Por que a propaganda de medicamentos é fiscalizada? Regulamentação da promoção de medicamentos pela ANVISA SAÚDE ART. 196 CF

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Por que a propaganda de medicamentos é fiscalizada? Regulamentação da promoção de medicamentos pela ANVISA SAÚDE ART. 196 CF"

Transcrição

1 Regulamentação da promoção de medicamentos pela ANVISA VIGILÂNCIA SANITÁRIA / ART CF Ao Sistema Único de Saúde compete, além de outras atribuições, nos termos da lei: II - executar as ações de vigilância sanitária e epidemiológica, bem como as de saúde do trabalhador; O QUE É VIGILÂNCIA SANITÁRIA? (Lei nº. 8080/90, Art. 6º, 1º) 35º Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Farmacêutica Maria José Delgado Fagundes Gerente Geral de Monitoramento e Fiscalização de Propaganda GGPRO/ANVISA Novembro/2009 Um conjunto de ações capaz de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, da produção e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse da saúde. SAÚDE ART. 196 CF A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação. ATUAÇÃO PREVENTIVA controle da publicidade SAÚDE ART. 196 CF Redução do Risco Não é necessário ocorrer o dano. Não é necessário pesquisas que comprovem o dano causado pelo impacto da propaganda. Não é necessário um único caso de registro de que alguém foi hospitalizado. A proteção da saúde não é post factum. Redução de riscos propiciando uma transformação do próprio paradigma jurídico que se aplica à saúde. COMPETÊNCIA DA ANVISA A competência da ANVISA está reconhecida no diploma legal que a cria Lei 9.782/99, e destina-se a atender à demanda por mecanismos adequados à implementação das políticas públicas setoriais. Por que a propaganda de medicamentos é fiscalizada? Art. 7º Compete à Agência proceder à implementação e à execução do disposto nos incisos II a VII do art. 2º desta Lei, devendo: III - estabelecer normas, propor, acompanhar e executar as políticas, as diretrizes e as ações de vigilância sanitária; XXVI - controlar, fiscalizar e acompanhar, sob o prisma da legislação sanitária, a propaganda e publicidade de produtos submetidos ao regime de vigilância sanitária; 1

2 RISCOS DOS MEDICAMENTOS - Reações adversas. - Possibilidade de interações com outros medicamentos e alimentos. - Contra-indicados em diversas situações. - Riscos potencializados quando utilizados de forma incorreta, sem orientação adequada. CONSEQUÊNCIAS DA AUTOMEDICAÇÃO - Interrupção do tratamento. - Hospitalização do paciente. - Resistência microbiana (tratamento inadequado e/ou desnecessário). - Aparecimento de novas doenças. - Intoxicações. INFLUÊNCIA DA PROPAGANDA A influência da propaganda na decisão de compra é um fato incontestável. A publicidade é uma das mais poderosas formas de persuasão e manipulação social existentes na sociedade moderna (Benjamim, 1993). Atualmente, não é o marketing que segue a produção; e sim a produção que, de certa maneira, acompanha os passos traçados pelo marketing que, não raramente, se antecipa à demanda, mais do que a ela respondendo (Benjamim, 1993). Ao causar danos, dificilmente o faz de maneira individual ou isolada. Sua danosidade é, como regra, difusa e coletiva, embora com repercussão na esfera privada de cada consumidor. Seus riscos são sociais e seus danos, em série (Benjamim, 1993) PROTEÇÃO DO CONSUMIDOR Os consumidores precisam de informação para tomar boas decisões no mercado. Um dos objetivos do Direito do Consumidor é exatamente atenuar a desigualdade informativa existente entre fornecedor e consumidor. A publicidade, por ser coletiva, não permite que cada consumidor, individualmente, se proteja contra os abusos e desvios publicitários. Ou se protege a todos, conjunta e indistintamente, ou não se resguarda ninguém (Benjamim, 1993) PROTEÇÃO DO USUÁRIO DE MEDICAMENTOS Percebe-se ao longo da monitoração e fiscalização da propaganda pela Anvisa que, mais do que informar, ela visa estimular e direcionar o consumo. Mas o Direito, como faz com outros desvios com repercussão social, intervém, para garantir que a publicidade cumpra um mínimo de informação. No caso dos medicamentos, em particular, é de difícil harmonização o convencimento e a necessidade de informação adequada, respeitando certas regras que direcionam para o uso racional desses produtos. PROTEÇÃO DO USUÁRIO DE MEDICAMENTOS PROTEÇÃO DO USUÁRIO DE MEDICAMENTOS Estudos evidenciam que, antes da publicação da RDC nº. 102/00, cerca de 72% das propagandas NÃO APRESENTAVAM contra-indicações, reações adversas, efeitos colaterais, interações, precauções e cuidados. Após a RDC 102/2000, dados da Anvisa mostraram que 79% das propagandas APRESENTAM ESSAS INFORMAÇÕES (Fagundes. M. J. et. al., 2003). Os medicamentos que necessitam de prescrição médica, são divulgados para o médico. O que não descarta a existência das mesmas técnicas de convencimento, apesar de apresentar uma abordagem técnica diferente. Também é verificada deficiência na informação dessas propagandas, que necessitam de uma proteção ainda maior, pois em geral, quem consome não é quem decide sobre a compra do medicamento e quem decide não paga pelo produto. 2

3 O MÉDICO É INFLUENCIADO? Resultado semelhante foi observado em pesquisa realizada em Tubarão, SC, com professores médicos. Pesquisa nos EUA demonstra que os médicos não acreditam ser influenciados pela promoção de medicamentos (61%), entretanto, ao serem questionados se acreditavam que os seus colegas eram influenciados, 84% deles acreditam que os colegas sofrem influência da propaganda!!! Dos 82 professores médicos entrevistados, 53,6% consideraram que raramente ou nunca são influenciados por informações prestadas por representantes da indústria farmacêutica. Porém, 53,7% referiram que os colegas médicos são freqüentemente ou sempre influenciados por esses mesmos fatores. Steinman MA, Shlipak MG, McPhee SJ. Of principles and pens: attitudes and practices of medicine housestaff toward pharmaceutical industry promotions. Am J Med May;110(7): TREVISOL, D.J., Influência da Propaganda da Indústria Farmacêutica na prescrição de medicamentos em escolas de medicina: a experiência, CONSUMO DE MEDICAMENTOS NO BRASIL A população brasileira é uma das que apresenta maior tendência para comprar medicamentos sem consultar o médico, entre todos os países da América Latina (OMS). O consumo de medicamentos aumentou 10,3% no Brasil em 2004 e atingiu 1,65 bilhão de unidades, com uma receita aproximada de R$ 20 bilhões (Febrafarma). Eventos adversos de medicamentos RANKING DE INTOXICAÇÃO (Sinitox/Fiocruz/2007) 1º lugar 2º lugar 3º lugar 1999 Medicamentos (19.882) 2000 Medicamentos (22.121) 2001 Medicamentos (20.534) 2002 Medicamentos (20.240) 2003 Medicamentos (23.348) 2004 Medicamentos (28.899) 2005 Medicamentos (22.552) GFARM/NUVIG/ANVISA *Dados subnotificados Medicamentos (34.716) Medicamentos (34.068) 3

4 Operações ANVISA ORDENAMENTO JURÍDICO VIGENTE Nº de operações 51 Prisões 151 Locais inspecionados 519 Locais interditados 134 Lei 6.360/76 (Dispõe sobre a Vigilância Sanitária a que ficam sujeitos os Medicamentos, as Drogas, os Insumos Farmacêuticos e Correlatos, Cosméticos, Saneantes e Outros Produtos, e dá outras Providências) Decreto /77 Material apreendido (qtde) frascos comprimidos caixas 316 Toneladas e 515 Kg Lei 9.294/96 (Dispõe sobre as restrições ao uso e à propaganda de produtos fumígeros, bebidas alcoólicas, medicamentos, terapias e defensivos agrícolas, nos termos do 4 do art. 220 da Constituição Federal) Decreto 2.018/96 Lei 8.078/96 (Dispõe sobre a proteção do consumidor e dá outras providências) Decreto 6.523/2008. RDC Nº. 96/2008 NOVO REGULAMENTO PARA PROPAGANDA DE MEDICAMENTOS NO BRASIL SUBTITUIU A RDC 102/00. Requisitos Gerais Med. de venda isenta de prescrição Med. de venda sob prescrição Amostra grátis Medicamentos manipulados Visita de propagandistas Eventos científicos Campanhas sociais Disposições gerais (regulamentação da mensagem retificadora). REQUISITOS GERAIS - Artigo 4º Não é permitida a propaganda ou publicidade enganosa, abusiva e/ou indireta. É aquela que, sem mencionar o nome dos produtos, utiliza marcas, símbolos, designações e/ou indicações capaz de identificá-los e/ou que cita a existência de algum tipo de tratamento para uma condição específica de saúde. Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/90): publicidade deve ser veiculada de tal forma que o consumidor a identifique, de maneira fácil e imediata. Consulte seu médico Você já encontra um medicamento genérico da XXXXXXX indicado para redução de peso com até 68% de economia em relação ao medicamento de referência. Converse com seu médico As companhias farmacêuticas gastam cerca de US$ 5 bilhões por ano nos Estados Unidos com anúncios implorando para que as pessoas consultem seus médicos se acharem que uma pílula sobre a qual leram a respeito ou viram na TV pode ajudá-las. Mas uma nova pesquisa baseada nos registros de conversas em consultórios médicos sugere que a maioria dos pacientes não está pedindo os medicamentos pelos nomes. Ou que eles perguntam só sobre os efeitos colaterais que as farmacêuticas são obrigadas a incluir nos anúncios. Os gastos com anúncios de medicamentos diretos ao consumidor caíram só 7% este ano, enquanto que os grupos varejistas cortaram seus anúncios em 18%. Valor Econômico, 09/11/

5 REQUISITOS GERAIS - Artigo 6º FORMA DE APRESENTAÇÃO DAS INFORMAÇÕES NA PROPAGANDA Cores que contrastem com o fundo do anúncio; informações dispostas no sentido predominante da leitura da peça publicitária; imediatamente visíveis (Atenção com Banners); guardar entre si as devidas proporções de distância, indispensáveis à legibilidade e destaque. Na televisão, as informações não locucionadas devem permanecer na tela pelo tempo suficiente à leitura. Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/90): a apresentação de produtos deve assegurar informações corretas, claras, precisas, ostensivas. PROPAGANDA DE MEDICAMENTOS ISENTOS DE PRESCRIÇÃO MÉDICA: INFORMAÇÕES OBRIGATÓRIAS Artigo 22 e 23 Nome comercial; Nome da substância ativa - DCB/DCI; Número de registro (exceção: rádio) Indicação; Advertência: Se persistirem os sintomas o médico deverá ser consultado ; Advertência em relação à substância ativa. ADVERTÊNCIA RELACIONADA À SUBSTÂNCIA ATIVA Umas das três advertências conforme substância ativa ou efeito indicado na bula registrada na Anvisa: 1 Se tem efeito de sedação/sonolência, adicionar apenas a advertência: (Nome comercial do produto) é um medicamento. Durante seu uso, não dirija veículos ou opere máquinas, pois sua agilidade e atenção podem estar prejudicadas. 2 Se não tem efeito de sedação/sonolência, verificar se substância ativa está presente no Anexo III. Caso positivo, adicionar a frase específica conforme o anexo. Ex. Cânfora:Não use este medicamento em crianças menores de dois anos de idade. 3 Se não tem efeito de sedação/sonolência e a substância não está no anexo III, adicionar a frase padrão: (nome comercial do produto) é um medicamento. Seu uso pode trazer riscos. Procure o médico ou farmacêutico e leia sempre a bula. PROPAGANDA DE MEDICAMENTOS ISENTOS DE PRESCRIÇÃO MÉDICA: ORIENTAÇÕES EM RELAÇÃO À ADVERTÊNCIA Artigo 24 A advertência deve estar contextualizada na peça: Pronunciada pelo personagem principal (TV), proferida pelo mesmo locutor (RÁDIO) e, nos impressos, causar o mesmo impacto visual que as demais informações presentes na peça publicitária, se apresentando com no mínimo 35% da letra de maior fonte utilizada. A locução deve ser diferenciada, cadenciada, pausada e perfeitamente audível. ATENÇÃO: A TELA AZUL SÓ DEVE SER UTILIZADA QUANDO A PROPAGANDA NÃO APRESENTAR PERSONAGENS!!! MSPM - Artigo 28 Destaque aos benefícios Quando forem destacados os benefícios do medicamento no texto da peça publicitária, devem ser destacadas pelo menos uma contra-indicação e uma interação medicamentosa mais freqüentes dentre aquelas exigidas pelo regulamento, causando também impacto visual ao leitor, obedecendo à proporcionalidade de 20 % da fonte utilizada de maior tamanho. 20% da maior fonte, incluindo o nome da empresa. O objetivo é buscar um equilíbrio nas informações veiculadas, evitando que as mesmas se tornem tendenciosas ao destacar apenas aspectos benéficos do medicamento, quando se sabe que todo medicamento apresenta riscos inerentes ao seu uso. Art. 48: Mensagem retificadora: DISPOSIÇÕES GERAIS Essa penalidade, assim como as demais previstas pela Lei 6.437/77, somente são aplicadas após a devida apuração das infrações sanitárias em processo administrativo próprio, iniciado com a lavratura do auto de infração, que obedecerá aos ritos e prazos estabelecidos na Lei 6.437/77. Somente deverá ser veiculada após a decisão condenatória publicada no Diário Oficial da União e mesmo assim, somente depois de cumpridos todos os procedimentos previstos pela RDC n.º 96/

6 Gerência Geral de Monitoramento e Fiscalização de Propaganda, Publicidade, Promoção e Informação de Produtos Sujeitos a Vigilância Sanitária GGPRO Sede SIA SIA, Trecho 5, Área Especial 57 Bloco B - 1º andar sala 02 Brasília-DF - CEP: Fax: (61)

NAS ONDAS DO RÁDIO. Orientações e dicas para comunicadores de rádio sobre a propaganda de medicamentos

NAS ONDAS DO RÁDIO. Orientações e dicas para comunicadores de rádio sobre a propaganda de medicamentos NAS ONDAS DO RÁDIO Orientações e dicas para comunicadores de rádio sobre a propaganda de medicamentos 1 2 NAS ONDAS DO RÁDIO Orientações e dicas para comunicadores de rádio sobre a propaganda de medicamentos

Leia mais

ENCONTRO ESTADUAL DE FARMACÊUTICOS PREPARATÓRIO PARA A 15ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE RELATÓRIO FINAL OFICINA AMAZONAS

ENCONTRO ESTADUAL DE FARMACÊUTICOS PREPARATÓRIO PARA A 15ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE RELATÓRIO FINAL OFICINA AMAZONAS ENCONTRO ESTADUAL DE FARMACÊUTICOS PREPARATÓRIO PARA A 15ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE RELATÓRIO FINAL OFICINA AMAZONAS Informações gerais Estado Amazonas Organizadores (sindicato e Sindicato dos Farmacêuticos

Leia mais

Termo de Referência. Grupo de Trabalho em Promoção de Medicamentos. Proposta para o Plano de Trabalho 2008-2009 Rede PANDRH

Termo de Referência. Grupo de Trabalho em Promoção de Medicamentos. Proposta para o Plano de Trabalho 2008-2009 Rede PANDRH Agência Nacional de Vigilância Sanitária Termo de Referência Grupo de Trabalho em Promoção de Medicamentos Proposta para o Plano de Trabalho 2008-2009 Rede PANDRH Gerência de Monitoramento e Fiscalização

Leia mais

Desafios para a Comunicação Efetiva em Farmacovigilância no Brasil

Desafios para a Comunicação Efetiva em Farmacovigilância no Brasil IX Encontro Internacional de Farmacovigilância das Américas Painel: Comunicação do Risco em Farmacovigilância: o que fazer para a informação chegar a quem interessa? Desafios para a Comunicação Efetiva

Leia mais

Formulário para envio de contribuições em Consulta Pública. Apresentação e orientações

Formulário para envio de contribuições em Consulta Pública. Apresentação e orientações Formulário para envio de contribuições em Consulta Pública FORMULÁRIO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES EM CONSULTA PÚBLICA Apresentação e orientações Este Formulário possui a finalidade de enviar contribuições

Leia mais

A Resolução CFM nº 1.974/2011

A Resolução CFM nº 1.974/2011 A Resolução CFM nº 1.974/2011 A Resolução CFM nº 1.974/2011 Publicada no Diário Oficial da União em 19/8/2011. Entra em vigor 180 dias após sua publicação. Ementa: Estabelece os critérios norteadores da

Leia mais

Sistema Único de Saúde (SUS)

Sistema Único de Saúde (SUS) LEIS ORGÂNICAS DA SAÚDE Lei nº 8.080 de 19 de setembro de 1990 Lei nº 8.142 de 28 de dezembro de 1990 Criadas para dar cumprimento ao mandamento constitucional Sistema Único de Saúde (SUS) 1 Lei n o 8.080

Leia mais

COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. EMENDAS DE PLENÁRIO AO PROJETO DE LEI Nº 4.385, DE 1994. (Do Senado Federal)

COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. EMENDAS DE PLENÁRIO AO PROJETO DE LEI Nº 4.385, DE 1994. (Do Senado Federal) COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR EMENDAS DE PLENÁRIO AO PROJETO DE LEI Nº 4.385, DE 1994. (Do Senado Federal) Dá nova redação ao artigo 15 da Lei nº 5.991, de 17 de dezembro de 1973, que dispõe sobre o

Leia mais

Implicações Legais Relacionadas ao Processamento de Artigos que RE 2605/2606

Implicações Legais Relacionadas ao Processamento de Artigos que RE 2605/2606 Implicações Legais Relacionadas ao Processamento de Artigos que Constam da Lista de Proibições RE 2605/2606 Luciana Pereira de Andrade Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária Gerência Geral de

Leia mais

Audiência Pública: P. Limites legais para a regulamentação da propaganda comercial

Audiência Pública: P. Limites legais para a regulamentação da propaganda comercial Audiência Pública: P Limites legais para a regulamentação da propaganda comercial Maria José Delgado Fagundes Gerente de Monitoramento e Fiscalização de Propaganda 12/03/2008 Temas que originaram a presente

Leia mais

Fortaleza, 17 e 18 de junho de 2010.

Fortaleza, 17 e 18 de junho de 2010. Fracionamento de medicamentos para dispensadores Parcerias: Defensoria Pública do Estado do Ceará; Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA Conselho Regional de Farmácia - CRF- CE Sindicato do

Leia mais

Perguntas e Respostas RDC n.º 96/2008

Perguntas e Respostas RDC n.º 96/2008 Regulamentação da Propaganda de Medicamentos - RDC n.º 96, de 17 de dezembro de 2008 e Instrução Normativa n.º 05, de 20 de maio de 2009 APRESENTAÇÃO Esta publicação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária

Leia mais

RDC 60. Perguntas e Respostas. RDC nº 60, RDC 60 - PERGUNTAS E RESPOSTAS

RDC 60. Perguntas e Respostas. RDC nº 60, RDC 60 - PERGUNTAS E RESPOSTAS Regulamentação SOBRE AMOSTRAS GRÁTIS DE MEDICAMENTOS RDC 60 Perguntas e Respostas RDC nº 60, de 26 de NOVEmbro de 2009 1 Regulamentação SOBRE AMOSTRAS GRÁTIS RDC 60 Perguntas e Respostas RDC nº 60, de

Leia mais

ENTIDADES DE FISCALIZAÇÃO DO EXERCÍCIO DAS PROFISSÕES LIBERAIS CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA RESOLUÇÃO Nº 601, DE 26 DE SETEMBRO DE 2014

ENTIDADES DE FISCALIZAÇÃO DO EXERCÍCIO DAS PROFISSÕES LIBERAIS CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA RESOLUÇÃO Nº 601, DE 26 DE SETEMBRO DE 2014 ENTIDADES DE FISCALIZAÇÃO DO EXERCÍCIO DAS PROFISSÕES LIBERAIS CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA RESOLUÇÃO Nº 601, DE 26 DE SETEMBRO DE 2014 Dispõe sobre as atribuições do farmacêutico no âmbito da homeopatia

Leia mais

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI Nº 6.821, DE 2002 (DO SENADO FEDERAL) Altera o art. 7º da Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976, que dispõe sobre a vigilância sanitária a que ficam

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2011 (Do Sr. EDIVALDO HOLANDA JÚNIOR)

PROJETO DE LEI Nº, DE 2011 (Do Sr. EDIVALDO HOLANDA JÚNIOR) PROJETO DE LEI Nº, DE 2011 (Do Sr. EDIVALDO HOLANDA JÚNIOR) Altera a Lei nº 9.294 de 15 de julho de 1996 que Dispõe sobre as restrições ao uso e à propaganda de produtos fumígeros, bebidas alcoólicas,

Leia mais

adotou a seguinte Resolução de Diretoria Colegiada e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação.

adotou a seguinte Resolução de Diretoria Colegiada e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação. RESOLUÇÃO - RDC Nº 102, DE 30 DE NOVEMBRO DE 2000(*) (Republicada no DOU de 1/6/2001) A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária no uso da atribuição que lhe confere o art. 11 inciso

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU FACULDADE INTEGRADA AVM

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU FACULDADE INTEGRADA AVM UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU FACULDADE INTEGRADA AVM A INFLUÊNCIA DA PROPAGANDA NO MERCADO FARMACÊUTICO Por: Edgar de Souza Lima Orientador Prof. Jorge Vieira Rio de Janeiro 2011

Leia mais

Decreto 8077 14/08/2013 - REGULAMENTA CONDIÇÕES FUNCIONAMENTO EMPRESAS SUJEITAS LICENCIAMENTO SANITÁRIO, Publicado no DO em 15 ago 2013

Decreto 8077 14/08/2013 - REGULAMENTA CONDIÇÕES FUNCIONAMENTO EMPRESAS SUJEITAS LICENCIAMENTO SANITÁRIO, Publicado no DO em 15 ago 2013 Decreto 8077 14/08/2013 - REGULAMENTA CONDIÇÕES FUNCIONAMENTO EMPRESAS SUJEITAS LICENCIAMENTO SANITÁRIO, Publicado no DO em 15 ago 2013 Regulamenta as condições para o funcionamento de empresas sujeitas

Leia mais

CAPACITAÇÃO SNVS RDC 11 E 12/2012

CAPACITAÇÃO SNVS RDC 11 E 12/2012 CAPACITAÇÃO SNVS RDC 11 E 12/2012 GERÊNCIA GERAL DE LABORATÓRIOS DE SAÚDE PÚBLICA Abril/2013 - Curitiba/PR Por Lais Santana Dantas Gerente Geral/ AGENDA: Regulação de Laboratórios Analíticos Laboratórios

Leia mais

ção da publicidade de alimentos.

ção da publicidade de alimentos. 10 de março o de 2009 A Anvisa e a regulamentaçã ção da publicidade de alimentos. Ana Paula Dutra Massera Chefe da Unidade de Monitoramento e Fiscalizaçã ção o de Propaganda UPROP//ANVISA O QUE É VIGILÂNCIA

Leia mais

A PUBLICIDADE NA LÓGICA DE UM. Adalberto Pasqualotto São Paulo, 12/08/2011

A PUBLICIDADE NA LÓGICA DE UM. Adalberto Pasqualotto São Paulo, 12/08/2011 A PUBLICIDADE NA LÓGICA DE UM JURISTA Adalberto Pasqualotto São Paulo, 12/08/2011 1 A pirâmide de Kelsen Norma fundamental: CF: dignidade humana Leis: Código de Defesa do Consumidor Decretos Portarias

Leia mais

RECOMENDAÇÃO Nº 05/2009

RECOMENDAÇÃO Nº 05/2009 Procedimento Administrativo Tutela Coletiva nº 1.34.030.000124/2009-41 RECOMENDAÇÃO Nº 05/2009 O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, pelo Procurador da República signatário, no uso de suas atribuições constitucionais

Leia mais

LEI Nº 6.437, DE 20 DE AGOSTO DE 1977

LEI Nº 6.437, DE 20 DE AGOSTO DE 1977 LEI Nº 6.437, DE 20 DE AGOSTO DE 1977 Configura infrações à legislação sanitária federal, estabelece as sanções respectivas, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o CONGRESSO

Leia mais

Guia de Farmacovigilância - Anvisa. ANEXO IV - Glossário

Guia de Farmacovigilância - Anvisa. ANEXO IV - Glossário Guia de Farmacovigilância - Anvisa ANEXO IV - Glossário De acordo com a RESOLUÇÃO - RDC Nº 4, DE 10/02/09 (DOU 11/02/09): Dispõe sobre as normas de farmacovigilância para os detentores de registro de medicamentos

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO REGULAÇÃO SANITÁRIA

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO REGULAÇÃO SANITÁRIA PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO REGULAÇÃO SANITÁRIA Influência do marketing industrial na qualidade da prescrição médica e da dispensação de medicamentos. Karina Martiniana

Leia mais

Ivo Bucaresky CONBRAFARMA. Diretor ANVISA. Agosto de 2015

Ivo Bucaresky CONBRAFARMA. Diretor ANVISA. Agosto de 2015 Ivo Bucaresky Diretor ANVISA CONBRAFARMA Agosto de 2015 1 PROGRAMA DE MELHORIA DO PROCESSO DE REGULAMENTAÇÃO Diretrizes: Fortalecimento da capacidade institucional para gestão em regulação Melhoria da

Leia mais

Componente Curricular: Deontologia e Bioética Farmacêutica PLANO DE CURSO

Componente Curricular: Deontologia e Bioética Farmacêutica PLANO DE CURSO CURSO DE FARMÁCIA Autorizado pela Portaria nº 991 de 01/12/08 DOU Nº 235 de 03/12/08 Seção 1. Pág. 35 Componente Curricular: Deontologia e Bioética Farmacêutica Código: FAR - 106 Pré-requisito: - Período

Leia mais

adota a seguinte Consulta Pública e eu, Diretor Presidente, determino a sua publicação:

adota a seguinte Consulta Pública e eu, Diretor Presidente, determino a sua publicação: Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública nº 2, de 13 de janeiro de 2009. D.O.U de 17/02/09 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 448 DE 24 DE OUTUBRO DE 2006

RESOLUÇÃO Nº 448 DE 24 DE OUTUBRO DE 2006 RESOLUÇÃO Nº 448 DE 24 DE OUTUBRO DE 2006 1215 Ementa: Regula as atribuições do farmacêutico na indústria e importação de produtos para a saúde, respeitadas as atividades afins com outras profissões. O

Leia mais

Dispõe sobre as normas de farmacovigilância para os detentores de registro de medicamentos de uso humano.

Dispõe sobre as normas de farmacovigilância para os detentores de registro de medicamentos de uso humano. Resolução da Diretoria Colegiada RDC nº 4 ANVISA de 10 de fevereiro de 2009 Dispõe sobre as normas de farmacovigilância para os detentores de registro de medicamentos de uso humano. A Diretoria Colegiada

Leia mais

PROJETO DE LEI No 1.772, DE 2007

PROJETO DE LEI No 1.772, DE 2007 COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI No 1.772, DE 2007 Acrescenta dispositivos aos artigos 27 e 33 da Lei n.º 6.360, de 23 de setembro de 1976. Autor: Deputado CARLOS BEZERRA Relator:

Leia mais

MANDAMENTOS DO USO CORRETO DOS MEDICAMENTOS

MANDAMENTOS DO USO CORRETO DOS MEDICAMENTOS ELIEZER J. BARREIRO NATALIA MEDEIROS DE LIMA MANDAMENTOS DO USO CORRETO DOS MEDICAMENTOS ISBN 978-85-910137-1-5 INCT INOFAR/ Portal dos Fármacos 2009 DOS MEDICAMENTOS INCT INOFAR/ Portal dos Fármacos 2009

Leia mais

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 36, DE 25 DE JULHO DE 2013.

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 36, DE 25 DE JULHO DE 2013. ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 36, DE 25 DE JULHO DE

Leia mais

1.5. Dados pessoais que devem constar na receita médica. 1.6. Validade das receitas de medicamentos antimicrobianos

1.5. Dados pessoais que devem constar na receita médica. 1.6. Validade das receitas de medicamentos antimicrobianos Atualizado: 10 / 05 / 2013 FAQ AI 1. Controle de medicamentos antimicrobianos (antibióticos) 1.1. Informações gerais 1.2. Uso contínuo (tratamento prolongado) 1.3. Retenção da segunda via da receita médica

Leia mais

Propaganda e Publicidade de Medicamentos 2009

Propaganda e Publicidade de Medicamentos 2009 Propaganda e Publicidade de Medicamentos 2009 Sumário Introdução... 02 Mercado farmacêutico... 02 Propaganda de Medicamentos segundo a Constituição Federal... 03 Propaganda de Medicamentos segundo o CONAR...

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO-RDC No- 24, DE 15 DE JUNHO DE 2010

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO-RDC No- 24, DE 15 DE JUNHO DE 2010 AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO-RDC No- 24, DE 15 DE JUNHO DE 2010 Dispõe sobre a oferta, propaganda, publicidade, informação e outras práticas correlatas cujo objetivo

Leia mais

PUBLICIDADE DE BEBIDAS ALCOÓLICAS E OS JOVENS ALAN VENDRAME UNIFESP/EPM

PUBLICIDADE DE BEBIDAS ALCOÓLICAS E OS JOVENS ALAN VENDRAME UNIFESP/EPM PUBLICIDADE DE BEBIDAS ALCOÓLICAS E OS JOVENS ALAN VENDRAME UNIFESP/EPM Apoio: FAPESP 03/06250-7 e 04/13564-0 Introdução Importantes questões: 1. O controle social da mídia (propagandas) é importante medida

Leia mais

PARECER Nº, DE 2015. RELATOR: Senador MARCELO CRIVELLA I RELATÓRIO

PARECER Nº, DE 2015. RELATOR: Senador MARCELO CRIVELLA I RELATÓRIO PARECER Nº, DE 2015 Da COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS, em decisão terminativa, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 533, de 2013, do Senador Sérgio Souza, que estabelece a obrigatoriedade de as farmácias

Leia mais

Os documentos obrigatórios que devem estar presentes numa licitação para aquisição de correlatos

Os documentos obrigatórios que devem estar presentes numa licitação para aquisição de correlatos Os documentos obrigatórios que devem estar presentes numa licitação para aquisição de correlatos Aldem Johnston Barbosa Araújo Advogado da UEN de Direito Administrativo do Escritório Lima & Falcão e assessor

Leia mais

Publicidade na Odontologia: como fazer. Um guia de como evitar penalidades e divulgar seus serviços de acordo com a legislação.

Publicidade na Odontologia: como fazer. Um guia de como evitar penalidades e divulgar seus serviços de acordo com a legislação. Publicidade na Odontologia: como fazer Um guia de como evitar penalidades e divulgar seus serviços de acordo com a legislação. Você sabia que nos anúncios, placas e impressos publicitários, por exemplo,

Leia mais

RESOLUÇÃO ANVISA Nº 24, DE 15 DE JUNHO DE

RESOLUÇÃO ANVISA Nº 24, DE 15 DE JUNHO DE RESOLUÇÃO ANVISA Nº 24/2010 DISPÕE SOBRE A OFERTA, PROPAGANDA, PUBLICIDADE, INFORMAÇÃO E OUTRAS PRÁTICAS CORRELATAS CUJO OBJETIVO SEJA A DIVULGAÇÃO E A PROMOÇÃO COMERCIAL DE ALIMENTOS CONSIDERADOS COM

Leia mais

Regulação de Alimentos GARANTIA DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL. CamPo E Na CidAde 5ª Conferência Nacional de. Segurança Alimentar e Nutricional

Regulação de Alimentos GARANTIA DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL. CamPo E Na CidAde 5ª Conferência Nacional de. Segurança Alimentar e Nutricional Regulação de Alimentos GARANTIA DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL ComIda de VerDadE no CamPo E Na CidAde 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional Texto elaborado pelo Grupo de Trabalho

Leia mais

Amostra grátis de remédios: ANVISA regula a produção e dispensação

Amostra grátis de remédios: ANVISA regula a produção e dispensação Amostra grátis de remédios: ANVISA regula a produção e dispensação Profª Dra Roseli Calil / DEC Enfº Adilton D. Leite / SADP A ANVISA, através da RDC (RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA da Agência Nacional

Leia mais

JAIME CÉSAR DE MOURA OLIVEIRA

JAIME CÉSAR DE MOURA OLIVEIRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública n 27, de 06 de abril de 2015 D.O.U de 08/04/2015 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA PRIMEIRA REGIÃO APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO N. 0042882-45.2010.4.01.3400/DF

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA PRIMEIRA REGIÃO APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO N. 0042882-45.2010.4.01.3400/DF (ZæHÂ141R0) PODER JUDICIÁRIO RELATOR(A) : DESEMBARGADOR FEDERAL JIRAIR ARAM MEGUERIAN APELANTE : AGENCIA NACIONAL DE VIGILANCIA SANITARIA - ANVISA PROCURADOR : ADRIANA MAIA VENTURINI APELADO : ASSOCIACAO

Leia mais

Artigos do. Jornal do CRM-MG. * Relação de médicos com a indústria farmacêutica

Artigos do. Jornal do CRM-MG. * Relação de médicos com a indústria farmacêutica Artigos do Jornal do CRM-MG Dezembro de 2008 * Projeto de lei desestimula automedicação * Relação de médicos com a indústria farmacêutica Janeiro de 2009 * Anvisa estabelece novas regras para a relação

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO - RDC Nº 1, DE 22 JANEIRO DE 2008 Dispõe sobre a Vigilância Sanitária na

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO - RDC Nº 1, DE 22 JANEIRO DE 2008 Dispõe sobre a Vigilância Sanitária na AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO - RDC Nº 1, DE 22 JANEIRO DE 2008 Dispõe sobre a Vigilância Sanitária na Importação e Exportação de material de qualquer natureza,

Leia mais

Farmácias e drogarias como atividade empresarial de relevância pública: aspectos políticos, éticos e legais da assistência farmacêutica no Brasil

Farmácias e drogarias como atividade empresarial de relevância pública: aspectos políticos, éticos e legais da assistência farmacêutica no Brasil Painel de uso racional de medicamentos: regulação da promoção e do aceso a produtos farmacêuticos em farmácias e drogarias Farmácias e drogarias como atividade empresarial de relevância pública: aspectos

Leia mais

COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO E PARECERES PARECER n.º 007/2013

COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO E PARECERES PARECER n.º 007/2013 COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO E PARECERES PARECER n.º 007/2013 Aprovado na 523ª Reunião Ordinária de Plenário de 26 de agosto de 2013. 1. Do Fato Assunto: Dispensação de medicamentos pelo Técnico de Enfermagem.

Leia mais

Limites de Atuação das Agências Reguladoras na Disciplina da Propaganda de Produtos Comerciais: Poder de Polícia Reforçado ou Poder Normativo?

Limites de Atuação das Agências Reguladoras na Disciplina da Propaganda de Produtos Comerciais: Poder de Polícia Reforçado ou Poder Normativo? 46 Limites de Atuação das Agências Reguladoras na Disciplina da Propaganda de Produtos Comerciais: Poder de Polícia Reforçado ou Poder Normativo? Flávia de Azevedo Faria Rezende Chagas O palestrante iniciou

Leia mais

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA-RDC N 49, DE 31 DE OUTUBRO DE 2013

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA-RDC N 49, DE 31 DE OUTUBRO DE 2013 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA-RDC N 49, DE 31 DE OUTUBRO DE 2013

Leia mais

Contribuições da SDE/MJ e da SEAE/MF ao texto da Consulta Pública Anvisa No.84/2005 1.

Contribuições da SDE/MJ e da SEAE/MF ao texto da Consulta Pública Anvisa No.84/2005 1. Contribuições da SDE/MJ e da SEAE/MF ao texto da Consulta Pública Anvisa No.84/2005 1. 1) Art. 14 É permitida a propaganda institucional aos profissionais de saúde bem como ao público em geral. COMENTÁRIO:

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA DA REPÚBLICA EM SÃO PAULO

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA DA REPÚBLICA EM SÃO PAULO RECOMENDAÇÃO nº 11/2013 PR-SP-00020156/2013 2º Ofício GRUPO V - Saúde O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, pela Procuradora da República signatária, no exercício das suas funções institucionais de que tratam

Leia mais

Autores: Patrícia Turqueto Azzoni ¹, Virginia Swain Muller ², Fabiana Cristina Pereira Guimarães³.

Autores: Patrícia Turqueto Azzoni ¹, Virginia Swain Muller ², Fabiana Cristina Pereira Guimarães³. Título: Controle sanitário de estabelecimentos comerciais farmacêuticos com dispensação de produtos sujeitos ao controle da Portaria SVS/MS nº 344/98, e suas atualizações. Autores: Patrícia Turqueto Azzoni

Leia mais

CONSTITUIÇÃO FEDERAL CONSTITUIÇÃO FEDERAL

CONSTITUIÇÃO FEDERAL CONSTITUIÇÃO FEDERAL 1 Art. 196: A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário

Leia mais

ÍNTEGRA ENTREVISTA /// RADIS 79, MARÇO/09. Respostas: MARIA JOSÉ DELGADO FAGUNDES

ÍNTEGRA ENTREVISTA /// RADIS 79, MARÇO/09. Respostas: MARIA JOSÉ DELGADO FAGUNDES ÍNTEGRA ENTREVISTA /// RADIS 79, MARÇO/09 Respostas: MARIA JOSÉ DELGADO FAGUNDES GERÊNCIA DE MONITORAMENTO E FISCALIZAÇÃO DE PROPAGANDA, DE PUBLICIDADE, DE PROMOÇÃO E DE INFORMAÇÃO DE PRODUTOS SUJEITOS

Leia mais

PROBLEMAS SANITÁRIOS NA PRÁTICA

PROBLEMAS SANITÁRIOS NA PRÁTICA PROBLEMAS SANITÁRIOS NA PRÁTICA Dr. Alessandro Vieira De Martino Farmacêutico Bioquímico CRF 33754 Formado no curso de Farmácia e Bioquímica pela Universidade Bandeirante de São Paulo UNIBAN Pós-Graduado

Leia mais

ANÁLISE DA PUBLICIDADE DAS PROPAGANDAS DE MEDICAMENTOS VEICULADAS EM EMISSORAS DE TELEVISÃO

ANÁLISE DA PUBLICIDADE DAS PROPAGANDAS DE MEDICAMENTOS VEICULADAS EM EMISSORAS DE TELEVISÃO ANÁLISE DA PUBLICIDADE DAS PROPAGANDAS DE MEDICAMENTOS VEICULADAS EM EMISSORAS DE TELEVISÃO ANALYSIS OF THE PUBLICITY OF THE PROPAGANDAS OF MEDICINES TRANSMITTED IN TELEVISION CHANNELS Azevedo, Germana

Leia mais

LEI Nº 9.294, DE 15 DE JULHO DE 1996

LEI Nº 9.294, DE 15 DE JULHO DE 1996 LEI Nº 9.294, DE 15 DE JULHO DE 1996 Dispõe sobre as Restrições ao Uso e à Propaganda de Produtos Fumígeros, Bebidas Alcoólicas, Medicamentos, Terapias e Defensivos Agrícolas, nos Termos do 4º do art.220

Leia mais

Audiência Pública Senado Federal Comissão de Assuntos Econômicos Subcomissão de Marcos Regulatórios. Brasília, 1º de outubro de 2007

Audiência Pública Senado Federal Comissão de Assuntos Econômicos Subcomissão de Marcos Regulatórios. Brasília, 1º de outubro de 2007 Audiência Pública Senado Federal Comissão de Assuntos Econômicos Subcomissão de Marcos Regulatórios Brasília, 1º de outubro de 2007 A ANVISA Autarquia sob regime especial Independência administrativa e

Leia mais

DECRETO Nº 1710, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2007.

DECRETO Nº 1710, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2007. DECRETO Nº 1710, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2007. Institui o elenco de medicamentos e aprova o regulamento dos procedimentos de aquisição e dispensação de medicamentos especiais para tratamento ambulatorial

Leia mais

Câmara Municipal de Volta Redonda Estado do Rio de Janeiro

Câmara Municipal de Volta Redonda Estado do Rio de Janeiro Lei Municipal Nº 3.704 1 SEÇÃO IV DAS PENALIDADES I DO COMÉRCIO DE FEIRAS LIVRES, AMBULANTES, QUIOSQUES E EVENTUAIS Artigo 35 - As infrações a este Código estão sujeitas às seguintes penalidades: a- sanção:

Leia mais

LEGISLAÇÃO CITADA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988

LEGISLAÇÃO CITADA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988 LEGISLAÇÃO CITADA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988 TÍTULO VIII Da Ordem Social CAPÍTULO VII DA FAMÍLIA, DA CRIANÇA, DO ADOLESCENTE E DO IDOSO Art. 227. É dever da família, da sociedade

Leia mais

ANVISA ABRE CONSULTA PUBLICA PARA NORMATIVA PARA CONTROLADORAS DE PRAGAS

ANVISA ABRE CONSULTA PUBLICA PARA NORMATIVA PARA CONTROLADORAS DE PRAGAS ANVISA ABRE CONSULTA PUBLICA PARA NORMATIVA PARA CONTROLADORAS DE PRAGAS A ANVISA (AGENCIA NACIONAL DE VIGILANCIA SANITARIA) ABRIU A CONSULTA PUBLICA N. 76, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2008, DOCUMENTO QUE SUBSTITUIRA

Leia mais

Conselho Regional de Farmácia do Paraná

Conselho Regional de Farmácia do Paraná Deliberação nº 833/2014 Ementa: Dispõe sobre o ato farmacêutico em farmácias de qualquer natureza e sua fiscalização O Conselho Regional de Farmácia do Estado do Paraná, no uso das atribuições que lhe

Leia mais

Farmacêutica Priscila Xavier

Farmacêutica Priscila Xavier Farmacêutica Priscila Xavier A Organização Mundial de Saúde diz que há USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS: quando pacientes recebem medicamentos apropriados para suas condições clínicas, em doses adequadas às

Leia mais

Marcas e Publicidade e Mercado Ilegal de Produtos de Consumo

Marcas e Publicidade e Mercado Ilegal de Produtos de Consumo Marcas e Publicidade e Mercado Ilegal de Produtos de Consumo Luana Leticia Brazileiro - Sao Paulo, 27/08/2012 O que vem à mente quando se pensa em PepsiCo? 2 Marcas fortes e portfólio completo 19 US$ 1B

Leia mais

LEGISLAÇÃO MEDICAMENTOS PROPAGANDA DE CONSOLIDADA E COMENTADA AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA - ANVISA LEIS E DECRETOS FEDERAIS

LEGISLAÇÃO MEDICAMENTOS PROPAGANDA DE CONSOLIDADA E COMENTADA AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA - ANVISA LEIS E DECRETOS FEDERAIS LEGISLAÇÃO CONSOLIDADA E COMENTADA PROPAGANDA DE MEDICAMENTOS LEIS E DECRETOS FEDERAIS 1 AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA - ANVISA SUMÁRIO leis e decretos federais ------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

O Papel da ANVISA na Regulamentação da Inovação Farmacêutica

O Papel da ANVISA na Regulamentação da Inovação Farmacêutica O Papel da ANVISA na Regulamentação da Inovação Farmacêutica Renato Alencar Porto Diretor 22 de junho de 2015 Bases legais para o estabelecimento do sistema de regulação Competências na Legislação Federal

Leia mais

CONHECENDO MELHOR A FARMÁCIA E SEUS PRODUTOS

CONHECENDO MELHOR A FARMÁCIA E SEUS PRODUTOS CONHECENDO MELHOR A FARMÁCIA E SEUS PRODUTOS No Brasil, a venda de medicamentos é feita em estabelecimentos devidamente registrados em órgãos específicos que visam a monitorar a venda correta desses produtos,

Leia mais

BOAS PRÁTICAS DE DISPENSAÇÃO PARA FARMÁCIA E DROGARIA RESOLUÇÃO Nº 328, DE 22 DE JULHO DE 1999

BOAS PRÁTICAS DE DISPENSAÇÃO PARA FARMÁCIA E DROGARIA RESOLUÇÃO Nº 328, DE 22 DE JULHO DE 1999 RESOLUÇÃO Nº 328, DE 22 DE JULHO DE 1999 Dispõe sobre requisitos exigidos para a dispensação de produtos de interesse à saúde em farmácias e drogarias. BOAS PRÁTICAS DE DISPENSAÇÃO PARA FARMÁCIA E DROGARIA

Leia mais

NOTA TÉCNICA Perguntas e respostas referentes às Resoluções do CFF nº 585 e nº 586, de 29 de agosto de 2013.

NOTA TÉCNICA Perguntas e respostas referentes às Resoluções do CFF nº 585 e nº 586, de 29 de agosto de 2013. NOTA TÉCNICA Perguntas e respostas referentes às Resoluções do CFF nº 585 e nº 586, de 29 de agosto de 2013. Assessoria da Presidência Assessoria técnica Grupo de consultores ad hoc Conselho Federal de

Leia mais

Programação para 2011

Programação para 2011 Visadoc Assessoria em Vigilância Sanitária e Regulatória Curso de Assuntos Regulatórios e Registro de Produtos - Aplicados à Vigilância Sanitária Por que participar? O Curso de Assuntos Regulatórios e

Leia mais

loratadina Merck S/A Comprimidos revestidos 10 mg

loratadina Merck S/A Comprimidos revestidos 10 mg loratadina Merck S/A revestidos 10 mg loratadina Medicamento genérico Lei nº 9.797, de 1999 APRESENTAÇÕES revestidos de 10 mg em embalagem com 12 comprimidos. USO ORAL USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE

Leia mais

Regulamentação do marketing de alimentos: uma questão de saúde pública

Regulamentação do marketing de alimentos: uma questão de saúde pública Audiência Pública P 18 de novembro de 2009 Regulamentação do marketing de alimentos: uma questão de saúde pública Maria José Delgado Fagundes Gerente Geral - /ANVISA Perfil Epidemiológico Brasileiro Atual:

Leia mais

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 7, de 04 de fevereiro de 2015 D.O.U de 09/02/2015

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 7, de 04 de fevereiro de 2015 D.O.U de 09/02/2015 Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública n 7, de 04 de fevereiro de 2015 D.O.U de 09/02/2015 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso

Leia mais

RESOLUÇÃO-RDC N 50, DE 25 DE SETEMBRO DE 2014. DOU DE 26/09/2014

RESOLUÇÃO-RDC N 50, DE 25 DE SETEMBRO DE 2014. DOU DE 26/09/2014 RESOLUÇÃO-RDC N 50, DE 25 DE SETEMBRO DE 2014. DOU DE 26/09/2014 Dispõe sobre as medidas de controle de comercialização, prescrição e dispensação de medicamentos que contenham as substâncias anfepramona,

Leia mais

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA POTÁVEL DE EMBARCAÇÕES NOS PORTOS DO RIO DE JANEIRO

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA POTÁVEL DE EMBARCAÇÕES NOS PORTOS DO RIO DE JANEIRO AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA POTÁVEL DE EMBARCAÇÕES NOS PORTOS DO RIO DE JANEIRO Autores:Verona, CE 1 ; Almeida, AC 2 1-Instituto Brasileiro para a Medicina da Conservação- Instituto Tríade 2-Universidade

Leia mais

A Propaganda de Medicamentos no Brasil

A Propaganda de Medicamentos no Brasil A Propaganda de Medicamentos no Brasil As principais propagandas de medicamentos no Brasil tiveram início ainda na década de 80 do século XIX. Desde então, o que se constatou foi um crescimento contínuo

Leia mais

Diário Oficial da União Seção 1 DOU 11 de dezembro de 2013 [Páginas 76-77]

Diário Oficial da União Seção 1 DOU 11 de dezembro de 2013 [Páginas 76-77] *Este texto não substitui o publicado do Diário Oficial da União* Diário Oficial da União Seção 1 DOU 11 de dezembro de 2013 [Páginas 76-77] RESOLUÇÃO - RDC Nº 54, DE10 DE DEZEMBRO DE 2013 Dispõe sobre

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Boas Práticas de Fabricação de Saneantes e Produtos de Higiene Pessoal, Cosméticos e Perfumes Coordenação de Insumos Farmacêuticos, Saneantes e Cosméticos Gerência

Leia mais

LEI Nº 9.294, DE 15 DE JULHO DE 1996. Art. 1º......

LEI Nº 9.294, DE 15 DE JULHO DE 1996. Art. 1º...... LEI Nº 9.294, DE 15 DE JULHO DE 1996. Dispõe sobre as restrições ao uso e à propaganda de produtos fumígeros, bebidas alcoólicas, medicamentos, terapias e defensivos agrícolas, nos termos do 4 do art.

Leia mais

SECRETARIA EXECUTIVA DE PROMOÇÃO A SAÚDE GERÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Orientações

SECRETARIA EXECUTIVA DE PROMOÇÃO A SAÚDE GERÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Orientações SECRETARIA EXECUTIVA DE PROMOÇÃO A SAÚDE GERÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Orientações 2014 Vigilância Sanitária Lei Federal 8.080 de 19 de setembro de 1990 1º Entende-se

Leia mais

POLÍTICA DE DESCARTE DE MEDICAMENTOS NA FARMÁCIA ENSINO DO SAS

POLÍTICA DE DESCARTE DE MEDICAMENTOS NA FARMÁCIA ENSINO DO SAS POLÍTICA DE DESCARTE DE MEDICAMENTOS NA FARMÁCIA ENSINO DO SAS CABRAL, Mayara da Nóbrega CHAVES, Antônio Marcos Maia CHAVES, Maria Emília Tiburtino JALES, Silvana Teresa Lacerda MEDEIROS, Leanio Eudes

Leia mais

considerando o Decreto nº 79.094, de 5 de janeiro de 1977, que regulamenta a Lei nº 6.360, de 24 de setembro de 1976;

considerando o Decreto nº 79.094, de 5 de janeiro de 1977, que regulamenta a Lei nº 6.360, de 24 de setembro de 1976; Resolução da Diretoria Colegiada - RDC nº96/08, A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), no uso da atribuição que lhe confere o artigo 11, inciso IV, do Regulamento da

Leia mais

CONGRESSO ENQUALAB-RESAG/2014

CONGRESSO ENQUALAB-RESAG/2014 Ministério da Saúde CONGRESSO ENQUALAB-RESAG/2014 A QUALIDADE DA ÁGUA NO ÂMBITO DA SAÚDE São Paulo,SP 31 de outubro de 2014 Por Mariângela Torchia do Nascimento Gerência de Laboratórios de Saúde Pública/GELAS/ANVISA

Leia mais

VOTO EM SEPARADO. RELATORA: Senadora LÍDICE DA MATA

VOTO EM SEPARADO. RELATORA: Senadora LÍDICE DA MATA VOTO EM SEPARADO Perante a COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS, em decisão terminativa, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 8, de 2015, do Senador José Medeiros, que acrescenta 3º ao art. 6º da Lei nº 8.918,

Leia mais

Quais as vantagens do Benefício Farmácia?

Quais as vantagens do Benefício Farmácia? MENSAGEM DA GSAM/AMS Cumprindo o Acordo Coletivo de Trabalho de 2007/2008, a Petrobras Distribuidora implantou o Benefício Farmácia, que prevê condições especiais na aquisição de medicamentos pelos beneficiários

Leia mais

Prescrição Farmacêutica. Aspectos técnicos e legais

Prescrição Farmacêutica. Aspectos técnicos e legais Bem Vindos! Prescrição Farmacêutica Aspectos técnicos e legais Quem sou? Prof. Dr José Henrique Gialongo Gonçales Bomfim Farmacêutico Bioquímico 1998 Mestre em Toxicologia USP 2003 Doutor em Farmacologia

Leia mais

Programa Nacional de Controle do Tabagismo AMBIENTE LIVRE DO TABACO

Programa Nacional de Controle do Tabagismo AMBIENTE LIVRE DO TABACO Programa Nacional de Controle do Tabagismo AMBIENTE LIVRE DO TABACO Coordenação de Vigilância em Saúde do Trabalhador Gerência de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador Superintendência de

Leia mais

adota a seguinte Resolução de Diretoria Colegiada e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação:

adota a seguinte Resolução de Diretoria Colegiada e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação: Resolução - RDC nº 275, de 21 de outubro de 2002(*) Republicada no D.O.U de 06/11/2002 Dispõe sobre o Regulamento Técnico de Procedimentos Operacionais Padronizados aplicados aos Estabelecimentos Produtores/Industrializadores

Leia mais

adota a seguinte Consulta Pública e eu, Diretor Presidente, determino a sua publicação:

adota a seguinte Consulta Pública e eu, Diretor Presidente, determino a sua publicação: Consulta Pública nº 34, de 28 de junho de 2011. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das atribuições que lhe confere o inciso IV do art. 11 e o art. 35 do Regulamento

Leia mais

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 44, de 18 de junho de 2014 D.O.U de 20/06/2014

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 44, de 18 de junho de 2014 D.O.U de 20/06/2014 Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública n 44, de 18 de junho de 2014 D.O.U de 20/06/2014 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das

Leia mais

Atribuições Clínicas do Farmacêutico

Atribuições Clínicas do Farmacêutico Atribuições Clínicas do Farmacêutico Evolução dos gastos com medicamentos do Ministério da Saúde 650% crescimento R$ Atualizado: 10/02/2014 Fonte: Fundo Nacional de Saúde FNS e CGPLAN/SCTIE/MS Hospitalizações

Leia mais

Parte A - DISPOSIÇÕES GERAIS.

Parte A - DISPOSIÇÕES GERAIS. SETEMBRO Agência Nacional de Vigilância Sanitária 1-2004 A aquisição de equipamentos médico-hospitalares tem ocasionado vários problemas técnicos ou mesmo econômicos por não obedecer a determinados parâmetros.

Leia mais

RECOMENDAÇÃO Nº 02/2012 CGMP

RECOMENDAÇÃO Nº 02/2012 CGMP MINISTÉRIO PÚBLICO DA PARAÍBA PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA CORREGEDORIA-GERAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RECOMENDAÇÃO Nº 02/2012 CGMP Recomenda aos Promotores de Justiça com atuação na área da proteção ao

Leia mais

PUBLICADA NO DOC EM 26/JUN/2015 - Página 56

PUBLICADA NO DOC EM 26/JUN/2015 - Página 56 PUBLICADA NO DOC EM 26/JUN/2015 - Página 56 Aviso - Consulta Pública nº 002/2015 - COVISA São Paulo, 23 de junho de 2015. O Secretário Municipal de Saúde, no uso das atribuições que lhe são conferidas

Leia mais

XXXIV Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Farmacêutica

XXXIV Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Farmacêutica XXXIV Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Farmacêutica Agência Nacional de Vigilância Sanitária ANVISA: Desafios e Metas para o Próximo Triênio INSTITUÍDA Anvisa Desafios e Metas para o Próximo

Leia mais