Impermeabilização de túnel com geomembrana de PVC

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Impermeabilização de túnel com geomembrana de PVC"

Transcrição

1 RESUMO Para atender ao plano de recuperação da Estação da Luz (TM) no centro da cidade de São Paulo e visando facilitar o deslocaento dos usuários dos serviços de transporte de assa, a Copanhia Paulista de Trens Metropolitanos, TM, decidiu executar u projeto aplo na região que te coo pontos principais ua galeria de interligação entre a Estação da Luz (trens) e a Estação Luz do Metrô. O objetivo é facilitar o acesso aos usuários dos dois sisteas de transporte, por eio de u túnel (trecho LK) e construir u saguão subterrâneo sob a Estação da Luz (trecho LK). ALEXANDRE MATSUDA CARLOS EDUARDO PIRES DA FONSECA ROBERTO KAZUO HASHIMOTO ENGENHEIROS DA SANSUY S/A IND. DE PLÁSTICOS VICTOR EDUARDO PIMENTEL ENGENHEIRO DA OBER S/A IND. E COM. ROBERTO KOCHEN DIRETOR TÉCNICO DA GEOCOMPANY TECNOLOGIA, ENGE NHARIA & MEIO AMBIENTE; PROFESSOR DA ESCOLA POLITÉC NICA DA USP E DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE ENGENHA RIA DE CONSTRUÇÕES CIVIS DO INSTITUTO DE ENGENHARIA O túnel LK está sendo construído por u consórcio constituído pelas epresas Augusto Velloso, Telar e Tejofran, co projeto da Figueiredo Ferraz/ Protran. U dos pontos principais desta obra é a sua ipereabilização, por eio da utilização de ua geoebrana de PVC co espessura de ilíetros, protegida por dois geotêxteis nãotecidos, u e cada face, envolvendo totalente o túnel. Esta solução é inédita no Brasil, apesar de bastante utilizada e outros países, principalente na Europa. DETALHES CONSTRUTIVOS GERAIS A galeria de interligação foi escavada no sistea cut and cover, até ua profundidade de aproxiadaente 0 etros, suportada por estacas cravadas no solo e ua parede interediária de blocos ou de concreto arado dependendo do trecho entre as estacas. A Caso de obra: execução da ipereabilização de túnel (trecho LK) co geoebrana de PVC, trabalho que faz parte das obras do Projeto Integração Centro e execução na cidade de São Paulo que irá fazer a interligação subterrânea da Estação da Luz (TM) co a Estação Luz do Metrô de São Paulo Ipereabilização de túnel co geoebrana de PVC ENGENHARIA/00 8

2 estrutura do túnel é constituída por ua parede de concreto arado co cerca de 60 centíetros de espessura, ua laje de teto e u piso tabé de concreto arado. Nas paredes a geoebrana de PVC é protegida por dois geotêxteis nãotecidos, u e cada face, e instalada entre a parede diafraga e a parede estrutural do túnel de 60 centíetros de espessura. No piso, a geoebrana está sendo instalada sobre ua base de concreto regularizado e posteriorente protegida por ua caada de argaassa de cerca de centíetros, para e seguida receber o concreto arado estrutural que vai copor o piso. No teto a geoebrana está sendo instalada sobre a laje do túnel, previaente regularizada, e, na seqüência, recebe ua caada de proteção ecânica de argaassa tabé de centíetros antes da vala ser reaterrada. (ver figura ) CARACTERÍSTICAS DOS GEOSSINTÉTICOS EMPREGADOS Fora epregados três tipos de geossintéticos nesta obra confore detalhado a seguir. ) Geoebrana de PVC Foi utilizada ua geoebrana de PVC (cloreto de polivinila) na espessura de ilíetros obtida pelo processo de calandrage, ulticaada, co forulação adequada para atender o eorial técnico do projeto baseado na nora suiça SIA 80, específica para obras enterradas, co alguas alterações solicitadas pelo fabricante da geoebrana e aprovadas pela TM. ) Geocoposto Obtido pelo acoplaento de ua geoebrana de PVC co espessura de ilíetros co u geotêxtil nãotecido de polipropileno de 00 g/² e ua das faces. (ver tabela ) A utilização do geocoposto foi ua das alterações solicitadas na especificação inicial para redução de ãodeobra, ua vez que o geotêxtil nãotecido externo não precisa ais ser fixado sobre a geoebrana porque já ve acoplado. O forneciento do geocoposto está sendo feito e painéis préconfeccionados e fábrica, nas diensões ais adequadas para cada local, e tabé e bobinas de.00 ilíetros, onde painéis aiores não podia ser aplicados por questão de TESTE ESPECIFICAÇÃO TM. Espessura.0 ±%. Alongaento na Ruptura a Tração A) Geoebrana B) Geocoposto. Dobraento a Baixa Teperatura. Deforação Após Ciclo Térico. Resistência das Eendas B) Solda Cunha de Prata 6. Índice de Proteção Contra o Incêndio. Mínio 00% (Não reforçado) Mínio 0% (Reforçado) Não roper até 0ºC. Menor que.0%, se bolhas A ruptura deve anifestarse externa à eendas, se fissura ne descolaento das duas peças unidas Autoextingüível e classe de incêndio V/ RESULTADOS =.0 6 =.07 =.0 7 =. =. 8 =. =. 9 =. =. P =. Longitudinal C 0 = 6. =0. = 0. 9 =6. 0 =. Transversal =. 6 =7. 8 = 0. =96. =7. 8 Longitudinal = =9.88 = 0. 6 =00. =0. Transversal = 87. =8. = 96.6 =9. =88.7 Longitudinal (Frente) C C C (Avesso) C C C 6 Longitudinal =. 0 =. 0 =. 0 Transversal =+. =+. =+. Teperatura Abiente C C C Acondicionado a 0ºC C Teperatura Abiente C C C Acondicionado a 0ºC C Tepo de queia (s) =. =. =. =. =. Área Carbonizada () = 0 =6 = = =6 Tabela Características físicas do geocoposto MÉDIA MÉTODO OBSERVAÇÃO =.7 DIN 70 =8.7% SIA 80/ = 9.96% =99.98 SIA 80/ Distância inicial de 00 devido ao taanho da aostra ser insuficiente = 89.7 Satisfaz =.0% =+.% ASTM D 790* ASTM D0 ASTM D0 Satisfaz SIA 80/ Satisfaz SIA 80/ =.s California Fire Marshal (Sall scale paragraph 7.) P = C *Aparelho do ensaio de ipacto co adequação para dobraento. Corpos de prova co diensões x00 Distância entre garras 00 Distância entre garras 00 6 ENGENHARIA/00 8

3 Figura Seção esqueática do sistea de ipereabilização peso ou dificuldade de fixação. O processo de eenda e fábrica para obtenção dos painéis é a terofusão por eio de áquina de cunha quente. ) Geotêxtil O geotêxtil nãotecido é epregado no presente caso coo eleento de proteção da geoebrana de PVC, sendo eleento iprescindível para o bo funcionaento do sistea. A proteção da geoebrana na presente aplicação é bastante iportante no sentido de evitar eventuais danos ecânicos decorrentes do processo executivo dos túneis. Outro fator iportante que se deve ressaltar está ligado ao tipo de políero que copõe a estrutura do geotêxtil, devido ao fato do eso estar e contato direto co concreto. No presente caso o geotêxtil utilizado é coposto de fibras 00% polipropileno, políero altaente resistente aos fenôenos de reação do concreto durante o período de cura. O eprego do geotêxtil inadequado coloca e risco o desepenho do sistea de proteção, pois o eso pode sofrer degradação acelerada devido ao processo de hidrólise que ataca políeros coo o poliéster, por exeplo. Outros parâetros físicos e ecânicos fora respeitados, segundo especificação técnica do projetista. Os parâetros físicos e ecânicos do geotêxtil nãotecido epregado estão apresentados na tabela. Acessórios Fora epregados diversos acessórios para conferir aior confiabilidade a ipereabilização visto tratarse de obra de grande responsabilidade e anutenção onerosa. A seguir vaos descrever os principais acessórios que faze parte do processo de ipereabilização da obra. Juntas water stop São perfis de PVC soldados na geoebrana a cada 0 etros, visando segentar a ipereabilização e setores para confinar eventuais vazaentos e liitar a área a ser retrabalhada. Após a concretage da parede estrutural do túnel, estes perfis fica engastados no concreto por eio de suas aletas e fora ua barreira a passage da água. As juntas water stop são copostas por dois perfis de PVC co aletas de,0 centíetro para o engastaento no concreto. Os perfis são previaente soldados a ua faixa de geoebrana de PVC de igual coposição da geoebrana principal, espessura ilíetros e largura de 00 ilíetros. O copriento destas juntas é de, etros e a união seqüencial das esas é feita co solda por terofusão e aplicação de astique de PVC. (ver figura ) Canal para injeção Coo a instalação das juntas water stop, obedece o Físicas Mecânicas Propriedades Tabela Características físicas do geotêxtil critério de 00 ² de área confinada ou 0 etros lineares entre duas juntas, o que for enor, são instalados tubos de PVC de diâetro / transpassando as paredes de concreto e cada setor, para futura anutenção co injeção de vedante quando necessário. Perfis de aluínio Na interligação do túnel LK co a estrutura já existente da Estação Luz do Metrô, definiuse que a geoebrana de PVC devia ser fixada ecanicaente, para não se correr o risco de penetração de água por eio desta união que te coo eleento principal u perfil chato de aluínio de / por ilíetros de largura, fixado por parafusos à estrutura antiga. MÉTODO DE INSTALAÇÃO Piso Material As geoebranas de PVC, co espessura noinal de ilíetros, são fornecidas e rolos ou painéis présoldados de 0 etros de copriento por,0 etro ou,76 etros de largura, respectivaente, co geotêxtil de 00 g/² acoplado. A solda de fábrica co centíetros é feita por terofusão e testada confore plano de inspeção de qualidade de fabricação credenciado pela nora ISO 900. Instalação ) preparação das superfícies: o contrapiso deverá estar lipo, seco, isento de pontas de ferro, adeiras ou outros ateriais contundentes, os cantos e udanças de ângulos deverão estar arredondados e eiacana, raio aproxiado de 8 centíetros; ) caada aortecedora: sobre o contrapiso preparado nas condições acia é colocado o geotêxtil de 00 g/², co sobre Nora Graatura ABNT NBR 68 Espessura Noinal ABNT NBR 69 Resistência à Tração e Faixa Larga Resistência ao Rasgo Trapezoidal ABNT NBR 8 ASTM D T L Unidades Valores g/ 00, 6 kn/ 8 % >70 kn/ 7 % >70 T N 70 L N 800 Resistência ao Puncionaento ABNT NBR 9, 9 Resistência à Tração Tipo "Grab" ASTM D 6 Resistência ao Estouro ASTM D 786 T L N 600 % >60 N 0 % >60 Mpa, 9 ENGENHARIA/00 8 7

4 posição de 0 centíetros, o geotêxtil é fornecido e rolos de, x 00 de copriento, o geotêxtil sobe nas verticais cerca de 0 centíetros; ) geoebrana: a geoebrana de PVC co espessura noinal de ilíetros, e rolos ou painéis, é colocada sobre a caada aortecedora e soldadas entre painéis por eio de cunha de prata aquecida e áquina autoática de teperatura controlada a área de sobreposição e solda é de, centíetros de largura, a área de piso é de 0,0 etros e são utilizados três painéis présoldados de,76 etros, u rolo de,0 etro (abos co geotêxtil acoplado) e duas faixas de 0,0 etro nas laterais (se geotêxtil), totalizando 0,8 etros; ) teste de ar: todas as eendas feitas na obra são testadas co ar copriido para garantir a estanqueidade (pressão kg/c²), por eio de bico de ilíetros de diâetro, confore plano de inspeção de qualidade (caso seja detectada ua falha de eenda o trecho é novaente soldado co soprador de ar quente e o teste é refeito) neste trecho ainda é colocado u reforço de geoebrana de 0,8 ilíetro, soldado co ar quente; ) proteção ecânica: sobre o geocoposto é lançada ua caada de argaassa de ciento e areia co traço : e espessura de centíetros, onolítica (a proteção ecânica pára a 0 centíetros das laterais para peritir a posterior soldage da geoebrana das paredes co a do piso e após este procediento a proteção ecânica é copletada forando u rodapé de centíetros). Parede Material As geoebranas de PVC co espessura noinal de ilíetros são fornecidas e rolos de,0 Figura Seção esqueática locação de juntas etro de largura co geotêxtil de 00 g/² acoplado. Para atender a fora de aplicação que prevê a instalação de juntas waterstop na laje do piso e na laje de cobertura, serão utilizadas faixas de 0,80 etro de largura, se geotêxtil, nos extreos. O consuo de geoebrana e geotêxtil nas paredes é cerca de 0% a ais devido às irregularidades provocadas pelos pilares. Instalação ) preparação das superfícies: a superfície deve estar lipa, seca, isenta de pontas de ferro, adeiras ou outros ateriais contundentes para a geoebrana; ) caada aortecedora: o geotêxtil é fixado na parede de blocos de concreto, de fora a obterse a conforação das colunas e o forneciento do geotêxtil é feito e rolos de, x 00 de copriento; ) geoebrana: prieira faixa de 0,80 etro de largura é parafusada nas laterais de cada coluna, de fora a obterse a conforação das esas e o sistea de fixação utilizado é coposto por parafuso de aço zincado de 8 x 0, arruela de aço zincado de diâetro externo 0 ilíetros e bucha plástica nº 8 [esta fixação é feita no extreo da borda superior, as geoebranas de largura,0 etro colocadas acia da prieira faixa são erguidas por eio de talhas anuais e roldanas que perite o exato posicionaento de sobreposição de 0 centíetros à geoebrana anterior para soldage, a solda e ua faixa de no ínio centíetros é feita por eio de sopradores de ar quente e rolete de silicone de fora a obterse a perfeita união entre as geoebranas, após a execução da solda acia é feito u selaento co astique de PVC aplicado nas bordas (considerandose que o diâetro da arruela de fixação é de 0 ilíetros e a sobreposição é de 00 ilíetros, tereos ua área livre para solda de 80 ilíetros nestes pontos singulares)]; ) Teste de ar para verificação da estanqueidade: todas as eendas feitas na obra são testadas co ar copriido (pressão > kg/c²) por eio de bico de ilíetros de diâetro, confore plano de inspeção de qualidade (caso seja detectada falha, o trecho é novaente soldado co soprador de ar quente e o teste é refeito). Neste trecho ainda é colocado u reforço de geoebrana de 0,80 ilíetro soldado co ar quente. Juntas waterstop Locais de aplicação: a) étodo parede de blocos laterais, piso e texto; b) étodo concreto oldado piso e teto. Material As juntas waterstop são copostas por dois perfis de PVC co duas aletas cada co altura de, centíetro, co garras. Para peritir a fixação e aderência ao concreto, os perfis são previaente soldados a ua faixa de PVC de igual coposição da geoebrana, co espessura ilíetros e largura de 0 centíetros. O copriento destas juntas é de, etros e a união Serviços de ipereabilização de túnel co geoebrana de PVC na Estação da Luz (TM), cidade de São Paulo 8 ENGENHARIA/00 8

5 seqüencial das esas é feita co solda de ar quente e astique de PVC. Instalação ) parede de blocos: as juntas waterstop são instaladas por eio de solda de ar quente, confore segue: sentido longitudinal (quatro juntas, duas inferiores instaladas nas paredes esquerda e direita a aproxiadaente 60 centíetros acia do contrapiso e duas superiores a aproxiadaente 0 centíetros abaixo da superfície externa da laje de cobertura); sentido transversal (ua junta instalada a cada 0 ou etros, adequandoa e função dos pilares e do acesso à estação; a união das interseções entre as juntas recebe astique à base de PVC, de fora a garantir a perfeita estanqueidade nestes pontos). Poços e tubos de drenage Para estas áreas serão préconfeccionadas peças de geoebrana de PVC, de fora a revestilas totalente, se eendas feitas no local. Os sisteas de proteção deve obedecer ao projeto. Teste das eendas de capo As eendas de capo deverão ser efetuadas por equipaento de cunha de prata aquecida, co cordão de solda siples de largura ilíetros no piso/teto e soldage anual por eio de soprador de ar quente e rolete de pressão de borracha nas paredes, co cordão de solda de 0 ilíetros de largura. Todas as eendas de instalação na obra, deverão ser testadas se exceção ediante aplicação de ar copriido co pressão entre Kgf/c² a 6 Kgf/c², por eio de bico co diâetro de saída de ilíetros, perpendicularente ao copriento da solda. O jato de ar copriido deverá ser dirigido à interface da eenda. Neste tipo de teste eventuais falhas na solda são facilente detectadas pelo levantaento da aba da geoebrana co a pressão de ar e tabé pelo ruído que o ar provoca na área afetada. As áreas que exige reparos, deverão ser claraente identificadas co arcação adequada para devidas providências, confore procediento de reparo estabelecido. CONSIDERAÇÕES FINAIS A obra de ipereabilização das valas da rua Mauá e Pinacoteca (LK ) encontrase e fase final de execução (concretagen da laje de teto) e apresentando bons resultados, se apresentar infiltrações no interior da estrutura. Agradecientos À Copanhia Paulista de Trens Metropolitanos, TM, e ao Consórcio Augusto Velloso/Telar/Tejofran por autorizare a publicação destes resultados. REFERÊNCIAS. Nora adotada no projeto: Nora Suíça SIA 80 para obras enterradas.. Obra siilar na Europa: Ipereabilização da Estação Baixo Chiado do Metrô de Lisboa, Portugal. ENGENHARIA/00 8 9

6 0 ENGENHARIA/00 8

da da Luz (CPTM, São Paulo) Roberto Kochen Diretor Técnico da USP

da da Luz (CPTM, São Paulo) Roberto Kochen Diretor Técnico da USP Método Construtivo DA ESTAÇÃO e DA LUZ Impermeabilização da Estação da Luz (CPTM, São Paulo) Roberto Kochen Diretor Técnico GeoCompany Tecnologia, Engenharia e Meio Ambiente Prof. Dr., Escola Politécnica

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SUMÁRIO CONTEÚDO PG.. Cabos Elétricos e Acessórios 02.1. Geral 02.2. Noras 02.3. Escopo de Forneciento 02 T-.1. Tabela 02.4. Características Construtivas 04.4.1. Aplicação 04.4.2. Diensionaento 04.4.3.

Leia mais

Simulado 2 Física AFA/EFOMM 2012. B)30 2 m. D)50 2 m. 1 P r o j e t o F u t u r o M i l i t a r w w w. f u t u r o m i l i t a r. c o m.

Simulado 2 Física AFA/EFOMM 2012. B)30 2 m. D)50 2 m. 1 P r o j e t o F u t u r o M i l i t a r w w w. f u t u r o m i l i t a r. c o m. Prof. André otta - ottabip@hotail.co Siulado 2 Física AFA/EFO 2012 1- Os veículos ostrados na figura desloca-se co velocidades constantes de 20 /s e 12/s e se aproxia de u certo cruzaento. Qual era a distância

Leia mais

Tubos Jaquetados e com Isolamento

Tubos Jaquetados e com Isolamento www.swagelok.co s Jaquetas e co Isolaento Características Disponíveis nos taanhos 1/4" a " e 6 a 12 e aço inoxidável 316/316L e cobre s e aço inoxidável co e se costura Jaqueta e PVC para baixa teperatura

Leia mais

XRV 1000 SD5 XRW 1000 SD5 XRXS 566 XRYS 557 / 577 OEM OILTRONIX. Atlas Copco Compressores de Ar Portáteis Maior produtividade em todas as situações

XRV 1000 SD5 XRW 1000 SD5 XRXS 566 XRYS 557 / 577 OEM OILTRONIX. Atlas Copco Compressores de Ar Portáteis Maior produtividade em todas as situações Atlas Copco Copressores de Ar Portáteis Maior produtividade e todas as situações XRV 1000 SD5 XRW 1000 SD5 XRXS 566 XRYS 557 / 577 OEM OILTRONIX A Atlas Copco é líder undial e copressores de ar portáteis,

Leia mais

Conheça nossos produtos e soluções hidráulicas. Conte com a nossa parceria.

Conheça nossos produtos e soluções hidráulicas. Conte com a nossa parceria. Hydro Z Unikap atua na construção civil, e instalações hidráulicas prediais, residenciais, coerciais e industriais, co ais de il itens produzidos confore as noras vigentes, garantindo total segurança na

Leia mais

NPT 024 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS PARA ÁREAS DE DEPÓSITOS

NPT 024 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS PARA ÁREAS DE DEPÓSITOS Outubro 2011 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 024 Sistea de chuveiros autoáticos para áreas de depósitos CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 01 Nora de Procediento Técnico 104páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 Objetivo

Leia mais

1ª LISTA DE DINÂMICA E ESTÁTICA. está inicialmente em repouso nas coordenadas 2,00 m, 4,00 m. (a) Quais são as componentes da

1ª LISTA DE DINÂMICA E ESTÁTICA. está inicialmente em repouso nas coordenadas 2,00 m, 4,00 m. (a) Quais são as componentes da Universidade do Estado da Bahia UNEB Departaento de Ciências Exatas e da Terra DCET I Curso de Engenharia de Produção Civil Disciplina: Física Geral e Experiental I Prof.: Paulo Raos 1 1ª LISTA DE DINÂMICA

Leia mais

Estudo da Resistividade Elétrica para a Caracterização de Rejeitos de Minério de Ferro

Estudo da Resistividade Elétrica para a Caracterização de Rejeitos de Minério de Ferro Estudo da Resistividade Elétrica para a Caracterização de Rejeitos de Minério de Ferro Hector M. O. Hernandez e André P. Assis Departaento de Engenharia Civil & Abiental, Universidade de Brasília, Brasília,

Leia mais

Manipulação, Armazenamento, Comercialização e Utilização de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP)

Manipulação, Armazenamento, Comercialização e Utilização de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) É ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO DE OPERAÇÕES DE DEFESA CIVIL Departaento de Proteção Contra Incêndio, Explosão e Pânico NORMA TÉCNICA n. 28/2008 Manipulação,

Leia mais

Cabo Foreplast BWF Flexível 750V

Cabo Foreplast BWF Flexível 750V Cabo Foreplast BWF Flexível 7V Devido à sua flexibilidade, os cabos Foreplast BWF flexíveis são recoendados para fiações de quadros e painéis, alé das instalações fixas de construção civil. : Cobre nu,

Leia mais

SALTO CAXIAS UM PROBLEMA DE FLUTUAÇÃO NA COROA POLAR EVIDENCIADO PELO AGMS

SALTO CAXIAS UM PROBLEMA DE FLUTUAÇÃO NA COROA POLAR EVIDENCIADO PELO AGMS SALTO CAXIAS UM PROBLEMA DE FLUTUAÇÃO NA COROA POLAR EVIDENCIADO PELO AGMS Pedro Massanori Sakua, Álvaro José Noé Fogaça, Orlete Nogarolli Copel Copanhia Paranaense de Energia Paraná Brasil RESUMO Este

Leia mais

Questão 46. Questão 48. Questão 47. alternativa E. alternativa A. gasto pela pedra, entre a janela do 12 o piso e a do piso térreo, é aproximadamente:

Questão 46. Questão 48. Questão 47. alternativa E. alternativa A. gasto pela pedra, entre a janela do 12 o piso e a do piso térreo, é aproximadamente: Questão 46 gasto pela pedra, entre a janela do 1 o piso e a do piso térreo, é aproxiadaente: A figura ostra, e deterinado instante, dois carros A e B e oviento retilíneo unifore. O carro A, co velocidade

Leia mais

APLICAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM COMO CAMADA DE SEPARAÇÃO E PROTEÇÃO DE MANTA IMPERMEÁVEL NA ESTAÇÃO DAS CLÍNICAS DO METRÔ

APLICAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM COMO CAMADA DE SEPARAÇÃO E PROTEÇÃO DE MANTA IMPERMEÁVEL NA ESTAÇÃO DAS CLÍNICAS DO METRÔ APLICAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM COMO CAMADA DE SEPARAÇÃO E PROTEÇÃO DE MANTA IMPERMEÁVEL NA ESTAÇÃO DAS CLÍNICAS DO METRÔ Autor: Departamento Técnico - Atividade Bidim Colaboração: Rogério Ferrarezi Busch

Leia mais

Prismas, Cubos e Paralelepípedos

Prismas, Cubos e Paralelepípedos Prisas, Cubos e Paralelepípedos 1 (Ufpa 01) Ua indústria de cerâica localizada no unicípio de São Miguel do Guaá no estado do Pará fabrica tijolos de argila (barro) destinados à construção civil Os tijolos

Leia mais

Armazenagem de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis

Armazenagem de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bobeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 27/2004 Arazenage de Líquidos Inflaáveis e Cobustíveis SUMÁRIO ANEXOS

Leia mais

Armazenagem de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis

Armazenagem de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bobeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 27/2004 Arazenage de Líquidos Inflaáveis e Cobustíveis SUMÁRIO ANEXOS

Leia mais

3.3. O Ensaio de Tração

3.3. O Ensaio de Tração Capítulo 3 - Resistência dos Materiais 3.1. Definição Resistência dos Materiais é u rao da Mecânica plicada que estuda o coportaento dos sólidos quando estão sujeitos a diferentes tipos de carregaento.

Leia mais

Recomenda-se que os requisitos gerais desta Norma sejam adequados pela autoridade competente à legislação específica local.

Recomenda-se que os requisitos gerais desta Norma sejam adequados pela autoridade competente à legislação específica local. AGO 2000 NBR 14570 ABNT Associação Brasileira de Noras Técnicas Instalações internas para uso alternativo dos gases GN e GLP - Projeto e execução Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 28º andar CEP

Leia mais

b) Dalton proporções definidas. c) Richter proporções recíprocas. d) Gay-Lussac transformação isobárica. e) Proust proporções constantes.

b) Dalton proporções definidas. c) Richter proporções recíprocas. d) Gay-Lussac transformação isobárica. e) Proust proporções constantes. APRFUDAMET QUÍMIA 2012 LISTA 9 Leis ponderais e voluétricas, deterinação de fórulas, cálculos quíicos e estudo dos gases. Questão 01) A Lei da onservação da Massa, enunciada por Lavoisier e 1774, é ua

Leia mais

www.gardipool.be O conceito único em piscinas de madeira

www.gardipool.be O conceito único em piscinas de madeira www.gardipool.be O conceito único e piscinas de adeira 2 GardiPool é u conceito único e piscinas baseado nos nossos anos de experiência na indústria adeireira. É u produto totalente integrado desde a árvore

Leia mais

F. Jorge Lino Módulo de Weibull MÓDULO DE WEIBULL. F. Jorge Lino

F. Jorge Lino Módulo de Weibull MÓDULO DE WEIBULL. F. Jorge Lino MÓDULO DE WEIBULL F. Jorge Lino Departaento de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Rua Dr. Roberto Frias, 4200-465 Porto, Portugal, Telf. 22508704/42,

Leia mais

COMO CONSTRUIR UM GALINHEIRO MÓVEL

COMO CONSTRUIR UM GALINHEIRO MÓVEL COMO CONSTRUIR UM GALINHEIRO MÓVEL Alessandra Maria da Silva, Med. Veterinária, MSc Incaper Linhares-ES Eduardo Ferreira Sales, Engº Agrícola, MSc Incaper Linhares-ES Márcia Neves Guelber Sales, Med. Veterinária,

Leia mais

Aula 6 Primeira Lei da Termodinâmica

Aula 6 Primeira Lei da Termodinâmica Aula 6 Prieira Lei da Terodinâica 1. Introdução Coo vios na aula anterior, o calor e o trabalho são foras equivalentes de transferência de energia para dentro ou para fora do sistea. 2. A Energia interna

Leia mais

Centro Universitário Anchieta Engenharia Química Físico Química I Prof. Vanderlei I Paula Nome: R.A. Gabarito 4 a lista de exercícios

Centro Universitário Anchieta Engenharia Química Físico Química I Prof. Vanderlei I Paula Nome: R.A. Gabarito 4 a lista de exercícios Engenharia Quíica Físico Quíica I. O abaixaento da pressão de vapor do solvente e soluções não eletrolíticas pode ser estudadas pela Lei de Raoult: P X P, onde P é a pressão de vapor do solvente na solução,

Leia mais

Hidrômetros de Interiores

Hidrômetros de Interiores Hidrôetros de Interiores ETK ETW Hidrôetros de Chuveiro e Banheira Hidrôetros de Pia Hidrôetros de Torneira Seis soluções copletas co nosso hidrôetro onojato universal de ou de copriento Hidrôetros Ebutidos

Leia mais

*Revestimentos de acabamentos ou decorativos de ligante sintético. ROLOS 50m. 20cm. 40cm. 100cm 6. 100cm. 100cm

*Revestimentos de acabamentos ou decorativos de ligante sintético. ROLOS 50m. 20cm. 40cm. 100cm 6. 100cm. 100cm 45 Rede Fibra de vidro Rede Fibra Vidro ROLOS 50 alha () gr./² altura quant.. 580 400 002 100 2.8x2.8 60 4 *Revestientos de acabaentos ou deativos de ligante sintético. ROLOS 50 580 400 003 100 4x5.5 75

Leia mais

MATERIAIS BÁSICOS PARA INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

MATERIAIS BÁSICOS PARA INSTALAÇÕES ELÉTRICAS IFSC- JOINVILLE SANTA CATARINA DISCIPLINA DESENHO TÉCNICO CURSO ELETRO-ELETRÔNICA MATERIAIS BÁSICOS PARA INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 2011.2 Prof. Roberto Sales. MATERIAIS BÁSICOS PARA INSTALAÇÕES ELÉTRICAS A

Leia mais

PESO OPERACIONAL MÁXIMO POTÊNCIA LÍQUIDA DO MOTOR

PESO OPERACIONAL MÁXIMO POTÊNCIA LÍQUIDA DO MOTOR PESO OPERACIONAL MÁXIMO POTÊNCIA LÍQUIDA DO MOTOR 21190kg 172HP Diensões e ilíetros Copriento da esteira sobre o solo Copriento total do chassi Largura do Chassi Largura da áquina co sapatas de 50 Largura

Leia mais

ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 5 2. ORIENTAÇÃO DE CONSULTA À NORMA... 5 3. TERMINOLOGIA E DEFINIÇÕES... 6

ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 5 2. ORIENTAÇÃO DE CONSULTA À NORMA... 5 3. TERMINOLOGIA E DEFINIÇÕES... 6 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMA TÉCNICA DE DISTRIBUIÇÃO NTD NORMA TÉCNICA DE DISTRIBUIÇÃO NTD-0 ÍNDICE. INTRODUÇÃO... 5. ORIENTAÇÃO DE CONSULTA À NORMA... 5 3. TERMINOLOGIA E DEFINIÇÕES...

Leia mais

Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE Coordenação Geral de Infraestrutural Educacional CGEST

Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE Coordenação Geral de Infraestrutural Educacional CGEST Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE Coordenação Geral de Infraestrutural Educacional CGEST MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO PADRÃO PARA COBERTURA DE QUADRA POLIESPORTIVA

Leia mais

100m. aprox. 5m. Legenda. Detalhes croquis / anotações. Desenhos: PLANTA DO TÉRREO ELEVAÇÃO DOS EDIFÍCIOS PLANTA TÉRREO

100m. aprox. 5m. Legenda. Detalhes croquis / anotações. Desenhos: PLANTA DO TÉRREO ELEVAÇÃO DOS EDIFÍCIOS PLANTA TÉRREO Térreo: Meça e desenhe as diensões principais e eleentos que observar na planta. Preste atenção no edifício e divisão de lotes, entradas, canteiros, obiliário urbano, diensões livres do passeio, etc. Elevação

Leia mais

OS PRIMEIROS PASSOS DA CONFIABILIDADE NA MANUTENÇÃO DOUGLAS LINO MARCHALEK ENGº ELETRICISTA - UTFPR ANTONIO WOTECOSKI ENGº ELETRICISTA - UTFPR

OS PRIMEIROS PASSOS DA CONFIABILIDADE NA MANUTENÇÃO DOUGLAS LINO MARCHALEK ENGº ELETRICISTA - UTFPR ANTONIO WOTECOSKI ENGº ELETRICISTA - UTFPR OS PRIEIROS PASSOS DA CONFIABILIDADE NA ANUTENÇÃO DOUGLAS LINO ARCHALEK ENGº ELETRICISTA - UTFPR ANTONIO WOTECOSKI ENGº ELETRICISTA - UTFPR APRESENTAÇÃO CONSIDERAÇÕES E QUESTIONAENTOS O PRIEIRO PASSO EXEPLO

Leia mais

07. Obras célebres da literatura brasileira foram ambientadas em regiões assinaladas neste mapa:

07. Obras célebres da literatura brasileira foram ambientadas em regiões assinaladas neste mapa: 6 FUVEST 09/0/202 Seu é Direito nas Melhores Faculdades 07. Obras célebres da literatura brasileira fora abientadas e regiões assinaladas neste apa: Co base nas indicações do apa e e seus conhecientos,

Leia mais

CAPÍTULO 3 INSTALAÇÃO DAS GEOMEMBRANAS POLIMANTA

CAPÍTULO 3 INSTALAÇÃO DAS GEOMEMBRANAS POLIMANTA 32 CAPÍTULO 3 INSTALAÇÃO DAS GEOMEMBRANAS POLIMANTA 1. Introdução Este capítulo tem por objetivo informar e recomendar os procedimentos corretos a serem adotados na instalação da POLIMANTA, não se tratando,

Leia mais

Cálculo da Velocidade na Secção de Medida

Cálculo da Velocidade na Secção de Medida DIMENSIONAMENTO DAS UNIDADES DE MISTURA RÁPIDA E LENTA Dados do Projeto Vazão: 1,0 /s Mistura rápida: Calha Parshall Mistura lenta: Sistea de floculação hidráulico ou ecanizado 1. Diensionaento da Calha

Leia mais

BARRACA BÁSICA ESPECIFICAÇÃO

BARRACA BÁSICA ESPECIFICAÇÃO INSTRUÇÁO NORMATIVA / DIRETORIA DE ABASTECIMENTO BARRACA BÁSICA ESPECIFICAÇÃO IN / D Abst / C1 II no 0041 201 1 SUMÁRIO 1. OBJETIVO... I 2. NORMAS CONIPLENIENTARES... I 3. CARACTER~STICAS GERAIS... 2 4.

Leia mais

HISTÓRICO DA IMPERMEABILIZAÇÃO NO METRO DE SÃO PAULO. HUGO CÁSSIO ROCHA METRÔ -SP hcrocha@metrosp.com.br

HISTÓRICO DA IMPERMEABILIZAÇÃO NO METRO DE SÃO PAULO. HUGO CÁSSIO ROCHA METRÔ -SP hcrocha@metrosp.com.br HISTÓRICO DA IMPERMEABILIZAÇÃO NO METRO DE SÃO PAULO HUGO CÁSSIO ROCHA METRÔ -SP hcrocha@metrosp.com.br SUMÁRIO 1. Introdução 2. Anos 70 -Linha 1 -Azul- Sistemas impermeabilizantes 3. Anos 80 Linha 3 Vermelha-

Leia mais

CADERNO GERAL DE ESPECIFICAÇÕES DOS MOBILIÁRIOS ITEM 1 MESAS ORGÂNICAS/GAVETEIROS/CONEXÕES/MESA REUNIÃO ITEM 1.1 MR1200 -MESA DE REUNIÃO REDONDA cor ARGILADimensões mínimas: 1200X740 mm Tampo Mesa autoportante

Leia mais

Building Services. Circuladores para sistemas de aquecimento, sanitários e refrigeração Série ECOCIRC TLC FLC

Building Services. Circuladores para sistemas de aquecimento, sanitários e refrigeração Série ECOCIRC TLC FLC Circuladores para sisteas de aqueciento, sanitários e refrigeração Série ECOCIRC TLC FLC Série Ecocirc TLC FLC O otivo da escolha A vasta gaa de circuladores da ITT Lowara é a sua prieira escolha devido

Leia mais

APLICAÇÃO DE GEOWEB EM REVESTIMENTO DE CANAL AEROPORTO INTERNACIONAL GUARULHOS SP

APLICAÇÃO DE GEOWEB EM REVESTIMENTO DE CANAL AEROPORTO INTERNACIONAL GUARULHOS SP APLICAÇÃO DE GEOWEB EM REVESTIMENTO DE CANAL AEROPORTO INTERNACIONAL GUARULHOS SP Autor: Departamento Técnico - Atividade Bidim Distribuidor: Ramalho Comercial Ltda. PERÍODO 2006/2007 Revisado ABRIL 2011

Leia mais

REVESTIMENTO DEFACHADA. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I

REVESTIMENTO DEFACHADA. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I REVESTIMENTO DEFACHADA Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I FUNÇÕES DO REVESTIMENTO DE FACHADA Estanqueida de Estética CONDIÇÕES DE INÍCIO

Leia mais

PC160LC-7B ESCAVADEIRA HIDRÁULICA. POTÊNCIA NO VOLANTE 111 1 HP (82,4 kw) @ 2200 rpm PESO OPERACIONAL 17000 kg. CAPACIDADE DA CAÇAMBA 0,65-1,2 m 3

PC160LC-7B ESCAVADEIRA HIDRÁULICA. POTÊNCIA NO VOLANTE 111 1 HP (82,4 kw) @ 2200 rpm PESO OPERACIONAL 17000 kg. CAPACIDADE DA CAÇAMBA 0,65-1,2 m 3 POTÊNCI NO VOLNTE 111 1 HP (82,4 kw) @ 2200 rp PESO OPERCIONL 17000 PC160LC-7 CPCIDDE D CÇM 0,65-1,2 3 O odelo ostrado pode incluir equipaentos opcionais ESCVDEIR HIDRÁULIC Escavadeira Hidráulica PC160LC-7

Leia mais

UHE Igarapava Como o monitoramento do entreferro evitou danos de grande monta no gerador

UHE Igarapava Como o monitoramento do entreferro evitou danos de grande monta no gerador UHE Igarapava Coo o onitoraento do entreferro evitou danos de grande onta no gerador utores: Raiundo Jorge Ivo Metzker, CEMIG Marc R. Bissonnette, VibroSystM ndré Tétreault, VibroSystM Jackson Lin, VibroSystM

Leia mais

Escavadeiras Hidráulicas 312C 312C L

Escavadeiras Hidráulicas 312C 312C L Escavadeiras Hidráulicas 312C 312C L Pesos Peso e Operação* 13.140 kg 28.970 lb Motor Modelo do Motor 3064 T Caterpillar Potência Bruta 70 kw 94 hp Potência no Volante 67 kw 90 hp Mecaniso do Giro Torque

Leia mais

QY60K WORLD CLASS TRUCK CRANE. 60 t. 42m. 58m GUINDASTE TELESCÓPICO HIDRÁULICO. Capacidade Máxima MÁX. Altura Máxima de Elevação da Lança Telescópica

QY60K WORLD CLASS TRUCK CRANE. 60 t. 42m. 58m GUINDASTE TELESCÓPICO HIDRÁULICO. Capacidade Máxima MÁX. Altura Máxima de Elevação da Lança Telescópica GUINDASTE TELESCÓPICO HIDRÁULICO QY6K WORLD CLASS TRUCK CRANE Capacidade Máxia MÁX 6 t Altura Máxia de da Telescópica MÁX 2 Altura Máxia de Telescópica + JIB MÁX 5 Distribuidor Exclusivo QY6K GUINDASTE

Leia mais

AVALIAÇÃO DO MODELO DE TRANSFORMADORES EM FUNÇÃO DA FREQUÊNCIA

AVALIAÇÃO DO MODELO DE TRANSFORMADORES EM FUNÇÃO DA FREQUÊNCIA Universidade de Brasília Faculdade de Tecnologia Departaento de Engenaria Elétrica AVALIAÇÃO DO MODELO DE TANSFOMADOES EM FUNÇÃO DA FEQUÊNCIA Por Alexandre de Castro Moleta Orientador: Prof.Dr. Marco Aurélio

Leia mais

JCB Multicarregadora Telescópica 531-70 DIMENSÕES ESTÁTICAS ALTURA MÁX. DE ELEVAÇÃO: Dimensões em m. Dimensões em m 531-70 531-70 2.49 0.

JCB Multicarregadora Telescópica 531-70 DIMENSÕES ESTÁTICAS ALTURA MÁX. DE ELEVAÇÃO: Dimensões em m. Dimensões em m 531-70 531-70 2.49 0. CARGA MÁX. ÚTIL ALTURA MÁX. DE ELEVAÇÃO: 3.1 Ton. 7 Metros DIMENSÕES ESTÁTICAS Diensões e 531-70 Diensões e 531-70 A Altura total 2.49 H Altura ao solo 0.40 B Largura total (aos pneus)* 2.23 Raio de virage

Leia mais

Recomendações para elaboração de projetos estruturais de edifícios em aço

Recomendações para elaboração de projetos estruturais de edifícios em aço 1 Av. Brigadeiro Faria Lima, 1685, 2º andar, conj. 2d - 01451-908 - São Paulo Fone: (11) 3097-8591 - Fax: (11) 3813-5719 - Site: www.abece.com.br E-mail: abece@abece.com.br Av. Rio Branco, 181 28º Andar

Leia mais

GUINDASTE PARA TERRENO ACIDENTADO - SRC 350. Capacidade de 35 toneladas

GUINDASTE PARA TERRENO ACIDENTADO - SRC 350. Capacidade de 35 toneladas GUINDASTE PARA TERRENO ACIDENTADO - SRC 0 01 Produto internacional desenvolvido co a colaboração de especialistas de dois países, baseado na platafora de R&D China e nos Estados Unidos; A lança totalente

Leia mais

FÍSICA DADOS. 10 v som = 340 m/s T (K) = 273 + T( o C) s = 38) 27) Q = mc T = C T 39) i = 30) U = Q τ 42) 31) Instruções:

FÍSICA DADOS. 10 v som = 340 m/s T (K) = 273 + T( o C) s = 38) 27) Q = mc T = C T 39) i = 30) U = Q τ 42) 31) Instruções: FÍSICA DADOS 9 N. g = 0 k 0 = 9,0 0 s C 8 c = 3,0 0 v so = 340 /s T (K) = 73 + T( o C) s 0) d = d 0 + v 0 t + at 4) E p = gh 6) 0) v = v 0 + at 5) E c = v 03) v = 04) T= f 05) 0 PV P V = 38) T T V = k0

Leia mais

Talhas Elétricas de Corrente Troles Elétricos e Manuais

Talhas Elétricas de Corrente Troles Elétricos e Manuais Talhas Elétricas de orrente Troles Elétricos e Manuais Talha Elétrica de orrente odestar Talha Elétrica de orrente odestar ap. No.( t) *Vel. Elevação Motor (P) Trao correntes ap. No.( t) *Vel. Elevação

Leia mais

ESCAVADEIRA HIDRÁULICA SOBRE ESTEIRAS JS220 LONGO ALCANCE

ESCAVADEIRA HIDRÁULICA SOBRE ESTEIRAS JS220 LONGO ALCANCE PESO OPERACIONAL MÁXIMO: 23.742 POTÊNCIA DO MOTO: 128 kw (172HP) DIMENSÕES, COM A MÁQUINA PARADA Diensões e ilíetros A Copriento da esteira sobre o solo B Copriento total do chassi C Vão livre - contrapeso

Leia mais

IT - 22 ARMAZENAGEM DE LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS

IT - 22 ARMAZENAGEM DE LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS IT - 22 ARMAZENAGEM DE LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS SUMÁRIO ANEXO 1 Objetivo A - Tabelas de distanciaentos 2 Aplicação B - Detalhe de arruação de arazenage fracionada 3 Referências Norativas e Bibliográficas

Leia mais

VESTIBULAR 2012.1 2 a FASE - 2ºDIA FÍSICA E QUÍMICA

VESTIBULAR 2012.1 2 a FASE - 2ºDIA FÍSICA E QUÍMICA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ COMISSÃO EXECUTIVA DO VESTIBULAR VESTIBULAR 2012.1 2 a FASE - 2ºDIA FÍSICA E QUÍMICA APLICAÇÃO: 12 de DEZEMBRO de 2011 DURAÇÃO: 04 HORAS INÍCIO: 09h00in TÉRMINO: 13h00in

Leia mais

Modificação da Rugosidade de Fibras de Carbono por Método Químico para Aplicação em Compósitos Poliméricos

Modificação da Rugosidade de Fibras de Carbono por Método Químico para Aplicação em Compósitos Poliméricos Modificação da Rugosidade de Fibras de Carbono por Método Quíico para Aplicação e Copósitos Poliéricos Liliana Burakowski Departaento de Física, ITA Mirabel C. Rezende Divisão de Materiais, Instituto de

Leia mais

Soluções em manejo florestal eficiente.

Soluções em manejo florestal eficiente. Soluções e anejo florestal eficiente. Leveza Utiliza ateriais co alta resistência e chapas de espessura reduzida, oferecendo baixo peso e garantindo aior capacidade de carga. Baixo Custo Laço de angueiras

Leia mais

Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE Coordenação Geral de Infraestrutural Educacional CGEST

Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE Coordenação Geral de Infraestrutural Educacional CGEST Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE Coordenação Geral de Infraestrutural Educacional CGEST MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO PADRÃO PARA QUADRA POLIESPORTIVA COBERTA COM

Leia mais

lwarflex Manta asfáltica

lwarflex Manta asfáltica 8 lwarflex Manta asfáltica Manta impermeabilizante pré-fabricada à base de asfalto modificado com polímeros estruturada com poliéster pré-estabilizado. É necessário fazer proteção mecânica para proteção

Leia mais

Estado do Rio Grande do Sul PREFEITURA MUNICIPAL DE ESTAÇÃO

Estado do Rio Grande do Sul PREFEITURA MUNICIPAL DE ESTAÇÃO MEMORIAL DESCRITIVO 1. DADOS GERAIS: 1.1. Proprietário: Município de Estação/RS CNPJ: 92.406.248/0001-75 1.2. Obra: Cobertura Metálica da Escola Municipal de Ensino Fundamental Pedro Cecconelo 1.3. Local:

Leia mais

UMA HEURÍSTICA PARA RESOLUÇÃO DO PROBLEMA DE CARREGAMENTO DE CONTAINER

UMA HEURÍSTICA PARA RESOLUÇÃO DO PROBLEMA DE CARREGAMENTO DE CONTAINER Pesquisa Operacional na Sociedade: Educação, Meio Aente e Desenvolviento 2 a 5/09/06 Goiânia, GO UMA HEURÍSTICA PARA RESOLUÇÃO DO PROBLEMA DE CARREGAMENTO DE CONTAINER E. Vendraini Universidade Estadual

Leia mais

Construção Civil. Impermeabilização e Injeção

Construção Civil. Impermeabilização e Injeção Construção Civil Impermeabilização e Injeção Membranas moldadas in loco Vantagens da aplicação moldada in loco Agilidade na aplicação Requer cota mínima Aplicado a frio Molda-se perfeitamente ao substrato

Leia mais

A Unicamp comenta suas provas COMISSÃO PERMANENTE PARA OS VESTIBULARES

A Unicamp comenta suas provas COMISSÃO PERMANENTE PARA OS VESTIBULARES A Unicap coenta suas provas COMISSÃO PERMANENTE PARA OS VESTIBULARES As questões de Física do Vestibular Unicap versa sobre assuntos variados do prograa (que consta do Manual do Candidato). Elas são foruladas

Leia mais

2 O Preço Spot de Energia Elétrica do Brasil

2 O Preço Spot de Energia Elétrica do Brasil 2 O Preço Spot de Energia Elétrica do Brasil Inicialente, vai se expor de ua fora uita sucinta coo é criado o preço spot de energia elétrica do Brasil, ais especificaente, o CMO (Custo Marginal de Operação).

Leia mais

Estudo do comportamento de interfaces de geomembranas e concreto para impermeabilização de túneis e obras subterrâneas

Estudo do comportamento de interfaces de geomembranas e concreto para impermeabilização de túneis e obras subterrâneas Estudo do comportamento de interfaces de geomembranas e concreto para impermeabilização de túneis e obras subterrâneas Paula Maia Ribeiro Avesani Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São

Leia mais

Programa de Pós-Graduação em Eng. Mecânica. Introdução aos ciclos de refrigeração

Programa de Pós-Graduação em Eng. Mecânica. Introdução aos ciclos de refrigeração Nov/03 Prograa de Pós-Graduação e Eng. Mecânica Disciplina: Siulação de Sisteas Téricos Introdução aos ciclos de refrigeração Organização: Ciclo de Carnot Ciclo padrão de u estágio de copressão Refrigerantes

Leia mais

ANEXO 2 - ESPECIFICAÇÕES PADRONIZADAS - INSTRUÇÃO 005 DE 22/03/2012

ANEXO 2 - ESPECIFICAÇÕES PADRONIZADAS - INSTRUÇÃO 005 DE 22/03/2012 1 71.05.00.001305034 CADEIRA em polipropileno, monobloco, sem apoio braco, na cor branca, uso interno ou externo, capacida carga maxima 150 Kg. CADEIRA, em polipropileno, monobloco, sem apoio braco, na

Leia mais

Aparelho de elevação ABS 5 kn

Aparelho de elevação ABS 5 kn 1 597 0503 PT 01.2013 pt Instruções de ontage e de serviço Tradução das instruções originais www.sulzer.co Instruções de ontage e de serviço Instruções de ontage e de serviço para aparelho de elevação

Leia mais

DNIT MANUAL DE CUSTOS RODOVIÁRIOS VOLUME 4 COMPOSIÇÕES DE CUSTOS UNITÁRIOS DE REFERÊNCIA OBRAS DE CONSTRUÇÃO RODOVIÁRIA TOMO 2

DNIT MANUAL DE CUSTOS RODOVIÁRIOS VOLUME 4 COMPOSIÇÕES DE CUSTOS UNITÁRIOS DE REFERÊNCIA OBRAS DE CONSTRUÇÃO RODOVIÁRIA TOMO 2 DNIT MANUAL DE CUSTOS RODOVIÁRIOS VOLUME 4 COMPOSIÇÕES DE CUSTOS UNITÁRIOS DE REFERÊNCIA OBRAS DE CONSTRUÇÃO RODOVIÁRIA TOMO 2 OBRAS DE ARTE ESPECIAIS 2003 MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO NACIONAL

Leia mais

CRITÉRIO DE MEDIÇÃO CRITÉRIO DE MEDIÇÃO 1 1.1. Ligação provisória de água para a obra e instalação sanitária provisória, pequenas obras Por unidade

CRITÉRIO DE MEDIÇÃO CRITÉRIO DE MEDIÇÃO 1 1.1. Ligação provisória de água para a obra e instalação sanitária provisória, pequenas obras Por unidade 1 1.1 INSTALAÇÃO DO CANTEIRO DE OBRA Abrigo provisório de adeira executada na obra para alojaento e depósitos de ateriais e ferraentas Pela área de projeção horizontal do abrigo. 1.2 Ligação provisória

Leia mais

Apostila Técnica de Porta Paletes 01 de 31

Apostila Técnica de Porta Paletes 01 de 31 Apostila Técnica de Porta Paletes 01 de 31 Tópicos Abordados: 1. Porta Paletes Seletivo (convencional): 2. Drive-in / Drive-thru Objetivo: Esta apostila tem como principal objetivo ampliar o conhecimento

Leia mais

XVII CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA I ENCONTRO DE ENGENHARIA DE SISTEMAS IV WORKSHOP DE LASER E ÓPTICA NA AGRICULTURA 27 a 31 de outubro de 2008

XVII CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA I ENCONTRO DE ENGENHARIA DE SISTEMAS IV WORKSHOP DE LASER E ÓPTICA NA AGRICULTURA 27 a 31 de outubro de 2008 ESTUDO DA COMPOSIÇÃO FÍSICA DO BAGAÇO DE CANA JOYCE MARIA GOMES COSTA 1* ; JOHNSON CLAY PEREISA SANTOS 2 ; JEFFERSON LUIZ GOMES CORRÊA 3 ; VIVIANE MACHADO DE AZEVEDO 4 RESUMO O objetivo deste trabalho

Leia mais

Dimensionamento de estruturas de aço constituídas por perfis formados a frio.

Dimensionamento de estruturas de aço constituídas por perfis formados a frio. Diensionaento de estruturas de aço constituídas por perfis forados a frio. APRESENTAÇÃO 1) Este projeto foi elaborado pela Coissão de Estudo de Estruturas Metálicas (CE- 0:15.01) do Coitê Brasileiro da

Leia mais

Memorial de Projeto: Instalações Hidráulicas

Memorial de Projeto: Instalações Hidráulicas Pág. 1 Memorial de Projeto: Instalações Hidráulicas Cliente: Unidade: Assunto: Banco de Brasília - BRB Agência SHS Novas Instalações Código do Projeto: 1641-11 Pág. 2 Índice 1. Memorial Descritivo da Obra...3

Leia mais

CURSO TÉCNICO DE EDIFICAÇÕES. Disciplina: Projeto de Estruturas. Aula 7

CURSO TÉCNICO DE EDIFICAÇÕES. Disciplina: Projeto de Estruturas. Aula 7 AULA 7 CURSO TÉCNICO DE EDIFICAÇÕES Disciplina: Projeto de Estruturas CLASSIFICAÇÃO DAS ARMADURAS 1 CLASSIFICAÇÃO DAS ARMADURAS ALOJAMENTO DAS ARMADURAS Armadura longitudinal (normal/flexão/torção) Armadura

Leia mais

c) Escreva a reação química de decomposição da azida de sódio formando sódio metálico e nitrogênio gasoso.

c) Escreva a reação química de decomposição da azida de sódio formando sódio metálico e nitrogênio gasoso. 1. (Fuvest 015) O sistea de airbag de u carro é forado por u sensor que detecta rápidas diinuições de velocidade, ua bolsa inflável e u dispositivo contendo azida de sódio (NaN 3 ) e outras substâncias

Leia mais

ACESSÓRIOS PARA CARREGADORES ACESSÓ- RIOS PARA CARREGADORES ORIGINAIS STOLL.

ACESSÓRIOS PARA CARREGADORES ACESSÓ- RIOS PARA CARREGADORES ORIGINAIS STOLL. ACESSÓRIOS PARA CARREGADORES ACESSÓ- RIOS PARA CARREGADORES ORIGINAIS STOLL. PARA USO UNIVERSAL PARA UM TRANSPORTE SEGURO ROBUST EM QUALQUER CASO 2 QUALIDADE E RENDIMENTO. Os acessórios de orige da STOLL

Leia mais

PADRÃO DE RESPOSTA - FÍSICA - Grupos H e I

PADRÃO DE RESPOSTA - FÍSICA - Grupos H e I PDRÃO DE RESPOST - FÍSC - Grupos H e a UESTÃO: (, pontos) valiador Revisor Íãs são frequenteente utilizados para prender pequenos objetos e superfícies etálicas planas e verticais, coo quadros de avisos

Leia mais

MANUAL. Oliveira e Campana Ltda

MANUAL. Oliveira e Campana Ltda MANUAL PASSO A PASSO Oliveira e Capana Ltda CNPJ 02.155.890/0001-36 I.E: 90.144.304-12 BR 369 - KM 22,4 - CAMBARÁ-PR PABX (43)3532-4547 CREA - PR 41942F CREA - SP 0738229 www.ppiscinas.co.br Passo a Passo:

Leia mais

FINALIDADE DESTA ESPECIFICAÇÃO

FINALIDADE DESTA ESPECIFICAÇÃO SESC PANTANAL HOTEL SESC PORTO CERCADO POSTO DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SÃO LUIZ BARÃO DE MELGAÇO/MT ESTRUTURAS METÁLICAS PARA COBERTURA DE BARRACÃO DEPÓSITO MEMORIAL DESCRITIVO ANEXO VI 1. FINALIDADE DESTA

Leia mais

Portaria n.º 660, de 17 de dezembro de 2012.

Portaria n.º 660, de 17 de dezembro de 2012. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 660, de 17 de dezembro de 2012. O PRESIDENTE

Leia mais

AÇÕES NAS PONTES. De acordo com a NBR8681- Ações e segurança nas estruturas, as ações podem ser classificadas em:

AÇÕES NAS PONTES. De acordo com a NBR8681- Ações e segurança nas estruturas, as ações podem ser classificadas em: De acordo co a NBR8681- Ações e segurança nas estruturas, as ações pode ser classificadas e: Ações peranentes: diretas e indiretas Ações variáveis: norais e especiais Ações excepcionais Considerando a

Leia mais

QS.1. Química Solucionada 9.9999.0111 / 9.8750.0050 / 9.9400. / 9.8126.0630. www.quimicasolucionada.com.br hedilbertoalves@ig.com.

QS.1. Química Solucionada 9.9999.0111 / 9.8750.0050 / 9.9400. / 9.8126.0630. www.quimicasolucionada.com.br hedilbertoalves@ig.com. Quíica Solucionada 9.9999.0111 / 9.8750.0050 / 9.9400. / 9.8126.060 Título: Revisando (quíica eleentar) Data: / / 2016 EXERCÍCIOS DE REVISÃO O ferro raraente é encontrado livre na crosta terrestre e si

Leia mais

4.2-Setor da Construção apresenta ao Governo proposta para resolver a questão do déficit habitacional.

4.2-Setor da Construção apresenta ao Governo proposta para resolver a questão do déficit habitacional. BOLETIM ECONÔMICO NOVEMBRO/07 Suário 1.Conjuntura: No ês de outubro, IPCA e INPC auenta, IGPM recua e INCC é o eso do ês anterior. IPCA cheio de outubro (0,30%) é superior ao de setebro (0,18%). As aiores

Leia mais

ecotec pro O futuro é Vaillant Vaillant, especialistas em Condensação www.vaillant.pt info@vaillant.pt

ecotec pro O futuro é Vaillant Vaillant, especialistas em Condensação www.vaillant.pt info@vaillant.pt O futuro é Vaillant Vaillant, especialistas e Condensação ecotec pro www.vaillant.pt info@vaillant.pt Caldeira ural ista de condensação, co pré-aqueciento de A.Q.S. Vaillant Group International GbH Berghauser

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA PREFEITURA MUNICIPAL DE BOMBINHAS PROJETO PAVIMENTAÇÃO COM LAJOTAS SEXTAVADAS E DRENAGEM PLUVIAL RUA CANGERANA

ESTADO DE SANTA CATARINA PREFEITURA MUNICIPAL DE BOMBINHAS PROJETO PAVIMENTAÇÃO COM LAJOTAS SEXTAVADAS E DRENAGEM PLUVIAL RUA CANGERANA - 1 - PROJETO PAVIMENTAÇÃO COM LAJOTAS SEXTAVADAS E DRENAGEM PLUVIAL RUA CANGERANA MUNICÍPIO DE BOMBINHAS - SC PROJETO: AMFRI Associação dos Municípios da Região da Foz do Rio Itajaí Carlos Alberto Bley

Leia mais

IMPULSO E QUANTIDADE DE MOVIMENTO

IMPULSO E QUANTIDADE DE MOVIMENTO IMPULSO E QUNTIDDE DE MOVIMENTO 1. Ua bolinha se choca contra ua superfície plana e lisa co velocidade escalar de 10 /s, refletindo-se e seguida, confore a figura abaixo. Considere que a assa da bolinha

Leia mais

CATÁLOGO TÉCNICO. Tubo Multicamadas e Acessórios de Pressão Mecânica

CATÁLOGO TÉCNICO. Tubo Multicamadas e Acessórios de Pressão Mecânica CATÁLOGO TÉCNICO Tubo Multicaadas e Acessórios de Pressão Mecânica Suário O que é o MultiNUPI 1 O SISTEMA MULTINUPI 1.1 O Tubo... 3 1.2 Os Acessórios... 6 1.3 A Montage... 8 1.4 Os Capos de Eprego... 11

Leia mais

Ficha de Dados de Segurança

Ficha de Dados de Segurança Ficha de Dados de Segurança SECÇÃO 1: Identificação da substância/istura e da sociedade/epresa 1.1. Identificador do produto: Tinteiro EPSON T6309 1.2. Utilizações identificadas relevantes da substância

Leia mais

4 UM MODELO DE SAZONALIZAÇÃO DA GARANTIA FÍSICA DE PCHS EM PORTFOLIOS PCH+BIOMASSA

4 UM MODELO DE SAZONALIZAÇÃO DA GARANTIA FÍSICA DE PCHS EM PORTFOLIOS PCH+BIOMASSA EM PORTFOLIOS PCH E BIOMASSA 48 4 UM MODELO DE SAZONALIZAÇÃO DA GARANTIA FÍSICA DE PCHS EM PORTFOLIOS PCH+BIOMASSA Confore explicado no capitulo anterior, a decisão do agente hidráulico de coo sazonalizar

Leia mais

MANUAL TÉCNICO DRENO CORRUGADO CIMFLEX

MANUAL TÉCNICO DRENO CORRUGADO CIMFLEX 1. INTRODUÇÃO O DRENO CIMFLEX é um tubo dreno corrugado fabricado em PEAD (Polietileno de Alta Densidade), de seção circular e com excelente raio de curvatura, destinado a coletar e escoar o excesso de

Leia mais

Estruturas de Betão Armado II 10 Lajes Fungiformes Análise Estrutural

Estruturas de Betão Armado II 10 Lajes Fungiformes Análise Estrutural Estruturas de Betão Arado II 10 Lajes Fungifores Análise Estrutural A. P. Raos Out. 006 1 10 Lajes Fungifores Análise Estrutural Breve Introdução Histórica pbl 1907 Turner & Eddy M (???) 50 1914 Nichols

Leia mais

COMPONENTES DE SISTEMAS DE ESGOTOS SANITÁRIOS

COMPONENTES DE SISTEMAS DE ESGOTOS SANITÁRIOS COMPONENTES DE SISTEMAS DE ESGOTOS SANITÁRIOS 4.1. Introdução A coleta e o transporte das águas residuárias desde a orige até o lançaento final constitue o fundaento básico do saneaento de ua população.

Leia mais

CALORIMETRIA. Relatório de Física Experimental III 2004/2005. Engenharia Física Tecnológica

CALORIMETRIA. Relatório de Física Experimental III 2004/2005. Engenharia Física Tecnológica Relatório de Física Experiental III 4/5 Engenharia Física ecnológica ALORIMERIA rabalho realizado por: Ricardo Figueira, nº53755; André unha, nº53757 iago Marques, nº53775 Grupo ; 3ªfeira 6-h Lisboa, 6

Leia mais

PROJETO BÁSICO PARA MANUTENÇÃO DO VIVEIRO DO CRAD

PROJETO BÁSICO PARA MANUTENÇÃO DO VIVEIRO DO CRAD PROJETO BÁSICO PARA MANUTENÇÃO DO VIVEIRO DO CRAD O objeto deste projeto básico refere-se aos serviços de manutenção e reforma do viveiro de referência do CRAD-UNIVASF. Faz parte deste projeto o memorial

Leia mais

QUÍMICA PRISE II SOLUÇÕES 4.1 FENÔMENO DE SATURAÇÃO DE UMA SOLUÇÃO. Sal (soluto) Água (solvente) 1. INTRODUÇÃO

QUÍMICA PRISE II SOLUÇÕES 4.1 FENÔMENO DE SATURAÇÃO DE UMA SOLUÇÃO. Sal (soluto) Água (solvente) 1. INTRODUÇÃO 1. INTRODUÇÃO QUÍMICA PRISE II SOLUÇÕES 4.1 FENÔMENO DE SATURAÇÃO DE UMA SOLUÇÃO Quando a istura apresenta as esas características e toda a extensão do recipiente teos ua istura hoogênea e, se tiver ais

Leia mais