ANGELA MARIA DIOGO CLAUDINO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANGELA MARIA DIOGO CLAUDINO"

Transcrição

1 Produto P2. Documento técnico contendo diagnóstico da metodologia e procedimentos adotados pelas Unidades Técnicas Estaduais UTEs dos estados do Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte, para a organização da documentação gerada no âmbito do Programa Nacional de Crédito Fundiário, com propostas e recomendações técnicas de aperfeiçoamento dos procedimentos utilizados. Elaborado por ANGELA MARIA DIOGO CLAUDINO Julho/2013

2 LISTA DE SIGLAS IICA MDA DCF PCT PNCF UTE CONARq PRONESE ITERAL INTERPA SEARA ITERPE AN CAF CPR UR CDA SIG - CF SAT SIC SIB Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura Ministério do Desenvolvimento Agrário Departamento de Crédito Fundiário Projeto de Cooperação Técnica Programa Nacional de Crédito Fundiário Unidade Técnica Estadual Conselho Nacional de Arquivos Empresa de Desenvolvimento Sustentável do Estado do Sergipe Instituto de Terras e Reforma Agrária do Estado de Alagoas Instituto de Terras e Planejamento Agrícola/PB Secretaria de Assuntos Fundiários de Apoio a Reforma Agrária - RN Instituto de Terras e Reforma Agrária do Estado de Pernambuco Arquivo Nacional Consolidação da Agricultura Familiar Combate à Pobreza Rural Unidades Regionais do INTERPE Coordenação de Desenvolvimento Agrário - BA Sistema de Informações Gerenciais Subprojeto de Aquisição de Terras Subprojeto de Investimento Comunitário Subprojeto de Investimento Básico 2

3 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO CONTEXTUALIZAÇÃO DO PNCF NA REGIÃO NORDESTE DIAGNOSTICO E METODOLOGIA ADOTADA NO DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO 3.1 DIAGNOSTICO E METODOLOGIA ADOTADA PELA UNIDADE TÉCNICA ESTADUAL DA PARAÍBA 3.2 DIAGNÓSTICO E METODOLOGIA ADOTADA PELA UNIDADE TÉCNICA ESTADUAL DO RIO GRANDE DO NORTE 3.3 DIAGNÓSTICO E METODOLOGIA ADOTADA PELA UNIDADE TÉCNICA ESTADUAL DO PERNAMBUCO 4. RECOMENDAÇÕES GERAIS AS UNIDADES TÉCNICAS ESTADUAIS VISITADAS 4.1. RECOMENDAÇÕES UNIDADE TÉCNICA ESTADUAL DA PARAÍBA 4.2. RECOMENDAÇÕES UNIDADE TÉCNICA ESTADUAL DO RIO GRANDE DO NORTE 4.3. RECOMENDAÇÕES UNIDADE TÉCNICA ESTADUAL DO PERNAMBUCO CONSIDERAÇÕES FINAIS BIBLIOGRAFIA GLOSSÁRIO - TERMINOLOGIA ARQUIVÍSTICA 37 3

4 1 APRESENTAÇÃO O presente documento tem como objetivo apresentar o diagnóstico da situação arquivística, conhecendo as metodologias e procedimentos adotados pelas UTEs dos estados da Paraíba, Rio Grande do Norte e Pernambuco, para a organização da documentação produzida e recebida no âmbito do Programa Nacional de Crédito Fundiário PNCF. A consultoria foi realizada junto à Secretaria de Reordenamento Agrário SRA do Ministério do Desenvolvimento Agrário MDA, estabelecido pelo acordo de Cooperação Técnica entre o MDA e o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura IICA, por meio do Projeto de Cooperação Técnica, Consolidação do Crédito Fundiário PCT/BRA/IICA/08/003. Esta consultoria tem por objetivo propor aperfeiçoamento das estratégias e metodologias que possibilitam a eficiência na organização dos documentos gerados pelas Unidades Técnicas Estaduais - UTEs no âmbito do PNCF, objetivando o aperfeiçoamento das ações do Programa: visando facilitar o gerenciamento e a recuperação das informações contidas nos documentos, produzidos, recebidos e acumulados pelas Unidades Técnica Estaduais - UTEs ao longo do desenvolvimento de suas atividades, otimizando o uso do espaço físico ocupado com documentos. O Presente documento está estruturado da seguinte forma: Na contextualização apresentamos as características da região Nordeste e os dados e informações pertinentes ao Programa Nacional de Crédito Fundiário - PNCF e das Unidades Técnicas Estaduais, sendo destacado as suas atribuições quanto à necessidade de assegurar a formalização de processos administrativos. A presentaremos a Metodologia de trabalho, que incluem os métodos e técnicas empregadas no desenvolvimento e elaboração do trabalho de campo, destacando a importância dessa ferramenta para analisar objetivamente a real situação dos serviços de arquivo. Em seguida o Diagnóstico e a Metodologia adotada para a organização do acervo nas Unidades Técnicas Estaduais visitadas. 4

5 Em outro momento será apresentado às recomendações gerias a todas as Unidades Técnicas Estaduais, sendo destacadas as vantagens de se possuir um arquivo organizado dentro das orientações adotadas pelo Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ. Por fim serão apresentadas as recomendações específicas para cada Unidade Técnica Estadual visitada, sendo evidenciado a importância da organização da documentação para permitir e facilitar o acesso a informação. Destacamos ainda, que o processo de diagnóstico e metodologia das Unidades Técnicas Estaduais nos estados de Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte, têm como objetivo principal organizar a documentação gerada no âmbito do Programa Nacional de Crédito Fundiário- PNCF e atualizar, complementar e ampliar as competências necessárias à atuação do quadro de pessoal seja ele de técnicos ou gestores do Programa Nacional de Crédito Fundiário. 5

6 2. CONTEXTUALIZAÇÃO DO PNCF NA REGIÃO NORDESTE. A Região Nordeste é a terceira maior região do Brasil e a maior em número de estados, possui nove: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Sua área total é de km². A região possui 3.338km de praias, sendo a Bahia o estado com maior extensão litorânea com 938 km e o Piauí com a menor, com 60 km de litoral. Por causa das suas diferentes características físicas a região foi subdividida pelo IBGE em quatro sub-regiões: Meio Norte, Caatinga, Agreste e Zona da Mata: Meio-Norte: transição entre a Amazônia e o Sertão, também é conhecida como Mata dos Cocais. Vai do Maranhão a oeste do Piauí; Sertão: o clima é semi-árido e vegetação é a caatinga. Chega a quase sua totalidade no interior nordestino, mas nos estados do Ceará e Rio Grande do Norte alcança o litoral; Agreste: transição entre o sertão e a zona da mata, é a menor subregião do Nordeste. Vai do Rio Grande do Norte até o sul da Bahia; Zona da Mata: suas características são chuvas abundantes, é a zona mais urbanizada, industrializada e economicamente desenvolvida da Região Nordeste. Localiza-se no leste da região e vai do Rio Grande do Norte até o sul da Bahia; A região faz divisa ao norte e leste com o oceano Atlântico, ao sul com Minas Gerais e Espírito Santo e a oeste com o Pará, Tocantins e Goiás. RELEVO DA REGIÃO NORDESTE O relevo da Região Nordeste possui dois grandes planaltos: Borborema e bacia do Rio Parnaíba. Possui também chapadas como a chapada Diamantina, na Bahia, onde encontramos o pico mais alto da região, o pico do Barbado com metros de altitude. 6

7 CLIMA DA REGIÃO NORDESTE A Região Nordeste é conhecida por seus dias sempre ensolarados e clima ameno, mantém temperatura média entre 20 e 28 C. Em áreas localizadas acima de 200m e no litoral oriental a média é de 24 a 26 C. O município de Cabaceiras na Paraíba tem média de menos de 300 mm de precipitação por ano, sendo considerada por conta disso a cidade mais seca do Brasil. VEGETAÇÃO DA REGIÃO NORDESTE A vegetação da Região Nordeste varia bastante, existem trechos de Mata Atlântida, restinga, caatinga, cerrado, manguezais, entre outros. HIDROGRAFIA DA REGIÃO NORDESTE Apesar de estar com 72,24% de seu território dentro do Polígono da Seca (municípios sujeitos a repetidas crises de prolongamento das estiagens e, consequentemente, objeto de especiais providências do setor público), a Região Nordeste possui cinco bacias hidrográficas: Bacia do São Francisco, Bacia do Parnaíba, Bacia do Atlântico Nordeste Oriental, Bacia do Atlântico Nordeste Ocidental e Bacia do Atlântico Leste. POPULAÇÃO DA REGIÃO NORDESTE A Região Nordeste é a segunda mais populosa do Brasil, com 30% da população brasileira. Suas maiores cidades são Salvador, Recife, Fortaleza, Natal, Teresina, Maceió, entre outras. Conforme informações contidas no Painel de Indicadores Gerenciais da Secretaria de Reordenamento Agrário, Boletim Ano VII Edição nº 005/2013, já, foram realizadas na Região Nordeste operações, famílias atendidas num total de área adquiridas de ha. 7

8 O Programa contempla 21 estados e o Distrito Federal, que firmaram com o Ministério do Desenvolvimento Agrário, convênio ou termo de Cooperação para sua implementação. E é obrigação do Estado a formalização da criação da Unidade Técnica Estadual UTE, para garantir o adequado cumprimento de seus objetivos com relação à execução do Programa. A Unidade Técnica Estadual (UTE) é o principal responsável pela execução do Programa no Estado, em todos os seus aspectos, incluindo a difusão, o acompanhamento da elaboração das propostas de financiamento, a tramitação e a análise destas propostas, a análise e aprovação dos subprojetos de investimentos comunitários e básicos (SIC e SIB), da capacitação dos beneficiários e a assistência técnica, as liberações de recursos e o monitoramento da execução dos projetos pelas comunidades. Entre as atribuições da UTE, destacamos a necessidade de assegurar a formalização de processos administrativos que deverão conter, na forma definida pelos normativos do PNCF, todos os documentos indispensáveis à aprovação das propostas de financiamento e acompanhamento da execução do Programa. O acompanhamento dessa atividade vem atender a determinação da Secretaria de Reordenamento Agrário - SRA para que as UTEs autuem e instruam e todos os processos administrativos com a documentação necessária à aprovação das propostas de financiamento. 8

9 3. DIAGNÓSTICO E METODOLOGIA ADOTADA NO DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO O arquivo é o conjunto de documentos produzidos e recebidos por uma instituição, no decorrer de suas atividades. Para compreender, conhecer e avaliar a documentação das Unidades Técnicas Estaduais, foi necessário conhecer a sua estrutura, seus objetivos e seu funcionamento. O diagnóstico da situação arquivística teve início pelo estudo do Programa Nacional de Crédito Fundiário PNCF através de normas, regulamentos e demais documentos que definem suas funções e atividades. Após este estudo, foi realizado o levantamento de dados sobre a situação do acervo arquivístico. O levantamento foi realizado em duas etapas: 1. Análise, por amostragem, dos dossiês de crédito fundiário, com o objetivo de identificar os métodos de arquivamento utilizado e verificar se os dossiês estavam de acordo com as orientações do Departamento de Crédito Fundiário; 2. Aplicação de questionário com os profissionais responsáveis pelos setores de documentação. (anexo 01) acervo, como: O questionário contemplava o levantamento das características do Gênero documental (documentos textuais, eletrônicos, cartográficos, digitais, etc); Espécies de documentos mais produzidos/recebidos (ofícios, relatórios, memorandos, pareceres, atas, escrituras), etc; Natureza dos assuntos dos documentos (sigiloso ou ostensivo); 9

10 Métodos de arquivamentos utilizados; Armazenamento e acondicionamento dos documentos; Mensuração do acervo; Estado de conservação dos documentos; Fluxo documental (recebimento e expedição); Controle de empréstimo; Utilização de normas arquivísticas; Formas de recuperação da informação; Utilização de sistemas de controle de trâmite dos documentos; Data-limite do acervo; Uso de código de classificação e tabela de temporalidade; Processos adotados para a conservação do acervo. Além dessas informações, foram levantados dados e referências sobre a quantidade de pessoas que trabalham nas Unidades Técnicas Estaduais, o nível de escolaridade, formação profissional, vínculo profissional com as Unidades Técnicas Estaduais e as atribuições de cada profissional. Estas informações foram levantadas através de entrevistas individuais. Também foram realizadas reuniões para sanar algumas dúvidas sobre as dificuldades encontradas no acesso e localização de informações nos arquivos. 10

11 Após a coleta dos dados, foi possível identificar a realidade operacional dos setores de documentação, constatando pontos de atritos e lacunas que dificultam um funcionamento eficiente dos setores de documentação das UTEs. De posse dessas informações, foi orientado para cada caso, a melhor metodologia arquivística a ser adotada DIAGNÓSTICO E METODOLOGIA ADOTADA PELA UNIDADE TÉCNICA ESTADUAL DA PARAÍBA O Estado da Paraíba possui uma extensão territorial de ,78 Km²; apresenta uma população de /hab; e é integrado por 223 municípios, onde se localizam as áreas adquiridas com recursos do Fundo de Terras e da Reforma Agrária. No período de 2002 a 2013 foram contratadas 541 operações, com atendimento a famílias, com aplicação de recursos na ordem de R$ ,00, dados do Painel de Indicadores Gerenciais da Secretaria de Reordenamento Agrário Boletim Ano VII Edição Nº 005/2013. A Unidade Técnica Estadual de João Pessoa/PB, está inserida no Instituto de Terras e Planejamento Agrícola INTERPA, fazendo parte do seu organograma, na Coordenação de Crédito e Ação Fundiária COCAF. Para melhor desenvolvimento da execução, implantação e acompanhamento do Programa no Estado da Paraíba, a Unidade foi dividida em seis setores: 1. NUIAP Núcleo de Implantação e Acompanhamento Manutenção de informações de sistemas; 2. NUJUR Núcleo Jurídico; 3. NCART Núcleo de Cartografia 11

12 4. Gerentes de Áreas Acompanhamento dos projetos; 5. Comissão de Analise documental e Prestação de Contas; 6. Comissão de Regularização de Associações. A UTE/PB conta com 16 técnicos e um coordenador. A situação funcional dos técnicos é de efetivos (06), cedidos (06), estagiário (01) e comissionados (03), sendo 14 técnicos com ensino superior e 02 ensino médio. INSTALAÇÕES DO ARQUIVO O acervo da UTE/PB, tem dependências separada para sua guarda. Área destinada à armazenagem de documentos é de 15 m2, distribuído em armários e gaveteiros. Fotos em anexo 02. CARACTERÍSTICAS DO ACERVO Em observações realizadas nas visitas in loco, bem como, nas respostas dos questionários respondidos pelos profissionais da UTE, foi possível perceber que o acervo é composto por documentos em fase corrente, que são os documentos que ainda estão em tramitação e são frequentemente consultados e documentos do Banco da Terra e Cédula da Terra, que estão em fase intermediária, não possuindo uma frequência de uso intensa mas ainda são utilizados com fins administrativos. A data-limite do acervo é de 2001 a 2003, perfazendo um total de 367,5 metros lineares. O acervo está armazenado em armários de madeira, e acondicionados em caixas- arquivo de papelão e pastas A-Z. Quanto aos processos de negociação de dividas são autuados processos recebendo numeração do Sistema de Informação Gerenciais do Crédito Fundiário - SIG-CF. As principais espécies documentais que compõem o acervo são: atas, 12

13 relatórios de visita social, de vistoria, de monitoramento, liberação do SIC, de escrituras, plantas, ofícios, etc. Os métodos de arquivamento utilizados são por assunto e cronológico, para as propostas de contratação do Crédito Fundiário, e usou o método numérico, para as propostas do Programa Cédula da Terra e Banco da Terra. dos municípios. Para a confecção do índice usou o ordem alfabética usando os nomes O acesso ao acervo é aberto a usuários internos, o controle de empréstimo dos documentos é feito através de registro em livro de protocolo. Para a localização de solicitação de documentos é utilizado um índice onde as propostas encontram-se dispostas com nome dos municípios em ordem alfabética. As prestações de contas são arquivadas na Gerência de Prestação de Contas e são arquivadas de acordo com o número das parcelas dos SICs liberadas. EXPEDIÇÃO E RECEBIMENTO DOS DOCUMENTOS O fluxo de expedição e recebimento de documentos constantes a UTE/PB seguem as rotinas, conforme abaixo: Quando o documento chega ao protocolo do INTERPA se for dirigido ao coordenador da UTE, já é entregue direto para o referido. Ao receber a correspondência o coordenador da UTE despacha para os coordenadores de áreas para dar prosseguimento e providências; Quando a correspondência for dirigida ao presidente do INTERPA e for de competência do crédito ele já despacha para o coordenador. 13

14 Quanto à expedição de documentos a Unidade Técnica tem sua própria numeração, numera-se e expede-se; Quando o Presidente do INPERPA assina a numeração é do gabinete da presidência do órgão. CONSERVAÇÃO DO ACERVO Não existe controle ambiental no depósito do acervo. É realizada ação eventual de prevenção a insetos, ratos e microrganismos, como dedetização periódica e limpeza do depósito. O acervo está em bom estado, mas não é feita a higienização dos documentos, como a retirada de clips e grampos de metal, o que acaba prejudicando o estado de conservação do acervo DIÁGNOSTICO E METODOLOGIA ADOTADA PELA UNIDADE TÉCNICA ESTADUAL DO RIO GRANDE DO NORTE O Estado do Estado do Rio Grande do Norte possui uma extensão territorial de ,05 Km²; apresenta uma população de /hab; e é integrado por 167 municípios, onde se localizam as áreas adquiridas com recursos do Fundo de Terras e da Reforma Agrária. No período de 2002 a 2013 foram contratadas 821 operações, com atendimento a famílias e aplicação de recursos na ordem de R$ ,00. A Unidade Técnica Estadual do Rio Grande do Norte, fisicamente esta localizada na Secretaria de Assuntos Fundiários de Apoio a Reforma Agrária SEARA, mas não faz parte do organograma. A estrutura física e a quantidade de pessoal da UTE/RN é inadequada para a operacionalização do PNCF. A equipe é reduzida o que prejudica o desempenho da execução do Programa. 14

15 A UTE/RN é composta dos seguintes setores: 1. Coordenador; 2. Superintendente de Coordenação, que substitui o coordenador quando necessário; 3. Setor de SIC; 4. Setor de SAT, que se encontra vago e 5. Setor de Vistoria Social e Técnica; O quadro de profissionais que atuam na UTE é formado de 11(onze) servidores alocados em equipes técnicas diretamente relacionadas ao processo de vistoria e avaliação do imóvel; contratação de SAT; fiscalizações de campo; prestações de contas; regularização, renegociação e individualização; e Pronaf/DAP, 2 (dois) estagiários e 4 (quatro) servidores na vistoria/avaliação dos imóveis A UTE/RN, conta com um estagiário de biblioteconomia para cuidar da organização física do acervo. INSTALAÇÕES DO ARQUIVO Na UTE/RN, existe uma dependência especifica para a guarda do acervo. A área destinada à armazenagem de documentos é de 18 m2. CARACTERISTICAS DO ACERVO DA UTE/RN A idade dos documentos acumulados na UTE, são de arquivos corrente e intermediário. As principais espécies documentais que compõem o acervo são: escrituras, relatórios de visitas, de vistoria, de monitoramento e outros relatórios. Tendo também escrituras, plantas, documento particular do beneficiário, intenção de venda, liberação de SIC, ofícios, comunicação interna e outros. Os documentos estão em capas de processos, mas não foram autuados, estão em ordem cronológica e as folhas não são numeradas, formando dossiês. Os dossiês são arquivados por assunto: SAT - Sub Projeto de Aquisição de 15

16 Terras do SIB - Sub Projeto de Investimento Básico, Subprojeto de Investimento Comunitário - SIC, mas ficam juntos numa mesma caixa. Os documentos somente são autuados quando as propostas são encaminhadas para o agente financiador, recebendo o número do SIG-CF. Alguns documentos são ordenados por assunto, data e pela linha de financiamento, CAF ou CPR. Existe um índice em ordem alfabética pelo nome dos municípios que estão separados por cores conforme a linha de financiamento. caixas-arquivo: O arquivamento da documentação é feito conforme as cores das Caixas pretas estão às propostas de CAF; Caixas vermelhas as propostas de CPR; Caixas verdes, Banco da Terra; Caixas amarelas, processos cancelados. O acondicionamento é feito em pastas e caixas-arquivo de polionda e o acervo está armazenado em estantes de alvenaria e estantes de aço. Os documentos arquivados na UTE/RN tem a datas-limite de 2001 a 2013, somando um total de 754 caixas arquivo. O acervo é aberto para consulta e o procedimento para consulta é utilizado o livro de protocolo, para empréstimo, os usuários do arquivo são servidores do próprio órgão. Fotos anexo 03. EXPEDIÇÃO E RECEBIMENTO DOS DOCUMENTOS A UTE/RN possui numeração própria, com controle de expedição e recebimento de correspondências e propostas de financiamento de aquisição de terras. Bem como dossiês de correspondências expedidas e recebidas. A entrada de correspondências se da pelo protocolo da SEARA e é 16

17 feita a distribuição, para a UTE/RN. CONSERVAÇÃO DO ACERVO Os documentos encontram-se em bom estado de conservação, apesar do local utilizado para armazenar a documentação não ser apropriado para a guarda do acervo. Não são realizadas medidas preventivas contra insetos e microorganismos, não há também controle de temperatura e medidas de prevenção contra incêndio DIAGNÓSTICO E METODOLOGIA ADOTADA UNIDADE TÉCNICA ESTADUAL DE PERNAMBUCO O Estado de Pernambuco possui uma extensão territorial de ,32 Km²; apresenta uma população de /hab; e é integrado por 185 municípios, onde se localizam as áreas adquiridas com recursos do Fundo de Terras e da Reforma Agrária. No período de 2002 a 2013 foram contratadas 358 operações, com atendimento a famílias, com aplicação de recursos na ordem de R$ ,00. A visita a Unidade Técnica Estadual de Recife/PE aconteceu dos días 03/06/2013 a 07/06/2013, teve como objetivo verificar a metodologia e procedimentos adotados pela Unidade Técnica Estadual UTE/PE na organização da documentação gerada no âmbito do Programa Nacional de Crédito Fundiário, com propostas e recomendações técnicas de aperfeiçoamento dos procedimentos utilizados. A Unidade Técnica de Pernambuco encontra-se em funcionamento dentro do Parque de Exposição Agropecuário de Recife, fazendo parte da estrutura do Instituto de Terras do Estado de Pernambuco IPERPE. Sua estrutura física é inadequada para a operacionalização da 17

18 execução do Programa, tanto no espaço físico, que é insuficiente para acomodar os técnicos, quanto na estrutura de móveis e equipamentos, comprometendo a agilidade e eficiência da execução do Programa no Estado. A Unidade Técnica Estadual não possui uma equipe de funcionários suficiente para realizar as atividades demandadas, hoje conta com oito pessoas mais o coordenador para a execução do PNCF em todo o estado. A UTE/PE, esta dividida em: Setor de Prestação de Contas; Prestação de contas e liberação do SIC, SAT e BIB. Setor Técnico; Processo de contratação; Setor Social; (vistoria social) Para uma melhor atuação do PNCF no estado, foi dividido em 06 regiões que são chamadas de Unidades Regionais URs, cada uma tem sua jurisdição própria. As Unidades Regionais são do ITERPE, mas auxiliam o Credito Fundiário, fazendo monitoramento nas devidas regiões. INSTALAÇÕES DO ACERVO DA UTE/PE O acervo não conta com instalação própria para sua acomodação, e não possui móveis adequados para o acondicionamento dos documentos. A área destinada à armazenagem de documentos é pequena e a documentação já ocupa um bom espaço de área restando pouco espaço físico. CARACTERISTICAS DO ACERVO DA UTE/PE O acervo é composto por documentos em fase corrente, que são os documentos que ainda estão em tramitação e são frequentemente consultados e utilizados pela instituição. Também tem documentos de idade intermediária, que são os menos utilizados pela instituição, mas ainda são utilizados com fins administrativos. 18

19 As principais espécies documentais que compõem o acervo são: atas de reunião, escrituras, relatórios, ofícios, plantas das fazendas e lotes dos grupamentos, documentos pessoais dos beneficiários, memorial descritivo das fazendas e dos lotes e outros. O acervo está armazenado em estante de aço e acondicionado em pastas suspensas. A data- limite dos documentos é 1998 a O acervo é composto por 512 pastas suspensas que estão em gaveteiros Para a escolha do método de arquivamento considerou-se as características dos documentos a serem classificados, identificando o aspecto pelo qual o documento é mais frequentemente consultado. Utilizaram o método cronológico e o geográfico, pois separaram o arquivo pela divisão das Unidades Regionais e subdivididas pelo ano, conforme: Região do Caruaru; Região do Garanhuns; Região Afogados da Ingazeira; Região de Serra Talhada; Região do Ouricuri e Região de Petrolina. As Prestações de Contas do SIB, não são arquivadas na UTE, após a análise das prestações de contas, é elaborado um parecer. Posteriormente as prestações são encaminhadas para as Unidades Regionais onde serão arquivadas. EXPEDIÇÃO E RECEBIMENTO DOS DOCUMENTOS Quando o documento chega ao protocolo do ITERPE se for dirigido ao coordenador da UTE, encaminha diretamente ao destinatário; O coordenador da UTE ao receber a correspondência despacha para as áreas especificas para darem prosseguimento e providências; 19

20 Quando a correspondência for dirigida ao Presidente do ITERPE e for de competência do crédito ele já despacha para o coordenador. Quanto à expedição de documentos a Unidade Técnica tem sua própria numeração, numera-se e expede-se; Quando o Presidente do IPERPE assina o documento a numeração é do gabinete da presidência do órgão, uma cópia é encaminhada a Unidade Técnica. CONSERVAÇÃO DO ACERVO DA UNIDADE TÉCICA ESTADUAL/PE O acervo encontra-se em bom estado de conservação, graças ao empenho das técnicas que trabalham na sua organização. As dependências da UTE tem infiltrações e cupins que podem danificar a documentação. Fotos anexo RECOMENDAÇÕES GERAIS A TODAS AS UNIDADES TÉCNICAS ESTADUAIS VISITADAS As vantagens de o acervo estar organizado são muitas: melhor apoio para a realização das atividades, comodidade e agilidade na localização e consulta aos documentos; padronizar os métodos de arquivamento; sigilo de informações, segurança e preservação do acervo. Nesse contexto, a organização do acervo das Unidades Técnicas Estaduais deve atender a determinação do Departamento de Credito Fundiário DCF da Secretaria de Reordenamento Agrário - SRA, autuando e instruindo processos administrativos para todas as propostas contratadas no âmbito do PNCF. Dessa forma, essas recomendações visa serem ferramentas para consolidar esses processos. Após o diagnóstico, foi possível recomendar alguns procedimentos arquivísticos que deverão ser adotados pelas Unidades Técnicas: Triagem Identificação e retirada dos documentos que não são de arquivo; 20

21 Classificação A documentação será classificada visando agrupá-las sob o mesmo assunto, bem como identificar seu prazo de guarda e da sua destinação final; Acondicionamento dos Documentos Consistirá em colocar os documentos em camisas, quando houver necessidade formando dossiês, e em seguida acondicionar em caixa arquivo de papelão; Montagem dos Dossiês - Para a organização dos dossiês e sua montagem, serão observadas as seguintes rotinas: 1. Apor na capa do dossiê, etiqueta de identificação; 2. Serão usados colchetes de plástico, observando a distância, na margem esquerda, cerca de 2 cm e para fins estéticos, foram padronizados os furos para encaixe dos colchetes plástico, onde os tamanhos das folhas obedeceram ao tamanho A4. Nos casos em que as peças do dossiê estão em tamanho reduzido, serão coladas em folhas de papel branco. Quanto à formação de dossiês de correspondências expedidas e recebidas, as folhas não precisam ser numeradas, basta colocá-las em ordem cronológica crescente. Identificação das Caixas Arquivo As caixas serão identificadas por espelho padrão conforme modelo anexo 05; A partir das observações feitas durante a visita in loco, sugere-se também aos profissionais encarregados da organização do acervo algumas rotinas para melhorar o desenvolvimento dos trabalhos diários como: 21

22 Autuar o processo da nova contratação, após conferir o check list dos documentos que devem compor o processo de contratação das propostas de financiamento; Manter nas Unidades, os originais das Prestações de Contas dos SIC; Manter no processo de cada Grupamento, Associação ou Fazenda, conforme a UTE usa para localizar no arquivo proposta, sempre a escritura da fazenda loteada e dos lotes, como também seu Memorial Descritivo e Planta das Reservas Legais e também Indígenas. PROCEDIMENTOS COM RELAÇÃO À AUTUAÇÃO DE PROCESSOS Conforme recomendações do DCF passarão a ser obrigatoriedade a abertura de processo administrativo em todas as Unidades Técnicas Estaduais, quando das novas propostas de contratações. Para tanto deveram ser adotadas as orientações da Portaria Normativa N 05 do MPOG: Anexo 06. Processo É o documento ou o conjunto de documentos que exige um estudo mais detalhado, bem como procedimentos expressados por despachos, pareceres técnicos, anexos ou, ainda, instruções para pagamento de despesas; assim, o documento é protocolado e autuado pelos órgãos autorizados a executar tais procedimentos. Autuação ou Formação de Processos rotina: A autuação, também chamada formação de processo, obedecerá a seguinte - Prender a capa, juntamente com toda a documentação, com colchetes, obedecendo a ordem cronológica do mais antigo para o mais recente, isto é, os mais antigos serão os primeiros do 22

23 conjunto; - Apor, na capa do processo, a etiqueta com o respectivo número de protocolo; - Apor, na primeira folha do processo, outra etiqueta com o mesmo número de protocolo; - Numerar as folhas, apondo o respectivo carimbo (órgão, número da folha e rubrica do servidor que estiver numerando o processo); - Ler o documento, a fim de extrair o assunto, de forma sucinta, clara e objetiva; - Identificar, na capa, a unidade para a qual o processo será encaminhado; - Registrar, em sistemas próprios, identificando as principais características do documento, a fim de permitir sua recuperação. Ex.: espécie, nº, data, procedência, interessado, assunto e outras informações julgadas importantes, respeitando as peculiaridades de cada órgão ou entidade; - Conferir o registro e a numeração das folhas; - Encaminhar, fisicamente, o processo autuado e registrado para a unidade específica correspondente, do órgão ou entidade; - O envelope encaminhando a correspondência não será peça do processo, devendo ser descartado, anotando-se as informações necessárias, referentes ao endereço do remetente. A correspondência não autuada seguirá as regras desta norma para ser registrada em sistema próprio e encaminhada à unidade de destino. A autuação de documentos classificados como SECRETO, CONFIDENCIAL ou RESERVADO será processada por servidor com competência para tal, da mesma forma que os demais documentos, devendo, no entanto, as unidades de protocolo central ou setorial, após a autuação, lacrarem o envelope do processo, apondo o número do processo, o órgão de destino e o carimbo correspondente ao grau de sigilo. 23

CARTILHA PARA AUTUAÇÃO DE PROCESSOS. (1ª Edição)

CARTILHA PARA AUTUAÇÃO DE PROCESSOS. (1ª Edição) CARTILHA PARA AUTUAÇÃO DE PROCESSOS (1ª Edição) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO AMAZONAS João Martins Dias Reitor Antônio Venâncio Castelo Branco Pró-Reitor

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA Nº.., DE DE... DE 2010.

PORTARIA NORMATIVA Nº.., DE DE... DE 2010. CASA CIVIL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA PORTARIA NORMATIVA Nº.., DE DE... DE 2010. Dispõe sobre os procedimentos gerais para o desenvolvimento das atividades de protocolo nos órgãos e entidades integrantes

Leia mais

CARTILHA DE FORMAÇÃO DE PROCESSOS ORIENTAÇÕES

CARTILHA DE FORMAÇÃO DE PROCESSOS ORIENTAÇÕES CARTILHA DE FORMAÇÃO DE PROCESSOS ORIENTAÇÕES Cartilha de Formação de Processos Brasília, 2010 Copyright 2004 (Funasa) Ministério da Saúde 1ª edição revisada Editor Assessoria de Comunicação e Educação

Leia mais

Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira - UNILAB

Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira - UNILAB Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira - UNILAB SILTON BATISTA LIMA BEZERRA Procurador Chefe FELIPE GRANGEIRO DE CARVALHO Procurador ELANA RODRIGUES Secretária Executiva

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA Nº 05, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2002.

PORTARIA NORMATIVA Nº 05, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2002. PORTARIA NORMATIVA Nº 05, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2002. Ementa: Dispõe sobre os procedimentos gerais para utilização dos serviços de protocolo, no âmbito da Administração Pública Federal, para os órgãos e

Leia mais

GLOSSÁRIO DE TERMOS ARQUIVÍSTICOS

GLOSSÁRIO DE TERMOS ARQUIVÍSTICOS GLOSSÁRIO DE TERMOS ARQUIVÍSTICOS ACERVO - Documentos de uma entidade produtora ou de uma entidade que possui sua guarda. ACESSIBILIDADE - Condição ou possibilidade de acesso a serviços de referência,

Leia mais

SECRETARIA DE LOGÍSTICA E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO PORTARIA NORMATIVA Nº 5, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2002 (*)

SECRETARIA DE LOGÍSTICA E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO PORTARIA NORMATIVA Nº 5, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2002 (*) SECRETARIA DE LOGÍSTICA E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO PORTARIA NORMATIVA Nº 5, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2002 (*) Dispõe sobre os procedimentos gerais para utilização dos serviços de protocolo, no âmbito da Administração

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO UNIVERSITÁRIO

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO N 33/2014 Institui o Sistema Integrado de Patrimônio e Administração e Contratos (SIPAC) no âmbito da Universidade Federal da Paraíba (UFPB)

Leia mais

Empresa de Gestão de Recursos do Piauí EMGERPI MANUAL DE PROTOCOLO/PROTOCOLADO

Empresa de Gestão de Recursos do Piauí EMGERPI MANUAL DE PROTOCOLO/PROTOCOLADO Empresa de Gestão de Recursos do Piauí EMGERPI MANUAL DE PROTOCOLO/PROTOCOLADO TERESINA (PI), JUNHO DE 2008 GOVERNADOR DO ESTADO DO PIAUÍ José Wellington Barroso de Araújo Dias SECRETÁRIA DE ESTADO DA

Leia mais

NORMA DE AUTUAÇÃO E CONTROLE DE PROCESSOS - NOR 206

NORMA DE AUTUAÇÃO E CONTROLE DE PROCESSOS - NOR 206 MANUAL DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS COD. 200 ASSUNTO: AUTUAÇÃO, MOVIMENTAÇÃO E CONTROLE DE PROCESSOS APROVAÇÃO: Resolução DIREX nº 109/2013, de 01/07/2013 VIGÊNCIA: 01/07/2013 NORMA DE AUTUAÇÃO E CONTROLE

Leia mais

ORDEM DE SERVIÇO Nº 9, DE 8 DE OUTUBRO DE 2003.

ORDEM DE SERVIÇO Nº 9, DE 8 DE OUTUBRO DE 2003. ORDEM DE SERVIÇO Nº 9, DE 8 DE OUTUBRO DE 2003. Disciplina a formação de processos administrativos no âmbito do Supremo Tribunal Federal. O DIRETOR-GERAL DA SECRETARIA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, no uso

Leia mais

GESTÃO DE DOCUMENTOS

GESTÃO DE DOCUMENTOS GESTÃO DE DOCUMENTOS Portaria nº 40, 30 de abril de 2013, no art. 55, inciso I a VI, cria a Coordenação de Documentação e Informação compete gerir a política de documentação do Ministério, garantindo a

Leia mais

GLOSSÁRIO. 1 ACERVO Totalidade dos documentos sob custódia de um arquivo.

GLOSSÁRIO. 1 ACERVO Totalidade dos documentos sob custódia de um arquivo. 43 RECOMENDAÇÕES Após a homologação do Código de Classificação e da Tabela de Temporalidade pela Comissão de Homologação, através de um documento normatizador, estes deverão ser publicados. Uma cópia destes

Leia mais

Lembre-se: I - CADASTRAMENTO DE PROCESSOS E DOCUMENTOS 1.1 AUTUAÇÃO DE PROCESSOS

Lembre-se: I - CADASTRAMENTO DE PROCESSOS E DOCUMENTOS 1.1 AUTUAÇÃO DE PROCESSOS I - CADASTRAMENTO DE PROCESSOS E DOCUMENTOS 1.1 AUTUAÇÃO DE PROCESSOS O que é preciso para autuar um processo? Para atuar processo é necessário que o documento seja original ou cópia, desde que autenticada

Leia mais

NORMA PROCEDIMENTAL GESTÃO DE DOCUMENTOS

NORMA PROCEDIMENTAL GESTÃO DE DOCUMENTOS 50.03.013 1/26 1. FINALIDADE Uniformizar os procedimentos gerais referentes à gestão de processos e documentos, otimizando as rotinas administrativas e os serviços de protocolo. 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO

Leia mais

TERMO DE ABERTURA DE VOLUME

TERMO DE ABERTURA DE VOLUME ANEXO II TERMO DE ABERTURA DE VOLUME Aos...dias do mês de...de..., procedemos a abertura deste volume nº... do processo nº..., que se inicia com a folha nº...para constar, eu (nome do servidor)...,(cargo

Leia mais

MANUAL DE GESTÃO DE DOCUMENTOS DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

MANUAL DE GESTÃO DE DOCUMENTOS DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO PORTARIA Nº 1.042, DE 17 DE AGOSTO DE 2012 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO DOU de 20/08/2012 (nº 161, Seção 1, pág. 9) O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso da atribuição conferida pelo

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO. Art. 2º Fica recomendada a utilização do Manual no âmbito das entidades vinculadas a este Ministério.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO. Art. 2º Fica recomendada a utilização do Manual no âmbito das entidades vinculadas a este Ministério. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 1.042, DE 17 DE AGOSTO DE 2012 O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso da atribuição conferida pelo art. 87, parágrafo único, inciso II da Constituição

Leia mais

MANUAL DE GESTÃODE DOCUMENTOS DO IF CATARINENSE

MANUAL DE GESTÃODE DOCUMENTOS DO IF CATARINENSE MANUAL DE GESTÃODE DOCUMENTOS DO IF CATARINENSE MANUAL DE GESTÃO DE DOCUMENTOS DO IF CATARINENSE 2. CONCEITOS DE PROTOCOLO Para efeito deste Manual, foram utilizados os seguintes conceitos: 2.1. PROTOCOLO

Leia mais

NORMA DE ARQUIVO - NOR 208

NORMA DE ARQUIVO - NOR 208 MANUAL DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS COD. 200 ASSUNTO: GESTÃO DE DOCUMENTOS ADMINISTRATIVOS APROVAÇÃO: Resolução DIREX nº 528/2012, de 10/12/2012 VIGÊNCIA: 11/12/2012 NORMA DE ARQUIVO - NOR 208 1/21 ÍNDICE

Leia mais

ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DE ESTADO DE GESTÃO E PLANEJAMENTO. INSTRUÇÃO NORMATIVA nº 11-2012/SEGPLAN

ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DE ESTADO DE GESTÃO E PLANEJAMENTO. INSTRUÇÃO NORMATIVA nº 11-2012/SEGPLAN Publicada no DOE do dia 25/02/2013 INSTRUÇÃO NORMATIVA nº 11-2012/SEGPLAN Regulamenta os procedimentos para abertura de processos, juntada, cópia e demais rotinas de tramitação de processos e documentos

Leia mais

Vice-Reitor da Universidade Federal de São Carlos. - UFSCar Prof. Dr. Targino de Araújo Filho. - UFSCar Prof. Dr. Adilson Jesus Aparecido De Oliveira

Vice-Reitor da Universidade Federal de São Carlos. - UFSCar Prof. Dr. Targino de Araújo Filho. - UFSCar Prof. Dr. Adilson Jesus Aparecido De Oliveira Reitor da Universidade Federal de São Carlos - UFSCar Prof. Dr. Targino de Araújo Filho Vice-Reitor da Universidade Federal de São Carlos - UFSCar Prof. Dr. Adilson Jesus Aparecido De Oliveira Gabinete

Leia mais

CORREÇÂO - ESAF Concurso Público: Assistente Técnico-Administrativo - ATA - 2012 Provas 1 e 2 Gabarito 1 ARQUIVOLOGIA PROF.

CORREÇÂO - ESAF Concurso Público: Assistente Técnico-Administrativo - ATA - 2012 Provas 1 e 2 Gabarito 1 ARQUIVOLOGIA PROF. CORREÇÂO - ESAF Concurso Público: Assistente Técnico-Administrativo - ATA - 2012 Provas 1 e 2 Gabarito 1 ARQUIVOLOGIA PROF. RODRIGO BARBATI ARQUIVOLOGIA 21- São gêneros documentais encontrados nos arquivos,exceto:

Leia mais

Revogado pela Instrução Normativa STJ/GDG n. 8 de 4 de maio de 2015

Revogado pela Instrução Normativa STJ/GDG n. 8 de 4 de maio de 2015 Revogado pela Instrução Normativa STJ/GDG n. 8 de 4 de maio de 2015 SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA ANEXO I ROTINAS E PROCEDIMENTOS DO PROGRAMA DE GESTÃO DOCUMENTAL CRIAÇÃO, CAPTURA E DIGITALIZAÇÃO DE DOCUMENTOS

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 191, DE 27 DE MARÇO DE 2015

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 191, DE 27 DE MARÇO DE 2015 Publicada no Boletim de Serviço, n. 4, p. 6-12 em 10/4/2015. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 191, DE 27 DE MARÇO DE 2015 Disciplina a formação de processos administrativos no âmbito do Supremo Tribunal Federal

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO Segepres/ISC/Cedoc Serviço de Gestão Documental MANUAL DE TRATAMENTO DE DOCUMENTOS DIGITALIZADOS

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO Segepres/ISC/Cedoc Serviço de Gestão Documental MANUAL DE TRATAMENTO DE DOCUMENTOS DIGITALIZADOS TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO Segepres/ISC/Cedoc Serviço de Gestão Documental MANUAL DE TRATAMENTO DE DOCUMENTOS DIGITALIZADOS Abril/2015 Sumário 1 APRESENTAÇÃO... 3 2 OBJETIVOS... 5 3 CONSIDERAÇÕES SOBRE

Leia mais

ATENÇÃO: A cópia impressa a partir da intranet é cópia não controlada.

ATENÇÃO: A cópia impressa a partir da intranet é cópia não controlada. Proposto por: Diretor da Divisão de Protocolo Administrativo da Corregedoria (DIPAC) Analisado por: Diretor do Departamento de Suporte Operacional (DESOP) Aprovado por: Diretor-Geral da Diretoria-Geral

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO RESOLUÇÃO nº483/2009 Data da Norma: 04/03/2009 Órgão expedidor: ÓRGÃO ESPECIAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Fonte: DJE de 22/06/2009, p. 1-77 Ementa: Cria o Programa de Gestão de Documentos Arquivísticos do

Leia mais

Para fins de entendimento deste manual, apresentam-se as seguintes definições:

Para fins de entendimento deste manual, apresentam-se as seguintes definições: Código: MAP-DIINF-001 Versão: 00 Data de Emissão: 01/01/2013 Elaborado por: Gerência de Acervos Aprovado por: Diretoria de Informação Institucional 1 OBJETIVO Definir os procedimentos de arquivamento e

Leia mais

Guia Prático para Gestão de Documentos Correntes ou Setoriais

Guia Prático para Gestão de Documentos Correntes ou Setoriais Guia Prático para Gestão de Documentos Correntes ou Setoriais S É R I E TSE PUBLICAÇÕES ARQUIVÍSTICAS 6 Secretaria de Gestão da Informação 2012 2012 Tribunal Superior Eleitoral Secretaria de Gestão da

Leia mais

CARTILHA DE NORMATIZAÇÃO DE PROCESSOS

CARTILHA DE NORMATIZAÇÃO DE PROCESSOS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RN AUDITORIA GERAL/REITORIA Rua Dr. Nilo Bezerra Ramalho, 1692, Tirol CEP 59015-300, Telefone: (84)

Leia mais

Arquivo Estrutura Básica Necessária Recursos Humanos

Arquivo Estrutura Básica Necessária Recursos Humanos 1/7 2. Técnicas de atendimento (presencial e a distância) ao cliente interno e externo: técnicas de triagem, organização e registro fluxo documental; planejamento e organização do ambiente de trabalho/

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE CRÉDITO FUNDIÁRIO

PROGRAMA NACIONAL DE CRÉDITO FUNDIÁRIO PROGRAMA NACIONAL DE CRÉDITO FUNDIÁRIO PROMOVENDO A SUCESSÃO E O COMBATE A POBREZA NO CAMPO PROGRAMA NACIONAL DE CRÉDITO FUNDIÁRIO 3 O QUE É CRÉDITO FUNDIÁRIO O Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF)

Leia mais

Orienta os órgãos e entidades da Administração Pública do Poder Executivo Estadual, quanto à gestão de documentos arquivísticos.

Orienta os órgãos e entidades da Administração Pública do Poder Executivo Estadual, quanto à gestão de documentos arquivísticos. INSTRUÇÃO CONJUNTA SAEB/SECULT Nº 001 Orienta os órgãos e entidades da Administração Pública do Poder Executivo Estadual, quanto à gestão de documentos arquivísticos. OS SECRETÁRIOS DA ADMINISTRAÇÃO E

Leia mais

SAUSP. Sistema de Arquivos da Universidade de São Paulo

SAUSP. Sistema de Arquivos da Universidade de São Paulo SAUSP Sistema de Arquivos da Universidade de São Paulo Comissão Setorial do Sistema de Arquivos da EEFEUSP Presidente: Camila N. Favero Membros: Telma Elisa A. V. Sanches Paulo Serson Ilza B. dos Santos

Leia mais

LEI Nº 1381/2015 CAPÍTULO I. Disposições gerais CAPÍTULO II. Do arquivo público municipal

LEI Nº 1381/2015 CAPÍTULO I. Disposições gerais CAPÍTULO II. Do arquivo público municipal LEI Nº 1381/2015 Dispõe sobre a criação do Arquivo Público Municipal de Rubineia, define as diretrizes da política municipal de arquivos públicos e privados e cria o Sistema Municipal de Arquivos SISMARQ.

Leia mais

COMO FAZER? Como preencher adequadamente um envelope para expedição de documentos e processos?... 2

COMO FAZER? Como preencher adequadamente um envelope para expedição de documentos e processos?... 2 COMO FAZER? Como preencher adequadamente um envelope para expedição de documentos e processos?... 2 Como preencher adequadamente uma comunicação interna CI?... 3 Como montar um processo físico?... 4 Como

Leia mais

ELIMINAR DOCUMENTOS NAS UNIDADES ORGANIZACIONAIS

ELIMINAR DOCUMENTOS NAS UNIDADES ORGANIZACIONAIS Proposto por: Divisão de Gestão de Documentos - DIGED Analisado por: Diretor do Departamento de Gestão de Acervos Arquivísticos (DEGEA) Aprovado por: Diretor-Geral de Apoio aos Órgãos Jurisdicionais (DGJUR)

Leia mais

PROVA OBJETIVA. Quanto ao planejamento, organização e direção de serviços de arquivo, julgue os itens subseqüentes.

PROVA OBJETIVA. Quanto ao planejamento, organização e direção de serviços de arquivo, julgue os itens subseqüentes. De acordo com o comando a que cada um dos itens de 1 a 70 se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria para promover estudos, formular proposições e apoiar as Unidades

Leia mais

PORTARIA Nº 412, DE 5 DE SETEMBRO DE 2012

PORTARIA Nº 412, DE 5 DE SETEMBRO DE 2012 PORTARIA Nº 412, DE 5 DE SETEMBRO DE 2012 Estabelece diretrizes para a implementação da política de Gestão da Informação Corporativa no âmbito do Ministério da Previdência Social e de suas entidades vinculadas

Leia mais

Definições. Órgãos de Documentação. Classificação dos Arquivos. Quanto à Abrangência

Definições. Órgãos de Documentação. Classificação dos Arquivos. Quanto à Abrangência Definições Informação: Produto de um documento. Documento: Tudo aquilo que pode transmitir uma idéia, pensamento ou acontecimento, ou seja, uma informação. Arquivo: Lugar onde se guardam os documentos

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO Segepres/ISC/Cedoc Serviço de Gestão Documental

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO Segepres/ISC/Cedoc Serviço de Gestão Documental TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO Segepres/ISC/Cedoc Serviço de Gestão Documental MANUAL DE TRATAMENTO E GUARDA DE DOCUMENTOS ESPECIAIS AVULSOS Setembro/2013 1 PROCEDIMENTOS DE RECEBIMENTO E GUARDA DE DOCUMENTOS

Leia mais

Modernização da gestão da documentação pública do Estado do Rio de Janeiro e reestruturação do Arquivo Público.

Modernização da gestão da documentação pública do Estado do Rio de Janeiro e reestruturação do Arquivo Público. Modernização da gestão da documentação pública do Estado do Rio de Janeiro e reestruturação do Arquivo Público. BENEFICIADOS: Administração Estadual. Pesquisadores. Entidades científicas brasileiras. Demais

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA CONS-MON 04-09. 01 Vaga

TERMO DE REFERÊNCIA CONS-MON 04-09. 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS-MON 04-09 01 Vaga 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria de pessoa física para aprimoramento das estratégias e metodologias

Leia mais

Manual de procedimentos de protocolo e arquivo do Ifes

Manual de procedimentos de protocolo e arquivo do Ifes Manual de procedimentos de protocolo e arquivo do Ifes 1ª edição INSTITUTO FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO MANUAL DE PROCEDIMENTOS DE PROTOCOLO E ARQUIVO DO IFES Vitória 2014 Realização Comissão Permanente de

Leia mais

Anexo I (Art. 1º da Instrução Normativa STJ/GDG n. 8 de 4 de maio de 2015) ROTINAS E PROCEDIMENTOS DO PROGRAMA DE GESTÃO DOCUMENTAL

Anexo I (Art. 1º da Instrução Normativa STJ/GDG n. 8 de 4 de maio de 2015) ROTINAS E PROCEDIMENTOS DO PROGRAMA DE GESTÃO DOCUMENTAL Anexo I (Art. 1º da Instrução Normativa STJ/GDG n. 8 de 4 de maio de 2015) ROTINAS E PROCEDIMENTOS DO PROGRAMA DE GESTÃO DOCUMENTAL Seção I Da Criação, da Captura e da Digitalização de Documentos Art.

Leia mais

GUIA RÁPIDO PARA TRANSFERÊNCIA OU ELIMINAÇÃO DE DOCUMENTOS

GUIA RÁPIDO PARA TRANSFERÊNCIA OU ELIMINAÇÃO DE DOCUMENTOS MINISTÉRIO DA SAÚDE GUIA RÁPIDO PARA TRANSFERÊNCIA OU ELIMINAÇÃO DE DOCUMENTOS Brasília DF 2014 coleção arquivo MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria-Executiva Subsecretaria de Assuntos Administrativos GUIA RÁPIDO

Leia mais

Id: 1567758 GLOSSÁRIO A ABERTURA DE PROCESSO Ver AUTUAÇÃO ABERTURA DE VOLUME É a abertura (criação) de volume a partir de um processo. Sempre que o volume do documento atingir aproximadamente 200 páginas

Leia mais

1. Conceito Arquivo Biblioteca- Museu

1. Conceito Arquivo Biblioteca- Museu Arquivo 1. Conceito Arquivo é o conjunto de documentos oficialmente produzido e recebido por um governo, organização ou firma, no decorrer de suas atividades, arquivados e conservador por si e seus sucessores

Leia mais

Curso II. Portaria nº 1.224, 18.12.2013. Orientações sobre as normas de manutenção e guarda do acervo acadêmico das instituições de educação superior.

Curso II. Portaria nº 1.224, 18.12.2013. Orientações sobre as normas de manutenção e guarda do acervo acadêmico das instituições de educação superior. Curso II Portaria nº 1.224, 18.12.2013. Orientações sobre as normas de manutenção e guarda do acervo acadêmico das instituições de educação superior. KRÜGER, M.H. MAIO/2014. Portaria nº 1.224, 18.12.2013.

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA PROCESSAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE DOCUMENTOS

ORIENTAÇÕES PARA PROCESSAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE DOCUMENTOS ORIENTAÇÕES PARA PROCESSAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE DOCUMENTOS 1- REGISTRO, CONTROLE, DEFINIÇÃO DE PROCESSO E CORRESPONDÊNCIA. 1.1 O cadastro, envio, recebimento e demais registros de processos, no âmbito

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS FIN 04 01 Vaga

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS FIN 04 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS FIN 04 01 Vaga 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria Financeira de conciliação das informações repassadas pelos

Leia mais

Regulamento SIGA. Versão 1.0. Outubro, 2013. Página 1 de 16

Regulamento SIGA. Versão 1.0. Outubro, 2013. Página 1 de 16 Regulamento SIGA Versão 1.0 Outubro, 2013 Página 1 de 16 Sumário Objetivo deste Regulamento...3 Introdução...4 Definição...4 O que é documento para o SIGA...4 Numeração dos documentos no SIGA...4 Disposição

Leia mais

MANUAL DE GESTÃO DE DOCUMENTOS, ARQUIVOS E BIBLIOTECA

MANUAL DE GESTÃO DE DOCUMENTOS, ARQUIVOS E BIBLIOTECA MANUAL DE GESTÃO DE DOCUMENTOS, ARQUIVOS E BIBLIOTECA Agência Nacional de Águas Diretoria Colegiada José Machado Diretor-Presidente Benedito Braga Oscar de Morais Cordeiro Netto Secretária-Geral Mayui

Leia mais

MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DE PROTOCOLO ADMINISTRATIVO

MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DE PROTOCOLO ADMINISTRATIVO Senado Federal Secretaria de Gestão de Informação e Documentação - SGIDOC Coordenação de Arquivo - COARQ MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DE PROTOCOLO ADMINISTRATIVO 2 ed. Brasília 2013 SENADO FEDERAL

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) CONS GEO 02-09

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) CONS GEO 02-09 INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) CONS GEO 02-09 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria para promover estudos, formular proposições e apoiar ações nos

Leia mais

POP Organização de Documentos Administrativos;

POP Organização de Documentos Administrativos; PÁGINA: 1/18 ELABORADO POR: Luciana Lott de Almeida Cunha APROVADO POR: Luciana Lott A. Cunha 1 OBJETIVO DO DOCUMENTO: Este documento tem o objetivo de estabelecer a metodologia de a ser utilizada por

Leia mais

REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 0155/09 - AL Autor: Deputado Manoel Mandi

REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 0155/09 - AL Autor: Deputado Manoel Mandi REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 0155/09 - AL Autor: Deputado Manoel Mandi Dispõe sobre a criação do Arquivo Público Estadual e define as diretrizes da Política Estadual de Arquivos Públicos e Privados

Leia mais

Complexo regional do Nordeste

Complexo regional do Nordeste Antônio Cruz/ Abr Luiz C. Ribeiro/ Shutterstock gary yim/ Shutterstock Valter Campanato/ ABr Complexo regional do Nordeste Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, MA. Sertão de Pai Pedro, MG. O norte

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA SEPN Quadra 514 Norte Lote 7 Bloco B CEP 70760 542 Brasília DF www.cnj.jus.br INSTRUÇÃO NORMATIVA

CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA SEPN Quadra 514 Norte Lote 7 Bloco B CEP 70760 542 Brasília DF www.cnj.jus.br INSTRUÇÃO NORMATIVA CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA SEPN Quadra 514 Norte Lote 7 Bloco B CEP 70760 542 Brasília DF www.cnj.jus.br INSTRUÇÃO NORMATIVA INSTRUÇÃO NORMATIVA 67, DE 5 DE AGOSTO DE 2015 Regulamenta a Portaria SEI

Leia mais

PROCEDIMENTOS RELATIVOS a. ARQUIVAMENTO DIÁRIO e ANUAL ORIENTAÇÕES GERAIS

PROCEDIMENTOS RELATIVOS a. ARQUIVAMENTO DIÁRIO e ANUAL ORIENTAÇÕES GERAIS PROCEDIMENTOS RELATIVOS a ARQUIVAMENTO DIÁRIO e ANUAL ORIENTAÇÕES GERAIS Francisca Deusa Sena da Costa 2 APRESENTAÇÃO Com o processo de redemocratização do país, iniciado ainda no final da década de 1970,

Leia mais

Gerenciamento Total da Informação

Gerenciamento Total da Informação INSTRUÇÕES NORMATIVAS MINISTÉRIO DA JUSTIÇA ARQUIVO NACIONAL INSTRUÇÃO NORMATIVA AN/Nº 1, DE 18 DE ABRIL DE 1997 Estabelece os procedimentos para entrada de acervos arquivísticos no Arquivo Nacional O

Leia mais

SGD - Sistema de Gestão de Documentos

SGD - Sistema de Gestão de Documentos Agosto/2012 SGD - Sistema de Gestão de Documentos Manual do Módulo Documentos Características Orientações de utilização do Módulo Documentos. Apresentação das funcionalidades. Telas explicativas e passo

Leia mais

Edição nº 141/2015 Brasília - DF, segunda-feira, 10 de agosto de 2015 INSTRUÇÃO NORMATIVA 67, DE 5 DE AGOSTO DE 2015

Edição nº 141/2015 Brasília - DF, segunda-feira, 10 de agosto de 2015 INSTRUÇÃO NORMATIVA 67, DE 5 DE AGOSTO DE 2015 INSTRUÇÃO NORMATIVA 67, DE 5 DE AGOSTO DE 2015 Regulamenta a Portaria-SEI 1 de 4 de agosto de 2015, que instituiu o Sistema Eletrônico de Informações - SEI no âmbito do Conselho Nacional de Justiça. O

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO ARQUIVO CENTRAL DA UFPA

REGIMENTO INTERNO DO ARQUIVO CENTRAL DA UFPA SERVIÇO PÚBLICO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ ARQUIVO CENTRAL REGIMENTO INTERNO DO ARQUIVO CENTRAL DA UFPA CAPÍTULO I DA NATUREZA DO ÓRGÃO SUPLEMENTAR Art.1º. Ao ARQUIVO CENTRAL da UFPA, Órgão Suplementar

Leia mais

3. Definições: Procedimento (POP) Unidade Organizacional (UO) Código: POP-STGARQ-001. Revisão: 03. Páginas 06. Data 19/04/2010

3. Definições: Procedimento (POP) Unidade Organizacional (UO) Código: POP-STGARQ-001. Revisão: 03. Páginas 06. Data 19/04/2010 : 1. Objetivo: Padronizar os procedimentos relacionados aos pedidos de arquivamento e desarquivamento dos autos processuais findos oriundos das Unidades Organizacionais (UO s) do TJ/AM Área-Fim. 2. Campo

Leia mais

GUIA PRÁTICO Mensuração do acervo documental

GUIA PRÁTICO Mensuração do acervo documental GUIA PRÁTICO Mensuração do acervo documental do Ministério Público do Estado do Paraná Curitiba 2015 P223g Paraná. Ministério Público. Departamento de Gestão Documental Guia prático para a mensuração do

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA MANUAL DE PROTOCOLO E ACOMPANHAMENTO PROCESSUAL BRASIL RS ABRIL

Leia mais

Art. 2º A referida tabela e os procedimentos de que tratam o artigo anterior passam a fazer parte, em anexos de 1 a 6, da presente Resolução.

Art. 2º A referida tabela e os procedimentos de que tratam o artigo anterior passam a fazer parte, em anexos de 1 a 6, da presente Resolução. RESOLUÇÃO N o 005, de 5 de julho de 2010. Aprova Tabela de Temporalidade e Procedimentos de Eliminação dos Documentos das Atividades-Fim da Universidade Federal de São João del-rei UFSJ. O PRESIDENTE DO

Leia mais

RESOLVE baixar a presente ORDEM DE SERVIÇO determinando que:

RESOLVE baixar a presente ORDEM DE SERVIÇO determinando que: ORDEM DE SERVIÇO N o 003/2014 Em 16 de janeiro de 2014, o Reitor em exercício da Universidade Federal de São João del-rei UFSJ, usando de suas atribuições, tendo em vista a ampliação da eficácia e da eficiência

Leia mais

Manual de Procedimentos GGAF

Manual de Procedimentos GGAF Manual de Procedimentos GGAF 2014 Ficha Técnica Diretoria Diretor Presidente: Marcelo Pacho dos Guaranys Diretor de Aeronavegabilidade: Cláudio Passos Simão Diretor de Regulação Econômica: Ricardo Sérgio

Leia mais

Consignação Manual do Correspondente Consignação

Consignação Manual do Correspondente Consignação Manual do Correspondente Consignação Banestes S.A. - Banco do Estado do Espírito Santo GCONS - Gerência de Consignação SUMÁRIO 1. Conceito...3 2. Apresentação...3 3. Informações Gerais...3 3.1. Condições

Leia mais

Prova bimestral 5 o ano 2 o Bimestre

Prova bimestral 5 o ano 2 o Bimestre Prova bimestral 5 o ano 2 o Bimestre geografia Escola: Nome: Data: / / Turma: Leia o trecho da letra da música abaixo e, em seguida, responda às questões. [...] Eu já cantei no Pará Toquei sanfona em Belém

Leia mais

ICMS - Tabela - Pagamento do Imposto - Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais (GNRE) Formas de Preenchimento

ICMS - Tabela - Pagamento do Imposto - Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais (GNRE) Formas de Preenchimento ICMS - Tabela - Pagamento do Imposto - Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais (GNRE) Formas de Preenchimento Este procedimento dispõe sobre os requisitos necessários para a emissão da GNRE

Leia mais

Estabelecer os procedimentos para o controle e o tratamento de produto não conforme, no âmbito da Diretoria Geral de Gestão do Conhecimento.

Estabelecer os procedimentos para o controle e o tratamento de produto não conforme, no âmbito da Diretoria Geral de Gestão do Conhecimento. Proposto por: Equipe da Diretoria Geral de Gestão do Conhecimento (GBCON) Analisado por: Representante da Administração Superior (RD) Aprovado por: Diretor - Geral da Diretoria Geral de Gestão do Conhecimento

Leia mais

PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA RESOLUÇÃO Nº 43/2012-PGJ

PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA RESOLUÇÃO Nº 43/2012-PGJ PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA Publicado no D.O.E. Nº 12.665 Edição de 15 / 03 / 2012 RESOLUÇÃO Nº 43/2012-PGJ Dispõe sobre a gestão documental no âmbito do Ministério Público do Rio Grande do Norte O PROCURADOR

Leia mais

PROGRAMA DE GESTÃO DOCUMENTAL. LEVANTAMENTO DA PRODUÇÃO DOCUMENTAL DA ATIVIDADE-MEIO Orientações para o preenchimento dos questionários

PROGRAMA DE GESTÃO DOCUMENTAL. LEVANTAMENTO DA PRODUÇÃO DOCUMENTAL DA ATIVIDADE-MEIO Orientações para o preenchimento dos questionários PROGRAMA DE GESTÃO DOCUMENTAL LEVANTAMENTO DA PRODUÇÃO DOCUMENTAL DA ATIVIDADE-MEIO Orientações para o preenchimento dos questionários Ministério Público (Paraná). Departamento de Gestão Documental. Levantamento

Leia mais

RESOLUÇÃO N. 23, DE 19 DE SETEMBRO DE 2008.

RESOLUÇÃO N. 23, DE 19 DE SETEMBRO DE 2008. Anexo II Consolidação Normativa da Gestão Documental RESOLUÇÃO N. 23, DE 19 DE SETEMBRO DE 2008. Estabelece a Consolidação Normativa do Programa de Gestão Documental da Justiça Federal de 1º e 2º Graus.

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 15/2011

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 15/2011 CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 15/2011 Cria o Arquivo Central e dispõe sobre o Sistema de Arquivos da UFJF O Conselho Superior da Universidade Federal de Juiz de Fora, no uso de suas atribuições, tendo

Leia mais

(DODF nº. 109, Seção 01, p. 37, de 30 de maio de 2014)

(DODF nº. 109, Seção 01, p. 37, de 30 de maio de 2014) INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02, DE 28 DE MAIO DE 2014. Aprova o Manual de Gestão de Documentos Administrativos do Governo do Distrito Federal, e dá outras providências. O SECRETÁRIO DE ESTADO DE PLANEJAMENTO

Leia mais

O QUE É DOCUMENTO PARA O SIGA

O QUE É DOCUMENTO PARA O SIGA APRESENTAÇÃO O SIGA - Sistema Integrado de Gestão Administrativa é o sistema oficial de gestão documental do Poder Judiciário baiano que permite a criação, transferência, assinatura e demais atos de tramitação

Leia mais

MANUAL DE ARQUIVO. Por:Leila P. de Oliveira arquivologya@gmail.com

MANUAL DE ARQUIVO. Por:Leila P. de Oliveira arquivologya@gmail.com MANUAL DE ARQUIVO Por:Leila P. de Oliveira arquivologya@gmail.com Eunápolis,agosto 2015 SUMÁRIO 1-APRESENTAÇÃO 3 2-FINALIDADE 3 3-DEFINIÇÃO 3 4-TABELA DE TEMPORALIDADE 5 5-PRAZO DE GUARDA DE DOCUMENTOS

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO REGIMENTO INTERNO DA COORDENAÇÃO DE GESTÃO DE DOCUMENTOS E INFORMAÇÃO DA UFRRJ

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO REGIMENTO INTERNO DA COORDENAÇÃO DE GESTÃO DE DOCUMENTOS E INFORMAÇÃO DA UFRRJ MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO REGIMENTO INTERNO DA COORDENAÇÃO DE GESTÃO DE DOCUMENTOS E INFORMAÇÃO DA UFRRJ Art. 1 O presente Regimento Interno estabelece diretrizes

Leia mais

ORGANIZAÇÃO E TRATAMENTO DO ACERVO DOCUMENTAL PARA A PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA INSTITUCIONAL DA UFPB

ORGANIZAÇÃO E TRATAMENTO DO ACERVO DOCUMENTAL PARA A PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA INSTITUCIONAL DA UFPB ORGANIZAÇÃO E TRATAMENTO DO ACERVO DOCUMENTAL PARA A PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA INSTITUCIONAL DA UFPB Celio Roberto Freire de Miranda(1); Isabel Cristina Lourenço Freire(1); Michele da Silva(1) Alana Miraca

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DOCUMENTAL - PGD DA FUNAI

POLÍTICA DE GESTÃO DOCUMENTAL - PGD DA FUNAI POLÍTICA DE GESTÃO DOCUMENTAL - PGD DA FUNAI 2015 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO 3 PORTARIA Nº 970/PRES, de 15.08.2013 de agosto de 2013 Institui a Política de Gestão Documental da Fundação Nacional do Índio Funai.

Leia mais

MANUAL DE GESTÃO DE DOCUMENTOS E ARQUIVOS

MANUAL DE GESTÃO DE DOCUMENTOS E ARQUIVOS MANUAL DE GESTÃO DE DOCUMENTOS E ARQUIVOS República Federativa do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva Presidente da República Ministério do Meio Ambiente Marina Silva Ministra do Meio Ambiente Agência Nacional

Leia mais

PODER EXECUTIVO. Publicado no D.O. de 14.01.2014 DECRETO Nº 44.558 DE 13 DE JANEIRO DE 2014

PODER EXECUTIVO. Publicado no D.O. de 14.01.2014 DECRETO Nº 44.558 DE 13 DE JANEIRO DE 2014 Publicado no D.O. de 14.01.2014 DECRETO Nº 44.558 DE 13 DE JANEIRO DE 2014 REGULAMENTA A GESTÃO DOS BENS MÓVEIS INTEGRANTES DO PATRIMÔNIO PÚBLICO DO PODER EXECUTIVO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E DÁ OUTRAS

Leia mais

Noções de Arquivologia. www.concurseiro24horas.com.br. Aula Inaugural. Prof. Kátia Quadros. Prof. Kátia Quadros 1 14

Noções de Arquivologia. www.concurseiro24horas.com.br. Aula Inaugural. Prof. Kátia Quadros. Prof. Kátia Quadros 1 14 Aula Inaugural 01 Noções de Arquivologia Prof. Kátia Quadros www.concurseiro24horas.com.br Prof. Kátia Quadros 1 14 AULA INAUGURAL DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO PÓS EDITAL 1. OBSERVAÇÕES INICIAIS... 3 2.

Leia mais

PLANO DE DESTINAÇÃO DE DOCUMENTOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA FRONTEIRA SUL UFFS (MINUTA)

PLANO DE DESTINAÇÃO DE DOCUMENTOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA FRONTEIRA SUL UFFS (MINUTA) PLANO DE DESTINAÇÃO DE DOCUMENTOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA FRONTEIRA SUL UFFS (MINUTA) 1 2 SUMÁRIO 1 APRESENTAÇÃO...04 2 CONCEITOS BÁSICOS E IMPORTÂNCIA...05 3 INSTRUMENTOS DE DESTINAÇÃO DE DOCUMENTOS...06

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Com relação aos fundamentos da arquivologia e à terminologia arquivística, julgue os itens a seguir. 61 Informações orgânicas registradas, produzidas durante o exercício das funções de um órgão ou instituição,

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01 TCE-TO de 07 de março de 2012. Dispõe sobre o processo eletrônico no âmbito do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01 TCE-TO de 07 de março de 2012. Dispõe sobre o processo eletrônico no âmbito do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01 TCE-TO de 07 de março de 2012. Dispõe sobre o processo eletrônico no âmbito do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins. O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO TOCANTINS, no uso de

Leia mais

Estabelecer critérios e procedimentos para a autuação de processos judiciais e incidentais.

Estabelecer critérios e procedimentos para a autuação de processos judiciais e incidentais. RAD- Proposto por: Equipe da Vara Empresarial AUTUAR PROCESSOS JUDICIAIS Analisado por: RAS da Vara Empresarial Aprovado por: Juiz de Direito da Vara Empresarial 1 OBJETIVO Estabelecer critérios e procedimentos

Leia mais

Questões comentadas de Arquivologia para concursos

Questões comentadas de Arquivologia para concursos 580 Questões Comentadas de Apostila amostra Para adquirir a apostila de 580 Questões Comentadas de Arquivologia Para Concursos acesse o site: www.odiferencialconcursos.com.br SUMÁRIO Apresentação...2 Conceitos

Leia mais

CAF: CONTAG: CPR: FETRAF: NPT: ONG: PNCF: SAC: SAT: SIB: SIC: SQD: UTE:

CAF: CONTAG: CPR: FETRAF: NPT: ONG: PNCF: SAC: SAT: SIB: SIC: SQD: UTE: Lista de Siglas d CAF: CONTAG: CPR: FETRAF: NPT: ONG: PNCF: SAC: SAT: SIB: SIC: SQD: UTE: Boletim Ano VI - Edição nº 2/211 Boletim Ano VI - Edição nº 1 / 211 Painel de Indica Nº 1/215 Técnicos Respon Equipe

Leia mais

Ordem de Serviço nº 003/2013, de 25 de setembro de 2013.

Ordem de Serviço nº 003/2013, de 25 de setembro de 2013. MINISTÉRIO DA JUSTIÇA ARQUIVO NACIONAL Ordem de Serviço nº 003/2013, de 25 de setembro de 2013. O DIRETOR-GERAL DO ARQUIVO NACIONAL, no uso de suas atribuições, previstas no art. 45 do Anexo I do Decreto

Leia mais

I Ciclo de Palestras sobre a Gestão Arquivística de Documentos no INPE A Organização da Gestão Documental do MCTI

I Ciclo de Palestras sobre a Gestão Arquivística de Documentos no INPE A Organização da Gestão Documental do MCTI I Ciclo de Palestras sobre a Gestão Arquivística de Documentos no INPE A Organização da Gestão Documental do MCTI Sonia Maria/Ronal Guedes Informações Iniciais Sobre o MCTI Criação e finalidade A unidade

Leia mais

RELATÓRIO DE ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO ARQUIVO GERAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

RELATÓRIO DE ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO ARQUIVO GERAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CLAUDINEIA PEREIRA DE ABREU RELATÓRIO DE ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO ARQUIVO GERAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS Relatório apresentado a Disciplina Estagio Supervisionado, do Curso de Biblioteconomia

Leia mais

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA MUNICIPAL DE JANUÁRIA ESTADO DE MINAS GERAIS CONCURSO PÚBLICO - EDITAL 001/2010 RESPOSTA DE RECURSO

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA MUNICIPAL DE JANUÁRIA ESTADO DE MINAS GERAIS CONCURSO PÚBLICO - EDITAL 001/2010 RESPOSTA DE RECURSO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA MUNICIPAL DE JANUÁRIA ESTADO DE MINAS GERAIS CONCURSO PÚBLICO - EDITAL 001/2010 RESPOSTA DE RECURSO Candidato: Genilson Dias Custódio N de Inscrição: 05966 Cargo: Técnico Administrativo

Leia mais

ANEXO XI ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS REFERENTE AO EDITAL DE PREGÃO PARA REGISTRO DE PREÇOS Nº 008/2011

ANEXO XI ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS REFERENTE AO EDITAL DE PREGÃO PARA REGISTRO DE PREÇOS Nº 008/2011 ANEXO XI ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS REFERENTE AO EDITAL DE PREGÃO PARA REGISTRO DE PREÇOS Nº 008/2011 OBJETO Prestação de serviços de organização arquivística, guarda física, digitalização e gerenciamento

Leia mais