PNEUS AGRÍCOLAS UTILIZADOS NA ÁREA CANAVIEIRA

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1 PNEUS AGRÍCOLAS UTILIZADOS NA ÁREA CANAVIEIRA Prof. Kléber Pereira Lanças Depto. Engenharia Rural - FCA - UNESP/Botucatu

2 RODADOS: PNEUS ESTEIRAS

3 SETOR AGRÍCOLA CANAVIEIRO: - TRATORES - COLHEDORAS - TRANSBORDOS - CAMINHÕES - PLANTADORAS - TRATOS CULTURAIS

4 FUNÇÕES DOS RODADOS -SUSTENTAÇÃO (estática e dinâmica) -DIRECIONAMENTO (frontal + usual) -TRAÇÃO (movimento) -AMORTECIMENTO (pneus agrícolas)

5 RODAS MOTORAS OU MOTRIZES: torque no eixo aplicado para produzir a rotação da roda e tracionar elementos externos PATINAGEM POSITIVA RODAS AUTO-PROPELIDAS: torque no eixo aplicado para produzir o movimento da roda. FORÇA EXTERNA FINAL É ZERO RODAS MOVIDAS: força externa aplicada ao eixo da roda PATINAGEM NEGATIVA

6 RODAS MOTORAS OU MOTRIZES

7 INTERAÇÃO RODADO/SOLO: TRANSFORMA ROTAÇÃO DA RODA EM TRANSLAÇÃO DO VEÍCULO

8 RESISTÊNCIAS AO MOVIMENTO: -GRAVIDADE : W 2 - RESISTÊNCIA AO ROLAMENTO: R rf + R r - FORÇA DE TRAÇÃO ÚTIL: F t v POTÊNCIA = F. v F = W 2 + R rf + R r + F t

9 Resistência ao rolamento v CIR Rr f.p r.cos Rr f r. P

10 - COEFICIENTE DE TRAÇÃO: PESO NA RODA/FORÇA DE TRAÇÃO - EFICIÊNCIA TRATIVA: TORQUE LÍQUIDO/TORQUE BRUTO

11 Patinagem (%) Coeficiente de tração 165,5 kpa (24 psi) 125 kpa (18 psi) 97 kpa (14 psi)

12 Eficiência Trativa: TratoresTDA e 4x4 710/70R38-42 kpa (6 psi) 20.8R42-69 kpa (10 psi) 18.4R42-97 kpa (14 psi) Patinagem Deslizamento (%) (%)

13 PATINAGEM 8 a 12 % INSUFICIENTE EXCESSIVA CORRETA

14 - PESO NO RODADO EFICIÊNCIA TRATIVA: - DIÂMETRO DO RODADO - ÁREA DE CONTATO RODADO/SOLO - TIPO DE PNEU - PRESSÃO DE INFLAÇÃO DO PNEU - TIPO DE GARRA E DESGASTE - TIPO E CONDIÇÕES SUPERFICIAIS DA PISTA DE ROLAMENTO

15 TRÁFEGO DE MÁQUINAS TRATORES - EFICIÊNCIA TRATIVA SOLO - COMPACTAÇÃO

16 MÁQUINAS CADA VEZ MAIORES E MAIS PESADAS: MAIOR A EFICIÊCIA TRATIVA E A CAPACIDADE OPERACIONAL E A COMPACTAÇÃO DO SOLO?????

17 ÁREA DE CONTATO PNEU/SOLO

18 ÁREAS DE CONTATO EM DIFERENTES PRESSÕES DE INFLAÇÃO Fonte: Trelleborg Área de contato aumenta 75% ao diminuir a pressão de 23 psi para 6 psi

19 TIPOS DE PNEUS AGRÍCOLAS Pneus diagonais Pneus radiais Pneus de baixa pressão e alta flutuação(bpaf)

20 DIMENSÕES: DIÂMETRO E LARGURA Pneu de baixa pressão e alta flutuação (BPAF) Pneu radial Pneu diagonal

21

22 Não há distinção entre a banda de rodagem e os flancos PNEU DIAGONAL: monobloco várias lonas texteis sobrepostas Lonas sobrepostas parede espessa e rígida

23 ÁREA DE CONTATO PNEU DIAGONAL L ELIPSE: La La < L La < B B Ac = 0,78.B.La

24 L La

25 PNEU RADIAL FLANCOS E BANDA DE RODAGEM INDEPENDENTES FLANCOS COMP0ST0S POR UMA LONA BANDA DE RODAGEM RÍGIDA EM toda a circunferência (cinta estabilizadora)

26 ÁREA DE CONTATO PNEU RADIAL L RETÂNGULO: La La ~ L B La ~ B Ac ~ B.La

27 PRESSÃO CORRETA DOS PNEUS MAIOR ÁREA DE CONTATO MENOR PATINAGEM MEN0R RESISTÊNCIA A0 R0LAMENT0 MELHOR EFICIÊNCIA MEN0R DESGASTE

28 PRESSÃO CORRETA DOS PNEUS DIMINUIÇÃO DE ATÉ 20 % NO CONSUMO DE COMBUSTÍVEL ECONOMIA DE ATÉ 7,5 % NO TEMPO GASTO DIMINUIÇÃO DE ATÉ 80 % NA COMPACTAÇÃO DO SOLO

29 PRESSÃO INCORRETA DOS PNEUS PRESSÃO EXCESSIVA POUCA PRESSÃO

30 ALTURA DA GARRA DOS PNEUS

31 SELEÇÃO DO PNEU TIPO DE UTILIZAÇÃO CARGA APLICADA VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO

32

33 IDENTIFICAÇÃO DO PNEU

34 LASTRAGEM DO TRATOR DISTRIBUIÇÃO DE PESOS (LASTROS) NO TRATOR PROCURANDO MAXIMIZAR A TRAÇÃO COM A MELHOR RELAÇÃO PESO/POTÊNCIA LASTRAGEM DESEJADA Leve Média Pesada kgf/cv

35 DISTRIBUIÇÃO DO PESO DO TRATOR NOS EIXOS

36 DISTRIBUIÇÃO DO PESO TIPO DE EQUIPAMENTO Modelo do Eixo do DE SEMI- MONTADO trator trator ARRAST0 MONTADO 3 PONTOS Dianteiro 25% 30% 35% 4x2 Traseiro 75% 70% 65% 4x2 TDA Dianteiro 35% 35% 40% 4x4 Traseiro 65% 65% 60%

37 LASTRAGEM DO TRATOR INSUFICIENTE: EXCESSIVA: excessiva patinagem carga sobre a transmissão perda de potência desgaste acentuado alto consumo de combustível baixa produtividade perda de potência de tração rompimento das garras compactação do solo alto consumo de combustível baixa produtividade

38 LASTRO LÍQUIDO: TIPOS DE LASTROS INTRODUÇÃO DE ÁGUA OU SOLUÇÃO INTERNAMENTE AO PNEU LASTRO SÓLIDOS: PESOS METÁLICOS: NA FRENTE DO TRATOR (BARRAS) NO RODADO TRASEIRO (DISCOS)

39

40 50% DE ÁGUA 75% DE ÁGUA

41 LASTRO SÓLIDOS: BARRAS DIANTEIRAS DISCOS TRASEIROS

42 AVANÇO: Tratores com tração dianteira 10 VOLTAS DA RODA TRASEIRA RECOMENDADO 1 a 5% N 0 DE VOLTAS DA RODA DIANTEIRA: COM TRAÇÃO DIANTEIRA LIGADA COM TRAÇÃO DIANTEIRA DESLIGADA

43 TRAFEGO CONTROLADO USO DE GPS

44

45 NEMPA PISTAS DE ENSAIO DE TRATORES

46 UMEB UNIDADE MÓVEL DE ENSAIO NA BARRA DE TRAÇÃO

47 UMEP UNIDADE MÓVEL DE ENSAIO PNEUS

48 UFEP UNIDADE FIXA DE ENSAIO PNEUS Tanque de solo

49

50 PERFILÔMETRO LASER

51 UMAS UNIDADE MÓVEL DE AMOSTRAGEM DO SOLO

52 PENETRÔMETRO

53 ÍNDICE DE CONE DO SOLO 0-0,1 0,1-0,2 0,2-0,3 0,3-0,4 >0,4

54 AMOSTRADOR DE SOLO

55

56 12 e 13 de ABRIL FCA UNESP BOTUCATU/SP

57

58 OBRIGADO! Prof. Kléber Pereira Lanças Depto. Engenharia Rural - FCA - UNESP/Botucatu

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