Utilização dos medicamentos biológicos em doenças reumáticas, psoríase e doença inflamatória intestinal

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Utilização dos medicamentos biológicos em doenças reumáticas, psoríase e doença inflamatória intestinal"

Transcrição

1 Utilização dos medicamentos biológicos em doenças reumáticas, psoríase e doença inflamatória intestinal Novembro de 2014 Pg1

2 Lista de abreviaturas: AIJ = Artrite Idiopática Juvenil EA = Espondilite Anquilosante AIJs = Artrite Idiopática Juvenil Sistémica EAx = Espondilartrite Axial AIM = Autorização de Introdução no Mercado EMA = European Medicines Agency AINE = Anti-inflamatório não esteróide IVEV = IntravenosaEndovenosa ANCA = Anti-neutrophil cytoplasmic antibody FNM = Formulario Nacional de Medicamentos AP = Artrite Psoriática IL = Interleucina AR = Artrite Reumatóide LES = Lúpus Eritematoso Sistémico AUE = Autorização de Utilização Especial MSRM = Medicamento Sujeito a Receita Médica AZA = Azatioprina MTX = Metotrexato CFT = Comissão de Farmacia e Terapêutica NOC = Norma de Orientação Clínica CNFT = Comissão Nacional de Farmacia e Terapêutica PASI = Psoriasis Area and Severity Índex DCI = Denominação Comum Internacional PUVA = Psoraleno e radiação Ultravioleta A DGS = Direcção Geral da Saúde QALY = Quality-adjusted life-year DII = Doença Inflamatória Intestinal RCM = Resumo das Características do Medicamento DLQI = Índice Dermatológico de Qualidade de Vida SNS = Serviço Nacional de Saúde DMARD = Disease-modifying antirheumatic drugs TNF = Tumor Necrosis Factor Pg2

3 Preâmbulo: Os medicamentos biológicos constituem um grupo muito importante na realidade actual do tratamento de diversas doenças. A sua utilização apresenta benefícios importantes na qualidade de vida dos doentes, na recuperação funcional e na prevenção do dano crónico causado pelas doenças. Como consequência da sua crescente utilização, o uso racional dos medicamentos biológicos é uma prioridade para o FNM. A Direcção Geral da Saúde (DGS) publicou Normas de Orientação Clínica (NOCs) para a utilização destes medicamentos nas doenças reumáticas, na doença inflamatória intestinal e na psoríase. O FNM pretende contribuir para a aplicação racional das NOCs no que diz respeito à utilização dos medicamentos no SNS. A criação do FNM tem como principal objectivo garantir o acesso aos medicamentos em igualdade de condições a todos os utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS). No FNM são identificadas alternativas terapêuticas que deverão servir para as instituições do SNS promoverem a prescrição daquelas consideradas mais custo-efectivas. No caso dos medicamentos biológicos para estas patologias, não é possível determinar em sede de FNM escolhas individuais de medicamentos para inicio de tratamento uma vez que se trata de um grupo heterogéneo de doenças onde há que ter em consideração as particularidade clínicas dos doentes. Assim, o FNM identifica todos os medicamentos de 1ª linha como um grupo de alternativas e remete para 2ª linha os poucos medicamentos que nunca deverão ser a 1ª escolha. Uma vez que a dispensa destes medicamentos biológicos para os Centros Prescritores de Agentes Biológicos que não pertencem a estruturas do SNS é efectuada nos hospitais do SNS, a escolha das alternativas terapêuticas mais custo-efectivas torna necessário criar mecanismos de discussão das opções entre os Centros Prescritores de Agentes Biológicos e as instituições hospitalares do SNS que os disponibilizam. A realidade recente dos medicamentos biossimilares está contemplada no FNM. Os medicamentos biossimilares contêm o mesmo princípio activo e estão destinados a ser utilizados para o tratamento da mesma ou mesmas doenças, na mesma dose e via de administração. A legislação europeia obriga a que, para a sua aprovação, tenham demonstrado segurança e eficácia semelhantes ao biológico de referência na(s) doença(s) para as quais têm indicação primária, podendo ser extrapoladas indicações para doenças com mecanismos de acção semelhantes. Os biossimilares têm as mesmas indicações do biológico de referência e igual posologia. A obrigatoriedade de avaliação de custo-efetividade para os medicamentos com autorização de introdução no mercado (AIM) posterior a 2006 é uma condição prévia à sua inclusão no FNM. No entanto, medicamentos com AIM anterior a 2006 não foram avaliados nessa perspectiva e a inclusão de novas indicações no RCM nem sempre motivou a avaliação para essas indicações. Assim, o FNM depende de uma adequada gestão das alternativas terapêuticas pelas instituições e Comissões de Farmácia e Terapêutica locais, atendendo, também, às eventuais alterações dos custos associados a cada principio activo. Pg3

4 A confrontação das indicações aprovadas com as utilizações reconhecidas como boa prática clínica obrigam, no actual contexto do exercício da medicina, a um elevado número de utilizações em indicação não aprovada ( off-label ). Algumas utilizações em indicações não aprovadas são indiscutíveis no estado da arte actual. O FNM prevê, com fundamentação, algumas utilizações em indicação não aprovada. Este reconhecimento, embora não desobrigue os clínicos da necessária obtenção do consentimento livre e esclarecido do doente e a aprovação das Comissões de Ética locais, deve constituir justificação perante os doentes e as instituições. Os agentes biológicos só devem ser utilizados nas circunstâncias em que demonstraram uma favorável relação benefício-risco. O uso de agentes biológicos nas doenças reumáticas, na psoríase e na doença inflamatória intestinal devem seguir os princípios de orientação clínica publicados nas NOCs da DGS e/ou nas recomendações das respectivas sociedades. Pg4

5 Medicamentos considerados pelo Grupo de trabalho: Inibidores do TNF: Adalimumab, Certolizumab pegol, Etanercept, Golimumab, Infliximab Anti CD80/CD86: Abatacept Inibidor da IL-1: Anacinra Anti BLyS: Belimumab Anti IL-1β: Canacinumab Anti CD 20: Rituximab Inibidor da IL-6: Tocilizimab Inibidor IL-12/IL-23: Ustecinumab Opções terapêuticas incluídas por grupos de patologias: I- Artrite Reumatóide, Artrite Idiopática Juvenil e Espondilartrites Abatacept, Adalimumab, Anacinra, Canacinumab, Certolizumab pegol, Etanercept, Golimumab, Infliximab, Rituximab, Tocilizumab II- LES Belimumab, Rituximab III- Doença Inflamatória Intestinal Pg5

6 Adalimumab, Infliximab, Golimumab IV- Psoríase em placas Adalimumab, Etanercept, Infliximab, Ustecinumab Medicamentos excluídos: Nenhum Pg6

7 Quadro resumo de indicação e alternativas terapêuticas: Grupos de patologias principais Alternativas Terapêuticas de 1ª linha Alternativas terapêuticas de 2ª linha Doenças Reumáticas do Adulto: Artrite Reumatoide Espondilite Anquilosante Espondilartrite axial não radiográfica Abatacept, Adalimumab, Certolizumab pegol, Etanercept, Golimumab, Infliximab*, Tocilizumab Adalimumab, Certolizumab pegol, Etanercept, Golimumab, Infliximab* Adalimumab, Certolizumab pegol, Etanercept Rituximab Artrite Psoriática LES Adalimumab, Certolizimab pegol, Etanercept, Golimumab, Infliximab* Belimumab, Rituximab** Vasculite ANCA positiva Rituximab Artrite Idiopática Juvenil: Artrite Idiopática Juvenil Sistémica Anacinra**, Tocilizumab Canacinumab Artrite Idiopática Juvenil de evolução poliarticular Adalimumab, Etanercept, Tocilizumab, Infliximab** Abatacept Artrite Psoriática juvenil Etanercept (idade>12 anos) Artrite relacionada com entesite Psoriase do adulto: Etanercept (idade>12 anos); adalimumab (idade>6 anos) Psoriase em placas Psoriase da criança: Adalimumab, Etanercept, Infliximab*, Ustecinumab Golimumab** Psoriase em placas Etanercept Doença Inflamatória Intestinal do adulto: Doença de Crohn Adalimumab, Infliximab* Colite Úlcerosa Adalimumab, Infliximab*,Golimumab Colite Úlcerosa grave c/ toxicidade Infliximab* sistémica Doença Inflamatória Intestinal da criança: Doença de Crohn Adalimumab, Infliximab* Colite Úlcerosa Infliximab* Pg7

8 Nota: Os medicamentos são apresentados por ordem alfabética. Na tabela foram incluídas apenas patologias para as quais existe pelo menos um medicamento biológico com indicação aprovada. *Infliximab de referência ou um biossimilar. ** Indicação não aprovada. Medicamentos incluídos no FNM: DCI: Abatacept Forma(s) farmacêutica(s): Pó para concentrado para solução para perfusão Estatuto legal quanto à dispensa: Medicamento Sujeito a Receita Médicarestrita (MSRM) - Alínea b) do Artigo 118º do D.L. 176/2006 Avaliação de custo-efetividade: Apenas para AR em doentes adultos. Todas as Indicações do RCM: Artrite reumatóide: em associação com o metotrexato (MTX), está indicado no tratamento da artrite reumatóide activa moderada a grave em doentes adultos que apresentaram uma resposta inadequada à terapêutica anterior com um ou mais fármacos antireumatismais modificadores da doença (DMARDs), incluindo MTX ou um inibidor do factor de necrose tumoral-alfa (TNF). Demonstrou reduzir a progressão das lesões articulares e melhorar a função física durante o tratamento em associação com MTX. Artrite idiopática juvenil poliarticular: em associação com o MTX, está indicado no tratamento da artrite idiopática juvenil (AIJ) poliarticular activa, moderada a grave, em doentes pediátricos com idade igual ou superior a 6 anos que tenham tido uma resposta insuficiente a outros DMARDs, incluindo pelo menos um inibidor do TNF. Indicações do RCM avaliadas e aprovadas: Artrite reumatóide: em associação com o MTX, está indicado no tratamento da artrite reumatóide activa moderada a grave em doentes adultos que apresentaram uma resposta inadequada a terapêutica anterior com um ou mais fármacos antireumatismais modificadores da doença (DMARDs), incluindo MTX ou um inibidor do TNF. Demonstrou reduzir a progressão das lesões articulares e melhorar a função física durante o tratamento em associação com MTX. Indicações do RCM aprovadas para inclusão no FNM: AR, no grupo de 1ª linha (com MTX); Pg8

9 AIJ poliarticular em doentes com idade >= 6 anos, em 2ª linha (com MTX) após falência de pelo menos um anti-tnf. Indicações "off-label" consideradas adequadas: Nenhuma Alternativas terapêuticas: AR: Adalimumab, Certolizumab pegol, Etanercept, Golimumab, Infliximab*, Tocilizumab; Rituximab AIJ: Adalimumab, Etanercept, Infliximab, Tocilizumab Switch: Por decisão clínica Considerações sobre alternativas e switch: Aspectos a ter em consideração: Sustentabilidade da resposta e baixa imunogenicidade. Justificação: Sim Condições de Utilização: Doença activa apesar de terapêutica optimizada e após verificação de procedimentos de segurança de acordo com as NOCs. A monitorização, rastreabilidade e decisão de manutenção deste medicamento deve ser feita de acordo com as NOCs da DGS. Autorização e Monitorização: Prescrição pelo Centro Prescritor em articulação com a Instituição que disponibiliza o medicamento. Anexos: NOC 067/2011da DGS; Prescrição de Agentes Biológicos nas Doenças Reumáticas Pg9

10 DCI: Adalimumab Forma (s) farmacêutica (s): Solução injectável (caneta pré-cheia e frasco) para administração SC. Estatuto legal quanto à dispensa: Medicamento Sujeito a Receita Médica restrita (MSRM) - Alínea b) do Artigo 118º do D.L. 176/2006 Avaliação de custo-efetividade: Não, por AIM anterior a Todas as Indicações do RCM: Artrite reumatóide: em associação com Metotrexato (MTX) está indicado no tratamento da artrite reumatóide activa, moderada a grave, em doentes adultos, nos casos em que foi demonstrada uma resposta inadequada a medicamentos antirreumatismais modificadores da doença, incluindo o MTX. No tratamento da artrite reumatóide grave, activa e progressiva em doentes adultos não previamente tratados com MTX. Pode ser administrado em monoterapia em caso de intolerância ao MTX ou quando o tratamento continuado com MTX não é apropriado. Demonstrou reduzir a taxa de progressão das lesões articulares, avaliada através de radiografia e melhorar a capacidade física, quando administrado em associação com MTX. Artrite idiopática juvenil poliarticular: em associação com MTX está indicado no tratamento da Artrite idiopática juvenil poliarticular activa, em crianças e adolescentes a partir dos 2 anos de idade, que tiveram uma resposta inadequada a um ou mais medicamentos antirreumatismais modificadores da doença (DMARDs). Pode ser administrado em monoterapia no caso de intolerância ao MTX ou quando o tratamento continuado com MTX não é apropriado. Espondilite anquilosante (EA): está indicado no tratamento da espondilite anquilosante activa grave em doentes adultos que tiveram uma resposta inadequada à terapêutica convencional. Espondilartrite axial (EAx) sem evidência radiográfica de EA: está indicado no tratamento da espondilartrite axial grave sem evidência radiográfica de EA em doentes adultos, mas com sinais objectivos de inflamação por PCR elevada e/ou por Ressonância Magnética, que tiveram uma resposta inadequada, ou que são intolerantes aos medicamentos anti-inflamatórios não esteróides. Artrite psoriática: está indicado no tratamento da artrite psoriática activa e progressiva em doentes adultos quando a resposta a um tratamento prévio com medicamentos antirreumatismais modificadores da doença foi inadequada. Demonstrou melhorar a função física e reduzir a taxa de progressão das lesões articulares periféricas, avaliada através de radiografia em doentes com subtipos poliarticulares simétricos da doença. Pg10

11 Psoríase em placas: está indicado no tratamento da psoríase crónica em placas, moderada a grave em doentes adultos que não apresentaram resposta, que têm contra-indicação ou são intolerantes a outras terapêuticas sistémicas, incluindo ciclosporina, MTX ou PUVA. Doença de Crohn: está indicado no tratamento da Doença de Crohn activa, moderada a grave, em doentes adultos que não responderam mesmo após um ciclo completo e adequado de tratamento com um corticosteróide e/ou imunossupressor; ou que são intolerantes ou têm contra-indicações médicas para essas terapêuticas. Doença de Crohn pediátrica: está indicado no tratamento da doença de Crohn activa grave em doentes pediátricos (a partir dos 6 anos de idade), que tiveram uma resposta inadequada à terapêutica convencional, incluindo terapêutica de nutrição primária, um corticosteróide e um imunomodulador, ou que apresentam intolerância ou contra-indicações a essas terapêuticas. Colite ulcerosa: está indicado no tratamento da colite ulcerosa activa moderada a grave, em doentes adultos que tiveram uma resposta inadequada à terapêutica convencional, incluindo corticosteróides e 6- Mercaptopurina ou Azatioprina (AZA), que são intolerantes ou têm contra-indicações médicas para essas terapêuticas. Indicações do RCM avaliadas e aprovadas: Nenhuma. Indicações do RCM aprovadas para inclusão no FNM: AR, no grupo de 1ª linha, com MTX ou em monoterapia; AIJ poliarticular, no grupo de 1ª linha, com MTX ou em monoterapia, em doentes com idade igual ou superior a 2 anos; Artrite relacionada com entesite em crianças a partir dos 6 anos; EA, no grupo de 1ª linha; AP, no grupo de 1ª linha; EAx não radiográfica, no grupo de 1ª linha; Psoríase em placas, no grupo de 1ª linha; Doença de Crohn do adulto e em crianças a partir do 6 anos de idade, no grupo de 1ª linha; Colite ulcerosa, no grupo de 1ª linha. Indicações "off-label" consideradas adequadas: Pg11

12 Uveite crónica não infecciosa idiopática ou associada a doença de Behçet, AIJ, sarcoidose e espondilartrites. (Ref. Psoríase eritrodérmica, psoríase ou pustulose palmo-plantar, acrodermatite continua de Hallopeau ou psoríase ungueal consideradas graves, refractárias e/ou intolerantes a terapêuticas sistémicas clássicas poderá ser considerada a terapêutica biológica.(noc 065/2011) Hidrosadenite suppurativa, ainda que com base em evidência limitada, o Adalimumab é efectivo nestas situações clínicas e, como tal, poderá ser considerado. (http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/ ) Doença de Crohn: em caso de doença perianal complexa, o Adalimumab pode ser utilizado como terapêutica médica de primeira linha, em associação com a limpeza/ drenagem cirúrgica com colocação de setons. (NOC 068/2011). Nos doentes adultos submetidos a resseção ileo-cecal por doença de Crohn e sob terapêutica com uma tiopurina para profilaxia de recorrência, a presença de atividade endoscópica avaliada pelo índice de Rutgeerts como superior a 2 pode constituir indicação para terapêutica com Adalimumab. (NOC 068/2011) Ressecção intestinal por doença de Crohn em doentes pediátricos, com evidência de recidiva endoscópica (índice de Rutgeerts 2) apesar de tratamento de manutenção com imunomoduladores, deve considerar-se tratamento com Adalimumab. Doença de Crohn perianal activa pediátrica, há indicação para utilização primária de anti-tnf, em combinação com tratamento cirúrgico adequado. (Ruemmele FM, et al, Consensus guidelines of ECCO/ESPGHAN on the medical management of pediatric Crohn's disease, JCrohns Colitis (2014), Doentes com DII e manifestações extra-intestinais graves, refratárias à terapêutica convencional (corticosteroides e/ou imunossupressores), pode estar indicada a utilização de terapêutica de indução e manutenção com Adalimumab. (NOC 068/2011) Alternativas terapêuticas: AR - Abatacept, Certolizumab pegol, Etanercept, Golimumab, Infliximab, Tocilizumab, Rituximab; AIJ poliarticular - Etanercept, Infliximab, Tocilizumab, Abatacept; EA - Certolizumab pegol, Etanercept, Golimumab, Infliximab; AP - Certolizimab pegol, Etanercept, Golimumab, Infliximab; EAx não radiográfica - Certolizumab pegol, Etanercept; Psoríase em placas - Etanercept, Infliximab, Ustecinumab; Doença de Crohn do adulto Infliximab; Pg12

13 Doença de Crohn em crianças a partir do 6 anos de idade - Infliximab; Colite ulcerosa - Infliximab, Golimumab. Switch: Por decisão clínica Considerações sobre alternativas e switch: AR: nos doentes que falharam um anti-tnf a resposta a um fármaco de um grupo terapêutico diferente pode ser superior à obtida com um 2º anti-tnf. (http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/ ; após falência de dois anti-tnf a probabilidade de resposta a um terceiro é dimunuta (http://arthritis research.com/content/8/1/r29) DII: em doentes naïve a anti-tnf, o Adalimumab pode constituir uma alternativa terapêutica adequada na doença de Crohn e na colite ulcerosa, excepto na colite ulcerosa grave com toxicidade sistémica e ausência de resposta a corticosteróides. Nesta indicação, o Infliximab é o único anti-tnf com eficácia e segurança demonstradas. (ECCO Guidelines: Journal of Crohn's and Colitis (2010) 4, 28 62; Journal of Crohn's and Colitis (2012) 6, ). O switch de anti-tnf na ausência de perda de resposta ou intolerância está contra-indicado na doença inflamatória intestinal. (NOC 068/2011) Psoriase: para controlo rápido da doença, elevada possibilidade de atingir um PASI 75 em 3 meses e em doentes com psoríase em placas crónica, estável, o Adalimumab pode ser considerado como primeira escolha, com base no perfil favorável risco/benefício e facilidade de administração. De acordo com recomendações internacionais, deve primeiro efectuar-se um anti-tnf, e após falência deste efectuar um segundo anti-tnf ou um anti-il12/23. Justificação: Sim. Condições de Utilização: Doença activa apesar de terapêutica optimizada e após verificação de procedimentos de segurança de acordo com as NOCs. A monitorização, rastreabilidade e decisão de manutenção deste medicamento deve ser feita de acordo com as NOCs da DGS. Autorização e Monitorização: Prescrição pelo Centro Prescritor em articulação com a Instituição que disponibiliza o medicamento. Pg13

14 Anexos: NOC 067/2011 da DGS; Prescrição de Agentes Biológicos nas Doenças Reumáticas NOC 065/2011 da DGS; Tratamento da Psoríase com Agentes Biológicos em idade não Pediátrica; NOC 068/2011 da DGS; Terapêutica Biológica da Doença Inflamatória do Intestino do Adulto %20Set2013%20VFINAL.pdf. Acedido a 30 de Janeiro Conclusões de João Eurico Cabral da Fonseca na Conferência da Apifarma: "Inovação Biofarmacêutica e Biossimilares: A Identidade dos Biológicos" de Set Magina S. Conderência "Biologicos e Biossimilares: os deasafios". A perspectiva da dermatologia. Lisboa, a 31 de Janeiro EMA. List of medicinal products under additional monitoring. Pg14

15 DCI: Anacinra Forma(s) farmacêutica(s): Solução injectável para administração SC Estatuto legal quanto à dispensa: Medicamento Sujeito a Receita Médica restrita (MSRM) - Alínea b) do Artigo 118º do D.L. 176/2006 Avaliação de custo-efetividade: Não, por AIM anterior a 2006 Todas as Indicações do RCM: Artrite reumatóide (AR): está indicado no tratamento dos sinais e sintomas da artrite reumatóide em combinação com Metotrexato (MTX), em adultos com uma resposta inadequada ao MTX. Indicações do RCM avaliadas e aprovadas: Nenhuma Indicações do RCM aprovadas para inclusão no FNM: Nenhuma. O Anacinra tem aprovação para a AR mas, nesta patologia, demonstra menor eficácia comparativamente com as alternativas disponíveis. As avaliações de custo-efetividade realizadas em outros países, como Reino Unido, Escócia, Canadá e Austrália, revelam relações de custo incremental por ano de vida ajustado à qualidade (QALY) muito acima dos valores considerados aceitáveis e levaram à retirada de comparticipação e à recomendação de não utilização. A CNFT considera não haver neste momento, sem que haja previamente uma reavaliação da custo-efetividade pelo Infarmed, argumentos que suportem a inclusão do Anacinra no FNM para a indicação aprovada. Os doentes em tratamento com Anacinra devem poder manter esse tratamento enquanto os clínicos considerarem adequado. Indicações "off-label" consideradas adequadas: AIJs (http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/ ); Doença de Still do adulto (http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/ ); Síndromes autoinflamatórios (http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/ ) Alternativas terapêuticas: AIJs: Tocilizumab; Canacinumab (sujeito a AE) Pg15

16 Switch: Por decisão clínica Considerações sobre alternativas e switch: Na AIJs, particularmente se estão presentes manifestações sistémicas, as opções são o Tocilizumab ou o Canacinumab (este com necessidade de uma ) para importação. Na AIJs os anti-tnfs não são recomendados como fármacos de 1ª linha, mas mantêm-se como opções quando não há resposta aos fármacos anti-il1 ou anti-il6 e a doença tem uma evolução predominantemente articular. Justificação: Sim Condições de Utilização: Doença activa apesar de terapêutica optimizada e após verificação de procedimentos de segurança de acordo com as NOCs. A monitorização, rastreabilidade e decisão de manutenção deste medicamento deve ser feita de acordo com as NOCs da DGS. Autorização e Monitorização: Prescrição pelo Centro Prescritor em articulação com a Instituição que disponibiliza o medicamento. Como utilização em indicação não aprovada, carece de pedido de autorização caso a caso à CFT e à Comissão de Ética para a Saúde locais, com informação clínica e consentimento livre e esclarecido do doente. Monitorização trimestral da eficácia e tolerância. Anexos: AIJ sistémica. Doença de Still do adulto. Síndromes autoinflamatórios. Pg16

17 DCI: Belimumab Forma(s) farmacêutica(s): Pó para concentrado para solução para perfusão. Estatuto legal quanto à dispensa: Medicamento Sujeito a Receita Médica restrita (MSRM) - Alínea b) do Artigo 118º do D.L. 176/2006 Avaliação de custo-efetividade: Sim Todas as Indicações do RCM: Lúpus eritematoso sistémico (LES): está indicado como terapêutica adjuvante em doentes adultos com LES activo, positivo para auto-anticorpos, com um elevado grau de actividade da doença (por exemplo, positivo para anti-dsadn e complemento baixo) apesar de estarem a receber terapêutica padrão optimizada. Indicações do RCM avaliadas e aprovadas: Lúpus eritematoso sistémico (LES): está indicado como terapêutica adjuvante em doentes adultos com Lúpus eritematoso sistémico activo, com SELENA-SLEDAI 10, anti-dsdna 30 UI/ml, baixos níveis de complemento (C3 baixo e/ou C4 baixo), sem evidência de lesões renais ou de compromisso do Sistema Nervoso Central (SNC), sem resposta a terapêutica prévia com corticosteróides, antimaláricos e imunossupressores (ou existência de reacções adversas a estes fármacos justificativas de interrupção de terapêutica). Indicações do RCM aprovadas para inclusão no FNM: LES activo: 1ª Linha para doentes com SELENA-SLEDAI 10, anti-dsdna 30 UI/ml, baixos níveis de complemento (C3 baixo e/ou C4 baixo), sem evidência de lesões renais ou de compromisso do SNC, sem resposta a terapêutica prévia com corticosteróides, antimaláricos e imunossupressores (ou existência de reacções adversas a estes fármacos justificativas de interrupção de terapêutica). Indicações "off-label" consideradas adequadas: Nenhuma Alternativas terapêuticas: Nenhum medicamento biológico para a mesma indicação. Switch: Pg17

18 Não. Considerações sobre alternativas e switch: Nenhuma Justificação: Sim Condições de Utilização: Considerar no LES activo, com todas as seguintes condições: SELENA-SLEDAI 10 Anti-dsDNA 30 UI/ml Baixos níveis de complemento (C3 baixo e/ou C4 baixo) Sem evidência de lesões renais ou de compromisso do SNC Sem resposta a terapêutica prévia com corticosteróides, antimaláricos e imunossupressores (ou existência de reacções adversas a estes fármacos justificativas de interrupção de terapêutica). Monitorização de resposta com relatório à CFT local cada 6 meses. Autorização e Monitorização: Prescrição pelo Centro Prescritor em articulação com a Instituição que disponibiliza o medicamento. Anexos: OMICA_E_COMPARTICIPACAO/MEDICAMENTOS_USO_HOSPITAL/DL_N_195_2006_3_OUT/RELATORIO S_AVALIACAO_PREVIA/belimumab-Benlysta_LES_ParecerNet.pdf Pg18

19 DCI: Certolizumab pegol Forma (s) farmacêutica (s): Solução injectável para administração SC. Estatuto legal quanto à dispensa: Medicamento Sujeito a Receita Médica restrita (MSRM) - Alínea b) do Artigo 118º do D.L. 176/2006 Avaliação de custo-efetividade: Sim Todas as Indicações do RCM: Artrite reumatóide: em associação com Metotrexato (MTX), está indicado para o tratamento da artrite reumatóide (AR) activa, moderada a grave, em doentes adultos, quando a resposta a fármacos modificadores da evolução da doença reumatismal (DMARDs), incluindo o MTX, foi inadequada. Pode ser utilizado em monoterapia no caso de intolerância ao MTX ou quando o tratamento continuado com MTX é inadequado. Reduz a taxa de progressão das lesões nas articulações, medida através de radiografia e leva também a uma melhoria da função física, quando administrado em associação com MTX. Espondiloartrite axial: está indicado no tratamento de doentes adultos com espondiloartrite axial activa grave compreendendo: Espondilite anquilosante (EA): adultos com EA activa grave que tenham tido uma resposta inadequada ou são intolerantes aos fármacos anti-inflamatórios não esteróides (AINEs) Espondiloartrite axial sem evidência radiográfica de EA: adultos com espondiloartrite axial activa grave sem evidência radiográfica de EA mas com sinais objectivos de inflamação através de PCR aumentada e/ou imagiologia de ressonância magnética, que tenham tido uma resposta inadequada ou sejam intolerantes aos AINEs. Artrite psoriática: em combinação com MTX, está indicado no tratamento da artrite psoriática activa em adultos, quando a resposta a terapêutica prévia com DMARD foi inadequada. Pode ser utilizado em monoterapia no caso de intolerância ao MTX ou quando o tratamento continuado com MTX é inadequado. Indicações do RCM avaliadas e aprovadas: Artrite Reumatóide: em associação com Metotrexato (MTX), está indicado para o tratamento da artrite reumatóide activa, moderada a grave, em doentes adultos, quando a resposta a fármacos modificadores da Pg19

20 evolução da doença reumatismal (DMARDs), incluindo o MTX, foi inadequada. Pode ser utilizado em monoterapia no caso de intolerância ao MTX ou quando o tratamento continuado com MTX é inadequado. Indicações do RCM aprovadas para inclusão no FNM: AR, no grupo de 1ª linha com MTX ou monoterapia; EA,no grupo de 1ª linha; EAx não radiográfica, no grupo de 1ª linha; AP, no grupo de 1ªlinha. Indicações "off-label" consideradas adequadas: Nenhuma Alternativas terapêuticas: AR - Abatacept, Adalimumab, Etanercept, Golimumab, Infliximab*, Tocilizumab, Rituximab; EA - Adalimumab, Etanercept, Golimumab, Infliximab; EAx não radiográfica - Adalimumab, Etanercept; AP - Adalimumab, Etanercept, Golimumab, Infliximab. Switch: Por decisão clínica Considerações sobre alternativas e switch: AR: nos doentes que falharam um anti-tnf a resposta a um fármaco de um grupo terapêutico diferente pode ser superior à obtida com um 2º anti-tnf mas devem ser ponderados factores como o preço e a adesão. (http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/ ; Após falência de dois anti-tnf a probabilidade de resposta a um terceiro é diminuta (http://arthritisresearch.com/content/8/1/r29). Justificação: Sim Condições de Utilização: Pg20

21 Doença activa apesar de terapêutica optimizada e após verificação de procedimentos de segurança de acordo com as NOCs. A monitorização, rastreabilidade e decisão de manutenção deste medicamento deve ser feita de acordo com as NOCs da DGS. Autorização e Monitorização: Prescrição pelo Centro Prescritor em articulação com a Instituição que disponibiliza o medicamento. Anexos: NOC 067/2011 da DGS; Prescrição de Agentes Biológicos nas Doenças Reumáticas Relatório de Avaliação Prévia. Pg21

Utilização dos medicamentos biológicos em doenças reumáticas, psoríase e doença inflamatória intestinal

Utilização dos medicamentos biológicos em doenças reumáticas, psoríase e doença inflamatória intestinal Utilização dos medicamentos biológicos em doenças reumáticas, psoríase e doença inflamatória intestinal Novembro de 2015 Pg1 Lista de abreviaturas: AIJ = Artrite Idiopática Juvenil EA = Espondilite Anquilosante

Leia mais

Terapia medicamentosa

Terapia medicamentosa www.printo.it/pediatric-rheumatology/pt/intro Terapia medicamentosa Versão de 2016 13. Medicamentos biológicos Nos últimos anos foram introduzidas novas perspetivas terapêuticas com substâncias conhecidas

Leia mais

Princípios orientadores para a política do medicamento

Princípios orientadores para a política do medicamento Princípios orientadores para a política do medicamento Aprovado pela Comissão Nacional de Farmácia e Terapêutica Objectivos: Neste documento da Comissão Nacional de Farmácia e Terapêutica (CNFT) discutem-se

Leia mais

Os grupos de risco que constam da Norma nº 009/2015 de 01/06/2015, são agora atualizados (Quadro I), ficando a Norma n.º 009/2015 revogada.

Os grupos de risco que constam da Norma nº 009/2015 de 01/06/2015, são agora atualizados (Quadro I), ficando a Norma n.º 009/2015 revogada. NÚMERO: 011/2015 DATA: 23/06/2015 ASSUNTO: PALAVRAS-CHAVE: PARA: CONTACTOS: Vacinação contra infeções por Streptococcus pneumoniae de grupos com risco acrescido para doença invasiva pneumocócica (DIP).

Leia mais

De acordo com a idade e com os esquemas recomendados, as crianças e jovens de risco para DIP serão vacinados com:

De acordo com a idade e com os esquemas recomendados, as crianças e jovens de risco para DIP serão vacinados com: NÚMERO: 0/05 DATA: /06/05 ASSUNTO: PALAVRAS-CHAVE: PARA: CONTACTOS: Vacinação contra infeções por Streptococcus pneumoniae de grupos com risco acrescido para doença invasiva pneumocócica (DIP). Idade pediátrica

Leia mais

HUMIRA (ADALIMUMABE) PARA ARTRITE REUMATOIDE

HUMIRA (ADALIMUMABE) PARA ARTRITE REUMATOIDE NOTA TÉCNICA 06/2014 HUMIRA (ADALIMUMABE) PARA ARTRITE REUMATOIDE Data: 19/01/2014 Medicamento x Material Procedimento Cobertura Solicitante: Des. Raimundo Messias Número do processo: 1.0024.06.994853-7/001

Leia mais

PARECER DO GATS nº 20/08

PARECER DO GATS nº 20/08 PARECER DO GATS nº 20/08 Responsável: Sandra de Oliveira Sapori Avelar Data de elaboração: 10 de julho de 2008. TEMA: INFLIXIMABE NA DOENÇA DE CROHN INTRODUÇÃO: A doença de Crohn é uma condição inflamatória

Leia mais

Diogo Manuel de Jesus Mendes

Diogo Manuel de Jesus Mendes Diogo Manuel de Jesus Mendes Iatrogenia de medicamentos biológicos indicados no tratamento da artrite reumatoide: análise de notificações espontâneas de suspeitas de reações adversas em Portugal Dissertação

Leia mais

Coordenador Nacional do NEDAI (que reviu o Texto): Dr. Luís Campos

Coordenador Nacional do NEDAI (que reviu o Texto): Dr. Luís Campos Elaborado por Dr. João Matos Costa e Dr.ª Inês Aguiar Câmara (Hospital Distrital de Santarém) para o NEDAI (Núcleo de Estudos de Doenças Auto-Imunes) da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI).

Leia mais

Saiba mais sobre... Fármacos biotecnológicos

Saiba mais sobre... Fármacos biotecnológicos Saiba mais sobre... Fármacos biotecnológicos Catarina Ambrósio Anabela Barcelos Hospital Infante D. Pedro E.P.E. Avenida Artur Ravara 3814-501 Aveiro Telefone: (+351) 234 378 300 Fax: (+351) 234 378 395

Leia mais

Monitorização do Paciente em uso de Imunobiológicos. Copyright AMBULATÓRIO DE PSORÍASE MARCELO ARNONE AMBULATÓRIO DE PSORÍASE

Monitorização do Paciente em uso de Imunobiológicos. Copyright AMBULATÓRIO DE PSORÍASE MARCELO ARNONE AMBULATÓRIO DE PSORÍASE Monitorização do Paciente em uso de Imunobiológicos MARCELO ARNONE AMBULATÓRIO DE PSORÍASE HOSPITAL MARCELO DAS CLÍNICAS ARNONE FMUSP AMBULATÓRIO DE PSORÍASE HOSPITAL DAS CLÍNICAS FMUSP Moduladores de

Leia mais

Guia. da Mulher. Um futuro sem Doença de Crohn e Colite Ulcerosa

Guia. da Mulher. Um futuro sem Doença de Crohn e Colite Ulcerosa Guia da Mulher Um futuro sem Doença de Crohn e Colite Ulcerosa A Associação Portuguesa da Doença Inflamatória do Intestino (Colite Ulcerosa e Doença de Crohn) é uma organização voluntária, sem fins lucrativos,

Leia mais

Imunossupressores e Agentes Biológicos

Imunossupressores e Agentes Biológicos Imunossupressores e Agentes Biológicos Histórico Início da década de 1960 Transplantes Prof. Herval de Lacerda Bonfante Departamento de Farmacologia Doenças autoimunes Neoplasias Imunossupressores Redução

Leia mais

Corticóides na Reumatologia

Corticóides na Reumatologia Corticóides na Reumatologia Corticóides (CE) são hormônios esteróides produzidos no córtex (área mais externa) das glândulas suprarrenais que são dois pequenos órgãos localizados acima dos rins. São produzidos

Leia mais

Data: 17/05/2013. NTRR 74/ 2013 a. Medicamento x Material Procedimento Cobertura

Data: 17/05/2013. NTRR 74/ 2013 a. Medicamento x Material Procedimento Cobertura NTRR 74/ 2013 a Solicitante: Juiza de Direito Herilene de Oliveira Andrade Itapecerica Número do processo: 335.13.910-3 Data: 17/05/2013 Medicamento x Material Procedimento Cobertura Réu: Município de

Leia mais

CICLOSPORINA PARA DERMATITE ATÓPICA REFRATÁRIA

CICLOSPORINA PARA DERMATITE ATÓPICA REFRATÁRIA Medicamento X Data: 30/09/2013 Nota Técnica 238 2013 Solicitante: Juiz de Direito JOSÉ CARLOS DE MATOS Material Procedimento Cobertura Número do processo: 0362.13.009927-2. Réu: Município de João Monlevade

Leia mais

PRINCIPAIS COMPLICAÇÕES DE DROGAS IMUNOBIOLÓGICAS EM UTILIZAÇÃO NO BRASIL

PRINCIPAIS COMPLICAÇÕES DE DROGAS IMUNOBIOLÓGICAS EM UTILIZAÇÃO NO BRASIL PRINCIPAIS COMPLICAÇÕES DE DROGAS IMUNOBIOLÓGICAS EM UTILIZAÇÃO NO BRASIL Dra. Ana Cristina de Medeiros Ribeiro Reumatologista do HC FMUSP e CEDMAC Doutoranda pela FMUSP IMUNOBIOLÓGICOS NO BRASIL Anti-TNF

Leia mais

Tuberculose e imunobiológicos. Cláudia Henrique da Costa Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Tuberculose e imunobiológicos. Cláudia Henrique da Costa Universidade do Estado do Rio de Janeiro Tuberculose e imunobiológicos Cláudia Henrique da Costa Universidade do Estado do Rio de Janeiro Mycobacterium tuberculosis Mycobacterium tuberculosis 10 micrômetros. Domina o mundo Dois bilhões de pessoas

Leia mais

ANEXO I RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

ANEXO I RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO ANEXO I RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO 1 1. NOME DO MEDICAMENTO Remicade 100 mg pó para concentrado para solução para perfusão. 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Cada frasco para injetáveis

Leia mais

1. BENEFÍCIOS DOS UTENTES DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE (SNS) Decreto-Lei nº11/93, DR. I série -A, Nº 12, 15.01.1993

1. BENEFÍCIOS DOS UTENTES DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE (SNS) Decreto-Lei nº11/93, DR. I série -A, Nº 12, 15.01.1993 1. BENEFÍCIOS DOS UTENTES DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE (SNS) Decreto-Lei nº11/93, DR. I série -A, Nº 12, 15.01.1993 "O S.N.S. engloba um conjunto de instituições e serviços que dependem do Ministério da

Leia mais

Data: 20/01/2013 NTRR 05/2013. Medicamento X Material Procedimento Cobertura

Data: 20/01/2013 NTRR 05/2013. Medicamento X Material Procedimento Cobertura NTRR 05/2013 Solicitante: Desembargador Alyrio Ramos Número do processo: 1.0145.12.082745-9/001 Impetrato: Secretaria de Saúde de Juiz de Fora Data: 20/01/2013 Medicamento X Material Procedimento Cobertura

Leia mais

Processo de avaliação e análise para a incorporação de produtos biológicos

Processo de avaliação e análise para a incorporação de produtos biológicos F A S C Í C U L O 1 Este fascículo é parte integrante do Programa Momento Gestor da Pfizer. www.momentogestor.com.br As informações aqui publicadas são de responsabilidade do autor, não tendo a Pfizer

Leia mais

DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL. Profª. Thais de A. Almeida Aula 21/05/13

DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL. Profª. Thais de A. Almeida Aula 21/05/13 DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL Profª. Thais de A. Almeida Aula 21/05/13 Doença Inflamatória Intestinal Acometimento inflamatório crônico do TGI. Mulheres > homens. Pacientes jovens (± 20 anos). Doença

Leia mais

Trabalho de farmaco economia em Drogas Biológicas

Trabalho de farmaco economia em Drogas Biológicas Unidade de Estudos de Procedimentos de Alta Complexidade UEPAC Dra. Claudia Cantanheda Dr. Vitor André Romão Dr. José Geraldo Amino Enfª. Quenia Dias Hugo Simas Trabalho de farmaco economia em Drogas Biológicas

Leia mais

FAQ s. Destinam-se a complementar as instruções constantes nas Circulares Informativas Conjuntas n.º 01/INFARMED/ACSS e n.

FAQ s. Destinam-se a complementar as instruções constantes nas Circulares Informativas Conjuntas n.º 01/INFARMED/ACSS e n. FAQ s Destinam-se a complementar as instruções constantes nas Circulares Informativas Conjuntas n.º 01/INFARMED/ACSS e n.º 02/INFARMED/ACSS Versão Versão Data FAQ s Introduzidas FAQ s Retificadas 1.0 2012-06-01

Leia mais

Artrite Idiopática Juvenil

Artrite Idiopática Juvenil Artrite Idiopática Juvenil CRIAÇÃO E DESENVOLVIMENTO: CREDITO IMAGEM DA CAPA: http://www.purdue.edu/newsroom/ EDITORAÇÃO: Rian Narcizo Mariano PRODUÇÃO: www.letracapital.com.br Copyright SBR-, 2011 O conteúdo

Leia mais

Grupo de Consensos para as Terapêuticas Biológicas na Espondilite Anquilosante da Sociedade Portuguesa de Reumatologia CONSENSOS SOBRE A UTILIZAÇÃO

Grupo de Consensos para as Terapêuticas Biológicas na Espondilite Anquilosante da Sociedade Portuguesa de Reumatologia CONSENSOS SOBRE A UTILIZAÇÃO CONSENSOS SOBRE A UTILIZAÇÃO DE ANTAGONISTAS DO TNF- NA TERAPÊUTICA DA ESPONDILITE ANQUILOSANTE Grupo de Consensos para as Terapêuticas Biológicas na Espondilite Anquilosante da Sociedade Portuguesa de

Leia mais

Valor do sector do Diagnóstico in vitro, em Portugal. Principais conclusões APIFARMA CEMD. Outubro 2014

Valor do sector do Diagnóstico in vitro, em Portugal. Principais conclusões APIFARMA CEMD. Outubro 2014 Valor do sector do Diagnóstico in vitro, em Portugal Principais conclusões APIFARMA CEMD Outubro 2014 1 APIFARMA Valor do Sector do Diagnóstico in Vitro, em Portugal Agenda I Objectivos e metodologia II

Leia mais

Avaliação Semanal Correcção

Avaliação Semanal Correcção Avaliação Semanal Correcção 1. Mulher de 32 anos, caucasiana. Antecedentes pessoais e familiares irrelevante. 11 Gesta, 11 Para, usa DIU. Recorreu ao S.U. por dor abdominal de início súbito, localizada

Leia mais

Artrite Resumo de diretriz NHG M90 (agosto 2009)

Artrite Resumo de diretriz NHG M90 (agosto 2009) Artrite Resumo de diretriz NHG M90 (agosto 2009) Janssens HJEM, Lagro HAHM, Van Peet PG, Gorter KJ, Van der Pas P, Van der Paardt M, Woutersen-Koch H traduzido do original em holandês por Luiz F.G. Comazzetto

Leia mais

Opções de tratamento - um guia simples

Opções de tratamento - um guia simples Guia Opções de tratamento - um guia simples Para poder decidir qual é o melhor tratamento para si, é importante começar por saber quais as opções de tratamento existentes e quais as suas vantagens e desvantagens.

Leia mais

Exposição de Motivos

Exposição de Motivos Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 801/X/4.ª Altera o Decreto-Lei n.º 173/2003, de 1 de Agosto, isentando do pagamento das taxas moderadoras os portadores de Doença Inflamatória do Intestino - DII (Colite

Leia mais

Conclusões da Conferência Anual do INFARMED, I.P. 2009

Conclusões da Conferência Anual do INFARMED, I.P. 2009 Conclusões da Conferência Anual do INFARMED, I.P. 2009 Conferência de abertura Medicina Genómica: Impacto na Eficácia e Segurança dos Medicamentos O cada vez mais reduzido número de novos medicamentos

Leia mais

AVALIAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO ENTRE A AR E A DM TIPO II. Agenda: 1. INTRODUÇÃO 2. OBJECTIVOS 3. METODOLOGIA 4. PLANIFICAÇÃO DO PROJECTO

AVALIAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO ENTRE A AR E A DM TIPO II. Agenda: 1. INTRODUÇÃO 2. OBJECTIVOS 3. METODOLOGIA 4. PLANIFICAÇÃO DO PROJECTO AVALIAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO ENTRE A ARTRITE REUMATÓIDE E A DIABETES MELLITUS TIPO 2 Análise da Base de Dados de Doenças Reumáticas Norte-Americana National Data Bank for Rheumatic Diseases PROJECTO DE TESE

Leia mais

Impacto das novas abordagens terapêuticas e financiamento da diabetes

Impacto das novas abordagens terapêuticas e financiamento da diabetes Impacto das novas abordagens terapêuticas e financiamento da diabetes Helder Mota Filipe Vice-Presidente, INFARMED, I.P. Professor Associado, FFUL 25 Junho 2015 2 Prevalência da Diabetes em Portugal 2013

Leia mais

I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO:

I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO: MODELO DE BULA PARA O PACIENTE (VENDA AO COMÉRCIO) I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO: HUMIRA adalimumabe APRESENTAÇÕES HUMIRA (adalimumabe) solução injetável: - 40 mg em seringa com 0,8 ml de dose única

Leia mais

21/08/14. Farmacologia da Inflamação Drogas Modificadoras de Doença. Ciclo de Atualização em Farmacologia. DMARDs

21/08/14. Farmacologia da Inflamação Drogas Modificadoras de Doença. Ciclo de Atualização em Farmacologia. DMARDs Ciclo de Atualização em Farmacologia Farmacologia da Inflamação Drogas Modificadoras de Doença Drogas Modificadoras de Doença - DMARDs @ Diasese-modifying antirheumatoid drugs; @ Suprimem em parte ou totalmente

Leia mais

Direcção-Geral da Saúde

Direcção-Geral da Saúde Assunto: Para: Utilização dos medicamentos opióides fortes na dor crónica não oncológica Médicos do Sistema Nacional de Saúde Nº: 09/DSCS/DPCD/DSQC DATA: 24/03/08 Contacto na DGS: Direcção de Serviços

Leia mais

www.pediatric-rheumathology.printo.it DOENÇA DE BEHÇET

www.pediatric-rheumathology.printo.it DOENÇA DE BEHÇET www.pediatric-rheumathology.printo.it DOENÇA DE BEHÇET O que é? A síndrome de Behçet ou a doença de Behçet (DB) é uma vasculite (inflamação dos vasos sanguíneos) sistêmica (porquê envolve órgãos internos)

Leia mais

II Curso de Atualização em Coloproctologia

II Curso de Atualização em Coloproctologia II Curso de Atualização em Coloproctologia Estratégias de Prevenção de Câncer nas Doenças Inflamatórias Intestinais Dr. Marco Zerôncio LIGA NRCC Considerações Iniciais As DII (RCUI e colite por Crohn)

Leia mais

TALIDOMIDA DOENÇA DE BEHÇET

TALIDOMIDA DOENÇA DE BEHÇET NOTA TÉCNICA 69-2014 TALIDOMIDA DOENÇA DE BEHÇET Data: 04/04/2014 Medicamento x Material Procedimento Cobertura Solicitante: Juíz de Direito Dr. Rafael Murad Brumana Número do processo: 0377.14.000764-4

Leia mais

ANEXO I RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

ANEXO I RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO ANEXO I RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO 1 1. NOME DO MEDICAMENTO Enbrel 25 mg pó e solvente para solução injetável 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Cada frasco para injetáveis contém

Leia mais

António Ramalho UVEITES

António Ramalho UVEITES UVEITES CLASSIFICAÇÃO ANATÓMICA ANTERIOR o Irite o Iridociclite o Ciclite anterior INTERMEDIÁRIA o Pars planite o Hialite o Cilcite posterior POSTERIOR o Coroidite focal o Coroidite multifocal o Coroidite

Leia mais

Profissional. de Saúde. Guia contendo. questões. frequentes

Profissional. de Saúde. Guia contendo. questões. frequentes Este medicamento está sujeito a monitorização adicional. Pede-se aos profi ssionais de saúde que notifi quem quaisquer suspeitas de reações adversas através do sistema nacional de notifi cação. concentrado

Leia mais

04/06/2012. Sem conflito de interesses. Utilização de imunossupressores e agentes biológicos nas pneumopatias intersticiais associadas às colagenoses.

04/06/2012. Sem conflito de interesses. Utilização de imunossupressores e agentes biológicos nas pneumopatias intersticiais associadas às colagenoses. Utilização de imunossupressores e agentes biológicos nas pneumopatias intersticiais associadas às colagenoses. Ronaldo A. Kairalla Disciplina de Pneumologia - InCor Faculdade de Medicina da Universidade

Leia mais

NA DOENÇA CORONÁRIA ESTÁVEL

NA DOENÇA CORONÁRIA ESTÁVEL NOCs vs GUIDELINES: Com tanta orientação ficamos mesmo orientados? Cátia Costa Para escolher é preciso perceber as diferenças... 1) No que consistem e quem as concebe? 2) A quem se dirige? 3) Existem diferenças

Leia mais

ANEXO PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS ARTRITE REUMATOIDE

ANEXO PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS ARTRITE REUMATOIDE ANEXO PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS ARTRITE REUMATOIDE 1 METODOLOGIA DE BUSCA E AVALIAÇÃO DE LIT E R AT U R A Em 20/11/2012, foram realizadas buscas nas bases de dados Medline/Pubmed, Embase

Leia mais

APRESENTAÇÃO Pó liofilizado para solução concentrada para infusão em embalagem com 1 frasco-ampola de uso único com 100 mg de infliximabe.

APRESENTAÇÃO Pó liofilizado para solução concentrada para infusão em embalagem com 1 frasco-ampola de uso único com 100 mg de infliximabe. IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO REMICADE infliximabe APRESENTAÇÃO Pó liofilizado para solução concentrada para infusão em embalagem com 1 frasco-ampola de uso único com 100 mg de infliximabe. USO INTRAVENOSO

Leia mais

Informação de segurança muito importante para os profissionais de saúde que prescrevem, dispensam e administram

Informação de segurança muito importante para os profissionais de saúde que prescrevem, dispensam e administram Informação de segurança muito importante para os profissionais de saúde que prescrevem, dispensam e administram Este medicamento está sujeito a monitorização adicional. Versão 1, março 2014 ATENÇÃO: Risco

Leia mais

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde. O Secretário de Atenção à Saúde, no uso das atribuições,

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde. O Secretário de Atenção à Saúde, no uso das atribuições, Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde PORTARIA N o 710, de 27 de junho de 2013 Aprova o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Artrite Reumatoide. O Secretário de Atenção à Saúde, no

Leia mais

1. INTRODUÇÃO 2. SOBRE A DOENÇA E O MEDICAMENTO. Página 1 de 11

1. INTRODUÇÃO 2. SOBRE A DOENÇA E O MEDICAMENTO. Página 1 de 11 Protocolo para avaliação da utilização de Ruxolitinib no tratamento da esplenomegália ou sintomas relacionadas com a doença em doentes adultos com mielofibrose (primária, pós-policitémia vera ou pós-trombocitemia

Leia mais

República de Angola DNME/MINSA/ ANGOLA

República de Angola DNME/MINSA/ ANGOLA DNME/MINSA/ ANGOLA 1 CONCEITO E ENQUADRAMENTO DA FARMÁCIA HOSPITALAR O Hospital é o local onde as intervenções mais diferenciadas, invasivas e salvadoras de vida devem ter lugar, constituindo-se, por isso

Leia mais

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL Nº 29, quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013 1 ISSN 1677-7042 43 RESOLUÇÃO - RE Nº 465, DE 8 DE FEVEREIRO DE 2013(*) O Gerente-Geral de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados, da Agencia

Leia mais

GESTÃO INTEGRADA DO MEDICAMENTO HOSPITALAR

GESTÃO INTEGRADA DO MEDICAMENTO HOSPITALAR GESTÃO INTEGRADA DO MEDICAMENTO HOSPITALAR 28/JUNHO/2006 Evolução do consumo de medicamentos Racionalização do uso do medicamento Missão do Serviço Farmacêutico Proporcionar suporte ao tratamento farmacoterapêutico

Leia mais

BULA DE ORENCIA PÓ LIOFILIZADO PARA INFUSÃO IV

BULA DE ORENCIA PÓ LIOFILIZADO PARA INFUSÃO IV BRISTOL-MYERS SQUIBB ORENCIA abatacepte USO INTRAVENOSO APRESENTAÇÃO BULA DE ORENCIA PÓ LIOFILIZADO PARA INFUSÃO IV Bristol-Myers Squibb ORENCIA pó liofilizado para infusão IV é apresentado em frasco-ampola

Leia mais

Novos conceitos no manejo da artrite reumatoide: amplo controle

Novos conceitos no manejo da artrite reumatoide: amplo controle Novos conceitos no manejo da artrite reumatoide: amplo controle Claiton Viegas Brenol, MD, PhD Professor Adjunto do Departamento de Medicina Interna FAMED UFRGS - Serviço de Reumatologia - Hospital de

Leia mais

Q & BROCHURA DE PERGUNTAS E RESPOSTAS PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE. VFEND (voriconazol) Oral/Intravenoso

Q & BROCHURA DE PERGUNTAS E RESPOSTAS PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE. VFEND (voriconazol) Oral/Intravenoso Q & BROCHURA DE PERGUNTAS E RESPOSTAS PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE VFEND (voriconazol) Oral/Intravenoso ÍNDICE 1 Qual a finalidade desta brochura?... 3 2 O que é o VFEND (voriconazol)?... 3 3 O que devo

Leia mais

22 anos de serviço público com valores e ética

22 anos de serviço público com valores e ética 22 anos de serviço público com valores e ética SiNATS: 1- Modelo 2- Principais alterações Investir melhor. Atualmente -Tecnologia: Medicamentos SiNATS -Tecnologia: Medicamentos + Dispositivos médicos.

Leia mais

Mandado de segurança contra ato do Secretário Municipal de Saúde RITUXIMABE PARA LINFOMA NÃO-HODGKIN FOLICULAR TRANSFORMADO EM DIFUSO

Mandado de segurança contra ato do Secretário Municipal de Saúde RITUXIMABE PARA LINFOMA NÃO-HODGKIN FOLICULAR TRANSFORMADO EM DIFUSO Data: 08/12/2012 Nota Técnica 2012 Juízo da 4ª Vara de Fazenda Pública Municipal Juiz Renato Dresh Numeração Única: 3415341-21.201 Impetrante Marlene Andrade Montes Medicamento Material Procedimento Cobertura

Leia mais

TERAPIA BIOLÓGICA MARTA BRENNER MACHADO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL PORTO ALEGRE

TERAPIA BIOLÓGICA MARTA BRENNER MACHADO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL PORTO ALEGRE TERAPIA BIOLÓGICA MARTA BRENNER MACHADO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL PORTO ALEGRE Importância do Tema 1. Doença crônica e incurável. 2. Difícil aceitação pelo paciente. 3. Fundamental:

Leia mais

www.pediatric-rheumathology.printo.it DERMATOMIOSITE JUVENIL

www.pediatric-rheumathology.printo.it DERMATOMIOSITE JUVENIL www.pediatric-rheumathology.printo.it DERMATOMIOSITE JUVENIL O que é? A Dermatomiosite Juvenil (DMJ) pertence ao grupo das chamadas doenças auto-imunes. Nas doenças auto-imunes há uma reação anormal do

Leia mais

Conteúdo. Data: 24/04/2013 NOTA TÉCNICA 54/2013. Medicamento x Material Procedimento Cobertura

Conteúdo. Data: 24/04/2013 NOTA TÉCNICA 54/2013. Medicamento x Material Procedimento Cobertura NOTA TÉCNICA 54/2013 Solicitante Juíza Sabrina da Cunha Peixoto Ladeira Processo número: 0512.13.002867-7 Data: 24/04/2013 Medicamento x Material Procedimento Cobertura TEMA: Interferon, Oxsoralen 10 mg,

Leia mais

ENBREL etanercepte I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO APRESENTAÇÃO

ENBREL etanercepte I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO APRESENTAÇÃO ENBREL etanercepte I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO APRESENTAÇÃO Cartucho contendo 4 estojos, unidos 2 a 2. Cada estojo contém 1 frasco-ampola com pó liófilo injetável contendo 25 mg de etanercepte, 1

Leia mais

Anexo I. Titular da autorização de introdução no mercado. Estado Membro. Via de administra ção. Forma farmacêutica. Dosagem

Anexo I. Titular da autorização de introdução no mercado. Estado Membro. Via de administra ção. Forma farmacêutica. Dosagem Anexo I Estado Membro (no EEE) Titular da autorização de introdução no mercado Contacto local DCI Nome de fantasia Dosagem Forma farmacêutica Via de administra ção Fresenius Medical Care Nephrologica Deutschland

Leia mais

PSORÍASE DESCRIÇÃO GERAL

PSORÍASE DESCRIÇÃO GERAL PSORÍASE DESCRIÇÃO GERAL Quais são os objetivos deste folheto? A Associação Britânica de Dermatologistas proporciona aos doentes três folhetos informativos sobre psoríase. Este folheto foi elaborado para

Leia mais

Despacho n.º 18419/2010, de 2 de Dezembro (DR, 2.ª série, n.º 239, de 13 de Dezembro de 2011)

Despacho n.º 18419/2010, de 2 de Dezembro (DR, 2.ª série, n.º 239, de 13 de Dezembro de 2011) (DR, 2.ª série, n.º 239, de 13 de Dezembro de 2011) Determina que os medicamentos destinados ao tratamento de doentes com artrite reumatóide, espondilite anquilosante, artrite psoriática, artrite idiopática

Leia mais

O QUE É? A LEUCEMIA MIELOBLÁSTICA AGUDA

O QUE É? A LEUCEMIA MIELOBLÁSTICA AGUDA O QUE É? A LEUCEMIA MIELOBLÁSTICA AGUDA A LEUCEMIA MIELOBLÁSTICA AGUDA O QUE É A LEUCEMIA MIELOBLÁSTICA AGUDA? A Leucemia Mieloblástica Aguda (LMA) é o segundo tipo de leucemia mais frequente na criança.

Leia mais

SInASE <> Carla Gonçalves Pereira Fernando Rodrigues

SInASE <<TITULO APRESENTAÇÃO>> Carla Gonçalves Pereira Fernando Rodrigues Lisboa 28 28 de Junho 2011 Museu do Oriente Qualidade Risco em Saúde Carla Gonçalves Pereira Fernando Rodrigues 1º Estudo Nacional 11,1% admissões

Leia mais

ANEXO CONDIÇÕES OU RESTRIÇÕES RESPEITANTES À UTILIZAÇÃO SEGURA E EFICAZ DO MEDICAMENTO A SEREM IMPLEMENTADAS PELOS ESTADOS-MEMBROS

ANEXO CONDIÇÕES OU RESTRIÇÕES RESPEITANTES À UTILIZAÇÃO SEGURA E EFICAZ DO MEDICAMENTO A SEREM IMPLEMENTADAS PELOS ESTADOS-MEMBROS ANEXO CONDIÇÕES OU RESTRIÇÕES RESPEITANTES À UTILIZAÇÃO SEGURA E EFICAZ DO MEDICAMENTO A SEREM IMPLEMENTADAS PELOS ESTADOS-MEMBROS 1 Os Estados-Membros devem garantir que todas as condições ou restrições

Leia mais

Por outro lado, não há o envolvimento do INFARMED, a entidade reguladora do sector do medicamento, nesta análise especializada.

Por outro lado, não há o envolvimento do INFARMED, a entidade reguladora do sector do medicamento, nesta análise especializada. Análise especializada Política do medicamento, dispositivos médicos e avaliação de tecnologias em saúde Exmos. Senhores, O processo de elaboração do Plano Nacional de Saúde pode ser considerado um bom

Leia mais

Tecnologias de Computadores. Trabalho elaborado por: João Christophe Batista nº 23043 Ricardo Monteiro nº 26455 Telmo Lopes nº 27656

Tecnologias de Computadores. Trabalho elaborado por: João Christophe Batista nº 23043 Ricardo Monteiro nº 26455 Telmo Lopes nº 27656 Tecnologias de Computadores Trabalho elaborado por: João Christophe Batista nº 23043 Ricardo Monteiro nº 26455 Telmo Lopes nº 27656 Este tema suscita interesse na medida em que a medicina é um dos principais

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO. Amethopterin; 4-Amino-4-deoxy-10-methylpteroyl-L-glutamic Acid; -Methopterin;t; Méthotrexate; Methotrexatum; MTX.

IDENTIFICAÇÃO. Amethopterin; 4-Amino-4-deoxy-10-methylpteroyl-L-glutamic Acid; -Methopterin;t; Méthotrexate; Methotrexatum; MTX. IDENTIFICAÇÃO Nome Metotrexato Fórmula Molecular C20H22N8O5 Peso molecular 454,44 DCB / DCI 05884 - metotrexato CAS 59-05-2 INCI Não aplicável Denominação Não aplicável botânica Sinonímia Amethopterin;

Leia mais

Sumário. Data: 06/12/2013 NT 245 /2013. Medicamento x Material Procedimento Cobertura

Sumário. Data: 06/12/2013 NT 245 /2013. Medicamento x Material Procedimento Cobertura NT 245 /2013 Solicitante: Ilmo Dr RODRIGO DIAS DE CASTRO Juiz de Direito Comarca de Campestre Data: 06/12/2013 Medicamento x Material Procedimento Cobertura Número do processo: 0023168-04.2013.8.13.0110

Leia mais

MYCAMINE MYCAMINE. micafungina. micafungina. Guia de Prescrição. e Monitorização. de Prescrição. Guia e Monitorização

MYCAMINE MYCAMINE. micafungina. micafungina. Guia de Prescrição. e Monitorização. de Prescrição. Guia e Monitorização MYCAMINE MYCAMINE micafungina micafungina Guia de Prescrição Guia e Monitorização de Prescrição e Monitorização Informação para médicos prescritores Informação Dezembro para de 2011 médicos (versão prescritores

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE PREVENÇÃO DAS RESISTÊNCIAS AOS ANTIMICROBIANOS

PROGRAMA NACIONAL DE PREVENÇÃO DAS RESISTÊNCIAS AOS ANTIMICROBIANOS PROGRAMA NACIONAL DE PREVENÇÃO DAS RESISTÊNCIAS AOS ANTIMICROBIANOS Novembro de 2009 PROGRAMA NACIONAL DE PREVENÇÃO DAS RESISTÊNCIAS AOS ANTIMICROBIANOS ÍNDICE Pág. I. INTRODUÇÃO... 2 II. ENQUADRAMENTO...

Leia mais

Subespecialidade de Gastrenterologia Pediátrica conteúdo funcional, formação e titulação

Subespecialidade de Gastrenterologia Pediátrica conteúdo funcional, formação e titulação Subespecialidade de Gastrenterologia Pediátrica conteúdo funcional, formação e titulação 1. Tipo de trabalho e responsabilidades principais O Gastrenterologista Pediátrico é um médico com formação em Pediatria

Leia mais

INFORMATIZAÇÃO CLÍNICA DOS SERVIÇOS DE URGÊNCIA LINHAS BÁSICAS DE ORIENTAÇÃO

INFORMATIZAÇÃO CLÍNICA DOS SERVIÇOS DE URGÊNCIA LINHAS BÁSICAS DE ORIENTAÇÃO INFORMATIZAÇÃO CLÍNICA DOS SERVIÇOS DE URGÊNCIA LINHAS BÁSICAS DE ORIENTAÇÃO FUNCIONALIDADES TÉCNICAS INFORMATIZAÇÃO CLÍNICA DOS SERVIÇOS DE URGÊNCIA OBJECTIVO Dispor de um sistema de informação, que articule

Leia mais

www.pediatric-rheumathology.printo.it DERMATOMIOSITE JUVENIL

www.pediatric-rheumathology.printo.it DERMATOMIOSITE JUVENIL www.pediatric-rheumathology.printo.it DERMATOMIOSITE JUVENIL O que é? A dermatomiosite Juvenil (DMJ) pertence ao grupo das chamadas doenças auto-imunes. Nas doenças auto-imunes há uma reacção anormal do

Leia mais

1. CANDIDATURA A UM DESEJO

1. CANDIDATURA A UM DESEJO 1. CANDIDATURA A UM DESEJO Dados da criança: (dd/mmm/aaaa i.e. 01Jan2000) Nome: Sexo: Masculino Feminino Doença: Data de Nascimento: Telefone: Morada actual: Idade: Desejo da Criança: Língua-materna: Já

Leia mais

RoACTEMRA na ARTRITE REUMATOIDE

RoACTEMRA na ARTRITE REUMATOIDE RoACTEMRA na ARTRITE REUMATOIDE Administração intravenosa (IV) e administração subcutânea (SC) INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA IMPORTANTE Para auxiliar os profissionais de saúde na avaliação dos benefícios e riscos

Leia mais

Dimensão Segurança do Doente. Check-list Procedimentos de Segurança

Dimensão Segurança do Doente. Check-list Procedimentos de Segurança 1. 1.1 1.2 Cultura de Segurança Existe um elemento(s) definido(s) com responsabilidade atribuída para a segurança do doente Promove o trabalho em equipa multidisciplinar na implementação de processos relativos

Leia mais

FINANCIAMENTO PÚBLICO DOS MEDICAMENTOS EM PORTUGAL: ACESSIBILIDADE AOS MEDICAMENTOS COM NOVAS MOLÉCULAS OU NOVAS INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS

FINANCIAMENTO PÚBLICO DOS MEDICAMENTOS EM PORTUGAL: ACESSIBILIDADE AOS MEDICAMENTOS COM NOVAS MOLÉCULAS OU NOVAS INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS ACESSIBILIDADE AOS MEDICAMENTOS COM NOVAS MOLÉCULAS OU NOVAS INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS Abril de 2010 Execução: Financiamento: Execução Condições de acesso ao estudo Exigo é uma empresa de consultoria para

Leia mais

Informação de Segurança Importante

Informação de Segurança Importante HUMIRA (Adalimumab) Informação de Segurança Importante Esta informação destina-se a: Reumatologistas, Gastrenterologistas, Dermatologistas, Pediatras e Internistas que acompanham as indicações do medicamento

Leia mais

SISTEMAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

SISTEMAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO SISTEMAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Da Prescrição à Administração do Medicamento Sofia Valongo Serviços Farmacêuticos 26-09-2015 OBJETIVO 2 Descrever o papel do Farmacêutico na implementação

Leia mais

PROCESSOS JUDICIAIS SOLICITANDO MEDICAMENTOS NO ESTADO DE MINAS GERAIS 2005/2006

PROCESSOS JUDICIAIS SOLICITANDO MEDICAMENTOS NO ESTADO DE MINAS GERAIS 2005/2006 PROCESSOS JUDICIAIS SOLICITANDO MEDICAMENTOS NO ESTADO DE MINAS GERAIS 2005/2006 Francisco de Assis Acúrcio 1,2 ; Marina Amaral de Ávila Machado 1 ; Isabella Vitral Pinto 1 ; Cristina Mariano Ruas Brandão

Leia mais

Portal da Hepatite C [hepc.infarmed.pt]

Portal da Hepatite C [hepc.infarmed.pt] Portal da Hepatite C [hepc.infarmed.pt] Jorge Rodrigues 21 anos de serviço público com valores e ética [Portal da Hepatite C] Sumário 1. Importância do Portal da Hepatite C 2. Doente vs Anonimização 3.

Leia mais

Terapêutica anticoagulante oral

Terapêutica anticoagulante oral Terapêutica anticoagulante oral Quando iniciar? Quando e como suspender? Quando parar definitivamente? Eugénia Cruz e Sara Morais Serviço de Hematologia Clínica, Hospital de Santo António 1º Encontro Proximidade

Leia mais

Avanços no Tratamento da Doença Inflamatória Intestinal

Avanços no Tratamento da Doença Inflamatória Intestinal UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Ciências da Saúde Avanços no Tratamento da Doença Inflamatória Intestinal Adriano João Marques Pinto da Mota Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em Medicina (ciclo

Leia mais

REMICADE (infliximabe)

REMICADE (infliximabe) REMICADE infliximabe FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO Remicade é indicado para o uso intravenoso. O é apresentado na forma de pó liofilizado para solução concentrada para infusão. O REMICADE é apresentado

Leia mais

XVI Congresso Português de Reumatologia Vilamoura, 2 a 5 de Maio 2012

XVI Congresso Português de Reumatologia Vilamoura, 2 a 5 de Maio 2012 S. Ramiro 1, 2, P. Machado 3, 4, R. Roque 1, H. Santos 5, J. Polido-Pereira 6, D. Peixoto 7, C. Duarte 3, FM Pimentel-Santos 8, C. Silva 5, J. E. Fonseca 6,8, F. Teixeira 7, A. Marques 3, F. Araújo 9,

Leia mais

INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA IMPORTANTE

INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA IMPORTANTE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA IMPORTANTE para os médicos prescritores de PROTELOS /OSSEOR (Ranelato de estrôncio) 2 g granulado para suspensão oral Estes medicamentos estão sujeitos a monitorização adicional

Leia mais

Clostridium difficile: quando valorizar?

Clostridium difficile: quando valorizar? Clostridium difficile: quando valorizar? Sofia Bota, Luís Varandas, Maria João Brito, Catarina Gouveia Unidade de Infecciologia do Hospital D. Estefânia, CHLC - EPE Infeção a Clostridium difficile Diarreia

Leia mais

Artrite reumatoide Sociedade Brasileira de Reumatologia

Artrite reumatoide Sociedade Brasileira de Reumatologia Artrite reumatoide 1 Artrite Reumatoide Cartilha para pacientes CRIAÇÃO E DESENVOLVIMENTO: Comissão de Artrite Reumatoide da Sociedade Brasileira de Reumatologia ILUSTRAÇÃO DA CAPA: Le déjeuner des canotiers,

Leia mais

Mesa - redonda. Programas Nacionais. Programa Nacional da Prevenção das Infecções Associadas aos Cuidados de Saúde

Mesa - redonda. Programas Nacionais. Programa Nacional da Prevenção das Infecções Associadas aos Cuidados de Saúde Mesa - redonda Programas Nacionais Programa Nacional da Prevenção das Infecções Associadas Cuidados de Saúde Cristina Costa Programa Nacional de Prevenção das Resistências antimicrobianos Ana Leça Moderadora

Leia mais

Í N D I C E G E R A L. v i i A B R E V I A T U R A S E S I G L A S. v i i i L I S T A D E T A B E L A S E F I G U R A S ix

Í N D I C E G E R A L. v i i A B R E V I A T U R A S E S I G L A S. v i i i L I S T A D E T A B E L A S E F I G U R A S ix Í N D I C E : Í N D I C E G E R A L. v i i A B R E V I A T U R A S E S I G L A S. v i i i L I S T A D E T A B E L A S E F I G U R A S ix R E S U M O. x A B S T R A C T... xi I - I N T R O D U Ç Ã O - 1

Leia mais