Lc/Lf Linfoblástica Pre-B LcLC-B/LfLC-B peq. Idade Mediana Infec associada Transloc / Onc % Crianças % Homens % III/IV % SX B % Compr MO % Compr GI

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Lc/Lf Linfoblástica Pre-B LcLC-B/LfLC-B peq. Idade Mediana Infec associada Transloc / Onc % Crianças % Homens % III/IV % SX B % Compr MO % Compr GI"

Transcrição

1 Lc/Lf Linfoblástica Pre-B LcLC-B/LfLC-B peq Gerais Origem pré-b: CD10+, Tdt+ Idade Mediana Infec associada 28A A Leucemia Linfocítica + freq (7% dos LNH) 65A Transloc / Onc % Crianças % Homens % III/IV % SX B % Compr MO % Compr GI t(9;22) t(4;11); BCR/ABL; AF4, ALLI É a LLA Ag + freq (mm assim:rara) 64% 89% 21% 50% 4 % t(14;15)(q32;q13) Raro 53% (brancos) 91% 33% 72% 3% - Insuf. MO Palidez (citopenia perif) Fadiga Hemorr - Particular atenção p/ a detec/presen de alt. AI Febre (TX: Glicort. E gamaglob) Inf - Anemia - Fadiga SX Lc - Trombocitopenia - Infs freq - Leuc. - Linfadenopatia de novo (Biopsia p DX) Linfadenopat - Achado acidental no Hemograma - Dça extra-ganglionar Hepato/esplenomegal Dç SNC (comum) Testicular Inflit cutânea Anemia Hemolítica AI Trombocitopenia AI Hipogamaglobulinemia Aplasia Eritróide - Rara (geral/ ha trans rápida p/ Lc) SX Lf - Elevada taxa de cura (TX ~ à Lc) - Linfadenopatia de novo, assintomática, c/ ou s/ esplenomegalia - Biópsia MO: infiltr. linfoblastos malig. DX - Imunof. pré-b confirma + caract. citogen DD t(9:22) T(4:11) - Cel B monoclon CD5+. (> /l, geral/ > /l), que infilt. tb a MO - Esfregaço: els em cesto e cels fantasma, remanescentes nucleares % c/ TRI12 (mau PX) e outros são alt no Cr 13-50% Ig ñ mut. (+ agressivos) & CD38 alto: PX pior (inverso tem PX melhor) ñ rotin. Imunofenotip. * Neos cels T e algms cels B (cm Lf zona marginal gangli.) exclui * Lf do Manto ( tb é CD5+) * Lf Linfoplasmocitário (M. Waldestrom)

2 * Lf difuso de grandes Céls B Lc LLC B Típica (RAI 0, BINET A): S/ TX (SV > 10A) RAI 1, Cel. Circulantes N: S/ TX (SV 7A), ms >ia vai Nec. TX nos 1ºs A Insuf MO ( RAI III/IV ou BINET C ): TX (SV 1,5A) - Comb c/ Clorambucil VO (poucos ef lat; idosos ) ou TX - Comb c/ Fludarabina IV (+forte. Usar em jovens ou quando Clorambucil falha) - Ac monoclon: Rixuxitimab (melhor) e Alentuzimab (+ef. Colat) Lf - CHP (ciclofosfamida + vincristina + prednisolona) - CHOP (ciclofosfamida + doxorrubicina + vincristina + prednisolona) - TMO Alogénico para jovens (curativo, mas c/ elevada inc de morte) SV (5A) 85% (crianças), 50% (adultos) 51% - Bom px: hiperploidia PX - Mau PX t 9:22 (freq. em adultos), t(4;11), t(8;14) Leucocitose Dça SNC sintomática Estad. & PX pl RAI ou BINET

3 Lf Céls B da Zona Marginal Extra-Nodal do tipo MALT Lf cels peq extra-gangl. (8% LNH) - Forma gástr assoc HP 60A Helicocobacter pylori 6% LNH Cel B Lf de cels do Manto 63A Maduros B 22% LNH t(11;18)(q21;q21) Raro + freq em mulheres (52%) 67% 19% 14% 50% t(11;14)(q13;32) ; BCL-1 Raro 74% 80% (70% IV envol MO e sang) 28% 64% 9% - Massa (ex. de rotina) (Se gástico assoc desconf. Abd sup) - No órgão mm: 40%; Nos gang reg. 30% - Metástases à dist na transf. em Lf difuso de gds céls B (só t(11;18)-: houve alt BCL-6) S. Sjogren (MALT da gl salivar) * Dc. Autoimunes Frequente/. assoc: Tiroidite de Hashimoto (MALT toróideu) Gastrite por Hp (MALT gástrico) - Infiltr. de pequenos Lf monocl. B, CD5- (EDA p/ gastr) - Nalguns: transf. p/lf Difuso gds Céls B*) - Local: gastr (>), órbita, intest., pulm, gl saliv., tiróide, pele, tec moles, GU e SNC - Gastr ñ-hp (5% dos Lf Gastr): c/ t(11;18) (MALT1/API2 s/ evol p/ dif), TRI7, 12 e Linfadenopatia palpável - Sint. sist - Assoc. entre Polipose Linfomatosa cólon & envolvi/o do anel de Waldeyer (e vice-versa) - Biopsia MO: Lf c/ núc. Lig. denteado (CD5+) - t11:14-> BCL-1 Linfadenopat. ñ-dolor múltip (até invulg, cm gg e Tb podem ser extra-gangl. Maioria sem sint. sist. (febre peso ou suores): Pelas caract. Morf (antiga/, mts mal DX c/ Lf baix - Bx MO- cels gdes & peq clivadas em % variada - Confirm c/ T(14;18)+ -> BCL-2 Outros Lf cels B peq (este antigamt chama-se pseudolf) Infiltr. linfocítica benigna extra-gangl Lf Céls B Peq (esp Lf Linfocítico cel peq, k tb CD5+) - Hiperplasia Folicular Reactiva

4 Curável com RT, QT ou Cir. quando localizado Erradicar Hp (pode levar a remissão duradoura) Clorambucil: se dç mt ext. QT Comb: se c/ Lf difuso gdes céls B 75% Mut. Adicionais adq: cresc Hp independ. Se IPI baixa: 90% Se IPI elevada: 40% Insatisfatório, mas é: - HyperC-VAD (Ciclos, Vin, Doxo, Dexamet., Cita, MTX)+Rituximab (anti-cd20): Melhor (esp jovens) - CHOP c/ Rituximab: melhor k CHOP Isol Se localizada (raro): PQT->RT Dç dissem (+freq): - Jovens: PQT-> TMO - Idosos assint: monoqt 27% Se IPI baixo: 50% Dos q responde melhor (quer à QT, quer RT) 25% até tem regressão espontânea (ainda k tran Se Assint: monit. Localizado (raro): TX (50-75% RC; < recidiva em 2A, 20% mantem Novos TX 72% 50% tem IPI 0-1 (<10% tem IPI 4-5) Subclassificação c/ significado PX: Predom. Peq cels Mistura de peq/gdes cels Predom fdes Grandes cels (progr + ráp e Elevada taxa de transformação histológica p/ Lf detec em 40% dos monit.) q origina rápido cresc agress. podem produzir RC, mas dts ficam c/ o

5 Lf Folicular Lf Difuso de Grandes Céls B Lf Burkitt/ Lc Burkitt (LLA L3) Forma + freq de LNH (33%) Lf Raro nos adultos (< 1% LNH nos adultos) 59A 64A Lf 31A EBV (no SNC); HIV EBV; HIV t(14;18)(q32;q21); BCL-2 t(3;-) t(17;-); BCL-6 t(8;-); C-MYC Raro 25% dos LNH na infância Lf 30% LNH crianças (pos-ebv?) (LLA L3 raro em crian/adult) + freq em mulheres (58%) + freq em Homens (55%) + freq em homens (89%) 67% 46% Lf 62% 28% 33% Lf 22% 42% 16% Lf 33% 4% 18% Lf 11% - Cels tamanho médio, c/ núc.redondos (múltip nucléol) - Citopl. Basof. c/ vacúolos - Imunofenótipo B Linfadenopat. ñ-dolor múltip (até invulg, cm gg epitrocleares) Tb podem ser extra-gangl. sint. sist. (febre peso ou suores): sinal de trans gdes cel B - 3 formas Assoc. HIV clínicas Endémica (crianças africanas) Esporádica (crianças africanas e ocidentais) - Linfadenopat perif. ou massa intra-abd - Rápida/progr., metastiza mt p/ SNC (fazer PL) Pelas caract. Morf (antiga/, mts mal DX c/ Lf baixo grau): - Bx MO- cels gdes & peq clivadas em % variadas c/ crescimento folicular e - Confirm c/ T(14;18)+ -> BCL-2 * Dça nodular ou extra-gg (antiga/ denom agressivo ou de grau intermédio) * >50% c/ tb extra-gg em kk órgão (GI: 15%; MO: 20%; incid no cérebro tem ) * Alt BCL-2: > recidiva - Cels c/ tamanho & formas homogéneas - Mt proliferativa (desreg do myc) t8:14 (ou variantes) - Conf t2:8 (c-myc, gene das cadeias leves lambda) t8:22 (c-myc, gene das cadeias leves k) - Hiperplasia Folicular Reactiva Linfoma Difuso de Grandes Céls B.

6 Dos q responde melhor (quer à QT, quer RT) 25% até tem regressão espontânea (ainda k transit.) monit. Localizado (raro): RT de Campo (PX excelente) (50-75% RC; < recidiva em 2A, 20% mantem RC +10A): Clorambucil CHOP+ Ritux. I/II 3 a 4 Cicl ->RT II(avanc)/II/IV 6/8 cicl. (geral/ 4-> re-aval - QT Comb c/ ciclofos. doses altas + tx profildo SNC (eficaz 70%- 80% das crianças & adultos jovens) Fludarabina IFN a (-SV se em QT com Doxo) 50% tem IPI 0-1 (<10% tem IPI 4-5) Subclassificação c/ significado PX: Predom. Peq cels Mistura de peq/gdes cels Predom fdes Grandes cels (progr + ráp e < SV s/ TX só MonoQT) Recidiva QT comb alt TMO Autólogo se dça quimiossensível 46% (I 80-90%; II 60-70%) Influenciado por (att: IPI originalmt concebido p/ estes): 0-1:35%/73% 2: 27%/54% - IPI (%/SV 5A) 3: 22%/43% 4: 16%/26% - Se a 1ª falhar, geral/ a 2ª é ineficaz 45% Tumor Humano + rapidamente progressivo, implica importância Elevada taxa de transformação histológica p/ Lf dif. gdes Céls B (7%/ano, apenas detec em 40% dos monit.) q origina rápido cresci/o gg & SX sist: Mau PX (esq. PQT agress. podem produzir RC, mas dts ficam c/ o Lf Folicular persist) - Citocinas circul. & recept. solúveis - Caract. Molec. tumor & outros marcadores

CÉLS B CARACTERÍSTICAS GERAIS MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS TRATAMENTO PROGNÓSTICO PRECURSORAS

CÉLS B CARACTERÍSTICAS GERAIS MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS TRATAMENTO PROGNÓSTICO PRECURSORAS CÉLS B CARACTERÍSTICAS GERAIS MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS TRATAMENTO PROGNÓSTICO PRECURSORAS Leucemia Linfoblástica de Céls Precursoras B / Linfoma Linfoblástico de Céls Precursoras B MADURAS Leucemia Linfocítica

Leia mais

Curso de Patologia Digestiva

Curso de Patologia Digestiva Curso de Patologia Digestiva Neoplasias Linfóides do Tracto Gastro-Intestinal Aspectos Histológicos Sofia Loureiro dos Santos Serviço de Anatomia Patológica Hospital Fernando Fonseca, EPE SPG, Lisboa,

Leia mais

LINFOMA NÃO HODGKIN EXAMES LABORATORIAIS AO DIAGNÓSTICO

LINFOMA NÃO HODGKIN EXAMES LABORATORIAIS AO DIAGNÓSTICO LINFOMA NÃO HODGKIN EXAMES LABORATORIAIS AO DIAGNÓSTICO - Histopatologia do tumor - Imunohistoquímica - Hemograma - Bioquímica: ácido úrico, cálcio, fósforo, uréia, creatinina, provas de função hepática,

Leia mais

Doenças Linfoproliferativas

Doenças Linfoproliferativas Doenças Linfoproliferativas Órgãos linfóides Linfoproliferações não clonais Agudas Mononucleose infecciosa Citomegalovirose Rubéola Sarampo Hepatites HIV Crônicas Tuberculose Toxoplasmose Brucelose Sífilis

Leia mais

HEMATOLOGIA. 2010-11 3ºAno. 10ª Aula. Prof. Leonor Correia

HEMATOLOGIA. 2010-11 3ºAno. 10ª Aula. Prof. Leonor Correia HEMATOLOGIA 2010-11 3ºAno Prof. Leonor Correia 10ª Aula Hematologia 2010/2011 Tumores dos tecidos hematopoiético e linfático Classificação OMS 2008: Interesse e objectivos da classificação Neoplasias mieloproliferativas

Leia mais

17/03/2011. Marcos K. Fleury Laboratório de Hemoglobinas Faculdade de Farmácia - UFRJ mkfleury@ufrj.br

17/03/2011. Marcos K. Fleury Laboratório de Hemoglobinas Faculdade de Farmácia - UFRJ mkfleury@ufrj.br Marcos K. Fleury Laboratório de Hemoglobinas Faculdade de Farmácia - UFRJ mkfleury@ufrj.br São doenças causadas pela proliferação descontrolada de células hematológicas malignas ou incapacidade da medula

Leia mais

Leucemias e Linfomas LEUCEMIAS

Leucemias e Linfomas LEUCEMIAS 23 Leucemias e Linfomas LEUCEMIAS A leucemia representa um grupo de neoplasias malignas derivadas das células hematopoiéticas. Esta doença inicia sempre na medula-óssea, local onde as células sangüíneas

Leia mais

LEUCEMIAS. Profª Ms. Priscila Ferreira Silva prifs@hotmail.com

LEUCEMIAS. Profª Ms. Priscila Ferreira Silva prifs@hotmail.com LEUCEMIAS Profª Ms. Priscila Ferreira Silva prifs@hotmail.com HEMATOPOESE LEUCEMIAS Alteração genética monoclonal Classificadas em: Agudas Crônicas Mielóides Linfóides LEUCEMIAS Leucemias agudas: Leucemia

Leia mais

Dr Marco Antônio Dias Filho madiasfilho@gmail.com

Dr Marco Antônio Dias Filho madiasfilho@gmail.com Dr Marco Antônio Dias Filho madiasfilho@gmail.com Paciente do sexo feminino de 78 anos, com passado de linfoma não hodgkin indolente há 10 meses, evoluindo com adenomegalia de crescimento rápido. Transformação?

Leia mais

Janaína Le Sann Nascimento R1 Anatomia Patológica

Janaína Le Sann Nascimento R1 Anatomia Patológica Janaína Le Sann Nascimento R1 Anatomia Patológica Individualizados; Encapsulados; Vasos linfáticos aferentes; Vaso linfático eferente; Córtex; Medula; Linha de defesa secundária; Cápsula Seios subcapsulares

Leia mais

Leucemias Crônicas HEMATOLOGIA II 5/6/2010. Curso de Farmácia Prof. Christian LEUCEMIAS CRÔNICAS AGUDAS LINFÓIDES MIELÓIDES MIELÓIDES LINFÓIDES LLC

Leucemias Crônicas HEMATOLOGIA II 5/6/2010. Curso de Farmácia Prof. Christian LEUCEMIAS CRÔNICAS AGUDAS LINFÓIDES MIELÓIDES MIELÓIDES LINFÓIDES LLC HEMATOLOGIA II Curso de Farmácia Prof. Christian Leucemias Crônicas LEUCEMIAS AGUDAS CRÔNICAS MIELÓIDES LINFÓIDES MIELÓIDES LINFÓIDES LMA LLA LMC LLC M0 A M7 L1, L2, L3 1 LEUCEMIA LINFOCÍTICA CRÔNICA (LLC)

Leia mais

Linfomas gastrointestinais

Linfomas gastrointestinais Linfomas gastrointestinais Louise Gracielle de Melo e Costa R3 do Serviço de Patologia SAPC/HU-UFJF Introdução Linfomas extranodais: a maioria é de TGI. Ainda assim, linfomas primários gastrointestinais

Leia mais

Herpesvírus linfotrópicos: CMV e EBV. Prof. Dr. Eurico Arruda Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP

Herpesvírus linfotrópicos: CMV e EBV. Prof. Dr. Eurico Arruda Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP Herpesvírus linfotrópicos: CMV e EBV Prof. Dr. Eurico Arruda Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP Citomegalovirus Icosaédrico, 150-200 nm de diâmetro, 162 capsômeros hexagonais, envelopado, com

Leia mais

Hepa%te C Crônica e Doença Hematológica: Há espaço para o uso inibidores de protease?

Hepa%te C Crônica e Doença Hematológica: Há espaço para o uso inibidores de protease? Hepa%te C Crônica e Doença Hematológica: Há espaço para o uso inibidores de protease? UFRJ Prof Cristiane Alves Villela Nogueira! Universidade Federal do Rio de Janeiro! Hepa%te C e Manifestações extrahepá%cas

Leia mais

Doenças Hematológicas. Patologia Bucal. Prof. Dr. Fábio Daumas Nunes

Doenças Hematológicas. Patologia Bucal. Prof. Dr. Fábio Daumas Nunes Doenças Hematológicas Prof. Dr. Fábio Daumas Nunes Sangue Tecido fluido: porção celular em meio líquido (plasma) Porção celular: 45% do volume Plasma: 55% restantes Responde por 7% do peso corporal 5 litros

Leia mais

Introdução às Doenças Onco-hematológicas. Juliane Musacchio MD, PhD Gerente de Hematologia do Grupo COI

Introdução às Doenças Onco-hematológicas. Juliane Musacchio MD, PhD Gerente de Hematologia do Grupo COI Introdução às Doenças Onco-hematológicas Juliane Musacchio MD, PhD Gerente de Hematologia do Grupo COI Leucemias Agudas Introdução Leucemias Agudas Leucemia linfoblástica aguda (LLA): neoplasia mais comum

Leia mais

LINFOMAS. Maria Otávia da Costa Negro Xavier. Maio -2013

LINFOMAS. Maria Otávia da Costa Negro Xavier. Maio -2013 LINFOMAS GASTROINTESTINAIS Maria Otávia da Costa Negro Xavier Maio -2013 1 INTRODUÇÃO Cerca de 1 a 4% de todas as malignidades gastrointestinais são linfomas. Por definição os linfomas gastrointestinais

Leia mais

Mandado de segurança contra ato do Secretário Municipal de Saúde RITUXIMABE PARA LINFOMA NÃO-HODGKIN FOLICULAR TRANSFORMADO EM DIFUSO

Mandado de segurança contra ato do Secretário Municipal de Saúde RITUXIMABE PARA LINFOMA NÃO-HODGKIN FOLICULAR TRANSFORMADO EM DIFUSO Data: 08/12/2012 Nota Técnica 2012 Juízo da 4ª Vara de Fazenda Pública Municipal Juiz Renato Dresh Numeração Única: 3415341-21.201 Impetrante Marlene Andrade Montes Medicamento Material Procedimento Cobertura

Leia mais

Caso Clínico Mariana Sponholz Araujo Grupo de Doenças Intersticiais Pulmonares Divisão de Pneumologia - InCor Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Caso Clínico Masculino, 59 anos Dispnéia

Leia mais

ANEXO DIRETRIZES DIAGNÓSTICAS E TERAPÊUTICAS EM ONCOLOGIA LINFOMA FOLICULAR

ANEXO DIRETRIZES DIAGNÓSTICAS E TERAPÊUTICAS EM ONCOLOGIA LINFOMA FOLICULAR ANEXO DIRETRIZES DIAGNÓSTICAS E TERAPÊUTICAS EM ONCOLOGIA LINFOMA FOLICULAR 1. METODOLOGIA DE BUSCA E AVALIAÇÃO DA LITERATURA Foi realizada em 30/11/2013 uma busca na base eletrônica Medline, acessada

Leia mais

Chat com o Dr. Guilherme Perini Dia 15 de setembro de 2015

Chat com o Dr. Guilherme Perini Dia 15 de setembro de 2015 Chat com o Dr. Guilherme Perini Dia 15 de setembro de 2015 Tema: Linfoma em busca de novos tratamentos Total atingido de pessoas na sala: 40 usuários Limite permitido na sala: 40 usuários Duração: 1h30

Leia mais

TEMA: RITUXIMABE PARA A LEUCEMIA LINFOCÍTICA. Data: 05/03/2014 NOTA TÉCNICA /2014. Medicamento x Material Procedimento Cobertura

TEMA: RITUXIMABE PARA A LEUCEMIA LINFOCÍTICA. Data: 05/03/2014 NOTA TÉCNICA /2014. Medicamento x Material Procedimento Cobertura NOTA TÉCNICA /2014 Data: 05/03/2014 Medicamento x Material Procedimento Cobertura Solicitante: Marly Gonçalves Pinto - PJPI 3998-2 - Oficial de Apoio Judicial B - Escrivã Judicial da Comarca de Cláudio/MG

Leia mais

Linfoma de Hodgkin. Anouchka Lavelle

Linfoma de Hodgkin. Anouchka Lavelle Linfoma de Hodgkin Anouchka Lavelle INTRODUÇÃO 1832 Thomas Hodgkin apresentou 7 casos posmortem 1865 Samuel Wilks descreveu a doença e os sintomas. 1898 and 1902, Carl Sternberg and Dorothy Reed descrevem

Leia mais

Declaração de Conflitos de Interesse. Nada a declarar.

Declaração de Conflitos de Interesse. Nada a declarar. Declaração de Conflitos de Interesse Nada a declarar. Diagnóstico laboratorial em oncohematologia I DOENÇAS LINFOPROLIFERATIVAS CRÔNICAS Dr. João Carlos de Campos Guerra Departamento de Patologia Clínica

Leia mais

Neoplasias Gástricas. Pedro Vale Bedê

Neoplasias Gástricas. Pedro Vale Bedê Neoplasias Gástricas Pedro Vale Bedê Introdução 95% dos tumores gástricos são malignos 95% dos tumores malignos são adenocarcinomas Em segundo lugar ficam os linfomas e em terceiro os leiomiosarcomas Ate

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO COMISSÃO DE EXAMES DE RESIDÊNCIA MÉDICA. Nome do Candidato Caderno de Prova 18, PROVA DISSERTATIVA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO COMISSÃO DE EXAMES DE RESIDÊNCIA MÉDICA. Nome do Candidato Caderno de Prova 18, PROVA DISSERTATIVA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO COMISSÃO DE EXAMES DE RESIDÊNCIA MÉDICA Novembro/2010 Processo Seletivo para Residência Médica - 2011 18 - Área de atuação em Hematologia e Hemoterapia Nome do Candidato

Leia mais

17 de Abril de 2009. Leucemias agudas e crônicas Cai menos, mas é muito importante.

17 de Abril de 2009. Leucemias agudas e crônicas Cai menos, mas é muito importante. 17 de Abril de 2009. Leucemias agudas e crônicas Cai menos, mas é muito importante. Tipos de Leucemia Leucemia mielóide aguda () 45% Leucemia linfocítica crônica (LLC) 30% Leucemia mielóide crônica (LMC)

Leia mais

Hemoglobina / Glóbulos Vermelhos são as células responsáveis por carregar o oxigênio para todos os tecidos.

Hemoglobina / Glóbulos Vermelhos são as células responsáveis por carregar o oxigênio para todos os tecidos. Doenças Hematológicas Hematologia é o ramo da medicina que estuda o sangue, seus distúrbios e doenças, dentre elas anemias, linfomas e leucemias. Estuda os linfonodos (gânglios) e sistema linfático; a

Leia mais

Apudoma TABELAS DE PROCEDIMENTOS POR NEOPLASIA E LOCALIZAÇÃO. PROCED. DESCRIÇÃO QT CID At. Prof. Vr. TOTAL

Apudoma TABELAS DE PROCEDIMENTOS POR NEOPLASIA E LOCALIZAÇÃO. PROCED. DESCRIÇÃO QT CID At. Prof. Vr. TOTAL TABELAS DE PROCEDIMENTOS POR NEOPLASIA E LOCALIZAÇÃO Apudoma 0304020117 Quimioterapia paliativa de apudoma (doença loco-regional avançada, inoperável, metastática ou recidivada; alteração da função hepática;

Leia mais

Pró-Reitoria de Graduação Curso de Biomedicina Trabalho de Conclusão de Curso

Pró-Reitoria de Graduação Curso de Biomedicina Trabalho de Conclusão de Curso 1 Pró-Reitoria de Graduação Curso de Biomedicina Trabalho de Conclusão de Curso Linfomas de Hodgkin e Linfomas Não Hodgkin: Classificação e Métodos Diagnósticos Autor: Luís Eduardo Santos Barros Orientador

Leia mais

TEMA: RITUXIMABE PARA LINFOMA NÃO HODGKIN DE PEQUENAS CÉLULAS

TEMA: RITUXIMABE PARA LINFOMA NÃO HODGKIN DE PEQUENAS CÉLULAS NOTA TÉCNICA 46/2014 Data: 17/03/2014 Medicamento Material Procedimento Cobertura x Solicitante: Juiz de Direito Eduardo Soares de Araújo Número do processo: 0011607-07.2014.8.13.0026 Requerido(s): MUNICÍPIO

Leia mais

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR Referente às síndromes mielodisplásicas, julgue os itens a seguir. 41 Segundo a classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS), um indivíduo que apresente leucopenia com ausência de blastos no sangue

Leia mais

LNH: Um guia para o tratamento de recém diagnosticados

LNH: Um guia para o tratamento de recém diagnosticados LNH: Um guia para o tratamento de recém diagnosticados John P. Leonard, MD 15 de junho de 2010 12:00pm ET OPERADOR: Olá todos e bem vindos ao LNH : Um guia para o tratamento de recém diagnosticados, um

Leia mais

Raniê Ralph Semio 2. 11 de Outubro de 2007. Professor Fernando Pretti. Síndrome Tumoral

Raniê Ralph Semio 2. 11 de Outubro de 2007. Professor Fernando Pretti. Síndrome Tumoral 11 de Outubro de 2007. Professor Fernando Pretti. Síndrome Tumoral Doenças hematológicas tumorais Leucemias Linfomas Mieloma múltiplo Macrogobulinemia de Waldenstrom: discrasia de células plasmáticas com

Leia mais

Leucemia Mieloide Crônica: diagnóstico, fisiopatologia e fatores prognósticos. Maria de Lourdes Chauffaille Unifesp, Grupo Fleury

Leucemia Mieloide Crônica: diagnóstico, fisiopatologia e fatores prognósticos. Maria de Lourdes Chauffaille Unifesp, Grupo Fleury Leucemia Mieloide Crônica: diagnóstico, fisiopatologia e fatores prognósticos Maria de Lourdes Chauffaille Unifesp, Grupo Fleury Definição Incidência Clínica Exames diagnósticos Fisiopatologia História

Leia mais

CONSULTA PÚBLICA No- 8, DE 5 DE MAIO DE 2014

CONSULTA PÚBLICA No- 8, DE 5 DE MAIO DE 2014 CONSULTA PÚBLICA No- 8, DE 5 DE MAIO DE 2014 O SECRETÁRIO DE ATENÇÃO À SAÚDE torna pública, nos termos do art. 34, inciso II, c/c art. 59 do Decreto nº 4.176, de 28 de março de 2002, minuta de Portaria

Leia mais

Mulher com 63 anos apresentou manchas na pele, hemorragias gengivais e genitais, além de muita fraqueza e confusão mental. Há uma semana tem febre e

Mulher com 63 anos apresentou manchas na pele, hemorragias gengivais e genitais, além de muita fraqueza e confusão mental. Há uma semana tem febre e CASO 01 - Mulher com 63 anos apresentou manchas na pele, hemorragias gengivais e genitais, além de muita fraqueza e confusão mental. Há uma semana tem febre e muita sudoração. O médico examinou a paciente

Leia mais

TUMORES GIGANTES DE OVÁRIO

TUMORES GIGANTES DE OVÁRIO TUMORES GIGANTES DE OVÁRIO Os autores apresentam três casos de Tumores Gigantes de Ovário, sendo um com alto grau de malignidade (Linfoma do tipo Burkitt), dois benignos (Cisto Seroso e Teratoma), porém

Leia mais

Estabelecendo a linhagem das leucemias agudas. Elizabeth Xisto Souto

Estabelecendo a linhagem das leucemias agudas. Elizabeth Xisto Souto Estabelecendo a linhagem das leucemias agudas Elizabeth Xisto Souto Médica hematologista do Hospital Brigadeiro Responsável médica pelo setor de Citometria de Fluxo São Paulo Laboratório DASA Foco de atuação:

Leia mais

Andrés Mello López Valquíria D. C. Antunes

Andrés Mello López Valquíria D. C. Antunes MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS DA SAÚDE Curso de Farmácia Programa de Educação Tutorial - PET Andrés Mello López Valquíria D. C. Antunes Sumário Introdução Leucemia

Leia mais

Caso Clínico. Andrea Canelas

Caso Clínico. Andrea Canelas Caso Clínico Andrea Canelas 28-06 06-2006 Identificação Sexo: Idade: 79 anos Raça: a: Caucasiana Naturalidade: Coimbra História da doença a actual Seguida na consulta de Gastro desde Novembro de 2005:

Leia mais

NEOPLASIAS. Prof. Dr. Fernando Ananias

NEOPLASIAS. Prof. Dr. Fernando Ananias NEOPLASIAS Prof. Dr. Fernando Ananias Neoplasia = princípio básico CLASSIFICAÇÃO DOS TUMORES Comportamento Benigno versus Maligno Crescimento lento rápido Semelhança com O tecido de origem (Diferenciação)

Leia mais

Faculdade de Medicina da Universidade do Porto. Aula desgravada de Biopatologia. Leccionada por: Profª Clara Sambade 30/04/2007

Faculdade de Medicina da Universidade do Porto. Aula desgravada de Biopatologia. Leccionada por: Profª Clara Sambade 30/04/2007 Faculdade de Medicina da Universidade do Porto Aula desgravada de Biopatologia Linfomas e leucemias Leccionada por: Profª Clara Sambade 30/04/2007 O texto representa a desgravação da aula, enquanto as

Leia mais

Prof a Dr a Camila Souza Lemos IMUNOLOGIA. Prof a. Dr a. Camila Souza Lemos. camila.souzabiomedica@gmail.com AULA 4

Prof a Dr a Camila Souza Lemos IMUNOLOGIA. Prof a. Dr a. Camila Souza Lemos. camila.souzabiomedica@gmail.com AULA 4 IMUNOLOGIA Prof a. Dr a. Camila Souza Lemos camila.souzabiomedica@gmail.com AULA 4 Imunidade contra tumores Linfócitos T-CD8 (azul) atacando uma célula tumoral (amarela) A imunologia tumoral é o estudo

Leia mais

Apresentação rara e de difícil diagnóstico de Linfoma Plasmocitóide

Apresentação rara e de difícil diagnóstico de Linfoma Plasmocitóide Sessão Clínica Inter-hospitalar da Sociedade Médica dos Hospitais da Zona Sul Hospital de Caldas da Rainha Apresentação rara e de difícil diagnóstico de Linfoma Plasmocitóide Catarina Louro Orientador:

Leia mais

Febre de Origem Inderterminada Diagnóstico Diferencial

Febre de Origem Inderterminada Diagnóstico Diferencial Universidade Federal da Bahia Febre de Origem Inderterminada Diagnóstico Diferencial Aknar Freire de Carvalho Calabrich Marianna Deway Andrade Orientadora: Dra. Nadya Carneiro Definições FOI clássica:

Leia mais

MabThera. rituximab. O que é o MabThera? Para que é utilizado o MabThera? Resumo do EPAR destinado ao público

MabThera. rituximab. O que é o MabThera? Para que é utilizado o MabThera? Resumo do EPAR destinado ao público EMA/614203/2010 EMEA/H/C/000165 Resumo do EPAR destinado ao público rituximab Este é um resumo do Relatório Público Europeu de Avaliação (EPAR) relativo ao. O seu objetivo é explicar o modo como o Comité

Leia mais

Iniciação. Angiogênese. Metástase

Iniciação. Angiogênese. Metástase Imunidade contra tumores Câncer Cancro, tumor, neoplasia, carcinoma Características: Capacidade de proliferação Capacidade de invasão dos tecidos Capacidade de evasão da resposta imune Câncer Transformação

Leia mais

Resposta imunológica a. Ronei Luciano Mamoni

Resposta imunológica a. Ronei Luciano Mamoni Resposta imunológica a tumores Ronei Luciano Mamoni Tumores Conceitos gerais Neoplasias conceito Neoplasia (neo= novo + plasia = tecido) é o termo que designa alterações celulares que acarretam um crescimento

Leia mais

Leucemia Mielomonocítica Juvenil (1996) Epidemiologia

Leucemia Mielomonocítica Juvenil (1996) Epidemiologia Leucemia Mielomonocítica Juvenil (1996) DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO Maria Lucia de Martino Lee Desordem do grupo pediátrico previamente denominada leucemia mielóide crônica juvenil (LMCJ) ou LMMC (equivalente

Leia mais

O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, Interino, no uso de suas atribuições, resolve:

O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, Interino, no uso de suas atribuições, resolve: PORTARIA Nº 486, DE 16 DE MAIO DE 2.000 O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, Interino, no uso de suas atribuições, resolve: Art. 1º - Expedir a edição revisada e atualizada das orientações e critérios relativos

Leia mais

Anemia: generalidades... 114 Conceito e prevalência... 114 Anemia mínima... 115 Sintomas e sinais... 118 Classificação... 120

Anemia: generalidades... 114 Conceito e prevalência... 114 Anemia mínima... 115 Sintomas e sinais... 118 Classificação... 120 SUMÁRIO 1 Hemograma... 21 Introdução e filosofia de trabalho... 21 Registro e processamento de dados... 29 Coleta de material... 31 Contadores eletrônicos... 35 Microscopia... 44 Critérios para indicação

Leia mais

Residente Anike Brilhante Serviço de Cirurgia Geral Hospital Federal Cardoso Fontes Chefe do Serviço: Antônio Marcílio

Residente Anike Brilhante Serviço de Cirurgia Geral Hospital Federal Cardoso Fontes Chefe do Serviço: Antônio Marcílio Residente Anike Brilhante Serviço de Cirurgia Geral Hospital Federal Cardoso Fontes Chefe do Serviço: Antônio Marcílio Nódulo: - Pcp manifestação clínica das dçs da tireóide - 5% das mulheres e 1% dos

Leia mais

LINFOMAS: DO DIAGNÓSTICO AO TRATAMENTO

LINFOMAS: DO DIAGNÓSTICO AO TRATAMENTO LINFOMAS: DO DIAGNÓSTICO AO TRATAMENTO Gisele W. B. Colleoni Departamento de Oncologia Clínica e Experimental Disciplina de Hematologia e Hemoterapia UNIFESP/EPM Aspectos abordados Definição Classificação

Leia mais

LEUCEMIAS AGUDAS NA INFÂNCIA

LEUCEMIAS AGUDAS NA INFÂNCIA LEUCEMIAS AGUDAS NA INFÂNCIA Dr. Roberto Augusto Plaza Teixeira - 2004 Centro de Hematologia de São Paulo HISTÓRICO - 1846 - Virchow ( Alemanha) 1870 - Neumann 1905 - Naegel 1919 - Hirschfeld Definição

Leia mais

Câncer da Pele Radioterapia

Câncer da Pele Radioterapia Introdução Éo câncer mais frequente e que apresenta maior índice de cura. A grande maioria dos casos são de carcinoma baso e espino celular. Tipos agressivos : Melanoma Tumor de Merkel A é uma boa opção

Leia mais

DOENÇAS LINFÁTICAS NOS GRANDES ANIMAIS. Prof. Adjunto III Dr. Percilio Brasil dos Passos perciliobrasil@hotmail.com

DOENÇAS LINFÁTICAS NOS GRANDES ANIMAIS. Prof. Adjunto III Dr. Percilio Brasil dos Passos perciliobrasil@hotmail.com DOENÇAS LINFÁTICAS NOS GRANDES ANIMAIS Prof. Adjunto III Dr. Percilio Brasil dos Passos perciliobrasil@hotmail.com DISTÚRBIOS LINFOPROLIFERATIVOS E MIELOPROLIFERATIVOS Prof. Adjunto III Dr. Percilio Brasil

Leia mais

Leucemias Agudas HEMATOLOGIA II. Curso de Farmácia 8 º período LEUCEMIAS CRÔNICAS AGUDAS MIELÓIDES LINFÓIDES MIELÓIDES LINFÓIDES LLC LLA LMA LMC

Leucemias Agudas HEMATOLOGIA II. Curso de Farmácia 8 º período LEUCEMIAS CRÔNICAS AGUDAS MIELÓIDES LINFÓIDES MIELÓIDES LINFÓIDES LLC LLA LMA LMC HEMATOLOGIA II Curso de Farmácia 8 º período Leucemias Agudas LEUCEMIAS AGUDAS CRÔNICAS MIELÓIDES LINFÓIDES MIELÓIDES LINFÓIDES LMA LLA LMC LLC M0 A M7 L1, L2, L3 LEUCEMIAS AGUDAS Transformação neoplásica

Leia mais

HEMORIO INSTITUTO ESTADUAL DE HEMATOLOGIA ARTHUR DE SIQUEIRA CAVALCANTI. Linfoma. Não-Hodgkin

HEMORIO INSTITUTO ESTADUAL DE HEMATOLOGIA ARTHUR DE SIQUEIRA CAVALCANTI. Linfoma. Não-Hodgkin HEMORIO INSTITUTO ESTADUAL DE HEMATOLOGIA ARTHUR DE SIQUEIRA CAVALCANTI MANUAL DO PACIENTE - LINFOMA NÃO-HODGKIN EDIÇÃO REVISADA 02/2004 Linfoma Não-Hodgkin Introdução Este manual tem como objetivo fornecer

Leia mais

DIVISÃO ONCOLOGIA. ONCO - HEMATOLOGIA EXAME PRAZO MÉTODO FISH Rearranjo BCR ABL (Translocação: 9;22) 10 d. u. FISH

DIVISÃO ONCOLOGIA. ONCO - HEMATOLOGIA EXAME PRAZO MÉTODO FISH Rearranjo BCR ABL (Translocação: 9;22) 10 d. u. FISH DIVISÃO ONCOLOGIA ONCO - HEMATOLOGIA FISH Rearranjo BCR ABL (Translocação: 9;22) 10 d. u. FISH PCR Rearranjo BCR ABL (Translocação: 9;22 ) 11 d. u. PCR FISH Rearranjo PML RARA (Translocação: 15;17) 12

Leia mais

Leucemia Linfóide Aguda no Adulto 21/06/2012

Leucemia Linfóide Aguda no Adulto 21/06/2012 Leucemia Linfóide Aguda no Adulto Fábio Pires S Santos Hematologista Hospital Israelita Albert Einstein 21/06/2012 Introdução Tópicos Fatores Prognósticos Tratamento LLA Ph-negativo LLA Ph-positivo Introdução

Leia mais

SÍNDROMES MIELODISPLÁSICAS. Hye, 2014

SÍNDROMES MIELODISPLÁSICAS. Hye, 2014 SÍNDROMES MIELODISPLÁSICAS Hye, 2014 DEFINIÇÃO Trata se de um grupo de diversas desordens da medula óssea que leva o indivíduo não produzir células sanguíneas saudáveis em número suficiente. SINTOMATOLOGIA

Leia mais

4. COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO MIELOIDE CRÔNICA (LMC)? E MONITORAMENTO DE LMC? É uma doença relativamente rara, que ocorre

4. COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO MIELOIDE CRÔNICA (LMC)? E MONITORAMENTO DE LMC? É uma doença relativamente rara, que ocorre ÍNDICE 1. O que é Leucemia Mieloide Crônica (LMC)?... pág 4 2. Quais são os sinais e sintomas?... pág 4 3. Como a LMC evolui?... pág 5 4. Quais são os tratamentos disponíveis para a LMC?... pág 5 5. Como

Leia mais

Carcinoma de tireóide ide na infância

Carcinoma de tireóide ide na infância Carcinoma de tireóide ide na infância Dra. Rossana Corbo INCa/UFRJ 2006 Incidência: 5 casos/milhão /ano EUA (1973 1977) crianças as com idade inferior a 20 anos Apresentação clinica: predomínio em meninas

Leia mais

Estabelecendo a linhagem em leucemias agudas 2 ª Parte. Alex Freire Sandes Assessor Médico em Hematologia

Estabelecendo a linhagem em leucemias agudas 2 ª Parte. Alex Freire Sandes Assessor Médico em Hematologia Estabelecendo a linhagem em leucemias agudas 2 ª Parte Alex Freire Sandes Assessor Médico em Hematologia Caso clínico Paciente de 22 anos, sexo masculino Quadro de astenia há 2 semanas Exame Físico REG,

Leia mais

CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS DA LEUCEMIA LINFOCÍTICA CRÔNICA EM CÃO CLINICAL CHARACTERISTICS OF CRONIC LYMPHOCYTIC LEUKEMIAS IN DOGS

CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS DA LEUCEMIA LINFOCÍTICA CRÔNICA EM CÃO CLINICAL CHARACTERISTICS OF CRONIC LYMPHOCYTIC LEUKEMIAS IN DOGS CIÊNCIAS AGRÁRIAS 68 REVISÃO DE LITERATURA CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS DA LEUCEMIA LINFOCÍTICA CRÔNICA EM CÃO CLINICAL CHARACTERISTICS OF CRONIC LYMPHOCYTIC LEUKEMIAS IN DOGS Juliana Zanini Shimomura 1, Daniela

Leia mais

HISTÓRIA NATURAL DOS TIPOS RAROS DE CÂNCER DE MAMA

HISTÓRIA NATURAL DOS TIPOS RAROS DE CÂNCER DE MAMA HISTÓRIA NATURAL DOS TIPOS RAROS DE CÂNCER DE MAMA Carcinomas Profª. Dra. Maria do Carmo Assunção Carcinoma tipo basal Grau 3 CK14 & CK5 = Positivo P63 pode ser positivo (mioepitelial) Triplo negativo

Leia mais

TEMA: RITUXIMABE PARA A LEUCEMIA LINFOCÍTICA

TEMA: RITUXIMABE PARA A LEUCEMIA LINFOCÍTICA Data: 17/05/2013 NOTA TÉCNICA 73 /2013 Medicamento Material Procedimento Cobertura x Solicitante: Juíza Vanessa Guimarães da Costa Vedovotto Número do processo: TEMA: RITUXIMABE PARA A LEUCEMIA LINFOCÍTICA

Leia mais

LEUCEMIAS AGUDAS. Hye 2014

LEUCEMIAS AGUDAS. Hye 2014 LEUCEMIAS AGUDAS Hye 2014 LEUCEMIAS AGUDAS APRESENTAÇÃO LEUCEMIA AGUDA LEUCEMIA CRÔNICA Início Abrupto Insidioso Morte Meses Anos Idade Todas Adultos Leucometria, N ou Elevada Morfologia Blastos Maturas

Leia mais

PRM EM HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA PEDIÁTRICA

PRM EM HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA PEDIÁTRICA PROCESSO SELETIVO 02/2016 PARA INGRESSO NOS PROGRAMAS DE RESIDÊNCIA MÉDICA ANOS OPCIONAIS E ÁREAS DE ATUAÇÃO E CURSOS DE APERFEIÇOAMENTO NOS MOLDES FELLOW - INCA PRM EM HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA PEDIÁTRICA

Leia mais

Edna Maria Fonseca Gonçalves LINFOMAS DIFUSOS DE GRANDES CÉLULAS B FACTORES DE PROGNÓSTICO CLÍNICOS

Edna Maria Fonseca Gonçalves LINFOMAS DIFUSOS DE GRANDES CÉLULAS B FACTORES DE PROGNÓSTICO CLÍNICOS Edna Maria Fonseca Gonçalves LINFOMAS DIFUSOS DE GRANDES CÉLULAS B FACTORES DE PROGNÓSTICO CLÍNICOS Porto 1999 Edna Maria Fonseca Gonçalves LINFOMAS DIFUSOS DE GRANDES CÉLULAS B FA CTORILS DE PROGNÓSTICO

Leia mais

O QUE É A DOENÇA DO BEIJO?

O QUE É A DOENÇA DO BEIJO? O QUE É A DOENÇA DO BEIJO? A mononucleose infecciosa, também conhecida como doença do beijo, é uma doença contagiosa, causada pelo vírus Epstein-Barr, da família do herpes. A mononucleose é mais comum

Leia mais

Faculdade de Medicina da Universidade do Porto

Faculdade de Medicina da Universidade do Porto Faculdade de Medicina da Universidade do Porto 23º Seminário de Biopatologia Linfomas e Leucemias Prof. Clara Sambade 18/04/07 Pessoal, a este tipo de letra encontram-se as respostas às perguntas baseadas

Leia mais

Imunofenotipagem nas Doenças Hematológicas: Pré analítico Nydia Strachman Bacal

Imunofenotipagem nas Doenças Hematológicas: Pré analítico Nydia Strachman Bacal Imunofenotipagem nas Doenças Hematológicas: Pré analítico Nydia Strachman Bacal Hematologista e Patologista Clínica Fase pré - analítica Recepção e cadastro - Nome do Exame Indicação do exame papel do

Leia mais

RENATA DE OLIVEIRA COSTA

RENATA DE OLIVEIRA COSTA RENATA DE OLIVEIRA COSTA Linfoma não Hodgkin extralinfonodal gástrico: estudo retrospectivo do serviço de Hematologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Dissertação

Leia mais

Projeto: Desenvolvimento de Casos Clínicos para Aplicação no Ensino de Biologia Celular e Molecular para Medicina

Projeto: Desenvolvimento de Casos Clínicos para Aplicação no Ensino de Biologia Celular e Molecular para Medicina Departamento de Biologia Celular e Molecular Projeto: Desenvolvimento de Casos Clínicos para Aplicação no Ensino de Biologia Celular e Molecular para Medicina Tema: Bases Moleculares do Câncer e Ação A

Leia mais

Linfonodomegalias na Infância

Linfonodomegalias na Infância XII Curso de Atualização em Pediatria de Londrina - Módulo 03 Linfonodomegalias na Infância Tony Tannous Tahan Coordenador da Infectopediatria do Departamento de Pediatria do HC-UFPR Membro do Comitê de

Leia mais

IMUNIDADE AOS TUMORES IMUNIDADE AOS TRANSPLANTES

IMUNIDADE AOS TUMORES IMUNIDADE AOS TRANSPLANTES IMUNIDADE AOS TUMORES IMUNIDADE AOS TRANSPLANTES IMUNIDADE AOS TUMORES Neoplasias Histórico Classificação : linhagem celular, histomorfologia e comportamento clínicobiológico. Carcinogênese experimental

Leia mais

Os linfomas não-hodgkin (LNH) são neoplasias linfóides originadas de

Os linfomas não-hodgkin (LNH) são neoplasias linfóides originadas de 1 1. INTRODUÇÃO Os linfomas não-hodgkin (LNH) são neoplasias linfóides originadas de populações de células B, T ou Natural Killer, cujo comportamento clínico e história natural da doença dependem do subtipo

Leia mais

Componente Curricular: Patologia e Profilaxia Módulo I Profª Mônica I. Wingert Turma 101E TUMORES

Componente Curricular: Patologia e Profilaxia Módulo I Profª Mônica I. Wingert Turma 101E TUMORES TUMORES Tumores, também chamados de neoplasmas, ou neoplasias, são alterações celulares que provocam o aumento anormal dos tecidos corporais envolvidos. BENIGNO: são considerados benignos quando são bem

Leia mais

T rearranjo de gene do receptor de célula - A maioria dos linfomas de células T são obtidas a

T rearranjo de gene do receptor de célula - A maioria dos linfomas de células T são obtidas a Linfomas T T rearranjo de gene do receptor de célula - A maioria dos linfomas de células T são obtidas a partir de células T de pós-tímicas. Durante o desenvolvimento, as células T sofrer rearranjo do

Leia mais

Boas-vindas e Introdução

Boas-vindas e Introdução Ensaios clínicos ou tratamento padrão? Opções para leucemias Boas-vindas e Introdução Ensaios clínicos ou tratamento padrão? Opções para leucemias John P. Leonard, médico Reitor Associado de Pesquisa Clínica

Leia mais

CÂnCER DE EnDOMéTRIO. Estados anovulatórios (ex: Síndrome dos ovários policísticos) Hiperadrenocortisolismo

CÂnCER DE EnDOMéTRIO. Estados anovulatórios (ex: Síndrome dos ovários policísticos) Hiperadrenocortisolismo CAPÍTULO 3 CÂnCER DE EnDOMéTRIO O Câncer de endométrio, nos Estados Unidos, é o câncer pélvico feminino mais comum. No Brasil, o câncer de corpo de útero perde em número de casos apenas para o câncer de

Leia mais

Patologia Geral AIDS

Patologia Geral AIDS Patologia Geral AIDS Carlos Castilho de Barros Augusto Schneider http://wp.ufpel.edu.br/patogeralnutricao/ SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA (AIDS ou SIDA) Doença causada pela infecção com o vírus

Leia mais

APROVADO. Guia de Referencia~ao- Marca~ao de Primeiras consultas ANEMIAS MACROCITOSES TROMBOCITOPENIAS TROMBOCITOSES GAMAPATIAS MONOCLONAIS

APROVADO. Guia de Referencia~ao- Marca~ao de Primeiras consultas ANEMIAS MACROCITOSES TROMBOCITOPENIAS TROMBOCITOSES GAMAPATIAS MONOCLONAIS Guia de Referencia~ao- Marca~ao de Primeiras consultas ANEMIAS MACROCITOSES TROMBOCITOPENIAS TROMBOCITOSES APROVADO (Conselho de Administrac;;ao, reuniao de 19.01.2012) GAMAPATIAS MONOCLONAIS LEUCOPENIA

Leia mais

Boletim de atualização da Sociedade Brasileira de Infectologia Ano III nº 10 Abr/Mai/Jun 2009. Uma reciclagem e a interface com a Infectologia

Boletim de atualização da Sociedade Brasileira de Infectologia Ano III nº 10 Abr/Mai/Jun 2009. Uma reciclagem e a interface com a Infectologia InfectologiaHoje Boletim de atualização da Sociedade Brasileira de Infectologia Ano III nº 10 Abr/Mai/Jun 2009 www.infectologia.org.br Linfomas: diagnóstico e tratamento Uma reciclagem e a interface com

Leia mais

HEMORIO INSTITUTO ESTADUAL DE HEMATOLOGIA ARTHUR DE SIQUEIRA CAVALCANTI

HEMORIO INSTITUTO ESTADUAL DE HEMATOLOGIA ARTHUR DE SIQUEIRA CAVALCANTI MANUAL DO PACIENTE - LEUCEMIA LINFOCÍTICA CRÔNICA EDIÇÃO REVISADA 02/2004 HEMORIO INSTITUTO ESTADUAL DE HEMATOLOGIA ARTHUR DE SIQUEIRA CAVALCANTI Este manual tem como objetivo fornecer informações aos

Leia mais

Governo do Estado de Pernambuco / Secretaria Estadual de Saúde / Fundação HEMOPE Processo Seletivo Simplificado 2006

Governo do Estado de Pernambuco / Secretaria Estadual de Saúde / Fundação HEMOPE Processo Seletivo Simplificado 2006 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS QUESTÃO 01 A respeito do diagnóstico do Mieloma Múltiplo, qual entre as alternativas não representa um critério de diagnóstico? A) Componente M na Urina. B) Cálcio sérico >12mg/dl.

Leia mais

Descrição do esfregaço

Descrição do esfregaço Descrição do esfregaço Série vermelha: microcitose e hipocromia acentuadas com hemácias em alvo. Policromasia discreta. Série branca: sem anormalidades morfológicas Série plaquetária: sem anormalidades

Leia mais

Linfomas não-hodgkin extraganglionares: uma análise retrospectiva Extranodal non-hodgkin s lymphomas: a retrospective study

Linfomas não-hodgkin extraganglionares: uma análise retrospectiva Extranodal non-hodgkin s lymphomas: a retrospective study Artigos Originais Original Articles Linfomas não-hodgkin extraganglionares: uma análise retrospectiva Extranodal non-hodgkin s lymphomas: a retrospective study Isabel Trindade, Marta Almeida, Frederica

Leia mais

O que é Leucemia? Tipos de Leucemia

O que é Leucemia? Tipos de Leucemia O que é Leucemia? O termo leucemia refere-se a um grupo de doenças complexas e diferentes entre si que afetam a produção dos glóbulos brancos. Para melhor entender esta, ou melhor, estas doenças, é importante

Leia mais

LEUCEMIA LINFOCITICA CRONICA JULIANE MUSACCHIO

LEUCEMIA LINFOCITICA CRONICA JULIANE MUSACCHIO LEUCEMIA LINFOCITICA CRONICA JULIANE MUSACCHIO Introdução Acu mulo progressivo de linfo citos neopla sicos (maioria das ce lulas paradas no G0/G1 do ciclo celular) Imunofeno tipo caracteri stico Epidemiologia

Leia mais

LIGA DE ESTUDOS EM MEDICINA DIAGNÓSTICA E ANATOMIA PATOLÓGICA - LEMDAP

LIGA DE ESTUDOS EM MEDICINA DIAGNÓSTICA E ANATOMIA PATOLÓGICA - LEMDAP LIGA DE ESTUDOS EM MEDICINA DIAGNÓSTICA E ANATOMIA PATOLÓGICA - LEMDAP RELATO DE CASO Almeida L.P.1, Radke E.1, Negretti F.2 Cascavel, 2008 1 Academicos do Curso de Medicina da Unioeste 2 Professor de

Leia mais

Facilitando a Detecção de Problemas Oncológicos na Esfera Otorrinolaringológica

Facilitando a Detecção de Problemas Oncológicos na Esfera Otorrinolaringológica Facilitando a Detecção de Problemas Oncológicos na Esfera Otorrinolaringológica Vicente Odone Filho Vamos comentar alguns aspectos na rotina do Pediatra e do Otorrinolaringologista na detecção de problemas

Leia mais

SINAIS DE ALERTA DO CÂNCER INFANTIL

SINAIS DE ALERTA DO CÂNCER INFANTIL SINAIS DE ALERTA DO CÂNCER INFANTIL Cecília Fernandes Lorea Julho/2009 EPIDEMIOLOGIA 9000 casos novos/ ano no Brasil Probabilidade de 0,3% de uma criança desenvolver câncer antes dos 20 anos 1/300 indivíduos

Leia mais

O QUE O CIRURGIÃO DE CABEÇA E PESCOÇO DEVE SABER SOBRE LINFOMAS

O QUE O CIRURGIÃO DE CABEÇA E PESCOÇO DEVE SABER SOBRE LINFOMAS O QUE O CIRURGIÃO DE CABEÇA E PESCOÇO DEVE SABER SOBRE LINFOMAS Gisele W. B. Colleoni Departamento de Oncologia Clínica e Experimental Disciplinade Hematologiae Hemoterapia UNIFESP/EPM Doenças secundárias

Leia mais

Neoplasias Hematológicas.

Neoplasias Hematológicas. Neoplasias Hematológicas. Marcos Fleury Faculdade de Farmácia UFRJ mkfleury@ufrj.br Neoplasias Hematológicas. São doenças causadas pela proliferação descontrolada de células c hematológicas malignas ou

Leia mais

CLINICA MÉDICA FALÊNCIA MEDULAR FALÊNCIA MEDULAR FALÊNCIA MEDULAR FALÊNCIA MEDULAR HEMATOLOGIA 2003-2004. Fisiopatologia.

CLINICA MÉDICA FALÊNCIA MEDULAR FALÊNCIA MEDULAR FALÊNCIA MEDULAR FALÊNCIA MEDULAR HEMATOLOGIA 2003-2004. Fisiopatologia. CLINICA MÉDICA HEMATOLOGIA 2003-2004 1 2 Alterações da célula mãe (stem) hematopoiética que envolvem uma ou mais linhas da série mieloide (eritróide, mielóide ou megacariocítica) As células linfóides são

Leia mais

ALTERAÇÕES CROMOSSÔMICAS, PROGNÓSTICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS NA LEUCEMIA MIELÓIDE CRÔNICA

ALTERAÇÕES CROMOSSÔMICAS, PROGNÓSTICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS NA LEUCEMIA MIELÓIDE CRÔNICA ALTERAÇÕES CROMOSSÔMICAS, PROGNÓSTICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS NA LEUCEMIA MIELÓIDE CRÔNICA Laiz Silva Ribeiro laiz0711@bol.com.br Prof Dr. Rodrigo da Silva Santos rdssantos@gmail.com FACULDADE ALFREDO

Leia mais

COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS

COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS 40 ISSN 677-7042 Nº 84, terça-feira, 6 de maio de 204 RS00436006 RS GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRAN- SILVEIRA MAR Água DE DO SUL RS050437323 RS PREF MUN TAQUARI TA Q U A R I RS050437876 RS PREF MUN TRES

Leia mais