MONDRIAN E A IMAGEM DE SÍNTESE: UM ENFOQUE RELACIONAL

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1 MONDRIAN E A IMAGEM DE SÍNTESE: UM ENFOQUE RELACIONAL Cleon Gostinski RESUMO Bacharel em Comunicação Social, Mestre em Administração de Empresas pela UFRGS; Docente da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da UFRGS. Procurando criar correspondência entre o processo criativo de Pieter Cornelis Mondrian e as fundações da imagem computacional de síntese, este artigo parte de um breve referencial histórico do desenvolvimento das representações artísticas e maquínicas da imagem, promovendo uma comparação entre as obras do artista e algumas possibilidades de intervenção na imagem virtual, através de um programa de computação gráfica. Apoiando-se, ainda e principalmente, nas postulações de Edmond Couchot e Raymond Bellour verifica-se o significativo nível de engendramento entre a imagem na arte e na virtualidade, passando-se a considerar Mondrian como visionário e precursor do pensamento que levou a imagem de síntese aos atuais patamares de possibilidades. Palavras-chave: arte; imagem de síntese; Mondrian; representações; virtualidade. Ao fazer citações deste artigo, utilize esta referência bibliográfica: GOSTINSKI, Cleon. Mondrian e a imagem de síntese: um enfoque relacional e dialógico com Edmond Couchot. Intelecto C. n. 4, out-dez 2008 Novo Hamburgo: Catânia. p Disponível em: <http://www.intelectoc.com.br/artigos/mondrian_e_a_imagem_de_sintese_um_enfoque_relacional_intelecto_c.pdf> ABSTRACT Trying to create a correspondence between the creative process of Pieter Cornelis Mondrian and his foundation of the computational synthesis, this article starts from a brief historical reference of the development of the artistic representations and numerical images projected by computer., promoting a comparison between the pieces of the artist and some possibilities of the intervention in the virtual image, through a graphic computer program. Relying, still and mainly, in the postulates of Edmond Couchot and Raymond Bellour it is verified a meaningful level of production among the image in art and the virtual reality, starting to consider Mondrian as a visionary and a router of the thought, who carried the actual image of synthesis to the actual platform of possibilities. Palavras-chave: art; image synthesis; Mondrian; representations; virtuality. 20

2 INTRODUÇÃO Para que se possa estabelecer uma base sólida para uma correlação entre o processo evolutivo-artístico de Mondrian e a imagem de síntese, fruto de configurações algorítmicas para o meio virtual, é importante, primeiramente, entender a perspectiva de desenvolvimento histórico recente de representações através de imagens. Partindo do que afirma Couchot 1 (1993), seria correto considerar que a desenvoltura das manifestações imagéticas nos últimos séculos e na atualidade foi desencadeada a partir do período conhecido com il quattrocento. Décadas em que o meio artístico europeu reconheceu-se diante de uma pesquisa quase obsessiva na busca de formas para criar e reproduzir a imagem, principalmente no sentido de estabelecer um automatismo que liberasse cada vez mais o olhar e a mão. O grande marco, contudo, decisivo para que este desafio fosse alcançado, foi a criação da fotografia no século XIX, tida como uma legítima e reconhecida forma de expressão da realidade. Ela foi decisiva para formalizar o ambicionado automatismo de representações através de imagens e funda, ainda, a compreensão e amplitude da imagem através de sua decomposição. 1 COUCHOT, Edmond. Da representação à simulação. In: PARENTE, André. Imagem máquina: a era das tecnologias do virtual. Rio de Janeiro: Edições 34, 1993, p

3 A primeira fotografia 2 permanente feita por Nicéphore Niépce, em Diante das possibilidades maquínicas, é possível reconhecer que fora criada uma ruptura entre o modo artístico humano-motor de representar a realidade e o modo reprodutivo-transmissionista-homogeneizante de difundir o real. Esta cisão, contudo, não acarretou na independência dos diversos processos inerentes aos quadros evolutivos das ações de representação, mas, pelo contrário, gerou uma nova sinergia na busca de multirepresentar todo e qualquer contexto. Partindo da fotografia, uma decomposição satisfatória em pontos foi alcançada através da fotogravura (KATZMAN, 2005) 3. 2 INSTITUT de France Académie dês Science. Biography. In: Maison Nicéphore Niépce. Disponível em:<http://www.nicephore-niepce.com/>. Acesso em: 12/11/ KATZMAN, Mark. The history of photogravure. In: Art of the photogravure. Disponível em: <http://www.photogravure.com/history/chapter_introduction.html>. Acesso em: 12/11/

4 Fotogravura de William Fox Talbot Título: A Escada Couchot 5 (1993) identifica que rapidamente foi possível decompor a imagem em linhas, não com a intenção de simplesmente reproduzi-la ou criá-la, mas de transmiti-la. O aparato mecânico que possibilitou este tipo de produção técnica de imagem foi o pantelégrafo que funcionava a partir de um processo eletro-químico. O pantelégrafo idealizado por Giovani Caselli 6 entre 1855 e THE BRITISH Journal of Photography. Fox Talbot s second home. 17/05/2006. Disponível em: <http://www.bjp-online.com/public/showpage.html?page=329367>. Acesso em: 12/11/ COUCHOT, Edmond. Da representação à simulação. In: PARENTE, André. Imagem máquina: a era das tecnologias do virtual. Rio de Janeiro: Edições 34, 1993, p

5 Passado menos de um século todas as barreiras limitantes acabaram por cair graças ao computador. Como afirma Couchot 7 (1993): Couchot 8 o computador permitia não somente dominar totalmente o ponto da imagem pixel como substituir, ao mesmo tempo, o automatismo analógico das técnicas televisuais pelo automatismo calculado, resultante de um tratamento numérico da informação relativa à imagem. A procura do constituinte último da imagem concluía-se com o pixel, ponto de convergência, se pode dizer isso, de duas linhas de investigação tecnológica: uma que procurava o máximo de automatismo na geração da imagem; outra, o domínio completo de seu constituinte mínimo. A imagem é, daí por diante, reduzida a um mosaico de pontos perfeitamente ordenado, um quadro de números, uma matriz. Cada pixel é um permutador minúsculo entre imagem e número, que permite passar da imagem ao número e vice-versa. (1993) continua, afirmando que o pixel é a expressão visual, materializada na tela, de um cálculo efetuado pelo computador, conforme as instruções de um programa. Subpixel Skeletons 9 6 MUSEO NAZIONALE della Scienza e della Tecnologia Leonardo da Vinci. Sezione espositiva telecomunicazione. Milão, Disponível em: <http://www.museoscienza.org/dipartimenti/telecomunicazioni.asp>. Acesso em: 12/11/ COUCHOT, Edmond. Da representação à simulação. In: PARENTE, André. Imagem máquina: a era das tecnologias do virtual. Rio de Janeiro: Edições 34, 1993, p Ibidem. p CAVALCANTE, Sedecias Lopes. Esqueletonização: a linha essencial. Florianópolis: UFSC,

6 Bellour 10 (1993) ajuda a definir a imagem de síntese como estritamente numérica, calculada, não mais uma imagem, mas sim, um objeto de simulação. Não seria este um possível reencontro com as possibilidades de manifestação artística, que transcendem a caracterização e a representação do real? A ARTE COMO FATOR DE INFLUÊNCIA NA CONFIGURAÇÃO DA IMAGEM DE SÍNTESE COMPUTACIONAL No compasso da disseminação da fotografia, a arte européia firmou posição através do movimento pós-impressionista, tendo como uma de suas referências principais o pontilhismo. De acordo com Thomson 11 (2001) os pós-impressionistas evitaram ou menosprezaram os elementos que consideravam não-essenciais à execução da pintura. Partindo em uma nova e consistente direção, os adeptos do pontilhismo deveriam promover, em suas obras, uma relação exata entre as cores complementares. Neste âmbito, um determinado tom de vermelho deveria estar relacionado a outro de verde, por exemplo, demonstrando a existência, entre ambos, de uma seção infinitesimal de suporte. Diferente dos impressionistas que ignoravam totalmente tal orientação (THOMSON 12, 2001). 10 BELLOUR, Raymond. A dupla hélice. In: PARENTE, André.. Imagem máquina: a era das tecnologias do virtual. Rio de Janeiro: Edições 34, 1993, p THOMSON, Belinda. Pós-impressionismo. São Paulo: Cosac & Naify Edições, 2001, p THOMSON, Belinda. Pós-impressionismo. São Paulo: Cosac & Naify Edições, 2001, p

7 Estas questões ficam evidentes ao se analisar detidamente a obra Eiffel Tower 13 de Georges Pierre Seurat, pintada em Eiffel Tower 8 Georges Pierre Seurat 1889, particular ampliado em dez vezes. Eiffel Tower 8 Georges Pierre Seurat 1889, particular ampliado em seis vezes. 13 SEURAT, Georges Pierre. Eiffel tower. Paris, Disponível em: <http://www.sanalmuze.org/koleksiyoneng/contentxy.php?koleksiyon=&ic=60&pg=3&koleksiyon=774>. Acesso em: 13/11/

8 Eiffel Tower 8 Georges Pierre Seurat Evoluindo no tempo e em outra frente, foi fundamental a ação artística do movimento De Stijl, que teve como um de seus ícones o pintor Pieter Cornelis Mondrian. Através de seu trabalho passa a ser possível verificar a construção acurada e evolutiva de uma concepção de síntese imagética. 27

9 Árvores à luz da lua 14 Pieter Cornelis Mondrian A árvore vermelha 15 Pieter Cornelis Mondrian MONDRIAN, Pieter Cornelis. Árvores à luz da lua. Amsterdam, Disponível em: <http://www.mondrian.kit.net/obras/arvluzlua.htm>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. A árvore vermelha. Amsterdam, Disponível em: <http://www.tigtail.org/tig/l_view/tvm/b/european/b.%20between%20wars/french/mondrian/mondrian- 2.html>. Acesso em: 13/11/

10 A árvore II 16 Pieter Cornelis Mondrian Árvore cinza 17 Pieter Cornelis Mondrian MONDRIAN, Pieter Cornelis. A árvore II. Paris, Disponível em: <http://www.mondrian.kit.net/obras/arvii.htm>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. Árvore cinza. Paris, Disponível em: <http://www.mondrian.kit.net/obras/arvii.htm>. Acesso em: 13/11/

11 Macieira em flor 18 Pieter Cornelis Mondrian Composição 19 Pieter Cornelis Mondrian MONDRIAN, Pieter Cornelis. Macieira em flor. Paris, Disponível em: <http://www.abcgallery.com/m/mondrian/mondrian28.html>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. Composição. Paris, Disponível em: <http://www.moma.org/collection/browse_results.php?criteria=o%3aad%3ae%3a4057&page_number=7 &template_id=1&sort_order=1 >. Acesso em: 13/11/

12 Composição com cores 20 Pieter Cornelis Mondrian Composição: tabuleiro, cores claras 21 Pieter Cornelis Mondrian MONDRIAN, Pieter Cornelis. Composição com cores. Paris, Disponível em: <http://www.mondrian.kit.net/obras/corb.htm>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. Composição: tabuleiro, cores claras. Paris, Disponível em: <http://www.mondrian.kit.net/obras/corb.htm>. Acesso em: 13/11/

13 Composição com vermelho, amarelo e preto 22 Pieter Cornelis Mondrian Composição II com linhas pretas 23 Pieter Cornelis Mondrian MONDRIAN, Pieter Cornelis. Composição com vermelho, amarelo e preto. Paris, Disponível em: <http://www.abcgallery.com/m/mondrian/mondrian53.html>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. Composição II com linhas pretas. Paris, Disponível em: <http://www.abcgallery.com/m/mondrian/mondrian55.html>. Acesso em: 13/11/

14 Broadway Boogie-Woogie 24 Pieter Cornelis Mondrian Vitória do Boogie-Woogie (inacabado) 25 Pieter Cornelis Mondrian MONDRIAN, Pieter Cornelis. Broadway Boogie-Woogie. Nova Iorque, Disponível em: <http://www.mondrian.kit.net/obras/bbw.htm>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. Vitória do Boogie-Woogie. Nova Iorque, Disponível em: <http://www.abcgallery.com/m/mondrian/mondrian73.html>. Acesso em: 13/11/

15 Partindo de um resultado claramente impressionista, em 1908, Mondrian passa a simplificar paulatinamente as formas em suas obras, ainda em Amsterdam. Quando chega a Paris em 1912, permite-se influenciar pelo meio artístico local e sentese livre para evoluir na expressão de formas em níveis crescentes de síntese. Define parâmetros de simplificação, que explora até encontrar as formas geométricas e as cores primárias como meio de representar o essencial. Suas obras, antes indicando objetos do mundo físico, como as árvores, passam a ser intituladas como composições, perdendo aderência com a necessidade de representar o real, papel competentemente assumido pela fotografia. Nova Iorque fornece novo fôlego ao artista: no início dos anos 40 ele assimila a luz como fonte de inspiração, conduzindo seu trabalho para um patamar de novo, elevado e complexo nível de significado da expressão da síntese. Procurando justapor o processo artístico de Mondrian com o modo como a imagem de síntese computacional se estrutura e se manifesta, é possível estabelecer um paralelo nos resultados de ambas as formas de representação. Para tanto, promove-se um exercício de simplificação gradativa da imagem computacional de uma árvore 26, colocando os sucessivos resultados ao lado das obras do artista já apresentadas neste artigo. O processo de simplificação computacional se deu através do programa Coreldraw x4, utilizando-se a ferramenta rastreio de bitmap do Corel Trace, a partir da transformação da imagem em preto e branco e em diferentes parâmetros: Figura Limiar de transformação Nível de Redução de nós Nível de Iteração em Preto e Branco SILVA, Joaquim. Árvore. Porto Seguro-BA. Disponível em: <http://baixaki.ig.com.br/papel-deparede/9402-arvore-em-porto-seguro-bahia.htm>. Acesso em: 13/11/

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18 Outras possibilidades de congruência entre ambas as propostas de representação. Por exemplo: a gradiente computacional que proporciona o rastreamento tonal da imagem 27 e a obra de Mondrian de 1912: Composição: Tabuleiro, cores claras 28. É importante enfatizar que entre o processo inicial de engendramento da imagem de síntese e a obra de Mondrian há um lapso de várias décadas. Couchot 29 (2003) afirma que as primeiras imagens geradas virtualmente podem ser atribuídas ao designer Michael Noll. As suas obras Gaussian Quadratic (1962) e Vertical Horizontal Number Three (1964) evidenciam grande sinergia com a visão de síntese de Mondrian. 27 FELGUEIRAS, Carlos Alberto. Processamento digital de imagens: fundamentos teóricos iniciais. São José dos Campos: DPI-INPE. Disponível em: <http://www.dpi.inpe.br/~carlos/academicos/cursos/pdi/pdi_teorias.html>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. Composição: tabuleiro, cores claras. Paris, Disponível em: <http://www.mondrian.kit.net/obras/corb.htm>. Acesso em: 13/11/ COUCHOT, Edmond. A tecnologia na arte: da fotografia à realidade virtual. Porto Alegre: UFRGS, 2003, p

19 Gaussian Quadratic 30 Michael Noll Vertical Horizontal Number Three 31 Michael Noll NOLL, Michael. Gaussian quadratic. Nova Jérsei: Bell Labs, Disponível em: <http://www.dam.org/noll/artworks_02.htm>. Acesso em: 13/11/ NOLL, Michael. Vertical horizontal number three. Nova Jérsei: Bell Labs, Disponível em: <http://www.artnet.com/magazineus/features/kuspit/kuspit8-5-05_detail.asp?picnum=27>. Acesso em: 13/11/

20 Ainda mais pertinente é constatar que foi justamente o trabalho de Mondrian que apoiou Michael Noll no desenvolvimento do seu processo de concepção de representações imagéticas no meio virtual. A obra Composição número 10 Pier and Ocean (1915) serviu de estudo referencial para as investigações de Noll. Composição número 10 Pier and Ocean 32 Pieter Cornelis Mondrian Four computer-generated random patterns based on the composition criteria of Mondrian's "Composition with Lines 33 Michael Noll MONDRIAN, Pieter Cornelis. Composição número 10 pier and ocean. Paris, Disponível em: <http://www.abcgallery.com/m/mondrian/mondrian39.html>. Acesso em: 13/11/ NOLL, Michael. Four computer-generated random patterns based on the composition criteria of Mondrian's "Composition with Lines. Nova Jérsei: Bell Labs, Disponível em: <http://www.artnet.com/magazineus/features/kuspit/kuspit8-5-05_detail.asp?picnum=27>. Acesso em: 13/11/

21 Outra questão importante com a qual Mondrian estava preocupado em expressar em sua fase nova-iorquina e que possui íntima correspondência com a imagem de síntese é a luz, a energia imanente. Machado 34 (2001) considera que a computação gráfica é um sistema que prescinde inteiramente da luz. Os objetos são nela enunciados através de equações matemáticas ou conjuntos de matrizes. Então, para obter um efeito visual semelhante àquele que a luz forja nos objetos do mundo físico, a iluminação precisa também ser simulada. A luz na imagem de síntese emana da representação, não incide sobre ela. O que Mondrian tentou representar em sua pintura é plenamente concretizado na imagem virtual. Ela é a expressão de potencialidades de energia em forma de luz, ou seja, a energia se converte em luz e pelas possibilidades algorítmicas é percebida através de formas, cores, texturas, movimento. Assim, percebe-se que se funda uma coadunação entre a visão de Mondrian e o que a virtualidade simula. Os parâmetros de ambos os processos acabam por confluir para o real, muito em função do que o observador admite como pertinente e correspondente a sua experiência visual. Mais do que isto, as abordagens se aproximam da imagem que se projeta na mente humana: do lado de Mondrian pelo resultado de sua expressividade decorrer, indubitavelmente, da emergência de seu raciocínio artístico; a partir da imagem de síntese, como afirma Bellour 35 (1993) de si mesma e como que sem nenhum recurso prévio, ela pode virtualmente modular as quatro bordas que a compõem e, sobretudo, variar como quiser suas tensões, até o indiscernível. 34 MACHADO, Arlindo. Máquina e imaginário: desafio das poéticas tecnológicas. São Paulo: USP, 2001, p BELLOUR, Raymond. A dupla hélice. In: PARENTE, André.. Imagem máquina: a era das tecnologias do virtual. Rio de Janeiro: Edições 34, 1993, p

22 Talvez seja por isso que a imagem de síntese fascina. Ela demonstra ter a capacidade de representar o real ou remete a uma surrealidade, ao imaginário humano que se produz na mente e que se associa ao fantástico consciente ou às projeções mentais inerentes ao mundo dos sonhos. Bellour 36 (1993) neste sentido pondera que a formação das imagens de síntese evolui dentro de um espaço conceitual, que permite abordar, para além da excessivamente pura impressão visual, uma relação mais completa com o espaço, na medida em que permite recuperar a relação entre sensações visuais e estímulos cerebrais. Em síntese, a imagem é concebida mais como um diagrama, uma projeção mental, do que uma captação do tempo da luz. PARA CONCLUIR Mondrian foi mais do que um grande pintor, um extraordinário artista. Foi, igualmente, um visionário. Suas obras e seu processo criativo serviram de inspiração para a formulação das fundações da imagem de síntese, não só nas questões relativas às relações entre as formas, mas também em um diálogo do homem com as possibilidades da energia que se manifesta através da luz. REFERÊNCIAS 1. CAVALCANTE, Sedecias Lopes. Esqueletonização: a linha essencial. Florianópolis: UFSC, COUCHOT, Edmond. A tecnologia na arte: da fotografia à realidade virtual. Porto Alegre: UFRGS, COUCHOT, Edmond. Da representação à simulação. In: PARENTE, André. Imagem máquina: a era das tecnologias do virtual. Rio de Janeiro: Edições 34, BELLOUR, Raymond. A dupla hélice. In: PARENTE, André.. Imagem máquina: a era das tecnologias do virtual. Rio de Janeiro: Edições 34, 1993, p

23 4. FELGUEIRAS, Carlos Alberto. Processamento digital de imagens: fundamentos teóricos iniciais. São José dos Campos: DPI-INPE. Disponível em: <http://www.dpi.inpe.br/~carlos/academicos/cursos/pdi/pdi_teorias.html>. Acesso em: 13/11/ INSTITUT de France Académie dês Science. Biography. In: Maison Nicéphore Niépce. Disponível em:<http://www.nicephore-niepce.com/>. Acesso em: 12/11/ KATZMAN, Mark. The history of photogravure. In: Art of the photogravure. Disponível em: <http://www.photogravure.com/history/chapter_introduction.html>. Acesso em: 12/11/ MACHADO, Arlindo. Máquina e imaginário: desafio das poéticas tecnológicas. São Paulo: USP, MONDRIAN, Pieter Cornelis. Vitória do Boogie-Woogie. Nova Iorque, Disponível em: <http://www.abcgallery.com/m/mondrian/mondrian73.html>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. Broadway Boogie-Woogie. Nova Iorque, Disponível em: <http://www.mondrian.kit.net/obras/bbw.htm>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. Composição II com linhas pretas. Paris, Disponível em: <http://www.abcgallery.com/m/mondrian/mondrian55.html>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. Composição com vermelho, amarelo e preto. Paris, Disponível em: <http://www.abcgallery.com/m/mondrian/mondrian53.html>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. Composição: tabuleiro, cores claras. Paris, Disponível em: <http://www.mondrian.kit.net/obras/corb.htm>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. Composição com cores. Paris, Disponível em: <http://www.mondrian.kit.net/obras/corb.htm>. Acesso em: 13/11/

24 14. MONDRIAN, Pieter Cornelis. Composição número 10 pier and ocean. Paris, Disponível em: <http://www.abcgallery.com/m/mondrian/mondrian39.html>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. Composição. Paris, Disponível em: <http://www.moma.org/collection/browse_results.php?criteria=o%3aad%3ae%3 A4057&page_number=7&template_id=1&sort_order=1>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. Macieira em flor. Paris, Disponível em: <http://www.abcgallery.com/m/mondrian/mondrian28.html>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. Árvore cinza. Paris, Disponível em: <http://www.mondrian.kit.net/obras/arvii.htm>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. A árvore II. Paris, Disponível em: <http://www.mondrian.kit.net/obras/arvii.htm>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. A árvore vermelha. Amsterdam, Disponível em: <http://www.tigtail.org/tig/l_view/tvm/b/european/b.%20between%20wars/fre nch/mondrian/mondrian-2.html>. Acesso em: 13/11/ MONDRIAN, Pieter Cornelis. Árvores à luz da lua. Amsterdam, Disponível em: <http://www.mondrian.kit.net/obras/arvluzlua.htm>. Acesso em: 13/11/ NOLL, Michael. Four computer-generated random patterns based on the composition criteria of Mondrian's "Composition with Lines. Nova Jérsei: Bell Labs, Disponível em: <http://www.artnet.com/magazineus/features/kuspit/kuspit _detail.asp?picnum=27>. Acesso em: 13/11/ NOLL, Michael. Vertical horizontal number three. Nova Jérsei: Bell Labs, Disponível em: <http://www.artnet.com/magazineus/features/kuspit/kuspit _detail.asp?picnum=27>. Acesso em: 13/11/ NOLL, Michael. Gaussian quadratic. Nova Jérsei: Bell Labs, Disponível em: <http://www.dam.org/noll/artworks_02.htm>. Acesso em: 13/11/

25 24. MUSEO NAZIONALE della Scienza e della Tecnologia Leonardo da Vinci. Sezione espositiva telecomunicazione. Milão, Disponível em: <http://www.museoscienza.org/dipartimenti/telecomunicazioni.asp>. Acesso em: 12/11/ SEURAT, Georges Pierre. Eiffel tower. Paris, Disponível em: <http://www.sanalmuze.org/koleksiyoneng/contentxy.php?koleksiyon=&ic=60&pg =3&koleksiyon=774>. Acesso em: 13/11/ SILVA, Joaquim. Árvore. Porto Seguro-BA. Disponível em: <http://baixaki.ig.com.br/papel-de-parede/9402-arvore-em-porto-seguro- Bahia.htm>. Acesso em: 13/11/ THE BRITISH Journal of Photography. Fox Talbot s second home. 17/05/2006. Disponível em: <http://www.bjp-online.com/public/showpage.html?page=329367>. Acesso em: 12/11/ THOMSON, Belinda. Pós-impressionismo. São Paulo: Cosac & Naify Edições,

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