FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL FIERGS

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1 FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL FIERGS Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul Paulo Gilberto Fernandes Tigre Presidente do Sistema FIERGS Conselho de Relações do Trabalho e Previdência Social CONTRAB Ayrton Luiz Giovannini Coordenador Grupo de Gestão do Ambiente do Trabalho GEAT Beatriz Santos Gomes Coordenadora Técnica MINISTÉRIO DO TRABALHO E DO EMPREGO Luiz Marinho Ministro do Trabalho Neuza de Azevedo Delegada Regional do Trabalho Maria Silveira Chefe da Seção de Segurança e Saúde do Trabalhador da DRT/RS SINDICATO DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS METALÚRGICAS E MECÂNICAS DE MATERIAL ELÉTRICO DE CAXIAS DO SUL STIMMME Assis Flávio da Silva Melo Presidente do STIMMME Jorge Antônio Rodrigues Diretor José Antônio de Oliveira Leite - Diretor

2 Manual Básico de Segurança em Prensas e Similares Trabalho elaborado em parceria com o Ministério do Trabalho e Emprego, através da Delegacia Regional do Trabalho do Estado do Rio Grande do Sul DRT/RS, e Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Caxias do Sul STIMMME, sob a coordenação, orientação e supervisão do Grupo de Gestão do Ambiente do Trabalho e Previdências Social CONTRAB e da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul FIERGS. Coordenação Geral Beatriz Santos Gomes GEAT Coordenação Técnica Elaboração Ainda Cristina Becker João Baptista Beck Pinto Ainda Cristina Becker Aline Mauri Fabrizio Alves Muffo João Baptista Beck Pinto Leonardo Andrade do Nascimento Luiz Fernando Souza dos Santos Maisa Ramos Arán Marcelo Roberto Saraiva dos Santos Paulo Costa Ebbesen Rita Rutigliano Missiaggia Roberto Misturini Sérgio Xavier da Costa Revisão Gramatical, Lingüística e Pedagógica Jairo Brasil Vieira Consultor Normalização Bibliográfica Enilda Hack SENAI RS / UNET Reprodução CEP SENAI Artes Gráficas Henrique DÁvila Bertaso F 293 FIERGS. Manual de segurança em prensas e similares. Porto Alegre: Conselho de Relações do Trabalho e Previdência Social, Grupo de Gestão do Ambiente de Trabalho, p. il 1.Operação de Prensas 2. Zona de prensagem 3. Segurança no Trabalho 4. Prevenção contra acidentes I. Título CDU :614.8 Endereço para contato: FIERGS Conselho de Relações do Trabalho e Previdência Social CONTRAB Av. Assis Brasil, 8787 Bairro Sarandi CEP Porto Alegre RS Fone: (51) / Rio Grande do Sul, dezembro de

3 LISTA DE FIGURAS Figura 1 PMEEC completamente desprotegida Figura 2 Desenho esquemático da cadeia cinemática da PMEEC Figura 3 Eixo excêntrico da PMEEC Figura 4 Biela da PMEEC Figura 5 Eixo rompido da PMEEC Figura 6 Martelo Figura 7 PMEEC com risco de queda de biela por rompimento do eixo Figura 8 PMEEC com proteção contra queda da biela Figura 9 Mecanismo de acionamento da chaveta (caixa de disparo) Figura 10 Componentes do acoplamento: chaveta, pino L, buchas e eixo Figura 11 Pino L e chaveta: detalhe Figura 12 Componentes montados Figura 13 Chaveta quebrada Figura 14 Reservatório fluído instalado na prensa desprotegida Figura 15 Reservatório de fluído Figura 16 PMEEC totalmente desprotegida com pedal Figura 17 PMEEC totalmente desprotegida com alavanca Figura 18 Pedal elétrico protegido contra acionamento acidental (caixa de proteção) Figura 19 PMEEC desprotegida Figura 20 PMEEC dotada de proteção móvel intertravada na zona de prensagem Figura 21 Desenho esquemático cadeia cinemática e estrutura da PMEFE Figura 22 Eixo excêntrico Figuras 23 e 24 Biela com martelo acoplado e martelo biela simples Figura 25 PMEFE desprotegida no conjunto eixo biela e zona de prensagem. 26 Figura 26 PMEFE protegida Figura 27 Conjunto freio / embreagem instalado Figura 28 Conjunto freio/embreagem: detalhes Figura 29 Sistema de freio/embreagem posição de repouso máquina parada 28 Figura 30 Sistema freio/embreagem posição de funcionamento máquina em movimento Figuras 31 e 32 Válvula pneumática de segurança de fluxo cruzado com silenciador incorporado para PMEFE Figura 33 PMEFE: zona de prensagem desprotegida Figura 34 PMEFE: zona de prensagem protegida Figura 35 Exemplo de fluxo seqüencial dos dispositivos de segurança de parada da PMEFE Figura 36 PMFAF completamente desprotegida Figura 37 Desenho esquemático da cadeia cinemática da PMFAF Figura 38 Fuso Figura 39 Volante Figura 40 PMFAF com zona de prensagem desprotegida Figura 41 PMFAF com proteção nos volantes Figura 42 PMFAF: detalhe alavanca desprotegida

4 Figura 43 PH: Prensa hidráulica Figura 44 Cilindro hidráulico Figura 45 Desenho em corte de cilindro hidráulico Figura 46 Conjunto motobomba Figura 47 Válvulas hidráulicas Figura 48 Reservatório de fluído hidráulico Figura 49 Bloco de segurança para PH Figura 50 Válvula de segurança para PH Figura 51 Válvula hidráulica de retenção anti-queda Figura 52 PH com zona de prensagem desprotegida Figura 53 PH protegida Figura 54 Martelo desprotegido Figura 55 Martelo de queda Figura 56 Dobradeira vista frontal Figura 57 Dobradeira vista traseira Figura 58 Dobradeira com uso inadequado de pedal Figuras 59 e 60 Desenho do curso da ferramenta de dobra Figura 61 Posicionador imantado Figura 62 Colocação da peça no posicionador imantado Figura 63 Encosto imantado Figura 64 Encosto imantado sobre a peça Figura 65 Guilhotina Figura 66 Guilhotina com proteção frontal Figura 67 Guilhotina com proteção lateral e traseira Figura 68 Calandra sem proteção Figura 69 Calandra com proteção do tipo mesa deslizante e empurrador Figura 70 Cilindro misturador de borracha Figura 71 Desenho em corte ferramenta Figura 72 Estampo Figura 73 Armazenamento de ferramentas Figura 74 Movimentação por ponte rolante Figura 75 Movimentação por carrinho Figura 76 Dispositivo salva-mão Figura 77 Alimentação manual com pinça Figura 78 Alimentação manual em zona de prensagem protegida Figuras 79, 80 e 81 Gaveta Figura 82 Sistema de alimentação por gaveta Figura 83 Sistema de alimentação por bandeja rotativa ou tambor de revólver 63 Figura 84 Exemplo de alimentação por gravidade Figura 85 Zona de descarregamento de peças ou retalhos (parte traseira da prensa) Figura 86 Sistema de alimentação por robô Figura 87 Alimentador contínuo com braço magnético e proteção fixa de policarbonato na zona de prensagem Figura 88 Desbobinadeira desprotegida Figura 89 Desbobinadeira protegida Figura 90 Área de desbobinadeira desprotegida Figura 91 Área de desbobinadeira protegida Figura 92 Enclausuramento da zona de prensagem Figura 93 Enclausuramento da zona de prensagem

5 Figura 94 Enclausuramento da zona de prensagem por proteções reguláveis. 71 Figura 95 Enclausuramento da zona de prensagem por proteções móveis intertravadas Figura 96 Enclausuramento da zona de prensagem por proteções móveis intertravadas Figura 97 e 98 - Adaptação de proteção fixa em ferramentas Figura 99 Proteção em policarbonato Figura 100 Relé de segurança Figura Comando bi-manual com botão de emergência Figuras 102 e 103 Cortina de luz Figura 104 Cortina de luz instalada Figura 105 Cortina de luz com espelhos para proteção frontal e lateral Figura 106 Prensa hidráulica protegida com proteção física nas laterais e conjugação de cortina de luz e comando bi-manual Figura 107 Conjugação de cortina de luz e gaveta em prensa hidráulica Figura 108 Conjugação de cortina de luz e gaveta em prensa hidráulica Figura 109 Scanner Figura 110 Monitor de área a laser (scanner) Figura 111 Monitor de área a laser (scanner) Figura 112 Monitor de área a laser (scanner) Figuras 113 e 114 Tapetes de segurança Figura 115 Exemplo de aplicação de tapetes de segurança Figuras 116, 117 e 118 Acionadores de parada de emergência Figuras 119 e 120 Exemplos de monitores de curso de martelo Figura 121 Chave seletora de posições tipo yale Figuras 122 e 123 Chaves para intertravamento de proteções móveis Figura 124 Controlador lógico programável de segurança Figura 125 Diagrama de ligação do circuito de segurança Figura 126 Relés de segurança Figura 127 Calço de segurança com interligação eletromecânica Figura 128 Calço de segurança em uso Figura 129 Plataforma de manutenção Figuras 130 e 131 Resultados de manutenções inadequadas Figuras 132 e 133 Dispositivos de bloqueio e sinalização

6 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO INTRODUÇÃO PRENSAS PRENSAS MECÂNICAS EXCÊNTRICAS DE ENGATE POR CHAVETA OU ACOPLAMENTO EQUIVALENTE PMEEC Estrutura Cadeia cinemática Zona de prensagem Proteção em prensas mecânicas excêntricas de engate por chaveta PRENSAS MECÂNICAS EXCÊNTRICAS COM FREIO/EMBREAGEM PMEFE Estrutura Cadeia cinemática Sistema freio/embreagem Sistema conjugado Sistema separado Válvula de segurança Zona de prensagem Proteção em prensas mecânicas excêntricas com freio/embreagem PRENSAS MECÂNICAS DE FRICÇÃO COM ACIONAMENTO POR FUSO - PMFAF Estrutura Cadeia cinemática Zona de prensagem Proteção em prensas com acionamento por fuso PRENSAS HIDRÁULICAS PH Estrutura Principais componentes da PH Válvula ou bloco de segurança hidráulico Válvula de retenção Zona de prensagem Proteção em prensas hidráulicas EQUIPAMENTOS SIMILARES MARTELO PNEUMÁTICO Proteção em martelos pneumáticos MARTELO DE QUEDA Proteção em martelos de queda Cinta Volantes e polias

7 3.3 DOBRADEIRA OU PRENSA VIRADEIRA Proteção em dobradeiras GUILHOTINA, TESOURA E CISALHADORA (MANUAL, MECÂNICA E HIDRÁULICA) Proteção em guilhotinas, tesouras e cisalhadoras ROLO LAMINADOR, LAMINADORA E CALANDRA Proteção em rolo laminador, laminadora e calandra FERRAMENTAS, ESTAMPOS OU MATRIZES MOVIMENTAÇÃO DE FERRAMENTAS SISTEMAS DE ALIMENTAÇÃO / EXTRAÇÃO MANUAL GAVETA BANDEJA ROTATIVA OU TAMBOR DE REVÓLVER POR GRAVIDADE, QUALQUER QUE SEJA O MEIO DE EXTRAÇÃO MÃO MECÂNICA OU ROBÔ TRANSPORTADOR OU ALIMENTADOR AUTOMÁTICO DESBOBINADEIRA E ENDIREITADEIRA Proteção em desbobinadeiras e endireitadeiras DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO AOS RISCOS EXISTENTES NA ZONA DE PRENSAGEM OU DE TRABALHO PROTEÇÕES FIXAS PROTEÇÕES MÓVEIS ENCLAUSURAMENTO DA ZONA DE PRENSAGEM FERRAMENTA FECHADA COMANDO BI-MANUAL CORTINA DE LUZ OUTROS DISPOSITIVOS COMPLEMENTARES PARA MONITORAMENTO DE ÁREA SCANNER TAPETE DE SEGURANÇA DISPOSITIVOS DE PARADA DE EMERGÊNCIA MONITORAMENTO DO CURSO DO MARTELO COMANDOS ELÉTRICOS DE SEGURANÇA CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL (CLP) DE SEGURANÇA RELÉS DE SEGURANÇA SISTEMAS DE RETENÇÃO MECÂNICA CALÇOS DE SEGURANÇA PLATAFORMAS DE ACESSO MANUTENÇÃO

8 14 ATERRAMENTO ELÉTRICO TRANSFORMAÇÃO DE PRENSAS E SIMILARES - RETROFITING ASPECTOS ERGONÔMICOS TREINAMENTO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO MÍNIMO DAS RESPONSABILIDADES DO FABRICANTE DO EMPREGADOR, PROPRIETÁRIO OU USUÁRIO DE PRENSAS E SIMILARES DO EMPREGADO (OPERADOR DE PRENSAS E SIMILARES) CONSIDERAÇÕES FINAIS ANEXOS ANEXO A Nota Técnica nº 16/ ANEXO B Diagrama de hierarquia da legislação ANEXO C Classificação e resumo das principais normas de segurança de máquinas ANEXO D Sugestão de planilhas e check-list de cadastro, treinamento, manutenção e procedimento seguro de trabalho REFERÊNCIAS GLOSSÁRIO

9 APRESENTAÇÃO No início da década de 1980, entidades representativas de trabalhadores, começavam a externalizar para a sociedade o sofrimento das vítimas de acidentes de trabalho. Significativa parcela das lesões dos membros superiores se originava de trabalho com prensas e similares. Em 1989, com o apoio da DRT/SP, Magrini e colaboradores 1 pesquisaram condições de trabalho com prensas mecânicas nas indústrias da zona norte da cidade de São Paulo, revelando que 91% destas máquinas eram do tipo engate de chaveta ; 38% exigiam o ingresso das mãos dos operadores nas zonas de prensagem e 78% apresentavam a zona de prensagem aberta. Tais situações corroboravam o elevado número de acidentes graves apresentados nas estatísticas da Previdência Social. A grande quantidade destas máquinas instaladas no parque fabril nacional levou à necessidade de ações coletivas. Num esforço para reversão desta situação, de 1993 a 1995, a Convenção Coletiva Geral dos Metalúrgicos de São Paulo promoveu a criação de uma subcomissão bipartite de caráter permanente, específica para estudar o assunto. Em 1996, a DRT/SP, em busca de um diagnóstico aperfeiçoado, abriu a discussão com órgãos públicos, técnicos e acadêmicos, além das representações sindicais, visando o estabelecimento de proteções e procedimentos para trabalho seguro com prensas e similares. Nascia assim o PPRPS Programa de Prevenção de Riscos em Prensas e Similares. Na continuidade, a Portaria DRT/SP nº 50 de 11/9/1997 cria a Comissão de Negociação Tripartite sobre proteção em Prensas Mecânicas, onde evoluiu o entendimento entre as partes. 1 MAGRINI Rui; MARTARELLO, Norton. Condições de trabalho na operação de prensas. In: Costa e cols. Programa de saúde dos trabalhadores, Experiência da Zona Norte : Uma Alternativa em saúde pública. São Paulo, Hucitec, p

10 Em abril de 1999, o Brasil foi sede do XV Congresso Mundial de Segurança e Saúde no Trabalho, que premiou com o 1º lugar, dentre concorrentes internacionais, o vídeo elaborado em conjunto pela DRT/SP/Fundacentro e o Sindicato dos Metalúrgicos de SP, Máquina Risco Zero, demonstrando o andamento das negociações e meios de prevenção de acidentes com prensas e similares. Embalados pelo clima festivo da premiação e pelo estabelecimento, desde o final de 1997, da proibição de construção de prensas com engate de chaveta, através da Norma ABNT NBR Prensa Mecânica Requisitos de Segurança, foi firmada, em 27 de maio de 1999, a Convenção Coletiva adotando a obrigatoriedade de implantação do PPRPS pelos signatários, com alcance aos municípios de São Paulo, Mogi das Cruzes e região. Em outros estados do Brasil, como MG e RS, os acidentes de trabalho demonstravam a necessidade de enfrentamento do problema e a busca por soluções coletivas. Trabalhando em Caxias do Sul/RS, o Dr. João Fernando dos Santos Mello e colaboradores, analisaram extensa casuística de traumatismos de mão, causados por acidentes de trabalho. Nos cinco primeiros meses do ano de 1993 foram analisados acidentes: 500 (30%) atingiram a mão do trabalhador, sendo que 398 restaram em amputação de dedos. O mesmo estudo apontou que a indústria metalúrgica foi responsável por 50% dos acidentes, destacando-se as prensas como as máquinas que mais vitimaram trabalhadores. A DRT/RS procurou estabelecer instâncias de negociação tripartite, a exemplo do que já vinha acontecendo no centro do país, buscando a sinergia das ações desenvolvidas em conjunto pelo Ministério do Trabalho e Emprego e representações de trabalhadores e empregadores. 10

11 Orientados pelo planejamento nacional, que subdividiu a geografia de riscos do trabalho no país, em 2000 foi estabelecida como meta macro regional no Estado do RS, a redução de acidentes na indústria metalúrgica. Durante o ano de 2000 foi elaborado um diagnóstico para priorização de estratégias de redução de acidentes, o qual foi confirmado pelo estudo apresentado pelo Ministério da Previdência e Assistência Social Máquinas e Acidentes de Trabalho, que identificou dentre as máquinas que mais causam acidentes, as prensas para metalurgia, responsáveis por 42% dos casos de esmagamento de dedos ou de mãos registrados em 1995 e 25% de todos os acidentes graves causados por máquinas no mesmo ano. Grande parte desses acidentes ocorre em razão da utilização de máquinas obsoletas e inseguras. Em 2001, dentre as ações para enfrentamento do problema, surgiu a necessidade da criação do Manual Básico de Segurança em Prensas e Similares, instrumento para difundir, de forma mais efetiva e abrangente, a identificação e formas de erradicação dos riscos mais comuns presentes nas operações com prensas e similares, incluindo a divulgação da NBR Máquinas injetoras para plásticos e elastômeros - requisitos técnicos de segurança para o projeto, construção e utilização. Mais recentemente, a convenção coletiva que estabelecia o PPRPS foi ampliada para as outras convenções já existentes, como de injetoras e galvânica, e estendida para todo estado de São Paulo. Em 2004, o Ministério do Trabalho, a fim de uniformizar e divulgar boas práticas em nível nacional, ouvidos os trabalhadores, empregadores e fabricantes, publicou nota técnica, que levou o número NT 37/2004, a qual estabeleceu princípios para proteção de prensas e similares, nota esta que foi substituída pela Nota Técnica de número NT 16/2005, com pequenas adequações. O presente manual, fundamentado na NT 16/2005, tem como objetivo potencializar as ações tripartites, divulgar boas práticas a serem adotadas por todos aqueles que fabricam e utilizam prensas e similares, reduzir os acidentes de 11

12 trabalho, e, fundamentalmente, bem orientar empresas e empregados com relação às regras básicas de segurança que deverão ser atendidas no dia-a-dia, no intuito de preservar a integridade física do trabalhador. 12

13 1 INTRODUÇÃO Todas as máquinas e os equipamentos com acionamento repetitivo, que não tenham proteção adequada, oferecendo risco ao operador, devem ter dispositivos apropriados de segurança, conforme disposto na NR 12 Máquinas e Equipamentos. Esta norma regulamentadora traz medidas de ordem geral. Como o objetivo deste Manual é trazer condições mínimas de proteção a um grupo específico de máquinas (prensas e similares), de acordo com a NT 16/2005, passarse-á a enfocar os aspectos peculiares a cada máquina e equipamento. Este Manual classifica as prensas mais encontradas na indústria, e que deverão ser equipadas com dispositivos de segurança citados na NT 16/2005, conforme segue. 13

14 2 PRENSAS Prensas são máquinas utilizadas na conformação e corte de materiais diversos, onde o movimento do martelo (punção) é proveniente de um sistema hidráulico/pneumático (cilindro hidráulico/pneumático) ou de um sistema mecânico (o movimento rotativo é transformado em linear através de sistemas de bielas, manivelas ou fusos). As prensas, quanto ao sistema de transmissão do movimento do martelo, apresentam diversas modalidades. Neste manual abordaremos as mais utilizadas no parque industrial brasileiro. 2.1 PRENSAS MECÂNICAS EXCÊNTRICAS DE ENGATE POR CHAVETA OU ACOPLAMENTO EQUIVALENTE - PMEEC As Prensas Mecânicas Excêntricas de Engate por Chaveta (PMEEC) têm como características o curso limitado, energia constante e força variável do martelo em função da altura de trabalho. Podem ter o corpo em forma de C (com um montante) ou em forma de H (com duplo montante), com transmissão direta do volante ou com redução por engrenagens, com mesa fixa ou regulável, horizontal ou inclinada. O volante, movimentado por um motor elétrico, está apoiado na extremidade de um eixo, através de uma bucha de engate onde se encaixa uma chaveta rotativa (meia cana). Em sua outra extremidade o eixo está fixado em uma bucha excêntrica, alojada em uma biela, responsável pela transformação do movimento rotativo em movimento linear. Quando acionada, através de um pedal elétrico, pneumático ou hidráulico, ou comando bi-manual (é proibido o uso de pedais ou alavancas mecânicas), um dispositivo mecânico ou pistão hidráulico movimenta um pino em forma de L, puxando uma mola que faz com que a chaveta rotativa seja acoplada à bucha de engate, transmitindo o movimento de rotação ao conjunto eixo/bucha excêntrica, 14

15 transformado em movimento linear pela biela, realizando o trabalho de descida e subida do martelo. As Prensas Mecânicas Excêntricas de Engate por Chaveta (PMEEC), uma vez acionadas, possuem ciclo completo de trabalho, que consiste no movimento do martelo a partir de sua posição inicial, no Ponto Morto Superior (PMS), até o Ponto Morto Inferior (PMI), e retorno à posição inicial do ciclo, não sendo possível comandar a parada imediata do martelo após iniciado o seu movimento de descida. Este é o tipo de prensa mais utilizado no Brasil, por seu menor custo e baixa complexidade construtiva, sendo largamente encontrada em estamparias onde são requeridos maior precisão e repuxos pouco profundos Estrutura Figura 1 MEEC completamente desprotegida. A PMEEC pode ser confeccionada em ferro fundido, aço fundido ou em chapa de aço soldada Cadeia cinemática 15

16 São todas as peças que geram um movimento para ser aplicado no martelo. São exemplos os volantes, as engrenagens, os eixos, as bielas, as guias, as correias, etc. Legenda: A - Motor B - Volante C - Eixo D - Biela E - Martelo Figura 2 Desenho esquemático da cadeia cinemática da PMEEC. Figura 3 Eixo excêntrico da PMEEC. Figura 4 Biela da PMEEC. Figura 5 Eixo rompido da PMEEC. 16

17 IMPORTANTE O conjunto ponta do eixo biela deverá ter proteção fixa, integral e resistente, pois em caso de ruptura do eixo (Figura 5) por sobrecarga ou fadiga, evitará que a biela se projete sobre o operador. Figura 6 Martelo. Figura 7 PMEEC com risco de queda de biela por rompimento do eixo. Figura 8 PMEEC com proteção contra queda da biela. 17

18 Figura 9 Mecanismo de acionamento da chaveta (caixa de disparo). Figura 10 Componentes do acoplamento: chaveta, pino L, buchas e eixo. Figura 11 Pino L e chaveta: detalhe. 18

19 RUPTURA DE CHAVETA Figura 12 Componentes montados. Figura 13 Chaveta quebrada. IMPORTANTE Devido às suas características construtivas, é freqüente nestas prensas a ocorrência de um fenômeno denominado REPIQUE (repetição de golpe), devido a falhas mecânicas no sistema de acoplamento, como a quebra ou desgaste da chaveta ou do pino L, relaxamento das molas, entre outros, ocasionando a descida involuntária do martelo, por uma ou mais vezes. Principais causas do REPIQUE: 1. Após ter efetuado uma volta, a chaveta não encontra a lingüeta partindo então para uma nova volta. Este se trata do golpe redobrado imediato. 2. O outro tipo se refere à escora, ou lingüeta, que retorna para sua posição desligada ou desengatada muito tarde: a chaveta pára, mas em posição precária ou instável e, desse modo, ela pode então retomar novo ciclo, sem ter havido imposição do mecanismo de acionamento. Este último caso representa o mais inesperado, portanto é o que oferece o maior risco de acidentes. 3. Outro ponto que deve ser destacado como integrante da formação do golpe redobrado ou repique é a ruptura da chaveta por fadiga. Este elemento da máquina está normalmente submetido a diversos e repetitivos esforços, que podem alcançar 8000 ciclos/dia. Merece especial atenção: Prensas que utilizam bolsa (almofada) de ar, pois sofrem contra-golpe após a batida, desincronizando o engate e rompendo a chaveta causando o repique. Quando a máquina possui elementos acumuladores de fluídos incorporados ao seu sistema de comando, deverá ser analisada a necessidade de inspeção no(s) reservatório(s), conforme estabelecido na NR13. 19

20 Figura 15 Reservatório de fluído. Figura 14 Reservatório de fluído instalado na prensa desprotegida Zona de Prensagem O espaço entre o martelo e a mesa da prensa, onde se coloca o ferramental, é chamado Zona de Prensagem, sendo a área onde o martelo aplica a força. Nela encontra-se a maior área de risco, visto que a exposição do operador pode ocorrer a cada ciclo, repetindo-se várias vezes ao longo da jornada. Por este motivo deverá ser impedido o acesso por todos os lados, através de proteção física fixa durante o ciclo normal de trabalho. Para manutenção ou troca de ferramental, poderá se dispor de proteção móvel intertravada que garanta a parada total da máquina (monitor de detecção de movimento); deverá ainda se utilizar dispositivo de retenção mecânica (calço) instalado entre a mesa e o martelo. A máquina deverá ser provida de chave seccionadora ou dispositivo de mesma eficácia, dotado de bloqueio que impeça qualquer partida inesperada. 20

21 IMPORTANTE É proibido o uso de pedais ou alavancas mecânicas para o acionamento. Comandos do tipo bi-manual poderão ser utilizados como acionadores a fim de eliminar o pedal, porém não constituem proteção. Figura 16 PMEEC totalmente desprotegida com pedal. Figura 17 PMEEC totalmente desprotegida com alavanca. Poderá ser admitida a utilização de pedais com atuação elétrica, pneumática ou hidráulica, dentro de uma caixa de proteção, respeitando as dimensões previstas na NBRNM-ISO 13853, desde que não haja acesso à Zona de Prensagem através de barreira física ou quando utilizada ferramenta fechada. 21

22 Figura 18 Pedal elétrico protegido contra acionamento acidental (caixa de proteção) Proteção em prensas mecânicas excêntricas de engate por chaveta Para as prensas mecânicas excêntricas de engate por chaveta deverá ser garantido o impedimento físico ao ingresso de qualquer parte do corpo, vestimenta, e especialmente das mãos do operador na zona de prensagem. Para tanto, as empresas devem valer-se dos seguintes recursos tecnológicos: a) ser enclausuradas, com proteções fixas, e, havendo necessidade de troca freqüente de ferramentas com proteções móveis dotadas de intertravamento com bloqueio, por meio de chave de segurança, de modo a permitir a abertura somente após a parada total dos movimentos de risco ou, b) operar somente com ferramentas fechadas. IMPORTANTE Para as prensas mecânicas excêntricas de engate por chaveta deverá ser adotado pelo menos um dos recursos acima apresentados, sendo considerada situação de grave e iminente risco a falta de proteção que impeça o acesso das mãos do trabalhador na zona de prensagem, podendo levar a imediata interdição do equipamento pela fiscalização do Ministério do Trabalho. Dispositivos como pinças magnéticas ou mecânicas e tenazes podem ser utilizadas somente para atividades de forjamento a quente ou a morno, com medidas de proteção que garantam o distanciamento do trabalhador à área de risco, ficando vedado o uso de afasta-mão ou similar para operações de qualquer espécie. 22

23 Figura 19 PMEEC desprotegida. Figura 20 PMEEC dotada de proteção móvel intertravada na zona de prensagem. (própria para troca freqüente de ferramenta) Deverão ainda, ser providas de proteção fixa integral e resistente, através de chapa ou outro material rígido que impeça o ingresso das mãos e dedos nas áreas de risco tais como volantes, polias, correias e engrenagens. Estas proteções deverão prever a retenção mecânica dos componentes quanto à queda por ruptura dos mesmos. 2.2 PRENSAS MECÂNICAS EXCÊNTRICAS COM FREIO/EMBREAGEM - PMEFE As Prensas Mecânicas Excêntricas com Freio/Embreagem (PMEFE) também têm como características o curso limitado, energia constante e força variável do martelo em função da altura de trabalho. Podem ter o corpo em forma de C (com um montante) ou em forma de H (com duplo montante), com transmissão direta do volante ou com redução por engrenagens, com mesa fixa ou regulável, horizontal ou inclinada. O volante, movimentado por um motor elétrico, está apoiado na extremidade de um eixo, ligado a um sistema de freio/embreagem. Em sua outra extremidade o eixo está fixado em uma bucha excêntrica, alojada em uma biela, responsável pela transformação do movimento rotativo em movimento linear. 23

24 Quando acionada, através de um pedal elétrico, pneumático ou hidráulico, ou comando bi-manual, uma ou mais válvulas pneumáticas ou hidráulicas recebem o sinal, permitindo a entrada do fluído, liberando o freio e, simultaneamente, acoplando a embreagem, transmitindo o movimento de rotação ao conjunto eixo/bucha excêntrica, transformado em movimento linear pela biela, realizando o trabalho de descida e subida do martelo. Uma vez executado o ciclo, este fluído é liberado e o martelo pára, através do freio que é acionado por molas, pois estas unidades são normalmente freadas. Diferentemente das Prensas Mecânicas Excêntricas de Engate por Chaveta (PMEEC), estas prensas, uma vez acionadas, podem ter o movimento de descida do martelo interrompido durante o ciclo de trabalho. As Prensas Mecânicas Excêntricas com Freio/Embreagem (PMEFE) também podem apresentar o repique (repetição de golpe), devido a falhas na válvula ou no sistema de acoplamento, como o desgaste do freio, entre outros, ocasionando a descida involuntária do martelo, por uma ou mais vezes. Os pedais de acionamento estão historicamente ligados a acidentes e devem ser evitados, porém em casos onde tecnicamente não é possível a utilização de acionamento através de controle bi-manual, poderá ser admitido o uso de pedais com atuação elétrica, pneumática ou hidráulica desde que instalados em uma caixa de proteção contra acionamento acidental e somente com a zona de prensagem protegida através de barreira física, cortina de luz ou utilização de ferramenta fechada. O número de pedais deverá corresponder ao número de operadores na prensa, com chave seletora de posições tipo yale ou outro sistema com função similar, de forma a impedir o funcionamento acidental da prensa sem que todos os pedais sejam acionados. Este tipo de prensa, por ser mais confiável e ter as mesmas características de produção, tende a substituir as Prensas Mecânicas Excêntricas de Engate por Chaveta (PMEEC) nas indústrias do Brasil, a exemplo do que vem acontecendo no restante do mundo. 24

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