BIBLIOTECA LAS CASAS Fundación Index

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "BIBLIOTECA LAS CASAS Fundación Index http://www.index-f.com/lascasas/lascasas.php"

Transcrição

1 Cómo citar este documento BIBLIOTECA LAS CASAS Fundación Index Arend Birrer, Jucelaine; Soares, Rhea Silvia de Ávila; Dalla Lana, Letice; Marques da Silva, Rodrigo. Avaliação das orientações pré-operatórias prestadas a clientes da unidade de clínica cirúrgica do Hospital Universitario de Santa Maria (UFSM). Biblioteca Lascasas, 2012; 8(3). Disponible en AVALIAÇÃO DAS ORIENTAÇÕES PRÉ- OPERATÓRIAS PRESTADAS A CLIENTES DA UNIDADE DE CLÍNICA CIRÚRGICA DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE SANTA MARIA (UFSM) Jucelaine Arend Birrer Coordenadora do projeto, Enfermeira Especialista em Administração e Gestão Pública pela Universidade Federal de Santa Maria, Especialista em Gestão da Clínica Hospitalar, pela Fundação Dom Cabral e Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-Libanes, de São Paulo, Coordenadora da Unidade Cirúrgica do HUSM. Mestranda em Administração pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) Rhea Silvia de Ávila Soares - Enfermeira. Especialista em Saúde Pública pela Faculdade Internacional de Curitiba. Enfermeira da Unidade Cirúrgica do HUSM. Coordenadora do Grupo de Lesões de Pele (GELP) do HUSM. Letice Dalla Lana Enfermeira. Especialista pelo Programa de Residência Multiprofissional em Sistemas Públicos de Saúde da UFSM. Mestranda em Gerontologia Biomédica pela Pontifícia Católica Universidade do Rio Grande do Sul (PUCRS).

2 Rodrigo Marques da Silva- Enfermeiro. Mestrando em Enfermagem pela UFSM Universidade Federal de Santa Maria.

3 3 RESUMO A educação em saúde no contexto da enfermagem vem sendo uma realidade cada vez mais efetiva, pois o enfermeiro em sua prática profissional tem a educação em saúde como um instrumento fundamental para uma assistência de boa qualidade, pois além de ser um cuidador é um educador, tanto para o cliente quanto para a sua família. Para tanto, é necessário que a instituição e os profissionais desenvolvam atividades que desencadeiem tal processo de transformação nos clientes. Os enfermeiros da Unidade de Clinica Cirúrgica a partir das ações de educação em saúde buscam identificar e reduzir os fatores causadores de ansiedade, medo e desconfortos ocasionados frente ao procedimento cirúrgico. Os elementos utilizados neste processo de educação ao cliente e seu familiar, são a capacidade de comunicação através de atividades de orientação que valorizam o saber do cliente, sendo o enfermeiro o facilitador destas atividades. Os enfermeiros da Unidade de Clinica cirúrgica realizam em sua prática de trabalho, atividades de educação em saúde sistematizada. Estas atividades educativas surgiram a partir da necessidade de melhoramento da assistência prestada ao usuário de saúde, logo justifica-se a necessidade de identificar as se esta estratégia e/ou metodologia, realmente auxiliam nas orientações, principalmente por entender que o profissional de enfermagem deve saber ensinar e educar seus clientes. O principal objetivo deste trabalho é avaliar as atividades de educação em saúde realizadas pela equipe de enfermagem em unidade de clinica cirúrgica, através das orientações pré- operatórias prestadas a clientes submetidos a cirurgias de Gastrectomia e Esofagectomia, a partir de uma pesquisa exploratória descritiva de abordagem qualitativa.

4 4 1 INTRODUÇÃO As práticas educativas em saúde no contexto da enfermagem vêm sendo uma realidade cada vez mais efetiva, pois o enfermeiro em sua prática profissional tem a educação em saúde como um instrumento fundamental para uma assistência de boa qualidade, pois além de ser um cuidador é um educador, tanto para o cliente quanto para a sua família. Aprender e ensinar constitui atividades muito próximas da experiência humana. Desde o nascimento, cada homem enfrenta não apenas o desafio da sobrevivência, mas também o do desenvolvimento, que se alcança pela aprendizagem realizada no seio de comunidades que se renovam constantemente (PEREIRA, 2006, pg 35). Na atenção ao cliente que necessita realizar um procedimento cirúrgico, a equipe de enfermagem é responsável pelo seu preparo, estabelecendo e desenvolvendo diversas ações e cuidados, de acordo com a cirurgia. Esses cuidados, por sua vez, são executados de acordo com conhecimentos especializados, para atender às necessidades advindas do tratamento cirúrgico e incluem orientação, preparo físico e emocional, avaliação e encaminhamento ao centro cirúrgico com a finalidade de diminuir o risco cirúrgico, promover a recuperação e evitar complicações no pós-operatório. O enfermeiro é o profissional responsável pelo planejamento da assistência de enfermagem e tomada de decisão sobre o cuidado prestado ao cliente cirúrgico, assim deve planejar as ações de educação em saúde que desenvolverá com seu cliente para desta forma prevenir e minimizar os fatores estressores do processo cirúrgico. Segundo Lopes et al (2009), o enfermeiro é um educador por natureza que, ao sistematizar e individualizar o cuidado e voltar-se não somente para a doença, pode exercer influência sobre o estilo de vida das pessoas, fazendo-as sujeitos de suas próprias decisões e mobilizando toda sociedade para a implantação de políticas públicas saudáveis. Atividades educativas em saúde se configuram como ações voltadas para a promoção da saúde, pois são estratégias utilizadas para desenvolver e potencializar nos clientes a capacidade de enfrentar os problemas de saúde

5 5 existentes, estimulando comportamentos e atitudes saudáveis, além de propiciar o autocuidado. O processo ensino-aprendizagem do adulto que aguarda um procedimento cirúrgico começa no pré-operatório, no qual o enfermeiro deve estabelecer um vínculo com o cliente e a família para ajudá-los a compreender a situação concreta a fim de melhor se adaptarem à mudança do estilo de vida, que surgirá após a cirurgia, para que, no momento da alta hospitalar, o paciente e seu cuidador estejam preparados para os cuidados no domicílio. Uma das funções do enfermeiro é subsidiar um ambiente de desenvolvimento de conhecimentos, habilidades e atitudes nos clientes. Para tanto, é necessário que a instituição e os profissionais desenvolvam atividades que desencadeiem tal processo de transformação nos clientes. Os enfermeiros da Clinica Cirúrgica a partir das ações de educação em saúde buscam identificar e reduzir os fatores causadores de ansiedade, medo e desconfortos ocasionados frente ao procedimento cirúrgico. Os elementos utilizados neste processo de educação ao cliente e seu familiar, são a capacidade de comunicação através de atividades de orientação que valorizam o saber do cliente, sendo o enfermeiro o facilitador destas atividades. A interação vivida junto aos clientes proporciona unir o saber técnico aos conhecimentos do cliente, desenvolvendo uma assistência de enfermagem diferenciada, com maior apoio e presença, orientação e reflexão, segurança e conforto ao cliente.

6 6 2 OBJETIVO 2.1 OBJETIVO GERAL Avaliar junto aos clientes as repercussões das atividades de educação em saúde realizadas pela equipe de enfermagem em unidade de clinica cirúrgica, através das orientações pré- operatórias prestadas a clientes submetidos a cirurgias de Gastrectomia e Esofagectomia. 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Orientar os pacientes de esofagectomia e gastrectomia para uma internação mais tranqüila, reduzindo fatores estressores. Desenvolver atividades educativas que produzam hábitos e estilo de vida saudáveis nos clientes Identificar pontos fracos e pontos relevantes a cerca das orientações em saúde no pré-operatório dos pacientes de esofagectomia e gastrectomia

7 7 3 JUSTIFICATIVA Desde janeiro de 2008, os enfermeiros da Unidade de Clinica cirúrgica realizam em sua prática de trabalho, atividades de educação em saúde sistematizada em ambiente criado para este objetivo. Neste local estão disponíveis materiais confeccionados para trabalhar com os clientes, manual de orientações operatórias e bonecos representando as cirurgias realizadas no HUSM. Estas atividades educativas surgiram a partir da necessidade de melhoramento da assistência prestada ao usuário de saúde, mais especificamente nos clientes internados no seu período pré-operatório, na tentativa de diminuir o conflito, como medo e ansiedade, vivenciado pelos clientes ao se submeterem a certos tipos de cirurgias. Sabe-se que as orientações pré-operatórias auxiliam o paciente a lidar com a cirurgia, reduz a duração da internação hospitalar, eleva a satisfação com o serviço prestado, minimiza complicações cirúrgicas e aumenta o bem estar psíquico do cliente (GRITTEM, MÉIER, GAIEVICZ, 2006). No entanto, durante as orientações são fornecidas inúmeras informações a estes clientes que por vezes não conseguem assimilar as informações fornecidas e ser capaz de formular questionamentos sobre o ato cirúrgico. Assim, justifica-se a necessidade de identificar se as estratégias e/ou metodologias utilizadas pelos enfermeiros da unidade para orientar os clientes estão realmente auxiliando nas orientações, principalmente por entender que o profissional de enfermagem deve saber ensinar e educar seus clientes de forma terapêutica (LIMA, SILVA, GENTILE, 2007). Outro aspecto que justifica a necessidade de implementação deste projeto de pesquisa é o número de cirurgias realizadas no HUSM. No ano de 2009, foram realizadas 27 cirurgias de esofagectomia e 10 de gastrectomia, ou seja, uma média de 2 cirurgias de esofagectomia por mês e 1 por mês nas cirurgias de gastrectomia, conforme registro estatístico do HUSM. Tais dados demonstram há necessidade de um olhar mais atento para estes clientes, além de saber que a estimativa de novos casos de câncer de esôfago é 18,5 a cada

8 pessoas e 16,58 de câncer de estomago no Rio Grande do Sul (INCA, 2010). Lembramos que cabe ao enfermeiro o papel de educador em saúde, portanto sendo responsável junto aos demais colegas de equipe multiprofissional a realização de orientações pré-operatória através de novas metodologias que consigam proporcionar uma melhoria na qualidade de vida e da assistência destes pacientes. É fundamental que constantemente, busquemos melhorias nestas práticas educativas e das metodologias adotadas, a fim de atender a qualidade da assistência de enfermagem prestada ao cliente cirúrgico e que qualifique nossa função de educador. Diante destas justificativas, denota-se a necessidade de avaliar as repercussões causadas pelas orientações desenvolvidas, há longo tempo, pelas enfermeiras que atuam na unidade de internação clinica cirúrgica, visto que não sabe-se o real beneficio para este pacientes.

9 9 4 MARCO TEÓRICO-CONCEITUAL E REVISÃO BIBLIOGRÁFICA A hospitalização tende a tornar-se desagradável para o indivíduo uma vez que ela exige mudanças nos seus hábitos de vida, bem como o distanciamento de familiares, amigos e objetos pessoais (MARINS, 1999). Dentre os conflitos que permeiam a hospitalização, destaca-se o confinamento no leito, a falta de estímulo para atividades físicas e mentais, dificuldade para adaptar-se ao novo ambiente, devido às alterações visuais e auditivas, essencialmente, estresse imposto pela enfermidade, procedimentos diagnósticos e terapêuticos, afastamento dos laços religiosos ou culturais, além da sensação de proximidade da morte e medo da doença. Os clientes internam por diversas causas, dentre elas pode-se citar a necessidade de passar por um processo anestésico-cirúrgico, o que causa muitas apreensão e ansiedade nos usuários dos serviços hospitalares. Para Silva e Nakata (2005), o ser humano quando afetado por uma enfermidade se torna vulnerável, razão pela qual merece ser olhado com muito respeito, haja vista ser um doente e não uma máquina a ser reparada ou um objeto a ser reconstituído. Quando o paciente necessita de uma cirurgia e esta é agendada, diz-se que ele se encontra no período perioperatório, que compreende as fases pré-operatória mediata e imediata, transoperatória, recuperação anestésica e pós-operatória. (NETTINA, 2007, pg 15) Observa-se que, muitas vezes, o cliente encontra-se em estado de estresse, independe do grau de complexidade da cirurgia, e que isso tem relação com a desinformação no que diz respeito aos procedimentos da cirurgia, à anestesia e aos cuidados a serem realizados. Segundo Black (1996), na atenção ao paciente pré-cirúrgico, a equipe de enfermagem é responsável pelo estabelecimento de diversos cuidados de acordo com a especificidade da cirurgia. Esses cuidados são executados de acordo com conhecimentos especializados para atender às necessidades

10 10 advindas do tratamento cirúrgico. Dentre eles incluem-se, ainda: a orientação, o preparo físico e emocional, a avaliação e encaminhamento ao centro cirúrgico com a finalidade de diminuir o risco cirúrgico, promover a recuperação e evitar complicações no pós-operatório, uma vez que estas geralmente estão associadas a um preparo pré-operatório inadequadas. Dessa forma, percebe-se a importância da atuação do enfermeiro no período pré-operatório. Conforme Galvão (2002), ao enfermeiro, cabe o papel de planejar a assistência de enfermagem prestada ao paciente cirúrgico, o qual diz respeito às necessidades físicas e emocionais do paciente, além da orientação quanto à cirurgia propriamente dita e o preparo físico necessário para a intervenção cirúrgica. Neste contexto é que a enfermagem é desafiada a oferecer uma assistência com qualidade no período préoperatório. Essa assistência envolveria, então, o preparo físico e psicológico do paciente para a cirurgia, procurando fazer com que o paciente compreenda a assistência de enfermagem a ser realizada e qualquer possível desconforto que possa resultar destes cuidados prestados, esclarecendo suas dúvidas e buscando respostas as suas perguntas. (CHRISTÓFORO E CARVALHO, 2009, pg 15) De acordo com Rothrock (2007), os vários papéis da enfermagem perioperatória incluem todos os elementos dos comportamentos e dos procedimentos técnicos que caracterizam a enfermagem profissional. Portanto, faz-se necessário um amplo conhecimento do procedimento cirúrgico e todos os cuidados envolvidos nele. 4.1 O ENFERMEIRO COMO EDUCADOR EM SAÚDE Rosa et al (2007) nos diz que nas últimas décadas a Educação para Saúde assume grande importância não só para a população, mas também para os profissionais dessa área em geral. Dentre eles, o profissional enfermeiro,

11 11 que tem como uma de suas características formadoras a função de educador social. A palavra educação tem várias denominações, mas quando pensamos em educação para o cliente que está internado no hospital devemos pensar na educação para a saúde que na enfermagem é um instrumento fundamental para uma assistência de boa qualidade, pois o enfermeiro além de ser um cuidador é um educador, e um dos grandes desafios é melhorar a qualidade da assistência através da criação de instrumentos para proporcionar ao cliente um cuidado mais humanizado. A Educação em Saúde assume uma estratégia de promoção da saúde na dimensão político-social da educação, exigindo no contexto de ensinoaprendizagem, efetivação de práticas pedagógicas que promovam a autonomia dos sujeitos (CHAGAS et al, 2007). O processo de enfermagem é uma forma de se perceber a enfermagem e de coloca-lá em perspectiva como pensamento crítico metódico que orienta as ações de enfermagem (Rothrock, 2007). Portanto, cabe ao enfermeiro colaborar com o cliente e sua família durante toda sua internação prestando cuidados a saúde no pré, trans e pós operatório, desenvolvendo um plano de cuidados que contemple também o preparo para alta hospitalar. Para Chistóforo e Carvalho (2009), a orientação é uma forma de esclarecer as dúvidas que a intervenção cirúrgica provoca e o enfermeiro é um profissional que, além de preparado para realizá-la, tem condições legal e moralmente a fazê-la, preparando o cliente quanto à cirurgia a ser realizada e aos cuidados pré e pós procedimento, aos riscos e benefícios, em linguagem acessível. Todos os usuários têm o direito de receber informações precisas, facilmente compreensíveis, que lhes permita entender o que está acontecendo e desta forma poder participar das decisões terapêuticas. O enfermeiro como agente educador precisa ser capaz de identificar os níveis de suas ações no processo saúde-doença, refletindo a necessidade de ampliar sua prática assistencial, colocando-se como educador, entendendo que ele não é o dono

12 12 do saber e sim um cooperador deste processo transformador. A sua função de acompanhamento próximo e frequente junto das pessoas deve privilegiar a educação em saúde, a descoberta de novas motivações e de outros fatores determinantes que estimulem no cliente a aquisição de hábitos saudáveis. A comunicação é uma parte essencial no processo terapêutico e isto envolve escutar cuidadosamente e interpretar inteligentemente. O enfermeiro deve considerar a comunicação com o paciente como um processo recíproco (SILVA e NAKATA, 2005). O usuário que está hospitalizado necessita confiar em alguém que o considere e respeite seus sentimentos. O modo como ele é cuidado é de grande importância. Ele precisa de segurança e procura encontrála em alguém. Podemos perceber a partir de nossa prática profissional que as atividades de educação em saúde dispensadas aos clientes internados na Unidade são fundamentais para o bom desenvolvimento da internação e recuperação do cliente, fica evidente que o paciente bem orientado sente-se amparado pelo enfermeiro, cria um vínculo de confiança que o torna mais seguro em relação a sua recuperação. Ele passa a ter o enfermeiro como alguém que vai lhe ajudar orientando suas decisões. STEFANELLI (1993, p.21) confirma esta capacidade que o enfermeiro tem de educar através de três premissas: "o enfermeiro deve ser um comunicador por excelência"; "o enfermeiro é educador e a educação é, sobretudo, comunicação" e o enfermeiro é agente de mudanças de comportamentos nos aspectos de saúde" CÂNCER DE ESÔFAGO Conforme Monteyro et Al (2009), o câncer de esôfago é o sexto câncer mais comum em todo mundo A etiologia envolve uma interação de diversos fatores de risco (FR), como: idade, história familiar e associação genética, além de muitos fatores extrínsecos. Entre estes, pode-se citar: a ingestão de álcool, o tabagismo, o uso de nitrosaminas e aflotoxinas, as infecções locais por fungos, a deficiência de Riboflavina e vitamina A (ingesta baixa de frutas e legumes).

13 13 O diagnóstico do câncer de esôfago, normalmente é tardio, pois o principal sintoma, disfagia, não ocorre até que o tumor tenha crescido o suficiente para causar sintomas obstrutivos. Os pacientes se ajustam a dificuldade de deglutição, alterando progressivamente sua dieta de alimentos sólidos para líquidos, dor, salivação excessiva perda de peso, sangramento e vômitos. Os câncer de esôfago podem ser classificados, segundo a histologia, em carcinoma epidermóide (ou escamoso) e adenocarcinoma. O primeiro é derivado do epitélio estratificado não-queratinizado, característico da mucosa normal do esôfago. Trata-se do tipo histológico mais comum e ocorre mais freqüentemente em homens a partir dos 50 anos. Esse tumor acomete principalmente os terços médio e inferior (mais de 80% dos casos) do esôfago. Existe uma íntima correlação entre alcoolismo e tabagismo nos pacientes portadores dessa neoplasia. O adenocarcinoma surge na parte distal do esôfago, na presença de refluxo gástrico crônico e metaplasia gástrica do epitélio (esôfago de Barret). Existe uma forte relação entre sua incidência e indivíduos obesos. O adenocarcinoma desenvolve-se no interior do epitélio colunar displásico principalmente na junção esôfago-gástrica/cárdia. Vários protocolos de tratamento, incluindo a cirurgia, a quimioterapia e a radioterapia, têm sido propostos na última década. É importante ressaltar que nenhum dos três tipos de tratamento citados, isoladamente se mostrou eficaz. Atualmente, é preconizada a associação de duas ou até mesmo das três modalidades de tratamento. (QUEIROGA E PERNAMBUCO, 2006, p. 176). O tratamento do câncer de esôfago depende do estágio do tumor. O grupo de pacientes com indicação cirúrgica pode ser dividido em: ressecável e irressecável. No primeiro grupo, o tratamento consiste em ressecção do tumor, dos linfonodos regionais e na reconstrução do trânsito esofagogástrico, utilizando o estomago, cólon ou jejuno como conduto reconstrutivo. No caso do paciente com câncer de esôfago incurável e cirurgicamente irressecável, as abordagens são paliativas e incluem dilatação endoscópica

14 14 seriada, colocação cirúrgica de gastrostomia ou jejunostomia para hidratação e alimentação, colocação endoscópica de uma endoprótese (stent) de metal expansiva para manter-se a luz patente e ocluir fístulas. 4.3 CÂNCER DE ESTÔMAGO O câncer de estômago, também denominado câncer gástrico, se apresentam, predominantemente, na forma de três tipos histológicos: adenocarcinoma (responsável por 95% dos tumores), linfoma, diagnosticado em cerca de 3% dos casos, e leiomiossarcoma, iniciado em tecidos que dão origem aos músculos e aos ossos. Não há sintomas específicos do câncer de estômago. Porém, alguns sinais como perda de peso e de apetite, fadiga, sensação de estômago cheio, vômitos, náuseas e desconforto abdominal persistente podem indicar uma doença benigna (úlcera, gastrite, etc.) ou mesmo tumor de estômago. Massa palpável na parte superior do abdômen, aumento do tamanho do fígado e presença de íngua na área inferior esquerda do pescoço e nódulos ao redor do umbigo indicam estágio avançado da doença. São utilizados dois exames: a endoscopia digestiva alta, o método mais eficiente, e o exame radiológico contrastado do estômago. A endoscopia permite a avaliação visual da lesão, a realização de biópsias e a avaliação citológica. Nesse exame, um tubo flexível de fibra ótica ou uma microcâmera, é introduzido pela boca e conduzido até o estômago. O exame é realizado sob sedação e com anestesia da garganta, para diminuir o desconforto. Na radiografia contrastada do estômago, os raios-x delineiam o interior do esôfago e estômago e o médico procura por áreas anormais ou tumores. Grande parte dos casos de câncer de estômago é diagnosticada em estágio avançado porque não há sintomas específicos, principalmente nas fases iniciais. O tratamento cirúrgico, retirando parte ou todo o estômago, além dos nódulos linfáticos próximos, é a principal alternativa terapêutica e única chance de cura. Para determinar a melhor abordagem cirúrgica, deve-se considerar a localização, tamanho, padrão e extensão da disseminação e tipo histológico do

15 15 tumor. A radioterapia e a quimioterapia são considerados tratamentos secundários, que podem determinar melhor resposta da cirurgia. Segundo Rothrock (2007), a enfermeira que trabalha com clientes cirúrgicos deve colaborar com o cliente e sua família na formulação de objetivos, do plano de cuidados, decisões a respeito do tratamento, contribuindo desta forma para um cuidado integral do usuário.

16 16 5 METODOLOGIA 5.1 DESENHO DO ESTUDO Este trabalho trata-se de uma pesquisa exploratória descritiva de abordagem qualitativa, cujo propósito é avaliar a repercussão das atividades de educação em saúde realizadas pela equipe de enfermagem em unidade de clinica cirúrgica, através de orientações pré- operatórias prestadas a clientes submetidos a cirurgias de Gastrectomia e Esofagectomia num Hospital Universitário. A necessidade de ser uma pesquisa qualitativa é em decorrência de identificar a qualidade da prestação de serviço durante as orientações préoperatórias, visto que o interesse não está focalizado em contar o número de vezes em que uma variável aparece na análise dos dados, mas analisar a qualidade que elas apresentam (LEOPARDI, 2001). A pesquisa descritiva é um delineamento da realidade, pois descreve, registra, analisa e interpreta os processos atuais mediante comparação e contraste. Enquanto que a exploratória tem por finalidade desenvolver, esclarecer e modificar conceitos envolvidos, possibilitando ao pesquisador uma visão geral acerca do fato investigado (LAKATOS e MARCONI, 2001). Para o tratamento dos dados será utilizado a técnica de Análise de Conteúdo, na qual a organização da análise é feita em torno das etapas: a préanálise, a exploração do material, o tratamento dos resultados, a inferência e a interpretação. Mais especificamente será utilizada a categorização proposta por Bardin (1979), que consistiu numa operação de classificação de elementos constitutivos de um conjunto, por diferenciação e, seguidamente, por reagrupamentos de acordo com o gênero (analogia). Assim, será realizado as orientações pré-operatórias pelos enfermeiros da unidade de clinica cirúrgica aos pacientes submetidos à cirurgia de esofagectomia e gastrectomia e após será realizado a avaliação dessa orientação através de um questionário (ANEXO A) respondido pelo paciente e aplicado pelos integrantes do projeto, a fim de se ter conhecimento da

17 17 efetividade das orientações feitas no pré operatório. O questionário será aplicado por outro enfermeiro, que não o que realizou as orientações, evitando desta forma indução de respostas e constrangimentos por parte do paciente. O questionário utilizará um roteiro pré -estabelecido com os temas relacionados à nossa prática de educação em saúde e com dados relativos ao paciente e que são importantes para a pesquisa. Ele é composto de 3 partes, sendo a primeira de dados sócio-econômicos, a segunda perguntas fechadas e a terceira questões abertas, onde o entrevistado tem a possibilidade de discorrer sobre o tema proposto, sem respostas ou condições prefixadas pelo pesquisador.vale destacar, que as questões abertas e fechadas estão misturadas entre si. Após a coleta dos dados com o esse questionário, as respostas para as perguntas fechadas serão quantificadas em porcentagens e para as questões abertas será realizada uma categorização conforme a repetição das respostas que surgirem. A aplicação do questionário acontecerá após o aceite do paciente a participar de nossa pesquisa e após assinatura do Termo de Consentimento. O questionário será aplicado por no mínimo dois componentes do projeto na sala de orientações das quais os enfermeiros da unidade realizam as orientações, antes da alta hospitalar do paciente. Ou seja, o horário e a data dependerão da alta hospitalar do paciente, visto que por vezes ocorre no turno da manhã, ora no turno da tarde. O cenário deste estudo será num hospital universitário que tem por finalidade desenvolver um sistema de ensino, pesquisa e extensão por meio da assistência à comunidade na área da saúde. Este hospital localiza-se o Campus da UFSM, no centro geográfico do Estado do Rio Grande do Sul RS, sendo referência de média e alta complexidade para região centro-oeste do estado, abrangendo 46 municípios (mais de 1,5 milhões de habitantes. Apresenta capacidade instalada de 250 leitos, contando com 1600 funcionários, caracterizando o maior hospital público do interior do Estado. Sua missão é Ser um referencial público de excelência no ensino, na pesquisa e na extensão promovendo a saúde das pessoas. Enquanto sua missão é Desenvolver ensino, pesquisa e extensão promovendo assistência à saúde

18 18 das pessoas contemplando os princípios do SUS com ética, responsabilidade social e ambiental." 5.2 AMOSTRA Para a coleta das informações teremos como amostra os clientes com diagnóstico médico de Câncer de Esôfago e Câncer de Estomago internados na Unidade de Clínica Cirurgia para cirurgia respectivamente de Esofagectomia e Gastrectomia, durante o período de coleta de dados. Estes pacientes serão orientados pela enfermeira na unidade de internação, no período préoperatório, conforme rotina da instituição e aplicação do projeto. Com base nos dados de 2009, onde foram realizadas 27 cirurgias de esofagectomia e 10 de gastrectomia, ou seja, uma média de 2 cirurgias de esofagectomia por mês e 1 por mês nas cirurgias de gastrectomia, conforme registro estatístico do HUSM, esperamos uma amostra de aproximadamente 10 pacientes no período de coleta de dados. 5.3 CRITÉRIOS DE INCLUSÃO E EXCLUSÃO INCLUSÃO: clientes que aceitam participar da pesquisa, de maneira voluntariada e que estejam internados na Unidade de Clínica Cirúrgica no HUSM no período de setembro a novembro de 2010, com diagnóstico médico de câncer de esôfago e gástrico, para realizar o procedimento de esofagectomia e gastrectomia, respectivamente. Os clientes devem ser maiores de 18 anos EXCLUSÃO: clientes que não aceitam participar de forma livre da pesquisa, com diagnóstico médico de câncer de esôfago e gástrico, mas que não realizaram o procedimento de intervenção cirúrgica, bem como demais diagnósticos médicos. Também não será amostra da pesquisa clientes que não podem se expressar verbalmente.

19 ASPECTOS ÉTICOS Antes de qualquer contato com os participantes do estudo, é necessário que ter alguns cuidados éticos, que são indispensáveis quando se trata de pesquisa que envolva seres humanos. Neste sentido, inicialmente será feito registro na Direção de Ensino, Pesquisa e Extensão do HUSM, após será encaminhado ao Comitê de Ética em Pesquisa da UFSM para aprovação. Somente após a autorização formal, é que será iniciada a coleta dos dados. Para a realização da etapa de entrevista, serão utilizado o Termo Consentimento Livre e Esclarecido (ANEXO B), onde a pesquisadora se compromete em preservar a privacidade dos indivíduos estudados e dos dados coletados e o Termo de compromisso de confidencialidade (ANEXO C). Os clientes serão convidados a participar da pesquisa de forma voluntaria, serão orientados sobre os benefícios de estarem participando da pesquisa e sobre a ausência de riscos, e após o aceite é convidado a assinar o TCLE. Os clientes que não sabem ler poderão participar da pesquisa, com o auxilio de um familiar/acompanhante ou o próprio entrevistador onde procederá primeiramente a leitura do Termo de compromisso de confidencialidade e do Termo de consentimento livre e esclarecido e após impressão digital do polegar direito. Para manter o anonimato cada entrevistado será caracterizado por uma numeração seqüencial das entrevistas, por exemplo, Entrevistado 01, Entrevistado 02. Os dados ficaram armazenados sob a responsabilidade da Enfª Jucelaine, coordenadora do projeto durante um período de 2 anos. 5.6 DIVULGAÇÃO DOS DADOS Após o término desta etapa, será enviado o relatório das atividades desenvolvidas e os resultados ao Comitê de Ética em Pesquisa da UFSM, além da elaboração de artigos para serem divulgados em eventos e publicados em periódicos da área.

20 20 6 ORÇAMENTO Para a implementação desta pesquisa trará dispêndios que serão de responsabilidade exclusiva dos pesquisadores, ficando livres de despesas e compensações aos sujeitos envolvidos na pesquisa. A seguir lista-se os materiais que serão utilizado no decorrer da pesquisa: Item Quantidade Valor Unitário R$ Total R$ 6 pacotes 500 folhas 13,50 81,00 20 lápis 0,80 16,00 15 canetas 1,50 22,50 10 borrachas 0,50 5,00 Material de papelaria 3 Apontadores de lápis 1,50 4,50 10 CDs 1,00 10,00 1 toner 275,00 275,00 10 pastas 2,00 20,00 Livros Didáticos ,00 TOTAL 734,00

O que é câncer de estômago?

O que é câncer de estômago? Câncer de Estômago O que é câncer de estômago? O câncer de estômago, também denominado câncer gástrico, pode ter início em qualquer parte do estômago e se disseminar para os linfonodos da região e outras

Leia mais

VISITA PRÉ-OPERATÓRIA DE ENFERMAGEM: humanizando o cuidar feminino na prática assistencial através de atividade de extensão 1

VISITA PRÉ-OPERATÓRIA DE ENFERMAGEM: humanizando o cuidar feminino na prática assistencial através de atividade de extensão 1 VISITA PRÉ-OPERATÓRIA DE ENFERMAGEM: humanizando o cuidar feminino na prática assistencial através de atividade de extensão 1 Anna Maria de Oliveira Salimena 2 Maria Carmen Simões Cardoso de Melo 2 Ívis

Leia mais

Seminário de Residência Médica de Cancerologia Clínica Seminar of Residence in Clinical Oncology

Seminário de Residência Médica de Cancerologia Clínica Seminar of Residence in Clinical Oncology RESIDÊNCIA MÉDICA Seminário de Residência Médica de Cancerologia Clínica Seminar of Residence in Clinical Oncology José Luiz Miranda Guimarães* Neste número estamos divulgando o resultado parcial do Seminário

Leia mais

NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB.

NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB. NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB. Antonio José Barbosa Neto (ajbneto_@hotmail.com) 1 Ceciliana Araújo Leite (cecidemais@hotmail.com)

Leia mais

relataram que mesmo com os cursos de treinamento oferecidos, muitas vezes se

relataram que mesmo com os cursos de treinamento oferecidos, muitas vezes se PEDAGOGIA HOSPITALAR: PERSPECTIVAS PARA O TRABALHO DO PROFESSOR. Bergamo, M.G. (Graduanda em Pedagogia, Faculdades Coc); Silva, D.M. (Graduanda em Pedagogia, Faculdades Coc); Moreira, G.M. (Curso de Pedagogia,

Leia mais

Constituição de competência para humanização da assistência na prática do enfermeiro em Unidade de Terapia Intensiva

Constituição de competência para humanização da assistência na prática do enfermeiro em Unidade de Terapia Intensiva Constituição de competência para humanização da assistência na prática do enfermeiro em Unidade de Terapia Intensiva Nara Elizia Souza de OLIVEIRA 1 ; Lizete Malagoni de A. C. OLIVEIRA 2 ; Roselma LUCCHESE

Leia mais

Qual é a função dos pulmões?

Qual é a função dos pulmões? Câncer de Pulmão Qual é a função dos pulmões? Os pulmões são constituídos por cinco lobos, três no pulmão direito e dois no esquerdo. Quando a pessoa inala o ar, os pulmões absorvem o oxigênio, que é levado

Leia mais

O CUIDADO DA CRIANÇA COM CANCER FORA DE POSSIBILIDADES TERAPÊUTICAS: UM DESAFIO À ENFERMAGEM1

O CUIDADO DA CRIANÇA COM CANCER FORA DE POSSIBILIDADES TERAPÊUTICAS: UM DESAFIO À ENFERMAGEM1 O CUIDADO DA CRIANÇA COM CANCER FORA DE POSSIBILIDADES TERAPÊUTICAS: UM DESAFIO À ENFERMAGEM1 REIS, Thamiza Laureany da Rosa dos 2 ; BIN, Aline 3 1 Trabalho de Pesquisa 2 Curso de Graduação em Enfermagem

Leia mais

A ESPIRITUALIDADE DA FAMÍLIA AO TER UM FAMILIAR INTERNADO POR DOENÇA CRÔNICA: RELATO DE VIVÊNCIA 1

A ESPIRITUALIDADE DA FAMÍLIA AO TER UM FAMILIAR INTERNADO POR DOENÇA CRÔNICA: RELATO DE VIVÊNCIA 1 A ESPIRITUALIDADE DA FAMÍLIA AO TER UM FAMILIAR INTERNADO POR DOENÇA CRÔNICA: RELATO DE VIVÊNCIA 1 ROSSATO, Karine 2 ; GIRARDON-PERLINI, Nara Marilene Oliveira 3, MISTURA, Claudelí 4, CHEROBINI, Márcia

Leia mais

CUIDADOS PALIATIVOS DIRECIONADOS A PACIENTES ONCOLÓGICOS EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

CUIDADOS PALIATIVOS DIRECIONADOS A PACIENTES ONCOLÓGICOS EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA CUIDADOS PALIATIVOS DIRECIONADOS A PACIENTES ONCOLÓGICOS EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA Júlio César Coelho do Nascimento (Enfermeiro Pós-graduando em Oncologia Clínica- Centro de Especialização em Enfermagem

Leia mais

Metodologia da Pesquisa

Metodologia da Pesquisa BACHARELADO EM ENFERMAGEM TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I Prof. Me. Eurípedes Gil de França Metodologia da Pesquisa AULA 5 Refere-se ao como vou fazer a pesquisa. É a parte mecânica da pesquisa. Por meio

Leia mais

INTRODUÇÃO (WHO, 2007)

INTRODUÇÃO (WHO, 2007) INTRODUÇÃO No Brasil e no mundo estamos vivenciando transições demográfica e epidemiológica, com o crescente aumento da população idosa, resultando na elevação de morbidade e mortalidade por doenças crônicas.

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec:Paulino Botelho Código: 091 Município: SÃO CARLOS Eixo Tecnológico: AMBIENTE E SAÚDE Habilitação Profissional: TÉCNICO EM ENFERMAGEM Qualificação:TÉCNICO

Leia mais

AÇÕES EFETIVAS DE GERENCIAMENTO DO STRESS OCUPACIONAL: Desafio de Conciliar Embasamento Científico e Planejamento Estratégico

AÇÕES EFETIVAS DE GERENCIAMENTO DO STRESS OCUPACIONAL: Desafio de Conciliar Embasamento Científico e Planejamento Estratégico AÇÕES EFETIVAS DE GERENCIAMENTO DO STRESS OCUPACIONAL: Desafio de Conciliar Embasamento Científico e Planejamento Estratégico Sâmia Simurro Novembro/2011 FATOS SOBRE O STRESS Inevitável Nível positivo?

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA UNIARA COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA UNIARA COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA ROTEIRO SUGERIDO PELA RESOLUÇÃO Nº 466/12 O respeito à dignidade humana exige que toda pesquisa se processe após o consentimento livre e esclarecido dos sujeitos, indivíduos ou grupos que por si e/ou por

Leia mais

VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1

VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1 1 VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1 Anna Maria de Oliveira Salimena 2 Maria Carmen Simões Cardoso de Melo 3 Ívis Emília de Oliveira

Leia mais

Área temática: Enfermagem CÂNCER NA ADOLESCÊNCIA: SENTIMENTOS DOS PORTADORES E PAPEIS DE FAMILIARES E ENFERMEIROS

Área temática: Enfermagem CÂNCER NA ADOLESCÊNCIA: SENTIMENTOS DOS PORTADORES E PAPEIS DE FAMILIARES E ENFERMEIROS Área temática: Enfermagem CÂNCER NA ADOLESCÊNCIA: SENTIMENTOS DOS PORTADORES E PAPEIS DE FAMILIARES E ENFERMEIROS Graziela Silva do Nascimento Discente do curso de Enfermagem da UFPB. E-mail: graziela_nascimento_@hotmail.com

Leia mais

CONHECIMENTO DE IDOSOS SOBRE O CÂNCER DE PRÓSTATA

CONHECIMENTO DE IDOSOS SOBRE O CÂNCER DE PRÓSTATA CONHECIMENTO DE IDOSOS SOBRE O CÂNCER DE PRÓSTATA 1. Renata Emanuela de Queiroz Rêgo. Faculdade Santa Maria/FSM. Email: renata-emanuela@hotmail.com 2. Ankilma do Nascimento Andrade. Faculdade Santa Maria/FSM.

Leia mais

TÍTULO: PERCEPÇÃO DE MÃES EM RELAÇÃO À INCLUSÃO ESCOLAR DE SEUS FILHOS DIAGNOSTICADOS COM AUTISMO EM ESCOLA REGULAR

TÍTULO: PERCEPÇÃO DE MÃES EM RELAÇÃO À INCLUSÃO ESCOLAR DE SEUS FILHOS DIAGNOSTICADOS COM AUTISMO EM ESCOLA REGULAR TÍTULO: PERCEPÇÃO DE MÃES EM RELAÇÃO À INCLUSÃO ESCOLAR DE SEUS FILHOS DIAGNOSTICADOS COM AUTISMO EM ESCOLA REGULAR CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PSICOLOGIA INSTITUIÇÃO:

Leia mais

O EMPODERAMENTO DO USUÁRIO SUBMETIDO À LARINGECTOMIA TOTAL 1. RESUMO

O EMPODERAMENTO DO USUÁRIO SUBMETIDO À LARINGECTOMIA TOTAL 1. RESUMO O EMPODERAMENTO DO USUÁRIO SUBMETIDO À LARINGECTOMIA TOTAL 1. FARÃO, Elaine Miguel Delvivo 2 ; SOARES, Rhéa Silvia de Ávila 3 ; SAUL, Alexandra Micheline Real 4 ; WEILLER, Terezinha Heck 5 ; ENGEL, Rosana

Leia mais

METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO

METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO ATENDIMENTO DE ENFERMAGEM A SAÚDE DO HOMEM NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA Ingrid Mikaela Moreira de Oliveira Enfermeira Mestranda em Bioprospecção Molecular da Universidade Regional do Cariri-URCA ingrid_lattes@hotmail.com

Leia mais

Potencializando um grupo de idosos em uma comunidade rural: pesquisa convergente assistencial

Potencializando um grupo de idosos em uma comunidade rural: pesquisa convergente assistencial Potencializando um grupo de idosos em uma comunidade rural: pesquisa convergente assistencial Ana Rita Marinho Machado. UFG/ Campus Goiânia. anaritamachado.doutorado@yahoo.com.br Denize Bouttelet MUNARI.

Leia mais

O CUIDAR HUMANIZADO AO IDOSO: REVISÃO SISTEMÁTICA

O CUIDAR HUMANIZADO AO IDOSO: REVISÃO SISTEMÁTICA O CUIDAR HUMANIZADO AO IDOSO: REVISÃO SISTEMÁTICA Jéssyka Cibelly Minervina da Costa Silva (NEPB/UFPB) jessykacibelly@gmail.com Kalina Coeli Costa de Oliveira Dias (NEPB/UFPB) kalinacoeli@gmail.com Ana

Leia mais

A PROMOÇÃO DA SAÚDE DO ADOLESCENTE NA ATENÇÃO BÁSICA COMO DESAFIO PARA A ENFERMAGEM

A PROMOÇÃO DA SAÚDE DO ADOLESCENTE NA ATENÇÃO BÁSICA COMO DESAFIO PARA A ENFERMAGEM A PROMOÇÃO DA SAÚDE DO ADOLESCENTE NA ATENÇÃO BÁSICA COMO DESAFIO PARA A ENFERMAGEM Górki Pires de Andrade gorkipires@hotmail.com Jessica Rabelo Holanda jeholanda2010@hotmail.com Kelianny Pinheiro Bezerra

Leia mais

O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL.

O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL. ÁREA TEMÁTICA: Enfermagem O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL. CARVALHO, Sancherleny Bezerra de. Acadêmica do 6º período

Leia mais

PERCEPÇÃO DOS ENFERMEIROS SOBRE O PROCESSO DE ENFERMAGEM EM UM CENTRO DE TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA

PERCEPÇÃO DOS ENFERMEIROS SOBRE O PROCESSO DE ENFERMAGEM EM UM CENTRO DE TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA BIBLIOTECA LAS CASAS Fundación Index http://www.index-f.com/lascasas/lascasas.php Cómo citar este documento Dalla Lana, Letice; Ferrão, Line; Portela, Odete Teresinha. Percepção dos enfermeiros sobre o

Leia mais

Bastian Ignacio Olivares Flores ANÁLISE DE SOBREVIDA DE PACIENTES COM CÂNCER DO APARELHO DIGESTIVO

Bastian Ignacio Olivares Flores ANÁLISE DE SOBREVIDA DE PACIENTES COM CÂNCER DO APARELHO DIGESTIVO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA CURSO DE ESTATÍSTICA Bastian Ignacio Olivares Flores ANÁLISE DE SOBREVIDA DE PACIENTES COM CÂNCER

Leia mais

A Enfermagem no Atendimento das Feridas Oncológicas.

A Enfermagem no Atendimento das Feridas Oncológicas. A Enfermagem no Atendimento das Feridas Oncológicas. Tereza Giannini giannini.tereza@gmail.com sobenfee@sobenfee.org.br LESÕES NEOPLÁSICAS Lesões resistentes que se propagam no tecido epitelial devido

Leia mais

Regulamento Núcleo de Apoio Psicopedagógico

Regulamento Núcleo de Apoio Psicopedagógico Regulamento Núcleo de Apoio Psicopedagógico REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PSICOPEDAGÓGICO - NAP CAPITULO I DA NATUREZA E FINALIDADE Art. 1º O presente regulamento tem por finalidade normatizar as ações do

Leia mais

Lista de checagem do protocolo

Lista de checagem do protocolo MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA Comitê de Ética em Pesquisa Lista de checagem do protocolo A avaliação do projeto

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE Coordenadoria de Serviços de Saúde INSTITUTO DANTE PAZZANESE DE CARDIOLOGIA

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE Coordenadoria de Serviços de Saúde INSTITUTO DANTE PAZZANESE DE CARDIOLOGIA DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA ANÁLISE DE PROJETOS DE PESQUISA 1 Folha de Rosto http://portal2.saude.gov.br/sisnep/pesquisador - está folha de rosto deverá ser impressa em 3 vias; deverá ser assinada pelo

Leia mais

TÍTULO: A INFLUÊNCIA DA ESPIRITUALIDADE NO CUIDADO DO USUÁRIO ONCOLÓGICO: OLHAR DA ENFERMAGEM

TÍTULO: A INFLUÊNCIA DA ESPIRITUALIDADE NO CUIDADO DO USUÁRIO ONCOLÓGICO: OLHAR DA ENFERMAGEM TÍTULO: A INFLUÊNCIA DA ESPIRITUALIDADE NO CUIDADO DO USUÁRIO ONCOLÓGICO: OLHAR DA ENFERMAGEM CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ENFERMAGEM INSTITUIÇÃO: FACULDADE ANHANGUERA

Leia mais

CUIDADOS PALIATIVOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA EM PACIENTES TERMINAIS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

CUIDADOS PALIATIVOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA EM PACIENTES TERMINAIS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA CUIDADOS PALIATIVOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA EM PACIENTES TERMINAIS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA Jéssyka Cibelly Minervina da Costa Silva (NEPB/UFPB) jessykacibelly@gmail.com Maria Andréa Fernandes

Leia mais

LISTA DE DOCUMENTOS OBRIGATÓRIOS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA AO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA ASSOCIAÇÃO DE COMBATE AO CÂNCER EM GOIÁS

LISTA DE DOCUMENTOS OBRIGATÓRIOS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA AO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA ASSOCIAÇÃO DE COMBATE AO CÂNCER EM GOIÁS LISTA DE DOCUMENTOS OBRIGATÓRIOS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA AO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA ASSOCIAÇÃO DE COMBATE AO CÂNCER EM GOIÁS 1. MODELO DE DECLARAÇÃO DO PESQUISADOR 2. MODELO PARA

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC: DR. JOSÉ LUÍZ VIANA COUTINHO CÓDIGO: 073 EIXO TECNOLÓGICO: HABILITAÇÃO PROFISSIONAL: QUALIFICAÇÃO: MÓDULO: COMPONENTE CURRICULAR: C.H. SEMANAL: PROFESSOR:

Leia mais

III Simpósio de Pesquisa e de Práticas Pedagógicas dos Docentes do UGB ANAIS - 2015 EDUCAÇÃO EM SAÚDE EM UNIDADE HOSPITALAR

III Simpósio de Pesquisa e de Práticas Pedagógicas dos Docentes do UGB ANAIS - 2015 EDUCAÇÃO EM SAÚDE EM UNIDADE HOSPITALAR EDUCAÇÃO EM SAÚDE EM UNIDADE HOSPITALAR Andreza de Jesus Dutra Silva Mestre em Ensino em Ciências da Saúde e do Meio Ambiente - UniFOA; Especialista em Enfermagem em Terapia Intensiva - USS; MBA em Administração

Leia mais

Palavras-chave: Fisioterapia; Educação Superior; Tecnologias de Informação e Comunicação; Práticas pedagógicas.

Palavras-chave: Fisioterapia; Educação Superior; Tecnologias de Informação e Comunicação; Práticas pedagógicas. A INTERAÇÃO DOS PROFESSORES DO CURSO DE FISIOTERAPIA COM AS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO PROCESSO PEDAGÓGICO Heloisa Galdino Gumueiro Ribeiro 1, Prof. Dirce Aparecida Foletto De Moraes 2

Leia mais

Palavras-chave: Suplementos Alimentares, Musculação, Academia de Ginástica.

Palavras-chave: Suplementos Alimentares, Musculação, Academia de Ginástica. PERFIL DOS CONSUMIDORES DE SUPLEMENTOS ALIMENTARES PRATICANTES DE MUSCULAÇÃO EM ACADEMIAS DE TERESINA. Conceição de Maria Aguiar Carvalho Francisco Evaldo Orsano RESUMO: O aumento da oferta de suplementos

Leia mais

A POLÍTICA NACIONAL DE HUMANIZAÇÃO E AS IMPLICAÇÕES DE UM

A POLÍTICA NACIONAL DE HUMANIZAÇÃO E AS IMPLICAÇÕES DE UM A POLÍTICA NACIONAL DE HUMANIZAÇÃO E AS IMPLICAÇÕES DE UM NASCIMENTO PREMATURO Francisca Daniela de Morais Roberto moraisfrancisca@bol.com.br Regina Célia Pinheiro da Silva Orientadora UNITAU regcps@yahoo.com.br

Leia mais

UNILUS CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA PLANO ANUAL DE ENSINO ANO 2010

UNILUS CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA PLANO ANUAL DE ENSINO ANO 2010 UNILUS CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA PLANO ANUAL DE ENSINO ANO 2010 CURSO: Enfermagem DEPARTAMENTO: Ciências Básicas da Saúde DISCIPLINA: Enfermagem em Clínica Médica Cirúrgica I PROFESSORA RESPONSÁVEL:

Leia mais

Cuidados paliativos em uma Instituição de Longa Permanência para Idosos

Cuidados paliativos em uma Instituição de Longa Permanência para Idosos Cuidados paliativos em uma Instituição de Longa Permanência para Idosos Fernanda Diniz de Sá 1, Leonildo Santos do Nascimento Júnior, Daniele Nascimento dos Santos, Magdalena Muryelle Silva Brilhante (UFRN

Leia mais

RESIDÊNCIA MÉDICA E HUMANIZAÇÃO: Mudanças na ótica e na ética das relações durante a residência médica

RESIDÊNCIA MÉDICA E HUMANIZAÇÃO: Mudanças na ótica e na ética das relações durante a residência médica RESIDÊNCIA MÉDICA E HUMANIZAÇÃO: Mudanças na ótica e na ética das relações durante a residência médica Autores: Glenda Garrafa Mori glendagmori@yahoo.com.br Irene Abramovich iabramo@uol.com.br Paulo Monteiro

Leia mais

CAMPANHA PELA INCLUSÃO DA ANÁLISE MOLECULAR DO GENE RET EM PACIENTES COM CARCINOMA MEDULAR E SEUS FAMILIARES PELO SUS.

CAMPANHA PELA INCLUSÃO DA ANÁLISE MOLECULAR DO GENE RET EM PACIENTES COM CARCINOMA MEDULAR E SEUS FAMILIARES PELO SUS. Laura S. W ard CAMPANHA PELA INCLUSÃO DA ANÁLISE MOLECULAR DO GENE RET EM PACIENTES COM CARCINOMA MEDULAR E SEUS FAMILIARES PELO SUS. Nódulos da Tiróide e o Carcinoma Medular Nódulos da tiróide são um

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 6. Cronograma de Aulas Pág. 9. Coordenação Programa e metodologia; Investimento

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 6. Cronograma de Aulas Pág. 9. Coordenação Programa e metodologia; Investimento 1 SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento 3 4 5 Etapas do Processo Seletivo Pág. 6 Matrícula 8 Cronograma de Aulas Pág. 9 2 PÓS-GRADUAÇÃO EM ONCOLOGIA - CURITIBA Unidade

Leia mais

Diretos do paciente:

Diretos do paciente: Diretos do paciente: Criada no sentido de incentivar a humanização do atendimento ao paciente, a Lei 10.241, promulgada pelo governador do Estado de São Paulo, Mário Covas, em 17 de março de 1999, dispõe

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

CEP/HCUFG Comitê de Ética em Pesquisa do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás

CEP/HCUFG Comitê de Ética em Pesquisa do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás CEP/HCUFG Comitê de Ética em Pesquisa do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás Como utilizar a PB - PLATAFORMA BRASIL para se cadastrar e submeter projetos de pesquisa ao CEP/HC/UFG: Entrar

Leia mais

UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E MEIO AMBIENTE

UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E MEIO AMBIENTE UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E MEIO AMBIENTE PROJETO AVALIAÇÃO INTEGRAL DA CRIANÇA MAFRA 2009 Núcleo de Ciências da Saúde e Meio Ambiente

Leia mais

ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO

ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO CONCURSO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM TEMA 04: ATIVIDADES DO ENFERMEIRO ATIVIDADES DO ENFERMEIRO SUPERVISÃO GERENCIAMENTO AVALIAÇÃO AUDITORIA

Leia mais

Câncer de Pulmão. Prof. Dr. Luis Carlos Losso Medicina Torácica Cremesp 18.186

Câncer de Pulmão. Prof. Dr. Luis Carlos Losso Medicina Torácica Cremesp 18.186 Câncer de Pulmão Todos os tipos de câncer podem se desenvolver em nossas células, as unidades básicas da vida. E para entender o câncer, precisamos saber como as células normais tornam-se cancerosas. O

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER II JORNADA DE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DO INCA

INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER II JORNADA DE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DO INCA INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER II JORNADA DE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DO INCA FORMAÇÃO E EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE NA ATENÇÃO AO CÂNCER: DESAFIOS PARA OS TÉCNICOS DE ENFERMAGEM ESPECIALIZAÇÃO DO TÉCNICO

Leia mais

O ENFERMEIRO NO GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS NOS SERVICOS DE SAÚDE*

O ENFERMEIRO NO GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS NOS SERVICOS DE SAÚDE* O ENFERMEIRO NO GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS NOS SERVICOS DE SAÚDE* Janaína Verônica Lahm 1 Elizabeth Maria Lazzarotto INTRODUÇÃO: A preocupação com o meio ambiente começou somente no final do século passado,

Leia mais

PRODUÇÃO DO CUIDADO EM SAÚDE BUCAL AOS USUÁRIOS PORTADORES DE HIPERTENSÃO ARTERIAL NO PSF EM FEIRA DE SANTANA-BA

PRODUÇÃO DO CUIDADO EM SAÚDE BUCAL AOS USUÁRIOS PORTADORES DE HIPERTENSÃO ARTERIAL NO PSF EM FEIRA DE SANTANA-BA 1363 PRODUÇÃO DO CUIDADO EM SAÚDE BUCAL AOS USUÁRIOS PORTADORES DE HIPERTENSÃO ARTERIAL NO PSF EM FEIRA DE SANTANA-BA Laís Ramos Queiroz¹; Erenilde Marques de Cerqueira² 1. Bolsista PROBIC, Graduanda em

Leia mais

Câncer de Próstata. Fernando Magioni Enfermeiro do Trabalho

Câncer de Próstata. Fernando Magioni Enfermeiro do Trabalho Câncer de Próstata Fernando Magioni Enfermeiro do Trabalho O que é próstata? A próstata é uma glândula que só o homem possui e que se localiza na parte baixa do abdômen. Ela é um órgão muito pequeno, tem

Leia mais

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME)

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) Palmas 2010 1. Apresentação O Núcleo de Apoio Didático e Metodológico NADIME é o órgão da Faculdade Católica do Tocantins responsável pela efetivação da

Leia mais

Ensino. Principais realizações

Ensino. Principais realizações Principais realizações Reestruturação dos Programas de ; Início do Projeto de Educação à Distância/EAD do INCA, por meio da parceria com a Escola Nacional de Saúde Pública ENSP/FIOCRUZ; Três novos Programas

Leia mais

Internações por Hipertensão Essencial em homens idosos no Brasil: estudo comparativo entre as regiões nordeste e sudeste no período de 2008 a 2012.

Internações por Hipertensão Essencial em homens idosos no Brasil: estudo comparativo entre as regiões nordeste e sudeste no período de 2008 a 2012. Internações por Hipertensão Essencial em homens idosos no Brasil: estudo comparativo entre as regiões nordeste e sudeste no período de 2008 a 2012. Layz Dantas de Alencar 1 - layzalencar@gmail.com Rosimery

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC: Rodrigues de Abreu Código: 135 Município: Bauru Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnica de Nível médio de Técnico em Enfermagem

Leia mais

SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO IDOSO NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA SOB A OTICA DO PROFISSIONAL

SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO IDOSO NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA SOB A OTICA DO PROFISSIONAL 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO IDOSO NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA SOB A OTICA DO PROFISSIONAL Ruanna Gonçalves Holanda 1, Hellen Pollyanna

Leia mais

- 7.2 ANEXO B - 7.3 ANEXO C - 7.4 ANEXO D - 1-7.5 ANEXO E

- 7.2 ANEXO B - 7.3 ANEXO C - 7.4 ANEXO D - 1-7.5 ANEXO E 7. ANEXOS 7.1 ANEXO A - Parecer do Comitê de Ética Institucional da UNIFESP 7.2 ANEXO B - Modelo do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido 7.3 ANEXO C - Modelo da Carta de Cessão 7.4 ANEXO D - Modelo

Leia mais

Título: Autores: Unidade Acadêmica: INTRODUÇÃO

Título: Autores: Unidade Acadêmica: INTRODUÇÃO Título: AVALIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA EM SAÚDE AO IDOSO NO MUNÍCIPIO DE ANÁPOLIS-EFETIVIDADE E RESOLUTIVIDADE Autores: Júlia Maria Rodrigues de OLIVEIRA, Marta Rovery de SOUZA. Unidade Acadêmica:

Leia mais

PARECER COREN-SP 028/2014 CT PRCI n 100.954 Ticket n 280.428, 282.601, 283.300, 283.647, 284.499, 287.181, 290.827, 299.421

PARECER COREN-SP 028/2014 CT PRCI n 100.954 Ticket n 280.428, 282.601, 283.300, 283.647, 284.499, 287.181, 290.827, 299.421 PARECER COREN-SP 028/2014 CT PRCI n 100.954 Ticket n 280.428, 282.601, 283.300, 283.647, 284.499, 287.181, 290.827, 299.421 Ementa: Realização de treinamentos, palestras, cursos e aulas por profissionais

Leia mais

TÍTULO: "SE TOCA MULHER" CONHECIMENTO DAS UNIVERSITÁRIAS SOBRE O CÂNCER DE MAMA

TÍTULO: SE TOCA MULHER CONHECIMENTO DAS UNIVERSITÁRIAS SOBRE O CÂNCER DE MAMA TÍTULO: "SE TOCA MULHER" CONHECIMENTO DAS UNIVERSITÁRIAS SOBRE O CÂNCER DE MAMA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ENFERMAGEM INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICO

Leia mais

RELATÓRIO PARA A. SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS

RELATÓRIO PARA A. SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE Este relatório é uma versão resumida do relatório técnico

Leia mais

ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO

ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO I. OBJETIVO Estabelecer diretrizes para atuação privativa do Enfermeiro em Aconselhamento Genético, no âmbito da equipe

Leia mais

EDUCAÇÃO PERMANENTE E CONTINUADA: INSTRUMENTO PARA A PRÁTICA DE ENFERMAGEM

EDUCAÇÃO PERMANENTE E CONTINUADA: INSTRUMENTO PARA A PRÁTICA DE ENFERMAGEM EDUCAÇÃO PERMANENTE E CONTINUADA: INSTRUMENTO PARA A PRÁTICA DE ENFERMAGEM Eliese Denardi Cesar 1 Luciane Stanislawski de Souza 2 Roberta Mota Holzschuh 3 Graciela Gonsalves Borba 4 Janaína Kettenhuber

Leia mais

LISTA DE DOCUMENTOS OBRIGATÓRIOS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA AO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA ASSOCIAÇÃO DE COMBATE AO CÂNCER EM GOIÁS

LISTA DE DOCUMENTOS OBRIGATÓRIOS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA AO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA ASSOCIAÇÃO DE COMBATE AO CÂNCER EM GOIÁS LISTA DE DOCUMENTOS OBRIGATÓRIOS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA AO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA ASSOCIAÇÃO DE COMBATE AO CÂNCER EM GOIÁS 1. MODELO PARA ELABORAÇÃO DE TERMO DE CONSENTIMENTO

Leia mais

TÍTULO: IDOSO E LAZER: CONCEPÇÃO, BENEFÍCIOS E DIFICULDADES DE MORADORES DE SÃO PAULO

TÍTULO: IDOSO E LAZER: CONCEPÇÃO, BENEFÍCIOS E DIFICULDADES DE MORADORES DE SÃO PAULO TÍTULO: IDOSO E LAZER: CONCEPÇÃO, BENEFÍCIOS E DIFICULDADES DE MORADORES DE SÃO PAULO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PSICOLOGIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU

Leia mais

Direitos e Deveres do Pesquisado

Direitos e Deveres do Pesquisado Comitê de Ética em Pesquisa CEP- Faciplac Registrado na SIPAR- Ministério da Saúde sob o nº 147057/2007 Direitos e Deveres do Pesquisado Direitos do Pesquisado I- Em caso de danos ao pesquisado por ato

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS ESTADO DO AMAZONAS GABINETE DO VEREADOR ELIAS EMANUEL

CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS ESTADO DO AMAZONAS GABINETE DO VEREADOR ELIAS EMANUEL PROJETO LEI Nº048/2015. Institui no Calendário Oficial do Município o Dia de Conscientização de Doação ao Transplante de Fígado, a ser celebrado anualmente no dia 27 de setembro, e dá outras providências.

Leia mais

Comitê de Ética em Pesquisa CEP - UNIPAMPA. Cadastro de Projetos de Pesquisa

Comitê de Ética em Pesquisa CEP - UNIPAMPA. Cadastro de Projetos de Pesquisa Comitê de Ética em Pesquisa CEP - UNIPAMPA Cadastro de Projetos de Pesquisa Documentos para abertura de Protocolo de Pesquisa: CEP-UNIPAMPA PLATAFORMA BRASIL - CADASTRO DE PESQUISADORES Doc. 1º 2º 3º Descrição

Leia mais

CONCEPÇÕES DE IDOSOS ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA UM ENVELHECER SAUDÁVEL

CONCEPÇÕES DE IDOSOS ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA UM ENVELHECER SAUDÁVEL CONCEPÇÕES DE IDOSOS ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA UM ENVELHECER SAUDÁVEL Ocilma Barros de Quental. Faculdade de Medicina do ABC(ocilmaquental2011@hotmail.com) Sheylla Nadjane Batista Lacerda.

Leia mais

Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino

Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino fundamental Resumo O projeto de iniciação científica está vinculado à pesquisa Uso do jornal em sala de aula e compreensão

Leia mais

TOXICOMANIAS* COSTA, Priscila Sousa 1 ; VALLADARES, Ana Cláudia Afonso 2

TOXICOMANIAS* COSTA, Priscila Sousa 1 ; VALLADARES, Ana Cláudia Afonso 2 1 EFEITOS TERAPÊUTICOS DA COLAGEM EM ARTETERAPIA NAS TOXICOMANIAS* COSTA, Priscila Sousa 1 ; VALLADARES, Ana Cláudia Afonso 2 Palavras-chave: Arteterapia, Enfermagem psiquiátrica, Toxicomania, Cuidar em

Leia mais

Tratamento do câncer no SUS

Tratamento do câncer no SUS 94 Tratamento do câncer no SUS A abordagem integrada das modalidades terapêuticas aumenta a possibilidade de cura e a de preservação dos órgãos. O passo fundamental para o tratamento adequado do câncer

Leia mais

DIABETES MELLITUS E HIPERTENSÃO ARTERIAL: Prevenção, Consciência e Convivência.

DIABETES MELLITUS E HIPERTENSÃO ARTERIAL: Prevenção, Consciência e Convivência. DIABETES MELLITUS E HIPERTENSÃO ARTERIAL: Prevenção, Consciência e Convivência. Lourival dos Santos Filho Graduando em Farmácia Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Klerison Romero Martinez Graduando

Leia mais

ANJOS DA ENFERMAGEM: EDUCAÇÃO E SAÚDE ATRAVÉS DO LÚDICO

ANJOS DA ENFERMAGEM: EDUCAÇÃO E SAÚDE ATRAVÉS DO LÚDICO 1 IDENTIFICAÇÃO Título: ANJOS DA ENFERMAGEM: EDUCAÇÃO E SAÚDE ATRAVÉS DO LÚDICO Data de realização: Local de realização: IESUR Horário: será definido conforme cronograma Carga horária: definido conforme

Leia mais

A percepção do handicap em adultos candidatos ao uso de aparelhos. auditivos. Fabiane Acco Mattia Fonoaudióloga Especialização em Audiologia

A percepção do handicap em adultos candidatos ao uso de aparelhos. auditivos. Fabiane Acco Mattia Fonoaudióloga Especialização em Audiologia A percepção do handicap em adultos candidatos ao uso de aparelhos auditivos Fabiane Acco Mattia Fonoaudióloga Especialização em Audiologia Karlin Fabianne Klagenberg Fonoaudióloga Doutorado em Distúrbios

Leia mais

O IMPACTO DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E OS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM

O IMPACTO DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E OS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM O IMPACTO DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E OS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM Salete Beatriz Scheid 1 Neide Tiemi Murofuse 2 INTRODUÇÃO: Vivemos atualmente numa sociedade marcada pelas intensas e rápidas

Leia mais

PAPEL DO ENFERMEIRO NO ENSINO AO AUTOCUIDADO DE ADOLESCENTES COM DOENÇA FALCIFORME. Odete Aparecida de Moura

PAPEL DO ENFERMEIRO NO ENSINO AO AUTOCUIDADO DE ADOLESCENTES COM DOENÇA FALCIFORME. Odete Aparecida de Moura PAPEL DO ENFERMEIRO NO ENSINO AO AUTOCUIDADO DE ADOLESCENTES COM DOENÇA FALCIFORME Odete Aparecida de Moura Autores Odete Aparecida de Moura 1, Ana Paula Pinheiro Chagas Fernandes 2, José Nélio Januário

Leia mais

III EGEPUB/COPPE/UFRJ

III EGEPUB/COPPE/UFRJ Luiz Otávio Zahar III EGEPUB/COPPE/UFRJ 27/11/2014 O que é a próstata? A próstata é uma glândula pequena que fica abaixo da bexiga e envolve o tubo (chamado uretra) pelo qual passam a urina e o sêmen.

Leia mais

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT Myrian Lucia Ruiz Castilho André Luiz Castilho ** A educação é um direito

Leia mais

O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA

O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA Zardo L*¹ Silva CL*² Zarpellon LD*³ Cabral LPA* 4 Resumo O Vírus da Imunodeficiência humana (HIV) é um retrovírus que ataca o sistema imunológico.através

Leia mais

8:00 Horas Sessão de Temas Livres concorrendo a Premiação. 8:30 8:45 INTERVALO VISITA AOS EXPOSITORES E PATROCINADORES.

8:00 Horas Sessão de Temas Livres concorrendo a Premiação. 8:30 8:45 INTERVALO VISITA AOS EXPOSITORES E PATROCINADORES. MAPA AUDITÓRIO ÓPERA DE ARAME (200 LUGARES) DOMINGO 02 DE AGOSTO DE 2015. 8:00 Horas Sessão de Temas Livres concorrendo a Premiação. 8:00 8:15 TEMA LIVRE SELECIONADO. 8:15 8:30 TEMA LIVRE SELECIONADO.

Leia mais

Diagnóstico do câncer

Diagnóstico do câncer UNESC FACULDADES ENFERMAGEM - ONCOLOGIA FLÁVIA NUNES Diagnóstico do câncer Evidenciado: Investigação diagnóstica por suspeita de câncer e as intervenções de enfermagem no cuidado ao cliente _ investigação

Leia mais

O PSICODIAGNÓSTICO E SUA IMPORTÂNCIA NA INICIAÇÃO CLÍNICA DE ESTUDANTES DE PSICOLOGIA

O PSICODIAGNÓSTICO E SUA IMPORTÂNCIA NA INICIAÇÃO CLÍNICA DE ESTUDANTES DE PSICOLOGIA O PSICODIAGNÓSTICO E SUA IMPORTÂNCIA NA INICIAÇÃO CLÍNICA DE ESTUDANTES DE PSICOLOGIA 2015 Ananda Vieira Moraes Graduanda do curso de Psicologia da Universidade Vale do Rio Doce (UNIVALE). Bolsista de

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

Lidando com o paciente oncológico C A M I L A M A N O S S O F U N E S J É S S I C A D E O L I V E I R A S T O R R E R

Lidando com o paciente oncológico C A M I L A M A N O S S O F U N E S J É S S I C A D E O L I V E I R A S T O R R E R Lidando com o paciente oncológico C A M I L A M A N O S S O F U N E S J É S S I C A D E O L I V E I R A S T O R R E R As fases do câncer ANTERIOR AO DIAGNÓSTICO RECUPERAÇÃO OU MORTE DIAGNÓSTICO A FASE

Leia mais

Política de humanização no estado de São Paulo

Política de humanização no estado de São Paulo Artigo Política de humanização no estado de São Paulo Por Eliana Ribas A autora é psicanalista e doutora em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Atua como coordenadora

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O(A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao

Leia mais

FORMULÁRIO PARA SUBMISSÃO DE PROJETO DE PESQUISA ENVOLVENDO SERES HUMANOS

FORMULÁRIO PARA SUBMISSÃO DE PROJETO DE PESQUISA ENVOLVENDO SERES HUMANOS Universidade Bandeirante de São Paulo Comitê de Pós-Graduação e Pesquisa COMISSÃO DE ÉTICA (Resolução CONSEPE-UNIBAN nº 17/06 de 11/02/2006) FORMULÁRIO PARA SUBMISSÃO DE PROJETO DE PESQUISA ENVOLVENDO

Leia mais

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT Proposta do CDG-SUS Desenvolver pessoas e suas práticas de gestão e do cuidado em saúde. Perspectiva da ética e da integralidade

Leia mais

ÉTICA NO ATENDIMENTO PROFISSIONAL: RELATO DE VIVÊNCIA NO PROGRAMA PRÁTICAS INTEGRADAS EM SAÚDE COLETIVA (PISC)

ÉTICA NO ATENDIMENTO PROFISSIONAL: RELATO DE VIVÊNCIA NO PROGRAMA PRÁTICAS INTEGRADAS EM SAÚDE COLETIVA (PISC) ÉTICA NO ATENDIMENTO PROFISSIONAL: RELATO DE VIVÊNCIA NO PROGRAMA PRÁTICAS INTEGRADAS EM SAÚDE COLETIVA (PISC) Solange Pinheiro Moura 1, Denise Maia Leão 2, Bruna Cristiane Furtado Gomes 3, Ana Paula Castro

Leia mais

THALITA KUM PROJETO - CUIDANDO COM HUMANIDADE DOS ACAMADOS E DE SEUS CUIDADORES.

THALITA KUM PROJETO - CUIDANDO COM HUMANIDADE DOS ACAMADOS E DE SEUS CUIDADORES. THALITA KUM PROJETO - CUIDANDO COM HUMANIDADE DOS ACAMADOS E DE SEUS CUIDADORES. ANA LUCIA MESQUITA DUMONT; Elisa Nunes Figueiredo. Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte SMSA-BH (Atenção Básica)

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Médico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Capacitado a atuar, pautado

Leia mais

TRABALHADORES DE ENFERMAGEM E OS IDOSOS HOSPITALIZADOS: UMA PROPOSTA DE INVESTIGAÇÃO

TRABALHADORES DE ENFERMAGEM E OS IDOSOS HOSPITALIZADOS: UMA PROPOSTA DE INVESTIGAÇÃO TRABALHADORES DE ENFERMAGEM E OS IDOSOS HOSPITALIZADOS: UMA PROPOSTA DE INVESTIGAÇÃO JULIANA PETRI TAVARES 1 CARMEM LÚCIA COLOMÉ BECK 2 ROSÂNGELA MARION 3 SUSAN BUBLITZ 4 SABRINA MEDIANEIRA WIETHAN QUINHONES

Leia mais

TÍTULO: A ENFERMAGEM E OS USUÁRIOS DE SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS NO CAPS: RELATO DE VIVÊNCIAS.

TÍTULO: A ENFERMAGEM E OS USUÁRIOS DE SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS NO CAPS: RELATO DE VIVÊNCIAS. Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: A ENFERMAGEM E OS USUÁRIOS DE SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS NO CAPS: RELATO DE VIVÊNCIAS. CATEGORIA:

Leia mais

Experiência no Atendimento Domiciliar ao Paciente Serviço Social

Experiência no Atendimento Domiciliar ao Paciente Serviço Social Experiência no Atendimento Domiciliar ao Paciente Serviço Social Flávia J.Rodrigues de Sá Pinheiro de Melo Assistente Social Especialista em Saúde Mental e Moléstias Infecciosas - Unicamp Serviço Atenção

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP GEFIS Nº 29 / 2010 Abordagem Sindrômica. Participação Legal do Enfermeiro. Programa de Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis. Programa de Atenção Integral em Doenças Prevalentes

Leia mais

Documentos Necessários ao Protocolo de Pesquisa

Documentos Necessários ao Protocolo de Pesquisa Documentos Necessários ao Protocolo de Pesquisa 3. PROTOCOLO DE PESQUISA 3.1) Protocolo de pesquisa: é o conjunto de documentos, que pode ser variável a depender do tema, incluindo o projeto, e que apresenta

Leia mais