HOTEL SUMMERVILLE PORTO DE GALINHAS PERNAMBUCO. Programa Científico

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1 203 HOTEL SUMMERVILLE PORTO DE GALINHAS PERNAMBUCO 29 A 3 AGOSTO 203 Programa Científico

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3 203 CONVIDADO INTERNACIONAL Dr. Elias Dominique (França) CONVIDADOS NACIONAIS HOTEL SUMMERVILLE PORTO DE GALINHAS PERNAMBUCO 29 A 3 AGOSTO203 Armando Melani (SP) Felipe Coimbra (SP) Glaciomar Machado (RJ) José Miguel Parente (PI) Marco Zeroncio (RN) Maria do Carmo Friche Passos (MG) Paulo Roberto Pinho (RJ) Sender Miszputen (SP) COMISSÃO ORGANIZADORA Ana Botler Carlos Brito Carlos Eugênio Gantois Filipe Lima Gilberto Pagnossin José Roberto Almeida Josemberg Campos Luis Alberto Sobral Marconi Meira Maurício Matos Roberto Magalhães Filho Thales Paulo Batista Uyapuran Torres Medeiros

4 203 SALA A HOTEL SUMMERVILLE PORTO DE GALINHAS PERNAMBUCO 29/08 QUINTA-FEIRA PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA 09h00-2h00 SESSÃO DE TEMAS LIVRES Coordenadores: Erika Rabelo e Sylene Rampche SALA B 09h00-2h20 SESSÃO DE TEMAS LIVRES 2 Coordenadores: Filipe Lima, Gilberto Pagnossin e Olival Lucena TL-07 TL-08 TL-0 TL- TL-2 TL-4 TL-5 TL-8 TL-20 TL-22 TL-23 TL-25 TL-33 TEMAS: CORREÇÃO PERCUTÂNEA DA DISFUNÇÃO DO EFLUXO VENOSO NO TRATAMENTO DA ASCITE PERSISTENTE PÓS-TRANSPLANTE HEPÁTICO: RELATO DE 03 CASOS. DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DOS INSULINOMAS PANCREÁTICOS DIVERTÍCULO DE ZENKER: UMA CAUSA DE ODINOFAGIA RECORRENTE DOENÇA DE WHIPPLE: RELATO DE CASO DE PACIENTE ATENDIDO NO INSTITUTO DO FÍGADO DE PERNAMBUCO EMBOLIZAÇÃO PORTAL PRÉ-OPERATÓRIA VIABILIZANDO HEPATECTOMIA: RELATO DE 02 CASOS. ENCEFALOPATIA POR SHUNT ESPLENORRENAL ESPONTÂNEO SEM INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA ESCLEROSE SISTÊMICA COM ENVOLVIMENTO DO TRATO GASTROINTESTINAL-RELATO DE CASO FIBROSE HEPÁTICA CONGÊNITA: RELATO DE CASO GIST DE JUNÇÃO DUODENO-JEJUNAL: RELATO DE CASO INVESTIGAÇÃO E DIAGNÓSTICO DA DOENÇA DE VON HIPPEL-LINDAU: RELATO DE CASO NÃO RESPOSTA AO TRATAMENTO COM INIBIDORES DE PROTEASE EM PORTADORES DE HEPATITE C CRÔNICA PANICULITE MESENTÉRICA: DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DE DOR ABDOMINAL (RELATO DE CASO) VÔLVULO GÁSTRICO MESENTEROAXIAL: RELATO DE CASO TL-0 TL-02 TL-03 TEMAS: A PERCEPÇÃO DOS CIRURGIÕES EM RELAÇÃO AO MATERIAL DE MINILAPAROSCOPIA NA REALIZAÇÃO DE NÓS CIRÚRGICOS ADRENALECTOMIA MINILAPAROSCÓPICA POR TUMOR DE GLANDULA ADRENAL - VÍDEO APENDICECTOMIA MINILAPAROSCÓPICA NO TRATAMENTO DE MUCOCELE DE APÊNDICE CECAL - VÍDEO TL- 04 COLECISTECTOMIA MINILAPAROSCÓPICA ESTÁ ASSOCIADA COM A MAIS BAIXA TAXA DE LESÃO DE DUCTO BILIAR: METANÁLISE TL-05 TL-06 TL-09 COLECISTECTOMIA MINILAPAROSCÓPICA: AS LIÇÕES APRENDIDAS APÓS 3 ANOS DE EXPERIÊNCIA E.743 CASOS COLESCISTECTOMIA DE URGÊNCIA REALIZADA POR MINILAPAROSCOPIA - VÍDEO DIVERTÍCULO DE MECKEL: DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO ASSISTIDO POR VIDEOLAPAROSCOPIA. TL-3 EMBOLIZAÇÃO DE HEMOBILIA MACIÇA: SÉRIE DE 05 CASOS TL-6 TL-7 TL-9 TL-2 TL-24 TL-26 TL-27 TL-28 TL-29 ESPLENECTOMIA LAPAROSCÓPICA: ABORDAGENS DISTINTAS PARA CONTROLE VASCULAR ESPLENECTOMIA MINILAPAROSCÓPICA POR PÚRPURA TROMBOCITOPÊNICA IDIOPÁTICA - VÍDEO FUNDOPLICATURA LAPAROSCÓPICA A NISSEN ASSOCIADA À BANDA GÁSTRICA AJUSTÁVEL: DOIS PROCEDIMENTOS EM UMA ÚNICA CIRURGIA PARA TRATAMENTO DE OBESIDADE E DOENÇA DO REFLUXO SEVERA - VÍDEO HERNIOPLASTIA MINILAPAROSCÓPICA USANDO TÉCNICA COMBINADA - VÍDEO DE 3 CASOS NOVAS ABORDAGENS CIRÚRGICAS MINIMAMENTE INVASIVAS - NOTES, LESS, MINI: QUAL A PREFERIDA ENTRE OS PACIENTES? PERCEPÇÃO DOS CIRURGIÕES EM RELAÇÃO AO MATERIAL DE MINILAPAROSCOPIA NA REALIZAÇÃO DE POLIPECTOMIA RETAL EM MODELO NEODERMA RELATO DE CASO: LEIOMIOMA DE JUNÇÃO ESOFAGOGÁSTRICA RELATO DE CASO: SÍNDROME DE CRUVEILHIER- BAUMGARTEN. RELATO DE CASO: TRATAMENTO VIDEOLAPAROSCÓPICO DE PSEUDOCISTO PANCREÁTICO

5 203 SALA A HOTEL SUMMERVILLE PORTO DE GALINHAS PERNAMBUCO QUINTA-FEIRA SALA B 29/08 PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA TL-30 TL-3 TL-32 VIDEO DE ESOFAGECTOMIA POR ACESSO VIDEOTORACOSCÓPICO E LAPAROSCÓPICO COM ANASTOMOSE ESÔFAGO-GÁSTRICA CERVICAL PARA TRATAMENTO DE MEGAESÔFAGO GRAU IV EM PACIENTE COM CIRURGIA DE HELLER PRÉVIA. VÍDEO DE UMA ESOFAGECTOMIA ATRAVÉS DO ACESSO TORACOSCÓPICO E LAPAROSCÓPICO COM ANASTOMOSE ESÔFAGO-GÁSTRICA CERVICAL PARA TRATAMENTO DE ESTENOSE CÁUSTICA VIDEO DO TEMPO ABDOMINAL DE UMA COLECTOMIA TOTAL VIDEO-ASSISTIDA PARA TRATAMENTO DE UM PACIENTE PORTADOR DE POLIPOSE FAMILIAL 2h20-4h00 4h00-5h00 Mesa Redonda HEPATOLOGIA I Presidente: Sylene Rampche Moderador: Victorino Spinelli 4h00-4h5 4h5-4h30 4h30-4h45 4h45-5h00 Temas: VHB E IMUNOSSUPRESSÃO: QUE CUIDADOS DEVEMOS TER? Tibério Medeiros VHC E TERAPIA: QUAIS AS PERSPECTIVAS PARA 203? Leila Beltrão DHGNA/NASH: O QUE EXISTE DE NOVO? Erika Rabelo INTERVALO 4h00-5h30 Conferência Presidente: Marconi Meira Conferencista: Elias Dominique (França) 4h00-4h30 4h30-4h45 BASES DA CIRURGIA ONCOLÓGICA Conferência Presidente: Thales Batista Conferencista: Felipe Coimbra (SP) 4h45-5h5 MANEJO DOS INCIDENTALOMAS DO PÂNCREAS 5h5-5h30 5h00-6h00 Mesa Redonda HEPATOLOGIA II Presidente: Sylene Rampche Moderador: Erika Rabelo 5h00-5h5 5h5-5h30 5h30-5h45 5h45-6h00 Temas: CARCINOMA HEPATOCELULAR: O QUE HÁ DE NOVO? Fábio Marinho TRANSPLANTE HEPÁTICO: INDICAÇÕES E CONTROVÉRSIAS Fábio Moura HDA VARICOSA - DO TRATAMENTO CLÍNICO AO CIRÚRGICO NA ERA DO TIPS Olival Lucena 5h30-6h5 Conferência Presidente: Eduardo Miranda Conferencista: Elias Dominique (França) 5h30-6h00 TRATAMENTO DA CARCINOMATOSE PERITONEAL COM CITORREDUÇÃO E QUIMIOTERAPIA HIPERTÉRMICA 6h00-6h5

6 203 SALA A HOTEL SUMMERVILLE PORTO DE GALINHAS PERNAMBUCO QUINTA-FEIRA SALA B 29/08 PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA 6h00-7h00 Mesa Redonda ASPECTOS CLÍNICOS E DIAGNÓSTICOS DO ABDOME CIRÚRGICO Presidente: Uyapuran Medeiros Moderador: Filipe Lima 6h00-6h5 6h5-6h30 6h30-6h45 6h45-7h00 Temas: PANCREATITE AGUDA Ricardo Machado TROMBOSE MESENTÉRICA Olival Lucena DIVERTICULITE Maurílio Toscano 6h5-7h00 6h5-6h45 6h45-7h00 Conferência Presidente: Mauricio Matos Conferencista: Armando Melani (SP) VIDEOCIRURGIA NA CIRURGIA COLORRETAL 7h00-7h30 I N T E R V A L O 7h30-8h30 7h30-7h45 7h45-8h00 8h00-8h5 8h5-8h30 Mesa Redonda DIAGNÓSTICO EM GASTROENTEROLOGIA Presidente: Marisa Gonçalves Moderador: Gerson Brasil CT ENTEROGRAFIA Sérgio França CONTRIBUIÇÃO DA RADIOLOGIA INTERVENCIONISTA NAS URGÊNCIAS EM GASTROENTEROLOGIA Carlos Abath O PAPEL DA ULTRASSONOGRAFIA EM GASTROENTEROLOGIA Roberto Lemos 7h30-8h5 Conferência Presidente: Antônio Cavalcanti Conferencista: Elias Dominique (França) 7h30-8h00 8h00-8h5 TRATAMENTO CIRÚRGICO DA METÁSTASE HEPÁTICA COLORRETAL 8h30-9h00 Simpósio Satélite OVERLAPPING: DISPEPSIA FUNCIONAL X SII X DII Presidente: Thais Almeida Conferencista: Maria do Carmo Friche Passos (MG) 20h00 SOLENIDADE DE ABERTURA

7 SALA A 08h30-09h30 Mesa Redonda DIARRÉIA CRÔNICA Presidente: Maria Betânia Queiroz Florêncio Moderador: Gustavo André Lima 08h30-08h50 08h50-09h0 09h0-09h30 09h30-09h Temas: PAPEL DOS EXAMES LABORATORIAIS Sender Miszputen (SP) O PAPEL DO ESTUDO DAS FEZES Sender Miszputen (SP) PAPEL DA ENDOSCOPIA Paulo Roberto Pinho (RJ) HOTEL SUMMERVILLE PORTO DE GALINHAS PERNAMBUCO SEXTA-FEIRA SALA B 30/08 PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA 08h30-09h5 Conferência Presidente: Maurício Matos Conferencista: Armando Melani (SP) 08h30-09h00 CIRURGIA COM PORTAL ÚNICO - INDICAÇÕES E RESULTADOS 09h00-09h5 09h5-0h00 Conferência Presidente: Geraldo Wanderley Conferencista: Felipe Coimbra (SP) 09h5-09h45 09h45-0h00 TRATAMENTO MULTIDISCIPLINAR DO CÂNCER GÁSTRICO - COMO SELECIONAR A MELHOR OPÇÃO? 09h50-0h20 Simpósio Satélite Janssen ABORDAGEM DA CONSTIPAÇÃO INTESTINAL Presidente: Ana Botler Conferencista: Maria do Carmo Friche Passos (MG) 0h00-0h45 Conferência Presidente: Vandré Cabral Conferencista: Elias Dominique (França) 0h00-0h30 CARCINOMATOSE PERITONEAL: EXISTE LUGAR PARA UM SECOND LOOK? 0h30-0h45 0h20-h30 0h20-0h40 0h40-h00 h00-h20 h20-h30 Mesa Redonda DISTÚRBIOS GASTROENTEROLÓGICOS DA TERCEIRA IDADE Presidente: Severino Gondim Moderador: Roberto Magalhães Filho Temas: PARTICULARIDADES FISIOLÓGICAS DO PACIENTE IDOSO Cláudia Sá O PACIENTE IDOSO NO AMBULATÓRIO DE GASTROENTEROLOGIA Daniel Gomes O PACIENTE IDOSO NA ENFERMARIA Daniel Gomes 0h45-h30 Conferência Presidente: Joaquim Herbênio Conferencista: Armando Melani (SP) 0h45-h5 DICAS E TRUQUES PARA SITUAÇÕES DIFÍCEIS NA CIRURGIA COLORRETAL LAPAROSCÓPICA h5-h30 h30-2h5 I N T E R V A L O

8 203 SALA A HOTEL SUMMERVILLE PORTO DE GALINHAS PERNAMBUCO SEXTA-FEIRA SALA B 30/08 PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA 2h5-2h45 Conferência Presidente: Antonio Carlos Conrado Conferencista: Paulo Roberto Pinho (RJ) ACHADOS ENDOSCÓPICOS ANORMAIS DO PACIENTE SUBMETIDO À CIRURGIA BARIÁTRICA 2h5-3h00 Conferência Presidente: Mário Rino Conferencista: Felipe Coimbra (SP) 2h5-2h45 USO DA LAPAROSCOPIA NOS TUMORES DO TRATO DIGESTIVO 2h45-3h00 2h45-5h45 FAPEGE Presidente: Fernando Cordeiro 2h45-3h5 Conferência HELICOBACTER PYLORI 203: ONDE ESTAMOS? Conferencista: Carlos Brito 3h5-3h45 CASO CLÍNICO Moderador: Carlos Brito Debatedores: José Miguel Parente (PI) José Roberto de Almeida 3h45-4h5 Conferência ESÔFAGO DE BARRETT - DO DIAGNÓSTICO AO TRATAMENTO Conferencista: Glaciomar Machado (RJ) 4h5-4h45 CASO CLÍNICO 2 Moderador: Glaciomar Machado (RJ) Debatedores: Pedro Braz Thiago Vilaça 4h45-5h5 Conferência DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL: USO DE IMUNOSSUPRESSORES E BIOLÓGICOS Moderador: Marco Zerôncio (RN) 5h5-5h45 CASO CLÍNICO 3 Moderador: Marco Zerôncio (RN) Debatedores: Norma Arteiro Roberto Magalhães Filho 3h00-3h45 3h00-3h30 3h30-3h45 3h45-4h30 3h45-4h5 4h5-4h30 4h30-5h5 4h30-5h00 5h00-5h5 5h5-6h00 5h5-5h45 5h45-6h00 Conferência Presidente: Ricardo Machado Conferencista: Elias Dominique (França) CÂNCER DO PÂNCREAS. PAPEL DO TRATAMENTO CIRÚRGICO Conferência Presidente: Adalberto Guido Conferencista: Felipe Coimbra (SP) LIMITES DA RESSECABILIDADE NOS TUMORES DO APARELHO DIGESTIVO Conferência Presidente: André Petribu Conferencista: João Bosco Oliveira APLICAÇÃO PRÁTICA DA GENÉTICA NO CÂNCER DO APARELHO DIGESTIVO Conferência Presidente: Eduardo Carvalho Conferencista: Julia Correia ECOENDOSCOPIA DO PÂNCREAS E DAS VIAS BILIARES

9 203 SALA A HOTEL SUMMERVILLE PORTO DE GALINHAS PERNAMBUCO 3/08 SALA B SÁBADO PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA 08h30-09h30 GEDIIB GRUPO DE ESTUDOS DE DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL DO NORDESTE CASO CLÍNICO Moderador: Valéria Martinelli Debatedores: Francisco Eduardo Lima José Miguel Parente (PI) Norma Jucá Sender Miszputen (SP) 08h30-09h0 08h30-09h00 09h00-09h0 09h0-09h50 Conferência Presidente: Antônio Lopes Conferencista: Olival Lucena LESÃO IATROGÊNICA DAS VIAS BILIARES. COMO PREVENIR E COMO TRATAR Conferência Presidente: Roberto Pabst Conferencista: Vandré Cabral 09h30-0h30 CASO CLÍNICO 2 Moderador: José Miguel Parente (PI) Debatedores: Ana Paula Matos Marco Zerôncio (RN) Maurílio Toscano Sender Miszputen (SP) Severino Barbosa 09h0-09h40 09h40-09h50 09h50-0h30 09h50-0h20 0h20-0h30 SINDROME DE LYNCH. O QUE O CIRURGIÃO E O CLINICO PRECISAM SABER Conferência Presidente: José Figueiroa Filho Conferencista: Ana Rita Carvalho ESTADIAMENTO DO CÂNCER RETAL POR RNM 0h30-h00 I N T E R V A L O h00-h30 h30-2h30 Conferência COLECTOMIA NA DII: O QUE MUDOU COM OS BIOLÓGICOS Presidente: José Figueiroa Filho Conferencista: Sender Miszputen (SP) SESSÃO DE VÍDEOS Presidente: Daniela Knecht Moderador: Júlia Correia h00-h45 h00-h30 h30-h45 Conferência Presidente: Iran Costa Conferencista: Candice Lima APLICAÇÃO DOS MARCADORES TUMORAIS NO CÂNCER DO APARELHO DIGESTIVO: PRESENTE E FUTURO Palestrantes: VÍDEO : Esôfago Glaciomar Machado (RJ) VÍDEO 2: Estômago Paulo Roberto Pinho (RJ) VÍDEO 3: Delgado Valéria Martinelli VÍDEO 4: Cólon Paulo Roberto Pinho (RJ) h45-2h30 h45-2h5 2h5-2h30 Conferência Presidente: Ana Rita Carvalho Conferencista: Paulo Almeida APLICAÇÃO DO PET CT EM CÂNCER DO APARELHO DIGESTIVO

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11 203 TEMAS LIVRES

12 203 TEMAS LIVRES TL - 0 A PERCEPÇÃO DOS CIRURGIÕES EM RELAÇÃO AO MATERIAL DE MINILAPAROSCOPIA NA REALIZAÇÃO DE NÓS CIRÚRGICOS JUSCIELLE DE SOUZA BARROS, ALVARO PAES DE BARROS ANDRADE, GUSTAVO CESAR DE MELO CALADO, GILDO DE OLIVEIRA PASSOS JUNIOR, GUSTAVO LOPES DE CARVALHO, YUKIE CORREIA KONISHI, ANDRE WILHEIM FCM/UPE - FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS/UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (Recife - PE), CCVGC - CLÍNICA CIRÚRGICA VIDEOLAPAROSCÓPICA GUSTAVO CARVALHO (Recife - PE) OBJETIVO: Avaliar a percepção de cirurgiões após realizarem um nó cirúrgico simples com material de minilaparoscopia (MINI). MÉTODO: Trinta cirurgiões, familiarizados com laparoscopia convencional (LC), se dispuseram a executar um nó cirúrgico simples em um modelo de neoderma. Sem nenhuma instrução prévia, primeiro utilizando o material de LC e em seguida utilizando material de MINI de 3mm. A seguir, com o objetivo de comparar as duas experiências foram realizadas 7 perguntas com a seguinte pontuação: foi dado valor 3 como padrão para todas as respostas dos instrumentos de 5mm. O instrumental de 3mm quando proporcionou experiência melhor, recebeu pontuação 4 ou 5; quando foi semelhante, recebeu pontuação 3, e quando foi pior recebeu pontuação ou 2. As perguntas focaram se o diâmetro do instrumental era adequado (), se os movimentos eram tão precisos quanto o desejado (2), se se sentiram confortável para realizar o nó (3), se o resultado foi o esperado (4), se o nó foi mais fácil de executar (5), se o material tinha flexibilidade adequada (6) e se o material oferecia visualização superior (7). RESULTADO: Em todos os itens a MINI, comparada com a LC, obteve maior pontuação. Em relação se o diâmetro era adequado obteve nota 4,8; em relação à precisão dos movimentos, 4,5; sobre o conforto ao confeccionar o nó, 4,5; em relação ao resultado, 4,4; sobre a facilidade em realizar, obteve a menor nota média, 3,9; em relação à flexibilidade do material, 4,6; e sobre a visualização proporcionada pelo menor diâmetro do material, 4,8. A pontuação média total da comparação foi de 4,5 para o material de MINI. CONCLUSÃO: O procedimento por MINI obteve pontuação média 50% superior em relação ao método convencional, ficando evidente a sua superioridade em relação precisão, conforto, visualização e resultado na execução de nós cirúrgicos. Palavras-chaves: Minilaparoscopia, Precisão, Nós cirúrgicos TL - 02 ADRENALECTOMIA MINILAPAROSCÓPICA POR TUMOR DE GLANDULA ADRENAL - VÍDEO 3 INGRID LAIS VIEIRA RODRIGUES, MATEUS DE MORAES CORREIA PEREZ, NADIA BELFORT EBOLI SILVA, GILDO DE OLIVEIRA PASSOS JUNIOR, JOSÉ JÚLIO ROMÃO DE ANDRADE, GUSTAVO LOPES DE CARVALHO, ANDRE WILHEIM, YUKIE CORREIA KONISHI FCM/UPE - FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS/UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (Recife - PE), CCVGC - CLÍNICA CIRÚRGICA 3 VIDEOLAPAROSCÓPICA GUSTAVO CARVALHO (Recife - PE), UFPE - UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (Recife - PE) OBJETIVO: Demonstrar a segurança e eficácia da adrenalectomia por minilaparoscopia em paciente portador de tumor de adrenal esquerda. MÉTODO: A.Q.L, sexo feminino, 65 anos, portadora de HAS há 4 anos com picos hipertensivos eventuais, dores no quadril à esquerda e cefaleia quase diariamente há 3 anos. Durante investigação exame tomográfico evidenciou a presença de massa solida, hiperdensa, realçada pelo contraste iodado, em adrenal esquerda medindo 3,0 x 2,3 x 2,0. Técnica operatória: em decúbito lateral direito inclinado com os braços abraçando um travesseiro sobre a face foi introduzido trocater de 0mm em região umbilical e confeccionado pneumoperitônio. A seguir foram inseridos três trocaters, um de 5mm em epigástrio, e dois de 3mm em quadrante superior esquerdo com distância entre esses de apenas 4cm. Foi feito descolamento e dissecção do hilo adrenal com LigasureTM de 5mm sendo os vasos identificados e ligados individualmente. A retirada da adrenal ocorreu em bolsa EndobagTM através da incisão umbilical. RESULTADO: A cirurgia procedeu sem intercorrências com um tempo cirúrgico de vídeo hora e 30 minutos. A peça operatória foi encaminhada para estudo histopatológico com resultado ainda pendente e, por isso, ainda não foi decidido terapia adjuvante. A paciente encontra-se assintomática e normotensa mesmo sem fazer uso de medicações anti-hipertensivas seguindo acompanhamento ambulatorial. CONCLUSÃO: A adrenalectomia minilaparoscópica é uma alternativa segura e eficaz para tratamento de tumores de adrenal. Além disso, essa técnica mais refinada proporciona um melhor campo de visão, melhor espaço para atuação do cirurgião e provoca menor trauma em comparação à laparoscopia convencional. Palavras-chaves: Tumor de adrenal, Minilaparoscopia, Adrenalectomia

13 TEMAS LIVRES 203 TL - 03 APENDICECTOMIA MINILAPAROSCÓPICA NO TRATAMENTO DE MUCOCELE DE APÊNDICE CECAL - VÍDEO YUKIE CORREIA KONISHI, ANDERSON ALARES DA SILVA MELO, DIEGO LAURENTINO LIMA, GILDO DE OLIVEIRA PASSOS 2 JUNIOR, CROIDER FRANCO LACERDA, GUSTAVO LOPES DE CARVALHO FCM/UPE - FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS/UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (Recife - PE), CCVGC - CLÍNICA CIRÚRGICA VIDEOLAPAROSCÓPICA GUSTAVO CARVALHO (Recife - PE) OBJETIVO: Demonstrar a utilização da Minilaparoscopia no tratamento de um paciente portador de tumor de apêndice.método: D.S.O., 45 anos, sexo masculino, IMC 29,72; durante investigação por queixa de disúria, exame tomográfico evidenciou lesão cística de apêndice cecal médio-distal. Técnica operatória: em decúbito dorsal com rotação lateral esquerda foi introduzido trocater de mm em região umbilical e confeccionado pneumoperitônio. A seguir foram inseridos 3 trocáteres de baixa fricção com 3,5mm de diâmetro. Após a ressecção, a peça foi introduzida e esvaziada dentro de bolsa EndocatchTM para facilitar sua remoção pelo orifício umbilical e evitar disseminação de células neoplásicas para a cavidade abdominal. O tempo cirúrgico foi de h40. RESULTADO: A cirurgia procedeu sem intercorrências. A peça foi encaminhada para estudo patológico e banco de tumores. Não foi necessário quimioterapia e o paciente está atualmente bem em acompanhamento ambulatorial. CONCLUSÃO: O tratamento minilaparoscópico nos casos de tumor de apêndice cecal é uma alternativa segura e eficaz, além de diminuir os riscos de disseminação tumoral durante a extração. Palavras-chaves: Apendicectomia, Minilaparoscopia, Tumor TL - 04 COLECISTECTOMIA MINILAPAROSCÓPICA ESTÁ ASSOCIADA COM A MAIS BAIXA TAXA DE LESÃO DE DUCTO BILIAR: METANÁLISE INGRID LAIS VIEIRA RODRIGUES, JUSCIELLE DE SOUZA BARROS, GUSTAVO LOPES DE CARVALHO, GILDO DE OLIVEIRA 2 2 PASSOS JUNIOR, FREDERICO WAGNER SILVA, YUKIE CORREIA KONISHI, ANDRE WILHEIM FCM/UPE - FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS/UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (Recife - PE), CCVGC - CLÍNICA CIRÚRGICA VIDEOLAPAROSCÓPICA GUSTAVO CARVALHO (Recife - PE) OBJETIVO: Comparar a taxa de lesão do ducto biliar (LDB) na colecistectomia minilaparoscópica (CM) em relação à taxa histórica aceita de 0,2% na colecistectomia aberta, de 0,4-0,5% na colecistectomia laparoscópica tradicional, e de 0,72% durante colecistectomia laparoscópica de portal único (LESS). MÉTODO: Uma abrangente pesquisa no banco de dados da MEDLINE, EMBASE, CINAHL e Central Pubmed foi realizada para se obter todos os trabalhos relevantes com CM. Foram usadas as seguintes palavras-chaves: minilaparoscopic, needlescopic, microlaparoscopic e cholecystectomy. A pesquisa se restringiu aos quinze trabalhos mais relevantes com 25 ou mais pacientes. RESULTADOS: Os trabalhos foram selecionados, abrangendo o período de 999 a 20 e envolvendo 3.3 pacientes. A taxa de complicação total agregada foi de 0,48%, incluindo vazamentos, LDB, conversão e morte. Metanálise semelhante encontrou 4,2% como taxa de complicação agregada semelhante para os casos de LESS. Em relação, especificamente a LDB a taxa de lesão foi aproximadamente 0,0% (3 casos em 3.3). CONCLUSÃO: Os estudos relevantes sobre CM têm demonstrado as menores incidências de LDB quando comparado às incidências na técnica por via aberta, na por portal único ou mesmo na por laparoscópica tradicional. Palavras-chaves: Metanálise, Colecistectomia minilaparoscópica, Lesão de ducto biliar

14 203 TEMAS LIVRES TL - 05 COLECISTECTOMIA MINILAPAROSCÓPICA: AS LIÇÕES APRENDIDAS APÓS 3 ANOS DE EXPERIÊNCIA E.743 CASOS 2 2 GUSTAVO LOPES DE CARVALHO, FREDERICO WAGNER SILVA, INGRID LAIS VIEIRA RODRIGUES, JUSCIELLE DE SOUZA BARROS, GILDO DE OLIVEIRA PASSOS JUNIOR, YUKIE CORREIA KONISHI FCM/UPE - FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS/UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (Recife - PE), CCVGC - CLÍNICA CIRÚRGICA VIDEOLAPAROSCÓPICA GUSTAVO CARVALHO (Recife - PE) OBJETIVO: A revisão visa a demonstrar valiosas lições aprendidas após 743 casos de colecistectomia minilaparoscópica (CML) e 3 anos de prática. MÉTODO: De 2000 a 203,.743 pacientes foram submetidos à CML. Téc. operatória: Após introdução de trocater de 0mm em incisão umbilical para laparoscópio, foi confeccionado pneumoperitônio e inseridos 3 trocateres. Inicialmente, 2 de 2mm e de 3mm de diâmetro; após 2009 com o advento dos trocateres dilatadores atraumáticos e de baixa fricção, passaram a ser 3 de 3mm. Não foram utilizados óptica de 3mm ou clipes. A artéria cística foi cauterizada de modo seguro próximo à vesícula biliar; o ducto cístico ligado por nós cirúrgicos; e a vesícula retirada pela incisão umbilical, em bolsa adaptada de punho de luva cirúrgica e, nos últimos anos, através de bolsa industrial para extração (MTP 200mL).RESULTADO: O tempo médio de vídeo da operação foi de 24min. 2,4% de conversão para colecistectomia laparoscópica convencional (CLC). Não houve conversão para cirurgia aberta, hemorragias, lesões de ducto biliares, mortalidade, nem complicações no intra e pós-operatório. Apenas caso de reoperação por persistência do ducto de Luschka. Houve grande satisfação dos pacientes quanto à dor pós-operatória e reduzida permanência hospitalar. CONCLUSÃO: () A minilaparoscopia é uma técnica eficaz, segura, refinada, custo-efetiva e com curva de aprendizado curta para os cirurgiões familiarizados com a CLC. (2) Uso de trocateres atraumáticos de baixa fricção com extremidades dilatadoras minimiza a lesão da parede abdominal e dor pós-operatória, além de proporcionar melhor estética com cicatrizes quase imperceptíveis. (3) O Trocater de baixa fricção aumenta a precisão dos movimentos e facilita a utilização do material de minilaparoscopia. (4) A cauterização da artéria cística é segura e eficaz. (5) A confecção dos nós cirúrgicos do ducto cístico é mais fácil e mais rápida devido ao diâmetro reduzido do material. (6) O eletrocautério monopolar associado à precisão do material de minilaparoscopia apresenta padrões de segurança similares ao eletrocautério bipolar com material de laparoscopia. (7) O material de minilaparoscopia oferece melhor visualização para tarefas que exigem maior precisão. (8) A retirada da vesícula em bolsa (independente do tipo) é importante para não só facilitar sua extração como para minimizar o trauma umbilical e reduzir os riscos de infecção local ou disseminação de câncer. Palavras-chaves: Colecistectomia, Laparoscopia Convencional, Minilaparoscopia TL - 06 COLESCISTECTOMIA DE URGÊNCIA REALIZADA POR MINILAPAROSCOPIA - VÍDEO YUKIE CORREIA KONISHI, ALVARO PAES DE BARROS ANDRADE, GUSTAVO CESAR DE MELO CALADO, GILDO DE OLIVEIRA PASSOS JUNIOR, GUSTAVO LOPES DE CARVALHO FCM/UPE - FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS/UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (Recife - PE), CCVGC - CLÍNICA CIRÚRGICA VIDEOLAPAROSCÓPICA GUSTAVO CARVALHO (Recife - PE) OBJETIVO: Demonstrar a segurança e eficácia da colecistectomia minilaparoscópica (CM) mesmo numa situação laboriosa e de urgência. MÉTODO: Z.S., sexo feminino, 75 anos, IMC 3, hipertensa, portadora de DPOC, há dois anos apresentava dores típicas de colecistolitíase e piora significativa da sintomatologia nas 48 horas prévias à cirurgia. Técnica operatória: após introdução de trocater de 0mm em incisão umbilical para laparoscópio foi confeccionado pneumoperitônio e a seguir inseridos três trocáteres de baixa fricção de 3mm de diâmetro. Não foram utilizados ótica de 3mm nem clipes. A artéria cística foi cauterizada de modo seguro próximo à vesícula biliar. O ducto cístico não foi identificado e uma possível fístula colecisto-coledociana foi ligada por nós cirúrgicos. A retirada da vesícula biliar ocorreu através da incisão umbilical, utilizando bolsa industrial para extração autoexpansível (MTP - 200mL). RESULTADO: A cirurgia ocorreu de forma laboriosa, com presença de sangramento em leito vesical, sendo necessária hemostasia com SurgicelR. O tempo cirúrgico do vídeo foi de 55 minutos e a paciete recebeu alta no dia seguinte. CONCLUSÃO: A CM pode ser realizada com segurança e eficácia mesmo nos casos mais graves e laboriosos de colecistite aguda. Palavras-chaves: Minilaparocopia, Colescistectomia, Urgência

15 TEMAS LIVRES 203 TL - 07 CORREÇÃO PERCUTÂNEA DA DISFUNÇÃO DO EFLUXO VENOSO NO TRATAMENTO DA ASCITE PERSISTENTE PÓS-TRANSPLANTE HEPÁTICO: RELATO DE 03 CASOS. LAÉCIO LEITÃO, ROBERTO LEMOS, OLIVAL NETO, BERNADO SABAT, PAULO SERGIO MELLO, ALESSANDRA BARROS, ANA CAROLINA NETTO, AMÉRICO AMORIM, NORMA ARTEIRO, FÁBIO MARINHO, HELOÍSA RAMOS, NORMA JUCÁ, MARIA DE LOURDES, GUSTAVO CRUZ, CLAUDIO LACERDA HUOC/UPE - Unidade de Transplante de Fígado do Hospital Oswaldo Cruz da UPE (R. Arnóbio Marques, 30, Santo Amaro - Recife, PE ) Introdução: ascite volumosa e persistente após o transplante hepático é evento incomum, ocorrendo em cerca de 5 a 7% dos casos. Entre as causas determinantes, está a disfunção do efluxo venoso, devido à estenose da anastomose venocaval. Material e Método: entre 999 e julho de 203 foram realizados 705 trasplantes hepáticos pela Unidade de Transplante de Fígado (UTF) do HUOC-UPE. Selecionamos 03 pacientes com ascite persistente e volumosa póstransplante hepático tratados com angioplastia e implante de stent nas veias hepáticas. Relatos de casos: três homens submeteram-se a transplante hepático, sendo 02 pela técnica piggy back (52 e 60 anos), e 0 convencional (66 anos). Após 9m, 3m e 7 meses do transplante, os pacientes apresentaram ascite persistente, volumosa, apesar da terapia diurética. Dois pacientes (piggy back) apresentaram estenose da junção venocaval na flebografia e foram submetidos à angioplastia percutânea associada a implante de stent. O terceiro paciente (convencional) não apresentava estenose importante nem gradiente na flebografia; entretanto, foram descartadas todas as demais causas da ascite, e, decidiu-se, preemptivamente, pela colocação de stent metálico nas veias hepáticas direita e média, dispostos paralelamente na VCI, determinando regressão completa da ascite. Discussão: a presença de ascite volumosa e persistente após o transplante hepático implica na avaliação por imagem do efluxo venoso por USDoppler, e flebografia direta, sobretudo quando for utilizada a técnica piggy back. Na presença de estenose veno-caval, a angioplastia percutânea e/ou stent é o tratamento de primeira linha, permitindo resolução da ascite na maioria dos casos. Apresentamos um caso de transplante convencional, sem estenose aparente no USDoppler e flebografia. Entretanto, como havíamos afastado todas as demais possíveis causas de ascite persistente, realizamos, preemptivamente, o implante do stent na junção veno-caval (veias hepática média e direita), com resolução completa da ascite em 4 semanas. Os outros dois pacientes também evoluiram com resolução do quadro da ascite, com recuperação da massa muscular corpórea. Conclusão: estenose da anastomose veno-caval pode determina ascite persistente em pacientes transplantados de fígado, indiferentemente da técnica cirúrgica empregada. Nestes casos, a angioplastia percutânea com stent mostrou-se eficaz na resolução completa do quadro clínico nos pacientes relatados. Palavras-chaves: angioplastia, ascite, estenose, vascular TL - 08 DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DOS INSULINOMAS PANCREÁTICOS RICARDO JOSÉ CALDAS MACHADO, MIGUEL ARCANJO DOS SANTOS JUNIOR, EDUARDA PENNA PESSOA DE QUEIROZ, JULIANA CAVALCANTI DE SIQUEIRA, LIDIO CARVALHO DA SILVA LIMA HC-PE - Hospital das Clínicas-UFPE (Av. Prof. Moraes Rego, Cidade Universitária, Recife-PE - CEP: ) Introdução: Os insulinomas são tumores neuroendócrinos do parênquima pancreático, com manifestações clínicas, na maioria dos casos, decorrentes do hiperinsulinismo endógeno e consequente hipoglicemia. Material e Métodos: O presente estudo analisa retrospectivamente aspectos clínicos, diagnósticos e terapêuticos de 2 (doze) pacientes portadores de insulinomas tratados no Serviço de Cirurgia Geral do HC-UFPE e na clínica privada (Machado,RJC), no período de 999 a 202..Resultados: Dos doze pacientes 03 eram do sexo masculino e 09 do feminino, com idade média de 39,2 anos, A duração média dos sintomas foi de 44 meses. Os sintomas neuroglicopênicos foram predominantes na maioria dos pacientes. A relação insulina/glicose mostrou-se positiva em todos os pacientes em que foi obtida. Os exames de imagem não invasivos foram poucos sensíveis (30%). A associação da palpação e USG intra-operatória localizou o tumor em todos os pacientes. A localização mais freqüente foi no corpo pancreático, com a pancreatectomia parcial sendo o procedimento cirúrgico mais realizado, seguido da enucleação e duas pancreatectomias totais. Fístula pancreática ocorreu em 04 pacientes. O tamanho das lesões variou de 0,2 a 4,0 cm, com a patologia confirmando o diagnóstico clínico, com dois casos sendo considerados malignos. Não houve mortalidade operatória, nem recorrência no período de acompanhamento Conclusão: O diagnóstico clínico dos insulinomas ainda é relativamente tardio e a sua localização, em parcela significativa, ocorre apenas no intra-operatório. Palavras-chaves: Hipoglicemia, Hiperinsulinismo, Tumores neuroendócrinos, Pâncreas, USG transoperatória

16 203 TEMAS LIVRES TL - 09 DIVERTÍCULO DE MECKEL: DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO ASSISTIDO POR VIDEOLAPAROSCOPIA.,2,2,2,2 FELIPE BARROS TEIXEIRA BASTO, BRENO BANDEIRA DE MELLO, OSSAMU OKAZAKI, LEONARDO PONTUAL LIMA,,2,2,2 RAFAEL FIGUEIREDO ATAÍDE, MARCELL LINS MELO, MARCONI ROBERTO DE LEMOS MEIRA HSE - HOSPITAL DOS SERVIDORES DO ESTADO (AVENIDA ROSA E SILVA S/N, CEP RECIFE-PE), HMSJ - HOSPITAL MEMORIAL SÃO JOSÉ (AV. AGAMENON MAGALHAES N 229, DERBY RECIFE-PE) RESUMO: O divertículo de Meckel acomete 2% da população, em uma proporção de dois homens para cada mulher, sendo considerada a malformação congênita mais comum do trato gastrointestinal. O divertículo contém mucosa, submucosa e muscular própria, sendo que o revestimento mucoso pode ser semelhante ao do íleo terminal ou, como ocorre em 50% dos casos, pode apresentar tecido ectópico, como mucosa gástrica, colônica, jejunal, duodenal ou tecido pancreático. A maioria dos pacientes que apresentam divertículo de Meckel é assintomático e os demais geralmente apresentam sintomas na infância (<2 anos). A manifestação clinica mais comum é o sangramento gastrointestinal. OBJETIVOS: Relatar um caso e apresentar o vídeo de uma paciente feminina, adulta que apresentou enterorragia de origem obscura a qual apos investigação foi diagnosticada ser portadora de divertículo de Meckel e optado por tratamento cirúrgico. MATERIAL E MÉTODOS: Paciente com história de sangramento digestivo baixo na infância sem repercussão clínica. Após vida adulta paciente apresentau novo sangramento digestivo baixo em grande quantidade, indolor. Realizadas EDA, colonoscopia, e capsula endoscópica sem evidências de foco de sangramento. Realizado também SEED onde não foi encontrada nenhuma alteração anatômica no trânsito intestinal. Após TAC de ABD total com contraste iodado foi encontrada alteração em região de íleo distal sugestiva de divertículo de Meckel. O Diagnóstico definitivo de divertículo de Meckel foi realizado por equipamento híbrido (spect-ct), capaz de realizar imagens cintilográficas planares, tomográficas (SPECT) e imagens de TAC multi-slice com injeção venosa de 99mTc-pertecnetato. O Tratamento proposto foi a cirurgia. RESULTADO: Apos persistência no diagnóstico do sangramento oculto foi possível identificar a causa do sangramento (divertículo de Meckel), obtendo uma abordagem cirúrgica mais segura e objetiva. CONCLUSÕES: O divertículo de Meckel, apesar de ser causa incomum de sangramento digestivo baixo em adultos jovens, deve ser suspeitada principalmente em casos de sangramento digestivo baixo sem dor abdominal. No caso relatado foi realizada investigação da enterorragia com esofagogastroduodenoscopia, colonoscopia e capsula endoscópica, que se mostraram normais. O diagnóstico foi feito somente após cintilografia com tecnécio-pertecnetato de sódio, que apresenta captação pela mucosa gástrica ectópica. Palavras-chaves: Divertículo de Meckel, Enterorragia, Laparoscopia TL - 0 DIVERTÍCULO DE ZENKER: UMA CAUSA DE ODINOFAGIA RECORRENTE Walter Oliveira, Érico Macedo, Francisco Albuquerque, Carlos Maciel, Marina Soares, Paulo Nascimento, Wilma Ribeiro Coutinho De Almeida Guedes Pires, Eduardo Siqueira, Rafaela Guedes, Nadja Rolim, Murio Almeida, Eduardo Just, Silvio Cavalcante, Eolo Albuquerque, Laécio Leitão HC-UFPE - Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (Recife- Pernambuco), FAMENE - Faculdade de Medicina Nova Esperança (João Pessoa- Paraíba) O divertículo de Zenker é uma evaginação da mucosa do esôfago através do triângulo de Killian, uma área de fraqueza muscular entre as fibras transversas do músculo cricofaríngeo e as fibras oblíquas do constritor inferior. É definido como um divertículo posterior, que tem sua origem proximal ao músculo cricofaríngeo, sendo classificado como um falso divertículo, por conter apenas mucosa e submucosa, diferenciando-o dos "verdadeiros" que contêm todas as camadas da parede intestinal. É raro, com uma incidência anual de 2 casos por ao ano no Reino Unido. Homem, 42 anos, pardo, com queixas de odinofagia recorrente e disfagia esporádica há cerca de 2 anos. Procurou nosso hospital sendo realizada endoscopia digestiva alta que não mostrou anormalidades. Num segundo momento, foi realizado estudo contrastado do esôfago que evidenciou divertículo na parede posterior do segmento cervical do esôfago. O divertículo de Zenker é uma patologia rara, normalmente descoberta em adultos entre a sexta e sétima década de vida, embora tenha sido descrito em crianças. Por razões pouco evidentes, a maioria dos pacientes são do sexo masculino. A disfagia é um sintoma frequente da doença, podendo anteceder em até dois anos o diagnóstico do divertículo. Outros sintomas são opressão determinada pela sensação de acúmulo de alimento na região cervival, a sialorréia, a regurgitação e a halitose. A tumoração cervical e odinofagia aparecem com menos frequência. Divertículos de Zenker são geralmente diagnosticado durante o esofagograma baritado. Esofagomanometria tipicamente não é necessário; no entanto, pode ajudar a esclarecer a patogênese do divertículo. O tratamento de escolha é a diverticulectomia complementada com a miotomia do musculo cricofaríngeo; entretanto, diverticulopexia com miotomia, e até tecnicas endoscópicas, também tem sido empregadas na terapeutica. Palavras-chaves: Diverticulectomia, Esofagograma baritado, Falso divertículo, Odinofagia

17 TEMAS LIVRES 203 TL - DOENÇA DE WHIPPLE: RELATO DE CASO DE PACIENTE ATENDIDO NO INSTITUTO DO FÍGADO DE PERNAMBUCO Gustavo de Souza Moreira, André Wilheim, Carlos Eugênio Gantois Filho, HUGO LEONARDO JERÔNIMO IFP - Instituto do Figado de Pernambuco (Rua Arnóbio Marques Santo Amaro, Recife-PE) INTRODUCAO A doença de Whipple é uma doença rara que acomete em cada de indivíduos, de preferência do sexo masculino, entre 40 e 50 anos. O agente etiológico é o actinomiceto Tropheryma whipplei. O TGI é acometido em 60-90% dos casos, enquanto que o sistema osteoarticular e o sistema nervoso são afetados em 70% e 5-20%, respectivamente. A endoscopia com biópsia é mandatória no diagnóstico da DW, sendo os achados anatomopatológicos constituídos por espessamento da mucosa intestinal, achatamento das vilosidades, oclusão dos vasos linfáticos, e depósitos lipídicos na lâmina própria da parede intestinal, que permite a identificação da bactéria ou remanescentes nos macrófagos com vesículas PAS positivas. OBJETIVO: Relatar um caso de doença de Whipple em paciente acompanhado no Instituto do Fígado de Pernambuco (IFP) com atualização e revisão da literatura sobre esta condição clínica; MATERIAL/MÉTODOS: Relato de caso de M.V.F, masculino, 50 anos, natural e procedente de rio formoso-pe, acompanhado no ambulatório do intestino do IFP, desde 200, por queixa de diarréia Crônica ( + de 20 anos) associada ao diagnóstico de Polineuropatia periférica axonal sensitiva/motora em MMII, firmado em consulta com neurologista após realização de eletroneuromiografia; Após longo perído de acompanhamento, teve o diagnóstico de doença de Whipple firmado após revisão de biópsia de intestino delgado; : A doença de Whipple é uma doença rara que acomete em cada de indivíduos, de preferência do sexo masculino, entre 40 e 50 anos. O agente etiológico é o actinomiceto Tropheryma whipplei. O TGI é acometido em 60-90% dos casos, enquanto que o sistema osteoarticular e o sistema nervoso são afetados em 70% e 5-20%, respectivamente. A endoscopia com biópsia é mandatória no diagnóstico da DW, sendo os achados anatomopatológicos constituídos por espessamento da mucosa intestinal, achatamento das vilosidades, oclusão dos vasos linfáticos, e depósitos lipídicos na lâmina própria da parede intestinal, que permite a identificação da bactéria ou remanescentes nos macrófagos com vesículas PAS positivas. O tratamento de escolha e a trimetropina + sulfometoxazol em doses altas inicialmente, seguido por uma dose de manutenção por um a dois anos até a remissão completa do quadro clínico. O acompanhamento deve ser feito com EDA após 6-2 meses, e se a pesquisa de PAS for negativa, o tratamento pode ser interrompido. Palavras-chaves: whipple, sulfametoxazol-trimetropina, diarréia crônica, PAS TL - 2 EMBOLIZAÇÃO PORTAL PRÉ-OPERATÓRIA VIABILIZANDO HEPATECTOMIA: RELATO DE 02 CASOS. 2 2 LAÉCIO LEITÃO, WALTER VON SÖHSTEN, NORMA JUCÁ, BRUNO PEREZ, LUANA BARROS, MARINA SOARES, FERNANDA SOUZA, PAULO HENRIQUE, CARLOS MACIEL, WILMA GUEDES, JOSÉ OLIMPIO MAIA, OLIVAL NETO, PAULO SERGIO MELLO, AMÉRICO AMORIM, CLÁUDIO LACERDA HUOC/UPE - Hospital Universitário Oswaldo Cruz (R. Arnóbio Marques, 30 - Santo Amaro, Recife-PE, ), HC-UFPE - Hospital das Clinicas da UFPE (Av. Prof. Morais Rego, s/n,cid. Universitária, Recife-PE ) Introdução: exérese cirúrgica é o tratamento curativo oferecido aos pacientes com tumor hepático. Entretanto, algumas hepatectomias são contra-indicadas quando o volume residual hepático é insuficiente para manter as funções do órgão adequadamente. Nestes casos, realiza-se a embolização percutânea do ramo portal direito, visando vicariação do lobo hepático esquerdo, permitindo a hepatectomia. Relato de casos: um homem de 46 anos que realizou sigmeodectomia para tratamento de adenocarcinoma, apresentou oito meses depois, metástase hepática de 3cm no lobo hepático direito; uma mulher de 39 anos, não cirrótica, com dor em hipocôndrio direito, exibia um grande hepatocarcinoma (cm), exofítico, no lobo hepático direito, sem lesões hepáticas satélites. Em comum, ambos os pacientes possuiam um pequeno lobo esquerdo; então, através de punção percutânea epigástrica, acessou-se o sistema porta, embolizando-se o ramo portal direito com cola (cianoacrilato). Cinco semanas depois, realizou-se hepatectomia direita, com exérese da metástase colônica, e trisegmentectomia direita, para o tratamento do hepaticacinoma. O paciente da metástase hepática realizou radiofrequência percutânea da lesão, enquanto aguardava a hepatectomia. Tomografia abdominal de controle confirmou ausência de lesão residual. Os pacientes evoluiram com função hepática normal. Discussão: embora a exérese cirúrgica seja o tratamento de escolha na lesão hepática tumoral, primária ou secundária, apenas cerca de 20% dos pacientes apresentam condições de ressecabilidade da lesão, devido à doença bilobar, cirrose ou parênquima hepático residual insuficiente. Levando-se em conta os fatores hepatotróficos do retorno venoso intestinal, a embolização portal preconiza a oclusão do ramo portal direito, permitindo que o retorno venoso esplânico atinja o lobo hepático esquerdo, detetrminando sua regeneração/ hipertrofia parenquimatosa. Nestas condições, que habitualmente é màxima na 5ª. semana pós embolização portal, realiza-se a exérese da lesão, sem deteriorização da função hepática. Nos dois casos apresentados, a embolização portal mostrou-se eficiente, e bastante segura. Palavras-chaves: embolização, fígado, hepatectomia, tumor

18 203 TEMAS LIVRES TL - 3 EMBOLIZAÇÃO DE HEMOBILIA MACIÇA: SÉRIE DE 05 CASOS,2 2,2 LAÉCIO LEITÃO, JUCIER FURTADO, OLIVAL NETO, AMÉRICO AMORIM, PAULO SERGIO MELO, NORMA ARTEIRO, PEDRO PINHEIRO, GABRIELA GUEDES, CARLOS MARANHÃO, DANIELA SOUZA, ANA CAROLINA NETTO, ALESSANDRA BARROS, 2 2 ALEXANDRE GUEDES, ESDRAS LINS, CLÁUDIO LACERDA HUOC/ UPE - Hospital Universitário Oswaldo Cruz (R. Arnóbio Marques, 30-Santo Amaro, Recife-PE ), HC-UFPE - Hospital das Clínicas da UFPE (Av Prof. Moraes Rego, S/N-Cidade Universitária, Recife-Pe ) Introdução: hemobilia maciça é um evento raro após colecistectomia laparoscópica, habitualmente ocorrendo associada ao trauma hepático penetrante ou fechado, bem como após procedimentos percutâneos (biópsia e drenagem hepato-biliar percutâneas). Série de casos: cinco pacientes, sendo 04 mulheres, com idade variando entre anos, apresentaram hemobilia maciça e choque hipovolêmico. Em 03 pacientes a hemobilia ocorreu após colecistectomia videolaparoscópica, 0 após biópsia hepática e 0 depois de drenagem de abscesso hepático por cirurgia aberta. Havia 04 pseudoaneurismas e 0 fístula arteriovenosa (FAV) como causa da hemorragia. Todos os pacientes foram tratados por meio da injeção de cianoacrilato, sendo 04 por via endovascular (via microcateter), e 0 por punção hepática direta guiada por escopia. Todas as lesões foram excluídas, preservando-se a circulação arterial hepática suficiente para evitar necrose biliar. A hemobilia resolveu em todos os casos, com recuperação clínicas de todos os pacientes. Não houve recorrência da hemorragia intestinal no segmento clinico superior a três anos, nem complicação relacionada ao procedimento percutâneo. Discussão: há duas décadas que a hemorragia digestiva (HD) vem sendo tratada por embolização percutânea, através do TIPS, embolização gástrica, hepática ou duodenal (HD alta), ou embolização de angiodisplasia, hemorragia tumoral ou diverticular (HD baixa). Similarmente, e desde que a angioarquitetura da lesão seja favorável, na hemobilia a embolização é o tratamento de primeira escolha, pois permite maior preservação arterial e tecidual, num fígado previamente agredido. Em nossa série, a embolização com cola (cianoacrilato) mostrou-se eficiente em todos os casos. Palavras-chaves: Embolização, Hemobilia, Hemorragia, pseudoaneurisma, vascular TL - 4 ENCEFALOPATIA POR SHUNT ESPLENORRENAL ESPONTÂNEO SEM INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA BRUNO ESMERALDO MACEDO FALCÃO, MAÍRA MELO DA FONSECA, ANA RAQUEL SALES ALENCAR, FLORISVALDO DE CARVALHO LIRA, LEVY PETRUS SILVESTRE DE LIMA SILVA, VANESSA ALVES DE CARVALHO, PRISCILLA BARBOSA ARAÚJO, MAIARA COUTINHO BASTOS, ANA PAULA DE ANDRADE LIMA, MARCELO CARVALHO VIEIRA DE MELO HOF - Hospital Otávio de Freitas (Rua Aprígio Guimarães, S/N, Tejipió, Recife/PE) OBJETIVOS: Relatar um caso de encefalopatia por shunt esplenorrenal espontâneo sem insuficiência hepática. MÉTODOS:Informações foram obtidas através de revisão de prontuário médico. RESULTADOS: Homem, 45 anos, hipertenso, diabético e portador de doença renal crônica em tratamento conservador. História de hepatopatia crônica de etiologia esquistossomótica, com esplenectomia prévia há 8 anos. Foi admitido no serviço por episódios recorrentes de encefalopatia, com piora relacionada a constipação intestinal. Não apresentava sinais de hipertensão portal; endoscopia digestiva alta não mostrou varizes esofágicas. Albumina=3g/dL; INR=,07. Durante o internamento, apresentou numerosos episódios de desorientação e rebaixamento do nível de consciência, obtendo melhora com a administração de lactulona. Ultrassonografia Doppler de vasos abdominais evidenciou trombose e transformação cavernomatosa de veia porta, com importante circulação hepatofugal tipo esplenorrenal. O paciente obteve controle do quadro neurológico com titulação de dose de lactulona. CONCLUSÕES:Encefalopatia hepática consiste em um estado reversível de alteração cognitiva decorrente de níveis séricos elevados de amônia resultantes da digestão de aminoácidos pelas bactérias intestinais; é a principal causa de sintomas neurológicos em pacientes hepatopatas crônicos, estando presente em 50 a 70% dos casos. Diante de episódios recorrentes de encefalopatia sem fator deflagrador claro, deve ser sempre aventada a hipótese de presença de um desvio de fluxo porto-sistêmico, que diminui a passagem do sangue mesentérico pelos sinusóides hepáticos, reduzindo a metabolização das escórias nitrogenadas intestinais. Shunts porto-sistêmicos são usados como medidas cirúrgicas para o controle da hipertensão portal, porém podem ocorrer de forma espontânea; a complicação mais frequente é a encefalopatia crônica. A diminuição de fluxo na maioria das vezes causa prejuízo à função hepática, o que não foi observado no caso. O manejo clínico destes pacientes consiste na administração contínua de laxantes, que impedem o supercrescimento bacteriano e reduzem a produção de substâncias nitrogenadas no cólon. Em casos refratários, pode-se optar pela obliteração do shunt através de intervenção hemodinâmica. Palavras-chaves: encefalopatia, porto-sistêmico, shunt

19 TEMAS LIVRES 203 TL - 5 ESCLEROSE SISTÊMICA COM ENVOLVIMENTO DO TRATO GASTROINTESTINAL-RELATO DE CASO Arianna Barreto de Sousa, Airton Madureira, José Ricardo Bandeira de Oliveira Filho, Júlia Carone, Fábio Meneses Melo, Cláudia Sá, Aderson Luna, Cristina Bandeira e Farias, Sylene Carvalho HR - Hospital da Restauração (Av Agamenon Magalhães) Introdução: A Esclerose Sistêmica (ES) é uma doença difusa do tecido conjuntivo caracterizada por diversos graus de fibrose cutânea e visceral, presença de autoanticorpos no soro e vasculopatia de pequenos vasos. Consiste em uma patologia rara, com taxa de prevalência que varia de 3-24 por milhão de habitantes a depender da região estudada, sendo de 3-4 vezes mais freqüente nas mulheres com pico de incidência na vida adulta dos 35 aos 54 anos. Além de manifestações cutâneas, pulmonares, cardíacas e renais, envolve o trato gastrointestinal (TGI) em 90% dos casos. Objetivo: relatar o caso de paciente do sexo masculino de 54 anos com diagnóstico de ES e alterações em esofagograma, endoscopia digestiva alta (EDA) e esofagomanometria (EMN), além de discutir acerca das manifestações da esclerose no TGI. Método: estudo do tipo descritivo onde é relatado um caso de paciente acompanhado na enfermaria de clínica médica do Hospital da Restauração. Os dados foram retirados do prontuário. Resultado: Paciente com pirose importante e achados de esofagite erosiva leve grau B de Los Angeles na EDA e esofagograma visualizando dilatação difusa esofágica corroborados com a EMN que atesta atonia do corpo esofágico distal e hipotonia de esfíncter além de TC de tórax com imagens sugestivas de fibrose pulmonar em bases e alterações cutâneas do paciente associada a positividade de auto anticorpos define-se o diagnóstico dessa patologia. Conclusão: O TGI é provavelmente o segundo sítio mais afetado pela ES. O esôfago é afetado em cerca de 70-90% dos pacientes com afecções no TGI. Os sintomas esofágicos mais comuns são disfagia, anorexia, pirose e náuseas ou vômitos. Existe uma correlação entre distúrbio de motricidade esofágica e doença intersticial pulmonar. A ES afeta os 2/3 distais do esôfago com diminuição do peristaltismo e da força esfincteriana, gerando refluxo gastroesofágico. O tratamento preconizado tem como base inibidores de bomba de prótons e mudanças de hábitos de vida. Diante da raridade do diagnóstico de ES no sexo masculino e a falta de um grande registro nacional desta patologia, os autores ressaltam a importância de uma discussão mais profunda sobre o tema. Palavras-chaves: Esclerose sistêmica, Esôfago, Masculino TL - 6 ESPLENECTOMIA LAPAROSCÓPICA: ABORDAGENS DISTINTAS PARA CONTROLE VASCULAR MARCELL LINS MELO, RAFAEL FIGUEIREDO ATAÍDE, LEONARDO PONTUAL LIMA, OSSAMU OKAZAKI, FELIPE BARROS TEIXEIRA BASTO, BRENO BANDEIRA DE MELLO, GERALDO JOSÉ PARAÍSO WANDERLEY, MARCONI ROBERTO DE LEMOS 2,3 MEIRA 2 HSE - HOSPITAL DOS SERVIDORES DO ESTADO DE PERNAMBUCO (AVENIDA CONSELHEIRO ROSA E SILVA, S/N. 3 ESPINHEIRO. RECIFE-PE), MSJ - HOSPITAL MEMORIAL SÃO JOSÉ (AVENIDA GOVERNADOR AGAMENON MAGALHÃES, 229. DERBY. RECIFE-PE) RESUMO: Com a importância cada vez maior da cirurgia laparoscópica em esplenectomias de causas não-traumáticas, é de suma perspicácia a avaliação do controle vascular na abordagem deste órgão, por vezes sede de sangramentos vultuosos de difícil controle depois de iniciados. Neste trabalho mostramos dois métodos para este controle. OBJETIVOS: Relatar abordagens distintas para uma adequada hemostasia durante uma esplenectomia videolaparoscópica. MATERIAL E MÉTODOS: Acompanhamento de duas esplenectomias laparoscópicas, das quais uma foi realizada em paciente portador de púrpura trombocitopênica idiopática, sendo optado pelo uso de um selador de vasos bipolar (Ligasure &trade) para hemostasia. O outro paciente possuía cistos esplênicos benignos, sendo realizado o controle vascular durante a esplenectomia utilizando bisturi ultrassônico, grampeador cirúrgico e ligadura convencional com fio de algodão. RESULTADOS: Ambos os métodos mostraram-se eficazes tendo em vista uma adequada hemostasia intra-operatória. Os dois pacientes evoluíram sem intercorrências hemodinâmicas no decorrer da cirurgia e apresentaram-se bem clinicamente após a esplenectomia, recebendo, ambos, alta hospitalar no terceiro dia pósoperatório. CONCLUSÃO: Nos últimos anos, com o avanço da cirurgia videolaparoscópica, a esplenectomia por causas não-traumática vem sendo quase que essencialmente realizada por videolaparóscopia. Diante disto, algumas abordagens diferentes para hemostasia durante o ato cirúrgico podem ser realizadas. Com o presente trabalho, concluímos que tanto a utilização do Ligasure &trade como o uso de bisturi ultrassônico associado a grampeador cirúrgico mais ligadura convencional, mostraram-se eficazes em evitar sangramentos importantes durante o ato cirúrgico. PALAVRAS-CHAVE: Baço; Hemostasia; Esplenectomia Laparoscópica; Cisto Esplênico Benigno; Púrpura Trombocitopênica Idiopática. Palavras-chaves: ESPLENECTOMIA LAPAROSCÓPICA, BAÇO, HEMOSTASIA, CISTO ESPLÊNICO BENIGNO, PÚRPURA TROMBOCITOPÊNICA IDIOPÁTICA

20 203 TEMAS LIVRES TL - 7 ESPLENECTOMIA MINILAPAROSCÓPICA POR PÚRPURA TROMBOCITOPÊNICA IDIOPÁTICA VÍDEO JUSCIELLE DE SOUZA BARROS, INGRID LAIS VIEIRA RODRIGUES, GILDO DE OLIVEIRA PASSOS JUNIOR, FREDERICO 2 2 WAGNER SILVA, GUSTAVO LOPES DE CARVALHO, ANDRE WILHEIM, YUKIE CORREIA KONISHI FCM/UPE - FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS/UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (Recife - PE), CCVGC - CLÍNICA CIRÚRGICA VIDEOLAPAROSCÓPICA GUSTAVO CARVALHO (Recife - PE) OBJETIVO: Demonstrar a segurança e eficácia da esplenectomia por minilaparoscopia em paciente portador de púrpura trombocitopênica idiopática (PTI). MÉTODO: M.A.S., 72 anos, masculino, IMC 22, portador de PTI com plaquetopenia intensa e persistente há ano. Fez várias transfusões de plaquetas e corticoterapia por 8 meses com remissão temporária. Técnica operatória: em decúbito lateral direito inclinado com os braços abraçando um travesseiro sobre a face foi introduzido trocater de 0mm em região umbilical e confeccionado pneumoperitônio. A seguir foram inseridos três trocaters, um de 5mm em epigástrio e dois de 3mm em quadrante superior esquerdo com distância entre esses de apenas 4cm. Foi feito descolamento do baço e dissecção do hilo esplênico com LigasureTM de 5mm. A retirada do baço, em bolsa EndobagTM, ocorreu através da incisão umbilical após sua ampliação para 20mm. RESULTADO: Não houve intercorrências na cirurgia e a alta hospitalar ocorreu no dia seguinte. O baço pesava 50g e o exame histopatológico demonstrou alterações congestivas de parênquima esplênico. CONCLUSÃO: A esplenectomia minilaparoscópica é uma alternativa segura e eficaz para tratamento de PTI.. Além disso, essa técnica mais refinada proporciona um melhor campo de visão, melhor espaço para atuação do cirurgião e provoca menor trauma em comparação à laparoscopia convencional. Palavras-chaves: Púrpura trombocitopênica idiopática, Esplenectomia, Baço, Minilaparoscopia TL - 8 FIBROSE HEPÁTICA CONGÊNITA: RELATO DE CASO MAÍRA MELO DA FONSECA, BRUNO ESMERALDO MACEDO FALCÃO, FRANCISCO PIRAUÁ ALVES GONÇALVES, AMADEU DE ASSIS MARINHO NETO, REBECA MATOS VELEZ DE ANDRADE LIMA FERNANDES, JOSÉ SÉRGIO NASCIMENTO SILVA, HEIDER ALEXANDRE SANTANA FERREIRA, JESUS MANOEL BERNARDEZ GANDARA, CARLOS ALBERTO DE LIMA BOTELHO FILHO, ANA PAULA DE ANDRADE LIMA, MARCELO CARVALHO VIEIRA DE MELO HOF - Hospital Otávio de Freitas (Rua Aprígio Guimarães, S/N, Tejipió, Recife/PE) OBJETIVO: Relatar o caso de um paciente com fibrose hepática congênita. MATERIAL E MÉTODOS: As informações foram obtidas através de revisão de prontuário médico. RESULTADOS: J.A.S., 3 anos, previamente hígido, foi internado com queixa de dor abdominal iniciada há 3 meses. Na semana anterior à admissão hospitalar, apresentou dois episódios de hematêmese e melena, com necessidade de hemotransfusão. Referia epidemiologia positiva para esquistossomose. Ao exame, apresentava fígado aumentado, principalmente o lobo esquerdo, indolor, endurecido, palpável a aproximadamente 3cm abaixo do apêndice xifóide, além de esplenomegalia importante e indolor. Ultrassonografia de abdome evidenciou esplenomegalia homogênea e alterações compatíveis com hepatopatia crônica. Endoscopia mostrou cordões varicosos em terço médio do esôfago. A função hepática era normal, apresentava pancitopenia e as sorologias negativas para os vírus das hepatites. Mielograma com medula óssea hipercelular. Biópsia hepática teve achados compatíveis com fibrose hepática congênita. CONCLUSÕES: A fibrose hepática congênita é uma doença rara, relacionada a herança autossômica recessiva. Afeta igualmente ambos os gêneros. É causada por malformações dos ductos biliares. Pode estar associada a algumas condições, como doença policística renal e doença de Caroli. Os pacientes acometidos desenvolvem hipertensão portal, que se torna evidente geralmente após apresentarem episódio de hemorragia digestiva alta, na infância ou quando adulto jovem. Usualmente, as provas de função hepática permanecem inalteradas e a ascite está ausente. O diagnóstico é feito pela biópsia hepática, através da visualização do aumento das dimensões dos espaços portais pela deposição de tecido fibroso e ductos biliares irregularmente dilatados. Palavras-chaves: esplenomegalia, fibrose, hematêmese

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