KAREM JURENDINI DIAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "KAREM JURENDINI DIAS"

Transcrição

1

2 KAREM JURENDINI DIAS DOUTORA EM DIREITO PELA PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE DE CATÓLICA DE SÃO PAULO - PUC/SP; PROFESSORA DO IBET; PROFESSORA DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA DIREITO GETÚLIO VARGAS - GVLAW; CONSELHEIRA DO INSTITUTO BRASILEIRO DE ALTOS ESTUDOS DE DIREITO PÚBLICO CARF; MEMBRO DA CSRF/MF; ADVOGADA.

3 Insumos e o direito de crédito na sistemática não-cumulativa do PIS e da COFINS Karem Jureidini Dias Gramado, 29 de junho de 2012

4 Conceito de Receita Atributos que devem se configurar: conteúdo material natureza do ingresso causa do ingresso disponibilidade mensuração instantânea (Minatel, José Antônio. Conteúdo do conceito de receita e regime jurídico para sua tributação, p. 124)

5 Conceito de Receita - Jurisprudência RECEITA DAS AGÊNCIAS DE PROPAGANDA E PUBLICIDADE - Os valores recebidos pelas agências de propaganda, ou incluídos em suas notas fiscais, e devidos pelos anunciantes aos veículos de divulgação não são receitas da agência e, conseqüentemente, não integram a base de cálculo dos tributos. (Acórdão n Sessão de 06 de dezembro de 2007) COFINS. BASE DE CÁLCULO. VALORES FATURADOS EM NOME PRÓPRIO REPASSADOS A TERCEIRO COMO COMISSÃO DE AGÊNCIA. DISTINÇÃO ENTRE RECEITAS E ENTRADAS. PRINCÍPIO DA CAPACIDADE CONTRIBUTIVA. INTERPRETAÇÃO CONFORME A CONSTITUIÇÃO. Os valores faturados em nome próprio por veículo de propaganda e depois repassados, a título de comissão, à agência de publicidade, conforme disposições legais e regulamentares e a praxe do mercado, não são receitas daquele nem integram a base de cálculo da Contribuição por ele devida. Distinção necessária entre receita e meras entradas. Se o legislador, constituinte e ordinário, elegeu como base de cálculo da COFINS signo presuntivo de riqueza, importa em desvalia do princípio constitucional da capacidade contributiva a tributação de valores que não se agregam ao patrimônio do contribuinte, mesmo quando faturados em seu nome, por efetivamente pertencerem a terceiro, a quem posteriormente são repassados. A interpretação das normas deve se conformar à Constituição Federal. (Acórdão nº , sessão de 12/08/2003)

6 Conceito de Receita - Jurisprudência COFINS. RECEITAS DE TERCEIROS. TELEFONIA CELULAR. ROAMING.- As receitas de roaming mesmo recebidas pela operadora de serviço móvel pessoal ou celular com quem o usuário tem contrato não se incluem na base de cálculo da COFINS por ela devida. A base de cálculo da contribuição é a receita própria, não se prestando o simples ingresso de valores globais, nele incluídos os recebidos por responsabilidade e destinados desde sempre à terceiros, como pretendido faturamento bruto para, sobre ele, exigir o tributo. (CSRF/ , sessão de 24/01/2006) COFINS - INCIDÊNCIA DA COFINS SOBRE A RECEITA DE SERVIÇOS DE ROAMING E DDI PRESTADOS PELAS EMPRESAS DE TELECOMUNICAÇÕES - A COFINS, que tem como característica ser um tributo cumulativo, portanto, cobrado a cada operação realizada, incide sobre o faturamento das empresas que operam com serviços de telecomunicações, entendido este como sendo a totalidade das receitas auferidas pela pessoa jurídica, sendo irrelevantes o tipo de atividade por ela exercida e a classificação contábil adotada para as receitas. (Acórdão nº , sessão de 12/05/2004)

7 Conceito de Receita - Jurisprudência DEPÓSITOS BANCÁRIOS VALORES DO PRÓPRIO CONTRIBUINTE Valores do próprio contribuinte, verificados em diligência fiscal que representam mera transferência de mesma titularidade ou que não caracterizam efetivo ingresso de receita, não configuram omissão de receita (Acórdão nº. : Sessão de 21 de setembro 2006 ) PIS FATURAMENTO. FATO GERADOR. BASE DE CÁLCULO. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS. AGENCIAMENTO DE CARGAS. A base de cálculo do PIS Faturamento é o valor decorrente da receita própria. Para a sua determinação, quando relativa a serviços, é indispensável definir qual o serviço prestado e o valor cobrado pelo mesmo, não servindo o simples ingresso de valores globais, nele incluídos os recebidos por responsabilidade e destinados desde sempre à terceiros, como pretendido "faturamento bruto" para, sobre ele, exigir o tributo. No caso de agenciamento de cargas, é este o serviço prestado, nele não se englobando o valor inequivocamente destinado a quem prestou o serviço de transporte, contribuinte desta parte, visto que tal faturamento a ele está afeiçoado. Recurso provido. (Acórdão nº , sessão de 01/07/2003) No mesmo sentido: prestadora de serviços de distribuição de vale-transporte (CARF/Processo Administrativo nº / ) e vale-alimentação, agência de viagens, etc.

8 Créditos IPI ICMS PIS/COFINS Agrega ao produto ou se desgasta no processo produtivo MP, PI, ME Idem IPI Combustível Frete EE e serviço de comunicação Mercadoria comercializada Uso e Consumo (2020) Ativo Permanente (1/48) Bens para revenda; Bens e serviços como insumo na prestação de serviços e na produção/ fabricação de bens, inclusive combustíveis e lubrificantes; EE; Aluguéis de prédios, máquinas e equipamentos, pagos a PJ; Arrendamento mercantil de PJ; Ativo imobilizado adquirido para utilização na produção ou prestação de serviços; Edificações e benfeitorias; Bens devolvidos; Armazenagem e frete; Outros.

9 Insumo e Creditamento O crédito será apurado, exclusivamente, em relação aos custos, despesas e encargos vinculados à parcela das receitas sujeita à incidência não-cumulativa (NC); No caso de custos, despesas e encargos vinculados às receitas submetidas ao regime NC e Cumulativo, o crédito será determinado, a critério da PJ, pelo método de: apropriação direta; ou rateio proporcional. O método eleito pela Pessoa Jurídica será aplicado consistentemente por todo o ano-calendário.

10 Abertura Cognitiva vs. Fechamento Operacional FJT { competência. (SF. SF2. SF3,4...)} SFm SFm SFm SFm Sf Sf Pressuposto de fato do tributo é o referencial básico.

11 Insumo para PIS/COFINS = legislação do IPI Acórdão da Terceira Câmara do Segundo Conselho de Contribuintes (Relator Cons. Odassi Guerzoni Filho): O aproveitamento dos créditos do PIS no regime da não cumulatividade há que obedecer às condições específicas ditadas pelo artigo 3 da Lei n , de 2002, c/c o artigo 66 da IN SRF n 247, de 2002, com as alterações da IN SRF n 358, de Incabíveis, pois, créditos originados de gastos com seguros (incêndio, vendaval etc.), material de segurança (óculos, jalecos, protetores auriculares), materiais de uso geral (buchas para máquinas, cadeado, disjuntor, calço para prensa, catraca, correias; cotovelo, cruzetas, reator para lâmpada), peças de reposição de máquinas, amortização de despesas operacionais, conservação e limpeza, e manutenção predial. No caso do insumo "água", cabível a glosa pela ausência de critério fidedigno para a quantificação do valor efetivamente gasto na produção. Insumos: buchas de máquina, cadeado, caixa para disjuntor, calço para prensa, peças de reposição, material de segurança, seguros, água, amortização de gastos pré-operacionais, água sanitária, cloro, desinfetante, lâmpadas, tomadas, carimbos, gás, entre outros. Atividade da empresa: Fabricação de calçados

12 Insumo para PIS/COFINS = legislação do IRPJ Acórdão n da Terceira Seção de julgamento do CARF (Relator Cons. Gilberto de Castro Moreira Júnior): O conceito de insumo dentro da sistemática de apuração de créditos pela não cumulatividade de PIS e Cofins deve ser entendido como toda e qualquer custo ou despesa necessária à atividade da empresa, nos termos da legislação do IRPJ, não devendo ser utilizado o conceito trazido pela legislação do IPI, uma vez que a materialidade de tal tributo é distinta da materialidade das contribuições em apreço. Insumos: materiais para manutenção de máquinas e equipamentos, energia elétrica, crédito sobre estoques de abertura existentes no momento do ingresso no sistema não cumulativo.

13 Insumo para PIS/COFINS = legislação do IRPJ Acórdão n da 3 Câmara do Segundo Conselho de Contribuintes (Relator Cons. Emanuel Carlos Dantas de Assis / Dalton Cordeiro de Miranda): Na apuração do PIS não-cumulativo podem ser descontados créditos calculados sobre as despesas decorrentes da contratação de seguros, essenciais para a atividade fim desenvolvida pela recorrente, pois estes caracterizam sim como insumos previstos na legislação do IRPJ. Insumos: contratação de seguros. Receitas: receitas transferidas a terceiros (subcontratados para transporte de cargas), despesas com pedágio. Atividade da empresa: Transporte de cargas em geral.

14 Insumo para PIS/COFINS = critérios próprios Gastos gerais que a pessoa jurídica precisa incorrer na produção de bens ou serviços por ela realizada. Insumos como bens ou serviços consumidos diretamente para a prestação dos serviços ou produção dos bens Insumos classificação contábil Sentidos correntes: Econômico = fatores de produção (capital trabalho) Físico = elemento que compõe um produto ou consumido no processo de produção Funcional = elemento de uma atividade da qual decorrerá a receita Acepção adequada depende do tributo (=pressuposto de fato)

15 Insumo para PIS/COFINS Despesa Relação taxativa Custo Sem taxatividade Contabilmente: Insumos Direta Matéria Prima Indiretamente Energia Elétrica Natureza Relação

16 Acórdão nº : Insumo para PIS/COFINS Abrangência > MP, PI e ME Abrangência < IRPJ Conclusão: elemento diretamente responsável pela produção de bens ou produtos destinados à venda, ainda que não em contato direto com os bens produzidos. Gases para máquinas, telas e cercamentos de proteção, material de limpeza, caixa de isopor: atividade de criação e comercialização de camarão No mesmo sentido Acórdão nº : nega despesas relacionadas a pessoal/mão-de-obra assistência médica e odontológica, roupas e equipamentos de trabalho.

17 Insumo Jurisprudência Judicial TRIBUTÁRIO. PIS E COFINS. REGIME DA NÃO-CUMULATIVIDADE. DESPESAS DE FRETE RELACIONADAS À TRANSFERÊNCIA INTERNA DE MERCADORIAS ENTRE ESTABELECIMENTOS DA EMPRESA. CREDITAMENTO. IMPOSSIBILIDADE. 1. Controverte-se sobre a possibilidade de utilização das despesas de frete, relacionadas à transferência de mercadorias entre estabelecimentos componentes da mesma empresa, como crédito dedutível na apuração da base de cálculo das contribuições à Cofins e ao PIS, nos termos das Leis /2002 e / A legislação tributária em comento instituiu o regime da não-cumulatividade nas aludidas contribuições da seguridade social, devidas pelas empresas optantes pela tributação pelo lucro real, autorizando a dedução, entre outros, dos créditos referentes a bens ou serviços utilizados como insumo na produção ou fabricação de bens ou produtos destinados à venda. 3. O direito ao crédito decorre da utilização de insumo que esteja vinculado ao desempenho da atividade empresarial. As despesas de frete somente geram crédito quando relacionadas à operação de venda e, ainda assim, desde que sejam suportadas pelo contribuinte vendedor. 4. Inexiste, portanto, direito ao creditamento de despesas concernentes às operações de transferência interna das mercadorias entre estabelecimentos de uma única sociedade empresarial. (RESP , HERMAN BENJAMIN, STJ - SEGUNDA TURMA, 06/04/2010). Insumos: despesas de frete, relacionadas à transferência de mercadorias entre estabelecimentos componentes da mesma empresa. Atividade da empresa: comercialização.

18 Insumo como decorrência da natureza da receita PROCESSO CIVIL. TRIBUTÁRIO. RECURSO ESPECIAL. VIOLAÇÃO AO ART. 535 DO CPC. NÃO OCORRÊNCIA. PIS. COFINS. ENTIDADES HOSPITALARES E CLÍNICAS MÉDICAS. ALÍQUOTA ZERO. LEI Nº /2000. RECEITAS RELATIVAS AOS MEDICAMENTOS UTILIZADOS NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO. INAPLICABILIDADE. (...) 2. A controvérsia consiste no reconhecimento do direito da clínica médica à exclusão, da base de cálculo do PIS e da Cofins incidentes sobre o faturamento decorrente da prestação de serviços, das receitas correspondentes ao valor dos medicamentos utilizados na prestação daqueles serviços, mediante a aplicação da alíquota zero prevista no artigo 2 da Lei n /2000 para as pessoas jurídicas que não ostentam a qualidade de importadores ou fabricantes dos produtos nela referidos. 3. A Lei n /200, no art. 2º, deixa claro que a redução das alíquotas a zero incide sobre a receita bruta decorrente da venda dos produtos tributados na forma do respectivo inciso I, do art. 1º, pelas pessoas jurídicas não enquadradas na condição de industrial ou de importador. Concentrou, assim, a cobrança do PIS e da Cofins em uma única etapa -a da industrializa não- eximindo do pagamento da contribuição os intermediários e os revendedores. 4. As entidades hospitalares e as clinicas médicas não têm como atividade básica a venda de medicamentos no atacado ou no varejo, sendo sua atividade precípua a prestação de serviços de natureza médico-hospitalar a terceiros. Destarte, os medicamentos utilizados pela recorrente são insumos imprescindíveis para o desempenho de suas atividades e, por essa razão, integram o seu custo. Assim, as receitas auferidas em razão do pagamento do serviço pelos seus pacientes englobam o valor dos remédios empregados na prestação do serviço, razão pela qual é descabida a aplicação da alíquota zero. (RESP /RN, BENEDITO GONÇALVES, STJ - PRIMEIRA TURMA, 17/03/2010) Insumos: medicamentos utilizados na prestação de serviços médicos Atividade da empresa: clínica médica

19 Insumo Jurisprudência Judicial TRIBUTÁRIO. PIS. COFINS. LEIS Nº /2002 E /2003, ART. 3º, INCISO II. NÃO CUMULATIVIDADE. AUSÊNCIA DE PARALELO COM O IPI. CREDITAMENTO DE INSUMOS. SERVIÇOS DE LOGÍSTICA DE ARMAZENAGEM, EXPEDIÇÃO DE PRODUTOS E CONTROLE DE ESTOQUES. ILEGALIDADE DAS INSTRUÇÕES NORMATIVAS SRF Nº 247/2002 E 404/2004. CRITÉRIO DE CUSTOS E DESPESAS OPERACIONAIS. 1. O regime constitucional da não cumulatividade de PIS e COFINS, à míngua de regramento infraconstitucional, serve, no máximo, como objetivo a ser atingido pela legislação então existente. Não é apropriado como parâmetro interpretativo, visto que a EC nº 42/2003 descurou de estabelecer qualquer perfil ao regime não cumulativo dessas contribuições. Por conseguinte, a expressão "nãocumulativas" constitui uma diretriz destituída de conteúdo normativo, ou seja, não é um princípio nem uma regra. 2. Não há paralelo entre o regime não cumulativo de IPI/ICMS e o de PIS/COFINS, justamente porque os fatos tributários que os originam são completamente distintos. O IPI e o ICMS incidem sobre as operações com produtos industrializados e a circulação de bens e serviços em inúmeras etapas da cadeia econômica; a não cumulatividade visa evitar o efeito cascata da tributação, por meio da técnica de compensação de débitos com créditos. Já o PIS e a COFINS incidem sobre a totalidade das receitas auferidas, não havendo semelhança com a circulação característica de IPI e ICMS, em que existem várias operações em uma cadeia produtiva ou circulatória de bens e serviços. Assim, a técnica empregada para concretizar a não cumulatividade de PIS e COFINS se dá mediante redução da base de cálculo, com a dedução de créditos relativos às contribuições que foram recolhidas sobre bens ou serviços objeto de faturamento em momento anterior. 3. O art. 3º, inciso II, das Leis nº /002 e /2003, ao estabelecer as hipóteses de creditamento para efeito de dedução dos valores da base de cálculo do PIS e da COFINS, prevê o aproveitamento de bens e serviços utilizados como insumo na produção ou na fabricação de bens ou produtos destinados à venda ou na prestação de serviços, inclusive combustíveis e lubrificantes. Conquanto o legislador ordinário não tenha definido o que são insumos, os critérios utilizados para pautar o creditamento, no que se refere ao IPI, não são aplicáveis ao PIS e à COFINS. É necessário abstrair a concepção de materialidade inerente ao processo industrial, porque a legislação também considera como insumo os serviços contratados que se destinam à produção, à fabricação de bens ou produtos ou à execução de outros serviços. Serviços, nesse contexto, são o resultado de qualquer atividade humana, quer seja tangível ou intangível, inclusive os que são utilizados para a prestação de outro serviço. 5. As Instruções Normativas SRF nº 247/2002 e 404/2004, que admitem apenas os serviços aplicados ou consumidos na produção ou fabricação do produto como insumos, não oferecem a melhor interpretação ao art. 3º, inciso II, das Leis nº /2002 e /2003. A concepção estrita de insumo não se coaduna com a base econômica de PIS e COFINS, cujo ciclo de formação não se limita à fabricação de um produto ou à execução de um serviço, abrangendo outros elementos necessários para a obtenção de receita com o produto ou o serviço. 6. O critério que se mostra consentâneo com a noção de receita é o adotado pela legislação do imposto de renda. Insumos, então, são os gastos que, ligados inseparavelmente aos elementos produtivos, proporcionam a existência do produto ou serviço, o seu funcionamento, a sua manutenção ou o seu aprimoramento. Sob essa ótica, o insumo pode integrar as etapas que resultam no produto ou serviço ou até mesmo as posteriores, desde que seja imprescindível para o funcionamento do fator de produção. 7. As despesas com serviços de armazenagem, expedição de produtos e controle de estoques, enquadram-se no conceito de insumos, uma vez que são necessárias e indispensáveis para o funcionamento da cadeia produtiva. APELAÇÃO CÍVEL Nº /RS. Des. Federal JOEL ILAN PACIORNIK. Publicado em 21/07/2011 Insumos: serviços de logística de armazenagem, expedição de produtos e controle de estoques.

20 Insumo Jurisprudência Judicial Minuta de voto do Ministro Mauro Campbell Marques foi pedido vista pelo Ministro Herman Benjamin (...) 3. São ilegais o art. 66, 5º, I, "a" e "b", da Instrução Normativa SRF n. 247/ Pis/Pasep (alterada pela Instrução Normativa SRF n. 358/2003) e o art. 8º, 4º, I, "a" e "b", da Instrução Normativa SRF n. 404/ Cofins, que restringiram indevidamente o conceito de "insumos" previsto no art. 3º, II, das Leis n /2002 e n /2003, respectivamente, para efeitos de creditamento na sistemática de não-cumulatividade das ditas contribuições. 4. Conforme interpretação teleológica e sistemática do ordenamento jurídico em vigor, a conceituação de "insumos", para efeitos do art. 3º, II, da Lei n /2002, e art. 3º, II, da Lei n /2003, não se identifica com a conceituação adotada na legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI, posto que excessivamente restritiva. Do mesmo modo, não corresponde exatamente aos conceitos de "Custos e Despesas Operacionais" utilizados na legislação do Imposto de Renda - IR, por que demasiadamente elastecidos. 5. São "insumos", para efeitos do art. 3º, II, da Lei n /2002, e art. 3º, II, da Lei n /2003, todos aqueles bens e serviços pertinentes ao, ou que viabilizam o processo produtivo e a prestação de serviços, que neles possam ser direta ou indiretamente empregados e cuja subtração importa na impossibilidade mesma da prestação do serviço ou da produção, isto é, cuja subtração obsta a atividade da empresa, ou implica em substancial perda de qualidade do produto ou serviço daí resultantes. Hipótese em que a recorrente é empresa fabricante de gêneros alimentícios sujeita, portanto, a rígidas normas de higiene e limpeza. No ramo a que pertence, as exigências de condições sanitárias das instalações se não atendidas implicam na própria impossibilidade da produção e em substancial perda de qualidade do produto resultante. A assepsia é essencial e imprescindível ao desenvolvimento de suas atividades. Não houvessem os efeitos desinfetantes, haveria a proliferação de microorganismos na maquinaria e no ambiente produtivo que agiriam sobre os alimentos, tornando-os impróprios para o consumo. Assim, impõe-se considerar a abrangência do termo "insumo" para contemplar, no creditamento, os materiais de limpeza e desinfecção, bem como os serviços de dedetização quando aplicados no ambiente produtivo de empresa fabricante de gêneros alimentícios. 7. Recurso especial provido. (RECURSO ESPECIAL Nº /MG) Insumos: gastos com materiais de limpeza, desinfecção e serviços de dedetização usados no ambiente produtivo Atividade da empresa: fabricação de produtos alimentícios

21 Ressarcimento e Compensação com outros tributos Lei nº /05: Art. 16. O saldo credor da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins apurado na forma do art. 3 o das Leis n os , de 30 de dezembro de 2002, e , de 29 de dezembro de 2003, e do art. 15 da Lei n o , de 30 de abril de 2004, acumulado ao final de cada trimestre do anocalendário em virtude do disposto no art. 17 da Lei n o , de 21 de dezembro de 2004, poderá ser objeto de: I - compensação com débitos próprios, vencidos ou vincendos, relativos a tributos e contribuições administrados pela Secretaria da Receita Federal, observada a legislação específica aplicável à matéria; ou II - pedido de ressarcimento em dinheiro, observada a legislação específica aplicável à matéria.

22 Apropriação extemporânea Processo de Consulta nº 214/09 (SRRF / 9a. Região Fiscal) Ementa: PERÍODO DE NÃO APLICABILIDADE DA SUSPENSÃO. DIREITO A CRÉDITO INTEGRAL. OBRIGATORIEDADE DE RETIFICAÇÃO DE DACON E DCTF. (...) É possível a alteração dos créditos descontados nesse período, sendo exigida a entrega de Dacons e DCTFs retificadoras relativas ao período com créditos alterados. Cabe a compensação com outros tributos e a restituição, bem como a correção pela Selic dos valores a compensar ou a restituir em relação a pagamentos indevidos ou a maior da contribuição. Descabe a compensação com outros tributos e o ressarcimento dos créditos da não-cumulatividade, exceto quando oriundos de receita de exportação ou de vendas sujeitas à não incidência, isenção, suspensão ou alíquota zero. Em todos os casos, descabe a correção para créditos oriundos da sistemática não-cumulativa.

23 Regime Jurídico da Compensação 30/12/91 Lei /02 Lei /03 Lei /04... Pedido de Compensação Ausência de confissão Necessidade de lançamento Declaração de Compensação Ausência de constituição do crédito tributário Extinção sob condição resolutória Prazo para lançamento e não homologação. Declaração de Compensação. Confissão de dívida. Prazo para não homologação Compensação não declarada Não tem confissão de dívida Não teria prazo de homologação

24 Multa na Compensação Lei nº 8.383/91 Lei nº 9.250/95 Multa de Ofício (Possibilidade em tese de agravamento e qualificação) Confissão de Dívida Lei nº 9.069/95 Lei nº 9.430/96 Lei /02 Lei /03 Lançamento de Ofício (MP 2.158/01) Instituição da DCOMP Art. 90. Serão objeto de lançamento de ofício as diferenças apuradas, em declaração prestada pelo sujeito passivo, decorrentes de (...) compensação (...), indevidos ou não comprovados, relativamente aos tributos (...) administrados pela Secretaria da Receita Federal. Previsão de Multa de Mora e Multa Isolada Multa de Ofício crédito ou débito não passível de compensação por expressa disposição legal (art. 74, 3º da Lei nº 9.430/96), crédito não tributário e fraude.

25 Multa na Compensação Lei nº /04 Lei nº /05 MP 303/06 Multa Isolada nos casos de sonegação, fraude ou conluio, e compensação não declarada (inciso II, 12, art. 74 da Lei 9.430/96). Multa Isolada Para Compensação não declarada + sonegação, fraude ou conluio. Simples (75%), Qualificada e Agravada. Redução da Multa Isolada para 50% (entre junho e outubro).

26 MP nº 351/07, convertida na Lei nº /07 Multa na Compensação MP nº 472/09 Multa Isolada para falsidade de declaração possibilidade de majoração. Multa Isolada na não homologação: -- Ilegitimidade e Insuficiência: 75% - Falsidade de Declaração: percentual em dobro Percentual de 75% para Multa Isolada de compensação não declarada possibilidade de majorar e duplicar

27 Lei nº /09 Lei nº /10 (IN nº 900/08, com redação dada pela IN 1.067/10). Aumento do rol das hipóteses de compensação não declarada Crédito do Fisco Não Homologado: percentual duplicado em caso de falsidade Crédito do Contribuinte 50% ou 100% (falsidade no pedido, no caso de ressarcimento). Artigo 74, 12, II, da Lei nº 9.430/96 Multa isolada Não Declarado ( 12, II, artigo 74 da Lei nº 9.430/96): percentual de 75% ou duplicado (falsidade). 50% do crédito objeto de Declaração de Compensação não homologada, se não imputada multa sobre o crédito do fisco. Multa de Mora.

28 PIS/COFINS - Compensação CONTRIBUIÇÃO PARA O FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL - COFINS Período de apuração: 30/04/1997 a 31/12/1997 COMPENSAÇÃO. PIS E COFINS TRIBUTOS DE ESPÉCIES DISTINTAS, ART. 66 DA LEI 1\1 8,383/91. INAPLICABILIDADE. A jurisprudência deste sodalício é assente quanto a ser o PIS/Pasep e a COFINS tributos de espécie e destinação constitucional distintas, não se lhes aplicando por conseguinte o disposto no art. 66 da Lei nº 8.383/91, mas sim, o art. 74 da Lei n 9.430/96, de tal sorte que, não adotados os procedimentos estatuídos pela Secretaria da Receita Federal do Brasil, tem-se como não realizada a compensação. (Acórdão nº , sessão de 02/07/2010)

29 Obrigada!

Conceito de Receita 7/4/2014. Atributos que devem se configurar: conteúdo material. natureza do ingresso. causa do ingresso.

Conceito de Receita 7/4/2014. Atributos que devem se configurar: conteúdo material. natureza do ingresso. causa do ingresso. A não cumulatividade do PIS e da COFINS, o conceito de insumo e a evolução jurisprudencial, em âmbito administrativo e judicial sobre o tema, considerando os diferentes segmentos da economia Conceito de

Leia mais

QUESTÕES CONTROVERSAS SOBRE O DESCONTO DE CRÉDITOS DAS CONTRIBUIÇÕES PIS E COFINS - CONCEITO DE INSUMOS

QUESTÕES CONTROVERSAS SOBRE O DESCONTO DE CRÉDITOS DAS CONTRIBUIÇÕES PIS E COFINS - CONCEITO DE INSUMOS QUESTÕES CONTROVERSAS SOBRE O DESCONTO DE CRÉDITOS DAS CONTRIBUIÇÕES PIS E COFINS - CONCEITO DE INSUMOS CRÉDITOS DE PIS E COFINS - PANORAMA LEGISLATIVO Constituição Federal: Estabelece que alguns setores

Leia mais

Créditos do PIS e da COFINS. Karem Jureidini Dias karem@rivittidias.com.br

Créditos do PIS e da COFINS. Karem Jureidini Dias karem@rivittidias.com.br Créditos do PIS e da COFINS Karem Jureidini Dias karem@rivittidias.com.br 1 Conceito de Receita Atributos que devem se configurar Conteúdo Material Natureza do Ingresso Causa do Ingresso Disponibilidade

Leia mais

PIS/PASEP e COFINS A definição de insumos e as recentes decisões sobre o tema

PIS/PASEP e COFINS A definição de insumos e as recentes decisões sobre o tema PIS/PASEP e COFINS A definição de insumos e as recentes decisões sobre o tema Fabio Rodrigues de Oliveira Sócio-diretor da SYSTAX; Advogado; Contabilista; Mestre em Ciências Contábeis; Autor, coautor e

Leia mais

Imunidade O PIS e a Cofins não incidem sobre as receitas decorrentes de exportação (CF, art. 149, 2º, I).

Imunidade O PIS e a Cofins não incidem sobre as receitas decorrentes de exportação (CF, art. 149, 2º, I). Comentários à nova legislação do P IS/ Cofins Ricardo J. Ferreira w w w.editoraferreira.com.br O PIS e a Cofins talvez tenham sido os tributos que mais sofreram modificações legislativas nos últimos 5

Leia mais

Paulo Caliendo Doutor PUC/SP e Professor PUC/RS

Paulo Caliendo Doutor PUC/SP e Professor PUC/RS Do conceito de insumo e da jurisprudência do CARF relativo aos créditos de PIS e COFINS na sistemática não cumulativa Paulo Caliendo Doutor PUC/SP e Professor PUC/RS CONCEITO CONSTITUCIONAL 12. A lei definirá

Leia mais

7/4/2014. Maurício Faro mpf@bmalaw.com.br. A não cumulatividade do PIS e da COFINS

7/4/2014. Maurício Faro mpf@bmalaw.com.br. A não cumulatividade do PIS e da COFINS A não cumulatividade do PIS e da COFINS Maurício Faro mpf@bmalaw.com.br A não cumulatividade do PIS e da COFINS 1 Muito embora exista uma tendência em se afastar a aplicação absoluta das regras do IPI

Leia mais

PIS e COFINS Receitas, Insumos e Outros Créditos. Paulo Ayres Barreto Professor Associado USP

PIS e COFINS Receitas, Insumos e Outros Créditos. Paulo Ayres Barreto Professor Associado USP PIS e COFINS Receitas, Insumos e Outros Créditos Paulo Ayres Barreto Professor Associado USP TRIBUTAÇÃO SOBRE A RECEITA Tendência preocupante Problemas decorrentes da adoção do signo receita em relação

Leia mais

Aproveitamento de créditos de PIS/COFINS Questões Polêmicas

Aproveitamento de créditos de PIS/COFINS Questões Polêmicas Aproveitamento de créditos de PIS/COFINS Questões Polêmicas Thais R. Bandeira de Mello Rodrigues Tel: +55 21 2127-4236 trodrigues@mayerbrown.com 19 de abril de 2013 Tauil & Chequer Advogados is associated

Leia mais

Créditos. a. das aquisições de bens para revenda efetuadas no mês;

Créditos. a. das aquisições de bens para revenda efetuadas no mês; Créditos Dos valores de Contribuição para o PIS/Pasep e Cofins apurados, a pessoa jurídica submetida à incidência não-cumulativa poderá descontar créditos, calculados mediante a aplicação das alíquotas

Leia mais

Breves considerações

Breves considerações Breves considerações Conceito de Insumos quais bens e serviços podem ser considerados insumos? Extensão dos bens e serviços que serão qualificados como insumos para possibilitar o creditamento para apuração

Leia mais

TREINAMENTOS ABRACAF MÓDULO 1 PIS / COFINS

TREINAMENTOS ABRACAF MÓDULO 1 PIS / COFINS TREINAMENTOS ABRACAF MÓDULO 1 PIS / COFINS Base Constitucional: PIS E COFINS PIS: Art. 149 e 239 da Constituição Federal COFINS: Art. 195 da Constituição Federal 1 COFINS Art. 195. A seguridade social

Leia mais

PIS/ COFINS EM NOTÍCIAS

PIS/ COFINS EM NOTÍCIAS PIS/ COFINS EM NOTÍCIAS I NOVAS SOLUÇÕES DE CONSULTAS.... 2 A) SOMENTE O FRETE CONTRATADO PARA TRANSPORTE DE INSUMOS E MARCADORIAS PARA REVENDA QUANDO SUPORTADO PELO COMPRADOR GERA DIREITO AO CRÉDITO DE

Leia mais

DIREITO TRIBUTÁRIO. CREDITAMENTO DE INSUMOS. PIS E COFINS. NÃO- CUMULATIVIDADE. SEGURO. POSSIBILIDADE.

DIREITO TRIBUTÁRIO. CREDITAMENTO DE INSUMOS. PIS E COFINS. NÃO- CUMULATIVIDADE. SEGURO. POSSIBILIDADE. DIREITO TRIBUTÁRIO. CREDITAMENTO DE INSUMOS. PIS E COFINS. NÃO- CUMULATIVIDADE. SEGURO. POSSIBILIDADE. Com a instituição da sistemática da NÃO-CUMULATIVIDADE do PIS e da COFINS, respectivamente através

Leia mais

PIS e COFINS não-cumulativos e o direito ao crédito sobre insumos

PIS e COFINS não-cumulativos e o direito ao crédito sobre insumos PIS e COFINS não-cumulativos e o direito ao crédito sobre insumos André Henrique Lemos - Bacharel em Direito pela UNIVALI - Universidade do Vale do Itajaí. - Advogado militante em Direito empresarial.

Leia mais

SOLUÇÕES DE CONSULTA PIS/ COFINS

SOLUÇÕES DE CONSULTA PIS/ COFINS Av. Paulista, 475-3º andar / 7º andar conjunto A - CEP 01311-908 - São Paulo - SP Tel: (55 11) 2149.0500 - Fax: (55 11) 2149.0502 www.hondaestevao.com.br SOLUÇÕES DE CONSULTA PIS/ COFINS I NOVAS DECISÕES

Leia mais

Café da Manhã Técnico. PIS e COFINS: Aspectos Polêmicos

Café da Manhã Técnico. PIS e COFINS: Aspectos Polêmicos Café da Manhã Técnico PIS e COFINS: Aspectos Polêmicos Sumário 1. Introdução 2. Faturamento ou Receita Bruta 3. Comércio Exterior 4. Aproveitamento de Créditos Introdução Introdução PIS/COFINS Contribuições

Leia mais

ACÓRDÃO JOEL ILAN PACIORNIK:52. Relator

ACÓRDÃO JOEL ILAN PACIORNIK:52. Relator APELAÇÃO CÍVEL Nº 0029040-40.2008.404.7100/RS RELATOR : Des. Federal JOEL ILAN PACIORNIK APELANTE : FITESA S/A ADVOGADO : Claudio Leite Pimentel APELANTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL) ADVOGADO : Procuradoria-Regional

Leia mais

AULA 10 - PIS E COFINS

AULA 10 - PIS E COFINS AULA 10 - PIS E COFINS O PIS É A CONTRIBUIÇÃO PARA O PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO SOCIAL. A COFINS ÉA CONTRIBUIÇÃO PARA O FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL. FATO DO PIS E DA COFINS SÃO OS MESMOS: a)a RECEITA

Leia mais

CAPÍTULO V COFINS CONTRIBUIÇÃO PARA FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL

CAPÍTULO V COFINS CONTRIBUIÇÃO PARA FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL CAPÍTULO V COFINS CONTRIBUIÇÃO PARA FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL Criada pela Lei Complementar nº 70/91, esta contribuição sofreu importantes alterações a partir da competência fevereiro de 1999,

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 3ª RF

MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 3ª RF MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 3ª RF Solução de Consulta Interna nº: 7 SRRF03/Disit Data: 06 de outubro de 2011

Leia mais

NÃO CUMULATIVIDADE DA CONTRIBUIÇÃO AO PIS/PASEP E DA COFINS PARA AS EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS BETINA TREIGER GRUPENMACHER ADVOGADA.

NÃO CUMULATIVIDADE DA CONTRIBUIÇÃO AO PIS/PASEP E DA COFINS PARA AS EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS BETINA TREIGER GRUPENMACHER ADVOGADA. NÃO CUMULATIVIDADE DA CONTRIBUIÇÃO AO PIS/PASEP E DA COFINS PARA AS EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS BETINA TREIGER GRUPENMACHER ADVOGADA. PROFª UFPR NÃO CUMULATIVIDADE DA CONTRIBUIÇÃO PIS/PASEP E DA COFINS

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA

MINISTÉRIO DA FAZENDA Fl. 680 679 Fl. 680 MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS TERCEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO Recurso nº Acórdão nº Voluntário 3202 001.023 2ª Câmara / 2ª Turma Ordinária Sessão de

Leia mais

Soluções de Consulta TAX

Soluções de Consulta TAX SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 174 de 04 de Dezembro de 2012 ASSUNTO: Contribuições Sociais Previdenciárias EMENTA: CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA SOBRE A RECEITA BRUTA (ART. 8º DA LEI Nº 12.546, DE 2011). BASE DE

Leia mais

INFORMATIVO TRIBUTÁRIO

INFORMATIVO TRIBUTÁRIO INFORMATIVO TRIBUTÁRIO RECENTES DESTAQUES LEGISLAÇÃO FEDERAL 1. REPORTO regulamentação A Instrução Normativa nº 1.370 de 28.06.2013, publicada no DOU de 01.07.2013 regulamentou as regras para habilitação/aplicação

Leia mais

TIRANDO DÚVIDAS E SOLUCIONANDO PROBLEMAS

TIRANDO DÚVIDAS E SOLUCIONANDO PROBLEMAS CONTABILIZAÇÃO DO PIS E DA COFINS 729 TIRANDO DÚVIDAS E SOLUCIONANDO PROBLEMAS Plantão Tributário Fisco e Contribuinte (*) por Silvério das Neves CONTABILIZAÇÃO DAS CONTRIBUIÇÕES NÃO-CUMULATIVAS AO PIS

Leia mais

PIS/COFINS E NÃO-CUMULATIVIDADE: ABRANGÊNCIA DO TERMO INSUMOS E A POSSIBILIDADE DE CREDITAMENTO:

PIS/COFINS E NÃO-CUMULATIVIDADE: ABRANGÊNCIA DO TERMO INSUMOS E A POSSIBILIDADE DE CREDITAMENTO: PIS/COFINS E NÃO-CUMULATIVIDADE: ABRANGÊNCIA DO TERMO INSUMOS E A POSSIBILIDADE DE CREDITAMENTO: O PIS e a COFINS são contribuições sociais, cujo fato gerador é a obtenção de faturamento pela pessoa jurídica.

Leia mais

I CASOS PRÁTICOS DACON Segue abaixo orientações quanto ao preenchimento prático de informações a serem prestadas em Dacon através de exemplos

I CASOS PRÁTICOS DACON Segue abaixo orientações quanto ao preenchimento prático de informações a serem prestadas em Dacon através de exemplos I CASOS PRÁTICOS DACON Segue abaixo orientações quanto ao preenchimento prático de informações a serem prestadas em Dacon através de exemplos fictícios. 1 Sistema Cumulativo Pessoa Jurídica tributada pelo

Leia mais

PIS/ COFINS. NOTÍCIAS DA SEMANA (07/02/11 a 11/02/11)

PIS/ COFINS. NOTÍCIAS DA SEMANA (07/02/11 a 11/02/11) PIS/ COFINS NOTÍCIAS DA SEMANA (07/02/11 a 11/02/11) I NOVAS SOLUÇÕES DE CONSULTAS. A) ALÍQUOTA ZERO DE PIS/COFINS NA IMPORTAÇÃO DE PARTES E PEÇAS E OUTROS COMPONENTES EMPREGADOS NA INDUSTRIALIZAÇÃO DE

Leia mais

22/11/2011 CONSTITUIÇÃO FEDERAL IX SIMPÓSIO DE DIREITO TRIBUTÁRIO DA APET O CONCEITO DE RECEITA À LUZ DA JURISPRUDÊNCIA DO CARF

22/11/2011 CONSTITUIÇÃO FEDERAL IX SIMPÓSIO DE DIREITO TRIBUTÁRIO DA APET O CONCEITO DE RECEITA À LUZ DA JURISPRUDÊNCIA DO CARF IX SIMPÓSIO DE DIREITO TRIBUTÁRIO DA APET O CONCEITO DE RECEITA À LUZ DA José Antonio Minatel novembro/2011 1 CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. 195. A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de

Leia mais

Jurisprudência. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 47 de 12 de Novembro de 2012

Jurisprudência. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 47 de 12 de Novembro de 2012 SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 143 de 20 de Novembro de 2012 ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Cofins/ Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: CRÉDITOS VINCULADOS A RECEITA NÃO TRIBUTADA.

Leia mais

EXCLUSÃO DA TAXA DE ADMINSTRAÇÃO DE CARTÃO DA BASE DE CÁLCULO DO PIS/COFINS

EXCLUSÃO DA TAXA DE ADMINSTRAÇÃO DE CARTÃO DA BASE DE CÁLCULO DO PIS/COFINS EXCLUSÃO DA TAXA DE ADMINSTRAÇÃO DE CARTÃO DA BASE DE CÁLCULO DO PIS/COFINS PIS Programa de Integração Social criado pela Lei Complementar n. 7/70 Contribuintes: PJ de direito privado exceções (simples);

Leia mais

PIS/ COFINS EM NOTÍCIAS

PIS/ COFINS EM NOTÍCIAS PIS/ COFINS EM NOTÍCIAS I NOVAS SOLUÇÕES DE CONSULTAS.... 2 A) SUSPENSÃO DE PIS/COFINS NAS VENDAS PARA PESSOAS HABILITADAS NO REIDI NÃO É APLICÁVEL SE A VENDEDORA FOR OPTANTE PELO SIMPLES.... 2 B) ALÍQUOTA

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO GABINETE DO DESEMBARGADOR FEDERAL FRANCISCO WILDO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO GABINETE DO DESEMBARGADOR FEDERAL FRANCISCO WILDO PODER JUDICIÁRIO APELAÇÃO EM MANDADO DE SEGURANÇA Nº 96286/CE (2005.81.00.016672-2) APTE : KILLING TINTAS E ADESIVOS LTDA ADV/PROC : MARCIANO BUFFON E OUTRO APDO : FAZENDA NACIONAL ORIGEM : 5ª VARA FEDERAL

Leia mais

Escrituração Fiscal Digital EFD - PIS/COFINS. São Paulo, agosto de 2011

Escrituração Fiscal Digital EFD - PIS/COFINS. São Paulo, agosto de 2011 Escrituração Fiscal Digital EFD - PIS/COFINS São Paulo, agosto de 2011 m28 Obrigações Tributárias: Emissão de Documento Fiscal Escrituração Contábil Obrigação Acessória Escrituração Fiscal Entrega de Declarações

Leia mais

DA CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP E COFINS

DA CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP E COFINS O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, LEI Nº 9.718, DE 27 DE NOVEMBRO DE 1998. Altera a Legislação Tributária Federal. Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º Esta Lei aplica-se

Leia mais

Imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre a prestação de serviços de transportes interestadual e intermunicipal e de

Imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre a prestação de serviços de transportes interestadual e intermunicipal e de Imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre a prestação de serviços de transportes interestadual e intermunicipal e de comunicação - ICMS BASE CONSTITUCIONAL E LEGAL Artigo 155,

Leia mais

http://www.itcnet.com.br/materias/printable.php

http://www.itcnet.com.br/materias/printable.php Página 1 de 5 1 de Setembro, 2011 Impresso por ANDERSON JACKSON TOASSI DEVOLUÇÃO DE MERCADORIAS COMPRADAS NAS OPERAÇÕES COMERCIAIS 1 - Introdução Nas relações comerciais as operações de devolução e retorno

Leia mais

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 07/02/2014. Capítulo XX - IPI 2014

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 07/02/2014. Capítulo XX - IPI 2014 ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 07/02/2014 Capítulo XX - IPI 2014 001 Estão sujeitos ao IPI os produtos resultantes de operações caracterizadas como industrialização, quando essas são também consideradas serviços

Leia mais

Art. 2º Fica suspenso o pagamento da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins incidentes sobre a receita bruta da venda, no mercado interno, de:

Art. 2º Fica suspenso o pagamento da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins incidentes sobre a receita bruta da venda, no mercado interno, de: Nº 240, quarta-feira, 16 de dezembro de 2009 1 ISSN 1677-7042 87 SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 977, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2009 Dispõe sobre a suspensão da exigibilidade

Leia mais

O Que é EFD Contribuições?

O Que é EFD Contribuições? EFD Contribuições Apresentação do Sistema Público de Escrituração Digital ProfªOlírica Cunha Capital Assessoria Empresarial 1 O Que é EFD Contribuições? É um arquivo digital instituído no Sistema Público

Leia mais

Sim. O fato de operações caracterizadas como industrialização, pela legislação do IPI, se

Sim. O fato de operações caracterizadas como industrialização, pela legislação do IPI, se 001 Estão sujeitos ao IPI os produtos resultantes de operações caracterizadas como industrialização, quando essas são também consideradas serviços sujeitos ao ISS, relacionados na lista anexa à Lei Complementar

Leia mais

TRIBUTÁRIO EM FOCO #edição 6

TRIBUTÁRIO EM FOCO #edição 6 TRIBUTÁRIO EM FOCO #edição 6 Maio de 2012 NOVIDADE NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA "GUERRA DOS PORTOS" - ICMS NAS IMPORTAÇÕES - RESOLUÇÃO DO SENADO Nº 13, DE 26 DE ABRIL DE 2012 DECISÕES JUDICIAIS PARTICIPAÇÃO

Leia mais

Pedro@ananadvogados.com.br

Pedro@ananadvogados.com.br Pedro@ananadvogados.com.br Sócio de Anan Advogados Especialista em Direito Empresarial pela PUC-SP MBA Controller pela FEA-USP Membro da Diretoria Jurídica da ANEFAC Diretor do Conselho Consultivo da APET

Leia mais

TRIBUTAÇÃO DE RECEITAS FINANCEIRAS PELO PIS/COFINS DECRETO 8.426/20015

TRIBUTAÇÃO DE RECEITAS FINANCEIRAS PELO PIS/COFINS DECRETO 8.426/20015 TRIBUTAÇÃO DE RECEITAS FINANCEIRAS PELO PIS/COFINS DECRETO 8.426/20015 Pela importância da matéria, tomamos a liberdade de lhe enviar o presente boletim extraordinário (maio de 2015). 1. INTRODUÇÃO O STJ

Leia mais

INFORMATIVO JURÍDICO

INFORMATIVO JURÍDICO 1 ROSENTHAL E SARFATIS METTA ADVOGADOS INFORMATIVO JURÍDICO NÚMERO 5, ANO III MAIO DE 2011 1 ESTADO NÃO PODE RECUSAR CRÉDITOS DE ICMS DECORRENTES DE INCENTIVOS FISCAIS Fiscos Estaduais não podem autuar

Leia mais

PIS-COFINS: receita bruta - o debate entre o direito e o fato contábil - Lei 12.973/14. Classificação contábil de imóveis e suas repercussões

PIS-COFINS: receita bruta - o debate entre o direito e o fato contábil - Lei 12.973/14. Classificação contábil de imóveis e suas repercussões PIS-COFINS: receita bruta - o debate entre o direito e o fato contábil - Lei 12.973/14 Classificação contábil de imóveis e suas repercussões Lei das S/A - 1976 - Circulante - Realizável a longo prazo ATIVO

Leia mais

PIS/ COFINS EM NOTÍCIAS

PIS/ COFINS EM NOTÍCIAS PIS/ COFINS EM NOTÍCIAS I NOVAS SOLUÇÕES DE CONSULTAS. A) CRÉDITO PRESUMIDO DE ICMS DO ESTADO DO PARANÁ INTEGRA A BASE DE CÁLCULO DO PIS E DA COFINS.... 2 B) CRÉDITO PRESUMIDO DE ESTOQUE DE ABERTURA SOMENTE

Leia mais

INFORMATIVO PIS/ COFINS

INFORMATIVO PIS/ COFINS INFORMATIVO PIS/ COFINS I NOVAS SOLUÇÕES DE CONSULTAS.... 2 A) DESPESAS COM CONTROLE DE QUALIDADE, MESMO QUE DECORRENTES DE EXIGÊNCIAS LEGAIS, NÃO GERAM CRÉDITO DE PIS E COFINS.... 2 B) DIFERENCIAL DE

Leia mais

FACULDADE CIDADE VERDE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM CONTABILIDADE E CONTROLADORIA TURMA 2009

FACULDADE CIDADE VERDE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM CONTABILIDADE E CONTROLADORIA TURMA 2009 FACULDADE CIDADE VERDE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM CONTABILIDADE E CONTROLADORIA TURMA 2009 RELATÓRIO DE PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO: UM ESTUDO DE CASO EM EMPRESA QUE ATUA NO RAMO DE SITUADA NO MUNICÍPIO DE

Leia mais

PIS e Cofins para supermercados e hipermercados. 2015. Produzido por: Brasil Tributário e Francisco Laranja Consultoria

PIS e Cofins para supermercados e hipermercados. 2015. Produzido por: Brasil Tributário e Francisco Laranja Consultoria PIS e Cofins para supermercados e hipermercados. 2015 Produzido por: Brasil Tributário e Francisco Laranja Consultoria PIS e Cofins: introdução e conceitos Tributação sobre itens: IPI, ICMS, PIS e Cofins

Leia mais

Decretos Federais nº 8.426/2015 e 8.451/2015

Decretos Federais nº 8.426/2015 e 8.451/2015 www.pwc.com Decretos Federais nº 8.426/2015 e 8.451/2015 PIS e COFINS sobre receitas financeiras Maio, 2015 Avaliação de Investimento & Incorporação, fusão, cisão Breve histórico da tributação pelo PIS

Leia mais

IRPJ. Lucro Presumido

IRPJ. Lucro Presumido IRPJ Lucro Presumido 1 Características Forma simplificada; Antecipação de Receita; PJ não está obrigada ao lucro real; Opção: pagamento da primeira cota ou cota única trimestral; Trimestral; Nada impede

Leia mais

DO REPES. Dos Benefícios do REPES

DO REPES. Dos Benefícios do REPES DECRETO Nº 5.712, DE 2 DE MARÇO DE 2006 Regulamenta o Regime Especial de Tributação para a Plataforma de Exportação de Serviços de Tecnologia da Informação - REPES, instituído pelos arts. 1º a 11 da Lei

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES. Fabiana Del Padre Tomé Mestre e Doutora PUC/SP Professora PUC/SP e IBET. Fabiana Del Padre Tomé fabiana@barroscarvalho.com.

CONTRIBUIÇÕES. Fabiana Del Padre Tomé Mestre e Doutora PUC/SP Professora PUC/SP e IBET. Fabiana Del Padre Tomé fabiana@barroscarvalho.com. CONTRIBUIÇÕES Mestre e Doutora PUC/SP Professora PUC/SP e IBET Recife, 11/07/2015 fabiana@barroscarvalho.com.br Classificação tripartida - Ponto de partida: regra-matriz de incidência (h.i/b.c) D (F S

Leia mais

TRIBUTÁRIO EM FOCO # Edição 12

TRIBUTÁRIO EM FOCO # Edição 12 TRIBUTÁRIO EM FOCO # Edição 12 Dezembro de 2012 / Janeiro 2013 NOVIDADES NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA IOF - OPERAÇÕES DE CÂMBIO - EMPRÉSTIMO EXTERNO - ALÍQUOTA - ALTERAÇÃO DO PRAZO MÉDIO MÍNIMO - DECRETO Nº

Leia mais

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº, DE 2012

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº, DE 2012 PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº, DE 2012 (Do Sr. Vaz de Lima) Altera os Anexos da Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, para permitir o abatimento de parcela dedutível do valor devido mensalmente

Leia mais

CURSO TÉCNICO EM CONTABILIDADE CONTABILIDADE SOCIETÁRIA

CURSO TÉCNICO EM CONTABILIDADE CONTABILIDADE SOCIETÁRIA 1 CURSO TÉCNICO EM CONTABILIDADE CONTABILIDADE SOCIETÁRIA Prof. Carmem Haab Lutte Cavalcante 2012 2 CONTABILIDADE SOCIETARIA 2 3 1 CONTABILIDADE Conceito de contabilidade, campo de atuação, usuários, objetivos

Leia mais

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 29/11/2011

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 29/11/2011 ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 29/11/2011 Recolhimento Espontâneo 001 Quais os acréscimos legais que incidirão no caso de pagamento espontâneo de imposto ou contribuição administrado pela Secretaria da Receita

Leia mais

CIRCULAR Medida Provisória 252/05

CIRCULAR Medida Provisória 252/05 CIRCULAR Medida Provisória 252/05 A Medida Provisória 252/05, publicada no Diário Oficial em 16 de junho de 2005, instituiu regimes especiais de tributação, alterou parte da legislação de Imposto de Renda,

Leia mais

Principais Aspectos da Regulação da Lei 12.973/14

Principais Aspectos da Regulação da Lei 12.973/14 Principais Aspectos da Regulação da Lei 12.973/14 pela IN 1.515/14 Julio Chamarelli Sócio de Consultoria Tributária da KPMG jcepeda@kpmg.com.br Sergio André Rocha Professor Adjunto de Direito Financeiro

Leia mais

CONTABILIDADE BÁSICA 11ª EDIÇÃO ATUALIZAÇÃO CONFORME A LEI Nº 12.973/2014

CONTABILIDADE BÁSICA 11ª EDIÇÃO ATUALIZAÇÃO CONFORME A LEI Nº 12.973/2014 CONTABILIDADE BÁSICA 11ª EDIÇÃO ATUALIZAÇÃO CONFORME A LEI Nº 12.973/2014 Prezados leitores, Este texto tem por objetivo atualizar o conteúdo da 11ª edição do nosso livro Contabilidade Básica, publicado

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 1.246.317 - MG (2011/0066819-3) RELATOR RECORRENTE ADVOGADO RECORRIDO ADVOGADO : MINISTRO MAURO CAMPBELL MARQUES : DOMINGOS COSTA INDÚSTRIAS ALIMENTÍCIAS S/A : DANIEL BARROS GUAZZELLI

Leia mais

SIEEESP - SEMINÁRIO JURIDICO EDUCACIONAL. Tributação das Instituições de Ensino Particulares Perspectivas e Medidas. Wagner Eduardo Bigardi 27/05/2014

SIEEESP - SEMINÁRIO JURIDICO EDUCACIONAL. Tributação das Instituições de Ensino Particulares Perspectivas e Medidas. Wagner Eduardo Bigardi 27/05/2014 SIEEESP - SEMINÁRIO JURIDICO EDUCACIONAL Tributação das Instituições de Ensino Particulares Perspectivas e Medidas Wagner Eduardo Bigardi 27/05/2014 Sistema Tributário Nacional Conjunto de regras jurídicas

Leia mais

Lucro Presumido. SECAT/DRF Florianópolis Contadoria Judicial da JFSC Florianópolis, 15.10.2013.

Lucro Presumido. SECAT/DRF Florianópolis Contadoria Judicial da JFSC Florianópolis, 15.10.2013. Lucro Presumido SECAT/DRF Florianópolis Contadoria Judicial da JFSC Florianópolis, 15.10.2013. IRPJ CF/88, artigo 153 Compete à União instituir impostos sobre: III - renda e proventos de qualquer natureza

Leia mais

ASPECTOS FISCAIS NAS EXPORTAÇÕES

ASPECTOS FISCAIS NAS EXPORTAÇÕES ASPECTOS FISCAIS NAS EXPORTAÇÕES 1 INCIDÊNCIAS TRIBUTÁRIAS NAS EXPORTAÇÕES Optantes do SIMPLES Os transformadores plásticos exportadores optantes do SIMPLES devem analisar a conveniência da continuidade

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA MÓDULO 9

FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA MÓDULO 9 FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA MÓDULO 9 Índice 1. Lucro presumido...3 2. Lucro real...4 2 Dentre os regimes tributários, os mais adotados são os seguintes: 1. LUCRO PRESUMIDO Regime de tributação colocado

Leia mais

Aspectos Tributários

Aspectos Tributários Aspectos Tributários Principais Tributos IMPOSTOS Imposto sobre a Renda de Pessoas Jurídicas (IRPJ); Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS); Imposto sobre serviços de qualquer natureza

Leia mais

Evento de Abertura GEDEC 2015 Novo Conceito de Receita Bruta. Programa de Pós-Graduação Lato Sensu da FGV DIREITO SP - GVlaw

Evento de Abertura GEDEC 2015 Novo Conceito de Receita Bruta. Programa de Pós-Graduação Lato Sensu da FGV DIREITO SP - GVlaw Evento de Abertura GEDEC 2015 Novo Conceito de Receita Bruta Programa de Pós-Graduação Lato Sensu da FGV DIREITO SP - GVlaw Contexto da Mudança Lei 12.973 Art. 2º O Decreto-Lei nº 1.598, de 26 de dezembro

Leia mais

Em DiA Associado atualizado com as notícias do setor

Em DiA Associado atualizado com as notícias do setor 22 de Junho de 2015 Em DiA Associado atualizado com as notícias do setor Nesta Edição 02 Destaque Câmara de Alimentos elege vice-presidente A FORÇA DA INDÚSTRIA DA CARNE MINEIRA Informe Tributário Legislação

Leia mais

Para gerar o arquivo do SPED PIS/COFINS com sucesso são necessárias algumas parametrizações e lançamentos.

Para gerar o arquivo do SPED PIS/COFINS com sucesso são necessárias algumas parametrizações e lançamentos. Para gerar o arquivo do SPED PIS/COFINS com sucesso são necessárias algumas parametrizações e lançamentos. 1. No cadastro de empresas 1.1. Informar o regime de apuração dos impostos 1.1.1. LUCRO PRESUMIDO

Leia mais

Palestra. Créditos Fiscais (ICMS/ IPI/ PIS e COFINS) Julho 2012. Elaborado por: Katia de Angelo Terriaga

Palestra. Créditos Fiscais (ICMS/ IPI/ PIS e COFINS) Julho 2012. Elaborado por: Katia de Angelo Terriaga Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

O IMPACTO DOS TRIBUTOS NA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA

O IMPACTO DOS TRIBUTOS NA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA TRIBUTOS CARGA TRIBUTÁRIA FLS. Nº 1 O IMPACTO DOS TRIBUTOS NA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA 1. - INTRODUÇÃO A fixação do preço de venda das mercadorias ou produtos é uma tarefa complexa, onde diversos fatores

Leia mais

A não incidência do IPI na revenda de produtos importados: aspectos processuais e reflexos do art. 166 do CTN

A não incidência do IPI na revenda de produtos importados: aspectos processuais e reflexos do art. 166 do CTN 1 A não incidência do IPI na revenda de produtos importados: aspectos processuais e reflexos do art. 166 do CTN 2 Fundamentos Legais Constituição Federal Art. 153. Compete à União instituir impostos sobre:

Leia mais

AUDITORIA FISCO-CONTÁBIL DAS DEMONSTRAÇÕES ELETRÔNICAS COMPLIANCE FISCAL ELETRÔNICO

AUDITORIA FISCO-CONTÁBIL DAS DEMONSTRAÇÕES ELETRÔNICAS COMPLIANCE FISCAL ELETRÔNICO AUDITORIA FISCO-CONTÁBIL DAS DEMONSTRAÇÕES ELETRÔNICAS COMPLIANCE FISCAL ELETRÔNICO Nossos serviços de auditoria das Obrigações Eletrônicas utilizam ferramentas que permitem auditar os arquivos enviados

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA SEGUNDO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PRIMEIRA CÂMARA. BAURUCAR AUTOMÓVEIS E ACESSÓRIOS LTDA. DRJ em São Paulo - SP

MINISTÉRIO DA FAZENDA SEGUNDO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PRIMEIRA CÂMARA. BAURUCAR AUTOMÓVEIS E ACESSÓRIOS LTDA. DRJ em São Paulo - SP CC02/C01 Fls. nfls txtfls182 Old MINISTÉRIO DA FAZENDA SEGUNDO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PRIMEIRA CÂMARA Processo nº 10825.000305/2003-22 Recurso nº 135.656 Matéria PIS/Pasep Acórdão nº 201-81.013 Sessão

Leia mais

PIS e COFINS. Um Estudo Comparativo entre as Sistemáticas de Apuração das Empresas Optantes pela Tributação do Lucro Real e Lucro Presumido

PIS e COFINS. Um Estudo Comparativo entre as Sistemáticas de Apuração das Empresas Optantes pela Tributação do Lucro Real e Lucro Presumido Um Estudo Comparativo entre as Sistemáticas de Apuração das Empresas Optantes pela Tributação do Lucro Real e Lucro Presumido Objetivo: Realizar um estudo comparativo entre as Sistemáticas de Apuração

Leia mais

PIS E COFINS A POLÊMICA SOBRE O REGIME TRIBUTÁRIO DAS AGÊNCIAS DE FOMENTO

PIS E COFINS A POLÊMICA SOBRE O REGIME TRIBUTÁRIO DAS AGÊNCIAS DE FOMENTO PIS E COFINS A POLÊMICA SOBRE O REGIME TRIBUTÁRIO DAS AGÊNCIAS DE FOMENTO CARGA TRIBUTÁRIA As Agências de Fomento e Carga Tributária: As Agências de Fomento surgiram com base no programa de redução da

Leia mais

Cadeia tributária nacional Exemplo prático. Autor: Ader Fernando Alves de Pádua

Cadeia tributária nacional Exemplo prático. Autor: Ader Fernando Alves de Pádua Cadeia tributária nacional Exemplo prático Autor: Ader Fernando Alves de Pádua RESUMO O presente artigo demonstra de forma clara e objetiva as varias fases da cadeia tributária nacional, criando um exemplo

Leia mais

Decreto 4524 de 17/12/2002, atualizado pelas Leis 10637/2002 (PIS-PASEP) e 10833/2003 (COFINS), que tratam da modalidade não cumulativa.

Decreto 4524 de 17/12/2002, atualizado pelas Leis 10637/2002 (PIS-PASEP) e 10833/2003 (COFINS), que tratam da modalidade não cumulativa. TRATAMENTO CONTÁBIL DA CONTRIBUIÇÃO PARA O PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO SOCIAL (PIS) INSTITUÍDA PELA LEI COMPLEMENTAR 07/1970 e PARA O PROGRAMA DE FORMAÇÃO DO PATRIMÔNIO DO SERVIDOR PÚBLICO (PASEP) INSTITUÍDA

Leia mais

PIS/Cofins e bonificações nas compras

PIS/Cofins e bonificações nas compras PIS/Cofins e bonificações nas compras José Antonio Minatel Mestre e doutor PUC/SP PIS/COFINS Base de Cálculo PIS-COFINS (regime cumulativo ) Lei nº 9.718/98 NR Lei nº 12.973/2014 Art. 3º O faturamento

Leia mais

PIS/ COFINS EM NOTÍCIAS

PIS/ COFINS EM NOTÍCIAS PIS/ COFINS EM NOTÍCIAS I NOVAS SOLUÇÕES DE CONSULTAS.... 2 A) BEM RETORNADO DE INDUSTRIALIZAÇÃO POR ENCOMENDA NÃO GERA CRÉDITO DE PIS/COFINS, CONFORME SOLUÇÃO DE CONSULTA ABAIXO.... 2 B) NÃO INCIDE PIS

Leia mais

INFORMATIVO PIS/ COFINS

INFORMATIVO PIS/ COFINS INFORMATIVO PIS/ COFINS I NOVAS DECISÕES ADMINISTRATIVAS... 2 A) SOLUÇÃO DE DIVERGÊNCIA CONFIRMA ENTENDIMENTO QUE GASTOS COM DESEMBARAÇO ADUANEIRO NÃO GERAM CRÉDITO DE PIS E COFINS.... 2 B) FRETE INTERNACIONAL

Leia mais

Incentivo fiscal MP do Bem permite compensar débitos previdenciários

Incentivo fiscal MP do Bem permite compensar débitos previdenciários Notíci as Artigo s Página 1 de 5 @estadao.com.br :;):: ''(**. e-mail: senha: Esqueceu sua senha? Cadastre-se Artigos > Empresarial ÍNDICE IMPRIMIR ENVIAR COMENTAR aaa Incentivo fiscal MP do Bem permite

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA TERCEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO. Voluntário 3403 002.386 4ª Câmara / 3ª Turma Ordinária Sessão de 25 de julho de 2013

MINISTÉRIO DA FAZENDA TERCEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO. Voluntário 3403 002.386 4ª Câmara / 3ª Turma Ordinária Sessão de 25 de julho de 2013 Fl. 616 6 Fl. 7 MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS TERCEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO Processo nº 10925.002964/2007 07 Recurso nº Acórdão nº Voluntário 3403 002.386 4ª Câmara /

Leia mais

Lei 12.973/14 Valmir Oliveira 18/03//2015

Lei 12.973/14 Valmir Oliveira 18/03//2015 Lei 12.973/14 Valmir Oliveira 18/03//2015 Page 1 Da base de tributação Page 2 Alteração do art. 3º da Lei nº 9.718/98 Art. 52 A Lei nº 9.718, de 27 de novembro de 1998, passa a vigorar com as seguintes

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RELATOR : MINISTRO CASTRO MEIRA AGRAVANTE : ONDREPSB LIMPEZA E SERVIÇOS ESPECIAIS LTDA ADVOGADO : IVAR LUIZ NUNES PIAZZETA E OUTRO(S) AGRAVADO : FAZENDA NACIONAL PROCURADORES : ANGELA T GOBBI ESTRELLA

Leia mais

Retenção de Impostos e Contribuições

Retenção de Impostos e Contribuições Retenção de Impostos e Contribuições COMO A FONTE PAGADORA DEVE DESCONTAR: IR PIS/PASEP COFINS CSLL ISS INSS Resumo do conteúdo: IR Fonte Assalariados / Pro Labore IR Fonte Terceiros e Não Assalariados

Leia mais

APELAÇÃO CÍVEL Nº 0008220-49.2010.4.03.6100/SP EMENTA

APELAÇÃO CÍVEL Nº 0008220-49.2010.4.03.6100/SP EMENTA APELAÇÃO CÍVEL Nº 0008220-49.2010.4.03.6100/SP. EMENTA AÇÃO ORDINÁRIA. PIS/COFINS. RECOLHIMENTO NA FORMA DAS LEIS Nº 10.637/02 E 10.833/03. EXCEÇÃO ÀS PESSOAS JURÍDICAS REFERIDAS NA LEI Nº 7.102/83. SITUAÇÃO

Leia mais

1. INVENTÁRIOS 1.2 INVENTÁRIO PERIÓDICO. AGENTE E ESCRIVÃO DA POLICIA FEDERAL Disciplina: Contabilidade Prof.: Adelino Corrêa. 1..

1. INVENTÁRIOS 1.2 INVENTÁRIO PERIÓDICO. AGENTE E ESCRIVÃO DA POLICIA FEDERAL Disciplina: Contabilidade Prof.: Adelino Corrêa. 1.. 1. INVENTÁRIOS 1..1 Periódico Ocorre quando os estoques existentes são avaliados na data de encerramento do balanço, através da contagem física. Optando pelo inventário periódico, a contabilização das

Leia mais

CONTABILIDADE GERAL I

CONTABILIDADE GERAL I CONTABILIDADE GERAL I Operações com Mercadorias Prof. Martin Airton Wissmann P r o f. M a r t i n A i r t o n W i s s m a n n Página 1 SUMÁRIO 1. CONTABILIDADE GERAL I OPERAÇÕES COM MERCADORIAS... 3 1.1

Leia mais

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2011

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2011 ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2011 Pagamento do Imposto 001 Como e quando deve ser pago o imposto apurado pela pessoa jurídica? 1) Para as pessoas jurídicas que optarem pela apuração trimestral do imposto

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA

MINISTÉRIO DA FAZENDA Fl. 350 349 Fl. 350 MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS TERCEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO Processo nº 10665.720819/2010 15 Recurso nº Acórdão nº 923.744 Voluntário 3802 001.322

Leia mais

Bens materiais para o Ativo Imobilizado

Bens materiais para o Ativo Imobilizado Bens materiais para o Ativo Imobilizado BENS MATERIAIS PARA O ATIVO IMOBILIZADO 1.Considerações Iniciais A aquisição de bens materiais para o ativo imobilizado envolve uma série de aspectos a serem analisados

Leia mais

ANEXO À RESOLUÇÃO N.º 247, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2000

ANEXO À RESOLUÇÃO N.º 247, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2000 ANEXO À RESOLUÇÃO N.º 247, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2000 REGULAMENTO PARA ARRECADAÇÃO DA CONTRIBUIÇÃO DAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES PARA O FUNDO DE UNIVERSALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES

Leia mais

LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA FEDERAL COMERCIO DE VEÍCULOS USADOS

LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA FEDERAL COMERCIO DE VEÍCULOS USADOS LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA FEDERAL COMERCIO DE VEÍCULOS USADOS LUCRO PRESUMIDO (COM RESTRIÇÕES) LUCRO REAL SIMPLES NACIONAL (COM RESTRIÇÕES) LEI nº 9.716/98 Artigo 5º As pessoas jurídicas que tenham como objeto

Leia mais

Instrução Normativa SRF nº 543, de 20 de maio de 2005 (*)

Instrução Normativa SRF nº 543, de 20 de maio de 2005 (*) Instrução Normativa SRF nº 543, de 20 de maio de 2005 (*) DOU de 24.5.2005 Dispõe sobre o Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais (Dacon) relativo a fatos geradores ocorridos no ano-calendário

Leia mais

VI Exame OAB 2ª FASE Padrão de correção Direito Tributário

VI Exame OAB 2ª FASE Padrão de correção Direito Tributário VI Exame OAB 2ª FASE Padrão de correção Direito Tributário Peça GABARITO COMENTADO O Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) é imposto de competência municipal, cabendo à lei complementar estabelecer

Leia mais

Contribuições sociais não cumulativas Kiyoshi Harada*

Contribuições sociais não cumulativas Kiyoshi Harada* Contribuições sociais não cumulativas Kiyoshi Harada* Muito se tem discutido acerca do alcance e conteúdo da não comutatividade do PIS/COFINS e PIS/COFINS-importação. Examinemos a questão à luz do 12,

Leia mais

- temas relevantes -

- temas relevantes - MARCELO MAGALHÃES PEIXOTO Membro do CARF - Conselho Administrativo de Recursos Fiscais do Ministério da Fazenda Juiz do TIT!SP - Tribunal de Impostos e Taxas do Estado de São Paulo Mestre em Direito Tributário

Leia mais