ROTEIRO COSTA LESTE DO CABO CALCANHAR AO CABO FRIO ILHAS OCEÂNICAS DIRETORIA DE HIDROGRAFIA E NAVEGAÇÃO CENTRO DE HIDROGRAFIA DA MARINHA BRASIL

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1 MARINHA DO BRASIL HIDROGRAFIA E NAVEGAÇÃO ROTEIRO COSTA LESTE DO CABO CALCANHAR AO CABO FRIO ILHAS OCEÂNICAS DIRETORIA DE HIDROGRAFIA E NAVEGAÇÃO CENTRO DE HIDROGRAFIA DA MARINHA BRASIL 12ª EDIÇÃO 03 2ª REIMPRESSÃO 13 CORRIGIDA ATÉ O FOLHETO QUINZENAL DE AVISOS AOS NAVEGANTES Nº 1/1

2 II As Cartas e Publicações Náuticas poderão ser adquiridas no Posto de Vendas da EMGEPRON, situado na Base de Hidrografia da Marinha em Niterói (BHMN), Rua Barão de Jaceguay s/nº Ponta da Armação CEP Niterói, RJ, Brasil; ou na página de comércio eletrônico Informações adicionais pelo telefone (21) Brasil. Marinha. Diretoria de Hidrografia e Navegação. B823 Roteiro: Costa Leste Do Cabo Calcanhar ao Cabo Frio. 13 Ilhas Oceânicas 12. ed. 2ª reimp. atual Niterói, RJ: DHN, 13. xviii, 292 p.: il., graf., mapas. ISBN X 1. Roteiro de Navegação Atlântico, Oceano, Costa Leste (Brasil). 2. Roteiro de Navegação - Brasil. I. Título CDD DIRETORIA DE HIDROGRAFIA E NAVEGAÇÃO CENTRO DE HIDROGRAFIA DA MARINHA Rua Barão de Jaceguai, s/n Ponta d Areia CEP Niterói, RJ, Brasil TELEFONES Posto de Venda: (21) Ouvidoria: (21) Telefax: (21) s Posto de Venda: Ouvidoria:

3 (Folheto nº 14/1) LISTA DE PÁGINAS EFETIVAS Esta lista apresenta a situação das páginas do Roteiro Costa Leste, 03, corrigidas até o folheto Avisos aos Navegantes nº 14/1. Página Folha de rosto (I e II) Lista de páginas efetivas (IIa e IIb) III a X XI e XII XIII e XIV XV e XVI XVII e XVIII 1 a 6 7 e 8 9 a a e 24 2 e a a 48b 49 e 0 1 a e e 64 6 e e e a 74 7 e a e e 84 8 a e a 94 9 e e a 4 e 6 7 e 8 9 e a a e e e e e 1 Situação Folheto nº 14/1 Folheto nº 11/0 Folheto nº 8/08 Folheto nº 18/04 Folheto nº 8/08 Folheto nº 14/1 Folheto nº 11/0 Folheto nº 14/1 Folheto nº 8/12 Folheto nº 11/06 Folheto nº 14/1 Folheto nº 11/06 Folheto nº 11/0 Folheto nº 14/1 Folheto nº 11/06 Folheto nº 14/1 Folheto nº 8/12 Folheto nº 11/06 Folheto nº 11/0 Folheto nº 14/1 Folheto nº 11/0 Folheto nº 14/1 Folheto nº 11/0 Folheto nº 14/1 Folheto nº 14/1 Folheto nº 11/06 Folheto nº 14/1 Folheto nº 14/1 Corr. 6-1

4 (Folheto nº 14/1) IIb ROTEIRO COSTA LESTE Página 131 e e e a e e e e e 14 1 a e e e e e e a a e a e e e a 4 e 6 7 e 8 9 e a a e e e a e a e 21 e e 24 2 a e a a 292 Situação Folheto nº 11/06 Folheto nº 14/1 Folheto nº 11/06 Folheto nº 8/12 Folheto nº 11/06 Folheto nº 11/06 Folheto nº 14/1 Folheto nº 11/06 Folheto nº 11/0 Folheto nº 11/06 Folheto nº 11/0 Folheto nº 14/1 Folheto nº 11/0 Folheto nº 11/06 Folheto nº 8/08 Folheto nº 11/0 Folheto nº 14/1 Folheto nº 14/1 Folheto nº 18/04 Folheto nº 14/1 Folheto nº 18/04 Folheto nº 14/1 Folheto nº 14/1 Folheto nº 14/1 Folheto nº 14/1 Folheto nº 14/1 Folheto nº 14/1 Corr. 6-1

5 REGISTRO DE CORREÇÕES INSTRUÇÕES 1. Na coluna Folheto devem ser registrados o número e o ano do folheto quinzenal Avisos aos Navegantes que publicou a correção. Ex. Fol. / Na coluna Páginas Afetadas devem ser registrados os números das páginas corrigidas, substituídas ou inseridas. Ex. 11 e 126; 121/122 (Folheto /03); ou 131a/131b (Folheto /03). 3. Na coluna Rubrica/Data devem ser lançadas a rubrica do responsável pela correção e a data da correção. 4. Para facilitar o controle do usuário, o folheto quinzenal que divulgar correções ao Roteiro Costa Leste informará, sempre, a numeração destas correções e dos folhetos que publicaram as correções precedentes. Folheto Fol. 18/04 (Correções nº 1) Páginas Afetadas Lista de Páginas Efetivas - XVII/XVIII - 9/2-21/ /2 e 223/224 Rubrica Data Fol. 11/0 (Correções nº 2) Fol. 11/06 (Correções nº 3) Lista de Páginas Efetivas - XI/XII - 21/22-2/26-63 a a a a/182b 18/186 e 193 a 196 Lista de Páginas Efetivas - 19 a a / / / / a / /10-13/ / / a e 222 Fol. 19/06 (Correções nº 4) Fol. 16/07 (Correções nº ) Fol. /07 (Correções nº 6) Fol. 8/08 (Correções nº 7) IIb a 292 Lista de Páginas Efetivas - XV/XVI - 7/ /192 e 19

6 IV ROTEIRO COSTA LESTE Folheto Fol. 1/08 (Correções nº 8) Fol. 17/08 (Correções nº 9) Fol. 8/12 (Correções nº ) Páginas Afetadas e 292 L.P.E. - 49/0-83/84-14/ a a / e /6. Rubrica Data Fol. 14/1 (Correções nº 11) IIa/IIb - 17/18-19 a a 48-63/64-69/70-81/82-9/96-99 a 4-7/8-111 a / /1-13/ / a /196 - /6-21 a / / / - 23/24-263/264 Fol. 1/1 (Correções nº 12) II - XVIII a 62-6 a a a a a a

7 REGISTRO DE CORREÇÕES V Folheto Páginas Afetadas Rubrica Data

8 VI ROTEIRO COSTA LESTE Folheto Páginas Afetadas Rubrica Data

9 ÍNDICE INTRODUÇÃO Propósito... 1 Divisão... 1 Referências e unidades... 2 Correções... 3 Colaboração do navegante... 3 Alterações ou irregularidades que afetam a navegação... 4 CAPÍTULO I INFORMAÇÕES GERAIS CARTA E CARTOGRAFIA Qualidade da carta... 1ª edição e data de publicação... Reimpressão... 6 Nova edição... 6 Classificação... 6 Uso... 6 Correção a bordo... 6 Linhas de igual profundidade... 7 Profundidades e limites de áreas dragadas... 8 Datum horizontal... 8 Deformação... 8 Bóias... 8 Faróis... 9 Sinais de cerração... 9 Setas... 9 Variação da declinação magnética... SINALIZAÇÃO NÁUTICA Lista de Faróis... Sistema de balizamento... Balizamentos particulares NAVEGAÇÃO Observações gerais Áreas de exercício da Marinha do Brasil Áreas de exercício de tiro ou lançamento de foguete Precauções com submarinos em exercício Precauções com navios varredores em serviço Precauções com navios hidrográficos, oceanográficos e de prospecção geofísica em serviço Precauções com uma força naval ou comboio... 1 Precauções com instalações ao largo da costa... 1 Precauções em áreas de cabos e canalizações submarinos Sondagens anormais... 16

10 VIII ROTEIRO COSTA LESTE AVISOS AOS NAVEGANTES Classificação Numeração Folheto quinzenal Distribuição do folheto quinzenal Avisos aos navegantes das hidrovias Paraguai Paraná e Tietê Paraná SERVIÇOS RÁDIO Sistemas de posicionamento Estações costeiras Lista de Auxílios-Rádio PRATICAGEM Serviços de praticagem... Zonas de praticagem... Praticagem obrigatória... Praticagem facultativa... Impraticabilidade da barra Impossibilidade do embarque do prático Impossibilidade do desembarque do prático Informações sobre praticagem BUSCA E SALVAMENTO Organização do serviço Sistema de alerta Sistema de informações de controle do tráfego marítimo Comunicações de perigo Atendimento médico Sinais visuais de salvamento SERVIÇOS DE ALFÂNDEGA E DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Serviços de alfândega Serviços de vigilância sanitária Normas gerais a serem observadas... 2 Desratização e desinsetização... 2 Quarentena... 2 REGULAMENTOS Mar territorial... 2 Zona contígua Zona econômica exclusiva Plataforma continental Preservação ambiental Carga e descarga de petróleo e seus derivados, produtos químicos a granel e gás liquefeito Mercadorias perigosas Embarcações estrangeiras Embarcações de esporte e recreio Entrada e saída de embarcações... Tráfego no porto... Cerimonial marítimo... Inspeção naval... CAPÍTULO II BRASIL INFORMAÇÕES GERAIS Situação População... 31

11 ÍNDICE IX Resumo histórico Organização dos poderes Organização administrativa Moeda Pesos e medidas Hora legal Hora de verão Feriados nacionais GEOGRAFIA Aspecto físico Pontos culminantes METEOROLOGIA Climas Ventos... 3 Visibilidade e nevoeiros... 3 Massas de ar e frentes Invasões frias Zona de convergência intertropical Dados climatológicos OCEANOGRAFIA Densidade Salinidade Temperatura na superfície Circulação termoalina Circulação pelo efeito do vento Circulação superficial do oceano Atlântico Sul A ressurgência provocada pelo vento PRINCIPAIS PORTOS E TERMINAIS Lista de portos e terminais SERVIÇOS PORTUÁRIOS Sumário de serviços portuários CAPÍTULO III DO CABO CALCANHAR AO PORTO DO RECIFE Descrição da costa... 1 Pontos característicos... 1 Perigos ao largo... 4 Cabos submarinos... Fundeadouros... Ventos... 6 Correntes... 6 PORTO DE NATAL Reconhecimento e demanda... 6 Pontos característicos... 7 Perigos... 8 Fundeadouros... 8 Fundeio proibido... 9 Área de manobra... 9

12 X ROTEIRO COSTA LESTE Cabos submarinos... 9 Maré e corrente de maré... 9 Praticagem... 9 Tráfego e permanência Poluição Recursos portuários Terminal especializado (Terminal de Dunas) Suprimentos Reparos Socorro Comunicações Hospitais Autoridades Feriados municipais PORTO DE CABEDELO Reconhecimento e demanda Pontos característicos Perigos... 6 Fundeadouros... 6 Fundeio proibido Área de manobra Maré e corrente de maré Praticagem Tráfego e permanência Poluição Recursos portuários Suprimentos Reparos Incêndio Comunicações Hospitais Autoridades Feriados municipais PORTO DE ITAPESSOCA Reconhecimento e demanda Pontos característicos Perigos Fundeadouros Maré e corrente de maré Praticagem Tráfego e permanência Recursos portuários Suprimentos Comunicações Hospitais PORTO DO RECIFE Reconhecimento e demanda Pontos característicos Perigos Fundeadouros... 74

13 ÍNDICE (Folheto nº 11/0) XI Fundeio proibido... 7 Pesca proibida... 7 Área de manobra... 7 Cabos submarinos... 7 Maré e corrente de maré... 7 Condições atmosféricas Praticagem Tráfego e permanência Poluição Recursos portuários Terminal especializado Suprimentos Reparos Incêndio Comunicações Hospitais Autoridades Feriados municipais DO PORTO DO RECIFE À BAÍA DE TODOS OS SANTOS Pontos característicos... 8 Perigos ao largo Áreas reservadas Cabos e canalizações submarinos Fundeadouros Ventos Correntes PORTO DE SUAPE Reconhecimento e demanda Pontos característicos Perigos Fundeadouros Pesca proibida Ventos Maré e corrente de maré Praticagem Tráfego e permanência Poluição Recursos portuários Suprimentos Reparos Incêndio Comunicações Hospitais Autoridades Feriado municipal PORTO DE MACEIÓ E TERMINAL DA BRASKEM Reconhecimento e demanda Pontos característicos Perigos Corr. 1-0

14 (Folheto nº 11/0) XII ROTEIRO COSTA LESTE Fundeadouros Fundeio proibido... 0 Pesca proibida... 0 Área de manobra... 0 Cabos e canalizações submarinos... 0 Maré e corrente de maré... 0 Praticagem... 0 Tráfego e permanência... 1 Poluição... 2 Recursos portuários... 2 Suprimentos... 3 Reparos... 3 Incêndio... 3 Comunicações... 3 Hospitais... 4 Autoridades... 4 Feriados municipais... 4 Terminal da Braskem... 4 PORTO DE BARRA DOS COQUEIROS (Terminal Marítimo Inácio Barbosa TMIB) Reconhecimento e demanda... 6 Pontos característicos... 6 Perigos... 6 Fundeadouro... 7 Pesca proibida... 7 Área de manobra... 7 Maré e corrente de maré... 7 Condições atmosféricas... 7 Praticagem... 7 Tráfego e permanência... 8 Poluição... 8 Recursos portuários... 8 Suprimentos... 9 Reparos... 9 Incêndio... 9 Comunicações... 9 Hospitais... 1 Autoridades... 1 Feriado municipal... 1 BARRA DO RIO SERGIPE Reconhecimento e demanda... 1 Pontos característicos Perigos Fundeadouros Fundeio proibido Área reservada Maré e corrente de maré Praticagem Tráfego e permanência Poluição Reparos Incêndio Corr. 1-0

15 ÍNDICE XIII Comunicações Hospitais Autoridades Feriados municipais TERMINAL DE CARMÓPOLIS (TECARMO) Reconhecimento e demanda Comunicações de chegada Fundeadouro Fundeio proibido Praticagem Procedimentos operacionais Recursos do terminal Suprimentos Outras facilidades Poluição Autoridades BAÍA DE TODOS OS SANTOS Reconhecimento e demanda Pontos característicos Perigos Fundeadouros Fundeio proibido Navegação proibida Pesca proibida Áreas de manobra Ventos Maré e corrente de maré Praticagem Tráfego e permanência... 1 Poluição PORTO DE SALVADOR Recursos portuários Suprimentos Reparos Socorro Comunicações Hospitais Autoridades Feriados municipais PORTO DE ARATU Recursos portuários Suprimentos Reparos Incêndio Comunicações Hospitais Autoridades Feriados municipais TERMINAL DA USIBA Recursos do terminal Suprimentos

16 XIV ROTEIRO COSTA LESTE Reparos e incêndio Comunicações Hospitais Autoridades Feriados municipais TERMINAL DA DOW QUÍMICA Recursos do terminal Suprimentos Reparos Incêndio Comunicações Hospitais Autoridades Feriados municipais TERMINAL DE MADRE DE DEUS (TEMADRE) Procedimentos operacionais Recursos do terminal Suprimentos Reparos Incêndio Comunicações Hospitais Autoridades Feriados municipais OUTROS TERMINAIS DA BAÍA DE TODOS OS SANTOS Informações gerais CAPÍTULO IV DA BAÍA DE TODOS OS SANTOS AO PORTO DE VITÓRIA Descrição da costa Pontos característicos Perigos ao largo Tráfego de barcaças rebocadas... 1 Áreas de proteção ambiental... 1 Parque nacional marinho dos Abrolhos... 1 Canalizações submarinas Fundeadouros Ventos Correntes PORTO DE CAMAMU Reconhecimento e demanda Pontos característicos Perigos Fundeadouro Maré e corrente de maré Praticagem Tráfego e permanência Recursos PORTO DE ILHÉUS Reconhecimento e demanda Pontos característicos... 19

17 ÍNDICE (Folheto nº 8/08) XV Perigos Fundeadouros Fundeio proibido Área de manobra Maré e corrente de maré Ventos Praticagem Tráfego e permanência Poluição Recursos portuários Suprimentos Reparos Incêndio Comunicações Hospitais Autoridades Feriados municipais TERMINAL DE BARCAÇAS EM BELMONTE Reconhecimento e demanda Pontos característicos Perigos Fundeadouro Praticagem Tráfego e permanência Recursos Comunicações Proprietária do terminal TERMINAL DE BARRA DO RIACHO Reconhecimento e demanda Pontos característicos Perigos Fundeadouro Fundeio proibido Área de manobra Maré e Corrente de maré Praticagem Tráfego e permanência Poluição Recursos do terminal Suprimentos Reparos Incêndio Comunicações Hospitais Autoridades Feriados municipais PORTOS DE VITÓRIA E TUBARÃO Reconhecimento e demanda Pontos característicos Corr. 1-08

18 (Folheto nº 8/08) XVI ROTEIRO COSTA LESTE Perigos Fundeadouros Fundeio proibido Áreas de manobra Maré e corrente de maré Praticagem Tráfego e permanência Poluição Recursos do terminal de Praia Mole Recursos do porto de Tubarão Recursos do porto de Vitória Recursos comuns Comunicações Hospitais Autoridades Feriados municipais a DO PORTO DE VITÓRIA AO CABO FRIO Pontos característicos Perigos ao largo Área a ser evitada Áreas proibidas Canalizações submarinas Fundeadouros Ventos Correntes TERMINAL DA PONTA DO UBU Reconhecimento e demanda Pontos característicos Perigos Fundeadouros Fundeio proibido Área de manobra Maré e corrente de maré Praticagem Tráfego e permanência Poluição Recursos do terminal Suprimentos Reparos Incêndio Comunicações Hospitais Autoridades Feriados municipais TERMINAL DE IMBETIBA Reconhecimento e demanda Pontos característicos Perigos Fundeadouros Maré e corrente de maré Corr. 1-08

19 ÍNDICE (Folheto nº 18/04) XVII Praticagem Tráfego e permanência Poluição Recursos do terminal Suprimentos Reparos Incêndio Comunicações Hospitais... 0 Autoridades... 0 Feriados municipais... 0 PORTO DO FORNO Reconhecimento e demanda... 1 Pontos característicos... 1 Perigos... 1 Áreas reservadas... 1 Fundeadouros... 1 Fundeio proibido... 2 Área de manobra... 2 Maré e corrente de maré... 2 Praticagem... 2 Tráfego e permanência... 2 Poluição... 2 Recursos portuários... 3 Suprimentos... 3 Reparos... 3 Incêndio... 3 Comunicações... 3 Hospitais... 4 Autoridades... 4 Feriados municipais... 4 CAPÍTULO V ATOL DAS ROCAS Reconhecimento e demanda... 7 Pontos característicos... 8 Perigos... 8 Fundeadouro... 8 Ventos... 9 Maré e corrente... 9 Recursos... 9 Área de proteção ambiental... 9 Zona econômica exclusiva... 9 Fauna... 9 ARQUIPÉLAGO DE FERNANDO DE NORONHA Reconhecimento e demanda Pontos característicos Perigos Fundeadouros Clima Maré e corrente Portos Corr. 1-04

20 (Folheto nº 18/04) XVIII ROTEIRO COSTA LESTE Recursos Parque nacional marinho Zona econômica exclusiva Comunicações Autoridades Feriados ARQUIPÉLAGO DE SÃO PEDRO E SÃO PAULO Descrição Perigos Fundeadouros Ventos Maré e corrente Área de proteção ambiental Zona econômica exclusiva Fauna ILHA DA TRINDADE E ILHAS MARTIN VAZ Reconhecimento e demanda Pontos característicos Perigos Fundeadouros Ventos Maré e Corrente Recursos Zona econômica exclusiva Fauna ÍNDICE GEOGRÁFICO ALFABÉTICO Nomes geográficos em ordem alfabética APÊNDICES Vistas da costa (Apêndice I) Tábua de distâncias (Apêndice II) Principais portos e terminais (Apêndice III) Sumário de serviços portuários (Apêndice IV) Corr. 1-04

21 INTRODUÇÃO Propósito O Roteiro da Costa do Brasil tem como propósito complementar as cartas náuticas brasileiras nunca descrevê-las dando aos navegantes subsídios que lhes permitam melhor avaliar as informações das cartas, ao navegar ao longo da costa ou dos canais e nas aterragens, assim como conhecer os regulamentos, recursos e facilidades dos portos e terminais. Na navegação ao longo da costa procura-se mostrar o aspecto geral do litoral, com informações sobre pontos geográficos característicos, estruturas isoladas e auxílios à navegação que permitam identificá-los para determinar a posição do navio, perigos existentes nas rotas usuais, ventos, correntes oceânicas, áreas e atividades de restrição à navegação e rotas mais usuais ou aconselhadas, sempre que possível entre dois portos. Na aterragem, a descrição é feita na seqüência em que os pontos geográficos característicos se tornam visíveis e os perigos existem, até o ponto de fundeio ou embarque de Prático, para os navegantes que se aproximam procedentes das direções mais freqüentes. Quando há mais de um canal navegável, eles são abordados na ordem decrescente de suas importâncias, seguindo-se as informações sobre os perigos existentes nas suas proximidades. Na descrição dos pontos característicos e dos perigos, se a totalidade dos detalhes importantes para o navegante pode ser vista na carta, o ponto ou perigo é mencionado resumidamente, o necessário para sua identificação na carta; se há mais informações disponíveis do que as mostradas na carta, elas são dadas no Roteiro. Sobre os portos e terminais procura-se informar aos navegantes o que eles precisam saber antes da chegada, visando aos aspectos de segurança da navegação, tráfego e permanência, operação e legislação portuárias, reabastecimento e facilidades diversas. Divisão O Roteiro da Costa do Brasil está dividido em três volumes: Costa Norte (DH1-I) Da Baía do Oiapoque ao Cabo Calcanhar. Rios Amazonas, Jari e Trombetas. Rio Pará; Costa Leste (DH1-II) Do Cabo Calcanhar ao Cabo Frio. Ilhas Oceânicas; e Costa Sul (DH1-III) Do Cabo Frio ao Arroio Chuí. Lagoas dos Patos e Mirim. Cada volume é dividido em capítulos. Os capítulos I e II são comuns a todos os volumes. O capítulo I dá informações gerais úteis aos navegantes sobre carta e cartografia, sinalização náutica, navegação, avisos aos navegantes, serviços rádio, praticagem, sinais visuais, busca e salvamento, serviços de alfândega e de vigilância sanitária e regulamentos. O capítulo II contém informações gerais sobre o Brasil, incluindo dados geográficos, meteorológicos e oceanográficos e relações dos principais portos, terminais e serviços portuários

22 2 ROTEIRO COSTA LESTE Os capítulos seguintes dos três volumes abrangem trechos significativos da costa, descritos do Norte para o Sul. São subdivididos em seções, correspondentes, tanto quanto possível, a trechos entre dois portos ou a baías onde estejam localizados portos importantes. Os Roteiros das hidrovias interiores do Brasil, exceto as constantes no Roteiro Costa Norte citado acima, constituem publicações à parte, cada um dividido de acordo com as características da hidrovia. Atualmente há os seguintes Roteiros de hidrovias interiores: Hidrovia Paraguai Paraná. Parte II (DH1-VI) De Assunção a Cáceres. Canal Tamengo; e Hidrovia Tietê Paraná (DH1-VII) Rio Tietê: Da Foz a Anhumas. Rio Paraná: De Jupiá à Foz do Tietê. Rio São José dos Dourados. Canal Pereira Barreto. 1 Referências e unidades As cartas de referência dos textos são normalmente as de maior escala. Quando são citadas várias cartas, a seqüência da apresentação é a mesma da redução das respectivas escalas. As coordenadas geográficas são aproximadas e, quando não especificado, as latitudes são Sul e as longitudes Oeste. Os rumos são verdadeiros, de 000 (Norte) a 360. As marcações são verdadeiras, tomadas do largo, no sentido do movimento dos ponteiros do relógio, quando referentes a setores de visibilidade de faróis, direções de luzes de alinhamentos, direções de pontos conspícuos e direções para evitar perigos. As posições dos pontos característicos podem ser dadas por coordenadas geográficas ou por distância e marcação pela rosa em quartas, a partir do ponto citado como referência. 2 As posições dos perigos podem ser dadas por coordenadas geográficas ou por distância e marcação verdadeira, a partir do ponto citado como referência. As distâncias são expressas em milhas náuticas e décimos de milha. Distâncias pequenas, que requeiram maior precisão, são dadas em metros. As profundidades abaixo de 21 metros são dadas em metros e decímetros; de 21 a 31 metros são aproximadas ao meio metro; e acima de 31 metros são aproximadas ao metro inteiro. Todas são referidas ao nível de redução da carta de maior escala. As altitudes são dadas em metros acima do nível de referência indicado no título da carta As alturas das estruturas são dadas em metros e correspondem à distância vertical entre a base e o tope da estrutura. As direções dos ventos são dadas pela rosa em quartas e correspondem àquelas de onde eles sopram. As direções das correntes oceânicas e de marés são dadas pela rosa em quartas e correspondem àquelas para onde elas fluem. As velocidades dos ventos são expressas em nós ou na escala Beaufort. As velocidades das correntes são expressas em nós.

23 As temperaturas são dadas em graus centígrados. INTRODUÇÃO 3 A hora usada é a hora legal, sendo dada por quatro algarismos, de 0000 a 2400, os dois primeiros correspondendo às horas e os seguintes aos minutos. Quando é necessário mencionar a hora média de Greenwich, esta é seguida da abreviatura HMG. Os números com quatro algarismos entre parênteses após os nomes de faróis, faroletes e aerofaróis referem-se aos respectivos números de ordem na Lista de Faróis, Brasil. Correções O folheto quinzenal Avisos aos Navegantes publica em sua Seção IV.3 as correções permanentes ou atualizações que devem constar de imediato no Roteiro. Estas correções devem ser lançadas no texto, à tinta ou coladas, e registradas no quadro Registro de Correções, de acordo com as instruções nele contidas. Para facilitar o lançamento das correções, as linhas do texto são numeradas na margem externa da página, a cada múltiplo de. O folheto quinzenal Avisos aos Navegantes também pode distribuir folhas com grandes correções, para substituição ou inserção. 1 A folha substituta contém toda a matéria da folha a ser substituída mais as correções publicadas nos folhetos quinzenais Avisos aos Navegantes e outras ainda não divulgadas. Sua numeração é igual à da folha substituída acrescida do número seqüencial e ano do folheto quinzenal portador. Exemplo da numeração de uma página de folha substituta: 3 (Folheto nº /03). A folha a ser inserida contém matéria nova ou é utilizada quando há necessidade de ampliar o texto da página anterior. Sua numeração é a da página anterior seguida de uma letra minúscula, em ordem alfabética, e do número seqüencial e ano do folheto quinzenal portador. Exemplo da numeração de uma página de folha a ser inserida: 3a (Folheto nº /03). 2 Sempre que houver uma substituição ou inserção de folha, constará também na margem direita do pé de cada página da folha, no lugar da palavra, uma legenda indicativa do número seqüencial da substituição ou inserção e do ano em que ela ocorreu. Exemplo do pé de uma página de folha substituída pela segunda vez, agora no ano de 03: Corr Sempre que houver uma alteração na paginação, será fornecida com o folheto quinzenal portador uma folha denominada Lista de Páginas Efetivas. Esta folha contém a relação de todas as páginas que o Roteiro deve ter, após a substituição ou inclusão de folhas, e deve ser inserida logo após a Folha de Rosto. 3 O Roteiro deve ser adquirido com todas as Folhas de Correções já publicadas, que são numeradas em seqüência, para controle do utilizador. Colaboração do navegante A Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN) solicita aos navegantes que, no interesse da segurança da navegação, comuniquem ao Centro de Hidrografia da Marinha (CHM) qualquer omissão ou inexatidão encontrada no Roteiro, assim como as divergências existentes entre suas informações e as das cartas náuticas ou as de qualquer outra fonte. 40

24 4 ROTEIRO COSTA LESTE 1 2 Subsídios para a ampliação das informações do Roteiro, baseados no propósito da publicação, também serão muito bem recebidos pelo CHM. Este propósito quase sempre não pode ser alcançado, por absoluta falta de elementos confiáveis, sendo a colaboração do navegante, assim, de valor inestimável para o benefício de todos. Alterações ou irregularidades que afetam a navegação As alterações observadas na área marítima do Brasil e em seus rios e lagoas, tais como novos perigos, sondagens anormais e irregularidades na sinalização náutica ou auxílios eletrônicos à navegação, devem ser informadas com urgência ao CHM, para divulgação aos navegantes. As informações sobre novos perigos assim compreendidos os derrelitos, pedras, altos-fundos, etc. não representados nas cartas náuticas ou não citados nas publicações de auxílio à navegação devem indicar, de forma breve e concisa, a descrição do perigo, a data e a HMG da observação, a posição geográfica do perigo e o método de determinação de sua posição, a carta utilizada e os nomes do navio e do informante. As informações sobre sondagens anormais devem atender ao contido na página 16 deste Roteiro. As irregularidades nos sinais náuticos devem ser informadas sempre que ocorrer uma das seguintes situações: alcance reduzido, apagado, característica irregular, exibindo luz fixa, setor de visibilidade alterado ou obstruído, destruído, fora de posição, à deriva, soçobrado ou desaparecido. Para os sinais luminosos fixos e flutuantes citar o nome do sinal e o seu número de ordem na Lista de Faróis, Brasil. Para os sinais cegos fixos e flutuantes citar o nome do sinal e o seu número de ordem na Lista de Sinais Cegos, Brasil. Em qualquer caso, informar a data e a HMG da observação e os nomes do navio e do informante. As alterações nos auxílios eletrônicos à navegação geralmente são alcance reduzido, fora do ar ou característica irregular. Para os radiofaróis e estações de referência DGPS, citar o nome e o número do radiofarol na Lista de Auxílios-Rádio, Brasil. Para os racons, dar o nome e o número do sinal onde o racon está instalado, de acordo com o parágrafo anterior. As informações urgentes sobre alterações ou irregularidades que afetam a navegação devem ser enviadas, sem ônus de nenhuma taxa, por meio das estações costeiras da Empresa Brasileira de Telecomunicações (EMBRATEL), cujos detalhes de funcionamento constam do Capítulo VIII da Lista de Auxílios-Rádio, Brasil. As informações que não requeiram urgência em sua divulgação podem ser enviadas utilizando a folha de informações anexa ao folheto quinzenal Avisos aos Navegantes.

ROTEIRO COSTA SUL DO CABO FRIO AO ARROIO CHUÍ LAGOAS DOS PATOS E MIRIM DIRETORIA DE HIDROGRAFIA E NAVEGAÇÃO CENTRO DE HIDROGRAFIA DA MARINHA BRASIL

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