O USO DA ANÁLISE DE REDES SOCIAIS PARA IDENTIFICAR A COOPETIÇÃO EM UM CLUSTER COMERCIAL PLANEJADO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O USO DA ANÁLISE DE REDES SOCIAIS PARA IDENTIFICAR A COOPETIÇÃO EM UM CLUSTER COMERCIAL PLANEJADO"

Transcrição

1 O USO DA ANÁLISE DE REDES SOCIAIS PARA IDENTIFICAR A COOPETIÇÃO EM UM CLUSTER COMERCIAL PLANEJADO MARCO AURÉLIO SANCHES FITTIPALDI Universidade São Caetano do Sul DENIS DONAIRE Universidade Municipal de São Caetano do Sul MILTON CARLOS FARINA universidade municipal de sao caetano do sul MARCILENE FEITOSA ARAÚJO Universidade Municipal de São Caetano do Sul- USCS

2 O USO DA ANÁLISE DE REDES SOCIAIS PARA IDENTIFICAR A COOPETIÇÃO EM UM CLUSTER COMERCIAL PLANEJADO Resumo O cluster comercial, aglomerado empresarial planejado, propicia um maior relacionamento entre as empresas que o compõe. Isto estimula as empresas a adotarem estruturas coopetitivas que permitam solucionar problemas que dificilmente fariam isoladamente (LUBECK et. al., 2011). O problema de pesquisa é: como identificar a coopetição em um cluster comercial planejado? O objetivo é descrever a coopetição entre empresas presentes em um cluster comercial planejado, sob o ponto de vista dos varejistas, tomando-se como base os modelos teóricos propostos por Bengtsson e Kock (1999) e Leão (2005) e operacionalizado por meio da Análise de Redes Sociais (ARS). O levantamento dos dados foi composto por duas etapas. A primeira teve um aspecto exploratório, ao identificar os atores do cluster comercial. Na segunda fase a pesquisa caracterizou-se como descritiva pois buscou descrever a coopetição entre as empresas. O resultado obtido permitiu identificar quem coopera e compete simultaneamente (coopetição), empresas 1, 2, 3, 4, 6, 7, 9, 11, 13, 14, 16 e 21. Empresas que apenas competem: 5, 10, 12, 15, 17, 18, 19, 20, 22 e 23. Empresas que apenas cooperam: 24, 26, 28, 29 e 30. Empresas que não competem e não cooperam (coexistência): 8, 25, 27 e 31. Palavras-chave: cluster comercial, core/periphery, coopetição USE OF SOCIAL NETWORK ANALYSIS TO IDENTIFY THE COOPETITION IN A COMMERCIAL CLUSTER PLAN. Abstract The commercial cluster, cluster business plan, provides a greater relationship between the companies that make it. This encourages companies to adopt coopetitive structures to solve problems that would hardly alone (LUBECK et. Al., 2011). The research problem is how to identify the coopetition in a commercial cluster planned? The goal is to describe the coopetition between companies present in a commercial cluster planned from the point of view of retailers, taking as a basis the theoretical models proposed by Bengtsson and Kock (1999) and Leon (2005) and operationalized by analysis Social Networking (ARS). Data collection consisted of two steps. The first was an exploratory aspect, identifying the actors of the commercial cluster. In the second phase the research was characterized as descriptive as it sought to describe the coopetition among the enterprises. The results obtained allowed to identify who cooperate and compete simultaneously (coopetition), firms 1, 2, 3, 4, 6, 7, 9, 11, 13, 14, 16 and 21 Companies that compete only: 5, 10, 12, 15, 17, 18, 19, 20, 22 and 23 Companies that cooperate only: 24, 26, 28, 29, and 30. Companies that do not compete and do not cooperate (coexistence): 8, 25, 27 and 31. Key Words: commercial cluster, core / periphery, coopetition

3 1. Introdução O cluster comercial, aglomerado empresarial planejado, propicia um maior relacionamento entre as empresas que o compõe, fator importante, pois criam-se vínculos entre os participantes que trocam informações e conhecimentos entre si. Isto estimula as empresas a adotarem estruturas coopetitivas que permitam solucionar problemas que dificilmente fariam isoladamente (LUBECK et. al., 2011). Ao mesmo tempo que cooperam as empresas competem formando assim uma dualidade denominada coopetição, esta é encontrada em clusters e redes de empresas. Nota-se que o estudo da coopetição é relevante para compreender como ocorrem os relacionamentos entre empresas concorrentes, principalmente nas aglomerações empresariais. Por meio de interações criadas em redes entre empresas uma empresa pode desenvolver e expandir seus negócios Bengtsson e Kock (1999). O problema de pesquisa apresentado é: como identificar a coopetição em um cluster comercial planejado? O objetivo deste trabalho é descrever a coopetição entre empresas presentes em um cluster comercial planejado, sob o ponto de vista dos varejistas, tomando-se como base os modelos teóricos propostos por Bengtsson e Kock (1999) e Leão (2005) e operacionalizado por meio da Análise de Redes Sociais (ARS). A estrutura do trabalho é composta por cinco seções, incluindo esta introdução. No tópico a seguir é apresentada breve revisão de literatura dos conceitos teóricos que embasaram o estudo. Na terceira seção é feita a descrição da metodologia utilizada na pesquisa. A quarta apresenta e analisa os resultados encontrados, apontando-se ainda na quinta as principais conclusões do estudo. 2. Revisão Bibliográfica Este referencial é composto por três partes, a saber: clusters comerciais, análise de redes sociais e coopetição que servirão para analisar os dados. 2.1 Clusters comerciais Os clusters comerciais, conforme definido por Teller & Reutterer (2008) e Teller & Elms (2010) são aglomerados de varejo especializados em uma área espacial determinada. Classificam-se em espontâneos, ruas de comércio especializadas que surgem espontaneamente e, planejados atendem ao interesse de um organizador e normalmente se situam em locais de fácil acesso e estacionamento, como é o caso dos shopping centers. Para Teller (2008), em ambos os casos o agrupamento de lojas pode trazer benefícios e sinergia aos comerciantes. O aspecto da proximidade entre as lojas nos clusters comerciais beneficia as empresas e os consumidores, pela cooperação e competição que ocorrem simultaneamente entre as empresas ali localizadas, aumentando assim o fluxo de clientes nas lojas e o número de opções de produtos para os consumidores. Percebe-se também que as empresas comerciais ali estabelecidas tendem a compartilhar custos de infraestrutura entre si (Bachion, Abe & Monforte, 2011; Teller & Reutterer, 2008). 1

4 A cooperação, segundo Anderson & Narus (1990, p. 45), pode ser definida como situações nas quais partes separadas trabalham juntas para atingir objetivos mútuos ou objetivos individuais com reciprocidade ao longo do tempo. Para Jonsson & Zineldin (2003), atividades de cooperação representam meios primários que cada empresa dispõe para manter ou melhorar seus resultados, um esforço conjunto no sentido de obter objetivos e benefícios mútuos, que são importantes para desenvolver confiança. Para este trabalho tomou-se por definição de cooperação a ajuda mútua entre empresas. Segundo Campos et. al. (2003, p.25) cooperar é atuar junto, de forma coordenada, no trabalho ou nas relações sociais para atingir metas comuns. As pessoas cooperam pelo prazer de repartir atividades ou para obter benefícios mútuos. Assim, entende-se que em um cluster comercial é comum a indicação de outra loja quando um consumidor não encontra o que deseja na loja em que se encontra. Ao proceder desta forma os lojistas ajudam-se mutuamente com o objetivo de reforçarem os relacionamentos entre si e de obterem retornos financeiros mútuos a posteriore. Telles et. al. (2011) reportaram a presença de cooperação entre bares das regiões da Vila Madalena, por exemplo. 2.2 Análise de redes sociais Ao longo das últimas décadas tem crescido o número de pesquisas relacionadas à temática redes sociais. Alguns desses pesquisadores, como por exemplo, Stephen Borgatti e Virginie Lopez- Kidwell têm tentado criar uma teoria das redes sociais com base na ênfase sobre as relações (Borgatti et al 2009;. Wellman 1983). Borgatti e Lopez-Kidwell por meio dos seus estudos classificaram dois tipos relacionados de teoria de redes, um baseado em fluxos de informação e o outro sobre laços que unem os indivíduos em ação coletiva (Borgatti e Lopez-Kidwell, 2011).Os estudos voltados à análise de redes sociais (SNA) tem se intensificado (BURT, KILDUFF e TASSELLI, 2013), isso porque, as redes sociais adquirem dimensões importantes para a compreensão da dinâmica do ambiente organizacional (PASCOTTO et al.,2013), podendo ser entendida como uma cadeia de relações (MASTERALEXIS, BARR e HUMS, 2009) que é constituída a partir da interação entre diferentes sujeitos (KIRSCHBAUM, 2006; PINTO e JUNQUEIRA, 2009). Tais interações ocorrem principalmente por meio da comunicação e do conhecimento compartilhado, que intensifica o ritmo das informações trocadas e da reciprocidade de ações entre os indivíduos, bem como entre as organizações. Os indivíduos se aglomeram em grupos buscando resultados e oportunidades de interação que de alguma forma possam lhe beneficiar (BURT, KILDUFF e TASSELLI, 2013). Assim, os indivíduos do grupo em razão do nível de conectividade desenvolvem pontos de vista semelhantes, ou seja, opiniões e comportamentos parecidos, isso porque, a comunicação dentro do grupo é mais frequente e fluente do que entre grupos diferentes (BURT, 1992). Neste sentido, a existência de redes sociais (SNA) depende de uma realidade múltipla e complexa, em que o reconhecimento da importância da interação dentro do grupo, considerando a definição de objetivos comuns, possibilita a construção de um tecido social (MASTERALEXIS, BARR e HUMS, 2009; PINTO e JUNQUEIRA, 2009 que forma uma rede de relações. Marteleto (2001, p. 72) conceitua uma rede de relações como sendo um conjunto de participantes autônomos que unem ideias e recursos em torno de valores e interesses 2

5 compartilhados. Estas podem ser entendidas como uma realidade operativa de construtos mentais, simbolicamente instituídas por nós (atores) que podem ser pessoas ou organizações, podendo permitir o entendimento da realidade social e a superação dos problemas sociais que incidem sobre os diferentes atores (SILVEIRA et al., 2011). Neste ínterim, a capacidade de interligar os indivíduos em uma rede é intensificada conforme a frequência da comunicação entre estes (CROSS e CUMMINGS, 2004). Assim, os laços de conectividade permitem a visualização de habilidades antes não observadas que se constituem por meio da troca de informações e conhecimento entre os atores na rede (CROSS e THOMAS, 2009; SILVEIRA et al., 2011). A análise de redes sociais possibilita demonstrar a qualidade no recebimento da informação passada aos indivíduos que integram a rede, melhorando tanto o desempenho individual como o desempenho da rede de forma geral (CROSS e CUMMINGS, 2004). Assim, o processo de interação (relacionamento) entre os membros da rede permite a geração de conhecimento, a resolução de problemas mútuos, bem como a melhora no aprendizado de determinadas práticas estratégicas. Os membros de uma rede formam grupos menores, subgrupos. Estes apresentam propriedades específicas dos laços entre si, denominadas coesão. A importância de se estudar a coesão nos subgrupos deve-se ao fato de existirem forças sociais em contatos diretos entre seus membros, por meio de conduta indireta transmitida pelos intermediários ou por coesão relativa dentro do subgrupo em relação aos de fora deste. Quanto maior for o contato direto entre seus atores, ou por meio de intermediários, mais homogêneo (coeso) será o grupo; do mesmo modo, quanto menor este contato, menos coeso, menor será a homogeneidade (WASSERMAN e FAUST, 2009). Um grupo com objetivos comuns precisará de maior coesão interna para alcançá-los, pois, necessitará de maior interação interna ao grupo. Do mesmo modo isto é valido para os subgrupos (GRANOVETTER, 1973). Para Hanneman (2005) os atores de um subgrupo podem preferir se relacionar somente com atores de seu próprio subgrupo, reforçando os laços entre esses relacionamentos assim como, atores de um subgrupo podem preferir se relacionar apenas com outros atores que estão fora de seu subgrupo. Desta forma o autor relata que há um centro (core) que concentra muitos laços e uma periferia (periphery) que apresenta poucos laços. Os membros do centro podem também se relacionar com os da periferia assim como os da periferia também podem se relacionar com os do centro. Borgatti e Everett (1999) relatam que há duas classes de nós para o modelo core/periphery. Segundo os autores há um centro (core) mais coeso em que os atores estão mais fortemente ligados entre si e, uma classe de atores com menor coesão a qual estão mais fracamente ligados denominada de periferia (periphery). Expressos em uma matriz com quatro quadrantes, conforme figura 1, o modelo proposto identifica o quadrante I como o centro em que seus componentes relacionam-se fortemente entre si; no quadrante II nota-se que alguns nós do centro relacionam-se com alguns nós da periferia; no quadrante III alguns nós da periferia relacionam-se com alguns nós do centro e, no quadrante IV poucos nós da periferia relacionam-se com poucos nós da periferia (BORGATTI e EVERETT, 1999). Um exemplo do exposto encontra-se na figura 2. 3

6 Figura 1. Estrutura centro/periferia I CENTRO II III IV PERIFERIA Fonte: Borgatti e Everett (1999) Figura 2. Exemplo modelo centro/periferia no relacionamento entre quatro empresas C D A B Fonte: os autores Observando a figura 2 nota-se que o quadrante I demonstra o forte relacionamento entre as empresas A e C (maior coesão), pois ambas encontram-se no centro; no quadrante II verifica-se que a empresa A no centro relaciona-se com a empresa D que encontra-se na periferia, este relacionamento não é tão forte; assim como no quadrante III nota-se que a empresa B presente na periferia relaciona-se com a empresa C do centro; no quadrante IV as empresas B e D estão na periferia, indicando que o relacionamento entre elas é mais fraco (menor coesão). O relacionamento é forte ou fraco, na medida em que os atores apresentam maior ou menor número de relações entre si (maior ou menor coesão). O relacionamento nos subgrupos que compõem um cluster apresenta como características cooperação e competição (PORTER, 1998), mas uma prevalece. Bengtsson e Kock (2000) e Nalebuff e Brandenburger (1996) argumentam que entre duas empresas pode ocorrer simultaneamente estas características. 2.3 Coopetição Os efeitos decorrentes da aglomeração de empresas ajudam a criar um mercado maior pois, a concentração geográfica cria complementariedades que desenvolvem o mercado (Nalebuff e Brandenburger, 1996), típico em clusters comerciais. Os autores descrevem como exemplo a Broadway e a off Broadway em Nova York, as várias companhias presentes nestes locais são competidoras por disputar o mesmo público e tornam-se complementares quando uma orquestra utiliza o palco de um teatro para apresentar um concerto. Esse agrupamento atrai público que, por sua vez, atrai novas empresas. Outro exemplo de produtos complementares descrito pelos autores são financiamento e seguro para carros, por segurança quem compra um automóvel adquire também um seguro, assim como também pode adquirir 4

7 COOPERAÇÃO um financiamento bancário, desta forma ambos os produtos se complementam e ajudam a vender o carro. Como descrito os complementadores fazem o bolo crescer, ou seja, criam valores ao se juntar. Ao assim proceder constituem a cooperação porém, a divisão do bolo faz com que uns fiquem com uma parte maior e outros com uma parte menor. Neste sentido há competição (Nalebuff e Brandenburger, 1996). Na competição os relacionamentos são de conflito e rivalidade entre competidores, a cooperação envolve a participação em ações coletivas com objetivos comuns (BENGTSSON e KOCK, 2000). Em clusters comerciais há competição e há cooperação interna, as empresas estabelecem um relacionamento que ora competem entre si ora cooperam, a essa interação denomina-se coopetição (NALEBUFF e BRANDENBURGER, 1996). Leão (2005) analisou diversos modelos teóricos de coopetição e propôs um modelo teórico para análise da coopetição, baseado em Bengtsson e Kock (1999), composto por quatro quadrantes: coopetição, competição, coexistência e cooperação, conforme figura 3. Figura 3. Modelo teórico proposto para análise da coopetição IV COOPERAÇÃO I COOPETIÇÃO III COEXISTÊNCIA II COMPETIÇÃO COMPETIÇÃO Fonte: adaptado de Bengtsson e Kock (1999) e Leão (2005) Segundo a autora no quadrante I (coopetição) encontra-se a presença de cooperação e competição em qualquer intensidade; no quadrante II encontra-se apenas competição com ausência de cooperação; o quadrante III caracteriza-se pela inexistência de competição e cooperação e no quadrante IV há a presença de cooperação e inexistência de competição. 3. Metodologia O levantamento dos dados foi composto por duas etapas. A primeira teve um aspecto exploratório, no sentido de identificar os atores do cluster comercial para confeccionar o instrumento de coleta dos dados. O cluster comercial planejado escolhido foi um shopping center especializado em automóveis, localizado em um município próximo a capital de São Paulo, denominado Shopping K, selecionado considerando a acessibilidade dos pesquisadores. Foram pesquisados gerentes ou vendedores das lojas integrantes do shopping, após a devida autorização da administração do mesmo. 5

8 Para tanto os pesquisadores foram a campo mapeando as lojas existentes. Foram encontrados 26 lojas de carros, uma loja de caminhões, oito lojas de prestadores de serviços (despachante, financeiras e seguradoras, dentre outras e ainda a administração), o que totaliza 35 possíveis participantes. Três lojas de carros e uma prestadora de serviço não permitiram a aplicação do questionário, reduzindo a amostra a 31 participantes. Em uma segunda fase a pesquisa caracterizou-se como descritiva pois busca descrever as características da situação que envolve um problema (BOYD, 1978, p. 317). Neste caso descrever a coopetição entre empresas presentes em um cluster comercial planejado sob o ponto de vista dos varejistas. A coleta de dados foi viabilizada por um questionário composto por dois blocos de perguntas: o primeiro objetivou identificar as características da empresa (tamanho, porte, tipo de veículo comercializado, entre outros). O segundo bloco foi formado por duas questões que visaram a identificar a cooperação e a competição. Estas foram operacionalizadas pela utilização de uma escala com valores entre 0 (zero) a 5 (cinco) demonstradas a seguir. Questão 1. Cooperação - Com que frequência quando um cliente procura um carro que eu não tenho, eu indico essa loja? 0= Eu não conheço essa empresa. 3= Às vezes. 1= Nunca. 4= Frequentemente. 2= Raramente. 5= Muito frequentemente. Questão 2. Competição Com que frequência você acha que esta loja compete com você? 0 = não somos competidores 1 = competimos ocasionalmente 2 = competimos às vezes 3 = somos competidores 4 = somos competidores diretos habitualmente 5 = é meu grande competidor aqui no shopping Cada lojista identificou em cada questão a intensidade com a qual coopera e compete com cada um dos demais participantes do cluster em estudo. Os dados foram tabulados com o software Excel e, posteriormente, foi utilizado o software Ucinet para a identificação da relação centro/periferia. 4. APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DOS RESULTADOS O cluster comercial vende diferentes tipos de carros, como demonstrado na Tabela 1. Nota-se que as lojas que comercializam carros de passeio novos e semi-novos e somente carros de passeio semi-novos representam 23%, lojas de carros e utilitários semi-novos e carros e utilitários novos e semi-novos retratam 16%. Lojas que vendem somente utilitários semi-novos e utilitários novos e semi-novos representam 3%. Constatou-se a presença de 13% de prestadores de serviços e de 3% de caminhões e serviços. Não foram identificadas empresas que vendem apenas carros novos e concessionárias das montadoras instaladas no país. 6

9 Tabela 1: Tipos de produtos comercializados no cluster. Produto vendido pelas lojas Quantidade Percentual Somente carros de passeio semi-novos 7 23% Somente carros de passeio novos e semi-novos 7 23% Somente utilitários semi-novos 1 3% Somente utilitários novos e semi-novos 1 3% Carros e utilitários semi-novos 5 16% Carros e utilitários novos e semi-novos 5 16% Caminhões e seguros 1 3% Serviços 4 13% % Fonte: elaborado pelos autores. Para identificar o porte das lojas foi utilizado como referência o número de colaboradores em cada empresa, conforme tabela 2. Como referência tomou-se como base os critérios do SEBRAE. Constatou-se o predomínio de microempresas (90%) e a pequena quantidade de empresas de pequeno porte (10%). Tabela 2: Porte das empresas do cluster comercial Porte da empresa Quantidade funcionários Empresas Pesquisadas Quantidade Percentual Microempresas Até % Empresas de pequeno porte De 10 a % % Fonte: elaborado pelos autores. A concentração de varejo específico de um tipo de produto, em uma mesma localização geográfica, caracteriza o shopping como um cluster comercial (Teller e Reuttere, 2008; Teller e Elms, 2010). As diversas lojas que o compõe relacionam-se entre si formando uma cadeia de relações (MASTERALEXIS, BARR e HUMS, 2009) que é constituída a partir da interação entre diferentes sujeitos (KIRSCHBAUM, 2006; PINTO e JUNQUEIRA, 2009). A importância da interação no grupo, considerando a definição de objetivos comuns, possibilita a construção de um tecido social (MASTERALEXIS, BARR e HUMS, 2009; PINTO e JUNQUEIRA, 2009) que forma uma rede de relações. Essa rede formada é composta por subgrupos que apresentam propriedades específicas dos laços gerados entre si, denominado coesão. Para medir a coesão dos subgrupos formados e verificar como ocorrem os relacionamentos entre eles foi utilizado o modelo centro/periferia nas questões relacionadas a competição e cooperação, conforme as figuras 4 e 5. Para Wasserman e Faust (2009) quanto maior for o contato direto entre seus os atores, ou por meio 7

10 de intermediários, mais homogêneo (coeso) será o grupo; do mesmo modo, quanto menor este contato, menos coeso, menor será a homogeneidade. Figura 4. core periphery competição Fonte: os autores Verifica-se na figura 4 segundo as percepções dos entrevistados que no centro (core), quadrante I, há forte competição entre as empresas 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 22 e 23. No quadrante II algumas empresas do centro (1, 5, 7, 9, 10, 11, 12 e 13) competem com poucas empresas da periferia (8 e 24). O quadrante III não apresenta nenhuma competição, ou seja, nenhuma empresa da perifieria compete com as empresas do centro. No quadrante IV percebe-se que a competição ocorre apenas entre as empresas 24, 25, 26, 27 e 28 que estão na periferia, as empresas 8, 29, 30 e 31 não competem entre si e nem com as empresa do centro, como destacam Borgatti e Everett (1999) poucos nós da periferia relacionam-se com poucos nós da periferia. 8

11 Figura 5. core periphery cooperação Fonte: os autores Observa-se na figura 5, conforme as percepções dos entrevistados, que há cooperação entre os grupos do centro e os da perifieria. No centro (quadrante I) as empresas 1, 2, 3, 4, 6, 7, 9, 11, 13, 14, 16, 21, 24, 26, 28, 29 e 30 cooperam fortemente entre si; no quadrante II as empresas do centro 1, 2, 4, 6, 7, 9, 11, 13, 14, 16, 24, 26,28, 29 e 30 cooperam com as empresas da periferia 5, 8, 10, 12, 15, 17, 18, 19, 20, 22, 23, 25, 27, e 31. No quadrante III as empresas da periferia 5, 8, 10,12, 15, 17, 18, 19, 20, 22, 23, 25 e 31 cooperam com as empresas do centro 1, 2, 3, 4, 6, 7, 9, 11, 13, 14, 16, 21, 24, 26, 28, 29 e 30, nota-se que a empresa 27 da periferia não coopera com nenhuma empresa do centro. No quadrante IV as empresas da periferia 5, 8, 10,12, 15, 17, 18, 19, 20, 22, 23, 25 e 31 cooperam pouco entre si, novamente destaca-se a empresa 27 que não coopera com nenhuma outra empresa da periferia. Poucos nós da periferia relacionam-se com poucos nós da periferia (BORGATTI e EVERETT, 1999). Uma vez identificado a presença simultânea de competição e cooperação entre as empresas do cluster constata-se a existência de coopetição (BENGTSSON e KOCK, 2000; NALEBUFF e BRANDENBURGER,1996). Assim resta conhecer, segundo o modelo teórico de Leão (2005), quais empresas apenas competem, quais empresas apenas cooperam, quais exercem a coopetição e quais não exercem a cooperação e nem a competição. 9

12 COOPERAÇÃO Para tanto foram tomados nas figuras 4 e 5 as empresas comuns aos dois gráficos que se localizam no centro, pois, conforme exposto a coesão é maior neste quadrante. O resultado obtido desse cruzamento permite identificar quem coopera e compete simultaneamente (coopetição) com maior intensidade, como resultado foram encontradas as empresas 1, 2, 3, 4, 6, 7, 9, 11, 13, 14, 16 e 21. As empresas que apenas competem são: 5, 10, 12, 15, 17, 18, 19, 20, 22 e 23. As empresas que apenas cooperam são: 24, 26, 28, 29 e 30. Por consequência as empresas que não competem e não cooperam encontram-se na coexistência, que é representada pelas empresas 8, 25, 27 e 31, conforme figura 6. Importante ressaltar que esta identificação ocorre no momento da aplicação desta pesquisa, isto é, em outro momento pesquisado poderão ocorrer resultados díspares aos encontrados. Figura 6. Classificação das empresas IV COOPERAÇÃO 24,26,28,29 e 30 III COEXISTÊNCIA 8, 25,27 e 31 I COOPETIÇÃO 1,2,3,4,6,7,9,11,13,14,16 e 21 II COMPETIÇÃO 5, 10, 12, 15, 17,18,19,20, 22 e 23 COMPETIÇÃO Fonte: adaptado de Bengtsson e Kock (1999) e Leão (2005) baseado nos dados encontrados Na coexistência, segundo a visão dos entrevistados, destacam-se as empresas 8 e 31, que comercializam carros e caminhões respectivamente, contrárias as outras empresas que são prestadoras de serviços. Desperta a atenção uma empresa que comercializa carros não cooperar e nem competir com as suas congêneres e essa constatação pode ser explorada em estudos futuros. Com base na quantidade de empresas classificadas nos quadrantes (Figura 6) constatase que a coopetição foi identificada neste cluster comercial e que o mesmo apresenta uma ênfase maior na competição do que na cooperação entre as empresas. 5. Conclusões O objetivo do trabalho era descrever a coopetição entre empresas presentes em um cluster comercial planejado sob o ponto de vista dos varejistas. A aplicação do modelo teórico desenvolvido por Leão (2005) baseada em Bengtsson e Kock (1999) permitiu identificar as empresas que cooperam, competem, coopetem e coexistem, conforme demonstrado anteriormente. Nota-se a relevância de utilizar como ferramenta a análise de rede social (core/periphery) que possibilitou identificar a coopetição em um cluster comercial planejado, bem como operacionalizar o modelo teórico proposto por Leão (2005). Sugere-se para novos trabalhos desenvolver uma forma de aplicar a escala proposta por Leão (2005), de modo a medir o grau de competição, cooperação, coopetição e 10

13 coexistência presente em redes organizações. Sugere-se também replicar o estudo em clusters industriais. Referências ANDERSON, J. C.; NARUS, J. A. A model of distributor firm and manufacturer firm working partnerships. Journal of Marketing, 54(1), 1990, p BACHION, C. H.; ABE, D. N. S., MONFORTE, M. E. Uma análise comparativa da satisfação dos consumidores em centros de compras planejados e não planejados. Revista Nucleus, 8(2), 2011, p BENGTSSON, M.; KOCK, S. Coopetition in business networks to cooperate and compete simultaneously. Industrial Marketing Management. v. 29, 2000, p Cooperation and competition in relationships between competitors in business networks. Journal of Business & Industrial Marketing. v. 14, n. 3, 1999, p BORGATTI, S. P.; EVERETT, M. G. Models of core/periphery structures. Social Networks. v.21, p BORGATTI, S. P.; LOPEZ-KIDWELL, V. Network Theory. in The Sage Handbook of Social Network Analysis. Sage, 2011, p BORGATTI, S. P.; AJAY MEHRA, D. J. B.; Labianca, G. Network Analysis in the Social Sciences. v.323, n.5916, 2009, p BOYD, H. W. Administração de marketing. São Paulo: Saraiva, BURT, R. S.; Kilduff, M.; Tasselli, S. Social Network Analysis: Foundations and Frontiers on Advantage. Annual Review Psychology BURT, R. S. Structural hole. Cambridge, MA: Harvard University Press, CAMPOS, F. C. A.; SANTORO, F.M.; BORGES, M.R.S. ; SANTOS, N. Cooperação e aprendizagem on-line. Rio de Janeiro: DP&A/ Lamparina, CROSS, R.;CUMMINGS, J. N. Tie and network correlates of individual performance in knowledge intensive work. Academy of Management Journal, v.47, n.6, 2004, p CROSS, R.; THOMAS, R. J. Redes sociais: como empresários e executivos de vanguarda as utilizam para obtenção de resultados. São Paulo: Gente, ERIKSON, E. Formalist and Relationalist Theory in Social Network Analysis. American Sociological Association, v.31,n.3,2013, p GRANOVETTER, M. S. The Strength of weak ties. The American Journal of Sociology, v.78, n.6, 1973, p HANNEMAN, R. A.; RIDDLE, M. Introduction to social network methods. Riverside, CA: University of California, Riverside, JONSSON, P.; ZINELDIN, M. Achieving high satisfaction in supplier dealer working relationships. Supply Chain Management, v.8, n.3, 2003, p KIRSCHBAUM, C. Renascença da indústria brasileira de filmes: destinos entrelaçados? Revista de Administração de Empresas, v.46, n.3, 2006, p LEÃO, D. A. F. S. Relevância da Teoria da Coopetição para a Compreensão da Dinâmica dos Relacionamentos entre Empresas Concorrentes. II Encontro de Estudos em Estratégia (3Es). Rio de Janeiro LÜBECK, R. M.; WITTMANN, M. L.; BATTISTELLA, L. F.; SCHENDLER, S. G. Coopetição: os fatores competitivos aplicados a redes de empresas de transporte público. V Encontro de Estudos em Estratégia (3Es). Porto Alegre, MARTELETO, R. M. (2001). Análise de redes sociais: aplicação nos estudos de transferência da informação. Ciência da Informação, v. 30, n.1, p

14 MASTERALEXIS, L.; BARR, C.; HUMS, M. Principles and practice of sport management (3rd ed.). Sudbury, MA: Jones & Bartlett Publishers, NALEBUFF, B.; BRANDENBURGER, A. M. Co-opetição. Rio de Janeiro: Rocco, PASCOTTO, S. M. P., FARINA, M. C., RODRIGUES, T. H., PERCIAVALI, T.; DUGO, J. C. Análise de Rede Social para mensuração das estruturas formais e informais. Revista de Administração, Edição Especial, 2013, p PINTO, A. M. G; JUNQUEIRA, L. A. P. (2009). Relações de poder em uma rede do terceiro setor: um estudo de caso. Revista de Administração Pública, 43(5): PORTER, M. Clusters and the new economics of competition. Harvard Business Review. Reprint 98609, SILVEIRA, M. A. P.; FARINA, M. C.; DUGO, J. C.; OZAKi, M. T. Análise de Redes Sociais como Ferramenta que Contribui para Melhoria das Relações entre Empresas Participantes de um APL do Setor de Eventos. Anais do Encontro Nacional de Pós- Graduação e Pesquisa em Administração, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, TELLER, C.; ELMS, J. Managing the attractiveness of evolved and created retail agglomerations formats. Marketing Intelligence& Planning, v.28, n.1, 2010, p TELLER, C.; REUTTERER, T. The evolving concept of retail attractiveness: what makes retail agglomerations attractive when customers shop at them? Journal of Retailing and Consumer Services, v.15, n.3, 2008, p TELLES, R.; ALTHEMAN, E.; SIQUEIRA, J. P. L; ROMBOLI, S. M.. Clusters comerciais: um estudo sobre concentrações de bares na cidade de São Paulo. Gestão e Regionalidade. v. 27, n. 81, WASSERMAN, S.; FAUST, K. Social network analysis: methods and applications. New York: Cambridge University Press, WELLMAN, B. Network Analyses: Some Basic Principles. Sociological Theory, 1983, p

Cartões private label: modelo de negócio e cadeia de valor

Cartões private label: modelo de negócio e cadeia de valor Cartões private label: modelo de negócio e cadeia de valor Gustavo Melo da Costa Marcio Rocha Gonçalves Marco Antonio da Silveira Santos Newton de Souza Lima Junior MBA Executivo Internacional Turma 34

Leia mais

Redes Sociais. Conceitos Básicos. Conceitos Básicos. Exemplos

Redes Sociais. Conceitos Básicos. Conceitos Básicos. Exemplos 2 Conceitos Básicos Redes Sociais Cleidson de Souza DI - UFPA cdesouza@ufpa.br 1 Uma rede social consiste de um conjunto finito de atores e a(s) relação(ões) definidas entre eles (Wasserman and Faust 1994,

Leia mais

PERFIL DOS USUÁRIOS DE E-COMMERCE EM GUAÍBA

PERFIL DOS USUÁRIOS DE E-COMMERCE EM GUAÍBA PERFIL DOS USUÁRIOS DE E-COMMERCE EM GUAÍBA João Antonio Jardim Silveira 1 Amilto Muller ¹ Luciano Fagundes da Silva ¹ Luis Rodrigo Freitas ¹ Marines Costa ¹ RESUMO O presente artigo apresenta os resultados

Leia mais

Social Origins of Good Ideas

Social Origins of Good Ideas Social Origins of Good Ideas Ronald S. Burt Sara Duarte Redes Sociais Online ISCTE IUL Maio 2013 Ronald S. Burt Professor de sociologia e estratégia na University of Chicago Graduate School of Business;

Leia mais

REDE COLABORATIVA DOS PESQUISADORES DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FONOAUDIOLOGIA NO BRASIL

REDE COLABORATIVA DOS PESQUISADORES DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FONOAUDIOLOGIA NO BRASIL PÔSTER REDE COLABORATIVA DOS PESQUISADORES DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FONOAUDIOLOGIA NO BRASIL Jane Coelho Danuello, Jesús Pascual Mena-Chalco, Ely Francina Tannuri Oliveira Resumo: Esta pesquisa

Leia mais

Análise da Colaboração Científica sobre Empresas de Base Tecnológica. Analysis of Scientific Collaboration on Technology-Based Firms

Análise da Colaboração Científica sobre Empresas de Base Tecnológica. Analysis of Scientific Collaboration on Technology-Based Firms Análise da Colaboração Científica sobre Empresas de Base Tecnológica Analysis of Scientific Collaboration on Technology-Based Firms Meire Ramalho de Oliveira, mestranda, UFSCar, mro_ufscar@yahoo.com.br

Leia mais

Boa. Pouca. Boa. Pouca OPERAÇÃO. Inteligência Competitiva. ESTRATÉGIA: Conhecimento + Análise + Visão VENCEDOR. AÇÃO sem VISÃO é Desperdício

Boa. Pouca. Boa. Pouca OPERAÇÃO. Inteligência Competitiva. ESTRATÉGIA: Conhecimento + Análise + Visão VENCEDOR. AÇÃO sem VISÃO é Desperdício Inteligência Competitiva ESTRATÉGIA: Conhecimento + Análise + Visão VISÃO sem AÇÃO Boa É apenas SONHO VENCEDOR Pouca Risco de Extinção AÇÃO sem VISÃO é Desperdício OPERAÇÃO Experiência Pouca Boa Habilidade

Leia mais

COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES

COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES t COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES Joaquim Domingos Maciel Faculdade Sumaré joaquim.mackim@gmail.com RESUMO: Este artigo pretende alertar estudantes e profissionais para a compreensão

Leia mais

APL como Estratégia de Desenvolvimento

APL como Estratégia de Desenvolvimento APL como Estratégia de Desenvolvimento Marco Crocco Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional 3a Conferência Brasileira de Arranjos Produtivos Locais 1 A Difusão da Perspectiva de APL Um balanço

Leia mais

FIGURA 1: Capacidade de processos e maturidade Fonte: McCormack et al., 2003, 47p. Maturidade SCM Foco SCM. Inter-organizacional. Alta.

FIGURA 1: Capacidade de processos e maturidade Fonte: McCormack et al., 2003, 47p. Maturidade SCM Foco SCM. Inter-organizacional. Alta. Pesquisa IMAM/CEPEAD descreve os níveis de maturidade dos logísticos de empresas associadas Marcos Paulo Valadares de Oliveira e Dr. Marcelo Bronzo Ladeira O Grupo IMAM, em conjunto com o Centro de Pós-Graduação

Leia mais

Aula 09 - Remuneração por competências: uma alavanca para o capital intelectual

Aula 09 - Remuneração por competências: uma alavanca para o capital intelectual Aula 09 - Remuneração por competências: uma alavanca para o capital intelectual Objetivos da aula: Estudar a remuneração por habilidades; Sistematizar habilidades e contrato de desenvolvimento contínuo.

Leia mais

Redes Sociais. Conceitos Básicos. Conceitos Básicos. Exemplos. Tópicos Especiais: CSCW e Groupware

Redes Sociais. Conceitos Básicos. Conceitos Básicos. Exemplos. Tópicos Especiais: CSCW e Groupware 2 Conceitos Básicos Redes Sociais Tópicos Especiais: CSCW e Groupware Cleidson de Souza cdesouza@ufpa.br 1 Uma rede social consiste de um conjunto finito de atores e a(s) relação(ões) definidas entre eles

Leia mais

Mídias sociais nas empresas O relacionamento online com o mercado

Mídias sociais nas empresas O relacionamento online com o mercado Mídias sociais nas empresas O relacionamento online com o mercado Maio de 2010 Conteúdo Introdução...4 Principais conclusões...5 Dados adicionais da pesquisa...14 Nossas ofertas de serviços em mídias sociais...21

Leia mais

15 16-17 Setembro - Módulo 1 - Introdução à análise de redes sociais. Docentes:

15 16-17 Setembro - Módulo 1 - Introdução à análise de redes sociais. Docentes: VI Escola de Verão de Análise de Redes Sociais 15 16-17 Setembro - Módulo 1 - Introdução à análise de redes sociais Docentes: Marta Varanda (marta@iseg.ulisboa.pt ), Filipa Carvalho (filipadc@iseg.utl.pt

Leia mais

Inteligência de Parceiros e Colaboração nos Negócios: a evolução no setor de Telecomunicações

Inteligência de Parceiros e Colaboração nos Negócios: a evolução no setor de Telecomunicações Inteligência de Parceiros e Colaboração nos Negócios: a evolução no setor de Telecomunicações Daniela Ramos Teixeira Para vencer a guerra diária num cenário co-opetivo (competitivo e cooperativo), as empresas

Leia mais

III Simpósio sobre Gestão Empresarial e Sustentabilidade (SimpGES) Produtos eco-inovadores: produção e consumo"

III Simpósio sobre Gestão Empresarial e Sustentabilidade (SimpGES) Produtos eco-inovadores: produção e consumo 4 e 5 de outubro de 013 Campo Grande-MS Universidade Federal do Mato Grosso do Sul RESUMO EXPANDIDO INOVAÇÃO NO AGRONEGÓCIO: O CASO DA EMBRAPA Roger Welker Gomes Machado (UFMS); Carolina Oliveira Reis

Leia mais

Network and Economic Life

Network and Economic Life Network and Economic Life Powell and Smith Doerr, 1994 Antonio Gilberto Marchesini Doutorado DEP INTRODUÇÃO Antropólogos e sociólogos desde bem antes já buscavam compreender como os indivíduos são ligados

Leia mais

Competindo com Tecnologia da Informação. Objetivos do Capítulo

Competindo com Tecnologia da Informação. Objetivos do Capítulo Objetivos do Capítulo Identificar as diversas estratégias competitivas básicas e explicar como elas podem utilizar a tecnologia da informação para fazer frente às forças competitivas que as empresas enfrentam.

Leia mais

O Contributo do Cluster da Electrónica e Telecomunicações para o Desenvolvimento Económico Espanhol

O Contributo do Cluster da Electrónica e Telecomunicações para o Desenvolvimento Económico Espanhol O Contributo do Cluster da Electrónica e Telecomunicações para o Desenvolvimento Económico Espanhol O presente estudo visa caracterizar o cluster da electrónica, informática e telecomunicações (ICT), emergente

Leia mais

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1 Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva 1 Resposta do Exercício 1 Uma organização usa algumas ações para fazer frente às forças competitivas existentes no mercado, empregando

Leia mais

1.Introdução. Mário Mollo Neto 1, UniAnchieta Robert Ari Waker 2, Unip

1.Introdução. Mário Mollo Neto 1, UniAnchieta Robert Ari Waker 2, Unip Aplicação de Ferramenta Computacional Baseada em Redes Sociais para Análise de Relacionamentos em Organizações Produtivas Computer-based Tool Application for Social Network Analysis of Relationships in

Leia mais

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010 APLICAÇÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL (Estudo de Caso: Rede Eletrosom Ltda em Pires do Rio - GO) MÁRCIO FERNANDES 1, DÉBORA DE AMORIM VIEIRA 2, JOSIANE SILVÉRIA CALAÇA MATOS

Leia mais

REDES DE PEQUENAS EMPRESAS

REDES DE PEQUENAS EMPRESAS REDES DE PEQUENAS EMPRESAS As micro, pequenas e médias empresas, em decorrência da globalização e suas imposições,vêm buscando alcançar vantagem competitiva para sua sobrevivência no mercado. CONTEXTO

Leia mais

7 Referências bibliográficas

7 Referências bibliográficas 7 Referências bibliográficas ACS, Z. J.; AUDRETSCH, D. B. Innovation in large and small firms: an empirical analysis. The American Economic Review, v. 78, n. 4, p. 678-690, 1988. ANTONCIC, B.; HISRICH,

Leia mais

PADRÕES TECNOLÓGICOS E DE COMÉRCIO EXTERIOR DAS FIRMAS BRASILEIRAS RESUMO

PADRÕES TECNOLÓGICOS E DE COMÉRCIO EXTERIOR DAS FIRMAS BRASILEIRAS RESUMO PADRÕES TECNOLÓGICOS E DE COMÉRCIO EXTERIOR DAS FIRMAS BRASILEIRAS CLASSIFICAÇÃO JEL: F12 Fernanda De Negri RESUMO Este artigo analisa a relação entre os padrões tecnológicos e o desempenho externo das

Leia mais

AUTOR(ES): ALTIERES FRANCISCO MOLINA SECAFIN, DREISON NIHI, EDUARDO VINICIUS PONDIAN DE OLIVEIRA

AUTOR(ES): ALTIERES FRANCISCO MOLINA SECAFIN, DREISON NIHI, EDUARDO VINICIUS PONDIAN DE OLIVEIRA TÍTULO: O USO DA SIMULAÇÃO EMPRESARIAL NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO: UMA ANÁLISE SOB A PERSPECTIVA DOS ALUNOS JÁ FORMADOS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

Introdução de Práticas de Inovação Contínua nas Micro e Pequenas Empresas do Arranjo Produtivo Local do Vestuário de Maringá: um Estudo de Caso

Introdução de Práticas de Inovação Contínua nas Micro e Pequenas Empresas do Arranjo Produtivo Local do Vestuário de Maringá: um Estudo de Caso Introdução de Práticas de Inovação Contínua nas Micro e Pequenas Empresas do Arranjo Produtivo Local do Vestuário de Maringá: um Estudo de Caso Cleina Yayoe Okoshi, Francisco Rodrigues Lima Junior, Leandro

Leia mais

Proposta de Actividade para desenvolvimento do Trabalho Final: Análise de uma Rede Social

Proposta de Actividade para desenvolvimento do Trabalho Final: Análise de uma Rede Social UNIVERSIDADE DE LISBOA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO Proposta de Actividade para desenvolvimento do Trabalho Final: Análise de uma Rede Social Autor Fernando Miranda MESTRADO EM EDUCAÇÃO TIC E EDUCAÇÃO Análise

Leia mais

CEAG Curso de Especialização em Administração para Graduados EMENTAS DAS DISCIPLINAS E CARGA HORÁRIA

CEAG Curso de Especialização em Administração para Graduados EMENTAS DAS DISCIPLINAS E CARGA HORÁRIA CEAG Curso de Especialização em Administração para Graduados EMENTAS DAS DISCIPLINAS E CARGA HORÁRIA Habilidades Computacionais 32 h/a Oferece ao administrador uma visão sobre as potencialidades da tecnologia

Leia mais

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 1 2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Fundamentos da Vantagem Estratégica ou competitiva Os sistemas de informação devem ser vistos como algo mais do que um conjunto de tecnologias que apoiam

Leia mais

A Sustentabilidade nos Sistemas Associativistas de Produção

A Sustentabilidade nos Sistemas Associativistas de Produção IV SIMPÓSIO BRASILEIRO DE AGROPECUÁRIA SUSTENTÁVEL IV SIMBRAS I CONGRESSO INTERNACIONAL DE AGROPECUÁRIA SUSTENTÁVEL A Sustentabilidade nos Sistemas Associativistas de Produção Prof. José Horta Valadares,

Leia mais

1 Introdução 1.1 Contextualização do Problema

1 Introdução 1.1 Contextualização do Problema 1 Introdução 1.1 Contextualização do Problema O papel do líder é muito relevante numa pequena empresa familiar. Isso se dá devido a vários fatores, dentre outros, deve-se enfatizar a dificuldade de criação

Leia mais

Redes Sociais e a pesquisa em gestão de redes de operações

Redes Sociais e a pesquisa em gestão de redes de operações p1 Redes Sociais e a pesquisa em gestão de redes de operações Mestrado em Administração Universidade Metodista de Piracicaba msacomano@unimep.br Slide 1 p1 apresentação. agradecimentos a org. do Simpoi

Leia mais

Capítulo 12. Dimensão 7: Aprendizado com o Ambiente. Acadêmica: Talita Pires Inácio

Capítulo 12. Dimensão 7: Aprendizado com o Ambiente. Acadêmica: Talita Pires Inácio Capítulo 12 Dimensão 7: Aprendizado com o Ambiente Acadêmica: Talita Pires Inácio Empresa ABC Crescimento atribuído a aquisições de empresas de menor porte; Esforços de alianças estratégicas e joint-ventures

Leia mais

RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS DIA DOS PAIS 2012 CONVÊNIO UCDB-ACICG-PMCG

RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS DIA DOS PAIS 2012 CONVÊNIO UCDB-ACICG-PMCG RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS DIA DOS PAIS 2012 CONVÊNIO UCDB-ACICG-PMCG 06/08/2012 RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS DIA DOS PAIS 2012 CONVÊNIO UCDB-ACICG-PMCG Professores

Leia mais

Análise Interna: Seu Empreendimento Agro está gerando valor?

Análise Interna: Seu Empreendimento Agro está gerando valor? Análise Interna: Seu Empreendimento Agro está gerando valor? Autores Frederico Fonseca Lopes (fflopes@markestrat.org): Sócio do Markestrat e coordenador do núcleo de estudos e projetos em gestão estratégica

Leia mais

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa 3 Metodologia Neste capítulo é descrita a metodologia da presente pesquisa, abordandose o tipo de pesquisa realizada, os critérios para a seleção dos sujeitos, os procedimentos para a coleta, o tratamento

Leia mais

Autor(es) FELIPE DE CAMPOS MARTINS. Orientador(es) ALEXANDRE TADEU SIMON. Apoio Financeiro PIBITI/CNPQ. 1. Introdução

Autor(es) FELIPE DE CAMPOS MARTINS. Orientador(es) ALEXANDRE TADEU SIMON. Apoio Financeiro PIBITI/CNPQ. 1. Introdução 19 Congresso de Iniciação Científica GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS: APRIMORAMENTO DA METODOLOGIA DE DIAGNOSTICO E PROPOSIÇÃO DE UM MÉTODO PARA IMPLANTAÇÃO BASEADO EM PROCESSOS DE NEGÓCIO Autor(es) FELIPE

Leia mais

PESQUISA SOBRE O PERFIL DE ALUNOS NA UTILIZAÇÃO DE UM SITE DOCENTE DO ENSINO SUPERIOR

PESQUISA SOBRE O PERFIL DE ALUNOS NA UTILIZAÇÃO DE UM SITE DOCENTE DO ENSINO SUPERIOR PESQUISA SOBRE O PERFIL DE ALUNOS NA UTILIZAÇÃO DE UM SITE DOCENTE DO ENSINO SUPERIOR Wesley Humberto da Silva (Fundação Araucária), André Luis Andrade Menolli (Orientador) e-mail: wesleyhumberto11@mail.com

Leia mais

Notas de Leitura: Modelos e Métodos para Análise de Redes Sociais

Notas de Leitura: Modelos e Métodos para Análise de Redes Sociais Notas de Leitura: Modelos e Métodos para Análise de Redes Sociais Social networks are fundamental influences on human behavior and conduits for the diffusion of ideas and practices, yet their roles are

Leia mais

Autoria: Nestor de Oliveira Filho, Franciane Silveira

Autoria: Nestor de Oliveira Filho, Franciane Silveira APLICAÇÃO DO PROCESSO TOLL-GATE PARA SELEÇÃO DE OPORTUNIDADES E PROJETOS DE NOVOS PRODUTOS EM EUMA EMPRESA FORNECEDORA DE BENS E SERVIÇOS PARA O SETOR DE ENERGIA Resumo Autoria: Nestor de Oliveira Filho,

Leia mais

Exercícios sobre Competindo com a Tecnologia da Informação

Exercícios sobre Competindo com a Tecnologia da Informação Exercícios sobre Competindo com a Tecnologia da Informação Exercício 1: Leia o texto abaixo e identifique o seguinte: 2 frases com ações estratégicas (dê o nome de cada ação) 2 frases com características

Leia mais

Liderança Estratégica

Liderança Estratégica Liderança Estratégica A título de preparação individual e antecipada para a palestra sobre o tema de Liderança Estratégica, sugere-se a leitura dos textos indicados a seguir. O PAPEL DE COACHING NA AUTO-RENOVAÇÃO

Leia mais

5 Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos

5 Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos 5 Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos 5.1 Conceitos e definições do supply chain management O conceito ou definição do SCM é algo recente na literatura especializada, datado mais precisamente da metade

Leia mais

ANÁLISE DOS RESULTADOS DAS OPERAÇÕES DE VENDA DA AGÊNCIA DE VIAGEM

ANÁLISE DOS RESULTADOS DAS OPERAÇÕES DE VENDA DA AGÊNCIA DE VIAGEM REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA TURISMO PERIODICIDADE SEMESTRAL ANO III EDIÇÃO NÚMERO 5 JUNHO DE 2006 ANÁLISE DOS RESULTADOS DAS OPERAÇÕES DE VENDA DA AGÊNCIA DE VIAGEM BARROS, Darci K. Y. de Curso de Turismo

Leia mais

INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ORGANIZACIONAL

INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ORGANIZACIONAL INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ORGANIZACIONAL ZAROS, Raíssa Anselmo. Discente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais/ACEG E-mail: raissa_zaros@hotmail.com LIMA, Sílvia Aparecida Pereira

Leia mais

Análisis de Redes Sociais: Teoría e Método. Prof: Edgar Reyes Junior

Análisis de Redes Sociais: Teoría e Método. Prof: Edgar Reyes Junior Universidade de Brasilia - UnB Análisis de Redes Sociais: Teoría e Método Prof: Edgar Reyes Junior edreyes@unb.br Ementa Conceitos, teóricos e teorías; Principais medidas de redes sociais; Exemplos de

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA DE MARKETING PARA GESTORES DE NEGÓCIO

A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA DE MARKETING PARA GESTORES DE NEGÓCIO A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA DE MARKETING PARA GESTORES DE NEGÓCIO Mariana Ferreira Soares, Priscila Petrusca Messias Gomes Silva e Marcos Alexandre de Melo Barros. Faculdade Senac de Pernambuco. E-mail:

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO E - COMMERCE UM ESTUDO DE CASO NA LOJASMEL

A IMPORTÂNCIA DO E - COMMERCE UM ESTUDO DE CASO NA LOJASMEL 1 A IMPORTÂNCIA DO E - COMMERCE UM ESTUDO DE CASO NA LOJASMEL Jaqueline Kelly Stipp 1 Jéssica Galindo de Souza 2 Luana Alves dos Santos Lemos 3 Edson Leite Lopes Gimenez 4 RESUMO Esse artigo tem como objetivo

Leia mais

Expectativas dos Pequenos Negócios para 2015

Expectativas dos Pequenos Negócios para 2015 Expectativas dos Pequenos Negócios para 2015 Relatório Final Brasília, Novembro/2014 Método Objetivo geral: Levantar as expectativas para 2015 dos pequenos negócios atendidos pelo SEBRAE Método: Pesquisa

Leia mais

ESCOLA PAULISTA DE NEGOCIOS DISCIPLINA: ESTRATÉGIA E PLANEJAMENTO CORPORATIVO PROFESSOR: CLAUDEMIR DUCA VASCONCELOS ALUNOS: BRUNO ROSA VIVIANE DINIZ

ESCOLA PAULISTA DE NEGOCIOS DISCIPLINA: ESTRATÉGIA E PLANEJAMENTO CORPORATIVO PROFESSOR: CLAUDEMIR DUCA VASCONCELOS ALUNOS: BRUNO ROSA VIVIANE DINIZ ESCOLA PAULISTA DE NEGOCIOS DISCIPLINA: ESTRATÉGIA E PLANEJAMENTO CORPORATIVO PROFESSOR: CLAUDEMIR DUCA VASCONCELOS ALUNOS: BRUNO ROSA VIVIANE DINIZ INTRODUÇÃO Estratégia é hoje uma das palavras mais utilizadas

Leia mais

AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA. Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com.

AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA. Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com. AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com.br COM O SEBRAE, O SEU NEGÓCIO VAI! O Sebrae Goiás preparou diversas

Leia mais

APRENDIZAGEM, INTERAÇÃO E PROXIMIDADE: OS SISTEMAS DE INOVAÇÃO E A CIÊNCIA GEOGRÁFICA

APRENDIZAGEM, INTERAÇÃO E PROXIMIDADE: OS SISTEMAS DE INOVAÇÃO E A CIÊNCIA GEOGRÁFICA APRENDIZAGEM, INTERAÇÃO E PROXIMIDADE: OS SISTEMAS DE INOVAÇÃO E A CIÊNCIA GEOGRÁFICA José Geraldo Pimentel Neto 1 Rogério Antonio de Araújo Santos 2 Keilha Correia da Silveira 3 Ana Cristina de Almeida

Leia mais

APRESENTAÇÃO COMERCIAL PALESTRANTE. Especialista em Vendas, Inovação e Liderança.

APRESENTAÇÃO COMERCIAL PALESTRANTE. Especialista em Vendas, Inovação e Liderança. APRESENTAÇÃO COMERCIAL PALESTRANTE Especialista em Vendas, Inovação e Liderança. Bacharel em Administração de Empresas pela Universidade Federal da Paraíba, com MBA em Marketing & Vendas pelo INPG Business

Leia mais

1 Fórum de Educação a Distância do Poder Judiciário. Gestão de Projetos de EAD Conceber, Desenvolver e Entregar

1 Fórum de Educação a Distância do Poder Judiciário. Gestão de Projetos de EAD Conceber, Desenvolver e Entregar 1 Fórum de Educação a Distância do Poder Judiciário Gestão de Projetos de EAD Conceber, Desenvolver e Entregar Prof. Dr. Stavros Panagiotis Xanthopoylos stavros@fgv.br Brasília, 27 de novembro de 2009

Leia mais

Universidade*Nove*de*Julho*1*UNINOVE* Programa*de*Mestrado*Profissional*em*Administração* *Gestão*em*Sistemas*de*Saúde*

Universidade*Nove*de*Julho*1*UNINOVE* Programa*de*Mestrado*Profissional*em*Administração* *Gestão*em*Sistemas*de*Saúde* UniversidadeNovedeJulho1UNINOVE ProgramadeMestradoProfissionalemAdministração GestãoemSistemasdeSaúde Disciplina ProjetosComplexoseEstratégicosAplicadosàSaúde Códigodadisciplina GSEL04 Linhadepesquisa

Leia mais

ANÁLISE EXPLORATÓRIA DE DADOS ESPACIAL DA INCIDÊNCIA DE POBREZA NA ILHA DE SANTIAGO DE CABO VERDE

ANÁLISE EXPLORATÓRIA DE DADOS ESPACIAL DA INCIDÊNCIA DE POBREZA NA ILHA DE SANTIAGO DE CABO VERDE ANÁLISE EXPLORATÓRIA DE DADOS ESPACIAL DA INCIDÊNCIA DE POBREZA NA ILHA DE SANTIAGO DE CABO VERDE ANTÓNIO JOSÉ MEDINA DOS SANTOS BAPTISTA; CRISTIANE MÁRCIA SANTOS; UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA VIÇOSA

Leia mais

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS ANEXO 1 MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Este documento serve como base orientadora para a apresentação de propostas de Arranjos Produtivos Locais para enquadramento no

Leia mais

no SRM do que no CRM está na obtenção da certificação de qualidade ISO 9001. Para que o Fabricante de Cilindros mantenha o referido certificado de

no SRM do que no CRM está na obtenção da certificação de qualidade ISO 9001. Para que o Fabricante de Cilindros mantenha o referido certificado de 81 8 Conclusões O último capítulo da dissertação visa tecer conclusões a respeito do trabalho e sugerir algumas recomendações de estudos futuros. A presente dissertação teve como objetivos propor um modelo,

Leia mais

SISTEMA DE SENSIBILIZAÇÃO, PROSPECÇÃO E QUALIFICAÇÃO: PROPOSIÇÃO DE UM CONJUNTO DE ELEMENTOS PARA GUIAR AÇÕES DE MELHORIAS EM UMA INCUBADORA POTIGUAR

SISTEMA DE SENSIBILIZAÇÃO, PROSPECÇÃO E QUALIFICAÇÃO: PROPOSIÇÃO DE UM CONJUNTO DE ELEMENTOS PARA GUIAR AÇÕES DE MELHORIAS EM UMA INCUBADORA POTIGUAR SISTEMA DE SENSIBILIZAÇÃO, PROSPECÇÃO E QUALIFICAÇÃO: PROPOSIÇÃO DE UM CONJUNTO DE ELEMENTOS PARA GUIAR AÇÕES DE MELHORIAS EM UMA INCUBADORA POTIGUAR RESUMO Maria Luiza Azevedo de Carvalho Anderson Paiva

Leia mais

Análise de Redes. Tradução/compilação: Ana Cristina B. Martes e Mauricio C. Serafim. Curso: Introdução às Ciências Sociais EESP / FGV

Análise de Redes. Tradução/compilação: Ana Cristina B. Martes e Mauricio C. Serafim. Curso: Introdução às Ciências Sociais EESP / FGV Análise de Redes Texto original: Introduction to Social Network Methods de Robert A. Hanneman, Department of Sociology University of California, Riverside. Tradução/compilação: Ana Cristina B. Martes e

Leia mais

Palavras-chave: Comportamento, Ambiente Organizacional, Satisfação.

Palavras-chave: Comportamento, Ambiente Organizacional, Satisfação. a 9 de Dezembro Clima organizacional: uma análise comparativa entre a empresa x e a empresa y do setor varejista de eletrodomésticos e móveis, que disputam o mesmo nicho no município de Bambuí-MG Franciele

Leia mais

GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS EM EDUCAÇÃO FÍSICA

GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS EM EDUCAÇÃO FÍSICA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS EM EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE Objetivos da Aula: 1. Conceituar gestão de recursos humanos 2. Diferenciar gestão de RH em Educação Física e Esporte 3. Discutir gestão de RH na

Leia mais

Desenvolvimento econômico e social no Brasil e a qualificação profissional num mundo globalizado

Desenvolvimento econômico e social no Brasil e a qualificação profissional num mundo globalizado Desenvolvimento econômico e social no Brasil e a qualificação profissional num mundo globalizado Edson Tomaz de Aquino 1 Resumo: Este artigo apresenta uma reflexão sobre os desafios do Brasil em competir

Leia mais

Prof. Fabiano Geremia

Prof. Fabiano Geremia PLANEJAMENTO ESTRÁTEGICO PARA ARRANJOS PRODUTIVOS CURSO INTERMEDIÁRIO PARA FORMULADORES DE POLÍTICAS Prof. Fabiano Geremia Planejamento Estratégico ementa da disciplina Planejamento estratégico e seus

Leia mais

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL: um relato de experiência de dois estagiários de psicologia

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL: um relato de experiência de dois estagiários de psicologia PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL: um relato de experiência de dois estagiários de psicologia MESQUITA NETO, Rui 1 DIAS, Vanessa Aparecida 2 NUNES, Ruth Vieira 3 RESUMO A organização depende das pessoas para atingir

Leia mais

APROFUNDANDO RAÍZES: PROTEÇÃO DAS INOVAÇÕES QUE GERAM VANTAGENS COMPETITIVAS

APROFUNDANDO RAÍZES: PROTEÇÃO DAS INOVAÇÕES QUE GERAM VANTAGENS COMPETITIVAS APROFUNDANDO RAÍZES: PROTEÇÃO DAS INOVAÇÕES QUE GERAM VANTAGENS COMPETITIVAS Amilton Fernando Cardoso, amilthon@terra.com.br Beatriz Fernanda Alves Heitkoetter, beatrizfernalves@hotmail.com Emanuel Alexandre

Leia mais

AVALIAÇÃO DO MARKETING DE RELACIONAMENTO ATRAVÉS DO ATENDIMENTO DE VENDAS: um estudo de caso na Indústria de Bebidas Refrigerantes Minas Gerais.

AVALIAÇÃO DO MARKETING DE RELACIONAMENTO ATRAVÉS DO ATENDIMENTO DE VENDAS: um estudo de caso na Indústria de Bebidas Refrigerantes Minas Gerais. PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS INSTITUTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS E GERENCIAIS - ICEG PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO PROFISSIONAL EM ADMINISTRAÇÃO AVALIAÇÃO DO MARKETING

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE. A visão dos professores sobre educação no Brasil

CONSELHO DE CLASSE. A visão dos professores sobre educação no Brasil CONSELHO DE CLASSE A visão dos professores sobre educação no Brasil INTRODUÇÃO Especificações Técnicas Data do Campo 19/06 a 14/10 de 2014 Metodologia Técnica de coleta de dados Abrangência geográfica

Leia mais

RECONHECIMENTO DE ALGUNS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

RECONHECIMENTO DE ALGUNS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO WESLLEYMOURA@GMAIL.COM RECONHECIMENTO DE ALGUNS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO ANÁLISE DE SISTEMAS ERP (Enterprise Resource Planning) Em sua essência, ERP é um sistema de gestão empresarial. Imagine que você tenha

Leia mais

Prof. Me. Maico Roris Severino Curso Engenharia de Produção Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão

Prof. Me. Maico Roris Severino Curso Engenharia de Produção Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão Prof. Me. Maico Roris Severino Curso Engenharia de Produção Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão 1 Roteiro da Apresentação Definições Cadeia de Suprimentos Logística Gestão da Cadeia de Suprimentos

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014 Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EM EMPRESAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL DE MÉDIO PORTE NO BRASIL. Elisabete Maria de Freitas Arquiteta

Leia mais

ARRANJO PRODUTIVO REGIONAL DE TURISMO: PROPOSTA DE UM MODELO ESTRUTURAL PARA ANÁLISE DE RELAÇÕES

ARRANJO PRODUTIVO REGIONAL DE TURISMO: PROPOSTA DE UM MODELO ESTRUTURAL PARA ANÁLISE DE RELAÇÕES ARRANJO PRODUTIVO REGIONAL DE TURISMO: PROPOSTA DE UM MODELO ESTRUTURAL PARA ANÁLISE DE RELAÇÕES Rodrigo de Barros (UTFPR) rodrigodebarros1@gmail.com Luis Mauricio Resende (UTFPR) lmresende@utfpr.edu.br

Leia mais

A. Conceito de Trade Marketing, responsabilidades, atividades, amplitude de atuação e limites

A. Conceito de Trade Marketing, responsabilidades, atividades, amplitude de atuação e limites 5 Conclusão Trade Marketing é um termo conhecido por grande parte dos profissionais das áreas comercial e de marketing, principalmente entre as indústrias de bens de consumo. Muitas empresas já incluíram

Leia mais

Oracle Financing: A Maneira Mais Rápida e Acessível de Adquirir Soluções de TI

Oracle Financing: A Maneira Mais Rápida e Acessível de Adquirir Soluções de TI Oracle Financing: A Maneira Mais Rápida e Acessível de Adquirir Soluções de TI Para competir com eficácia, as empresas da atualidade precisam se adaptar a um ambiente tecnológico que sofre rápidas mudanças.

Leia mais

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA 2013/01 a 2013/02 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 3 1. Diagnóstico geral

Leia mais

O CLIENTE COMO FONTE DE INFORMAÇÃO PARA INOVAÇÃO: INTEGRAÇÃO ENTRE AS DIMENSÕES CLIENTES E RELACIONAMENTO

O CLIENTE COMO FONTE DE INFORMAÇÃO PARA INOVAÇÃO: INTEGRAÇÃO ENTRE AS DIMENSÕES CLIENTES E RELACIONAMENTO O CLIENTE COMO FONTE DE INFORMAÇÃO PARA INOVAÇÃO: INTEGRAÇÃO ENTRE AS DIMENSÕES CLIENTES E RELACIONAMENTO Aliny Francielly de Oliveira Formada em Administração, atuante nos segmentos comércio varejista

Leia mais

Ontologia para Gestão de Competências dos Profissionais em Tecnologia da Informação

Ontologia para Gestão de Competências dos Profissionais em Tecnologia da Informação Ontologia para Gestão de Competências dos Profissionais em Tecnologia da Informação Paulo Roberto Corrêa Leão; Káthia M. Oliveira; Eduardo A. D. Moresi Universidade Católica de Brasília (UCB) SGAN 916

Leia mais

Política de Software e Serviços

Política de Software e Serviços Política de Software e Serviços Encontro de Qualidade e Produtividade em Software - Brasília Dezembro / 2003 Ministério da Ciência e Tecnologia Secretaria de Política de Informática e Tecnologia Antenor

Leia mais

ENCONTRO 1 Logística e Transporte

ENCONTRO 1 Logística e Transporte ENCONTRO 1 Logística e Transporte ENCONTRO 1 Logística e Transporte TÓPICO 1: Contextualizando o encontro Olá! Você está iniciando o primeiro encontro do curso Logística Internacional. Neste encontro,

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE EMPRESAS CONSTRUTURAS DE PEQUENO PORTE

SISTEMA DE GESTÃO DE EMPRESAS CONSTRUTURAS DE PEQUENO PORTE SISTEMA DE GESTÃO DE EMPRESAS CONSTRUTURAS DE PEQUENO PORTE MOURA, Adilson Tadeu Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva BILESKY, Luciano Rossi Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO GERENCIAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA PEQUENA EMPRESA DO SETOR AGRONEGÓCIO NO MUNICÍPIO DE BAMBUÍ/MG.

A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO GERENCIAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA PEQUENA EMPRESA DO SETOR AGRONEGÓCIO NO MUNICÍPIO DE BAMBUÍ/MG. Bambuí/MG - 2008 A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO GERENCIAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA PEQUENA EMPRESA DO SETOR AGRONEGÓCIO NO MUNICÍPIO DE BAMBUÍ/MG. Ana Cristina Teixeira AMARAL (1); Wemerton Luis EVANGELISTA

Leia mais

Análise do Perfil da Gestão Financeira Realizada Pelas Micro e Pequenas Empresas da Cidade de Itajubá

Análise do Perfil da Gestão Financeira Realizada Pelas Micro e Pequenas Empresas da Cidade de Itajubá Análise do Perfil da Gestão Financeira Realizada Pelas Micro e Pequenas Empresas da Cidade de Itajubá Adriano_fernandes_vianna@ymail.com cca@facesm.br Facesm João Paulo Guerreiro Gonçalves cca@facesm.br

Leia mais

A SATISFAÇÃO DOS CLIENTES DE UMA TRANSPORTADORA DA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO

A SATISFAÇÃO DOS CLIENTES DE UMA TRANSPORTADORA DA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 A SATISFAÇÃO DOS CLIENTES DE UMA TRANSPORTADORA DA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO Marcelo Cristian Vieira 1, Carolina Zavadzki Martins 2,Gerliane

Leia mais

Desempenho no trabalho: Revisão da literatura [I] Job performance: An overview of literature

Desempenho no trabalho: Revisão da literatura [I] Job performance: An overview of literature PSICOLOGIA ARGUMENTO doi: 10.7213/psicol.argum.5895 ARTIGOS [T] Desempenho no trabalho: Revisão da literatura [I] Job performance: An overview of literature [R] [A] Pedro Fernando Bendassolli Resumo Received

Leia mais

26-27 NEGÓCIOS PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIA DE. Viva a Experiência Notre Dame no Brasil. Strategic Thinking and Business Planning SEMINÁRIO INTERNACIONAL

26-27 NEGÓCIOS PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIA DE. Viva a Experiência Notre Dame no Brasil. Strategic Thinking and Business Planning SEMINÁRIO INTERNACIONAL SEMINÁRIO INTERNACIONAL PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIA DE NEGÓCIOS Strategic Thinking and Business Planning Tradução simultânea de inglês para português Apresentação única em São Paulo 26-27 Agosto, 2013 Analize

Leia mais

A Estatística e o Mercado de Seguros

A Estatística e o Mercado de Seguros A Estatística e o Mercado de Seguros Semana de Estatística (SEMANEST) Vitor A. Ozaki Curitiba - 2007 Outline Apresentação Pessoal / Profissional Formação Acadêmica Histórico Profissional Carreira Profissional

Leia mais

Planejamento de sistemas de informação.

Planejamento de sistemas de informação. Planejamento de sistemas de informação. O planejamento de sistemas de informação e da tecnologia da informação é o processo de identificação das aplicações baseadas em computadores para apoiar a organização

Leia mais

Utilização dos processos de RH em algumas empresas da cidade de Bambuí: um estudo multi-caso

Utilização dos processos de RH em algumas empresas da cidade de Bambuí: um estudo multi-caso III Semana de Ciência e Tecnologia do IFMG campus Bambuí II Jornada Científica 9 a 23 de Outubro de 200 Utilização dos processos de RH em algumas empresas da cidade de Bambuí: um estudo multi-caso Sablina

Leia mais

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Josiane Corrêa 1 Resumo O mundo dos negócios apresenta-se intensamente competitivo e acirrado. Em diversos setores da economia, observa-se a forte

Leia mais

Aula 15. Tópicos Especiais I Sistemas de Informação. Prof. Dr. Dilermando Piva Jr.

Aula 15. Tópicos Especiais I Sistemas de Informação. Prof. Dr. Dilermando Piva Jr. 15 Aula 15 Tópicos Especiais I Sistemas de Informação Prof. Dr. Dilermando Piva Jr. Site Disciplina: http://fundti.blogspot.com.br/ Conceitos básicos sobre Sistemas de Informação Conceitos sobre Sistemas

Leia mais

Visão Geral dos Sistemas de Informação

Visão Geral dos Sistemas de Informação Visão Geral dos Sistemas de Informação Existem muitos tipos de sistemas de informação no mundo real. Todos eles utilizam recursos de hardware, software, rede e pessoas para transformar os recursos de dados

Leia mais

A Importância do CRM nas Grandes Organizações Brasileiras

A Importância do CRM nas Grandes Organizações Brasileiras A Importância do CRM nas Grandes Organizações Brasileiras Por Marcelo Bandeira Leite Santos 13/07/2009 Resumo: Este artigo tem como tema o Customer Relationship Management (CRM) e sua importância como

Leia mais

Fulano de Tal. Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 FINXS 09.12.2014

Fulano de Tal. Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 FINXS 09.12.2014 Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 Este relatório baseia-se nas respostas apresentadas no Inventário de Análise Pessoal comportamentos observados através questionário

Leia mais

Pós-Graduação Business Intelligence

Pós-Graduação Business Intelligence Pós-Graduação Business Intelligence Tendências de Mercado de Business Intelligence Aula 01 Negócios e Tecnologia da Informação Objetivos da Aprendizagem Discutir as pressões corporativas e as reações que

Leia mais

PESQUISA DO CLIMA ORGANIZACIONAL EM UMA EMPRESA DE MÁRMORES E GRANITOS DO MUNICÍPIO DE COLIDER - MT.

PESQUISA DO CLIMA ORGANIZACIONAL EM UMA EMPRESA DE MÁRMORES E GRANITOS DO MUNICÍPIO DE COLIDER - MT. PESQUISA DO CLIMA ORGANIZACIONAL EM UMA EMPRESA DE MÁRMORES E GRANITOS DO MUNICÍPIO DE COLIDER - MT. 1 NATÁLIA SALVADEGO, 2 FRANCIANNE BARONI ZANDONADI 1 Bacharel em Engenheira Florestal (UNEMAT) e Estudante

Leia mais

SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO. Prof. Esp. Lucas Cruz

SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO. Prof. Esp. Lucas Cruz SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO Prof. Esp. Lucas Cruz SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO Os SIs têm o objetivo de automatizar os diversos processos empresariais, visando aumentar o controle e a produtividade, bem

Leia mais

Monitoração Ambiental e Uso de Fontes de Informação no Setor de Saúde: Estudo de Caso de uma Cooperativa Médica 1

Monitoração Ambiental e Uso de Fontes de Informação no Setor de Saúde: Estudo de Caso de uma Cooperativa Médica 1 Monitoração Ambiental e Uso de Fontes de Informação no Setor de Saúde: Estudo de Caso de uma Cooperativa Médica 1 Cristiana Elisa Aguiar Ribeiro (UFMG) Jaime Sadao Yamassaki Bastos (IBMEC-MG) Resumo: Este

Leia mais

Fundamentos do Comportamento de Grupo

Fundamentos do Comportamento de Grupo Fundamentos do Comportamento de Grupo 1: Motivação no trabalho e suas influências sobre o desempenho: Definir e classificar os grupos; Analisar as dinâmicas presentes nos grupos; Refletir sobre a influência

Leia mais

Entrepreneurship Lab Inovação, Desempenho e Crescimento Porque Educação Executiva Insper Cursos de Curta e Média Duração

Entrepreneurship Lab Inovação, Desempenho e Crescimento Porque Educação Executiva Insper Cursos de Curta e Média Duração 1 Porque Educação Executiva Insper A dinâmica do mundo corporativo atual exige profissionais multidisciplinares, capazes de interagir e formar conexões com diferentes áreas da empresa e entender e se adaptar

Leia mais