LEGALE CURSO DE EXECUÇÃO TRABALHISTA. Sujeito Passivo / Grupo de Empresas / Sucessão

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1 LEGALE CURSO DE EXECUÇÃO TRABALHISTA Sujeito Passivo / Grupo de Empresas / Sucessão Professor: Rogério Martir Doutorando em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidad Del Museo Social Argentino, Advogado militante e especializado em Direito Empresarial e Direito do Trabalho, Professor Universitário, Pós Graduação e de Cursos Preparatórios Para Carreiras Jurídicas, Conselheiro Regional de Prerrogativas da OAB/SP, Sócio da Martir Advogados Associados - Consultoria Jurídica Empresarial e para o Terceiro Setor e Consultor da Revista Filantropia.

2 SUJEITO PASSIVO DA EXECUÇÃO SUJEITO PASSIVO DA EXECUÇÃO

3 SUJEITO PASSIVO DA EXECUÇÃO Inicialmente o sujeito passivo da execução é aquele que consta no título executivo (Sentença / Acórdão / Título Extrajudicial) e respectiva condição ali exposta. Poderá ser uma Pessoa Física ou ainda uma Pessoa Jurídica. A Pessoa Física responde com o seu patrimônio pessoal, mesmo após o seu falecimento.

4 SUJEITO PASSIVO DA EXECUÇÃO A Pessoa Jurídica responde na execução nos termos da responsabilidade legal que a envolve e dentro do contexto da relação fixada na decisão (título que está sendo executado - responsabilidade solidária ou subsidiária). Também temos a responsabilidade por força do Grupo Econômico, pela Sucessão e a responsabilidade do Sócio e Ex-Sócio perante a execução.

5 RESPONSABILIDADE SUBSIDIÁRIA E SOLIDÁRIA RESPONSABILIDADE SUBSIDIÁRIA E SOLIDÁRIA

6 RESPONSABILIDADE SUBSIDIÁRIA E SOLIDÁRIA A Responsabilidade Solidária é aquela onde uma outra pessoa física ou jurídica responde em igualdade com o empregador em face do empregado e seus créditos trabalhista e, para fins de reconhecimento do vínculo empregatício, este pode ser postulado em face de uma ou outra ou ainda em face de ambas. As pessoas ditas solidárias respondem na qualidade de principais pagadores no mesmo pé de igualdade, como se fossem as contratantes diretas.

7 RESPONSABILIDADE SUBSIDIÁRIA E SOLIDÁRIA A Responsabilidade Subsidiária é aquela onde uma vez cobrado / executado um crédito trabalhista em face do principal pagador no caso deste ser insolvente as outras pessoas ligadas a relação jurídica são obrigadas a pagar. No tocante a materialização da responsabilidade solidária ou ainda subsidiária, importante conhecermos a Súmula 331 do TST que trata da Terceirização:

8 RESPONSABILIDADE SUBSIDIÁRIA E SOLIDÁRIA Contrato de prestação de serviços. Legalidade I - A contratação de trabalhadores por empresa interposta é ilegal, formando-se o vínculo diretamente com o tomador dos serviços, salvo no caso de trabalho temporário (Lei nº 6.019, de ).

9 RESPONSABILIDADE SUBSIDIÁRIA E SOLIDÁRIA II - A contratação irregular de trabalhador, mediante empresa interposta, não gera vínculo de emprego com os órgãos da administração pública direta, indireta ou fundacional (art. 37, II, da CF/1988).

10 RESPONSABILIDADE SUBSIDIÁRIA E SOLIDÁRIA III - Não forma vínculo de emprego com o tomador a contratação de serviços de vigilância (Lei nº 7.102, de ) e de conservação e limpeza, bem como a de serviços especializados ligados à atividademeio do tomador, desde que inexistente a pessoalidade e a subordinação direta.

11 RESPONSABILIDADE SUBSIDIÁRIA E SOLIDÁRIA IV - O inadimplemento das obrigações trabalhistas, por parte do empregador, implica a responsabilidade subsidiária do tomador dos serviços quanto àquelas obrigações, desde que haja participado da relação processual e conste também do título executivo judicial.

12 GRUPO ECONÔMICO GRUPO DE EMPRESA OU AINDA GRUPO ECONÔMICO

13 GRUPO ECONÔMICO Conceito e Responsabilidade do Grupo: Parágrafo 2º - Sempre que uma ou mais empresas, tendo, embora, cada uma delas, personalidade jurídica própria, estiverem sob a direção, controle ou administração de outra, constituindo grupo industrial, comercial ou de qualquer outra atividade econômica, serão, para os efeitos da relação de emprego, solidariamente responsáveis a empresa principal e cada uma das subordinadas.

14 GRUPO ECONÔMICO Grupo de empresas vertical - Controle / Direção, - Administração Grupo de empresas horizontal - Coordenação

15 GRUPO ECONÔMICO Responsabilidade Passiva O fundamento é no sentido de que o controle, direção, administração ou coordenação entre as empresas permitem o fluxo de patrimônio entre estas, logo as empresas respondem passivamente pelo débito trabalhista (Responsabilidade Solidária).

16 GRUPO ECONÔMICO Responsabilidade Ativa Existem os que defendem (Magano, Godinho, Maranhão, Süssekind, Russomano, entre outros) estes sustentam que quando há grupo há empregador único (Súmula 129, TST) e o texto da Lei é genérico (para fins da relação de emprego). Assim como existem os que não a aceitam (Mascaro, Orlando Gomes, Bezerra Leite, entre outros).

17 GRUPO ECONÔMICO Súmula Nº 205 do TST (CANCELADA) Grupo econômico. Execução. Solidariedade O responsável solidário, integrante do grupo econômico, que não participou da relação processual como reclamado e que, portanto, não consta no título executivo judicial como devedor, não pode ser sujeito passivo na execução. (Res. 11/1985, DJ )

18 GRUPO ECONÔMICO Efeito do Cancelamento: Com o cancelamento da Súmula 205 do C. TST é possível executar o devedor solidário (que pertence ao mesmo grupo econômico) sem que este tenha participado da ação de conhecimento.

19 GRUPO ECONÔMICO DE FATO Grupo Econômico de Fato Muitas são as manobras que envolvem os grupos econômicos e em algumas situações práticas não é possível materializar o grupo documentalmente. No entanto o contrato realidade e o princípio da busca da verdade real, primazia da verdade permite buscar declaração neste sentido.

20 GRUPO ECONÔMICO DE FATO Caracterização na Execução Possível, mas muito mais difícil. Teria que ser reconhecida a fraude na materialização das empresa envolvidas e existir prova contundente que convença o magistrado.

21 GRUPO ECONÔMICO DE FATO Caracterização na Reclamação Trabalhista No caso, o ideal é o reconhecimento do Grupo Econômico no processo de conhecimento, onde a dilação probatória é mais ampla e contundente.

22 SUCESSÃO SUCESSÃO

23 SUCESSÃO Na prática o tema Sucessão se resume aos seguintes dispositivos: Art Qualquer alteração na estrutura jurídica da empresa não afetará os direitos adquiridos por seus empregados. Art A mudança na propriedade ou na estrutura jurídica da empresa não afetará os contratos de trabalho dos respectivos empregados. 23

24 ALTERAÇÃO NA PROPRIEDADE DA EMPRESA A alteração na propriedade da empresa não caracteriza a sucessão trabalhista, ou seja, não ocorre alteração subjetiva do contrato de trabalho. Isto porque o contrato de trabalho é mantido entre o empregado e a pessoa jurídica empregadora, que é a responsável e não com seus sócios. 24

25 SUCESSÃO: FORMA E INFORMAL A alteração na estrutura jurídica da empresa pode ser formal ou informal. Sendo formal, ocorrerá através da transformação, incorporação, fusão e cisão (total ou parcial). Ocorre transformação jurídica quando a pessoa jurídica modifica a sua forma legal (LTDA, S/A, etc). Ocorre transformação econômica quando a empresa altera seu ramo de atividade ou modifica seu capital social. 25

26 SUCESSÃO: FORMA E INFORMAL Dá-se a fusão quando duas pessoas jurídicas distintas, por um ato de união, criam uma terceira pessoa, extinguindo-se as originárias. Haverá cisão quando uma empresa, por ato de divisão, cria outra pessoa jurídica, extinguindo-se a originária (total) ou não (parcial). Ocorre incorporação quando, por um ato de união entre duas empresas distintas, uma é absorvida e deixa de existir, subsistindo a outra. 26

27 SUCESSÃO: FORMA E INFORMAL Sucessão Informal: Acontece que nem sempre a sucessão de empresas acontece de maneira formal. É comum que empresários, intentando livrar-se de suas dívidas trabalhistas, encerram a pessoa jurídica (formal ou informalmente) e constituem outra, ou ainda, transferem a unidade produtiva a terceiros que passam a explorar a atividade econômica sob a denominação de outra personalidade jurídica. Estes procedimentos fraudulentos, visando prejudicar o crédito dos trabalhadores, foram reconhecidos pela doutrina e pela jurisprudência como sucessão informal. 27

28 SUCESSÃO: FORMA E INFORMAL Haverá sucessão informal sempre que uma pessoa jurídica: (i) continuar a exploração da atividade econômica de uma anterior, (ii) com identidade total ou parcial de patrimônio. 28

29 RESPONSABILIDADE DOS SÓCIOS RESPONSABILIDADE DOS SÓCIOS O sócio da empresa, enfatizando o período em que efetivamente se beneficiou do labor do Reclamante ou ainda na qualidade de último sócio da empresa, responderá sempre de forma subsidiária, podendo ter comprometido o seu patrimônio pessoal. 29

30 RESPONSABILIDADE DOS SÓCIOS Temos duas correntes caminhando juntas até o presente momento quanto a responsabilidade do ex-sócio: PRIMEIRA Uma vez ex-sócio, este sempre estará ligado ao contrato de trabalho que vigorou em sua gestão. 30

31 RESPONSABILIDADE DOS SÓCIOS SEGUNDA A responsabilidade existe desde que a Reclamação Trabalhista tenha sido proposta dentro de dois anos após a sua saída Art e CC). O novo sócio, por sua vez, assume o ativo e o passivo da sociedade podendo também ter atingido o seu patrimônio pessoal. 31

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