento Único de Cobrança) IGCP/DGIE/IIMF); 44

45 e) Renovação do equipamento informático na Sede, CDOS e FEB (acompanhamento dos Projetos URGE (CDOS, FEB, BHSP e CMA) e substituição de 36 portáteis da estrutura de comando e atribuição de 19 portáteis aos SALOC; f) Consolidação dos sistemas de telecomunicações (execução do Plano URGE CDOS, FEB, BHSP e CMA; ativação dos CMA no âmbito do DECIF 2012; operacionalização dos Sistemas de Telecomunicações do PONSE; operacionalização dos Sistemas de Telecomunicações do PONGE); g) Instalação de rede wireless na sede da ANPC, integrada na Rede Nacional de Segurança Interna (RNSI). 3. Prevenção e Planeamento de Emergência Sem prejuízo de outras atividades desenvolvidas no quadro das atribuições da UP (designadamente: co-elaboração de Cadernos Técnicos; gestão de projetos QREN; emissão de pareceres a candidaturas QREN na área do planeamento de emergência; acompanhamento de exercícios; análise a planos prévios de intervenção; participação na elaboração da diretiva operacional relativa a acidentes com aeronaves; acompanhamento dos trabalhos relativos ao Sistema Nacional de Alerta e Aviso; monitorização do funcionamento do Sistema de Emissão e Registo de Pareceres a Instrumentos de Gestão Territorial; participação em grupos de trabalho dedicados à produção de alterações legislativas no âmbito da gestão territorial; caracterização e avaliação de edifícios e equipamentos de proteção civil; organização do seminário Olhares sobre a Proteção Civil ; outras ações de divulgação pública; etc 4 ), as principais atividades realizadas no ano transato foram as seguintes: a) Comissão Nacional da Reserva Ecológica Nacional: Ao longo de 2012, foi assegurada a representação do Ministro da Administração Interna em 12 reuniões desta Comissão, tendo sido analisados e emitidos pareceres sobre 36 propostas de delimitação da Reserva Ecológica Nacional. Paralelamente, acompanharam-se os trabalhos de revisão do regime legal inerente a esta restrição de utilidade pública, tendo-se 4 - NOTA: não são aqui listadas as atividades desenvolvidas no quadro das áreas do planeamento civil de emergência e da proteção de infraestruturas críticas, uma vez que as competências neste âmbito não estão formalmente atribuídas à UP. 45

46 também iniciado, em articulação com a Direção-Geral do Território, os trabalhos visando a elaboração de um Plano Sectorial para Prevenção e Redução de Riscos que permitirá consagrar a gestão dos riscos e a redução de vulnerabilidades na ocupação do território; b) Implementação da Diretiva de Planeamento de Emergência: Ao longo do ano, foram emitidos 76 pareceres a Planos de Emergência (na sua maioria PMEPC e PEExt), o que traduz uma redução em 23% do passivo acumulado (número de processos pendentes). É também de salientar a aprovação, pela CNPC, de 37 Planos de Emergência, destacando-se a totalidade dos PEExt de estabelecimentos Seveso que se encontravam em falta; c) Revisão do Plano Nacional de Emergência: Foi realizada, em maio e junho, a consulta pública das componentes não reservadas do Plano, procedendo-se ao tratamento da informação recolhida nessa fase. Paralelamente, deu-se continuidade à consolidação das suas componentes reservadas (caracterização do território e risco; cenários; cartografia; modelos e listagens); d) Sistema de Informação de Planeamento de Emergência: Os esforços foram concentrados no carregamento e disponibilização de dados das componentes públicas e reservadas dos Planos já aprovados, bem como na introdução de melhorias na plataforma tecnológica em que assenta o SIPE. Durante 2012 conseguiu-se, com sucesso, migrar a plataforma tecnológica para um novo sistema operativo, bem como disponibilizar a totalidade dos planos de emergência já aprovados; e) Revisão do Plano Especial de Emergência para o Risco Sísmico na AML-CL: Iniciaramse, durante o segundo semestre de 2012, os trabalhos de revisão do PEERS-AML-CL visando a integração de contributos das entidades intervenientes, a adequação do Esquema de Sustentação Operacional, a introdução de um novo modelo de organização para as estruturas de direção e coordenação política do patamar distrital, a adequação das designações e competências de várias entidades da Administração Central do Estado e a adequação das competências da ANPC. A proposta de revisão colheu, em novembro de 2012, autorização da CNPC para a realização da consulta pública; f) Instrumentos de Gestão Territorial: No âmbito da participação da ANPC em procedimentos relacionados com instrumentos de gestão territorial registou-se o 46

47 acompanhamento de 124 Planos Municipais de Ordenamento do Território (redução do número de solicitações), tendo ainda sido realizado um acompanhamento direto da revisão de Planos de Ordenamento da Orla Costeira e de Planos Regionais de Ordenamento do Território. O principal marco de 2012 foi, no entanto, a realização de 12 ações de monitorização da atividade dos representantes da ANPC (técnicos dos CDOS) no acompanhamento de PMOT; g) Avaliação de Impacte Ambiental: Ao longo de 2012, foi realizado o acompanhamento direto de 55 processos de avaliação de impacte ambiental e de avaliação ambiental estratégica (decréscimo de 46% face ao ano anterior, por redução do número de solicitações), na sua maioria para as tipologias infraestruturas elétricas e parques eólicos, tendo-se ainda registado um crescimento de solicitações relativo a recursos hídricos ; h) Sistema de Formação dos Trabalhadores dos SMPC: Ao longo do ano de 2012, procurou-se introduzir progressivamente medidas corretivas ao Sistema, designadamente quanto a ajustes de cargas horárias e conteúdos programáticos e quanto à fusão de alguns cursos; i) Implementação de Equipas de Intervenção Local: Na sequência do quadro de ação da Plataforma Nacional pra a Redução de Catástrofes, iniciou-se, em Nisa, um projetopiloto visando a criação de Equipas de Intervenção Local para desenvolvimento de ações de prevenção e de intervenção de proximidade em cenários de acidente grave ou catástrofe. O projeto está a ser desenvolvido com a autarquia local, podendo ser depois replicado a outros pontos do país. Para além das atividades desenvolvidas no quadro da UP, destacam-se outras executadas e que foram decorrentes da transição de competências do CNPCE para a ANPC, por força do Decreto-Lei 73/2012, designadamente: j) Proteção de Infraestruturas Críticas: No âmbito do cumprimento da legislação comunitária e nacional relativa a esta matéria, foi dada continuidade aos trabalhos de identificação de infraestruturas críticas nacionais (ICN) e das potenciais infraestruturas críticas europeias (ICE) localizadas em território nacional, de modo a permitir a notificação dos correspondentes operadores (no caso das ICN) e a estimular a necessária negociação com as autoridades espanholas (no caso das ICE). 47

48 Paralelamente, iniciou-se a produção de grelhas de conteúdos para os futuros Planos de Segurança dos Operadores (vertente safety); k) Instalação e funcionamento do Sub-registo ANPC: Foi assegurada a transferência do Sub-Registo do ex-cnpce para a ANPC, o qual se encontra a funcionar em instalações dedicadas e dotadas das necessárias condições de segurança, recebendo e expedindo, após análise e tratamento, cerca de 450 documentos provenientes do Comité de Planeamento Civil de Emergência (CEPC) da OTAN e dos seus quatro Grupos de Trabalho. Paralelamente, tem vindo a ser assegurada uma articulação estreita com o Gabinete Nacional de Segurança e com os postos de controlo dependentes do Sub- Registo da ANPC; l) Articulação sectorial em matéria de planeamento civil de emergência: Foi iniciada a identificação dos interlocutores para a área do planeamento civil de emergência em cada um dos dez sectores relevantes (energia, indústria, agricultura, saúde, transporte aéreo, transporte terrestre, transporte marítimo, ambiente, comunicações e ciberespaço), estando a ser desenvolvidos contactos com as entidades da Administração que assumiram as competências das anteriores Comissões de Planeamento de Emergência. Iniciou-se também a elaboração da proposta de despacho que definirá as normas de articulação com as entidades sectoriais relevantes; m) Plano Regresso: Para além do acompanhamento direto da situação de crise na Guiné- Bissau (abril e maio), que suscitou a possibilidade de evacuação de cidadãos nacionais, foi assegurado, no quadro do Secretariado da Comissão Executiva do Plano Regresso, o apoio técnico às duas reuniões realizadas durante 2012 e a prestação de apoio aos membros da Comissão na elaboração/validação dos respetivos Planos Sectoriais. 4. Recursos Humanos Em 2012 foram de destacar na área dos recursos humanos as seguintes ações: a) Abertura de procedimento concursal para preenchimentos de 1 posto de trabalho de técnico superior; 48

49 b) Abertura de procedimento concursal para preenchimentos de 1 posto de trabalho da carreira de assistente técnico; c) Acompanhamento do processo de afetação de trabalhadores dos extintos Governos Civis e do Conselho Nacional de Planeamento Civil de Emergência para a ANPC; d) Garantida a formação a cerca de 53% de trabalhadores da ANPC; e) Garantida a colaboração entre a ANPC e Escola Nacional de Bombeiros em matéria de gestão de recursos humanos (universo de cerca de 570 trabalhadores a exercerem funções na ANPC. Foram desenvolvidas tarefas de natureza diversificada, destacandose análise prévia de toda a documentação antes de ser submetida a despacho da direção da ENB, conferência mensal do mapa de vencimentos; elaboração de todos os cálculos referentes a ajudas de custo e trabalho extraordinário; elaboração de pareceres; elaboração de contratos). 5. Apoio aos Projetos Estratégicos a. Reprogramações financeiras em baixa, reprogramações temporais e materiais de 5 operações (CAPIOP / URL Almeirim / SIPE / RPNE / LOGISTICO); b. Conclusão de 4 operações em 31/12/2012 (ICNB / SIPE / RPNE / LOGÍSTICO); c. Acompanhamento de auditorias e ações de follow up promovidas em 2012 pelas autoridades de gestão e controlo financeiro (POVT-QREN / IFDR); d. Relatórios de execução anual 2011 de 13 operações. PARECERES QREN: e. Parceria, como entidade beneficiária, em candidaturas de consórcios europeus a instrumentos ao FP7 (2 projetos em processo de decisão da COM); f. Contributos sectoriais no âmbito da discussão e negociação do Quadro Financeiro Plurianual a nível nacional (DGAI / MNE); g. Coordenação de pareceres da ANPC sobre candidaturas de beneficiários ao reprogramado Eixo II do POVT - Ações Materiais (infraestruturas de proteção 49

50 civil/quartéis, veículos, equipamentos operacionais) e aos PO Regionais Ações Imateriais (estudos e planos municipais de emergência); h. Contributos de âmbito setorial para a EMGFC e POVT/QREN (POSITS, indicadores de execução e resultado, informação técnica e regulamentar de candidaturas de outros beneficiários). POCTEP: i. Reprogramação temporal e encerramento do plano de aquisições do projeto BIN SAL RIESGOS em 31/12/2012, bem como certificação e pedido de reembolso de despesa 2011/2012; j. Reprogramação substancial do projeto RAT PC II, assumindo a ANPC neste projeto a parceria portuguesa anteriormente assegurada pelo extinto Governo Civil de Castelo Branco; k. Acompanhamento e gestão de projetos aprovados com participação não financeira da ANPC (ARIEM II / SATFOR II). 6. Força Especial de Bombeiros - FEB Em 2012 verificou-se a continuidade do investimento em equipamento, veículos e infraestruturas da FEB, bem como à promoção da formação, com a realização de 20 ações de formação resultando num número de 247 elementos formados num total de 1094 horas de formação, contribuindo para um aumento relativamente ao ano anterior. 7. Exercícios e Simulacros No domínio da proteção e socorro foi dada continuidade ao trabalho que tem vindo a ser realizado nos últimos anos. No quadro do mecanismo comunitário de proteção civil, Portugal através da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), participou no exercício EU-RICHTER, o qual teve lugar, entre 24 e 26 de Maio, na fronteira Franco- Espanhola envolvendo uma Força de Intervenção Rápida (FIR) composta por 12 operacionais e 4 veículos. O referido exercício, organizado conjuntamente pela Direção de Defesa e Segurança Civil (DDSC) de França em colaboração 50

51 com a Direcção-Geral de Proteção Civil de Espanha (DGPCE) e pela Comissão Europeia (CION) contou com participação de equipas de proteção e socorro provenientes de França, Espanha e Itália. Teve como base um cenário de ocorrência de um evento sísmico seguido de várias réplicas com afetação em ambos os países. A força portuguesa levou a cabo missões de reconhecimento e avaliação em cenários afetados pelo sismo permitindo estabelecer prioridades de intervenção, assim como apoio e assistência a vítimas afetadas. Entre 12 e 16 de Novembro, a ANPC participou no exercício de gestão de crises da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) CMX12, organizado pelo Ministério de Defesa Nacional (MDN), integrando a Célula de Resposta Nacional (CRN) criada para o efeito. Este exercício destinou-se a praticar, testar e validar a gestão, as medidas e os mecanismos relacionados com o processo de consulta e tomada decisão coletiva na resposta a crises. Para além da participação na CRN, a ANPC criou internamente uma Célula de Acompanhamento e Resposta (CAR), a qual assegurou o acompanhamento interno dos incidentes decorrentes do exercício e a articulação com entidades externas sectorialmente relevantes no âmbito do planeamento civil de emergência (Instituto Nacional de Emergência Médica, Fundação para a Ciência e Tecnologia, Direção-Geral de Atividades Económicas, Instituto Nacional de Aviação Civil, Gabinete de Planeamento e Políticas do Ministério da Agricultura, Direção-Geral de Energia e Geologia e Agência Portuguesa do Ambiente). Integrado no primeiro no primeiro Curso de Emergências Radiológicas, promovido pela ANPC, decorreu no dia 06 de Dezembro de 2012, na Base Aérea N.º6, no Montijo, um exercício LIVEX com base num cenário de emergências envolvendo agentes Nucleares, Radiológicos, Biológicos e Químicos (NRBQ), designado NRBQ Este exercício teve como objetivos centrais o treino dos procedimentos previstos na Diretiva Operacional Nacional Nº3 Dispositivo Integrado de Operações Nuclear, Radiológicas, Biológico e Químico (NRBQ), sobretudo no que respeita à coordenação operacional e à coordenação institucional para além de sensibilizar os formandos do Curso de Emergências Radiológicas, assim como as entidades envolvidas, para os procedimentos previstos no âmbito da gestão deste tipo de ocorrências. Para além da ANPC, este exercício envolveu a participação dos 3 ramos das Forças Armadas, da Guarda Nacional Republicana (GNR), do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), da Direcção-Geral de Saúde (DGS) e da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e dos Corpos de Bombeiros Voluntários de Alcochete, Montijo e Moita. 51

52 8. Sistema Integrado de Operações de Proteção e Socorro (SIOPS) ATIVIDADE DESENVOLVIDA E PRINCIPAIS RESULTADOS O Sistema Integrado de Operações de Proteção e Socorro (SIOPS) define-se como o conjunto de estruturas, normas e procedimentos de natureza permanente e conjuntural que asseguram que todos os agentes de proteção civil atuam, no plano operacional, articuladamente sob um comando único, sem prejuízo da respetiva dependência hierárquica e funcional. É regulado pelo Decreto-lei n.º 134/2006, de 25 de Julho e visa responder a situações de iminência ou de ocorrência de acidente grave ou catástrofe. Analisando comparativamente a distribuição do número de ocorrências com os valores verificados nos últimos anos, é possível constatar um decréscimo do número de intervenções em todas as famílias de ocorrências de proteção e socorro. Esta redução é mais significativa relativamente às intervenções em ocorrências da família das infraestruturas e vias de comunicação as quais englobam sobretudo intervenções relacionadas com situações de condições meteorológicas adversas em particular inundações, deslizamentos e queda de árvores e estruturas, as quais pelo facto de inverno de 2012 ter sido pouco rigoroso se registaram em menor número. Apesar deste decréscimo, continua a ser a família dos acidentes, aquela que representa maior número de ocorrências com 22 % do total das ocorrências de proteção e do socorro. Dentro desta família, os acidentes com viaturas, representam em larga percentagem o tipo de sinistro com maior expressão com 73 % ( ocorrências), seguindo-se os atropelamentos com 11 % (4.110 ocorrências). Tipo de Socorro Incêndios em Habitação Incêndios Industriais Outros Incêndios (excluindo os rurais) Acidentes Intervenções em Infraestruturas e Vias de Comunicação Conflitos legais Acidentes Tecnológicos e Industriais Outros Eventos de Proteção e Socorro Totais Intervenções de Socorro

53 Em termos das principais atividades, entre 28 de Março e 01 de Abril, a ANPC, através dos Comandos Distritais de Operações de Socorro (CDOS) de Beja e Faro, preparou e coordenou um dispositivo de prevenção e resposta de apoio ao Rally Portugal Vodafone, através da colocação estratégica, ao longo dos diversos traçados da prova e nos locais das verificações técnicas e maior concentração de público, de meios combinados de salvamento especial e combate a incêndios. Esta ação desenvolveu-se através da disponibilização de meios e recursos provenientes dos Corpos de Bombeiros dos distritos de Beja e Faro, envolvendo um dispositivo global composto por 469 bombeiros e 113 veículos. À semelhança do que se tem verificado em anos anteriores, a ANPC, através do CDOS de Santarém, preparou em Maio, um dispositivo de resposta na vertente safety, composto por 261 operacionais e 89 veículos pertencentes aos Corpos de Bombeiros (CB s), Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), Cruz Vermelha Portuguesa (CVP), Força Especial de Bombeiros (FEB) e Corpo Nacional de Escutas (CNE), destinado a garantir a prestação de socorro e assistência ao elevado número de peregrinos que, nos dias 12 e 13 de Maio, acorreram ao Santuário de Fátima. Considerando o grande afluxo de pessoas aos locais de visita, com especial incidência para o Santuário de Fátima, este dispositivo, para além dos meios de proteção e socorro, contou a utilização do Centro Tático de Comando (CETAC), como centro tático de comando avançado, autónomo e modular, para coordenação de toda a operação de proteção e socorro. Entre 03 e 10 de Agosto, a ANPC, através do CDOS de Castelo Branco, preparou igualmente um dispositivo de resposta destinado a garantir a prestação de socorro e assistência ao elevado número de participantes no XXII Acampamento Nacional de Escuteiros (ACANAC) que envolveu a participação de cerca de escuteiros. Ainda durante o mês de Agosto preparou um dispositivo de resposta para o Boom Festival que contou com a participação de mais de participantes, envolvendo uma articulação estreita entre diversos agentes de proteção civil e entidades cooperantes. Os incêndios florestais continuam a constituir-se como um das principais domínios que obrigam a um elevado e cada vez mais permanente envolvimento da Proteção Civil. Neste sentido, a ANPC procedeu a uma cuidada preparação e aprontamento do dispositivo especial de combate a incêndios florestais, para 2012, tendo procedido a um forte investimento em ações de treino operacional especialmente dirigido aos Corpos de bombeiros, num total de 185 ações que envolveram um universo de 307 formadores e operacionais formados em 53

54 áreas identificadas como prioritárias após a avaliação da campanha de 2011, tais como, a implementação do sistema de gestão de operações, as técnicas de combate com ferramentas manuais ou o comando e controlo de unidades de reforço e operações aéreas. Em termos meteorológicos, o ano de 2012 apresentou um Inverno bastante seco, com temperaturas muito acima dos valores normais o que, associado a práticas de redução de combustíveis para renovação de pastagens, propiciou a ocorrência de um elevado número de ignições e consequentemente de área ardida, em particular, durante os meses de Fevereiro e Março, com valores muito acima dos valores médios dos últimos 10 anos. Tal situação obrigou a um esforço acrescido por parte de todas as entidades que, no âmbito da Diretiva Operacional N.º2, integram o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais, na sua fase Alfa. Não sendo as condições meteorológicas diretamente correlacionáveis com o número de ignições, constata-se todavia, que, a conjugação dos dois fatores cria condições propícias ao desenvolvimento dos incêndios, os quais, pela sua simultaneidade, concentração espacial e intensidade, contribuem para o desenvolvimento de grandes incêndios. Desta forma e muito por força do cenário meteorológico verificado nos meses de Julho e Setembro, o valor da severidade meteorológica (parâmetro que permite comparar a evolução das condições meteorológicas entre vários anos) alcançou, este ano, o valor mais elevado dos últimos 11 anos, sendo que o dia 02 de Setembro, de acordo com este parâmetro, foi ao mais severo dos últimos 13 anos. Até ao dia 15 de Outubro registaram-se ocorrências, as quais contribuíram para ha de área ardida. Em termos comparativos, foram registadas - 7 % de ocorrências em relação a 2011 e -6 % relativamente à média dos últimos 10 anos. No que à área ardida diz respeito, o valor apurado em 2012, representa um acréscimo de 59 % do valor verificado em 2011 mas ainda assim, um decréscimo de 26 %, em relação à média do último decénio. Para estes valores obtidos em muito contribuíram as ocorrências e correspondente área ardida verificadas nos meses de Fevereiro e Março, os quais concentraram, respetivamente, 35 % (7.402) do total de ocorrências e 32 % ( ha) do total de área ardida. 54

55 Incêndios Florestais * Media 10 anos Numero ocorrências Área Total Ardida Incultos ardidos (Matos) (65 %) (71 %) (54 %) (46 %) Povoamentos ardidos (35 %) (29 %) (46 %) (54 %) Objetivo do PNDFCI para média/ano < * Valores Provisórios 01 Janeiro a 31 Outubro, Fonte: ICNF. Durante os três meses da Fase Charlie de 2012 (meses de julho a setembro) o número de ignições e, consequentemente, da área ardida foi inferior à média do decénio nos meses de julho e agosto, tendência que se inverteu no mês de setembro onde se registou um acréscimo de ocorrências e consequentemente da área ardida face a este valor médio. De referir, igualmente que, para o valor de área ardida registado nesta fase em muito contribuiu a área do grande incêndio florestal verificado a 18 de Julho de Cachopo/Tavira, o qual ao consumir ha de espaços florestais, representando 31 % da área total queimada nesta fase. De referir ainda que o combate a este incêndio florestal, correspondeu, pelas características do território onde se desenvolveu, altamente favoráveis ao seu desenvolvimento e pelo comportamento extremo que atingiu um dos maiores desafios colocados ao DECIF, obrigando à mobilização de mais de combatentes, e que ainda assim, resultou numa operação com elevados níveis de sucesso, com reduzidos prejuízos em edificado, tendo em vista o potencial instalado, e considerando o principal objetivo de todas as operações de proteção civil, a salvaguarda da vida humana, sem vítimas, quer na população socorrida, quer nos operacionais envolvidos na sua defesa. O Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF) expresso na Diretiva Operacional Nacional (DON) N.º 2/2012, integrou durante a fase mais crítica de 2012, um total de operacionais e 44 meios aéreos, composto por bombeiros, apoiados por veículos pertencentes às Associações Humanitárias de Bombeiros. Contou igualmente com operacionais do Grupo de Intervenção e Socorro (GIPS) da Guarda Nacional Republicana (GNR), com intervenção em 11 distritos, com um total de 591 elementos apoiados por 73 55

56 veículos e, pela Força Especial de Bombeiros (FEB), que integrou um efetivo de 242 operacionais apoiados por 49 veículos, distribuídos por 7 distritos. Do dispositivo de combate a incêndios florestais, fizeram parte ainda elementos do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), 238 da AFOCELCA para além de 924 elementos do SEPNA-GNR responsáveis pela deteção e vigilância. Contou ainda com o apoio importante das Forças Armadas, as quais ao abrigo do Plano Lira do Exército e de solicitações aos restantes ramos, empenharam um efetivo de 29 máquinas de rasto e 144 pelotões militares (2.488 militares) em ações de combate indireto, vigilância, rescaldo e consolidação da extinção. De referir que se procurou manter os níveis elevados de eficácia dos meios de intervenção que constituem este dispositivo privilegiando a vigilância dissuasiva, a deteção oportuna e o domínio dos incêndios na sua fase inicial, estabelecidos nesta diretiva, sendo que 87 % dos incêndios foram dominados na fase de ataque inicial (até 90 min. após o alerta) e destes, 93,6 % foram dominados no ataque inicial com a intervenção combinada das equipas helitransportadas. A área do Parque Natural da Peneda Gerês (PNPG) continuou em 2012 a merecer especial atenção no que aos incêndios diz respeito, através da ativação de um Plano de Operações Nacional dedicado, o qual estabelece, durante a fase Charlie do DECIF a existência, em permanência, de um Dispositivo Conjunto de Defesa Contra Incêndios (DCDCI) por via da constituição de 2 Forças de Intervenção Rápida (FIR), localizadas em dois locais de estacionamento próximos de duas importantes áreas naturais (Mata de Albergaria e Ramiscal), compostas por operacionais do ICNB, dos Bombeiros, da FEB e do GIPS-GNR. A presença deste dispositivo dedicado permitiu concluir que, na sua área de influência (freguesias de Pedra Bela, Campo do Gerês e Terras de Bouro), se conseguiu manter o número de ignições num quantitativo bastante reduzido quando comparado com anos anteriores. Embora os meios aéreos não sejam responsáveis pela extinção dos incêndios florestais, já que estes incêndios se combatem no terreno, através da ação dos recursos terrestres, a sua utilização no combate é essencial para o domínio de incêndios nascentes e para contribuir para a diminuição da intensidade das frentes de fogo, possibilitando uma intervenção mais rápida dos recursos terrestres. Ao nível do combate aéreo, foram realizadas em 2012, missões, um valor inferior ao verificado nos últimos dois anos, na medida em que se procedeu 56

57 a um ajustamento do conjunto dos meios aéreos, focando o seu empenhamento combinado no conjunto helicóptero e respetiva equipa helitransportada, em áreas de maior valor florestal Horas Número Número Horas Número Número Horas Número Número voadas Missões Aeronaves voadas Missões Aeronaves voadas Missões Aeronaves À semelhança do que já se verificou em 2011, no início do mês de Dezembro, foi ativado o Plano de Operações da Serra da Estrela (PONSE). Este plano tem como finalidade a gestão operacional, conjunta e plurianual, de um Dispositivo conjunto de Protecção e Socorro (DICSE), constituído por meios humanos e equipamentos de resposta operacional, com especial incidência para a área do Maciço Central da Serra da Estrela. Este dispositivo foi constituído, considerando o grande afluxo de visitantes a esta região durante o Inverno, tendo em vista a realização de diversas atividades ao ar livre, originando, com frequência situações problemáticas no âmbito da proteção e do socorro que exigem o empenhamento de diversos Agentes de Protecção Civil. Abrange os distritos da Guarda e Castelo Branco, e é constituído durante a semana por 20 operacionais, aumentando para 41 operacionais durante os fins de semana e feriados, envolvendo operacionais dos Corpos de Bombeiros, FEB e elementos da Base Tática de Busca e Resgate de Montanha da Serra da Estrela dos GIPS/GNR, e estará em funcionamento até ao final do mês de abril de

58 II. 9 Afetação real e prevista dos recursos humanos, materiais e financeiros Recursos Humanos No que se refere à afetação dos recursos humanos, e comparando a situação planeada aquando da elaboração do QUAR e a situação existente em 31 de Dezembro de 2012, verifica-se um decréscimo de 25 trabalhadores, repartidos entre dirigentes (8), técnicos superiores (5), assistentes técnicos (4) assistentes operacionais (8), conforme quadro infra: RECURSOS HUMANOS RH RH a Designação Planeados Dirigentes Superiores 5 5 Dirigentes intermédios e chefes de equipa Técnico Superior Coordenador técnico 4 4 Assistente técnico Assistente operacional TOTAL De salientar que para cumprimento das atribuições da ANPC, para além dos trabalhadores efectivos que constam no balanço social, acrescem os elementos da FEB e os operadores de telecomunicações que garantem o funcionamento das salas de operações e comunicações e os técnicos a exercerem funções na ANPC através da celebração de contratos individuais por tempo indeterminado com a ENB, com a qual mantêm um vínculo jurídico-laboral. 58

59 Recursos financeiros ORÇAMENTO DE FUNCIONAMENTO 2012 Agrupamentos de Despesa Despesas com Pessoal Aquisição de Bens e Serviços Transferências Correntes Orçamento inicial Cativações da Lei do OE2012 e cativações adicionais Execução Orçamental 2012 Realizado até 31 de dezembro 2012 Descativações Anulações Alterações Orçamentais Reforços Transição Saldos Orçamento corrigido 6= FF 311 FF 421 FF 433 FF 510/530 FF 520 Total Desvio em relação ao Orçamento Corrigido = = Reserva Aquisição Bens de Capital Transferências de Capital Notas: a) O orçamento inicial atribuído a esta Autoridade Nacional para o ano 2012 foi de (Orçamento do Estado ; Fundo de Coesão e Auto Financiamento ). b) No âmbito do Plano de Redução e Melhoria da Administração Central do Estado (PREMAC), as competências do Conselho Nacional de Planeamento Civil de Emergência (CNPCE), afeto ao Ministério da Defesa Nacional, foram transferidas para esta Autoridade Nacional, nos termos do artigo 26.º do Decreto-Lei n.º 73/2012, de 26 de março. Estas alterações orçamentais decorrentes do PREMAC envolvem mais de um programa orçamental, tendo obtido parecer favorável da entidade coordenadora, bem como da tutela do MAI. O montante do reforço autorizado foi de c) De acordo com o disposto na Lei n.º 64-B/2011, de 30 de dezembro (Orçamento do Estado para 2012) ficaram cativos no Orçamento atribuído a esta Autoridade Nacional De acordo com a Deliberação de Conselho de Ministros n.º 390/2012, de 18 de julho, foram efetuadas cativações adicionais no montante de , nas classificações económicas da Remunerações Certas e Permanentes. Foi autorizado por Sua Excelência o Secretário de Estado do Orçamento a descativação do montante de d) Foi autorizada a transição de saldos do ano 2011 no montante total de (referente a receita consignada no âmbito de Fundos Comunitários FEDER - 59

60 Cooperação Transfronteiriça; referente ao Fundo de Coesão e referente à Conta de Emergência nos termos do Decreto-Lei n.º 112/2008, de 1 de Julho). e) O montante de reforços do ano 2012, autorizados por diversos Despachos de Sua Excelência o Secretário de Estado do Orçamento ascendeu a Agrupamentos de Despesa Despesas com Pessoal Aquisição de Bens e Serviços Transferências Correntes Orçamento inicial ORÇAMENTO DE INVESTIMENTO 2012 Execução Orçamental 2012 Cativações da Lei do OE2012 e cativações adicionais Reforços Transição Saldos Orçamento corrigido Realizado até 31 de dezembro 2012 FF 312 FF 520 Total Desvio em relação ao Orçamento Corrigido = =5+6 8= Reserva 0 Aquisição Bens de Capital Transferências de Capital TOTAL Notas: f) Não foi atribuído Orçamento de Investimento para o ano 2012 a esta Autoridade Nacional. g) Foi autorizada por Sua Excelência o Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Administração Interna em 8 de junho 2012, a reinscrição do projeto "Recenseamento Nacional dos Bombeiros Portugueses" bem como o reforço no montante de Este reforço destinava-se a assegurar o pagamento de duas faturas. h) Foi autorizada a transição de saldos do ano 2011 no montante total de , consignado ao projeto QREN Aquisição de 95 Viaturas Operacionais de Protecção e Socorro. Este montante destinava-se à aquisição das restantes 17 viaturas, não adjudicadas, do total de 95. Não houve execução durante o ano

61 II. 10. Secção específica Publicidade Institucional Conforme o disposto na Resolução do Conselho de Ministros nº 47/2010 de 25 de Junho, designadamente no que diz respeito à obrigatoriedade dos Organismos do Estado reportarem a informação sobre as ações de publicidade institucional realizadas em cada ano civil, cumpre informar que durante o ano de 2012 não foi realizada qualquer atividade desta natureza. 61

62 Nº Trabalhadores III. BALANÇO SOCIAL III.1 Caracterização do efetivo A 31 de dezembro de 2012, a ANPC tinha em exercício de funções 224 trabalhadores, dos quais 223 trabalhadores de nacionalidade portuguesa e 1 trabalhador de nacionalidade italiana. Comparativamente ao ano de 2011, em que o efetivo era de 203 trabalhadores, registou-se um aumento de 21 trabalhadores, sendo que 18 trabalhadores integraram o mapa de pessoal desta Autoridade Nacional oriundos da extinção dos Governos Civis e do Conselho Nacional de Planeamento Civil de Emergência. III. 2 Relação jurídica de emprego A relação jurídica de emprego público predominante nesta Autoridade Nacional é a titulada por contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado 149 trabalhadores - representando 67% do total dos trabalhadores em exercício de funções. Os trabalhadores que se encontram vinculados através de Comissão de Serviço, no âmbito do Estatuto de Pessoal Dirigente 71 trabalhadores - representam 32%, enquanto os restantes 4 trabalhadores de nomeação definitiva (2%) encontram-se em regime de mobilidade oriundos da Guarda Nacional Republicana (GNR) e das Forças Armadas (FA). Gráfico 1 Vínculo Jurídico dos Trabalhadores por Género Relação Jurídica de Emprego Nomeação Definitiva CT em Funções Comissão de Públicas por Serviço no Tempo Âmbito da LVCR Indeterminado Relação Jurídica Fem. Masc. 62

63 Nº Trabalhadores O grupo de pessoal de dirigente intermédio (1.º e 2.º grau) regista 66 efetivos com 29% da globalidade de trabalhadores, motivado pelo número de elementos afetos à estrutura operacional, em igualdade com grupo de pessoal pertencente à carreira técnico superior, também com 66 trabalhadores, que representa também 29%, seguido do grupo de pessoal da carreira de assistente técnico com 70 trabalhadores, representativo de 31% do universo de trabalhadores. Gráfico 2 Distribuição dos Trabalhadores por Grupo de Pessoal Trabalhadores por Grupo de Pessoal Dirigente Superior 1º Grau Dirigente Superior 2º Grau Dirigente Intermédio 1º Grau Dirigente Intermédio 2º Grau Técnico Superior Informático Assistente Técnico Assistente Operacional Docente 0 Forças Armadas Cargo/Carreira/Categoria Guarda Nacional Repúblicana 63

64 Nº Trabalhadores III.3 Género O género masculino constituiu o grupo dominante no universo de trabalhadores da ANPC, com um total de 123 trabalhadores, que representam 55% do universo total, sendo os restantes 45% representados pelas 101 trabalhadoras do género feminino. Gráfico 3 Trabalhadores da ANPC por Género III.4 Estrutura etária A média etária do total de efetivos, em 31 de dezembro de 2012, correspondia a 47 anos. A classe modal - intervalo de idades no qual se regista mais ocorrências - é aquela que engloba os trabalhadores entre os anos de idade, representando 22% do total de efetivos. Gráfico 4 Estrutura Etária segundo o Género Escalão Etário segundo o Género Fem. Masc. Faixa Etária 64

65 Nº Trabalhadores III.5 Estrutura de antiguidade segundo o género Os trabalhadores efetivos registavam, a 31 de dezembro de 2012, uma média de antiguidade de 20 anos na função pública. De salientar que a classe modal de antiguidade mais significativa é a dos trabalhadores com vínculo entre os 15 e 19 anos, num total de 47 trabalhadores, seguida dos trabalhadores entre os 10 e 14 anos, com um registo de 43 trabalhadores. Gráfico 5 Antiguidade na Função Pública Antiguidade na Função Pública Fem. Masc. Nível de Antiguidade III.6 Trabalhadores segundo o nível de escolaridade O nível de escolaridade predominante detido pelos trabalhadores da ANPC é a licenciatura, com 114 trabalhadores que representa 51% do universo, existindo 12 mestrados, que figura 5%, e 1 doutorado. Com o nível habilitacional entre o 11º ano e 12º ano possuímos 63 trabalhadores, que corresponde a 28% do universo, e do 4º ano ao 9º ano calculamos 28 trabalhadores, que equivale a 13%. 65

66 Nº Trabalhadores Gráfico 6 Nível Habilitacional Trabalhadores por Nível Habilitacional Fem. Masc. Nível de Escolaridade III.7 Trabalhadores portadores de deficiência segundo o género No universo de 224 efetivos, existem 4 trabalhadores com incapacidade, sendo 1 do género masculino e 3 do género feminino. III.8 Mobilidade dos trabalhadores admitidos, saídos e regressados Face à análise da mobilidade dos trabalhadores, onde se registam todos os movimentos de entrada e saída de pessoal da ANPC, refira-se que no que respeita às admissões conta-se um total de 57 trabalhadores. Deste universo registam-se duas nomeações, em comissão de serviço, para os cargos de direção superior: uma nomeação para dirigente superior de 1.º grau; outra nomeação, em comissão de serviço, para dirigente superior 5 de 2.º grau. Verificaram-se sete nomeações em comissão de serviço para cargos de direção intermédia 6 : quatro nomeações, em comissão de serviço, para cargos de direção intermédia de 1.º grau; e três nomeações, em comissão de serviço, para cargos de direção intermédia de 2.º grau. Ingressaram na ANPC 21 técnicos superiores: nove recrutados por procedimento concursal; seis iniciaram funções na ANPC por mobilidade interna; dois trabalhadores regressaram à ANPC, um por ter cessado a comissão de serviço noutro organismo e outro de regresso de 5 Dirigente equiparado pertencente à estrutura operacional. 6 5 Dirigentes equiparados pertencentes à estrutura operacional. 66

67 licença sem vencimento; e quatro trabalhadores oriundos do extinto Conselho Nacional de Planeamento Civil de Emergência. Na carreira/ categoria de assistente técnico registou-se a admissão de 22 trabalhadores: dez por procedimento concursal; um por mobilidade interna; um por ter cessado a comissão de serviço noutro organismo; e dez provenientes dos extintos Governos Civis e Conselho Nacional de Planeamento Civil de Emergência. Do extinto Conselho Nacional de Planeamento Civil de Emergência ingressou também um trabalhador pertencente à carreira de informática, outro trabalhador da carreira/ categoria de assistente operacional e um último da Forças Armadas, em regime de destacamento. Ainda, em regime de mobilidade interna foram admitidos para o exercício de funções na ANPC, um trabalhador oriundo das Forças Armadas e outro elemento proveniente da Guarda Nacional Republicana. Relativamente às saídas de trabalhadores nomeados ou em comissão de serviço registaramse 11 cessações de comissões de serviço e quatro saídas por motivo de aposentação. Atinente à contagem das saídas de trabalhadores contratados, apurou-se um total de 21 saídas: 12 saídas de trabalhadores pertencentes à carreira técnico superior; sete da carreira/ categoria assistente técnico; uma saída de um trabalhador pertencente à carreira assistente operacional, e, por fim, uma saída de um trabalhador pertencente à Guarda Nacional Republicana. III.9 Postos de trabalho previstos e não ocupados O mapa de pessoal da ANPC antevia para o ano de 2012 a existência de 229 postos de trabalho destinados à admissão de novos trabalhadores. Para o efeito, encontravam-se em exercício de funções, a 31 de dezembro de 2011, 203 trabalhadores, e em 31 de Dezembro de 2012, o número de trabalhadores em exercício de funções na ANPC reporta-se a 224 trabalhadores tendo-se, portanto, registado um aumento de 21 trabalhadores. Finalizaram-se os procedimentos concursais comuns de recrutamento para constituição de relação jurídica de emprego público na modalidade de contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado que transitaram do ano de 2011, sendo que se efetuou o 67

68 Nº Trabalhadores recrutamento de nove trabalhadores pertencentes à carreira técnico superior e dez trabalhadores pertencentes à carreira/ categoria de assistente técnico. III.10 Mudanças de situação remuneratória dos trabalhadores Para o ano de 2012, nos termos do disposto nas alíneas a) e b) do n.º 2 do artigo 24.º da Lei n.º 55-A/2010, de 31 de dezembro (LOE 2011), mantido em vigor pelo n.º 1 do artigo 20.º da Lei n.º 64-B/2011, de 30 de dezembro (LOE 2012), encontravam-se vedadas as valorizações e outros acréscimos remuneratórios, designadamente os resultantes de alterações de posicionamento remuneratório e da atribuição de prémios de desempenho. III.11 Modalidades de horário A análise dos dados referentes às modalidades de horários de trabalho praticados na ANPC demonstra a predominância da modalidade de horário flexível exercido por 78 trabalhadores, seguida da modalidade de isenção de horário de trabalho praticado por 76 trabalhadores, a exercerem funções de dirigentes. O horário rígido é efetuado por 54 trabalhadores que desempenham funções nos Comandos Distritais de Operações de Socorro, a modalidade de jornada contínua por 12 trabalhadores, o horário específico é adotado por 2 trabalhadores, e o trabalho por turnos é efetuado por 2 trabalhadores que desempenham funções operacionais. Gráfico 7 Modalidades de Horário Modalidade de Horário Fem. Masc. Tipos de Horário 68

69 Nº Trabalhadores Importa referir que a modalidade de horário de trabalho efetuada na sede da ANPC é o horário flexível e nos 18 Comandos Distritais de Operações de Socorro pratica-se a modalidade de horário rígido. III.12 Trabalho extraordinário Após a análise da prestação de trabalho extraordinário realizado durante o ano de 2012, verificou-se que foram realizadas 10175,30 horas extraordinárias: das quais 6.297,30 por trabalhadores integrados na carreira de assistente técnico; 2.850,30 por trabalhadores integrados na carreira de assistente operacional; 825,30 por trabalhadores pertencentes à carreira de técnico superior; 104,00 por um trabalhador informático; e 98,00 por um trabalhador pertencente à Guarda Nacional Republicana. III.13 Assiduidade O indicador de assiduidade é essencial à gestão de recursos humanos, enquanto fator que influencia diretamente a produtividade. Durante o ano de 2012, houve um total de 3.031,00 dias de ausências ao trabalho, dos quais dizem respeito a ausências de trabalhadoras do género feminino, e, as restantes, 624 são ausências de trabalhadores do género masculino. Gráfico 8 Ausências por Grupo Profissional Ausência por Grupo Profissional ,5 0 52, Dirigente Superior 1º Grau Dirigente Superior 2º Grau Dirigente Intermédio 1º Grau Dirigente Intermédio 2º Grau Técnico Superior Informático Assistente Técnico Cargo/Carreira/Categoria 69

70 Nº Faltas Analisando-se os dados sobre a assiduidade, verificou-se que o grupo profissional com maior número de ausências é o correspondente à categoria de técnico superior com 1452 faltas, seguido da categoria de assistente técnico com 1325,5 dias de faltas. Segundo o tipo de ausências, verificou-se maior incidência nos dias de ausência motivados por doença que totalizaram 1852,50, seguido dos dias de ausência por proteção na parentalidade com 602 dias e por conta do período de férias com um total de 275 dias. Gráfico 9 Motivo de Ausência Motivo de Ausência , , Fem. Masc. Tipos de faltas 70

71 III.14 Ausências dos trabalhadores por atividade sindical ou greve No universo de 224 trabalhadores da ANPC, 24 trabalhadores são sindicalizados tendo-se registado 23 ausências por motivo de greve. III.15 Encargos com pessoal durante o ano de 2012 Os encargos com o pessoal representam ,15 no total de ,00 do orçamento global da ANPC. Verifica-se que ,31 dos encargos de pessoal são referentes a abonos da remuneração base mensal, incluindo os subsídios de férias e de natal 7. Gráfico 11 Encargos com o Pessoal Encargos com o Pessoal , , ,27 Remuneração Base Suplementos Remuneratórios ,31 Prestações Sociais Outros Encargos com Pessoal 7 Conforme artigos 21.º e 25.º da LOE

72 N.ºTrabalhadores III.16 Formação Relativamente às ações de formação profissional, durante o ano de 2012 foram realizadas 186 ações sendo 136 externas e 46 internas. Foram formados um total de 119 trabalhadores distribuídos pelos seguintes cargos/categorias: 1 dirigente superior de 2ºgrau; 30 dirigentes intermédios de 1ºgrau; 15 dirigentes intermédios de 2ºgrau; 42 técnicos superiores; 25 assistentes técnicos; 3 assistentes operacionais; 1 informático; e 2 trabalhadores pertencentes às Forças Armadas. Gráfico 12 Participações em ações de formação realizadas por categoria Nº Participações em Ações de Formação por Grupo de Pessoal Cargo/Categoria As horas despendidas em formação totalizaram o número de 3467,50, sendo 3105,50 de formação externa e 362 de formação interna. As despesas gastas com a formação totalizaram ,87. 72

73 Nº Horas de Formação 1500 Gráfico 13 Horas de Formação Horas de Formação por Grupo de Pessoal , Cargo/ Categoria III.17 Acidentes em serviço e doenças profissionais Relativamente a este indicador é de salientar que não houve nenhum acidente de trabalho, nem qualquer doença profissional durante o ano de III.18 Disciplina No que se refere à disciplina, não foi instaurado nenhum processo disciplinar no ano de 2012, tendo transitado um de 2011 encontrando-se a aguardar decisão e o outro foi decidido e arquivado. 73

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