FACULDADES INTEGRADAS PROMOVE CURSO DE GRADUAÇÃO EM COMUNICAÇÃO ARTIGO CIENTÍFICO

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1 FACULDADES INTEGRADAS PROMOVE CURSO DE GRADUAÇÃO EM COMUNICAÇÃO ARTIGO CIENTÍFICO A PRESENÇA FEMININA NO JORNALISMO ESPORTIVO Estudante: Fernanda Neves Brito Orientador: Professor Francisco de Paula Junior Brasília DF 2013

2 FERNANDA NEVES BRITO CURSO DE GRADUAÇÃO EM COMUNICAÇÃO SOCIAL A PRESENÇA FEMININA NO JORNALISMO ESPORTIVO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado às Faculdades Integradas UnICESP como requisito parcial do curso de Comunicação Social, para obtenção do título de Bacharel sob a orientação do Professor Francisco de Paula Junior. Brasília-DF 2013

3 Dedico este trabalho a mim, e aos meus familiares que me deram força para que eu concluísse com êxito esta trajetória.

4 RESUMO O artigo demonstra que as mulheres estão crescendo no Jornalismo Esportivo com muito respeito e dedicação, e que não é só os homens que entendem desse mundo, mas também o sexo feminino.é importante ressaltar a trajetória das mulheres até chegarem nessa área, como apresentadoras, comentaristas, e diversas funções no Jornalismo Esportivo. Como estudo de caso deste artigo científico, utilizamos a jornalista e apresentadora do programa Globo Esporte, da TV Globo Brasília, Viviane Costa. Palavras-chave: Jornalismo Esportivo, Mulheres.

5 Abstract The article demonstrates that women are growing in Sports Journalism with much respect and dedication, and it is not only men who understand this world, but also females. Importantly, the trajectory of women until they reach this area, as presenters, commentators, and various functions in Sports Journalism. As a case study of this scientific article, we use the journalist and presenter of the program Globo Esporte, TV Globo Brasília, Viviane Costa. Keywords: Sports Journalism, Women.

6 Sumário Introdução e Metodologia... 1/2 Programas de Esporte no Brasil... 2/4 Jornalismo no Brasil... 4/7 Jornalismo Esportivo no Brasil... 7/12 As mulheres conquistando o seu espaço... 12/14 Mulheres no Jornalismo Esportivo... 14/18 Estudo de caso- Viviane Costa... 18/22 Considerações Finais... 22/24 Referências Bibliográficas... 25

7 Introdução O presente artigo aborda a trajetória das mulheres no Jornalismo Esportivo. O trabalho também tem como objetivo mostrar que as mulheres estão crescendo nessa área com muito respeito e dedicação, e que não são só os homens que entendem desse mundo, mas também o sexo feminino. Para melhor ilustrar este trabalho, e para reforçá-lo academicamente, foi escolhida como exemplo, para estudo de caso, a Jornalista e apresentadora Viviane Costa do programa Globo Esporte da TV Globo. A trajetória da jornalista Viviane reforça, como demonstra no corpo deste trabalho, continua que havendo determinação e profissionalismo, não haverá barreira para a jornalista (sexo feminino) na cobertura de qualquer pauta. Metodologia Este Artigo Científico de Conclusão de Curso foi realizado ao longo dos meses de março, abril, maio e junho e tem como estudo de caso: A apresentadora do programa Globo Esporte, da TV Globo, Viviane Costa. O foco da pesquisa foi mostrar que as mulheres têm um papel muito importante no jornalismo e principalmente no jornalismo esportivo, pois por se tratar de mulheres elas não têm um devido valor a ser respeitado pelo fato de ser na área de esporte, mas elas mostraram que não é só o homem que entende desse assunto, e merecem o seu devido espaço na mídia. A riqueza das informações detalhadas auxilia num maior conhecimento e numa possível resolução de problemas relacionados ao assunto estudado. Utilizou-se o método da entrevista, pela ausência de pesquisas. Gil salienta que: O estudo de caso é caracterizado pelo estudo profundo e exaustivo de um ou de poucos objetos, de maneira a permitir conhecimentos amplos e detalhados do mesmo, tarefa praticamente impossível mediante os outros tipos de delineamentos considerados. (Gil, 1999, p.73). A entrevista foi feita por e conseguiu explorar o assunto a partir da busca de informações, percepções e experiências da apresentadora do programa 1

8 escolhido. A entrevista é definida por Gil (1999, p.86) como um processo de interação social entre duas pessoas na qual uma delas, o entrevistador, tem por objetivo a obtenção de informações por parte do outro, o entrevistado. A entrevista como coleta de dados sobre um determinado tema científico é a técnica mais utilizada no processo de trabalho de campo. As formas de entrevistas mais utilizadas em Ciências Sociais são: a entrevista estruturada, semiestruturada, aberta, entrevistas com grupos focais, história de vida e também a entrevista projetiva. Para a produção desse artigo, foram utilizados outros métodos de pesquisa: Pesquisa Exploratória: por meio da internet foi possível localizar sites relacionados ao tema, por exemplo, no site do Blog da Comunicação, na Globo.com, no Observatório da Imprensa. Entre muitos outros que seguem nas Referências Bibliográficas. Pesquisa Bibliográfica: Essa pesquisa é constituída principalmente de livros e pesquisas em jornais, revistas e publicações do gênero, levando em consideração o tema da mulher no jornalismo esportivo. 1. Programas de Esporte no Brasil Globo Esporte- - O programa Globo Esporte é um telejornal esportivo exibido pela Rede Globo desde 1978 às 12h50, de segunda-feira a sábado. Atualmente, tem nove edições próprias: uma edição de rede gravada e gerada pela TV Globo Rio de Janeiro para todo Brasil (menos SP, RJ, MG, RS, PE, BA, PR, CE, SC e DF). De 2008 a 2010 a edição nacional do programa foi apresentada por Glenda Kozlowski, atualmente e apresentada por Cristiane Dias. Desde o fim de 2010, a Globo Rio vinha exibindo, eventualmente, uma edição somente para a região metropolitana do Rio de Janeiro. A partir de3 de janeiro de 2011, os cariocas ganharam de vez essa edição exclusiva onde exibiu o primeiro conteúdo em Alta Definição (HD) de sua história. Em São Paulo e Minas Gerais também há edições próprias, exibidas somente nesses estados. Esse esquema voltou a ser utilizado no ano de 2009, após o 2

9 ano de 2008 o jornal ter sido apresentado em rede para todo o país, nas semanas que antecederam a Copa do Mundo FIFA 2010, uma parte do Globo Esporte do Rio de Janeiro passou a ser exibido também para São Paulo e Minas Gerais, restando apenas o primeiro bloco local. Esporte Espetacular- O programa Esporte Espetacular é o nome de uma revista eletrônica semanal de esportes, exibida pela Rede Globo desde 1º de dezembro de 1973, sendo um dos mais antigos programas ainda em exibição da televisão brasileira: atualmente, o programa é apresentado nas manhãs de domingo, com apresentação de Glenda Kozlowsi e Ivan Moré. O programa apresenta o resultado de competições de esportes aos quais a mídia dá pouca divulgação, como ginástica olímpica, hipismo; esportes radicais, como rafting, rapel, reportagens sobre aventuras, etc. Quando há jogos na manhã de domingo, de vôlei, futebol de praia, futsal, etc., podem ser exibidos ao vivo durante o programa, assim como torneios de natação, entre outros. O programa é exibido aos domingos. Esporte Fantástico- O programa esporte fantástico da Rede Record Apresentado por Mylena Ciribelli, Cláudia Reis e Maurício Torres, exibe matérias especiais sobre diversas modalidades esportivas, entrevistas exclusivas com personalidades do esporte no Brasil e no exterior, imagens marcantes de atletas superando os próprios limites e uma cobertura completa das mais importantes competições. Sempre de uma maneira descontraída, tratando de todos os assuntos referentes ao mundo do esporte, o programa busca trazer ao público reportagens inéditas, abordando temas de interesse geral, não só de modalidades mais populares. O Esporte Fantástico conta ainda com a participação especial de Oscar Schmidt, um dos melhores esportistas brasileiros de todos os tempos, que jogava Basquete. O programa tem experiências em diversos eventos esportivos como os Jogos Olímpicos de Inverno de 2010, em Vancouver, os Jogos Sulamericanos, em Medellín, na Colômbia, a Copa do Mundo, na África do Sul e o Jogos da Juventude, em Cingapura. Isso é claro, além da cobertura de duas competições: o Panamericano (Guadalajara, em 2011), e as Olimpíadas (Londres, em 2012). 3

10 Tais programas foram escolhidos para fazer parte deste trabalho apenas pelo fato de audiência e importância dos mesmos na televisão brasileira. Mas, mais interessante que isto, em se tratando deste trabalho, é verificarmos a marcante presença feminina nos mesmos. Sem dúvida, isto enriquece este trabalho ao reforçar o ponto de vista da autora. 2. Jornalismo no Brasil Jornalismo é a atividade profissional que consiste em lidar com notícias, dados fatuais e divulgação de informações. Também define-se Jornalismo como prática de coletar, redigir, editar e publicar informações sobre eventos em geral. Jornalismo é uma atividade de Comunicação, especialmente pública. A definição acima é facilmente encontrada na Internet, este consta da Wikipedia, E é uma visão geral das atividades encontradas dentro do conceito de jornalismo. Entretanto, ao se aprofundar um tanto mais no tema, é possível verificar que o termo adquiriu abrangência extrema ao longo do tempo. O colunista Serg Smigg, publicou em seu blog um artigo chamado a História do Jornalismo no Brasil, e explica sobre a História do jornalismo no Brasil, e diz que até a independência de Portugal, as atividades jornalísticas no Brasil eram ocasionais. Como colônia, o país não poderia instituir sequer escolas superiores. Apesar disso, alguns estudiosos consideram as cartas pessoais, trocadas entre colonizadores e seus parentes do além-mar, como expressão de uma espécie de jornalismo embrionário. Sob esse raciocínio, muitos desses observam que a carta de Pero Vaz de Caminha apresenta características bastante próximas das do jornalismo. A chegada da Família Real, que buscou na sua maior colônia o refúgio necessário das tropas de Napoleão, foi um marco de desenvolvimento geral para o Brasil de então. Por decreto do príncipe regente D. João, oficializou-se a divulgação de notícias diversas no País, em maio de Em princípio, eram mais informes políticos, mas o interesse público fez ampliar a abrangência da instituição, dando origem posteriormente a empresas da área. 4

11 Serg Smigg destaca a importância para o jornalismo, à chegada da família real da seguinte maneira: Com as comemorações dos 200 anos da vinda fugindo de Napoleão da família real portuguesa para o nosso território parece que, de fato, neste ano da graça, celebramos o verdadeiro (re) descobrimento do Brasil. Tantas são as efemérides bicentenárias das Faculdades de Medicina da Bahia e do Rio de Janeiro, do Comércio Exterior, da Abertura dos Portos, do Banco do Brasil, do Ministério da Fazenda, do Jardim Botânico, do Corpo dos Fuzileiros Navais, da Justiça Militar da União... Por aí vai. Mas também deve ser saudado o bicentenário de uma instituição fulcral para a sociedade nacional importante para a consolidação do que se pode chamar de cidadania e transparência: a imprensa brasileira. (SERG SMIGG, pág 1). O marco inicial de nossos meios de comunicação social data deste mesmo 1808, quando passou a circular, em 1º de junho, o Correio Braziliense, editado em Londres por Hipólito José da Costa Pereira Furtado de Mendonça, aliás Hipólito da Costa, gaúcho da então gaúcha Colônia de Sacramento, hoje território uruguaio. Até 1999, o Dia da Imprensa era comemorado em 10 de setembro, em referência à Gazeta do Rio de Janeiro. Dom João VI aportou em 22 de janeiro de 1808 na Bahia, assinou a Carta Régia abrindo os portos brasileiros às nações amigas e, entre outras providências, depois de instalado no Rio de Janeiro, criou também mais tarde este (a Gazeta), que era o jornal oficial da Corte. Cada vez mais pujante O primeiro jornal brasileiro não-oficial, o Correio, era impresso em Londres, onde Hipólito estava refugiado, escapando da prisão, com o auxílio da maçonaria, que diziam estar difundindo em Portugal. Dizem também os historiadores que se constituiu na mais completa tribuna de análise e crítica do cenário político e econômico português e brasileiro até 1822, ano em que foi encerrada a sua publicação. A marca voltaria em 1960, em Brasília (DF), intitulando um dos jornais do grupo Diários e Emissoras Associados, ainda do então poderoso paraibano Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de Melo, o Chatô. Mas desde 1808, muito pode ser contado da evolução da imprensa tupiniquim, que engatinhou nos moldes das prensas de Johannes Gutenberg, porém registrou um crescimento vertiginoso no período, em especial nas últimas décadas deste bicentenário, ora saudado em loas. Passou o Império, veio a República, ditaduras e 5

12 revoluções, períodos de democracia e ditadura. E nossos jornais seguiram trilhando o caminho de registro impresso da história. Para quem já ouviu o vaticínio do fim dos tempos ao jornalismo impresso, em decorrência do surgimento e aperfeiçoamento de outras mídias eletrônicas rádio, TV e internet, com sua instantaneidade, o que se comprova é que, no Brasil, a imprensa escrita e, como tal, toda a mídia, segue cada vez mais pujante. Redescobrindo o Brasil Ainda em seu artigo, Serg Smigg salienta que: Apesar de apenas 45 em cada mil brasileiros comprarem jornais diária mente, em contraposição aos japoneses, onde há 633 leitores para cada mil habitantes, segundo dados da Associação Mundial de Jornais (WAN, na sigla em inglês), o jornalismo impresso não pode se queixar.(serg SMIGG,pág 2). Segundo o site Observatório da Imprensa, a circulação dos 92 jornais filiados ao Instituto de Verificação de Circulação (IVC) aumentou mais de 10% em 2007, chegando à média diária de 4,14 milhões de exemplares distribuídos. Acompanha, pois, o fenômeno mundial, também atestado pela Wan, que indica crescimento de 9,95% na circulação mundial dos jornais entre 2000 e A par disto, as garantias e liberdade individuais em evolução, o desenvolvimento das tecnologias de informação e a aculturação do povo têm exigido e contribuído para a melhora do nível, a agilidade e a qualidade da informação que chega aos consumidores e cidadãos. A despeito de ainda padecer com uma legislação retrógrada para o setor e alguns episódios isolados de atentados à liberdade de expressão, permanentemente vigiados, combatidos e denunciados, o bicentenário da imprensa nacional foi, com certeza, bem comemorado. Com isto, mostramos que estamos, de novo, redescobrindo o Brasil. Os Primeiros Veículos Com a instalação de Família Real Portuguesa no Brasil, instalou-se também a oposição. O primeiro jornal brasileiro, Correio Braziliense, foi criado com bases oposicionistas. Tendo sido editado na Europa por 14 anos seguidos, nasceu dos 6

13 esforços do gaúcho Hipólito José da Costa. Rebelde, com profundos conhecimentos sociais e plenos ativista, da Costa foi imediatamente considerado um perigo aos poderes reais. Como retaliação aos planos do republicano, D. João VI criou a Imprensa Régia para editar o jornal monarquista Gazeta do Rio de Janeiro. Pode-se dizer, então, que o jornalismo brasileiro tem em suas raízes a controvérsia. Com o passar do tempo, o Jornalismo foi se adaptando às épocas, quase como obrigatoriedade de sobrevivência. De maneira fácil, passou das notícias políticas aos informes sociais e esportivos, tendendo sempre ao que o já exigente mercado requeria. Por esse aspecto, o jornalista passou a ser visto ou como inimigo ferrenho ou como aliado indispensável do político, do esportista, das celebridades sociais. Nenhuma outra atividade profissional mantém tantos elos diretos com a sociedade, e a formação desta, que a jornalística. Talvez nem mesmo a política que, em tese, é a representante mais próxima das características de uma comunidade. Isto é fato porque, apesar de ter suas regras éticas específicas e leis regulamentadoras, o jornalismo toca o que a coletividade tem de mais humano. Desta forma, a maneira como o leitor compreende uma informação depende de sua formação social e mental. Oslogan da página do OI Observatório da Imprensa apresenta como pano de fundo uma idéia da complexa relação entre sociedade e jornalismo: você nunca mais vai ler jornal do mesmo jeito. O jornalista João Drummond, no Jornal O Globo de 16/10/07, classifica o jornalismo como missão nobre e ingrata, pois é capaz de levar alegrias e decepções no mesmo momento. As notícias abaixo são capazes de mostrar a contradição acima. 3. Jornalismo Esportivo no Brasil Jornalismo esportivo como é falado na língua portuguesa ou desportivo na lingua europeia é a especialização da profissão jornalística nos fatos relacionados aos esportes (desporto, em Portugal), ginástica, jogos, hobbies e outras atividades de exercício físico. 7

14 O Jornalismo Esportivo é uma especialização que lida com alto grau de risco de parcialidade, pois tanto jornalistas quanto leitores têm preferências por determinados times ou atletas. Por isso, o profissional da área deve tomar cuidado com a paixão ou repúdio que seu texto pode facilmente provocar no público e em colegas. BARBEIRO & RANGEL (2006), Salientam que Jornalismo é Jornalismo, seja ele esportivo, político, econômico, social. Pode ser propagado em televisão, rádio, jornal, revista ou internet. Não importa. A essência não muda porque sua natureza é única e está intimamente ligada às regras da ética e ao interesse público. Dito isso, ressaltamos que trabalhar com jornalismo esportivo tem suas especificidades. Ele se confunde, frequentemente, com puro entretenimento. Isto, por seu lado, propicia o aparecimento de alguns poucos coroados e o envolvimento com outras atividades incompatíveis com a prática do jornalismo, como agenciamento de publicidade, marketing e política privada dos clubes, federações, confederações e empresas. Um ponto que pode gerar boas discussões é a definição de esporte. A competição deve ser entre seres humanos e suas habilidades, treinos, esforços, superação pessoal, física e psíquica, enfim, com equipamentos semelhantes. Assim, os principais componentes do esporte são: desenvolvimento físico, regras definidas e competição. Portanto, atividades recreativas, como pesca, caça, esqui e alpinismo, já estão fora dessa classificação, de um lado. Por outro lado, também não consideram esporte o automobilismo e outras competições motorizadas porque a condição da máquina pode influenciar no resultado, ou seja, eles não dependem exclusivamente do piloto (o atleta, no caso), de suas habilidades pessoais. Além de não ser reconhecido pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), ou seja, não participar de Olimpíada. Qualquer pesquisa nesse sentido demonstra que o principal esporte no Brasil é o futebol. Não por acaso somos conhecidos como o país do futebol. Isso justifica o fato de que as pautas de jornalismo esportivo contemplem espaços muito maiores a esta atividade. Que hoje, além disso, agrega milhões de dólares em patrocínios e outras fontes e destinação de somas milionárias, que vão desde contratações em valores astronômicos de jogadores, a verbas publicitárias envolvendo os mesmos. Apenas como exemplo, a imprensa esportiva divulga que o jogador Neymar, ex Santos e hoje Barcelona, teria contratos publicitários com 11 empresas. 8

15 Por conta disso, achei conveniente fazer a seguir um breve resgate histórico do futebol no mundo. Segundo STUBBS (pág ) A forma mais antiga de futebol que se conhece foi jogada na China nos séculos ll e lll a.c.. Jogos semelhantes ao futebol também eram jogados na Grécia e na Roma Antiga, bem como em outras civilizações antigas. No entanto, o desenvolvimento do futebol ocorreu principalmente na Grã- Bretanha ao longo dos últimos mil anos. Nesse início, o futebol assumiu muitas formas, e uma "partida" era muitas vezes uma disputa anárquica entre dois povoados inteiros. Durante o século XlX, o momento crucial na história do futebol foi alcançado. No começo do século, o futebol se tornara muito popular nas escolas públicas. No entanto, sem regras padronizadas, algumas escolas eram a favor de um jogo mais duro, que incluía agarrar e correr com a bola, enquanto outras preferiam um jogo baseado no drible. Ainda sobre jornalismo esportivo os autores afirmam: A reportagem é a alma, a essência do jornalismo. Apurar e divulgar notícias, contar uma boa história, que seja verdadeira, que tenha sido bem checada e que responda às perguntas básicas do o quê, quando, onde, como, quem e por quê é o dever de todo bom jornalista. Uma boa reportagem depende de boas perguntas feitas para as pessoas certas no momento adequado. Se fizer bom uso desse instrumento de trabalho, o repórter esportivo tem tudo para ser um bom profissional. (BARBEIRO & RANGEL, 2006 pág 20). É bom lembrar sempre que, em qualquer área do jornalismo, o repórter é o elemento mais importante na cadeia de produção. No esporte isso não é diferente. Porém, não se pode confundir pequenos boletins de conteúdo especulativo, sem profundidade, apenas para dar um registro do clube, com reportagem de jornalismo esportivo. Os repórteres esportivos precisam pôr um fim nas piadas que fazem a respeito do seu trabalho, e mostrar que é possível produzir boas reportagens, como em qualquer outro assunto. Por isso, é essencial fugir daquelas perguntas eternamente repetidas para os atletas antes, durante ou depois das competições como: o que você acha do jogo ou como 9

16 você está vendo o jogo. Caso contrário, o repórter corre o risco de ouvir uma resposta como a que o técnico Osvaldo Brandão deu certa vez: Com os olhos. Atualmente, o repórter esportivo chega hoje às redações mais preparado do que ocorria há 10, 15 anos. (BARBEIRO & RANGEL, 2006) O perfil atual é de um profissional que fala no mínimo um idioma estrangeiro fluentemente e domina com facilidade importantes ferramentas de trabalho, como , processadores de texto, laptop, câmeras digitais etc. Este novo jornalista esportivo também exibe um conhecimento amplo de todas as modalidades esportivas e tem em geral menos resistência a fazer matérias tanto de futebol quanto dos chamados esportes olímpicos. Os repórteres precisam ficar atentos para fatos que nem sempre dizem respeito diretamente ao esporte, como o caso do jogador Serginho, que teve um mal súbito em campo e morreu antes de deixar o estádio. O primeiro cuidado é manter a calma, não se deixar contaminar com a emoção e esperar a opinião dos médicos para dizer o que aconteceu. Sobre a evolução da linguagem do meio, vejamos o que diz o Manual do Jornalismo Esportivo: A linguagem jornalística do esporte nunca teve uma escola definida. O surgimento de um estilo próprio sempre dependeu das tentativas de erros e acertos. Em 1932, início das transmissões esportivas no rádio, a linguagem usada era a da pura emoção. Os locutores chegavam a gritar para demonstrar a explosão do gol. Muitas vezes não se preocupavam com quem estava em volta e se o estádio estava lotado: eles falavam mais alto para não ter seu som abafado pelos urros da torcida enlouquecida. Casos como esses eram um espetáculo à parte quando comparados ás narrações de locutores da Europa, habituada a uma narração mais informativa e menos empolgante. (MANUAL DO JORNALISMO ESPORTIVO, 2006 pág 55). Nos anos 1950, prosas e crônicas esportivas faziam sucesso nos jornais impressos. Tanto que alguns jogos ruins ou violentos podiam virar quase um romance nas linhas desses periódicos. Contudo, dos anos 1980 ao começo dos anos 1990, a precisão ganhou espaço e tornou o esporte quase frio. O compromisso com a verdade jornalística contribui para que a linguagem se torne mais descritiva. O ideal é que se tenha um equilíbrio dessas duas vertentes: emoção e descrição dos fatos. O esporte não vive sem emoção. 10

17 A partir da década de 1990, passou a haver uma preocupação: o esporte funciona como uma editoria isolada ou faz parte da redação jornalística na televisão? A resposta é que alguns veículos integram o esporte ao jornalismo, outros associam o evento esportivo à área técnica. Para alguns, o departamento de esporte continua isolado com suas verdades e regras próprias. Hoje, a linguagem jornalística esportiva está bem caracterizada de veículo para veículo. Algumas TVs adotam o estilo do jornalista-personagem, em que a função não é só passar a informação, relatar o fato. É preciso viver aquela emoção para o telespectador. O repórter faz rapel, escala montanhas, mergulha, desce corredeiras, luta, chora, sofre e vive até a última gota a emoção do esporte. Ele é tão protagonista quanto o atleta. Os jornais e revistas adotam a descrição em detalhes dos bastidores, a comprovação e explicação dos fatos esportivos acontecidos no dia anterior. E a internet quer bater recordes dos 100 segundos rasos, da qual muitas vezes o que vale é quanto mais rápido a notícia subir para o site melhor. Um pecado para as pautas elaboradas e uma proliferação de profissionais mal preparados em que o intuito é cumprir uma meta: mais uma notícia no ar! Mesmo levando em conta que estilo é uma marca pessoal ou da própria empresa, o modelo jornalístico esportivo não pode ser ignorado. Quando falamos em jornalismo de serviço, é comum ouvirmos jornalismo a serviço da saúde, da ciência, do cidadão. E onde fica o jornalismo a serviço do esporte? Deveria estar norteando toda cobertura esportiva, seja ela em que veículo for. (BARBEIRO & RANGEL, 2006). Em jogos considerados clássicos, muitas emissoras de rádio e TV destacam três repórteres para cobrir o evento. Um para cada time e o terceiro chamado popularmente como repórter da galera tem a missão de enxergar o que não ocorre dentro do campo ou da quadra. Muitos ficam apenas nas arquibancadas procurando alguma personalidade de destaque para ilustrar a reportagem. Esse terceiro repórter é parte fundamental da cobertura esportiva, e se fizer um bom trabalho ganhará destaque no trabalho jornalístico de equipe. Ele deve fazer o trajeto a caminho do evento e informar tudo o que vê que seja para o torcedor que também está a caminho e ávido por informações que vá lhe trazer mais comodidade. Algumas informações são obtidas em órgãos de serviços públicos e privadas. O repórter que faz a prestação de serviço deve sempre estar em sintonia com o pessoal de redação para checar e completar a 11

18 informação apurada. Como as informações de prestação de serviço têm influência direta na vida de muitos torcedores, os eventuais erros cometidos provocam consequências imediatas e muitas vezes graves. 4. As mulheres conquistando o seu espaço O colunista Renato Drummond Tapioca Neto publicou no Blog das rainhas tragicas que o movimento feminista, ao longo dos últimos séculos da idade contemporânea, vem se configurando como uma das principais manifestações sociais de caráter transformador, lutando por maiores direitos para as mulheres que, desde os primórdios da História, estavam submetidas às vontades masculinas e inferiorizadas pelo que a sociedade entendia como a fragilidade do sexo. É com as principais revoluções liberais que se cria a consciência da mulher como um ser autônomo, capaz de tomar suas próprias decisões e de lutar por seus próprios desejos. Com o tempo, essas mulheres passam a se unir na defesa de um interesse em comum: o de garantir igualdade entre os gêneros. Hoje, o movimento feminista abrange uma série de grupos diversificados, com metodologias próprias, mas que compartilham de um mesmo princípio, o de obter maior espaço nas decisões políticas que gerem os países do globo. Podemos identificar as raízes do movimento feminista ainda na Revolução Francesa, e com uma carga ideológica derivada do iluminismo. Nesse processo, observamos as mulheres lutando tanto ao lado de homens, como por conta própria, assim como aconteceu no episódio conhecido como a marcha das mulheres do mercado, que em 5 de outubro de 1789 se dirigiram ao Palácio de Versalhes para exigir o cumprimento de suas petições junto ao rei, e acabaram conseguindo fazer com que a família real se mudasse para Paris. Segundo Jacqueline Pitanguy e Branca M. Alves, foi no contexto da Revolução Francesa. Os ideais da revolução de 1789, por sua vez, se alastrariam para outras partes do mundo, influenciando, assim, mulheres de vários países. Durante o século XIX, vemos a luta das trabalhadoras fabris ganhar maior consistência, principalmente na sociedade norte-americana. 12

19 A data de 08 de março de 1857 é lembrada como o dia em que as operárias da indústria têxtil de Nova Iorque se mobilizaram contra os baixos salários e requisitaram a redução da jornada de trabalho para 12 horas diárias. Duramente reprimidas pela polícia, as reinvindicações dessas operárias reapareceriam no cenário nova-iorquino em 1908, também em um dia de 08 de março, quando outra geração de trabalhadoras de fábrica lutaram contra a exploração que lhes era imposta. Poucos anos depois, a mulher começa a se mobilizar em prol de maior participação nas decisões políticas, a começar pelo direito de poder votar em eleições (a exemplo do movimento sufragista em Inglaterra). Com o tempo, a ideologia feminista começa a ganhar aderência dentro de outras esferas da sociedade, onde demais mulheres passam a se autodenominar feministas, e a levantar a bandeira do movimento, lutando por uma série de causas, e unindo-se a outros movimentos igualmente estereotipados pelas convenções arcaicas da população, como o dos gays e o dos negros. No Brasil, os primeiros registros de mulheres lutando por seus direitos podem ser encontrados já no final do século XVIII e durante o XIX, porém mais restrito às classes média e alta da sociedade. Todavia, já no início do século XIX, vemos a atuação feminina deslocar do contexto das classes altas e atingir também as massas populares. O ano de 1932, durante o governo de Getúlio Vargas, marca uma grande conquista das mulheres do país: o direito ao voto. Porém, não gozavam da plenitude de sua conquista, até que na década de 1940 ocorre uma reviravolta desse quadro. As brasileiras passam, então, a se unificar em prol de mais participação na vida política e econômica do país. No início da década de 1960, quando o mundo vivenciava o que Eric Hobsbawm chamou de a era de ouro do século (marcada por invenções tecnológicas e novas descobertas científicas), observamos tanto a mulher brasileira, quanto a de demais localidades do globo, polemizando e defendendo assuntos referentes a métodos contraceptivos, e se inserindo cada vez mais no mercado de trabalho. Nas palavras de Célia Jardim Pinto, o movimento feminista, atualmente, pouco faz caminhadas, distribuições de panfletos, ou toma atitudes como queimar sutiãs em praça pública¹. Contudo, nunca esteve tão ativo como agora. No início do século XXI, a luta do movimento feminista estende-se a manifestações como a denúncia contra a violência doméstica e a defesa do aborto. Em 2006, obtiveram uma importante conquista com a lei Maria da Penha, que defende a mulher vítima de agressões físicas e de ameaças. 13

20 Ele diz que ao se analisar a trajetória do movimento feminista durante essas últimas décadas do século XX e início do XXI, observamos, conforme este texto tentou explicitar, a luta pela obtenção de maiores espaços para as mulheres e o rompimento com a tradição que punha o sexo feminino como algo frágil, em detrimento do masculino. O movimento feminista passa, então, a exercer um fator determinante nesse processo, e hoje se subdividi em vários grupos, tais como o movimento das mulheres negras, das universitárias, das católicas, das lésbicas, etc. Entretanto, ainda se constata elevado nível de preconceito para com a condição da mulher dentro de uma sociedade classificada como machista (termo que entrou em voga a partir das últimas décadas do século XX). Diante disso, cabe ao governo criar maiores programas de integração social, que conscientizem as pessoas acerca das desigualdades acontecendo ao seu redor, para, dessa forma, reverter essa realidade discriminatória, que se verifica no Brasil e no mundo. 5. Mulheres no Jornalismo Esportivo Segundo Simões & Knijnik (2004), atualmente, as palavras mulher e esporte se apresentam tão intimamente associadas que muitas vezes nem sentimos as interrogações que se formulam acerca da participação dos indivíduos ou dos conhecimentos voltados à inserção dos diferentes tipos de atividades físicas e esportivas de um país. O fato de podermos falar de mulher e esporte em termos de inclusão e exclusão, estereótipos, desempenho, etc., suscita inúmeros questionamentos que os cientistas e estudiosos procuram realçar à luz do conhecimento, tendo em vista que o esporte está presente na vida de todos. Mulher e esporte nos obrigam a fazer uma análise cada vez mais realista sobre os vínculos que as mulheres mantêm com praticamente todos os tipos de atividades proporcionados pelo universo das práticas socioesportivas e esportivas competitivas. (SIMÕES & KNIJNIK, 2004 pág 25). Essas considerações têm ampla extensão, já que a construção, teorização e 14

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