Os arquivos e o Arquivo (e vice-versa): temas para os Estudos Organizacionais

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Os arquivos e o Arquivo (e vice-versa): temas para os Estudos Organizacionais"

Transcrição

1 Os arquivos e o Arquivo (e vice-versa): temas para os Estudos Organizacionais Autoria: Amon Barros Resumo O texto discute o Arquivo enquanto conceito e enquanto espaço (em transição). Parto do pressuposto de que aprofundar o entendimento desses termos pode contribuir para que a pesquisa histórica em Administração avance como novos questionamentos sobre diversos objetos, inclusive os documentos e os arquivos. No percurso, discorri sobre as mudanças influenciadas pelo avanço das tecnologias de informação, especialmente da internet, e fiz algumas ponderações sobre os Estudos Organizacionais que se valem de arquivos. Concluo que, para além de ser uma discussão metodológica ou conceitual, refletir sobre os arquivos pode ajudar na aproximação e utilização de documentos para construir narrativas históricas. 1

2 Introdução O objetivo deste texto é discutir sobre o Arquivo (conceito), os arquivos (espaços e conjuntos de documentos) i e a Administração, mais especificamente do ponto de vista dos Estudos Organizacionais e da História. O interesse no debate emergiu, por um lado, da percepção de que, embora estes termos permeiem textos sobre o uso de documentos como fontes para pesquisa histórica em Administração (e.g. COSTA e SARAIVA, 2011) e que pensam o saber administrativo (e.g. BARROS, et al., 2011), eles muitas vezes não têm um tratamento específico nos trabalhos da área. Além disso, empiricamente pensar sobre o tema se fez importante durante a elaboração de trabalhos realizados anteriormente os quais nem sempre inquiriam arquivos e documentos a partir de um entendimento mais claro sobre suas características ainda que tenham sido consultados diversos registros em arquivos físicos ou digitalizados. Isso me levou a questionar se realizava pesquisas documentais ou em arquivos e qual a implicação de uma ou de outra coisa. Durante o percurso de desenvolvimento de pesquisas anteriores refleti de forma mais detida sobre a utilização de documentos como fontes para a realização da pesquisa histórica e, o que é o objeto desse texto, sobre o Arquivo e sua função ativa de criação de memória e enquanto conceito filosófico a ser permanentemente revisitado. Nesse texto, defendo que o documento remete a um arquivo, seja no sentido de um conjunto de outros documentos produzidos sob as mesmas regras, seja como enunciados que possibilitam a emergência de determinado discurso materializado em textos ou outros registros. A ampliação da compreensão do que pode ser considerado como arquivo é efeito das discussões pós-modernas (COOK, 2012a) ii. A discussão também é impactada pelos efeitos das transformações práticas provocadas pela web e pelas tecnologias de informação de modo geral, que ampliam a capacidade de armazenamento e difusão de registros. A utilização da internet abre espaço para uma gama de pesquisas, reduz os custos de armazenamento e disponibilização de documentos (que podem ser digitalizados para serem mais bem preservados e divulgados). A internet não só transforma a pesquisa com fontes históricas, com a ampliação da disponibilização de materiais digitalizados, mas também desafia o conceito de arquivo enquanto um lugar e as visões mais tradicionais relacionadas ao seu surgimento orgânico, como efeito natural das atividades de uma determinada organização, como defende, por exemplo, Schellenberg (2003). A problemática sobre o uso de arquivos é recorrente no campo da História e na Arquivologia (COOK, 2012a; SCHWARTZ e COOK, 2002). Está presente também nas discussões da área de Administração, embora em menor medida, especialmente nas áreas de memória organizacional e de sistemas de informação (cf. CORAIOLA, 2012; 2013). De acordo com Schwartz e Cook (2002), além de ser um conceito com desenvolvimentos na filosofia, como na discussão estabelecida por Derrida (1995), o arquivo é objeto de toda uma área de saber, a Arquivologia, além de ser um espaço físico (e virtual, no caso da internet), bem como alvo de uma profissão específica (de arquivista). Como aponta Featherstone (2000), a crescente capacidade de armazenar informações não elimina a necessidade de se decidir sobre o que deve ser deixado de fora dos arquivos. A função de arquivar (ou descartar) relacionada ao trabalho do arquivista em organizações dedicadas a guardar arquivos fica relativamente ampliada, na medida em que a capacidade de armazenar informações se torna mais disseminada. Ainda assim, os dados ausentes e a 2

3 veracidade dos dados presentes são inerentes a pesquisas em arquivos: sempre haverá um juízo sobre o que será ou não preservado, o que não muda com a internet. Contudo, como nota L Eplattenier (2009) acerca da pesquisa histórica no campo de Retórica e Composição, também na subárea de estudos históricos na Administração, são poucos os textos que tratam de refletir sobre especificidades da pesquisa em arquivos, embora seja possível mapear discussões que margeiam o tema. Por ser uma subárea relativamente pequena, é compreensível que existam poucos textos refletindo de forma mais detida sobre as metodologias e os métodos históricos em Administração. Na maior parte das vezes, os trabalhos se limitam a recontar o processo que permitiu o acesso aos arquivos e algumas vezes as metodologias e técnicas auxiliares para classificação e análise dos dados. Este trabalho discute o tema do ponto de vista de um pesquisador da área de Administração, e mais especificamente de Estudos Organizacionais, no contexto dos estudos históricos. O argumento desenvolvido não é exaustivo o que seria impossível e tampouco busca extrair um conceito que permita operacionalizar pesquisas em ou sobre arquivos ou delimitar o conceito Arquivo de forma fixada. Como dito, além do uso massivo dos computadores e da digitalização de um número cada vez maior de documentos, a discussão sobre os arquivos também foi impactada profundamente pelos questionamentos advindos da filosofia de base pós-modernista ou pós-estruturalista e o debate permanece aberto em relação a possíveis transformações dos conceitos que estruturam tal campo de saber (ver, por exemplo, COOK, 2012a; ZIMMERMAN, 2007; SCHWARTZ e COOK, 2002; FEATHERSTONE, 2006; 2000). Além de retomar alguns pontos dos debates sobre o Arquivo como conceito e os arquivos, seus efeitos e suas causas, este texto discute algumas implicações da rede mundial de computadores e suas potencialidades para a pesquisa arquivística de cunho histórico. A reflexão realizada se alinha à que já fizeram Coraiola (2012) num estudo que se concentra especialmente sobre a análise da evolução da legislação que trata dos arquivos no Brasil e Costa e Saraiva (2011) que discutiram o processo de produção da memória nas organizações. Há outro objetivo mais prático que é estimular a discussão sobre a importância da preservação de arquivos não só de instituições públicas, como também de organizações privadas, que podem contribuir para fundamentar narrativas históricas não apenas da Administração, mas de diversos outros campos da vida e do cotidiano dos quais organizações empresariais, públicas ou sociais fizeram e fazem parte. O Arquivo, os arquivos Há diversas compreensões possíveis para o que se entende por arquivo. A palavra pode se referir a um lugar, a um conjunto de documentos ou, mais genericamente, a uma coleção de dados ainda desordenada, mas com alguma ligação entre si sempre atribuída. Para Stoler (2009), o arquivo numa perspectiva mais estrita se refere a uma instituição ou a um conjunto de documentos que ela guarda. Contudo, há um alargamento dos significados da palavra Arquivo que passa a se referir também a uma evocação metafórica que se refere a um corpus, uma coleção de fontes. Na visão de Schellenberg (2003) principal autor da vertente modernista das discussões sobre arquivos (COOK, 2012a) para definir o que pode ser considerado parte de um arquivo é 3

4 preciso analisar se os documentos [...]foram produzidos no decorrer de atividades organizadas e com finalidades definidas, se foram criados no processo de alcançar objetivos administrativos, legais, empresariais, ou outra finalidade social, então o material é potencialmente arquivável (SHELLENBERG, 2003, p. 13, tradução livre). Schellenberg (2003) enfatiza que o motivo pelo qual o material foi arquivado deve ultrapassar a finalidade para a qual foram inicialmente designados ou o motivo pelo qual foram acumulados. O autor aponta ainda que o arquivo é mantido para o uso de outras pessoas que não aquelas que produziram os objetos. Além disso, sempre que manuscritos históricos se tornam parte da documentação de uma atividade organizada [...] eles também podem ser considerados arquivos (SCHELLENBERG, 2003, p. 18, tradução livre). Nessa visão apontada por Cook (2012a) como modernista, o papel das instituições que arquivam registros é selecionar itens não a partir de seus valores individuais, mas em relação a um conjunto que documenta certa produção. Dessa perspectiva, os arquivos se desenvolveriam naturalmente a partir das atividades de certa organização ou, em menor medida, de um indivíduo. A abordagem modernista questiona a ideia de que haveria uma versão unívoca na história que os documentos refletiriam objetivamente, e que poderia ser contada pelo historiador neutro e imparcial, mas não se detém sobre as intencionalidades que perpassam a produção dos documentos. Ou seja, aceita a ideia de que diferentes pontos de vista podem ser adotados para se narrar um fato, mas difere da perspectiva que emerge a partir dos debates provocados pelo pós-modernismo, pois não entende as provas documentais como decorrência de ações inseridas em tramas de poder que dão forma e delimitam discursos e possibilidades de fazer (e lembrar). Cook (2012a, p. 15) critica o entendimento de Schellenberg, pois embora os modernistas tenham feito a crítica à unicidade da história apontando que há possibilidades de interpretações (em contraposição à noção de que o documento é a reprodução de atos e fatos empíricos), não se detiveram sobre a natureza do documento e o que ele representa (e como pode fazê-lo). Neste texto, o Arquivo é entendido a partir dessa acepção pós-moderna que, como apontado a partir de Stoler (2009), expande o significado do conceito deixando de vislumbrar apenas os espaços (as organizações que arquivam) e o que eles contêm, para se referir a uma metáfora relacionada a um conjunto de possibilidades de dizer (e fazer) que é preservada nas tramas de poder (cf. FOUCAULT, 2008). O pós-modernismo questiona a possibilidade de um documento ou um Arquivo serem percebidos como algo natural ou orgânico. As origens de nossos Arquivos modernos já implicam, com efeito, na combinação de um grupo (os eruditos ), de lugares (as bibliotecas ) e de práticas (de cópia, de impressão, de comunicação, de classificação, etc.). É, em pontilhados, a indicação de um complexo técnico [...]. Nelas se conjugam a criação de um novo trabalho ( colecionar ), a satisfação de novas necessidades (a justificação de grupos familiares e políticos recentes, graças à instauração de tradições, de cartas e de direitos de propriedade específicos), e a produção de novos objetos (os documentos que se isolam, conservam e recopiam) cujo sentido, de agora em diante, é definido pela sua relação com o todo (a coleção). [...] É produtor e reprodutor. (DE CERTEAU, 2000, p , grifos no original). Ou seja: o Arquivo é construído a partir de práticas humanas, sujeito assim às vicissitudes que dão contorno a essas ações. A flexibilização das formas como as fontes são delimitadas e utilizadas foi apontada por Foucault (2008) como um dos desafios metodológicos da nova história. 4

5 O documento, pois, não é mais, para a história, essa matéria inerte através da qual ela tenta reconstituir o que os homens fizeram ou disseram [...] ela procura definir, no próprio tecido documental, unidades, conjuntos, séries, relações. É preciso desligar a história da imagem com que ela se deleitou durante muito tempo e pela qual encontrava sua justificativa antropológica: a de uma memória milenar e coletiva que se servia de documentos materiais para reencontrar o frescor de suas lembranças ela é o trabalho e a utilização de uma materialidade documental (livros, textos, narrações, registros, atas, edifícios, instituições, regulamentos, técnicas, objetos, costumes etc.) que apresenta sempre e em toda a parte, em qualquer sociedade, formas de permanências, quer espontâneas, quer organizadas (FOUCAULT, 1995, p. 7-8). O Arquivo pode ser entendido como um legado de ações que já aconteceram, mas que deixaram registros inscritos (e não necessariamente escritos). Stoler (2002) aponta que o arquivo (incluindo os espaços físicos) não é apenas uma fonte de conhecimento, mas deve ser também entendido como objeto de reflexão, tópico a ser analisado por quem se aventura a buscar conteúdos, é instrumento de conhecimento e de poder sendo construído na interseção desses jogos (STOLER, 2009). Uma vez que se preocupa com arquivos coloniais, Stoler (2002; 2009) enfatiza que arquivos podem ser entendidos como monumentos erigidos por seus mantenedores para legitimar e retroalimentar uma dada visão no lugar de outra qualquer. Assim, para além de questionar a veracidade dos documentos, torna-se necessário pensar sobre quais eram (e quais são) os seus usos, as possibilidades que abrem, bem como os caminhos que são cerrados. Encarar o documento como um monumento (FOUCAULT, 2008) é essencial para poder entender a própria dinâmica que permite sua preservação. Como aponta Foucault (2008, p. 8) [o] documento não é o feliz instrumento de uma história que seria em si mesma, e de pleno direito, memória a história é, para uma sociedade, uma certa maneira de dar status e elaboração à massa documental de que ela não se separa. Ou seja, como aponta Rago (1995), os textos dos documentos não revelam o passado da forma como realmente existiu. Por sua vez, os arquivos, nas palavras de Schawrtz e Cook (2002, p. 2, tradução livre), [...] enquanto registros têm poder sobre a forma e a direção de pesquisas acadêmicas em história, memória coletiva e identidade nacional, sobre como nos conhecemos enquanto indivíduos, grupos e sociedades. Nesse sentido, devemos encarar os documentos a partir de um ponto de vista inquisidor e também as instituições que os guardam. Além disso, os documentos remetem a enunciados que os extrapolam e não se relacionam apenas às normas de arquivamento da instituição que os abriga ou das pessoas que os seleciona, mas a um aparato discursivo que permeia toda a sociedade (FOUCAULT, 2008). Os arquivos e o direito a acessá-los e aos documentos que guardam são fruto de construções sociais, que se estabelecem também a partir das necessidades de informação e dos valores sustentados por governos e pela sociedade civil (SCWHARTZ e COOK, 2002). A existência deles é afetada por aspectos materiais, como o desenvolvimento de tecnologias que impactam os registros produzidos pelas pessoas. Também é possível afirmar que a relação com a construção e preservação de arquivos é um construto e também um signo que extrapola os agentes individuais (ver DERRIDA, 1995). De um lado, temos os responsáveis por arquivar documentos de uma organização (qualquer que seja ela). De outro, temos os indivíduos que também são influenciados pelo contexto em que se inserem para decidir sobre o que deve ou não ser produzido, arquivado ou dispensado. Schwartz e Cook (2002) apontam que as forças sociais devem ser levadas em consideração até quando se pensa na produção de cada documento individual (independente de sua forma 5

6 de registro, seja vídeo, foto ou texto). Nesse caso, o documento é uma forma de mediação entre o seu produtor e o seu destinatário e seu registro e disponibilização é mediada pelos responsáveis pelo arquivo. Steedman (2009) aponta que a noção daquilo que é ou não é histórico passa na verdade por dois crivos. É o pesquisador em interação com os dados que torna algo em história (ou em narrativa). Nesse contexto, devemos considerar, ainda, a crescente facilidade de se armazenar e disponibilizar informações a preços declinantes amplia a possibilidade e a atratividade de criação de bancos de dados virtuais que compreendam até aspectos que outrora poderiam ser considerados irrelevantes (GIL e ELDER, 2012). Assim, boa parte das organizações e, mesmo, das pessoas pode se responsabilizar por armazenar e divulgar informações que considera relevantes na medida em que documentam essa ou aquela atividade humana. Se antes apenas os grandes nomes tinham um arquivo passível de ser tornado público ou consultado, o aumento de tempo e de informações que é produzida e transmitida via internet, já pode fornecer material de arquivo sobre um indivíduo que em geral ficam em servidores dos provedores de serviços ao mesmo tempo em que elas são gravadas iii. Como aponta Cook (2012a), o arquivista será chamado a sair de uma posição passiva, na qual espera que um arquivo seja produzido para então preservá-lo, para passar a ser um criador do arquivo. Mas, ainda que seja considerado todo o aumento na capacidade de armazenamento, é a decisão de manter algo registrado, como parte de um repertório que pode ser acessado ação que não se realiza alheia às dinâmicas de poder que torna um registro passível de análise para o pesquisador. Como aponta Marques (2007, p. 14): a memória se constitui como um campo de lutas políticas, em que se confrontam diferentes relatos da história, visando ao controle do arquivo. Pensar o arquivo demanda, pois, uma atenta consideração das operações da memória e do esquecimento, de suas interconexões. A organização que arquiva em seus espaços físicos também perde o monopólio da guarda de documentos já que estes podem ser armazenados e agrupados por um número cada vez maior de organizações e pessoas iv. Para Featherstone (2000), o arquivo, mais do que ser visto como um espaço específico no qual são depositados diversos registros e minúcias que registram a cultura, é chamado a circunscrever todos os aspectos da vida cotidiana. Assim, o problema se torna não o que colocar nos arquivos, mas o que deixar de fora (FEATHERSTONE, 2000, p. 170, tradução livre). Essa questão sempre acompanhou, ainda que implicitamente, os arquivos, mas atualmente ganha nova dimensão em boa medida devido aos diversos meios técnicos de armazenamento e reprodução que vêm surgindo. Assim, a ampliação do significado do arquivo se deve em parte ao advento e à disseminação do uso da internet, bem como do crescente número de documentos digitalizados, que ampliam tanto a possibilidade de se criar arquivos, como sua acessibilidade. Como se discutirá na seção seguinte essa nova perspectiva abre caminhos de pesquisa e permite que sejam feitas novas perguntas e encontradas novas respostas, seja em antigos arquivos digitalizados, em arquivos que se tornam acessíveis por novas regulamentações ou em arquivos formados a partir da coletânea de fontes que não se originaram diretamente das atividades de uma só organização. 6

7 Os arquivos na internet Como notam De Certeau (2000) e Foucault (2008), a escrita da história não se resume à coleta mecânica de fatos e seu ajuntamento. Ela é efeito do posicionamento do autor, do contexto em que é escrita e dos elementos de que dispõe. De Certeau (2000) ressalta ainda a importância de todo o aparato técnico para a escrita da história, que se modifica na medida em que novas formas e possibilidades de fazer emergem. A partir de Derrida (1995), é possível afirmar que a internet e outros desenvolvimentos tecnológicos provocam mudanças na constituição dos arquivos e nas relações que as sociedades estabelecem com eles. O autor afirma: o que não é mais arquivado da mesma maneira, não é mais vivenciado da mesma maneira (DERRIDA, 1995, p. 18). O surgimento da internet impõe mudanças no significado do termo arquivo e do arquivamento. Como notam Gil e Elder (2012), se anteriormente o deslocamento físico do pesquisador aos arquivos guardados por instituições era condição essencial para uma pesquisa em arquivos, atualmente o aparato tecnológico permite o alcance de mais pessoas ao mesmo tempo a um conjunto de documentos que esteja disponibilizado digitalmente. Possibilita também que as coletas sejam feitas por meio de ferramentas eletrônicas que permitem a busca ou contagem de uma palavra ou expressão, por exemplo. Dessa forma, o pesquisador fica livre da necessidade de ter que ler cada documento, o que traz uma modificação potencial não apenas na forma como a pesquisa é realizada, mas também na relação do pesquisador com seus dados de forma global. A acessibilidade traz ainda questões como a possibilidade da experimentação de certa angústia por não se conseguir analisar os dados à exaustão, explorando toda a sua complexidade em todos os seus detalhes (FEATHERSTONE, 2000). Trazendo essa noção para as demandas colocadas pela pesquisa científica na forma como é realizada atualmente, torna-se ainda mais relevante a ideia de que por um lado todo objeto é construído e de que, por outro, essa construção (ou esse recorte) sempre deixará de fora informações relevantes sobre aquilo que é estudado. Featherstone (2006) aponta que a imensa quantidade de informações armazenada e acessada de forma desordenada pode perder seu sentido no meio da massa de documentos e outras fontes disponíveis na internet. Com o advento da digitalização, a sobrevivência e a usabilidade da cultura e da história não precisa depender exclusivamente da disponibilidade de espaço para, ou a constituição física dos artefatos [embodiements] da produção cultural, muito menos do orçamento de uma só instituição. Agora pode ser possível manter cópias de qualquer coisa que é considerado verdadeira ou potencialmente de significância cultural por séculos e fazê-lo em um meio que, esperamos, será comparativamente fácil de conservar e facilmente pesquisável. Ao invés de beneficiar alguns poucos afortunados, essas riquezas poderiam estar à disposição de qualquer um com acesso à Internet e um computador, desde que os recursos estejam no domínio público (ZIMMERMAN, 2007, p. 993). Caygill (1999) aponta para a importância política de se entender que a web pode realizar um potencial libertador do conhecimento (não de todo ele, obviamente), na medida em que revisita as hierarquias que são constituintes dos arquivos tradicionais, seja em relação ao distanciamento entre a instituição que mantém o arquivo e suas regras para registro, organização e acesso, seja em relação ao que pode ser arquivado e por quem. Uma vez que 7

8 aqueles que conhecem o passado têm mais possibilidades de formular interpretações que impactam o presente, a distribuição de acesso aos arquivos e sua interpretação sempre foi uma faceta das disputas de poder. A perspectiva de Caygill (1999) valoriza o trabalho do pesquisador, pois ainda que se entenda a web como um depositário de conhecimentos, ou seja, com eles já existindo lá, é necessário fazer as perguntas e as conexões corretas para que seja possível chegar às informações desejadas. Esse processo, não é apenas um processo de busca, mas também de criação de novos conhecimentos que emergem das ligações efetuadas para se chegar ao ponto desejado. Assim, diferentes pesquisadores com acesso à internet podem produzir diversas narrativas sobre um mesmo objeto presente nos arquivos virtuais, dado que em certo sentido é o próprio processo envolvido na busca que norteará as descobertas realizadas. Conforme Zimmerman (2007), a acessibilidade não é algo que se resume a facilitar o acesso de forma trivial. A disponibilidade dos documentos na internet permite que sejam realizadas pesquisas que não poderiam ser feitas de outra forma (por falta de fundos, por exemplo), além de permitir um nível de detalhamento muito maior, por ampliar as bases de dados consultáveis. Para alguns a internet funcionaria como uma espécie de arquivo geral da humanidade. Tal noção é questionável, já que algo sempre ficará de fora, como mostra, por exemplo, o trabalho de digitalização de arquivos referentes à história recente do continente africano, apresentado por Isaac, Lalu e Nygren (2005). O acesso ao computador e às ferramentas de digitalização bem como à rede mundial de computadores não é equanimemente distribuído. Some-se que a internet não é um só arquivo. Entendo que um arquivo deve ser composto por certas intencionalidades que o perpassam, dando unidade e especificidade àquilo que é guardado, na medida em que há um significante subjacente que é compartilhado. Além disso, a disponibilização de arquivos online, não os coloca imediatamente à disposição daqueles a quem pode interessar. Sem a mediação das organizações que os produziram para os arranjarem na internet de forma mais ou menos coerente (o que, por vezes, acontece), eles podem se apresentar como um conjunto caótico de dados, ainda que alguma característica comum lhes perpasse como pertencer a uma mesma época ou a um mesmo órgão de Estado ou versarem sobre um mesmo conjunto de práticas. Um conjunto de documentos, para ser considerado como arquivo, deve estar organizado mediante regras (sempre questionáveis e precárias), mas também pode ser pensado como parte de um Arquivo, mais abrangente, que os ligaria: o conjunto de elementos que narra uma determinada prática disseminada pelo corpo social, por exemplo. Yakel (2006) aponta que na relação entre o pesquisador e os arquivos, os arquivistas têm um papel fundamental de mediação. Como conhecedores dos documentos, estas pessoas são capazes de responder a perguntas mais elaboradas que, de outra forma (como na interação com uma base de dados na internet) não poderiam ser solucionadas. Yakel (2006) entende que o papel do arquivista permanece importante, ainda que venha sendo paulatinamente modificado com a emergência de novas experiências de navegação na web que permitem, por exemplo, que visitantes dos sites etiquetem (coloquem palavras-chave e/ou descrições) nos documentos que analisaram ou que os caminhos já elaborados por outras pessoas de um documento a outro fiquem registrados para visitantes futuros. Os pesquisadores que passaram pelos arquivos antes podem deixar rastros ou pistas de pesquisas aos que vão aos arquivos depois, mas também elaboram certa narrativa a partir daqueles dados. Como coloca Featherstone (2006), a ordenação em caixas e seções separadas que dava certo sentido aos 8

9 arquivos perde importância diante da descentralização alcançada a partir da disponibilização de arquivos na web. Cook (2012b) enfatiza a importância do papel do arquivista e do pesquisador já que coloca que a proveniência de um arquivo que anteriormente era entendida a partir das estruturas burocráticas que o produziram, deve ser repensada a partir de um olhar mais aberto. O foco do princípio de proveniência se deslocaria para a função, atividade, discurso e comportamento, ao invés de, como no passado, permanecer centrado nas estruturas, cargos, mandatos e origem. [...] o significado de proveniência é transformado de suas origens estruturalistas para um discurso contínuo centrado em funções, atividades, processos, forças sociais, e nas relações pessoais e organizacionais e culturas que coletivamente levam a criação de documentos, dentro e através de vidas pessoais e organizacionais em constante evolução. A nova proveniência oferece múltiplas perspectivas e muitas ordens de valor, ao invés de uma ordem fixa (COOK, 2012b, p ). Assim, a internet abriga uma miríade de documentos, que podem estar organizados como arquivos antes do pesquisador tomar contato com eles e que podem depois serem (re)organizados. A instantaneidade e o volume das comunicações que podem ser trocadas e guardadas ou, por fim, arquivadas permitem novas formas de se ver o que pode ser considerado arquivo ou material de pesquisa (GIL e ELDER, 2012) e o pesquisador pode disponibilizar os conjuntos de documentos que coleciona a outros pesquisadores. Esses dados têm que ser (re)avaliados e (re)organizados por cada um ou por cada grupo que nele tem interesse, mesmo que para isso às vezes seja necessário desfazer ordens e articulações que haviam sido definidas previamente. Aqueles que estão previamente organizados são em sua própria disposição, monumentos a certos poderes ou visões de mundo, pois como Kurtz (2007) e Schartz e Cook (2002) apontam que o processo de arquivar é sempre político. A metáfora do flaneur, por outro lado, pode caracterizar o passeio pelas coleções de fontes vistas inicialmente como disformes (FEATHERSTONE, 2006). Pesquisas em Administração e o uso de arquivos Na área de Administração no Brasil, não há muitos trabalhos que se utilizam de arquivos para elaborar reflexões. Um dos poucos trabalhos de fôlego sobre o tema é a tese de Coraiola (2013). Em parte, isso pode ser fruto das dificuldades de se encontrarem arquivos que permitam ao pesquisador elaborar reflexões mais aprofundadas sobre o seu objeto de pesquisa. Saraiva e Costa (2011) discutem que parte do problema se deve ao fato de os arquivos serem memórias selecionadas e, uma vez que muitas pesquisas são feitas em organizações com fins lucrativos preocupadas com sua imagem, se torna mais improvável que arquivos com registros que possam ser considerados negativos sejam mantidos. Poucas empresas brasileiras executam esforços na manutenção de seus arquivos (COSTA e SARAIVA, 2011). Coraiola (2012) ressalta que apenas após 1960 a preservação de documentos empresariais para fins históricos começou a acontecer no País, diferentemente de empresas de países europeus que estabeleceram a prática no começo do século XX, e dos Estados Unidos da América (EUA), França e Inglaterra que começaram a fazê-lo após a Segunda Guerra Mundial. Conforme aponta Adkins (1997), os arquivos empresariais ganharam força nos EUA mais rapidamente nos anos 1970, tendo perdido ímpeto após a onda 9

10 da aplicação da reengenharia nos anos 1990, que tinha como um dos motes a redução de custos organizacionais. Para Adkins (1997), a legitimidade da manutenção de arquivos de empresas foi fortemente apoiada pelas pesquisas relacionadas pelos economistas que pesquisavam história empresarial (ou, mais propriamente, Business History). Além disso, a autora salienta que se num primeiro momento os esforços se direcionavam para a organização de material que pudesse contar a história das empresas de um ponto de vista positivo e como um esforço de relações públicas, com o tempo os arquivos passaram a ser vistos como instrumento para memória das empresas. Para a autora, isso se deve em parte a mudanças na composição da força de trabalho das empresas, que passava a ser cada vez mais instável, fazendo assim com que os trabalhadores deixassem de ser, em certo sentido, repositórios da memória das organizações. A memória organizacional é, por sua vez, objeto de estudos frequente da Administração, especialmente por parte dos autores que se posicionam no campo dos Estudos de Memória das Organizações (Organizational Memory Studies), que em geral se preocupa com aspectos relacionados à aprendizagem da organização e a aspectos de sua permanência ao longo do tempo. O arquivo, por sua vez, é composto por registros dos quais historiadores podem ser valer para rever aquilo que a memória apresenta como fatos, construindo novas narrativas sobre o que se passou (ROWLINSON, et al., 2010). E não apenas os arquivos da própria empresa, já que eles são sujeitos às decisões da própria organização sobre o que preservar e o que ser deixado ao esquecimento. Coraiola (2013) reforça a importância dos arquivos externos para se refletir sobre as organizações. Para operacionalizar sua pesquisa nos arquivos das organizações, Coraiola (2013, p. 44, tradução livre) define o conceito da seguinte maneira: um arquivo organizacional é uma coleção de documentos e registros produzidos por indivíduos, grupos, organizações ou Estados [1] que possuem uma natureza orgânica, [2] não são mais utilizados no desenvolvimento de atividades rotineiras e [3] foram preservados porque seu valor vai além de aspectos meramente técnicos, administrativos ou jurídicos. Como se percebe, Coraiola (2013) delineia um conceito bastante próximo à Schellenberg (2003), embora no restante do seu trabalho adote uma visão mais aberta em relação aos arquivos. A definição operacional estabelecida por Coraiola (2013) é útil e pertinente, mas deve ser colocada em perspectiva, na medida em que circunda o que é o arquivo empresarial e o delimita em torno de três elementos específicos, especialmente a intencionalidade de o arquivo ser um repositório da memória. Mas, do ponto de vista aqui adotado, é importante estar atento à intencionalidade de quem estabelece o arquivo (seja pessoa ou organização), operando assim novas possibilidades de articulação de histórias narráveis (MARQUES, 2007). Como afirma Marques (2007), em relação aos arquivos literários, os arquivos empresariais também são mediados por uma miríade de práticas discursivas que os perpassa. A metarreflexão sobre as lógicas dos arquivos que guardam os documentos a se estudar é um desafio extra para essas pesquisas. Os arquivos como formadores de parte importante do que se estabelecera como memória organizacional são fonte e lugar de disputas. Como colocam Costa e Saraiva (2011, p. 1764) acerca da formação da memória, ela é em parte constituída a partir das escolhas dos gestores. Contudo, como aponta Coraiola (2013), os trabalhadores e outros agentes também podem registrar eventos dos quais uma organização participa (como mudanças no contexto decorrentes da instalação de uma fábrica, por exemplo), ao mesmo tempo em que se observa 10

ACERVOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS. Organização, Pesquisa e Usos de Documentos Visuais. Aline Lopes de Lacerda alopeslacerda@gmail.

ACERVOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS. Organização, Pesquisa e Usos de Documentos Visuais. Aline Lopes de Lacerda alopeslacerda@gmail. ACERVOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS Organização, Pesquisa e Usos de Documentos Visuais Aline Lopes de Lacerda alopeslacerda@gmail.com Parte I - Fotografia e valor documentário Parte II - A fotografia nos arquivos:

Leia mais

GLOSSÁRIO. 1 ACERVO Totalidade dos documentos sob custódia de um arquivo.

GLOSSÁRIO. 1 ACERVO Totalidade dos documentos sob custódia de um arquivo. 43 RECOMENDAÇÕES Após a homologação do Código de Classificação e da Tabela de Temporalidade pela Comissão de Homologação, através de um documento normatizador, estes deverão ser publicados. Uma cópia destes

Leia mais

COMENTÁRIOS ANATEL 2014 COMENTÁTIRIOS DA PROVA DE ARQUIVOLOGIA DA ANATEL CARGO: TÉCNICO ADMINISTRATIVO. www.grancursos.com.br

COMENTÁRIOS ANATEL 2014 COMENTÁTIRIOS DA PROVA DE ARQUIVOLOGIA DA ANATEL CARGO: TÉCNICO ADMINISTRATIVO. www.grancursos.com.br COMENTÁTIRIOS DA PROVA DE ARQUIVOLOGIA DA ANATEL CARGO: TÉCNICO ADMINISTRATIVO 91. Os mapas e as plantas encontrados nos arquivos da ANATEL pertencem ao gênero documental iconográfico, sendo classificado

Leia mais

Repositórios Digitais Confiáveis

Repositórios Digitais Confiáveis Rápida introdução aos Repositórios Digitais Confiáveis Luis Fernando Sayão Comissão Nacional de Energia Nuclear Câmara Técnica de Documentos Eletrônicos CTDE/CONARQ lsayao@cnen.gov.br REPOSITÓRIOS DIGITAIS

Leia mais

REDES DE P ESQUI SA E A P RODUÇÃO DE CONHECI MENTO CI ENTÍ FI CO.

REDES DE P ESQUI SA E A P RODUÇÃO DE CONHECI MENTO CI ENTÍ FI CO. REDES DE P ESQUI SA E A P RODUÇÃO DE CONHECI MENTO CI ENTÍ FI CO. GALLO, Solange L. (Universidade do Sul de Santa Catarina UNISUL) solange.gallo@unisul.br O objetivo que tenho neste trabalho é compreender

Leia mais

A AUTENTICIDADE NA PRESERVAÇÃO DA INFORMAÇÃO DIGITAL

A AUTENTICIDADE NA PRESERVAÇÃO DA INFORMAÇÃO DIGITAL 552 A AUTENTICIDADE NA PRESERVAÇÃO DA INFORMAÇÃO DIGITAL José Carlos Abbud Grácio (UNESP Marília) Bárbara Fadel (UNESP Marília / Uni-FACEF Franca) 1. Introdução O papel surgiu como um dos principais suportes

Leia mais

de sistemas para recuperação de informação em interfaces de bibliotecas online.

de sistemas para recuperação de informação em interfaces de bibliotecas online. 1 Introdução Na época atual, as certezas definitivas já deram sinais de cansaço e à medida que avança a tecnologia, a sociedade se reformula. O conhecimento estabelecido durante séculos antes confinados

Leia mais

CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS. Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br

CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS. Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br Apresentação preparada para: I Congresso de Captação de Recursos e Sustentabilidade. Promovido

Leia mais

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 TEMÁTICA: EDUCAÇÃO, QUESTÃO DE GÊNERO E DIVERSIDADE EDUCAÇÃO

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

Palavras-chave: Mediação Cultural; Autonomia; Diversidade.

Palavras-chave: Mediação Cultural; Autonomia; Diversidade. Um olhar sobre a diversidade dos educativos da Fundaj 1 Maria Clara Martins Rocha Unesco / MG Maria José Gonçalves Fundaj / PE RESUMO Os programas educativos nos diferentes equipamentos culturais da Fundação

Leia mais

Comunicação em jogo: a relação entre as mudanças organizacionais e as atividades lúdicas

Comunicação em jogo: a relação entre as mudanças organizacionais e as atividades lúdicas Comunicação em jogo: a relação entre as mudanças organizacionais e as atividades lúdicas Tainah Schuindt Ferrari Veras Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Bauru/SP e-mail: tainah.veras@gmail.com

Leia mais

Metodologias COBIT e ITIL e as perspectivas do Modelo de Alinhamento Estratégico de TI

Metodologias COBIT e ITIL e as perspectivas do Modelo de Alinhamento Estratégico de TI Metodologias COBIT e ITIL e as perspectivas do Modelo de Alinhamento Estratégico de TI Gilberto Zorello (USP) gilberto.zorello@poli.usp.br Resumo Este artigo apresenta o Modelo de Alinhamento Estratégico

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO 1 MESTRADO: EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO A) DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DAS LINHAS 1 e 2: Estudos Organizacionais e Sociedade e Marketing e Cadeias

Leia mais

FORMAÇÃO IDEOLÓGICA: O CONCEITO BASILAR E O AVANÇO DA TEORIA

FORMAÇÃO IDEOLÓGICA: O CONCEITO BASILAR E O AVANÇO DA TEORIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL IV SEAD - SEMINÁRIO DE ESTUDOS EM ANÁLISE DO DISCURSO 1969-2009: Memória e história na/da Análise do Discurso Porto Alegre, de 10 a 13 de novembro de 2009 FORMAÇÃO

Leia mais

I Simpósio ICIA58 - Arquivos de Som e Imagem em Movimento 13 de novembro de 2013. Salvador, BA.

I Simpósio ICIA58 - Arquivos de Som e Imagem em Movimento 13 de novembro de 2013. Salvador, BA. OS DESAFIOS DA SALVAGUARDA, MANUTENÇÃO E ACESSO AS INFORMAÇÕES NA ERA DIGITAL Sergio Marques da Silva Nunes 1 RESUMO: A assim chamada Era Digital exerceu e continua exercendo um papel fundamental em nossas

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Acerca dos princípios e conceitos arquivísticos, julgue os itens que Julgue os itens seguintes, que versam acerca das normas nacionais se seguem. e internacionais de arquivo.

Leia mais

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO Karen Ramos Camargo 1 Resumo O presente artigo visa suscitar a discussão acerca dos processos de trabalho do Serviço Social, relacionados

Leia mais

AS IMPLICAÇÕES DA GESTÃO DEMOCRATICA NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COLETIVO Hedi Maria Luft UNIJUI Diovanela Liara Schmitt IEDB

AS IMPLICAÇÕES DA GESTÃO DEMOCRATICA NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COLETIVO Hedi Maria Luft UNIJUI Diovanela Liara Schmitt IEDB AS IMPLICAÇÕES DA GESTÃO DEMOCRATICA NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COLETIVO Hedi Maria Luft UNIJUI Diovanela Liara Schmitt IEDB Resumo Este estudo apresentado em forma de pôster tem como

Leia mais

PESQUISA QUALITATIVA

PESQUISA QUALITATIVA PESQUISA QUALITATIVA CONHECIMENTO É o processo pelo qual as pessoas intuem, apreendem e depois expressam. Qualquer ser humano que apreende o mundo (pensa) e exterioriza, produz conhecimento. PESQUISA É

Leia mais

IMAGEM TÉCNICA, PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE E PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS: DESAFIOS METODOLÓGICOS

IMAGEM TÉCNICA, PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE E PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS: DESAFIOS METODOLÓGICOS IMAGEM TÉCNICA, PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE E PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS: DESAFIOS METODOLÓGICOS Aluno: Lucas Boscacci Pereira Lima da Silva Orientadora: Solange Jobim e Souza Introdução Câmera como Instrumento

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches A presença de tecnologias digitais no campo educacional já é facilmente percebida, seja pela introdução de equipamentos diversos,

Leia mais

Aula 01 - Introdução à Gestão Organizacional e Educação Corporativa

Aula 01 - Introdução à Gestão Organizacional e Educação Corporativa Aula 01 - Introdução à Gestão Organizacional e Educação Corporativa Objetivos da aula: Nesta aula o principal objetivo será conceituar itens que irão embasar o conteúdo das aulas seguintes. Serão conceituados

Leia mais

GESTÃO DOCUMENTAL: ATUAÇÃO DO SECRETÁRIO EXECUTIVO

GESTÃO DOCUMENTAL: ATUAÇÃO DO SECRETÁRIO EXECUTIVO GESTÃO DOCUMENTAL: ATUAÇÃO DO SECRETÁRIO EXECUTIVO Cristiane Lessa Zwirtes 1 Daniela Giareta Durante 2 Resumo A gestão de documentos é um atividade fundamental em todas as organizações, por meio da organização

Leia mais

Gestão de Informação no ambiente de Cloud Computing

Gestão de Informação no ambiente de Cloud Computing Gestão de Informação no ambiente de Cloud Computing Karine Georg Dressler Karine Georg Dressler Programa Doutoral de Informação e Comunicação em Plataformas Digitais ICPD Faculdade de Letras Universidade

Leia mais

Gestão de tecnologias na escola

Gestão de tecnologias na escola Gestão de tecnologias na escola Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida 1 As tecnologias de informação e comunicação foram inicialmente introduzidas na educação para informatizar as atividades administrativas,

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Com relação aos fundamentos da arquivologia e à terminologia arquivística, julgue os itens a seguir. 61 Informações orgânicas registradas, produzidas durante o exercício das funções de um órgão ou instituição,

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 O PROFESSOR FORMADOR E SUA FORMAÇÃO EM UMA COMUNIDADE PROFISSIONAL José Ronaldo Melo 1 Universidade Federal do Acre UFAC ronaldmel@bol.com.br Resumo: Nessa comunicação apresento os resultados de uma pesquisa

Leia mais

PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS TEORIA DO ESTADO

PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS TEORIA DO ESTADO P á g i n a 1 PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS TEORIA DO ESTADO 1. Na teoria contratualista, o surgimento do Estado e a noção de contrato social supõem que os indivíduos abrem mão de direitos (naturais)

Leia mais

Acesso aberto e repositórios institucionais: repensando a comunicação e a gestão da informação científica

Acesso aberto e repositórios institucionais: repensando a comunicação e a gestão da informação científica Acesso aberto e repositórios institucionais: repensando a comunicação e a gestão da informação científica Fernando César Lima Leite fernandodfc@gmail.com 1. A comunicação científica e sua importância Qualquer

Leia mais

Música e internet: uma expressão da Cultura Livre

Música e internet: uma expressão da Cultura Livre Música e internet: uma expressão da Cultura Livre Auta Rodrigues Moreira Irene Guerra Salles Lilian Braga Carmo Luana Roberta Salazar Resumo: Atualmente, com a presença marcante das tecnologias, torna-se

Leia mais

A ESCOLA E O LIVRO INFANTIL NA FORMAÇÃO DO GOSTO LITERÁRIO

A ESCOLA E O LIVRO INFANTIL NA FORMAÇÃO DO GOSTO LITERÁRIO A ESCOLA E O LIVRO INFANTIL NA FORMAÇÃO DO GOSTO LITERÁRIO Sílvia Cristina Fernandes Paiva 1 Ana Arlinda Oliveira 2 A leitura literária na escola Podemos afirmar que a leitura é fundamental para construção

Leia mais

CISG-Brasil.net entrevista LUCA CASTELLANI, consultor jurídico do Secretariado da UNCITRAL

CISG-Brasil.net entrevista LUCA CASTELLANI, consultor jurídico do Secretariado da UNCITRAL CISG-Brasil.net entrevista LUCA CASTELLANI, consultor jurídico do Secretariado da UNCITRAL Luca G. Castellani é Consultor Jurídico do Secretariado da Comissão das Nações Unidas para o Direito Mercantil

Leia mais

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: CONSTRUÇÃO COLETIVA DO RUMO DA ESCOLA

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: CONSTRUÇÃO COLETIVA DO RUMO DA ESCOLA PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: CONSTRUÇÃO COLETIVA DO RUMO DA ESCOLA Luís Armando Gandin Neste breve artigo, trato de defender a importância da construção coletiva de um projeto político-pedagógico nos espaços

Leia mais

Titulo do Trabalho: Fundamentação da metodologia de pesquisa teórica em

Titulo do Trabalho: Fundamentação da metodologia de pesquisa teórica em Titulo do Trabalho: Fundamentação da metodologia de pesquisa teórica em psicanálise Autor: Érico Campos RESUMO Este trabalho discute questões gerais envolvidas na leitura de textos e discursos nas ciências

Leia mais

NÃO ESCOLARIZEM A EXPRESSÃO DRAMÁTICA! UMA REFLEXÃO SOBRE A VIVÊNCIA DESTA FORMA DE EXPRESSÃO ENQUANTO ACTIVIDADE AUTÊNTICA

NÃO ESCOLARIZEM A EXPRESSÃO DRAMÁTICA! UMA REFLEXÃO SOBRE A VIVÊNCIA DESTA FORMA DE EXPRESSÃO ENQUANTO ACTIVIDADE AUTÊNTICA França, A., & Brazão, P. (2009). Não escolarizem a Expressão Dramática! - uma reflexão sobre a vivência desta forma de expressão enquanto actividade autêntica. In L. Rodrigues, & P. Brazão (org), Políticas

Leia mais

Consciências de Desempenho Empresarial

Consciências de Desempenho Empresarial Quando o Design Thinking surgiu como uma alternativa para Solucionar Problemas, apresentando um novo perfil de raciocínio, considerando as partes interessadas como eixo de referência, ousando em pensar

Leia mais

Gestão escolar: revendo conceitos

Gestão escolar: revendo conceitos Gestão escolar: revendo conceitos Myrtes Alonso É um equívoco pensar que o desempenho da escola se expressa apenas nos resultados da aprendizagem obtidos nas disciplinas e que é fruto exclusivo do trabalho

Leia mais

Apresentação da FAMA

Apresentação da FAMA Pós-Graduação Lato Sensu CURSO DE ESPECIIALIIZAÇÃO 444 horras/aulla 1 Apresentação da FAMA A FAMA nasceu como conseqüência do espírito inovador e criador que há mais de 5 anos aflorou numa família de empreendedores

Leia mais

LIVRO O GERENTE INTERMEDIÁRIO Autor: Wellington Moreira

LIVRO O GERENTE INTERMEDIÁRIO Autor: Wellington Moreira LIVRO O GERENTE INTERMEDIÁRIO Autor: Wellington Moreira Manual de Sobrevivência dos Gestores, Supervisores, Coordenadores e Encarregados que atuam nas Organizações Brasileiras Capítulo 2 O Gestor Intermediário

Leia mais

O apoio recíproco está nos genes dos animais sociais; eles cooperam para conseguir alcançar juntos o que não podem fazer sozinhos.

O apoio recíproco está nos genes dos animais sociais; eles cooperam para conseguir alcançar juntos o que não podem fazer sozinhos. O apoio recíproco está nos genes dos animais sociais; eles cooperam para conseguir alcançar juntos o que não podem fazer sozinhos. (Sennet, 2013: p15) A redescoberta do trabalho coletivo Vamos tratar nesta

Leia mais

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Considerando que a informação arquivística, produzida, recebida, utilizada e conservada em sistemas informatizados,

Leia mais

PROVA OBJETIVA. Quanto ao planejamento, organização e direção de serviços de arquivo, julgue os itens subseqüentes.

PROVA OBJETIVA. Quanto ao planejamento, organização e direção de serviços de arquivo, julgue os itens subseqüentes. De acordo com o comando a que cada um dos itens de 1 a 70 se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com

Leia mais

POLÍTICA DE BIBLIOTECAS DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE BIBLIOTECAS DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE BIBLIOTECAS DAS EMPRESAS ELETROBRAS Sumário 1 Objetivo... 3 2 Conceitos... 3 3 Referências... 6 4 Princípios... 7 5 Diretrizes... 9 6 Responsabilidades...12 7 Disposições Gerais...15 2 1 Objetivo

Leia mais

Secretaria de Estado da Administração e da Previdência Departamento de Recursos Humanos Escola de Governo do Paraná SÍNTESE DAS EMENTAS PROPOSTAS

Secretaria de Estado da Administração e da Previdência Departamento de Recursos Humanos Escola de Governo do Paraná SÍNTESE DAS EMENTAS PROPOSTAS 1º MÓDULO: SÍNTESE DAS EMENTAS PROPOSTAS Economia e Sociedade do Conhecimento: Conceitos básicos: economia da informação e conhecimento. Investimentos tangíveis e intangíveis. Gestão do Conhecimento e

Leia mais

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 310 ÍNDICE

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 310 ÍNDICE Directriz de Revisão/Auditoria 310 CONHECIMENTO DO NEGÓCIO Outubro de 1999 ÍNDICE Parágrafos Introdução 1-7 Obtenção do Conhecimento 8-13 Uso do Conhecimento 14-18 Apêndice Matérias a Considerar no Conhecimento

Leia mais

A Arquivologia como campo de pesquisa: desafios e perspectivas. José Maria Jardim Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO

A Arquivologia como campo de pesquisa: desafios e perspectivas. José Maria Jardim Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO A Arquivologia como campo de pesquisa: desafios e perspectivas José Maria Jardim Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO A indissociabilidade entre ensino/produção/difusão do conhecimento

Leia mais

CAPACITAÇÃO E APOIO AOS CONSÓRCIOS PÚBLICOS INTERMUNICIPAIS VISANDO FORTALECIMENTO INSTITUCIONAL NA ÁREA DE GESTÃO E PLANEJAMENTO TERRITORIAL

CAPACITAÇÃO E APOIO AOS CONSÓRCIOS PÚBLICOS INTERMUNICIPAIS VISANDO FORTALECIMENTO INSTITUCIONAL NA ÁREA DE GESTÃO E PLANEJAMENTO TERRITORIAL CAPACITAÇÃO E APOIO AOS CONSÓRCIOS PÚBLICOS INTERMUNICIPAIS VISANDO FORTALECIMENTO INSTITUCIONAL NA ÁREA DE GESTÃO E PLANEJAMENTO TERRITORIAL Número do Projeto: PRODOC BRA 10/001 Título do Projeto: Observatório

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES E IDENTIDADE PROFISSIONAL

FORMAÇÃO DE PROFESSORES E IDENTIDADE PROFISSIONAL FORMAÇÃO DE PROFESSORES E IDENTIDADE PROFISSIONAL Profª Ms. Vanderlice dos Santos Andrade Sól 1. INTRODUÇÃO A construção da identidade profissional possui relações estreitas com o ambiente de formação

Leia mais

12 Guia prático de história oral

12 Guia prático de história oral parte i Fundamentos 12 Guia prático de história oral 1. TEMA Ao longo dos últimos anos, muitas abordagens se somam à chamada história oral, termo, contudo pouco explicado e confundido com gravações de

Leia mais

Um manifesto do Movimento Rethinking Resource Sharing Initiative

Um manifesto do Movimento Rethinking Resource Sharing Initiative Um manifesto do Movimento Rethinking Resource Sharing Initiative Subscrito pelo Comité Permanente do Movimento Repensar a Partilha de Recursos Fevereiro 2007 Subscrito pelo Comité Executivo da ALA/RUSA/STARS

Leia mais

Curso Geral de Gestão. Pós Graduação

Curso Geral de Gestão. Pós Graduação Curso Geral de Gestão Pós Graduação Curso Geral de Gestão Pós Graduação Participamos num processo acelerado de transformações sociais, políticas e tecnológicas que alteram radicalmente o contexto e as

Leia mais

O discurso sobre a profissão docente: construindo sentidos. Luciana Aleva Cressoni. PPGPE/UFSCar

O discurso sobre a profissão docente: construindo sentidos. Luciana Aleva Cressoni. PPGPE/UFSCar O discurso sobre a profissão docente: construindo sentidos Luciana Aleva Cressoni PPGPE/UFSCar Depois de uma palavra dita. Às vezes, no próprio coração da palavra se reconhece o Silêncio. Clarice Lispector

Leia mais

A ANÁLISE DE CONTEÚDO NA PERSPECTIVA DE BARDIN: do rigor metodológico à descoberta de um caminho de significações

A ANÁLISE DE CONTEÚDO NA PERSPECTIVA DE BARDIN: do rigor metodológico à descoberta de um caminho de significações A ANÁLISE DE CONTEÚDO NA PERSPECTIVA DE BARDIN: do rigor metodológico à descoberta de um caminho de significações Cátia Cilene Farago 1 Eduardo Fofonca 2 Análise de Conteúdo, em edição revista e atualizada,

Leia mais

Síntese Dinamizando Sistemas Nacionais De Inovação

Síntese Dinamizando Sistemas Nacionais De Inovação Síntese Dinamizando Sistemas Nacionais De Inovação Overview Dynamising National Innovation Systems As Sínteses constituem-se em excertos de publicações da OCDE. Elas são disponíveis livremente na biblioteca

Leia mais

ESTUDO SOBRE A APRENDIZAGEM DA DOCÊNCIA NA ATUAÇÃO NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: UMA ANÁLISE DA PERCEPÇÃO DOS PROFESSORES

ESTUDO SOBRE A APRENDIZAGEM DA DOCÊNCIA NA ATUAÇÃO NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: UMA ANÁLISE DA PERCEPÇÃO DOS PROFESSORES ESTUDO SOBRE A APRENDIZAGEM DA DOCÊNCIA NA ATUAÇÃO NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: UMA ANÁLISE DA PERCEPÇÃO DOS PROFESSORES Nara Dias Brito 1 ; Daniel Mill 2 Grupo 2.1. Docência na educação a distância: Formação

Leia mais

Estratégia de TI. Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio. Conhecimento em Tecnologia da Informação

Estratégia de TI. Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Estratégia de TI Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio 2011 Bridge Consulting Apresentação

Leia mais

Preservação de periódicos eletrônicos no Brasil: primeiros passos

Preservação de periódicos eletrônicos no Brasil: primeiros passos Congresso Humanidades Digitais em Portugal: construir pontes e quebrar barreiras na era digital FCSH (UNL) - Lisboa - 8 e 9 out 2015 Preservação de periódicos eletrônicos no Brasil: Dr. Miguel Angel Arellano/Dra.

Leia mais

A FORMA EDUCANDO COMO EXPERIÊNCIA DE SI: UM ESTUDO DA SUBJETIVIDADE SOB A PERSPECTIVA DE MICHEL FOUCAULT

A FORMA EDUCANDO COMO EXPERIÊNCIA DE SI: UM ESTUDO DA SUBJETIVIDADE SOB A PERSPECTIVA DE MICHEL FOUCAULT 1 A FORMA EDUCANDO COMO EXPERIÊNCIA DE SI: UM ESTUDO DA SUBJETIVIDADE SOB A PERSPECTIVA DE MICHEL FOUCAULT RAMOS, Douglas Rossi 1 ; CARDOSO JR, Hélio Rebello; ROCHA, Luiz Carlos da (Universidade Estadual

Leia mais

Resenha. Qual a lógica das políticas de comunicação no Brasil? César Ricardo Siqueira Bolaño, São Paulo: Editora Paulus, 2007, 124 p.

Resenha. Qual a lógica das políticas de comunicação no Brasil? César Ricardo Siqueira Bolaño, São Paulo: Editora Paulus, 2007, 124 p. Resenha Qual a lógica das políticas de comunicação no Brasil? César Ricardo Siqueira Bolaño, São Paulo: Editora Paulus, 2007, 124 p. Naná Garcez de Castro DÓRIA 1 Qual a lógica das políticas de comunicação

Leia mais

A estrutura do gerenciamento de projetos

A estrutura do gerenciamento de projetos A estrutura do gerenciamento de projetos Introdução O Guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK ) é uma norma reconhecida para a profissão de gerenciamento de projetos. Um padrão é

Leia mais

TÍTULO: O SERVIÇO SOCIAL NA ÁREA PRIVADA E A ELABORAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS

TÍTULO: O SERVIÇO SOCIAL NA ÁREA PRIVADA E A ELABORAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS TÍTULO: O SERVIÇO SOCIAL NA ÁREA PRIVADA E A ELABORAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO SOCIAL INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE DE RIBEIRÃO PRETO

Leia mais

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos Denis Alcides Rezende Do processamento de dados a TI Na década de 1960, o tema tecnológico que rondava as organizações era o processamento de

Leia mais

Capacitações em Gestão Documental

Capacitações em Gestão Documental Capacitações em Gestão Documental Responde por este documento: Blenda de Campos Rodrigues, Dra. Sócia diretora da Anima Ensino Mídia e Conhecimento blenda.campos@animaensino.com.br 48.2107.2722 Conteúdo

Leia mais

Instrumentais Técnicos da Gestão de Documentos: o Código de Classificação e a Tabela de Temporalidade e Destinação de Documentos de Arquivo

Instrumentais Técnicos da Gestão de Documentos: o Código de Classificação e a Tabela de Temporalidade e Destinação de Documentos de Arquivo I CICLO DE PALESTRAS SOBRE A GESTÃO ARQUIVÍSTICAS DE DOCUMENTOS NO INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS Instrumentais Técnicos da Gestão de Documentos: o Código de Classificação e a Tabela de Temporalidade

Leia mais

REPRESENTAÇÃO SOCIAL DE MEIO AMBIENTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO SUPERIOR

REPRESENTAÇÃO SOCIAL DE MEIO AMBIENTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO SUPERIOR REPRESENTAÇÃO SOCIAL DE MEIO AMBIENTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO SUPERIOR LUIZ, Cintya Fonseca; AMARAL, Anelize Queiroz & PAGNO, Sônia Fátima Universidade Estadual do Oeste do Paraná/Unioeste. cintya_fonseca@hotmail.com;

Leia mais

PROGRAMA DE PUBLICAÇÃO DE TESES PROQUEST. Andréa Gonçalves Training & Consulting Partner

PROGRAMA DE PUBLICAÇÃO DE TESES PROQUEST. Andréa Gonçalves Training & Consulting Partner PROGRAMA DE PUBLICAÇÃO DE TESES PROQUEST Andréa Gonçalves Training & Consulting Partner Agenda ProQuest Dissertations and Theses Histórico da UMI e PQDT Como e por que usar a PQDT? Processo de publicação

Leia mais

Pesquisas sobre leitura e biblioteca: um percurso de investigação e seus primeiros achados

Pesquisas sobre leitura e biblioteca: um percurso de investigação e seus primeiros achados 1 Pesquisas sobre leitura e biblioteca: um percurso de investigação e seus primeiros achados Renata Aliaga 1 Lilian Lopes Martin da Silva (Grupo ALLE- Alfabetização, Leitura e Escrita Programa de Pós Graduação

Leia mais

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler AULA 5 - PERSPECTIVA DE APRENDIZADO E CRESCIMENTO Abertura da Aula Uma empresa é formada

Leia mais

Nossa memória é nossa coerência, nossa razão, nossa ação, nosso sentimento. Sem ela, somos nada." Luis Buñuel, cineasta

Nossa memória é nossa coerência, nossa razão, nossa ação, nosso sentimento. Sem ela, somos nada. Luis Buñuel, cineasta 1 A HISTÓRIA NA EMPRESA: IDENTIDADES E OPORTUNIDADES Karen Worcman, graduada em História e mestre em Lingüística pela Universidade Federal Fluminense. Fundadora e diretora do Instituto Museu da Pessoa.

Leia mais

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR.

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ÉTICA E SERVIÇO SOCIAL: Elementos para uma breve reflexão e debate. Perspectiva de Análise Teoria Social Crítica (Marx e alguns marxistas)

Leia mais

A FORMAÇÃO DA COMUNIDADE INTERNACIONAL FRENTE AO FENÔMENO DA GLOBALIZAÇÃO DO MODELO NORTE-AMERICANO

A FORMAÇÃO DA COMUNIDADE INTERNACIONAL FRENTE AO FENÔMENO DA GLOBALIZAÇÃO DO MODELO NORTE-AMERICANO A FORMAÇÃO DA COMUNIDADE INTERNACIONAL FRENTE AO FENÔMENO DA GLOBALIZAÇÃO DO MODELO NORTE-AMERICANO Carlos Antônio Petter Bomfá 1 RESUMO: A globalização tem se tornado um elemento de identificação de uma

Leia mais

Comunicação e Reputação. 10 dicas para manter o alinhamento e assegurar resultados

Comunicação e Reputação. 10 dicas para manter o alinhamento e assegurar resultados Comunicação e Reputação 10 dicas para manter o alinhamento e assegurar resultados 1 Introdução Ao contrário do que alguns podem pensar, reputação não é apenas um atributo ou juízo moral aplicado às empresas.

Leia mais

A Gestão dos Processos de Comunicação e Relacionamentos Organizacionais. Professor MS Lauro d Avila

A Gestão dos Processos de Comunicação e Relacionamentos Organizacionais. Professor MS Lauro d Avila A Gestão dos Processos de Comunicação e Relacionamentos Organizacionais Professor MS Lauro d Avila Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos Resumo O artigo tem como objetivo constatar e comentar

Leia mais

sistemas de informação nas organizações

sistemas de informação nas organizações sistemas de nas organizações introdução introdução aos sistemas de objectivos de aprendizagem avaliar o papel dos sistemas de no ambiente empresarial actual definir um sistema de a partir de uma perspectiva

Leia mais

EUNEDS INTRODUÇÃO FINALIDADE E OBJECTIVOS

EUNEDS INTRODUÇÃO FINALIDADE E OBJECTIVOS EUNEDS INTRODUÇÃO O mandato para desenvolver uma Estratégia para a Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS) decorre da declaração apresentada pelos ministros do ambiente da CEE/ONU na 5ª Conferência

Leia mais

O ENVOLVIMENTO DOS DOCENTES DO ENSINO FUNDAMENTAL COM OS LETRAMENTOS DIGITAIS 1

O ENVOLVIMENTO DOS DOCENTES DO ENSINO FUNDAMENTAL COM OS LETRAMENTOS DIGITAIS 1 O ENVOLVIMENTO DOS DOCENTES DO ENSINO FUNDAMENTAL COM OS LETRAMENTOS DIGITAIS 1 Bruno Ciavolella Universidade Estadual de Maringá RESUMO: Fundamentado na concepção dialógica de linguagem proposta pelo

Leia mais

Repositórios, Acesso Livre, Preservação Digital. Questões para hoje e amanhã

Repositórios, Acesso Livre, Preservação Digital. Questões para hoje e amanhã Repositórios, Acesso Livre, Preservação Digital Questões para hoje e amanhã Florianópolis 1.000.000 a.c - 2009 d.c Evolução da prática científica O compartilhamento dos dados das pesquisas mudou para práticas

Leia mais

A preservação dos documentos da Justiça do Trabalho 1

A preservação dos documentos da Justiça do Trabalho 1 A preservação dos documentos da Justiça do Trabalho 1 A globalização produziu um acentuado processo de perda de identidade individual e de comunidades. No final do século XX, o mundo assistiu a um acentuado

Leia mais

Questão em foco: Colaboração de produto 2.0. Uso de técnicas de computação social para criar redes sociais corporativas

Questão em foco: Colaboração de produto 2.0. Uso de técnicas de computação social para criar redes sociais corporativas Questão em foco: Colaboração de produto 2.0 Uso de técnicas de computação social para criar redes sociais corporativas Tech-Clarity, Inc. 2009 Sumário Sumário... 2 Introdução à questão... 3 O futuro da

Leia mais

1.3. Planejamento: concepções

1.3. Planejamento: concepções 1.3. Planejamento: concepções Marcelo Soares Pereira da Silva - UFU O planejamento não deve ser tomado apenas como mais um procedimento administrativo de natureza burocrática, decorrente de alguma exigência

Leia mais

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES:

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: A Teoria das Organizações em seu contexto histórico. Conceitos fundamentais. Abordagens contemporâneas da teoria e temas emergentes. Balanço crítico. Fornecer aos mestrandos

Leia mais

Gestão da Mudança na Implantação de um Escritório de Processos

Gestão da Mudança na Implantação de um Escritório de Processos de um Escritório de Processos - Os principais pontos de atenção, seus sintomas e as medidas que o Gestor do Escritório de Processos deve adotar durante a sua implantação - Introdução...2 A Importancia

Leia mais

Aula 15. Tópicos Especiais I Sistemas de Informação. Prof. Dr. Dilermando Piva Jr.

Aula 15. Tópicos Especiais I Sistemas de Informação. Prof. Dr. Dilermando Piva Jr. 15 Aula 15 Tópicos Especiais I Sistemas de Informação Prof. Dr. Dilermando Piva Jr. Site Disciplina: http://fundti.blogspot.com.br/ Conceitos básicos sobre Sistemas de Informação Conceitos sobre Sistemas

Leia mais

BLOCO 8. Por que o PROFESSOR DEVE ESCREVER pelos alunos?

BLOCO 8. Por que o PROFESSOR DEVE ESCREVER pelos alunos? BLOCO 8 Por que o PROFESSOR DEVE ESCREVER pelos alunos? Texto 23: Práticas de escrita orientações didáticas Fonte: Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil - Volume 3 / Conhecimento do

Leia mais

Gestão de Contextos Visão Calandra Soluções sobre Gestão da Informação em Contextos White Paper

Gestão de Contextos Visão Calandra Soluções sobre Gestão da Informação em Contextos White Paper Gestão de Contextos Visão Calandra Soluções sobre Gestão da Informação em Contextos White Paper ÍNDICE ÍNDICE...2 RESUMO EXECUTIVO...3 O PROBLEMA...4 ILHAS DE INFORMAÇÃO...4 ESTRUTURA FRAGMENTADA VS. ESTRUTURA

Leia mais

ANÁLISE DOS PONTOS DE VISTA IDEOLÓGICOS COMO REFERÊNCIA NA FORMAÇÃO DO PÚBLICO LEITOR.

ANÁLISE DOS PONTOS DE VISTA IDEOLÓGICOS COMO REFERÊNCIA NA FORMAÇÃO DO PÚBLICO LEITOR. ANÁLISE DOS PONTOS DE VISTA IDEOLÓGICOS COMO REFERÊNCIA NA FORMAÇÃO DO PÚBLICO LEITOR. Autor: Wagner de Araújo Baldêz 1 - UFOP. Orientador: William Augusto Menezes 2 - UFOP. O objetivo desse artigo é relatar

Leia mais

(IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ

(IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ (IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ Resumo O presente trabalho objetiva apresentar uma pesquisa em andamento que

Leia mais

Executive Proposal: Um Padrão para a Apresentação de Propostas de Projetos

Executive Proposal: Um Padrão para a Apresentação de Propostas de Projetos Executive Proposal: Um Padrão para a Apresentação de Propostas de Projetos Corneli Gomes Furtado Júnior 1, Thiago Ferraz 1, Rossana Maria de Castro Andrade 1 1 Departamento de Computação Universidade Federal

Leia mais

A Internacionalização dos Periódicos Científicos Brasileiros

A Internacionalização dos Periódicos Científicos Brasileiros A Internacionalização dos Periódicos Científicos Brasileiros O Fórum de Editores Científicos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), criado em outubro de 2014 no âmbito da Vice-Presidência de Ensino, Informação

Leia mais

POLÍTICAS EDUCACIONAIS E O PROTAGONISMO DO PLANEJAMENTO NA GESTÃO MUNICIPAL Roberta Freire Bastos PPGE/UFES/CAPES

POLÍTICAS EDUCACIONAIS E O PROTAGONISMO DO PLANEJAMENTO NA GESTÃO MUNICIPAL Roberta Freire Bastos PPGE/UFES/CAPES POLÍTICAS EDUCACIONAIS E O PROTAGONISMO DO PLANEJAMENTO NA GESTÃO MUNICIPAL Roberta Freire Bastos PPGE/UFES/CAPES Resumo Este texto tem por objetivo discutir as novas formas de gestão da educação no sentido

Leia mais

As cinco disciplinas

As cinco disciplinas As cinco disciplinas por Peter Senge HSM Management julho - agosto 1998 O especialista Peter Senge diz em entrevista exclusiva que os programas de aprendizado podem ser a única fonte sustentável de vantagem

Leia mais

Considerações sobre a interdisciplinaridade: a ciência do desenvolvimento como opção

Considerações sobre a interdisciplinaridade: a ciência do desenvolvimento como opção Considerações sobre a interdisciplinaridade: a ciência do desenvolvimento como opção Geraldo A. Fiamenghi Jr Professor do Programa de Pós-Graduação em Distúrbios do Desenvolvimento da Universidade Presbiteriana

Leia mais

A REFERÊNCIA ELETRÔNICA E A INTERNACIONALIZAÇÃO DA PESQUISA JURÍDICA

A REFERÊNCIA ELETRÔNICA E A INTERNACIONALIZAÇÃO DA PESQUISA JURÍDICA Artigos EXCERTOS DA OBRA TOWARD A CYBERLEGAL CULTURE Mirela Roznovschi; Tradução Maria Isabel Taveira Excertos da obra Toward a Cyberlegal Culture (Em Direção a uma Cultura Ciberjurídica), de autoria de

Leia mais

Biblioteca digital: novo paradigma da informação

Biblioteca digital: novo paradigma da informação Biblioteca digital: novo paradigma da informação Murilo Bastos da Cunha Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Brasília, DF E-mail: murilobc@unb.br Introdução A Internet está revolucionando

Leia mais

Projeto de Pesquisa: Estrutura e natureza

Projeto de Pesquisa: Estrutura e natureza Projeto de Pesquisa: Estrutura e natureza Após a entrega do exercício D (folha síntese do projeto de pesquisa, vamos rever o projeto de pesquisa e a introdução da tese. Após a aula, além do exercício D

Leia mais

A PARTICIPAÇÃO ACADÊMICA EM PROJETOS DE EXTENSÃO E SUA IMPORTÂNCIA PARA O PROCESSO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL

A PARTICIPAÇÃO ACADÊMICA EM PROJETOS DE EXTENSÃO E SUA IMPORTÂNCIA PARA O PROCESSO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( X ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA A PARTICIPAÇÃO

Leia mais

SocialDB Social Digital Library

SocialDB Social Digital Library Social Digital Library Laboratório L3P NARRATIVA DO PROJETO SOCIALDB 06/2015 Gestor de uma coleção "Sou produtor cultural (ou fotógrafo) e quero criar um lugar na internet com uma seleção de obras artísticas

Leia mais

UM FOCO DE LUZ Cuidado de saúde mais seguro por meio da transparência

UM FOCO DE LUZ Cuidado de saúde mais seguro por meio da transparência UM FOCO DE LUZ Cuidado de saúde mais seguro por meio da transparência Lucian Leape Institute, The National Patient Safety Foundation Relatório da Mesa-redonda [Roundtable] sobre transparência SUMÁRIO EXECUTIVO

Leia mais