XVIII ENCONTRO DE REUMATOLOGIA AVANÇADA

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1 03 A 05 DE MAIO DE 2012 MAKSOUD PLAZA HOTEL SÃO PAULO SP COMISSÕES DIRETORIA EXECUTIVA Gestão 2012/2013 Presidente: Paulo Louzada Junior Vice-Presidente: Silvio Figueira Antonio Diretor Científico: Eduardo Ferreira Borba Neto 1.Secretário: Flávio Calil Petean 2.Secretário: José Alexandre Mendonça 1.Tesoureiro: Marcelo de Medeiros Pinheiro 2.Tesoureiro: Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira Presidente Eleito 2014/2015: Dawton Yukito Torigoe CONSELHO FISCAL E CONSULTIVO Wiliam Habib Chahade Rina Dalva Neubarth Giorgi Jamil Natour Manoel Barros Bértolo Ari Stiel Radu Halpern José Carlos Mansur Szajubok Luiz Carlos Latorre COMISSÃO CIENTÍFICA Andrea B. V. Lomonte Célio Roberto Gonçalves Cristiano Barbosa Campanholo Edgard Torres dos Reis Neto Marcos Renato de Assis Paulo Roberto Stocco Romanelli Renata Ferreira Rosa Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira Simone Appenzeller Sônia Maria Alvarenga Anti Loduca Lima Virgínia Fernandes Moça Trevisani

2 Apoio Janssen Cilag Abbott Roche Wyeth/ Pfizer Bristol-Myers Squibb Sanofi-Aventis Aché Astra Zeneca EMS Sigma Pharma Medicine Promed Livraria Organização Secretaria Eventus Planejamento e Organização

3 Caros colegas, Gostaria de agradecer a todos os Serviços de Reumatologia do Estado de São Paulo que prestigiaram o Encontro Avançado de Reumatologia de 2012 com o envio de trabalhos clínicos e básicos. Estes trabalhos totalizaram 32 e representam o que de melhor foi realizado durante o ano de A premiação dos melhores trabalhos clínicos ou básicos ocorrerá na tarde de sábado, com a reapresentação dos trabalhos selecionados pela comissão científica da SPR. Aproveito o momento para agradecer o trabalho de todos os integrantes da comissão científica da SPR, brilhantemente coordenada pelo Prof. Dr Eduardo Ferreira Borba Neto, que selecionaram e classificaram todos os trabalhos submetidos. Este caderno de resumos possibilitará a todos os participantes do ERA 2012 acompanhar todos os trabalhos apresentados e servirá como ponto de apoio para novas idéias e futuros projetos de pesquisa. Espero que todos aproveitem ao máximo esta sessão científica do ERA Fraternal abraço Paulo Louzada Jr. Presidente SPR

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5 PROGRAMAÇÃO XVIII ENCONTRO DE REUMATOLOGIA AVANÇADA 03 de maio Quinta-feira 08h00-13h00 CURSO PRÉ-CONGRESSO: INFECÇÕES e TRATAMENTO: Atualização no diagnóstico e no tratamento do paciente reumático imunossuprimido Presidente: Edgard Torres dos Reis Neto UNIFESP 08h00-08h30 Imunização em pacientes imunossuprimidos Maria Isabel de Moraes Pinto - UNIFESP 08h30-09h00 Indicações de profilaxia com drogas antimicrobianas em pacientes - imunossuprimidos Otelo Rigato Júnior - UNIFESP 09h00-09h30 Quadro pulmonar agudo no paciente imunossuprimido Luci Corrêa- UNIFESP 09h30-10h00 Perguntas 10h00-10h30 Intervalo 10h30-11h00 Infecções fúngicas em imunossuprimidos Daniel Wagner de Castro Lima Santos - Instituto de Infectologia Emílio Ribas e UNIFESP 11h00-11h30 Infecções virais no paciente imunossuprimido Celso F. H. Granato- UNIFESP 11h30-12h00 Manejo da neutropenia fora do contexto da quimioterapia Paola Cappellano - UNIFESP 12h00-12h30 Infecção Relacionada a Assistência a Saúde: Enfoque no paciente em hospital-dia e em Enfermaria Eduardo Alexandrino Servolo de Medeiros - UNIFESP 12h30-13h00 Perguntas 13h00 14h00 Intervalo de almoço 14h00-14h10 Abertura Oficial do Evento Presidente da SPR: Paulo Louzada Junior Diretor Científico da SPR: Eduardo Ferreira Borba Neto 14h10-15h45 Reumatologia Pediátrica Presidente: Clovis Artur Almeida da Silva - FMUSP Moderadora: Virginia Paes Leme Ferriani USP 14h10-14h30 Segurança do Uso de Biológicos na Reumatologia Pediátrica Cláudia Saad Magalhães UNESP 14h30-15h45 Apresentação de Trabalhos em Reumatologia Pediátrica CO.01 - PROBABILIDADE DE REMISSÃO APÓS INFILTRAÇÃO ARTICULAR COM GLICOCORTICÓIDE NA ARTRITE IDIOPÁTICA JUVENIL. Sato JO 1, Fernandes TAP 2, Nascimento CB 2, Capela RC 2, Corrente JE 3, Magalhães CS 2-1 Departameno de Pediatria - Faculdade de Medicina de Botucatu-Universidade Estadual Paulista - UNESP, 2 Departamento de Pediatria - Faculdade de Medicina de Botucatu - Universidade Estadual Paulista - UNESP, 3 Departamento de Bioestatística - Instituto de Biociências - Universidade Estadual Paulista - UNESP CO.02 - EQUIVALÊNCIA MÉTRICA DO DISEASE ACTIVITY SCORE (DAS 28) E JUVENILE ARTHRITIS DISEASE ACTIVITY SCORE (JADAS) NA ARTRITE IDIOPÁTICA JUVENIL. Capela RC 1, Sato JO 1, Fernandes TAP 1, Corrente JE 2, Magalhães CS 1-1 Departamento de Pediatria - Faculdade de Medicina de Botucatu - Universidade Estadual Paulista (UNESP), 2 Departamento de Bioestatística - Instituto de Biociências- Universidade Estadual Paulista (UNESP) CO.03 - LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO E IMUNODEFICIÊNCIAS PRIMÁRIAS: UMA ASSOCIAÇÃO POSSÍVEL TAMBÉM EM ADULTOS? Perazzio SF 1, Granados A 1, Silva NP 1, Salomão R 2, Andrade LEC 3-1 UNIFESP - Reumatologia, 2 UNIFESP - Infectologia, 3 UNIFESP/Fleury Medicina e Saúde - Reumatologia 5

6 PROGRAMAÇÃO XVIII ENCONTRO DE REUMATOLOGIA AVANÇADA 03 de maio Quinta-feira 15h45-16h15 Intervalo CO.04 - Avaliação da função gonadal em adolescentes e jovens do sexo masculino com espondilite anquilosante. Nukumizu LA 1, Saad CG, Ostensen M 2, Almeida BP 3, Cocuzza M 4, Gonçalves C 5, Saito O 6, Bonfá E 5, Silva CAA 1-1 USP - ICr e Disciplina de Reumatologia, 2 Pregnancy Research Unit - University of Bern, Switzerland, 3 USP - ICr e Disciplina de Reumatologia da FMUSP, 4 USP - Departamento de Urologia, 5 USP - Disciplina de Reumatologia, 6 USP - Departamento de Radiologia CO.05 - Alterações morfofuncionais do pênis e da função gonadal em adolescentes e jovens com síndrome antifosfolípide. Rabelo-Junior CN 1, Bonfá E 1, Carvalho JF 1, Cocuzza M 2, Saito OC 3, Silva CAA 4-1 USP - Disciplina de Reumatologia, 2 USP - Departamento de Urologia, 3 USP - Departamento de Radiologia, 4 USP - ICr e Disciplina de Reumatologia 16h15-17h00 Novos Procedimentos em Reumatologia Presidente: Jose Eduardo Martinez PUC SP Moderador: Marcos Renato de Assis FAMEMA 16h15-16h45 PRP / TOCE / Toxina Botulínica como novos procedimentos em Reumatologia Rita Furtado UNIFESP 16h45-18h00 Apresentação de Trabalhos Clínicos 18h00-20h00 Happy hour CO.06 - TREINO AERÓBIO EM PACIENTES COM ESPONDILITE ANQUILOSANTE: UM ESTUDO CONTROLADO E RANDOMIZADO. Fabio Jennings 1, Hilda Oliveira 1, Marcelo Souza 1, Vaneska Cruz 1, Jamil Natour 1-1 UNIFESP - Disciplina de Reumatologia CO.07 - EFEITO DOS BANHOS DE IMERSÃO EM ÁGUAS SULFUROSAS EM PACIENTES COM OSTEOARTRITE DE JOELHO: ENSAIO CLÍNICO CONTROLADO E RANDOMIZADO. Branco M 1,2, Trevisani VM 1,3-1 UNIFESP, 2 PUC MINAS Poços de Caldas - Fisioterapia, 3 UNISA CO.08 - TREINAMENTO SENSÓRIO-MOTOR VERSUS TREINAMENTO DE RESISTENCIA MUSCULAR EM PACIENTES COM OSTEOARTRITE DE JOELHOS: UM ECCR. GOMIERO AB 1, Kayo AH 1, Abraão M 1, Peccin MS 1, Trevisani VM 1,2-1 UNIFESP, 2 UNISA CO.09 - REVERSÃO DA SARCOPENIA EM PACIENTES COM ESPONDILITE ANQUILOSANTE TRATADOS COM ANTI-TNF: ANÁLISE LONGITUDINAL DE 24 MESES. $ Barros MA 1, Saad CGS 1, Takayama L 1, Moraes JCB 1, Ribeiro ACM 1, Bonfa E 1, Pereira RMR 1-1 Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - Reumatologia CO.10 - INCIDÊNCIA DE RETINOCOROIDITE POR TOXOPLASMA EM PACIENTES COM ESPONDILITE ANQUILOSANTE APÓS O USO DE BLOQUEADORES DO TNF-α. Rodrigues KFP 1, Faria e Arantes TE 1, Muccioli C 1, Andrade Neto JL 1, Pinheiro MM 2-1 Unifesp/ EPM - Oftalmologia, 2 Unifesp/ EPM - Reumatologia 6

7 PROGRAMAÇÃO XVIII ENCONTRO DE REUMATOLOGIA AVANÇADA 04 de maio Sexta-feira 08h15-09h15 Sessão Interativa: Prós e Contras no uso de DMARDs na AR Inicial Presidente: Adil M. Samara UNICAMP Moderadora: Andrea Barranjard Vannucci Lomonte - Hospital Heliópolis. 08:15-08:30 Metotrexate Manoel Barros Bertolo UNICAMP 08:30-08:45 Leflunomida Flavio Calil Petean FMRP USP 08:45-09:00 Corticosteróides Edgar Torres dos Reis Neto UNIFESP 09:00-09:10 Cloroquina Rubens Bonfiglioli PUC Campinas 09:10-09:30 Debate 09h15-10h30 Apresentação de Trabalhos sobre Artrite Reumatóide Presidente: Adil M. Samara UNICAMP Moderador: Rene Donizeti R Oliveira - FMRP USP 10h30-11h00 Intervalo CO.11 - ASSOCIAÇÃO DA EXPRESSÃO DE CD39 EM CÉLULAS T REGULADORAS COM A EFICÁCIA TERAPÊUTICA DO METOTREXATO NA ARTRITE REUMATÓIDE. Peres RS 1, Carregaro V 1, Talbot J 1, Oliveira RD 2, Almeida SL 2, França RFO 1, Pinto LG 1, Costa DL 3, Silva JS 3, Alves-Filho JC 1, Cunha TM 1, Louzada-Júnior P 2, Cunha FQ 1-1 FMRP/USP - Farmacologia, 2 FMRP/USP - Clinica Médica, 3 FMRP/USP - Imunologia CO.12 - AVALIAÇÃO DA OCORRÊNCIA DE TUBERCULOSE E DA REALIZAÇÃO DE TRIAGEM E QUIMIOPROFILAXIA PARA TUBERCULOSE EM PACIENTES BRASILEIROS COM ARTRITE REUMATOIDE EM USO DE BLOQUEADORES DO TNF. Yonekura CL 1, Oliveira RDR 1, Hayata AL 2, Ranzolin A 2, Titton D 2, Carvalho HM 2, Ranza R 2, Louzada-Júnior P 1,2-1 Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo - Departamento de Clínica Médica, 2 Registro Brasileiro de Monitorização de Terapias Biológicas em Doenças Reumáticas (BIOBADABRASIL) CO.13 - O ULTRASSOM ARTICULAR: UMA FERRAMENTA IMPORTANTE DE AVALIAÇÃO NO DIAGNÓSTICO NA ARTRITE REUMATÓIDE INICIAL. Mendonça JA, Yazbek MA, Costallat BL 2, Bértolo MB 1-1 Universidade Estadual de Campinas - Reumatologia - UNICAMP, 2 Hospital Vera Cruz - Radiologia CO.14 - EFETIVIDADE E TOLERÂNCIA DA INFILTRAÇÂO INTRA-ARTICULAR COM CORTICOSTERÓIDE DE ACORDO COM A DOSE. Pereira DF 1, Furtado RNV 1, Machado NP 1, Natour J 1-1 Unifesp - Reumatologia CO.15 - COMPARAÇÃO DA EFETIVIDADE DOS EXERCÍCIOS PRATICADOS DENTRO E FORA DA ÁGUA SOBRE A FORÇA MUSCULAR ISOCINÉTICA DE MEMBROS INFERIORES EM MULHERES COM ARTRITE REUMATÓIDE: UM ENSAIO CLÍNICO RANDOMIZADO, CONTROLADO, COM 16 SEMANAS DE INTERVENÇÃO (THE HYDRA TRIAL). Siqueira US 1, Orsini LG 1, Mello MT 2, Szejnfeld VL 1, Pinheiro MM 1-1 Unifesp/ EPM - Reumatologia, 2 Unifesp/ EPM - Psicobiologia CO.16 - AVALIAÇÃO DA MARCHA EM PACIENTES COM ARTRITE REUMATÓIDE ATRAVÉS DA BAROPODOMETRIA. Moreira E 1, Jones A 1, Oliveira HAV 1, Jennings F 1, Natour J 1-1 UNIFESP 11h00-12h00 Fórum de Biossimilar: Biosimilar, Biobetter or Bioworst Presidente: Dawton Y Torigoe Santa Casa de SP Debatedor: Daniel Feldman Pollak UNIFESP e Paulo Louzada Jr FMRP USP 11h00 11h30 Palestrante: Cristiano A. Freitas Zerbini Hospital Heliópolis 11h30-12h00 Debate 7

8 PROGRAMAÇÃO XVIII ENCONTRO DE REUMATOLOGIA AVANÇADA 04 de maio Sexta-feira 12h00-13h00 Simpósio Roche Perguntando ao especialista AR: O que fazer quando um biológico falha? Moderador: Milton Jung - Rádio CBN Debatedores: Wagner Weidebach Maria Angela Gurgel Vianna Cristiano A. Freitas Zerbini - Hospital Heliópolis 13h00-14h00 Intervalo de almoço 14h00-14h30 Células T reguladoras (TREG) e Doenças Reumáticas Autoimunes Presidente: Cristiano Barbosa Campanholo Santa Casa de São Paulo Moderadora: Fabíola Reis de Oliveira FRMP USP Palestrante: Danilo Mesquita Jr - UNIFESP 14h30-15h30 Apresentação de Trabalhos Básicos Presidente: Cristiano Barbosa Campanholo Santa Casa de São Paulo Moderadora: Fabíola Reis de Oliveira FRMP USP 15h30-16h00 Intervalo CO.17 - Engraftment of Peripheral Blood Mononuclear Cells From Systemic Lupus Erythematosus and Antiphospholipid Syndrome Patient Donors Into BALB-RAG-2 / IL-2Rγ / Mice : A Promising Model for Studying Human Disease. DA 1, PBR 2, MV 2, XQ 2, GP 2, JES 2, GCK 2-1 Hospital das Clinicas da Universidade de Sao Paulo - Reumatologia, 2 Hospital for Special Surgery - Division of Rheumatology CO.18 - Increased Relative Expression of the Interferon-Responsive Gene MX1 is Present in Pregnant SLE Patients and May Distinguish SLE patients Prone to Have Preeclampsia. Andrade DCO 1, GCK 2, PBR 2, KAK 2, MK 2, MKC 2, JES 2-1 Faculdade de Medicina da USP - Reumatologia, 2 Hospital for Special Surgery - Division of Rheumatology. CO.19 - Aspects of innate immunity in Behçet s Disease: a model of autoinflammatory disease? Perazzio SF 1, Soeiro-Pereira PV 2, Silva de Souza, AW 1, Condino-Neto A 2, Andrade LEC 3-1 UNIFESP - Reumatologia, 2 USP - Laboratório de Imunologia Humana - ICB IV, 3 UNIFESP/Fleury Medicina e Saúde - Reumatologia CO.20 - ALPHA-MELANOCYTE STIMULATING HORMONE ANALOGUE: BENEFICIAL EFFECT IN MURINE LUPUS ACTIVITY. Botte, DA, Noronha,IL 2, Malheiros,D, BORBA, E.F 1, Mello, SBV 1-1 Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - Department of Internal Medicine, Rheumatology Division, 2 Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - Department of Internal Medicine, Nephrology Division CO.21 - OVEREXPRESSION OF ANKYRIN REPEAT DOMAIN CONTAINING PROTEIN 1 GENE (ANKRD1) IN DERMATOMYOSITIS MUSCLE BIOPSIES IS CORRELATED TO HYPOXIA AND PERIFASCICULAR ATROPHY. Shinjo SK 1, Oba-Shinjo SM 2, Uno M 2, Marie SKN 2-1 FMUSP - Reumatologia, 2 FMUSP - Neurologia CO.22 - COLÁGENO V: NOVO MÉTODO PARA DIFERENCIAÇÃO CONDROCITÁRIA EM CULTURA DE CÉLULAS TRONCO MESENQUIMAIS DO TECIDO ADIPOSO DE COELHOS. $ Brindo da Cruz IC 1, Velosa APP 1, Carrasco S 1, Goldenstein-Schainberg C 1, Pompeu E 2, Fuller R 1, Teodoro WR 1-1 Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - Reumatologia, 2 Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - Centro de Bioterismo. 16h00-17h00 Pulmão e Doenças Reumáticas Presidente: Luiz Carlos Latorre Hospital Heliópolis Moderadora: Rina Dalva Neubarth Giorgi - Hospital do Servidor Público Estadual - IAMSPE 16h00-16h30 Conferência Pulmão e Doenças Reumáticas Palestrante: Luis Renato Alves FMRP USP 16h30-17h00 Discussão de Casos com os participantes do ERA 8

9 PROGRAMAÇÃO XVIII ENCONTRO DE REUMATOLOGIA AVANÇADA 04 de maio Sexta-feira 17h00-18h00 Apresentação de Trabalhos Clínicos sobre Colagenoses Presidente: Luiz Carlos Latorre Hospital Heliópolis Moderadora: Rina Dalva Giorgi - Hospital do Servidor Público Estadual - IAMSPE CO.23 - LUPUS ANTICOAGULANT: A MARKER FOR STROKE AND VENOUS THROMBOSIS IN PRIMARY SJÖGREN S SYNDROME. PASOTO SG 1, Chakkour HP 1, Natalino RR 1, Viana VST 1, Bueno C 1, Lianza AC 2, Andrade JL 2, Levy Neto M 1, Fuller R 1, Bonfa E 1-1 Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) - Rheumatology, 2 Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) - Echocardiography. CO.24 - EBV SEROLOGICAL REACTIVATION PROFILE IN PRIMARY SJÖGREN S SYNDROME: A POSSIBLE TRIGGER OF THE ACTIVE ARTICULAR INVOLVEMENT? PASOTO SG 1, Natalino RR 1, Chakkour HP 1, Viana VST 1, Bueno C 1, Leon EP 1, Vendramini MBG 1, Levy Neto M 1, Bonfa E 1-1 Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) - Rheumatology. CO.25 - Imunogenicidade e segurança a longo prazo da vacina contra influenza pandêmica A/H1N1 em Síndrome de Sjögren primária. Pasoto SG 1, Ribeiro ACM 1, Viana VST 1, Barbosa JA 1, Bueno C 1, Levy-Neto M 1, Bonfa E 1-1 USP - Reumatologia. CO.26 - Participação da Neurotrofina Brain Derived Nerotrophic Factor no Lupus Eritematoso Sistêmico Neuropsiquiátrico. $ Faleiros LM 1, Oliveira R 1, Frota ERC 2, Donadi EA 1, Del-Ben CM 3, Louzada P Jr 1-1 Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo - Divisão de Imunologia Clínica, 2 Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais - Departamento de Medicina Interna, 3 Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo - Divisão de Psiquiatria. CO.27 - ANTI-SACCHAROMYCES CEREVISAE ANTIBODIES (ASCA) IN ACTIVE BEHÇET S DISEASE: A MARKER OF INTESTINAL INVOLVEMENT? Prado LL 1, Augusto KL 1, Magalhães PF 1, Vilma VT 1, Saad CGS 1, Goncalves CR 1-1 Hospital das Clínicas da FMUSP - Reumatologia. 9

10 PROGRAMAÇÃO XVIII ENCONTRO DE REUMATOLOGIA AVANÇADA 05 de maio Sábado 09h00-10h00 Sessão Interativa SNC e Imagem Presidente: Eloisa Silva Dutra de Oliveira Bonfá FMUSP Moderadora: Lilian T. L. Costallat - UNICAMP Desvendando as Imagens do SNC nas doenças reumáticas Palestrante: Lauro Wichert-Ana- USP 10h00-10h30 Discussão de Casos com os participantes do ERA 10h30-11h00 Intervalo 11h00-11h45 Apresentação de Trabalhos Clínicos / Básicos - miscelânea Presidente: José Carlos Mansur Szajubok Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo Moderador: Paulo Roberto Stocco Romanelli Hospital Sirio Libanês CO.28 - GENETIC POLYMORPHISMS AT ARYL HYDROCARBON RECEPTOR ARE LINKED TO RHEUMATOID ARTHRITIS DEVELOPMENT AND ACTIVITY - MOLECULAR MECHANISM OF SMOKING- INDUCED ARTHRITIS ENHANCEMENT. Talbot J 1, Peres RS 2, Pinto LG 1, Oliveira RDR 3, Almedia SCL 3, Silva JR 2, França RFO 2, Saraiva, ALL 1, Ferreira SH 1, Cunha TM 1, Liew FY 4, Alves-Filho JC 1, Ryffel B 5, Cunha FQ 1, Louzada-Junior P 3-1 USP - FMRP - Farmacologia, 2 USP - FMRP - Imunologia, 3 USP - HCFMRP - Clínica Médica/Reumatologia, 4 University of Glasgow - Immunology, 5 CNRS Orleans - Génétique Expérimentale et Moléculaire, Institut de Transgénose. CO.29 - BAIXOS NÍVEIS DE ESCLEROSTINA: PREDITOR DE PROCESSO INFLAMATÓRIO PERSISTENTE EM PACIENTES COM ESPONDILITE ANQUILOSANTE SOB TERAPIA ANTI-TNF. $ Saad CGS 1, Ribeiro ACM 1, Moraes JCB 1, Takayama L 1, Gonçalves CR 1, Rodrigues MB 2, de Oliveira RM 3, Silva, CA 4, Bonfa E 1, Pereira RMR 1-1 Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - Reumatologia, 2 Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - Radiologia, 3 RDO Diagnósticos Médicos, São Paulo, 4 Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - Unidade de Reumatologia Pediátrica. CO.30 - CONDROGÊNESE A PARTIR DE CÉLULAS TRONCO DE LÍQUIDO AMNIÓTICO HUMANO ESTIMULADAS COM TGF-B3 EM SISTEMA DE CULTURA DE MICROMASS. Bombini MF 1, Andrade KC 2, Pereira AHM 3, Zuliani CC, Coimbra IB - 1 UNICAMP - Clínica Médica / FCM, 2 UNICAMP - Medicina Fetal / FCM, 3 UNICAMP - Fisiopatologia / FC. CO.31 - OPG GENE POLYMORPHISMS 1181G>C AND 245T>G ASSOCIATED WITH VERTEBRAL FRACTURES IN A COMMUNITY-DWELLING ELDERLY: SAO PAULO AGEING HEALTHY STUDY (SPAH). Pereira RMR 1, Caparbo FV 1, Matamouros SE 1, Cha C C 1, Lopes JB 1, Figueiredo CP 1, Castro I 2, Oliveira RM 3, Martinhago CD 3, Onucchi 2-1 FMUSP - Rheumatology, 2 FMUSP - Nephrology, 3 RDO Diagnosticos. CO.32 - QUANTIFICAÇÃO DAS CÉLULAS PROGENITORAS ENDOTELIAIS E AVALIAÇÃO DE POSSÍVEL CORRELAÇÃO COM ATIVIDADE DE DOENÇA EM PACIENTES COM ARTERITE DE TAKAYASU. Luiz S. G. Machado (UNIFESP), Edgard T. dos Reis Neto (UNIFESP), patrícia Semedo (UNIFESP), Emilia I. Sato (UNIFESP). 12h00-13h00 Simpósio Janssen 12h00 12h05 Estratégias de tratamento na artrite reumatóide Moderador: Morton Aaron Scheinberg - Hospital Albert Einstein e Hospital Abreu Sodré/AACD 12h05 12h30 Resultados de 8 anos do estudo BeSt Palestrante : Tom Huizinga- Universidade de Leiden - Holanda 12h30 12h50 Treat to target: experiência do grupo brasileiro Palestrante: Licia Maria Henrique da Mota - UNB 12h50 13h00 DISCUSSÃO 10

11 PROGRAMAÇÃO XVIII ENCONTRO DE REUMATOLOGIA AVANÇADA 05 de maio Sábado Pôsteres apresentados PT.01 - POLICONDRITE RECIDIVANTE ASSOCIADA À VASCULITE CUTÂNEA: RELATO DE CASO. Felicio PMN, Starling LJ 1, Macedo RBV, Silva MPGU - 1 Santa Casa Belo Horizonte Reumatologia PT.02 - LIPOMA ARBORESCENTE SINOVIAL: RELATO DE CASO. Felicio PMN, Starling LJ 1, Macedo RBV, Silva MPGU - 1 Santa Casa Belo Horizonte MG - Serviço de Reumatologia PT.03 - Experiência de um Serviço de Reumatologia com o uso de Rituximabe: Apresentação de 7 casos. Forteski DF, Netto FCM, Montino Y, Mazzi LA, Zerbini CAF, Lomonte ABV PT.04 - VASCULITE LIVEDÓIDE: RELATO DE CASO. Reis, RML 1, Fernandez, BSL 1, Nacarato, R 1, Artissian, VP 1, Araujo, NF 2, Chahade, WH 3-1 Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo - Reumatologia/Especializanda, 2 Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo - Reumatologia/ Preceptora assistente, 3 Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo - Reumatologia/Médico chefe 13h30-15h00 Premiação dos melhores trabalhos do ERA 2012 Presidente: Eduardo Ferreira Borba Neto - FM USP Moderadora: Virgínia Fernandes Moça Trevisani - UNISA 13h30-13h45 Anúncio dos Ganhadores e Premiação 13h45-14h15 Reapresentação 1º/2º lugar Área Básica 14h15-14h30 Discussão com participantes do ERA 14h30-15h00 Reapresentação 1º/2º lugar Área Clínica 15h00-15h15 Discussão com participantes do ERA 15h15 15h30 Encerramento do ERA

12 CO.01 - PROBABILIDADE DE REMISSÃO APÓS INFILTRAÇÃO ARTICULAR COM GLICOCORTICÓIDE NA ARTRITE IDIOPÁTICA JUVENIL. Sato JO 1, Fernandes TAP 2, Nascimento CB 2, Capela RC 2, Corrente JE 3, Magalhães CS 2-1 Departameno de Pediatria - Faculdade de Medicina de Botucatu-Universidade Estadual Paulista - UNESP, 2 Departamento de Pediatria - Faculdade de Medicina de Botucatu - Universidade Estadual Paulista - UNESP, 3 Departamento de Bioestatística- Instituto de Biociências- Universidade Estadual Paulista - UNESP Introdução: A infiltração articular (IA) com hexacetonide de triamcinolona é recomendada para tratamento da artrite idiopática juvenil (AIJ), com melhora clínica esperada dentro de 4 meses (ACR-2011), contudo o tempo deste efeito é desconhecido. Objetivo: Estimar a probabilidade de remissão (Wallace et al. 2004) em uma série de casos de AIJ tratados por IA, como primeira abordagem. Métodos: Análise retrospectiva dos desfechos artrite inativa (I), remissão com medicação (RCM) e remissão (R), freqüência e tempo médio para cada um dos desfechos, por análise de sobrevida da primeira IA até a última consulta ou introdução de DMARD. Resultados: Foram revisados 77 casos de AIJ (254 articulações infiltradas), com acompanhamento médio de 4 anos, de 1997 a Destes, 83 % tiveram apresentação oligoarticular e 57% curso oligoarticular persistente. Joelhos e tornozelos foram as articulações infiltradas. O desfecho foi: R em 26%, RCM em 5%, introdução de DMARD e/ou biológico em 38% e perda de seguimento em 17%. Na análise da sobrevida, a mediana para I, RCM e R foi 8, 11 e 21 meses, respectivamente. Aos 12 meses 58% estavam em RCM e 29% em R e aos 24 meses, 79% em RCM e 59% em R, respectivamente. A freqüência de I, RCM e R foi menor após a segunda ou mais infiltrações subseqüentes. Conclusão: A probabilidade de remissão foi maior na AIJ de início oligoarticular e nos que receberam uma única infiltração. Os que tiveram indicação de infiltrações repetidas apresentaram proporcionalmente menor probabilidade de remissão. CO.02 - EQUIVALÊNCIA MÉTRICA DO DISEASE ACTIVITY SCORE (DAS 28) E JUVENILE ARTHRITIS DISEASE ACTIVITY SCORE (JADAS) NA ARTRITE IDIOPÁTICA JUVENIL. Capela RC 1, Sato JO 1, Fernandes TAP 1, Corrente JE 2, Magalhães CS 1-1 Departamento de Pediatria - Faculdade de Medicina de Botucatu - Universidade Estadual Paulista (UNESP), 2 Departamento de Bioestatística - Instituto de Biociências- Universidade Estadual Paulista (UNESP) Introdução: A atividade da artrite pode ser avaliada por diferentes instrumentos. Na Artrite Reumatóide (AR) o Disease Activity Score (DAS28) e na Artrite Idiopática Juvenil (AIJ) o Juvenile Arthritis Disease Activity Score (JADAS) são utilizados na prática. Objetivo: Explorar a equivalência de medidas contínuas de atividade, o DAS 28 e as 3 versões do JADAS, pontuando 71, 27 e 10 articulações, em portadores de AIJ. Método: Análise secundária de um ensaio clinico, testando o abatacepte em AIJ poliarticular, foi conduzida em 8 sujeitos durante 178 visitas, registrando-se a contagem articular, avaliação global pelo médico em escala analógica visual 0-10 (VAS-MD), avaliação global pelos pacientes/pais (VAS- P) e velocidade de hemossedimentação (VHS) normatizada para escala de A comparação longitudinal foi por ANOVA ou modelo ajustado Gama. As observações pareadas entre o DAS-28 e JADAS 71, 27 e 10, respectivamente, foram analisadas por regressão linear após conversão logarítmica (ln). Resultados: As observações longitudinais indicaram diferença significante nos parâmetros DAS 28, JADAS 71, 27 e 10, VAS-MD, VAS-P entre as primeiras duas visitas do estudo original quando 5 atingiram a resposta ACR-Pedi 30 com melhora. A regressão linear para ajustamento do DAS 28 e JADAS resultou em fórmulas para conversão: DAS 28=1.263 x ln (JADAS 71) (r 2 =0.81); DAS 28= x ln (JADAS 27) (r 2 =0.80) e DAS 28= x ln (JADAS 10) (r 2 =0.76). Conclusão: O DAS 28 e JADAS 71, 27 e 10 são construtos distintos e não podem ser diretamente comparados, contudo observou-se a correlação e conversão métrica para aplicação durante a transição do adolescente. CO.03 - LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO E IMUNODEFICIÊNCIAS PRIMÁRIAS: UMA ASSOCIAÇÃO POSSÍVEL TAMBÉM EM ADULTOS? Perazzio SF 1, Granados A 1, Silva NP 1, Salomão R 2, Andrade LEC 3-1 UNIFESP - Reumatologia, 2 UNIFESP - Infectologia, 3 UNIFESP/Fleury Medicina e Saúde - Reumatologia Introdução: O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é associado com deficiência de C1q, C4 e C2. Existe maior prevalência de lesões discoides (2,7%) e LES (0,5%) na Doença Granulomatosa Crônica (DGC). A Deficiência Seletiva de IgA foi associada com LES formas juvenil (5,2%) e adulta (2,6%). Cerca de 25% dos pacientes com Imunodeficiência Comum Variável (IDCV) desenvolvem manifestações autoimunes, incluindo LES. Apesar de haver relatos de Imunodeficiências Primárias (IDP) individuais em LES, não há estudos sistemáticos estimando a fração 12

13 de lúpicos que apresentem qualquer IDP em adultos. Objetivos: 1) Estimar a importância relativa da presença de um conjunto de IDP em adultos com LES. 2) Comparar as características clínicas dos lúpicos com e sem IDP. Materiais e métodos: 300 pacientes LES e 301 doadores de sangue foram avaliados clinicamente e submetidos à dosagem dos isotipos de imunoglobulinas e subclasses de IgG, complemento total hemolítico (CH100), C2, C3, MBL, determinação do número de cópias de genes de C4A e B e quantificação da explosão respiratória de neutrófilos. Aqueles com alteração indicativa de IDP foram submetidos à confirmação em 60 dias. Os casos com redução de C2 foram submetidos à genotipagem por PCR para confirmação. Aqueles com redução isolada de CH100 foram submetidos à determinação de C1q sérico. Casos com alterações e doença ativa foram submetidos à confirmação após remissão ou excluídos do estudo se esta não fosse atingida. O diagnóstico de IDP foi definido de acordo com o 2009 International Union of Immunological Societies Expert Committee on Primary Immunodeficiencies. Resultados: Foram encontrados 84 pacientes e 10 controles sadios com diagnóstico de IDP (p<0,001). O grupo LES apresentou maior frequência de IDP simultâneas (1,3% vs 0%, p=0,05). Nos pacientes, houve frequência maior de Deficiência de IgM (DIgM; n=24=8%) e Deficiência de Subclasses (DSubIgG), especialmente IgG 2 (n=40=13,3%), IgG 3 (n=24=8%) e IgG 4 (n=11=3,6%). Apenas uma paciente foi identificada com status de carreadora do gene mutado para DGC (0,33%). Não foram encontrados casos de IDCV, DGC, Síndrome Hiper-IgM, Síndrome Hiper-IgE, deficiência de C1q, C2, C3 e C4. Os pacientes apresentaram menos cópias de C4 total, em especial C4A. Os subgrupos de lúpicos com e sem IDP não diferiram entre si quanto às manifestações clínicas, infecções, uso de imunossupressores, idade de início da doença, duração da doença, presença de comorbidades, SLEDAI e SLICC-DI. Os pacientes com DIgM apresentaramse com maior frequência de úlceras orais, enquanto aqueles com DIgG 3 ou DIgG 4 com mais nefropatia lúpica. Discussão: Houve alta frequência de IDP em geral no LES (28%), sugerindo que um estado de imunodeficiência pode representar um fator de risco para a doença. A presença de DIgM ou DSubIgG associaram-se com manifestações específicas da doença. A alta frequência de DIgM e DSubIgG parece indicar um aspecto da fisiopatologia do LES, já que tais Ig são importantes para a formação de imunocomplexos e a depuração de patógenos e corpos apoptóticos. Baixos níveis desses componentes podem induzir ao hiperestímulo imunológico e favorecer o a autoimunidade em indivíduos geneticamente predispostos. Nossos resultados sugerem que, em uma fração dos pacientes, a fisiopatologia do LES está associada a um estado subjacente de imunodeficiência. Financiamento: FAPESP nº 2009/ ; Fleury Medicina e Saúde CO.04 - AVALIAÇÃO DA FUNÇÃO GONADAL EM ADOLESCENTES E JOVENS DO SEXO MASCULINO COM ESPONDILITE ANQUILOSANTE. Nukumizu LA 1, Saad CG, Ostensen M 2, Almeida BP 3, Cocuzza M 4, Gonçalves C 5, Saito O 6, Bonfá E 5, Silva CAA 1-1 USP - ICr e Disciplina de Reumatologia, 2 Pregnancy Research Unit - University of Bern, Switzerland, 3 USP - ICr e Disciplina de Reumatologia da FMUSP, 4 USP - Departamento de Urologia, 5 USP - Disciplina de Reumatologia, 6 USP - Departamento de Radiologia Objetivo: Avaliar a função testicular em pacientes do sexo masculino com espondilite anquilosante (EA). Métodos: Vinte pacientes com EA e vinte e quatro adultos masculinos saudáveis foram avaliados quanto às características demográficas, exame urológico, ultra-sonografia testicular, análise seminal, anticorpo antiespermatozóide e perfil hormonal. Os critérios de seleção foram período de pelo menos três meses sem o uso de sulfasalazina e metotrexato e nunca terem usado agentes biológicos ou imunossupressores. A avaliação da EA incluiram investigações clínica e laboratorial. Resultados: A mediana da idade atual foi similar no grupo controle e EA (p=0,175). A freqüência de varicocele foi significantemente maior nos pacientes com EA em comparação com os controles (40% vs. 8%, p=0,027). A mediana das formas normais de espermatozóides foi similar em pacientes com EA versus controles [17,25 (2-32,5) vs. 22,5% (1,5-45), p=0,215], assim como os outros parâmetros seminais (p>0,05). Em contraste, a mediana das formas normais de espermatozóides foi significantemente menor em pacientes com EA com versus aqueles sem varicocele [13,5 (2-27) vs. 22% (10-32,5), p=0,049]. Reforçando esse achado, não foi observada nenhuma diferença nesse parâmetro comparando pacientes com EA e controles sem varicocele (p=0,670). Além disso, outros fatores relevantes para a disfunção testicular (anticorpo anti-espermatozóide, hormônios, marcadores inflamatórios e escores da EA) foram comparáveis em pacientes com ou sem varicocele (p>0,05). Conclusão: Nós identificamos uma alta freqüência de varicocele em pacientes com EA associada a anormalidades espermáticas, contudo sem associação com tratamento, anticorpos anti-espermatozóides, alterações hormonais ou parâmetros da doença. A exclusão desses fatores sugere que a varicocele pode ser a responsável pela disfunção testicular em pacientes com EA. Investigação da varicocele deve ser realizada em pacientes com EA que apresentem problemas de fertilidade. 13

14 Financiamentos: Este estudo foi financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - FAPESP (2009/ ), pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq (301411/ para EB e / a CAAS) e pela Federico Fundação para EB e CAAS. CO.05 - ALTERAÇÕES MORFOFUNCIONAIS DO PÊNIS E DA FUNÇÃO GONADAL EM ADOLESCENTES E JOVENS COM SÍNDROME ANTIFOSFOLÍPIDE. Rabelo-Junior CN 1, Bonfá E 1, Carvalho JF 1, Cocuzza M 2, Saito OC 3, Silva CAA 4-1 USP - Disciplina de Reumatologia, 2 USP - Departamento de Urologia, 3 USP - Departamento de Radiologia, 4 USP - ICr e Disciplina de Reumatologia Objetivo: Avaliar as funções gonadal e sexual em pacientes com síndrome antifosfolípide (SAF) primária (SAFP) e secundária ao lúpus eritematoso sistêmico (SAF-LES). Métodos: 22 pacientes (12 SAFP e 10 SAF-LES) e 20 controles saudáveis pareados por idade e sexo foram avaliados em relação a: dados demográficos, exame urológico, função sexual, ultrassonografia testicular, perfil hormonal, análise do sêmen e anticorpos anti-espermatozóides. Resultados: A mediana da idade atual foi semelhante nos pacientes com SAFP e controles (p=0,27), assim como SAF-LES e controles (p=0,31). Disfunção erétil foi significantemente maior em SAFP versus controles (25% vs. 0%, p=0,044), assim como no SAF-LES (30% vs. 0%, p=0,029). A mediana da circunferência do pênis foi significantemente menor em SAFP com versus sem trombose arterial prévia [8,1 (6-10) vs. 10,2 (10-11) cm, p=0,007], bem como também observado em pacientes com SAF-LES [7,5 (7-8) vs. 9,18 (8-10,5) cm, p=0,039]. A mediana da circunferência do pênis foi também significantemente menor nos pacientes com SAFP com disfunção erétil versus sem essa alteração [7,5(6-9,5) vs. 9,5(7,5-11) cm, p=0,039], assim como no grupo de SAF-LES [8,17(8-8,5) vs. 9,14(7-10,5) cm, p=0,0397]. Os parâmetros da função testicular foram semelhantes nos pacientes com SAFP e controles (p>0,05). As medianas da concentração e da contagem total de espermatozóides foram significantemente menores nos SAF-LES que usaram ciclofosfamida endovenosa versus os que não usaram [6,87(0-23,5) vs. 63,9(7,5-145) x 10 6 / ml, p=0,04; 16,12(0-55,5) vs. 226,25(8,5-471) x 10 6, p=0,035; respectivamente]. Conclusões: Este estudo inédito evidenciou alterações morfofuncionais do pênis em pacientes com SAFP e SAF-LES, assim como identificou disfunção gonadal secundária ao uso de agentes alquilantes nos pacientes com SAF-LES. Financiamentos: A pesquisa foi financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - FAPESP (2004/ e 2005/ para CAAS), pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq (301411/ para EB e / a CAAS) e pela Federico Fundação para EB e CAAS. CO.06 - TREINO AERÓBIO EM PACIENTES COM ESPONDILITE ANQUILOSANTE: UM ESTUDO CONTROLADO E RANDOMIZADO. Fabio Jennings 1, Hilda Oliveira 1, Marcelo Souza 1, Vaneska Cruz 1, Jamil Natour 1-1 Universidade Federal de São Paulo- UNIFESP - Disciplina de Reumatologia Introdução: Espondilite anquilosante (EA) é uma doença inflamatória sistêmica que afeta principalmente o esqueleto axial e que compromete globalmente a capacidade física dos pacientes. Apesar dos avanços no tratamento medicamentoso, os exercícios físicos permanecem como elementos fundamentais no tratamento da EA. Contudo, faltam estudos que demonstrem os efeitos de programas de exercícios específicos e quais os programas mais efetivos para os pacientes com EA. Objetivo: avaliar os efeitos do exercício aeróbio na capacidade funcional, atividade de doença, mobilidade e capacidade aeróbia de pacientes com EA. Materal e Métodos: Foram incluídos 68 pacientes com diagnóstico de EA pelos critérios modificados de Nova Iorque e com medicação de base estável há pelo menos 3 meses. Os pacientes foram randomizados em 2 grupos. O grupo-intervenção (GI) realizava 50 minutos de caminhada na frequência cardíaca do limiar anaeróbio seguida de alongamentos para coluna cervical e lombar e para membros superiores e inferiores. O grupo-controle (GC) realizava somente os exercícios de alongamento. Ambos os grupos realizavam os exercícios 3 vezes por semana por um período de 12 semanas sob supervisão de fisioterapeutas. Eram realizadas avaliações imediatamente antes da randomização, após 6 e 12 semanas do início do programa. Os avaliadores não conheciam os grupos de alocação dos pacientes. Para avaliação da capacidade funcional foram utilizados o BASFI (The Bath Ankylosing Spondylitis Functional Index) e o HAQ-S (Health Assessment Questionnaire for spondyloarthritis) e para a mobilidade, o BASMI (The Bath Ankylosing Spondylitis Metrologyl Index). A atividade de doença foi avaliada pelo BASDAI (The Bath Ankylosing Spondylitis Disease Activity Index) e pela dosagem de PCR (Proteína C reativa). A capacidade aeróbia foi avaliada através do pico de VO2 e do limiar anaeróbio mensurados pelo teste ergoespirométrico em esteira, seguindo um protocolo incremental. Foi realizado ainda, o teste de caminhada de 6 minutos (TC6). Resultados: Sessenta e quatro pacientes (32 no GI e 32 no GC) completaram o estudo. Os quatro pacientes (2 do GI 14

15 e 2 do GC) que sairam do programa alegaram dificuldades de permissão no trabalho. Na avaliação inicial, os grupos eram homogêneos quanto às variáveis clínicas e demográficas. Houve melhora significante na capacidade funcional (BASFI e HAQ-S) e na atividade de doença (BASDAI) em ambos os grupos (p< 0,05). Contudo, não houve diferença entre os grupos ao longo do tempo. Não houve diferença nos escores de BASMI e nos níveis de PCR em ambos os grupos. O GI mostrou aumento significante do pico de VO2 e do limiar anaeróbio ao longo do tempo, enquanto que o GC permaneceu inalterado. Porém, não houve diferença estatisticamente significante na capacidade aeróbia entre os grupos ao final de 12 semanas. Houve aumento significante na distância percorrida no TC6 no grupo-intervenção em comparação com o GC (p< 0,004). Não houve relatos de eventos adversos durante o programa. Conclusão: Em pacientes com EA, a realização de um treino aeróbio e de exercícios de alongamento determinou efeitos benéficos na capacidade funcional e atividade de doença. O treino aeróbio determinou um aumento da distância percorrida durante a caminhada e da capacidade aeróbia, sem eventos adversos associados. Apoio: FAPESP CO.07 - EFEITO DOS BANHOS DE IMERSÃO EM ÁGUAS SULFUROSAS EM PACIENTES COM OSTEOARTRITE DE JOELHO: ENSAIO CLÍNICO CONTROLADO E RANDOMIZADO. Branco M 1,2, Trevisani VM 1,3-1 UNIFESP, 2 PUC MINAS Poços de Caldas - Fisioterapia, 3 UNISA Introdução: O emprego das águas medicinais como recurso terapêutico tem sido utilizado desde a época do Império Grego onde as propriedades curativas das águas exerciam um grande poder e predominância entre os povos antigos. Objetivo: O objetivo do presente ensaio clínico randomizado foi avaliar a efetividade de um programa de banhos de imersão em água sulfurosa, comparado com banhos em água termal potável na melhora da qualidade de vida e da dor de pacientes com osteoartrite de joelho. Metodologia: 130 pacientes com osteoartrite de joelho, com idade entre 50 a 90 anos foram alocados em três grupos: controle (não recebeu banhos), água termal potável e água termal sulfurosa (30 banhos de 20 minutos cada). Os indivíduos passaram por três avaliações de qualidade de vida, através de questionários específicos, sendo uma antes do inicio dos tratamentos (baseline), uma após (endpoint) e a última realizada dois meses após a segunda avaliação (follow-up). Os instrumentos avaliados foram Índice Funcional de Lequesne, Escala Visual Analógica de Dor (EVA), Western Ontario and McMaster Universities Osteoarthritis Index (WOMAC) e Health Assessment Questionnaire (HAQ). Resultados: 120 indivíduos finalizaram o estudo. Após as intervenções foram verificadas mudanças estatisticamente significantes na qualidade de vida e dor por meio do Teste de Variância (ANOVA) com Medidas Repetidas. Os resultados mostraram melhora significante entre 60 e 80% (p<0,001) nos grupos tratados com ambas as águas na avaliação endpoint quando comparados ao grupo baseline, com um destaque importante para os banhos sulfurosos na avaliação follow-up (60 a 80%, p<0,001), indicando um efeito duradouro deste recurso. Conclusão: os banhos de imersão em águas termais sulfurosas mostram-se como uma importante ferramenta terapêutica no tratamento da osteoartrite de joelho. CO.08 - TREINAMENTO SENSÓRIO-MOTOR VERSUS TREINAMENTO DE RESISTENCIA MUSCULAR EM PACIENTES COM OSTEOARTRITE DE JOELHOS: UM ECCR. GOMIERO AB 1, Kayo AH 1, Abraão M 1, Peccin MS 1, Trevisani VM 1,2-1 UNIFESP, 2 UNISA Introdução: Dor, edema, rigidez articular, instabilidade e fraqueza muscular, são alguns dos sintomas experimentados por pacientes com osteoartrite (OA) de joelhos, levando a um comprometimento funcional e redução na qualidade de vida (Bennell KL et al, 2011). Devido a grande quantidade de evidências demonstrando os efeitos benéficos dos exercícios em pacientes com OA, estes são frequentemente apontados como um dos principais componentes no processo de reabilitação (Biljlsma JWJ et al, 2011). Neste contexto, o objetivo deste estudo foi comparar a efetividade do treinamento sensório-motor (TSM) com um treinamento de exercícios resistidos (ER) na dor e função de um grupo de indivíduos portadores de OA de joelhos. Métodos: 64 pacientes com OA de joelhos foram randomizados em um dos dois grupos intervenção: TSM (n=32) e ER (n=32) para um programa de reabilitação de 16 semanas com freqüência de 2 vezes/semana. As avaliações foram feitas por avaliador cego e realizadas antes (T0) e após a intervenção (T16) e incluíram as variáveis escala analógica visual de dor (EAV), força isométrica do músculo quadríceps (através de célula de carga), ativação mioelétrica do quadríceps (EMG), teste Timed up Go (TUG), e os pacientes responderam ao questionário de autoavaliação Western Ontario and McMaster Universities Osteoarthritis Index (WOMAC). Os resultados obtidos foram analisados utilizando análise de variância (ANOVA) com medidas repetidas, indicando haver diferenças entre os grupos, ou entre os tempos, quando p-valor<0,05. 15

16 Resultados: Não houve diferença entre os grupos quanto as características descritivas p>0,05 (distribuição do gênero, idade, altura e peso). Houve diferenças significativas entre os tempos avaliados independentemente do grupo para as variáveis EAV (P<0,001), força isométrica do quadríceps (p<0,001) e TUG (p<0,001). No questionário WOMAC houve diferenças significativas entre os tempos avaliados independentemente do grupo (p<0,0032) e diferença entre os momentos para o grupo ER (p=0,004). Para a variável EMG não houve diferença significativa entre os tempos ou entre os grupos (p>0,005). Conclusão: Através dos resultados obtidos, verificamos que tanto um treinamento de resistência muscular quanto um treinamento sensório-motor são capazes de melhorar a dor e função em indivíduos com OA de joelhos. Também observamos que ambos os tipos de treinamento podem melhorar a força do músculo quadríceps e a avaliação autopercebida destes indivíduos. Mais estudos são necessários para verificar a efetividade do treinamento sensóriomotor quando realizado em conjunto com um treinamento de resistência muscular. Referências Bibliográficas: Bennell KL et al. A review of the clinical evidence for exercise in osteoarthritis of the hip and knee. J Sci Med Sports 2011; 14:4-9. Bijlsma JWJ et al. Osteoarthritis: an update with relevance for clinical practice. Lancet 2011; 377: Fitzgerald GK et al. Agility and perturbation training techniques in exercise therapy for reducing pain and improving function in people with knee osteoarthritis: A randomized clinical trial. Phys Ther 2011; 91(4): CO.09 - REVERSÃO DA SARCOPENIA EM PACIENTES COM ESPONDILITE ANQUILOSANTE TRATADOS COM ANTI-TNF: ANÁLISE LONGITUDINAL DE 24 MESES. Barros MA 1, Saad CGS 1, Takayama L 1, Moraes JCB 1, Ribeiro ACM 1, Bonfa E 1, Pereira RMR 1-1 Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - Reumatologia Introdução: A sarcopenia é uma síndrome caracterizada por perda progressiva da força muscular, associada ao prejuízo da capacidade física e funcional. Não existem dados a respeito dessa condição em pacientes com Espondilite Anquilosante (EA) e o possível efeito benéfico da terapia anti-tnf nessa complicação. Objetivos: Determinar a frequência de sarcopenia em pacientes com EA e avaliar longitudinalmente o efeito da terapia anti-tnf nesta síndrome. Métodos: Trinta pacientes com EA ativa foram avaliados no tempo basal (TB), 6 (6M), 12 (12M) e 24 meses (24M) após terapia anti-tnf. Os pacientes foram avaliados através de parâmetros clínicos (BASDAI, BASFI, BASMI, ASQol) e marcadores de inflamação (VHS e proteína C reativa). A atividade física dos pacientes permaneceu estável durante o período do estudo. Peso corporal e Índice de Massa Corpórea (IMC) também foram medidos. Massa gorda (MG), massa magra total (MM) e massa magra apendicular (MMA = soma de braços e pernas) foram analisados por absotometria radiológica de dupla energia (DXA). Sarcopenia foi definida quando o índice relativo de musculatura esquelética (IRME = MMA/altura 2 ) fosse menor que 5,45 kg/m 2 para mulheres e 7,26 kg/m 2 para homens (Critérios de Baumgartner). Resultados: A sarcopenia foi encontrada em 16,6% dos pacientes com EA. Houve uma redução progressiva na frequência de sarcopenia, com reversão completa em todos os pacientes após 24 meses de tratamento (TB: 16,6% vs. 6M: 13,3% vs. 12M: 6,6% vs. 24M: 0%, p<0,001). Esse achado foi concomitante a um aumento de peso corporal dos pacientes (TB: 72,65 kg vs. 6M: 73,87 kg vs. 12M: 74,65 kg vs. 24M: 75,01 kg, p=0,007), IMC (TB: 25,66 kg/m 2 vs. 6M: 26,07 kg/m 2 vs. 12M: 26,34 kg/m 2 vs. 24M: 26,90 kg/m 2, p=0,038) e massa magra total (TB: 52,56 kg vs. 6M: 53,19 kg vs. 12M: 54,08 kg vs. 24M: 54,01 kg, p=<0,001), que ocorreu principalmente nos primeiros 12 meses de tratamento (TB vs. 12 meses, p<0,05). Não foi observada diferença na massa gorda (TB: 17,79 kg vs. 6M: 18,10 kg vs. 12M: 18,14 kg vs. 24M: 18,90 kg, p=0,07) e porcentagem de massa gorda (TB: 24,14% vs. 6M: 24,27% vs. 12M: 54,08% vs. 24M: 24,86%, p=0,146). BASDAI (LB: 5,11 vs. 6M: 2,79 vs. 12M: 2,79 vs. 24M: 2,57, p<0,001), BASFI (TB: 5,40 vs. 6M: 2,97 vs. 12M: 2,86 vs. 24M: 2,41, p<0,001), BASMI (TB: 4,07 vs. 6M: 3,23 vs. 12M: 3,07 vs. 24M: 3,00, p=0,001) e ASQoL (LB: 10,03 vs. 6M: 6,43 vs. 12M: 6,40 vs. 24M: 5,80, p<0,001) melhoraram durante o período de estudo, com considerável redução nos níveis de VHS (TB: 23,75 mm/h vs. 6M: 8,17 mm/h vs. 12M: 7,30 mm/h vs. 24M: 9,87 mm/h, p<0.001) e proteína C reativa (TB: 37,03 mg/l vs. 6M: 3,36 mg/l vs. 12M: 7,22 mg/l vs. 24M: 5,32 mg/l, p<0,001) após terapia anti-tnf. Conclusões: A recuperação da sarcopenia induzida após tratamento com anti-tnf, concomitante com a resolução da inflamação, ressalta o efeito benéfico desta terapia na massa muscular e capacidade funcional dos pacientes com EA. Referências: Baumgartner RN, Koehler KM, Gallagher D, Romero L, Heymsfield SB, Ross RR et al (1998) Epidemiology of sarcopenia among the elderly in New Mexico. Am J Epidemiol 147:

17 CO.10 - INCIDÊNCIA DE RETINOCOROIDITE POR TOXOPLASMA EM PACIENTES COM ESPONDILITE ANQUILOSANTE APÓS O USO DE BLOQUEADORES DO TNF-α. Rodrigues KFP 1, Faria e Arantes TE 1, Muccioli C 1, Andrade Neto JL 1, Pinheiro MM 2-1 Unifesp/ EPM - Oftalmologia, 2 Unifesp/ EPM - Reumatologia Introdução: Os agentes antagonistas do fator de necrose tumoral alfa (TNF) constituem uma nova classe terapêutica no tratamento de doenças reumáticas, possibilitando controle da atividade inflamatória e melhora da qualidade de vida. Por outro lado, várias infecções, incluindo tuberculose, histoplasmose, aspergilose, toxoplasmose e outras doenças oportunistas têm sido relatadas durante a terapia anti-tnf, mas, apenas, a tuberculose é rotineiramente pesquisada para o início do tratamento. No Brasil, evidência sorológica da infecção por Toxoplasma gondii é encontrada em até 70% da população adulta saudável e 6% apresentavam evidência de lesão ocular. Objetivo: Avaliar a incidência de retinocoroidite aguda e crônica causadas pelo Toxoplasma gondii em pacientes com espondilite anquilosante (EA) após 12 meses de uso dos bloqueadores do TNF-α. Pacientes e Métodos: Um total de 74 olhos de 37 pacientes com EA foram avaliados prospectivamente por experiente oftalmologista, incluindo fundoscopia sob midríase, por meio de oftalmoscópio binocular indireto contendo lentes 20D, ao longo de 12 meses. Além disso, foi realizada sorologia IgM e IgG para T. gondii. Pacientes com catarata uni- ou bilateral foram excluídos. Lesões ativas foram definidas como alterações focais esbranquiçadas da retina ou coróide, bem como pela presença de células inflamatórias no vítreo ou comprometimento papilar. Lesões hiperpigmentadas com bordas bem delimitadas foram definidas como crônicas. Resultados: A média de idade e tempo de doença foi de 42,6±11,5 anos e 13,4±7,6 anos, respectivamente. Aproximadamente 33% dos pacientes com EA tinham uveíte anterior prévia e 81% deles eram HLA-B27 positivo. Uveíte posterior ativa não foi observada na primeira avaliação em nenhum dos pacientes. Nenhum dos pacientes tinha IgM reagente para T. Gondii e cerca de 60% era reagente para anticorpos IgG. Dos 74 olhos examinados, 6,8% tinham lesões crônicas, dos quais somente um paciente (1,3%) tinha achado patognomônico de cicatriz ocular por toxoplasmose. Após 12 meses de seguimento, não foi observada nenhuma recorrência de uveíte por toxoplasmose ou surgimento de novas lesões na retina ou coróide. Conclusão: Pacientes com EA em uso de terapia anti-tnf-a não têm maior risco de reativação de lesões crônicas causadas pelo toxoplasma, bem como apresentam baixo risco de surgimento de novas lesões pelo menos durante o primeiro ano de tratamento. CO.11 - ASSOCIAÇÃO DA EXPRESSÃO DE CD39 EM CÉLULAS T REGULADORAS COM A EFICÁCIA TERAPÊUTICA DO METOTREXATO NA ARTRITE REUMATÓIDE. Peres RS 1, Carregaro V 1, Talbot J 1, Oliveira RD 2, Almeida SL 2, França RFO 1, Pinto LG 1, Costa DL 3, Silva JS 3, Alves-Filho JC 1, Cunha TM 1, Louzada-Júnior P 2, Cunha FQ 1-1 FMRP/USP - Farmacologia, 2 FMRP/USP - Clinica Médica, 3 FMRP/USP - Imunologia Introdução: Artrite reumatóide (AR) é uma doença autoimune caracterizada por uma inflamação crônica das articulações. A estratégia terapêutica mais utilizada na AR consiste no uso de doses baixas de Metotrexato (MTX), um antagonista do folato, que promove a manutenção de altos níveis de adenosina (ADO) extracelular. No entanto, uma parte considerável dos pacientes é refratária ao tratamento com MTX e o mecanismo pelo qual este fenômeno ocorre ainda não é estabelecido. Estudos demonstram que células Tregs expressam em suas superfícies as ectonucleotidases CD39/ENTPD1 e CD73/ecto-5 nucleotidase, enzimas que geram ADO através da degradação de ATP. Estes achados, associados ao fato que a ADO possui potente atividade imunomoduladora, sugere que a atividade antiinflamatória do MTX está relacionada com os efeitos das Tregs. Objetivos: Investigar se os mecanismos de refratariedade ao MTX em pacientes com AR podem estar relacionados com uma deficiência na atividade bioquímica e função supressora de células Tregs, focando principalmente na expressão das ectonucleotidases CD39 e CD73. Pacientes e Métodos: No presente estudo, amostras do sangue periférico de pacientes com AR (n= 89) e doadores saudáveis (n =16) foram coletadas. Por citometria de fluxo, as populações leucocitárias de PBMC foram fenotipadas para a avaliação da expressão das ectonucleotidases CD39 e CD73 nos diferentes tipos celulares. A atividade das ectonucleotidases em células TCD4+ na geração de ADO extracelular foi avaliada por cromatografia líquida de alta performance (HPLC) e ensaios colorimétricos de Verde Malaquita. Resultados: Citocinas inflamatórias IL-1β e TNF-α presentes no plasma e a frequência de células TCD4+ produtoras de IL-17 e IFN-γ estavam significativamente aumentadas em pacientes não responsivos ao MTX (UR-MTX; DAS28-5,87±0,52; média de idade- 54,7 anos) quando comparadas com pacientes responsivos (R-MTX; DAS28-2,23±0,57; média de idade- 52,6 anos) e indivíduos saudáveis (IS). Na caracterização fenotípica dos leucócitos de mononucleares do sangue periférico (PBMC), não houve diferença na porcentagem de linfócitos TCD4+, TCD8+, células B e células dendríticas entre os grupos analisados. No entanto, observamos um aumento significativo na porcentagem e 17

18 número absoluto de células Tregs (CD4+CD25+ FoxP3+) em pacientes R-MTX. De maneira interessante, enquanto que a porcentagem de células Tregs expressando CD73 não estava alterada, observou-se um aumento da frequência desta população celular expressando CD39 em pacientes R-MTX. Adicionalmente, a ADO extracelular presente no sobrenadante de células Tregs de pacientes UR-MTX estava reduzida quando comparada aos outros grupos, visto que esse grupo de pacientes também apresenta uma expressão reduzida de CD39 na superfície das Tregs. Conclusão: Em conjunto estes resultados demonstram que a refratariedade de pacientes ao MTX é associada com o número e funções de células Tregs, especialmente na geração de ADO extracelular. Estes achados podem proporcionar uma melhora significante na escolha dos fármacos rotineiramente utilizados para o tratamento da doença, como o MTX, visto que a avaliação da expressão CD39 na superfície de células Tregs circulantes pode representar um futuro biomarcador de responsividade ao MTX para o tratamento da AR. Além disso, seria plausível sugerir que administração de agonistas de receptores de adenosina ou de drogas com habilidade de induzir células Tregs e/ou expressão de CD39 podem gerar novas perspectivas em intervenções terapêuticas na atenuação do processo inflamatório persistente na AR. Apoio: FAPESP/CNPq CO.12 - AVALIAÇÃO DA OCORRÊNCIA DE TUBERCULOSE E DA REALIZAÇÃO DE TRIAGEM E QUIMIOPROFILAXIA PARA TUBERCULOSE EM PACIENTES BRASILEIROS COM ARTRITE REUMATOIDE EM USO DE BLOQUEADORES DO TNF. Yonekura CL 1, Oliveira RDR 1, Hayata AL 2, Ranzolin A 2, Titton D 2, Carvalho HM 2, Ranza R 2, Louzada-Júnior P 1,2-1 Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo - Departamento de Clínica Médica, 2 Registro Brasileiro de Monitorização de Terapias Biológicas em Doenças Reumáticas (BIOBADABRASIL) Introdução: A terapia com bloqueadores do TNF (anti-tnf) proporcionou uma opção eficaz no tratamento da artrite reumatoide (AR) aos pacientes não responsivos ao tratamento convencional com drogas antirreumáticas modificadoras do curso da doença (DMDCs). Contudo, a ocorrência de tuberculose (TB) é um evento adverso grave, que leva à descontinuidade do tratamento. Objetivos: Avaliar a ocorrência de TB nos pacientes com AR e em uso de anti-tnf; avaliar se a triagem para a identificação de TB latente nos pacientes está sendo realizada e quais testes têm sido empregados; e avaliar se a quimioprofilaxia está sendo realizada e a sua eficácia na proteção de ocorrência de tuberculose. Materiais e métodos: Foram avaliados os dados de pacientes com AR em uso de anti-tnf incluídos no Registro Brasileiro de Monitorização de Terapia Biológicas em Doenças Reumáticas-BiobadaBrasil, no período de janeiro de 2009 a junho de 2011, sendo excluídos os pacientes que receberam medicação biológica de outra classe e aqueles onde a ocorrência de TB foi anterior a janeiro de O grupo controle foi constituído de indivíduos com AR em uso de uma ou mais DMDCs. A análise estatística foi realizada com teste t de Student e teste de Fisher bicaudal, com significância se p<0,05. Resultados: Obtivemos um total de 1555 tratamentos com anti-tnf, assim dividido: infliximabe (445), etanercepte (227) e adalimumabe (378). Esses 3 grupos foram comparados entre si e com o grupo controle (n=505). Não houve diferença entre os grupos para dados demográficos e clínico-laboratoriais. Houve 1 caso de TB no grupo controle, com tempo de exposição de 18 meses ao metotrexato, e 5 casos nos grupos anti-tnf com tempo de exposição de 22,6 ± 16,2 meses. A incidência de TB no grupo controle foi de 49,9/ pacientes-ano e nos indivíduos em uso de anti-tnf foi de 237,3/ pacientes-ano, todos em uso de adalimumabe (660,1/ pacientesano). Esses 5 pacientes haviam sido submetidos à triagem habitual para TB, com PPD e radiografia de tórax, com resultado negativo. O PPD foi realizado em 95,7% e a radiografia de tórax em 96,6% dos pacientes em uso de anti- TNF, sem diferença estatística entre os grupos. A positividade do PPD, a presença de alterações na radiografia de tórax e a realização de quimioprofilaxia também não mostrou diferença estatística entre os grupos. Conclusões: A ocorrência de TB nos pacientes com AR em uso de anti-tnf é significativa no Brasil, reforçando a importância da realização de triagem e quimioprofilaxia. É necessária triagem mais eficaz e melhor definição sobre quais pacientes devem receber a quimioprofilaxia. O adalimumabe foi responsável por todos os casos de TB, mas precisamos considerar que dois dos cinco pacientes já tinham feito uso de infliximabe antes, suspenso por falha terapêutica. Bibliografia: Gardam MA. Lancet Infect Dis 2003; 3:148 Gómez-Reino JJ. Arthritis Rheum 2003; 48: Titton D. Revista Brasileira de Reumatologia 2011; 51: Financiamento: Esse estudo foi financiado pelo CNPq e pela FAPESP 18

19 CO.13 - O ULTRASSOM ARTICULAR: UMA FERRAMENTA IMPORTANTE DE AVALIAÇÃO NO DIAGNÓSTICO NA ARTRITE REUMATÓIDE INICIAL. Mendonça JA, Yazbek MA, Costallat BL 2, Bértolo MB 1-1 Universidade Estadual de Campinas - Reumatologia - UNICAMP, 2 Hospital Vera Cruz - Radiologia Introdução: O ultrassom (US) é uma importante ferramenta na detecção de alterações articulares na artrite reumatoide (AR), considerado um método de imagem rápido e seguro, principalmente na fase inicial da doença para ser instituido um tratamento precoce 1,2 e 3 Objetivo: mostrar os principais achados ultra-sonográficos em uma amostra dos pacientes com AR. Um segundo objetivo foi o de demonstrar que o uso de 7 articulações para sinovite, pode ser prático e rápido. Materiais e Métodos: 32 pacientes com RA, cumprindo critérios do ACR de 1987 foram examinadas por US- GE Logiq XP, com transdutor linear de alta freqüência para escala de cinza (SG) e power Doppler (PD) com uma escala semi-quantitativa (0 a 3) nas articulações das mãos e pés, depois foi calculado um escore de 7 articulações (US7 SIN) para a detecção de sinovites da mão dominante e do pé nos recessos dorsais: central do punho, 2ª e 3ª metacarpofalângicas (MCFs) e 2ª e 3ª interfalângicas proximais (IFPs), 2ª e a 5ª metatarsofalângicas (MTFs). O nível de significância adotado para os testes estatísticos foi 5%., entre os achados clínicos, laboratoriais e de imagem. Resultados: 832 articulações examinadas, 173 (20,79%) sinovites, 22 (4,91%) tenossinovites e 3 (1,56%) erosões; mais casos de sinovite por SG no recesso dorsal 102 (73,38%) do que no recesso palmar 37 (26,61 %) foram detectadas nas pequenas articulações das mãos. Correlações estatisticamente significativas na presença de sinovite por SG do punho com PCR (r = 0,42; p = 0,0163) e SG de pequenas articulações dos pés com HAQ, RF e PCR (r = 0,37 a 0,42; p = 0,0161 a 0,0337). O PD de punho apresentou correlação significativa com a PCR (r = 0,40; p = 0,00337). Houve uma correlação negativa significativa da 2ª MCP direita no recesso palmar com o período e a dose de metotrexato (r = -0,36 a -0,37; p = 0,0368 a p = 0,0445). Em relação ao US7 SIN, houve correlação significativa entre a SGUS7 SIN com DAS28 (CRP) (r = 0,38; p = 0,0332) e PDUS 7 SIN para PCR (r = 0,39; p = 0,0280). houve uma discordância em relação a todas articulações, caracterizada por uma variação do coeficiente kappa de -0,2000 IC95% ( ; ) a 0,3333 IC95% ( ; ), quando compara os achados ultrassonográficos com os radiográficos. Conclusão: O dano estrutural ósseo não foi muito evidente nesta amostra, talvez pelo estágio inicial da doença. O recesso dorsal articular pode ser um importante local para detectar sinovite e o US7 SIN é um método prático de imagem no segmento para avaliar a inflamação na AR inicial. Referências: 1. Gutierrez M, Filippucci E, Ruta S, Salaffi F, Blasetti P, Geso L D, Grassi W. Inter-observer reliability of highresolution ultrasonography in the assessment of bone erosions in patients with rheumatoid arthritis: experience of anintensive dedicated training programme. Rheumatology. 2011;50: Backhaus M, Ohrndorf S, Kellner H, Strunk J, Backhaus T.M, Hartung W, et al. Evaluation of a Novel 7-Joint Ultrasound Score in Daily Rheumatologic Practice: A Pilot Project.Arthritis Rheum. 2009; 61: Wakefield RJ, D Agostino MA, Iagnocco A, Filippucci E, Backaus M, Scheel AK et al. OMERACT Ultrasound group priorities. J Rheumatol. 2007;34: CO.14 - EFETIVIDADE E TOLERÂNCIA DA INFILTRAÇÂO INTRA-ARTICULAR COM CORTICOSTERÓIDE DE ACORDO COM A DOSE. Pereira DF 1, Furtado RNV 1, Machado NP 1, Natour J 1-1 Unifesp - Reumatologia Introdução e objetivos: A dose ideal de corticoide (CE) utilizada em infiltrações intra-articulares (IIA) não é bem estabelecida na literatura. O objetivo deste estudo é comparar a efetividade e tolerância em médio prazo entre as doses pequena e grande de hexacetonide de triancinolona (HT) na IIA realizada em articulação de médio porte de pacientes com artrite reumatoide (AR). Material e Métodos: Foi realizado um estudo controlado, randomizado, prospectivo, duplo-cego em pacientes com AR, que avaliou 52 articulações de punhos (representativo de articulação de médio porte) em pacientes portadores de AR. Os critérios de inclusão foram: pacientes com diagnóstico de AR estabelecida, idade entre 18 a 65 anos, drogas modificadora do curso da doença estáveis nos últimos 3 meses, sinovite em punhos com escala visual analógica de dor (EVA) de 4 a 8cm. Pacientes com superposição com outra colagenose, sinovite poliarticular, diabetes melitus ou hipertensão descontrolada foram excluídos. Os pacientes foram randomizados (tábua de randomização) em 2 grupos de 26 pacientes cada: o grupo 1 (dose alta) recebeu 40mg (2ml) de HT intra-articular e o grupo 2 (dose baixa) recebeu 20mg (1ml). Foi infiltrada somente uma articulação por paciente (IIA às cegas). As avaliações foram realizadas por um avaliador cego nos tempos: T0, T1, T4, T8 e T12 semanas, através dos seguintes instrumentos: EVA (0-10cm) para dor e edema; Goniometria; Stanford health assessment questionnaire (HAQ) modificado; clinical disease activity index (CDAI); porcentagem de melhora; Likert Scale de melhora (de 5 pontos); dose de CE, analgésico e antiinflamatório utilizada por dor na articulação estudada. Os efeitos colaterais locais e eventos relacionados foram relatados em um questionário médico. Todos os pacientes assinaram o termo de consentimento livre e 19

20 esclarecido. O nível de significância estatística adotado será de 5%. Resultados: Foram infiltrados no total 52 pacientes (43 mulheres, 31 brancos). A idade média foi 49,15 (± 12,89) anos no grupo dose alta e 52,34 (± 11,49) no grupo dose baixa (p=0,431). Não houve diferença estatisticamente significante entre os grupos para EVA de dor, EVA de edema, CDAI e goniometria. Mas todas as variáveis melhoraram no decorrer do tempo em ambos os grupos e particularmente no T0 houve melhora estatisticamente significante em relação aos outros tempos para EVA de dor e edema e CDAI (todos com p<0.001). A goniometria do punho foi estatisticamente diferente em alguns tempos e somente no grupo dose alta a melhora foi mantida no T12 (p<0.03). Poucos efeitos colaterias e eventos relacionados foram relatados em ambos os grupos (p<0.05). Discussão/ Conclusão: Dose alta de corticóide parece ser melhor para manter a melhora da goniometria de punho. Infiltração intra-articular tem boa reposta no tratamento de dor e edema em pacientes com AR e também melhora o CDAI independente da dose. Referências: American College of Rheumatology Subcommittee on Rheumatoid Arthritis Guidelines: Guidelines for the management of rheumatoid arthritis. Arthitis Rheum;46:328-46, 2002; Thiele K et al. Current use of glucocorticoids in patients with rheumatoid arthritis in Germany. Arthritis Rheum ;53: , 2005; Habib GS et al. Local effects of intra-articular corticosteroids. Clin Rheumatol;29: , CO.15 - COMPARAÇÃO DA EFETIVIDADE DOS EXERCÍCIOS PRATICADOS DENTRO E FORA DA ÁGUA SOBRE A FORÇA MUSCULAR ISOCINÉTICA DE MEMBROS INFERIORES EM MULHERES COM ARTRITE REUMATÓIDE: UM ENSAIO CLÍNICO RANDOMIZADO, CONTROLADO, COM 16 SEMANAS DE INTERVENÇÃO (THE HYDRA TRIAL). Siqueira US 1, Orsini LG 1, Mello MT 2, Szejnfeld VL 1, Pinheiro MM 1-1 Unifesp/ EPM - Reumatologia, 2 Unifesp/ EPM - Psicobiologia Introdução: Ainda existem muitas controvérsias sobre a prescrição de atividade física em pacientes com artrite reumatóide (AR), sobretudo pelas limitações e maior risco de lesão em articulações cronicamente inflamadas. Além disso, pouco é sabido se os exercícios realizados dentro do ambiente aquático e sem o uso concomitante de equipamentos de sobrecarga são suficientes para promover ganho de força muscular (FM). Objetivos: Comparar o pico de torque dos músculos flexores e extensores de joelhos entre exercícios realizados dentro e fora d água, após intervenção de 16 semanas, em mulheres com AR, bem como verificar mudanças da atividade de doença, capacidade funcional e composição corporal entre as intervenções. Pacientes e Métodos: Um total de 133 mulheres com AR (ACR, 1987), de 40 a 65 anos de idade, foram incluídas nesse ensaio clínico controlado, randômico, cego e prospectivo com duração de 16 semanas. Pacientes com atividade intensa da doença (DAS28>5,2) e com classe funcional III e IV não foram incluídas. Programa de reabilitação ou atividade física nos três meses antes da randomização não foi permitido. Indivíduos com problemas circulatórios, úlceras em membros inferiores ou outras lesões de pele não tratadas foram excluídas. Aptidão cardiorrespiratória foi avaliada após teste ergoespirométrico e exame cardiológico. Três grupos foram randomizados [GA água (N=33) e GS solo (N=33) para execução de exercícios dentro e fora d água, respectivamente, e GC controles (N=34), sem qualquer atividade física] e avaliados em três momentos: antes da randomização (T0), após oito (T8) e 16 (T16) semanas de intervenção. A FM foi medida com o dinamômetro isocinético (Biodex Multi-Joint System3). A atividade da doença e a capacidade funcional foram mensuradas pelo mesmo reumatologista, com o auxílio do DAS28 e do HAQ, respectivamente. Densitometria óssea (DXA) de corpo total foi usada para avaliação da composição corporal tricompartimental. A intervenção foi realizada três vezes por semana, durante 16 semanas consecutivas, totalizando 48 sessões, por um profissional de educação física. Os dados foram analisados por meio da intenção de tratar (ITT). Foi utilizado o nível de significância p<0,05. Resultados: Das 133 pacientes recrutadas, 100 foram randomizadas e 82 completaram o estudo. Na primeira avaliação, os três grupos estavam homogeneizados para idade, composição corporal, capacidade funcional, FM e medicações concomitantes. Após 16 semanas de intervenção, não houve mudança significativa da FM dos extensores e flexores de ambos os joelhos nem da composição corporal entre os três grupos. Houve melhora significativa da atividade da doença e da capacidade funcional no GA após 8 e 16 semanas. Não houve mudança das doses das medicações concomitantes, incluindo metotrexato, leflunomida e corticosteróides, ao longo do ensaio clínico. O GA apresentou menor consumo de anti-inflamatórios não hormonais após 8 semanas. Verificou-se que o GA apresentou significantemente melhor adesão à intervenção e menor relato de eventos adversos do que o GS ou GC em 16 semanas. Dezoito pacientes (18%) foram descontinuados do estudo e o principal motivo foi a baixa adesão ao programa de exercícios, especialmente no GS. Conclusão: O programa de exercícios físicos praticados dentro d água proporcionou melhora significativa da atividade da doença e a capacidade funcional em mulheres com AR de longa evolução. No entanto, não promoveu incremento significativo da força muscular ou modificações da composição corporal. Assim, somente a resistência 20

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