PRIMEIROS SOCORROS. Enfa Sâmela Cristine Rodrigues de Souza

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1 PRIMEIROS SOCORROS Enfa Sâmela Cristine Rodrigues de Souza

2 Primeiros socorros Noções básicas b de sinais vitais Perfil do socorrista Vias aéreas a obstrução Ressuscitação cardiopulmonar RCP Ferimentos, curativos e bandagens Hemorragias e Choque Fraturas e Luxações Traumatismos craniano e raquimedular Queimaduras e Hipotermia Síncopes e Desmaios

3 Sinais vitais: - Pulso e/ou freqüência cardíaca aca - Respiração - Temperatura - Pressão Arterial (se possível)

4 PERFIL DO SOCORRISTA

5 Obstrução das Vias AéreasA - Manobra de Heimlich

6 Reanimação cardiopulmonar: - Conjunto de procedimentos realizados na vítima v de parada cardiopulmonar, na tentativa de restabelecer a ventilação pulmonar e a circulação sangüí üínea. - Deve ser realizada o mais rápido r possível após s a verificação da PCR. - Consiste em massagem cardíaca aca e ventilação mecânica (insuflações).

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8 Ferimentos: - Lesão ou perturbação em qualquer tecido, como resultado de um trauma. - Pele - maior órgão do corpo, portanto, mais exposição a lesões - O atendimento imediato e eficiente às s vítimas v de ferimento tem como objetivo prevenir lesões adicionais, contaminação, além m de controlar sangramento e aliviar a dor.

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10 Curativos: - Expor o ferimento para inspeção; - Controle de sangramento; - Limpeza de superfície da lesão; - Proteção com gaze estéril; - Bandagens e imobilização da vítima. v

11 Hemorragias: - Interna: o sangramento se dád para o interior do corpo; - Externa: totalmente visível. vel. - Artérias, rias, veias e capilares - São consideradas hemorragias graves, aquelas em que há perda de aproximadamente 1,5 l de sangue em adultos e 200ml em crianças. as. - É importante observar o tipo de sangramento (se arterial ou venoso) e a velocidade da perda (perdas rápidas podem dificultar a reposição e levar o paciente ao estado de Choque).

12 Controle da hemorragia externa: - Compressão direta (sobre a ferida); - Elevação da área atingida; - Pressão sobre o ponto de pulso; - Torniquete (?).

13 Controle de hemorragia interna: - Bolsas de gelo sobre o local do trauma; - Encaminhamento rápido r ao hospital.

14 Fraturas: - Lesão óssea de origem traumática, tica, produzida por trauma direto ou indireto, de alta ou baixa energia. O conjunto de fragmentos ósseos produzidos pela fratura e os tecidos lesados em torno da contusão é denominado foco de fratura. O osso é o único tecido do nosso organismo que cicatriza com o mesmo tecido anterior à lesão. O processo de cicatrização óssea denomina-se consolidação.

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16 Fratura incompleta: - Não háh rompimento da continuidade óssea Fratura completa: - Os fragmentos ósseos perdem a continuidade, ficando desviados ou não. O manuseio destas fraturas deve ser cuidadoso e técnico, t para evitar lesão nos tecidos visinhos.

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18 Fratura fechada: - O foco da fratura está protegido por partes moles e com pele íntegra; Fratura aberta ou exposta: - O foco de fratura está em contato com o meio externo, com osso exteriorizado ou não. A pele, nestes casos, está sempre lesada. A lesão da pele pode ocorrer pelo trauma, pelos fragmentos ósseos e pelo manuseio intempestivo da vítima, v tornando uma fratura fechada em aberta.

19 Sinais e sintomas das fraturas: - Dor - Aumento de volume - Deformidade - Impotência funcional - Crepitação óssea

20 luxações: - Os traumas indiretos, normalmente produzidos por quedas com apoio de extremidades, fazem com que as superfícies articulares saiam de sua posição, produzindo perda da congruência articular e da função da articulação correspondente.

21 Luxações (sinais e sintomas): - Dor; - Deformidade; - Impotência funcional; - Palidez localizada; - Edema; - Encurtamento ou alongamento;

22 TCE e TRM - Traumatismos cranioencefálico e raquimedular - Importante saber como NÃO agir nestes casos. - Escala de Coma de Glasgow

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25 Queimaduras: - Por profundidade: Primeiro grau Segundo grau Terceiro grau - Causas: TérmicasT Químicas Por Eletricidade Pela Radiação

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27 Hipotermia: - Resfriamento generalizado do organismo e ocorre com exposição a temperaturas mais baixas mas, ainda assim, acima do ponto de congelamento. - A severidade da hipotermia é proporcional ao tempo de exposição ao frio.

28 Síncope ou Desmaio: - Caracteriza se por qualquer tipo de perda de consciência de curta duração que não necessite de manobras específicas para a recuperação. O termo lipotímia tem sido utilizado para designar o episódio de perda incompleta da consciência. A causa fundamental da síncope s é a diminuição da atividade cerebral.

29 Atendimento à Síncope: - Manter a vítima v deitada com os MMII elevados e a cabeça a mais baixa que o corpo por aproximadamente 20 min; - Colocar a vítima v em local ventilado; - Liberar vestimentas apertadas; - Não dar nada para comer ou beber; - Informar-se sobre a história da vítima. v

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