DIAGNÓSTICO UTILIZANDO ANÁLISE DE REDES SOCIAIS. Francisco José Zamith Guimarães Elisete de Sousa Melo

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1 DIAGNÓSTICO UTILIZANDO ANÁLISE DE REDES SOCIAIS Francisco José Zamith Guimarães Elisete de Sousa Melo PROJETO FINAL SUBMETIDO AO CORPO DOCENTE DA COORDENAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO COMO PARTE DOS REQUISITOS NECESSÁRIOS PARA A OBTENÇÃO DO GRAU DE ESPECIALISTA EM GESTÃO DO CONHECIMENTO E INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL. Aprovado por: Prof. Marcos do Couto Bezerra Cavalcanti, D.Sc. Profa. Raquel Borba Balceiro, D.Sc. Prof. Paulo Josef Hirsch, D.Sc. RIO DE JANEIRO, RJ BRASIL NOVEMBRO DE 2005

2 Guimarães, Francisco José Zamith Melo, Elisete Sousa Diagnóstico Utilizando Análise de Redes Sociais [Rio de Janeiro] 2005 VIII, 51 p. 29,7 cm (COPPE/UFRJ, Especialização, Engenharia de Produção, 2005) Projeto Final Universidade Federal do Rio de Janeiro, COPPE 1. Gestão do Conhecimento I. COPPE/UFRJ II. Título (série) i

3 Dedicamos esse trabalho a memória de Luiz Carlos Zamith. ii

4 Agradecemos às nossas famílias, que durante este período, nos incentivaram e souberam compreender nossa ausência nos finais de semana. Agradecemos a minha orientadora Raquel Borba Balceiro pelo suporte e zelo dispensado a equipe. Agradecemos ao Sr. Alexandre Korowajczuk pelo incentivo a fazer o curso e a realização desse trabalho. Agradecemos a toda equipe do DSG pela ajuda. Agradecemos a Petróleo Brasileiro S.A. pelo apoio propiciado a realização desse trabalho. iii

5 Resumo do Projeto Final apresentado à COPPE/UFRJ como parte dos requisitos necessários para a obtenção do grau de Especialista em Gestão do Conhecimento e Inteligência Empresarial. DIAGNÓSTICO UTILIZANDO ANÁLISE DE REDES SOCIAIS Francisco José Zamith Guimarães Elisete de Sousa Melo Novembro/2005 Orientadora: Raquel Borba Balceiro Programa: Engenharia de Produção A principal característica do conhecimento tácito é sua dificuldade de ser explicitado. A principal forma de transferência desse tipo de conhecimento é por meio do contato entre as pessoas. Portanto, para que essa transferência ocorra de uma maneira eficiente, é de vital importância o entendimento de como se dá a interação entre as pessoas. Uma forma de ter esse entendimento é com a ajuda da técnica de análise de rede social. Esse trabalho apresenta a aplicabilidade da técnica dentro do contexto da Gestão do Conhecimento, mostrando seu valor para o entendimento do fluxo de conhecimento tácito dentro de uma organização. iv

6 Abstract of Final Project presented to COPPE/UFRJ as a partial fulfillment of the requirements for the degree of specialist in Knowledge Management and Enterprise Intelligence. EVALUATION USING SOCIAL NETWORK ANALYSIS Francisco José Zamith Guimarães Elisete de Sousa Melo Novembro/2005 Advisor: Raquel Borba Balceiro Department: Industrial Engineering The main characteristic of the tacit knowledge is his difficult of being explicitated. The principal way of transfer this kind of knowledge is through the connection of people face-to-face. Therefore, for this transfer be effective, is important the understanding of how happens the people connections. One way to have this understand is with the use of the social network analysis method. This work presents the method applicability into the Knowledge Management context, presenting your value to understand the flow of tacit knowledge into an organization. v

7 Índice de texto 1 - Introdução Análise de Rede Social Visão Geral Visão básica Histórico da técnica Aplicações Benefícios esperados A Técnica de Análise de Rede Social Análise da rede pessoal Análise da rede em grupos fechados Identificação do grupo estratégico Construção do questionário Coleta das informações Análise das informações Análise visual Análise quantitativa Apresentação do resultado Análise comparativa entre as técnicas Uso da S.N.A. na área de Gestão do Conhecimento Aplicação em gestão de mudanças Aplicação em diagnósticos de Gestão do Conhecimento Aplicação em ferramenta de Páginas Amarelas Aplicação em Comunidades de Prática Gestão de Competências Exercício de aplicação da técnica de S.N.A Técnica utilizada Identificação do grupo estratégico Construção do questionário Coleta das informações Análise das informações Apresentação dos resultados Resultados obtidos Conclusões sobre os resultados Considerações Finais Referências Bibliográficas vi

8 Índice de Figuras Figura 1 - Ilustração da análise da rede pessoal. (Fonte: elaboração própria, 2005).. 10 Figura 2 - Ilustração da análise da rede em grupos fechados. (Fonte: elaboração própria, 2005) Figura 3 - Exemplo básico de rede de consciência das competências. (Fonte: elaboração própria, 2005) Figura 4 - Subgrupos em uma rede. (Fonte: elaboração própria, 2005) Figura 5 - Padrões em uma rede. (Fonte: elaboração própria, 2005) Figura 6 - Questionário utilizado na coleta das informações do exercício de aplicação. (Fonte: Petrobras, Gerência de Gestão do Conhecimento, 2005) Figura 7 - Rede de conhecimento de pessoas (quem conhece quem?). (Fonte: Petrobras, Gerência de Gestão do Conhecimento, 2005) Figura 8 - Rede de comunicação regular (quem se comunica regularmente com quem?). (Fonte: Petrobras, Gerência de Gestão do Conhecimento, 2005) Figura 9 - Rede de pessoas com potencial de conhecimento para me ajudar (quem tem conhecimento para me ajudar?). (Fonte: Petrobras, Gerência de Gestão do Conhecimento, 2005) Figura 10 - Interseção entre as redes de comunicação regular e de pessoas com potencial de conhecimento para me ajudar. (Fonte: elaboração própria, 2005) vii

9 Índice de tabelas Tabela 1 - As quatros principais escolas. (MOLINA, 2004)... 6 Tabela 2 - Questionário básico de análise de redes em grupo fechado. (Fonte: elaboração própria, 2005) Tabela 3 - Quadro comparativo entre as várias formas de coleta das informações. (Fonte: elaboração própria, 2005) Tabela 4 - Métricas básicas de rede. (Fonte: elaboração própria, 2005) Tabela 5 - Tabela de densidades da figura 6. (Fonte: elaboração própria, 2005) Tabela 6 - Quadro resumo com os tipos de redes versus as práticas de Gestão do Conhecimento. (Fonte: elaboração própria, 2005) Tabela 7 - In-degree e out-degree dos nós da rede de conhecimento de pessoas. (Fonte: elaboração própria, 2005) Tabela 8 - Densidades de conexão entre as faixas de experiência para rede de conhecimento de pessoas desconsiderando as pessoas que não responderam o questionário. (Fonte: elaboração própria, 2005) Tabela 9 - Densidades de conexão entre novos e antigos para rede de conhecimento de pessoas desconsiderando as pessoas que não responderam o questionário. (Fonte: elaboração própria, 2005) Tabela 10 - In-degree e out-degree dos nós da rede de comunicação regular. (Fonte: elaboração própria, 2005) Tabela 11 - Densidades de conexão entre as faixas de experiência para rede de comunicação regular desconsiderando as pessoas que não responderam o questionário. (Fonte: elaboração própria, 2005) Tabela 12 - Densidades de conexão entre novos e antigos para rede de comunicação regular desconsiderando as pessoas que não responderam o questionário. (Fonte: elaboração própria, 2005) Tabela 13 - In-degree e out-degree dos nós da rede de pessoas com potencial de conhecimento para me ajudar. (Fonte: elaboração própria, 2005) Tabela 14 - Densidades de conexão entre as faixas de experiência para rede de pessoas com potencial de conhecimento para me ajudar desconsiderando as pessoas que não responderam o questionário. (Fonte: elaboração própria, 2005) Tabela 15 - Densidades de conexão entre novos e antigos para rede de pessoas com potencial de conhecimento para me ajudar desconsiderando as pessoas que não responderam o questionário. (Fonte: elaboração própria, 2005) Tabela 16 - Grau de densidade e de reciprocidade das 3 redes analisadas. (Fonte: elaboração própria, 2005) viii

10 1 - Introdução Uma das questões mais relevantes dentro de Gestão do Conhecimento é a forma de se lidar com o conhecimento que está na cabeça das pessoas, ou seja, o conhecimento tácito 1. É muito difícil propagá-lo, mas principalmente medi-lo e avaliálo nas organizações. Isso pode parecer um pouco distante da fria realidade empresarial porém, segundo Rasmus (2002), de todo conhecimento necessário para uma empresa funcionar (100%), o mesmo está distribuído da seguinte forma: 4% encontra-se descrita explicitamente em bancos de dados (informação explícita estruturada), 16% encontra-se descrita explicitamente em documentos Word, Excel, PowerPoint, etc. (informação explícita não estruturada), e os outros 80% encontra-se na cabeça das pessoas (conhecimento tácito). Como o conhecimento tácito é dificilmente explicitado, a principal forma de transferência do mesmo é por meio do contato entre as pessoas. Dessa forma, é de vital importância o entendimento de como se dá a interação entre as pessoas da organização. Por meio da técnica de análise de rede social, conhecida também por Social Network Analysis (S.N.A.), é possível fazer esse tipo de diagnóstico. Uma vez coletada as informações é possível ter uma visão abrangente de como ocorre à transferência de conhecimento dentro da organização. Esse trabalho visa mostrar a aplicabilidade da técnica dentro do contexto da Gestão do Conhecimento, mostrando seu valor para o entendimento do fluxo de conhecimento tácito dentro de uma organização. O objetivo desse trabalho é mostrar que a técnica de S.N.A. é uma ferramenta de diagnóstico, e pode ser proficuamente utilizada dentro do contexto da GC. Para alcançarmos o objetivo supracitado, o presente trabalho está organizado da seguinte forma: no capítulo 1, apresenta-se a introdução; no capítulo 2, apresenta-se uma perspectiva geral da técnica de S.N.A. proporcionando uma visão básica da técnica, seu histórico, e aplicações existentes; no capítulo 3, discorre-se sobre os principais métodos de aplicação da técnica; no capítulo 4, aborda-se a relação da técnica com a Gestão do Conhecimento; no capítulo 5, detalha-se um exercício de aplicação da técnica de S.N.A. na indústria do petróleo; no capítulo 6, apresenta-se a conclusão do trabalho; 1 O conhecimento tácito é pessoal, específico ao contexto e, assim, difícil de ser formulado e comunicado. Ele inclui elementos cognitivos (modelos mentais) e técnicos (know-how concreto, técnicas e habilidades). (Polanyi (1966), citado por (NONAKA & TAKEUCHI, 1997)) 1

11 e, finalmente, no capítulo 7, são relacionados os possíveis trabalhos futuros vislumbrados. 2

12 2 - Análise de Rede Social Visão Geral O objetivo desse capítulo é fornecer uma visão básica da técnica, seu histórico, e aplicações existentes. 2.1 Visão básica S.N.A. surge no contexto das Ciências Humanas em meados dos anos 30, nos anos 60 é conduzido para o estudo da teoria dos gráficos (grafos) e a partir dos anos 70 é aplicada a diversas áreas do conhecimento, especialmente utilizado na Sociologia como instrumento para mapear os movimentos sociais. A Social Networking Analysis trata-se de uma técnica interdisciplinar que propicia uma leitura dinâmica das interações sociais. Propicia uma alternativa à interpretação estática (no momento da leitura) do papel social do indivíduo ou grupo dentro de um contexto. Pressupõe uma análise de tendência em um determinado contexto e não afirmações absolutas, isto é, a técnica é utilizada para oferecer uma perspectiva. A aplicação da técnica numa organização ou área de uma empresa visa reconhecer oportunidades ou desafios, identificando lacunas no fluxo de conhecimento. Ela possibilita mapear a interação de conhecimento de uma pessoa ou grupo na estrutura de uma organização, onde os movimentos e contatos não são aleatórios. Pode-se dizer que enquanto a estrutura organizacional é hierárquica, as redes sociais numa empresa são flexíveis (característica de sua natureza), e têm o poder de dominar (entravar) os processos da empresa. Karen Stephenson fala sobre o poder das redes (ROSENBURG, 2003)... trata-se de um sistema invisível, mas muito poderoso e que é ignorado por muitos executivos. Na análise de redes sociais são observados os atores sociais, seus papéis e suas ligações. A análise de rede social é uma ciência interdisciplinar especializada no comportamento. Ela está fundamentada na observação que os atores sociais são interdependentes e que as conexões entre eles possuem importantes conseqüências para cada indivíduo. (FREEMAN, 2004) S.N.A. trata de sistemas interativos de relações entre pessoas ou grupos. O que interessa é o posicionamento estrutural de cada ator dentro de um contexto, isto é, sua posição na rede. 3

13 2.2 Histórico da técnica A técnica de análise de redes sociais interessa a pesquisadores de vários campos do conhecimento que, na tentativa de compreenderem o impacto da rede sobre a vida social, deram origem a diversas técnicas de análise que têm como base as relações entre os indivíduos, em uma estrutura em forma de redes (MARTELETO & SILVA, 2004). Uma prova concreta do parágrafo anterior é o histórico de aplicação da técnica nos diversos campos de conhecimento (MORTON et al., 2004): O primeiro uso da técnica data de 1933, onde o psiquiatra Jacob Levi Moreno apresentou o sociograma, ferramenta essa originária de seu trabalho em sociometria. Moreno criou o método para analisar relacionamentos emotivos interpessoais dentro de um grupo. Por meio dessa ferramenta era possível identificar líderes, e indivíduos isolados. (MORTON et al., 2004) Radcliffe Brown (1940) e John Barnes (1954) inventaram o termo rede social, pois o foco deles estava nas características da estrutura global da sociedade e não nas características das redes pessoais. Em 1951, Lewis, em sua teoria de campo, focou nas propriedades estruturais do espaço social. Nas décadas de 1960 e 1970, antropólogos associados ao Rhodes Livingstone Institute (Universidade de Manchester), coordenado por Max Gluckman e, posteriormente, por J. Clyde Mitchell, desenvolveram diversas pesquisas sobre os processos migratórios rural-urbanos em países africanos, tendo como principal foco analítico a identificação das redes sociais da migração. Frank Harary (1963) aplicou a teoria dos gráficos na Antropologia, na Sociologia e na Psicologia. David Douglas Massey (1990) utilizou a técnica de S.N.A. para explicar os processos migratórios de mexicanos para os EUA. Dimitri Fazito e Weber Soares (1991) utilizaram à técnica para compreender as redes de migração interna no Brasil. A análise de redes pessoais é derivada de quatro principais escolas, segundo Molina (2004): escola de Manchester, de estudos de comunidades, de estudos de estimação do tamanho das redes pessoais e de capital social. 4

14 Os antropólogos urbanos da escola de Manchester estavam interessados nas redes sociais para explicar o comportamento que não podia ser explicado por um paradigma teórico estrutural-funcionalista, o qual mostra a existência de uma rede ativa de instituições que permitia dar conta da vida social do individuo. Estes pesquisadores documentaram a relação entre a estrutura da rede pessoal e a conduta pessoal em situações baseadas em lutas políticas, conflitos sociais em alguns ambientes, tais como ambiente de trabalho. A escola de estudos de comunidade é conhecida como a tradicional no estudo da investigação centrada na localização das redes de apoio social. São redes constituídas por parentes, amigos e vizinhos que proporcionam socialização, informação e ajuda em geral. Este estudo possibilita conhecer características globais das redes pessoais. Já a escola de estudo de estimação do tamanho das redes pessoais tem seu ponto de partida na resposta obtida à pergunta A quantas pessoas conheces? a resposta a essa questão dá lugar ao estudo. Suas características são os experimentos entre eles o cálculo do volume total de conhecidos de uma pessoa utilizando listas telefônicas e a aplicação aproximada das redes pessoais, segundo os critérios de contatos acumulados, contatos ativos e laços fortes. Por último, a escola de estudo do capital social e redes pessoais, escola centrada em três grupos: o capital social com foco na pessoa, o capital social centrado na rede e o capital social focado na rede de associações (sociedades civis). No primeiro uso, o capital social é algo inerente às pessoas, isto é, ao número e a qualidade de relações, determinado por sua classe social. No segundo sentido, o capital social reside nos recursos das propriedades da rede de relações, mais que nas pessoas. A terceira aplicação associa o êxito econômico de uma região do país com a rede de entidades civis e econômicas existente na região. A tabela 1 apresenta um quadro com o resumo das principais escolas, e estudiosos sobre a técnica de S.N.A.. 5

15 Tradição Enfoque teórico Principais estudos Métodos Escola de Manchester Escola de Estudos de Comunidade Complemento do paradigma estrutural - funcionalismo em um mundo urbano fluído. Laços comunitários além dos limites residenciais, apoio social e troca da rede pessoal ao longo do tempo. Movimentos sociais. Barnes (1954) Bott (1955,1957) Epstein (1957, 1963) C. Mitchell (1969) Boissevain (1973) Kapferer (1972) Laumann (1973) Fisher (1982) Wellman (1979, 1982, 1988, 1997, 1999) Litwin (1996) Tilburg (1998) Ferrand (1999) Sociogramas, Observação de participante, conceitos sobre teoria de gráficos e matrizes.. Grandes pesquisas egocéntricas. Bases de dados públicos com dados de redes sociais. Escola de Estimativa do tamanho das redes pessoais Escola Capital Social Tamanho, estrutura ou amostras representativas de redes pessoais. Acesso a pessoas em posições sociais superiores e seus recursos associados. Gerador de nomes a partir de posições sociais, gerador de nomes a partir de recursos acessíveis. Poole y Kochen (1978) Killworth e Bernard (1978, 1984) Killworth et al. (1998,1990) Freeman e Thompson (1989) Bernard (1990, 1998) McCarty (1997, 2000) Lin (1982, 2001), Lin et al. (2001), Burt (1992), Flap et al. (1999), van der Gaag e Snijders (2003) Tabela 1 - As quatros principais escolas. (MOLINA, 2004) Amostras de guias telefônicas locais ou listas de nomes, Mundo Pequeno ao contrário, RSW, método Scale-up. Gerador de nomes a partir de posições sociais. Gerador de nomes a partir de recursos acessíveis. No Brasil, a literatura é restrita. Após uma pesquisa foram identificados os professores e autores Regina Marteleto e Eduardo Marques, entre outros que publicaram artigos sobre o uso de S.N.A. como ferramenta para análise. Marteleto usou a técnica para estudar os movimentos sociais, enquanto Marques usou a técnica dentro da empresa CEDAE-RJ (Companhia Estadual de Águas e Esgoto Rio de Janeiro). Outra referência sobre o tema no Brasil é o trabalho de Tonia Marta Barbosa Macedo sobre a importância das redes informais para um sistema de inteligência competitiva. Nesse trabalho, ela realizou pesquisa empírica entre os profissionais do Centro de Desenvolvimento de R.H. da Petrobras. Os Programas de Mestrado e de Doutorado em Sociologia e Ciência Política da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Minas Gerais Fafich/UFMG ofereceu em 2004, um curso avançado de Introdução à análises de redes sociais dentro do curso de Metodologia Quantitativa (http://www.fafich.ufmg.br/~mq/ 6

16 ementas.htm - ver cursos avançados). O curso teve por objetivo apresentar a técnica para os alunos de forma instrumental e aplicada. 2.3 Aplicações Entre as principais aplicações da técnica de S.N.A. descrevemos algumas a seguir. Na área médica, a técnica é aplicada para estudar a propagação e evolução de diversos tipos de doenças. Cohen et al. (2000), com seu estudo sobre como uma rede social diversa influencia a saúde do indivíduo, é um típico exemplo de aplicação nesse campo. Na sociologia, essa técnica é utilizada para estudar a formação das redes sociais humanas. Os cientistas sociais observaram que as redes sociais tendem a aproximar as pessoas com interesses mútuos. A S.N.A. também é aplicável em sistemas de recomendação de especialistas. Nesses sistemas, os resultados da aplicação de uma dinâmica de S.N.A. podem ser usados em dois momentos: utilizar a opinião das demais pessoas da rede para indicar o grau de competência de uma determinada pessoa e, também, para ordenar uma lista de especialistas priorizando os mais próximos da rede social da pessoa que fez a busca. McDonald (2003) aborda a utilização da técnica para filtrar e ordenar a resposta à busca de um especialista. Segundo o sistema proposto, os especialistas seriam apresentados em ordem de proximidade na rede social do usuário que faz a pesquisa no sistema. Percebemos a S.N.A. também como ferramenta útil ao campo da Gestão de Conhecimento (BUSCH at el., 2001; CROSS at el., 2001; PARKER at el., 2001). É importante observar, no entanto que dentro da literatura sobre Gestão do Conhecimento são raros os artigos que abordam aplicações de S.N.A.. Um exemplo de aplicação da técnica é a sua utilização para avaliar a evolução da implantação de uma comunidade. A técnica também pode ser utilizada para identificar as dificuldades de comunicação entre pessoas de um mesmo processo chave ou grupo no interior de uma organização. A dificuldade de comunicação tende a surgir devido à grande fragmentação existente ao longo do processo (fronteiras funcionais, hierárquicas e físicas). 7

17 2.4 Benefícios esperados Alguns benefícios esperados da aplicação da técnica de S.N.A. observados por CROSS & PARKER (2004) são os seguintes: Integrar a rede de pessoas que participam de processos de negócios da empresa. Identificar os indivíduos centralizadores de informação da rede pesquisada. Motivá-los para disseminar informações entre seus pares. Capacidade de avaliar o desempenho de um grupo de pessoas que deve trabalhar de forma integrada. 8

18 3 - A Técnica de Análise de Rede Social Há duas formas de se fazer uma análise de rede social: uma por meio da análise do perfil de relacionamentos de um indivíduo, sem qualquer restrição sobre a fonte do relacionamento; e a outra, por meio da análise dos relacionamentos de um grupo de pessoas onde os relacionamentos estão restritos ao grupo. Cada uma dessas formas tem uma maneira diferente de condução, com vantagens e desvantagens distintas para cada uma delas. 3.1 Análise da rede pessoal Resumidamente, na análise da rede pessoal, é solicitada a pessoa mapeada que identifique outras pessoas que são importantes para a execução de uma dada função ou tarefa (por exemplo: obtenção de informação, consolidação de idéias etc.) sendo que para cada pessoa identificada deve-se responder um conjunto de questões sobre esse relacionamento. Nessa técnica pode-se ou não limitar o grupo de pessoas que podem ser apontadas pelo indivíduo mapeado. Por exemplo, pode-se restringir o mapeamento somente às pessoas que trabalham na mesma empresa da pessoa mapeada, ou pode-se fazer sem qualquer limitação, coletando informações de relacionamentos provenientes de qualquer natureza (pessoas do mesmo departamento, colegas de empresa, amigos de escola, familiares etc.). Normalmente, a técnica é aplicada sem qualquer limitação sobre a fonte do relacionamento. Após o levantamento dos relacionamentos da pessoa mapeada, é feita a análise destes tendo por base uma distribuição de relacionamentos ideal que a pessoa deveria seguir. A partir dos hiatos existentes entre a distribuição de relacionamentos ideal e a distribuição de relacionamentos atual desta pessoa é elaborado um diagnóstico com uma recomendação sobre com quais grupos ela deve procurar se relacionar mais. 9

19 A figura 1 ilustra a técnica de análise da rede pessoal. Construção do questionário Coleta das informações Análise das informações Apresentação dos resultados Proximidade Mesmo Andar = 4 pessoas Mesmo Prédio = 2 pessoas Mesma Cidade = 0 pessoas Questionário.. Posição Hierárquica Acima = 0 pessoas Mesma = 1 pessoas Abaixo = 5 pessoas Tempo de relacionamento 1 3 anos = 2 pessoas 3 6 anos = 2 pessoas + de 6 anos = 2 pessoas Devido ao seu perfil de gerente, é sugerido: - aumentar a interação com superiores. - aumentar a interação com pessoas em outras cidades. Figura 1 - Ilustração da análise da rede pessoal. (Fonte: elaboração própria, 2005) Na etapa de construção do questionário objetiva-se elaborar o questionário que será utilizado para coleta das informações. Normalmente o questionário na análise da rede pessoal é aberto, onde o respondente pode apontar seus principais relacionamentos para um determinado contexto (busca de informações, solução de problemas etc.). Para cada relacionamento apontado pelo respondente, o mesmo deve fornecer algumas informações que permitam identificar as suas principais tendências de relacionamento (por exemplo: indicar a localização geográfica das pessoas com que se relaciona). O segredo na construção do questionário está na definição precisa do contexto que o respondente deve utilizar para apontar seus relacionamentos, e nas informações extras que ele deve indicar para cada relacionamento. Alguns exemplos dessas informações extras podem ser: Posição hierárquica da pessoa com quem ele se relaciona (acima, igual, abaixo). Proximidade física da pessoa com quem ele se relaciona (mesma sala, mesmo andar, mesmo prédio, mesma cidade, mesmo país). Tempo de relacionamento com a pessoa (menos de 1 ano, entre 1 e 3 anos, entre 3 e 7 anos, mais de 7 anos). Freqüência com que interage com essa pessoa (todo dia, uma vez por semana, uma vez por mês). 10

20 Na etapa de coleta das informações mapeiam-se os relacionamentos da pessoa alvo. A coleta das informações pode acontecer por meio de entrevistas ou por meio da resposta individual ao questionário. Devido a maior simplicidade do questionário em comparação com o questionário da técnica de análise da rede em grupos fechados (seção 3.2.2), a resposta individual a esse questionário não apresenta maiores dificuldades para o respondente. Na etapa de análise das informações se compara a distribuição dos relacionamentos da pessoa com uma distribuição ideal 2, segundo o perfil da pessoa. Por exemplo, é provável que a distribuição ideal de relacionamentos para gerentes de nível médio seja composta de pessoas que estejam presentes em vários locais geográficos da empresa. Se na análise das informações coletadas de um gerente de nível médio encontra-se somente relacionamento com pessoas de uma única localidade, esse seria um possível hiato de relacionamento para esse gerente, segundo a distribuição ideal. Por fim, na etapa de apresentação dos resultados aponta-se o hiato entre a distribuição da pessoa analisada em comparação com essa distribuição ideal. A partir da análise destes hiatos a pessoa alvo pode ser mais pró-ativa na criação de novos relacionamentos visando equilibrar a sua rede pessoal, procurando assim atingir sua distribuição ideal. 2 A distribuição ideal varia conforme o perfil de trabalho do indivíduo que está sendo analisado. Por exemplo, um gerente teria uma distribuição ideal de relacionamentos diferente de um pesquisador. 11

21 3.2 Análise da rede em grupos fechados Na análise da rede em grupos fechados, deve-se começar delimitando o grupo estratégico que se deseja analisar para, posteriormente, coletar de cada uma das pessoas que compõem esse grupo o seu tipo e grau de relacionamento com as outras pessoas desse mesmo grupo. Após essa coleta é realizada a análise do relacionamento do grupo como um todo, como também uma análise do papel de cada indivíduo dentro desse grupo. Por fim, é apresentado o retorno do diagnóstico para o grupo. A figura 2 ilustra a técnica. Na etapa de identificação do grupo estratégico escolhe-se o grupo alvo para aplicação da técnica; na etapa de construção do questionário elabora-se o questionário utilizado para coleta das informações; na etapa de coleta das informações há a coleta propriamente dita; na etapa de análise das informações as informações dos vários membros do grupo são analisadas em conjunto; e por fim na etapa de apresentação dos resultados divulgam-se as conclusões do trabalho. 12

22 Construção do questionário Identificação do grupo estratégico Questionário.. Apresentação dos resultados Análise das informações Coleta das informações Figura 2 - Ilustração da análise da rede em grupos fechados. (Fonte: elaboração própria, 2005) A seguir, abordaremos com mais detalhes cada uma das etapas Identificação do grupo estratégico O primeiro passo para realizar uma análise de rede em grupo fechado é identificar e delimitar o grupo que será analisado. Grupos onde a colaboração entre seus membros traz um grande diferencial para a empresa são fortes candidatos a serem analisados por essa técnica. É interessante realizar a análise nesses grupos tanto para identificar as características que conduzem a uma boa colaboração, nos que funcionam bem, como também para otimizar a colaboração, nos que funcionam mal. 13

23 Os grupos a serem analisados não precisam necessariamente estar dentro de uma mesma unidade organizacional da empresa. A delimitação dos grupos dentro de uma empresa pode se dar, por exemplo, das seguintes formas: pessoas que se encontram em mesma função, pessoas que contribuem para execução de um processo, pessoas que trabalham em uma mesma unidade organizacional etc. Nessa etapa é importante saber delimitar o grupo de forma a manter o seu tamanho aceitável para execução da coleta das informações. Apesar de teoricamente a análise poder ser feita para um grupo de tamanho arbitrário, na prática algumas questões de ordem técnica devem ser levadas em conta na hora da definição das pessoas que terão suas informações coletadas (por exemplo: número de pessoas a terem suas informações coletadas e o tempo de preenchimento dos questionários). Para casos onde o grupo é muito grande (maior que 200 pessoas), uma boa prática é realizar a análise somente em uma amostra dessa população, a ser definida segundo critérios de confiabilidade estatísticos. Caso seja realmente necessário trabalhar com grupos com mais de 200 pessoas uma solução pode ser a análise dos s enviados pelas pessoas desse grupo. Na seção sobre coleta das informações abordam-se os prós e contras dessa forma. O produto desta etapa é o conjunto dos nomes das pessoas que compõem o grupo a ser analisado. Isso serve como base para a construção do questionário que será aplicado às pessoas do grupo para coletar os tipos e graus de relacionamentos Construção do questionário O objetivo do questionário em uma análise de rede social é coletar informações sobre os relacionamentos de cada pessoa que compõe o grupo de forma a que se possa entender claramente a forma de trabalho do grupo que está sendo analisado. Esse entendimento é alcançado através do cruzamento das respostas ao questionário dos diversos componentes do grupo. A tabela 2 apresenta um questionário básico de análise de redes em grupo fechado, baseado em (CROSS & PARKER, 2004). 14

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