Teste de raios X: princípio e interpretação

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1 Teste de raios X: princípio e interpretação Aula 2 LPV ANÁLISE DE IMAGENS DE SEMENTES E PLÂNTULAS Programa de pós-graduação em Fitotecnia Francisco G Gomes-Junior Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Permitida a cópia desde que citada a fonte. A reprodução não autorizada desta publicação, no todo ou em parte, constitui violação de direitos autorais, sob pena da Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998 Descoberta dos raios X Físico alemão Wilhelm Conrad Röntgen ( ) Fonte: google Laboratório de Röntgen (Alemanha) 1

2 O fortuito 8 de novembro de de novembro de 1895: primeira chapa de raios X Características dos raios X Fonte: google 2

3 Como os raios X são gerados? filme Métodos radiográficos Radiografia de contraste São utilizadas agentes contrastantes para permitir uma melhor avaliação de algumas estruturas do objeto Radiografia convencional kv = espessura (cm) x 2 + C Nas condições ideais C será sempre igual a 20 mas = kv X CMR CMR Constante Miliamperimétrica Regional Radiografia digital 3

4 Radiografia de contraste Estudo da fisiologia de plantas Espigas de dois cultivares de trigo Sem agente de contraste Karunakaran et al. (2015) Introdução de iodo e água Radiografia convencional Etapa 1: obtenção da radiografia da semente Equipamento de raios X Reveladora Faxitron X-Ray MX-20 USP/ESALQ Hope X-Ray 319 Micromax USP/ESALQ 4

5 Etapa 2: digitalização do filme radiográfico Etapa 3: análise da imagem radiográfica da semente na tela do computador. 5

6 Radiografia digital A semente é radiografada e a imagem é automaticamente gerada na tela do computador Lab. de Análise de Imagens USP/ESALQ/LPV Foto: Francisco G. Gomes Junior Comparações Radiografia convencional Semente de milho doce Radiografia digital Imagens: Francisco G. Gomes Junior 6

7 Qualidade da radiografia Contraste Relação entre claro e escuro (variação na densidade) Associado ao poder de penetração dos raios X Influenciado pela tensão (kv) do aparelho Imagem ideal Densidade óptica Quantidade de raios X Intensidade da corrente elétrica (ma) FIXA do aparelho Influenciado pelo tempo de exposição Fatores que afetam o nível de absorção dos raios X pela semente Espessura e densidade dos tecidos Fonte: google 7

8 Densitometria de raios X em sementes de melancia S 9 S 7 S 5 S 3 S 1 S 10 S 8 S 6 S 4 S 2 1,6 1,6 Espécie Massa da sem. (g) Densidade média (g.cm -3 ) Comprimento da plântula (cm) Melancia 5 dias 10 dias S2 0,0616 0, ,7 (N) S4 0,0365 0, S6 0,0392 0,48 17,3 23,2 (N) Gomes Junior et al. (2012) Densidade (g.cm -3 ) 1,2 0,8 0,4 eixo emb. Densidade (g.cm -3 ) 1,2 0,8 0,4 0 10,33 10,53 10,73 10,93 11,13 11,33 0 7,44 7,64 7,84 8,04 8,24 8,44 Comprimento (cm) Comprimento (cm) Composição química da semente Principais reservas armazenadas em sementes de algumas espécies de interesse econômico Espécie Proteínas (%) Carboidratos (%) Lipídios (%) Estrutura Algodão Embrião Amendoim Embrião Arroz Endosperma Ervilha Embrião Feijão Embrião Girassol Embrião Mamona Endosperma Milho Endosperma Soja Embrião Trigo Endosperma Adaptado de Bewley e Black (1985) 8

9 Composição porcentual de reservas armazenamdas em diferentes partes da semente de milho, cv. Iowa 939 Reserva Semente Endosperma Embrião Proteínas Amido Lipídios 4 <1 31 Endosperma Embrião Bewley e Black (1985) A composição química da semente define seu grau de avidez por água O teor de água da semente influencia a densidade óptica Imagens radiográficas de sementes de Tucumã (Astrocaryum aculeatum) apresentando diferentes graus de umidade 35% de água 15% de água 9

10 Comprimento de onda ( ) da radiação ionizante objetos menos densos objetos mais densos Raios X de menor comprimento de onda possuem maior poder de penetração O TESTE DE RAIOS X interpretação 10

11 O TESTE DE RAIOS X interpretação ISTA (2003) e RAS (2009) Recomendado com a finalidade básica de detectar sementes cheias, vazias, com injúrias mecânicas ou atacadas por insetos Plúmula Trinca 1 Trinca 2 Trinca 3 Raízes seminais Radícula Crotalaria juncea L. tegumento radícula cotilédones hipocótilo plúmula 1 mm 11

12 Euterpe edulis Martius Cursi (2013) Raios X 12

13 13

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