Análise retrospectiva e crítica das taxas de retorno calculadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) para as concessões no setor

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Análise retrospectiva e crítica das taxas de retorno calculadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) para as concessões no setor"

Transcrição

1 Análise retrospectiva e crítica das taxas de retorno calculadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) para as concessões no setor Antonio Zoratto Sanvicente Insper Instituto de Ensino e Pesquisa Dezembro de Introdução Muito se discutiu a respeito da regulamentação das concessões na área de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica no Brasil, por força da emissão da MP 579/12, com a qual o Governo Federal pretendeu, alterando a relação contratual com as empresas concessionárias, promover redução das tarifas dos serviços de energia elétrica. Pouca atenção tem sido dada, no entanto, ao mecanismo de cálculo da remuneração ( taxa de retorno ) considerada justa para uma concessionária, embora em vários debates a importância da taxa de retorno tenha sido citada. De acordo com a regulamentação vigente, a ANEEL produz Notas Técnicas e Resoluções Normativas nas quais são decretados anualmente os valores a serem aplicados na determinação das receitas teto de eventuais licitações. A taxa de retorno é obtida, em termos ajustados à inflação, com o cálculo do custo médio de capital, supondo determinada combinação de capital de terceiros e capital próprio. Esta nota analisa os resultados obtidos para o custo de capital próprio, no período de 2007 a 2012, abrangendo seis documentos regulatórios, com ênfase na lógica da metodologia empregada. Como destacado em tais documentos, a ANEEL adota o enfoque de estimar prêmios por risco a partir de médias históricas de retornos. Esse é um procedimento bastante comum, mas incorreto, pois isso não corresponde ao conceito básico de custo de oportunidade do capital, que é o de retorno numa aplicação com risco equivalente, disponível no mercado de capitais no momento da análise. 2. Valores calculados pela ANEEL para o custo de capital próprio nominal, Anualmente, é baixada uma Resolução Normativa, na qual a ANEEL especifica e detalha a estrutura ótima de capital e o custo de capital a serem utilizados na definição da receita teto das licitações a serem realizadas no ano. A Tabela 1 reúne os valores obtidos para os componentes do custo de capital próprio nominal em documentos do período analisado. 1

2 Tabela 1 Taxa livre de risco 5,32% 5,32% 5,09% 4,96% 4,86% 4,75% ERP 6,09% 6,09% 5,45% 5,78% 5,82% 5,67% Beta 0,659 0,659 0,672 0,650 0,596 0,586 Risco de neg.,fin.,reg. 4,01% 4,01% 3,66% 3,76% 3,47% 3,32% Risco país 4,91% 4,26% 6,07% 4,42% 4,25% 4,02% Risco cambial 1,78% 1,72% NA 1 NA NA NA Custo de capital próprio nominal 16,02% 15,32% 14,83% 13,14% 12,58% 12,09% Fonte dos dados: Resoluções Normativas números 256, 301, 357, 475 e Notas Técnicas números 262/2010 e 025/2011, disponíveis no site da ANEEL: 1 A partir da Nota Técnica 262/2010, a metodologia da ANEEL deixou de calcular separadamente um prêmio por risco cambial, com o argumento de que estaria refletido no prêmio por risco país. Na tabela acima, os vários componentes representam o seguinte: Taxa livre de risco = média de valores históricos da rentabilidade de US Treasury bonds de 10 anos de prazo ERP, ou equity risk premium = prêmio por risco da carteira de mercado de ações, representada pelo índice S&P 500, do mercado de ações dos Estados Unidos; o prêmio corresponde à diferença entre o retorno esperado do índice e a taxa livre de risco Beta = medida de risco sistemático da ação da empresa; portanto, o chamado beta alavancado Risco de neg., fin., reg. = prêmio por riscos de negócio, financeiro e regulatório Risco cambial = prêmio pelo risco de variação da taxa de câmbio entre Reais e dólares americanos Custo de capital próprio nominal = valor estimado da taxa de retorno considerada justa para o capital próprio de uma concessionária, obtida a partir dos componentes nas linhas anteriores da tabela, antes do ajuste pela taxa de inflação esperada. Em termos resumidos, o custo de capital próprio nominal é igual a: Taxa livre de risco + Risco de neg., fin., reg. + Risco país + Risco cambial, sendo Risco de neg., fin., reg. estimado pelo produto entre Beta e ERP. Também é importante salientar que os valores acima apresentados referem-se às licitações que ocorressem nos anos indicados e, portanto, que os valores são calculados com dados, em sua maior parte, disponíveis até o final do ano imediatamente anterior. 2

3 Assim sendo, nas comparações a seguir, iremos supor que os valores se referem ao final do ano anterior, ou seja: no caso dos valores de 2007, são números estimados no final de 2006, e assim por diante. 3. Custo de capital próprio nominal: comparação entre os valores calculados pela ANEEL e os obtidos com a metodologia de estimação a partir de preços correntes de mercado Como já foi dito acima, o enfoque adotado pela ANEEL baseia-se na suposição de que a média de retornos passados de um ativo pode ser usada como estimativa de retornos esperados para o futuro e, portanto, no cálculo do custo de oportunidade do capital. No entanto, o procedimento mais coerente com essa ideia é o de inferir dos preços de mercado correntes dos ativos qual é o retorno que está sendo exigido, em função do risco então existente. É o chamado enfoque do prêmio implícito. Além disso, é bastante questionável a adição de prêmios por riscos que já estejam embutidos no comportamento do índice que represente a carteira de mercado de ações. No enfoque da ANEEL, os riscos de negócio, financeiro e regulatório têm seus prêmios estimados a partir do prêmio por risco da carteira de mercado e do beta alavancado. Portanto, embora indiretamente, esse procedimento não seria incorreto. Mas, os riscos país e cambial (quando era considerado explicitamente), já afetam o risco da carteira de mercado e, portanto, adicionar um prêmio por risco país seria dupla contagem. Isso, porém, se estivesse sendo usada a carteira de mercado local, que não é o caso, pois para a ANEEL a carteira de mercado é representada pelo S&P 500. Contudo, não há porque não acreditar que não se possa usar o próprio mercado local para inferir os prêmios por risco necessários. A apresentação abaixo está baseada na metodologia alternativa de inferir prêmios por risco implícitos em preços correntes de ações, e usa apenas dados do mercado local de ações na estimação de ERP. 4. Resultados da comparação Supondo que os betas estimados pela ANEEL estejam corretos, embora isto também possa ser questionado, teríamos a seguinte comparação para a série de valores do custo de capital próprio nominal. Tabela 2 Custo de capital 16,02% 15,32% 14,83% 13,14% 12,58% 12,09% próprio (ANEEL) Taxa livre de risco 4,71% 4,04% 2,24% 3,81% 3,31% 1,87% corrente ERP implícito 8,30% 8,67% 14,22% 9,20% 9,76% 9,72% Custo de capital próprio implícito 10,18% 9,75% 11,80% 9,79% 9,13% 7,57% 3

4 Na tabela acima, os valores do custo de capital próprio (ANEEL) são idênticos aos da última linha da Tabela 1. Na segunda linha, os valores da taxa livre de risco, como indicado, são correntes, ou seja, em lugar de serem médias de valores passados, são as taxas observadas no final de cada um dos anos correspondentes, no mercado de US Treasury bonds com prazo de 10 anos. O ERP implícito é estimado com os preços de ações negociadas no mercado brasileiro, no final de cada ano em questão. Por fim, o custo de capital próprio implícito, usando os betas alavancados estimados pela ANEEL (ver Tabela 1), é igual a: Taxa livre de risco corrente + Beta alavancado x ERP implícito Novamente, os demais prêmios por risco não precisam ser adicionados porque já afetam o beta da ação e o comportamento dos preços das ações no mercado local. Os resultados obtidos devem ser destacados de duas maneiras: 1. Em todos os anos do período, a metodologia da ANEEL superestima o custo de capital próprio nominal, contribuindo para a estimação de uma taxa de retorno justa indevidamente alta. E as diferenças não são insignificantes, quando se considera que as taxas valem para a determinação de receitas teto por períodos de vários anos. 2. Estranhamente, ou não, como se verá logo em seguida, a metodologia da ANEEL produz uma estimativa mais baixa do custo de oportunidade do capital próprio no final de 2008 (ver coluna de valores para 2009), ou seja, no auge dos impactos da crise financeira global nos mercados de ações. Enquanto isso, a metodologia de prêmios implícitos mostra exatamente o contrário. Segundo essa metodologia alternativa, esse é o momento em que o capital próprio estaria mais caro. Por quê? Resposta: num momento de crise, os investidores, que são avessos a risco, veem uma elevação forte do nível geral de risco e fazem o quê? Exigem retornos mais altos, o que eleva o custo de oportunidade do capital. A metodologia de prêmios implícitos capta isso muito bem, enquanto a da ANEEL, que é aplicada por todas as agências reguladoras, faz o contrário. A explicação está no uso das médias de retornos passados. Acrescente-se ainda que, para o próprio ERP do mercado americano, o Professor Aswath Damodaran, em sua página da internet (http://pages.stern.nyu.edu/~adamodar/), fornece valores obtidos com base no enfoque de prêmios implícitos. A Tabela 3 compara os seus resultados aos produzidos pela metodologia da ANEEL. 4

5 Tabela 3 ERP do mercado 6,09% 6,09% 5,45% 5,78% 5,82% 5,67% americano, estimado pela ANEEL ERP do mercado americano, estimado por Damodaran (implícito) 4,16% 4,37% 6,43% 4,36% 5,20% 6,04% Observa-se que, na maior parte do período, a ANEEL superestimou o valor do prêmio do risco da carteira de mercado no período analisado. Novamente, no ano da crise (2009, para o final de 2008), ela erra no sentido contrário, e de maneira incoerente com os fatos do mercado: na série acima, é o ano em que a estimativa de ERP da ANEEL é a mais baixa de todas, e num momento em que os investidores estariam exigindo retornos mais altos. 5. Conclusão Os resultados apresentados acima mostram claramente que, com a utilização de uma metodologia coerente com o princípio básico de determinação de taxas justas de retorno, o histórico do setor tem sido o de superestimar as taxas de retorno concedidas. O método aplicado ignora o princípio de que o nível vigente do custo de oportunidade do capital é determinado em termos correntes no mercado. Com isso, o custo de capital próprio tem sido estimado com um erro de pelo menos quatro pontos percentuais ao ano. Esta análise não tratou da estimação do custo de capital de terceiros e da determinação da combinação apropriada de capital de terceiros e capital próprio, ou mesmo da estimação de betas alavancados. E aí existem outros problemas com a metodologia das agências reguladoras. 5

Gerenciamento de Risco

Gerenciamento de Risco 2010 Gerenciamento de Risco Nota Técnica 03 Diretoria de Investimentos Previ-Rio 09/2010 Nota técnica 03 Gerenciamento de Risco O gerenciamento de risco é um instrumento essencial para a otimização do

Leia mais

1o. Método - utilização das taxas de juros a termo em base anualizada

1o. Método - utilização das taxas de juros a termo em base anualizada Método para estimar a taxa Selic esperada pelo mercado para reuniões futuras do COPOM - Comitê de Política Monetária do Banco Central -, utilizando-se para isso o mercado futuro de taxas de juro - DI's

Leia mais

Projetando Preços de Automóveis Usados

Projetando Preços de Automóveis Usados 20 temas de economia aplicada Projetando Preços de Automóveis Usados Alexander Chow (*) Bruno Giovannetti (**) Fernando Chague (***) 1 Introdução O Brasil apresenta uma das maiores frotas de veículos do

Leia mais

Os leilões de linhas de transmissão e o Risco Brasil

Os leilões de linhas de transmissão e o Risco Brasil Os leilões de linhas de transmissão e o Risco Brasil Nivalde J. de Castro * Roberto Brandão** No dia 15 de dezembro, a Aneel realizou com sucesso o leilão de linhas de transmissão. Somando-se com os resultados

Leia mais

Vantagens e desvantagens da utilização do patrimônio líquido pelo seu valor de mercado na avaliação de empresas

Vantagens e desvantagens da utilização do patrimônio líquido pelo seu valor de mercado na avaliação de empresas Vantagens e desvantagens da utilização do patrimônio líquido pelo seu valor de mercado na avaliação de empresas! Quais as vantagem da utilização do valor de mercado em relação a utilização do patrimônio

Leia mais

ANÁLISE DE RISCO E RETORNO DE INVESTIMENTO USO DAS MEDIDAS DE DISPERSÃO

ANÁLISE DE RISCO E RETORNO DE INVESTIMENTO USO DAS MEDIDAS DE DISPERSÃO ANÁLISE DE RISCO E RETORNO DE INVESTIMENTO USO DAS MEDIDAS DE DISPERSÃO Luiz Fernando Stringhini 1 Na tentativa de mostrar as possibilidades de uso das ferramentas da estatística dentro da contabilidade,

Leia mais

Custo de Oportunidade do Capital

Custo de Oportunidade do Capital Custo de Oportunidade do Capital É o custo de oportunidade de uso do fator de produção capital ajustado ao risco do empreendimento. Pode ser definido também como a taxa esperada de rentabilidade oferecida

Leia mais

9 Previsão da taxa de câmbio no Brasil

9 Previsão da taxa de câmbio no Brasil 84 9 Previsão da taxa de câmbio no Brasil Uma questão deixada em aberto pelos modelos apresentados nos Capítulos anteriores diz respeito à capacidade dos mesmos de prever os movimentos futuros da taxa

Leia mais

FATO RELEVANTE CENTRAIS ELETRICAS BRASILEIRAS S/A CNPJ: / COMPANHIA ABERTA

FATO RELEVANTE CENTRAIS ELETRICAS BRASILEIRAS S/A CNPJ: / COMPANHIA ABERTA CENTRAIS ELETRICAS BRASILEIRAS S/A CNPJ: 00.001.180/0001-26 COMPANHIA ABERTA Centrais Elétricas Brasileiras S/A ( Companhia ou Eletrobras ) esclarece aos seus acionistas e ao mercado em geral que, conforme

Leia mais

Custo de Capital. Taxa de Descontos. Mesmo significado. Custo de Capital de Terceiros - RT

Custo de Capital. Taxa de Descontos. Mesmo significado. Custo de Capital de Terceiros - RT Custo de Capital Como determinar o Custo Médio Ponderado de Capital (WCC - Weighted verage Cost of Capital) de uma empresa? Como determinar o Custo de Capital de Terceiros? Como determinar o Custo de Capital

Leia mais

Contribuições à proposta da ARSESP para Metodologia da Revisão Tarifária das Concessionárias de Distribuição de Gás Canalizado do Estado de São Paulo

Contribuições à proposta da ARSESP para Metodologia da Revisão Tarifária das Concessionárias de Distribuição de Gás Canalizado do Estado de São Paulo Contribuições à proposta da ARSESP para Metodologia da Revisão Tarifária das Concessionárias de Distribuição de Gás Canalizado do Estado de São Paulo Ref. Consulta Pública de Distribuição de Gás Canalizado

Leia mais

Papel do Atuário na Gestão de Negócios Gláucia Carvalho Superintendente Atuarial ENA

Papel do Atuário na Gestão de Negócios Gláucia Carvalho Superintendente Atuarial ENA Papel do Atuário na Gestão de Negócios Gláucia Carvalho Superintendente Atuarial ENA - 2015 AGENDA 2 COMO SOMOS VISTOS? NECESSIDADE DE INTEGRAÇÃO: MACROPROCESSOS E A ÁREA ATUARIAL NOSSO CONTEXTO: DIVULGAÇÃO

Leia mais

METODOLOGIA PARA A BLINDAGEM DO CUSTO DE CAPITAL PRÓPRIO DAS DISTRIBUIDORAS DE ENERGIA ELÉTRICA BRASILEIRAS

METODOLOGIA PARA A BLINDAGEM DO CUSTO DE CAPITAL PRÓPRIO DAS DISTRIBUIDORAS DE ENERGIA ELÉTRICA BRASILEIRAS METODOLOGIA PARA A BLINDAGEM DO CUSTO DE CAPITAL PRÓPRIO DAS DISTRIBUIDORAS DE ENERGIA ELÉTRICA BRASILEIRAS Autor(es) Rafael de Oliveira Gomes Jairo Eduardo de Barros Alvares Aneliese Zimmermann 1 Agenda

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O VINCI MULTIESTRATÉGIA FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO /

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O VINCI MULTIESTRATÉGIA FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO / LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O VINCI MULTIESTRATÉGIA FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO 12.440.825/0001-06 Informações referentes a Novembro de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações

Leia mais

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC T 16 NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC T 16 NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC T 16 NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO NBC T 16.9 DEPRECIAÇÃO, AMORTIZAÇÃO E EXAUSTÃO Conteúdo Item DISPOSIÇÕES GERAIS 1 OBJETIVOS E

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FI PETROBRAS AÇÕES / Informações referentes a Novembro de 2016

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FI PETROBRAS AÇÕES / Informações referentes a Novembro de 2016 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FI PETROBRAS AÇÕES 03.917.096/0001-45 Informações referentes a Novembro de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o SANTANDER

Leia mais

Índice fipezap de preços de imóveis anunciados

Índice fipezap de preços de imóveis anunciados Preço médio de locação mostra queda nominal pelo sétimo mês consecutivo Das 9 cidades pesquisadas, 7 mostraram queda nominal na passagem entre outubro e novembro O Índice FipeZap de Locação, que acompanha

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER PIBB AÇÕES / Informações referentes a Novembro de 2016

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER PIBB AÇÕES / Informações referentes a Novembro de 2016 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER PIBB AÇÕES 07.184.920/0001-56 Informações referentes a Novembro de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o SANTANDER FUNDO

Leia mais

3º Trimestre de 2015 Resultados Tupy

3º Trimestre de 2015 Resultados Tupy 3º Trimestre de 2015 Resultados Tupy São Paulo, 13 de novembro de 2015 1 DISCLAIMER Esta Apresentação pode conter declarações prospectivas, as quais estão sujeitas a riscos e incertezas, pois foram baseadas

Leia mais

5 Resultados e análises

5 Resultados e análises 5 Resultados e análises 5.1. Cálculo do custo de capital próprio através do APT Conforme apresentado no capítulo anterior deste trabalho, o cálculo do custo de capital próprio do setor elétrico de distribuição

Leia mais

Marcos Regulatórios. Audiência Pública. Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal

Marcos Regulatórios. Audiência Pública. Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal Audiência Pública Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal Subcomissão Temporária da Regulamentação dos Marcos Regulatórios Marcos Regulatórios Claudio J. D. Sales Diretor Presidente Instituto

Leia mais

Companhia Energética de Minas Gerais. Contribuições para a Audiência Pública nº 017/2009

Companhia Energética de Minas Gerais. Contribuições para a Audiência Pública nº 017/2009 Companhia Energética de Minas Gerais Contribuições para a Audiência Pública nº 017/2009 Junho/2009 Sumário 1. Considerações Iniciais... 3 2. Resolução Homologatória nº 493/2007... 3 3. Custos Operacionais...

Leia mais

Em setembro de 2011, ocorreu a cisão parcial de 99,99% de seu patrimônio líquido.

Em setembro de 2011, ocorreu a cisão parcial de 99,99% de seu patrimônio líquido. NUMERAL 80 PARTICIPAÇÕES S.A. NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 (Valores expressos em milhares de reais - R$) 1. CONTEXTO OPERACIONAL

Leia mais

NOTA TÉCNICA NT/F/007/2014 TARIFAS DE ÁGUA E ESGOTO DA SABESP NO MUNICÍPIO DE TORRINHA. Agosto de 2014

NOTA TÉCNICA NT/F/007/2014 TARIFAS DE ÁGUA E ESGOTO DA SABESP NO MUNICÍPIO DE TORRINHA. Agosto de 2014 NOTA TÉCNICA NT/F/007/2014 TARIFAS DE ÁGUA E ESGOTO DA SABESP NO MUNICÍPIO DE TORRINHA 2014 Agosto de 2014 1. OBJETIVO Autorização do ajuste anual das s de Água e Esgoto da SABESP para o Município de Torrinha

Leia mais

ANEXO X CÁLCULO DA INDENIZAÇÃO DE INVESTIMENTOS NÃO AMORTIZADOS

ANEXO X CÁLCULO DA INDENIZAÇÃO DE INVESTIMENTOS NÃO AMORTIZADOS ANEXO X CÁLCULO DA INDENIZAÇÃO DE INVESTIMENTOS NÃO AMORTIZADOS EXPLORAÇÃO, MEDIANTE CONCESSÃO ADMINISTRATIVA, DA GESTÃO DE ÁREAS DAS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO PARQUE ESTADUAL DO SUMIDOURO, MONUMENTO NATURAL

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL PRIMEIRO TERMO ADITIVO AO CONTRATO DE CONCESSÃO PARA GERAÇÃO, TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA N o 010/1997 - ANEEL COMPANHIA DE ELETRICIDADE

Leia mais

Safra Títulos Públicos DI - Fundo de Investimento Financeiro (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2004

Safra Títulos Públicos DI - Fundo de Investimento Financeiro (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2004 Safra Títulos Públicos DI - Fundo de Investimento Financeiro Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2004 e de 2003 e parecer de auditores independentes Demonstração da composição e diversificação

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BBM SMID CAPS VALOR FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO EM AÇÕES

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BBM SMID CAPS VALOR FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO EM AÇÕES LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BBM SMID CAPS VALOR FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO EM AÇÕES 08.892.340/0001-86 Informações referentes a Agosto de 2016 Esta lâmina contém

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER SKY VAN GOGH MULTIMERCADO / Informações referentes a Novembro de 2013

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER SKY VAN GOGH MULTIMERCADO / Informações referentes a Novembro de 2013 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER SKY VAN GOGH MULTIMERCADO 02.908.387/0001-04 Informações referentes a Novembro de 2013 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o

Leia mais

Projeto de Lei Orçamentária Anual 2017

Projeto de Lei Orçamentária Anual 2017 Projeto de Lei Orçamentária Anual 2017 Henrique Meirelles Ministro da Agosto 2016 Cenário de Referência 2 Foi observado o limite de crescimento da despesa contido na Proposta de Emenda Constitucional 241/2016

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FI COLABORADORES MAGAZINE LUIZA ACOES / Informações referentes a Novembro de 2016

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FI COLABORADORES MAGAZINE LUIZA ACOES / Informações referentes a Novembro de 2016 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FI COLABORADORES MAGAZINE LUIZA ACOES 13.199.100/0001-30 Informações referentes a Novembro de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais

Leia mais

VCMH/IESS. Variação de Custos Médico-Hospitalares. Edição: Janeiro de 2016 Data-base: Junho de 2015 SUMÁRIO EXECUTIVO

VCMH/IESS. Variação de Custos Médico-Hospitalares. Edição: Janeiro de 2016 Data-base: Junho de 2015 SUMÁRIO EXECUTIVO Variação de Custos Médico-Hospitalares Edição: Janeiro de 2016 Data-base: Junho de 2015 SUMÁRIO EXECUTIVO O VCMH/IESS O índice VCMH/IESS para planos individuais atingiu 17,1% no período de 12 meses terminados

Leia mais

Matemática Financeira

Matemática Financeira Matemática Financeira 2016.2 Sumário Capítulo I. Introdução à Apostila... 4 Capítulo II. Fundamentos da Matemática Financeira... 5 2.1. INTRODUÇÃO... 5 2.2. CAPITAL, NÚMERO DE PERÍODOS, JURO, MONTANTE,

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES À AUDIÊNCIA PÚBLICA ANEEL 12/2016

CONTRIBUIÇÕES À AUDIÊNCIA PÚBLICA ANEEL 12/2016 CONTRIBUIÇÕES À AUDIÊNCIA PÚBLICA ANEEL 12/2016 Obter subsídios para o aprimoramento da minuta de resolução normativa referente aos mecanismos de adequação dos níveis de contratação de energia por meio

Leia mais

Exercícios resolvidos sobre Teoremas de Probabilidade

Exercícios resolvidos sobre Teoremas de Probabilidade Exercícios resolvidos sobre Teoremas de Probabilidade Aqui você tem mais uma oportunidade de estudar os teoremas da probabilidade, por meio de um conjunto de exercícios resolvidos. Observe como as propriedades

Leia mais

Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais

Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais PESQUISA DO MERCADO IMOBILIÁRIO EM BELO HORIZONTE: ALUGUÉIS Abril de 2016 APRESENTAÇÃO DA PESQUISA Realizada pela Fundação IPEAD/UFMG, esta pesquisa tem o objetivo de fornecer informações sobre o mercado

Leia mais

Prof. Dr. Silvio Aparecido Crepaldi.

Prof. Dr. Silvio Aparecido Crepaldi. 1 2 Os objetivos deste capítulo são: Ensinar a calcular o custo de um produto ou serviço por meio do sistema de custeio por absorção. Justificar os critérios utilizados nesse cálculo, identificando suas

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O HSBC FI RF LP PRECOS / Informações referentes a Março de 2013

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O HSBC FI RF LP PRECOS / Informações referentes a Março de 2013 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o HSBC FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA LONGO PRAZO. As informações completas sobre esse fundo podem ser obtidas no Prospecto e no Regulamento

Leia mais

ITEM PRODUTO 2012 1 -IPT-

ITEM PRODUTO 2012 1 -IPT- 1 2012 2 2013 2014 1. Reconhecimento, mensuração e evidenciação dos direitos, das obrigações e provisões por competência: 1.1 Elaboração de procedimentos para reconhecimento e mensuração dos direitos e

Leia mais

ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 357

ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 357 ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 357 Dispõe sobre as Tabelas Tarifárias a serem aplicadas pela concessionária de distribuição de gás canalizado Gás Natural São Paulo Sul S.A. A Diretoria da ARSESP,

Leia mais

FATOR AÇÕES FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO DE AÇÕES - CNPJ: /

FATOR AÇÕES FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO DE AÇÕES - CNPJ: / LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O FUNDO FATOR AÇÕES FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO DE AÇÕES CNPJ: 11.186.674/0001-49 Informações referentes a Dezembro/2016 Esta lâmina

Leia mais

Terminologia e conceitos de Metrologia

Terminologia e conceitos de Metrologia A U A UL LA Terminologia e conceitos de Metrologia Um problema Muitas vezes, uma área ocupacional apresenta problemas de compreensão devido à falta de clareza dos termos empregados e dos conceitos básicos.

Leia mais

Metodologia de Arbitragem de Preços de Ajuste de Contratos Futuros de Etanol Hidratado

Metodologia de Arbitragem de Preços de Ajuste de Contratos Futuros de Etanol Hidratado Metodologia de Arbitragem de Preços de Ajuste de Contratos Futuros de Etanol Hidratado Neste documento é descrita a metodologia de arbitragem adotada para determinar os preços de ajuste de contratos futuros

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FI TOP BRASIL MULTIMERCADO / Informações referentes a Maio de 2016

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FI TOP BRASIL MULTIMERCADO / Informações referentes a Maio de 2016 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FI TOP BRASIL MULTIMERCADO 16.607.894/0001-12 Informações referentes a Maio de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o SANTANDER

Leia mais

Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista - CTEEP. Laudo de Avaliação das Ações da CTEEP TRPL4 e TRPL3

Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista - CTEEP. Laudo de Avaliação das Ações da CTEEP TRPL4 e TRPL3 Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista - CTEEP Laudo de Avaliação das Ações da CTEEP TRPL4 e TRPL3 Índice 1. Apresentação...3 2. Objetivo do Laudo...3 3. Metodologia...3 4. Premissas...4

Leia mais

ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 604

ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 604 ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 604 Dispõe sobre o ajuste provisório dos valores das Margens de Distribuição, a atualização do Custo do gás e do transporte, o repasse das variações dos preços

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS DO FUNDO FRANKLIN CNPJ: / Informações referentes a setembro de 2016.

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS DO FUNDO FRANKLIN CNPJ: / Informações referentes a setembro de 2016. LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS DO FUNDO FRANKLIN CNPJ: 00.089.915/0001-15 Informações referentes a setembro de 2016. Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o Amaril Franklin Fundo

Leia mais

Diagnóstico da Convergência às Normas Internacionais IAS 8 Accounting Policies, Changes in Accounting Estimates and Errors

Diagnóstico da Convergência às Normas Internacionais IAS 8 Accounting Policies, Changes in Accounting Estimates and Errors Diagnóstico da Convergência às Normas Internacionais IAS 8 Accounting Policies, Changes in Accounting Estimates and Errors Situação: PARCIALMENTE DIVERGENTE 1. Introdução deve ser aplicado: O IAS 8 Accounting

Leia mais

Universidade Federal de Itajubá

Universidade Federal de Itajubá Universidade Federal de Itajubá Engenharia Econômica II Análise de Sensibilidade 21/08/2012 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 1 Fluxo de Caixa ( + ) 0 1 2 3 n Parcela compostas por: ( - ) Investimento Receitas,

Leia mais

Parágrafo 1º Para a apuração do limite estabelecido no caput define-se como:

Parágrafo 1º Para a apuração do limite estabelecido no caput define-se como: CIRCULAR Nº 2894 Documento normativo revogado pela Circular 3.367, de 12/09/2007. Estabelece procedimentos para o cálculo do limite de exposição em ouro e em ativos e passivos referenciados em variação

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O FI MM LP CP NANKING INSTITUC / Informações referentes a Março de 2013

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O FI MM LP CP NANKING INSTITUC / Informações referentes a Março de 2013 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o HSBC FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO LONGO PRAZO CREDITO PRIVADO IONAL. As informações completas sobre esse fundo podem ser obtidas no

Leia mais

ESTUDO DE CASO. Os Novos Ajustes da Lei

ESTUDO DE CASO. Os Novos Ajustes da Lei ESTUDO DE CASO Os Novos Ajustes da Lei 11.638 Os Novos Ajustes da Lei 11.638 As demonstrações financeiras foram elaboradas com base nas práticas contábeis adotadas no Brasil e normas da Comissão de Valores

Leia mais

Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais

Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais PESQUISA DO MERCADO IMOBILIÁRIO EM BELO HORIZONTE: ALUGUÉIS Janeiro de 2016 APRESENTAÇÃO DA PESQUISA Esta pesquisa é realizada pela Fundação IPEAD/UFMG com o apoio da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte

Leia mais

MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº035/2010

MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº035/2010 MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº035/2010 NOME DA INSTITUIÇÃO: CCEE AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL ATO REGULATÓRIO: (Especificar Nome/Tipo, nº e data, caso

Leia mais

Medidas de Dispersão. Introdução Amplitude Variância Desvio Padrão Coeficiente de Variação

Medidas de Dispersão. Introdução Amplitude Variância Desvio Padrão Coeficiente de Variação Medidas de Dispersão Introdução Amplitude Variância Desvio Padrão Coeficiente de Variação Introdução Estudo de medidas que mostram a dispersão dos dados em torno da tendência central Analisaremos as seguintes

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER VALE PLUS AÇÕES / Informações referentes a Maio de 2016

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER VALE PLUS AÇÕES / Informações referentes a Maio de 2016 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER VALE PLUS AÇÕES 09.296.352/0001-00 Informações referentes a Maio de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o SANTANDER FIC

Leia mais

Capítulo 4 Teoria da Produção

Capítulo 4 Teoria da Produção Capítulo 4 Teoria da Produção 1. Produção Econômica i. Produção econômica: é a arte ou técnica de reunir insumos e transformá-los, através da aplicação de uma tecnologia, em um novo produto. O aspecto

Leia mais

Antes de investir, compare o fundo com outros da mesma classificação.

Antes de investir, compare o fundo com outros da mesma classificação. LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FIC FI INTELIGENTE RENDA FIXA CURTO PRAZO 02.908.347/0001-62 Informações referentes a Agosto de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais

Leia mais

TÓPICOS DE MATEMÁTICA FINANCEIRA PARA O ENSINO MÉDIO - PROF. MARCELO CÓSER

TÓPICOS DE MATEMÁTICA FINANCEIRA PARA O ENSINO MÉDIO - PROF. MARCELO CÓSER TÓPICOS DE MATEMÁTICA FINANCEIRA PARA O ENSINO MÉDIO - PROF. MARCELO CÓSER 1 PAGAMENTO DE DÍVIDAS Existem mais de uma maneira de se efetuar o pagamento de uma dívida. Ela pode ser toda liquidada em um

Leia mais

Análise Econômica do Disque Sincor - 2 º Semestre/2006 Francisco Galiza Maio/2007

Análise Econômica do Disque Sincor - 2 º Semestre/2006 Francisco Galiza  Maio/2007 Análise Econômica do Disque Sincor - 2 º Semestre/2006 Francisco Galiza www.ratingdeseguros.com.br Maio/2007 1) Introdução Um dos canais de queixas mais conhecidos do mercado de seguros brasileiro é o

Leia mais

NIM, líquida de provisões

NIM, líquida de provisões Brasil 26 Var. M 15 / M 14 +6% / 4T'14 Volumes 1 +2% / 4T'14 Atividade Margem Líquida de Juros NIM 6,5% 6,3% 5,9% 5,7% 5,8% Milhões de EUR L&P 1T15 %4T14 %1T14 * NII + receita de tarifas 2.997 2,2 5,2

Leia mais

FEA RP - USP. Matemática Financeira 3 - Séries e Avaliação de Investimentos

FEA RP - USP. Matemática Financeira 3 - Séries e Avaliação de Investimentos FEA RP - USP Matemática Financeira 3 - Séries e Avaliação de Investimentos Prof. Dr. Daphnis Theodoro da Silva Jr. Daphnis Theodoro da Silva Jr 1 Séries uniformes - Juros Compostos Series uniformes são

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER DIVIDENDOS AÇÕES / Informações referentes a Maio de 2016

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER DIVIDENDOS AÇÕES / Informações referentes a Maio de 2016 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER DIVIDENDOS AÇÕES 03.396.639/0001-26 Informações referentes a Maio de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o SANTANDER FUNDO

Leia mais

Proposta de realização de um Workshop da ABRAGE para debater o Mecanismo de Formação de Preços de Curto Prazo

Proposta de realização de um Workshop da ABRAGE para debater o Mecanismo de Formação de Preços de Curto Prazo Proposta de realização de um Workshop da ABRAGE para debater o Mecanismo de Formação de Preços de Curto Prazo Brasília 14 de junho de 2007 Motivação Recentes questionamentos sobre a legitimidade e propriedade

Leia mais

Avaliação de Empresas Profa. Patricia Maria Bortolon

Avaliação de Empresas Profa. Patricia Maria Bortolon Avaliação de Empresas RISCO E RETORNO Aula 2 Retorno Total É a variação total da riqueza proporcionada por um ativo ao seu detentor. Fonte: Notas de Aula do Prof. Claudio Cunha Retorno Total Exemplo 1

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER ÔNIX AÇÕES / Informações referentes a Maio de 2016

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER ÔNIX AÇÕES / Informações referentes a Maio de 2016 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER ÔNIX AÇÕES 88.002.696/0001-36 Informações referentes a Maio de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o SANTANDER FIC FI ONIX

Leia mais

Teleconferência de resultados

Teleconferência de resultados Teleconferência de resultados 2 Aviso importante Este material foi preparado pela Linx S.A. ( Linx ou Companhia ) e pode incluir declarações que representem expectativas sobre eventos ou resultados futuros.

Leia mais

Análise Conjuntural: Variáveis- Instrumentos e Variáveis- meta

Análise Conjuntural: Variáveis- Instrumentos e Variáveis- meta Análise Conjuntural: Variáveis- Instrumentos e Variáveis- meta Fernando Nogueira da Costa Professor do IE- UNICAMP h;p://fernandonogueiracosta.wordpress.com/ Estrutura da Apresentação Variáveis- instrumentos:

Leia mais

15.1.Os principais instrumentos de política monetária são:

15.1.Os principais instrumentos de política monetária são: Módulo 15 Política Monetária O conjunto de atos do BACEN para controlar a quantidade de dinheiro e a taxa de juros e, em geral, as condições de crédito constitui a política monetária de um determinado

Leia mais

PESQUISA DO MERCADO IMOBILIÁRIO EM BELO HORIZONTE: ALUGUÉIS

PESQUISA DO MERCADO IMOBILIÁRIO EM BELO HORIZONTE: ALUGUÉIS PESQUISA DO MERCADO IMOBILIÁRIO EM BELO HORIZONTE: ALUGUÉIS Janeiro de 2015 APRESENTAÇÃO DA PESQUISA Esta pesquisa é realizada pela Fundação IPEAD/UFMG com o apoio da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte

Leia mais

Linha: Campinas (SP) - Juiz de Fora (MG)

Linha: Campinas (SP) - Juiz de Fora (MG) Linha: Campinas (SP) - Juiz de Fora (MG) 1. Objeto Este projeto refere-se ao transporte rodoviário interestadual de passageiros, na ligação Campinas (SP) - Juiz de Fora (MG). A ligação, representada na

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO N 22, DE 1º DE FEVEREIRO DE 2001

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO N 22, DE 1º DE FEVEREIRO DE 2001 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO N 22, DE 1º DE FEVEREIRO DE 2001 Atualiza procedimentos, fórmulas e limites de repasse dos preços de compra de energia elétrica para as tarifas de fornecimento

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FI DIVIDENDOS TOP ACOES / Informações referentes a Agosto de 2016

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FI DIVIDENDOS TOP ACOES / Informações referentes a Agosto de 2016 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FI DIVIDENDOS TOP ACOES 13.455.136/0001-38 Informações referentes a Agosto de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o SANTANDER

Leia mais

PRODUTOS BANCÁRIOS FUNDOS DE INVESTIMENTO: Taxas: - Administração: Calculada dia útil e deduzida da cota; - Performance: Quando supera um indicador

PRODUTOS BANCÁRIOS FUNDOS DE INVESTIMENTO: Taxas: - Administração: Calculada dia útil e deduzida da cota; - Performance: Quando supera um indicador PRODUTOS BANCÁRIOS FUNDOS DE INVESTIMENTO: Taxas: - Administração: Calculada dia útil e deduzida da cota; - Performance: Quando supera um indicador de referência (BENCH); DESPESAS (encargos do fundo):

Leia mais

mestre Clique para editar o texto Apresentação para Imprensa 29 de Junho de 2015 Clique para editar o texto mestre

mestre Clique para editar o texto Apresentação para Imprensa 29 de Junho de 2015 Clique para editar o texto mestre Clique Plano de para Negócios editar e o Gestão título mestre 2015-2019 Clique para editar o texto mestre Clique para editar o texto mestre Apresentação para Imprensa 29 de Junho de 2015 AVISOS Clique

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER YIELD PREMIUM DI CRÉDITO PRIVADO / Informações referentes a Junho de 2016

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER YIELD PREMIUM DI CRÉDITO PRIVADO / Informações referentes a Junho de 2016 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER YIELD PREMIUM DI CRÉDITO PRIVADO 09.300.207/0001-56 Informações referentes a Junho de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre

Leia mais

Antes de investir, compare o fundo com outros da mesma classificação.

Antes de investir, compare o fundo com outros da mesma classificação. LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER SELECT YIELD PREMIUM REFERENCIADO DI CRÉDITO PRIVADO 20.977.663/0001-78 Informações referentes a Maio de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações

Leia mais

Modelagem Financeira Market Place

Modelagem Financeira Market Place Modelagem Financeira Market Place 1 Introdução Um dos grandes desafios para os empreendedores de uma startup é transformar o modelo de negócios em números, ou seja, estimar as receitas, custos e despesas

Leia mais

INDICADOR DE CUSTOS INDUSTRIAIS

INDICADOR DE CUSTOS INDUSTRIAIS INDICADOR DE CUSTOS INDUSTRIAIS Custos industriais aceleram ao longo de 2015 e fecham o ano com crescimento de 8,1% O Indicador de Custos Industriais (ICI) apresentou crescimento dessazonalizado de 3,3%

Leia mais

PLANEJAMENTO E CONTROLE DE OBRAS BDI

PLANEJAMENTO E CONTROLE DE OBRAS BDI PLANEJAMENTO E CONTROLE DE OBRAS BDI Professora: Eng. Civil Mayara Custódio, Msc. Definições BDI: Uma taxa que se adiciona ao custo de uma obra para cobrir as despesas indiretas que tem o construtor, mais

Leia mais

Gestão de PCB: Visão do Setor de Distribuição

Gestão de PCB: Visão do Setor de Distribuição Gestão de PCB: Visão do Setor de Distribuição Daniel Mendonça - Abradee Brasília, 28 de novembro de 2014. Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica QUEM SOMOS A Associação Brasileira

Leia mais

Introdução à. Macroeconomia

Introdução à. Macroeconomia Introdução à Prof. Fabini Hoelz Bargas Alvarez IBMEC-RJ / UCP O que é? É o estudo da economia como um todo, pois analisa a economia através de suas variáveis fortemente agregadas. Abrange o comportamento

Leia mais

C = 0,8Yd i* = 12 T = 0,25Y X = e I = 300 5i Mimp= 50 6e + 0,1Y G = 400 Md= 0,2Y 12i Ms = 160

C = 0,8Yd i* = 12 T = 0,25Y X = e I = 300 5i Mimp= 50 6e + 0,1Y G = 400 Md= 0,2Y 12i Ms = 160 Universidade de Brasília Departamento de Economia Disciplina: Macroeconomia I Professor: Carlos Alberto Período: 2/2013 Segunda Prova Questões 1. Assuma um país pequeno, com taxa de câmbio flexível e perfeita

Leia mais

Para o presente estudo, foram obtidos os dados através das bases de dados Bloomberg e Ipeadata.

Para o presente estudo, foram obtidos os dados através das bases de dados Bloomberg e Ipeadata. 3 Metodologia 3.1. Variáveis analisadas Foram selecionadas algumas variáveis relacionadas ao carry trade do real; esta selação foi baseada nos estudos de Carvalho e Divino (2009) e Nishigaki (2007). As

Leia mais

MENSAGEM PREGÃO ELETRÔNICO N. 40/2014 ESCLARECIMENTO N. 1

MENSAGEM PREGÃO ELETRÔNICO N. 40/2014 ESCLARECIMENTO N. 1 MENSAGEM Assunto: Esclarecimento n. 1 Referência: Pregão Eletrônico n. 40/2014 Data: 15/10/2014 Objeto: Contratação de pessoa jurídica especializada na prestação de serviços de assistência médica, ambulatorial

Leia mais

Apresentação. Presentation de novembro de H07 9 de novembro de 2007

Apresentação. Presentation de novembro de H07 9 de novembro de 2007 Apresentação Apresentação dos dos Resultados Resultados do do 3T07 3T07 Presentation de novembro de 2007 1H07 9 de novembro de 2007 1 As Demonstrações Financeiras são de caráter pro-forma, abrangendo demonstrações

Leia mais

Tópico 3. Estudo de Erros em Medidas

Tópico 3. Estudo de Erros em Medidas Tópico 3. Estudo de Erros em Medidas A medida de uma grandeza é obtida, em geral, através de uma experiência, na qual o grau de complexidade do processo de medir está relacionado com a grandeza em questão

Leia mais

BONSUCESSO ASSET ADMINISTRADORA DE RECURSOS LTDA

BONSUCESSO ASSET ADMINISTRADORA DE RECURSOS LTDA ELABORAÇÃO: APROVAÇÃO: GERÊNCIA DE RISCOS JULIANA PENTAGNA GUIMARÃES Diretoria da Sociedade LEANDRO SALIBA Diretoria da Sociedade INDICE 1. OBJETIVO... 2 2. REFERÊNCIAS... 2 3. CONCEITO... 2 4. ABRANGÊNCIA...

Leia mais

DESCONTOS TARIFÁRIOS DAS COOPERATIVAS DE ELETRIFICAÇÃO

DESCONTOS TARIFÁRIOS DAS COOPERATIVAS DE ELETRIFICAÇÃO Gerência Técnica e Econômica da OCB Julho de 2016 Brasília Audiência Pública Conjunta CAPADR e CME DESCONTOS TARIFÁRIOS DAS COOPERATIVAS DE ELETRIFICAÇÃO Analista: Marco Olívio Morato de Oliveira Agenda

Leia mais

Linha: Manaus (AM) Caracaraí (RR)

Linha: Manaus (AM) Caracaraí (RR) Linha: Manaus (AM) Caracaraí (RR) 1. Objeto Este projeto refere-se ao transporte rodoviário interestadual de passageiros, na ligação Manaus (AM) Caracaraí (RR), com uma extensão de 642,20 km. A ligação

Leia mais

COMPARAÇÃO DOS MODELOS FISCAIS DE PARTILHA E CONCESSÃO. Prof. Edmar de Almeida Prof. Luciano Losekann Grupo de Economia de Energia

COMPARAÇÃO DOS MODELOS FISCAIS DE PARTILHA E CONCESSÃO. Prof. Edmar de Almeida Prof. Luciano Losekann Grupo de Economia de Energia COMPARAÇÃO DOS MODELOS FISCAIS DE PARTILHA E CONCESSÃO Prof. Edmar de Almeida Prof. Luciano Losekann Grupo de Economia de Energia Índice 1. Concessão e Partilha de Produção: Aspectos Metodológicos; 2.

Leia mais

Junho Divulgado em 15 de julho de 2015.

Junho Divulgado em 15 de julho de 2015. Junho - 2015 Divulgado em 15 de julho de 2015. ICVA REGISTRA CRESCIMENTO DE 1,9% PARA O VAREJO EM JUNHO O indicador é calculado a partir da receita de vendas do comércio varejista deflacionada pelo IPCA

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA RC/PEE 001/2016

CHAMADA PÚBLICA RC/PEE 001/2016 CHAMADA PÚBLICA RC/PEE 001/2016 RESULTADO - CHAMADA PÚBLICA RC/PEE 001/2016 CPFL SANTA CRUZ 28 de junho de 2016 O grupo CPFL ENERGIA comunica que na CHAMADA PÚBLICA RC/PEE 001/2016, após análise da Comissão

Leia mais

EMENDA Nº (Ao PLS nº 184, de 2010 Complementar)

EMENDA Nº (Ao PLS nº 184, de 2010 Complementar) EMENDA Nº CCJ (Ao PLS nº 184, de 2010 Complementar) Dê-se aos arts. 91 e 92 da Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966, e ao art. 102 da Lei nº 8.443, de 16 de julho de 1992, respectivamente, nos termos

Leia mais

IPCA, inflação livre, administrados e projeção Carta Aberta. Acumulado em doze meses. Jan Mar Mai Jul Set Nov Jan Mar Mai Jul Set Nov Jan Mar Mai

IPCA, inflação livre, administrados e projeção Carta Aberta. Acumulado em doze meses. Jan Mar Mai Jul Set Nov Jan Mar Mai Jul Set Nov Jan Mar Mai IPCA: Inércia, Câmbio, Expectativas e Preços Relativos Este boxe examina o comportamento recente do IPCA, a partir da contribuição dos principais fatores que explicam sua dinâmica, com destaque para a

Leia mais

Módulo 1 Princípios Básicos do Setor de Energia Elétrica

Módulo 1 Princípios Básicos do Setor de Energia Elétrica TRIBUTAÇÃO SOBRE ENERGIA ELÉTRICA CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Módulo 1 Princípios Básicos do Setor de Energia Elétrica 1 Modelo atual do setor elétrico brasileiro a partir de 2004 2 Marcos Regulatórios do Novo

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FIC FI SELECT RF / Informações referentes a Maio de 2016

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FIC FI SELECT RF / Informações referentes a Maio de 2016 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FIC FI SELECT RF 23.682.485/0001-46 Informações referentes a Maio de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o SANTANDER FUNDO

Leia mais

CONSELHO SUPERIOR DE ESTATÍSTICA

CONSELHO SUPERIOR DE ESTATÍSTICA DOCT/1975/CSE/EM 18ª DECISÃO DA SECÇÃO PERMANENTE S MACROECONÓMICAS RELATÓRIO DO GRUPO DE TRABALHO SOBRE CONTAS NACIONAIS E REGIONAIS RELATIVO À ANÁLISE DA PRODUTIVIDADE NOS OUTROS SERVIÇOS Considerando

Leia mais

NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA Uma avaliação dos indicadores da economia brasileira em 2007

NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA Uma avaliação dos indicadores da economia brasileira em 2007 NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA Uma avaliação dos indicadores da economia brasileira em 2007 Lucas Lautert Dezordi * Guilherme R. S. Souza e Silva ** Introdução O presente artigo tem

Leia mais

Fluxo de caixa, valor presente líquido e taxa interna de retorno 1

Fluxo de caixa, valor presente líquido e taxa interna de retorno 1 Fluxo de caixa, valor presente líquido e taxa interna de retorno 1 Métodos de análise de investimentos Os chamados métodos exatos são os mais aceitos no mercado para avaliar investimentos. Serão analisados

Leia mais