RESPONSABILIDADE PATRIMONIAL. Marcos Puglisi de Assumpção

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RESPONSABILIDADE PATRIMONIAL. Marcos Puglisi de Assumpção marcos@aesadv.com.br"

Transcrição

1 RESPONSABILIDADE PATRIMONIAL

2 SUMÁRIO Capítulo 01 Direito de Propriedade Capítulo 02 Limitações ao Direito de Propriedade Capítulo 03 Responsabilidade Patrimonial Capítulo 04 Proteção Patrimonial Capítulo 05 Casos Práticos

3 Capítulo 01 Direito de Propriedade

4 DIREITO DE PROPRIEDADE - HISTÓRICO Tempo antigo: Feição comunitária da propriedade (povos nômades); Povos agrícolas: terra e bens pessoais individualizados. Roma: Feudalismo: Individualização da propriedade no Pater Familias. desmembramento da propriedade. domínio eminente (Barões) - domínio útil (Vassalos). Mercantilismo: Intervencionismo estatal, protecionismo alfandegário, acumulação de riquezas. Revolução Francesa: reunificação da propriedade. direito sagrado e universal Revolução industrial, Movimentos sociais (Marx, Engels) Conceito moderno Função social da propriedade. O Estado (Barão dos tempos modernos) impõe limitações ao direito de propriedade.

5 DIREITO DE PROPRIEDADE CONCEITO ROMANO DIREITO CODIFICADO PROPRIEDADE - DIREITO UNO USAR (USUFRUTO) GOZAR (EXPLORAR) DISPOR (ALIENAR) DEFENDER (PRÓPRIA FORÇA, INTERDITOS) REAVER (DIREITO DE SEQUELA)

6 DIREITO DE PROPRIEDADE CONCEITO INGLÊS DIREITO BASEADO NOS COSTUMES PROPRIEDADE DESMEMBRAMENTO BEM IMÓVEL (REAL PROPERTY) Ninguém tem todos os atributos da propriedade, O dono do imóvel tem apenas um interesse (estate) sobre ele. O Estado detém o poder de atribuir os estates BEM MÓVEL (PERSONAL PROPERTY) O dono do bem móvel tem a ownership sobre ele, concentra todos os atributos da propriedade.

7 Capítulo 02 Limitações ao Direito de Propriedade

8 Limitações Jurídicas: Princípio da Normalidade (Regula o abuso do direito) o direito de uma pessoa acaba quando começa o direito de outra Principio da Responsabilidade Objetiva reparação do dano independente da culpa Princípio da Desconsideração da Personalidade Jurídica bens pessoais respondem pelos débitos da sociedade na fraude, no abuso, no desvio Princípio da Função Social da propriedade o direito de propriedade deve ser exercido em consonância com as finalidades econômicas e sociais

9 Limitações Voluntárias: Testamento/ Doação: cláusulas restritivas de inalienabilidade, impenhorabilidade, incomunicabilidade, usufruto. Compra e Venda: retrovenda, preferência, reserva de domínio. Constituição de renda: contrato no qual uma pessoa se compromete com outra a uma prestação periódica. (a título gratuito ou oneroso).

10 Limitações Legais: código civil, código de defesa do consumidor, leis esparsas Desapropriação, Tombamento, Servidão, Requisição; Usucapião (rural, urbano, familiar) Direito de vizinhança, leis urbanas; Casamento, União Estável, Concubinato (meação, sociedade de fato, regime de bens); Sucessão (disponível, legítima); Estatuto da terra; Lei de condomínios, Lei do inquilinato; Débitos Trabalhistas e Previdenciários; Lei de falência (indisponibilidade dos bens do sócios); Responsabilidade de sócios e diretores de empresas (atos praticados com abuso de poder). Reparação de danos causados por defeitos do fornecimento do produto ou serviço; etc.

11 Capítulo 03 Responsabilidade Patrimonial

12 Princípio: Manter seu patrimônio para fazer frente às suas obrigações Sanção: Execução forçada dos bens do devedor

13 Responsabilidade Patrimonial perante o Ordenamento Jurídico Brasileiro Art. 591 Código de Processo Civil: O devedor responde, para cumprimento de suas obrigações, com todos os seus bens, presentes e futuros, salvo restrições estabelecidas em lei. Conclusão: Os bens passados do devedor não respondem pelas suas obrigações! Chave para o processo de Proteção Patrimonial Razão para se pensar em Proteção Patrimonial: Perpetuidade de sua obra e de seu patrimônio

14 Responsabilidade Patrimonial Principal Quando o responsável é o beneficiário da dívida Secundária Quando o responsável NÃO é o beneficiário da dívida

15 Responsabilidade Patrimonial PRINCIPAL Devedor Principal (contratual) Daquele que assume uma dívida Fiador Avalista Responsável tributário

16 Responsabilidade Patrimonial SECUNDÁRIA 1. Espólio * 2. Herdeiro * 3. Sócio * 4. Cônjuge * 5. Alienação de bens em fraude contra credores * 6. Alienação de bens em fraude de execução *

17 Responsabilidade Patrimonial 1. Espólio * 2. Herdeiro *

18 1. Responsabilidade Patrimonial do ESPÓLIO Os bens do falecido respondem pelas SUAS dívidas, até o limite do Monte Partilhável 2. Responsabilidade Patrimonial do HERDEIRO Herdeiro é responsável pelas dívidas do falecido até o limite da herança, antes e depois da partilha!

19 Responsabilidade Patrimonial do herdeiro... E quando o herdeiro herda participação em uma Pessoa Jurídica? Regra Geral: Nas Sociedades Limitadas Herdeiro de Sócio NÃO é sócio! O Herdeiro tem um DIREITO de apurar seus haveres (*) (*) No juízo Cível e não no juízo do inventário (apelação: )

20 Responsabilidade Patrimonial do herdeiro... E quando o herdeiro herda participação em uma Pessoa Jurídica? A) Deve ser aceito pelos demais sócios, ou B) O contrato social assim o determina. Art CC: A morte de um sócio não exime seus herdeiros, da responsabilidade pelas obrigações sociais anteriores, até dois anos após averbada a resolução da sociedade.

21 Responsabilidade Patrimonial do herdeiro Quando o herdeiro herda participação em uma Pessoa Jurídica... E entra na PJ? Participação Minoritária e sem participar da administração: Ele é responsável pelas dívidas do falecido até o limite da herança, porém assume o passivo trabalhista da empresa! Participação Majoritária com participação na administração: Ele assume a condição de sócio controlador da PJ responsabilizando-se pelo passado e futuro da mesma! Assume todo o passivo trabalhista e tributário da empresa, além de outras responsabilidades!

22 Responsabilidade Patrimonial do herdeiro Quando o herdeiro herda participação em uma Pessoa Jurídica... E não quer entrar na PJ? Solução: a) Renúncia da herança Obs: Não se pode renuncia à parte de herança, somente como um TODO! b) Renúncia da Participação Societária Obs: Vai depender do contrato social e dos demais sócios

23 Responsabilidade Patrimonial 3. Sócio *

24 Responsabilidade Patrimonial do Sócio Princípio básico: Patrimônio das pessoas jurídicas são distintos dos de seus sócios. Exceção: atos praticados com dolo, violação de contrato ou abuso de poder; demandas trabalhistas; encerramento irregular da sociedade. desconsideração da personalidade jurídica Benefício de ordem: inicialmente devem ser executados os bens da sociedade.

25 Responsabilidade Patrimonial 4. Cônjuge *

26 Responsabilidade Patrimonial do Cônjuge Princípio básico: Sujeitam-se à execução por obrigação de um cônjuge, os bens do outro, ou os comuns, nos casos em que esses bens respondam pela dívida (art. 592, IV CPC) Lei 4121/62: Pelas dívidas firmadas por um só dos cônjuges somente responderão os seus bens particulares e os comuns até o limite da meação. Exceção: A incomunicabilidade da dívida deixa e ocorrer quando as obrigações forem contraídas em benefício da família (art CC).

27 Responsabilidade Patrimonial do Cônjuge Fiança / Aval dados pelo cônjuge: art CC: Nenhum cônjuge pode, sem autorização do outro prestar fiança ou aval (exceto regime de separação absoluta) Cuidado: Nunca dê aval ou fiança para seu cônjuge. Ante a exigência dos bancos, autorize a fiança! assinar como cônjuge autorizante

28 Responsabilidade Patrimonial 5. Alienação de bens em fraude contra credores *

29 Bens alienados em fraude à credores PRESSUPOSTO: Existência de uma DÍVIDA entre credor e devedor!

30 Bens alienados em fraude à credores Considera-se um bem alienado em fraude à credores: a) Quando devedor insolvente DOA algum bem para terceiros ou PERDOA uma dívida. ou b) Quando devedor insolvente VENDE algum bem (sendo notoriamente insolvente ou houver ciência do adquirente da insolvência do vendedor ).

31 Bens alienados em fraude à credores Ação Cabível: Ação Revocatória (pauliana) O negócio é anulável O bem retorna para o patrimônio do devedor

32 Responsabilidade Patrimonial 6. Alienação de bens em fraude de execução *

33 Bens alienados em fraude à execução Considera-se um bem alienado frustrando-se a execução: a) Ante a existência de demanda em curso sobre o bem alienado, contra o vendedor ao tempo da alienação e para a qual já tenha sido citado, independente da insolvência do devedor (*); (*) não havendo sujeição do bem à demanda, o credor deverá provar a insolvência do devedor

34 Bens alienados em fraude à execução Sansão: (anterior à 03/2009) Ficam sujeitos à execução os bens (em poder do comprador) que foram alienados em fraude de execução! Equilíbrio: Súmula 375, STJ: O reconhecimento da fraude à execução depende do registro da penhora do bem alienado ou da prova de má-fé do terceiro adquirente (CORTE ESPECIAL, julgado em 18/03/2009, DJe 30/03/2009).

35 Bens alienados em fraude à execução Registro da Penhora: Art 615-A CPC: No ato da distribuição de uma demanda (execução) pode-se obter certidão do ajuizamento da ação para fins de averbação no registro de imóveis, veículos, outros. Registro de um protesto : A averbação, no Cartório de Registro de Imóveis, de um protesto(*) contra alienação de bens, está dentro do poder geral de cautela do juiz (art. 798, CPC) (*) Ação de protesto (art. 867 CPC): Para prevenir responsabilidade, prover a conservação e ressalva de direitos.

36 Bens alienados em fraude à execução A prudência e o bom senso recomendam que o adquirente, antes de fechar o negócio, obtenha certidões negativas de ações ajuizadas em face de toda a sequência de alienantes nas diversas instâncias do judiciário. Nesse contexto, se o adquirente de bem em fraude foi negligente e não tomou a mínima cautela para ter certeza da solidez do negócio, a desídia poderá ser utilizada pelo credor como argumento para afastar a boa-fé do terceiro.

37 Bens alienados em fraude à execução Em suma, no confronto entre a negligência do adquirente (omissão na busca dos distribuidores judiciais) e a negligência do credor (falta de providência tendente à inscrição no Cartório de Imóveis), deve ser prestigiada a solução que mais tranquilize a sociedade, ou seja, aquela que transmita segurança ao mercado imobiliário

38 BENS ALIENADOS EM FRAUDE (*) (*) a credores / à execução Maneiras do DEVEDOR em FRUSTRAR uma demanda: Sobre o Bem em si: venda, permuta, doação, cessão, dação em pagamento, hipoteca, penhor, ceder direito de habitação, ceder o usufruto, arrendamento Sobre a dívida: remição da dívida, renúncia de prescrição outros: renúncia de herança, renúncia de direitos

39 Capítulo 04 Proteção Patrimonial No Direito Brasileiro No Direito Estrangeiro

40 Proteção Patrimonial Direito Brasileiro

41 Proteção Patrimonial Direito Brasileiro: Testamento, com cláusulas restritivas (*), Partilha em vida (doação) com cláusulas restritivas (*), Holding Familiar (contrato social, acordo de sócios), Bem de Família voluntário (por escritura, 1/3 do patrim.) Bem de Família legal (Lei 8009/90, moradia familiar), Reserva de Usufruto (na doação), Bens absolutamente impenhoráveis, Fundos de Pensão VGBL, Planos de Aposentadoria, Procuração em causa própria (art. 685 CC), Fideicomisso. (*) Testamento: deixa um bem para alguém com a condição de retransmitir para um terceiro.

42 Proteção Patrimonial Direito Estrangeiro

43 Proteção Patrimonial Direito Estrangeiro: Empresas Off-Shore Trust, Fundação,

44 OFF SHORE Fundador: Incorpora o capital da Off Shore com Bens Sociedade Off Shore (Paraíso Fiscal) Aplicações Financeiras No Exterior Imóveis Exterior e/ou Imóveis no Brasil (off shore ter CNPJ)

45 TRUST O instituidor DOA seus bens para o TRUST EE (*) (*) incide ITCMD TRUSTEE (Banco em país de lei inglesa) CONTRATO DE TRUST OFF-SHORE (opcional) BENS (Aplicações financeiras no exterior)

46 FUNDAÇÃO INTERNACIONAL O Fundador DOA seus bens para a OFF SHORE (*) (*) incide ITCMD FUNDAÇÃO (Letter of Wishes) (país que permite Fundação de fins econômicos) Conselho / Diretoria OFF-SHORE BENS

47 Trust x Fundação Internacional No trust os bens ficam de propriedade do trustee até que essa situação seja revogada ou resolvida pelas disposições do contrato de trust. Na fundação os bens ficam de propriedade da fundação e serão administrados segundo os estatutos da fundação e distribuídos aos beneficiários segunda a Letter of Wishes.

48 Capítulo 05 Casos Práticos

49 1. HOLDING FAMILIAR

50 1. HOLDING FAMILIAR Família Empresária, Casal e três filhos, Pai quer dar poder de comando para um filho, Sem diminuir os quinhões hereditários dos herdeiros que herdarão, cada um, 1/3 de seu patrimônio.

51 1. HOLDING FAMILIAR Criação de uma Holding S/A de capital fechado. Incorporação bens imóveis e quotas da empresa familiar na Holding. HOLDING S/A Capital Fechado Imóveis Empresa Familiar (Lucro Presumido)

52 1. HOLDING FAMILIAR Criação de uma Holding S/A de capital fechado. c/ quorum mínimo de 75% dos votos para alterar o estatuto. c/ atribuições específicas do presidente para gerir a empresa. 40% ações preferenciais (com direito de receber dividendo preferencial), 20% de ações ordinária classe A (direito de eleger o presidente), 40% de ações ordinária classe B (com direito de receber dividendo mínimo) Testamento legando: 20% ações nominativas classe A para o filho escolhido, 40% das ações nominativas classe B para os outros dois filhos, 1/3 das ações preferências para cada um dos três filhos.

53 2. DOAÇÃO EM VIDA

54 2. DOAÇÃO EM VIDA Família possui uma Holding Imobiliária LTDA, Casal e dois filhos. Casal quer doar em vida as quotas da empresa: Sem perder o poder de comando, Sem perder a distribuição de resultados, Sem comunicação com os cônjuges dos filhos, Sem risco de penhora.

55 2. DOAÇÃO EM VIDA Doação em vida das quotas da Holding em poder do casal, Alteração Contratual para refletir o desejo dos mesmos. Casal Filhos HOLDING LTDA Imóveis

56 2. DOAÇÃO EM VIDA Doação das quotas da Holding C/ as seguintes cláusulas contratuais: cláusulas vitalícias de incomunicabilidade e de impenhorabilidade. cláusula de usufruto, político e econômico, vitalício. cláusula de reversibilidade (artigo 547 do Código Civil). As doações são da parte disponível de seus bens, sendo dispensadas as colações por ocasião de inventário e partilha (artigo 2005 do Código Civil).

57 3. PACTO DE CONVIVÊNCIA (Regime de Separação Total)

58 3. PACTO DE CONVIVÊNCIA (Regime Separação Total) Pessoa, de certa idade, com DUAS FILHAS, inicia relacionamento em União Estável. Não quer comunicar seu patrimônio e comprometer a herança de suas DUAS FILHAS. Faz Pacto de Convivência estatuindo o Regime de Separação Total, tanto para os bens particulares como para os Bens adquiridos na vigência da União Estável. Falece!

59 3. PACTO DE CONVIVÊNCIA (C/ Regime Separação Total) Partilha dos Bens (art CC) BENS PARTICULARES DE CUJUS BENS COMUNS Adquiridos na vigência BENS PARTICULARES CONVIVENTE 50%: filha 01 50%: filha 02 50%: convivente (meação) 10%: convivente (herança) 20%: filha 01 20%: filha 02 (*) O convivente supérstite tem Direito de habitação do imóvel do casal!

60 3. PACTO DE CONVIVÊNCIA (C/ Regime Separação Total) Conclusão: Pacto não serviu para NADA! Fundamento: Pacto só regula o regime de bens em VIDA! No falecimento vale a lei cogente (art CC) SOLUÇÃO? 1. Sub-rogação de Bens, ou 2. Comprar Bens em nome das Filhas (doação) Fundamento: Companheiro não é herdeiro necessário, pode ser afastado da herança.

61 ASSUMPÇÃO & SANTOS SOCIEDADE DE ADVOGADOS Junho / 2013

DIREITO CIVIL REGIME DE BENS

DIREITO CIVIL REGIME DE BENS DIREITO CIVIL REGIME DE BENS 1 1. Princípios a) P. da autonomia da vontade (1.639); b) P. da garantia da ordem pública (1.640); c) P. da definitividade do regime (1.639); d) P. da vedação ao enriquecimento.

Leia mais

Planejamento Sucessório. Bens localizados no Exterior

Planejamento Sucessório. Bens localizados no Exterior Planejamento Sucessório Bens localizados no Exterior Regras de Sucessão Parcela Legítima x Parcela Disponível 50% Legítima Obrigatoriamente dos Herdeiros Necessários 50% Disponível Pode dispor como desejar

Leia mais

PONTO 1: Sucessões. SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA art. 1845 do CC. A dispensa tem que ser no ato da liberalidade ou no testamento.

PONTO 1: Sucessões. SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA art. 1845 do CC. A dispensa tem que ser no ato da liberalidade ou no testamento. 1 DIREITO CIVIL DIREITO CIVIL PONTO 1: Sucessões SUCESSÃO LEGÍTIMA SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA art. 1845 do CC. A dispensa tem que ser no ato da liberalidade ou no testamento. Colação não significa devolução

Leia mais

PLANEJAMENTO SUCESSÓRIO ASPECTOS DO DIREITO CIVIL E TRIBUTÁRIO

PLANEJAMENTO SUCESSÓRIO ASPECTOS DO DIREITO CIVIL E TRIBUTÁRIO PLANEJAMENTO SUCESSÓRIO ASPECTOS DO DIREITO CIVIL E TRIBUTÁRIO Ricardo Lacaz Martins 20/03/2012 Sumário da aula 1. Objetivos a serem alcançados com o Planejamento Sucessório 2. Regime de bens e sucessão

Leia mais

N e w s l e t t e r AAPS

N e w s l e t t e r AAPS Caros Associados, A AAPS interessada nos temas que possam ser de utilidade aos associados, tem participado em eventos sobre o assunto em questão. No contexto das atividades desenvolvidas pelo GEPS (Grupo

Leia mais

DEFENSORIA PÚBLICA E PROCURADORIAS NOTURNO Direito Civil Professor Murilo Sechieri Data: 02/10/2012 Aula 07 RESUMO. SUMÁRIO (continuação)

DEFENSORIA PÚBLICA E PROCURADORIAS NOTURNO Direito Civil Professor Murilo Sechieri Data: 02/10/2012 Aula 07 RESUMO. SUMÁRIO (continuação) Direito Civil Professor Murilo Sechieri Data: 02/10/2012 Aula 07 RESUMO SUMÁRIO (continuação) I. DIREITO DE FAMÍLIA 5. FILIAÇÃO 5.2. Tipos de reconhecimento 5.3. Ação investigatória de paternidade 5.3.1.

Leia mais

PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO DA PESSOA FÍSICA. José Henrique Longo. IBCPF Março, 2015 LEGITIMIDADE DO PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO:

PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO DA PESSOA FÍSICA. José Henrique Longo. IBCPF Março, 2015 LEGITIMIDADE DO PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO: PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO DA PESSOA FÍSICA José Henrique Longo IBCPF Março, 2015 LEGITIMIDADE DO PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO: Capacidade Contributiva & Solidariedade Direito de Auto Organização Planejamento

Leia mais

SUCESSÃO HEREDITÁRIA. fases práticas do inventário e partilha

SUCESSÃO HEREDITÁRIA. fases práticas do inventário e partilha EDUARDO MACHADO ROCHA Juiz de Direito da Vara de Família e Sucessões da Comarca de Dourados (MS). Pós-graduado - Especialização em Direito Processual Civil. Professor de Direito Civil na Unigran - Universidade

Leia mais

DIREITO CIVIL. 5. A simples interpretação de cláusula contratual não enseja recurso especial.

DIREITO CIVIL. 5. A simples interpretação de cláusula contratual não enseja recurso especial. SÚMULAS DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA - STJ DIREITO CIVIL 5. A simples interpretação de cláusula contratual não enseja recurso especial. c Art. 105, III, da CF. c Art. 257 do RISTJ. 16. A legislação

Leia mais

Grupo de Estudos de Empresas Familiares GVlaw/ Direito GV. Reflexos Familiares e Sucessórios na Empresa Familiar. Apresentação 10.08.

Grupo de Estudos de Empresas Familiares GVlaw/ Direito GV. Reflexos Familiares e Sucessórios na Empresa Familiar. Apresentação 10.08. Grupo de Estudos de Empresas Familiares GVlaw/ Direito GV Reflexos Familiares e Sucessórios na Empresa Familiar Apresentação 10.08.10 Luiz Kignel Karime Costalunga F 1 F 2 F 3 F 1 F 2 F 3 F 4 Fundador

Leia mais

Conceito de Empresário

Conceito de Empresário Conceito de Empresário Requisitos (Art. 966,caput,CC): a) Profissionalismo; b) Atividade Econômica; c) Organização; d) Produção/Circulação de bens/serviços; Não Empresário Requisitos (Art. 966, único,

Leia mais

SUMÁRIO. Apresentação da 3ª Edição... XVII. Apresentação da 2ª Edição... XIX. Apresentação da 1ª Edição... XXI. Prefácio... XXV

SUMÁRIO. Apresentação da 3ª Edição... XVII. Apresentação da 2ª Edição... XIX. Apresentação da 1ª Edição... XXI. Prefácio... XXV SUMÁRIO Apresentação da 3ª Edição... XVII Apresentação da 2ª Edição... XIX Apresentação da 1ª Edição... XXI Prefácio... XXV 1. INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO SUCESSÓRIO 1 1.1. O conto de fadas da empresa familiar...

Leia mais

Proteção Patrimonial e Planejamento Sucessório

Proteção Patrimonial e Planejamento Sucessório Proteção Patrimonial e Planejamento Sucessório Introdução Pessoa Física sócio ou administrador de uma empresa operacional. Segregar o patrimônio pessoal, como proteção contra eventual problema da sociedade

Leia mais

6 Inventários e arrolamentos. Processo. Petição de herança, 83

6 Inventários e arrolamentos. Processo. Petição de herança, 83 1 Noções introdutórias, 1 1.1 Sucessão. Compreensão do vocábulo. O direito das sucessões, 1 1.2 Direito das sucessões no direito romano, 2 1.3 Ideia central do direito das sucessões, 4 1.4 Noção de herança,

Leia mais

Aula 008 Da Sucessão Testamentária

Aula 008 Da Sucessão Testamentária Aula 008 Da Sucessão Testamentária 3.5 Disposições Testamentárias 3.5.1 Regras gerais 3.5.2 Espécies de disposições 3.5.2.1 Simples 3.5.2.2 Condicional 3.5.2.3 A Termo ou a prazo 3.5.2.4 Modal 3.5.2.5

Leia mais

Regime de bens no casamento. 14/dez/2010

Regime de bens no casamento. 14/dez/2010 1 Registro Civil Registro de Pessoas Jurídicas Registro de Títulos e Documentos Regime de bens no casamento 14/dez/2010 Noções gerais, administração e disponibilidade de bens, pacto antenupcial, regime

Leia mais

SUMÁRIO PREFÁCIO... 1. INTRODUÇÃO... 3 1.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 3 1.2 AS ATUAÇÕES DO MAGISTRADO (ESTADO-JUIZ) E DO

SUMÁRIO PREFÁCIO... 1. INTRODUÇÃO... 3 1.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 3 1.2 AS ATUAÇÕES DO MAGISTRADO (ESTADO-JUIZ) E DO SUMÁRIO PREFÁCIO... 1. INTRODUÇÃO... 3 1.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 3 1.2 AS ATUAÇÕES DO MAGISTRADO (ESTADO-JUIZ) E DO TABELIÃO (PRESTADOR DE SERVIÇO PÚBLICO EM CARÁTER PRIVADO)... 5 1.3 NOVA LEI HOMENAGEIA

Leia mais

PACTO ANTENUPCIAL REGIMES DE BENS

PACTO ANTENUPCIAL REGIMES DE BENS PACTO ANTENUPCIAL O Código Civil dita, em seu art. 1.639, que é lícito aos nubentes, antes de celebrado o casamento, estipular, quanto aos seus bens, o que lhes aprouver. Por oportuno, anote-se que segundo

Leia mais

Sumário APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO REVISAÇO... 13 CAPÍTULO I NOÇÕES GERAIS DE DIREITO CIVIL... 15

Sumário APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO REVISAÇO... 13 CAPÍTULO I NOÇÕES GERAIS DE DIREITO CIVIL... 15 Sumário 5 Sumário APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO REVISAÇO... 13 CAPÍTULO I NOÇÕES GERAIS DE DIREITO CIVIL... 15 QUESTÕES... 15 1. Aspectos das Codificações de 1916 e 2002... 15 2. Estrutura Organizacional do

Leia mais

14. TRIBUTOS EM ESPÉCIE Impostos sobre a Transmissão ITBI e ITCMD

14. TRIBUTOS EM ESPÉCIE Impostos sobre a Transmissão ITBI e ITCMD 14. TRIBUTOS EM ESPÉCIE Impostos sobre a Transmissão ITBI e ITCMD 1 - Imposto sobre transmissão causa mortis e doação, de quaisquer bens ou direitos (ITCMD) Compete privativamente aos Estados a instituição

Leia mais

HERDEIROS, LEGATÁRIOS E CÔNJUGE

HERDEIROS, LEGATÁRIOS E CÔNJUGE HERDEIROS, LEGATÁRIOS E CÔNJUGE Luiz Alberto Rossi (*) SUMÁRIO DISTINÇÃO ENTRE HERDEIROS E LEGATÁRIOS. SAISINE. CÔNJUGE: HERDEIRO NECESSÁRIO. QUINHÃO DO CÔNJUGE. TIPOS DE CONCORRÊNCIA. BENS PARTICULARES.

Leia mais

Marcos Puglisi de Assumpção 9. OFF SHORES, TRUSTS E FUNDAÇÕES INTERNACIONAIS

Marcos Puglisi de Assumpção 9. OFF SHORES, TRUSTS E FUNDAÇÕES INTERNACIONAIS Marcos Puglisi de Assumpção 9. OFF SHORES, TRUSTS E FUNDAÇÕES INTERNACIONAIS 2010 OFF SHORE, TRUSTS E FUNDAÇÕES INTERNACIONAIS 1 EMPRESAS OFF SHORE A globalização do comércio mundial; a integração política,

Leia mais

Responsabilidade Tributária de

Responsabilidade Tributária de Responsabilidade Tributária de Sócios e Administradores Responsabilidade Societária Responsabilidade d Tributária i Responsabilidade Previdenciária Planejamento Pessoa Jurídica (Sociedade) / Sócio / Administrador

Leia mais

DOCUMENTOS DO VENDEDOR PESSOA FÍSICA. Cópia da Carteira de Identidade com o nome correto, conforme comprovante de estado civil atualizado;

DOCUMENTOS DO VENDEDOR PESSOA FÍSICA. Cópia da Carteira de Identidade com o nome correto, conforme comprovante de estado civil atualizado; DOCUMENTOS DO VENDEDOR PESSOA FÍSICA Cópia da Carteira de Identidade com o nome correto, conforme comprovante de estado civil atualizado; Nota: caso o proponente for casado(a), enviar também os documentos/certidões

Leia mais

OAB 139º - 1ª Fase Regular Modulo II Disciplina: Direito Civil Professor João Aguirre Data: 24/07/2009

OAB 139º - 1ª Fase Regular Modulo II Disciplina: Direito Civil Professor João Aguirre Data: 24/07/2009 TEMAS ABORDADOS EM AULA 9ª Aula: Sucessão SUCESSÃO 1. Tipos 1.1. Sucessão Legítima: surgiu pela lei (legislador deu a lei) 1.2. Sucessão Testamentária: Surgiu o testamento Em regra vale a legítima quando

Leia mais

UNIDADE VI Tributação sobre a transmissão de bens e direitos e operações financeiras. 1.1.1. Constituição (art. 156, inciso II e parágrafo segundo)

UNIDADE VI Tributação sobre a transmissão de bens e direitos e operações financeiras. 1.1.1. Constituição (art. 156, inciso II e parágrafo segundo) UNIDADE VI Tributação sobre a transmissão de bens e direitos e operações financeiras 1. Imposto sobre a transmissão de bens imóveis 1.1. Legislação 1.1.1. Constituição (art. 156, inciso II e parágrafo

Leia mais

1. INTRODUÇÃO AO DIREITO DAS COISAS

1. INTRODUÇÃO AO DIREITO DAS COISAS SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO AO DIREITO DAS COISAS Conceitos iniciais 1.1 Conceito de direito das coisas. A questão terminológica 1.2 Conceito de direitos reais. Teorias justificadoras e caracteres. Análise preliminar

Leia mais

Nota do autor, xix. 5 Dissolução e liquidação, 77 1 Resolução da sociedade em relação a um sócio, 77

Nota do autor, xix. 5 Dissolução e liquidação, 77 1 Resolução da sociedade em relação a um sócio, 77 Nota do autor, xix 1 Empresa, 1 1 Empreender, 1 2 Noções históricas, 2 3 Teoria da empresa, 3 4 Registro, 8 4.1 Redesim, 10 4.2 Usos e práticas mercantis, 14 4.3 Empresário rural, 15 5 Firma individual,

Leia mais

DIREITO CIVIL EXERCÍCIOS SUCESSÕES DISCURSIVAS:

DIREITO CIVIL EXERCÍCIOS SUCESSÕES DISCURSIVAS: DIREITO CIVIL EXERCÍCIOS SUCESSÕES DISCURSIVAS: 1. Capacidade para suceder é a aptidão da pessoa para receber os bens deixados pelo de cujus no tempo da abertura da sucessão. Considerando tal afirmação

Leia mais

Índice Sistemático do Código Civil

Índice Sistemático do Código Civil 9 Índice Sistemático do Código Civil P A R T E G E R A L LIVRO I DAS PESSOAS Das Pessoas Naturais CAPÍTULO I - Da Personalidade e da Capacidade (arts. 1º ao 10) CAPÍTULO II - Dos Direitos da Personalidade

Leia mais

Direito Civil VI - Sucessões. Prof. Marcos Alves da Silva

Direito Civil VI - Sucessões. Prof. Marcos Alves da Silva Direito Civil VI - Sucessões Prof. Marcos Alves da Silva Direito das Sucessões Sucessão: alteração de titulares em uma dada relação jurídica Sucessão (sentido estrito): causa mortis A sucessão engloba

Leia mais

Boletim Informativo junho/2015 ITCMD

Boletim Informativo junho/2015 ITCMD Boletim Informativo junho/2015 ITCMD 23 de junho de 2015 Intenciona o governo propor projeto de Emenda Constitucional para aumentar a alíquota do Imposto sobre Herança e Doação ( ITCMD ) para 16% (dezesseis

Leia mais

Código de Processo Civil, encontramos regras nesse sentido nos artigos 1003 e seguintes, 1022 e seguintes, artigo 1026.

Código de Processo Civil, encontramos regras nesse sentido nos artigos 1003 e seguintes, 1022 e seguintes, artigo 1026. Escritura pública de inventário e partilha Documentos Necessários A relação de documentos necessários para uma escritura pública de inventário e partilha, especialmente quando contemplam bens imóveis,

Leia mais

PLANILHA DE QUALIFICAÇÃO COMPRA E VENDA *

PLANILHA DE QUALIFICAÇÃO COMPRA E VENDA * PLANILHA DE QUALIFICAÇÃO COMPRA E VENDA * PROTOCOLO n o MATRÍCULA (S) n o S = Sim N = Não NA = Não se aplica ANÁLISE DA MATRÍCULA 1 Proceda a uma análise da matrícula e faça um resumo de todos os atospositivos

Leia mais

Processos de Regularização de Imóveis

Processos de Regularização de Imóveis Processos de Regularização de Imóveis Prof. Weliton Martins Rodrigues ensinar@me.com www.vivadireito.net 5 5.1. Copyright 2013. Todos os direitos reservados. 1 2 A aquisição da propriedade é forma pela

Leia mais

Marcos Puglisi de Assumpção 4. A SUCESSÃO NO CASAMENTO, NA UNIÃO ESTÁVEL E NO CONCUBINATO

Marcos Puglisi de Assumpção 4. A SUCESSÃO NO CASAMENTO, NA UNIÃO ESTÁVEL E NO CONCUBINATO Marcos Puglisi de Assumpção 4. A SUCESSÃO NO CASAMENTO, NA UNIÃO ESTÁVEL E NO CONCUBINATO 2010 A SUCESSÃO NO CASAMENTO, NA UNIÃO ESTÁVEL E NO CONCUBINATO Para se obter um bom entendimento como se processa

Leia mais

PLANEJAMENTO PATRIMONIAL, FAMILIAR E SUCESSÓRIO

PLANEJAMENTO PATRIMONIAL, FAMILIAR E SUCESSÓRIO PLANEJAMENTO PATRIMONIAL, FAMILIAR E SUCESSÓRIO CLIENT ALERT DEZEMBRO/2015 GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SANCIONA AS NOVAS REGRAS REFERENTES AO IMPOSTO SOBRE A TRANSMISSÃO CAUSA MORTIS E DOAÇÃO

Leia mais

DIREITO EMPRESARIAL PROFESSORA ELISABETE VIDO

DIREITO EMPRESARIAL PROFESSORA ELISABETE VIDO DIREITO EMPRESARIAL PROFESSORA ELISABETE VIDO SUMÁRIO 1. EVOLUÇÃO HISTÓRICA 2. TEORIA DA EMPRESA 3. ATIVIDADE EMPRESARIAL 4. EMPRESÁRIO INDIVIDUAL 5. ATIVIDADE RURAL 6. EMPRESÁRIO INDIVIDUAL REGULAR X

Leia mais

Alguns de nossos clientes

Alguns de nossos clientes Alguns de nossos clientes APRESENTAÇÃO A NELSON WILIANS & ADVOGADOS ASSOCIADOS (NW&ADV) consolidou-se como um dos maiores escritórios de advocacia empresarial do país. Para melhor atender nossos clientes,

Leia mais

REESTRUTURAÇÃO PATRIMONIAL E SUCESSÓRIA

REESTRUTURAÇÃO PATRIMONIAL E SUCESSÓRIA REESTRUTURAÇÃO PATRIMONIAL E SUCESSÓRIA PRINCIPAIS OBJETIVOS 1. PLANEJAMENTO PATRIMONIAL 2. PLANEJAMENTO SUCESSÓRIO 3. BENEFÍCIOS FISCAIS PLANEJAMENTO PATRIMONIAL PLANEJAMENTO PATRIMONIAL OPÇÕES DE ESTRUTURAS

Leia mais

Inventário e Partilhas. Ozéias J. Santos 01.06.2015

Inventário e Partilhas. Ozéias J. Santos 01.06.2015 Inventário e Partilhas Ozéias J. Santos 01.06.2015 O Novo CPC disciplina o inventário e partilha nos artigos 610 a 673. A pessoa morrendo, deixando um patrimônio, este patrimônio deve ser destinado a alguém.

Leia mais

UNIDADE 5 OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA

UNIDADE 5 OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA UNIDADE 5 OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA Sujeito Ativo Sujeito Passivo Objeto Causa Sujeito Ativo (Credor) Pode ser: Direto Estado (Capacidade Plena) Por delegação Por Sub-rogação - Desmembramento territorial Sujeito

Leia mais

TABELA II ATOS DO OFICIAL DO REGISTRO DE IMÓVEIS

TABELA II ATOS DO OFICIAL DO REGISTRO DE IMÓVEIS TABELA II ATOS DO OFICIAL DO REGISTRO DE IMÓVEIS 1 - Registro, por todos os atos: I - com valor, inclusive certidão: de acordo com o ANEXO 3; II - sem valor (pactos antenupciais, citação, etc.): R$ 21,70

Leia mais

QUAL É A ESTRUTURA SOCIETÁRIA IDEAL? Vanessa Inhasz Cardoso 17/03/2015

QUAL É A ESTRUTURA SOCIETÁRIA IDEAL? Vanessa Inhasz Cardoso 17/03/2015 QUAL É A ESTRUTURA SOCIETÁRIA IDEAL? Vanessa Inhasz Cardoso 17/03/2015 2 CONSIDERAÇÕES INICIAIS Há vários tipos de estruturas societárias possíveis; Análise da realidade de cada empresa; Objetivos dos

Leia mais

Nota do autor, xv. 6 Nome Empresarial, 48 6.1 Conceito e função do nome empresarial, 48 6.2 O nome do empresário individual, 49

Nota do autor, xv. 6 Nome Empresarial, 48 6.1 Conceito e função do nome empresarial, 48 6.2 O nome do empresário individual, 49 Nota do autor, xv Parte I - Teoria Geral da Empresa, 1 1 Introdução ao Direito de Empresa, 3 1.1 Considerações gerais, 3 1.2 Escorço histórico: do direito comercial ao direito de empresa, 4 1.3 Fontes

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE:

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE: LEI COMPLEMENTAR Nº 21, DE 29 DE DEZEMBRO DE 1988 Institui o Imposto sobre a Transmissão causa mortis e Doação de Bens ou Direitos. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE: seguinte Lei: FAÇO SABER que o Poder

Leia mais

ESTADO DO PIAUÍ SECRETARIA DA FAZENDA

ESTADO DO PIAUÍ SECRETARIA DA FAZENDA ESTADO DO PIAUÍ SECRETARIA DA FAZENDA ITCMD Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de quaisquer Bens ou Direitos MANUAL DO USUÁRIO 2012 O ITCMD tem como fato gerador a transmissão de bens e direitos

Leia mais

Direito Civil VI - Sucessões. Prof. Marcos Alves da Silva

Direito Civil VI - Sucessões. Prof. Marcos Alves da Silva Direito Civil VI - Sucessões Prof. Marcos Alves da Silva INVENTÁRIO Dois sentidos para o mesmo vocábulo: Liquidação do acervo hereditário (registro, descrição, catalogação dos bens). Procedimento especial

Leia mais

ORIENTAÇÕES DIREITO CIVIL ORIENTAÇÕES CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO

ORIENTAÇÕES DIREITO CIVIL ORIENTAÇÕES CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO ORIENTAÇÕES DIREITO CIVIL ORIENTAÇÕES CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO IGUALDADE ENTRE SEXOS - Em conformidade com a Constituição Federal de 1988, ao estabelecer que "homens e mulheres são iguais em direitos e

Leia mais

DISSOLUÇÃO PARCIAL DA SOCIEDADE. Marcos Puglisi de Assumpção marcos@aesadv.com.br

DISSOLUÇÃO PARCIAL DA SOCIEDADE. Marcos Puglisi de Assumpção marcos@aesadv.com.br DISSOLUÇÃO PARCIAL DA SOCIEDADE SUMÁRIO Capítulo 01 SOCIEDADES - CONSIDERAÇÕES GERAIS Capítulo 02 DA DISSOLUÇÃO DAS SOCIEDADES 02.1 DAS CAUSAS DE DISSOLUÇÃO DAS SOCIEDADES 02.2 DA DISSOLUÇÃO PARCIAL DA

Leia mais

Profa. Joseane Cauduro. Unidade I DIREITO SOCIETÁRIO

Profa. Joseane Cauduro. Unidade I DIREITO SOCIETÁRIO Profa. Joseane Cauduro Unidade I DIREITO SOCIETÁRIO Introdução A unidade I aborda: empresa e empresário; formação das sociedades; tipos de sociedades. Objetivos da disciplina: apresentar aos estudantes

Leia mais

Direito das Sucessões Parte I. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda

Direito das Sucessões Parte I. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda Direito das Sucessões Parte I Sucessão - Etimologia Sucessão Successio, de succedere. Relação de ordem, de continuidade. Uma sequência de fato e de coisas. O que vem em certa ordem ou em certo tempo. Sucessão

Leia mais

Visão Jurídica do Planejamento Societário, Sucessório e Tributário. Fabio Pereira da Silva fabio@weigandesilva.com.br

Visão Jurídica do Planejamento Societário, Sucessório e Tributário. Fabio Pereira da Silva fabio@weigandesilva.com.br Visão Jurídica do Planejamento Societário, Sucessório e Tributário Fabio Pereira da Silva fabio@weigandesilva.com.br CONTEXTUALIZAÇÃO Riscos da atividade empresarial: Legislação Trabalhista e Passivo Laboral

Leia mais

Tabela reajustada com índice de 23,67% - INPC (NOV/2004 FEV/2009) ANEXO I TABELA I - CUSTAS PROCESSUAIS I - DEPÓSITO PRÉVIO

Tabela reajustada com índice de 23,67% - INPC (NOV/2004 FEV/2009) ANEXO I TABELA I - CUSTAS PROCESSUAIS I - DEPÓSITO PRÉVIO Tabela reajustada com índice de 23,67% - INPC (NOV/2004 FEV/2009) I - DEPÓSITO PRÉVIO ANEXO I TABELA I - CUSTAS PROCESSUAIS 1. Nas causas de valor até R$ 3.000,00 ou inestimável R$ 70,28 R$ 14,06 R$ 84,34

Leia mais

DIREITO DAS SUCESSÕES

DIREITO DAS SUCESSÕES Direito Civil Aula 3 Delegado Civil Sandro Gaspar Amaral DIREITO DAS SUCESSÕES PRINCÍPIO DE SAISINE (art. 1784, CC): transmissão da propriedade e da posse no exato momento da morte. NORMA VIGENTE (art.

Leia mais

REGIME DE BENS NO NOVO CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO

REGIME DE BENS NO NOVO CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO 1 REGIME DE BENS NO NOVO CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO Cleiton Graciano dos Santos 1 RESUMO: Este artigo trata sobre o Regime de Bens no novo Código Civil brasileiro, apresentando os principais aspectos do assunto,

Leia mais

DO CARTÓRIO DE REGISTRO DE IMÓVEIS. Curso de Técnico em Transações Imobiliárias Curso Total

DO CARTÓRIO DE REGISTRO DE IMÓVEIS. Curso de Técnico em Transações Imobiliárias Curso Total DO CARTÓRIO DE REGISTRO DE IMÓVEIS Curso de Técnico em Transações Imobiliárias Curso Total DO CARTÓRIO DE REGISTRO DE IMÓVEIS DO CARTÓRIO DE REGISTRO DE IMÓVEIS. FINALIDADE. DOS TÍTULOS REGISTRÁVEIS: ESCRITURA

Leia mais

COMPRA E VENDA DE MOVEIS E IMÓVEIS Modelo 02

COMPRA E VENDA DE MOVEIS E IMÓVEIS Modelo 02 ANUÊNCIA PARA DOAÇÃO OU VENDA DE IMÓVEL ENTRE ASCENDENTE E DESCENDENTES Modelo 01 a quem confere poderes para o fim especial de, como interveniente na escritura de (doação, venda ) que seu(sua)(s) ( pai,

Leia mais

Direito Civil Dr. Márcio André Lopes Cavalcante Juiz Federal

Direito Civil Dr. Márcio André Lopes Cavalcante Juiz Federal Direito Civil Dr. Márcio André Lopes Cavalcante Juiz Federal Escola Brasileira de Ensino Jurídico na Internet (EBEJI). Todos os direitos reservados. 1 Principais julgados do 1 o Semestre de 2013 Julgados

Leia mais

RESUMO DA TABELA DE EMOLUMENTOS E TFJ DE 2015 EM VIGOR PARA ATOS PRATICADOS A PARTIR DE 1º DE JANEIRO DE 2015

RESUMO DA TABELA DE EMOLUMENTOS E TFJ DE 2015 EM VIGOR PARA ATOS PRATICADOS A PARTIR DE 1º DE JANEIRO DE 2015 RESUMO DA TABELA DE EMOLUMENTOS E TFJ DE 2015 EM VIGOR PARA ATOS PRATICADOS A PARTIR DE 1º DE JANEIRO DE 2015 1- ATOS DO REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS VALORES EM R$ ATO VALORES TOTAL BUSCA (POR PERÍODO

Leia mais

Profª Helisia Góes Disciplina: DIREITO CIVIL VI SUCESSÕES Turmas: 8ºDIV, 8DIN-1 e 8DIN-2 Data: 08/08/2012 AULA 04

Profª Helisia Góes Disciplina: DIREITO CIVIL VI SUCESSÕES Turmas: 8ºDIV, 8DIN-1 e 8DIN-2 Data: 08/08/2012 AULA 04 01 Profª Helisia Góes Disciplina: DIREITO CIVIL VI SUCESSÕES Turmas: 8ºDIV, 8DIN-1 e 8DIN-2 Data: 08/08/2012 AULA 04 II - SUCESSÃO EM GERAL (Cont...) 7. Aceitação e Renúncia da Herança (arts. 1.804 a 1.813,

Leia mais

INTERVENÇÃO DO ESTADO NA PROPRIEDADE

INTERVENÇÃO DO ESTADO NA PROPRIEDADE OAB - EXTENSIVO Disciplina: Direito Administrativo Prof. Flávia Cristina Data: 07/10/2009 Aula nº. 04 INTERVENÇÃO DO ESTADO NA PROPRIEDADE 1. Modalidades a) Requisição b) Servidão c) Ocupação Temporária

Leia mais

O bem de família foi criado em 1839 no Texas EUA.

O bem de família foi criado em 1839 no Texas EUA. 16 - BEM DE FAMÍLIA O bem de família foi criado em 1839 no Texas EUA. Homestead Act. O ano de 1839 foi um dos piores anos da história dos EUA, quando a economia foi a colapso gerando a quebra de diversos

Leia mais

LEI Nº 11.441/2007 ESCRITURA PÚBLICA DE INVENTÁRIO E PARTILHA

LEI Nº 11.441/2007 ESCRITURA PÚBLICA DE INVENTÁRIO E PARTILHA SUCESSÕES: LEI Nº 11.441/2007 ESCRITURA PÚBLICA DE INVENTÁRIO E PARTILHA DOCUMENTOS ROTEIRO INTRODUÇÃO DOCUMENTOS NECESSÁRIOS ...una mala política legislativa, consagrada a través del tiempo, no se sabe

Leia mais

ITBI ITBI ITBI ITBI. Art. 156, II Constituição Federal e parágrafo 2º

ITBI ITBI ITBI ITBI. Art. 156, II Constituição Federal e parágrafo 2º ITBI Art. 156, II Constituição Federal e parágrafo 2º DECRETO Nº 27.576, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2006. RITBI ITBI O Código Tributário Nacional - CTN (Lei 5.172, de 25.10.1966), rege o Imposto sobre a Transmissão

Leia mais

O DIREITO DAS Sucessões na Contemporaneidade. http://patriciafontanella.adv.br

O DIREITO DAS Sucessões na Contemporaneidade. http://patriciafontanella.adv.br O DIREITO DAS Sucessões na Contemporaneidade http://patriciafontanella.adv.br Viés Constitucional Assento constitucional (art. 5º XXX, CF/88). Mudança dos poderes individuais da propriedade, trazendo a

Leia mais

Sucessão Testamento Público

Sucessão Testamento Público Sucessão Testamento Público O que acontece quando eu morro? A herança é uma universalidade imóvel Sucessão legítima ou testamentaria Planejamento sucessório Se a morte é inevitável... Planeje-a! Pacificar

Leia mais

Simpósio sobre a Aplicabilidade da Lei 11.441, de 04.01.2007

Simpósio sobre a Aplicabilidade da Lei 11.441, de 04.01.2007 Simpósio sobre a Aplicabilidade da Lei 11.441, de 04.01.2007 (Escrituras de Inventário, Separação e Divórcio) Antonio Carlos Parreira Juiz de Direito da Vara de Família e Sucessões de Varginha MG Art.

Leia mais

2ª ATIVIDADE: (TRABALHO MANUSCRITO): COMENTÁRIO LIVRE EM 10 LINHAS REFERENTE A UMA PESQUISA LEGISLATIVA.

2ª ATIVIDADE: (TRABALHO MANUSCRITO): COMENTÁRIO LIVRE EM 10 LINHAS REFERENTE A UMA PESQUISA LEGISLATIVA. MATRÍCULA: CURSO: SEMESTRE: UNIDADE: ENTREGA / / - PRAZO LIMITE AV1. Vide dicas MDE: Material Didático Estácio. 1ª ATIVIDADE: Pesquisar um tema referente a matéria na biblioteca e redigir um artigo nos

Leia mais

Caderno Eletrônico de Exercícos Direito das Sucessões

Caderno Eletrônico de Exercícos Direito das Sucessões 1) Que é herança jacente: a) Herança que não existe herdeiros, salvo o estado b) Herança que tem que ser dividida entre os pais e cônjuge c) Herança que tem que ser dividida entre irmãos d) Herança deixada

Leia mais

CONCEITO DE INVENTÁRIO

CONCEITO DE INVENTÁRIO DIREITO CIVIL Inventário e Partilha CONCEITO DE INVENTÁRIO Inventárioéoprocedimentojudicialatravésdoqual será realizado o levantamento dos bens, valores, dívidas e sucessores do autor da herança. OBJETIVO

Leia mais

Garantia Bancária Parte 02

Garantia Bancária Parte 02 Garantia Bancária Parte 02 Garantias Definição: As garantias tem com objetivo dar reforço a segurança nas operações de crédito. Durante uma operação de crédito as garantias deverão ser examinadas em conjunto

Leia mais

P O R T A R I A N 770/2006 PGJ. O PROCURADOR GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, no uso das suas atribuições legais e,

P O R T A R I A N 770/2006 PGJ. O PROCURADOR GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, no uso das suas atribuições legais e, MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA P O R T A R I A N 770/2006 PGJ O PROCURADOR GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, no uso das suas atribuições

Leia mais

Responsabilidade Civil Engenheiros e Arquitetos E&O e D&O

Responsabilidade Civil Engenheiros e Arquitetos E&O e D&O Responsabilidade Civil Engenheiros e Arquitetos E&O e D&O AsBEA Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura Encontro Regional AsBEA 2010 Nada a perder, algo a ganhar... Algo a ganhar, pouco a

Leia mais

Direito Notarial: O Direito Notarial como ciência, síntese histórica, organização do notariado, conceito e definição dos atos notariais SUMÁRIO

Direito Notarial: O Direito Notarial como ciência, síntese histórica, organização do notariado, conceito e definição dos atos notariais SUMÁRIO Direito Notarial: O Direito Notarial como ciência, síntese histórica, organização do notariado, conceito e definição dos atos notariais SUMÁRIO CAPÍTULO I: O Direito Notarial como objeto científico 1.

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 8.668, DE 25 DE JUNHO DE 1993. Dispõe sobre a constituição e o regime tributário dos Fundos de Investimento Imobiliário e dá

Leia mais

As causas em que se considera dispensável a intervenção do Ministério Público

As causas em que se considera dispensável a intervenção do Ministério Público Racionalização da Intervenção do no Cível Abril de 2010 1. Separação judicial consensual onde não houver interesse de 2. Ação declaratória de união estável e respectiva partilha de bens. 3. Ação ordinária

Leia mais

Clique com o mouse sobre o livro escolhido (continua na página seguinte) Destituição de Síndico

Clique com o mouse sobre o livro escolhido (continua na página seguinte) Destituição de Síndico NOVO CÓDIGO CIVIL Clique com o mouse sobre o livro escolhido (continua na página seguinte) Adoção do Nome Casamento Gratuito Adultério Casamento Religioso Autenticação Condômino Anti-Social Casamento Contratos

Leia mais

DOCUMENTOS EXIGIDOS PARA TRANSMISSÃO IMOBILIARIA

DOCUMENTOS EXIGIDOS PARA TRANSMISSÃO IMOBILIARIA DOCUMENTOS EXIGIDOS PARA TRANSMISSÃO IMOBILIARIA Para que você possa adquirir o seu imóvel com segurança, deve exigir do vendedor todos os documentos necessários, para que não seja surpreendido futuramente

Leia mais

DE LÉO, PAULINO E MACHADO ADVOGADOS

DE LÉO, PAULINO E MACHADO ADVOGADOS 01 02 Apresentação DE LÉO, PAULINO E MACHADO ADVOGADOS é um escritório que foi constituído para atuar nas mais diversas áreas do Direito Empresarial, tendo como principal objetivo a prestação de serviços

Leia mais

Estabelecimento Empresarial

Estabelecimento Empresarial Estabelecimento Empresarial É a base física da empresa, que consagra um conjunto de bens corpóreos e incorpóreos, constituindo uma universalidade que pode ser objeto de negócios jurídicos. É todo o complexo

Leia mais

Professora: Vera Linda Lemos Disciplina: Direito das Sucessões 7º Período

Professora: Vera Linda Lemos Disciplina: Direito das Sucessões 7º Período Professora: Vera Linda Lemos Disciplina: Direito das Sucessões 7º Período Toda a sucessão legítima observará uma ordem de vocação hereditária que, no Código Civil, está prevista no artigo 1.829. Art. 1.829.

Leia mais

Sumário Introdução 1. Escorço histórico 2. Condomínio edilício 3. Direitos e deveres no condomínio edilício

Sumário Introdução 1. Escorço histórico 2. Condomínio edilício 3. Direitos e deveres no condomínio edilício Sumário Introdução 13 1. Escorço histórico 15 1.1. O surgimento da propriedade horizontal no mundo 16 1.2. Condomínio edilício no Brasil 17 2. Condomínio edilício 20 2.1. A questão do nome do instituto

Leia mais

DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA UTILIZAÇÃO DO FGTS (Check list) Modalidade: AQUISIÇÃO À VISTA (DAMP 1)

DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA UTILIZAÇÃO DO FGTS (Check list) Modalidade: AQUISIÇÃO À VISTA (DAMP 1) (I) DO COMPRADOR ( ) Ficha Cadastral do Proponente (Original, preenchida, datada e assinada) ( ) Documento de Identidade de todos os compradores e seus respectivos cônjuges, se for o caso ( ) CPF de todos

Leia mais

PANORAMA GERAL DAS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA LEI 10.406 de 11. 01. 2002 Sylvia Maria Mendonça do Amaral

PANORAMA GERAL DAS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA LEI 10.406 de 11. 01. 2002 Sylvia Maria Mendonça do Amaral PANORAMA GERAL DAS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA LEI 10.406 de 11. 01. 2002 Sylvia Maria Mendonça do Amaral Muito tem sido noticiado em todos os meios de comunicação quanto a alteração na Legislação Civil

Leia mais

Curso de Férias do Grupo de Estudos em Direito Empresarial / UFMG DIREITO SOCIETÁRIO APLICADO

Curso de Férias do Grupo de Estudos em Direito Empresarial / UFMG DIREITO SOCIETÁRIO APLICADO Curso de Férias do Grupo de Estudos em Direito Empresarial / UFMG DIREITO SOCIETÁRIO APLICADO Técnicas de planejamento sucessório e societário em empresas familiares ( Caso Grupo Ultra ) Prof. Luís André

Leia mais

Sumário PARTE GERAL 3. PESSOA JURÍDICA

Sumário PARTE GERAL 3. PESSOA JURÍDICA Sumário PARTE GERAL 1. LINDB, DAS PESSOAS, DOS BENS E DO NEGÓCIO JURÍDICO 1. Introdução (DL 4.657/1942 da LINDB) 2. Direito objetivo e subjetivo 3. Fontes do Direito 4. Lacuna da lei (art. 4.º da LINDB)

Leia mais

Conteúdo: Deveres Conjugais. Regime de Bens: Mutabilidade, Pacto Antenupcial, Comunhão Parcial, Comunhão Universal.

Conteúdo: Deveres Conjugais. Regime de Bens: Mutabilidade, Pacto Antenupcial, Comunhão Parcial, Comunhão Universal. Turma e Ano: Flex A (2014) Matéria / Aula: Família e Sucessões / Aula 06 Professor: Andreia Amim Conteúdo: Deveres Conjugais. Regime de Bens: Mutabilidade, Pacto Antenupcial, Comunhão Parcial, Comunhão

Leia mais

AULA 12. Produtos e Serviços Financeiros VI

AULA 12. Produtos e Serviços Financeiros VI AULA 12 Produtos e Serviços Financeiros VI Operações Acessórias e Serviços As operações acessórias e serviços são operações de caráter complementar, vinculadas ao atendimento de particulares, do governo,

Leia mais

Professora Alessandra Vieira

Professora Alessandra Vieira Sucessão Legítima Conceito: A sucessão legítima ou ab intestato, é a que se opera por força de lei e ocorre quando o de cujus tem herdeiros necessários que, de pleno direito, fazem jus a recolher a cota

Leia mais

Aula 04 Direitos Reais

Aula 04 Direitos Reais Propriedade: A propriedade consiste no direito real que confere ao seu titular a maior amplitude de poderes sobre a coisa. De acordo com os termos do artigo 1.228. do Código Civil, o proprietário tem a

Leia mais

PRÁTICA CIVIL E PROCESSUAL LEGALE

PRÁTICA CIVIL E PROCESSUAL LEGALE BEM IMOVEL Art. 79. São bens imóveis o solo e tudo quanto se lhe incorporar natural ou artificialmente. Art. 80. Consideram-se imóveis para os efeitos legais: I -os direitos reais sobre imóveis e as ações

Leia mais

Desse modo, esse adquirente

Desse modo, esse adquirente 1-(FCC - 2012 - Prefeitura de São Paulo - SP - Auditor Fiscal do Município) Uma pessoa adquiriu bem imóvel, localizado em área urbana de município paulista, sem exigir que o vendedor lhe exibisse ou entregasse

Leia mais

1. Direito das coisas 2. Posse 3. Classificação da Posse 4. Ações ou Interdito possessórios 5. Propriedade

1. Direito das coisas 2. Posse 3. Classificação da Posse 4. Ações ou Interdito possessórios 5. Propriedade CURSO EXTENSIVO FINAL DE SEMANA OAB 2012.2 Disciplina DIREITO CIVIL Aula 07 EMENTA DA AULA 1. Direito das coisas 2. Posse 3. Classificação da Posse 4. Ações ou Interdito possessórios 5. Propriedade GUIA

Leia mais

6Estabilidade. 7Justiça. 8Independência. 9Confidencialidade

6Estabilidade. 7Justiça. 8Independência. 9Confidencialidade Fazer um testamento público 1Harmonia O testamento evita brigas de família e disputas patrimoniais entre os herdeiros acerca dos bens deixados pelo falecido. 2Tranquilidade O testamento pode ser utilizado

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ UNIDADE VII CIÊNCIAS CONTÁBEIS TEMA: SOCIEDADE LIMITADA PROFª: PAOLA SANTOS SOCIEDADE LIMITADA

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ UNIDADE VII CIÊNCIAS CONTÁBEIS TEMA: SOCIEDADE LIMITADA PROFª: PAOLA SANTOS SOCIEDADE LIMITADA UNIDADE VII CIÊNCIAS CONTÁBEIS TEMA: SOCIEDADE LIMITADA PROFª: PAOLA SANTOS SOCIEDADE LIMITADA 1. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL A sociedade limitada é o tipo societário de maior presença na economia brasileira.

Leia mais

RESUMO. A responsabilidade da sociedade é sempre ilimitada, mas a responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas quotas.

RESUMO. A responsabilidade da sociedade é sempre ilimitada, mas a responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas quotas. RESUMO 1)Sociedade Limitada Continuação 1.1) Responsabilidade do sócio dentro da sociedade limitada. A responsabilidade da sociedade é sempre ilimitada, mas a responsabilidade de cada sócio é restrita

Leia mais

1. REGISTRO RESTRIÇÕES PARA ATUAR COMO EMPRESÁRIO INDIVIDUAL. Falido:... Estrangeiro:... Médico:... Advogado:... Membros do legislativo:...

1. REGISTRO RESTRIÇÕES PARA ATUAR COMO EMPRESÁRIO INDIVIDUAL. Falido:... Estrangeiro:... Médico:... Advogado:... Membros do legislativo:... 1 DIREITO EMPRESARIAL PONTO 1: Registro PONTO 2: Incapacidade Superveniente PONTO 3: Sociedade Empresária 1. REGISTRO Para fazer o registro, a pessoa deve estar livre de qualquer impedimento ou proibição.

Leia mais

TEORIA GERAL DO DIREITO. Professor: Hugo Rios Bretas

TEORIA GERAL DO DIREITO. Professor: Hugo Rios Bretas TEORIA GERAL DO DIREITO Professor: Hugo Rios Bretas Vigência e Duração Norma de origem e derivada Publicidade, lapso temporal de vigência: Regra Proibição Direta Princípio basilar- força Continuidade normativa:

Leia mais

Direito das Coisas II

Direito das Coisas II 2.8 DO DIREITO DO PROMITENTE COMPRADOR Ao cabo do que já era reconhecido pela doutrina, o Código Civil de 2002, elevou o direito do promitente comprador ao status de direito real. Dantes, tão somente constava

Leia mais