Qualidade de vida de portadores de Artrite Reumatóide

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1 PESQUISA Qualidade de vida de portadores de Artrite Reumatóide Luciana Midori Aoyama Aluna do Curso de Graduação em Enfermagem. Isaac Rosa Marques Docente do Curso de Graduação em Enfermagem. Orientador. RESUMO Este estudo teve como objetivo identificar o nível de Qualidade de Vida (QV) de portadores de Artrite Reumatóide. Tratou-se de um estudo de corte transversal realizado com 27 sujeitos pertencentes ao Grupo de Pacientes Artríticos de São Paulo, SP. Foi utilizado o questionário WHOQoL-abreviado e a análise de dados foi realizada mediante estatística descritiva. Foram estabelecidas como padrão de comparação o uso de medicação e a prática de atividade física. Da amostra, 62,96% realiza atividade física regular e 59,25% está sob tratamento medicamentoso. Na análise comparativa, verificou-se que a realização da atividade física assim como o uso de medicamentos não influenciou no aumento ou diminuição da QV, sobretudo no domínio físico. A média global da QV apresentou melhores resultados nos indivíduos que praticam atividade física e não usam medicação (média=15,15). Conclui-se que a prática de atividade física e o não uso de medicações proporcionam melhor QV entre os participantes do estudo. Descritores: Qualidade de vida; Artrite reumatóide; Enfermagem em saúde comunitária. Aoyama LM, Marques IR. Qualidade de vida de portadores de Artrite Reumatóide. Rev Enferm UNISA. 2012; 13(2): INTRODUÇÃO A Artrite Reumatóide (AR) é um distúrbio crônico, sistêmico e inflamatório de etiologia desconhecida que é caracterizado por seu padrão de envolvimento articular simétrico. Seu principal local de agressão é a sinóvia das articulações. A membrana sinovial inicialmente fica inflamada e se prolifera, formando um pannus com invasão óssea, da cartilagem e dos ligamentos, causando lesão e deformidades. A Artrite reumatóide tem uma evolução subaguda (20%) ou insidiosa (70%) com sintomas articulares de dor, edema e rigidez, com aumento no número das juntas envolvidas com o passar de semanas a meses (1). A atividade da doença leva em consideração quatro fatores básicos: A Avaliação dos sintomas e estado funcional: graduação da dor articular, rigidez matinal e severidade da fadiga; Avaliação do envolvimento articular e manifestações extra-articulares: as articulações devem ser avaliadas quanto ao edema, dolorimento, perda de movimento e deformidade. As Manifestações extra-articulares incluem, astenia, fadiga, modificações cutâneas e vasculares, linfadenopatia, esplenomegalia, manifestações oculares, cardíacas, respiratórias, neuropatias reumáticas, anemia e presença de nódulos reumatóides subcutâneos, manifestações sistêmicas como febre, anorexia, náuseas e perda de peso devem ser investigadas; Marcadores laboratoriais: proteína C reativa e velocidade de eritrossedimentação (reatores de fase aguda) são marcadores inespecíficos que refletem grau de inflamação sinovial; Estudos radiológicos: acompanhamento com radiografias após 6-12 meses de tratamento e sua comparação com as basais podem indicar atividade da doença (desenvolvimento ou piora de osteopenia e/ou erosões articulares e redução do espaço articular são indicativos de atividade da doença) (1-2). Quanto à severidade da doença, a artrite reumatóide costuma ser dividida em: Leve: paciente apresenta artralgias, pelo menos três articulações com sinais de inflamação, nenhuma doença extra-articular, fator reumatóide costumeiramente negativo, elevação dos reatores de fase aguda e nenhuma evidência de erosão ou perda de cartilagem ao estudo radiográfico; Moderada: entre seis e 20 articulações acometidas, comumente doença restrita a articulações, elevação de reatores de fase aguda, positividade do fator reumatóide, evidência de inflamação a radiografia; Grave: mais de 20 articulações persistentemente acometidas, elevação dos reatores de fase aguda, anemia de doença crônica, hipoalbuminemia, fator reumatóide positivo, radiografias demonstrando erosões e perda de cartilagem e doença ex- 85

2 tra-articular (1). Artrite reumatóide terminal é caracterizada clinicamente pelas características seguintes: dor que acontece com atividade mínima e em repouso; atrofia e fraqueza muscular periarticular; declínio significante em estado funcional que resulta em inaptidão; e dano de articular comprovado radiograficamente (1). Os critérios para diagnósticos de artrite reumatóide mais comuns são: Rigidez matinal: rigidez articular e periarticular durando pelo menos 1 hora antes de máxima melhora; artrite em três ou mais áreas: pelo menos três áreas articulares com edema de partes moles ou derrame articular; artrite de articulações das mãos (interfalangianas proximais ou metacarpofalangianas) ou punhos; artrite simétrica: comprometimento simultâneo bilateral; nódulos reumatóides: nódulos subcutâneos sobre proeminências ósseas, superfície extensora ou região justarticular; fator reumatóide sérico; alterações radiológicas: erosões localizadas ou osteopenia justarticular em radiografias de mãos e punhos. Critérios: 1 até 4 devem estar presentes por, pelo menos, 6 semanas. O médico deve ter observado os critérios 2 até 5 (3). O diagnóstico precoce e o início imediato do tratamento são fundamentais para o controle da atividade da doença e para prevenir incapacidade funcional e lesão articular irreversível. Os objetivos principais do tratamento são: prevenir ou controlar a lesão articular, prevenir a perda de função e diminuir a dor, tentando maximizar a qualidade de vida destes pacientes. A remissão completa, apesar de ser o objetivo final do tratamento, raramente é alcançada. A abordagem terapêutica começa com a educação do paciente e de seus familiares sobre sua doença, as possibilidades de tratamento, com seus riscos e benefícios. O acompanhamento multidisciplinar é necessário, preferencialmente sob a orientação do reumatologista.(4). Em relação ao tratamento da AR, os objetivos atuais são a prevenção ou o controle da lesão articular, a manutenção ou melhora da capacidade funcional, a redução da dor e a tentativa de obter a remissão da doença. Estudos recentes mostraram que existe um grande benefício na resposta ao tratamento, quando se iniciam as drogas anti-reumáticas modificadoras da doença (DMARDs) em sua fase inicial e de forma mais agressiva. No passado, a clássica pirâmide terapêutica que consistia em um tratamento conservador na fase inicial da doença deu chance para que muitos pacientes tivessem mais erosões e deformidades irreversíveis antes do uso de drogas mais efetivas. A ineficácia do esquema terapêutico proposto pela pirâmide terapêutica da AR levou à mudança daquele paradigma de tratamento. O tratamento ideal da AR deve iniciar com a educação do paciente sobre a doença, sobre os riscos de deformidades articulares e perda de capacidade funcional, assim como a orientação sobre os riscos e benefícios das opções terapêuticas disponíveis. Drogas antiinflamatórias não hormonais (AINH) e glicocorticóides, que podem ser utilizados como injeção intra-articular ou como baixa dose oral, podem ser considerados para o controle dos sintomas articulares, embora não mudem a evolução natural da doença, se utilizados de forma isolada. Assim, todos os pacientes com AR são candidatos ao uso de drogas anti-reumáticas modificadoras da doença (DMARDs), que têm o objetivo de impedir a sua progressão, além de impedir o aparecimento de lesões articulares permanentes. Os DMARDs comumente utilizados na AR devem ser iniciados preferencialmente até três meses e incluem os anti-maláricos (difosfato de cloroquina e sulfato de hidroxicloroquina), sulfassalazina, metotrexate, leflunomida, etanercepte, adalimumabe, anakinra e infliximabe. Outros menos utilizados atualmente incluem a azatioprina, d-penicilamina, sais de ouro, minociclina e ciclosporina. Estudos recentes têm mostrado que as combinações de DMARDs são mais efetivas do que monoterapia, embora alguns autores discutam que a maior eficácia da terapia de combinação dos DMARDs possa ser secundário ao uso concomitante dos glicocorticóides. O uso das drogas modificadoras de resposta biológica, anti-tnf alfa, anti- IL1 que têm como alvo terapêutico as citocinas específicas importantes no processo inflamatório, tem ocupado atualmente um papel importante na terapêutica da AR. Os bloqueadores do TNF têm se mostrado bastante efetivos nos pacientes com AR e incluem o infliximabe, que é um anticorpo monoclonal quimérico anti-tnf, o etanercepte, um receptor solúvel do TNF e o adalimumabe, um anticorpo monoclonal anti-tnf totalmente humanizado. Estes bloqueadores do TNF quando utilizados como monoterapia são tão efetivos quanto o metotrexate em reduzir a atividade da doença, assim como em retardar o aparecimento de erosões, mas a sua maior eficácia no tratamento ocorre apenas quando estes são utilizados de forma combinada com o metotrexate. Novos agentes biológicos que têm como alvo as outras citocinas como a IL6, IL15, IL18, as moléculas de co-estimulação da interação entre as células B e T (CTLA4-Ig) e as moléculas de superfície de células B (anti-cd 20-rituximabe) tem mostrado resultados favoráveis e sugerem uma perspectiva futura ainda melhor para o tratamento da AR (5). No caso de pacientes em risco de integridade cutânea comprometida, a enfermeira pode monitorizar o estado da pele, bem como instruir o paciente e a família, fornecer ajuda, ou supervisioná-los em relação ás medidas de cuidados preventivos com a pele. O enfermeiro também avalia a necessidade de assistência do paciente em casa e supervisiona as cuidadoras domiciliares que podem satisfazer muitas das necessidades do paciente portador de doença reumática. Um enfermeiro de cuidado domiciliar pode visitar a residência para assegurar-se de que o paciente pode agir da forma mais independente possível, apesar dos problemas de mobilidade, e pode controlar seguramente os tratamentos e farmacoterapia. O paciente e família devem ser alertados sobre serviços de apoio. Como muitos dos medicamentos para suprimir a inflamação são injetáveis, o enfermeiro pode administrar o medicamento no paciente ou ensinar-lhe o procedimento de autoinjeção. Esses contatos freqüentes permitem que o enfermeiro reforce outras técnicas de tratamento da doença. A enfermeira também avalia os estados físico e psicológico do paciente, a adequação ao tratamento dos sintomas e a adesão ao plano de tratamento. Deve ser dada maior 86

3 atenção para as alterações psicológicas que fazem parte da experiência dos pacientes com AR através do cuidadoso histórico das atitudes e sentimentos dos pacientes sobre a normalidade. As atividades que estimulam os sentimentos de normalidade por parte do indivíduo devem ser encorajadas e as modificações feitas para promovê-las, quando necessário, enquanto se enfatizam, de maneira simultânea, as questões de segurança. Ajudar o paciente a aprender como lidar com os perigos potenciais pode estimular uma sensação de competência no controle das situações. O ensino prévio é reforçado com ênfase nos efeitos colaterais dos medicamentos e alterações no estado físico que indiquem a progressão da doença e a necessidade de contactar ou procurar o profissional da saúde para a reavaliação. De outra forma os pacientes podem aguardar até a próxima consulta. A importância das consultas é enfatizada para o paciente e família (6). A prevalência da AR varia de 0,3 a 1,5% para a população adulta, sendo predominante no sexo feminino. Pode ocorrer em qualquer faixa etária, apesar de a prevalência aumentar com a idade, geralmente com pico entre as 4ª e 6ª décadas, e de ser incomum em homens jovens (0 a 0,5%). A AR ocorre em todas as raças e em todas as partes do mundo, não havendo diferença na prevalência quanto à latitude, longitude ou clima (7). O curso da AR pode ser variável, desde acometimento leve e intermitente até forma mais grave e progressiva. Tem sido relatado que os pacientes com AR deixam de trabalhar 20 anos antes do que se espera na sua idade e que apresentam grandes prejuízos na qualidade de vida (8). Por ser uma doença crônica, a AR interfere diretamente na qualidade devida incluindo aspectos físicos, psicológicos e sociais. É tradicionalmente considerada a doença de maior impacto em todos os aspectos de qualidade de vida. Assim, as intervenções terapêuticas propostas no tratamento dessa patologia visam à melhora na qualidade de vida dos pacientes (2). O suporte emocional nesse tipo de doença é fundamental. É fácil entender que uma doença como essa que além de causar dor crônica promove o aparecimento de muitas deformidades, impedindo o indivíduo de realizar muitas de suas tarefas, e que por isso tem um impacto socioeconômico grande sobre sua vida, acompanhado de ansiedade, depressão, diminuição da autoestima e perda da motivação. Essas alterações psíquicas não só prejudicam a qualidade de vida do paciente como também impedem que ele colabore com o tratamento (8). Segundo a Organização Mundial da Saúde qualidade de vida é definida como a percepção do indivíduo de sua posição na vida no contexto da cultura e sistema de valores nos quais ele vive e em relação aos seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações (4). A qualidade de vida relacionada a com saúde (QVRS), é definida como sendo a avaliação que o próprio sujeito faz do impacto que a doença e seus tratamentos têm sobre as diferentes dimensões física,funcional, emocional, social e espiritual (8). A AR, sendo uma doença crônica que pode evoluir com deformidade articular e incapacidade funcional, não deve ser avaliada pelas medidas epidemiológicas tradicionais, tais como morte ou cura (que refletiriam os extremos da doença) e sim por seu impacto na saúde individual em termos de bem estar físico, mental e social. Por esse motivo, tem-se desenvolvido vários instrumentos para avaliar qualidade de vida que, além de medir essas dimensões, têm a capacidade de detectar alterações no estado de saúde ao longo do tempo, bem como avaliar prognóstico e os riscos e benefícios de determinada intervenção terapêutica (7). Considerando o contexto apresentado, este estudo teve como objetivo avaliar a qualidade de vida de portadores de Artrite Reumatóide. MÉTODO Tratou-se de uma pesquisa não-experimental desenvolvimental de corte transversal. Neste tipo de pesquisa os dados são coletados ao longo de um processo, que no caso é o conviver com o adoecimento com a AR. Neste tipo de pesquisa foram coletadas descrições detalhadas de variáveis existentes e utilizados os dados para justificar e avaliar condições e práticas correntes ou fazer planos para me-lhorar as práticas de atenção a saúde. Os investigadores usam esse desenho e tipo de pesquisa para buscar informações precisas sobre as características dos sujeitos de pesquisa, grupos, instituições ou situações, ou sobre a frequência da ocorrência de um fenômeno (9). A pesquisa foi realizada em uma associação civil, sem fins lucrativos, que congrega portadores de doença reumática como: Lúpus, Artrite Reumatóide, Osteoartrite, Gota, Espondilite Anquilosante, Miosites e outras. O Grupo de Pacientes Artríticos de São Paulo a (GRUPASP) foi contatado e autorizou a realização da pesquisa em suas dependências com os seus associados. O GRUPASP está localizado na cidade de São Paulo e tem como finalidade informar ao associado e a população sobre as doenças, as formas adequadas de tratamento e de reabilitação, por todos os meios de divulgação disponíveis, especialmente através de palestras educativas, boletins e website. A Pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade de Santo Amaro sob o parecer número 145b/2011. Participaram pacientes portadores de AR com os seguintes critérios: de ambos os sexos, com faixa etária de 18 a 80 anos de idade, que estejam participando do GRUPASP e que assinaram o Termo de Consentimento Livre e Escalarecido. A composição da amostra foi não-probabilística de conveniência (10). Na amostragem de conveniência, não é estipulada uma amostra representativa, mas objetiva-se alcançar a maioria dos sujeitos dentro dos critérios de pesquisa. O GRUPASP tem cerca de 150 associados na cidade de São Paulo. A amostra final foi constituída por 27 sujeitos. O Instrumento de coleta de dados (ICD) foi constituído pelo questionário que avalia a qualidade de vida, instrumena O Grupo de Pacientes Artríticos de São Paulo permitiu o uso do nome da instituição no anteprojeto de pesquisa. 87

4 to este já validado pela Organização Mundial de Saúde que é o WHOQoL-Abreviado (11). Este instrumento é amplamente utilizado em pesquisas semelhantes. O instrumento WHOQoL-Abrevidado contém 26 questões que abrangem os seguintes domínios: auto-avaliação da qualidade de vida, abordagem sobre a saúde física e psicológica, as relações sociais e o meio-ambiente. A coleta de dados ocorreu nas dependências do GRU- PASP em datas e horários previamente agendados. A coleta de dados deu-se pelo método manual pela autora da pesquisa. Os associados do GRUPASP foram informados sobre o propósito da pesquisa, condições de participação, conforme a Carta de Informação. Houve anuência com relação à participação, e os sujeitos de pesquisa assinaram o Termo de Consentimento livre e Esclarecido. Considerando as características do estudo, as variáveis foram analisadas do ponto de vista da estatística descritiva. Foi utilizada planilha desenvolvida por Pedroso et al (12). A planilha usa a tabulação dos dados e faz os cálculos das médias por domínio, assim como o desvio padrão e o coeficiente de variação. Este tipo de análise estatística permite reduzir os dados a proporções controláveis, dando um sentido claro aos dados. RESULTADOS E DISCUSSÃO Perfil da Amostra Participaram da pesquisa 27 sujeitos de 150 associados do GRUPASP. A Tabela 1 apresenta as variáveis demográficas dos participantes do estudo. Quanto à faixa etária 7,41% pertencia à faixa etária entre 30 a 40 anos, 11,11% pertencia à faixa etária entre 41 a 50 anos, 22,22% pertencia à faixa etária entre 51 a 60 anos, 37,04% pertencia à faixa etária entre 61 a 70 anos, 14,81% pertencia à faixa etária entre 71 a 80 anos, 3,70% pertencia à faixa etária maior que 80 anos e 3,70% não especificou a idade (Tabela 1). No estudo de Laurindo et al (13), mostra que a faixa etária de maior prevalência é de 55 a 75 anos. Já em outros estudos (2,7,14), foram verificadas que taxa de maior frequência é entre 40 à 60 anos. Segundo Brandão et al (7) a AR pode ocorrer em qualquer faixa etária, apesar de sua prevalência aumentar com a idade. Quanto ao sexo, 85,19 % pertence ao sexo feminino e 14,81% pertence ao sexo masculino. No estudo de Ferreira et al (2) a AR é mais comum em mulheres numa proporção de 5:1, porém quando há acometimento masculino, o curso da doença tende a ser pior. Em outros estudos (5,7,14-16,) também foi concluído que a AR acomete mais o sexo feminino. Quanto ao tempo de tratamento, 40,74% faz tratamento de 0 a 10 anos, 37,03% faz tratamento de 11 a 20 anos, 7,40 % de 21 a 30 anos, 14,81% não especificaram e não há nenhum paciente que faz tratamento há mais de 30 anos. O estudo de Mota et al (16) mostra que o tratamento precoce da AR está associada com a melhora da qualidade de vida relacionada com a saúde dos portadores de AR. Quanto ao tipo de tratamento 3,70% utiliza antiinflamatório associado ao biológico, 3,70% utiliza somente o Biológico, 3,70% utiliza somente o antiinflamatório, 29,63% utiliza medicamentos combinados, 18,52% utiliza medicamento, porém não especificaram quais e 40,74% não informou o tipo de tratamento que utiliza. Quanto à atividade física 62,96% pratica atividade física e 37,03% não pratica. Segundo Ferreira et al (2) os programas de treinamento físico trazem benefícios a pacientes com AR, como o aumento da força muscular e capacidade aeróbica, redução da dor e inflamação, e incremento na função, refletindo-se diretamente na qualidade de vida e na realização das atividades diárias dos sujeitos. Qualidade de Vida do Portador de Artrite Reumatóide Os dados do WHOQoL-abreviado foram acondicionados na planilha para a obtenção das médias, desvio padrão e coeficiente de variação para avaliação dos domínios do instrumento. A Tabela 2 apresenta estes valores considerando todos os grupos; ou seja, sem distinção entre as variáveis de comparação selecionadas. Na avaliação global dos domínios, verificou-se que o domínio de melhor desempenho é o Psicológico (média=16,05 ± 1,83) e o de pior desempenho o domínio Físico (média=13,35 ± 2,80). O domínio de Relações Sociais apresentou média de (15,46 ± 3,76) e o Meio ambiente média de (14,07 ± 2,72). A Auto-avaliação da QV apresentou média de (15,85 ± 3,92) demonstrando que os participantes do estudo têm QV que varia de boa a ótima (Figura 1). Notou-se que a média global da QV apresentou melhores resultados nos indivíduos que praticam atividade física e não usam medicação média de (15,15 ± 2,43), os que não praticam atividade física e utilizam medicação apresentaram média de (14,38 ± 1,37), os indivíduos que praticam atividade física e utilizam medicação têm média de (14,54 ± 1,88) enquanto a pior média foi dos indivíduos que não praticam atividade física e não usam medicação média de (13,69 ± 1,52). Na análise comparativa por grupos, verificou-se que a realização da atividade física (AF) assim como o uso de medicamentos (MED) influencia no aumento ou diminuição da QV. Análise da QV por Grupos O grupo de indivíduos que realizavam atividade física e não usavam nenhuma medicação foi constituído por nove participantes (G1). No domínio físico foi verificada a média de 13,90. Esta foi a pior média de todos os domínios. A melhor média foi verificada no domínio Autoavaliação da QV. Neste grupo foi observada a média de idade de 61,04 anos, sendo um indivíduo do sexo masculino e oito do sexo feminino. A média de tempo que estes indivíduos tinham a doença foi 13 anos. O grupo de indivíduos que não realizavam atividade física e não usavam nenhuma medicação foi constituído por oito participantes (G2). No domínio físico foi verificada a média de 12,71. Esta foi a pior média de todos os domínios. A melhor média foi verificada no domínio Psicológico. Neste grupo foi observada a média de idade de 65,62 anos, sendo dois indivíduos do sexo masculino e seis do sexo feminino. A 88

5 Tabela 1. Variáveis demográficas dos participantes do estudo. São Paulo, Faixa etárias (em anos) n % 30 a ,41 41 a ,11 51 a ,22 61 a ,04 71 a ,81 >80 1 3,70 Não infor mado 1 3,70 Sexo Masculino 4 14,81 Feminino 23 85,19 Tempo de Tratamento (em anos) 0 a ,74 11 a ,03 21 a ,40 > Não infor mado 4 14,81 Medicações ou Tratamentos Utilizados Biológico+Antiinflamatório 1 3,70 Medicamento combinado 8 29,63 Biológico 1 3,70 Antiinflamatório 1 3,70 Usa medicamento indeterminado 5 18,52 Não infor mado 11 40,74 Prática de atividade física S im 17 62,96 Não 10 37,03 Tabela 2. Valores da média, desvio padrão e coeficiente de variação de acordo com os domínios do WHOQoL-Abreviado. São Paulo, Domínio Média DP Coeficiente de Variação Valor mínimo Valor máximo Amplitude Fí si co 13,35 2,80 20,97 8,57 20,00 11,43 Psicológ ico 16,05 1,83 11,40 13,33 20,00 6,67 Relações Sociais 15,46 3,76 24,31 6,67 20,00 13,33 Mei o Ambiente 14,07 2,72 19,30 9,00 20,00 11,00 Auto-avalia ção da QV 15,85 3,92 24,73 8,00 20,00 12,00 Total 14,63 1,88 12,86 10,46 18,15 7,69 média de tempo que estes indivíduos tinham a doença foi 12,75 anos. O grupo de indivíduos que realizavam atividade física e usavam medicação foi constituído por oito participantes (G3). No domínio físico foi verificada a média de 12,71. Esta foi a pior média de todos os domínios. A melhor média foi verificada no domínio Psicológico. Neste grupo foi observada a média de idade de 59,12 anos, sendo que nenhum indivíduo era do sexo masculino e oito do sexo feminino. A média de tempo que estes indivíduos tinham a doença foi 8,87 anos. O grupo de indivíduos que não realizavam atividade física e não usavam medicação foi constituído por dois participantes (G4). No Domínio Meio ambiente foi verificada a média de 12,00. Esta foi a pior média de todos os domínios. A melhor média foi verificada no domínio Físico. Neste grupo foi observada a média de idade de 54 anos, sendo que um indivíduo era do sexo masculino e um do sexo feminino. A média de tempo que estes indivíduos tinham a doença foi 20 anos. A análise comparativa das variáveis média de idade e média do tempo da doença revelou que a possibilidade da existência de um fator para explicar a pior média global da qualidade de vida do G4 (13,69 ± 1,52). Ao analisar a média de idade desse grupo, verificou-se que era a média menor (54 anos) entre os quatro grupos e a média de tempo com a doença (20 anos) a maior (Figura 2). Ao buscar a explicação para o resultado da QV, verificou-se que este grupo teve o pior desempenho no domínio Psicológico (13,33 ± 0,00). Com esse resultado, infere-se que o fato de ser portador de 89

6 Figura 1. Médias dos grupos com e sem atividade física (AF) e com e sem medicação (MED). São Paulo, Figura 2. Médias de idade, média do tempo da doença e médias do domínio psicológico dos quatro grupos. São Paulo, AR há mais tempo pode causar um fator psicológico de descrença em relação ao tratamento e que conduz a não usar medicamentos e a não realizar atividade física. Embora não realizando atividade física, surpreendentemente este grupo teve uma média elevada no domínio Físico (16,00 ± 5,66) e no domínio Autoavaliação da QV a média foi mais baixa (14,00 ± 2,83) em relação aos demais grupos. CONCLUSÃO O instrumento WHOQoL-abreviado foi adequado para avaliar a QV dos portadores de AR que participaram da pesquisa. Os resultados alcançados permitiram concluir os portadores de AR têm QV que se situa entre boa e ótima nos domínios avaliados. Notou-se que a média global da QV apresentou melhores resultados nos indivíduos que praticam atividade física e não usam medicação (média=15,15), enquanto a pior média foi dos indivíduos que não praticam atividade física e não usam medicação (média=13,69). Conclui-se que a prática de atividade física e o não uso de medicações proporcionam melhor QV entre os participantes do estudo. No entanto, estes dados são insuficientes para generalizações, uma vez que os grupos não foram homogêneos. Isto leva a inferir que nova pesquisa deva ser conduzida com uma amostra maior que a obtida. Embora estes sujeitos estejam sob tratamento ambula- 90

7 torial, não estão distantes da atenção de enfermagem e a avaliação da QV pode indicar aspectos para a enfermagem abordar com essa população, o que pode favorecer a melhora ou manutenção da QV. Outros estudos com outra abordagem de pesquisa poderão ser úteis para identificar outras possíveis variáveis que influenciam a QV. O instrumento WHOQoL-abreviado é sensível para a avaliação dos domínios da QV, entretanto não explica algumas relações entre as variáveis selecionadas. Novas pesquisas devem ser encaminhadas buscando-se uma amostra maior e homogênea entre os grupos. REFERÊNCIAS 1. Weet SG. Segredos em Reumatologia. 1 a ed. Porto Alegre: Artmed; Ferreira LRF, Pestana PR, Oliveira JD, RA Mesquita- Ferrari. Efeitos da reabilitação aquática na sintomatologia e qualidade de vida de portadores de artrite Reumatóide. Fisioter Pesq. 2008, 15(2): Ministério da Saúde (BR). Portaria SCTIE nº 66. Brasília; [citado em 2011 maio 14]. Disponível em: /portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/pcdt_artrite _reumatoide_2006.pdf 4. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Qualidade de vida. Porto Alegre; 1998 [citado em 2011 Mai 27]. Disponível em: 5. Pereira IA. Artrite reumatóide. Arq Catarinenses Med. 2007; 36(3). 6. Smeltzer SC, Bare BG. Brunnner & Suddarth. Tratado de enfermagem médico cirúrgica. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; Brandão L, Ferraz MB, Zerbini CAF. Avaliação na qualidade de vida na Artrite Reumatóide: Revisão atualizada. Rev Bras Reumatol. 1997; 37(5). 8. Corbacho MI, Dapueto JJ. Avaliação da capacidade funcional e da qualidade de vida de pacientes com artrite reumatóide. Rev Bras Reumatol. 2010; 50(1): 9. LoBiondo-Wood G, Haber J. Desenhos não experimentais. In: Lobiondo-Wood G, Haber J. Pesquisa em enfermagem: métodos, avaliação crítica e utilização. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; p Haber J. Amostragem. In: LoBiondo-Wood G, Haber J. Pesquisa em enfermagem: métodos, avaliação crítica e utilização. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; p World Health Organization. The WHOQoL Group. The World Health Organization Quality of Life Assessment (WHOQoL): position paper from the World Health Organization. Soc Sci Med. 1995; 41: Pedroso B, Pilatti LA, Gutierrez GL, Picinin CT. Cálculo dos escores e estatística descritiva do WHOQOL-bref através do Microsoft Excel. Rev Bras Qualidade Vida. 2010; 2(1): Laurindo IMM. Artrite Reumatóide no idoso. Eistein. 2008; 6(supl 1): S33-S PJ Louzada, Souza BDB, Toleto RA, Ciconelli RM. Análise Descritiva das características Demográficas e Clínicas de pacientes com Artrite Reumatóide no Estado de São Paulo, Brasil. Rev Bras Reumatol. 2007; 47(2): Laurindo IMM, Ximenes AC, Lima FAC, Pinheiro GRC, Batistella LR, Bertolo MB, et al. Artrite Reumatóide: Diagnóstico e Tratamento. Rev Bras Reumatol. 2004; 44(6): Mota LMHD, Laurindo IMM, LLDN Souza. Avaliação Prospectiva da qualidade de vida em uma coorte de pacientes com artrite reumatóide inicial. Rev Bras Reumatol. 2010; 50(3):

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