Pontapé Inicial na Reutilização da Água

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Pontapé Inicial na Reutilização da Água"

Transcrição

1 Introdução Este relatório sobre as opções estratégicas de reutilização de água industrial para o Estado do Rio de Janeiro foi preparado por uma equipe de consultoria da Sol Price School of Public Policy do Sul da Califórnia (USC Price) em cooperação com a Direção Internacional (DINT) da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O relatório é o principal produto de um Laboratório Internacional, que é um curso de graduação (PPD 613a, b) oferecido pela USC Price. Este ano o Laboratório Brasil é em si um elemento significativo de uma colaboração institucional em curso mais amplo entre USC Price e a DINT da FGV. As preparações práticas para o Laboratório Brasil 2015 foram encabeçadas enérgica e competentemente pelo professor Yann Duzert da FGV DINT, com orientação perspicaz e apoio do diretor do DINT, professor Bianor Cavalcanti. Outros colegas importantes da FGV - incluindo o Dr. Eduardo Marques, Pedro de Seixas Correa e Lilian Rose Secron de Sant Anna - trabalharam com habilidade e seriedade em nome do projeto. Foi por meio desta colaboração ativa com a DINT da FGV que o Laboratório Brasil 2015 garantiu como seu cliente o Instituto Estadual do Ambiente (INEA) da Secretaria de Meio Ambiente (SEA) no Estado do Rio de Janeiro. A presidente do INEA, Isaura Maria Ferreira Frega, juntamente com membros da equipe sênior, Rosa Maria Formiga Johnsson e Bruno de Hollanda, eram clientes ideais já que empreenderam um papel ativo na formulação dos termos de referência para este projeto e forneceram informações essenciais e contatos profissionais para facilitar o trabalho do laboratório. A Siemens do Brasil também teve um interesse ativo no laboratório. Somos gratos a Jorge Barros, seu Vice-Presidente de Relações Externas, Governamentais & Assuntos Regulatórios por traduzir este relatório para o português, de forma a facilitar sua circulação mais ampla no Brasil. Eric J. Heikkila, Professor e Diretor de Iniciativas Internacionais USC Price School of Public Policy; University of Southern California Pontapé Inicial na Reutilização da Água

2 SUMÁRIO EXECUTIVO Opções Legislativas e Políticas para o Rio de Janeiro A água é um recurso natural essencial cuja oferta e demanda é afetada por fatores ambientais e uso humano. Uma questão contemporânea para muitos países compreende a resposta à crescente demanda por água, como resultado do crescimento da população e diminuição da oferta de água, devido a fatores ambientais e geográficos. À luz da mudança de padrões no abastecimento e procura de água, uma proporção crescente da população mundial tem sido forçada a analisar as políticas e regulamentos que abordam o uso prolongado deste recurso. Metodologias de reaproveitamento de água são as soluções mais sustentáveis em longo prazo. Iniciativas sustentáveis de reutilização de água requerem uma mudança de paradigma para garantir soluções em longo prazo, que devem incluir uma maior sensibilização pública, estratégias de gestão e prestação de contas explícita. Como resultado da diversidade de tipos de abastecimento de água e condições ambientais que afetam a oferta, as estratégias mais bem sucedidas tem sido aquelas que desenvolveram e implementaram políticas específicas para as indústrias e os eleitorados locais em resposta a gestão do uso da água. Em termos globais, as políticas de reutilização de água e de gestão são avançados principalmente em nível estadual. Nos Estados Unidos, o estado da Califórnia fornece um quadro atraente para contextualizar a gestão da água. A Califórnia tem uma longa história de seca, o que tem dado ao estado tempo para desenvolver, implementar e adaptar as políticas e legislações que permitem a reforma em curso, o reaproveitamento de água e os esforços de conservação. Como na Califórnia, a gestão da água está na vanguarda das necessidades da política no interior do estado do Rio de Janeiro, e no Brasil em geral. Os primeiros passos para a reforma política incluem uma análise cuidadosa das partes interessadas e os atores-chave em medidas de reutilização de água. Nos níveis federal, estadual e municipal, há interação entre as partes interessadas investidos na reforma reuso de água. Por esta razão, identificar líderes comunitários e industriais em um primeiro estágio, assim como líderes em todas as facetas da mídia que possam ajudar a disseminar informação, é uma boa consideração. Os interesses do estado atuais estão se movendo para a reutilização da água no setor de indústria. A iminente reforma com foco na legislação de reaproveitamento da água industrial tem o potencial de levar a uma discussão mais ampla no seio das comunidades locais e todos os setores. Começando com políticas para grandes indústrias e estreitando nas comunidades locais permite, com o tempo, angariar apoio local e fortalecer as redes que sustentam a reforma em longo prazo. Essa análise propõe a adoção de legislação no interior do estado do Rio de Janeiro que permite agências em nível estadual definirem metas claras e esforços de colaboração, estabelecer padrões de qualidade da água, monitorar e avaliar saída, e criar incentivos para a participação da indústria e apoio da comunidade. Objetivos amplos para essa

3 legislação incluem claramente a definição e partilha de objetivos; a criação de uma forçatarefa de reciclagem de água industrial; estabelecer mandatos de reutilização da água; definição de critérios de monitoramento, informação e aplicação de medidas; e formulação de padrões de preço e qualidade que podem ser apoiadas por incentivos. Medidas de reforma promulgadas agora evoluirão e apoiarão os esforços futuros. Sucessos imediatos definem as bases para estratégias de longo prazo, tais como a dessalinização, reutilização de efluentes e reutilização de água potável. CONTEXTO CALIFORNIANO Regulações estatais A Califórnia está atualmente atravessando a pior seca no último meio século, e, portanto, desenvolveu soluções reguladoras tanto para reduzir o efeito da seca, como de promover a utilização de água reciclada. Ao longo dos últimos anos, o Estado tem medidas que capacitam as agências locais para gerenciar o uso das águas subterrâneas, tais como SB-1168 e AB Além disso, a Lei de Gestão de Águas Subterrâneas Sustentável de 2014 acabou com a antiga abordagem de gestão descentralizada da água na Califórnia, e, desde então, definiu um quadro ainda mais verdadeiro para a identificação de bacias hidrográficas prioritárias, uma agência responsável pela sustentabilidade das águas subterrâneas, e prazos para a criação e adoção de planos de sustentabilidade de águas compreensíveis, mensuráveis e exequíveis. 2 Este ano, a Ordem Executiva B do governador Jerry Brown determinou uma redução de 25% do uso da água em todo o estado durante um ano. Agências de água foram habilitadas para determinar os métodos utilizados para reduzir o uso. 3 Ao mesmo tempo, as diretrizes de reutilização de água e regulamentos na Califórnia foram atualizados para atender a crescente necessidade de reaproveitamento de água. Por exemplo, a AB 1406 (2007) mudou o Código de Águas da Califórnia para permitir que a água reciclada para usos indoor (banheiros, torres de refrigeração de edifícios, etc.); a SB 283 (2009) adotou 1 Gies, Erica. (2014, September 3). As water crisis deepens, California finally passes groundwater regulation. The Guardian. Acesso em 24 de março de 2015, em 2 Sustainable Groundwater Management Act of Association of California Water Agencies. Acesso em 8 de abril de 2015, em 3 Nagourney, Adam. California Imposes First Mandatory Water Restrictions to Deal with Drought. The New York Times. Acesso em 1º de abril de

4 padrões de design em códigos de canalização de estado para equipar edifícios com o conjunto extra de tubulação de água reciclada e quaisquer sistemas de água recicladas relacionados; a AB 2398 (2012) e a AB 803 (2013) propuseram simplificar os processos de licenciamento de águas recicladas. Atualmente, as Orientações de Reutilização de Água da Califórnia supervisionam os seguintes tipos de reaproveitamento: Reutilização Urbana (restritos e irrestritos), Reutilização Agrícola (culturas alimentares, culturas alimentares processadas e culturas não-alimentares), Represamentos (restritos e irrestritos) Reutilização Ambiental, Reutilização Industrial, Recarga de Água Subterrânea (reutilização não-potável), e Reutilização Potável Indireta. Até a data, a Califórnia é o único estado que tem regulamentos de base tecnológica para desinfecção. 4 Medidas da Califórnia Dentro seca atual da Califórnia, medidas sem precedentes tornaram-se necessárias a fim de frear o uso dos recursos hídricos limitados do estado. A Ordem Executiva (B-29-15), emitida recentemente pelo governador Brown, determinando uma redução imediata no uso de água potável urbana em todo o estado, foi adotada como um regulamento de emergência pelo Comitê de Controle Estadual de Recursos Hídricos em 5 de maio de Além disso, medidas mais específicas existem e dizem respeito à reutilização de água a nível nacional, estadual ou local. Por exemplo, em nível estadual, o Conselho de Águas do Estado da Califórnia emitiu um medida estadual, em 2009, que dirigiu o aumento de água reciclada por afy (acre-pé ao ano) até 2020, e por um adicional de 300 mil afy em Essa resolução identifica agências específicas para colaboração e esboça a necessidade de defender o financiamento federal para ser utilizado em novos projetos. A medida de 2009 também inclui a condição de que quando a água reciclada estiver disponível para uso, a utilização de água potável será considerada um uso irrazoável e a Junta de Água poderá processar os infratores. Outras medidas em nível estadual estipulam que as instalações de tratamento de água devem fornecer água de reaproveitada para novos loteamentos industriais e comerciais que estão dentro de suas áreas de trabalho. 6 Além disso, os sistemas de refrigeração da central energética não poderão usar água potável. Os regulamentos podem também passar a um nível local; por exemplo, no condado de Santa Bárbara determina-se que campos de golfe, outras áreas extensas e espaços verdes devem ser irrigados com água reciclada, quando tal água estiver disponível Guides for Water Reuse. United States Environmental Protection Agency. Acesso em 1º de junho de 2015, em 5 Policy for Water Quality Control for Recycled Water, State Water Resources Control Board. (2013). Acesso em 1º de junho de 2015, em 6 Baker & McKenzie LLP. Addressing Water Scarcity Through Recycling and Reuse: A Menu for Policymakers. (2008). GE Water & Process Technologies.

5 Incentivos da Califórnia Com a implementação de uma ampla gama de programas de incentivo, a Califórnia está se movendo em direção a um nível mais sustentável de uso da água. Estes programas de incentivo oferecem apoio financeiro principalmente para as pessoas envolvidas na reciclagem de água. Mais recentemente, em março de 2014, o estado aprovou 800 milhões de dólares em incentivos financeiros para projetos de água reciclada. 7 Esses incentivos recentes forneceram 1% de empréstimos para projetos de reciclagem de água que podem ser concluídos no prazo de três anos. O Conselho Estadual de Águas tem financiado projetos de águas recicladas por mais de 35 anos. Entre 2011 e 2014, concedeu 400 milhões de dólares em financiamento para projetos de planejamento de reciclagem de água e construção. 8 Outros programas de incentivo incluem doações que financiam até 50% do custo para estudos de planejamento; descontos que fornecem apoio financeiro para até 50% dos custos do projeto para as empresas comerciais, industriais e institucionais que atendam aos critérios mínimos para a reutilização da água; e pagamentos em escala crescente para agências de água que premiam em dinheiro por acre-pé de água reciclada. 9 Muitos destes programas de incentivo ajudam a financiar as fases de investigação e desenvolvimento de projetos, um aspecto vital para levar os projetos a bom termo. Uma variedade de táticas é empregada aos níveis de estado, condado e município que tem como alvo os usuários de água em todos os setores, de industrial para residencial. Alocações de financiamento Em 2014, a Califórnia aprovou a Water Bond (Lei 1471, Proposição 1), legislação que facilita o estabelecimento de esforços em longo prazo para lidar com condições de seca por da promulgação da Lei de Qualidade, Abastecimento e Melhoria da Infraestrutura da Água de A Lei autoriza milhões de dólares para projetos de infraestruturas de abastecimento de água do Estado, incluindo o armazenamento de água, reciclagem, tratamento, gestão, proteção e restauração. Para este projeto, 38% do fundo serão gastos em projetos de armazenamento de água, 23% em reciclagem e tratamento de água, 20% em proteção de bacias hidrográficas e restauração, e 16% na prevenção de contenção e gestão de recursos. Para garantir a transparência do dinheiro gasto, o Estado tem normas rigorosas de 7 California Water Boards (2014, March 19). State Water Board Approves $800 Million in Financial Incentives for Recycled Water projects to Provide Drought Relief. Acesso em 1º de junho de 2015, em 8 Ibid. 9 Baker & McKenzie LLP. Addressing Water Scarcity Through Recycling and Reuse: A Menu for Policymakers. (2008). GE Water & Process Technologies.

6 responsabilização, incluindo auditorias anuais, fiscalização, divulgação pública e dinheiro do Fundo Geral a ser apropriado para pagar os títulos. 10 Relatórios, Monitoramento e Execução Seguindo a Lei Federal de Águas Limpas e as diretrizes da Agência de Proteção Ambiental (EPA), muitos estados criaram estratégias de monitoramento global de longo prazo. A Lei de Águas Limpas estabeleceu um quadro compreensível para a elaboração de relatórios e monitoramento. Na Califórnia, as responsabilidades de comunicação, monitoramento e de execução são do Conselho de Controle de Recursos Hídricos da Califórnia e dos nove Conselhos Regionais de Controle de Águas. Em 2001, para que o Conselho da Califórnia e os Conselhos Regionais de cumprissem os dispositivos (e) (I) da Lei Federal de Águas Limpas 106, que permite a EPA impor aos estados monitorarem a qualidade da água navegável, bem como compilar e analisar dados sobre qualidade da água, a Califórnia introduziu um extenso programa de monitoramento: o Programa de Monitoramento de Ambientes de Água de Superfície (SWAMP). Este programa é uma estratégia de longo prazo, com um plano de execução de dez anos. Para garantir ainda mais que os Estados cumpram os requisitos federais, a EPA criou o Programa de Monitoramento e Avaliação dos Elementos da Água de um Estado, que inclui dez elementos básicos de monitoramento da qualidade da água. O SWAMP foi projetado para atender e superar as exigências federais obrigatórias e garantir um enquadramento forte das práticas que melhorem o monitoramento, avaliação e relatório de qualidade da água da Califórnia. 11 Em 2007, a EPA da Califórnia e a Agência de Recursos Naturais da Califórnia assinaram um Memorando de Entendimento (MOU) para estabelecer a Conselho de Monitoramento de Qualidade de Águas da Califórnia, determinado pelo Projeto de Lei 1070 da Califórnia, aprovada em Ela exige que o Conselho de Fiscalização desenvolva estratégias específicas para melhorar as estruturas de monitoração existentes, para ter um sistema integrado entre todas as agências e para melhorar a acessibilidade do público aos acompanhamentos de dados. 12 Para ajudar na elaboração de relatórios e monitoração, entidades federais, estaduais, municipais e privadas utilizam sistemas de coleta de dados de grande tamanho para monitorar com precisão a qualidade da água. De tais sistemas, o STORET da EPA é um dos maiores sistemas de dados sobre a qualidade da água do ambiente. 13 Os dispositivos 305 (b) e 303 (d) 10 California Proposition 1, Water Bond (2014). 11 Surface Water Ambient Monitoring Program. Comprehensive Monitoring and Assessment Strategy: To Protect and Restore California s Water Qualify. (2005, October). State Water Resources Control Board. Acesso em 1º de junho de 2015, em 12 California Water Quality Monitoring Council (CA Senate Bill 1070). CA.Gov. Acesso em 1º de junho de 2015, em 13 An Introduction to Water Quality Monitoring. United State Environmental Protection Agency. Acesso em 1º de junho de 2015, em

7 da Lei de Águas Limpas obriga os estados a informarem seus dados à EPA a cada dois anos. A EPA, por sua vez, compila um relatório para o Congresso Nacional conhecido como o Inventário Nacional de Qualidade da Água. Educação e Conscientização Pública na Califórnia Em fevereiro de 2014, o governador Jerry Brown assinou um pacote de alívio de 687 milhões de dólares depois de declarar Estado de Emergência na atual seca da Califórnia. No pacote foi incluído dinheiro destinado para melhorias de infraestrutura e ajuda aos fazendeiros. Além disso, a medida incluía um milhão de dólares para uma campanha de sensibilização destacando conservação da água. 14 Em 2015, o Salve Nossa Água, uma parceria entre o Departamento de Recursos Hídricos da Califórnia e a Associação das Agências de Água da Califórnia (ACWA), lançou uma nova campanha de conscientização pública destacando o diálogo e o estilo de vida californiano. 15 Esta campanha de marketing em todo o estado dispõe de um site interativo que detalha fatos da seca, notícias atuais e dicas sobre a poupança de água. O site também inclui um recurso inovador que permite aos usuários calcular relatórios personalizados de poupança de água. Por último, campanha de mídia social da Salve Nossa Água apresenta as suas próprias páginas no Facebook, Instagram e Twitter para fácil acesso. A organização lançou uma série de quatro anúncios de serviço público que incentivam os residentes da Califórnia a conservarem água. Estes anúncios de serviço público são curtos e chamativos, com celebridades como Lady Gaga, a fim de promover esforços de conservação. 16 O CONTEXTO BRASILEIRO Estado dos Regulamentos As discussões iniciais a respeito da formação de um sistema nacional de gerenciamento de recursos hídricos começaram em 1987 na reunião da Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRH). Esta conferência estabeleceu um contexto para discutir a gestão da água. Os diálogos subsequentes resultaram em uma legislação como a Lei Federal 9.433, uma medida de 1997, que apelou para a gestão da água descentralizada, estabeleceu várias políticas e criou várias agências para regular o uso da água. Legislações de nível estadual também foram promulgada para regulamentar o uso da água, e é mais específica para o local que a regulamentação federal. Por exemplo, em 1999, a Lei reforçou o estabelecimento do 14 Siders, David (2014, March 1). Jerry Brown Signs Drought Relief Package. The Sacramento Bee. Acesso em 1º de junho de 2015, em 15 Save Our Water. Association of California Water Agencies. Acesso em 1º de junho de 2015, em 16 Lady Gaga Joins Save Our Water Effort With Public Service Announcement. CA.Gov. Acesso em 1º de junho de 2015, em

8 Políticas de Recursos Hídricos Estadual e do Sistema de Gestão Estadual de Recursos Hídricos no estado do Rio de Janeiro. 17 Embora a Agência Estado Rio de Janeiro esteja buscando estabelecer um quadro regulamentar para a reutilização da água, atualmente não existe qualquer regulamentação formal para atender às necessidades crescentes de reaproveitamento de água. 18 Variabilidade de Oferta e Demanda Crescente O sistema de abastecimento de água no Rio de Janeiro é afetado por uma multiplicidade de fatores, como a seca, a escassez de água e a diminuição da quantidade de águas residuais à disposição Discrepâncias no âmbito da gestão da oferta nos níveis federal, estadual e municipal também contribuem para variação de abastecimento de água no interior do estado do Rio de Janeiro e no Brasil como um todo Isto é, a variabilidade na alimentação é em grande parte atribuída a discrepâncias no quadro de distribuição. Junto com a oferta, a demanda por água no Rio de Janeiro está a aumentar. Isto se deve, principalmente, ao aumento da população, que passou de cerca de 8 milhões em 1980, para aproximadamente 12 milhões em Preço da Água O preço impacta significativamente na oferta e demanda de água e é um fator importante a considerar ao estabelecer a regulamentação do uso da água. Além disso, a tarifação da água afeta a quantidade de água consumida pelo setor industrial. Várias entidades consideraram a 17 The Brazilian Water Resources Management Policy: Fifteen Years of Success and Challenges, Water Resources Management, May 2013, Volume 27, Issue 7, Acesso em 1º de junho de 2015, em 18 Apresentação INEA, segunda-feira, 25 de maio. 19 Brazil's most populous region facing worst drought in 80 years. (2015, January 24). BBC. Acesso em 1º de junho de 2015, em 20 Progress on Drinking Water and Sanitation. (2014). The World Health Organization/UNICEF. Acesso em 1º de junho de 2015, em 21 "Water Resources Management in Brazil: Challenges and New Perspectives." World Bank. Acesso em 1º de junho de 2015, em _Presentacion_Ingles-3.pdf 22 "Latin American Green City Index: Rio de Janeiro_Brazil." Siemens. Acesso em 1º de junho de 2015, em 23 Nissan Launches Comprehensive Strategy For Brazil: All-New Manufacturing Plant to Open in Rio de Janeiro, Brazil. (2014). Nissan Auto Corporation. Acesso em 1º de junho de 2015, em

9 elevação dos preços da água, a fim de diminuir o consumo de água no setor industrial. Além disso, essas noções também pontuam a discussão sobre o estatuto de descentralização dos preços desta commodity. AS PARTES INTERESSADAS Secretaria de Estado do Meio Ambiente A Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) prevê a gestão ambiental no estado do Rio de Janeiro. Sua missão é coordenar e formular uma política de Estado que não só proteja e conserve o meio ambiente, mas que também ajude na gestão dos recursos hídricos e no desenvolvimento sustentável no Estado do Rio de Janeiro. 24 Enquanto a SEA cria políticas destinadas a aliviar e regular impactos ambientais nocivos, o Instituto Estadual do Ambiente (INEA), promulga e aplica estas políticas. A SEA vai necessariamente ser uma das partes interessadas essenciais ao considerar legislação de reutilização da água, uma vez que a agência desenha e cria políticas que regulam reaproveitamento de água industrial. Instituto Estadual do Ambiente Em 2007, o governo regional do Rio de Janeiro criou uma agência ambiental chamada Instituto Estadual do Ambiente (INEA). Este órgão do governo protege, preserva e restaura o ambiente. A infraestrutura da organização inclui nove agências regionais que descentralizam o licenciamento e relatórios para atender às demandas da sociedade sobre as questões ambientais em 92 municípios. 25 O INEA é responsável por três fases do licenciamento ambiental (preliminar, instalação e operações) e autorização do uso de água às indústrias no Rio de Janeiro. Atualmente, não existe legislação estadual ou federal para regular o fornecimento e/ou utilização de água reutilizada, incluindo água cinza e água de esgoto tratado. Enquanto indústrias incluem voluntariamente planos de reutilização de água no seu pedido de licença, o INEA busca uma legislação estadual para regulamentar o uso industrial de água reciclada para garantir padrões de qualidade, impactos ambientais e o preço da água. Como uma organização governamental responsável por impactos ambientais e de segurança, o INEA é investido no desenvolvimento da legislação que regula a reutilização de água industrial e destaca a consciência pública. Após o estabelecimento de tal legislação, o INEA pode procurar mão de obra e capacidade adicional para regular reutilização de água industrial que esteja de acordo com as leis estaduais. 24 Environment: Assignments and Environmental Management. Governo Do Rio de Janeiro. Acesso em 1º de junho de 2015, em 25 Superintendents. Governo Do Rio de Janeiro. Acesso em 1º de junho de 2015, em

10 Companhia Estadual de Águas e Esgotos A Companhia Estadual de Águas e Esgotos (CEDAE) foi constituída em 1º de agosto de A CEDAE foi criada como resultado da fusão da Empresa de Águas do Estado da Guanabara (CEDAG), da Empresa de Saneamento da Guanabara (ESAG) e da Companhia de Saneamento do Estado do Rio de Janeiro (SANERJ). A CEDAE é responsável pela exploração e manutenção da recolha, tratamento e distribuição de redes de água no Rio de Janeiro. Além disso, a CEDAE coleta, transporta, trata e dá um destino final à água de esgoto desses municípios do Rio de Janeiro que contratam seus serviços. 26 Há vinte e uma estações de tratamento de águas residuais em todo o estado que tratam coletas de esgotos. Os sete maiores estações recebem mais de 450L/s, e incluem: a ETE Alegria, a ETE Pavuna, a ETE Sarapuí, a ETE Penha, a ETE Ilha do Governador, a ETE São Gonçalo e a ETE Barra da Tijuca. 27 Das sete maiores estações, Alegria e Penha fornecem água para reutilização. Atualmente, a Penha fornece água para a Empresa Municipal de Resíduos Sólidos do Rio de Janeiro, onde é reutilizada na limpeza das ruas. Em 2014, a Penha fornecia metros cúbicos de água reciclada. Além disso, Alegria fornece água reutilizada para o Consórcio Porto Rio, onde é reutilizada para a revitalização do Porto do Rio Janeiro. No ano passado, a Alegria tratou metros cúbicos de água reciclada. Semelhante ao INEA, a CEDAE também está interessada na regulação de reutilização da água. Como a CEDAE controla a Guandu, a maior estação de tratamento de água no país, a empresa está principalmente preocupada com os setores específicos relacionados à qualidade da água e utilizações específicas. Já que a qualidade da água é uma grande consideração, outro dos interesses da CEDAE é na política que regula a demanda por água reciclada. Uma vez que as demandas de água reutilizadas são identificadas, a CEDAE pode precisar investir em infraestrutura adicional para garantir a segurança do transporte da água reciclada para indústrias em todo o estado do Rio de Janeiro. Federação das Indústrias do Rio de Janeiro A Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (FIRJAN) representa os interesses da classe industrial no Rio de Janeiro. A FIRJAN, em colaboração com o Centro Industrial do Rio de Janeiro (CIRJ), o Serviço Social da Indústria (SESI), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e Euvaldo Lodi (IEL), trabalha para assegurar o bem social, político e econômico das indústrias em todo o país. 28 A FIRJAN é composta por empresas e realiza pesquisas e projetos que norteiam as ações da indústria e promove o investimento no estado. Além disso, a organização fornece diretrizes para apoiar as ações das empresas e procura aumentar a produtividade delas. A FIRJAN está interessada na legislação de 26 Nova CEDAE. Governo Do Rio de Janeiro. Acesso em 1º de junho de 2015, em 27 Apresentação CEDAE: Rio de Janeiro State Water & Wastewater Company, quarta-feira, 27 de maio. 28 Meet the FIRJAN. Sistema FIRJAN. Acesso em 1º de junho de 2015, em

11 reutilização de água industrial e está principalmente preocupada com a qualidade da água que é colocada de volta no sistema. Além disso, a FIRJAN está preocupado com a prevenção e a ação do governo. A federação acredita que a responsabilidade adicional poderia e deveria ser dada às indústrias a fim de aumentar a atualidade e a prestação de contas. Como resultado, a FIRJAN provavelmente vai favorecer a legislação específica que incorpora uma plataforma de negociação de mercado fechado incentivando a comunicação, colaboração e reutilização de água entre as indústrias. Secretaria de Estado de Saúde A Secretaria de Estado de Saúde (SES) do Rio de Janeiro é o órgão do governo estadual responsável pelo cumprimento dos regulamentos estabelecidos pelo governo federal. A SES também é responsável pela criação, implementação, gerenciamento efetivo e organização dos planos e políticas públicas de saúde para promover o bem-estar dos cidadãos. A SES cumpre essas responsabilidades por meio do estabelecimento de programas de saúde e aconselhamento dos municípios. 29 De acordo com os seus objetivos para garantir a segurança pública e a saúde dos residentes do estado, a SES está especialmente preocupada com a qualidade da água potável e a higiene urbana, especialmente no que se refere à água reutilizada. Sua principal preocupação está centrada nas implicações para a saúde sobre o reaproveitamento de água. Ambientalistas Ambientalistas são partes interessadas prioritárias quando se considera a legislação de um recurso natural como a água. Essas partes interessadas incluem atores locais, estaduais, nacionais e globais que estão comprometidos com os regulamentos que visam a conservação do ambiente natural e construído. Dentro do contexto do Rio de Janeiro, ambientalistas conscientizam a comunidade sobre a gestão da água e práticas de reutilização. A necessidade de conscientização é propagada pela elevada taxa de contaminação da água dentro de rios e bacias do Rio de Janeiro. 30 Comitê da Bacia do Rio Guandu No quadro da tarifação da água no Brasil em sua totalidade, as bacias hidrográficas são a única unidade de planejamento e gestão. No interior do estado do Rio de Janeiro, o Comitê da Bacia do Rio Guandu é a principal parte interessada que decide o preço da água e onde investir seus 29 Secretaria de Estado de Saúde Official Website. Governo Do Rio de Janeiro. Acesso em 1º de junho de 2015, em 30 Hanbury, Shanna (2015, June 1). Grassroot Efforts Lead the CleanUp of Brazil's Guanabara Bay Acesso em 1º de junho de 2015, em

12 recursos. A jurisdição do comitê é restrita ao nível estadual, limitando, assim, sua capacidade de fixar os preços a nível federal. O Comitê da Bacia do Rio Guandu especializa-se na reutilização da água potável. Com relação ao reaproveitamento de água para fins industriais, o comitê ressalta que a água para a indústria é uma pequena parte dos problemas hidráulicos atuais no estado do Rio e no Brasil como um todo. No entanto, a comissão observa ainda que o estabelecimento de regulamentos para a reutilização de água industrial é um importante ponto de partida para abordar regulamento de reaproveitamento de água em todos os setores. Além disso, a comissão considera que uma legislação eficiente reduzirá a demanda por água e reduzirá a perda de água no interior do estado do sistema atual do Rio. A legislação sobre o uso da água no setor industrial vai aumentar a conscientização sobre as condições da água, o ônus de indivíduos para conservar a água e a reutilização de água para fins de equidade. Alcance Público e Apoio Comunitário Enquanto o apoio de agências estatais, parceiros da comunidade e comitês locais é fundamental para o sucesso de medidas de reforma de reutilização de água, a longevidade e sustentabilidade de novas políticas de reaproveitamento de água dependem muito do apoio público. O sucesso ou fracasso de um projeto de reutilização de água pode depender da percepção da comunidade de como o projeto impacta na saúde pública, nas finanças públicas, no uso da terra, na proteção ambiental e crescimento econômico. 31 Idealmente, a construção do apoio do público começa antes da implementação do projeto de reforma. Isto permite tempo suficiente para estabelecer a transparência, educar eleitores e construir a confiança. Campanhas de conscientização pública que giram em torno da educação e da transparência tem se mostrado eficazes em reunir apoio de membros da comunidade local. A profundidade do interesse das pessoas nas decisões públicas se correlaciona com os impactos potenciais sobre a sua saúde, segurança e qualidade de vida. A reutilização de água potencialmente impacta todos os três, tornando a sensibilização do público e seu envolvimento essenciais para o sucesso de programas de reaproveitamento de água. 32 Um exemplo de sensibilização da comunidade que foi ativo no sucesso do projeto ocorreu em Orange County, Califórnia. Ao longo de vários anos, o Distrito de Águas de Orange County (OCWD) fez apresentações, muitas em um só dia, a centenas de diversas organizações comunitárias para fornecer educação sobre um sistema de reabastecimento de água subterrânea proposto antes de solicitar o apoio. O esforço para educar potenciais apoiadores sobre o objetivo e o valor do programa valeu a pena, e juntamente com o apoio das organizações majoritárias que acabaram por apoiar o 31 Public Preferences and Acceptability. The National Academy of Sciences. Acesso em 1º de junho de 2015, em Guides for Water Reuse. United States Environmental Protection Agency. Acesso em 1º de junho de 2015, em

13 sistema, o OCWD também foi capaz de listar as organizações parceiras em seu site e em materiais educacionais para solicitar mais apoio. 33 Em outro caso, no condado de Los Angeles, o Distrito Municipal de Águas da Bacia do Oeste (WBMWD) enfrentou o desafio de fornecer cinco tipos diferentes de água reciclada para 17 cidades dentro do condado. O WBMWD enfrentou este desafio elaborando cuidadosamente suas principais mensagens claras utilizados na sensibilização da comunidade, investindo em entidades públicas e privadas para informar sobre a água reciclada, a criação de um comitê de informação pública (constituído por agências locais, serviços públicos de água, municípios e escritórios legislativos) para educar e receber feedback, e investir em atividades públicas de assuntos que sediaram seminários globais e aumentaram a conscientização em eventos da comunidade. O WBMWD cita a interação contínua e educação do público como um componente vital do sucesso do programa de água reciclada da Bacia do Oeste. A interação levou a avaliação contínua das preocupações do público, o que garantiu o sucesso do programa. 34 Apesar de campanhas de sensibilização públicas longas e consistentes poderem levar uma quantidade considerável de tempo e mão de obra, os benefícios que eles oferecem tornam-se componentes de valor inestimável na formação política e sucesso do projeto. Pontapé Legislativo Em 1991, a Califórnia aprovou a Lei de Reciclagem da Água, que criou o impulso necessário para reconhecer a importância da reutilização de água e definir o quadro para o estabelecimento de padrões de reaproveitamento de água e estratégias de implementação. As recomendações a seguir são baseadas em seções úteis e transferíveis desta lei para efeitos de criação de um quadro regulamentar no Estado do Rio de Janeiro. Eles foram organizados em possíveis Artigos da nova legislação com base no aspecto da legislação de reutilização de água que cobrem. Estas recomendações são completamente flexíveis e sujeitos à consideração dos legisladores no que é relevante ou útil para o estado atual do Rio de Janeiro. Uma boa legislação é um ponto de partida fundamental para muitas das mudanças que as entidades ativas no Rio precisam para afetar reforma reutilização da água. Essa legislação tem a capacidade de habilitar e capacitar os atores para construir sistemas de reaproveitamento de água por entidades de nomeação, como os sistemas alternativos / dupla de encanamento em todos os códigos de canalização de água relevantes, independentemente de a rede pública ter atingido todas as áreas. Além disso, a legislação de base permite e autoriza os municípios e distribuidoras de água a se envolverem em estudos de viabilidade uns com os outros, 33 Ibid. 34 Successful Public Information and Education Strategies Technical Memorandum. United States Department of the Interior, Bureau of Reclamation. Acesso em 1º de junho de 2015, em

14 permitindo-lhes identificar as fontes de fornecimento de água reciclada dentro de sua jurisdição. Como tal, as leis de reciclagem de água identificam as ações necessárias, bem como quais as agências ou grupos são responsáveis por eles. OPÇÕES DE LEGISLAÇÃO Artigo 1: Intenção, Propósito e Metas para a Reutilização de Água Recomendamos que a legislação do estado do Rio de Janeiro comece por estabelecer a intenção da lei e permita o uso de água reciclada. Isto inclui a definição dos objetivos da lei dentro da introdução do texto, indicando o benefício de reutilizar a água como uso público e dar o tom do porquê desta legislação ser necessária. 35 A legislação pretende promover o uso eficiente e seguro da água reciclada no Estado do Rio de Janeiro, particularmente no setor industrial. Ela estabelece que a população do estado do Rio de Janeiro tem interesse em minimizar os impactos da crescente demanda por água nova em organismos sensíveis à água natural e complementar o abastecimento de água existente, de modo que o desenvolvimento de instalações de reciclagem de água possa atender economicamente necessidades futuras de água no estado. Isso envolve reconhecer a volatilidade existente do abastecimento de água e aumento da demanda de uso dela. A lei pode estabelecer metas numéricas nas medidas específicas de utilização de água reciclada pelo setor industrial do Rio de Janeiro em intervalos de 10 anos, ao longo dos próximos 30 ou mais anos. 36 É importante que haja coerência com os poderes da Secretaria Estadual de Saúde (SES) do Rio de Janeiro e os regulamentos existentes em matéria de normas e usos potável de qualidade da água, bem como a missão geral de assegurar a saúde pública. 37 Artigo 2: Força-Tarefa de Reciclagem de Água Industrial Recomendamos o Estado do Rio de Janeiro autorize uma Força-Tarefa no início do processo de reforma, com representantes de órgãos ambientais, serviços públicos de água, municípios, líderes da indústria, funcionários de saúde pública e representantes da sociedade civil. Com ênfase no futuro de uma reutilização mais ampla, as reuniões podem também incluir líderes dos setores de agricultura, comércio e imobiliária, que participam como observadores. O benefício precoce desta condição é que eles podem ajudar a espalhar a consciência do potencial de reciclagem de água em seus próprios setores e, assim, testemunharem como 35 As recomendações são referenciadas a partir do Código de Águas Califórnia e da Lei Reciclagem de Água da Califórnia de A recomendação é referenciada a partir do Código de Águas da Califórnia, seção O Código de Águas da Califórnia, seção (n) define a água reciclada como água que, como um resultado do tratamento de resíduos, é adequada para uma utilização benéfica direta ou um uso controlado que de outro modo não ocorre e, portanto, é considerada um recurso valioso.

15 precedentes são estabelecidos, com o potencial futuro de participarem em reuniões da Força- Tarefa, se necessário. Como exemplo, a Força-Tarefa de Reciclagem da Água da Califórnia original consistia em membros das seguintes agências governamentais e departamentos: saúde pública, proteção do ambiente, proteção de bacias hidrográficas, alimentos e agricultura, padrões de construção, universidades, defesa do ambiente, defesa do consumidor, distribuidores de água, organizações sem fins lucrativos, imobiliário, desenvolvimento da terra, e os interesses industriais. A Força-Tarefa terá um grande papel em alcançar as metas políticas de reutilização de água. Estabelecerá categorias de padrões de qualidade de água reciclada em comparação com os seus usos dentro de um determinado período de tempo, após o qual apresentará um relatório ao SEA do seu progresso e suas conclusões. A Força-Tarefa determinará os limiares diferenciados para tamanhos de empresas industriais, que por sua vez determinam as leis que devem ser seguidos e com que intensidade. Limiares, que determinam o tamanho de uma empresa, podem ser baseados em elementos como metragem quadrada, número de empregados, tipo de designação industrial, e quaisquer outros parâmetros relevantes. A Força- Tarefa também vai estabelecer um sistema hierárquico para níveis de participação. Nem todas as indústrias usam tanta água como insumos para seus produtos ou para a limpeza, mas ainda podem ser capazes de participar da reutilização de água através por meio da água de limpeza, banheiros, torres de refrigeração, climatização, etc. Ela vai criar os Critérios de Reciclagem, que considera componentes e equipara a qualidade da água com o uso industrial, e assegura a confiabilidade de água reciclada segura. Para efeitos de controle, será esperado da Força- Tarefa que responda à Secretaria do Meio Ambiente no SEA e/ou quaisquer comissões legislativas relevantes em intervalos a serem determinados pela SEA. Artigo 3: Mandatos É nossa recomendação que a legislação declare explicitamente que qualquer entidade que se proponha a usar água reciclada no Rio de Janeiro, ou altere materialmente o caráter da água reciclada ou a sua utilização, para quaisquer fins industriais para os quais Critérios de Reciclagem foram estabelecidos, deve preencher um Requerimento para aprovação pelo INEA e outra agência estatal relevante, de acordo com a lei existente. 38 Esta legislação afirmará claramente que nenhuma entidade industrial poderá usar água reciclada para quaisquer fins industriais que representem danos à saúde pública, para os quais os Critérios de Reciclagem não foram estabelecidos. Os candidatos concordarão com as condições do fornecedor sobre o uso de água reciclada, que podem ser baseadas nos padrões e leis do estado do Rio de Janeiro, ou quaisquer mais padrões mais rigorosos/eficientes estabelecidos pelo provedor local. Os candidatos serão obrigados a designar um cargo específico de empregado Supervisor Local, o qual verificará o sistema de reciclagem de água e sua a adesão às normas municipais e estaduais. Eles também devem apresentar à agência de licenciamento governamental prova de qualificação e 38 A recomendação é referenciada a partir do Código de Águas da Califórnia, seção (a & b).

16 formação do Supervisor Local. Os candidatos declarariam o tipo de utilização de água reciclada, forneceriam mapas com os limites da sua área, os locais dos sistemas de tubulação de água potável e reciclada, os locais de saídas de água acessíveis ao público, incluindo abordagens e sistemas para evitar a mistura ou refluxo de água reciclada com água potável. Recomendamos ao INEA e quaisquer agências governamentais relevantes reforçarem as melhores práticas para o uso de água reciclada, tais como regulamentos de certificação de funcionários, zonas-tampão das fontes de água potáveis, fechamento da água reciclada durante períodos chuvosos, controle de odor e mosquitos, sinalizações adequadas e mais. 39 A lei deve também reforçar ou estabelecer sistemas novos e separados de marcação para tubos instalados acima ou abaixo do solo, barris usados para o transporte de água reciclada, ou qualquer outra conduta de água reciclada. Isto é para tornar claros os sistemas de marcação distintos entre os tipos de água e evitar a perigosa mistura de água reciclada e potável. 40 Artigo 4: Monitoramento, Relatórios e Execução A legislação proposta permitirá o INEA estabelecer e fazer cumprir as regras ou regulamentos, para os usuários de água reciclada, e administrar a concepção e construção de instalações para uso de água reciclada, de acordo com os Critérios de Reciclagem sobre as normas de qualidade da água e uso em ambientes industriais. A legislação pode incentivar a colaboração intersetorial entre as agências relevantes, incluindo CEDAE e outros serviços públicos de água, em revisões técnicas de concepção e planos de construção de terceiros para o uso de instalações de água reciclada. Esta legislação exigirá que o Supervisor Local apresente um relatório anual resumindo a quantidade total de água reciclada fornecida e utilizada em cada local industrial que exige a aprovação de licenças do INEA, incluindo a localização do estabelecimento e a relação com áreas hidrológicas subjacentes aos locais de uso de água reciclada. Ela permitirá o INEA exigir que cada estabelecimento industrial licenciado realize inspeções periódicas das instalações de água recicladas administrados pelo Supervisor Local e fiscalize o cumprimento da qualidade e usos da água reciclada, como especificada nos Critérios de Reciclagem estabelecidos pela Força-Tarefa e aprovado pelo do Estado do Rio de Janeiro, e em coordenação com os regulamentos de saúde da SES do Rio de Janeiro, em que a utilização de água reciclada envolve a proteção da saúde pública. 41 A legislação irá capacitar o INEA, a SES, e quaisquer agências de inspeção competente para ordenar que quaisquer contaminações identificadas resultantes da utilização de água reciclada 39 As melhores práticas listadas são referenciados a partir do Los Angeles County Sanitation District Recycled Water Users Handbook, Requirements for Recycled Water Users, Section Referenciado a partir da Lei da Água Potável da Califórnia, Artigo 7, seção De acordo com o Código de Águas da Califórnia, Artigo 4º, seção 13521, o Departamento de Serviços de Saúde do estado estabelece critérios uniformes de reciclagem em todo o estado para cada tipo de variável de utilização de água reciclada em que o uso envolve a proteção da saúde pública.

17 sejam observadas de acordo com remediação ambiental e leis federais existentes. A falta de apresentação do Requerimento de reciclagem de água resultará na retenção da aprovação do licenciamento pelo INEA ou outros órgãos de licenciamento relevantes. Artigo 5: Utilização e Qualidade da Água A Força-Tarefa estabelecerá quais os níveis de qualidade da água reciclada serão adequados para os diferentes tipos de uso industrial no estado do Rio de Janeiro. Esta seção fornece alguns exemplos de usos de águas recicladas, bem como regulamentos de base para a descarga de água reciclada, o que pode refletir a nova legislação do Rio de Janeiro. A água reciclada geralmente é submetida a diferentes níveis de tratamento - primário, secundário e terciário, sendo o terciário o nível mais avançado de tratamento. Os usos para água reciclada após nível o terciário de tratamento de desinfecção incluem descargas de sanitários e mictórios; sifões de drenagem; água de processo industrial que possa entrar em contato com os trabalhadores; estruturas de combate a incêndios; fontes decorativas; lavanderias comerciais; consolidação de reaterro em torno encanamentos de água potável; uso para refrigeração industrial, comercial ou ar condicionado que envolva utilização de uma torre de arrefecimento, um condensador de evaporação, pulverização ou qualquer mecanismo que crie névoa; e lavagens de caminhões comerciais, incluindo lavagens de mãos, se a água reciclada não for aquecida, onde o público em geral é excluído do processo de lavagem. Os seguintes são exemplos de usos para a água reciclada após desinfetada no nível secundário de tratamento de água reciclada: alimentação de caldeira industrial; combate a incêndios nãoestruturais; consolidação de reaterro em torno de tubulações não potável; compactação do solo; betonagem; controle de poeira em estradas e ruas; limpeza de estradas, calçadas e áreas de trabalho ao ar livre; e água de processo industrial que não entrará em contato com os trabalhadores; e uso para descargas sanitárias. 42 A água reciclada dispensada após utilização industrial nos corpos de água estatais deverá obedecer todos os padrões federais, estaduais, ambientais e de qualidade de saúde existentes. Água reciclada dispensada após utilização industrial nos sistemas de esgoto e em outros sistemas de tratamento, fornecimento ou de resíduos devem cumprir com todos os padrões federais, estaduais, ambientais e de qualidade de saúde existentes. 43 Água reciclada após o uso industrial que seja direcionada a um sistema ou em uma utilização que pode entrar em contato com seres humanos ou animais deve cumprir com todos os padrões federais, estaduais, ambientais e de qualidade de saúde existentes A recomendação é referenciada a partir do Código de Águas da Califórnia, Artigo 3º. Usos da Água Reciclada, seções & A recomendação é referenciada a partir do Código de Segurança e Saúde da Califórnia, Artigo 7, seção , em que é necessária uma avaliação técnica que qualifique a tecnologia de tratamento proposto. 44 A recomendação é referenciada a partir da Lei Federal de Controle de Poluição da Água, seção 311 (b) (2), que rege a possível descarga de substâncias perigosas em fontes de água superficial ou subterrânea.

18 Os Critérios de Reciclagem aderirão às leis de saúde pública em vigor estabelecidas pela Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro, ou sua equivalente, e as agências pertinentes em que o uso envolve a proteção da saúde pública. Se a utilização de água reciclada para fins industriais não for abordada pelos Critérios de Reciclagem estabelecidos pela Força-Tarefa, então o INEA deve considerar os padrões de uso industrial da água e qualidade adequados, numa orientação caso a caso. Artigo 6: Preço e Incentivos Esta seção avalia incentivos financeiros e questões de preços, a fim de definir o quadro e metas para alcançar uma utilização generalizada e economicamente viável de reciclagem de água que será atraente para os usuários. Nossa legislação proposta afirma explicitamente que o preço da água reciclada deve refletir uma partilha equitativa dos custos e benefícios associados com o desenvolvimento e a utilização de água reciclada; e delineará que o objetivo de tarifação da água reciclada deve ser igual ou abaixo do preço equivalente de água potável para permitir a racionalidade econômica da indústria e melhorar a atividade econômica. 45 Ela estabelecerá que o preço da água reciclada deve ser composto pela recuperação de custos, fixos e variáveis, geradas pelo produção, distribuição e administração geral de atividades de águas recicladas. A legislação deve autorizar os programas estaduais de assistência financeira, tais como empréstimos ou incentivos econômicos adicionais para instalações de controle de qualidade da água proporcionando utilização ótima da água reciclada. 46 A legislação deve autorizar o INEA ou outra financeira prestadora de assistência, a identificar incentivos para as zonas industriais públicas e privadas para reequiparem sistemas de água existentes para a reciclagem de água. Outras possibilidades incluem um programa de premiação anual, estabelecido pelo INEA, para reconhecer as empresas e instalações industriais que maximizem a eficiente reutilização da água reciclada, e uma lista aberta de indústrias ou empresas participantes de reciclagem de água. Outras considerações e Ideias Nem todas as iniciativas de reciclagem de água estarão diretamente relacionada à legislação. Existem outros programas e opções a considerar ao criar um sistema de reutilização sustentável da água. Por exemplo, dentro do processo de candidatura para um novo complexo industrial, a ser revisado e aprovado pelo INEA, informações sobre o volume anual de água reciclada no local devem ser fornecidas e compartilhadas com CEDAE, em um esforço para 45 A recomendação é referenciada a partir do Código de Águas da Califórnia, seção A recomendação é referenciada a partir do Código de Águas da Califórnia, seção (a), e no Capítulo 6, Artigos 1º e 2º. A Califórnia faz empréstimos a órgãos públicos e fornece assistência financeira para o abastecimento e utilização de água reciclada.

19 coletar dados de demanda de água de reaproveitamento. Isso ajudará serviços de água e planejadores de reutilização de água a projetarem a demanda futura de água reciclada pela indústria, o que leva a um melhor planejamento de longo prazo de projetos de capital para a distribuição em grande escala de água reciclada para locais de indústria. Para a rede de distribuição de água reciclada ou mercado proposta, operada pela FIRJAN ou outra entidade adequada, os compradores e vendedores podem confiar em operações de transporte por caminhão para a locomoção de água reciclada. Como caminhões são grandes emissores, as empresas podem ser incentivadas por meio de isenções fiscais e reconhecimento, para que utilizem frotas de combustível eficiente ou caminhões híbridos na sua distribuição de água reciclada para reduzir emissões de carbono. A SEA, SES, e demais órgãos reguladores da presente lei podem estabelecer uma agenda de reunião anual ou bianual com a CEDAE e outros fornecedores de água para coordenação das políticas com competência técnica no ritmo em que o sistema de água reciclada se expandir. Se mandatado na lei ou não, as agências governamentais devem reconhecer a responsabilidade governamental na sensibilização do público, a comunicação e a transparência das operações e identificar possíveis programas de extensão e educação com as empresas para reutilização de água industrial. UMA PERSPECTIVA GLOBAL O Conselho de Recursos Hídricos do Estado da Califórnia estabelece metas políticas na forma de mandatos para atingir metas mais elevadas de uso de água reciclada por períodos de anos. 47 Similar ao estado da Califórnia, várias nações dentro da comunidade global tem regulamentos desenvolvidos para trabalhar a reutilização da água. Algumas dessas regulamentações globais serão apresentadas. Mandatos Na Austrália existem metas específicas relativas à utilização de águas residuais tratadas em conjunto com mandatos sobre a eficiência da água para novas construções residenciais que incluem a utilização de reciclagem de água cinza. Exemplos específicos da indústria incluem as obrigações de reaproveitamento de água do Canadá em projetos propostos em areias petrolíferas com a obrigação de reutilização de 100%, bem como mandatos da Califórnia em centrais elétricas. 48 Estes tipos de mandatos podem ser encontrados dentro o código de água, 47 Policy for Water Quality Control for Recycled Water, State Water Resources Control Board. (2013). Acesso em 1º de junho de 2015, em 48 Esses exemplos são resumidos a partir do Addressing Water Scarcity Through Recycling and Reuse: A Menu for Policymakers. GE Water & Process Technologies, 2008 e Creating Effective Incentives for Water Reuse and Recycling. GE Water & Process Technologies, 2011

20 mas também pode ser encontrado em outras leis e códigos de construção sob a jurisdição de agências diferentes. Junto com a Califórnia, a Espanha também determina o verdadeiro custo e em algumas áreas do Arizona e Califórnia os preços da água potável subsidiam os custos de água reciclada. 49 Incentivos Considerando os incentivos, a Austrália fornece um crédito de imposto de 10% sobre os custos de capital inicial elegível para a qualificação de projetos de reutilização de água. Espanha, Cingapura e México oferecem diferentes níveis de incentivos fiscais também. Dentro dos Estados Unidos, a Nova Jérsei e o Texas também oferecerem incentivos fiscais. Os descontos são uma outra forma de incentivo disponível na Austrália, Califórnia, Texas e Colorado nos custos de instalação de reutilização de água e tecnologias de conservação. Financiamento através de garantias e/ou subsídios de projetos de maior escala nos setores comerciais e industriais é oferecido em Nova Jérsei, Flórida, Califórnia, Cingapura, Itália e Austrália. 50 Relatórios, Monitoramento e Avaliação A Cingapura implementou uma tecnologia de reutilização avançada, onde uma porção de água de reaproveitamento é tratada para utilização potável direta (NEWater), bem como a utilização potável indireta. A reutilização de água bem sucedida tem sido atribuída a uma aplicação rigorosa das políticas relacionadas. 51 Os relatórios, o monitoramento e fiscalização são da Agência Nacional do Meio Ambiente, que especificamente monitora descarga de águas residuais industriais nos cursos de água, enquanto o Conselho de Utilidades Públicas monitora todas as águas residuais descarregadas no sistema de esgoto público. 52 A qualidade da água também é estritamente regulada pelas Regulações de 2008 da Saúde Pública Ambiental (EPH) (Qualidade de Água Potável Encanada). Águas residuais industriais que geram grande quantidade de poluentes obrigam a instalar sistemas de monitoramento para prevenir poluente efluente em esgotos públicos. Na Austrália, a qualidade da água industrial tem de ser continuamente verificada, tanto na fonte como no uso final. Isso envolverá monitoramento e testes, mas apenas o apropriado (não necessariamente monitoramento online contínuo). Programas de monitoramento e testes de verificação devem ser desenvolvidos com base na avaliação dos riscos e podem ser 49 Creating Effective Incentives for Water Reuse and Recycling. (2011, March). GE Water & Process Technologies. 50 Esses exemplos são resumidos a partir do Addressing Water Scarcity Through Recycling and Reuse: A Menu for Policymakers. GE Water & Process Technologies, 2008 e Creating Effective Incentives for Water Reuse and Recycling. GE Water & Process Technologies, Dealing with Water Scarcity in Singapore. (2006). World Bank. Acesso em 1º de junho de 2015, em 52 Singapore. Global Water Intelligence. Acesso em 1º de junho de 2015, em

Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES

Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES Introdução 10.1. A terra costuma ser definida como uma entidade física, em termos de sua topografia e sua natureza

Leia mais

Nota técnica Março/2014

Nota técnica Março/2014 Nota técnica Março/2014 Sistemas de Saneamento no Brasil - Desafios do Século XXI João Sergio Cordeiro O Brasil, no final do ano de 2013, possuía população de mais de 200 milhões de habitantes distribuídos

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

Curso de Gestão de Águas Pluviais

Curso de Gestão de Águas Pluviais Curso de Gestão de Águas Pluviais Capítulo 4 Prof. Carlos E. M. Tucci Prof. Dr. Carlos E. M. Tucci Ministério das Cidades 1 Capítulo 4 Gestão Integrada Conceito Marcos Mundiais, Tendência e Estágio Institucional

Leia mais

Ações Contra Secas e Criação de Planos de Abastecimento de Água

Ações Contra Secas e Criação de Planos de Abastecimento de Água Ações Contra Secas e Criação de Planos de Abastecimento de Água Paula Kehoe Diretora de Recursos Hídricos Comissão de Utilidades Públicas de São Francisco Abril 2015 Apresentação de Hoje Visão geral da

Leia mais

Iniciativas Futuro Verde" do Japão

Iniciativas Futuro Verde do Japão 1. Compreensão Básica Iniciativas Futuro Verde" do Japão 1. Nas condições atuais, em que o mundo está enfrentando diversos problemas, como o crescimento populacional, a urbanização desordenadas, a perda

Leia mais

UIPES/ORLA Sub-Região Brasil

UIPES/ORLA Sub-Região Brasil 1 A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE NO MUNDO GLOBALIZADO 1 Introdução Área de atuação. A Carta de Bangkok (CB) identifica ações, compromissos e garantias requeridos para atingir os determinantes

Leia mais

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO Introdução Escopo A Carta de Bangkok identifica ações, compromissos e promessas necessários para abordar os determinantes da saúde em

Leia mais

Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido

Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido Apoiar a empregabilidade pela melhora da qualidade do ensino profissionalizante UK Skills Seminar Series 2014 15 British Council UK Skills Seminar

Leia mais

Política da IFC sobre Divulgação de Informações Análise e Atualização Visão Geral do Processo de Consulta e Participação

Política da IFC sobre Divulgação de Informações Análise e Atualização Visão Geral do Processo de Consulta e Participação Política da IFC sobre Divulgação de Informações Análise e Atualização Visão Geral do Processo de Consulta e Participação Corporação Financeira Internacional 26 de agosto de 2009 SUMÁRIO PÁGINA Resumo executivo...

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental

Política de Responsabilidade Socioambiental Política de Responsabilidade Socioambiental SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVO... 3 3 DETALHAMENTO... 3 3.1 Definições... 3 3.2 Envolvimento de partes interessadas... 4 3.3 Conformidade com a Legislação

Leia mais

Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES

Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES JANEIRO 2013 ÍNDICE DE CONTEÚDOS Introdução...1 Antes das Três Linhas: Supervisão do Gerenciamento

Leia mais

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO Programa de Educação Ambiental Interno Condicionante 57 LO 417/2010 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO 04 2. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 05 3. REGULAMENTO APLICÁVEL 06 3.1. FEDERAL

Leia mais

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 DOU de 05/10/09 seção 01 nº 190 pág. 51 MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 Estabelece orientações relativas à Política de Saneamento Básico e

Leia mais

Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030.

Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030. Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030. O acordo sobre uma meta do Objectivo de Desenvolvimento Sustentável relativamente ao acesso universal

Leia mais

APÊNDICE C DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A INTEGRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS E REGIONAIS DE NUTRIÇÃO

APÊNDICE C DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A INTEGRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS E REGIONAIS DE NUTRIÇÃO APÊNDICE C DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A INTEGRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS E REGIONAIS DE NUTRIÇÃO Objetivo O objetivo das Diretrizes é apoiar os países a

Leia mais

America Acessivel: Informação e Comunicação para TODOS 12 14 de novembro de 2014 São Paulo, Brasil

America Acessivel: Informação e Comunicação para TODOS 12 14 de novembro de 2014 São Paulo, Brasil America Acessivel: Informação e Comunicação para TODOS 12 14 de novembro de 2014 São Paulo, Brasil Pautas para a promoção da acessibilidade das TIC para pessoas com Deficiência na região das Americas Preâmbulo

Leia mais

Normas ISO 14000. Jonas Lucio Maia

Normas ISO 14000. Jonas Lucio Maia Jonas Lucio Maia Agenda Origem das normas Normas ISO 14000 Similaridades GQ e GA Benefícios Críticas Bibliografia Origens das normas Quatro origens relacionadas: Padrões do Business Council for Sustainable

Leia mais

PROPOSTA DO SENAI PARA IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL NA INDÚSTRIA

PROPOSTA DO SENAI PARA IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL NA INDÚSTRIA PROPOSTA DO SENAI PARA IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL NA INDÚSTRIA Manuel Victor da Silva Baptista (1) Engenheiro Químico com pós-graduação em Engenharia Sanitária e Ambiental, SENAI-CETSAM,

Leia mais

Comparação dos sistemas de gestão e legislações de saneamento na França, Estados Unidos e Brasil

Comparação dos sistemas de gestão e legislações de saneamento na França, Estados Unidos e Brasil VIII Semana de Ciência e Tecnologia do IFMG campus Bambuí I Seminário dos Estudantes de Pós Graduação Comparação dos sistemas de gestão e legislações de saneamento na França, Estados Unidos e Brasil 1

Leia mais

EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA OPERACIONAL (PTO)

EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA OPERACIONAL (PTO) EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 CONCESSÃO PARA AMPLIAÇÃO, MANUTENÇÃO E EXPLORAÇÃO DOS AEROPORTOS INTERNACIONAIS BRASÍLIA CAMPINAS GUARULHOS EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA

Leia mais

APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO POLITICA PPS PR Curso Haj Mussi Tema Sustentabilidade

APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO POLITICA PPS PR Curso Haj Mussi Tema Sustentabilidade APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO POLITICA PPS PR Curso Haj Mussi Tema Sustentabilidade Desenvolvido por: Neuza Maria Rodrigues Antunes neuzaantunes1@gmail.com AUMENTO DA POPULAÇÃO URBANA 85% NO BRASIL (Censo

Leia mais

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades;

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades; POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE OBJETIVO Esta Política tem como objetivos: - Apresentar as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente as inovações

Leia mais

DECLARAÇÃO UNESCO/UBC VANCOUVER. A Memória do Mundo na Era Digital: Digitalização e Preservação

DECLARAÇÃO UNESCO/UBC VANCOUVER. A Memória do Mundo na Era Digital: Digitalização e Preservação DECLARAÇÃO UNESCO/UBC VANCOUVER A Memória do Mundo na Era Digital: Digitalização e Preservação 26 a 28 de Setembro de 2012 Vancouver, Colúmbia Britânica, Canadá A Tecnologia Digital oferece meios sem precedentes

Leia mais

CAF: Um banco de desenvolvimento ao serviço da água na América Latina

CAF: Um banco de desenvolvimento ao serviço da água na América Latina CAF: Um banco de desenvolvimento ao serviço da água na América Latina Apoio financeiro e técnico no setor água O CAF apoia os esforços que os países da região realizam para garantir que toda a população

Leia mais

Plataforma Ambiental para o Brasil

Plataforma Ambiental para o Brasil Plataforma Ambiental para o Brasil A Plataforma Ambiental para o Brasil é uma iniciativa da Fundação SOS Mata Atlântica e traz os princípios básicos e alguns dos temas que deverão ser enfrentados na próxima

Leia mais

PRINCÍPIOS PARA SUSTENTABILIDADE EM SEGURO GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE

PRINCÍPIOS PARA SUSTENTABILIDADE EM SEGURO GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE PRINCÍPIOS PARA SUSTENTABILIDADE EM SEGURO 2014 GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE O modelo de Gestão da Sustentabilidade do GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE é focado no desenvolvimento de

Leia mais

LEI Nº 4.791 DE 2 DE ABRIL DE

LEI Nº 4.791 DE 2 DE ABRIL DE Lei nº 4791/2008 Data da Lei 02/04/2008 O Presidente da Câmara Municipal do Rio de Janeiro nos termos do art. 79, 7º, da Lei Orgânica do Município do Rio de Janeiro, de 5 de abril de 1990, não exercida

Leia mais

Sustentabilidade Corporativa na Economia Mundial

Sustentabilidade Corporativa na Economia Mundial Sustentabilidade Corporativa na Economia Mundial NAÇÕES UNIDAS PACTO GLOBAL O que é o Pacto Global da ONU? Nunca houve um alinhamento tão perfeito entre os objetivos da comunidade internacional e os do

Leia mais

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE 1) OBJETIVOS - Apresentar de forma transparente as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente

Leia mais

CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS

CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS VI.1. Introdução A avaliação de riscos inclui um amplo espectro de disciplinas e perspectivas que vão desde as preocupações

Leia mais

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL MANUAL Elaborado por Comitê de Gestão de Aprovado por Paulo Fernando G.Habitzreuter Código: MA..01 Pag.: 2/12 Sumário Pag. 1. Objetivo...

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DO EQUADOR

OS PRINCÍPIOS DO EQUADOR OS PRINCÍPIOS DO EQUADOR UMA ABORDAGEM DO SETOR PARA INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS SOBRE DETERMINAÇÃO, AVALIAÇÃO E GERENCIAMENTO DE RISCO AMBIENTAL E SOCIAL EM FINANCIAMENTO DE PROJETOS Florianópolis Junho/2004

Leia mais

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Data da Criação: 09/11/2012 Dara de revisão: 18/12/2012 1 - Sumário - 1. A Instant Solutions... 3 1.1. Perfil da empresa... 3 1.2. Responsabilidade ambiental...

Leia mais

Banco Interamericano de Desenvolvimento CICLO DE PROJETOS. Representação no Brasil Setor Fiduciário

Banco Interamericano de Desenvolvimento CICLO DE PROJETOS. Representação no Brasil Setor Fiduciário Banco Interamericano de Desenvolvimento CICLO DE PROJETOS Representação no Brasil Setor Fiduciário Ciclo de projetos Cada projeto financiado pelo BID passa por uma série de etapas principalmente as de

Leia mais

Política de Sustentabilidade

Política de Sustentabilidade Política de Sustentabilidade Síntese O Compromisso ALIANSCE para a Sustentabilidade demonstra o nosso pacto com a ética nos negócios, o desenvolvimento das comunidades do entorno de nossos empreendimentos,

Leia mais

GE Power & Water Water & Process Technologies. Soluções para água municipal e águas residuais

GE Power & Water Water & Process Technologies. Soluções para água municipal e águas residuais GE Power & Water Water & Process Technologies Soluções para água municipal e águas residuais Há mais de um século, a GE vem oferecendo soluções sustentáveis para ajudar seus clientes em todo o mundo a

Leia mais

Gestão Participativa e os Comitês de Bacias

Gestão Participativa e os Comitês de Bacias Novembro de 2009. Gestão Participativa e os Comitês de Bacias Suraya Modaelli DAEE 1,2 bilhão de pessoas sem acesso a água potável no mundo 2 bilhões sem infra-estrutura de saneamento milhões de crianças

Leia mais

Política de Saúde, Segurança e Meio Ambiente

Política de Saúde, Segurança e Meio Ambiente Política de Saúde, Segurança e Meio Ambiente Política Global Novartis 1 de março de 2014 Versão HSE 001.V1.PT 1. Introdução Na Novartis, nossa meta é ser líder em Saúde, Segurança e Meio Ambiente (HSE).

Leia mais

S O C I O A M B I E N TA L

S O C I O A M B I E N TA L Apresentação Todas as ações desenvolvidas pelo Banrisul estão comprometidas em preservar o meio ambiente, seja no momento de realizar um contrato de financiamento agrícola, investimento em projeto, seja

Leia mais

GIRH como Ferramenta de Adaptação às Mudanças Climáticas. Adaptação em Gestão das Águas

GIRH como Ferramenta de Adaptação às Mudanças Climáticas. Adaptação em Gestão das Águas GIRH como Ferramenta de Adaptação às Mudanças Climáticas Adaptação em Gestão das Águas Meta e objetivos da sessão Meta considerar como a adaptação às mudanças climáticas pode ser incorporada na gestão

Leia mais

Serão distribuídos: Para os professores: Cinco módulos temáticos e um caderno de atividades. Para os alunos: um caderno de atividades.

Serão distribuídos: Para os professores: Cinco módulos temáticos e um caderno de atividades. Para os alunos: um caderno de atividades. professor Serão distribuídos: Para os professores: Cinco módulos temáticos e um caderno de atividades. Para os alunos: um caderno de atividades. Também serão produzidos, dentro de sala de aula, cartazes

Leia mais

Estrutura Legal e Regulatória para a Implementação da GIRH. Aspectos Legais da Gestão de Recursos Hídricos Compartilhados

Estrutura Legal e Regulatória para a Implementação da GIRH. Aspectos Legais da Gestão de Recursos Hídricos Compartilhados Estrutura Legal e Regulatória para a Implementação da GIRH Aspectos Legais da Gestão de Recursos Hídricos Compartilhados Meta e objetivos do capítulo Meta A meta deste capítulo é rever o papel e a relevância

Leia mais

ESTATUTO DO COMITÊ DE AUDITORIA DO CONSELHO DIRETOR 23 DE OUTUBRO DE 2014

ESTATUTO DO COMITÊ DE AUDITORIA DO CONSELHO DIRETOR 23 DE OUTUBRO DE 2014 ESTATUTO DO COMITÊ DE AUDITORIA DO CONSELHO DIRETOR 23 DE OUTUBRO DE 2014 I. FINALIDADE A finalidade do Comitê de Auditoria da AGCO Corporation (a Empresa ) é auxiliar o Conselho Diretor (o Conselho )

Leia mais

Correlação entre os requisitos do Sistema de Gestão do Programa Atuação Responsável e o Responsible Care Management System Requirements - ACC

Correlação entre os requisitos do Sistema de Gestão do Programa Atuação Responsável e o Responsible Care Management System Requirements - ACC Correlação entre os requisitos do Sistema de Gestão do Programa Atuação Responsável e o Responsible Care Management System Requirements - ACC Sistema de Gestão do AR 2012 - ABIQUIM Responsible Care Management

Leia mais

Prefeitura Municipal de Jaboticabal

Prefeitura Municipal de Jaboticabal LEI Nº 4.715, DE 22 DE SETEMBRO DE 2015 Institui a Política Municipal de estímulo à produção e ao consumo sustentáveis. RAUL JOSÉ SILVA GIRIO, Prefeito Municipal de Jaboticabal, Estado de São Paulo, no

Leia mais

CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO

CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO FUNDO COMUM PARA OS PRODUTOS BÁSICOS (FCPB) BUSCA CANDIDATURAS A APOIO PARA ATIVIDADES DE DESENVOLVIMENTO DOS PRODUTOS BÁSICOS Processo de

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

"Água e os Desafios do. Setor Produtivo" EMPRESAS QUE DÃO ATENÇÃO AO VERDE DIFICILMENTE ENTRAM NO VERMELHO.

Água e os Desafios do. Setor Produtivo EMPRESAS QUE DÃO ATENÇÃO AO VERDE DIFICILMENTE ENTRAM NO VERMELHO. "Água e os Desafios do Setor Produtivo" EMPRESAS QUE DÃO ATENÇÃO AO VERDE DIFICILMENTE ENTRAM NO VERMELHO. DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E O PAPEL DE CADA UM É o desenvolvimento que atende às necessidades

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2014

PROJETO DE LEI Nº, DE 2014 PROJETO DE LEI Nº, DE 2014 (Do Sr. Geraldo Resende) Estabelece a Política Nacional de Captação, Armazenamento e Aproveitamento de Águas Pluviais e define normas gerais para sua promoção. O Congresso Nacional

Leia mais

Perspectivas do Setor de Saneamento em relação à Cobrança

Perspectivas do Setor de Saneamento em relação à Cobrança Seminário Cobrança pelo Uso dos Recursos Hídricos Urbanos e Industriais Comitê da Bacia Hidrográfica Sorocaba e Médio Tietê Perspectivas do Setor de Saneamento em relação à Cobrança Sorocaba, 10 de setembro

Leia mais

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Considerando que a informação arquivística, produzida, recebida, utilizada e conservada em sistemas informatizados,

Leia mais

Notas de orientação 9: Sugestão de checklist para estabelecer o escopo do Relatório da EITI

Notas de orientação 9: Sugestão de checklist para estabelecer o escopo do Relatório da EITI Notas de orientação 9 3 de julho de 2015 Estas notas de orientação foram produzidas pela Secretaria Internacional da EITI para ajudar os países implementadores a publicarem dados eletrônicos do Relatório

Leia mais

Política da Nestlé sobre Sustentabilidade Ambiental

Política da Nestlé sobre Sustentabilidade Ambiental Política da Nestlé sobre Sustentabilidade Ambiental Política da Nestlé sobre Sustentabilidade Ambiental A Nestlé, na qualidade de Companhia líder em Nutrição, Saúde e Bem-Estar, assume o seu objectivo

Leia mais

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL Washington, D.C., EUA, 28 de setembro a 2 de outubro de 2009 CD49.R10 (Port.) ORIGINAL:

Leia mais

GE Power & Water Water & Process Technologies. Recursos preciosos, desafios prementes, melhores soluções.

GE Power & Water Water & Process Technologies. Recursos preciosos, desafios prementes, melhores soluções. GE Power & Water Water & Process Technologies Recursos preciosos, desafios prementes, melhores soluções. Recursos preciosos Se o consumo de água continuar a aumentar à mesma taxa, as estatísticas deixam

Leia mais

Transparência no BNDES Mauro Figueiredo 1 e Jennifer Gleason 2

Transparência no BNDES Mauro Figueiredo 1 e Jennifer Gleason 2 Transparência no BNDES Mauro Figueiredo 1 e Jennifer Gleason 2 O Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) é um banco estatal 3, fundado em 1952, que opera sob a supervisão do ministério do Desenvolvimento,

Leia mais

Sud Mennucci (São Paulo), Brazil

Sud Mennucci (São Paulo), Brazil Sud Mennucci (São Paulo), Brazil Relatório do progresso local sobre a implementação do Quadro de Ação de Hyogo (2013-2014) Prefeito: Prefeito - Julio Cesar Gomes Nome do ponto focal: Maricleia Leati Organização:

Leia mais

PARCERIA BRASILEIRA PELA ÁGUA

PARCERIA BRASILEIRA PELA ÁGUA PARCERIA BRASILEIRA PELA ÁGUA Considerando a importância de efetivar a gestão integrada de recursos hídricos conforme as diretrizes gerais de ação estabelecidas na Lei 9.433, de 8.01.1997, a qual institui

Leia mais

Nações Unidas A/RES/64/236. 31 de março de 2010

Nações Unidas A/RES/64/236. 31 de março de 2010 Nações Unidas A/RES/64/236 Assembleia Geral Sexagésima quarta sessão Agenda item 53 (a) Resolução adotada pela Assembleia Geral [sobre o relatório do Segundo Comitê (A/64/420/Add.1)] Distr.: Geral 31 de

Leia mais

Política Ambiental das Empresas Eletrobras

Política Ambiental das Empresas Eletrobras Política Ambiental das Empresas Eletrobras Versão 2.0 16/05/2013 Sumário 1 Objetivo... 3 2 Princípios... 3 3 Diretrizes... 3 3.1 Diretrizes Gerais... 3 3.1.1 Articulação Interna... 3 3.1.2 Articulação

Leia mais

ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL

ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL Diretor Geral O Diretor Geral supervisiona e coordena o funcionamento das unidades orgânicas do Comité Olímpico de Portugal, assegurando o regular desenvolvimento das suas

Leia mais

CARTA DE OTTAWA. PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986

CARTA DE OTTAWA. PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986 CARTA DE OTTAWA PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986 A Primeira Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde, realizada em Ottawa, Canadá, em novembro

Leia mais

N REQUISITOS OBSERVAÇÕES

N REQUISITOS OBSERVAÇÕES N REQUISITOS OBSERVAÇÕES 01 02 03 04 05 06 07 A - MANUTENÇÃO E SUPORTE A empresa fornece produto de software com Verificar se a empresa fornece manual do produto (instalação), documentação de suporte ao

Leia mais

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS Resumo da Agenda 21 CAPÍTULO 1 - Preâmbulo Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS CAPÍTULO 2 - Cooperação internacional para acelerar o desenvolvimento sustentável dos países em desenvolvimento e políticas

Leia mais

RELATÓRIO DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COE INSTITUTO BRASILEIRO DE PESQUISA E GESTÃO DE CARBONO CO2 ZERO

RELATÓRIO DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COE INSTITUTO BRASILEIRO DE PESQUISA E GESTÃO DE CARBONO CO2 ZERO RELATÓRIO DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COE INSTITUTO BRASILEIRO DE PESQUISA E GESTÃO DE CARBONO CO2 ZERO DECLARAÇÃO DE APOIO CONTÍNUO DO DIRETOR PRESIDENTE Brasília-DF, 29 de outubro de 2015 Para as partes

Leia mais

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO 30.1. O comércio e a indústria, inclusive as empresas transnacionais,

Leia mais

Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática

Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática A Abiquim e suas ações de mitigação das mudanças climáticas As empresas químicas associadas à Abiquim, que representam cerca

Leia mais

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade DECLARAÇÃO DOS MINISTROS DA AGRICULTURA, SÃO JOSÉ 2011 1. Nós, os Ministros e os Secretários de Agricultura

Leia mais

Código de Ética e Conduta Profissional da MRC Consultoria e Sistema de Informática Ltda. - ME

Código de Ética e Conduta Profissional da MRC Consultoria e Sistema de Informática Ltda. - ME 1 - Considerações Éticas Fundamentais Como um colaborador da. - ME eu devo: 1.1- Contribuir para a sociedade e bem-estar do ser humano. O maior valor da computação é o seu potencial de melhorar o bem-estar

Leia mais

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE DESCRIÇÕES DOS NÍVEIS APRENDIZ SABER Aprende para adquirir conhecimento básico. É capaz de pôr este conhecimento em prática sob circunstâncias normais, buscando assistência

Leia mais

EDITAL DE PROCESSO SELETIVO PARA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA POR PRODUTO PESSOA FÍSICA

EDITAL DE PROCESSO SELETIVO PARA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA POR PRODUTO PESSOA FÍSICA Ministério das Relações Exteriores Comitê Nacional de Organização Rio+20 EDITAL DE PROCESSO SELETIVO PARA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA POR PRODUTO PESSOA FÍSICA EDITAL Nº 011/2011 CONTRATAÇÃO

Leia mais

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII)

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII) PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO Secretaria-Executiva Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional Plano de Integridade Institucional (PII) 2012-2015 Apresentação Como

Leia mais

Elaboração Item 2 inclusão do PG-C-01 Programa Integrado de SSTMA Item 2 Codificação dos documentos de referência

Elaboração Item 2 inclusão do PG-C-01 Programa Integrado de SSTMA Item 2 Codificação dos documentos de referência Página 1 de 9 DESCRIÇÃO DAS REVISÕES REV DATA ALTERAÇÃO OBSERVAÇÃO 00 01 20/05/2009 30/09/2009 16/12/09 Elaboração Item 2 inclusão do PG-C-01 Programa Integrado de SSTMA Item 2 Codificação dos documentos

Leia mais

BDMG. Semana Mineira de Redução de Resíduos. Instrumentos Financeiros para Redução de Resíduos

BDMG. Semana Mineira de Redução de Resíduos. Instrumentos Financeiros para Redução de Resíduos BDMG Semana Mineira de Redução de Resíduos Instrumentos Financeiros para Redução de Resíduos Novembro de 2010 BDMG Desenvolvimento, inclusão social e sustentabilidade Perfil do BDMG Fundação: Lei Estadual

Leia mais

Plataforma de Cooperação da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) na Área Ambiental

Plataforma de Cooperação da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) na Área Ambiental Plataforma de Cooperação da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) na Área Ambiental I. Contexto Criada em 1996, a reúne atualmente oito Estados Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique,

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL: ISO 14001. Material Didático: IBB 254 Gestão Ambiental / 2015 Curso: Ciências Biológicas - UFAM

SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL: ISO 14001. Material Didático: IBB 254 Gestão Ambiental / 2015 Curso: Ciências Biológicas - UFAM SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL: ISO 14001 Material Didático: IBB 254 Gestão Ambiental / 2015 Conceitos Gerais A gestão ambiental abrange uma vasta gama de questões, inclusive aquelas com implicações estratégicas

Leia mais

Gestão Integrada de Águas Urbanas

Gestão Integrada de Águas Urbanas Gestão Integrada de Águas Urbanas Prof. Carlos E. M. Tucci Consultor do Banco Mundial São Paulo 4 a 6 de dezembro de 2012 1 Impactos Aumento da magnitude das vazões e da frequência de inundações; Aumento

Leia mais

Nº: 5745 terça feira, 05 de maio de 2015 COMISSÃO DIRETORA. ATO DA COMISSÃO DIRETORA N O 5, de 2015

Nº: 5745 terça feira, 05 de maio de 2015 COMISSÃO DIRETORA. ATO DA COMISSÃO DIRETORA N O 5, de 2015 30/06/2015 Boletim Administrativo Eletrônico de Pessoal Nº: 5745 terça feira, 05 de maio de 2015 COMISSÃO DIRETORA ATO DA COMISSÃO DIRETORA N O 5, de 2015 Revisa e altera os objetivos estratégicos do plano

Leia mais

CONNECT AMERICAS: REDE SOCIAL EMPRESARIAL

CONNECT AMERICAS: REDE SOCIAL EMPRESARIAL CONNECT AMERICAS: REDE SOCIAL EMPRESARIAL DAS AMÉRICAS Washington D. C - março 2014 NOME CLASSIFICAÇÃO CATEGORIA TEMA PALAVRAS-CHAVE REDE SOCIAL EMPRESARIAL : CONNECT AMERICAS PRÁTICA INTERNACIONALIZAÇÃO

Leia mais

FUNDAÇÃO NACIONAL PARA A DEMOCRACIA DIRETRIZES DA PROPOSTA DIRETRIZ ADICIONAL

FUNDAÇÃO NACIONAL PARA A DEMOCRACIA DIRETRIZES DA PROPOSTA DIRETRIZ ADICIONAL Utilize este documento como uma ajuda adicional para escrever um orçamento ou narrativa da proposta. Se tiver outras perguntas, queria enviar um email à equipe regional do NED apropriada ou para proposals@ned.org.

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim - ES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução O Programa Municipal de Educação Ambiental estabelece diretrizes, objetivos, potenciais participantes, linhas

Leia mais

Escola de Políticas Públicas

Escola de Políticas Públicas Escola de Políticas Públicas Política pública na prática A construção de políticas públicas tem desafios em todas as suas etapas. Para resolver essas situações do dia a dia, é necessário ter conhecimentos

Leia mais

MANIFESTO SOBRE PRINCÍPIOS E SALVAGUARDAS PARA O REDD

MANIFESTO SOBRE PRINCÍPIOS E SALVAGUARDAS PARA O REDD MANIFESTO SOBRE PRINCÍPIOS E SALVAGUARDAS PARA O REDD INTRODUÇÃO O REDD (Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação) é o mecanismo que possibilitará países detentores de florestas tropicais poderem

Leia mais

Secretaria Municipal de meio Ambiente

Secretaria Municipal de meio Ambiente PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL O presente Programa é um instrumento que visa à minimização de resíduos sólidos, tendo como escopo para tanto a educação ambiental voltada

Leia mais

Recife (Pernambuco), Brazil

Recife (Pernambuco), Brazil Recife (Pernambuco), Brazil Relatório do progresso local sobre a implementação do Quadro de Ação de Hyogo (2013-2014) Prefeito: Geraldo Julio de Melo Filho Nome do ponto focal: Adalberto Freitas Ferreira

Leia mais

A experiência de Belo Horizonte:

A experiência de Belo Horizonte: A experiência de Belo Horizonte: a construção de uma capital sustentável Vasco de Oliveira Araujo Secretário Municipal de Meio Ambiente Prefeitura de Belo Horizonte Junho 2012 Belo Horizonte e RMBH (34

Leia mais

DISPÕE SOBRE A POLÍTICA DE COLETA SELETIVA NO MUNICÍPIO DE CACHOEIRA ALTA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

DISPÕE SOBRE A POLÍTICA DE COLETA SELETIVA NO MUNICÍPIO DE CACHOEIRA ALTA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LEI Nº 1.223/2013 DE 16 DE ABRIL DE 2013. DISPÕE SOBRE A POLÍTICA DE COLETA SELETIVA NO MUNICÍPIO DE CACHOEIRA ALTA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A CÂMARA MUNICIPAL DE CACHOEIRA ALTA, Estado de Goiás, por

Leia mais

BR/2001/PI/H/3. Declaração das ONGs Educação para Todos Consulta Internacional de ONGS (CCNGO), Dakar, 25 de Abril de 2000

BR/2001/PI/H/3. Declaração das ONGs Educação para Todos Consulta Internacional de ONGS (CCNGO), Dakar, 25 de Abril de 2000 BR/2001/PI/H/3 Declaração das ONGs Educação para Todos Consulta Internacional de ONGS (CCNGO), Dakar, 25 de Abril de 2000 2001 Declaração das ONGs Educação para Todos Consulta Internacional de ONGS (CCNGO),

Leia mais

sustentável um programa de auditoria única com o foco na supervisão dos fabricantes de produtos para a saúde. Os objetivos do MDSAP são:

sustentável um programa de auditoria única com o foco na supervisão dos fabricantes de produtos para a saúde. Os objetivos do MDSAP são: Fórum Internacional de Reguladores de Produtos para a Saúde Programa de Auditoria Única em Produtos para a Saúde Programa Piloto da Coalizão Internacional Janeiro de 2014 I. Contextualização O Fórum Internacional

Leia mais

ICC 109 13. 12 outubro 2012 Original: inglês. Plano de Promoção e Desenvolvimento de Mercado

ICC 109 13. 12 outubro 2012 Original: inglês. Plano de Promoção e Desenvolvimento de Mercado ICC 109 13 12 outubro 2012 Original: inglês P Conselho Internacional do Café 109. a sessão 24 28 setembro 2012 Londres, Reino Unido Plano de Promoção e Desenvolvimento de Mercado Antecedentes Este documento

Leia mais

Certificado uma vez, aceito em qualquer lugar

Certificado uma vez, aceito em qualquer lugar Certificado uma vez, aceito em qualquer lugar Introdução O International Accreditation Forum (IAF) é uma associação mundial de Organismos de Acreditação, Associações de Organismos de Certificação e outras

Leia mais

Mesa Redonda Universalização do saneamento e mobilização social em comunidades de baixa renda

Mesa Redonda Universalização do saneamento e mobilização social em comunidades de baixa renda Secretaria Nacional de Mesa Redonda Universalização do saneamento e mobilização social em comunidades de baixa renda PLANEJAMENTO E CONTROLE SOCIAL COMO ESTRATÉGIAS PARA UNIVERSALIZAR O SANEAMENTO Marcelo

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS E AMBIENTE URBANO Chamamento para a Elaboração de Acordo Setorial para a Implantação de Sistema de Logística Reversa de Produtos Eletroeletrônicos

Leia mais

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE 1. OBJETIVO E ABRANGÊNCIA Esta Política tem como objetivos: Apresentar de forma transparente os princípios e as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e direcionam

Leia mais

cüxyx àâüt `âç v ÑtÄ wx Tvtâû c\

cüxyx àâüt `âç v ÑtÄ wx Tvtâû c\ ATO DE SANÇÃO N.º 003/2010. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE ACAUÃ, ESTADO DO PIAUÍ, no uso de suas atribuições legais, sanciona por meio do presente, o Projeto de Lei do Executivo de N.º 002/2010, Ementa: Dispõe

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA 1. TÍTULO DO PROJETO

TERMO DE REFERÊNCIA 1. TÍTULO DO PROJETO 1. TÍTULO DO PROJETO TERMO DE REFERÊNCIA Elaboração de estudo de viabilidade técnica e econômica da implantação da logística reversa para resíduos de equipamentos eletroeletrônicos (REEE) 2. JUSTIFICATIVA

Leia mais

Metalúrgica JORBA Indústria e Comércio Ltda. Av. Emilio Giaquinto, 177 Parque Novo Mundo São Paulo SP CEP: 02181-110 Fone/Fax: (55-11) 2632-2611

Metalúrgica JORBA Indústria e Comércio Ltda. Av. Emilio Giaquinto, 177 Parque Novo Mundo São Paulo SP CEP: 02181-110 Fone/Fax: (55-11) 2632-2611 Metalúrgica JORBA Indústria e Comércio Ltda. Av. Emilio Giaquinto, 177 Parque Novo Mundo São Paulo SP CEP: 02181-110 Fone/Fax: (55-11) 2632-2611 CNPJ: 61.460.077/0001-39 / INSCR: 105.657.106.110 Gestão

Leia mais

PROPOSTA DE PROGRAMAS E AÇÕES PARA O PNRH

PROPOSTA DE PROGRAMAS E AÇÕES PARA O PNRH PROPOSTA DE PROGRAMAS E AÇÕES PARA O PNRH Objetivo Geral PROPOR PROGRAMAS, AÇÕES E ESTRATÉGIAS, INTERSETORIAIS E INTERINSTITUCIONAIS, VISANDO ASSEGURAR O DESENVOLVIMENTO INTEGRADO E SUSTENTÁVEL DOS USOS

Leia mais