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1 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC - SP Izabel Cristina Goudart da Silva Cartografias da aprendizagem em rede: rastros das dinâmicas comunicacionais do Visualizar 11, Medialab Prado DOUTORADO EM COMUNICAÇÃO E SEMIÓTICA SÃO PAULO 2012

2 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC - SP Izabel Cristina Goudart da Silva Cartografias da aprendizagem em rede: rastros das dinâmicas comunicacionais do Visualizar 11, Medialab Prado DOUTORADO EM COMUNICAÇÃO E SEMIÓTICA Tese apresentada à Banca Examinadora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, como exigência parcial para obtenção do título de Doutor em Comunicação e Semiótica sob a orientação da Prof.ª. Drª. Maria Lucia Santaella Braga. SÃO PAULO 2012

3 Banca Examinadora

4 Dedico esta tese a meus pais, Durval (in memoriam) e Judite.

5 Por todas as nossas relações Eu agradeço, eu agradeço, eu agradeço Ao Universo que conspirou a meu favor na construção deste trabalho; A meus amados e queridos pais, por todo amor, cuidado e dedicação empregada na educação de seus quatro filhos biológicos e muitos outros de coração; a meus dois sobrinhos e a meus alunos, que me ensinam a transitar nesse novo mundo; e às minhas irmãs e a meu irmão com os quais cresci compartilhando outros universos; À Lucia Santaella, amiga e orientadora, por me conduzir à autoria de um modo delicado, amoroso e inteligente, qualidades tão preciosas no exercício da formação e direcionamento para o crescimento e evolução humana; À Marcia Marinho, pelo amor e cuidado nesses quatro anos em que caminhamos juntas, pela confiança inabalável em minha capacidade para chegar até aqui; Às minhas amigas, Vick Alves e Alexandra Supranni, pelo apoio incondicional. Aos queridos amigos, Marcelo Moraes e Renata Lemos, pela estimulante e amorosa convivência; A meus amigos, Felipe Campos, Javier Lópes, Ale Galasso, Cecília Araújo, Paula Salazar e Gustavo Rick, que me acolheram em suas casas e em seus corações;

6 A meus colegas do CAP/UFRJ e ao amigo e diretor do Colégio Estadual Souza Aguiar (RJ), Marcio Soledade, pelo apoio e pelo compromisso como educadores na luta pela qualidade e inovação na educação; A todos os artistas, programadores, hackers, designers, ciberativistas, que conheci nesses quatro anos e com os quais aprendi novos valores, em especial, aos integrantes do laboratório nômade LaboCA, Jarbas Jácome, Jeraman, Ricardo Brazileiro e Felipe Caligário, e à Desirée Santos, por sua generosidade e sua dedicação no desenvolvimento e na parceria no projeto Aprender Brincando. À CAPES pelo incentivo `a pesquisa na concessão de bolsa parcial para o PEPGCOS PUC/SP. Ao Instituto Claro, pelo reconhecimento e pelo apoio para a concretização no ambiente escolar de um laboratório cidadão aberto, participativo e colaborativo, o Aprender Brincando. Projeto premiado na 3. a edição (2011) do prêmio Instituto Claro, Novas Formas de Aprender e Empreender.

7 GOUDART, Izabel Cristina da Silva. Cartografias da aprendizagem em rede: rastros das dinâmicas comunicacionais do Visualizar 11, Medialab Prado. São Paulo, Tese (Doutorado em Comunicação e Semiótica) Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, Resumo Nas últimas três décadas, presenciamos um crescente e evolutivo processo de multiplicação, hibridização, produção e disseminação de signos e linguagens propiciados pela digitalização. Novos ambientes cognitivos, comunicacionais e culturais surgem como frutos de uma ecologia midiática e, assim, configuram um ecossistema comunicacional, que ganha importância tal qual o ecossistema verde. Mutações perceptivas e cognitivas, relacionadas ao impacto da tecnologia moderna e das tecnologias digitais, ganham maior visibilidade por meio das sensibilidades juvenis e da des-ordem cultural provocada pela difusão e pela descentralização do saber. Mudanças que problematizam os sistemas de transmissões educativas da modernidade, centralizados em torno da escola e do livro, acentuam uma espécie de fosso geracional e uma inversão de papéis, em que a juventude, por sua maior empatia, plasticidade neuronal e apropriação das tecnologias digitais, assume a condução desse processo. A hipótese proposta por Margaret Mead de uma cultura pré-figurativa ganha força no surgimento de subjetividades juvenis que transitam por outros ambientes e por dinâmicas cognitivas mediados pela linguagem hipermídia e por softwares culturais. Uma ecologia cognitiva, expressa nas dinâmicas próprias da aprendizagem em rede, desponta como uma expressão de mentes conectadas, mentes que permanecem sustentadas por uma ecologia digital. Corpos e espaços, caracterizados por sua capacidade de interconexão e de trocas, produzem fluxos comunicativos e têm, na ética hacker, na cultura livre e nos commons digitais, um fundamento no qual ancoram as possibilidades abertas para a participação, para a partilha e para a colaboração e, assim, realizam uma comunicação multimídia e multimodal em rede. Objetivando mapear essas novas condições da subjetividade dos jovens, foi realizado o estudo de caso do Visualizar' 11, programa concebido pelo Medialab Prado como um projeto de pesquisa aberto, participativo e colaborativo, que aborda as teorias, as ferramentas e as estratégias de visualização de dados. Fundamentado teoricamente e metodologicamente pela Teoria Ator-Rede, o estudo de caso do Visualizar 11 possibilitou elaborar uma cartografia de dinâmicas da aprendizagem em rede e rastrear sua indissociável relação com um ecossistema comunicacional, cognitivo e digital, por meio da reconstrução das associações entre actantes humanos e não humanos, que agem como mediadores tecendo uma rede de conexões. Dessas relações, foram extraídas as bases para uma reflexão que utiliza uma abordagem ecossistêmica-semiótica para identificar padrões presentes na apropriação e na mediação da linguagem hipermídia na construção de dinâmicas cognitivas realizadas em rede. Novos padrões, que potencializam e propiciam o surgimento de ambientes de aprendizagem cooperativos, surgem a partir da reciprocidade interativa, no reconhecimento da interdependência entre os processos de pensamento e de construção de conhecimento e o ambiente geral, voltados para uma educação para a era relacional, que não separe o indivíduo do mundo em que vive e de seus relacionamentos. Palavras-chave: Comunicação. Educação. Aprendizagem em rede. Teoria ecossistêmica. Teoria ator-rede.

8 GOUDART, Izabel Cristina da Silva. Networked learning maps: traces of communicational dynamics at Visualizar'11, Medialab Prado. São Paulo, Thesis (Ph. D. in Communication and Semiotics) Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, Abstract Over the last three decades, we have witnessed a growing and evolving process of multiplication, hybridization, production and dissemination of signs and languages enabled by digitalization. New cognitive, communicative and cultural objects emerge as a media ecology, configuring a new communication ecosystem, which becomes as important as natural ecosystems. Perceptual and cognitive mutations related to the impact of modern digital technologies are achieving greater visibility via processes of knowledge diffusion and decentralization around youth sensibilities and their countercultures. These cultural mutations challenge modern systems of educational broadcast centered around the school and the book, and emphasize what might be understood as a generational gap or role reversal, wherein youth - by virtue of their greater empathy and neuronal plasticity - assume ownership of digital technologies and therefore become the main driving force in this process. A cognitive ecology that expresses itself in the dynamics of networked learning emerges as an expression of connected minds, minds that remain supported by a digital ecology. Bodies and spaces become marked by their interconnection, communicative flow capacity, against the background of Hacker ethics and free culture. The digital commons becomes a shared ground for the possibilities of open participation, sharing and collaboration, and the implementation of a multimedia, multimodal network. In order to map these new digital features of youth subjectivity, a study about Visualizar'11 was conducted. Visualizar'11 is a Medialab Prado program designed as an open research project, participatory and collaborative, which addresses theories, tools and strategies for data visualization. Theoretically and methodologically based upon Actor-Network Theory, this research studied Visualizar'11 as a case of inquiry, mapping the development of a learning network by following its traces within a cognitive and digital ecosystem of communication, and reconstructing the associations between human and nonhuman actants, which act as mediators weaving a web of connections. The inseparability of communicative, cognitive and digital ecosystems is evidenced within a system-integrated environment that fosters the emergence of a collective mind as a shared property. These relationships were used as references for theoretical reflections based on an ecosystemic, semiotic approach which identified patterns present in the appropriation and mediation of hypermedia language in dynamic cognitive networks. These new standards enhance and foster the emergence of cooperative learning environments, which arise from interactive reciprocity, in recognition of the interdependence between thought processes, knowledge building and the environment; and are oriented toward an education which belongs to the relational era, one that does not separate the individual from her relationships and the world. Keywords: Communication. Education. Networked learning. Ecosystemic theory. Actornetwork theory.

9 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1: Mapa interativo on-line aberto para coleta colaborativa de dados sobre a estrutura, tipo de atividades e interconexão entre os diversos laboratórios de mídia no mundo... 7 Figura 2: M. C. Escher Bond of Union (1956).. 25 Figura 3: Possíveis campos de aplicação da convergência tecnológica Figura 4: Oneness Figura 5: Estudo da NSFNET de visualização do tráfego de entrada, medido em bilhões de bytes, do backbone T1 para o mês de setembro de A faixa de volume de tráfego é retratado de roxo (zero bytes) ao branco (100 bilhões de bytes). Ele representa os dados coletados por Mérito Network, Inc. Os nós de backbone NSFNET são mostrados no topo, redes regionais abaixo Figura 6: Um modelo de inteligência coletiva a serviço do desenvolvimento humano Figura 7: Deitch Projects Figura 8: Estrutura ressonante do anel benzênico ou aromático Figura 9: Estrutura proposta por Kékule baseada no sonho com o Ouroboro Figura 10: Imagem obtida pelo captura da tela do software interativo disponibilizado no site que possibilita a visualização tridimensional do tetraedro, incluir esferas circunscritas e inscritas, planificar e girar o polígono Figura11: Molécula do Metano (CH 4 ) Figura 12: As quatro faces do tetraedro Figura 13: Tetraedro planificado contendo uma esfera circunscrita (semiosfera) e uma

10 esfera inscrita (aprendizagem em rede) Figura 14: As quatro faces do tetraedro Figura 15: Tetraedro planificado Figura 16: Relações e agenciamentos da linguagem hipermídia Figura 17: Ecologia cognitiva e comunicacional Figura 18: Ecologia digital Figura 19: Captura de tela da interface da Pearltrees nomeada Cartografias da aprendizagem em Rede, em que foi aberta a pearl Visualizar 11. É possível agrupar diversas pearls em uma única, que pode ser fechada clicando no x, ao lado do círculo. A imagem capturada é do dia 19/08 e não corresponde à versão final Figura 20: Detalhe capturado da Figura 19, janela aberta com a interação do mouse sobre a pearl correspondente. A janela permite uma visualização ágil do conteúdo da pearl, além de: disponibilizar recursos para comentários e partilha nas redes google+, twitter e facebook; obter o código que permite postá-la em outra página ou enviar um convite por ; e obter a url completa ou reduzida para uma postagem no twitter, por exemplo, bastando clicar em cada ícone correspondente. Essa janela se difere das demais, pois corresponde à pearltree que nomeia o coletivo. Pode ser adicionado um editorial para descrevê-la. O número de pearls conectados é disponibilizado, bem como o número de visualizações (hits) e picks (uma variação do curtir do facebook). Convites para editar a pearltree podem ser feitos, compondo o team up Figura 21: Janela de comentários do pearl da página Processing.org. Quando foi adicionada, a página continha 7 comentários de usuários. Os comentários abordam o software Processing, disponibilizado para download na plataforma processing.org. O usuário Trackingnewtech descreve o software e Noncom acrescenta suas críticas e outras opções de programas para o mesmo fim. Essa página é um dos itens coletados na pearl Cartografias da aprendizagem em rede visualizada no ipad Figura 22: Curiosidade + escolha Figura 23: Intenção + atenção

11 Figura 24: Vista a partir da Plaza de las Letras Figura 25: Detalhes do projeto da fachada digital, vista lateral Figura 26: Plaza das Letras, vista frontal da fachada digital Figura 27: Apresentação do AVLAB Figura 28: Segundo dia de trabalho da oficina internacional Visualizar 11: compreender as infraestruturas; dedicado a visualização de infraestruturas compreendidas como grandes sistemas que suportam processos globais, desde os que produzem energia e água aos que possibilitam a comunicação global e mobilidade Figura 29: Imagem capturada da tela de computador da janela do Flickr, busca Visualizar 11, na lateral direita motores de busca relacionam outros participantes, redirecionando para imagens correlatas ao tema Figura 30: Mesa realizada em 05/05/2011 sobre o tema dados abertos Figura 31: Recorte da página da convocatória, vídeo apresentando o programa Figura 32: Storyboard elaborado para apresentação final e exposição dos projetos do Visualizar

12 SUMÁRIO MITAKUYE OYASIN (POR TODAS AS NOSSAS RELAÇÕES)... 1 CARTOGRAFIAS DA APRENDIZAGEM EM REDE... 5 CONTEXTUALIZANDO: CAMINHOS E DESCAMINHOS DE UMA AVENTURA NÔMADE COMUNICAÇÃO E EDUCAÇÃO: O CRESCIMENTO DOS SIGNOS UM SOBREVOO: JUSTIFICATIVA E LIMITES MUTAÇÕES DA ERA DIGITAL MUTAÇÕES E A DES-ORDEM CULTURAL CAINDO NA REDE MUTAÇÕES EM EDUCAÇÃO REDES, CONECTIVIDADE E APRENDIZAGEM CONECTIVISMO REDES E CONECTIVIDADE NA EDUCAÇÃO Ciberespaço como um ambiente virtual de aprendizagem Interatividade, fluxos informacionais e os nós da rede Os objetos técnicos começam a ganhar vida Redes sociais da internet Colaboração em foco APRENDIZAGEM EM REDE: UM CONCEITO QUE ESCAPA AO PENSAMENTO DA REPRESENTAÇÃO? REDES E MEDIAÇÃO: SOCIAL X COLETIVO APRENDIZAGEM, CONECTIVIDADE E SEMIOSE

13 2.5.1 Complexidade e aprendizagem em rede Conectividade e mediação Aprendizagem e semiose Aprendizagem em rede como um processo evolutivo AS TRÊS ECOLOGIAS E A APRENDIZAGEM EM REDE ECOLOGIA COGNITIVA E COMUNICACIONAL: A LINGUAGEM HIPERMÍDIA O SOFTWARE: ATOMIZANDO A CULTURA ECOLOGIA DIGITAL SEGUINDO OS RASTROS: METODOLOGIA CARTOGRAFIAS DA APRENDIZAGEM EM REDE CARTOGRAFIAS DA APRENDIZAGEM EM REDE ESTUDO DE CASO DO VISUALIZAR LINGUAGENS LÍQUIDAS MEDIALAB PRADO: PLATAFORMA ABERTA DE PROTOTIPADO COLABORATIVO VISUALIZAR 11: PLATAFORMA DE INVESTIGAÇÃO E APRENDIZAGEM IVY-MARÃEN: A TERRA SEM MALES, ANO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXO

14 MITAKUYE OYASIN 1 : POR TODAS AS NOSSAS RELAÇÕES A saudação nativa que convoca o estar atento ao princípio de interconexão entre tudo e todos, sejam humanos ou não-humanos, é aqui o ponto de partida e de chegada, que se fez eixo norteador deste estudo. Um caminho que teve início na interface entre arte, ciência e tecnologia, resultando em uma gama de associações, algumas levadas pelo acaso, outras fruto de seguir os rastros deixados pelas pistas da experimentação e abertura da experiência estética. Acolhendo o conceito de partilha do sensível de Jacques Rancière (2005, p. 13), consideramos as práticas artísticas como um campo de partilha do comum no que estas, articulando maneiras de fazer, formas de visibilidade de maneiras de fazer e modos de pensabilidade de suas relações, intervêm na experiência coletiva. Um modo de ser específico daquilo que pertence à arte, ao modo de ser de seus objetos, configurando um regime estético que a desobriga de qualquer regra especifica, hierarquias, temas, gêneros e artes, e remete para a invenção de formas sensíveis, para os possíveis modos de transformação que estas assinalam, as linhas de passagem e rotas de fuga que possibilitam. São os artistas que sinalizam rotas para a adaptação humana às novas paisagens a serem habitadas pela sensibilidade (SANTAELLA, 2007, p. 67). Num sentido mais abrangente, compreendemos a estética como um princípio universal de razoabilidade direcionada para o crescimento e corporificação da razão criativa. Na filosofia de Charles Sanders Peirce 2, a estética, a ética e a lógica ou semiótica 3 reúnem os 1 Mitakuye Oyasin (Eu sou aparentado com tudo o que existe) é uma oração tradicional da tribo Lacota Sioux, com a sua frase de abertura usada como refrão em muitas outras orações e canções da tribo. Reflete a crença inerente da maioria das tradições nativas americanas de que tudo está interconectado. 2 A obra de Peirce é oceânica, de uma imensidão tamanha que seus limites se perdem de vista (SANTAELLA, 1994, p. 112). No presente estudo, não apresentaremos sua filosofia e conceitos em capítulo à parte, mas inseridos ao longo da argumentação. Para um maior aprofundamento de sua filosofia consultar Santaella (1994, 1995; 2005). A abreviação CP será utilizada quando nos referirmos aos Collected Papers. 3 A estética, ética e lógica são ciências normativas para Peirce, aquelas que estudam o que deve ser, isto é, fins, propósitos, valores, metas e ideais que atraem e guiam a conduta deliberada (SANTAELLA, 1994). A lógica lida com o raciocínio sob a tutela do autocontrole e da autocrítica, o que implica em direcionar a conduta de forma deliberada em direção a um propósito último do pensamento, sendo este determinado pela ética. A ética vem responder às perguntas: Para onde a forca da minha vontade deve ser dirigida? (CP 2.198), que normas e ideais 1

15 princípios que orientam a sensibilidade, a vontade e a mente para um ideal admirável: metas ou ideias que descobrimos porque somos atraídos por eles, empenhando-nos na sua realização concreta (SANTAELLA, 2003, p. 329). Num movimento tríplice, a razão inteligente é orientada pela ética, que pergunta para que fim todo esforço deve ser dirigido. Esta, por sua vez, apela para a estética para ajudá-la a determinar um fim último, o summum bonum (CP 1.191, , 2.116, e 6.290). A estética ganha um outro contorno com Peirce, é a ciência geral do admirável contida na espontaneidade da vida, na variedade e diversidade características do universo, na tendência da natureza para o crescimento, aprendizagem, aquisição e mudança de hábitos, leis gerais que são resultados de um processo evolutivo (CP 7.515). Seguindo o princípio de interconexão de todas as coisas, o eixo ético que orienta este estudo vem do aprendizado com a natureza, dos seus ecossistemas e do reconhecimento de que é necessária uma profunda mudança de percepção e pensamento que possa garantir a sobrevivência desse complexo sistema que organiza a permanência da vida em nosso planeta. Uma ética ecológica alicerçada em valores ecocêntricos, na qual a percepção ecológica profunda reconhece a interdependência fundamental de todos os fenômenos, e o fato de que, enquanto indivíduos e sociedades, estamos todos encaixados nos processos cíclicos da natureza (CAPRA, 1995, p. 16). Na ecologia, a metáfora da rede é uma questão central a teia da vida consiste em redes dentro de redes (CAPRA, 1995, p. 35), nas quais conexões de diferentes tipos se alternam, se sobrepõe ou se combinam, sem hierarquias. A passagem de uma visão de organização hierárquica da sociedade para o padrão de redes é proposta por Capra (1995) como uma mudança de paradigma, em que a interdependência ecológica funda uma ciência das relações. Guatarri (1990) é outro autor que nos adverte para a necessidade de uma articulação ético-política, que denomina de ecosofia, entre três registros ecológicos: o do meio ambiente, o das relações sociais e o da subjetividade. Articulação que propicie uma re-invenção do meio ambiente, não apenas no contexto do que, no senso comum, se compreende por natureza, mas guiam nossas ações? Por sua vez, compete à estética responder que fins últimos são estes. O que é que se deve deliberadamente admirar per se, em si mesmo, independentemente daquilo a que se é conduzido e independentemente das suas aplicações sobre a conduta humana? Essa investigação Peirce chamou de Estética. (CP 5.36 apud SANTAELLA, 1994, p. 125). 2

16 no sentido de uma re-singularização individual e/ou coletiva dos dispositivos de produção de subjetividade, afetando os domínios moleculares de sensibilidade, de inteligência e de desejo. Precisamos aprender a pensar transversalmente as interações entre ecossistemas, mecanosferas e Universos de referências sociais e individuais (GUATARRI, 1990, p. 25), fazer emergir uma eco-lógica que detecte vetores potenciais de subjetivação e singularização, modos de agenciamentos processuais provocando desterritorializações suaves e produtivas, que coloque em causa os modos de produção de subjetividade conhecimento, cultura, sensibilidade e sociabilidade e provoque a instauração de novos sistemas de valorização. O princípio particular à ecologia ambiental é o de que tudo é possível tanto as piores catástrofes quanto as evoluções flexíveis (GUATARRI, 1990, p. 52). Nessa linha de pensamento, Moraes (1997; 2008) propõe a adoção de um paradigma educacional ecossistêmico. Paradigma que reconhece a complexidade existente no universo, cujas qualidades emergem a partir de uma rede de relações e conexões definidoras das propriedades do sistema, perspectiva que a autora extrai, principalmente, do pensamento de Morin (1995; 1996). Da física quântica, acrescenta a inseparabilidade dos fluxos entre matéria e energia, o dinamismo constante das mudanças e transformações, onde tudo está em processo, em fluxo, incluindo o pensamento: Assim, pensar sistemicamente é pensar de maneira complexa, de maneira global, de maneira ecológica. É compreender os contextos como sendo contextos ecologizados e as ações como sendo ações ecologizadas, lembrando que toda a ação individual é também influenciada pelos pensamentos, pelos sentimentos e ações dos outros. Uma ação que não envolve apenas a intenção de quem atua, já que o resultado pode ser diferente do esperado ou da intenção inicial. Toda ação envolve interação e, para Morin, ela estaria também sujeita ao princípio de incerteza e do acaso. (MORAES, 2008, p. 83). Pensar e agir a partir de contextos e ações ecologizadas é voltar a intenção e atenção para a configuração de espaços de convivência mais harmoniosos, alegres, amorosos, criando um ambiente agradável e emocionalmente sadio para o desenvolvimento do aprendiz. 3

17 A era das relações requer, por sua vez, uma nova ecologia cognitiva, traduzida na criação de novos ambientes de aprendizagem que privilegiem a circulação de informações, a construção de conhecimento pelo aprendiz, o desenvolvimento e compreensão e, se possível, o alcance e a sabedoria objetivada pela evolução da consciência individual e coletiva. Uma nova ecologia cognitiva significa uma nova relação com a cognição, com o conhecimento e com os outros, uma nova dinâmica nos processos de construção do saber, que esclareça a existência de relações, diálogos e interações entre diferentes organismos, que indique que tudo o que existe coexiste e que nada existe fora das conexões e relações. (MORAES, 2008, p. 27) Novas figuras da razão (MARTÍN-BARBERO, 2006; OROZCO GÓMEZ, 2006; SANTAELLA, 2010) estão emergindo fruto de uma tecnicidade ou mediação tecnológica que vem gerando mutações comunicacionais e culturais observáveis no fluxo evolutivo do reino dos signos e nos novos modos de percepção e de linguagem, novas sensibilidades e escritas. Mutação que se manifesta na circulação do saber fora da escola e dos livros (descentramento), na dissolução das fronteiras que separam o conhecimento acadêmico do saber comum (disseminação) e na semiodiversidade cada vez maior, expressa na lógica característica da hipermídia (SANTAELLA, 2010), propondo uma redefinição do sujeito da educação (MARTÍN-BARBERO, 2003). Pensar em termos de mutação, enquanto fluxo contínuo de mudança, conduz-nos a um princípio evolutivo universal. Os ideogramas do I Ching 4 (Livro de Mutações) são compostos por linhas inteiras e interrompidas, superpostas em conjuntos de três e seis linhas, chamadas Kua (signo). Associa-se aos Kuas o ideograma I que, segundo alguns autores, teria sua origem na imagem do camaleão, significando movimento (devido à agilidade dos lagartos) e mutação (em virtude do mimetismo), fluir contínuo da mudança. Não há o que mude, não há quem mude, só ha o mudar (WILLEIN, 1999, XII). Segundo o Livro de Mutações, se algo ou alguém muda, significa supor esse algo ou alguém fora da mutação, sofrendo-lhe a ação. 4 Plaza (2008, p ) apresenta no livro Tradução Intersemióitca uma síntese de estudos e traduções sobre o I Ching, que possibilita uma introdução ao pensamento oriental, entre elas considera o I Ching como um largo poema circular de 64 textos, flutuando entre a sutil alusão e a referência direta, cujo tema é a transformação de todas as coisas que formam o universo ou uma descrição da mudança apresentada como verdadeira imagem da realidade. Esta última consideração levou John Blofeld a titular sua tradução para o inglês como The Book of Change e a assinalar que o aspecto mais interessante da obra é a forma como as coisas se sucedem e vão se transformando em outras, seguindo os princípios ordenadores da realidade. 4

18 Atribuindo à mutação uma universalidade, não se pode propriamente falar de algo que mude ou alguém que muda, é preciso compreender os modos e estágios da mutação. Antes de tudo, é preciso reconhecer que a convergência da globalização e da revolução tecnológica configura novo ecossistema de linguagens e escritas. A cada avanço que se opera no mundo da linguagem, passamos a habitar em novas ecologias comunicacionais e culturais que apresentam uma semiodiversidade cada vez maior. As estruturas digitas híbridas de textos, imagens, áudios, vídeos e programação têm possibilitado a criação de uma lógica nunca antes explorada, uma lógica característica da hipermídia que é própria das redes nas quais os meios de produção, de armazenamento, de distribuição e de recepção se fundem em um todo complexo. Neste, borramse as tradicionais bordas comunicativas entre produção, de um lado e recepção, de outro. Não são poucas as consequências culturais e cognitivas que isso traz para os modos de se produzir informação, conhecimento, ciência, arte e entretenimento, trazendo para o foro dos debates questões candentes que precisam ser exploradas, livres de preconceitos e saudosismos. (SANTAELLA, 2010, p. 63) CARTOGRAFIAS DA APRENDIZAGEM EM REDE A reflexividade para ter algum peso tem que ser coletiva (SANTOS, 1996, p.22) No fluxo das transformações e mudanças impulsionadas pelo crescimento e profusão das tecnologias e linguagens digitais, fomos levados em direção aos ambientes onde as comunicações e as artes se cruzam na contemporaneidade, articulando um complexo ecossistema comunicacional, cultural e cognitivo. Ambientes onde transitam as linguagens interativas da era digital e que sinalizam rotas para adaptação humana às novas paisagens... Considerando que linguagem e pensamento 5 andam de mãos dadas, tais rotas são como um decalque que capta pontos de estruturação, entendidos como estabilizações temporárias do funcionamento e criação dos rizomas (KASTRUP, 2010, p. 82). A figura do rizoma de 5 A linguagem compreendida como sinônimo de pensamento é um conceito extraído da filosofia de Peirce. A semiose ou ação dos signos compreende o próprio movimento do pensamento em processo. A exteriorização do pensamento é mediada pela produção de linguagem e processo comunicacionais e culturais que originam, transcriação de formas, tradução intersemióticas, na profusão e diversidade de signos que originam. 5

19 Deleuze e Guatarri (2000) vem sendo adotada como a metáfora que captura as características e propriedades dessas novas paisagens, cuja topologia descreve a lógica das redes. Lógica que também podemos compreender como semiose ou pensamento, cuja mediação tecnológica remete a novos modos de percepção e de linguagens, novas sensibilidades e escritas, que vem modificando o estatuto cognitivo e institucional das condições do saber e das figuras da razão (MARTÍN-BARBERO, 2006, p. 54). Motivos pelos quais traçar os contornos e desenhos dos rizomas em sua multiplicidade de formas e caminhos é realizar uma cartografia das associações, das relações e conexões, das traduções e mediações operadas pelos processos sígnicos que ocorrem nos entremeios da vida que pulsa no acoplamento entre humanos e nãohumanos. Andanças por trilhas que permitiram tornar visível o que aqui denominamos de cartografias da aprendizagem em rede. Novos ambientes de produção de conhecimento e aprendizagem que se multiplicam a cada dia, entre os quais encontramos os medialabs laboratórios de experimentação em novas mídias sejam no formato de instituições culturais (Medialab Prado, LabMIS-SP) e científicas (MIT) ou uma mistura das duas, bem como na forma de coletivos artísticos (LaboCa, Metareciclagem, Garoa Hackerlab), pontos de cultura etc. Laboratórios concebidos menos como espaços físicos e mais como uma atitude coletiva, fundada na disposição de exercitar novos modos de relacionar pessoas, informação, sociedade e o planeta. Labs que se vaporizam na dinâmica dos dispositivos móveis e das conexões sem fio, na diversidade de formatos, finalidades e concepções (FONSECA, 2012). Iniciativas de compreender a dinâmica emergente desses laboratórios. seu papel e função na sociedade contemporânea têm articulado reflexões que buscam identificar pontos comuns, diferenças fundamentais e possibilidades de intercâmbio. No Brasil, resultou na criação da plataforma Rede//Labs 6, uma plataforma de pesquisa e desenvolvimento com o objetivo de buscar pontos de contato entre o referencial internacional de medialabs e as características únicas do que vem se desenvolvendo como uma cultura digital brasileira. No âmbito da América Latina, resultou na criação do LabSurLab, organização autônoma que 6 Conferir: 6

20 reúne laboratórios oficiais, marginais, institucionais e independentes da América Latina com o objetivo de analisar os possíveis vetores e estratégias culturais da sociedade em rede 7. Figura 1: Mapa interativo on-line aberto para coleta colaborativa de dados sobre a estrutura, tipo de atividades e interconexão entre os diversos laboratórios de mídia no mundo 8. Fonte: A Figura 1 é uma imagem capturada do Mappa, projeto colaborativo que objetiva mapear os diversos laboratórios de mídias e reunir informações sobre arte, ciência e tecnologia e sobre a cultura global DIY (do it your self - faça você mesmo). É possível realizar um registro e acrescentar informações de localização, estrutura, finalidades, natureza institucional, etc. Uma espécie de google maps com a localização é gerado, além do diagrama de conexões entre os diversos labs. Mapas semelhantes estão em construção como o archivovivo.org 9, uma parceria entre o Centro Cultural da Espanha de SP, Hacklab e o projeto Mapas de Vista. 7 Conferir: O primeiro encontro foi em abril de 2011 em Medellín, Colômbia, o segundo está previsto para junho de 2012, em Quito, Equador. 8 Conferir: 9 O Centro Cultural da Espanha em São Paulo, em parceria com o Hacklab e o projeto Mapas de Vista, desenvolveram um tema de worpress dedicado a realizar cartografias. O tema pode funcionar como um portal de 7

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