MONDRIAN E A IMAGEM DE SÍNTESE: UM ENFOQUE RELACIONAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MONDRIAN E A IMAGEM DE SÍNTESE: UM ENFOQUE RELACIONAL"

Transcrição

1 MONDRIAN E A IMAGEM DE SÍNTESE: UM ENFOQUE RELACIONAL Cleon Gostinski RESUMO Bacharel em Comunicação Social, Mestre em Administração de Empresas pela UFRGS; Docente da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da UFRGS. Procurando criar correspondência entre o processo criativo de Pieter Cornelis Mondrian e as fundações da imagem computacional de síntese, este artigo parte de um breve referencial histórico do desenvolvimento das representações artísticas e maquínicas da imagem, promovendo uma comparação entre as obras do artista e algumas possibilidades de intervenção na imagem virtual, através de um programa de computação gráfica. Apoiando-se, ainda e principalmente, nas postulações de Edmond Couchot e Raymond Bellour verifica-se o significativo nível de engendramento entre a imagem na arte e na virtualidade, passando-se a considerar Mondrian como visionário e precursor do pensamento que levou a imagem de síntese aos atuais patamares de possibilidades. Palavras-chave: arte; imagem de síntese; Mondrian; representações; virtualidade. Ao fazer citações deste artigo, utilize esta referência bibliográfica: GOSTINSKI, Cleon. Mondrian e a imagem de síntese: um enfoque relacional e dialógico com Edmond Couchot. Intelecto C. n. 4, out-dez 2008 Novo Hamburgo: Catânia. p Disponível em: <http://www.intelectoc.com.br/artigos/mondrian_e_a_imagem_de_sintese_um_enfoque_relacional_intelecto_c.pdf> ABSTRACT Trying to create a correspondence between the creative process of Pieter Cornelis Mondrian and his foundation of the computational synthesis, this article starts from a brief historical reference of the development of the artistic representations and numerical images projected by computer., promoting a comparison between the pieces of the artist and some possibilities of the intervention in the virtual image, through a graphic computer program. Relying, still and mainly, in the postulates of Edmond Couchot and Raymond Bellour it is verified a meaningful level of production among the image in art and the virtual reality, starting to consider Mondrian as a visionary and a router of the thought, who carried the actual image of synthesis to the actual platform of possibilities. Palavras-chave: art; image synthesis; Mondrian; representations; virtuality. 20

2 INTRODUÇÃO Para que se possa estabelecer uma base sólida para uma correlação entre o processo evolutivo-artístico de Mondrian e a imagem de síntese, fruto de configurações algorítmicas para o meio virtual, é importante, primeiramente, entender a perspectiva de desenvolvimento histórico recente de representações através de imagens. Partindo do que afirma Couchot 1 (1993), seria correto considerar que a desenvoltura das manifestações imagéticas nos últimos séculos e na atualidade foi desencadeada a partir do período conhecido com il quattrocento. Décadas em que o meio artístico europeu reconheceu-se diante de uma pesquisa quase obsessiva na busca de formas para criar e reproduzir a imagem, principalmente no sentido de estabelecer um automatismo que liberasse cada vez mais o olhar e a mão. O grande marco, contudo, decisivo para que este desafio fosse alcançado, foi a criação da fotografia no século XIX, tida como uma legítima e reconhecida forma de expressão da realidade. Ela foi decisiva para formalizar o ambicionado automatismo de representações através de imagens e funda, ainda, a compreensão e amplitude da imagem através de sua decomposição. 1 COUCHOT, Edmond. Da representação à simulação. In: PARENTE, André. Imagem máquina: a era das tecnologias do virtual. Rio de Janeiro: Edições 34, 1993, p

3 A primeira fotografia 2 permanente feita por Nicéphore Niépce, em Diante das possibilidades maquínicas, é possível reconhecer que fora criada uma ruptura entre o modo artístico humano-motor de representar a realidade e o modo reprodutivo-transmissionista-homogeneizante de difundir o real. Esta cisão, contudo, não acarretou na independência dos diversos processos inerentes aos quadros evolutivos das ações de representação, mas, pelo contrário, gerou uma nova sinergia na busca de multirepresentar todo e qualquer contexto. Partindo da fotografia, uma decomposição satisfatória em pontos foi alcançada através da fotogravura (KATZMAN, 2005) 3. 2 INSTITUT de France Académie dês Science. Biography. In: Maison Nicéphore Niépce. Disponível em:<http://www.nicephore-niepce.com/>. Acesso em: 12/11/ KATZMAN, Mark. The history of photogravure. In: Art of the photogravure. Disponível em: <http://www.photogravure.com/history/chapter_introduction.html>. Acesso em: 12/11/

4 Fotogravura de William Fox Talbot Título: A Escada Couchot 5 (1993) identifica que rapidamente foi possível decompor a imagem em linhas, não com a intenção de simplesmente reproduzi-la ou criá-la, mas de transmiti-la. O aparato mecânico que possibilitou este tipo de produção técnica de imagem foi o pantelégrafo que funcionava a partir de um processo eletro-químico. O pantelégrafo idealizado por Giovani Caselli 6 entre 1855 e THE BRITISH Journal of Photography. Fox Talbot s second home. 17/05/2006. Disponível em: <http://www.bjp-online.com/public/showpage.html?page=329367>. Acesso em: 12/11/ COUCHOT, Edmond. Da representação à simulação. In: PARENTE, André. Imagem máquina: a era das tecnologias do virtual. Rio de Janeiro: Edições 34, 1993, p

5 Passado menos de um século todas as barreiras limitantes acabaram por cair graças ao computador. Como afirma Couchot 7 (1993): Couchot 8 o computador permitia não somente dominar totalmente o ponto da imagem pixel como substituir, ao mesmo tempo, o automatismo analógico das técnicas televisuais pelo automatismo calculado, resultante de um tratamento numérico da informação relativa à imagem. A procura do constituinte último da imagem concluía-se com o pixel, ponto de convergência, se pode dizer isso, de duas linhas de investigação tecnológica: uma que procurava o máximo de automatismo na geração da imagem; outra, o domínio completo de seu constituinte mínimo. A imagem é, daí por diante, reduzida a um mosaico de pontos perfeitamente ordenado, um quadro de números, uma matriz. Cada pixel é um permutador minúsculo entre imagem e número, que permite passar da imagem ao número e vice-versa. (1993) continua, afirmando que o pixel é a expressão visual, materializada na tela, de um cálculo efetuado pelo computador, conforme as instruções de um programa. Subpixel Skeletons 9 6 MUSEO NAZIONALE della Scienza e della Tecnologia Leonardo da Vinci. Sezione espositiva telecomunicazione. Milão, Disponível em: <http://www.museoscienza.org/dipartimenti/telecomunicazioni.asp>. Acesso em: 12/11/ COUCHOT, Edmond. Da representação à simulação. In: PARENTE, André. Imagem máquina: a era das tecnologias do virtual. Rio de Janeiro: Edições 34, 1993, p Ibidem. p CAVALCANTE, Sedecias Lopes. Esqueletonização: a linha essencial. Florianópolis: UFSC,

6 Bellour 10 (1993) ajuda a definir a imagem de síntese como estritamente numérica, calculada, não mais uma imagem, mas sim, um objeto de simulação. Não seria este um possível reencontro com as possibilidades de manifestação artística, que transcendem a caracterização e a representação do real? A ARTE COMO FATOR DE INFLUÊNCIA NA CONFIGURAÇÃO DA IMAGEM DE SÍNTESE COMPUTACIONAL No compasso da disseminação da fotografia, a arte européia firmou posição através do movimento pós-impressionista, tendo como uma de suas referências principais o pontilhismo. De acordo com Thomson 11 (2001) os pós-impressionistas evitaram ou menosprezaram os elementos que consideravam não-essenciais à execução da pintura. Partindo em uma nova e consistente direção, os adeptos do pontilhismo deveriam promover, em suas obras, uma relação exata entre as cores complementares. Neste âmbito, um determinado tom de vermelho deveria estar relacionado a outro de verde, por exemplo, demonstrando a existência, entre ambos, de uma seção infinitesimal de suporte. Diferente dos impressionistas que ignoravam totalmente tal orientação (THOMSON 12, 2001). 10 BELLOUR, Raymond. A dupla hélice. In: PARENTE, André.. Imagem máquina: a era das tecnologias do virtual. Rio de Janeiro: Edições 34, 1993, p THOMSON, Belinda. Pós-impressionismo. São Paulo: Cosac & Naify Edições, 2001, p THOMSON, Belinda. Pós-impressionismo. São Paulo: Cosac & Naify Edições, 2001, p

7 Estas questões ficam evidentes ao se analisar detidamente a obra Eiffel Tower 13 de Georges Pierre Seurat, pintada em Eiffel Tower 8 Georges Pierre Seurat 1889, particular ampliado em dez vezes. Eiffel Tower 8 Georges Pierre Seurat 1889, particular ampliado em seis vezes. 13 SEURAT, Georges Pierre. Eiffel tower. Paris, Disponível em: <http://www.sanalmuze.org/koleksiyoneng/contentxy.php?koleksiyon=&ic=60&pg=3&koleksiyon=774>. Acesso em: 13/11/

8 Eiffel Tower 8 Georges Pierre Seurat Evoluindo no tempo e em outra frente, foi fundamental a ação artística do movimento De Stijl, que teve como um de seus ícones o pintor Pieter Cornelis Mondrian. Através de seu trabalho passa a ser possível verificar a construção acurada e evolutiva de uma concepção de síntese imagética. 27

9 Árvores à luz da lua 14 Pieter Cornelis Mondrian A árvore vermelha 15 Pieter Cornelis Mondrian MONDRIAN, Pieter Cornelis. Árvores à luz da lua. Amsterdam, Disponível em: <http://www.mondrian.kit.net/obras/arvluzlua.htm>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. A árvore vermelha. Amsterdam, Disponível em: <http://www.tigtail.org/tig/l_view/tvm/b/european/b.%20between%20wars/french/mondrian/mondrian- 2.html>. Acesso em: 13/11/

10 A árvore II 16 Pieter Cornelis Mondrian Árvore cinza 17 Pieter Cornelis Mondrian MONDRIAN, Pieter Cornelis. A árvore II. Paris, Disponível em: <http://www.mondrian.kit.net/obras/arvii.htm>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. Árvore cinza. Paris, Disponível em: <http://www.mondrian.kit.net/obras/arvii.htm>. Acesso em: 13/11/

11 Macieira em flor 18 Pieter Cornelis Mondrian Composição 19 Pieter Cornelis Mondrian MONDRIAN, Pieter Cornelis. Macieira em flor. Paris, Disponível em: <http://www.abcgallery.com/m/mondrian/mondrian28.html>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. Composição. Paris, Disponível em: <http://www.moma.org/collection/browse_results.php?criteria=o%3aad%3ae%3a4057&page_number=7 &template_id=1&sort_order=1 >. Acesso em: 13/11/

12 Composição com cores 20 Pieter Cornelis Mondrian Composição: tabuleiro, cores claras 21 Pieter Cornelis Mondrian MONDRIAN, Pieter Cornelis. Composição com cores. Paris, Disponível em: <http://www.mondrian.kit.net/obras/corb.htm>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. Composição: tabuleiro, cores claras. Paris, Disponível em: <http://www.mondrian.kit.net/obras/corb.htm>. Acesso em: 13/11/

13 Composição com vermelho, amarelo e preto 22 Pieter Cornelis Mondrian Composição II com linhas pretas 23 Pieter Cornelis Mondrian MONDRIAN, Pieter Cornelis. Composição com vermelho, amarelo e preto. Paris, Disponível em: <http://www.abcgallery.com/m/mondrian/mondrian53.html>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. Composição II com linhas pretas. Paris, Disponível em: <http://www.abcgallery.com/m/mondrian/mondrian55.html>. Acesso em: 13/11/

14 Broadway Boogie-Woogie 24 Pieter Cornelis Mondrian Vitória do Boogie-Woogie (inacabado) 25 Pieter Cornelis Mondrian MONDRIAN, Pieter Cornelis. Broadway Boogie-Woogie. Nova Iorque, Disponível em: <http://www.mondrian.kit.net/obras/bbw.htm>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. Vitória do Boogie-Woogie. Nova Iorque, Disponível em: <http://www.abcgallery.com/m/mondrian/mondrian73.html>. Acesso em: 13/11/

15 Partindo de um resultado claramente impressionista, em 1908, Mondrian passa a simplificar paulatinamente as formas em suas obras, ainda em Amsterdam. Quando chega a Paris em 1912, permite-se influenciar pelo meio artístico local e sentese livre para evoluir na expressão de formas em níveis crescentes de síntese. Define parâmetros de simplificação, que explora até encontrar as formas geométricas e as cores primárias como meio de representar o essencial. Suas obras, antes indicando objetos do mundo físico, como as árvores, passam a ser intituladas como composições, perdendo aderência com a necessidade de representar o real, papel competentemente assumido pela fotografia. Nova Iorque fornece novo fôlego ao artista: no início dos anos 40 ele assimila a luz como fonte de inspiração, conduzindo seu trabalho para um patamar de novo, elevado e complexo nível de significado da expressão da síntese. Procurando justapor o processo artístico de Mondrian com o modo como a imagem de síntese computacional se estrutura e se manifesta, é possível estabelecer um paralelo nos resultados de ambas as formas de representação. Para tanto, promove-se um exercício de simplificação gradativa da imagem computacional de uma árvore 26, colocando os sucessivos resultados ao lado das obras do artista já apresentadas neste artigo. O processo de simplificação computacional se deu através do programa Coreldraw x4, utilizando-se a ferramenta rastreio de bitmap do Corel Trace, a partir da transformação da imagem em preto e branco e em diferentes parâmetros: Figura Limiar de transformação Nível de Redução de nós Nível de Iteração em Preto e Branco SILVA, Joaquim. Árvore. Porto Seguro-BA. Disponível em: <http://baixaki.ig.com.br/papel-deparede/9402-arvore-em-porto-seguro-bahia.htm>. Acesso em: 13/11/

16

17

18 Outras possibilidades de congruência entre ambas as propostas de representação. Por exemplo: a gradiente computacional que proporciona o rastreamento tonal da imagem 27 e a obra de Mondrian de 1912: Composição: Tabuleiro, cores claras 28. É importante enfatizar que entre o processo inicial de engendramento da imagem de síntese e a obra de Mondrian há um lapso de várias décadas. Couchot 29 (2003) afirma que as primeiras imagens geradas virtualmente podem ser atribuídas ao designer Michael Noll. As suas obras Gaussian Quadratic (1962) e Vertical Horizontal Number Three (1964) evidenciam grande sinergia com a visão de síntese de Mondrian. 27 FELGUEIRAS, Carlos Alberto. Processamento digital de imagens: fundamentos teóricos iniciais. São José dos Campos: DPI-INPE. Disponível em: <http://www.dpi.inpe.br/~carlos/academicos/cursos/pdi/pdi_teorias.html>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. Composição: tabuleiro, cores claras. Paris, Disponível em: <http://www.mondrian.kit.net/obras/corb.htm>. Acesso em: 13/11/ COUCHOT, Edmond. A tecnologia na arte: da fotografia à realidade virtual. Porto Alegre: UFRGS, 2003, p

19 Gaussian Quadratic 30 Michael Noll Vertical Horizontal Number Three 31 Michael Noll NOLL, Michael. Gaussian quadratic. Nova Jérsei: Bell Labs, Disponível em: <http://www.dam.org/noll/artworks_02.htm>. Acesso em: 13/11/ NOLL, Michael. Vertical horizontal number three. Nova Jérsei: Bell Labs, Disponível em: <http://www.artnet.com/magazineus/features/kuspit/kuspit8-5-05_detail.asp?picnum=27>. Acesso em: 13/11/

20 Ainda mais pertinente é constatar que foi justamente o trabalho de Mondrian que apoiou Michael Noll no desenvolvimento do seu processo de concepção de representações imagéticas no meio virtual. A obra Composição número 10 Pier and Ocean (1915) serviu de estudo referencial para as investigações de Noll. Composição número 10 Pier and Ocean 32 Pieter Cornelis Mondrian Four computer-generated random patterns based on the composition criteria of Mondrian's "Composition with Lines 33 Michael Noll MONDRIAN, Pieter Cornelis. Composição número 10 pier and ocean. Paris, Disponível em: <http://www.abcgallery.com/m/mondrian/mondrian39.html>. Acesso em: 13/11/ NOLL, Michael. Four computer-generated random patterns based on the composition criteria of Mondrian's "Composition with Lines. Nova Jérsei: Bell Labs, Disponível em: <http://www.artnet.com/magazineus/features/kuspit/kuspit8-5-05_detail.asp?picnum=27>. Acesso em: 13/11/

21 Outra questão importante com a qual Mondrian estava preocupado em expressar em sua fase nova-iorquina e que possui íntima correspondência com a imagem de síntese é a luz, a energia imanente. Machado 34 (2001) considera que a computação gráfica é um sistema que prescinde inteiramente da luz. Os objetos são nela enunciados através de equações matemáticas ou conjuntos de matrizes. Então, para obter um efeito visual semelhante àquele que a luz forja nos objetos do mundo físico, a iluminação precisa também ser simulada. A luz na imagem de síntese emana da representação, não incide sobre ela. O que Mondrian tentou representar em sua pintura é plenamente concretizado na imagem virtual. Ela é a expressão de potencialidades de energia em forma de luz, ou seja, a energia se converte em luz e pelas possibilidades algorítmicas é percebida através de formas, cores, texturas, movimento. Assim, percebe-se que se funda uma coadunação entre a visão de Mondrian e o que a virtualidade simula. Os parâmetros de ambos os processos acabam por confluir para o real, muito em função do que o observador admite como pertinente e correspondente a sua experiência visual. Mais do que isto, as abordagens se aproximam da imagem que se projeta na mente humana: do lado de Mondrian pelo resultado de sua expressividade decorrer, indubitavelmente, da emergência de seu raciocínio artístico; a partir da imagem de síntese, como afirma Bellour 35 (1993) de si mesma e como que sem nenhum recurso prévio, ela pode virtualmente modular as quatro bordas que a compõem e, sobretudo, variar como quiser suas tensões, até o indiscernível. 34 MACHADO, Arlindo. Máquina e imaginário: desafio das poéticas tecnológicas. São Paulo: USP, 2001, p BELLOUR, Raymond. A dupla hélice. In: PARENTE, André.. Imagem máquina: a era das tecnologias do virtual. Rio de Janeiro: Edições 34, 1993, p

22 Talvez seja por isso que a imagem de síntese fascina. Ela demonstra ter a capacidade de representar o real ou remete a uma surrealidade, ao imaginário humano que se produz na mente e que se associa ao fantástico consciente ou às projeções mentais inerentes ao mundo dos sonhos. Bellour 36 (1993) neste sentido pondera que a formação das imagens de síntese evolui dentro de um espaço conceitual, que permite abordar, para além da excessivamente pura impressão visual, uma relação mais completa com o espaço, na medida em que permite recuperar a relação entre sensações visuais e estímulos cerebrais. Em síntese, a imagem é concebida mais como um diagrama, uma projeção mental, do que uma captação do tempo da luz. PARA CONCLUIR Mondrian foi mais do que um grande pintor, um extraordinário artista. Foi, igualmente, um visionário. Suas obras e seu processo criativo serviram de inspiração para a formulação das fundações da imagem de síntese, não só nas questões relativas às relações entre as formas, mas também em um diálogo do homem com as possibilidades da energia que se manifesta através da luz. REFERÊNCIAS 1. CAVALCANTE, Sedecias Lopes. Esqueletonização: a linha essencial. Florianópolis: UFSC, COUCHOT, Edmond. A tecnologia na arte: da fotografia à realidade virtual. Porto Alegre: UFRGS, COUCHOT, Edmond. Da representação à simulação. In: PARENTE, André. Imagem máquina: a era das tecnologias do virtual. Rio de Janeiro: Edições 34, BELLOUR, Raymond. A dupla hélice. In: PARENTE, André.. Imagem máquina: a era das tecnologias do virtual. Rio de Janeiro: Edições 34, 1993, p

23 4. FELGUEIRAS, Carlos Alberto. Processamento digital de imagens: fundamentos teóricos iniciais. São José dos Campos: DPI-INPE. Disponível em: <http://www.dpi.inpe.br/~carlos/academicos/cursos/pdi/pdi_teorias.html>. Acesso em: 13/11/ INSTITUT de France Académie dês Science. Biography. In: Maison Nicéphore Niépce. Disponível em:<http://www.nicephore-niepce.com/>. Acesso em: 12/11/ KATZMAN, Mark. The history of photogravure. In: Art of the photogravure. Disponível em: <http://www.photogravure.com/history/chapter_introduction.html>. Acesso em: 12/11/ MACHADO, Arlindo. Máquina e imaginário: desafio das poéticas tecnológicas. São Paulo: USP, MONDRIAN, Pieter Cornelis. Vitória do Boogie-Woogie. Nova Iorque, Disponível em: <http://www.abcgallery.com/m/mondrian/mondrian73.html>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. Broadway Boogie-Woogie. Nova Iorque, Disponível em: <http://www.mondrian.kit.net/obras/bbw.htm>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. Composição II com linhas pretas. Paris, Disponível em: <http://www.abcgallery.com/m/mondrian/mondrian55.html>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. Composição com vermelho, amarelo e preto. Paris, Disponível em: <http://www.abcgallery.com/m/mondrian/mondrian53.html>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. Composição: tabuleiro, cores claras. Paris, Disponível em: <http://www.mondrian.kit.net/obras/corb.htm>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. Composição com cores. Paris, Disponível em: <http://www.mondrian.kit.net/obras/corb.htm>. Acesso em: 13/11/

24 14. MONDRIAN, Pieter Cornelis. Composição número 10 pier and ocean. Paris, Disponível em: <http://www.abcgallery.com/m/mondrian/mondrian39.html>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. Composição. Paris, Disponível em: <http://www.moma.org/collection/browse_results.php?criteria=o%3aad%3ae%3 A4057&page_number=7&template_id=1&sort_order=1>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. Macieira em flor. Paris, Disponível em: <http://www.abcgallery.com/m/mondrian/mondrian28.html>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. Árvore cinza. Paris, Disponível em: <http://www.mondrian.kit.net/obras/arvii.htm>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. A árvore II. Paris, Disponível em: <http://www.mondrian.kit.net/obras/arvii.htm>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. A árvore vermelha. Amsterdam, Disponível em: <http://www.tigtail.org/tig/l_view/tvm/b/european/b.%20between%20wars/fre nch/mondrian/mondrian-2.html>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. Árvores à luz da lua. Amsterdam, Disponível em: <http://www.mondrian.kit.net/obras/arvluzlua.htm>. Acesso em: 13/11/ NOLL, Michael. Four computer-generated random patterns based on the composition criteria of Mondrian's "Composition with Lines. Nova Jérsei: Bell Labs, Disponível em: <http://www.artnet.com/magazineus/features/kuspit/kuspit _detail.asp?picnum=27>. Acesso em: 13/11/ NOLL, Michael. Vertical horizontal number three. Nova Jérsei: Bell Labs, Disponível em: <http://www.artnet.com/magazineus/features/kuspit/kuspit _detail.asp?picnum=27>. Acesso em: 13/11/ NOLL, Michael. Gaussian quadratic. Nova Jérsei: Bell Labs, Disponível em: <http://www.dam.org/noll/artworks_02.htm>. Acesso em: 13/11/

25 24. MUSEO NAZIONALE della Scienza e della Tecnologia Leonardo da Vinci. Sezione espositiva telecomunicazione. Milão, Disponível em: <http://www.museoscienza.org/dipartimenti/telecomunicazioni.asp>. Acesso em: 12/11/ SEURAT, Georges Pierre. Eiffel tower. Paris, Disponível em: <http://www.sanalmuze.org/koleksiyoneng/contentxy.php?koleksiyon=&ic=60&pg =3&koleksiyon=774>. Acesso em: 13/11/ SILVA, Joaquim. Árvore. Porto Seguro-BA. Disponível em: <http://baixaki.ig.com.br/papel-de-parede/9402-arvore-em-porto-seguro- Bahia.htm>. Acesso em: 13/11/ THE BRITISH Journal of Photography. Fox Talbot s second home. 17/05/2006. Disponível em: <http://www.bjp-online.com/public/showpage.html?page=329367>. Acesso em: 12/11/ THOMSON, Belinda. Pós-impressionismo. São Paulo: Cosac & Naify Edições,

Curso Técnico Superior Profissional em Desenvolvimento Web

Curso Técnico Superior Profissional em Desenvolvimento Web Curso Técnico Superior Profissional em Desenvolvimento Web PROVA DE AVALIAÇÃO DE CAPACIDADE REFERENCIAL DE CONHECIMENTOS E APTIDÕES Áreas relevantes para o curso de acordo com o n.º 4 do art.º 11.º do

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO SENAC. José Fernando Baldo Caneiro. Trabalho Final História da Arte Auto Van Gogh

CENTRO UNIVERSITÁRIO SENAC. José Fernando Baldo Caneiro. Trabalho Final História da Arte Auto Van Gogh CENTRO UNIVERSITÁRIO SENAC José Fernando Baldo Caneiro Trabalho Final História da Arte Auto Van Gogh São Paulo 2005 1 INTRODUÇÃO Van Gogh foi um artista como poucos. Influências de vários movimentos e

Leia mais

POSSIBILIDADES NA AÇÃO DIAGNÓSTICA PARA PESQUISA EXTERNA EM RELAÇÕES PÚBLICAS

POSSIBILIDADES NA AÇÃO DIAGNÓSTICA PARA PESQUISA EXTERNA EM RELAÇÕES PÚBLICAS POSSIBILIDADES NA AÇÃO DIAGNÓSTICA PARA PESQUISA EXTERNA EM RELAÇÕES PÚBLICAS Cleon Gostinski RESUMO Bacharel em Comunicação Social, Mestre em Administração de Empresas pela UFRGS; Docente da Faculdade

Leia mais

TRANSFORMAÇÕES LINEARES NO PLANO E O SOFTWARE GEOGEBRA

TRANSFORMAÇÕES LINEARES NO PLANO E O SOFTWARE GEOGEBRA TRANSFORMAÇÕES LINEARES NO PLANO E O SOFTWARE GEOGEBRA Débora Dalmolin Universidade Federal de Santa Maria debydalmolin@gmail.com Lauren Bonaldo Universidade Federal de Santa Maria laurenmbonaldo@hotmail.com

Leia mais

O USO DA LINGUAGEM DO DESENHO NO CONTEXTO DOS MEIOS DIGITAIS UMA EXPERIÊNCIA DE ENSINO

O USO DA LINGUAGEM DO DESENHO NO CONTEXTO DOS MEIOS DIGITAIS UMA EXPERIÊNCIA DE ENSINO O USO DA LINGUAGEM DO DESENHO NO CONTEXTO DOS MEIOS DIGITAIS UMA EXPERIÊNCIA DE ENSINO Marly de Menezes Gonçalves, Doutoranda em Arquitetura pela FAU/USP FASM - Faculdade Santa Marcelina professora do

Leia mais

O mundo das pequenas coisas: estampas para tecido feitas com objetos do universo da costura

O mundo das pequenas coisas: estampas para tecido feitas com objetos do universo da costura O mundo das pequenas coisas: estampas para tecido feitas com objetos do universo da costura The little things world: prints for textile made with objects of sewing universe Cavalcante, Vanessa Peixoto;

Leia mais

ALUNO: Nº SÉRIE/ANO: TURMA: TURNO: 8º D V. DISCIPLINA: TIPO DE ATIVIDADE: PROFESSOR (A): HISTÓRIA DA ARTE TEXTO COMPLEMENTAR - 1 2º trimestre TATIANE

ALUNO: Nº SÉRIE/ANO: TURMA: TURNO: 8º D V. DISCIPLINA: TIPO DE ATIVIDADE: PROFESSOR (A): HISTÓRIA DA ARTE TEXTO COMPLEMENTAR - 1 2º trimestre TATIANE Fonte: http://www.musee-orsay.fr/fr/collections/catalogue-des-oeuvres/resultatcollection.html?no_cache=1&zoom=1&tx_damzoom_pi1%5bzoom%5d=0&tx_da mzoom_pi1%5bxmlid%5d=001089&tx_damzoom_pi1%5bback%5d=fr%2fcollec

Leia mais

A cor e o computador. Teoria e Tecnologia da Cor. Unidade VII Pág. 1 /5

A cor e o computador. Teoria e Tecnologia da Cor. Unidade VII Pág. 1 /5 A cor e o computador Introdução A formação da imagem num Computador depende de dois factores: do Hardware, componentes físicas que processam a imagem e nos permitem vê-la, e do Software, aplicações que

Leia mais

Por uma estética das imagens digitais: um olhar sobre Parallel, videoinstalação de Harun Farocki

Por uma estética das imagens digitais: um olhar sobre Parallel, videoinstalação de Harun Farocki Por uma estética das imagens digitais: um olhar sobre Parallel, videoinstalação de Harun Farocki Jamer Guterres de Mello 1 Resumo Este trabalho pretende demonstrar de que forma as imagens digitais produzem

Leia mais

MATERIAL COMPLEMENTAR PARA ESTUDOS HISTÓRIA DA ARTE- 2ª SÉRIE ENSINO MÉDIO

MATERIAL COMPLEMENTAR PARA ESTUDOS HISTÓRIA DA ARTE- 2ª SÉRIE ENSINO MÉDIO Arte Moderna Expressionismo A busca por expressar os problemas da sociedade da época e os sentimentos e emoções do homem no inicio do século xx Foi uma reação ao impressionismo, já que o movimento preocupou-se

Leia mais

CADERNO DE ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO. Artes

CADERNO DE ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO. Artes COLÉGIO ARNALDO 2015 CADERNO DE ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO. Artes Aluno (a): 5º ano: Turma: Professor (a): Valor: 20 pontos Este trabalho deverá ser entregue IMPRETERIVELMENTE no dia da prova. Prezado(a)

Leia mais

Prof. Marcelo Henrique dos Santos

Prof. Marcelo Henrique dos Santos POR QUE ESTUDAR COMPUTAÇÃO GRÁFICA? Quem quiser trabalhar em áreas afins: Entretenimento Jogos e filmes Visualização Simulação de fenômenos físicos Arte computadorizada Educação e treinamento Processamento

Leia mais

O uso do desenho e da gravura sobre fotografia como práxis poética da memória

O uso do desenho e da gravura sobre fotografia como práxis poética da memória O uso do desenho e da gravura sobre fotografia como práxis poética da memória Vinicius Borges FIGUEIREDO; José César Teatini CLÍMACO Programa de pós-graduação em Arte e Cultura Visual FAV/UFG viniciusfigueiredo.arte@gmail.com

Leia mais

Figura Nº 70. Figura Nº 71

Figura Nº 70. Figura Nº 71 Figura Nº 70 Figura Nº 71 Figura Nº 69 Outra constatação é que o processo de solarização decorre de uma iluminação adicional feita no decorrer da revelação da imagem ou filme, assim sendo poderíamos com

Leia mais

Impressionismo. a) Apenas o item IV está correto. b) Apenas os itens II, III e V são corretos. c) Apenas os itens II, III e V estão incorretos.

Impressionismo. a) Apenas o item IV está correto. b) Apenas os itens II, III e V são corretos. c) Apenas os itens II, III e V estão incorretos. Impressionismo Questão 01 - Como os artistas realistas, que com a ciência haviam aprendido a utilizar determinados conhecimentos, os impressionistas se viram na necessidade de interpretar com maior vivacidade

Leia mais

Bem-vindo ao CorelDRAW, um programa abrangente de desenho e design gráfico baseado em vetor para o profissional gráfico.

Bem-vindo ao CorelDRAW, um programa abrangente de desenho e design gráfico baseado em vetor para o profissional gráfico. Vetorizar imagens Bem-vindo ao CorelDRAW, um programa abrangente de desenho e design gráfico baseado em vetor para o profissional gráfico. Neste tutorial, você irá vetorizar uma imagem de bitmap para convertê-la

Leia mais

SNV - sistema nervoso virtual: um ensaio, uma reflexão

SNV - sistema nervoso virtual: um ensaio, uma reflexão SNV - sistema nervoso virtual: um ensaio, uma reflexão Felipe José Mendonça Ferreira * RESUMO Este artigo traz para o debate acadêmico o uso do computador na criação artística contemporânea a partir do

Leia mais

ISBN 978-1-78042-575-7. Todos os direitos de adaptação e de reprodução reservados para todos os países.

ISBN 978-1-78042-575-7. Todos os direitos de adaptação e de reprodução reservados para todos os países. MONDRIAN Confidential Concepts, Worldwide, USA Sirrocco London (edição portuguesa) Mondrian Estate / Artists Rights Society, New York, USA / Beeldrecht, Amsterdam ISBN 978-1-78042-575-7 Todos os direitos

Leia mais

PIXEL - DO DESENHO À PINTURA DIGITAL

PIXEL - DO DESENHO À PINTURA DIGITAL F PIXEL - DO DESENHO À PINTURA DIGITAL Carga Horária: 96 horas/aulas Módulo 01: Desenho de observação DESCRIÇÃO: Neste módulo o você irá praticar sua percepção de linhas e formas, bem como a relação entre

Leia mais

FUNÇÕES BÁSICAS DA ECONOMIA: O USO DE MAPAS CONCEITUAIS NA MATEMÁTICA APLICADA A ADMINISTRAÇÃO

FUNÇÕES BÁSICAS DA ECONOMIA: O USO DE MAPAS CONCEITUAIS NA MATEMÁTICA APLICADA A ADMINISTRAÇÃO FUNÇÕES BÁSICAS DA ECONOMIA: O USO DE MAPAS CONCEITUAIS NA MATEMÁTICA APLICADA A ADMINISTRAÇÃO Ricardo Lisboa Martins Faculdade Integrada Tiradentes - FITS ricardolisboamartins@gmail.com Alex Melo da Silva

Leia mais

FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL I CONTEÚDO E HABILIDADES ARTES. Conteúdo: - Cubismo e Abstracionismo

FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL I CONTEÚDO E HABILIDADES ARTES. Conteúdo: - Cubismo e Abstracionismo CONTEÚDO E HABILIDADES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL I Conteúdo: - Cubismo e Abstracionismo 2 CONTEÚDO E HABILIDADES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL I Habilidades: - Conhecer e distinguir diferentes momentos

Leia mais

Missão. Objetivo Geral

Missão. Objetivo Geral SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO Curso: CINEMA E AUDIOVISUAL Missão O Curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Estácio de Sá tem como missão formar um profissional humanista, com perfil técnico e artístico

Leia mais

Os diferentes modos de registro imagético expressam. o espírito de seu tempo utilizando materiais. e meios que são produtos próprios da época.

Os diferentes modos de registro imagético expressam. o espírito de seu tempo utilizando materiais. e meios que são produtos próprios da época. IMAGEM E HISTÓRIA Os diferentes modos de registro imagético expressam o espírito de seu tempo utilizando materiais e meios que são produtos próprios da época. Pintura Rupestre mãos pincéis de penas e pêlos

Leia mais

A Realidade Virtual e o uso de Ambientes Virtuais na arte 1. Mestrado em Artes Visuais - Universidade Federal de Santa Maria/ UFSM

A Realidade Virtual e o uso de Ambientes Virtuais na arte 1. Mestrado em Artes Visuais - Universidade Federal de Santa Maria/ UFSM A Realidade Virtual e o uso de Ambientes Virtuais na arte 1 Greice Antolini Silveira 2 Nara Cristina Santos 3 Mestrado em Artes Visuais - Universidade Federal de Santa Maria/ UFSM Resumo Este artigo propõe-se

Leia mais

Aplicativo visual para problemas de transferência de calor 1

Aplicativo visual para problemas de transferência de calor 1 Artigos Aplicativo visual para problemas de transferência de calor 1 Lin Chau Jen, Gerson Rissetti, André Guilherme Ferreira, Adilson Hideki Yamagushi, Luciano Falconi Coelho Uninove. São Paulo SP [Brasil]

Leia mais

Colorindo com Números Representação de Imagens

Colorindo com Números Representação de Imagens Atividade 2 Colorindo com Números Representação de Imagens Sumário Os computadores armazenam desenhos, fotografias e outras imagens usando apenas números. A atividade seguinte demonstra como eles podem

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico ETEC Paulino Botelho Código: 91 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Informação e Comunicação Habilitação Profissional: Técnico em Informática para Internet

Leia mais

Universidade São Marcos Pedagogia Comunicação, Educação e Novas Tecnologias RELEITURA DE OBRAS. Jane Ap. Fiorenzano RGM: 048581

Universidade São Marcos Pedagogia Comunicação, Educação e Novas Tecnologias RELEITURA DE OBRAS. Jane Ap. Fiorenzano RGM: 048581 Universidade São Marcos Pedagogia Comunicação, Educação e Novas Tecnologias RELEITURA DE OBRAS Jane Ap. Fiorenzano RGM: 048581 Lenivani S. Brandão RGM: 047438 Melissa F. Caramelo RGM: 049607 Sandra P.

Leia mais

Tocando coisas: a impressão como registro de existência, ampliada em outras experiências. Por Carolina Rochefort

Tocando coisas: a impressão como registro de existência, ampliada em outras experiências. Por Carolina Rochefort APRESENTAÇÕES ARTÍSTICAS E PROVOCAÇÕES PERMANENTES Tocando coisas: a impressão como registro de existência, ampliada em outras experiências. Por Carolina Rochefort - Conceito da Obra/Apresentação. Em minha

Leia mais

Rodrigo Pascoal Lopes da Silva Vinicius Araújo Mille Wladas Savickas OPTICAL ART

Rodrigo Pascoal Lopes da Silva Vinicius Araújo Mille Wladas Savickas OPTICAL ART Rodrigo Pascoal Lopes da Silva Vinicius Araújo Mille Wladas Savickas OPTICAL ART SÃO PAULO 2011 OPTICAL ART Movimento da arte abstrata que se desenvolveu na década de 1960. A OP ART (abreviatura de óptical

Leia mais

Gestalt. Gestalt é o termo intradutível do alemão utilizado para abarcar a teoria da percepção visual baseada na psicologia da forma.

Gestalt. Gestalt é o termo intradutível do alemão utilizado para abarcar a teoria da percepção visual baseada na psicologia da forma. Gestalt 29 de setembro de 2006 Gestalt é o termo intradutível do alemão utilizado para abarcar a teoria da percepção visual baseada na psicologia da forma. '''ORIGEM DA PSICOLOGIA DA FORMA''' Durante o

Leia mais

Galerias Virtuais: novos modos expositivos e a legitimação da arte contemporânea na web.

Galerias Virtuais: novos modos expositivos e a legitimação da arte contemporânea na web. Galerias Virtuais: novos modos expositivos e a legitimação da arte contemporânea na web. 1 Andrea Capssa Lima Resumo Este artigo na área da Arte Contemporânea e Arte e Tecnologia, analisa as novas possibilidades

Leia mais

RELATO DE UMA LICENCIADA: EXPERIÊNCIAS DOCENTES NO PROJETO ARTE E MATEMÁTICA

RELATO DE UMA LICENCIADA: EXPERIÊNCIAS DOCENTES NO PROJETO ARTE E MATEMÁTICA RELATO DE UMA LICENCIADA: EXPERIÊNCIAS DOCENTES NO PROJETO ARTE E MATEMÁTICA Juliana de Oliveira Gonzalez Universidade Federal do Rio Grande FURG Juliana_oligonzalez@hotmail.com Luciane Rosa Monte Universidade

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DE EDUCAÇÃO VISUAL - 8.º ANO

PLANO DE ESTUDOS DE EDUCAÇÃO VISUAL - 8.º ANO DE EDUCAÇÃO VISUAL - 8.º ANO Ano Letivo 2014 2015 PERFIL DO ALUNO O aluno é capaz de: analisar o fenómeno de decomposição da cor; interpretar e distinguir contributos de teóricos da luz-cor; identificar

Leia mais

Guia de Estudo Criação de Apresentações Microsoft PowerPoint

Guia de Estudo Criação de Apresentações Microsoft PowerPoint Tecnologias da Informação e Comunicação Guia de Estudo Criação de Apresentações Microsoft PowerPoint Aspectos genéricos sobre o trabalho com imagens computacionais Imagens computacionais e programas que

Leia mais

Trabalhando Matemática: percepções contemporâneas

Trabalhando Matemática: percepções contemporâneas CONSTRUINDO CONCEITOS SOBRE FAMÍLIA DE FUNÇÕES POLINOMIAL DO 1º GRAU COM USO DO WINPLOT Tecnologias da Informação e Comunicação e Educação Matemática (TICEM) GT 06 MARCOS ANTONIO HELENO DUARTE Secretaria

Leia mais

Kodak Evolução Histórica do Logotipo

Kodak Evolução Histórica do Logotipo IADE Instituto de Artes Visuais, Design e Marketing Escola Superior de Design Licenciatura em Design História da Arte e da Técnica 1º Ano 1º Semestre 1907 1935 1960 1971 1987 1996 >2006 - Logotipo Actual

Leia mais

A PROBLEMATIZAÇÃO COMO ESTRATÉGIA METODOLÓGICA

A PROBLEMATIZAÇÃO COMO ESTRATÉGIA METODOLÓGICA A PROBLEMATIZAÇÃO COMO ESTRATÉGIA METODOLÓGICA Jeferson Luiz Appel Dar-se-ia mais significação aos conteúdos conceituais a serem aprendidos pelos alunos pela necessidade de esses adquirirem um novo conhecimento

Leia mais

O diretor-presidente da COPASA, Ricardo Simões, tem o prazer de convidá-lo para a abertura da. de Daniel Neto e Elenir tavares.

O diretor-presidente da COPASA, Ricardo Simões, tem o prazer de convidá-lo para a abertura da. de Daniel Neto e Elenir tavares. O diretor-presidente da COPASA, Ricardo Simões, tem o prazer de convidá-lo para a abertura da exposição Entre Silêncio e Paisagem, de Daniel Neto e Elenir tavares. Abertura 23 de outubro, às 19 horas.

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia A CONTRIBUIÇÃO DA DIDÁTICA CRÍTICA NA INTERLIGAÇÃO DE SABERES AMBIENTAIS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Leia mais

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A ESTÉTICA DO CARTAZ DE GUERRA NA EUROPA 1914-1918

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A ESTÉTICA DO CARTAZ DE GUERRA NA EUROPA 1914-1918 ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A ESTÉTICA DO CARTAZ DE GUERRA NA EUROPA 1914-1918 Prof. Dr. Vanessa Bortulucce A proposta desta comunicação é realizar uma reflexão acerca dos elementos que constituem a estética

Leia mais

EXERCÍCIOS E EXPERIMENTAÇÕES: ABORDAGENS DO ENSINO DE ARTE EM

EXERCÍCIOS E EXPERIMENTAÇÕES: ABORDAGENS DO ENSINO DE ARTE EM EXERCÍCIOS E EXPERIMENTAÇÕES: ABORDAGENS DO ENSINO DE ARTE EM Resumo: SALA DE AULA Mariza Barbosa de Oliveira mariza.barbosa.oliveira@gmail.com Escola Municipal Professor Eurico Silva As experiências relatadas

Leia mais

edgar allan poe a filosofia da composição p r e fá c i o pedro süssekind t r a d u ç ã o léa viveiros de castro

edgar allan poe a filosofia da composição p r e fá c i o pedro süssekind t r a d u ç ã o léa viveiros de castro edgar allan poe a filosofia da composição p r e fá c i o pedro süssekind t r a d u ç ã o léa viveiros de castro sumário 9 prefácio. A lição aristotélica de Poe [Pedro Süssekind] 17 A filosofia da composição

Leia mais

Softwares para Engenharia Eletrônica

Softwares para Engenharia Eletrônica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina Departamento Acadêmico de Eletrônica Curso de Engenharia Eletrônica Projeto Integrador I Iniciação Científica Softwares para Engenharia

Leia mais

A arte do século XIX

A arte do século XIX A arte do século XIX Índice Introdução ; Impressionismo ; Romantismo ; Realismo ; Conclusão ; Bibliografia. Introdução Durante este trabalho irei falar e explicar o que é a arte no século XIX, especificando

Leia mais

1.1 O Homem, o Artista e a Sociedade

1.1 O Homem, o Artista e a Sociedade 1 INTRODUÇÃO Esse trabalho insere-se na área que começa a ser conhecida como Criatividade Computacional. Este termo definitivamente existe e, por paradoxal que possa parecer, envolve um amplo espectro

Leia mais

TRIANGULAÇÃO DE IMAGENS

TRIANGULAÇÃO DE IMAGENS 1 TRIANGULAÇÃO DE IMAGENS Profa. Teresa Cristina Melo da Silveira (Teca) E.M. Professor Oswaldo Vieira Gonçalves SME/PMU 1 Comunicação Relato de Experiência Triangulação de Imagens foi o nome escolhido

Leia mais

Designer gráfico. elementos verbais e não-verbais que irão compor peças gráficas com a finalidade

Designer gráfico. elementos verbais e não-verbais que irão compor peças gráficas com a finalidade Rubens de Souza Designer gráfico O designer gráfico desenvolve projetos ou planejamentos a partir de elementos verbais e não-verbais que irão compor peças gráficas com a finalidade específica de atingir

Leia mais

TÍTULO: Plano de Aula LINHAS E RETAS. Ensino Fundamental / Anos Iniciais. 4º ano. Matemática. Espaço e Forma. 1 aulas (50 min cada)

TÍTULO: Plano de Aula LINHAS E RETAS. Ensino Fundamental / Anos Iniciais. 4º ano. Matemática. Espaço e Forma. 1 aulas (50 min cada) Org.: Claudio André - 1 TÍTULO: LINHAS E RETAS Nível de Ensino: Ensino Fundamental / Anos Iniciais Ano/Semestre de Estudo 4º ano Componente Curricular: Matemática Tema: Espaço e Forma Duração da Aula:

Leia mais

Releitura Fotográfica Jornalística das Obras de Vincent van Gogh 1

Releitura Fotográfica Jornalística das Obras de Vincent van Gogh 1 Releitura Fotográfica Jornalística das Obras de Vincent van Gogh 1 Gustavo KRELLING 2 Maria Zaclis Veiga FERREIRA 3 Universidade Positivo, Curitiba, PR RESUMO O produto artístico é uma releitura fotográfica

Leia mais

Processos de Design de IHC (Parte II)

Processos de Design de IHC (Parte II) Interface Homem/Máquina Aula 8 Professor Leandro Augusto Frata Fernandes laffernandes@ic.uff.br Material disponível em http://www.ic.uff.br/~laffernandes/teaching/2011.1/tcc-00.184 Roteiro da Aula de Hoje

Leia mais

Fotografia Digital. Aula 1

Fotografia Digital. Aula 1 Fotografia Digital Aula 1 FOTOGRAFIA DIGITAL Tema da aula: A Fotografia 2 A FOTOGRAFIA A palavra Fotografia vem do grego φως [fós] ("luz"), e γραφις [grafis] ("estilo", "pincel") ou γραφη grafê, e significa

Leia mais

vestibular nacional UNICAMP Aptidão Arquitetura e Urbanismo

vestibular nacional UNICAMP Aptidão Arquitetura e Urbanismo vestibular nacional UNICAMP Aptidão Arquitetura e Urbanismo 1. INTRODUÇÃO O curso de Arquitetura e Urbanismo da UNICAMP tem o propósito de preparar o arquiteto para ser um profissional capaz de compreender

Leia mais

LENDO IMAGENS A PARTIR DE PROPOSTAS DE AÇÃO EDUCATIVA EM EVENTOS DE ARTE CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS.

LENDO IMAGENS A PARTIR DE PROPOSTAS DE AÇÃO EDUCATIVA EM EVENTOS DE ARTE CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS. LENDO IMAGENS A PARTIR DE PROPOSTAS DE AÇÃO EDUCATIVA EM EVENTOS DE ARTE CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS. ARAÚJO, Haroldo de 1; Prof.Dr. Costa, Luis Edegar de Oliveira 2;. Palavras chaves: Arte contemporânea; curadoria;

Leia mais

UMA PROPOSTA DE USO DE INTERFACE GRÁFICA PARA O DESENVOLVIMENTO DO BORDADO MANUAL

UMA PROPOSTA DE USO DE INTERFACE GRÁFICA PARA O DESENVOLVIMENTO DO BORDADO MANUAL UMA PROPOSTA DE USO DE INTERFACE GRÁFICA PARA O DESENVOLVIMENTO DO BORDADO MANUAL A proposal use of graphic interface for development manual embroidery Mendes, Isabella Filipini; UTFPR Apucarana, isa_filipini70@hotmail.com

Leia mais

Mestre Profissional em Ensino de Matemática pela PUC-SP; emaildaraquel@uol.com.br 2

Mestre Profissional em Ensino de Matemática pela PUC-SP; emaildaraquel@uol.com.br 2 Estudo da reta em geometria analítica: uma proposta de atividades para o Ensino Médio a partir de conversões de registros de representação semiótica com o uso do software GeoGebra Raquel Santos Silva 1

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS MISSÃO DO CURSO A concepção do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas está alinhada a essas novas demandas

Leia mais

Os Tempos da Máquina. Gabriel Menotti

Os Tempos da Máquina. Gabriel Menotti Os Tempos da Máquina Gabriel Menotti A parte mais evidente das Máquinas do Tempo são as fotografias. É por meio desses elementos que o projeto de Andrei Thomaz se dá prontamente ao olhar. Um público acostumado

Leia mais

Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática

Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática Patricia Andretta 1 Ana Maria P. Liblik 2 Resumo O presente projeto de pesquisa terá como objetivo compreender

Leia mais

2 Editoração Eletrônica

2 Editoração Eletrônica 8 2 Editoração Eletrônica A década de 80 foi um marco na história da computação. Foi quando a maioria dos esforços dos desenvolvedores, tanto de equipamentos, quanto de programas, foram direcionados para

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENSINO DA ARTE - TURMA 2015 PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EMENTAS DOS CURSOS Arte

Leia mais

UM OLHAR PARA AS REPRESENTAÇÕES GRÁFICAS ATRAVÉS DO SOFTWARE GRAFEQ

UM OLHAR PARA AS REPRESENTAÇÕES GRÁFICAS ATRAVÉS DO SOFTWARE GRAFEQ ISSN 2316-7785 UM OLHAR PARA AS REPRESENTAÇÕES GRÁFICAS ATRAVÉS DO SOFTWARE GRAFEQ Marinela da Silveira Boemo Universidade Federal de Santa Maria marinelasboemo@hotmail.com Carmen Reisdoerfer Universidade

Leia mais

ampliação dos significados. conhecedor fruidor decodificador da obra de arte

ampliação dos significados. conhecedor fruidor decodificador da obra de arte Comunicação O ENSINO DAS ARTES VISUAIS NO CONTEXTO INTERDISCIPLINAR DA ESCOLA ALMEIDA, Maria Angélica Durães Mendes de VASONE, Tania Abrahão SARMENTO, Colégio Hugo Palavras-chave: Artes visuais Interdisciplinaridade

Leia mais

Fotografia Digital no Brasil

Fotografia Digital no Brasil 1 Fotografia Digital no Brasil Hoje temos uma grande variedade de câmaras digitais, mas como elas captam a imagem e a transformam em informação digital é o que vamos ver a seguir. Um Pouco de História

Leia mais

COMPUTAÇÃO GRÁFICA O QUE É?

COMPUTAÇÃO GRÁFICA O QUE É? COMPUTAÇÃO GRÁFICA O QUE É? Curso: Tecnológico em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina: COMPUTAÇÃO GRÁFICA 4º Semestre Prof. AFONSO MADEIRA SUMÁRIO O que é COMPUTAÇÃO GRÁFICA Áreas relacionadas

Leia mais

Comunicação Relato de Experiência

Comunicação Relato de Experiência 1 A CARA DA GENTE... Teresa Cristina Melo da Silveira teca.ensinodearte@centershop.com.br Prefeitura Municipal de Uberlândia / Secretaria Municipal de Educação Comunicação Relato de Experiência A CARA

Leia mais

Centro Educacional Juscelino Kubitschek

Centro Educacional Juscelino Kubitschek Centro Educacional Juscelino Kubitschek ALUNO: N.º: DATA: / / ENSINO: Fundamental II 8ª série) DISCIPLINA: Artes PROFESSOR (A): Equipe de Artes TURMA: TURNO: Roteiro e Lista de estudo para recuperação

Leia mais

Figura 1: Formato matricial de uma imagem retangular. Figura 2: Ampliação dos pixels de uma imagem

Figura 1: Formato matricial de uma imagem retangular. Figura 2: Ampliação dos pixels de uma imagem Universidade Federal de Santa Maria - UFSM Departamento de Eletrônica e Computação - DELC Introdução à Informática Prof. Cesar Tadeu Pozzer Julho de 2006 Imagens Uma imagem é representada por uma matriz

Leia mais

Esta é uma breve análise de uma peça publicitária impressa que trabalha com o

Esta é uma breve análise de uma peça publicitária impressa que trabalha com o Chapeuzinho Vermelho ou Branca de Neve? O sincretismo imagem, texto e sentido. 1 Autor: Fernanda Rodrigues Pucci 2 Resumo: Este trabalho tem por objetivo analisar um anúncio de publicidade impressa em

Leia mais

Curso de capista Cabral Designer Design de interiores

Curso de capista Cabral Designer Design de interiores JOSÉ VIEIRA CABRAL http://cabralverissimo.loja2.com.br cabralverissimo@yahoo.com.br DESCRIÇÃO DO CURSO: 1) O Significado de Design e Designer; 2) Como usar o Microsoft Power Point 2010; 3) Exemplos de

Leia mais

VISÃO COMPUTACIONAL COM A OPENCV MATERIAL APOSTILADO E VEÍCULO SEGUIDOR AUTÔNOMO. Professora da Escola de Engenharia Mauá (EEM/CEUN-IMT).

VISÃO COMPUTACIONAL COM A OPENCV MATERIAL APOSTILADO E VEÍCULO SEGUIDOR AUTÔNOMO. Professora da Escola de Engenharia Mauá (EEM/CEUN-IMT). VISÃO COMPUTACIONAL COM A OPENCV MATERIAL APOSTILADO E VEÍCULO SEGUIDOR AUTÔNOMO Riccardo Luigi Delai 1 ; Alessandra Dutra Coelho 2 1 Aluno de Iniciação Científica da Escola de Engenharia Mauá (EEM/CEUN-IMT);

Leia mais

ANAIS DO XXXII COLÓQUIO CBHA 2012 ISSN 2236-0719

ANAIS DO XXXII COLÓQUIO CBHA 2012 ISSN 2236-0719 ISSN 2236-0719 ANAIS DO XXXII COLÓQUIO CBHA 2012 Organização Ana Maria Tavares Cavalcanti Emerson Dionisio Gomes de Oliveira Maria de Fátima Morethy Couto Marize Malta Universidade de Brasília Outubro

Leia mais

GEOMETRIA NO ENSINO FUNDAMENTAL: EXPERIÊNCIA COM UM PROJETO DE EXTENSÃO

GEOMETRIA NO ENSINO FUNDAMENTAL: EXPERIÊNCIA COM UM PROJETO DE EXTENSÃO GEOMETRIA NO ENSINO FUNDAMENTAL: EXPERIÊNCIA COM UM PROJETO DE EXTENSÃO André Luís Mattedi Dias mattedi@uefs.br Jamerson dos Santos Pereira pereirajamerson@hotmail.com Jany Santos Souza Goulart janymsdesenho@yahoo.com.br

Leia mais

GERENCIANDO UMA MICROEMPRESA COM O AUXÍLIO DA MATEMÁTICA E DO EXCEL: UM CONTEXTO DE MODELAGEM

GERENCIANDO UMA MICROEMPRESA COM O AUXÍLIO DA MATEMÁTICA E DO EXCEL: UM CONTEXTO DE MODELAGEM GERENCIANDO UMA MICROEMPRESA COM O AUXÍLIO DA MATEMÁTICA E DO EXCEL: UM CONTEXTO DE MODELAGEM Fernanda Maura M. da Silva Lopes 1 Lorena Luquini de Barros Abreu 2 1 Universidade Salgado de Oliveira/ Juiz

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

SEGMENTAÇÃO DE IMAGENS EM PLACAS AUTOMOTIVAS

SEGMENTAÇÃO DE IMAGENS EM PLACAS AUTOMOTIVAS SEGMENTAÇÃO DE IMAGENS EM PLACAS AUTOMOTIVAS André Zuconelli 1 ; Manassés Ribeiro 2 1. Aluno do Curso Técnico em Informática, turma 2010, Instituto Federal Catarinense, Câmpus Videira, andre_zuconelli@hotmail.com

Leia mais

06. Explique o método de pintura impressionista. Neste texto, correlacione a escolha da cor com o formato da pincelada?

06. Explique o método de pintura impressionista. Neste texto, correlacione a escolha da cor com o formato da pincelada? Estudo dirigido para o segundo ano do ensino médio, Artes Milton Gomes Coelho A arte do Impressionismo 01. Liste fatos que modificaram o ritmo das cidades no século XIX. Resposta: pág. 223 02. Relacione,

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN GRÁFICO 514502 INTRODUÇÃO AO DESIGN Conceituação e história do desenvolvimento do Design e sua influência nas sociedades contemporâneas no

Leia mais

A importância das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) na aprendizagem dos alunos com Dificuldades Intelectuais e Desenvolvimentais (DID)

A importância das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) na aprendizagem dos alunos com Dificuldades Intelectuais e Desenvolvimentais (DID) A importância das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) na aprendizagem dos alunos com Dificuldades Intelectuais e Desenvolvimentais (DID) Ana Isabel Leitão, Técnica Superior de Educação Especial

Leia mais

Redução de imagem no domínio espacial

Redução de imagem no domínio espacial Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores 5º Ano, 1º Semestre Televisão Digital - 2002/2003 Redução de imagem no domínio espacial Armando

Leia mais

2.1.2 Definição Matemática de Imagem

2.1.2 Definição Matemática de Imagem Capítulo 2 Fundamentação Teórica Este capítulo descreve os fundamentos e as etapas do processamento digital de imagens. 2.1 Fundamentos para Processamento Digital de Imagens Esta seção apresenta as propriedades

Leia mais

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues.

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Ao longo da historia da Administração, desde seus primórdios, a partir dos trabalhos de Taylor e Fayol, muito se pensou em termos

Leia mais

Apresentação das obras de Maximiliano Gutiez por Marcelo M. Martins bolsista CNPq Maximiliano Gutiez expõe, a partir do dia 21, na Galeria da

Apresentação das obras de Maximiliano Gutiez por Marcelo M. Martins bolsista CNPq Maximiliano Gutiez expõe, a partir do dia 21, na Galeria da 1 Apresentação das obras de Maximiliano Gutiez por Marcelo M. Martins bolsista CNPq Maximiliano Gutiez expõe, a partir do dia 21, na Galeria da Unicamp, algumas de suas obras. Aproveita o caro momento

Leia mais

PO 19: ENSINO DE ÂNGULOS: O AUXÍLIO DA LOUSA DIGITAL COMO FERRAMENTA TECNOLÓGICA

PO 19: ENSINO DE ÂNGULOS: O AUXÍLIO DA LOUSA DIGITAL COMO FERRAMENTA TECNOLÓGICA PO 19: ENSINO DE ÂNGULOS: O AUXÍLIO DA LOUSA DIGITAL COMO FERRAMENTA TECNOLÓGICA José Erildo Lopes Júnior 1 juniormat2003@yahoo.com.br RESUMO Neste trabalho, vamos apresentar o conteúdo de ângulos, através

Leia mais

IMAGENS COMPLEXAS DA BIOLOGIA: uma reflexão multidisciplinar RESUMO

IMAGENS COMPLEXAS DA BIOLOGIA: uma reflexão multidisciplinar RESUMO 1 IMAGENS COMPLEXAS DA BIOLOGIA: uma reflexão multidisciplinar Hugo Fortes 1 Sandra Souza 2 RESUMO Este trabalho apresenta uma reflexão sobre imagens complexas da biologia disponíveis no site www.visualcomplexity.com.

Leia mais

Iluminação de Espaços Urbanos. Necessidades e Limites da Valorização Cênica. Valmir Perez

Iluminação de Espaços Urbanos. Necessidades e Limites da Valorização Cênica. Valmir Perez Iluminação de Espaços Urbanos Necessidades e Limites da Valorização Cênica Valmir Perez Definição O espaço urbano é uma abstração do espaço social, que é o espaço total. Atribui-se, ao termo urbano, o

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: Redes de Computadores MISSÃO DO CURSO Com a modernização tecnológica e com o surgimento destes novos serviços e produtos, fica clara a necessidade de profissionais

Leia mais

manual de identidade corporativa * normas de utilização da marca

manual de identidade corporativa * normas de utilização da marca manual de identidade corporativa * normas de utilização da marca 01 - introdução O logótipo é um elemento de identificação da instituição e não tanto um mero elemento gráfico, por isso não deve ser alterado

Leia mais

Comparação entre a Máscara de Nitidez Cúbica e o Laplaciano para Realce de Imagens Digitais

Comparação entre a Máscara de Nitidez Cúbica e o Laplaciano para Realce de Imagens Digitais Comparação entre a Máscara de Nitidez Cúbica e o Laplaciano para Realce de Imagens Digitais Wesley B. Dourado, Renata N. Imada, Programa de Pós-Graduação em Matemática Aplicada e Computacional, FCT, UNESP,

Leia mais

Guião da Atividade Aceite para publicação em 22 de Setembro de 2011

Guião da Atividade Aceite para publicação em 22 de Setembro de 2011 Aceite para publicação em 22 de Setembro de 2011 Ficha técnica Autor da atividade : José António Fernandes de Freitas Licença da atividade: Creative Commons da Casa das Ciências José António Fernandes

Leia mais

O sol, presença insistente em nosso dia-a-dia, é elemento de composição fixo, em contraponto ao movimento linear.

O sol, presença insistente em nosso dia-a-dia, é elemento de composição fixo, em contraponto ao movimento linear. Estes cavalos ora mostrados são linhas que vêm da minha infância. Por isso, o expressionismo gráfico não esconde a ingenuidade do tratamento das figuras. O sol, presença insistente em nosso dia-a-dia,

Leia mais

ARCO-ÍRIS DE SABERES NA PRÁTICA EDUCATIVA: UMA EXPERIÊNCIA VIVENCIADA NO CURSO DE PEDAGOGIA DO IFESP

ARCO-ÍRIS DE SABERES NA PRÁTICA EDUCATIVA: UMA EXPERIÊNCIA VIVENCIADA NO CURSO DE PEDAGOGIA DO IFESP 1 ARCO-ÍRIS DE SABERES NA PRÁTICA EDUCATIVA: UMA EXPERIÊNCIA VIVENCIADA NO CURSO DE PEDAGOGIA DO IFESP Claudete da Silva Ferreira - IFESP Márcia Maria Alves de Assis - IFESP RESUMO Esta apresentação se

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Centro de Comunicação e Letras Curso de Propaganda, Publicidade e Criação PLANO DE ENSINO

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Centro de Comunicação e Letras Curso de Propaganda, Publicidade e Criação PLANO DE ENSINO PLANO DE ENSINO CÓDIGO 042 CÓD. CURSO CÓD. DISC. 04035356 CRÉDITOS UNIDADE CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS CURSO PROPAGANDA, PUBLICIDADE E CRIAÇÃO DISCIPLINA DESIGN GRÁFICO EM PUBLICIDADE ETAPA 3 Período

Leia mais

Programa de Pós Graduação em Educação da FCT/UNESP, Presidente Prudente, SP. depenna05@yahoo.com.br

Programa de Pós Graduação em Educação da FCT/UNESP, Presidente Prudente, SP. depenna05@yahoo.com.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 18 a 22 de outubro, 2010 799 INTERVENÇÃO EM ARTE COM O AUXÍLIO DO SOFTWARE PHOTOSHOP Denise Penna Quintanilha Programa de Pós Graduação em

Leia mais

ESPAÇOS CONCEITUAIS VIRTUAIS

ESPAÇOS CONCEITUAIS VIRTUAIS 1 ESPAÇOS CONCEITUAIS VIRTUAIS Uso de tecnologias computacionais como ferramentas auxiliares no processo projetual e de análise de espaços arquitetônicos e urbanos. Luciene Pessotti de Souza Departamento

Leia mais

MANUAL DE IDENTIDADE VISUAL

MANUAL DE IDENTIDADE VISUAL Sumário Apresentação 3 Logotipo - Versões Cromáticas 4 Diagrama de Construção, Área de Reserva e Redução 5 Convivência com Outras Marcas 6 Patrocínio 7 Aplicações sobre Fundos 8 Aplicações Incorretas 9

Leia mais

1- Fonte Primária 2- Fonte Secundária. 3- Fonte Puntiforme 4- Fonte Extensa

1- Fonte Primária 2- Fonte Secundária. 3- Fonte Puntiforme 4- Fonte Extensa Setor 3210 ÓPTICA GEOMÉTRICA Prof. Calil A Óptica estuda a energia denominada luz. 1- Quando nos preocupamos em estudar os defeitos da visão e como curá-los, estamos estudando a Óptica Fisiológica. Estudar

Leia mais

Culturas e Imagens IMAGENS E REALIDADE. Alice Casimiro Lopes. Pinto o que sei, não o que vejo. [PABLO PICASSO]

Culturas e Imagens IMAGENS E REALIDADE. Alice Casimiro Lopes. Pinto o que sei, não o que vejo. [PABLO PICASSO] Culturas e Imagens IMAGENS E REALIDADE Alice Casimiro Lopes Pinto o que sei, não o que vejo. [PABLO PICASSO] Claude Monet, Impressão, sol nascente, Museu Marmottan, Paris Joan Miró, Noturno, coleção privada.

Leia mais

UM POUCO DE COMPUTAÇÃO GRÁFICA.

UM POUCO DE COMPUTAÇÃO GRÁFICA. UM POUCO DE COMPUTAÇÃO GRÁFICA. Imagem digital é a representação de uma imagem bidimensional usando números binários codificados de modo a permitir seu armazenamento, transferência, impressão ou reprodução,

Leia mais

VANGUARDA DISCIPLINA: ARTES PROFESSORA: ANA PRISCILA

VANGUARDA DISCIPLINA: ARTES PROFESSORA: ANA PRISCILA VANGUARDA DISCIPLINA: ARTES PROFESSORA: ANA PRISCILA Em seu sentido literal, vanguarda (vem do francês Avant Garde, guarda avante ) faz referência ao batalhão militar que precede as tropas em ataque durante

Leia mais