A Historiografia Contemporânea, do papel à era digital. - As Escolas Históricas do século XIX e XX e a noção de documento.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A Historiografia Contemporânea, do papel à era digital. - As Escolas Históricas do século XIX e XX e a noção de documento."

Transcrição

1 A Historiografia Contemporânea, do papel à era digital. Lívia de Azevedo Silveira Rangel UFV - As Escolas Históricas do século XIX e XX e a noção de documento. O século XIX trouxe para a historiografia uma mudança extremamente considerável, a partir da substituição dos interesses que delimitavam o objeto e a análise do conteúdo histórico. A nova corrente historicista inaugurava a importância da reflexão e do saber humanos em detrimento das concepções teológicas e dos aspectos metafísicos. A teologia jamais aplicou método algum para explicar ou corroborar suas afirmativas históricas, para esta concepção bastava a revelação dos fatos. Já o Iluminismo do século XVIII considerava a ciência como um conhecimento que deve ser submetido ao método empírico e isso apenas cabia a ciência natural estando a história distante de tais elementos, por isso, segundo seus critérios, a história somente poderia ser apreendida através de considerações extra-empíricas, ou seja, através de uma inspiração sobrenatural 1, sendo assim, este pensamento não relacionava passado e presente, articulação essencial aos parâmetros históricos. A História reduzia-se a um repositório de informações para reflexões ulteriores 2, a preocupação em analisar outras sociedades mantinha-se fechada aos interesses intelectuais de reafirmação de sua superioridade racional. Embora no século XIX tenha havido uma deslocação, uma reestruturação frente às visões históricas, comparativamente ao século XX a noção de documento ainda era restrita. Pensaremos, primeiramente, sobre às dimensões históricas oitocentistas. A ruptura anunciada pelos eruditos do século XIX remeteu a categoria histórica condições de análise mais condizentes ao plano científico, através de uma aplicação metodológica ao objeto pertencente à disciplina. Os Românticos falaram de cultura, valorizando o tempo histórico e os aspectos intrínsecos às sociedades. Alargaram o plano da História que havia se estreitado com os iluministas, exaltando a criação, o pensamento fantástico, relacionando homem e natureza. Negaram a superioridade da razão pela vontade humana, desenvolvendo um método (empático) que ajudou a compreender uma sociedade 1 HADDOCK, B.A. Uma Introdução ao Pensamento Histórico. Trad. De Maria Branco. Lisboa: Gradiva, 1989, p Ibidem; p

2 diferente da sua 3. No entanto, a principal escola que se apoderou da idéia de um método foi a escola positivista, também alcunhada escola metódica. Segundo os positivistas, os métodos da ciência da natureza poderiam ser aplicados à interpretação histórica. Tal assimilação devia-se a incessante busca pela verdade, a qual somente poderia ser alcançada caso houvesse uma confluência entre a investigação documental, o poder da indução, da crença nos fatos históricos e da narrativa, autorizados pelo método. A objetividade almejada nas pesquisas históricas encetadas pelos positivistas foi sendo lapidada a partir do desprezo pela história universal e pela elevação da história particularizada, como única possibilidade de verdade, já que o universalismo era considerado um ideal inatingível. Esta história dita factual acabou por exaltar os grandes acontecimentos e as grandes personalidades. A historiografia positivista tinha um domínio sem precedentes sobre pequenos problemas e, uma fraqueza sem precedentes no tratamento dos grandes problemas. 4 A noção de documento característico das visões tradicionalistas limita-se a eleger fontes que possam oferecer maior credibilidade e segurança quanto ao seu conteúdo e posteriormente na sua corroboração, essa seria a principal função da História, recolher dados a partir de um grau hierarquizado de importância, seria o princípio da história rankeana. O método de Ranke, historiador alemão, consiste em estabelecer critérios de conduta frente os documentos. Para ele a fonte oficial, escrita, sempre deve se antepor a qualquer fonte e, caso não se encontrem disponíveis documentos escritos deve-se então apelar e suportar outras formas e outros objetos de pesquisa, sejam eles artefatos ou dados orais 5. A metodologia de Leopold Von Ranke foi, pela Nova história, superada. Insurgir contra esse método representava negar a premissa de Ranke, sustentada sobre a égide da objetividade. Segundo ele, "o objectivo da história é dar os acontecimentos do passado como eles na realidade se passaram" 6 O sentido progressista, o desejo de verdade, a ânsia pela exatidão, levaram os metódicos a se posicionarem como meros observadores de suas próprias práticas. Suas fontes históricas não passavam de objetos passíveis à apreensão sensível, empírica, como se a complexidade documental pudesse ser denunciada a partir da aplicação de um método 3 Ibidem; p COLLINGWOOD, R. G. A idéia de História. Trad. De Alberto Freire. Lisboa. Abril, 2001, p PRINS, Gwyn. História oral. In: Peter Burke (org.). A Escrita da história: novas perspectivas. Tradução de Magda Lopes. São Paulo: Editora da Universidade Estadual Paulista,

3 confiável e inabalável por qualquer eventualidade e, portanto, delimitado, restrito. Conseqüentemente, os conceitos positivistas sobre História foram duramente criticados, principalmente a partir de 1929, com o advento da Escola dos Annales. Membros da primeira geração como Lucien Febvre e Marc Bloch procuraram distanciar-se da história basicamente factual, narrativa, política, para agregar significado a outros campos de estudo, bem como a economia, a psicologia coletiva e o social. Para solidificar uma História mais profunda e universalizante tornava-se imprescindível à ampliação da noção de documento, assim pretendia-se reformular a metodologia para que os fatos históricos não fossem tão somente analisados imparcialmente como se fossem fatores isolados e imutáveis, mas sim fatores suscetíveis a interpretações. No Brasil, uma visão posteriormente denominada tradicionalista, inaugurava uma nova fase historiográfica voltada para os estudos que partiam do ponto de vista cultural, evitando a discussão racial ou de cunho apenas econômico ou apenas político. Gilberto Freyre com sua obra Casa Grande & Senzala, conquistou lugar de destaque por ser pioneiro dessa reestruturação temática e metodológica. Embora a análise de Freyre tenha inovado ao trazer à tona a discussão sobre a formação do povo brasileiro, suas origens e mudanças (ou melhor, suas continuidades), elevando a característica híbrida da sociedade colonial ao epicentro da originalidade brasileira, ou seja, a herança cultural como sendo a maior contribuição frente ao que delinearia, séculos mais tarde, a nacionalidade brasileira, houve em suas considerações um caráter que superestimava a participação portuguesa, exaltando a superioridade dos portugueses como colonizadores 7. Mas o presente trabalho nos limita a enfatizar somente sua colaboração histórica diante da ampliação documental, temática e metodológica. A pesquisa ao universo do Brasil colonial por Freyre, introduziu na historiografia nacional o uso de fontes consideradas heterodoxas, chamadas assim por não serem fontes denominadas como oficias. Esse novo conjunto documental era composto por anúncios de jornais, os diários e a correspondência familiar, os escritos de viajantes estrangeiros, os livros de receitas, as fotografias, as cantigas de roda e toda tradição oral 8, enfim, tudo aquilo que fazia parte do cotidiano colonial entrou como recurso que deveria estar disponível para compor um trabalho histórico. 6 AS CONCEPÇÕES de história e os cursos de licenciatura. Revista de História Regional. [citado em 17 abril 2006]. Disponível na World Wide Web: <http://www.uepg.br/rhr/v2n2/cerri.htm>. 7 SOUZA, Laura de Mello. Aspectos da historiografia da cultura sobre o Brasil colonial. In: Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva. 5ª ed. São Paulo: Contexto, Ibdem; p

4 A dilatação do conceito de fonte histórica, a partir do início do século XX, surgiu no Brasil, como já foi esclarecido, a partir da obra de Gilberto Freyre, encontrando outros tantos historiadores posteriores que caminharam sobre a mesma corrente cultural, diante da análise de formação da nacionalidade brasileira. A ampliação da noção de fonte aliciou para junto de suas perspectivas documentais uma série de resquícios humanos. Assim, no âmbito internacional, a Escola dos Analles, no que diz respeito as suas três gerações, possibilitou uma nova visão histórica reconstruída através de uma aplicação renovada, seja das mesmas fontes utilizadas pelos tradicionais ou àquelas ignoradas pelos mesmos. A geração que atravessou o pós-guerra e chegou na segunda metade da década de 1960, cuidou de ampliar não somente a noção de fonte, como já havia sido iniciado na geração anterior, como também estendeu o conceito de tempo. Fernand Braudel foi um dos grandes historiadores da longa duração, ao afastar-se do tempo histórico curto. A nova História, portanto, preocupava-se em entender as estruturas, tentando explicar sempre as continuidades e as mudanças e não somente os acontecimentos. A interdisciplinaridade proposta pela Escola dos Analles aumenta seu campo de domínio sobre a História demográfica, serial e das mentalidades. Ainda na alçada da longa duração e voltando ao final do século XIX, encontramos uma outra ruptura, anterior a qualquer uma das citadas acima. Trata-se da teoria de Marx. Tributário da filosofia dialética hegeliana, Marx estabeleceu um diálogo com seu tempo, no qual a história deixava de ser pensada unicamente pelo ângulo da política para adentrar também nos aspectos econômicos. A metodologia marxista fundou-se na concepção materialista da história, pretendeu um estudo empírico distinguindo-se do idealismo de Hegel. Para Marx o motor da História era o homem e sua ação como indivíduo ou coletivamente. Sua teoria muito influenciou e ainda influencia a produção historiográfica, no entanto sua real contribuição ainda vem sendo discutida. A noção de documento construída através da teoria marxista é muito restrita, segundo Pierre Villar. 9 Marx somente voltou-se para a investigação do passado para ilustrar os seus paradigmas, que ao final não sofreram qualquer interferência promovida por essa pesquisa. O modelo marxista já estava concluído antes mesmo de uma investigação sistemática ao passado. A contribuição da teoria de Marx é também pensada sobre o ângulo do revisionismo, corrente historiográfica ocupada em reavaliar os propósitos marxistas incutindo novo ânimo e novas perspectivas aos seus argumentos. Edward Palmer Thompson, foi um dos principais 9 VILLAR, Pierre. História marxista, história em construção. In: LE GOFF, Jacques e NORA, Pierre (orgs.). História: Novos Problemas. Trad. De Theo Santiago. Rio de Janeiro: Francisco Alves,

5 expoentes da história revisionista, destacando sua preocupação em retocar o conceito de luta de classes de maneira a compreender a classe trabalhadora da Inglaterra industrializada e os movimentos sociais provenientes da ofensiva industrial, do excesso de exploração, da carga sobrehumana atirada sobre os trabalhadores. Thompson entenderá a história da classe trabalhadora como uma luta constante pela sobrevivência, pela defesa de sua humanidade e pela busca do bem comum, do bem coletivo. O objetivo geral de sua iniciativa era o de substituir o homem econômico (...)pelo homem socialista 10. A inclinação de Thompson para a História Social leva-o a resgatar o tema do costume, focalizado por ele como uma condição pré-existente ao capitalismo industrial. O costume, pensado também sobre o aspecto de cultura, estava inserido no cotidiano dos trabalhadores como uma forma tradicional de se exigir alguns direitos que estavam consolidados por gerações passadas acerca de sua condição vital, era uma forma de reivindicar e resistir à exploração. A transição entre uma forma rudimentar de mercado para outra forma mais complexa é a conjuntura na qual detém-se Thompson, por isso, podemos entender boa parte da história social do século XVIII como uma série de confrontos entre uma economia de mercado inovadora e a economia moral da plebe, baseada no costume. 11 O revisionismo marxista adotou a história social e assim procurou desvencilhar a luta de classes do seu aspecto meramente econômico, analisando com maior profundidade a categoria social dessas classes, o motor cultural que os movia, a influência do costume como regra geral de sobrevivência. A revisão da teoria marxista se fez necessária a partir da crise dos grandes paradigmas por ela formulados. Tal reanalise, como já foi dito, forneceu a historiografia novas abordagens sobre o mesmo objeto. A abertura de possibilidades deu-se igualmente através da nova história cultural ou microhistória, emergida de uma discussão sobre as diferentes direções que a Escola dos Analles deveria considerar como novas perspectivas. O interesse por fatores micros em detrimento dos macros suscitou uma abertura no panorama documental. O empenho historiográfico voltou-se para as minorias, para a história vista de baixo, restituindo importância à cultura popular. Embora a microhistória insinue temas isolados, na verdade, todo micro-historiador deve relacionar seus recortes temáticos a uma consideração mais ampla. 10 RAZÃO e utopia: Thompson e a História. Publicações de História.[citado em 17 abril 2006]. Disponível na World Wide Web: <http://www.dhi.uem.br/publicacoesdhi/dialogos/volume01/vol6_rsm5.htm>. 11 THOMPSON, E. P. Costumes em comum: estudos sobre a cultura popular tradicional. São Paulo: Companhia das Letras,

6 Ao expandir a noção de documento o historiador da microhistória remete a si o papel de investigador e produtor de suas próprias fontes, já que seu objeto de estudo, por fazer parte dos grupos até então excluídos, revelam uma precariedade imensa de material investigativo. Assim, no decorrer do século XIX e XX, vimos às noções de documento ganharem gradualmente amplitudes maiores, favorecendo o enriquecimento temático com as novas abordagens, novos questionamentos e novas fontes em detrimento de uma noção tradicional que adotava o conceito de documento histórico como sendo sinônimo de texto escrito produzido pelos detentores do poder político, garantindo para as gerações futuras possibilidades de escolha e criticidade para criarem tantas outras possibilidades. 6

7 - Revolução tecnológica do século XX e o ofício do historiador. A intensa evolução que a tecnologia apresentou no século XX redefiniu as formas de pensar e agir em sociedade e individualmente. No domínio acadêmico e profissional a revolução tecnológica modificou igualmente as relações, sejam elas de proximidade com seu objeto de estudo ou na velocidade e facilidade de se coletar dados e verificá-los. As vantagens reunidas ao redor do aparato eletrônico, movido a acessos constantes de renovação tecnológica, entranham-se ao trabalho do historiador e outros estudiosos, determinando os novos suportes de pesquisa que antes ficavam restritos a lugares específicos e imóveis, exigindo um deslocamento contínuo. A era da informatização generalizada nos parece, senão uma realidade pelo menos um processo em rápida emergência, o que faz com que o particular se interligue ao universal, diminuindo as fronteiras e os limites de comunicação humana. Frente à busca incessante pela concentração do maior número de informações, pela redução do espaço geográfico e pela conquista do instantâneo, virtualmente falando, vemos um conjunto de profissionais envolvidos nessa rede que absorvem de maneira produtiva os resultados dispostos na teia tecnológica. Dentre tais profissionais encontramos o historiador, obrigado desde sempre a confrontar-se com reduzidas possibilidades de pesquisa devido à dificuldade de se apreender fontes incompletas, inalcançáveis e ou até mesmo inexistentes. Os obstáculos postos ao estudioso da História jamais podem ser sanados integralmente, já que seu objeto situa-se em tempos remotos e não pode garantir-lhe qualquer segurança de verdade e totalidade. A História, bem como outras ciências, sofreu mudanças e intervenções do tempo. A história-narrativa, factual, esvaiu-se dos meios acadêmicos para dar vazão a um outro tipo de produção histórica, caracterizada pela ampliação do conceito de documento em conseqüência de suas novas abordagens temáticas e de seus novos questionamentos. A história-problema pôde romper com a estrutura tradicional para adentrar na contemporaneidade, transformando o trabalho intelectual numa ferramenta ampla de aprendizagem. A interdisciplinaridade, ou seja, a descoberta das relações internas que cada campo de estudo traça entre si, redimensionou as considerações da história, sendo assim, a economia, a demografia e a antropologia, por exemplo, puderam ser associadas ao objetivo historiográfico sem perder suas características insolúveis. As novas aspirações da História puderam dispor a seu favor os meios eletrônicos capazes de comprazer suas necessidades investigativas. O computador passou a ser a principal 7

8 ferramenta, pois ao passo que a informática foi se consolidando na sociedade, o pesquisador foi se permitindo investir nessa estrutura, alargando suas perspectivas e irrompendo construções históricas melhor elaboradas. 12 O desenvolvimento da computação passou a permitir uma maior confrontação de dados, sejam eles de origem econômica, demográfica, política ou social. As inconstâncias na história passam então a serem avaliadas mais sistematicamente, o que favorece de maneira distintiva a prática da história serial, quantitativa. As diversas fontes numéricas que antes protelavam a conclusão de uma pesquisa agora são rapidamente postas a prova e conferidas a análise por um sistema computadorizado, bem como Furet aponta: o impacte da informática, permite cálculos até aqui inimagináveis. 13 A destreza eletrônica em realizar cálculos, quantificar, enfim, em operar matematicamente, é apenas uma das utilidades da tecnologia aplicada em computadores, pois o impacto realmente significativo e revolucionário está compreendido na criação da World Wide Web, mais conhecida como Internet. As redes interligadas alteraram mais uma vez o campo de ação historiográfica, a começar pela ampliação e maior acesso a documentações, teses, bibliotecas e museus, mas as transformações referentes ao ofício do historiador não se restringem à abertura por novas possibilidades, a discussão adentra o âmbito da produção textual, dos resultados dos estudos, das publicações em geral. A Internet é o reflexo da total ausência de fronteiras entre o escritor ou autor de um certo conteúdo e o leitor, que se torna parte integrante e agente interventor das obras digitais 14. O autor teme, portanto, pela autenticidade de seu trabalho, já que a Internet o torna público e sondável por qualquer navegador: Para os autores de hoje, o perigo de perder seus direitos é, de fato, mais difundido que o de perder sua liberdade. 15. Assim nos postamos frente a uma problemática bastante atual. Ao mesmo tempo em que o profissional da História encontra fissuras suficientes para embrenhar-se no mundo informatizado, a vulnerabilidade também o ataca, a partir do momento em que seu texto torna-se um texto eletrônico possibilitando reescrituras múltiplas e apropriações desmedidas. Roger Chartier considera o que chamamos de problemática, de um procedimento corrente iniciado no século XVIII, quando passou a haver uma preocupação em desmaterializar a propriedade textual, ou seja, 12 FURET, François. Da história-narrativa à história-problema. In: FURET, François. A Oficina da História. Tradução de Adriano Duarte Rodrigues. Lisboa: Gradiva. 13 Ibdem; p CHARTIER, Roger. A aventura do livro: do leitor ao navegador. Tradução Reginaldo de Moraes. São Paulo: Editora UNESP/ Imprensa Oficial do Estado de São Paulo

9 fazer com que ela se exercesse não sobre um objeto no qual se encontra um texto, mas sobre o próprio texto. 16. Dessa maneira, o computador e a Internet seriam os dois principais agentes da modernidade incumbidos de retirar a materialidade do texto e transformá-lo em algo virtual e impalpável. Assim, Chartier localiza há três séculos atrás o precedente de tal intenção. A tecnologia da informação, como já foi ressaltado, modificou as relações tradicionais entre estudiosos e seus objetos de estudo, entre o escritor e o leitor, entre um texto e seu suporte, entre o possível e o impossível. A revolução tecnológica propiciou uma ruptura em vários aspectos, dentre eles o aspecto espacial. A memória de um computador ou as informações que viajam pelas ondas, fios e satélites comportam em si um arsenal infinito de conhecimento e informações, transferindo do mundo sensível para o mundo virtual conteúdos e formas, prescindindo de qualquer espaço físico, a não ser o espaço que separa o indivíduo do aparelho eletrônico em questão Ibdem; p- 45. Ibdem; p

10 A História na era digital. A historiografia contemporânea tem presenciado as mudanças estabelecidas pela tecnologia no que diz respeito a sua concepção material de fonte e pesquisa histórica. Quando dizemos que a história está saindo da era do papel e entrando no circuito digital, queremos dizer que seu campo de visão está se ampliando concomitantemente. Mas de que maneira? A informática e o sistema que interliga computadores mundialmente nos remete a uma cadeia de informações infinitas que são recolhidas de vários acervos, museus, bibliotecas e arquivos, sendo assim, a noção de documento amplia-se para além do espaço físico e adentra num corpo virtual capaz de localizar dados de qualquer natureza, o que nos implica a concluir que as fontes alteram-se quantitativamente e qualitativamente. A internet, usada como agente agregador, motiva a democratização de acesso a fontes documentais que anteriormente eram de difícil apreensão. A busca por documentos no meio eletrônico tornou-se a forma mais eficaz e rápida de ter acesso a um material investigativo. Grandes acervos encontram-se disponíveis. A Biblioteca Nacional, uma das instituições de afluência à memória mais importantes do país, tomou a iniciativa de disponibilizar sua documentação em páginas eletrônicas, trazendo enormes benefícios aos diversos campos das ciências humanas. Alguns projetos de digitalização de documentos estão, da mesma maneira, diretamente ligados com a questão atual no que se refere a preocupação em democratizar e facilitar o trabalho das diferentes áreas de atuação do conhecimento. Um dos exemplos relevantes que se pode destacar é o do Projeto Resgate, idealizado pela Universidade de Brasília e o Ministério da Cultura. O projeto tem como objetivo principal disponibilizar documentos históricos relativos à História do Brasil existentes em arquivos de outros países 17. Através do método da microfilmagem foi possível recriar em cds os documentos e divulgá-los aos pesquisadores. Muitos outros exemplos podem ser ilustrados aqui, como é o caso do site scielo, uma biblioteca eletrônica que dispõe de um vasto conjunto de periódicos científicos, ensaios, artigos e relatórios. Frequentemente atualizado, é um ótimo caminho de descobertas e rumos de pesquisa. O espaço virtual precisa de poucos atributos para inserir comunidades inteiras dentro de sua geometria, já não é o caso de um espaço fisicamente composto. A maioria dos 10

11 arquivos, museus e bibliotecas estão concentrados nos grandes centros urbanos ou culturais, restringindo sua área de acesso a este espaço delimitado. Cidades que não representam um sítio histórico relevante, e por isso não sustentam qualquer instituição de apoio ao seu patrimônio, encontram na internet e nos multimeios eletrônicos, como microfilmes, cds, dvds, etc., uma saída para os limites geográficos que se impõem sobre o objeto de estudo e o pesquisador. O Laboratório Multimídia de Pesquisa Histórica (LAMPEH), da Universidade Federal de Viçosa, funciona como um centro de pesquisa para os estudantes. Seu acervo é composto por microfilmes relativos a imprensa do século XIX e início do XX, principalmente do Estado de Minas Gerais, periódicos, relatórios, teses condensadas em cds, fotografias, e consultas a sites que disponibilizam conteúdo de pesquisa. A intenção é permitir que o historiador, ou outro profissional, tenha acesso a documentos sem precisar estar de corpo presente na instituição que o guarda. Isso é democratizar os meios. Mas tal revolução ainda não se consolidou por completo, ela é um processo em corrente construção. Muitas questões devem ainda ser levantadas sobre as vantagens e desvantagens que a tecnologia nos aponta a experimentar e incluir no cotidiano. Sabemos apenas que sua inserção na historiografia trouxe enormes benefícios e possibilitou a ampliação da noção de documento, a democratização da informação e o acesso irrestrito a conteúdos de pesquisa, fatores que só tendem a fortalecer a construção do conhecimento histórico. 17 HISTÓRICO do Projeto Resgate. Centro de Memória digital. [citado em 17 abril 2006]. Disponível na World Wide Web: <http://www.resgate.unb.br/rhistorico.html>. 11

UMA LEITURA SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO CURSO DE PEDAGOGIA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA 1980

UMA LEITURA SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO CURSO DE PEDAGOGIA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA 1980 UMA LEITURA SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO CURSO DE PEDAGOGIA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA 1980 ELAINE RODRIGUES (UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ), ALLINE MIKAELA PEREIRA (PPE/UEM). Resumo Por

Leia mais

O uso de blogs no ensino de Matemática 2

O uso de blogs no ensino de Matemática 2 Claudinei Flavia Batista Santos Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia Brasil bs_flavia@hotmail.com Sirlândia Souza Santana sirlandiasantana@hotmail.com Resumo Este trabalho tem como principal objetivo

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

A PARTICIPAÇÃO ACADÊMICA EM PROJETOS DE EXTENSÃO E SUA IMPORTÂNCIA PARA O PROCESSO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL

A PARTICIPAÇÃO ACADÊMICA EM PROJETOS DE EXTENSÃO E SUA IMPORTÂNCIA PARA O PROCESSO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( X ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA A PARTICIPAÇÃO

Leia mais

A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR

A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR GLEICE PEREIRA (UFES). Resumo Com o objetivo de apresentar considerações sobre a formação do bibliotecário escolar, esta pesquisa analisa o perfil dos alunos do Curso

Leia mais

CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Gislaine Franco de Moura (UEL) gislaine.franco.moura@gmail.com Gilmara Lupion Moreno (UEL) gilmaralupion@uel.br

Leia mais

CIDADANIA: o que é isso?

CIDADANIA: o que é isso? CIDADANIA: o que é isso? Autora: RAFAELA DA COSTA GOMES Introdução A questão da cidadania no Brasil é um tema em permanente discussão, embora muitos autores discutam a respeito, entre eles: Ferreira (1993);

Leia mais

Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação Câmpus de Bauru PLANO DE DISCIPLINA

Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação Câmpus de Bauru PLANO DE DISCIPLINA PLANO DE DISCIPLINA 1. UNIDADE: Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação 2. PROGRAMA: Pós-graduação em Televisão Digital: Informação e Conhecimento 3. NÍVEL: Mestrado Profissional 4. ÁREA DE CONCENTRAÇÃO:

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches A presença de tecnologias digitais no campo educacional já é facilmente percebida, seja pela introdução de equipamentos diversos,

Leia mais

Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano

Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano SANTANA, Ludmylla Siqueira 1 RIBEIRO, José Pedro Machado 2 SOUZA, Roberto Barcelos 2

Leia mais

resgate de um processo pedagógico autônomo, de qualidade e que também podem somar-se às problematizações e às reflexões que se realizam nos

resgate de um processo pedagógico autônomo, de qualidade e que também podem somar-se às problematizações e às reflexões que se realizam nos RESUMO PDI PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL, PPI PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL E PPC PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO, ENTRE O DITO E O FEITO ESTUDOS DE CASO MÚLTIPLOS / IES/ RS BRASIL 2007/2008. Autora

Leia mais

Arqueologia em construção

Arqueologia em construção Carta produzida pelo Grupo de Trabalho Arqueologia de Contrato Coletivo de estudantes do PPGARQ- MAE-USP Arqueologia em construção A Semana de Arqueologia tem como objetivos o debate, a troca de informações

Leia mais

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM EDUCAÇÃO ONLINE *

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM EDUCAÇÃO ONLINE * AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM EDUCAÇÃO ONLINE * DILMEIRE SANT ANNA RAMOS VOSGERAU ** m 2003, com a publicação do livro Educação online, o professor Marco Silva conseguiu, com muita pertinência, recolher

Leia mais

EIXOS TEMÁTICOS REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

EIXOS TEMÁTICOS REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS EIXOS TEMÁTICOS 1. Cultura, saberes e práticas escolares e pedagógicas na educação profissional e tecnológica: arquivos escolares, bibliotecas e centros de documentação. Para este eixo temático espera

Leia mais

NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA

NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA Margarete Maria da Silva meghamburgo@yahoo.com.br Graduanda em Pedagogia e membro do NEPHEPE Universidade Federal de

Leia mais

PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA Fernanda Pimentel Dizotti Academia de Ensino Superior fernandadizotti@gmail.com Norma Suely Gomes Allevato Universidade Cruzeiro do Sul normallev@uol.com.br

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

principalmente na UFES (três), na UFSCar (dois) e a UERJ (dois). Em 2005 a produção tem ápice com doze estudos em diferentes universidades.

principalmente na UFES (três), na UFSCar (dois) e a UERJ (dois). Em 2005 a produção tem ápice com doze estudos em diferentes universidades. A PRODUÇÃO CIENTÍFICA EM EDUCAÇÃO ESPECIAL/INCLUSÃO ESCOLAR NA PERSPECTIVA DA PESQUISA-AÇÃO: REFLEXÕES A PARTIR DE SEUS CONTEXTOS Mariangela Lima de Almeida UFES Agência Financiadora: FAPES Num contexto

Leia mais

ESPIRITUALIDADE: Como um valor imprescindível para a educação

ESPIRITUALIDADE: Como um valor imprescindível para a educação ESPIRITUALIDADE: Como um valor imprescindível para a educação Janaina Guimarães 1 Paulo Sergio Machado 2 Resumo: Este trabalho tem por objetivo fazer uma reflexão acerca da espiritualidade do educador

Leia mais

LIVRO IRATI, SONHO DE CRIANÇA Claudia Maria Petchak Zanlorenzi Kátia Osinski Ferreira Universidade Estadual de Ponta Grossa - UEPG RESUMO

LIVRO IRATI, SONHO DE CRIANÇA Claudia Maria Petchak Zanlorenzi Kátia Osinski Ferreira Universidade Estadual de Ponta Grossa - UEPG RESUMO LIVRO IRATI, SONHO DE CRIANÇA Claudia Maria Petchak Zanlorenzi Kátia Osinski Ferreira Universidade Estadual de Ponta Grossa - UEPG RESUMO Este trabalho aborda a conclusão de uma pesquisa que tinha por

Leia mais

Universidade Estadual de Londrina/Departamento de Serviço Social/Londrina, PR Ciências Sociais Aplicadas Ética e Serviço Social

Universidade Estadual de Londrina/Departamento de Serviço Social/Londrina, PR Ciências Sociais Aplicadas Ética e Serviço Social O materialismo-histórico dialético e o projeto ético-político do Serviço Social: algumas aproximações Emelin Caroline Tarantini Cremasco (PIBIC/CNPq-UEL), Olegna Souza Guedes (Orientadora), e-mail: olegnasg@gmail.com

Leia mais

A apropriação das Tecnologias Digitais pelos acadêmicos de licenciatura em Matemática da Universidade Estadual de Goiás (UEG-Anápolis)

A apropriação das Tecnologias Digitais pelos acadêmicos de licenciatura em Matemática da Universidade Estadual de Goiás (UEG-Anápolis) A apropriação das Tecnologias Digitais pelos acadêmicos de licenciatura em Matemática da Universidade Estadual de Goiás (UEG-Anápolis) Moema Gomes Moraes Universidade Estadual de Goiás (UEG)/ CEPAE-UFG

Leia mais

As Novas Tecnologias de Informação e Comunicação na Formação Inicial do Professor de Matemática

As Novas Tecnologias de Informação e Comunicação na Formação Inicial do Professor de Matemática As Novas Tecnologias de Informação e Comunicação na Formação Inicial do Professor de Matemática Rosangela Ferreira Prestes Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões DECET 1 / GEMEP

Leia mais

Articulando saberes e transformando a prática

Articulando saberes e transformando a prática Articulando saberes e transformando a prática Maria Elisabette Brisola Brito Prado Na sociedade do conhecimento e da tecnologia torna-se necessário repensar o papel da escola, mais especificamente as questões

Leia mais

NO TEMPO DA MINHA AVÓ: REFLEXÃO E USO DA HISTÓRIA ORAL EM SALA DE AULA

NO TEMPO DA MINHA AVÓ: REFLEXÃO E USO DA HISTÓRIA ORAL EM SALA DE AULA NO TEMPO DA MINHA AVÓ: REFLEXÃO E USO DA HISTÓRIA ORAL EM SALA DE AULA Juliana de Oliveira Meirelles Camargo Universidade Candido Mendes/ Instituto Prominas e-mail: Ju_meirelles@yahoo.com.br Léa Mattosinho

Leia mais

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP ALVES, Crislaine 1; CARVALHO, Daiane 1; CRUZ, Júlia 1, FÉLIX, Michelle 1; FERREIRA, Juliane

Leia mais

Golpe Militar: A Psicologia e o Movimento Estudantil do Rio Grande do Sul

Golpe Militar: A Psicologia e o Movimento Estudantil do Rio Grande do Sul 1919 X Salão de Iniciação Científica PUCRS Golpe Militar: A Psicologia e o Movimento Estudantil do Rio Grande do Sul Pâmela de Freitas Machado 1, Helena B.K.Scarparo 1 (orientadora) 1 Faculdade Psicologia,

Leia mais

Conexão na Escola, o princípio para a Construção de Conhecimentos.

Conexão na Escola, o princípio para a Construção de Conhecimentos. Conexão na Escola, o princípio para a Construção de Conhecimentos. Elizabeth Sarates Carvalho Trindade 1 Resumo: A utilização e articulação das tecnologias e mídias pela educação no processo de aprendizagem

Leia mais

A atuação do educador e as tecnologias: uma relação possível?

A atuação do educador e as tecnologias: uma relação possível? 1 A atuação do educador e as tecnologias: uma relação possível? Natália Regina de Almeida (UERJ/EDU/CNPq) Eixo Temático: Tecnologias: Pra que te quero? Resumo As novas tecnologias estão trazendo novos

Leia mais

PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA

PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA universidade de Santa Cruz do Sul Faculdade de Serviço Social Pesquisa em Serviço Social I I PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA BIBLIOGRAFIA: MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de

Leia mais

As práticas do historiador: experiências do Laboratório de Documentação do Curso de História da Universidade Cruzeiro do Sul UNICSUL

As práticas do historiador: experiências do Laboratório de Documentação do Curso de História da Universidade Cruzeiro do Sul UNICSUL As práticas do historiador: experiências do Laboratório de Documentação do Curso de História da Universidade Cruzeiro do Sul UNICSUL Profa. Dra. Ana Barbara A. Pederiva Professora da Universidade Cruzeiro

Leia mais

TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO: A CONSTITUIÇÃO DE UM CORPUS DE PESQUISA Moema Gomes Moraes PUC-GO/UFG Agência Financiadora: CAPES PROSUP

TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO: A CONSTITUIÇÃO DE UM CORPUS DE PESQUISA Moema Gomes Moraes PUC-GO/UFG Agência Financiadora: CAPES PROSUP TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO: A CONSTITUIÇÃO DE UM CORPUS DE PESQUISA Moema Gomes Moraes PUC-GO/UFG Agência Financiadora: CAPES PROSUP Resumo O propósito deste trabalho é apresentar o processo de constituição

Leia mais

Gestão do Conhecimento e Redes Sociais: entre a teoria e a prática

Gestão do Conhecimento e Redes Sociais: entre a teoria e a prática Gestão do Gestão do e Redes Sociais: entre a teoria e a prática Na Universidade, as redes sociais e o conhecimento como ativo intangível são focos de estudo de diversos campos. Já nas empresas, a Gestão

Leia mais

O papel educativo do gestor de comunicação no ambiente das organizações

O papel educativo do gestor de comunicação no ambiente das organizações O papel educativo do gestor de comunicação no ambiente das organizações Mariane Frascareli Lelis Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho UNESP, Bauru/SP e-mail: mariane_lelis@yahoo.com.br;

Leia mais

Observatórios Virtuais

Observatórios Virtuais UNIVASF: UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE SÃO FRANCISCO TRABALHO DE ASTROFÍSICA ALUNO: PEDRO DAVID PEDROSA PROFESSOR: MILITÃO CURSO: MESTRADO NACIONAL PROFISSIONAL EM ENSINO DE FÍSICA Observatórios Virtuais

Leia mais

AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO

AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO MÁRCIA MARIA PALHARES (márcia.palhares@uniube.br) RACHEL INÊS DA SILVA (bcpt2@uniube.br)

Leia mais

REDES PÚBLICAS DE ENSINO

REDES PÚBLICAS DE ENSINO REDES PÚBLICAS DE ENSINO Na atualidade, a expressão redes públicas de ensino é polêmica, pois o termo público, que as qualifica, teve suas fronteiras diluídas. Por sua vez, o termo redes remete à apreensão

Leia mais

Artigo: Educação e Inclusão: Projeto Moral ou Ético. Autora: Sandra Dias ( Buscar na internet o texto completo)

Artigo: Educação e Inclusão: Projeto Moral ou Ético. Autora: Sandra Dias ( Buscar na internet o texto completo) Artigo: Educação e Inclusão: Projeto Moral ou Ético. Autora: Sandra Dias ( Buscar na internet o texto completo) Os ideais e a ética que nortearam o campo da educação Comenius: A educação na escola deve

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA DE ENSINO Bruno Rodrigo Teixeira 1 Universidade Estadual de Londrina - UEL bruno_matuel@yahoo.com.br Camila Rosolen 2 Universidade Estadual de Londrina - UEL camilarosolen@yahoo.com.br

Leia mais

Acesso aberto e repositórios institucionais: repensando a comunicação e a gestão da informação científica

Acesso aberto e repositórios institucionais: repensando a comunicação e a gestão da informação científica Acesso aberto e repositórios institucionais: repensando a comunicação e a gestão da informação científica Fernando César Lima Leite fernandodfc@gmail.com 1. A comunicação científica e sua importância Qualquer

Leia mais

Tempo e psicologia: a concepção de desenvolvimento na teoria de Wallon

Tempo e psicologia: a concepção de desenvolvimento na teoria de Wallon Tempo e psicologia: a concepção de desenvolvimento na teoria de Wallon Soraya Vieira SANTOS; Marília Gouvea de MIRANDA (PPGE/FE/UFG) soraya_vieira@hotmail.com marília.ppge@uol.com.br Palavras-chave: Wallon;

Leia mais

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva A criança que chega à escola é um indivíduo que sabe coisas e que opera intelectualmente de acordo com os mecanismos de funcionamento

Leia mais

ANÁLISE DE UM PROJETO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL VOLTADO À INCLUSÃO SOCIAL GIL

ANÁLISE DE UM PROJETO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL VOLTADO À INCLUSÃO SOCIAL GIL ANÁLISE DE UM PROJETO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL VOLTADO À INCLUSÃO SOCIAL GIL, Thais Nogueira UFMG - thaisgil@terra.com.br- GT: Trabalho e Educação/ 09 Agência Financiadora: FUNADESP Este texto apresenta

Leia mais

A PRESENÇA NEGRA NO PARÁ: RESENHA DE UM

A PRESENÇA NEGRA NO PARÁ: RESENHA DE UM R E S E N H A A PRESENÇA NEGRA NO PARÁ: RESENHA DE UM TRABALHO PIONEIRO SALLES, VICENTE. O NEGRO NO PARÁ. SOB O REGIME DA ESCRAVIDÃO. 3ª EDIÇÃO. BELÉM: INSTITUTO DE ARTES DO PARÁ, 2005. JOSÉ MAIA BEZERRA

Leia mais

Mídia e educação: O uso das novas tecnologias em sala de aula.

Mídia e educação: O uso das novas tecnologias em sala de aula. Mídia e educação: O uso das novas tecnologias em sala de aula. Sabrine Denardi de Menezes da Silva Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilha - Campus São Vicente do Sul RESUMO: A

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970

CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970 Departamento de Comunicação Social CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970 Aluno: Juliana Cintra Orientador: Everardo Rocha Introdução A publicidade

Leia mais

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Jorge Luiz de FRANÇA * Nesta comunicação, pretendemos, por intermédio das publicações

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR NO ENSINO MÉDIO. - práticas, saberes e habitus -

EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR NO ENSINO MÉDIO. - práticas, saberes e habitus - EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR NO ENSINO MÉDIO - práticas, saberes e habitus - Fabíola Santini Takayama do Nascimento Mestranda em Educação da PUCGOIÁS e Técnica em Assuntos Educacionais do IFG - Campus Inhumas

Leia mais

GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS DO GEPHE - GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM CAMPINA GRANDE PARAIBA

GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS DO GEPHE - GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM CAMPINA GRANDE PARAIBA GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS DO GEPHE - GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM CAMPINA GRANDE PARAIBA Autora: Regina Coelli Gomes Nascimento - Professora do curso de História

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia A CONTRIBUIÇÃO DA DIDÁTICA CRÍTICA NA INTERLIGAÇÃO DE SABERES AMBIENTAIS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Leia mais

BIBLIOTECA 1.1 INFORMAÇÕES GERAIS

BIBLIOTECA 1.1 INFORMAÇÕES GERAIS BIBLIOTECA 1.1 INFORMAÇÕES GERAIS A Biblioteca possui atenção especial dos dirigentes da UCSal, por constituirse em um instrumento de apoio valioso aos programas de ensino, pesquisa e extensão. O foco

Leia mais

Web site Espia Amazonas 1

Web site Espia Amazonas 1 1 Web site Espia Amazonas 1 Lidiane CUNHA 2 Adália CORDEIRO 3 Breno CABRAL 4 Iara RODRIGUES 5 Marcela MORAES 7 Gabrielle NASCIMENTO 8 Faculdade Boas Novas, Manaus, AM RESUMO O web site Espia Amazonas foi

Leia mais

Educação a Distância: Limites e Possibilidades

Educação a Distância: Limites e Possibilidades Educação a Distância: Limites e Possibilidades Bernardo de Azevedo Ramos Brillian Aquino Fernandes Lucas Fernandes Barbosa Rafael Castro e Abrantes RESUMO: O trabalho tem como meta avaliar a Educação a

Leia mais

Titulo do Trabalho: Fundamentação da metodologia de pesquisa teórica em

Titulo do Trabalho: Fundamentação da metodologia de pesquisa teórica em Titulo do Trabalho: Fundamentação da metodologia de pesquisa teórica em psicanálise Autor: Érico Campos RESUMO Este trabalho discute questões gerais envolvidas na leitura de textos e discursos nas ciências

Leia mais

Palavras-chave: Formação de professores; Justificativas biológicas; Dificuldades de escolarização

Palavras-chave: Formação de professores; Justificativas biológicas; Dificuldades de escolarização OS MECANISMOS DE ATUALIZAÇÃO DAS EXPLICAÇÕES BIOLÓGICAS PARA JUSTIFICAR AS DIFICULDADES NO PROCESSO DE ESCOLARIZAÇÃO: ANÁLISE DO PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO LETRA E VIDA Cristiane Monteiro da Silva 1 ; Aline

Leia mais

Designer gráfico. elementos verbais e não-verbais que irão compor peças gráficas com a finalidade

Designer gráfico. elementos verbais e não-verbais que irão compor peças gráficas com a finalidade Rubens de Souza Designer gráfico O designer gráfico desenvolve projetos ou planejamentos a partir de elementos verbais e não-verbais que irão compor peças gráficas com a finalidade específica de atingir

Leia mais

AVALIAÇÃO ESCOLAR E INTERVENÇÃO NO DESENHO INFANTIL: UMA PROPOSTA DE CRITÉRIOS PARA ANÁLISE.

AVALIAÇÃO ESCOLAR E INTERVENÇÃO NO DESENHO INFANTIL: UMA PROPOSTA DE CRITÉRIOS PARA ANÁLISE. AVALIAÇÃO ESCOLAR E INTERVENÇÃO NO DESENHO INFANTIL: UMA PROPOSTA DE CRITÉRIOS PARA ANÁLISE. Mônica Cintrão França Ribeiro Universidade Paulista (UNIP) Comunicação Científica RESUMO O objetivo desse estudo

Leia mais

Lista de exercícios Sociologia- 1 ano- 1 trimestre

Lista de exercícios Sociologia- 1 ano- 1 trimestre Lista de exercícios Sociologia- 1 ano- 1 trimestre 01-O homo sapiens moderno espécie que pertencemos se constitui por meio do grupo, ou seja, sociedade. Qual das características abaixo é essencial para

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

As tecnologias digitais da informação e comunicação na formação inicial de professores: uma análise dos cursos de Pedagogia da UNESP

As tecnologias digitais da informação e comunicação na formação inicial de professores: uma análise dos cursos de Pedagogia da UNESP As tecnologias digitais da informação e comunicação na formação inicial de professores: uma análise dos cursos de Pedagogia da UNESP Prof a. Dr a. Thaís Cristina Rodrigues Tezani FC UNESP- Bauru/SP E-mail:

Leia mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO FINCK, Silvia Christina Madrid (UEPG) 1 TAQUES, Marcelo José (UEPG) 2 Considerações iniciais Sabemos

Leia mais

OBJETIVO Reestruturação de dois laboratórios interdisciplinares de formação de educadores

OBJETIVO Reestruturação de dois laboratórios interdisciplinares de formação de educadores OBJETIVO Reestruturação de dois laboratórios interdisciplinares de formação de educadores Laboratório Multidisciplinar de Ensino de Ciências e Matemática (LabMEC), vinculado ao Instituto de Ciências Exatas:

Leia mais

Relatos de Experiência Paraisópolis: relato do processo de transformação da Biblioteca Comunitária em rede do conhecimento

Relatos de Experiência Paraisópolis: relato do processo de transformação da Biblioteca Comunitária em rede do conhecimento S. M. R. Alberto 38 Relatos de Experiência Paraisópolis: relato do processo de transformação da Biblioteca Comunitária em rede do conhecimento Solange Maria Rodrigues Alberto Pedagoga Responsável pelo

Leia mais

Marx, Durkheim e Weber, referências fundamentais

Marx, Durkheim e Weber, referências fundamentais INTRODUÇÃO À sociologia Marx, Durkheim e Weber, referências fundamentais introdução à S Maura Pardini Bicudo Véras O CIO LO GIA Marx, Durkheim e Weber, referências fundamentais Direção editorial Claudiano

Leia mais

Curso de Relações Internacionais

Curso de Relações Internacionais UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA CÂMPUS DE MARÍLIA Faculdade de Filosofia e Ciências Curso de Relações Internacionais 1 º. ano Disciplina: Introdução à História Profª Lidia M. V. Possas Lidia. M. V. Possas

Leia mais

Palavras chaves: Formação de professores. Prática inovadora. Planejamento docente.

Palavras chaves: Formação de professores. Prática inovadora. Planejamento docente. REPENSANDO O PLANEJAMENTO DIDÁTICO PARA UMA PRÁTICA INOVADORA EM UM CURSO DE FORMAÇÃO DOCENTE. Cecilia Gaeta Universidade Federal de São Paulo UNIFESP (professora convidada) Martha Prata-Linhares Universidade

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 PORTAL DO FÓRUM GOIANO DE EJA: INTERAÇÃO SOCIAL E EDUCAÇÃO EM AMBIENTE VIRTUAL Danielly Cardoso da Silva Karla Murielly Lôpo Leite Maria Emília de Castro Rodrigues O presente texto tem por objetivo apresentar

Leia mais

Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção

Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção Silvia Christina Madrid Finck E-mail: scmfinck@ uol.com.br Resumo: Este artigo refere-se ao projeto de pesquisa

Leia mais

ANÁLISE DOS OBJETIVOS PRESENTES NOS TRABALHOS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL APRESENTADOS NO IX EPEA-PR

ANÁLISE DOS OBJETIVOS PRESENTES NOS TRABALHOS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL APRESENTADOS NO IX EPEA-PR ANÁLISE DOS OBJETIVOS PRESENTES NOS TRABALHOS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL APRESENTADOS NO IX EPEA-PR Resumo FRANZÃO, Thiago Albieri UEPG/GEPEA thiagofranzao@hotmail.com RAMOS, Cinthia Borges de UEPG/GEPEA cinthiaramos88@yahoo.com.br

Leia mais

Portal de Periódicos da CAPES: evolução do acesso pela UEPG 2005 a 2013 : experiência da capacitação de usuários com cursos de extensão

Portal de Periódicos da CAPES: evolução do acesso pela UEPG 2005 a 2013 : experiência da capacitação de usuários com cursos de extensão 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( x ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE

Leia mais

O PROCESSO REFLEXIVO E A REFLEXÃO CRÍTICA EM ALUNOS DE UM CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

O PROCESSO REFLEXIVO E A REFLEXÃO CRÍTICA EM ALUNOS DE UM CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS IX CONGRESO INTERNACIONAL SOBRE INVESTIGACIÓN EN DIDÁCTICA DE LAS CIENCIAS Girona, 9-12 de septiembre de 2013 COMUNICACIÓN O PROCESSO REFLEXIVO E A REFLEXÃO CRÍTICA EM ALUNOS DE UM CURSO DE LICENCIATURA

Leia mais

Um espaço colaborativo de formação continuada de professores de Matemática: Reflexões acerca de atividades com o GeoGebra

Um espaço colaborativo de formação continuada de professores de Matemática: Reflexões acerca de atividades com o GeoGebra Um espaço colaborativo de formação continuada de professores de Matemática: Reflexões acerca de atividades com o GeoGebra Anne Caroline Paim Baldoni Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho,

Leia mais

A música como elemento facilitador no processo de inclusão social: um olhar sobre os projetos socioculturais de Piracicaba

A música como elemento facilitador no processo de inclusão social: um olhar sobre os projetos socioculturais de Piracicaba A música como elemento facilitador no processo de inclusão social: um olhar sobre os projetos socioculturais de Piracicaba Andréia Miranda de Moraes Nascimento, UNIMEP, chicobororo@gmail.com Mariana de

Leia mais

LENDO IMAGENS A PARTIR DE PROPOSTAS DE AÇÃO EDUCATIVA EM EVENTOS DE ARTE CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS.

LENDO IMAGENS A PARTIR DE PROPOSTAS DE AÇÃO EDUCATIVA EM EVENTOS DE ARTE CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS. LENDO IMAGENS A PARTIR DE PROPOSTAS DE AÇÃO EDUCATIVA EM EVENTOS DE ARTE CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS. ARAÚJO, Haroldo de 1; Prof.Dr. Costa, Luis Edegar de Oliveira 2;. Palavras chaves: Arte contemporânea; curadoria;

Leia mais

Graduanda em Geografia pela Universidade de São Paulo. Bolsista de iniciação científica da FUSP/BNDES. Contato: ca-milafranco@hotmail.

Graduanda em Geografia pela Universidade de São Paulo. Bolsista de iniciação científica da FUSP/BNDES. Contato: ca-milafranco@hotmail. Implementação de bancos de dados georeferenciados das Viagens Filosóficas Portuguesas (1755-1808) e a criação de um material didático com o uso do Google Earth. Camila Franco 1 Ermelinda Moutinho Pataca

Leia mais

Artigo Publicado na revista Eletrônica F@pciência, Apucarana-PR, v.1, n.1, 61-66, 2007. INCLUSÃO DIGITAL

Artigo Publicado na revista Eletrônica F@pciência, Apucarana-PR, v.1, n.1, 61-66, 2007. INCLUSÃO DIGITAL Artigo Publicado na revista Eletrônica F@pciência, Apucarana-PR, v.1, n.1, 61-66, 2007. Resumo INCLUSÃO DIGITAL Leandro Durães 1 A inclusão digital que vem sendo praticada no país tem abordado, em sua

Leia mais

As pesquisas podem ser agrupadas de acordo com diferentes critérios e nomenclaturas. Por exemplo, elas podem ser classificadas de acordo com:

As pesquisas podem ser agrupadas de acordo com diferentes critérios e nomenclaturas. Por exemplo, elas podem ser classificadas de acordo com: 1 Metodologia da Pesquisa Científica Aula 4: Tipos de pesquisa Podemos classificar os vários tipos de pesquisa em função das diferentes maneiras pelo qual interpretamos os resultados alcançados. Essa diversidade

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA

A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA Autores : Agata RHENIUS, Melissa MEIER. Identificação autores: Bolsista IFC-Campus Camboriú;

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO Marcelo Moura 1 Líbia Serpa Aquino 2 Este artigo tem por objetivo abordar a importância das atividades lúdicas como verdadeiras

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO Faculdade de Educação PROJETO DE PESQUISA

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO Faculdade de Educação PROJETO DE PESQUISA PROJETO DE PESQUISA INSTITUIÇÕES E INTELECTUAIS DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: HISTÓRIA, IDEIAS E TRAJETÓRIAS Responsável: Prof. Dr. Mauro Castilho Gonçalves O projeto investiga a história de instituições educativas

Leia mais

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE.

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE. TRABALHO DOCENTE: POR UMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA, TRANSFORMADORA E EMANCIPATÓRIA OLIVEIRA, Marinalva Luiz de Prefeitura da Cidade do Recife GT-22: Educação Ambiental Resumo Este trabalho tem o objetivo

Leia mais

Eixo Temático 4 : Formação de professores e práticas pedagógicas PROFESSORES AUTÔNOMOS: UTILIZANDO FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS COMO RECURSO PEDAGÓGICO

Eixo Temático 4 : Formação de professores e práticas pedagógicas PROFESSORES AUTÔNOMOS: UTILIZANDO FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS COMO RECURSO PEDAGÓGICO Eixo Temático 4 : Formação de professores e práticas pedagógicas PROFESSORES AUTÔNOMOS: UTILIZANDO FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS COMO RECURSO PEDAGÓGICO RESUMO Arlam Dielcio Pontes da Silva UFRPE/UAG Gerciane

Leia mais

História e Atividades de Aprendizagem do Ciclo 4

História e Atividades de Aprendizagem do Ciclo 4 História e Atividades de Aprendizagem do Ciclo 4 História e Atividades de Aprendizagem para o Ciclo 4 de pilotagens, a iniciar em fevereiro de 2013. Instruções Histórias de Aprendizagem do Ciclo 4 Contar

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA: A VISÃO DOS PROFESSORES E PROFESSORAS DE CIENCIAS E BIOLOGIA ACERCA DA FORMAÇÃO NECESSÁRIA

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA: A VISÃO DOS PROFESSORES E PROFESSORAS DE CIENCIAS E BIOLOGIA ACERCA DA FORMAÇÃO NECESSÁRIA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA: A VISÃO DOS PROFESSORES E PROFESSORAS DE CIENCIAS E BIOLOGIA ACERCA DA FORMAÇÃO NECESSÁRIA FERREIRA, Adriana Ribeiro & ROSSO, Ademir José INTRODUÇÃO O meio ambiente (MA) é

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UMA NECESSÁRIA RELAÇÃO PARA A CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA. Dayane

Leia mais

No entanto, a compreensão e a implicação de ser docente envolve reflexões que necessitam cada vez mais de sentido e significado para que se possa

No entanto, a compreensão e a implicação de ser docente envolve reflexões que necessitam cada vez mais de sentido e significado para que se possa CONCEPÇÕES DE FORMAÇÃO/DOCÊNCIA DOS PROFESSORES DO CURSO DE FISIOTERAPIA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO FRANCISCANO *Hedioneia Maria Foletto Pivetta **Silvia Maria de Aguiar Isaia A educação superior vem passando

Leia mais

Etapas para a elaboração de um Pré- Projeto de Pesquisa

Etapas para a elaboração de um Pré- Projeto de Pesquisa Etapas para a elaboração de um Pré- Projeto de Pesquisa Estrutura de um projeto de pesquisa: 1. TEMA E TÍTULO DO PROJETO 2. DELIMITAÇÃO DO PROBLEMA 3. INTRODUÇÃO 4. RELEVÂNCIA E JUSTIFICATIVA 5. OBJETIVOS

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

A PESQUISA APLICADA EM EDUCAÇÃO: UMA EXPERIÊNCIA DE INTERVENÇÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA DE SALVADOR/BA

A PESQUISA APLICADA EM EDUCAÇÃO: UMA EXPERIÊNCIA DE INTERVENÇÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA DE SALVADOR/BA A PESQUISA APLICADA EM EDUCAÇÃO: UMA EXPERIÊNCIA DE INTERVENÇÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA DE SALVADOR/BA INTRODUÇÃO Alice Fontes Ferreira 1 allicefontes@hotmail.com Gilvania Clemente Viana¹ gclementeviana@gmail.com

Leia mais

A AÇÃO-REFLEXÃO NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES

A AÇÃO-REFLEXÃO NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES A AÇÃO-REFLEXÃO NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES PINTO 1,SIMONE P; VIANNA 2,DEISE M. 1 Programa de Pós Graduação em Ensino de Biociências e Saúde. Instituto Oswaldo Cruz. 2 Instituto de Física. Universidade

Leia mais

Administração e Planejamento em Serviço Social. Administração em Serviço Social Conceitos e contextualizações

Administração e Planejamento em Serviço Social. Administração em Serviço Social Conceitos e contextualizações Administração e Planejamento em Serviço Social Profa. Edilene Maria de Oliveira Administração em Serviço Social Conceitos e contextualizações Palavras chave: Administração, planejamento, organização 1

Leia mais

História na escola: o presente questiona o passado

História na escola: o presente questiona o passado História na escola: o presente questiona o passado Disciplina: História Selecionador: Antonia Terra de Calazans Fernandes Categoria: Professor História na escola: o presente questiona o passado Refletir

Leia mais

UNESCO Brasilia Office Representação da UNESCO no Brasil Entrevista: Portal Domínio Público

UNESCO Brasilia Office Representação da UNESCO no Brasil Entrevista: Portal Domínio Público UNESCO Brasilia Office Representação da UNESCO no Brasil Entrevista: Portal Domínio Público UNESCO Ministério da Educação Brasília 2006 Artigo publicado, em 06 de dezembro de 2006, no Observatório da Sociedade

Leia mais

Karl Marx e a Teoria do Valor do Trabalho. Direitos Autorais: Faculdades Signorelli

Karl Marx e a Teoria do Valor do Trabalho. Direitos Autorais: Faculdades Signorelli Karl Marx e a Teoria do Valor do Trabalho Direitos Autorais: Faculdades Signorelli "O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém, desviamo-nos dele. A cobiça envenenou a alma dos homens,

Leia mais

Escola Secundária de Amora Seixal

Escola Secundária de Amora Seixal Escola Secundária de Amora Seixal DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS (GRUPO INFORMÁTICA) TIC TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 7º ANO TURMAS: 7A E 7B ANO LETIVO 2014-2015 P R O P

Leia mais

Unidade: O que é a Literatura comparada. Unidade I:

Unidade: O que é a Literatura comparada. Unidade I: Unidade: O que é a Literatura comparada Unidade I: 0 Unidade: O que é a Literatura comparada O que é a Literatura Comparada Quando nos deparamos com a expressão literatura comparada, não temos problemas

Leia mais

Novas possibilidades de leituras na escola

Novas possibilidades de leituras na escola Novas possibilidades de leituras na escola Mariana Fernandes Valadão (UERJ/EDU/CNPq) Verônica da Rocha Vieira (UERJ/EDU/CNPq) Eixo 1: Leitura é problema de quem? Resumo A nossa pesquisa pretende discutir

Leia mais

GEOPLANO CIRCULAR: PROPICIANDO A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO

GEOPLANO CIRCULAR: PROPICIANDO A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO GEOPLANO CIRCULAR: PROPICIANDO A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO Maria da Gloria Vasconcellos Cid Faculdades Integradas Geraldo Di Biase Volta Redonda RJ glorinhacid@hotmail.com INTRODUÇÃO A Matemática tem

Leia mais

3.360 H/AULA (*) CURRÍCULO PLENO/

3.360 H/AULA (*) CURRÍCULO PLENO/ MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: HISTÓRIA LICENCIATURA PLENA SERIADO ANUAL 3 (TRÊS) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 03 (TRÊS) ANOS LETIVOS - MÁXIMO = 05 (CINCO)

Leia mais