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1 em revista página3 Nesta edição: IX Congresso Panamericano de Segurança Privada FEPASEP - Panamá 2011 página4 TST faz audiência pública para debater terceirização de serviços Sempre aqui página 7 Leitura página 8 Associados

2 abrevis em revista Diretoria abrevis Presidente José Jacobson Neto GP/SP 1º VP Edson da Silva Torres Dinâmica/RJ 2º VP Marcos Emanuel Torres de Paiva Nordeste/PE Regional Norte VP José Pacheco Ferreira VP Adjunto Oziel Matos Carneiro Regional Nordeste VP Urubatan E. Romero VP Adjunto Antonio V. Pereira Filho Regional centro-oeste VP Mauricio da Silva Alves VP Adjunto André Luiz Costa Machado Regional sudeste VP Marcos Félix Loureiro VP Adjunto Gibson de Souza Leite Regional sul VP Ivan Zanardo VP Adjunto Silvio Renato M. Pires finaceiro Diretor Lelivaldo Benedicto Marques Dir. Adjunto Flávio Sandrini Baptista administrativo Diretor Victor Saeta de Aguiar Diretor Adjunto Ricardo Tadeu Correa conselho fiscal Presidente Aguinaldo Pedroso da Silva Titular Raimundo N. Caldeira da Silva Titular Soely Ferraro Barcellos Suplente Ladislau Paulino Campos Suplente Raimundo N. Rodrigues Coelho Suplente Arquimedes Gonzaga Gonçalves Diretoria Assuntos Jurídicos Sérgio Luiz B. Borges Rel. do Mercado Mário Baptista de Oliveira Relações Internacionais João Eliezer Palhuca Pequenas Empresas Roberto Magela Escolta Autair Iuga Seg. Eletrônica Erik Muldgaard Christensen Cursos Cel. Franscico Lopes Assuntos Legislativos João Batista Diniz Junior Com. Social e Eventos Marco dos Santos Suhai Suplente Sandro Maurício Smaniotto Suplente Rafael Cavalcanti Prudente Suplente Wagner Aparecido Alves Suplente Francisco de Assis Moura Suplente Paulo Helder Bordin Suplente Humberto C. de Aragão Filho Visam/AM Saga/PA North Segurança/CE Sacel/SE Integral/MT Escudo/GO Vigserv/ES CJF/MG onseg/sc Portoalegrense/RS Power/SP Verzani & Sandrini/SP Abrevis em revista Órgão oficial da Associação Brasileira de Empresas de Vigilância e Segurança Abrevis Rua Bernardino Franganiello, 691 CEP São Paulo - SP Tel/Fax: (11) Diretor Responsável Victor Saeta de Aguiar Pentágono/SP MS/SP Suporte/SP Transexcel/AM Loyal/SP Vsg/ES Transvig/RR Mega/MS Mão Forte/SP Protege/SP Evik/SP Roma/RO Macor/SP Graber/SP Ideal/SP Cadiz/SP Suhai/SP Special/PR 5 Estrelas/DF Treze Listas/SP Cifra/MS ondrepsb/sc Locabras/CE Editora e Jornalista Responsável Lilian Ferracini MTB Revisão: CN Editorial e Serviços Ltda. A redação da Abrevis em revista não se responsabiliza pelos conceitos emitidos em matérias assinadas por colaboradores A Superação da Segurança Privada O segmento de segurança privada vem se especializando e se modernizando ao longo de seus mais de 40 anos de prestação de serviços. Desde o início foram muitas lutas para o reconhecimento das empresas como uma forte arma contra o crime. Houve um tempo - os mais antigos irão se lembrar disso - que nosso segmento representou uma das poucas medidas privadas eficazes disponíveis para que a sociedade pudesse contar com meios de segurança de suas instalações, valores transportáveis, patrimônio e vidas. Isso ocorreu independentemente das ações do Estado. Eram tempos de instabilidade política e as empresas pioneiras no então recém criado ramo de segurança privada souberam responder aos anseios do país para proporcionar tranqüilidade a quem necessitava proteger sua atividade industrial, comercial, bancária, escolar ou outras que, igualmente necessitavam de proteção. Foram inúmeras as dificuldades que este segmento enfrentou para se impor como ramo empresarial. Foi necessário contar com empresas que envolveram grandes somas de capitais e buscaram tecnologias de ponta para imprimir profissionalismo, competência e dinâmica aos novos rumos que a segurança teve que adotar nessa nova fase do país. Hoje é inegável o reconhecimento de todo esse esforço por parte de nossas autoridades. A segurança privada conquistou seus espaços e é, em alguns casos, mais presente que o Estado na manutenção da ordem e inviolabilidade de bens móveis e imóveis, valores em trânsito, cargas valiosas, vidas, etc., além de ser a referência de segurança em hospitais, grandes eventos, centros comerciais, educacionais e industriais. Somos a única forma que a iniciativa privada tem para manter o controle interno de suas áreas. Condomínios grandes ou pequenos são vigiados constantemente por empresas especializadas. Essa excelência de serviços custou muito empenho por parte das empresas, além de enormes gastos com treinamento, estudos de comportamentos, análises de risco e estudos profundos de prevenções passíveis de serem utilizadas. O termo SEGURANÇA passou a despertar o interesse de todos os que necessitam de tranqüilidade e controle em suas atividades rotineiras, sejam profissionais ou pessoais. E é aí, que estamos vivendo hoje uma situação de extremo desconforto. Hoje é comum ver-se nas grandes cidades um enorme contingente de veículos que ostentam características de viaturas de empresas especializadas. Há um cipoal de termos que visam iludir a sociedade e aproveitar a confusão para comercializar de forma ilegal os serviços de segurança. Empresas clandestinas usam do artifício de mistificar suas viaturas com o termo SEGURANÇA em grandes letras, confundindo assim quem com elas cruza nas ruas. Além desse fato, é muito comum vermos hoje nas calçadas um grande número de abrigos multicoloridos com a palavra SEGURANÇA estampada e funcionários vestidos com uniformes executando funções que confundem sua atividade com a atividade legal da segurança privada. Há o disparate de que algumas dessas empresas possuam até sites que oferecem serviços para os quais não estão autorizadas. É necessário que se crie urgentemente uma forma de fiscalização sobre essas falsas empresas que se apresentam como se fossem de segurança, para que todo o espaço conseguido com seriedade e profissionalismo não seja conspurcado por empresários inidôneos estranhos ao setor. As administrações municipais e estaduais que cuidam do licenciamento de veículos deveriam fiscalizar a correta utilização das marcas e logotipos das empresas proprietárias dessas viaturas, evitando que termos ambíguos possam confundir a sociedade e levar instabilidade a um setor sério e responsável por uma das maiores aspirações atuais: A SEGURANÇA! ABREVIS em revista 3 julho / agosto 2011

3 IX Congresso Panamericano de Segurança Privada FEPASEP - Panamá 2011 A organização esteve a cargo da CAPASEP Câmara Panamenha de Segurança Privada e FEPASEP Federação Panamericana de Segurança Privada O Congresso FEPASEP é o evento mais proeminente da região em temas de Segurança Privada. Reuniu um amplo espectro de atores, funcionários do governo, especialistas, acadêmicos, empresários e profissionais vinculados com o assunto. O congresso aconteceu de 27 a 29 de setembro passado. Também, através de sua mostra comercial, foi uma interessante oportunidade para conhecer e expor produtos, serviços, e os últimos avanços tecnológicos da operação e administração de segurança. O Congresso Panamericano Neste encontro, empresários de Segurança Privada, autoridades governamentais, oficiais de forças Armadas e Policiais, acadêmicos, funcionários internacionais e consultores especializados, contaram com um espaço de encontro e debate sobre os desafios atuais e futuros a serem enfrentados pela Segurança Privada em toda a região. Os seguintes temas foram debatidos: Relação entra a segurança pública e privada; Novas tecnologias na segurança privada; Gestão do talento humano no campo da segurança privada; Análise de risco e matrizes para a continuidade de negócios; Mega projetos de segurança; Seqüestros e terrorismo na América Latina; Como selecionar empresas de segurança privada; Regulação e tecnologia no controle de incêndios de altas edificações; Administração moderna da segurança privada; Programas de Segurança Cidadã; Tendências da segurança privada na América Latina e no mundo. Simultaneamente ao Congresso, aconteceu a Assembléia Geral da FEPASEP, em que se debateram importantes temas relativos às instituições de Segurança Privada; também foram ratificadas as sedes das próximas Assembléias e Congressos Internacionais. julho março/abril / agosto Revista SESVESP

4 abrevis em revista TST faz audiência pública para debater terceirização de serviços O Tribunal Superior do Trabalho (TST) debateu, nos dias 4 e 5 de outubro passado, a terceirização de serviços. Para alguns magistrados, essa forma de contratação pode servir para precarizar a remuneração e demais direitos do trabalhador, o que consideram um disfarce ilegal adotado pelos empregadores para reduzir seus custos. O objetivo foi esclarecer dúvidas antes de julgar os mais de cinco mil processos de terceirização que estão na corte. Desde o anúncio da realização da audiência pública, o TST recebeu 221 pedidos de especialistas e instituições para exporem suas teses, dos quais 39 foram aceitos. Cerca de 700 pessoas participaram como ouvintes. Estiveram presentes, além dos Ministros do TST, o Procurador Geral do MPT, o Presidente Nacional da OAB e outras autoridades. Entre os presentes, muitos líderes sindicais patronais e laborais. De ambos os lados havia profissionais que as partes contrataram para defender suas posições, a tal ponto que alguém observou que os trabalhadores terceirizaram sua defesa. Iniciada a audiência no dia 4, o presidente do TST fez uma abordagem complexa e completa da Terceirização. Suas conclusões, no entanto, de acordo com os jornais, são contrárias à terceirização da atividade-fim. Argumentos dos trabalhadores Os contrários à terceirização, todos líderes sindicais ou profissionais contratados para discursar por entidades, insistiram em argumentar e dizer que terceirização equivalia a precarização através de: A - substituição de trabalhadores com emprego direto por terceirizados; B redução de salário e benefícios; C aumento de acidentes de trabalho. Alguns discursos apresentaram dados e deixavam aberta a possibilidade de acordo observada certas condições: A manutenção dos empregos tradicionais; B equiparação de condições do terceirizado aos demais trabalhadores; C- responsabilidade solidária. Não foi exposto no microfone, mas vários folhetos que circulavam exigiam que os terceirizados fossem associados ao sindicato da atividade fim, o que deixava claro a luta por poder e contribuições financeiras na disputa. Argumentos dos empresários Lívio Giosa, Presidente do Instituto PNBE de Desenvolvimento Social, explicou cientificamente a terceirização como relevante instrumento de gestão, sua inevitabilidade, a produtividade e a qualidade por ela produzida. Percival Maricato, Assessor Jurídico do SES- VESP e Vice-Presidente da CEBRASSE Central Brasileira do Setor de Serviços, procurou inserir sua fala em um contexto histórico. Citou economistas famosos, até Karl Marx e Adam Smith, tanto como os benefícios de quem tem carteira assinada o que, ao contrário de que dizia, não era precarização. Deixou claro que os que são contra a terceirização, são contra o desenvolvimento das forças produtivas e ninguém conseguiu deter essas forças na história. Acrescentou que terceirização é irreversível, que o prejuízo a algumas categorias de trabalhadores tradicionais era compensado pelo enorme contingente de absorção de trabalhadores vindo do desemprego, da informalidade, os que procuravam o primeiro emprego, os idosos e tantos outros que, por falta de qualificação, não eram aceitos na atividade-fim. Pontuou que isso não era precarização, mas sim ascensão. Maricato também comparou a conduta dos sindicatos obreiros às corporações de ofício da idade média, que também tentaram manter privilégios (só eles podiam fazer produtos e o faziam artesanalmente) quando as forças produtivas do capitalismo nascente queriam crescer e se expandir, queriam fabricar produtos em série. Também citou várias estatísticas do IBGE, ABREVIS em revista 5 julho / agosto 2011

5 IPEA, outras tiradas do RAIS do Ministério do Trabalho, demonstrando que a terceirização estava elevando o valor recebido pelo trabalho, o nível de formalização, elevou a remuneração média dos trabalhadores, melhorou as contas da previdência, aumentou o mercado de consumo, dando auto-estima e qualidade de vida a quem vivia na informalidade, etc. As referências estatísticas impressionaram, tanto que insistiram em ter cópias do pronunciamento de Maricato. Repercussão A audiência encontrou ampla repercussão, foi divulgada para todo o país pela TV Justiça, e foi muito esclarecedora. Maricato chegou a citar alguns casos que não podem ser ignorados: o fato do governo obrigar o cartão Visa a terceirizar a recepção do pagamento de contas, para proteger consumidores (portanto, um movimento a favor da terceirização); o caso de laboratórios estrangeiros que terceirizam pesquisas de cura de doenças graves, inclusive para laboratórios de universidades, etc. Essa é uma guerra que irá continuar. Há projetos de lei no congresso e vai ganhar o lado que pressionar melhor. No final, pedimos ao TST mais três audiências públicas, valorizando o legislado, para reduzir o número de reclamações e sobre o deficiente. O presidente parece ter gostado da idéia. Vamos pedir ao TRT de São Paulo que repercuta aqui esses debates avaliou Maricato. Em entrevista coletiva concedida ao final da Audiência Pública sobre Terceirização de Mão de Obra, o presidente do TST, ministro João Oreste Dalazen, defendeu a adoção a responsabilidade solidária, por parte do tomador de serviço, pelo descumprimento de obrigações trabalhistas. Seria um avanço social e induziria as empresas que contratam a prestação de serviços a participar mais do processo de fiscalização, afirmou. A jurisprudência atual (Súmula 331) prevê apenas a responsabilidade subsidiária, ou seja, o tomador de serviço só responde pelas dívidas trabalhistas de maneira acessória, no caso de a empregadora não pagar as verbas reconhecidas judicialmente (como o fiador de um contrato de aluguel). Na responsabilidade solidária, a tomadora compartilha as obrigações com a prestadora de serviços num mesmo plano. Este é um dos pontos considerados essenciais por Dalazen para o aprimoramento da legislação sobre o tema. O segundo é a limitação dos casos em que a terceirização é admitida às atividades-meio e às atividades especializadas ligadas à área meio nos termos da Súmula 331 do TST. A terceirização na atividade-fim é, na minha opinião, a negação do Direito do Trabalho, sustentou. O ministro reconhece, porém, a dificuldade de definição entre áreas meio e fim. Não há um rigor científico absoluto, mas o critério ainda é um mal menor diante da possibilidade de abertura plena e desenfreada da terceirização. Alguns setores especialmente o serviço público e a área de tecnologia da informação exigem um exame mais aprofundado, devido a suas especificidades. Mosaico de opiniões Sobre a audiência pública, realizada pela primeira vez no TST, Dalazen faz uma avaliação positiva. Ensejamos um debate democrático, pluralista e elevado, trazendo as mais diversas e contrastantes posições, afirmou no encerramento da audiência. O TST, agora, vai refletir e amadurecer suas posições sobre tema tão complexo. Foi o primeiro passo para a abertura do Tribunal ao diálogo com a sociedade, e outros certamente virão, ressaltou. Os 50 expositores representaram, segundo o presidente do TST, um mosaico de opiniões de forma cortês e respeitosa. Esta contribuição servirá para que o TST elucide muitas das questões de fato envolvidas nos cerca de cinco mil processos em tramitação na Corte que tratam da terceirização. Mais do que isso, o presidente do TST pretende encaminhar o material coletado ao Congresso Nacional, como subsídio para as discussões em torno do marco regulatório da terceirização. julho / agosto Revista SESVESP

6 abrevis em revista CONTRATE SEGURANÇA COM QUALIDADE Consulte o SESVESP O Sesvesp, órgão oficial do segmento, recomenda que sejam contratadas Empresas de Segurança que apresentem a documentação necessária para sua plena regularização junto ao Ministério da Justiça. As empresas filiadas ao Sesvesp buscam cada vez mais qualidade e responsabilidade como, por exemplo, a obtenção da Certificação CRS - Certificado de Regularidade em Segurança. O objetivo do Sesvesp é proporcionar aos associados todo o suporte necessário, oferecendo cursos e palestras, além de orientação jurídica, treinamentos e reciclagens, para que possamos oferecer ao mercado Empresas de Segurança com Qualidade. NÃO CORRA RISCOS CONTRATE SEGURANÇA COM SEGURANÇA Atividade controlada pela Polícia Federal Tel. Delesp-SP (11) ABREVIS em revista 7 julho / agosto 2011 Sindicato das Empresas de Segurança Privada, Segurança Eletrônica, Serviços de Escolta e Cursos de Formação do Estado de São Paulo Primeiro Sindicato a obter a Certificação ISO 9000 Tel/Fax: (0xx11)

7 Sugestões de leitura Até Que Enfim é Segunda: Como Criar um Ambiente de Trabalho Motivador e Produtivo para Você e Sua Equipe ROXANNE EMMERICH O livro revela que um ambiente de trabalho favorável é o pontapé inicial de que uma empresa precisa para ser bem-sucedida. Quando os integrantes de sua equipe ajudam uns aos outros, têm orgulho do que fazem e comemoram cada conquista, o desempenho aumenta, a qualidade dos produtos e serviços melhora e os clientes ficam satisfeitos. O resultado disso você mede em números, mas, acima de tudo, sente no dia a dia. A autora traz histórias reais de pessoas que elevaram sua qualidade de vida e alavancaram o crescimento de suas empresas ao mudarem a cultura delas. O mais surpreendente é que essa transformação começa em um único dia, quando a equipe se compromete com atitudes elementares, como: - Resolver qualquer conflito às claras; - Fazer perguntas construtivas; - Criar e atualizar rotinas de trabalho que ajudem a aumentar a eficiência; - Usar frases afirmativas e dizer claramente o que quer; - Aceitar conselhos; - Não aceitar a mediocridade; - Comemorar os sucessos Quando todos têm as mesmas expectativas a respeito de como agir com clientes e colegas, fica mais fácil avaliar o desempenho da equipe e eliminar práticas negativas, como desculpas, fofocas e lamentações. Que tal, em vez de arrastar os pés, finalmente descobrir o prazer do trabalho? Quanto antes a mudança começar, mais cedo os resultados positivos virão. Era uma Vez uma Empresa GABRIEL GARCÍA DE ORO Como manter o emprego em um mercado tão competitivo? Qual o segredo dos profissionais que ocupam os cargos mais altos? Por que não devemos dar ouvidos a fofocas? Era uma Vez uma Empresa responde a essas questões de maneira original: por meio de fábulas. Se esses relatos servem de lição para as crianças, no mundo corporativo também podem ser usados como ferramenta de aprendizado. Com um texto agradável e bem-humorado, o autor buscou nas fábulas de Esopo, nos contos orientais e até mesmo em anedotas dos tempos de hoje uma forma descontraída de encarar os desafios empresariais. Ao final de cada capítulo, Gabriel García de Oro apresenta seus comentários e uma conclusão, no melhor estilo dos contos infantis. São mensagens inspiradoras que podem ajudar sua vida pessoal e profissional, como: -O maior inimigo do sucesso é o conformismo. -Dar ouvido a tudo o que os outros dizem pode levá-lo a fazer papel de bobo. -Toda informação deve passar pelos filtros da verdade, da bondade e da utilidade. -Qualquer ação motivada pela fúria está condenada ao fracasso. -Diante de problemas, não espere: aja. A Saga Brasileira: A Longa Luta de Um Povo por Sua Moeda MIRIAM LEITÃO Da hiperinflação ao plano real, passando pelos congelamentos, planos que não passavam de um verão e o confisco do governo Collor, Miriam Leitão mostra como os brasileiros sofreram até a estabilização da moeda. Um livro sobre a história econômica recente do país - já esquecida pelas novas gerações. Para a autora, governo que permitir uma inflação alta e descontrolada não terá a aprovação dos brasileiros. Em A Saga Brasileira, a longa luta de um povo por sua moeda, a jornalista trata desta história. Os personagens principais não são só ministros, presidentes do Banco Central, são principalmente os brasileiros. Miriam Leitão, jornalista e comentarista de economia que mais acompanhou os bastidores de toda a história recente da economia do Brasil até a estabilização. julho / agosto Revista SESVESP

8 empresas associadas abrevis Alagoas Nordeste Alagoas Vigilância e Transp. de Valores Ltda. Security Escola de Formação e Aperfeiçoamento em Segurança Ltda. Amazonas Amazon Security Ltda. ESP Especializada em Segurança Polonorte Segurança da Amazônia Ltda. Prosegur Brasil S/A SERSEP Segurança Patrimonial Ltda. Transexcel Segurança e Transporte de Valores Ltda. Visam Vigilância e Segurança da Amazônia Amazonas Polonorte Segurança da Amazônia Ltda. Prosegur Brasil S/A Transportadora de Valores e Segurança S&V Vigilância Patrimonial Ltda. Transexcel Segurança e Transporte de Valores Ltda. Ceará CSN - Corpo de Segurança do Nordeste North Segurança Ltda. Distrito Federal 5 Estrelas Sistema de Segurança Ltda. Espírito Santo Vigserv - Serviços de Vigilância e Segurança Ltda. VSG Vigilância e Segurança Em Geral Ltda. Goiás Escudo Vigilância e Segurança Ltda. Mato Grosso Integral Segurança e Vigilância Patrimonial Ltda. Sawage Empresa de Segurança e Vigilância Ltda. Mato Grosso do Sul Mega Segurança Ltda. Minas Gerais C.J.F. de Vigilância Ltda. Pará Puma Serv. Especializado em Vig. e Transp.Val. S/C Ltda Saga Serviços de Vigilância Ltda. Paraíba Nordeste Segurança de Valores Ltda. Pernambuco Liserve - Serviço de Vigilância Ltda. Preserve - Segurança e Transporte de Valores Ltda. Rio de Janeiro Arjo Segurança e Vigilância Ltda. Hercules Vigilância e Segurança Ltda. Husky Assessoria de Seg. e Serviços de Vigil. Ltda. Transegur Vigilância e Segurança Ltda. Rio Grande do Sul Empresa Portoalegrense de Vigilância Ltda. MD Serviços de Segurança Ltda. Mobra Serviços de Vigilância Ltda. Portoalegrense de Vigilância Ltda Rudder Segurança Ltda. SELTEC Vigilância Especializada Ltda. STV Segurança e Transporte de Valores Ltda. Vigitec Segurança Ltda. Rondônia Roma Segurança Ltda. Roraima Transvig Transporte de Valores e Vigilância Ltda. Santa Catarina Ondrepsb Serviços de Guarda e Vigilância Ltda. Onseg Serviços de Vigilância e Segurança Ltda. Sergipe Sacel Escola de Formação e Aperfeiçoamento ao Tiro Ltda. Sacel Serviço de Vigilância e Transporte de Valores Ltda. União Segurança Patrimonial São Paulo Adarga Serviços de Segurança e Vigilância Ltda. Alerta Serviços de Segurança S/C Ltda. Assegur Vigilância e Segurança Ltda. Blue Angels Segurança Privada e Transporte de Valores Ltda. Cadiz Segurança e Vigilância Ltda. Capital Serviços de Vigilância e Segurança Ltda Comando Segurança Especial S/C Ltda. Empresa de Seg. Bancária Domingues Paes Cia. Ltda. Empresa Nacional de Segurança Ltda. Engefort Sistema Avançado de Segurança Ltda. Engeseg Empresa de Vigilância Computadorizada Ltda. Escolta Serviços de Vigilância e Segurança Ltda. Essencial Sistema de Segurança Ltda. Ethics Serviço de Vigilância e Segurança Ltda. Evik Segurança e Vigilância Ltda. Fort Knox Sistemas de Segurança S/C Ltda. Garantia Real Empresa de Segurança S/C Ltda. Gocil Serviços de Segurança e Vigilância S/C Ltda. GP Guarda Patrimonial de São Paulo S/C Ltda. Graber Sistemas de Segurança Ltda. Grasp Sistemas e Comércio Ltda. Impacto Serviços de Segurança Ltda. Infratec Segurança e Vigilância Ltda. Iron Segurança Especializada Ltda. Loyal Serviços de Vigilância Ltda. Macor Segurança e Vigilância Ltda. Mão Forte Vigilância e Segurança Ltda. Master Security Segurança Patrimonial Ltda. Metropole Segurança e Vigilância Ltda. MS Serviços de Segurança Privada Ltda. Muralha Segurança Privada Ltda. Orpan - Organização Panamericana de Segurança Patrimonial Ltda. Pentágono Serviços de Segurança Ltda. Plansevig Planej. Segurança e Vigilância S/C Ltda. Port Segurança Especializada Ltda Power Segurança e Vigilância Ltda. Prevenção Vigilância e Segurança Ltda. Proevi - Proteção Especial de Vigilância Ltda. Protege S/A Proteção e Transporte de Valores RRJ - Transporte de Valores, Segurança e Vigilância Ltda. Scorpions Centro de Formação de Vigilantes S/C Ltda. Security Vigilância e Segurança Ltda. Serv. Esp. de Seg. e Vig. Internas Sesvi de São Paulo Ltda. Soldier Segurança S/C Ltda. Souza Lima Segurança Patrimonial Ltda. SP Interseg Sistemas de Segurança Ltda. Starseg Segurança Empresarial Ltda. Stay Work Segurança Ltda. Suhai Segurança e Vigilância Ltda. Suporte Serviços de Segurança Ltda. Suprema Segurança Patrimonial Ltda. Top Premium Segurança e Vigilância Ltda. Treze Listas Segurança e Vigilância Ltda. União Segurança Patrimonial Ltda. Vanguarda Segurança e Vigilância Ltda. Verzani & Sandrini Segurança Patrimonial Ltda. Vise Vigilância e Segurança Ltda. ABREVIS em revista 9 julho / agosto 2011

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