PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO"

Transcrição

1 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO Unidade Auditada: BANCO DO BRASIL S/A Município - UF: Brasília - DF Relatório nº: UCI Executora: SFC/DEFAZ - Coordenação-Geral de Auditoria da Área Fazendária Senhora Diretora, RELATÓRIO DE AUDITORIA Em atendimento à determinação contida na Ordem de Serviço nº , apresentamos os resultados dos exames realizados sob atos e consequentes fatos de gestão, ocorridos na suprareferida, no período de 01/01/2013 a 31/12/2013. Deve ser ressaltado que esta Auditoria não realizou nenhuma análise específica sobre o estudo Avaliação Econômica e Estratégica do Projeto Vôlei Brasil, com base nas metodologias Sports Investment Mapping (SIM) e Sports Investment Valuation (SIV), limitando-se a verificar os resultados a que chegou e os objetivos a que se propunha. I ESCOPO DO TRABALHO Os trabalhos foram realizados na sede do Banco do Brasil S.A. em Brasília/DF, no período de 10/04/2014 a 23/05/2014, em estrita observância às normas de auditoria aplicáveis ao serviço público federal, objetivando o acompanhamento dos atos e fatos da gestão dos contratos de patrocínio do Banco com a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) vigentes nos exercícios de 2012 e 2013 (Contratos nº 2012/ e 2012/ ), analisando o fluxo administrativo interno do BB com o intuito de verificar a aderência às normas e regulamentos para pactuação, execução contratual e análise das prestações de contas, bem 1

2 como os controles implementados de forma a garantir o adequado cumprimento dos objetivos propostos. Nenhuma restrição foi imposta aos nossos exames. II RESULTADO DOS EXAMES 1 CONTROLES DA GESTÃO 1.1 CONTROLES INTERNOS Avaliação dos Controles Internos Administrativos INFORMAÇÃO Sobre a denúncia e o escopo de trabalho da Equipe de Auditoria Fato Trata-se da análise da gestão dos contratos de patrocínio firmados entre o Banco do Brasil S.A. (BB) e a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), vigentes entre os exercícios de 2012 e 2013 (Contratos nº 2012/ e 2012/ ), mormente em vista de denúncias publicadas na imprensa sobre supostas irregularidades na gestão da CBV envolvendo as receitas advindas desses contratos de patrocínio com o BB. Considerando as peculiaridades dos contratos de patrocínio, a auditoria será realizada na entidade transferidora e na entidade recebedora dos recursos, portanto este trabalho é desenvolvido em concomitância com a análise e avaliação da gestão dos recursos públicos recebidos e administrados pela Confederação Brasileira de Voleibol. 1. Denúncia ESPN/SMP Consultoria Esportiva e Representações LTDA: A SMP Consultoria Esportiva e Representações LTDA, conforme reportagem publicada pela ESPN (disponível em: milhoes-por-venda-de-patrocinio. Acesso em: 30/04/2014), teria firmado contrato com a CBV para o recebimento de R$ 10 milhões entre por remuneração relativa aos contratos de patrocínios firmados entre a CBV e o Banco do Brasil. Contudo, a mesma reportagem pontua que o Banco do Brasil, por meio de sua assessoria de imprensa, respondeu que o contrato fora firmado diretamente entre as partes, sem intermediação de qualquer empresa. A SMP Consultoria Esportiva e Representações LTDA, detentora do CNPJ / , está ativa desde 2001 e sua atividade principal é a prestação de serviços (CNAE Principal: Outras atividades de serviços prestados principalmente às empresas não especificadas anteriormente ). 2

3 A análise dos documentos anexos ao contrato de patrocínio do Vôlei de Quadra (2012/ ) do BB com a CBV mostrou duas atas de reunião entre o Banco e a entidade, datadas de 05/01/2012 e 03/02/2012 (folhas 316, 317 e 321), ambas com a participação de M.A.P.B., identificado exclusivamente como Assessor da CBV, e assinando pela entidade juntamente com J.C.F., Superintendente da CBV. Não obstante M.A.P.B. ser sócio majoritário da SMP Consultoria, não há nos documentos formais de negociação dos contratos de patrocínio com o Banco do Brasil qualquer registro de que uma empresa de consultoria tenha participado dessas reuniões/negociações. 2. Denúncia ESPN S4G: Na reportagem Processos mostram privilégios em negócios com empresas de exdirigentes da CBV (disponível em: Acesso em: 30/04/2014), a ESPN denunciou que a CBV contratou em dezembro de 2010, a empresa S4G Gestão de Negócios, conforme Nota Explicativa nas suas Demonstrações Financeiras e Patrimoniais de Esta equipe verificou que a S4G Gestão de Eventos, CNPJ / , foi aberta em 10/09/2010, com sede em Saquarema/RJ e possui como Sócio-Administrador e Responsável pela empresa, com 99% das cotas, F.A.D.A., que se desligou da CBV em 01/11/2010. A empresa ainda tem uma filial (localizada no Rio de Janeiro/RJ) e este mesmo sócio também aparece como proprietário de outras duas empresas com o mesmo nome fantasia e sediadas em Saquarema. A despeito de algumas trocas de e mails entre o Banco do Brasil e a Confederação Brasileira de Voleibol, nas quais as manifestações da CBV tem seus interlocutores assinando como funcionários da S4G, nenhuma outra inconsistência pode ser verificada neste trabalho. #/Fato# INFORMAÇÃO Rotina manualizada de contratação de patrocínios Fato Em princípio deve ser mencionado que a condução e contratação de ações promocionais e patrocínios pelo Banco do Brasil se encontra disciplinada, com a existência de regramento sobre os procedimentos a serem aplicados pelo Banco, mormente as Instruções Normativas nº e nº (Promoção e Patrocínio) e nº (Compras e Contratações). A análise desses regulamentos nos permite identificar oito etapas: 3

4 1. Fase de Recebimento da Solicitação de Patrocínio. 2. Fase de Habilitação Jurídica e Regularidade Fiscal do Patrocínio. 3. Fase de Negociação e Aprovação do Patrocínio. 4. Fase de Contratação do Patrocínio. 5. Fase de Contratação da Ação Promocional. 6. Fase de Acompanhamento e Avaliação. 7. Fase de Encaminhamento para Pagamento. 8. Fase de encerramento. A primeira fase (Fase de Recebimento da Solicitação de Patrocínio) é aquela em que o proponente solicita formalmente o patrocínio e o Banco do Brasil designa um funcionário responsável pela condução do projeto, depois que o mesmo é selecionado. Na fase 2 (Fase de Habilitação Jurídica e Regularidade Fiscal do Patrocínio), a Entidade que solicitou o patrocínio, declara que detém os direitos sobre o projeto (comprova não se tratar de eventos de cunho religioso, contra o Código de Defesa do Consumidor CDC, de má reputação, que não viola direitos de terceiros, não atenta contra a ordem pública, não tem cunho político-eleitoral, não é ligado a jogos de azar ou especulativos, não explora trabalho infantil ou trabalho escravo, não evidencia preconceito de raça, crença religiosa ou outros, não tem entre promotores/organizadores empresa impedida de operar junto ao BB, não detém entre os organizadores funcionários do Banco ou parentes, não se caracteriza como promoção pessoal de autoridades, que não envolva maus tratos aos animais, que não tenha impacto negativo ao meio ambiente e à saúde, que não tenha pessoas de má fama, com restrição cadastral ou em litigio contra o Banco do Brasil, que não viola direitos de propriedade intelectual, que não se trata de eventos sociais que se enquadrem nos programas da Fundação Banco do Brasil FBB ou culturais integrados à programação dos Centros Culturais Banco do Brasil CCBBs). Ainda nesta fase, a Entidade proponente apresenta seu estatuto, Ata de Constituição ou Contrato Social, documento de identidade e CPF de seus representantes legais, declaração de idoneidade do projeto, CNPJ da entidade, certidões negativas (Receita Federal do Brasil- RFB e Procuradoria Geral da Fazenda Nacional- PGFN, Regularidade junto ao FGTS/CEF, Negativa de Débitos Previdenciários junto ao INSS e Negativa de Débitos Trabalhistas- CNDT). E por fim, deve apresentar uma planilha detalhada de custos totais do projeto. Em outras palavras, o BB exige nesta Fase documentos que num processo licitatório ordinário seriam considerados de habilitação jurídica, regularidade fiscal e trabalhista e qualificação econômico-financeira. Aqui, cabe pontuar que a despeito do próprio Banco do Brasil estabelecer didaticamente no documento Ficha de Acompanhamento de Processo de Patrocínio e Promoção, parte Acompanhamento do Processo, tópico Fase de Habilitação Jurídica e Regularidade Fiscal do Patrocínio, item 5. Planilha detalhada dos custos totais do Projeto, em papel com timbre do proponente, assinada por quem detenha poderes para representar a empresa/entidade, o gestor pontua (por meio do Expediente Diretoria de Marketing e Comunicação- 2014/0422, de 02/07/2014): 4

5 (...) Nesse sentido, a despeito do que se pode depreender da IN Promoção e Patrocínio- Procedimentos, a planilha de custos totais do projeto não integra a fase de Habilitação Jurídica e Regularidade Fiscal, seja no âmbito legal, seja no âmbito do Regulamento de Licitações do BB, ou mesmo nas instruções relativas às compras e contratações(...). Independente da integração nesta ou naquela fase, fica bastante claro que a planilha de custos totais do projeto é entregue simultânea ou imediatamente após a entrega dos documentos de habilitação jurídica propriamente ditos, mas antes da Fase de Negociação e Aprovação do Patrocínio. A Fase de Negociação e Aprovação do Patrocínio é aquela em que será emitido parecer da área interveniente (Diretoria de Marketing e Comunicação (DIMAC)/Superintendência ou Diretoria de Apoio aos Negócios e Operações (Dinop)/Gerência Regional de Apoio aos Negócios e Operações- Genop, quando for o caso) quanto à aderência da participação do BB no projeto (em vista da Estratégia Corporativa, Plano de Mercados ou Plano Diretor, atributos da marca, visibilidade oferecida e potencial retorno mercadológico e institucional). É nesta fase que ocorrem as negociações propriamente ditas entre o Banco e a Entidade proponente (negociações que devem contemplar desde a proposta inicial até o acordo do proponente quanto ao valor e contrapartidas- incluindo sempre que possível contrapartidas mensuráveis). Também aqui são emitidas: Nota Técnica de deliberação do dispêndio e de solicitação da contratação, Parecer jurídico avalizando o enquadramento legal e forma de contratação direta, Parecer com análise orçamentária, Instrumentos de verificação de controle (IVC), Aprovação do projeto na SECOM (Secretaria de Comunicação da Presidência da República), publicação no Diário Oficial da União (DOU) do Ato de Ratificação (aviso de inexigibilidade de licitação). Quando a contratação é feita por dispensa (art. 24 da Lei 8.666/93) ou inexigibilidade (art. 25 da mesma lei), a IN direciona a área responsável do Banco para os procedimentos constantes na IN Essa norma também exige a deliberação do dispêndio e orçamento Nota 1 (item 4.1.4) e a elaboração de nota técnica de solicitação de compra/contratação direta Nota 2 (4.1.5) pela Unidade Estratégica e posterior envio de ambos à Dinop/Genop ( e ). Em relação à Genop, a norma determina que a área instrua o processo com a documentação comprobatória da compatibilidade do preço com os de mercado ou demonstração da razoabilidade do preço e no caso de inexigibilidade, como há inviabilidade de competição, a razoabilidade do preço será justificada por meio da apresentação de planilhas demonstrando a composição dos custos ou comparando o preço a ser pago pelo Banco com o pago por outros órgãos por fornecimento semelhante (itens e ). 5

6 Com relação às certidões negativas, a norma instrui a Genop a incluí-las no processo caso a exigência estiver prevista na minuta de contrato ( ). A quarta fase (Fase de Contratação do Patrocínio) se caracteriza pelo registro da contratação nos sistemas corporativos do Banco (com cópia do Contrato de Patrocínio). Na fase seguinte (Fase de Contratação da Ação Promocional- fase de contratação de ações que visem promover a marca Banco do Brasil, como montagem de stands, distribuição de brindes etc.): 1) É elaborada a Demanda de ação promocional, 2) é designado o funcionário responsável pela condução da ação promocional, 3) Briefing BB Turismo-Eventos ( As ações promocionais devem ser contratadas e executadas por meio da BB Turismo, IN 520-1, item 1.9.1) para estruturar o Plano Promocional, 4) elaboração: a) da Nota Técnica de deliberação do dispêndio, b) do Parecer com análise orçamentária, c) do Relatório de Referência de Preços da DILOG/GECOP/DICOP Núcleo de Preços ou documento que comprove a pesquisa de referência de preço do mercado, d) da Solicitação de renegociação de preços para BB Turismo, e) do Documento Operacional de Aprovação e Cotação-DOAC assinado pelo funcionário que conduz a ação e por respectivo gerente e f) da Autorização de contratação via Ordem de Serviços Extra-OSE. Na Fase de Acompanhamento e Avaliação (fase 6) o Banco busca instruir o processo com os documentos que comprovam sua atuação frente às ações de patrocínio contratadas: a) Delegação da dependência para acompanhamento da ação; b) Relatório de Acompanhamento de Patrocínio e/ou Ação Promocional (atestar o cumprimento, ou não, das condições contratuais pactuadas e contrapartidas estabelecidas com o patrocinado e no caso da BB Turismo: atestar a entrega, ou não, dos serviços contratados pela promotora responsável); c) Relatório do patrocinado com a comprovação das contrapartidas acordadas; e d) Questionário de Avaliação de Resultados- Promoção e Patrocínios preenchido pelo Banco do Brasil. A sétima fase é basicamente composta da nota fiscal ou recibo assinado e com firma reconhecida do patrocinado e Relatório Orçado x Realizado, faturas da BB Turismo ou de outros prestadores de serviço, que comprovam o recebimento do serviço, tornando-o apto ao encaminhamento para Pagamento. A oitava e última fase (Fase de Encerramento) constitui-se na conferência das formalidades para instrução e arquivamento do Processo. #/Fato# CONSTATAÇÃO Necessidade de realização de novos procedimentos para projetos de patrocínios com vistas a mitigação de riscos para o Banco do Brasil. Fato Diante dos fatos divulgados na imprensa sobre eventuais desvios de recursos na CBV e verificando os procedimentos e rotinas estabelecidos e manualizados pelo Banco do Brasil para pactuação e acompanhamento dos contratos de patrocínio, e considerando que em nossa 6

7 análise documental do patrocínio dentro do Banco do Brasil não se identificou qualquer intermediação em sua relação com a CBV, cerne das denúncias, a auditoria trabalhou com a vertente de se elaborar novos mecanismos de controle e fortalecimento de outros já existentes. Antes das análises, deve ser ressaltado que as análises e conclusões desta Auditoria devem ser utilizadas preferencialmente nos processos de concessão de patrocínios com características (seja em termos de relevância, seja em termos de materialidade) semelhantes ao firmado com a CBV (R$ 70 milhões de reais anuais). O primeiro exercício realizado pela Equipe de Auditoria conduziu os trabalhos para uma avaliação de que seria necessário realizar uma análise das demonstrações contábeis da entidade e criar uma sistemática de solicitar, além dos orçamentos do projeto os comprovantes fiscais de todos os gastos. Esse modelo, inclusive, é adotado por parte das empresas estatais que financiam outras modalidades esportivas. No entanto, após reuniões com os gestores do contrato de patrocínio no Banco do Brasil e avaliar os impactos, caso o modelo sugerido fosse sido adotado, verificou-se que seria gerado um custo enorme para o Banco, com a criação de uma estrutura para realizar esse trabalho, sendo que o benefício, no máximo, seria saber com certeza se havia algum recurso do patrocínio direcionado a determinadas empresas. Além disso, percebeu-se que as outras estatais envolvidas em situações semelhantes não obtiveram melhor sucesso do que o Banco do Brasil em suas justificativas, sendo que os custos e a operacionalização do BB são evidentemente mais enxutos, por não ter essa área de coleta de documentação fiscal, centrando as avaliações internas para os resultados obtidos. Outro argumento cuja consideração para não criação de área de controle documento fiscal é a orientação do Banco espelhada nos Planejamentos Estratégicos (pelo menos nos dois últimos) de se buscar a eficiência operacional reduzindo os seus custos. Diante desse cenário, optou-se por não insistir em um modelo que se apresentou mais custoso e cujos resultados seriam diminutos. Para criar alternativas que consigam mitigar os riscos do Banco do Brasil, analisamos, inicialmente, as causas das denúncias, que eram basicamente sobre as contratações realizadas pela CBV. Dessa forma, a essência da primeira das recomendações foi extraída das políticas das grandes indústrias de garantir a segurança/qualidade de seus fornecedores, essa decisão foi tomada pela ausência de casos similares para gerenciamento de patrocínios. Esse conceito de segurança tem sentido amplo: desde o jurídico, na gestão de funcionários da empresa terceirizada, com a comprovação da legalidade dos pagamentos e disponibilização de equipamentos adequados até a exigência de padrões internacionais certificados. Diante do cenário, que culminou na série de denúncias de mal versação de recursos envolvendo a CBV, surge a oportunidade para o Banco do Brasil de exigir uma nova 7

8 governança de contratações para a CBV como potencial negociação de aditivo no contrato atual e como condição na futura renovação, dos contratos de patrocínio. O Banco do Brasil deve exigir que essa nova governança seja pautada por um regulamento de compras e contratações editado pela própria Confederação Brasileira de Voleibol, mas que estipule normas e princípios éticos para a contratação de fornecedores e prestadores de serviços. Esse regulamento de compras e contratações deve prever a existência de um processo formal nas contratações que demonstre pesquisa de preços para os produtos/serviços que serão adquiridos/contratados, comparando-os com outros de características semelhantes. Caso não seja possível, que seja apresentado os fundamentos que o justifiquem. Deve prever, ainda, a proibição de contratação de funcionários/prestadores de serviços com contratos ativos com a CBV ou aqueles que já o tenham encerrado há menos de dois anos e a contratação de empresas/pessoas que tenham vínculos de parentesco até o terceiro grau com funcionário/dirigente da CBV. Caso seja necessária a existência de exceção a essa regra, deve ser obrigatório sua aprovação pelo Conselhos da CBV, e seus eventuais comitês, apresentando sua justificativa e divulgando tal contratação/aquisição com as devidas justificativas e aprovações nas demonstrações contábeis, item relativo às transações com partes relacionadas e no próprio sítio da Confederação na internet. Outro ponto a ser observado pela CBV é que as contratações realizadas tenham caráter de execução finalística de alguma atividade, evitando, dessa forma, as contratações que sejam simplesmente quarteirização das atividades contratadas ou que estejam relacionadas, essencialmente, com o gerenciamento das atividades estratégicas da confederação. Exigindo a comprovação da capacidade operacional para essas atividades, além de referências de mercado. Também parece-nos importante que seja previsto a contratação de empresa de auditoria independente (auditoria essa que não se limitaria aos aspectos contábeis, mas também aos de compliance e pressupostos contratuais) com periodicidade a ser definida para a verificação do adequado cumprimento deste regulamento de compras/contratações e para a esperada asseguração de que os objetivos do contrato de patrocínio estão sendo cumpridos. Outro instrumento fundamental para mitigar os riscos do Banco do Brasil nesse tipo de patrocínio é demandar a existência de um comitê ligado diretamente ao Conselho de Administração, com características semelhantes aos comitês de sustentabilidade, no que se refere ao contato com as partes relacionadas, ou aos comitês de stakeholders existentes nas organizações sociais e governamentais americanas. No caso dos comitês de sustentabilidade, deve ser espelhada a prática das empresas que define que parte dos membros deve, necessariamente, ter origem externa e conhecimentos do assunto a ser discutido. Em se tratando da CBV, esses membros poderiam ser representantes dos atletas, da comissão técnica, da mídia especializada, dos clubes e dos patrocinadores. Nesse mesmo sentido o BB poderia solicitar alteração do estatuto social para alcançar essas alterações no Conselho Fiscal, exigindo, também, parte dos conselheiros com o perfil 8

9 mais representativo da comunidade do vôlei.cabe ressaltar que as duas modificações são essenciais, pois se tratam de momentos da governança diferenciados: o comitê atrelado ao Conselho de Administração tem características de assessoramento da gestão, enquanto o Conselho Fiscal, como próprio nome define, tem o caráter fiscalização. Após essas duas linhas estruturais para mitigação de risco com vertentes estratégicas, restam outras duas com viés mais operacional e sob controle do Banco do Brasil(destacandose que de forma mais superficial já existem, necessitando tão somente o seu fortalecimento). A primeira delas é a análise do orçamento do patrocínio: quando a entidade proponente (aquela que solicita o patrocínio) deve apresentar uma planilha detalhada de custos totais do projeto, que deveria ser analisada e aprovada pelo Banco do Brasil (Fase de Negociação e Aprovação do Patrocínio). No caso da CBV, verificou-se que estes aspectos foram observados no documento intitulado Planilha detalhada de custos totais do projeto, um quadro contendo valores brutos e totais dos eventos/campeonatos a que a CBV declara que as seleções brasileiras de voleibol (profissionais, infantis e infanto-juvenis) participariam (folhas 976 e 977 do processo do Contrato 2012/ ). Tabela 1 Orçamento apresentado pela CBV para o projeto Vôlei de Praia PATROCÍNIO VÔLEI DE PRAIA 2012/2017 Seleções (Adulta, Sub-21 e Sub-19 Masculina e feminina) Valor 1 Título de Patrocinador Oficial ,00 Aplicação da logomarca BB nos materiais de merchandising, divulgação e 2 uniformes, e nas propriedades dos campeonatos abaixo: Circuito Banco do Brasil de Vôlei de Praia Open Circuito Banco do Brasil de Vôlei de Praia Challenger Circuito Banco do Brasil de Vôlei de Praia Nacional ,00 Circuito Banco do Brasil de Vôlei de Praia Regional Circuito Banco do Brasil de Vôlei de Praia Sub 23 Circuito Banco do Brasil de Vôlei de Praia Sub 21 Circuito Banco do Brasil de Vôlei de Praia Sub 19 Jogos Exibição de Vôlei de Praia 3 DIREITO DE USO DE IMAGENS COLETIVAS ,00 4 PERFORMANCE ,00 TOTAL ,00 Fonte: Página 977 do Processo do Contrato 2012/

10 Tabela 2 Orçamento apresentado pela CBV para o projeto Vôlei de Quadra PATROCÍNIO VÔLEI DE QUADRA 2012/2017 Seleções (Adulta, Juvenil, Infanto Juvenil e Infantil Masculina e feminina) Valor 1 Título de Patrocinador Oficial ,00 Aplicação da logomarca BB nos materiais de merchandising, divulgação e 2 uniformes, e nas propriedades dos campeonatos abaixo: Liga Mundial Grand Prix Amistos Seleções Adultas Amistos Seleções de Base ,00 Copa América Sul Americano Superliga Liga Nacional Campeonato Brasileiro de Seleções Liga Universitária 3 DIREITO DE USO DE IMAGENS COLETIVAS ,00 4 PERFORMANCE ,00 TOTAL ,00 Fonte: Página 976 do Processo do Contrato 2012/ Esses documentos foram aprovados pelo Banco do Brasil por meio da Nota Técnica Diretoria de Marketing e Comunicação- 2012/0159, com Parecer com Análise Orçamentária, pontuando que havia margem orçamentária disponível. No entanto, não foi identificada análise crítica sobre o assunto, uma vez que os gestores entendiam que o evaluation se mostrava suficiente para o acompanhamento, diante do fato de apresentar uma avaliação de retorno do patrocínio com as propriedades que seriam oferecidas ao Banco do Brasil. Diante disso percebe-se uma oportunidade do Banco do Brasil aprimorar sua atuação, solicitando esclarecimentos adicionais sobre a formulação dos quadros orçamentários, bem como, os principais grupos de despesas que seriam direcionados os recursos, fundamentando essa decisão no Planejamento Estratégico da CBV e com anuência do Conselho da Confederação. Ressalta-se que a verificação dos custos do projeto resguarda a instituição patrocinadora da concessão de patrocínios cujos custos reais estejam atrelados a finalidade especificas da CBV. A informação aqui foi suprimida, por solicitação da unidade auditada, em função de sigilo fiscal, bancário e/ou comercial, na forma da lei. Claro que essa sistemática proposta de orçamento não tem propósito de engessar administração da Confederação, diante de uma realidade tão dinâmica, mas tão somente fomentar o seu planejamento e a governança, adotando rotinas ágeis de comunicação de 10

11 alteração com suas respectivas justificativas, induzindo ao patrocinado maior transparência dos custos que serão incorridos. Noutro aspecto operacional, verifica-se oportunidade de aprimoramento pelo Banco do Brasil da utilização das demonstrações contábeis da CBV, pois já é solicitada pelo Banco sua divulgação. De forma a exemplificar o uso de informações contábeis uma análise preliminar da qual surgiu as seguintes: - Ainda que no período de janeiro/2010 a dezembro/2013 o IPCA tenha sido de aproximadamente 26% e o IGPM de 33%, verificou-se crescimento bem superior a tais índices em algumas despesas, sem a correspondente menção nas Notas Explicativas das demonstrações financeiras da entidade: Despesas Operacionais (mil R$) Crescimento Pessoal de Apoio % Locação % Montagens e Desmontagens quadra % Impressos % Vídeo/Som/Imagem/comunicação % Despesas Administrativas (mil R$) Crescimento Despesas de publicidade e propaganda % Despesas de localização e funcionamento % Despesas com serviços contratados % Despesas com marketing e produção % Despesas com comunicação % - No mesmo período, verificou-se que despesas relacionadas às atividades fim (como premiação de atletas e repasses às federações), em 2013, representaram somente um terço do valor das despesas com essas atividades em 2010, incluindo o Bônus de Performance (instituído e pago a partir de 2012): 11

12 Ano Premiação de atletas (R$ Mil) Part sobre as despesas Repasses à Federação* (R$ Mil) Part sobre as despesas Total das Despesas ,41% ,26% 27,68% ,44% ,66% 17,10% ** ,69% ,27% 16,96% ,65% ,90% 10,55% * Estão somadas as rubricas de despesas e custos com Federações. ** Neste ano totalizou-se R$ 8,03 milhões em premiações para as Olímpiadas. - Verificou-se que as despesas de transporte cresceram 117% entre 2010 e 2013, sem menção nas Notas Explicativas. - Ausência de Notas Explicativas que mencionem a existência de contrato(s) com a empresa SMP Consultoria Esportiva & Representações Ltda-ME, tanto pela representatividade de seu valor, quanto por envolver partes relacionadas (sócio da empresa seria um diretor, ou ex-diretor, da CBV) ou de qualquer outra parte relacionada, além S4G no exercício de As Demonstrações Contábeis da CBV, cuja divulgação já é exigida pelo Banco do Brasil, poderiam ser utilizadas para se verificar a implementação de fato dos orçamentos apresentados e o impacto dessas decisões na gestão da Confederação com intuito de se certificar a sustentabilidade dessas ações. Desse modo e conforme foi mencionado atuamos em quatro grandes ações para mitigar os riscos do Banco do Brasil na eventual continuidade do patrocínio do CBV, ou em outros acordos semelhantes: 1) Código de contratações com avaliação do cumprimento por uma auditoria independente; 2) Comitê com membros externos de apoio ao Conselho de Administração e alteração do perfil do Conselho Fiscal; 3) Orçamento detalhado, incluindo as principais despesas que estão sendo direcionados os recursos do patrocínio; 4) Análise das Demonstrações Contábeis para garantir a coerência com o proposto e a sustentabilidade dessas ações. Ressalte-se que essas ações podem ser implementadas isoladamente, mas considerando o evidente ganho de sinergia entre elas, com a implementação conjunta haverá retroalimentação entre as ações, fortalecendo os mecanismos de controle da ação de patrocínio, bem como da própria gestão da CBV, resultando em minimização dos riscos do Banco do Brasil com acréscimo residual de custos. 12

13 Cabe ressaltar que os princípios que fundamentaram essas soluções propostas para mitigar o risco do Banco do Brasil já se encontravam na Lei n.º /2011, que alterou a Lei n.º 9.615/98, em especial o artigo 18-A, conforme abaixo: Art. 18-A. Sem prejuízo do disposto no art. 18, as entidades sem fins lucrativos componentes do Sistema Nacional do Desporto, referidas no parágrafo único do art. 13, somente poderão receber recursos da administração pública federal direta e indireta caso: I - seu presidente ou dirigente máximo tenham o mandato de até 4 (quatro) anos, permitida 1 (uma) única recondução; II - atendam às disposições previstas nas alíneas b a e do 2 o e no 3 o do art. 12 da Lei n o 9.532, de 10 de dezembro de 1997; III - destinem integralmente os resultados financeiros à manutenção e ao desenvolvimento dos seus objetivos sociais; IV - sejam transparentes na gestão, inclusive quanto aos dados econômicos e financeiros, contratos, patrocinadores, direitos de imagem, propriedade intelectual e quaisquer outros aspectos de gestão; V - garantam a representação da categoria de atletas das respectivas modalidades no âmbito dos órgãos e conselhos técnicos incumbidos da aprovação de regulamentos das competições; VI - assegurem a existência e a autonomia do seu conselho fiscal; VII - estabeleçam em seus estatutos: a) princípios definidores de gestão democrática; b) instrumentos de controle social; c) transparência da gestão da movimentação de recursos; d) fiscalização interna; e) alternância no exercício dos cargos de direção; f) aprovação das prestações de contas anuais por conselho de direção, precedida por parecer do conselho fiscal; e g) participação de atletas nos colegiados de direção e na eleição para os cargos da entidade; e VIII - garantam a todos os associados e filiados acesso irrestrito aos documentos e informações relativos à prestação de contas, bem como àqueles relacionados à gestão da respectiva entidade de administração do desporto, os quais deverão ser publicados na íntegra no sítio eletrônico desta. Verifica-se que parte das ações propostas estão alinhadas com os incisos V, VI e VII alíneas b, d, f e g. As outras demandas recomendadas ao BB para repasse de recursos da administração pública federal direta e indireta são vitais, sendo que alguns podem ser de 13

14 imediata implementação, independente de regulamentação específica, com ênfase, os relacionados com a transparência da administração como os relacionados nos incisos IV e VIII. #/Fato# Causa Insuficiência dos procedimentos de patrocínios relacionados com o fomento de governança e transparência da gestão da Confederação Brasileira de Vôlei para mitigação de riscos do Banco do Brasil. #/Causa# Manifestação da Unidade Examinada Conforme Expediente da Diretoria de Marketing e Comunicação- 2014/0352, de 19/05/2014, o BB se manifestou quanto à necessidade de maior fortalecimento do orçamento: (...) Conforme solicitado, seguem justificativas para indagações encaminhadas: A) De acordo com o artigo 2º da Instrução Normativa da SECOM-PR Nº 01, de 8 de maio de 2009, que disciplina as ações de patrocínio dos órgãos e entidades integrantes do Poder Executivo Federal, o patrocínio é definido como apoio financeiro concedido a projetos de iniciativa de terceiros, com o objetivo de divulgar atuação, fortalecer conceito, agregar valor à marca, incrementar vendas, gerar reconhecimento ou ampliar relacionamento do patrocinador com seus públicos de interesse (Grifos realizados pelo Banco do Brasil). A definição do valor a ser pago em cada patrocínio depende principalmente da avaliação do custo-benefício do investimento, a qual, por sua vez, é realizada com base em outros critérios que não somente os custos do projeto, mas também a qualidade das contrapartidas, a visibilidade proporcionada à marca BB, a expectativa de geração de negócios, a oportunidade de se desenvolver ações de relacionamento, o histórico de participação do BB no projeto, a atuação da concorrência no setor, a necessidade de posicionamento frente a determinado público, as condições de mercado, a complexidade do projeto, a estratégia de atuação do BB, o custo de oportunidade, etc. Nesse sentido, vide trecho da Decisão 855/97 do TCU: [Patrocínio] não se trata da contratação de um serviço ou da compra de um produto comum, que possa ser indistintamente ofertado por mais de um fornecedor e tenha seu preço estabelecido simplesmente em função dos custos incorridos acrescido de uma pequena margem de lucro. É preciso ter em mente que quando se discute um patrocínio estamos falando de um produto que possui um valor real fixado não mais em função de custos, mas principalmente da expectativa de retorno que irá trazer ao comprador. Aliás, o mesmo raciocínio é aplicado a outras ações de marketing. A veiculação de comercial, em televisão, é diferente conforme o horário em que se pretenda veiculá-lo, não obstante os custos da emissora de televisão serem 14

15 os mesmos em todos os horários. Paga-se a partir da expectativa de retorno que espera obter pela veiculação do comercial em determinado horário. Diante do alto valor solicitado pela CBV para renovação do contrato de patrocínio, decidiu-se pela contratação de valuation do projeto por empresa de consultoria especializada em marketing esportivo. Na análise realizada, a consultoria considerou ativos como a contribuição do projeto para o atingimento dos objetivos estratégicos da Empresa; a visibilidade proporcionada; a transferência de atributos positivos entre marcas; a atual inflação do mercado esportivo; o assédio da concorrência; o custo de oportunidade; entre outros. O resultado final do trabalho subsidiou o BB nas subsequentes rodadas de negociação com a CBV até a formatação do acordo final. Deste modo, a planilha de custos enviada pelo patrocinado teve por objetivo complementar o processo de avaliação do projeto. As avaliações internas e valuation apresentaram-se como suficientes para justificar o valor negociado bem como o necessário equilíbrio entre o investimento e o retorno que seria proporcionado pelo patrocínio. Por meio do Expediente Diretoria de Marketing e Comunicação- 2014/0422, de 02/07/2014, complementou a questão de orçamentos nos patrocínios da CBV: (...) 3.2 O Banco do Brasil reconhece a importância de se analisar os custos dos projetos que são objeto de patrocínio pela empresa, tanto que o faz como parte da avaliação que realiza principalmente para a precificação dos investimentos a serem aprovados. 3.3 Não entendemos, contudo, data máxima vênia, que a simples avaliação das respectivas planilhas de custos tenha o condão de evitar a participação do BB em projetos de gestão duvidosa. Para mitigar esse risco, o BB realiza pesquisas quanto à qualidade dos projetos e reputação de seus responsáveis (pessoas jurídicas e seus representantes), bem como colhe declaração de idoneidade dos mesmos, conforme modelo em anexo (...). 3.4 Ao se considerar que os proponentes de patrocínios podem, seja por má-fé, por falha no planejamento ou até mesmo por erro material, vir a apresentar planilhas de custos não condizentes com a realidade- o que só seria passível de detecção precisa com a realização de auditoria, quiçá in loco- ao BB resta cercar-se de outros elementos objetivos e complementares na busca do equilíbrio da relação custo-benefício dos investimentos que realiza a título de patrocínio. 3.5 Nesse sentido, a definição do valor a ser pago pelo Banco em cada patrocínio depende principalmente da avaliação custo-benefício do investimento, a qual, por sua vez, é realizada com base em outros critérios que não somente os custos do projeto (a planilha de custos dos projetos é solicitada pelo BB para subsídio das decisões/negociações, não para estabelecer o teto do investimento). Entre eles destacamos: a qualidade das contrapartidas, a visibilidade proporcionada à marca BB, a expectativa de geração de negócios, oportunidade de se desenvolver ações de relacionamento, os valores pagos pelo BB em outros projetos de 15

16 mesmo porte, os valores investidos por outros patrocinadores, o histórico de participação do BB no projeto, a atuação da concorrência, a necessidade de posicionamento frente a determinado público ou segmento, as condições do mercado, o porte do projeto e a estratégia de atuação do BB. 3.6 No que tange especificamente à CBV, independentemente da acuidade da planilha de custos apresentada, não se tinha, no momento da renovação contratual, conhecimento de qualquer fato ou ato de gestão por parte da Confederação que a desabonasse ou que não recomendasse a continuidade de uma parceria de sucesso que já durava 20 anos. Cumpre destacar que a CBV foi a primeira entidade esportiva a receber o certificado de qualidade ISO 9001:2000 por sua gestão. 3.7 A contrario senso, o Banco do Brasil colheu nos primeiros 20 anos de parceria, entre outros benefícios, os frutos da conquista de nada menos que 46 medalhas de ouro, com destaque para o Bicampeonato Olímpico da Seleção Adulta Masculina (Barcelona 1992 e Atenas 2004), o Campeonato Olímpico da Seleção Adulta Feminina (Pequim 2008); o Tricampeonato Mundial, os 9 títulos da Liga Mundial e o 8 títulos do Grand Prix. 3.8 Segundo estudo da Superbrands Brasil, a marca BB foi avaliada, em 2011, em US$ 16,5 bilhões, sendo que a contribuição do marketing esportivo para composição desse valor foi estimado pela consultoria em 2,8%. 3.9 Como se pode observar, o BB não tinha quaisquer razões para duvidar da capacidade de gestão da CBV por ocasião da última renovação contratual. Ademais, todos os procedimentos legais e administrativos previstos foram cumpridos, como verificação da regularidade fiscal da CBV, análise da compatibilidade do preço, aprovação pela SECOM- Secretaria de Comunicação Social da presidência da República, emissão de parecer jurídico, negociação das melhores contrapartidas possíveis, publicação em Diário Oficial da União, etc Ainda que com a observância do necessário dever de cautela não seja possível mitigar 100% do risco de imagem a que estão sujeitos os projetos de patrocínios, principalmente em razão da ocorrência de fatos supervenientes, cabe ao BB agir com eficácia e eficiência na gestão de eventuais episódios de crise, de forma a neutralizar ao máximo eventuais danos a sua imagem. Nesse esteio foi que o BB descontinuou o patrocínio à CBC- Confederação Brasileira de Ciclismo, ao ter notícia da prática de doping entre atletas da Seleção Brasileira de Ciclismo; e à CBFS- Confederação Brasileira de Futsal, por problemas de gestão da Confederação e potencial risco de imagem daí advindo. No recente episódio da CBV, o BB agiu com a mesma energia ao condicionar publicamente a manutenção do patrocínio ao esclarecimento dos fatos então trazidos pela imprensa. Em situações como as citadas, a pronta reação do BB contribuiu para minimizar os impactos negativos dos atos praticados por seus patrocinados, reafirmando, de forma exemplar, sua postura de austeridade perante a sociedade, imprensa, acionistas, colaboradores e, especialmente, patrocinados. 16

17 3.11 Com a devida vênia, ao contrario do enunciado na Recomendação 1-A, os manuais do BB não preconizam a obrigatoriedade de cobrança e análise de planilha de custos dos projetos patrocinados. (...) 3.13 Como se observa, a norma que regula as compras e contratações do BB faculta (não exige) a demonstração da razoabilidade do preço por meio de planilhas que tragam a composição dos custos. Tal recurso é útil principalmente nas compras em que o preço a ser pago pelo produto e serviço está vinculado diretamente ao seu custo objetivamente comprovável, o que não é o caso dos patrocínios. Nesse sentido, uma rápida análise da primeira planilha de orçamento do projeto encaminhada pela CBV, por menos detalhada que estivesse, permite-nos depreender que não se trata de uma mera relação de custos a serem reembolsados, mas da discriminação e valoração das propriedades oferecidas pela CBV ao BB por ocasião do patrocínio. De outra forma, qual seria o custo da CBV em ceder ao BB o Título de Patrocinador Oficial, cujo valor está estimado na planilha em R$ ,00. Ora, é certo que se trata de uma propriedade com reconhecido valor de mercado, desejada por bancos concorrentes e grandes empresas, e cujo valor independe dos custos diretos da CBV com a cessão desse ativo, vinculando-se, sim, aos atributos que representa e ao valor que agrega à marca a ela associada. Como exemplo de que se trata de um padrão de mercado, citamos algumas propostas de patrocínio recebidas do mercado pelo Banco do Brasil contendo propriedades de naming right de grandes projetos, como Rock in Rio, Alianz Arena, WTC e Tom Brasil, disponíveis para consulta nesta Diretoria Diante do exposto, esclarecemos que Banco não deixou de observar ou observou de forma pouco criteriosa a análise de custo e benefício do patrocínio em questão, conforma sugere o 4 do Relatório Preliminar (página 6). Para tanto, o BB se valeu da contratação de renomada empresa especializada em marketing esportivo que desenvolveu o estudo Avaliação Econômica e Estratégica do Projeto Vôlei Brasil, com base nas metodologias Sports Investment Mapping (SIM) e Sports Investment Valuation (SIV). O modelo SIM permite identificar os vetores que agragam valor presentes em um patrocínio esportivo e que afetam o retorno gerado para o patrocinador. O modelo SIV tangibiliza a expectativa de retorno por meio do somatório dos VPLs dos fluxos de caixa gerados pelas razões para patrocinar identificadas no SIM A exigibilidade do encaminhamento da planilha de custos totais do projeto, como foi prevista internamente por iniciativa desta própria Diretoria de Marketing e Comunicação, ainda que inexistente qualquer previsão legal ou normativa nesse sentido, pode ser por ela flexibilizada conforme análise do caso concreto, o que não chegou a ocorrer no patrocínio à CBV, pois foi recebida planilha de custos totais do projeto, ainda que se possa discutir seu nível de detalhamento. De qualquer forma, reiteramos que o BB se valeu do estudo do valuation para determinação do preço máximo de patrocínio, fonte muito mais legítima e segura do que as informações prestadas pela própria CBV. (...) 17

18 3.16 No item do Relatório Preliminar em questão (pág. 10), o teor de seu 2º pode levar ao entendimento indevido de que o chamado Parecer com Análise Orçamentária teria o objetivo de analisar e aprovar uma planilha detalhada de custos totais do projeto, quando na verdade, seu único objetivo é certificar a existência de margem orçamentária para aprovação do dispêndio na devida rubrica, conforme IN (...) 3.17 (...) Ressalte-se que a demanda do BB para detalhamento da planilha inicialmente encaminhada pela CBV deveu-se à necessidade de eventual compensação e substituição de contrapartidas previstas em contrato, não à análise do valor do projeto, subsidiada pelo trabalho especializado de valuation contratado quando da época de negociação do patrocínio. (...) 4.4 Em , esta Diretoria de Marketing e Comunicação encaminhou consulta à Diretoria Jurídica do BB para que fosse esclarecido se o Banco do Brasil seria alcançado pelas determinações constantes do acórdão do TCU nº 304/2007, uma vez que dirigidos exclusivamente à Caixa Econômica Federal. 4.5 Em resposta, a DIJUR exarou a Nota Jurídica Dijur-Copur Adlic nº , de , consignando que o acórdão do TCU que contém determinação expressa ao Banco do Brasil é o de nº 231/2010, de , orientando à análise prévia da relação entre o custo e o benefício dos patrocínios a serem concedidos. (...) 4.7 Não obstante a clareza do parecer jurídico mais recente sobre o tema, que conclui que ao Banco do Brasil basta realizar a análise prévia da relação custo/benefício dos patrocínios concedidos a terceiros, como já vem sendo feito, passamos a relacionar outros argumentos para o completo entendimento da questão. (...) 4.12 Como observa-se, é recorrente o entendimento do TCU em se exigir das entidades fiscalizadas a prévia avaliação da relação custo-benefício dos patrocínios concedidos e sua posterior avaliação, de forma a assegurar a prevalência dos princípios de eficiência e racionalidade. (...) Na questão da análise das demonstrações contábeis o Banco do Brasil por meio do Expediente Diretoria de Marketing e Comunicação /0352, ponderou: (...) B) A exigência de publicação dos demonstrativos contábeis da CBV e seu envio ao patrocinador têm o condão de conferir maior transparência à gestão do patrocinado, permitindo o acesso a tais informações pela imprensa, comunidade ligada ao voleibol e 18

19 sociedade em geral. Referida exigência configura-se ato discricionário do administrador, não integrando o rol de procedimentos de concessão de patrocínios do BB em face da qualificação econômica ser cabível somente quando indispensável à garantia do cumprimento das obrigações objeto do contrato, sendo certo que os pagamentos à CBV somente são realizados após cumprimento e comprovação das contrapartidas acordadas. Em resposta as discussões preliminares, o Banco do Brasil avaliou, ainda (por meio do Expediente Diretoria de Marketing e Comunicação- 2014/0422, de 02/07/2014): 5.1 A respeito da Recomendação de que o Banco do Brasil realize análises dos demonstrativos financeiros das entidades patrocinadas, opinando sobre a situação financeira da entidade e sua capacidade de cumprir fielmente o contrato, reiteramos as razões anteriormente aduzidas, ao tempo em que trazemos à baila trecho do parecer jurídico DIJUR-COJUR/CONSU nº 14997, de , que versou sobre a inexigibilidade da qualificação técnica e econômico financeira dos fornecedores nos processos de patrocínio: (...) 5.2 Ora, os patrocínios são casos atípicos de contratação pela Administração Pública, sendo que 100% se enquadram nas hipóteses de dispensa ou inexigibilidade de licitação, conforme entendimento já pacificado pelo TCU, em razão de sua natureza de inviabilidade de competição. Por outro lado, a quase totalidade dos projetos patrocinados pelo Banco do Brasil são de curta duração e com realização de pagamento somente após o cumprimento e comprovação, pelo patrocinado, das contrapartidas contratualmente previstas. Além de tais projetos, por suas características, não estarem expostos aos mesmos riscos de imagem que o patrocínio à CBV, muitos deles são conduzidos pelas superintendências estaduais do BB, em nível regional, as quais sequer dispõem de estrutura e expertise para realização das pretensas análises. 5.3 Assim, não seria necessário exigir a qualificação econômico-financeira, notadamente a análise dos demonstrativos financeiros, de todas entidades patrocinadas pelo BB, conforme deduz a Recomendação em tela. Mister se faz que referida análise seja exigível, ex positis, somente quando da contratação/renovação de projetos de longa duração e com envolvimento de grande monta de investimento, como é justamente o caso do patrocínio à CBV, como bem pontuado pela Equipe de Auditoria no caso concreto. 5.4 A propósito da Recomendação in casu, esclarecemos, por oportuno, que a solicitação de análise dirigida à Unidade de Contadoria do BB (Coger) quando da renegociação do contrato teve por objetivo contribuir para a análise da proposta de patrocínio da CBV e de sua eventual necessidade de recursos para fazer frente às despesas do contrato. Entretanto, conforme aventado anteriormente, entendeu-se que o melhor instrumento para valoração do projeto, para o Banco do Brasil, seria a realização de valuation por empresa especializada. Nesse contexto, de posse de estudo de valoração mais amplo e completo da proposta, entendeu-se não haver, naquele momento, necessidade de se prosseguir com a análise do balanço da CBV. 19

20 5.5 Contudo, diante das denúncias publicadas pela imprensa acerca da malversação de recursos por parte da CBV, a Diretoria de Marketing e Comuinicação solicitou, em abril de 2014, que a Diretoria de Crédito procedesse à análise dos balanços da CBV dos últimos dois exercícios a fim de avaliar sua saúde financeira e, consequentemente, sua capacidade para honrar os compromissos assumidos em contrato, ainda que nenhum pagamento tenha sido antecipado à Confederação. O trabalho concluiu que ponderando-se o histórico de crescimento de todas as suas fontes de receitas nos três últimos exercícios, os superávits, o inexpressivo endividamento bancário e o montante em aplicações financeiras, conceituou-se como boa a situação econômico-financeira da Confederação Brasileira de Voleibol (Anexo III). 5.6 Pelo exposto o Banco do Brasil reconhece a importância de se realizar análise dos demonstrativos financeiros da CBV, por suas características, quando das eventuais renovações contratuais (...). Análise do Controle Interno O modelo de acompanhamento do patrocínio à CBV que está sendo proposto ao Banco do Brasil é complementar ao que já está sendo executado, inclusive com a utilização do Valuation. Entretanto reafirma-se que esses parâmetros não devem ser utilizados de forma indiscriminada pelo Banco, mas preferencialmente apenas nos patrocínios com características similares ao ora analisado. Ou seja, que os volumes de recursos envolvidos sejam significativos comparado com o dispendido em outros patrocínios e que seja relevante para organização patrocinada a ponto de vincular sua atuação com os recursos do BB. No entanto, pode-se exigir em qualquer patrocínio pelo menos os princípios propostos: governança formal nas contratações, transparência das decisões e gastos da patrocinada entre outros mecanismos que garantam os resultados aliados à lisura dos dispêndios, garantindo a preservação da imagem do Banco, sem acréscimos de custos significativos. Na questão do orçamento do patrocínio é necessário pontuar que a CBV possui despesas administrativas (manutenção predial, pessoal administrativo etc..) e operacionais (realização dos eventos elencados, transporte e acomodações, uso das instalações para treinamento, entre outras) que podem ser perfeitamente mensuradas e avaliadas, inclusive porque serão registradas para posterior elaboração das demonstrações financeiras - ferramenta que permite a qualquer interessado verificar se a entidade possui saúde financeira o suficiente para respeitar e cumprir fielmente o contrato assinado. O Banco do Brasil argumentou ter utilizado para a definição do valor do contrato, em detrimento da exigência por um orçamento detalhado do projeto, o Valuation (que avaliou o custo de oportunidade da exposição do nome do Banco do Brasil em outras mídias - televisão, rádio, jornal -, comparando com o mesmo volume de exposição que o proporcionado pelo patrocínio). No entanto, o Valuation se propõe a comparar o custo do investimento do projeto em detrimento de campanhas de marketing, estabelecendo patamares razoáveis de valores 20

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIAGERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIAGERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS 1 de 6 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIAGERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2010 PROCESSO

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA: Auditoria de Gestão EXERCÍCIO: 2010 PROCESSO: 00190-015347/2011-28

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, incisos IV e VI, da Constituição,

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, incisos IV e VI, da Constituição, DECRETO 3.100, de 30 de Junho de 1999. Regulamenta a Lei nº 9.790, de 23 de março de 1999, que dispõe sobre a qualificação de pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, como Organizações

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2009 PROCESSO Nº

Leia mais

POLÍTICA DE PATROCÍNIO DA ELETROBRÁS

POLÍTICA DE PATROCÍNIO DA ELETROBRÁS POLÍTICA DE PATROCÍNIO DA ELETROBRÁS agosto de 2009 Eletrobrás Política de Patrocínio da Eletrobrás A Eletrobrás, alinhada a sua missão de criar, ofertar e implementar soluções que atendam aos mercados

Leia mais

CAMPEONATOS PAULISTA DE TODAS AS ESPECIALIDADES E DEMAIS EVENTOS OFICIAIS NO ESTADO DE SÃO PAULO

CAMPEONATOS PAULISTA DE TODAS AS ESPECIALIDADES E DEMAIS EVENTOS OFICIAIS NO ESTADO DE SÃO PAULO CAMPEONATOS PAULISTA DE TODAS AS ESPECIALIDADES E DEMAIS EVENTOS OFICIAIS NO ESTADO DE SÃO PAULO CICLISMO DE ESTRARA CICLISMO DE VELÓDROMO- MOUNTAIN BIKE DOWN HILL BICICROSS CICLOTURISMO Termo de Filiação

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO MUSEU DO CAFÉ Organização Social de Cultura CNPJ 02.634.914/0001-30 REGULAMENTO DE COMPRAS E CONTRATAÇÃO DE OBRAS E SERVIÇOS

ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO MUSEU DO CAFÉ Organização Social de Cultura CNPJ 02.634.914/0001-30 REGULAMENTO DE COMPRAS E CONTRATAÇÃO DE OBRAS E SERVIÇOS ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO MUSEU DO CAFÉ Organização Social de Cultura CNPJ 02.634.914/0001-30 REGULAMENTO DE COMPRAS E CONTRATAÇÃO DE OBRAS E SERVIÇOS Capítulo I INTRODUÇÃO Artigo 1º - O presente regulamento

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA DE CONTAS EXTRAORDINÁRIAS

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA DE CONTAS EXTRAORDINÁRIAS PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA DE CONTAS EXTRAORDINÁRIAS TIPO DE AUDITORIA: Auditoria de Gestão EXERCÍCIO: 2011 PROCESSO:

Leia mais

Adequações do estatuto social.

Adequações do estatuto social. Adequações do estatuto social. Este trabalho objetiva orientar a adequação compulsória do estatuto social para postulação de incentivos fiscais ao esporte para formação de atletas olímpicos e paraolímpicos,

Leia mais

LEI Nº 5026 DE 19 DE MAIO 2009. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, faço saber que a Câmara Municipal decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 5026 DE 19 DE MAIO 2009. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, faço saber que a Câmara Municipal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 5026 DE 19 DE MAIO 2009 Dispõe sobre a qualificação de entidades como Organizações Sociais e dá outras providências. Autor: Poder Executivo O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, faço saber que

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CASA CIVIL SECRETARIA DE CONTROLE INTERNO COORDENAÇÃO-GERAL DE AUDITORIA RELATÓRIO DE AUDITORIA

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CASA CIVIL SECRETARIA DE CONTROLE INTERNO COORDENAÇÃO-GERAL DE AUDITORIA RELATÓRIO DE AUDITORIA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CASA CIVIL SECRETARIA DE CONTROLE INTERNO COORDENAÇÃO-GERAL DE AUDITORIA TIPO DE AUDITORIA : Auditoria de Gestão EXERCÍCIO : 2009 PROCESSO : 00181.000687/2010-82 UNIDADE AUDITADA

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS 532 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2008 PROCESSO

Leia mais

Dispõe sobre a qualificação de entidades como Organizações Sociais OS no âmbito municipal, e dá outras providências.

Dispõe sobre a qualificação de entidades como Organizações Sociais OS no âmbito municipal, e dá outras providências. PREFEITURA MUNICIPAL DE CAPIVARI DO SUL ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL LEI MUNICIPAL Nº 884, DE 19 DE AGOSTO DE 2014. Dispõe sobre a qualificação de entidades como Organizações Sociais OS no âmbito municipal,

Leia mais

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL GOVERNANÇA CORPORATIVA

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL GOVERNANÇA CORPORATIVA 1. INTRODUÇÃO 1.1 A CAIXA A Caixa Econômica Federal é uma instituição financeira sob a forma de empresa pública, vinculada ao Ministério da Fazenda. Instituição integrante do Sistema Financeiro Nacional

Leia mais

PORTARIA Nº 572, DE 22 DE MARÇO DE 2010

PORTARIA Nº 572, DE 22 DE MARÇO DE 2010 PORTARIA Nº 572, DE 22 DE MARÇO DE 2010 O MINISTRO DE ESTADO DO CONTROLE E DA TRANSPARÊNCIA, no uso das atribuições que lhe confere o inciso II do parágrafo único do art. 87 da Constituição, nos termos

Leia mais

LEI Nº 4.081, DE 04 DE JANEIRO DE 2008 DODF DE 07.01.2008

LEI Nº 4.081, DE 04 DE JANEIRO DE 2008 DODF DE 07.01.2008 LEI Nº 4.081, DE 04 DE JANEIRO DE 2008 DODF DE 07.01.2008 Dispõe sobre a qualificação de entidades como organizações sociais no âmbito do Distrito Federal e dá outras providências. O GOVERNADOR DO DISTRITO

Leia mais

DECRETO Nº 6.555, DE 8 DE SETEMBRO DE 2008.

DECRETO Nº 6.555, DE 8 DE SETEMBRO DE 2008. DECRETO Nº 6.555, DE 8 DE SETEMBRO DE 2008. Dispõe sobre as ações de comunicação do Poder Executivo Federal e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o

Leia mais

RESOLUÇÃO CONJUNTA CGM/SMAS/SMA Nº 019 DE 29 ABRIL DE 2005

RESOLUÇÃO CONJUNTA CGM/SMAS/SMA Nº 019 DE 29 ABRIL DE 2005 RESOLUÇÃO CONJUNTA CGM/SMAS/SMA Nº 019 DE 29 ABRIL DE 2005 Dispõe sobre os procedimentos para cadastramento de Fundações Privadas ou Associações pela Comissão de Cadastramento de ONGs e Associações, de

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA DE CONTAS EXTRAORDINÁRIAS

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA DE CONTAS EXTRAORDINÁRIAS PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA DE CONTAS EXTRAORDINÁRIAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2010 PROCESSO

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2010 PROCESSO Nº

Leia mais

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Nota Técnica n.º 08/2006 Comentários sobre Auditoria do TCU nos gastos com Cartões Corporativos Núcleo Trabalho, Previdência e Assistência Social Elisangela M. S. Batista 15/Mar/2006 Endereço na Internet:

Leia mais

Contratação de Serviços de TI. Ministro-Substituto Augusto Sherman Cavalcanti

Contratação de Serviços de TI. Ministro-Substituto Augusto Sherman Cavalcanti Contratação de Serviços de TI Ministro-Substituto Augusto Sherman Cavalcanti O antigo modelo de contratação de serviços de TI 2 O Modelo antigo de contratação de serviços de TI Consiste na reunião de todos

Leia mais

Questionário de Governança de TI 2014

Questionário de Governança de TI 2014 Questionário de Governança de TI 2014 De acordo com o Referencial Básico de Governança do Tribunal de Contas da União, a governança no setor público compreende essencialmente os mecanismos de liderança,

Leia mais

CAPÍTULO I Das Organizações Sociais

CAPÍTULO I Das Organizações Sociais Dispõe sobre a qualificação de entidades como organizações sociais e dá outras providências O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA GSIME TECNOLOGIA E INFORMÁTICA LTDA Nome Fantasia: GTI Solution

CÓDIGO DE ÉTICA DA GSIME TECNOLOGIA E INFORMÁTICA LTDA Nome Fantasia: GTI Solution CÓDIGO DE ÉTICA DA GSIME TECNOLOGIA E INFORMÁTICA LTDA Nome Fantasia: GTI Solution GTI Solution Código de Ética: GSIME TECNOLOGIA E INFORMÁTICA LTDA 1. INTRODUÇÃO A GSIME TECNOLOGIA E INFORMÁTICA LTDA

Leia mais

Nova Lei de Contratação de Serviços de Publicidade Lei Federal nº 12.232/10

Nova Lei de Contratação de Serviços de Publicidade Lei Federal nº 12.232/10 PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS Secretaria Municipal de Gestão e Controle Departamento de Auditoria Nova Lei de Contratação de Serviços de Publicidade Lei Federal nº 12.232/10 LEI FEDERAL 12.232, DE 29

Leia mais

DELIBERAÇÃO PLENÁRIA N 20, DE 26 DE MAIO DE 2015.

DELIBERAÇÃO PLENÁRIA N 20, DE 26 DE MAIO DE 2015. DELIBERAÇÃO PLENÁRIA N 20, DE 26 DE MAIO DE 2015. Regulamenta a concessão de apoio institucional pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Goiás (CAU/GO), caracteriza as suas modalidades e dá outras

Leia mais

CNPJ/MF nº 29.978.814/0001-87. Comitê de Auditoria Estatutário. Regimento Interno. Capítulo I Introdução

CNPJ/MF nº 29.978.814/0001-87. Comitê de Auditoria Estatutário. Regimento Interno. Capítulo I Introdução PÁGINA 1 DE 7 DO PÁGINA 1 DE 7 DO CNPJ/MF nº 29.978.814/0001-87 Comitê de Auditoria Estatutário Regimento Interno Capítulo I Introdução Artigo 1º. O Comitê de Auditoria Estatutário ( Comitê ou CAE ) da

Leia mais

SÓLAZER CLUBE DOS EXECEPCIONAIS - ORGANIZAÇÃO SOCIAL DE ESPORTE CNPJ 28.008.530/0001-03

SÓLAZER CLUBE DOS EXECEPCIONAIS - ORGANIZAÇÃO SOCIAL DE ESPORTE CNPJ 28.008.530/0001-03 SÓLAZER CLUBE DOS EXECEPCIONAIS - ORGANIZAÇÃO SOCIAL DE ESPORTE CNPJ 28.008.530/0001-03 Capítulo I INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE COMPRAS E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS Art. 1º - O presente regulamento tem por finalidade

Leia mais

Chamada Interna Projeto Voluntários BB Aposentados 2015

Chamada Interna Projeto Voluntários BB Aposentados 2015 Chamada Interna Projeto Voluntários BB Aposentados 2015 Brasília (DF), 13 de outubro de 2015. Unidade Negócios Sociais e Desenvolvimento Sustentável - UNS Chamada Interna Projeto Voluntários BB Aposentados

Leia mais

Dispõe sobre a qualificação de entidades como Organizações Sociais e dá outras providências.

Dispõe sobre a qualificação de entidades como Organizações Sociais e dá outras providências. DESPACHO 2009 N O Projeto de Lei nº 2/2009 Dispõe sobre a qualificação de entidades como Organizações Sociais e dá outras providências. Autor do Projeto: Poder Executivo SUBSTITUTIVO Nº 1 /2009 Estabelece

Leia mais

Carta-Circular nº 3.337 (DOU de 28/08/08)

Carta-Circular nº 3.337 (DOU de 28/08/08) Carta-Circular nº 3.337 (DOU de 28/08/08) Divulga procedimentos mínimos necessários para o desempenho do estabelecido pela Circular 3.400, de 2008, no cumprimento das atribuições especiais das cooperativas

Leia mais

Questão de auditoria Informações Requeridas Fontes de Informação Procedimentos Possíveis Achados

Questão de auditoria Informações Requeridas Fontes de Informação Procedimentos Possíveis Achados Questão de auditoria Informações Requeridas Fontes de Informação s Possíveis Achados 1 As características da unidade de controle interno atendem aos preceitos normativos e jurisprudenciais? Ato que criou

Leia mais

6.2.2 RISCO SOCIOAMBIENTAL NA CONCESSÃO DE CRÉDITO 6.3 RELACIONAMENTO COM FUNCIONÁRIOS E COLABORADORES

6.2.2 RISCO SOCIOAMBIENTAL NA CONCESSÃO DE CRÉDITO 6.3 RELACIONAMENTO COM FUNCIONÁRIOS E COLABORADORES Índice 1. INTRODUÇÃO 2. PARTES INTERESSADAS. NORMATIVOS. ESTRUTURA DE GOVERNANÇA. PRINCÍPIOS 6. DIRETRIZES 6.1 NORMATIZAÇÃO 6.2 GERENCIAMENTO DO RISCO SOCIOAMBIENTAL 6.2.1 RISCO SOCIOAMBIENTAL DA INSTITUIÇÃO

Leia mais

Prefeitura Municipal de Farias Brito GOVERNO MUNICIPAL CNPJ n 07.595.572/0001-00

Prefeitura Municipal de Farias Brito GOVERNO MUNICIPAL CNPJ n 07.595.572/0001-00 ANEXO I PREGÃO Nº 2012.12.12.1 TERMO DE REFERÊNCIA Com a especificação dos serviços de assessoria, consultoria, execução contábil, justificativas, defesas e recursos de processos administrativos junto

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2006 PROCESSO Nº : 04972.000579/2007-59 UNIDADE AUDITADA

Leia mais

REGIUS SOCIEDADE CIVIL DE PREVIDÊNCIA PRIVADA. Política de Governança Corporativa

REGIUS SOCIEDADE CIVIL DE PREVIDÊNCIA PRIVADA. Política de Governança Corporativa 1/13 TÍTULO: CLASSIFICAÇÃO: REFERENCIAL NORMATIVO ASSUNTO: ELABORAÇÃO: APROVAÇÃO: Documento Executivo Resolução CGPC nº13/2004 Apresenta e especifica estrutura, componentes e mecanismos corporativa na

Leia mais

2. DO OBJETIVO Constitui objeto deste EDITAL, seleção de projetos para a realização dos Eventos Juninos nas áreas rurais e distritos de Canindé.

2. DO OBJETIVO Constitui objeto deste EDITAL, seleção de projetos para a realização dos Eventos Juninos nas áreas rurais e distritos de Canindé. PREFEITURA MUNICIPAL DE CANINDÉ FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE CULTURA E ESPORTE DE CANINDÉ EDITAL Nº: 002/2013 EDITAL DE CHAMADA PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS CONCORRENTES PARA A REALIZAÇÃO (APOIO A FESTEJOS JUNINOS)

Leia mais

Responsabilidade Social e Incentivos Sociais. Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente e da Pessoa Idosa

Responsabilidade Social e Incentivos Sociais. Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente e da Pessoa Idosa Responsabilidade Social e Incentivos Sociais Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente e da Pessoa Idosa Nosso ponto de partida Responsabilidade Social: conceito em evolução e práticas em difusão,

Leia mais

POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA

POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA 1 1. APRESENTAÇÃO Esta política estabelece os princípios e práticas de Governança Cooperativa adotadas pelas cooperativas do Sistema Cecred, abordando os aspectos de

Leia mais

POLÍTICA DE PATROCINIO DA CAGECE

POLÍTICA DE PATROCINIO DA CAGECE POLÍTICA DE PATROCINIO DA CAGECE A Política de Patrocínio da Cagece que compreende o apoio financeiro concedido a projetos institucionais, culturais, sociais, ambientais e esportivos de iniciativa de terceiros,

Leia mais

REUNIÃO DA DIRETORIA APROVA O TEXTO DA PROPOSTA DE REFORMA E CONSOLIDAÇÃO DO ESTATUTO SOCIAL

REUNIÃO DA DIRETORIA APROVA O TEXTO DA PROPOSTA DE REFORMA E CONSOLIDAÇÃO DO ESTATUTO SOCIAL REUNIÃO DA DIRETORIA APROVA O TEXTO DA PROPOSTA DE REFORMA E CONSOLIDAÇÃO DO ESTATUTO SOCIAL A Diretoria da CBC aprovou o texto da proposta de reforma e consolidação do Estatuto Social que tem por objetivo

Leia mais

Relatório de Auditoria Exercício de 2013

Relatório de Auditoria Exercício de 2013 Relatório de Auditoria Exercício de 2013 REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL Controladoria-Geral da União Banco Intern. para Reconstrução e Desenvolvimento BIRD Projeto TF97156 Brasília/DF, 2014 PRESIDÊNCIA

Leia mais

RESOLUÇÃO - CONSUNI Nº 06/2011

RESOLUÇÃO - CONSUNI Nº 06/2011 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS RESOLUÇÃO - CONSUNI Nº 06/2011 Disciplina o relacionamento entre a Universidade Federal de Goiás e as Fundações de Apoio à UFG. O CONSELHO UNIVERSITÁRIO

Leia mais

Contratos. Licitações & Contratos - 3ª Edição

Contratos. Licitações & Contratos - 3ª Edição Contratos 245 Conceito A A Lei de Licitações considera contrato todo e qualquer ajuste celebrado entre órgãos ou entidades da Administração Pública e particulares, por meio do qual se estabelece acordo

Leia mais

Processo Único de Federação- PUF

Processo Único de Federação- PUF Processo Único de Federação- PUF 1 1. O que é a FEJEPAR? A Federação das Empresas Juniores do Estado do Paraná FEJEPAR, fundada no ano de 1996 na cidade de Curitiba, é uma instituição sem fins lucrativos,

Leia mais

2.1. Nesse contexto, o Pronunciamento visa a contribuir para as melhores práticas concernentes:

2.1. Nesse contexto, o Pronunciamento visa a contribuir para as melhores práticas concernentes: CODIM COMITÊ DE ORIENTAÇÃO PARA DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÃO AO MERCADO (ABRAPP - ABRASCA AMEC ANBIMA ANCORD - ANEFAC APIMEC BM&FBOVESPA CFC IBGC IBRACON IBRI) Proposta de Texto Final PRONUNCIAMENTO DE ORIENTAÇÃO

Leia mais

CLÁUSULA SEGUNDA DO PROGRAMA DE TRABALHO

CLÁUSULA SEGUNDA DO PROGRAMA DE TRABALHO QUARTO TERMO ADITIVO AO CONTRATO Nº 14/ANA/2004 CELEBRADO ENTRE A AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS E A ASSOCIAÇÃO PRÓ-GESTÃO DAS ÁGUAS DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO PARAÍBA DO SUL, COM A ANUÊNCIA DO COMITÊ PARA

Leia mais

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A CEMEPE INVESTIMENTOS S/A RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações contábeis do exercício encerrado

Leia mais

TRANSPARÊNCIA E RIGOR NA NOVA LEI DE LICITAÇÕES DA PUBLICIDADE DE ÓRGÃO PÚBLICO

TRANSPARÊNCIA E RIGOR NA NOVA LEI DE LICITAÇÕES DA PUBLICIDADE DE ÓRGÃO PÚBLICO TRANSPARÊNCIA E RIGOR NA NOVA LEI DE LICITAÇÕES DA PUBLICIDADE DE ÓRGÃO PÚBLICO Por João Luiz Faria Netto A nova lei conta com normas principais e obrigatórias para a contratação de agências de publicidade

Leia mais

Legislação não transfere à Administração Pública a responsabilidade por seu pagamento

Legislação não transfere à Administração Pública a responsabilidade por seu pagamento Legislação Fiscal Lei nº 8.666/1993 Art. 67. A execução do contrato deverá ser acompanhada e fiscalizada por um representante da Administração especialmente designado, permitida a contratação de terceiros

Leia mais

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. Regulamenta as atribuições da Secretaria de Controle Interno do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região e dá outras providências. A PRESIDENTE DO, no uso de

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2008 PROCESSO Nº

Leia mais

PROJETO DE LEI. Art. 20...

PROJETO DE LEI. Art. 20... PROJETO DE LEI Altera as Leis n o 12.772, de 28 de dezembro de 2012; n o 8.958, de 20 de dezembro de 1994; n o 11.892, de 29 de dezembro de 2008; n o 11.526, de 4 de outubro de 2007; e n o 12.513, de 26

Leia mais

O CONTROLE INTERNO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO PARA OS MUNICÍPIOS

O CONTROLE INTERNO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO PARA OS MUNICÍPIOS O CONTROLE INTERNO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO PARA OS MUNICÍPIOS Luís Filipe Vellozo de Sá e Eduardo Rios Auditores de Controle Externo TCEES Vitória, 21 de fevereiro de 2013 1 Planejamento Estratégico

Leia mais

INSTRUÇÃO PREVIC Nº 5, DE 01 DE NOVEMBRO DE 2013

INSTRUÇÃO PREVIC Nº 5, DE 01 DE NOVEMBRO DE 2013 INSTRUÇÃO PREVIC Nº 5, DE 01 DE NOVEMBRO DE 2013 Dispõe sobre os procedimentos a serem observados pelas entidades fechadas de previdência complementar na divulgação de informações aos participantes e assistidos

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS CAPÍTULO II DA FINALIDADE, VINCULAÇÃO E SEDE

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS CAPÍTULO II DA FINALIDADE, VINCULAÇÃO E SEDE LEI N. 2.031, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2008 Institui o Serviço Social de Saúde do Acre, paraestatal de direito privado, na forma que especifica. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE seguinte Lei: FAÇO SABER que

Leia mais

(Alterada pela Resolução nº 014/2011/CA)

(Alterada pela Resolução nº 014/2011/CA) INSTRUÇÃO DE SERVIÇOS N 004 DE 25 DE JULHO DE 2011 (Alterada pela Resolução nº 014/2011/CA) CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS Estabelece diretrizes, normas e procedimentos para a Concessão de Patrocínio

Leia mais

ETERNIT S.A. C.N.P.J. nº 61.092.037/0001-81 NIRE 35.300.013.344 ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 17 DE SETEMBRO DE 2.

ETERNIT S.A. C.N.P.J. nº 61.092.037/0001-81 NIRE 35.300.013.344 ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 17 DE SETEMBRO DE 2. ETERNIT S.A. C.N.P.J. nº 61.092.037/0001-81 NIRE 35.300.013.344 ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 17 DE SETEMBRO DE 2.008 Aos 17 dias do mês de setembro do ano de dois mil e oito,

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA (RN) RN - 006/01

RESOLUÇÃO NORMATIVA (RN) RN - 006/01 RESOLUÇÃO NORMATIVA (RN) RN - 006/01 EMITENTE Presidência Aprovada pela Diretoria REUNIÃO DE 01/06/2005 Revisão Nº 01 Aprovada pela Diretoria REUNIÃO DE 10/01/2007 ASSUNTO Contratação de Prestação de Serviços

Leia mais

INSTRUÇÃO DE SERVIÇOS N 004 DE 25 DE JULHO DE 2011 (Alterada pelas Resoluções nº 014/2011/CA e 034/2013/CA)

INSTRUÇÃO DE SERVIÇOS N 004 DE 25 DE JULHO DE 2011 (Alterada pelas Resoluções nº 014/2011/CA e 034/2013/CA) INSTRUÇÃO DE SERVIÇOS N 004 DE 25 DE JULHO DE 2011 (Alterada pelas Resoluções nº 014/2011/CA e 034/2013/CA) Estabelece diretrizes, normas e procedimentos para a Concessão de Patrocínio Financeiro para

Leia mais

INFORMAÇÕES AOS FORNECEDORES SEJA NOSSO FORNECEDOR REGULAMENTO PARA EMISSÃO DO CRC COCEL (parte integrante do site www.cocel.com.

INFORMAÇÕES AOS FORNECEDORES SEJA NOSSO FORNECEDOR REGULAMENTO PARA EMISSÃO DO CRC COCEL (parte integrante do site www.cocel.com. 1/7 INFORMAÇÕES AOS FORNECEDORES SEJA NOSSO FORNECEDOR REGULAMENTO PARA EMISSÃO DO CRC COCEL (parte integrante do site www.cocel.com.br) INFORMAÇÕES I. O interessado na inscrição no Cadastro de Fornecedores

Leia mais

EDITAL DE LICITAÇÃO PROCESSO DE SELEÇÃO CBG Nº 006/2014 GESTÃO DA PLATAFORMA DE COMUNICAÇÃO

EDITAL DE LICITAÇÃO PROCESSO DE SELEÇÃO CBG Nº 006/2014 GESTÃO DA PLATAFORMA DE COMUNICAÇÃO EDITAL DE LICITAÇÃO PROCESSO DE SELEÇÃO CBG Nº 006/2014 GESTÃO DA PLATAFORMA DE COMUNICAÇÃO A CBG Confederação Brasileira de Golfe, de acordo com a Lei 10.264 de 16 de julho de 2001 Lei Agnelo/Piva, regulamentada

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DE ATUAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA DA FUNDAÇÃO UNIPLAC DA NATUREZA, FINALIDADE E COMPOSIÇÃO

REGIMENTO INTERNO DE ATUAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA DA FUNDAÇÃO UNIPLAC DA NATUREZA, FINALIDADE E COMPOSIÇÃO REGIMENTO INTERNO DE ATUAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA DA FUNDAÇÃO UNIPLAC DA NATUREZA, FINALIDADE E COMPOSIÇÃO Art. 1º A Diretoria Executiva, subordinada ao Presidente da Fundação, é responsável pelas atividades

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO N. 700, DE 19 DE SETEMBRO DE 2011

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO N. 700, DE 19 DE SETEMBRO DE 2011 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO N. 700, DE 19 DE SETEMBRO DE 2011 Dispõe sobre a relação entre a UFPA e as Fundações de Apoio ao Ensino, Pesquisa,

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa RESOLUÇÃO DE MESA Nº 847/2008 (atualizada até a Resolução de Mesa nº 951, de 3 de novembro de 2009) Regulamenta a

Leia mais

Regime Interno da Diretoria da BM&FBOVESPA

Regime Interno da Diretoria da BM&FBOVESPA Regime Interno da Diretoria da BM&FBOVESPA REGIMENTO INTERNO DA DIRETORIA DA BM&FBOVESPA 1. Objeto O presente Regimento Interno ( Regimento ) tem o escopo de disciplinar o funcionamento do Diretoria da

Leia mais

INSCRIÇÃO OU RENOVAÇÃO CADASTRAL

INSCRIÇÃO OU RENOVAÇÃO CADASTRAL INSCRIÇÃO OU RENOVAÇÃO CADASTRAL 1. DA ENTREGA DA DOCUMENTAÇÃO 1.1. Os interessados em se inscrever e/ou renovar o Registro Cadastral junto ao GRB deverão encaminhar a documentação a seguir estabelecida,

Leia mais

INSTRUÇÕES AOS PROPONENTES CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE SEGURANÇA E VIGILÂNCIA ARMADA PARA AS INSTALAÇÕES DO ONS EM BRASÍLIA/DF

INSTRUÇÕES AOS PROPONENTES CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE SEGURANÇA E VIGILÂNCIA ARMADA PARA AS INSTALAÇÕES DO ONS EM BRASÍLIA/DF INSTRUÇÕES AOS PROPONENTES CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE SEGURANÇA E VIGILÂNCIA ARMADA PARA AS INSTALAÇÕES DO ONS EM BRASÍLIA/DF Ref: Aviso de Edital ADG nº 003/2014 publicado em 28/10/2014. 1 1. OBJETO A

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 Aprova a NBC T 11.8 Supervisão e Controle de Qualidade. O Conselho Federal de Contabilidade, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, Considerando que as Normas

Leia mais

TERCEIRO SETOR, CULTURA E RESPONSABILIDADE SOCIAL

TERCEIRO SETOR, CULTURA E RESPONSABILIDADE SOCIAL TERCEIRO SETOR, CULTURA E RESPONSABILIDADE SOCIAL 12/08/2014 Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil Lei nº 13.019, de 31 de julho de 2014 No dia 31 de julho de 2014, foi sancionado, com

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria de Comunicação Social Secretaria de Gestão, Controle e Normas Departamento de Normas

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria de Comunicação Social Secretaria de Gestão, Controle e Normas Departamento de Normas PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria de Comunicação Social Secretaria de Gestão, Controle e Normas Departamento de Normas NOTA TÉCNICA Nº 04/2012/DENOR/SGCN/SECOM-PR Brasília, 20 de abril de 2012. Referência:

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ CONSELHO UNIVERSITÁRIO. Resolução n 027/2011-CONSU De 22 de dezembro de 2011

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ CONSELHO UNIVERSITÁRIO. Resolução n 027/2011-CONSU De 22 de dezembro de 2011 Resolução n 027/2011-CONSU De 22 de dezembro de 2011 Regulamenta as normas para o relacionamento entre a Universidade Federal do Amapá e as Fundações de Apoio prevista na Lei n 8.958, de 20 de dezembro

Leia mais

Relatório de Auditoria. Exercício de 2012 e 2013. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento PNUD

Relatório de Auditoria. Exercício de 2012 e 2013. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento PNUD Relatório de Auditoria Exercício de 2012 e 2013 REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL Controladoria-Geral da União Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento PNUD Projeto BRA/10/G71 Fortalecimento Institucional

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental

Política de Responsabilidade Socioambiental Política de Responsabilidade Socioambiental SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVO... 3 3 DETALHAMENTO... 3 3.1 Definições... 3 3.2 Envolvimento de partes interessadas... 4 3.3 Conformidade com a Legislação

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA Contrato por Produto - Nacional

TERMO DE REFERÊNCIA Contrato por Produto - Nacional TERMO DE REFERÊNCIA Contrato por Produto - Nacional 1 Antecedentes e Justificativa A partir da última década do século passado, a gestão de riscos tomou impulso e passou a fazer parte da agenda dos executivos

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA Procedência: 38ª Reunião da Câmara Técnica de Assuntos Jurídicos Data: 04 e 05 de dezembro de 2007 Processo n 02000.003674/2005-12

Leia mais

Supremo Tribunal Federal Secretaria de Controle Interno Coordenadoria de Auditoria e Fiscalização

Supremo Tribunal Federal Secretaria de Controle Interno Coordenadoria de Auditoria e Fiscalização NOTA TÉCNICA Nº 1/2007 SCI Brasília, 13 de dezembro de 2007. Assunto: Definição de limites para BDI nas contratações de serviço com locação de mão-de-obra: 26,44% para o regime de incidência cumulativa

Leia mais

FAQ AUDIÊNCIA PÚBLICA - LICITAÇÃO AGF 2013

FAQ AUDIÊNCIA PÚBLICA - LICITAÇÃO AGF 2013 FAQ AUDIÊNCIA PÚBLICA - LICITAÇÃO AGF 2013 Perguntas 1) O que é uma franquia dos Correios? 2) Qual o Objetivo da Audiência Publica sobre contratação de pessoa jurídica de direito privado para operação

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO 1 1 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2008 PROCESSO

Leia mais

Programa Banco do Brasil de Patrocínios 2014 Seleção Pública de Projetos para Patrocínio pelo Banco do Brasil

Programa Banco do Brasil de Patrocínios 2014 Seleção Pública de Projetos para Patrocínio pelo Banco do Brasil Programa Banco do Brasil de Patrocínios 2014 Seleção Pública de Projetos para Patrocínio pelo Banco do Brasil Preâmbulo O Banco do Brasil torna pública a abertura do Programa Banco do Brasil de Patrocínios,

Leia mais

TERCEIRIZAÇÃO PEGUNTAS E RESPOSTAS

TERCEIRIZAÇÃO PEGUNTAS E RESPOSTAS TERCEIRIZAÇÃO PEGUNTAS E RESPOSTAS 1 - Quem é o responsável pelo ateste das faturas de serviços continuados? O fiscal do contrato ou o gestor do contrato? R - Quem atesta as faturas é o gestor do contrato,

Leia mais

Regulamenta o Sistema de Registro de Preços previsto no art. 15 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993.

Regulamenta o Sistema de Registro de Preços previsto no art. 15 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993. DECRETO N.º 7.892, DE 23 DE JANEIRO DE 2013. Regulamenta o Sistema de Registro de Preços previsto no art. 15 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que

Leia mais

Política de Patrocínio

Política de Patrocínio SUMÁRIO APRESENTAÇÃO...02 1. OBJETIVO INSTITUCIONAL...03 2. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS...04 3. LINHAS DE ATUAÇÃO...05 3.1 Projetos prioritários...05 3.2 Projetos que não podem ser patrocinados...05 4. ABRANGÊNCIA...06

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE AUDITORIA

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE AUDITORIA REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE AUDITORIA Art. 1º. O Comitê de Auditoria ( Comitê ) é órgão estatutário de assessoramento vinculado diretamente ao Conselho de Administração, de caráter permanente, regido

Leia mais

UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA (UAUDI) Conceitos & Normativos

UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA (UAUDI) Conceitos & Normativos UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA (UAUDI) Conceitos & Normativos Exercício 2015 Auditoria Interna Unidade de Auditoria Interna - CEFET/RJ Normativos: Portaria nº 07, de 15/01/2001: cria a Unidade de Auditoria

Leia mais

ACÓRDÃO Nº 1233/2012 TCU Plenário

ACÓRDÃO Nº 1233/2012 TCU Plenário ACÓRDÃO Nº 1233/2012 TCU Plenário 1. Processo nº TC 011.772/2010-7. 2. Grupo I Classe de Assunto V: Relatório de Auditoria 3. Interessados/Responsáveis: 3.1. Interessada: Secretaria de Fiscalização de

Leia mais

Este regulamento define e torna públicas as regras gerais para participação no Edital de Projetos da Fundação Aperam Acesita 2014.

Este regulamento define e torna públicas as regras gerais para participação no Edital de Projetos da Fundação Aperam Acesita 2014. 1. Objeto EDITAL DE PROJETOS FUNDAÇÃO APERAM ACESITA 2014 REGULAMENTO GERAL Este regulamento define e torna públicas as regras gerais para participação no Edital de Projetos da 2014. São objetivos do presente

Leia mais

Parte A: Documentação e Legislação Básicas da Gestão Fiscal

Parte A: Documentação e Legislação Básicas da Gestão Fiscal QUESTIONÁRIO PARA AS AUTORIDADES NACIONAIS TRANSPARÊNCIA NA GESTÃO DAS RECEITA DOS RECURSOS NATURAIS O objetivo deste questionário é colher informações sobre a gestão dos recursos naturais, com ênfase

Leia mais

Fundação Aperam Acesita. Fundação Aperam Acesita Alameda 31 de Outubro, 500 Centro Norte 35180-014 Timóteo-MG Brasil

Fundação Aperam Acesita. Fundação Aperam Acesita Alameda 31 de Outubro, 500 Centro Norte 35180-014 Timóteo-MG Brasil A faz saber, por via do presente Edital, que estão abertas as inscrições para a seleção de projetos a serem desenvolvidos por organizações diversas, cujos objetivos atendam a uma ou mais das finalidades

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO PRESIDÊNCIA PORTARIA FNDE Nº 344 DE 10 DE OUTUBRO DE 2008.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO PRESIDÊNCIA PORTARIA FNDE Nº 344 DE 10 DE OUTUBRO DE 2008. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO PRESIDÊNCIA PORTARIA FNDE Nº 344 DE 10 DE OUTUBRO DE 2008. Estabelece procedimentos e orientações sobre a criação, composição, funcionamento

Leia mais

Agência de Propaganda

Agência de Propaganda Agência de Propaganda Um assinante do Consultor Municipal fez a seguinte consulta: As empresas de propaganda e marketing são consideradas agências? E qual seria a base de cálculo do ISS? Por ser um assunto

Leia mais

EMPRESA MUNICIPAL DE OBRAS E URBANIZAÇÃO

EMPRESA MUNICIPAL DE OBRAS E URBANIZAÇÃO 1 FUNDAMENTAÇÃO Este Manual contem regras para Cadastramento com fins de Licitação, nos termos da Lei 8.666/93 e alterações posteriores. e está disponível no site www.aracaju.se.gov.br/emurb. REGRAS PARA

Leia mais

MANUAL DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA COMPANHIA.

MANUAL DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA COMPANHIA. MANUAL DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA COMPANHIA. 1 Objetivos e Princípios Este Manual tem por objeto o estabelecimento de padrões de conduta e transparência

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2006 PROCESSO Nº : 25004.005767/2007-09 UNIDADE AUDITADA

Leia mais

Publicidade Legal x Publicidade Institucional

Publicidade Legal x Publicidade Institucional Aperfeiçoamento em Licitações Públicas e Contratos Administrativos Módulo 6: Contratação de serviços de publicidade Edinando Brustolin Graduado e mestre em Direito pela UFSC. Assessor jurídico da Federação

Leia mais

PAULISTA FUTEBOL CLUBE LTDA. Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Contábeis. Demonstrações Contábeis Em 31 de dezembro de 2011

PAULISTA FUTEBOL CLUBE LTDA. Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Contábeis. Demonstrações Contábeis Em 31 de dezembro de 2011 PAULISTA FUTEBOL CLUBE LTDA Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Contábeis Demonstrações Contábeis Em 31 de dezembro de 2011 AudiBanco - Auditores independentes SS Rua: Flores da

Leia mais

Sindi-Clube. 25 anos de Representatividade e Serviços

Sindi-Clube. 25 anos de Representatividade e Serviços Sindi-Clube 25 anos de Representatividade e Serviços 1 Encontro Regional de Dirigentes Fórum de Debates 2014 2 Objetivos do Sindi-Clube O Sindicato dos Clubes do Estado de São Paulo Sindi- Clube, fundado

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2006 PROCESSO Nº : 00209000031/2007-17 UNIDADE AUDITADA

Leia mais