ARMAZENAMENTO DE GRÃOS

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1 Armazenamento de Grãos ARMAZENAMENTO DE GRÃOS Após a secagem, os grãos e principalmente o café (café coco, descascado e beneficiado) devem ser armazenados em lugares apropriados, para que não sofram alterações na qualidade inicial. Os lotes de café cereja seco ou café coco podem ser acondicionados em sacos de juta com 30 kg de capacidade ou armazenados a granel em tulhas ou silos. No caso do café armazenado em sacos, estes devem ser empilhados de acordo com a origem ou tipo do produto (Figura 59). O lugar do armazenamento deve estar limpo, abrigado do sol e da chuva, e bem ventilado. A vantagem do uso do saco de juta, como embalagem para qualquer tipo de grãos, é a sua resistência e sua característica de permitir o fechamento das aberturas feitas durante a retirada de amostras. Devido ao grande volume a ser armazenado e ao alto custo da operação de armazenagem convencional, lotes de café em coco podem ser armazenados a granel em silos ou tulhas. Apesar da proteção da casca seca, existe a possibilidade de ocorrência de modificações físicas e químicas, principalmente se os silos não possuem sistemas de ventilação adequados e boa proteção contra umidade e chuvas. Nos países produtores, o café beneficiado, ou café verde, é tradicionalmente armazenado em saco de juta de 60 kg. Da mesma maneira, todos os outros tipos de grãos e cereais produzidos pela agricultura familiar recebem esta forma de tratamento. Mesmo apresentando algumas desvantagens, o armazenamento em sacaria permite a segregação dos lotes (Figura 60), que é um aspecto muito importante, visto que o produto é avaliado, além de outros padrões 73

2 Tecnologias de secagem e armazenagem para a agricultura familiar de qualidade, pela cor, pela variedade, pela origem e, especificamente para o café, pelo tipo e pela prova de xícara. Além do acesso fácil ao lote, a circulação de ar ao redor da pilha, a inspeção fácil e a amostragem são fatores importantes a serem considerados durante o armazenamento de grãos e café em armazéns convencionais. Em geral, as unidades armazenadoras para sacaria apresentam pouco ou nenhum controle das condições ambientais. Apesar disso, é possível manter o produto armazenado, principalmente o café, sem grandes riscos de deterioração por períodos relativamente longos. Figura 59 Detalhes da armazenagem comunitária em sacarias. (Vídeo) Figura 60 Divisão do armazém Comunitário para a segregação de lotes e blocos. Armazenagem convencional em sacos Apesar dos avanços tecnológicos nos últimos anos e da adoção generalizada da armazenagem a granel para grãos em geral, 74

3 Armazenamento de Grãos a quase totalidade do café beneficiado, em países produtores, é tecnicamente armazenada em sacaria e empilhada no armazém. Um saco de 60 kg é uma unidade que pode ser adaptada ao manuseio e à comercialização em pequena escala. O armazenamento a granel apresenta vantagens e desvantagens em comparação com a armazenagem em sacarias. Para a adoção de um ou outro sistema de armazenamento, o agricultor deve compará-los sob vários aspectos, principalmente o econômico. Como vantagens da armazenagem em sacaria podem ser citadas: Oferecer condições para manusear quantidades e tipos de produtos variáveis, simultaneamente. Permitir individualizar produtos dentro de um mesmo lote. Em caso de deterioração localizada, existe a possibilidade de removê-la sem o remanejamento de todo o lote. Menor gasto inicial com a instalação. Como desvantagens, tem-se: Elevado custo da sacaria, que, inevitavelmente, é substituída, por não ser um material permanente. Elevado custo de movimentação, por demandar muita mão-deobra. Necessidade de muito espaço por tonelada estocada. Alguns pontos relativos à construção, que influenciam na utilização do armazém, devem ser criteriosamente observados quando se decide pelo uso de sistemas em sacaria. É, portanto, indispensável: Instalação de portas, em números e locais tecnicamente determinados, de modo que facilite as operações de carga e de descarga. Instalação de portas frontalmente, isto é, no mesmo alinhamento, em paredes opostas. Pé-direito com altura de 6 m (seis metros). Construção de paredes lisas, evitando-se reentrâncias e terminando em "meia cana" junto ao piso e nunca em ângulo 75

4 Tecnologias de secagem e armazenagem para a agricultura familiar reto. Fechamento lateral das paredes, junto ao piso e à cobertura, para evitar o acesso de roedores, pássaros e insetos ao interior do armazém. Colocação de aberturas laterais de ventilação, protegidas por estruturas de telas e com aberturas reguláveis. Instalação de lanternins, tecnicamente dispostos para a boa circulação de ar natural. Utilização de telhas transparentes, para melhorar a iluminação natural (mínimo de 8% da área coberta). Piso impermeável, preferencialmente de concreto e, no mínimo, 40 cm acima do nível do solo. Construção, em cada porta, de marquises para carga e descarga em dias chuvosos. Área do piso projetada em função dos estrados e das ruas principais e secundárias, para o máximo de aproveitamento. Instalação de sistema de prevenção e combate a incêndios. Piso do armazém As características dos materiais empregados na construção e no revestimento do piso devem ser escolhidas com especial atenção, por envolver aspectos técnicos e econômicos ligados, diretamente, à preservação dos produtos agrícolas ou de qualquer outra mercadoria. O principal material empregado na construção do piso é o concreto. Entretanto, em alguns armazéns, principalmente destinados à armazenagem de café, em fazendas, utiliza-se o piso de madeira, cuja construção é suspensa em relação ao nível do solo (Figura 61). Qualquer destes materiais apresenta vantagens e desvantagens: a) Piso de madeira: é um revestimento de boas características no que se refere ao isolamento de calor, podendo evitar grandes oscilações de temperatura dentro dos armazéns. As suas principais desvantagens são o elevado custo, em relação ao concreto, e o fato de não ser um piso impermeável e apresentar 76

5 Armazenamento de Grãos durabilidade reduzida. b) Piso de cimento: atualmente é o piso mais utilizado. Apresenta, sobre o piso de madeira, a vantagem de ser mais barato e ter maior durabilidade. Não é isolante térmico nem impermeável. A impermeabilização deve ser feita com técnicas e produtos apropriados. O emprego de estrados de madeira sobre o piso de concreto, além de oneroso, é compulsório. Figura 61 Detalhes de uma unidade armazenadora na fazenda com piso suspenso. Armazenagem a granel Apesar de pouco comum em propriedades de agricultura familiar, a armazenagem a granel de café beneficiado é um procedimento que vem sendo adotado por produtores com avançado nível tecnológico e algumas empresas com grande mercado de café com características uniformes. Para se ter uma unidade armazenadora a granel de boa qualidade, é necessário a adaptação de ventilação e sistema de termometria, a fim de possibilitar a manutenção do produto em condições ideais de temperatura e umidade (Figura 62). Uma das objeções ao armazenamento de café a granel é a dificuldade de realizar inventários ou quantificar a quantidade de produto estocado. Qualquer pequena variação na densidade aparente do produto pode causar grande erro na avaliação do 77

6 Tecnologias de secagem e armazenagem para a agricultura familiar estoque. Esse fato não se verifica quando o produto é armazenado em sacos que permitem a contagem individual. A importância de se realizar avaliação do estoque reside no alto valor do saco de café, que é, em geral, quinze vezes maior que o mesmo peso do milho. Uma outra grande vantagem do armazenamento do café a granel se refere à possibilidade de mecanização, principalmente para as cooperativas, que poderão diminuir sensivelmente a mão-de-obra para movimentação da sacaria. Figura 62 Silos metálicos com sistema de aeração para armazenagem de café beneficiado. (Palestra) Boas Práticas de Armazenamento Como já mencionado, as condições de armazenamento influenciam diretamente a qualidade final do produto. Portanto, é altamente recomendado: Evitar contaminação cruzada e nunca colocar juntos cafés pergaminho, em coco e beneficiados ou outros tipos de grãos. Separe os produtos acabados dos resíduos ou de qualquer material estranho. Armazenar o produto em armazéns protegidos da água e longe das paredes. Use, se possível, telhado com boas características térmicas, para isolar a radiação solar. 78

7 Armazenamento de Grãos Usar silos limpos, secos e, especialmente para o café, livre de qualquer forma de odor, para evitar contaminação. Em áreas úmidas, manter o produto nos armazéns no tempo mais curto possível, para evitar absorção de água. Armazenar o produto com o teor de umidade um pouco abaixo do nível usual de comercialização (11,5% - café). Assegurar que o piso, telhado e paredes estejam em boas condições de impermeabilização. Fazer um bom projeto para minimizar a transmissão de calor. Evitar o contato do produto com as paredes. Fazer limpeza e desinfecção dos depósitos, tulhas, silos e do armazém. Antes da colheita, fazer uma limpeza em todos os equipamentos e utensílios e nos depósitos onde são guardados. De modo semelhante, manter limpos e higienizados todos os equipamentos e utensílios que serão usados na pós-colheita. A remoção de todos os resíduos de grãos, poeiras, detritos e materiais estranhos da safra anterior é uma prática de higiene que nunca deve ser esquecida. Lavador hidráulico de alta pressão, compressores de ar e aspirador de pó são equipamentos indicados para facilitar a limpeza. Toda a área de armazenamento deve ser mantida livre dos resíduos de limpeza para evitar a presença de insetos, roedores e pássaros. Se possível, queimar ou enterrar todo o produto da limpeza longe da área de armazenamento. Uma revisão completa deve ser feita nos telhados, dutos e galerias, para evitar vazamentos e/ou má drenagem. As paredes, assoalhos e telhados devem ser mantidos secos e livres de condensação. A área de armazenamento deve ser livre de roedores, morcegos e pássaros (evite também a presença de animais domésticos) e, periodicamente, tratar toda a área e fazer uma desinfecção com produtos oficialmente recomendados. 79

8 Tecnologias de secagem e armazenagem para a agricultura familiar Paletes quebrados, material danificado ou qualquer outro material fora de uso devem ser removidos para fora das áreas de armazenamento e beneficiamento. A aplicação de inseticida constitui um complemento de boas práticas de higiene. Os inseticidas objetivam a eliminação de qualquer forma ou estágio do inseto no ambiente de armazenamento e cria barreiras contra a entrada de invasores. Assim, depois de uma limpeza geral, pulverização com inseticida, com efeito residual, devidamente aprovado pelo Ministério da Agricultura, deve ser feita. Produtos infestados com insetos devem ser separados e expurgados, para eliminação de todas as suas formas. Preferencialmente, as áreas externas devem ser pavimentadas e limpas, livres de materiais imprestáveis ou fora de uso. Na área externa da unidade armazenadora, atenção especial deve ser dada ao aparecimento eventual de vegetação, que pode ser usada como abrigo ou alimento para insetos, roedores ou qualquer tipo de pragas. Quando presente, deve ser imediatamente eliminada. As áreas externas devem ser bem iluminadas e com as lâmpadas longe do armazém, para reduzir a presença de insetos perto das portas de entrada. As calçadas ou áreas de trabalho devem ser livres e limpas, para facilitar o controle de pragas. Quaisquer práticas de higiene que garantam alta qualidade do produto são recomendadas. Assim: Mantenha os equipamentos limpos. Remova, diariamente, os resíduos de limpeza para longe dos equipamentos e utensílios de limpeza. Verifique os defeitos que impedem uma limpeza adequada ou que acumule sujeiras. Eles devem ser substituídos ou consertados quando necessário. As caixas ou balaios para colheita, equipamentos e utensílios devem ser higienizados diariamente. Se mantidos fora da 80

9 Armazenamento de Grãos unidade armazenadora, devem ser higienizados antes de serem usados novamente. Os terreiros devem ser higienizados antes que um novo lote de produto seja posto para secar. Todas as áreas perto do secador e da fornalha devem ser mantidas limpas para facilitar livre acesso e não servir como fonte de contaminação. Tais procedimentos evitam acidentes, corrosão das partes metálicas e contaminação dos produtos a serem secos. Inspecione regularmente toda a unidade de armazenagem, verificando a população de pragas ou contaminação por animais domésticos. Estabeleça um programa de controle de pragas efetivo. Mantenha em arquivos todos os registros de inspeção, relatórios e as ações corretivas. (Palestra) Construção dos Silos Escolha e preparação do local O local para a construção de silos, em fazendas, deve ser de fácil acesso e, preferencialmente, próximo à unidade de beneficiamento dos grãos. No caso de café, deve-se verificar a seqüência operacional da unidade de preparo, secagem e beneficiamento. O ideal é que a construção seja realizada sob uma área coberta, possibilitando a carga e descarga independentes das condições climáticas, além de permitir melhor proteção do produto armazenado. Os silos apresentados neste trabalho têm capacidade para armazenar 60 sacos de 60 kg e, segundo a necessidade, o agricultor poderá construir silos maiores ou vários pequenos silos, lado a lado. Além de atender a necessidade de armazenagem, deve optar por uma dimensão tal que o custo por tonelada de produto armazenado seja cada vez menor. Quanto maior o silo, menor é o custo por tonelada estocada. Apesar de mais caro, vários silos pequenos proporcionam maior opção de manejo da safra 81

10 Tecnologias de secagem e armazenagem para a agricultura familiar armazenada; no caso do café, pode-se facilmente armazenar o produto por classes diferenciadas. Na impossibilidade de construir uma cobertura (componente altamente importante, Figura 63), os silos podem ser construídos ao ar livre. No entanto, as mesmas condições de preparo do local devem ser observadas, ou seja, o terreno deve ser plano, bem drenado, bem limpo e arejado, evitando-se locais próximos a árvores; se o piso não for cimentado, deve ser feita uma boa compactação, para o caso de descarga por gravidade (Figura 64). Caso o silo seja construído diretamente sobre o solo (Figura 65), deve-se ter maior cuidado na construção da base, que deve ser bem impermeabilizada. A construção de um silo tem início com a marcação e o posicionamento do elemento de sustentação do silo (parede para o silo com descarga central ou base circular para o silo secador ou silo armazenador com diâmetro superior a 2,50 m) - Figura 66. Figura 63 Sistema de silos secadores sob cobertura de proteção. 82

11 Armazenamento de Grãos Figura 64 Silo armazenador, com descarga central (modelo UFV). (Vídeo) Figura 65 Silo secador, com descarga lateral (modelo UFV). 83

12 Tecnologias de secagem e armazenagem para a agricultura familiar Figura 66 Bases dos silos: a) descarga central e b) silo secador armazenador. Silo Armazenador com Descarga Central Paredes de Sustentação As paredes, ou a base de sustentação dos silos, devem ser construídas em terreno compactado com tijolos maciços e sobre um alicerce de concreto (verificar as condições do solo para dimensionar e construir o alicerce). Para silos de 60 sacos, as paredes ou a base de sustentação devem ter as dimensões mostradas na Figura 66a. A argamassa para a construção das paredes ou base deve ter o traço (1,5:6:2) ou 1,5 parte de cimento, para seis partes de areia e duas partes de terra de barranco peneirada. Quando da marcação e construção das paredes do silo com descarga central, deve-se buscar uma posição no terreno que facilite a retirada do produto. As paredes podem ser rebocadas com o mesmo traço usado para assentamento dos tijolos (1:6:2). Após a construção, as paredes ou a base devem ter as configurações mostradas pela Figura 67. No caso de silos maiores e com descarga central, pode-se optar pelas paredes de sustentação como mostrado na Figura

13 Armazenamento de Grãos Figura 67 Parede de sustentação do silo com descarga central (3,5 t). Figura 68 Paredes de sustentação para silos maiores com descarga central. Laje de sustentação com abertura para descarga Na construção do silo com descarga central, deve-se fundir uma laje em concreto armado (Figura 57) com ferragem de 3/8 de polegada nas dimensões de 2,20 x 2,20 x 0,07 m (silo de 3,5 t). No caso de silos maiores, a laje deve ser 0,40 m superior ao diâmetro externo do silo. Deve-se utilizar concreto com traço de 1:3:3, isto é, uma parte de cimento para três partes de areia lavada e três partes de brita nº1. A laje poderá ser fundida em dois segmentos (facilidade de manejo), preferencialmente, em uma área limpa e plana. Caso não se disponha dessa área, a laje poderá ser contínua e construída da maneira convencional, diretamente sobre as paredes. 85

14 Tecnologias de secagem e armazenagem para a agricultura familiar O local para a construção da laje deve ser marcado nas dimensões especificadas, e uma forma de madeira deverá ser construída (Figura 69). Nesta é mostrada uma régua central, que divide a laje ao meio, facilitando seu transporte até as paredes de sustentação. Na construção de silos maiores, podem-se confeccionar vários segmentos de lajes, para diminuir o esforço e facilitar a sua colocação nas paredes de suporte do silo. No segmento central ou no meio da divisão da laje, para silos com descarga central, um elemento circular com 150 a 200 mm de diâmetro deixará um furo central na laje. É por esse furo que o produto será descarregado. Se as divisões forem feitas por meio de ripas, a espessura destas deverá ser considerada na largura final da laje, mantendo cada metade com 1,10 x 2,20 m no caso do silo pequeno. Todas as marcações devem ser bem feitas, para evitar correções futuras e assegurar que o furo fique no centro da laje. Para a confecção dos segmentos de lajes devem-se usar nove vergalhões de 3/4 com 2,15 m e oito vergalhões de 3/8 com 1,05 m. Os vergalhões maiores devem ser amarrados transversalmente aos menores com arame recozido, procurando manter uma distância de 12 a 28 cm, respectivamente, entre eles. Para fundir a laje, a ferragem deve ser apoiada no fundo da forma, colocando-se sobre esta uma pequena camada de concreto. Puxa-se um pouco a ferragem, de modo que esta fique, aproximadamente, a 1 cm da base da laje. Aconselha-se colocar antes da concretagem uma forração com plástico ou papel no fundo da forma, para facilitar a retirada da laje. Terminada a concretagem, aguarda-se pelo menos cinco dias para desenformar a laje, que deve ser molhada duas vezes ao dia, durante esse período. Após esta etapa, a laje pode ser retirada e colocada sobre as paredes de sustentação (Figura 70). 86

15 Armazenamento de Grãos Figura 69 - Laje para sustentação do silo com descarga central. No caso de se construírem dois ou mais silos, lado a lado, os segmentos de lajes devem ser colocados como mostrado na Figura 70. Pela figura, vê-se que a laje foi colocada sobre as paredes de sustentação, de forma que ocupasse apenas a metade da área de apoio de uma delas, ou seja, o comprimento do segmento da laje teria apenas 2,00 m. Esse procedimento faz com que uma parede seja usada para sustentar dois silos, reduzindo o custo por tonelada armazenada. Antes da colocação da laje sobre as paredes, deve-se colocar uma camada de argamassa no mesmo traço utilizado para o assentamento de tijolos (1,5;6:2), para dar melhor ajuste e fixação à laje sobre a parede. Figura 70 Vista geral dos segmentos de laje sobre as paredes de sustentação. 87

16 Tecnologias de secagem e armazenagem para a agricultura familiar Armação de tela O esqueleto de sustentação do silo é construído basicamente de uma armação feita com tela de arame (para cercado) e vergalhões e serve para facilitar a construção e dar resistência, evitando o rompimento da parede do silo. A tela recomendada é aquela feita com arame nº 14 e malha igual ou menor que 50 mm. Como dito anteriormente, os modelos de silos propostos neste trabalho têm capacidade de armazenar até 4 toneladas de produto (60 sacos de milho ou café). Nessa condição, a tela deverá ter as dimensões de 1,80 x 6,30 m (11,4 m 2 ), conforme indica a Figura 59. Separadamente, devem-se preparar cinco pedaços de arame liso (ovalado) com comprimento de 6,4 m e oito vergalhões de 6,35 mm (1/4 ) com comprimento de 1,8 m. Os arames lisos, numa etapa posterior, serão utilizados na construção de aros, que ficarão dispostos ao redor da tela, no sentido de sua largura, dandolhe a forma cilíndrica. Com a tela aberta (Figura 72), atravessa-se em suas malhas os oito vergalhões, no sentido da largura da tela, distanciados, aproximadamente, 0,80 m. O primeiro vergalhão deve ser colocado a uns 0,40 m das extremidades da tela. A finalidade destes vergalhões é de sustentar verticalmente a armação de tela (Figura 72). Após a colocação dos vergalhões, como mostrado na figura, faz-se a costura da tela, isto é, a união de suas extremidades. Para realizar a costura da tela, basta retirar o último arame, aproximar as duas extremidades de modo que os vértices das malhas fiquem alternados e inserir novamente o arame retirado entre elas (Figura 73). Terminada a costura, unem-se as pontas do arame costurador com aquelas das extremidades da tela. A partir desse ponto, a armação está pronta para receber os cinco arames ovalados que serão colocados horizontalmente e entre as malhas da tela, de modo a dar o formato cilíndrico à armação da tela. Estes arames devem ser distribuídos de tal modo que fique um em cada extremidade e os outros três distanciados de 0,50 m, aproximadamente. As duas extremidades devem ter 5 cm a mais, para que o aro fique no diâmetro correspondente da armação. A Figura 74 mostra os detalhes da amarração desses arames. 88

17 Armazenamento de Grãos Na amarração não deve ficar nenhuma ponta de arame para dentro do esqueleto cilíndrico. Esta observação é muito importante, pois é por dentro do aramado que ficará a lona plástica que dará impermeabilidade e envolverá o produto a ser armazenado; em hipótese alguma, esta lona poderá ser danificada, a fim de que não comprometa a hermeticidade e a conservação do produto no silo. Para concluir a armação do silo, faz-se um corte longitudinal ao longo de uma mangueira plástica (3/4 ) com 6,3 m de comprimento, adaptando-a e fixando-a, por meio de arame, na extremidade superior da armação (Figura 75). Figura 71 Especificação e dimensões da tela para construção dos silos (60 sacos). Figura 72 Disposição dos vergalhões de sustentação vertical da tela. 89

18 Tecnologias de secagem e armazenagem para a agricultura familiar Figura 73 Detalhe da costura da tela ou armação da parede do silo. Figura 74 Aro em arame ovalado para formação circular da parede. Figura 75 Vista geral da armação metálica para formação da parede do silo. 90

19 Armazenamento de Grãos Dispositivo de descarga O dispositivo de descarga do silo é simples. Pode ser feito com tubo de PVC com tampão ou constituído de um pedaço de câmara de ar usada (pneu de caminhão) e de um pequeno aro de vergalhão. Para construí-lo, corta-se a câmara com aproximadamente 60 cm de comprimento numa parte que não contenha furos. Com um vergalhão de ¼ e com 0,8 m de comprimento, constrói-se um anel que deve ser colocado internamente numa das extremidades do pedaço de câmara de ar (Figura 76). Faz-se um furo, com o diâmetro da câmara de ar, no centro da lona plástica e adapta-se o dispositivo de descarga, fazendo com que parte da câmara fora da lona passe pelo furo da laje. A descarga pode também ser adaptada, como descrito no próximo item. Figura 76 - Segmento de câmara de ar para construção da descarga do silo. Lona de Revestimento Interno A lona de revestimento interno é necessária para a construção da parede do silo, sendo responsável pela proteção temporária do produto armazenado, principalmente durante a primeira vez que o silo é usado. É através dela que o silo se torna impermeável, isto é, o produto não deverá estar em contato direto com o meio ambiente, para reduzir o seu metabolismo. A lona deve ser nova, de boa qualidade e estar em perfeito estado, ou seja, não deve apresentar perfurações. Para segurança, devem-se usar duas camadas de lona plástica, de 6x6 m cada, para o silo em questão. Para o preparo das lonas, deve-se obedecer aos seguintes passos: Abrir uma lona em local limpo e com cuidado, para não perfurá-la. 91

20 Tecnologias de secagem e armazenagem para a agricultura familiar Unir dois lados da lona, interna e externamente, com fita adesiva, de maneira a formar um tubo (manter um transpasso de 10 cm como na Figura 77). Repetir a operação com a segunda lona. Introduzir uma lona dentro da outra de forma a fazer um tubo com parede dupla. Adaptar o dispositivo de descarga a uma das extremidades do tubo formado segundo o passo anterior (Figura 77). Pode-se também fazer um furo central nas lonas e adaptar o diapositivo de descarga. Para o silo com ventilação (que será visto mais adiante) não é necessário fechar a extremidade das lonas, basta acomodá-las convenientemente dentro da estrutura de tela. Montagem do silo com descarga central A armação telada é colocada sobre a laje (Figura 78) e a lona plástica dentro da armação, de modo a revesti-la internamente. A extremidade vedada (com o dispositivo de descarga) deve ficar dentro do furo central da laje. Observar que o comprimento da lona deve ser maior que a altura do silo, para que, depois de cheio com o produto a ser armazenado, se possa fechar o produto, como se dentro de um grande saco (Figura 79). Figura 77 Montagem da lona plástica com o tubo de descarga. 92

21 Armazenamento de Grãos Figura 78 Estrutura de tela sobre a laje de sustentação para o silo de descarga central. Figura 79 Detalhe da lona no interior da estrutura de tela sobre a laje. 93

22 Tecnologias de secagem e armazenagem para a agricultura familiar Carga do silo Qualquer tipo de grão, como milho, arroz, feijão, soja, café, etc., pode ser armazenado no silo com descarga central ou sem aeração. Entretanto, dois pontos devem ser observados: Teor de umidade do produto: qualquer que seja o grão, antes de ser armazenado, deve passar por uma secagem prévia, para retirar o excesso de umidade que veio do campo (o silo com ventilação servirá como secador e armazenador). Para realizar a secagem do produto para o armazenamento no silo com descarga central, pode-se usar qualquer tipo de secador ou mesmo o terreiro. O importante é que o produto não esteja com teor de umidade acima de 12%. Umidades elevadas, em silos sem ventilação adequada, facilitam o desenvolvimento rápido de microrganismos e conseqüente deterioração com possível perda total do produto. Teor de impureza do produto: pedaços de palhas, cascas, folhas, pedras, pó etc. favorecem os agentes de deterioração e, no caso de silo com ventilação, causa redução no fluxo de ar e ineficiência do silo secador. Portanto, para que se tenha sucesso com o armazenamento em silos, o produto deve estar limpo e isento de pragas. Ressalta-se, novamente, a importância dos cuidados necessários para não perfurar a lona plástica; esta deve estar bem ajustada à armação de tela, com o excesso enrolado na parte superior e pelo lado de fora. O sistema de descarga deve permanecer fechado, para não escoar produto. O excesso de lona tem a finalidade de permitir um bom fechamento do silo logo após o enchimento (Figura 80). 94

23 Armazenamento de Grãos Figura 80 Detalhe do carregamento e fechamento do silo antes de confeccionar a parede. Revestimento externo do silo Os modelos de silos aqui apresentados só serão revestidos externamente quando já estiverem completamente cheios e vedados. Isso se deve ao fato de o conjunto lona plástica/produto armazenado servir como anteparo interno para a aplicação da argamassa que formará a parede do silo. Esta argamassa, com traço de 1:6:2 (cimento:areia:terra peneirada), tem a finalidade de dar proteção à lona plástica, para que não venha a ser perfurada por qualquer agente externo, e proteger completamente o produto armazenado. A argamassa é aplicada à semelhança da técnica de estuque e terá uma espessura de aproximadamente 2,5 centímetros quando acabada, devendo receber uma pintura para revestimento externo. Para a safra seguinte ou após o esvaziamento do silo, a lona plástica deverá ser cuidadosamente removida e recolocada depois da aplicação do revestimento interno de argamassa no traço 1:6:2 e pintura interna à semelhança da externa. Após este procedimento o silo estará definitivamente construído. As Figuras 81, 82, 83 e 84 ilustram o acabamento do silo. 95

24 Tecnologias de secagem e armazenagem para a agricultura familiar Figura 81 Formação da parede. Figura 82 Aspecto final da parede. Figura 83 Vista lateral e detalhe da descarga. Figura 84 Vista geral e da cobertura plástica. (Vídeo) 96

25 Armazenamento de Grãos Silo Secador-Armazenador Caso se queira adaptar um sistema de ventilação para transformar o sistema em silo secador-armazenador, deve-se construir a câmara plenum ou o fundo falso antes de construir o silo propriamente dito. Para isso, faz-se uma base, como mostrado na Figura 85. O silo secador do nosso exemplo tem a mesma capacidade de armazenamento que o silo com descarga central, ou seja, 2,00 m de diâmetro e 1,80 m de altura. Como o sistema de ventilação (ventilação e fundo perfurado) tem custo elevado em comparação ao custo total do silo, aconselha-se que ele seja construído com diâmetros maiores (entre 3,00 e 4,00 m) e com mesma altura do silo anterior. Caso queira construir silos com ventilação com altura superior a 1,80 m, recomenda-se que o novo projeto seja feito por um especialista. Um ventilador que forneça pelo menos 2 m 3.min.de ar.m -3 de grãos deve ser adaptado ao sistema. Pode-se também adaptar um único ventilador de maior capacidade. A fim de fornecer ar ambiente aos vários silos para a operação de secagem ou aeração. Figura 85 Base do silo secador com detalhes do fundo perfurado e ventilador. Material necessário para construção do silo Arame de aço ovalado e arame recozido. Areia brita nº 1 e cimento (ver tabela). Câmara de ar usada (pneu de caminhão) ou tubulação de PVC. Será usado para descarga do produto. 97

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