A IMPOSSIBILIDADE DE CONCESSÃO DA TUTELA ANTECIPADA EX OFFICIO

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1 A IMPOSSIBILIDADE DE CONCESSÃO DA TUTELA ANTECIPADA EX OFFICIO AUTORA: Gimene Vieira da Cunha Bacharel em Direito pela Universidade Federal de Pelotas Advogada inscrita na OAB/RS sob o nº Pós-Graduada em Direito Processual Civil pela Universidade Anhanguera-Uniderp Março,

2 A medida de antecipação de tutela é uma espécie de tutela de urgência de natureza mandamental que tem por objetivo antecipar os efeitos da pretensão deduzida pelo autor em juízo. Em verdade, conforme MARINONI 1, a tutela antecipatória realiza de imediato a pretensão. Nessa senda, NELSON NERY JÚNIOR 2 assevera que a tutela antecipatória É tutela satisfativa no plano dos fatos, já que realiza o direito, dando ao requerente o bem da vida pretendido com o processo de conhecimento. No mesmo sentido, OVÍDIO BAPSTISTA DA SILVA 3 ensina que: as medidas que antecipam os efeitos da tutela pretendida pelo autor, como qualquer antecipação de sentença satisfativa, realizam, quer dizer, antecipadamente satisfazem, essa parcela dos efeitos do ato jurisdicional final [...] serão sempre antecipação dos efeitos de uma sentença satisfativa, portanto, realização provisória dos eventuais efeitos da sentença de procedência Afora isso, cabe referir que, por ser medida que concede de forma prematura o provimento de mérito ou os efeitos dele decorrentes, a tutela antecipada é vinculada ao pedido inicial, não podendo, pois, em sede antecipação de tutela, ser concedido mais do que a parte poderá obter ao final da demanda acaso sua pretensão seja julgada totalmente procedente. Como se vê, na antecipação de tutela pode haver uma inversão da lógica processual, vindo a decisão antes mesmo da efetivação do contraditório e da ampla defesa. Feitas tais considerações sobre a definição do instituto processual da antecipação de tutela, forçoso passar a analisar a possibilidade da concessão dessa medida ex officio pelo juiz da causa. 1 MARINONI apud THEODORO JÚNIOR, Humberto. Curso de Direito Processual Civil Teoria Geral do Processo de Conhecimento. vol.1 43 ed. Rio de Janeiro: Forense, 2005, p NERY JUNIOR, Nelson, NERY, Rosa Maria A.. Código de Processo Civil Comentado e legislação extravagante. 10 ed. rev., ampl. e atual. até 1º de outubro de São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2007, p SILVA, Ovídio A. Baptista da. Curso de Processo Civil, volume 1 : processo de conhecimento 7 ed., rev e atualizada de acordo com o Código Civil de Rio de Janeiro: Forense, 2005, p.124 2

3 Com efeito, o caput do art.273 do CPC prevê expressamente que O juiz poderá, a requerimento da parte, antecipar total ou parcialmente, os efeitos da tutela pretendida no pedido inicial, desde que, existindo prova inequívoca se convença da verossimilhança da alegação e [...] (grifo nosso) Como se percebe, o texto legal é expressamente claro quanto à necessidade de provocação da parte para que haja o deferimento da antecipação dos efeitos da tutela pretendida no pedido inicial. Aliás, é essa a posição amplamente dominante da doutrina e jurisprudência nacionais, que entendem ser vedada, em qualquer hipótese, a concessão da medida antecipatória de ofício pelo juiz. Desse modo, mesmo na situação prevista no inciso II do art.273 do CPC, qual seja a possibilidade de concessão da tutela antecipada em caso de abuso de direito de defesa ou manifesto propósito protelatório do réu, é indispensável o requerimento da parte, visto que o inciso II deve ser compatibilizado com o caput desse artigo. De outra banda, cabe asseverar que, apesar de ser uma medida de urgência decorrente de cognição sumária e obtida a partir de um juízo de verossimilhança, a antecipação de tutela satisfaz desde logo o interesse consubstanciado no pedido inicial, razão pela qual a lei exige que o provimento antecipatório seja reversível (art.273, 2º, do CPC), a fim de evitar dano irreparável à parte adversária acaso a medida antecipatória não se confirme no final do processo. Ocorrendo, pois, a reversão do provimento antecipado, haverá a responsabilização objetiva da parte beneficiada com os efeitos da antecipação, sendo devida indenização à parte contrária que foi prejudicada pelo deferimento da medida. Destarte, diante das circunstâncias acima apontadas, resta demonstrado que o deferimento da tutela antecipada depende de pedido da parte, embora se reconheça minoria em sentido oposto. Aliás, admitir o contrário seria temeroso, visto que implicaria em reconhecer a possibilidade de responsabilização do Estado-Juiz em caso de revogação da tutela antecipada, o que, conforme se depreende a partir do texto legal, não foi a intenção do legislador pátrio, o 3

4 qual, em consonância com o princípio da demanda que rege nosso sistema processual civil, procurou restringir a concessão da tutela antecipada apenas às situações em que haja provocação do juízo pela parte e o caso concreto se enquadre em alguma das hipóteses taxativamente expressas em lei. Nesse sentido, LUIZ RODRIGUES WAMBIER 4 leciona que Ter havido pedido é pressuposto para poderem ser antecipados os efeitos da sentença. Não há antecipação sem provocação da parte (art.273, caput). [...] Na medida em que a antecipação da tutela implica a responsabilidade objetiva do seu beneficiário, ela deve ser restrita, na falta de expressa previsão no sentido contrário, aos casos em que há requerimento da parte. Na mesma direção, PAULO AFONSO BRUM VAZ 5 preconiza que O primeiro requisito para a concessão da antecipação da tutela é o requerimento da parte. Isto porque, ex legis, não poderá o juiz antecipar a tutela de ofício. Como a antecipação da tutela representa o adiantamento da pretensão de mérito e, quanto à prestação da tutela jurisdicional, vige, no processo civil, a regra ne procedat judex ex officio (art.2º do CPC), resta vedado ao juiz deferir a antecipação de tutela sem que para tal haja expresso pedido da parte autora. Dessa forma, a partir desta breve explanação, conclui-se que, embora se reconheça a existência de tímida posição em sentido contrário, em qualquer hipótese legal a concessão da medida de antecipação de tutela fica condicionada à iniciativa da parte, em conformidade com o princípio da demanda que rege o nosso sistema processual civil (arts.2º e 262, do CPC) e em consonância com caput do art.273 do CPC, dispositivo cuja essência consiste na ideia de que o titular da pretensão insatisfeita é o melhor juiz para avaliar a oportunidade e a conveniência de postular os meios de satisfação. 4 WAMBIER, Luiz Rodrigues (coords.), ALMEIDA, Flávio Renato C., TALAMINI, Eduardo. Curso avançado de processo civil : teoria geral do processo de conhecimento/ coordenação Luiz Rodrigues Wambier. vol.1 7.ed. rev. e atual. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2005, p VAZ, Paulo Afonso Brum. Manual da Tutela antecipada: doutrina e jurisprudência Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2002, p.130 4

5 BIBLIOGRAFIAS: NERY JUNIOR, Nelson, NERY, Rosa Maria A.. Código de Processo Civil Comentado e legislação extravagante. 10 ed. rev., ampl. e atual. até 1º de outubro de São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2007 SILVA, Ovídio A. Baptista da. Curso de Processo Civil, volume 1 : processo de conhecimento 7 ed., rev e atualizada de acordo com o Código Civil de Rio de Janeiro: Forense, 2005 THEODORO JÚNIOR, Humberto. Curso de Direito Processual Civil Teoria Geral do Processo de Conhecimento. vol.1 43 ed. Rio de Janeiro: Forense, 2005 VAZ, Paulo Afonso Brum. Manual da Tutela antecipada: doutrina e jurisprudência Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2002 WAMBIER, Luiz Rodrigues (coords.), ALMEIDA, Flávio Renato C., TALAMINI, Eduardo. Curso avançado de processo civil : teoria geral do processo de conhecimento/ coordenação Luiz Rodrigues Wambier. vol.1 7.ed. rev. e atual. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais,

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