A Proposta de Reforma do Estatuto Social segue anexa.

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1 Senhores Acionistas da Companhia Siderúrgica Nacional A Administração da Companhia Siderúrgica Nacional submete à deliberação dos Srs. Acionistas proposta de reforma do Estatuto Social com o objetivo de (i) alterar o número de membros do Conselho de Administração e da Diretoria; (ii) modificar a redação dos artigos 17 e 21 do Capítulo IV do Estatuto Social; (iii) modificar a redação dos artigos 30 e 31 do Capítulo VII do Estatuto Social; e (iv) renumerar os artigos do Estatuto Social face às alterações introduzidas. A Proposta de Reforma do Estatuto Social segue anexa. BENJAMIN STEINBRUCH Presidente do Conselho de Administração

2 PROPOSTA DE REFORMA DO ESTATUTO SOCIAL DA COMPANHIA SIDERÚRGICA NACIONAL 1- Artigo 13 - Foi alterado o número máximo de conselheiros de 9 para 11 membros: Art O Conselho de Administração é composto de 7 (sete) a 9 (nove) membros, acionistas, eleitos pela Assembléia Geral, com prazo de gestão de 1 (um) ano, permitida a reeleição, sendo um deles Presidente e outro Vice- Presidente. Art O Conselho de Administração é composto de 7 (sete) a 11 (onze) membros, acionistas, eleitos pela Assembléia Geral, com prazo de gestão de 1 (um) ano, permitida a reeleição, sendo um deles Presidente e outro Vice-Presidente. 2- Artigo 20 - Foi alterado o número mínimo e máximo de diretores executivos, de 3 para 2 membros e de 6 para 9 membros, respectivamente: Art A Companhia terá uma Diretoria Executiva composta de 3 (três) a 6 (seis) Diretores Executivos, a critério do Conselho de Administração, sendo um deles o Diretor- Presidente, e os demais Diretores Executivos sem designação específica, cada um com área de atuação determinada pelo Conselho de Administração. Art A Companhia terá uma Diretoria Executiva composta de 2 (dois) a 9 (nove) Diretores Executivos, a critério do Conselho de Administração, sendo um deles o Diretor- Presidente, e os demais Diretores Executivos sem designação específica, cada um com área de atuação determinada pelo Conselho de Administração.

3 3- Artigo 17 O texto do inciso VIII foi excluído do Art. 17 e inserido na nova redação do Art. 31. Também foram excluídos os incisos XVIII, XIX, XXII, XXXIV e XXXV desse Art. 17, sendo suas disposições substituídas pelos novos incisos XVII e XXXVI propostos, e renumerados os incisos deste artigo: Art. 17 VIII observadas as disposições legais e ouvido o Conselho Fiscal, se em funcionamento, declarar, no curso do exercício social e até a Assembléia Geral Ordinária, dividendos intermediários, inclusive a título de antecipação parcial ou total do dividendo mínimo obrigatório (Art. 30), à conta: (a) de lucros apurados em balanço semestral, ou: (b) de lucros acumulados ou reservas de lucros existentes no último balanço anual ou semestral. XVIII - fixar critérios de valor ou alçada financeira para a prática de atos de cada um dos Diretores Executivos independentemente de autorização prévia do Conselho de Administração; XIX - aprovar as normas para alienação de bens do ativo permanente, para constituição de ônus reais, para prestação de garantias e para a assunção de obrigações pela Companhia; XXII - deliberar a respeito das aquisições e alienações de bens imóveis a qualquer título; XXXIV manifestar-se previamente a respeito da celebração de acordos de distribuição, comercialização, exporta-ção, transferência de tecnologia, licença de marcas, exploração de patentes, concessão de uso ou arrendamento pela Companhia ou por suas empresas controladas ou coligadas e por associações e fundações de que a Companhia faça parte; XXXV deliberar a respeito da alienação direta ou indireta de participações societárias da Companhia, das suas empresas controladas ou coligadas, de associações e fundações das quais a Companhia faça parte; Art. 17 XVII - fixar alçadas da Diretoria Executiva para a prática dos seguintes atos, independentemente de autorização do Conselho de Administração: a) Aquisição, alienação e oneração de qualquer bem do ativo permanente; b) Celebração de quaisquer negócios jurídicos pela Companhia, incluindo empréstimos e financiamentos, inclusive com sociedades por ela controladas, direta ou indiretamente; c) Constituição de qualquer espécie de garantia ou a oneração de qualquer bem que não integre o ativo permanente da Companhia, inclusive em benefício ou em favor de terceiros; XXXIX deliberar sobre quaisquer matérias cujos limites ultrapassem a alçada estabelecida para a Diretoria Executiva, conforme previsto neste Art. 17.

4 4- Artigo 21 - Alterado para refletir a redação proposta para o Art. 17: Art A Diretoria Executiva, observadas as diretrizes e deliberações do Conselho de Administração e da Assembléia Geral, terá poderes de administração e gestão dos negócios sociais, podendo praticar todos os atos e realizar todas as operações que se relacionem com o objeto social da Companhia, incluindo os que importem em alienação ou aquisição de imóveis, constituição de ônus reais, prestação de garantias a obrigações de terceiros, renúncia a direitos, respeitadas as disposições do Art. 17 deste Estatuto. Art. 21 A Diretoria Executiva, observadas as diretrizes e deliberações do Conselho de Administração e da Assembléia Geral, terá poderes de administração e gestão dos negócios sociais, podendo praticar todos os atos e realizar todas as operações que se relacionem com o objeto social da Companhia, observadas as limitações de alçada estabelecidas pelo Conselho de Administração (Art. 17, inciso XVII) e as demais disposições previstas neste Estatuto Social. 5- Artigos 30 e 31 nova proposta de redação dos Arts. 30 e 31, com a conseqüente renumeração dos atuais Arts. 32 e 33: Art O exercício social encerrar-se-á em 31 de dezembro de cada ano, quando serão levantadas as Demonstrações Financeiras. Parágrafo 1 o - Do resultado do exercício serão deduzidos, antes de qualquer partic ipação, os prejuízos acumulados e a provisão para o imposto sobre a renda; Parágrafo 2 o - Apurado o lucro líquido do exercício, terá ele a destinação aprovada pela Assembléia Geral Ordinária, observadas as prescrições legais; Art O exercício social encerrar-se-á em 31 de dezembro de cada ano, findo o qual serão elaboradas as demonstrações financeiras que, após manifestação do Conselho de Administração, serão submetidas à Assembléia Geral, juntamente com a proposta de destinação do lucro do exercício. Parágrafo 1 o - Do resultado do exercício serão deduzidos, antes de qualquer partic ipação, os prejuízos acumulados e a provisão para o imposto sobre a renda e contribuição social sobre o lucro líquido. Parágrafo 2º - O lucro do exercício terá obrigatoriamente a seguinte destinação: I 5% (cinco por cento) para a formação do fundo de reserva legal, até atingir 20% (vinte por cento) do capital social subscrito; II pagamento de dividendo obrigatório (Art. 33); III o lucro remanescente terá a destinação deliberada em Assembléia Geral, observadas as prescrições legais.

5 Parágrafo 3 o - A Companhia poderá levantar balanços semestrais, trimestrais ou em períodos menores de tempo, observadas as prescrições legais, e o Conselho de Administração poderá deliberar dividendos semestrais ou intermediários, inclusive como antecipação total ou parcial do dividendo obrigatório do exercício em curso (Art. 17, inciso VIII). Parágrafo 4 o - O ato do Conselho de Administração que deliberar pagamento antecipado de dividendo obrigatório, disporá se esses pagamentos serão compensados, corrigidos monetariamente com o valor do dividendo obrigatório do exercício e, prevista essa compensação, a Assembléia Geral Ordinária determinará o pagamento do saldo obrigatório que houver, bem como a reversão à conta de origem do valor pago antecipadamente. Art A distribuição de dividendos não será inferior a 25% (vinte e cinco por cento) do lucro líquido apurado, nos termos do art. 202, da Lei n o 6.404/76. Art. 31 Compete adicionalmente ao Conselho de Administração: I determinar o levantamento de balanços semestrais, trimestrais ou em períodos menores, observadas as prescrições legais; II aprovar a distribuição de quaisquer dividendos adicionais, intercalares ou intermediários, inclusive como antecipação total ou parcial do dividendo obrigatório do exercício em curso, observadas as disposições legais; III declarar dividendos à conta de lucros do exercício apurados em balanços semestrais, lucros acumulados ou de reservas de lucros existentes no último balanço anual ou semestral; IV pagar juros sobre o capital próprio imputando o montante dos juros pagos ou creditados ao valor do dividendo obrigatório (Art. 33), nos termos do Art. 9º, 7º, da Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de Art O ato do Conselho de Administração que deliberar o pagamento antecipado de dividendo obrigatório disporá se esses pagamentos serão compensados, corrigidos monetariamente, com o valor do dividendo obrigatório do exercício e, prevista essa compensação, a Assembléia Geral Ordinária determinará o pagamento do saldo obrigatório que houver, bem como a reversão à conta de origem do valor pago antecipadamente. Art. 33 A Companhia distribuirá como dividendo, em cada exercício social, no mínimo 25% (vinte e cinco por cento) do lucro líquido do exercício, nos termos do Art. 202, da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976.

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