Diálogos Capitais Portos Infraestrutura e Logística para o Desenvolvimento do Nordeste 28 de Janeiro de 2014

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1 Diálogos Capitais Portos Infraestrutura e Logística para o Desenvolvimento do Nordeste 28 de Janeiro de 2014 Aluisio Sobreira Diretor Associação de Comércio Exterior do Brasil - AEB

2 O papel da infraestrutura portuária no desenvolvimento do Nordeste e as oportunidades para o Brasil a partir de uma região mais próxima da Europa, América do Norte e do Canal do Panamá;

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4 O Comércio Exterior Brasileiro: Retrospectiva e análise qualitativa A Região Nordeste no contexto do Comércio Exterior Brasileiro / Características A importância do Sistema Portuário no contexto do Comércio Exterior Brasileiro O Canal do Panamá O novo Marco Regulatório Portuário no Brasil

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6 O Comércio Exterior Brasileiro: Balança Comercial Brasileira ANO EXPORTAÇÃO IMPORTAÇÃO SALDO CORR.COM. US$ BI VAR % US$ BI VAR % US$ BI US$ BI ,12 14,80 55,85 13,28-0,73 110, ,29 5,75 55,60-0,45 2,69 113, ,44 3,69 47,24-15,03 13,20 107, ,20 21,12 48,33 2,29 24,88 121, ,68 32,07 62,84 30,03 33,84 159, ,53 22,60 73,60 17,13 44,93 192, ,81 16,26 91,35 24,12 46,46 229, ,65 16,58 120,62 32,04 40,03 281, ,94 23,21 172,99 43,42 24,96 370, ,99-22,71 127,72-26,17 25,27 280, ,92 31,98 181,65 42,22 20,27 383, ,04 26,81 226,25 24,55 29,79 482, ,58-5,26 223,15-1,37 19,43 465, ,18-0,16 239,62 7,38 2,56 481,80 Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB

7 O Comércio Exterior Brasileiro: Ranking Mundial de Exportação em 2012

8 O Comércio Exterior Brasileiro Índice de Participação das Exportações Mundiais em %

9 O Comércio Exterior Brasileiro Ranking Mundial de Importação em 2012

10 O Comércio Exterior Brasileiro Participação Percentual do Comércio Mundial, por Blocos Econômicos, em 2012 PARTICIPAÇÃO PERCENTUAL DO COMÉRCIO MUNDIAL, POR BLOCOS ECONÔMICOS, EM 2012

11 O Comércio Exterior Brasileiro EXPORTAÇÕES, POR FATOR AGREGADO, EM TON IMPORTAÇÕES, POR FATOR AGREGADO, EM TON

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13 A região Nordeste no contexto do Comércio Exterior Brasileiro A Realidade Geográfica

14 A região Nordeste no contexto do Comércio Exterior Brasileiro Características Particulares Todos os estados dispõem de acesso marítimo; A população passou a ter uma maior e melhor distribuição de renda e maior consumo; As realidades econômicas não são lineares; Os Complexos Industriais de Pecem e Suape se materializaram como polos atrativos de desenvolvimento com a vantagem de disporem de portos de águas profundas, assim como o Complexo Portuário de Itaqui; As distâncias da Região Nordeste para os maiores parceiros do Brasil no comércio exterior são menores que as dos estados de maior produção; A região tem baixa inserção no comércio exterior como exportadora, caracterizando-se mais como importadora, tanto no mercado interno como externo;

15 A região Nordeste no contexto do Comércio Exterior Brasileiro Características Particulares O processo de industrialização vem sendo crescente, porém com baixa velocidade; Forte dependência de recursos federais para investimento em infraestrutura; Necessidade de acelerar os processos de desoneração fiscal e tributários para que se tornem protagonistas no comércio exterior e não apenas coadjuvantes. Como exemplo pode ser citada a implantação de ZPE s.

16 A Região Nordeste no contexto do Comércio Exterior Brasileiro BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA DE MERCADORIAS REGIÃO NORDESTE T O T A L BRASIL REGIAO NORDESTE Estado EXPORTAÇÃO IMPORTAÇÃO 2013 Part Part. Var. % 2013 Part Part. Var. % (A) % (B) % (a/b) (A) % (B) % (a/b) , , , ,74-8, , ,65 6,72 Bahia , ,65-10, , ,48 14,51 Maranhão , ,25-22, , ,16-3,22 Pernambuco , ,54 50, , ,96 3,47 Ceará , ,52 12, , ,28 15,27 Alagoas , ,42-26, , ,28 5,79 Rio Grd. Norte , ,11-5, , ,19 14,27 Paraíba , ,10-22, , ,12 5,59 Piauí , ,09-28, , ,10 19,65 Sergipe , ,06-43, , ,08 15,31 Fonte: MDIC/SECEX US$ F.O.B

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18 Comércio Exterior Brasileiro A importância dos portos VIAS DE TRANSPORTE NA EXPORTAÇÃO, VALOR E PESO, EM 2012 VIAS DE TRANSPORTE NA IMPORTAÇÃO, VALOR E PESO, EM 2012

19 Comércio Exterior Brasileiro A Importância dos Portos Investimento Federal em Infraestrutura de Transporte

20 Comércio Exterior Brasileiro A Importância dos Portos Investimento em Infraestrutura Portuária R$ bilhões 3,50 3,00 2,50 2,00 1,50 1,00 0,50 0,00 Investimento Total Público Privado 2,43 2,26 2,07 1,98 1,81 1,52 1,77 1,42 1,77 1,21 1,07 1,17 0,77 0,31 0,03 0,35 0,35 1,61 1,07 1,37 3,22 3,09 2,95 2,41 2,52 1,65 1,62 1,60 1,30 1,47 0,70 0,82 0, Fonte: SIAFI e BNDES. Elaboração: IPEA. Média de investimento = R$ 2,5 bi/ano *Valores em R$ bilhões constantes deflacionados pelo IGP-M (dez-2012)

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22 O Canal do Panamá A ampliação do Canal do Panamá, cuja operação deverá ser iniciada em 2015, ligando os oceanos Atlântico e Pacífico, deverá impactar positivamente o Comércio Exterior Brasileiro. Basicamente o novo sistema de comportas consiste em uma mega obra que teve início em 2009 com término previsto inicialmente para Panamax vs. New Panamax Panamax New Panamax Comprimento m (965 ft) 366 m (1,200 ft) Boca m (106 ft) 49 m (160.7 ft) Calado m (41.2 ft) 15.2 m(49.9 ft) TEU

23 O Canal do Panamá

24 O Canal do Panamá A nova condição permitirá a operação de navios de grande porte, o que deverá resultar em extraordinário ganho de escala que, consequentemente, deverá alterar significativamente o comércio marítimo internacional. Os empreendimentos implantados na Região Nordeste, além da maior proximidade da América do Norte e Europa, passarão a contar também com os benefícios gerados pela ampliação do Canal que, certamente, deverão torná-los mais competitivos, pois permitirá acesso de grandes navios ao oriente, que hoje se utilizam de rotas mais longas pelo sul da América do Sul e da África.

25 O Canal do Panamá

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27 O novo Marco Regulatório Portuário do Brasil ABORDAGEM INICIAL Os Objetivos Aparentes na Adoção da MP 595/2012 A Simplificação da Legislação O Foco na Captação de Investimentos Privados A Redução dos Entraves Burocráticos e Agilização dos Fluxos na Movimentação de Cargas A Redução dos Custos na Movimentação de Cargas A Promoção do Desenvolvimento A Liberdade para Entrada de novos Players na atividade Solução do Conflito da Obrigatoriedade da Presença de Carga Própria para justificar os Terminais Privativos Os Pressupostos Constitucionais de Urgência e Relevância

28 O novo Marco Regulatório Portuário do Brasil ABORDAGEM INICIAL Antecedentes A base do Arcabouço Jurídico Regulatório Portuário (década de 30) A Extinção da Portobras (ano de 1990) A Edição da Lei nº 8630/93 Os Períodos Pré e Pós a Lei nº 8.630/93 Alguns Problemas não Resolvidos pela Lei nº 8.630/93 A Falta de Padronização dos Arrendamentos Realizados A Questão da Adequação dos Contratos Anteriores a Lei nº 8.630/93 Os Problemas com a Falta de Dragagens Conflitos Empresariais Resultantes da Preponderância de Carga Própria para justificar economicamente os Terminais Privativos de Uso Misto A demanda por alterações na Lei nº 8.630/93

29 O Novo Marco Regulatório Portuário do Brasil A Evolução do Processo A Discussão do Tema no Governo da Presidente Dilma Rousseff nos Anos de 2011/2012; A Edição da Medida Provisória 595/2012 e a Revogação da Lei nº 8630/93; A Apresentação das 645 Emendas; O Processo Parlamentar de Conversão da MP 595/2012 em Lei; A Lei nº de 5 de junho de 2013 e o Decreto nº de 27 de junho de 2013;

30 O Novo Marco Regulatório Portuário do Brasil A Evolução do Processo O Processo de Implementação do novo Marco Regulatório em curso: As Situações Transitórias; Os Novos Arrendamentos; A contratação da EBP; Após o lançamento dos blocos 1 e 2 foram geradas cerca de contribuições, indicando necessidade de aperfeiçoamentos; A reação do TCU; Os novos terminais de Uso Privado.

31 O Novo Marco Regulatório Portuário do Brasil Os objetivos pretendidos, de atrair investimentos e reaparelhar portos e terminais, reduzir a burocracia e os custos consequentes, e, simultaneamente, incentivar e aumentar a competitividade do comércio exterior brasileiro dificilmente serão alcançados no curto e médio prazos. Na lista de áreas que serão licitadas, estão presentes terminais privatizados antes da criação da Lei dos Portos, em 1993, cujos contratos estão vencidos ou prestes a vencer. Condição com tendência a gerar disputas judiciais. Com relação aos terminais privados, houve um aumento na burocracia apesar da liberação da existência de carga própria para justificar economicamente o empreendimento.

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33 Tendências e dúvidas que afetam a economia, o comércio exterior, a logística e os portos no Brasil A China tende a crescer em taxas mais reduzidas do que as do passado recente. Quais serão os reflexos no comércio mundial? Como se comportará o mercado internacional de minério e ferro nos próximos anos? Há novos players no mercado e a China é o grande cliente. Como o Brasil irá superar o desafio da carência de recursos para atender a área de transportes e a infraestrutura logística como um todo? Maior exemplo: um dos principais gargalos é o aumento da produção agrícola no País, que não vem tendo a devida contrapartida, mesmo sendo o carro chefe do Comércio Exterior Brasileiro junto com o Minério de Ferro? A necessidade de investimento é mandatória e necessita de uma política mais compatível e consistente para atrair os investidores.

34 Tendências e dúvidas que afetam a economia, o comércio exterior, a logística e os portos no Brasil A Europa tende a ter uma recuperação mais lenta que os Estados Unidos, que já a iniciou. Qual será o efeito prático para o Brasil? O Canal do Panamá após 2016, uma vez concluída suas obras de expansão, permitirá a passagem de navios com maior capacidade, proporcionando maior escala e menores fretes. O Brasil, em especial a Região Nordeste, como poderá se beneficiar do feito? A definição dos Portos Concentradores e dos de Alimentação na Região Nordeste tem tendência clara de se materializar através dos Complexos Portuários de SUAPE, PECEN e de ITAQUI, incluídos os Terminais Privados já existentes e os a serem implantados. Como harmonizar os interesses e a política dos estados nordestinos? A Cabotagem, hoje com movimentação crescente, será fundamental para reestruturar o novo modelo, mas ela terá as condições de aparelhamento e irá operar com custos adequados ao seu novo papel?

35

36 Reflexão que se Propõe A visão crítica que decorre da análise colocada demonstra que a Região Nordeste não deve ser vista de forma isolada, fora do contexto da economia e nem do comércio exterior brasileiro. Cabe identificar as melhores vocações de cada Estado, integrando-as em um modelo logístico estratégico que contemple as peculiaridades regionais sem desconsiderar a realidade geoeconômica internacional de forma a estabelecer políticas públicas compatíveis.

37 Obrigado! Aluisio Sobreira Diretor Associação de Comércio Exterior do Brasil - AEB

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