Rotatividade de Pessoal

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Rotatividade de Pessoal"

Transcrição

1 Rotatividade de Pessoal 4 3 2,2 2,2 2,2 % 2 1 1,28 1,47 1,79 Representa o movimento de entradas e saídas de empregados Regime de contratação CLT

2 Taxa de Absenteísmo Geral 2,5 2 % 1,5 1,21 1,28 1,96,96,96,5 Representa a taxa de ausências não programadas ao trabalho. Regime de contratação CLT

3 Taxa de Absenteísmo Enfermeiros 2 1,8 1,6 1,4 1,36 1,2 1,8,73,73,73,6,4,2,35,18 Representa a taxa de ausências não programadas ao trabalho. Regime de contratação CLT

4 Taxa de Absenteísmo Enfermagem 4 3 2,2 % 2 1 1,46 1,46 1,46 1,15 Representa a taxa de ausências não programadas ao trabalho. Regime de contratação CLT

5 Taxa de Absenteísmo Médicos 5 4,5 4 3,5 4,72 4,72 4,72 3,93 3,4 3 % 2,5 2,5 2 1,5 1,5 Representa a taxa de ausências não programadas ao trabalho. Regime de contratação CLT

6 pessoas por leito Relação Enfermeiro / Leito,4,36,36,36,37,38,38,2 Representa a relação de enfermeiros por leitos existentes no hospital.

7 pessoas por leito Relação Enfermeiro / Leito (Apartamento e Enfermaria),3,25,2,15,18,18,18,16,15,16,1,5 Representa a relação da quantidade de enfermeiros alocada nas Unidades de Internação com os leitos disponiveís nas Unidade de Internação

8 pessoas por leito Relação Enfermeiro / Leito UTI 1,57,57,57,58,57,57,5 Representa a relação da quantidade de enfermeiros alocada nas Unidades de Terapia Intensiva com os leitos disponiveís nas UTI's

9 pessoas por leito Relação Enfermeiro / Leito UTSI 1,9,8,7,6,5,4,3,2,1 Representa a relação da quantidade de enfermeiros alocada nas Unidades de Terapia Semi-intensiva com os leitos disponiveís nas UTSI's

10 pessoas por leito Relação Enfermeiro / Leito Berçario Patológico,3,25,2,25,25,25,19,19,22,15,1,5 Representa a relação da quantidade de enfermeiros alocada no Berçário Patológico com os leitos disponiveís no Berçário Patológico.

11 pessoas por leito Relação Enfermeiro / Leito Unidade Coronariana 1 1,8,8,8,8,6,4,2 Representa a relação da quantidade de enfermeiros alocada na Unidade Coronariana com os leitos disponiveís na Unidade Coronariana

12 pessoas por leito Relação Enfermeiro / Leito Hospital-Dia Representa a relação da quantidade de enfermeiros alocada no setor específico de Hospital-dia com os leitos disponiveís no setor específico de Hospital-dia.

13 pessoas por leito Relação Enfermagem / Leito 2 1,95 1,9 1,89 1,89 1,85 1,8 1,82 1,82 1,82 1,82 1,75 1,7 Representa a realação de do pessoal de enfermagem por leitos existentes no hospital.

14 pessoas por leito Relação Enfermagem / Leito (Apartamento e Enfermaria) 2 1,5 1,25 1,25 1,25 1 1,95,94,5 Representa a relação da quantidade do pessoal de enfermagem alocada nas Unidades de Internação com os leitos disponiveís nas Unidade de Internação

15 pessoas por leito Relação Enfermagem / Leito UTI 4 3,5 3 2,5 2,93 2,93 2,93 2,54 2,73 2,6 2 1,5 1,5 Representa a relação da quantidade do pessoal de enfermagem alocada nas Unidades de Terapia Intensiva com os leitos disponiveís nas UTI's

16 pessoas por leito Relação Enfermagem / Leito UTSI 1,9,8,7,6,5,4,3,2,1 Representa a relação da quantidade do pessoal de enfermagem alocada nas Unidades de Terapia Semi-intensiva com os leitos disponiveís nas UTSI's Apresent

17 pessoas por leito 2 Relação Enfermagem / Leito Berçario Patológico 1,5 1,31 1,31 1,31 1,19 1,9 1,6 1,5 Representa a relação da quantidade do pessoal de enfermagem alocada no Berçário Patológico com os leitos disponiveís no Berçário Patológico.

18 pessoas por leito Relação Enfermagem / Leito Unidade Coronariana 3 2,5 2,2 2,2 2,2 2, ,5 1 Representa a relação da quantidade do pessoal de enfermagem alocada na Unidade Coronariana com os leitos disponiveís na Unidade Coronariana

19 pessoas por leito Relação Enfermagem / Leito Hospital-Dia ,29,29,29,29,28,33 Representa a relação da quantidade do pessoal de enfermagem alocada no setor específico de Hospital-dia com os leitos disponiveís no setor específico de Hospital-dia.

20 R$/hora Salário / hora Enfermeiro ,5 15,5 15,5 16,32 14,59 16,88 1 Representa relação salário / hora de enfermeiros, em regime CLT Não incluídos encargos, adicionais ou benefícios

21 R$/hora Salário / Hora Enfermagem ,2 6,2 6,2 5,44 5,67 6, Representa relação salário / hora de enfermagem, em regime CLT Não incluídos encargos, adicionais ou benefícios

22 276, , R$/hora Salário / Hora Médico Representa relação salário / hora de médicos que atuam na área assistêncial, em regime CLT Não incluídos encargos, adicionais ou benefícios

23 Infecção Hospitalar 4 3,5 3,46 3 2,72 2,5 2 1,94 1,94 1,94 2,23 1,5 1,5 set/15 out/15 nov/15 dez/15 jan/16 fev/16 Representa a taxa de infecção hospitalar

24 Distribuição de Leitos Apartamento ,82 34,82 34,82 34,34 34, , Representa a porcentagem de participação de leitos em apartamento no número total de leitos

25 Distribuição de Leitos Enfermaria ,23 44,23 44,23 54,2 57,25 49, Representa a porcentagem de participação dos leitos de enfermaria no número total de leitos

26 2 Distribuição de Leitos UTI Adulto ,36 14,36 14, ,24 11, ,2 Representa a porcentagem de participação de leitos UTI adutlo no número total de leitos

27 Distribuição de Leitos UTI Pediátrica 3,4 3,39 3,38 3,37 3,37 3,36 3,34 3,32 3,32 3,32 3,32 3,3 3,28 Representa a porcentagem de participação de leitos UTI pediátrica no número total de leitos

28 Distribuição de Leitos UTI Neo-natal ,62 8,62 8,62 5 4,97 5,9 5,46 Representa a porcentagem de participação de leitos UTI neo-natal no número total de leitos

29 Distribuição de Leitos UTSI 1,9,8,7,6,5,4,3,2,1 Representa a porcentagem de participação de leitos UTSI no número total de leitos

30 6 Distribuição de Leitos Berçario Patológico 5,58 5,68 5, ,5 3,5 3, Representa a porcentagem de participação de leitos Berçario Patológico no número total de leitos

31 Distribuição de Leitos Unidade Coronariana ,6 4,6 4,6 2,98 2,76 2, Representa a porcentagem de participação de leitos Unidade Coronariana no número total de leitos

32 Distribuição de Leitos Hospital-Dia ,74 4,74 4,74 4,85 4,14 4,95 Representa a porcentagem de participação de leitos em unidade exclusiva de Hospital-Dia no número total de leitos

33 Distribuição das Internações Apartamento ,4 35,4 35,4 29,31 31,6 27, Representa o percentual de participação das internações em apartamento no total das internações.

34 Distribuição das Internações Enfermaria ,96 53,4 51, ,24 41,24 41, Representa o percentual de participação das internações em enfermaria no total das internações

35 Distribuição das Internações UTI Adulto ,31 6,31 6,31 4,31 4,32 4,77 2 Representa o percentual de participação das internações em UTI adulto no total das internações

36 Distribuição das Internações UTI Pediátrica ,77 1,77 1,77 1,81 2,11 2,3 1 Representa o percentual de participação das internações em UTI pediátrica no total das internações

37 4 Distribuição das Internações UTI Neo-natal 3,5 3 2,5 2 2,19 2,11 1,79 1,5 1,43 1,43 1,43 1,5 Representa o percentual de participação das internações em UTI neo-natal no total das internações

38 Distribuição das Internações UTSI Adulto 1,9,8,7,6,5,4,3,2,1 Representa o percentual de participação das internações em UTISI no total das internações

39 Distribuição das Internações Berçario Patológico 2 1,93 1,8 1,6 1,4 1,2 1,8,88,88,88,6,4,2 Representa o percentual de participação das internações em leitos de Berçário Patológico no total das internações

40 Distribuição das Internações Unidade Coronariana ,81 2,81 2,81 2,8 2,29 1,79 1 Representa o percentual de participação das internações em Unidade Coronariana no total das internações

41 Distribuição das Internações Hospital-Dia ,29 19,29 19,29 17,17 16,67 18, Representa o percentual de participação das internações em Hospital-Dia no total das internações

42 Ocupação ,35 81,35 81,35 81,4 75,66 86, Representa a taxa dos leitos ocupados dentre os leitos oferecidos

43 dias Tempo Médio de Permanência ,27 4,27 4,27 5,17 5,9 5, Representa o tempo médio que os pacientes internados ficaram no hospital

44 pacientes por leito Rotatividade de Leito ,7 5,7 5,7 4,89 4,3 5, Representa a utilização do leito hospitalar.

45 dias Intervalo de Substituição de Leitos 3 2,5 2 1,7 1,5 1,13 1,13 1,13 1,18 1,66,5 Representa o tempo médio que um leito permanece desocupado entre a saída de um paciente e a admissão de outro

46 Distribuição dos Gastos Hospitalares Pessoal ,12 39,12 39,12 36,33 39,48 38, Representa o percentual de participação de pessoal no total dos gastos hospitalares

47 Distribuição dos Gastos Hospitalares Tributos ,72 6,72 6,72 6,32 6,16 6,6 4 2 Representa o percentual de participação dos tributos no total dos gastos hospitalares

48 Distribuição dos Gastos Hospitalares Prestadores de Serviços , ,94 13,94 13,94 1,75 16,31 5 Representa o percentual de participação dos prestadores de serviços no total dos gastos hospitalares

49 Distribuição dos Gastos Hospitalares Despesas Gerais 3 24, ,45 16,69 1 1,87 1,87 1,87 Representa o percentual de participação das despesas gerais no total dos gastos hospitalares

50 Distribuição dos Gastos Hospitalares Insumos para Assistência 3 26,76 26,76 26, ,17 18,46 21,7 1 Representa o percentual de participação dos insumos para assistência no total dos gastos hospitalares

51 R$ Investimentos Equipamentos, Maquinários e Tecnologia Representa os investimentos realizados em Equipamentos, Maquinários e Tecnologia

52 R$ Investimentos Edificações e Instalações Representa os investimentos realizados em Edificações e Instalações

53 Distribuição da Receita por Fonte Pagadora SUS ,95 26,74 28,91 2 1,27,27,27 Representa o percentual de participação do SUS na receita total

54 1 Distribuição da Receita por Fonte Pagadora Convênios 96,18 96,18 96,18 96,32 94,28 96, Representa o percentual de participação de convênios na receita total

55 5 Distribuição da Receita por Fonte Pagadora Particulares 4,33 4 3,5 3 2,67 2 1,6 1,6 1,6 1 Representa o percentual de participação de particulares na receita total

56 25 Distribuição da Receita por Fonte Pagadora Outras ,59 14, ,13 3,13 3,13 2,64 Representa o percentual de participação de outras fontes na receita total

57 Distribuição da Receita por Tipo de Atendimento Internações ,59 89,59 89,59 86,45 87,79 88, Representa o percentual de participação das internações no total da receita.

58 5 Distribuição da Receita por Tipo de Atendimento Atendimentos Externos ,41 1,41 1,41 13,55 12,21 11,35 Representa o percentual de participação dos atendimentos externos no total da receita.

59 Taxa de infecção em cirurgia limpa 2 1,72 1,72 1,72 1,5 1,9,59,5 Representa o percentual de infecções em pacientes submetidos à cirurgia limpa.

60 Infecções do trato urinário vinculadas a SVD , ,79 3,45 Representa de infecção vinculados ao uso de SVD Sonda Vesical de Demora, com ou sem processo de busca ativa.

61 Infecções vinculadas a CVC ,78 8,78 8,78 6,27 5 1,27 Representa de infecção vinculados ao uso de CVC cateter venoso central, nas Unidades de Terapia Intensiva neonatal, pediatrica e adulta.

62 Infecções vinculadas a ventilação mecânica ,68 12,68 12,68 11,56 9,6 8,5 Representa o de infecção vinculados ao uso de Ventilação Mecânica, nas Unidades de Terapia Intensiva neonatal, pediatrica e adulta.

63 acidentes por 1.. horas trabalhadas Frequencia de acidentes de trabalho ,8 3, ,15 1,15 1,15 6,2 Representa a relação entre o número de acidentes de trabalho ocorridos e horas trabalhadas

64 acidentes por 1.. horas trabalhadas 6 Frequencia de acidentes de trabalho Geral ,8 3, ,15 1,15 1,15 6,2 Representa a relação entre o número de acidentes de trabalho ocorridos e horas trabalhadas

65 acidentes por 1.. horas trabalhadas 3 Frequencia de acidentes de trabalho Lesão incapacitante ,19 5 5,47 Representa a relação entre o número de acidentes de trabalho com lesão incapacitante ocorridos e horas trabalhadas

66 hora/empregado Horas homem de treinamento 2 1,5 1,5,53,54 Representa a proporção de horas concedidas para treinamento de profissionais empregados em regime CLT

67 procedimentos/sala Produtividade do bloco cirurgico 84,23 76,15 9, Representa a relação do número de procedimentos realizados no bloco cirúrgico por salas cirúrgicas disponíveis.

68 Taxa de cirurgias sem programação prévia ,47 23,47 23,47 19,73 23,18 13,38 1 Representa a proporção do número de cirurgias não programadas (urgências, emergências e encaixes) em relação ao total de cirurgias realizadas.

69 Taxa de cirurgias suspensas 2 18, ,47 12,47 12,47 13,14 1, Representa a proporção entre a quantidade de cirurgias não realizadas, por qualquer motivo, e o total de cirurgias agendadas.

70 Taxa geral de cesarias ,5 78,5 78,5 65,39 69, ,4 Representa o percentual de partos cesáreos em relação ao total de partos hospitalares.

71 Taxa de cesárea em primipara ,3 67,3 67,3 6 61,82 56,1 6, Representa o percentual de partos cesáreos em primiparas em relação ao total de partos em primiparas

72 NN. Taxa de mortalidade geral ,41 2,41 2,41 3,86 4,2 3, Representa a relação entre os óbitos ocorridos em pacientes internados e o número de pacientes que deram saída hospitalar no mês analisado.

73 Taxa de mortalidade institucional ,41 2,41 2,41 3,26 3,42 1,85 Representa a relação entre os óbitos ocorridos após 24 horas em pacientes internados e o número de pacientes que deram saída hospitalar no mês analisado.

74 Taxa de mortalidade materna 2 1,5 1,5,12 Representa a relação do número de óbitos em mulheres durante a gestação, parto ou puerpério ocorridos durante a internação hospitalar na clínica obstétrica

75 1 Taxa de mortalidade neonatal , , Representa a relação do número de óbitos ocorridos em recém nato com até 28 dias de vida

76 Taxa de mortalidade infantil ,23 2 1,87,87,87,97,6 Representa o percentual entre número de óbitos em crianças menores de 1 ano e o número internações realizadas, em pacientes de mesma faixa etária, no mesmo período.

77 Taxa de internações geradas via Pronto-socorro / Pronto-atendimento 6,6 6,6 6,6 1,28 4,63 9,63 Representa a proporção entre internações geradas via PS/PA e o número de atendimentos nestas unidades

78 Taxa de reinternações Representa a relação entre pacientes reinternados e o número total de saídas, no mês analisado

79 Distribuição dos Gastos Hospitalares Treinamento de pessoal,5,3,13,1,5,5,5 -,1 Representa o percentual de participação dos treinamento de pessoal no total dos gastos hospitalares

PROGRAMA CQH - COMPROMISSO COM A QUALIDADE HOSPITALAR INDICADORES HOSPITAIS SELADOS TAXA DE OCUPAÇÃO HOSPITALAR*

PROGRAMA CQH - COMPROMISSO COM A QUALIDADE HOSPITALAR INDICADORES HOSPITAIS SELADOS TAXA DE OCUPAÇÃO HOSPITALAR* TAXA DE OCUPAÇÃO HOSPITALAR* 100% 90% 80% 70% Mediana 76,65% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% 3º trimestre de 2008 1 ÍNDICE DE ROTATIVIDADE DO LEITO* 9,0 8,0 7,0 Mediana 5,88 6,0 5,0 4,0 3,0 2,0 1,0 3º trimestre

Leia mais

EXIJA QUALIDADE NA SAÚDE. Reunião do Grupo de Indicadores de Enfermagem do Núcleo de Apoio à Gestão Hospitalar NAGEH

EXIJA QUALIDADE NA SAÚDE. Reunião do Grupo de Indicadores de Enfermagem do Núcleo de Apoio à Gestão Hospitalar NAGEH EXIJA QUALIDADE NA SAÚDE Reunião do Grupo de Indicadores de Enfermagem do Núcleo de Apoio à Gestão Hospitalar NAGEH 15 de agosto de Incidência de Queda de Paciente Incidência de Queda de Paciente 3,0

Leia mais

REF.: PESQUISA DE MERCADO RESULTADO **LEVANTAMENTO DE INDICADORES ASSISTENCIAIS E GERENCIAIS**

REF.: PESQUISA DE MERCADO RESULTADO **LEVANTAMENTO DE INDICADORES ASSISTENCIAIS E GERENCIAIS** CIRCULAR AHESP Nº 025/17 São Paulo, 30 de Agosto de 2017. Prezados Senhores: REF.: PESQUISA DE MERCADO RESULTADO **LEVANTAMENTO DE INDICADORES ASSISTENCIAIS E GERENCIAIS** Para seu conhecimento, encaminhamos

Leia mais

Preencher com a data limite de validade da senha concedida pela Petrobras para a internação. 7 Data de emissão da guia

Preencher com a data limite de validade da senha concedida pela Petrobras para a internação. 7 Data de emissão da guia GUIA DE RESUMO DE INTERNAÇÃO Número do Nome do campo Observação campo 1 Registro ANS Nas guias em papel impressas pela Petrobras ou Petrobras Distribuidora e nas guias disponibilizadas no site da Petrobras,

Leia mais

EXIJA QUALIDADE NA SAÚDE

EXIJA QUALIDADE NA SAÚDE EXIJA QUALIDADE NA SAÚDE NAGEH - Enfermagem Benchmarking em Saúde 22 de fevereiro de 2017 Coordenação: Rosemeire K. Hangai Indicadores Assistenciais de Enfermagem 2015-2016 Incidência de Queda de Paciente

Leia mais

Conceitos: Indicadores Hospitalares

Conceitos: Indicadores Hospitalares Conceitos: Indicadores Hospitalares Roberto Nabarro Hospital É a parte integrante de uma organização médica e social, cuja função básica consiste em proporcionar às pessoas a assistência médica integral,

Leia mais

ESTATÍSTICA HNSC

ESTATÍSTICA HNSC ESTATÍSTICA HNSC - 2007 DADOS ESTATÍSTICOS - LEITOS geral de leitos de leitos para internação de leitos para observação de leitos projeto Canguru Leitos do nos setores de internação na UTI adulto na UTI

Leia mais

Hospital Sofia Feldman: compromisso com a VIDA. Florianópolis, novembro de 2013

Hospital Sofia Feldman: compromisso com a VIDA. Florianópolis, novembro de 2013 Hospital Sofia Feldman: compromisso com a VIDA. Florianópolis, novembro de 2013 Criado há 31 anos, é uma instituição filantrópica de direito privado, conveniado com o Sistema Único de Saúde, prestador

Leia mais

MOVIMENTO GERAL DO HOSPITAL

MOVIMENTO GERAL DO HOSPITAL MOVIMENTO GERAL DO HOSPITAL SERVIÇOS OFERECIDOS PELO HOSPITAL OBJETIVO: Oferecer aos nossos clientes, pacientes, profissionais, médicos, enfermagem, técnicos e administrativos, dentro do possível, um hospital

Leia mais

Perfil epidemiológico do CTI e estrutura de atendimento

Perfil epidemiológico do CTI e estrutura de atendimento Perfil epidemiológico do CTI e estrutura de atendimento O Serviço de Terapia Intensiva Adulto, possui 10 leitos que incluem 2 leitos de isolamento distribuídos em uma área aproximada de 130m2. Encontra-se

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE CONTRATOS DE GESTÃO RELATÓRIO DE EXECUÇÃO METAS QUALITATIVAS FEVEREIRO/2016

GOVERNO DO ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE CONTRATOS DE GESTÃO RELATÓRIO DE EXECUÇÃO METAS QUALITATIVAS FEVEREIRO/2016 SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE CONTRATOS DE GESTÃO RELATÓRIO DE EXECUÇÃO METAS QUALITATIVAS FEVEREIRO/2016 INSTITUTO SANTÉ HOSPITAL REGIONAL TEREZINHA GAIO BASSO SÃO MIGUEL DO OESTE/FEVEREIRO DE 2016 2

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE CONTRATOS DE GESTÃO XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX RELATÓRIO DE EXECUÇÃO

GOVERNO DO ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE CONTRATOS DE GESTÃO XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX RELATÓRIO DE EXECUÇÃO SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE CONTRATOS DE GESTÃO XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX RELATÓRIO DE EXECUÇÃO METAS QUALITATIVAS MARÇO/2016 INSTITUTO SANTÉ HOSPITAL REGIONAL TEREZINHA GAIO BASSO 2 SÃO MIGUEL DO OESTE/MARÇO

Leia mais

PRESTAÇÃO DE CONTAS JANEIRO/16

PRESTAÇÃO DE CONTAS JANEIRO/16 PRESTAÇÃO DE CONTAS JANEIRO/16 INDICE RELATÓRIO DE ATIVIDADES ATENDIMENTO P.A. ADULTO & PEDIATRIA INTERNAÇÕES PRESTAÇÃO DE CONTAS FINANCEIRO RECEBIMENTOS DESPESAS ESTUDOS PRÉ ABERTURA DA SANTA CASA AÇÕES

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE CONTRATOS DE GESTÃO XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX RELATÓRIO DE EXECUÇÃO

GOVERNO DO ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE CONTRATOS DE GESTÃO XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX RELATÓRIO DE EXECUÇÃO SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE CONTRATOS DE GESTÃO XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX RELATÓRIO DE EXECUÇÃO METAS QUALITATIVAS MAIO/2016 INSTITUTO SANTÉ HOSPITAL REGIONAL TEREZINHA GAIO BASSO 2 SÃO MIGUEL DO OESTE/MAIO

Leia mais

Hospital Pirajussara ÍNDICE. I- Indicadores. Indicadores Hospitalares. Taxa de Aceitabilidade. Medicina do Trabalho. Relatórios de Produção

Hospital Pirajussara ÍNDICE. I- Indicadores. Indicadores Hospitalares. Taxa de Aceitabilidade. Medicina do Trabalho. Relatórios de Produção Hospital Pirajussara ÍNDICE I- Indicadores Indicadores Hospitalares Taxa de Aceitabilidade Medicina do Trabalho II- III- IV- Relatórios de Produção Relatórios Financeiros Projetos de Qualidade Acreditação

Leia mais

Enfa Loriane Konkewicz Comissão de Controle de Infecção Hospital de Clínicas de Porto Alegre

Enfa Loriane Konkewicz Comissão de Controle de Infecção Hospital de Clínicas de Porto Alegre Enfa Loriane Konkewicz POLÍTICA DE HIGIENE DE MÃOS NO HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE Enfa Loriane Konkewicz EVIDÊNCIAS: HIGIENE X MORTALIDADE Allison E. AJIC. 2008 EVIDÊNCIAS: HIGIENE X MORTALIDADE

Leia mais

UNIMED PAULISTANA SEDIMENTAÇÃO DA CULTURA DE NOTIFICAÇÃO DE EVENTO SENTINELA HOSPITAL UNIMED SANTA HELENA

UNIMED PAULISTANA SEDIMENTAÇÃO DA CULTURA DE NOTIFICAÇÃO DE EVENTO SENTINELA HOSPITAL UNIMED SANTA HELENA UNIMED PAULISTANA SEDIMENTAÇÃO DA CULTURA DE NOTIFICAÇÃO DE EVENTO SENTINELA HOSPITAL UNIMED SANTA HELENA Lidiana Oliveira Mendes Vanessa Esperidião da Silva Tatiane Silva Vieira UNIMED PAULISTANA 252

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE GESTÃO DE CUSTOS

PROGRAMA NACIONAL DE GESTÃO DE CUSTOS SECRETARIA DE SAÚDE DO ESTADO DA BAHIA INSTITUTO DE PERINATOLOGIA DA BAHIA - IPERBA PROGRAMA NACIONAL DE GESTÃO DE CUSTOS IPERBA O IPERBA é um Hospital especializado em atenção à saúde da mulher e ao recém-nascido,

Leia mais

Superintendência de Gestão, Planejamento e Finanças Gerência de Contratos e Convênios ANEXO II METAS DE PRODUÇÃO

Superintendência de Gestão, Planejamento e Finanças Gerência de Contratos e Convênios ANEXO II METAS DE PRODUÇÃO ANEXO II METAS DE PRODUÇÃO 1. ATIVIDADES MÍNIMAS A REALIZAR 1.1. ASSISTÊNCIA HOSPITALAR Produção. 1.1.1. Realizar, no mínimo, 90% da meta estabelecida no Plano de Metas de 1.1.2. O indicador de aferição

Leia mais

METAS DE DESEMPENHO, INDICADORES E PRAZOS DE EXECUÇÃO

METAS DE DESEMPENHO, INDICADORES E PRAZOS DE EXECUÇÃO METAS DE DESEMENHO, INDICADORES E RAZOS DE EXECUÇÃO HOSITAL ESCOLA MUNICIAL ROF. DOUTOR HORÁCIO CARLOS ANEUCCI/UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS/UFSCar OUTUBRO DE 2014 SUMÁRIO 1. Indicadores... 2 2. Quadro

Leia mais

Laboratório de Inovação em Atenção Domiciliar - AD

Laboratório de Inovação em Atenção Domiciliar - AD Laboratório de Inovação em Atenção Domiciliar - AD MATRICIAMENTO PEDIÁTRICO EM AD NO DF Colaboradores: Bibiana Coelho Monteiro, Elaine Horta de Souza, Eduardo André Viana Alves e Maria Leopoldina de Castro

Leia mais

QUALIFICAÇÃO DA REDE HOSPITALAR UNIMED VITÓRIA

QUALIFICAÇÃO DA REDE HOSPITALAR UNIMED VITÓRIA QUALIFICAÇÃO DA REDE HOSPITALAR UNIMED VITÓRIA 18 de Novembro de 2016 UNIMED VITÓRIA / ES 328.000 CLIENTES, SENDO DESTES, 32.000 EM ATENÇÃO PRIMÁRIA; 2.360 MÉDICOS COOPERADOS; 260 PRESTADORES DE SERVIÇO;

Leia mais

DADOS E INDICADORES HOSPITALAR

DADOS E INDICADORES HOSPITALAR DADOS E INDICADORES HOSPITALAR - 2015 INDICADORES JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ TOTAL DIÁRIA INTERNAÇÕES 2.209 2.005 2.380 2.214 2.095 2.164 2.126 2.240 17.433 2.179 73 ALTAS 2.184 2.002

Leia mais

Fórum de Saúde da Criança - Bahia

Fórum de Saúde da Criança - Bahia Fórum de Saúde da Criança - Bahia Agosto 2013 Programa de Desenvolvimento Organizacional e de Apoio à Gestão e Assistência com Ênfase em Unidades de Terapia Intensiva Neonatal e Pediátrica Nº SIPAR: 25000.180678/2011-59

Leia mais

Câmara Municipal de Volta Redonda RJ PROGRAMA Nº - 191

Câmara Municipal de Volta Redonda RJ PROGRAMA Nº - 191 Câmara Municipal de Volta Redonda RJ PROGRAMA Nº - 191 Manutenção e Operacionalização do SAH Promover a instalação de ferramentas de gestão que permitam o perfeito gerenciamento das informações dos diversos

Leia mais

Internacao Psiquiatrica (Transtorno Psiquiatrico) ENFERMARIA Internação Psiquiatríca Dependência Química - ENFERMARIA

Internacao Psiquiatrica (Transtorno Psiquiatrico) ENFERMARIA Internação Psiquiatríca Dependência Química - ENFERMARIA Unimed Goiânia Cooperativa de Trabalho Médico Terminologia de Diárias, Taxas e Gases Medicinais - Tabela Categoria (D) Clínica PARA Tabela CÓDIGO DESCRIÇÃO CÓDIGO DESCRIÇÃO 20/02/14 20/05/14 20/08/14 20/11/14

Leia mais

Pro-Hosp 2013 Política Hospitalar do Estado de Minas Gerais

Pro-Hosp 2013 Política Hospitalar do Estado de Minas Gerais Pro-Hosp 2013 Política Hospitalar do Estado de Minas Gerais PRO-HOSP Conjunto de ações e políticas hospitalares do Estado que visam o fortalecimento e a melhoria das Redes de Atenção à Saúde Prioritárias

Leia mais

PORTARIA Nº. 012/2014

PORTARIA Nº. 012/2014 PORTARIA Nº. 012/2014 ESTABELECE VALORES PARA TAXAS DE SERVIÇOS HOSPITALARES. A Presidente do Instituto de Assistência à Saúde e Social dos Servidores Municipais de Goiânia IMAS, nomeada pelo Decreto nº

Leia mais

Garantia de Qualidade e Continuidade da Assistência no Atendimento Domiciliar

Garantia de Qualidade e Continuidade da Assistência no Atendimento Domiciliar Garantia de Qualidade e Continuidade da Assistência no Atendimento Domiciliar ANA ADALGISA DE OLIVEIRA BORGES GESTORA DE ATENÇÃO DOMICILIAR - SERVIÇOS PRÓPRIOS UNIMEB-BH Introdução Definição Conceito de

Leia mais

Objetivo. Melhorar a Eficiência Operacional Aumentar a produtividade sem aumentar o número de leitos

Objetivo. Melhorar a Eficiência Operacional Aumentar a produtividade sem aumentar o número de leitos Gestão de Leitos Objetivo Melhorar a Eficiência Operacional Aumentar a produtividade sem aumentar o número de leitos Contextualização Leitos de Retaguarda Núcleo de Acesso e Qualidade Hospitalar e Núcleo

Leia mais

10º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM

10º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM 10º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM ANALISE DAS INFORMAÇÕES E QUALIDADE DAS FICHAS DE INVESTIGAÇÃO DE ÓBITOS INFANTIS DA 15ª REGIONAL DE SAÚDE DO PARANÁ Jéssica Teixeira Lourenço 1 Vivianne Peters da

Leia mais

Hospital Geral de Itapecerica da Serra - Seconci-SP OSS

Hospital Geral de Itapecerica da Serra - Seconci-SP OSS 1 - PRONTO SOCORRO 1.1 - Atendimento de Urgência e/ou Emergência Segundo Especialidade Especialidade Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov ez % Clínica Pediátrica 2131 2132 3541 4612 3604 3159 2596

Leia mais

TIME DE RESPOSTA RÁPIDA A enfermagem salvando mais vidas HOSPITAL REGIONAL UNIMED FORTALEZA CELIANE MARIA LOPES MUNIZ ISRRAELLY PASSOS MORORÓ

TIME DE RESPOSTA RÁPIDA A enfermagem salvando mais vidas HOSPITAL REGIONAL UNIMED FORTALEZA CELIANE MARIA LOPES MUNIZ ISRRAELLY PASSOS MORORÓ TIME DE RESPOSTA RÁPIDA A enfermagem salvando mais vidas HOSPITAL REGIONAL UNIMED FORTALEZA CELIANE MARIA LOPES MUNIZ ISRRAELLY PASSOS MORORÓ Colocando em prática idéias promissoras de melhorias nos cuidados

Leia mais

PRESTAÇÃO DE CONTAS JANEIRO/2014

PRESTAÇÃO DE CONTAS JANEIRO/2014 PRESTAÇÃO DE CONTAS JANEIRO/2014 31/01/2014 HOSPITAL ESTADUAL ALBERTO TORRES V. Relatório referente a execução do Contrato de Gestão 31/2012 sobre as ações executadas sobre o apoio ao gerenciamento e execução

Leia mais

COMISSÃO DE AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS EM SAÚDE. (85)

COMISSÃO DE AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS EM SAÚDE. (85) COMISSÃO DE AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS EM SAÚDE nucit@saude.ce.gov.br (85) 3101-5234 SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS EM SAÚDE E SAÚDE BASEADA EM EVIDÊNCIAS 5 e 6 de Maio de 2009 Fortaleza / CE Comissão

Leia mais

Modelo GFACH - Anexo 1 Indicadores mais Utilizados na Gestão Hospitalar no Brasil

Modelo GFACH - Anexo 1 Indicadores mais Utilizados na Gestão Hospitalar no Brasil Gestão do Relacionamento Externo Posicionamento no Sistema de Saúde Coeficiente de Mortalidade Nº de Óbitos / Nº de Indivíduos da Amostra * 1.000 Geral (toda a amostra), por idade (ex: infantil), por sexo

Leia mais

RELATÓRIO DE DESEMPENHO. Hospital Estadual Rocha Faria RJ Novembro/2015 PRÓ-SAÚDE ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E HOSPITALAR

RELATÓRIO DE DESEMPENHO. Hospital Estadual Rocha Faria RJ Novembro/2015 PRÓ-SAÚDE ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E HOSPITALAR PRÓ-SAÚDE ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E HOSPITALAR Serviço Público Estadual Processo: E-08/7782/2012 Data: 26/12/2012 Fls. 1 Rubrica: LFS ID. 500.5891-6 EDITAL DE SELEÇÃO Nº 008/2012 Seleção

Leia mais

CENTRO CIRÚRGICO Relatório de Atividades 2013

CENTRO CIRÚRGICO Relatório de Atividades 2013 CENTRO CIRÚRGICO Relatório de Atividades 213 No ano de 211 e primeiro semestre de 212, o Centro Cirúrgico funcionou de maneira parcial e precária, em decorrência da prolongada paralisação dos médicos.

Leia mais

Tabela TUSS Diárias e Taxas

Tabela TUSS Diárias e Taxas TUSS 6.00.00.015 DIÁRIA COMPACTA DE APARTAMENTO COM ALOJAMENTO CONJUNTO 18 TUSS 6.00.00.023 DIÁRIA COMPACTA DE APARTAMENTO LUXO 18 TUSS 6.00.00.031 DIÁRIA COMPACTA DE ISOLAMENTO DE APARTAMENTO LUXO 18

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2012

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2012 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2012 Altera a Lei nº 9.656, de 3 de junho de 1998, que dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde, para tornar obrigatória a cobertura de assistência

Leia mais

Diária de Enfermaria Hospital-Dia c/ acompanhante (até 3 leitos 70%) R$ 206,75 R$ 165,40 R$ 127,23 R$ 99,97 R$ 77,40

Diária de Enfermaria Hospital-Dia c/ acompanhante (até 3 leitos 70%) R$ 206,75 R$ 165,40 R$ 127,23 R$ 99,97 R$ 77,40 PLANO SC SAÚDE ANEXO 11.3 - DIÁRIAS, TAXAS E GASES Vigência: 21/05/2016 TABELA DE DIÁRIAS E TAXAS HOSPITALARES - SC SAÚDE Código Descrição do Serviço Nível 5 Nível 4 Nível 3 Nível 2 Nível 1 80013015 Diária

Leia mais

Hotelaria. Reunião 05/08/2015

Hotelaria. Reunião 05/08/2015 Hotelaria Reunião 05/08/2015 PAUTA Definição dos indicadores; Registros das informações; Adesão ao programa; Participação dos hospitais; Estudo de Caso (próxima reunião); Índice do Quilo de Roupa Lavada

Leia mais

Secretaria de Estado da Saúde SP Coordenadoria de Regiões de Saúde - CRS. Painel Santa Casa SUStentável

Secretaria de Estado da Saúde SP Coordenadoria de Regiões de Saúde - CRS. Painel Santa Casa SUStentável Painel Santa Casa SUStentável Em 11 de dezembro de 2013 foi realizado o lançamento do Programa de auxílio às Santas Casas e hospitais filantrópicos do Estado de São Paulo. O projeto, conhecido como Santa

Leia mais

PROCEDIMENTO DE CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS TÉCNICOS ESPECIALIZADOS Nº DT 02/2016

PROCEDIMENTO DE CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS TÉCNICOS ESPECIALIZADOS Nº DT 02/2016 TERMO TÉCNICO PARA ELABORAÇÃO DE PROPOSTA CONTRATAÇÃO DE PESSOA JURÍDICA ESPECIALIZADA PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS MÉDICOS EM MEDICINA INTENSIVA PEDIÁTRICA PROCEDIMENTO DE CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS TÉCNICOS

Leia mais

PROCESSO SELETIVO DE DOCENTES, NOS TERMOS DO COMUNICADO CEETEPS N 1/2009, E SUAS ALTERAÇÕES.

PROCESSO SELETIVO DE DOCENTES, NOS TERMOS DO COMUNICADO CEETEPS N 1/2009, E SUAS ALTERAÇÕES. ETEC DOUTORA RUTH CARDOSO, SÃO VICENTE. Modelo 3C PROCESSO SELETIVO DE DOCENTES, NOS TERMOS DO COMUNICADO CEETEPS N 1/2009, E SUAS ALTERAÇÕES. AVISO N 194/10/2016 de 10/06/2016. Processo n 3818/2016 AVISO

Leia mais

Debate em foco Tendências e Inovação no Segmento Hospitalar. Inovação na Farmácia Hospitalar

Debate em foco Tendências e Inovação no Segmento Hospitalar. Inovação na Farmácia Hospitalar Debate em foco Tendências e Inovação no Segmento Hospitalar Inovação na Farmácia Hospitalar Nossa instituição hoje 439 Leitos Operacionais UTI com 57 leitos Unidades Críticas 62 leitos 19 Salas Cirúrgicas

Leia mais

Módulo 1 / Semestre 1 Carga horária total: 390ch Unidade Curricular. Semestral

Módulo 1 / Semestre 1 Carga horária total: 390ch Unidade Curricular. Semestral Curso Técnico Subsequente em Curso Técnico em Enfermagem Nome do Curso - Curso Técnico em Enfermagem CÂMPUS Florianópolis/SC MATRIZ CURRICULAR Módulo 1 / Semestre 1 Carga horária total: 390ch Unidade Curricular

Leia mais

RELATÓRIO DETALHADO DO QUADRIMESTRE ANTERIOR 1º E 2º QUADRIMESTRE

RELATÓRIO DETALHADO DO QUADRIMESTRE ANTERIOR 1º E 2º QUADRIMESTRE RELATÓRIO DETALHADO DO QUADRIMESTRE ANTERIOR 1º E 2º QUADRIMESTRE ANO 2013 Conforme previsto no art. 36 da Lei Complementar N.º 141/2012, o Relatório Detalhado do Quadrimestral Anterior contém informações

Leia mais

Sistema de Vigilância Epidemiológica das Infecções Hospitalares do Estado de São Paulo Análise dos dados de 2005

Sistema de Vigilância Epidemiológica das Infecções Hospitalares do Estado de São Paulo Análise dos dados de 2005 Rev Saúde Pública 2007;41(4):674-683 Informes Técnicos Institucionais Technical Institutional Reports Divisão de Infecção Hospitalar do Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Alexandre Vranjac. Coordenadoria

Leia mais

PLANOS EMPRESARIAIS. Soluções personalizadas para todo tipo de empresa. planos empresariais. saudesistema.com.br

PLANOS EMPRESARIAIS. Soluções personalizadas para todo tipo de empresa. planos empresariais. saudesistema.com.br S EMPRESARIAIS Soluções personalizadas para todo tipo de empresa planos empresariais saudesistema.com.br 31 3524-6410 2 A 29 VIDAS 180 Rede Ampla - com participação) até 18 anos 111,89 148,56 19 a 23 anos

Leia mais

Hospital Materno Infantil Presidente Vargas SMS PMPA

Hospital Materno Infantil Presidente Vargas SMS PMPA Hospital Materno Infantil Presidente Vargas SMS PMPA Inaugurada em 1953. Gestão municipal desde 2000 (ano em que recebeu o selo Amigo da Criança). Direção HMIPV Geral: Marcos Slompo Técnico: Felipe Cabral

Leia mais

PROJETO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS E MELHORIA CONTÍNUA DOS RESULTADOS

PROJETO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS E MELHORIA CONTÍNUA DOS RESULTADOS PROJETO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS E MELHORIA CONTÍNUA DOS RESULTADOS PROJETO Implantação de metodologia para Gestão de Custos com o objetivo de comparar os custos das instituições e custeio de alguns

Leia mais

Diretor técnico: JOSÉ SEVERIANO CAVALCANTI (CRM: 4230)

Diretor técnico: JOSÉ SEVERIANO CAVALCANTI (CRM: 4230) Relatório de Fiscalização Diretor técnico: JOSÉ SEVERIANO CAVALCANTI (CRM: 4230) Por determinação deste Conselho fomos ao estabelecimento acima citado verificar suas condições de funcionamento. Tal vistoria

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DO NATAL SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE ORÇAMENTO

PREFEITURA MUNICIPAL DO NATAL SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE ORÇAMENTO PREFEITURA MUNICIPAL DO NATAL SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE ORÇAMENTO ORÇAMENTO O orçamento é uma ferramenta de planejamento (aprovado por lei) contendo a previsão de receitas e estimativa de despesas

Leia mais

A trajetória do projeto do Hospital do Subúrbio. REGIONAL NORDESTE PPPS E CONCESSÕES 01 de Outubro 2015

A trajetória do projeto do Hospital do Subúrbio. REGIONAL NORDESTE PPPS E CONCESSÕES 01 de Outubro 2015 A trajetória do projeto do Hospital do Subúrbio REGIONAL NORDESTE PPPS E CONCESSÕES 01 de Outubro 2015 Contextualização: QUEM É VIVANTE? FOMOS HOJE SOMOS ÁREAS DE ATUAÇÃO OTIMIZAMOS OS RECURSOS E AUMENTAMOS

Leia mais

XVIII CONGRESSO MUNDIAL DE EPIDEMILOGIA VII CONGRESSO BRASILEIRO DE EPIDEMIOLOGIA

XVIII CONGRESSO MUNDIAL DE EPIDEMILOGIA VII CONGRESSO BRASILEIRO DE EPIDEMIOLOGIA XVIII CONGRESSO MUNDIAL DE EPIDEMILOGIA VII CONGRESSO BRASILEIRO DE EPIDEMIOLOGIA PORTO ALEGRE SETEMBRO 2008 Dr Paulo Rogério Affonso Antonio Dra Diva Leonor Correa Longa Permanência Causada por Reações

Leia mais

PRESTAÇÃO DE CONTAS NOVEMBRO/2013

PRESTAÇÃO DE CONTAS NOVEMBRO/2013 PRESTAÇÃO DE CONTAS NOVEMBRO/2013 28/05/2013 HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES Relatório de gestão dos serviços assistenciais do V Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, no Estado do Rio de Janeiro,

Leia mais

PRESTAÇÃO DE CONTAS JULHO/2014

PRESTAÇÃO DE CONTAS JULHO/2014 PRESTAÇÃO DE CONTAS JULHO/2014 31/07/2014 COMPLEXO ESTADUAL DO CÉREBRO V Relatório de gestão dos serviços assistenciais do Complexo Estadual do Cérebro: Instituto Estadual do Cérebro Paulo Niemeyer e Hospital

Leia mais

PROTOCOLO CÓDIGO AZUL E AMARELO

PROTOCOLO CÓDIGO AZUL E AMARELO AZUL E AMARELO I. Definição: O código amarelo consiste no reconhecimento precoce de mudanças agudas nos parâmetros vitais dos pacientes, com o intuito de reduzir o número de parada cardiorespiratórias

Leia mais

Por determinação deste Conselho fomos ao estabelecimento acima identificado verificar suas condições de funcionamento.

Por determinação deste Conselho fomos ao estabelecimento acima identificado verificar suas condições de funcionamento. RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) CNPJ 24.134.488/0002-99 Rua Professor Moraes Rêgo, s/n Cidade Universitária Recife PE. Telefone: (81) 2126-3633

Leia mais

GERENCIANDO O PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO UMA ESTRATÉGIA PARA REDUZIR O RISCO ASSISTENCIAL

GERENCIANDO O PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO UMA ESTRATÉGIA PARA REDUZIR O RISCO ASSISTENCIAL GERENCIANDO O PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO UMA ESTRATÉGIA PARA REDUZIR O RISCO ASSISTENCIAL CELIANE MARIA LOPES MUNIZ; HILDA PONCIANO; MARCOS GADELHA Hospital Regional da Unimed de Fortaleza Unidades

Leia mais

ENCONTRO NACIONAL UNIMED DE VENDAS

ENCONTRO NACIONAL UNIMED DE VENDAS Atenção Primária à Saúde A experiência da Unimed-BH Triple Aim Como está nosso modelo tradicional de plano de saúde nestes 3 quesitos? Custos do cuidado http://www.iess.org.br/?p=publicacoes&id_tipo=13

Leia mais

LISTA DE TRABALHOS APROVADOS. Eixo Humanização. Sala 01-14h

LISTA DE TRABALHOS APROVADOS. Eixo Humanização. Sala 01-14h Eixo Humanização Sala 01-14h 01 A abordagem dialética no processo de cuidado: implicações positivas em um setor Simone Braga Rodrigues de clínica cirúrgica 02 A arte como auxilio no tratamento do câncer

Leia mais

Plano de Saúde Amil Empresarial ou PME

Plano de Saúde Amil Empresarial ou PME AMIL SAÚDE PARA EMPRESAS Tabelas 02 a 29 vidas Amil Saúde 400, 500, 700 para 02 a 29 vidas AMIL SAÚDE PARA EMPRESAS QUEM PODE SER DEPENDENTE = DEPENDENTES LEGAIS ATÉ O TERCEIRO GRAU DE PARENTESCO LIMITADOS

Leia mais

Diretor técnico: DIEGO ARAGÃO DE SIQUEIRA (CRM: )

Diretor técnico: DIEGO ARAGÃO DE SIQUEIRA (CRM: ) Relatório de Fiscalização Diretor técnico: DIEGO ARAGÃO DE SIQUEIRA (CRM: 23.762) Por determinação deste Conselho fomos ao estabelecimento acima citado verificar suas condições de funcionamento. Tal vistoria

Leia mais

Manual de Preenchimento dos formulários da TISS. Versão

Manual de Preenchimento dos formulários da TISS. Versão Manual de Preenchimento dos formulários da TISS Versão 3.02.00 Agosto/2014 u Página 2 de 58 Sumário Instruções Gerais... 4 Guia de Consulta... 5 Guia de Serviço Profissional/Serviço Auxiliar de Diagnóstico

Leia mais

MODELOS DIFERENCIADOS DE FINANCIAMENTO EM SAÚDE SULAMÉRICA - HOSPITAL NIPO BRASILEIRO - PROJETO PARTO ADEQUADO

MODELOS DIFERENCIADOS DE FINANCIAMENTO EM SAÚDE SULAMÉRICA - HOSPITAL NIPO BRASILEIRO - PROJETO PARTO ADEQUADO MODELOS DIFERENCIADOS DE FINANCIAMENTO EM SAÚDE SULAMÉRICA - HOSPITAL NIPO BRASILEIRO - PROJETO PARTO ADEQUADO 2 Do ponto de vista do conhecimento racional existem somente interesses humanos e, portanto,

Leia mais

FICHAS TÉCNICAS DOS INDICADORES

FICHAS TÉCNICAS DOS INDICADORES 4ª EDIÇÃO FICHAS TÉCNICAS DOS INDICADORES SÃO PAULO, 2016 Página 1 de 92 AUTORES LÚCIA HELENA DA SILVA MENDES Mestre em Tecnologias em Saúde PUC-PR. E-MBA em Gestão Estratégica de Negócios - PUC PR. Especialista

Leia mais

Histórias de Sucesso no Controle da Infecção Hospitalar. Utilização da informática no controle da pneumonia hospitalar

Histórias de Sucesso no Controle da Infecção Hospitalar. Utilização da informática no controle da pneumonia hospitalar Utilização da informática no controle da pneumonia hospitalar Médico Assistente da Disciplina de Moléstias Infecciosas e Tropicais HC-FMRP-USP Médico da CCIH do Hospital Estadual de Ribeirão (HER) e HSP

Leia mais

Manual de Preenchimento da TISS (Troca de Informações em Saúde Suplementar)

Manual de Preenchimento da TISS (Troca de Informações em Saúde Suplementar) Manual de Preenchimento da TISS (Troca de Informações em Saúde Suplementar) 0 Última Atualização: 08/05/07 9:30h SUMÁRIO I Introdução Página 2 II - Formulários/ Legendas Página 5 II.1 Guias Página 5 2.1.1

Leia mais

AMIL SAÚDE PARA EMPRESAS Tabelas de preços 30 a 99 vidas. Tabela de preços 30 a 99 vidas plano com coparticipação

AMIL SAÚDE PARA EMPRESAS Tabelas de preços 30 a 99 vidas. Tabela de preços 30 a 99 vidas plano com coparticipação AMIL SAÚDE PARA EMPRESAS Tabelas de preços 30 a 99 vidas Julho 2016 Amil 400 Amil 400 Amil 500 Amil 700 Faixa Etária Enfermaria Apartamento Apartamento Apartamento 00 a 18 anos 202,75 230,51 254,40 314,64

Leia mais

PORTARIA Nº 2.352/GM Em 26 de outubro de 2004.

PORTARIA Nº 2.352/GM Em 26 de outubro de 2004. PORTARIA Nº 2.352/GM Em 26 de outubro de 2004. Regulamenta a alocação dos recursos financeiros destinados ao processo de contratualização constante do Programa de Reestruturação dos Hospitais de Ensino

Leia mais

GESTÃO DE CUSTOS APLICAÇÕES PRÁTICAS CC E CME

GESTÃO DE CUSTOS APLICAÇÕES PRÁTICAS CC E CME GESTÃO DE CUSTOS APLICAÇÕES PRÁTICAS CC E CME Enfª Lia Jeronymo Romero Gerente e RT do Bloco Cirúrgico do Hospital Vera Cruz-SP Custos Custos são medidas monetárias dos sacrifícios financeiros com os quais

Leia mais

Procedimento Operacional Padrão (POP) Núcleo de Segurança do Paciente - COSEP - NUVISAH Título: Mecanismos de Identificação do Paciente.

Procedimento Operacional Padrão (POP) Núcleo de Segurança do Paciente - COSEP - NUVISAH Título: Mecanismos de Identificação do Paciente. Procedimento Operacional Padrão (POP) Núcleo de Segurança do Paciente - COSEP - NUVISAH Título: Mecanismos de Identificação do Paciente. POP nº 01 - NUVISAH/HU Versão: 01 Próxima revisão: 11/09/2014 Elaborado

Leia mais

CICLO DE MELHORIA NACIONAL DA QUALIDADE DA PREVENÇÃO E CONTROLE DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE (IRAS) 2015/2016

CICLO DE MELHORIA NACIONAL DA QUALIDADE DA PREVENÇÃO E CONTROLE DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE (IRAS) 2015/2016 CICLO DE MELHORIA NACIONAL DA QUALIDADE DA PREVENÇÃO E CONTROLE DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE (IRAS) 2015/2016 PROGRAMA DE GESTÃO DA QUALIDADE Programa de Gestão da Qualidade (GQ) é o

Leia mais

Impacto da Acreditação da Joint Commission International na Gestão Hospitalar

Impacto da Acreditação da Joint Commission International na Gestão Hospitalar Seminários de Gestão Tendências e Inovações em Saúde Tendências em Saúde e Impactos na Gestão Hospitalar FEHOSUL Impacto da Acreditação da Joint Commission International na Gestão Hospitalar Helena Barreto

Leia mais

IMPORTÂNCIA DO CONTROLE DE RESISTENTES E INFECÇÃO EM UTI

IMPORTÂNCIA DO CONTROLE DE RESISTENTES E INFECÇÃO EM UTI Grupo Técnico Médico Hospitalar - GTMH Divisão Técnica de Serviços de Saúde - SERSA Centro de Vigilância Sanitária - CVS IMPORTÂNCIA DO CONTROLE DE MICROORGANISMOS MULTI- RESISTENTES E INFECÇÃO EM UTI

Leia mais

CENSO DE DIÁLISE SBN 2013

CENSO DE DIÁLISE SBN 2013 CENSO DE DIÁLISE SBN 213 Dados Gerais Total de Unidades Renais Cadastradas na SBN: 73 Total de Unidades Renais Cadastradas na SBN e Ativas com programa crônico: 658 Total de Unidades Ativas que Responderam

Leia mais

PRESTAÇÃO DE CONTAS FEVEREIRO/2015

PRESTAÇÃO DE CONTAS FEVEREIRO/2015 PRESTAÇÃO DE CONTAS FEVEREIRO/2015 11/03/2015 HOSPITAL ESTADUAL ROCHA FARIA CAMPO GRANDE / RJ V. Relatório referente ao Contrato de Gestão 30/2012 sobre os serviços assistenciais da Maternidade, Odontologia

Leia mais

I. Informações BásicaS

I. Informações BásicaS I. Informações BásicaS item Órgão municipal de saúde Plano Municipal Conselho Municipal Conselho Gestor de Unidade(s) de Saúde Fundo Municipal Cartão do Sistema Único de Saúde (SUS) Disque-Saúde Ouvidoria

Leia mais

TISS. Troca de Informações em Saúde Suplementar MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA REDE CREDENCIADA PREENCHIMENTO DOS FORMULÁRIOS

TISS. Troca de Informações em Saúde Suplementar MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA REDE CREDENCIADA PREENCHIMENTO DOS FORMULÁRIOS TISS Troca de Informações em Saúde Suplementar MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA REDE CREDENCIADA PREENCHIMENTO DOS FORMULÁRIOS 2007 ÍNDICE 1. OBJETIVO... 03 2. INFORMAÇÕES CONTATOS... 03 3. APRESENTAÇÃO... 04

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS HOSPITAL ESCOLA NÚCLEO DE SEGURANÇA DO PACIENTE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS HOSPITAL ESCOLA NÚCLEO DE SEGURANÇA DO PACIENTE UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS HOSPITAL ESCOLA NÚCLEO DE SEGURANÇA DO PACIENTE ROTINA DE IDENTIFICAÇÃO CORRETA DO PACIENTE META INTERNACIONAL DE SEGURANÇA 1 ( MIS-01) 1 OBJETIVO PROCEDIMENTO OPERACIONAL

Leia mais

Guias TISS As condições de preenchimento dos campos são: 1.Obrigatório: a situação na qual o termo deve ser preenchido, incondicionalmente;

Guias TISS As condições de preenchimento dos campos são: 1.Obrigatório: a situação na qual o termo deve ser preenchido, incondicionalmente; Guia Guias TISS 3.02.01 No TISS 3.02.00 a ANS definiu novo layout para troca de informações entre operadoras e prestadores de serviços, na autorização, cobrança, demonstrativos de pagamento e recurso de

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE HOSPITAL SANTA MARCELINA

MINISTÉRIO DA SAÚDE HOSPITAL SANTA MARCELINA MINISTÉRIO DA SAÚDE HOSPITAL SANTA MARCELINA Implantação do Método KanBan no Pronto Socorro (SUS) em um Hospital Filantrópico Quaternário da Zona Leste de São Paulo Autoria: Ir. Carla Rosimeire Felix São

Leia mais

DETECÇÃO PRECOCE E EVOLUÇÃO DA SEPSE NO HOSPITAL UNIMED SANTA HELENA

DETECÇÃO PRECOCE E EVOLUÇÃO DA SEPSE NO HOSPITAL UNIMED SANTA HELENA UNIMED PAULISTANA DETECÇÃO PRECOCE E EVOLUÇÃO DA SEPSE NO HOSPITAL UNIMED SANTA HELENA Autores: Enf. Priscila Senna Mayrbaurl Enf. Izabela Tortoza Enf. Luciane Matos Torrano SEPSE Trata-se de uma síndrome

Leia mais

TERMO TÉCNICO PARA ELABORAÇÃO DE PROPOSTA

TERMO TÉCNICO PARA ELABORAÇÃO DE PROPOSTA TERMO TÉCNICO PARA ELABORAÇÃO DE PROPOSTA CONTRATAÇÃO DE PESSOA JURÍDICA ESPECIALIZADA PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS MÉDICOS EM CLINICA MÉDICA E MEDICINA INTESIVA ADULTO PROCEDIMENTO DE CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Cesárea, Parto normal, Período Pós Parto.

PALAVRAS-CHAVE: Cesárea, Parto normal, Período Pós Parto. 8. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA

Leia mais

Auditoria Concorrente. Encontro de Auditoria Unimed Central-RS Porto Alegre 07 de agosto de 2015

Auditoria Concorrente. Encontro de Auditoria Unimed Central-RS Porto Alegre 07 de agosto de 2015 Auditoria Concorrente Encontro de Auditoria Unimed Central-RS Porto Alegre 07 de agosto de 2015 UNIMED PORTO ALEGRE 40,7% 46 de participação do mercado de planos de saúde no RS (ANS dezembro/2014) Municípios

Leia mais

RESOLUÇÃO COFEN-293/2004

RESOLUÇÃO COFEN-293/2004 RESOLUÇÃO COFEN-293/2004 Fixa e Estabelece Parâmetros para o Dimensionamento do Quadro de Profissionais de Enfermagem nas Unidades Assistenciais das Instituições de Saúde Legislação Rápida O Conselho Federal

Leia mais

Rua Dr. Henrique Nascimento, s/nº - Centro Belo Jardim. Diretor técnico: LUIZ CARLOS DE ARAUJO MESQUITA (CRM: 9392)

Rua Dr. Henrique Nascimento, s/nº - Centro Belo Jardim. Diretor técnico: LUIZ CARLOS DE ARAUJO MESQUITA (CRM: 9392) Relatório de Fiscalização HOSPITAL JÚLIO ALVES DE LIRA Rua Dr. Henrique Nascimento, s/nº - Centro Belo Jardim Diretor técnico: LUIZ CARLOS DE ARAUJO MESQUITA (CRM: 9392) Por determinação deste Conselho

Leia mais

PORTARIA Nº 1.703/GM Em 17 de agosto de 2004.

PORTARIA Nº 1.703/GM Em 17 de agosto de 2004. 1 de 5 12/03/2014 11:52 PORTARIA Nº 1.703/GM Em 17 de agosto de 2004. Destina recurso de incentivo à contratualização de Hospitais de Ensino Públicos e Privados, e dá outras providências. O MINISTRO DE

Leia mais

CIR LITORAL NORTE. Possui 4 municípios: Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião e Ubatuba

CIR LITORAL NORTE. Possui 4 municípios: Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião e Ubatuba CIR LITORAL NORTE Possui 4 municípios: Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião e Ubatuba População e Território Em 2016 a população estimada da região é de 308.843 habitantes, com 98% residindo em áreas

Leia mais

Tipologia dos Estabelecimentos de Saúde

Tipologia dos Estabelecimentos de Saúde Tipologia dos Estabelecimentos de Saúde O Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde - CNES foi implantado em 29 de dezembro de 2000, através da Portaria SAS n.º 511. O CNES abrange a todos os estabelecimentos

Leia mais

Legenda da Guia de Resumo de Internação

Legenda da Guia de Resumo de Internação na Registro ANS 1 Registro ANS String 6 Registro da operadora de plano privado de assistência à saúde na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) Número da no prestador Número da de solicitação de internação

Leia mais

ANEXO I Procedimentos incluídos na Tabela de Procedimentos, Medicamentos e OPM do SUS para o tratamento da Doença Renal Crônica

ANEXO I Procedimentos incluídos na Tabela de Procedimentos, Medicamentos e OPM do SUS para o tratamento da Doença Renal Crônica ANEXO I Procedimentos incluídos na Tabela de Procedimentos, Medicamentos e OPM do SUS para o tratamento da Doença Renal Crônica CÓDIGO PROCEDIMENTO 03.01.13.005-1 Acompanhamento multiprofissional em DRC

Leia mais

Programa de Residência Médica CANCEROLOGIA PEDIÁTRICA. Comissão de Residência Médica COREME

Programa de Residência Médica CANCEROLOGIA PEDIÁTRICA. Comissão de Residência Médica COREME Programa de Residência Médica CANCEROLOGIA PEDIÁTRICA Comissão de Residência Médica COREME Programa de Residência Médica CANCEROLOGIA PEDIÁTRICA Instituída pelo Decreto nº 80.281, de 5 de setembro de 1977,

Leia mais

08/04/2016. Click to edit Master subtitle style

08/04/2016. Click to edit Master subtitle style Click to edit Master subtitle style CHECAGEM BEIRA LEITO Hospital Unimed Recife III Autor: Dr. Fernando José Barbosa da Cruz Diretor Médico Enf Ana Paula Vasconcelos de Farias Supervisora Geral de Enfermagem

Leia mais

Legenda da Guia de Resumo de Internação

Legenda da Guia de Resumo de Internação PADRÃO TISS COMPONENTE DE CONTEÚDO E ESTRUTURA Formulário do Plano de Contingência Legenda da Guia de Resumo de Internação Registro ANS 1 Registro ANS String 6 Registro da operadora de plano privado de

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Morte Fetal. Indicadores de Saúde. Assistência Perinatal. Epidemiologia.

PALAVRAS-CHAVE Morte Fetal. Indicadores de Saúde. Assistência Perinatal. Epidemiologia. 14. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido - ISSN 2238-9113 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE

Leia mais

Recursos Próprios 2013

Recursos Próprios 2013 Recursos Próprios 2013 " Serviços Próprios de Atendimento Pré-Hospitalar (SOS) e Assistência Domiciliar ( Home- Care): reconhecendo a importância destas modalidades assistenciais para o cliente e para

Leia mais