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1 Cuidados de enfermagem à pessoa com problemas de saúde com relevância para a prática de enfermagem cirúrgica rgica 1.3 Intervenções e acções de enfermagem em pessoas submetidas a cirurgia do esófago, estômago e intestino Enfermagem Cirúrgica - XIV CLE (2º ano / 2º semestre) ESSB 1 Professora Mª João Lampreia

2 Fases Fase do Pré-operatório Fase do Pós-operatório 2

3 1.3.1 Fase do pré-operatório INTRODUÇÃO Revisão de conceitos cirúrgicos rgicos 3 Cirurgia de Abertura (Otomia carácter exploratório, e ) De remoção ( Ectomia Ablação) De abertura para o exterior (Ostomia - drenagem para o exterior Definitiva ou Temporária De observação (scopia carácter diagnóstico e ) De sutura (rrafia) De alteração da forma ou função (plastia)

4 1.3.1 Fase do pré-operatório INTRODUÇÃO Revisão dos conceitos relacionados com intervenções cirúrgicas rgicas a nível do sistema esofago-gástro stro-intestinal I 4 Cirurgia de Abertura Laparotomia Abertura cirúrgica do abdómen Gastrotomia Abertura da parede anterior do estômago através de uma incisão paramediana esquerda e exploração do seu interior Coledocotomia Abertura cirúrgica do colédoco Duodenotomia Abertura cirúrgica do duodeno

5 1.3.1 Fase do pré-operatório Revisão dos conceitos relacionados com intervenções cirúrgicas rgicas a nível do sistemaesofago-gástro stro-intestinal II Cirurgia de Remoção 5 Esofagogectomia Gastrectomia Gastrectomia parcial (Bilroth I) Gastrectomia total (Bilroth II) Diverticulectomia Apendicectomia Colectomia transversa Ressecção anterior do cólon sigmoide e retossigmoidostomia Ressecção abdominoperineal Hemorroidectomia Excisão de Físsura Anal Excisão de Cisto e Fístula Pilonidal

6 1.3.1 Fase do pré-operatório Revisão dos conceitos relacionados com intervenções cirúrgicas rgicas a nível do sistemaesofago-gástro stro-intestinal III Cirurgia de drenagem para o exterior, Definitiva ou Temporária ria Gastrostomia Gastrostomia endoscopica percutânea ou PEG Gastrojejunostomia Colostomia Ileostomia 6

7 1.3 INTERVENÇÕES E ACÇÕES DEENFERMAGEM Fase do pré-operatório Revisão dos conceitos relacionados com intervenções cirúrgicas rgicas a nível do sistema esofago-gástro stro-intestinal IV Cirurgia de observação ou de carácter cter diagnóstico ( procedimentos endoscópicos) Esofagogastroduodenoscopia oscopia (Endoscopia Superior) Colonoscopia e Sigmoidoscopia oscopia (Endoscopia Inferior Laparacoscopia Rectosigmoidoscopia oscopia Cirurgia de alteração da forma ou função 7 Piloroplastia

8 Esofagectomia com interposição do cólon (carcinoma do esófago) 8

9 Gastrectomia (carcinoma do estômago) 9 A- BILROTH I B- BILROTH II

10 Gastrectomia (carcinoma do estômago) Diagramas que ilustram ressecções do estômago com anastomose do estômago e duodeno. Todas são modificações da técnica de Bilroth I, na qual o estômago é anastomozado ao duodeno (Rothrocck, J. C., 1997, p. 331) 10

11 Colectomias A - Hemicolectomia direita e ileocolostomia B - Hemicolectomia esquerda 11

12 C 12 Colectomia transversa

13 Ressecção anterior do cólon sigmóide e retossigmoidostomia Fig Linhas médias de ressecção para vários tipos de ressecção do cólon. A - Hemicolectomia direita e ileocolostomia B - Hemicolectomia esquerda; C e D - Colectomia transversa; E Ressecção anterior do cólon sigmóide e retossigmoidostomia ( RothroccK, 1997, p. 346) Phipps, W. J., Long, B. C., Woods, N. F., & Cassmeyer V. L. (1999). Enfermagem médico-cirurgica, conceitos e prática clinica (2ª ed., Vol. III) (H. S. Azevedo, N. Diogo e A. P. S. Espada, trads.). Lisboa: Lusodidacta. (pp ) Manley, K, & Bellman, L. (2000). Enfermagem Cirúrgica. Prática Avançada (J. M. Cunha e L. Branco, Trads).Loures: Lusociência. Mestre, R. ( 2007). Sebenta de Cirurgia do XIV CLE da ESSBeja. Documento não publicado. Beja. ESSB. 13 Rothrocck, J. C. (1997). Alexander. Cuidados de Enfermagem ao paciente cirúrgico (13 ª ed.). Loures:Lusodidacta. (pp )

14 1.3 INTERVENÇÕES E ACÇÕES DE ENFERMAGEM FASE DO PRÉ-OPERATÓRIO FENÓMENO MENO: : CONHECIMENTO DA PESSOA ACERCA DA INTERVENÇÃO CIRÚRGICA RGICA A QUE VAI SER SUBMETIDA ( só mencionado por exemplo) Status com as características específicas ficas: conteúdo específico de pensamento baseado na sabedoria adquirida, na informação ou aptidões aprendidas; conhecimentos e reconhecimento de informação. ão. (CIPE, 2003, p. 45) ACÇÕES DE ENFERMAGEM Observar Informar Executar Gerir Atender 14

15 FASE DO PRÉ-OPERATÓRIO Observar Identificar/ avaliar o grau de conhecimento da pessoa em relação à cirurgia a que vai ser submetida 15 Informar Descrever / explicar o tipo de cirurgia / acto cirúrgico rgico e procedimentos pré-operat operatóriosrios ( higiene, jejum, preparação gástrica, g intestinal, limpeza da pele tricotomia,, necessidade de cateterização de uma ou mais veias periféricas, ricas, de retirar adornos e próteses dentárias caso a pessoa a uso e utilize ) Explicar/ Ensinar acerca da necessidade de eventual imobilização no período pós p - operatório rio (repouso no leito, alternância de posicionamento) e da necessidade de utilização de estratégias de prevenção de complicações pós-operatp operatóriasrias

16 FASE DO PRÉ-OPERATÓRIO Executar Instruir e treinar / estimular técnicas de relaxamento (Dor) Instruir e treinar / estimular os exercícios pós-operatórios / técnica de respiração profunda, lenta e abdomino-diafragmática e tosse eficaz, exercícios de prevenção de tromboembolismo e de úlceras de pressão Descrever/ ensinar sinais e sintomas de complicações susceptíveis de ocorrerem no período pós-operatório e importância de os transmitir ao enfermeiro: Dor; Ansiedade; Medo; Risco de tromboembolismo; Risco de úlcera de pressão. 16

17 FASE DO PRÉ-OPERATÓRIO COMPLICAÇÕES ESPECIFICAS CIRÚRGIA DO ESÓFAGO Hérnia do Hiato Disfagia Distensão abdominal persistente Refluxo gastro-esofágico Carcinoma do esófago Deiscência da anastomose Aspiração por regurgitação Dor, hemorragia e aparecimento de fístula Instabilidade hemodinâmica (associada ou não a hemorragia) CIRÚRGIA DO ESTÔMAGO Carcinoma do estômago Dor Hemorragia no local da anastomose Instabilidade hemodinâmica (associada ou não a hemorragia Peritonite Mais tardiamente Síndrome de Dumping 17

18 FASE DO PRÉ-OPERATÓRIO 18 Gerir Organizar o processo clínico Validar o histórico de enfermagem (entrevistar) Validar consentimento informado e toda a informação/ ensino realizado no âmbito da reabilitação e prevenção de complicações pós-operatóriasrias Avaliar/ identificar e planear ( e preparar) ) a administração da terapêutica prescrita (incluindo pré anestesia e soroterapia) Avaliar/ identificar e planear a preparação adequada à intervenção cirúrgica rgica (preparação da pele e tricotomia; ; preparação gástrica g e intestinal, se necessário; etc.)

19 FASE DO PRÉ-OPERATÓRIO Executar Promover a manutenção do equilíbrio nutricional e hidro- electrolítico tico,, tendo em conta que esta fase inclui preparações agressivas para o equílibrio hidro-electrolitrico Vigiar e, se for necessário, monitorizá-lo através s do balanço hídrico. Atender Assistir/ / apoiar a pessoa no que for necessário, durante este período 19

20 1.3 INTERVENÇÕES E ACÇÕES DEENFERMAGEM FASE DO PRÉ-OPERATÓRIO AVALIAÇÃO MULTISISTÉMICA MICA / HOLÍSTICA I TÉCNICAS E MÉTODOS: ENTREVISTA e EXAME FÍSICO e informações que advêm da consulta e interpretação dos exames complementares de diagnósticos realizados Acções de enfermagem 20 Monitorizar sinais vitais ( dor ) Vigiar função respiratória, cardio-vascular e renal Vigiar estado nutricional / equilíbrio hidro-electrolítico Alimentação parentérica e soroterapia Permeabilidade da sonda nasogástrica e avaliação das características do conteúdo gástrico Vigiar eliminação vesical Permeabilidade da cateterização e características da drenagem vesical, se for o caso Vigiar integridade da pele

21 1.3 INTERVENÇÕES E ACÇÕES DEENFERMAGEM FASE DO PRÉ-OPERATÓRIO AVALIAÇÃO MULTISISTÉMICA MICA / HOLÍSTICA II TÉCNICAS E MÉTODOS: ENTREVISTA e EXAME FÍSICO Ansiedade Medo Acções de enfermagem 21 Promover auto-controlo através de mecanismos de coping Avaliar percepção da cirurgia / Mecanismos de adaptação Avaliar medos / Preocupações / Expectativas em relação à cirurgia e cuidados Avaliar nível de conhecimentos em relação aos ensinos pré-operatórios, procedimentos pré-operatórias e respectiva fundamentação * Considerar a eventual importância do envolvimento da família ou outras pessoas significativas

22 FASE DO PRÉ-OPERATÓRIO UM ASPECTO FULCRAL DO PAPEL DO ENFERMEIRO É COLOCAR A PESSOA QUE VAI SER SUBMETIDA A UMA INTERVENÇÃO CIRÚRGICA RGICA NA MELHOR CONDIÇÃO POSSÍVEL PARA A EFICÁCIA CIA DESSA MESMA CIRURGIA E REDUZIR O RISCO DE COMPLICAÇÕES PÓS-OPERAT P OPERATÓRIAS, RIAS, quer através s da preparação pré-operat operatória ria propriamente dita quer através s da promoção do envolvimento e educação da pessoa 22

23 FASE DO PRÉ-OPERATÓRIO PREPARAÇÃO INTESTINAL PROCEDIMENTOS (PROTOCOLO) 23 OBJECTIVOS Proporcionar máxima visualização na abordagem cirúrgica Prevenir a contaminação da cavidade peritoneal, com matéria fecal Diminuir a possibilidade de obstrução intestinal Evitar lesão do colón Cirurgia do esófago e gástrica - realização de um enema de limpeza na véspera da intervenção (turno da tarde) Cirurgia do intestino - administração, na antevéspera e véspera da intervenção cirúrgica, de solução electrolítica (Selg-2L) Cirurgia anorretal administração, na antevéspera e véspera da intervenção cirúrgica, no turno da tarde e 2 horas antes da cirurgia, de um enema de limpeza (Gliss-go) Cirurgia laparoscópica pica o enema de limpeza pode ser substituído por Microlax, caso a pessoa tenha hábitos intestinais regulares e no dia da preparação já tenha defecado

24 FASE DO PRÉ-OPERATÓRIO 24 PREPARAÇÃO GÁSTRICA G FINALIDADE Assegurar o conteúdo gástrico mínimo OBJECTIVOS Prevenir o risco de aspiração do conteúdo gástrico nos pulmões durante a abordagem cirúrgica e no pós-operatório imediato Manter a preparação intestinal PROCEDIMENTOS ( PROTOCOLO) Cirurgia do esófago e gastro-intestinal - ao jantar da véspera da intervenção cirúrgica o doente deve iniciar a ingestão de uma dieta líquida e efectuar jejum a partir das 0 horas do dia da intervenção Cirurgia do intestino - ao jantar da antevéspera e durante o dia da véspera da intervenção cirúrgica o doente deve iniciar a ingestão de uma dieta líquida, pobre em resíduos, e efectuar jejum a partir das 0 horas do dia da intervenção Nota - Doente diabético pode ingerir uma ceia à 1 hora do dia da intervenção, e posteriormente iniciar o jejum. Pelas 7 horas, deve iniciar perfusão venosa glicosada (Dextrose a 5% em H 2 0) e deve-se efectuar a avaliação das glicémias capilares de 2/2 horas ou 1/1).

25 FASE DO PRÉ-OPERATÓRIO 25 PREPARAÇÃO DA PELE OBJECTIVO Reduzir o risco pós-operatório de infecção da ferida cirúrgica através da: Remoção da sujidade e micróbios; Redução da contagem microbiana residente para níveis subpatogénicos num breve período de tempo e com a menor irritação possível dos tecidos; Inibição da hiperproliferação rebound de micróbios (Manley & Bellman) PROCEDIMENTOS (PROTOCOLO) Limpeza Tricotomia (a menor extensão possível) Desinfecção (Geralmente, realiza-se na véspera da intervenção, no turno da tarde) Remoção de verniz das unhas, acessórios, próteses, perucas, etc. (Sempre que possível remover apenas no momento da pessoa ir para o bloco operatório) Nota: Deve ser feita o mais próximo possível do tempo operatório, observando-se cuidadosamente a pele para despiste de lesões/ sinais de infecção

26 FASE DO PRÉ-OPERATÓRIO VALIDAR OS ENSINOS PRÉ-OPERATÓRIOS Clarificar e esclarecer eventuais dúvidas Higiene brônquica / importância dos exercícios respiratórios Importância da fixação da ferida operatória/ imobilização da sutura Técnicas e métodos de prevenção da dor Cuidados/ intervenções/ acções e procedimentos pós-cirúrgicos comuns, como sejam por exemplo a entubação naso-gástrica e os procedimentos relacionados com a drenagem da ferida operatória Mobilização no leito e posicionamentos e importância dos exercícios ( activos e passivos) 26 Promoção do auto-cuidado

27 FASE DO PRÉ-OPERATÓRIO (antes da pessoa ir para o bloco-operatório) 27 Assistir Acompanhar Apoiar Reforçar Escuta activa Presença plena Disponibilidade Avaliar ou Monitorizar e registar os parâmetros vitais Estimular a pessoa a urinar, avaliar ou monitorizar a eliminação/ características da urina Colocar as meias anti-trombo-embólicas e vestuário próprio (protocolo) Validar o processo clínico Validar registos Assistir/ acompanhar a pessoa no transporte para o BO

28 1.3.2 FASE DO PÓS-OPERATÓRIO ACÇÕES DE ENFERMAGEM I Validar a intervenção cirúrgica rgica realizada A) Até retomar a consciência Observar Avaliar e monitorizar sinais vitais Avaliar e monitorizar nível de consciência Avaliar e monitorizar coloração/ temperatura da pele e extremidades Avaliar e monitorizar eliminação vesical e intestinal Avaliar e monitorizar drenagens, perfusões, penso(s), etc. Efectuar registos 28 Promover medidas de higiene e conforto Promover medidas para despiste de complicações Nota: C/ recurso aos métodos de registos próprios

29 1.3.2 FASE DO PÓS-OPERATÓRIO ACÇÕES DE ENFERMAGEM II B) APÓS S RETOMAR A CONSCIÊNCIA Avaliar e monitorizar sinais vitais Avaliar, monitorizar a dor e proporcionar medidas para o seu alívio Monitorizar a dor através da escala em uso Optimizar ambiente calmo Mobilizar estratégias de coping e medidas de relaxamento 29 Avaliar e despistar sinais de desequilíbrio hidro-electrolítico Monitorizar equilíbrio hídrico através de balanço hídrico

30 EM PESSOAS SUBMETIDAS A CIRURGIA DO FASE DO PÓS-OPERATÓRIO ACÇÕES DE ENFERMAGEM III Avaliar e monitorizar coloração/ temperatura da pele e extremidades Avaliar e monitorizar eliminação vesical e intestinal (retorno de peristalse intestinal) Avaliar e monitorizar drenagens, perfusões, penso(s), etc. Efectuar registos Manter a promoção da higiene, conforto e todas as medidas para despiste de complicações 30

31 1.3 FENÓMENOS, INTERVENÇÕES E ACÇÕES DE ENFERMAGEM FASE DO PÓS-OPERATÓRIO 31 OBJECTIVOS Promover a ventilação e a permeabilidade das vias aéreas INTERVENÇÕES Prevenir e controlar a dor Promover um posicionamento adequado (posição de semi-fowler ou Fowler consoante tolerância) Estimular a alternância de decúbitos periodicamente (2/ 2horas ou a intervalos mais curtos) Estimular a realização de exercícios de inspiração profunda e tosse efectiva (fixação e imobilização da ferida operatória) Estimular o levante precoce e a deambulação dentro dos parâmetros de tolerância

32 1.3 FENÓMENOS, INTERVENÇÕES E ACÇÕES DE ENFERMAGEM FASE PÓS-OPERATÓRIO 32 OBJECTIVO Promover a nutrição Alimentação parentérica Dieta 0 Dieta líquida Aumento progressivo da consistência da dieta INTERVENÇÕES Balanço hídrico, avaliação nutricional Avaliar a drenagem do conteúdo gástrico (não irrigar ou reposicionar a sonda) Iniciar alimentação, segundo prescrição, de forma gradual, fraccionada e em pequenas quantidades Avaliar a presença de sinais de: Deiscência da anastomose (dispneia, dor, febre) Regurgitação e/ ou saciedade precoce Síndroma de Dumping (astenia, malestar, palpitações, diaforese, náuseas e diarreia)

33 1.3.2.(A) PÓS-OPERATÓRIO Pessoa submetida a cirurgia por Hérnia do Hiato Principais problemas com relevância para a prática de enfermagem cirúrgica rgica 33 Os cuidados no pós-operatório de pessoas submetidas a intervenção cirúrgica por Hérnia do Hiato esofágico incluem A promoção da ventilação pulmonar A manutenção dos sistemas de drenagem e a vigilância da ferida operatória O apoio nutricional e a promoção da deglutição A promoção do auto-cuidado Principais complicações da cirurgia Disfagia Distensão abdominal persistente Refluxo gastro-esofáfico Instrumento de análise e reflexão Plano de cuidados Pessoa submetida à correcção da Hérnia do Hiato Phipps, W.J., Sands, J. K., & Marek, J. F. (2003). Enfermagem médico-cirúrgica. Conceitos e Prática Clínica (Vol. II, pp ). Loures: Lusociência

34 1.3.2.(AA) PÓS-OPERATÓRIO Pessoa submetida a cirurgia por Carcinoma do Esófago Principais problemas com relevância para a prática de enfermagem cirúrgica rgica 34 Os cuidados no pós-operatório de pessoas submetidas a intervenção cirúrgica por Carcinoma do Esófago incluem A promoção da ventilação pulmonar A manutenção dos sistemas de drenagem e a vigilância da ferida operatória O apoio nutricional e a promoção do auto-cuidado Principais complicações da cirurgia Instabilidade hemodinâmica (associada ou não a hemorragia) Deiscência da anastomose Aspiração por regurgitação Dor, hemorragia e aparecimento de fístula Instrumento de análise e reflexão Plano de cuidados Pessoa submetida a Esofagogastrostomia Phipps, W.J., Sands, J. K., & Marek, J. F. (2003). Enfermagem médico-cirúrgica. Conceitos e Prática Clínica (Vol. II, p. 1455). Loures: Lusociência

35 (B) PÓS-OPERATÓRIO Pessoa submetida a cirurgia por Carcinoma do Estômago Principais problemas com relevância para a prática de enfermagem cirúrgica rgica 35 Os cuidados no pós-operatório de pessoas submetidas a intervenção cirúrgica por Carcinoma do Estômago incluem A promoção da ventilação pulmonar, A manutenção dos sistemas de drenagem e a vigilância da ferida operatória O apoio nutricional A promoção do autocuidado Principais complicações da cirurgia Hemorragia no local da anastomose Peritonite Dor Mais tardiamente Síndrome de Dumping (Náuseas, vómitos, diarreia, astenia, tonturas, diaforese, taquicardia, palpitações, sensação de plenitude e desconforto)

36 (B) PÓS-OPERATÓRIO Pessoa submetida a cirurgia por Carcinoma do Estômago Principais problemas com relevância para a prática de enfermagem cirúrgica rgica Principais complicações da cirurgia I Hemorragia no local da anastomose Monitorizar sinais vitais Vigiar penso cirúrgico Monitorizar drenagens Vigiar e monitorizar a drenagem de conteúdo gástrico Não irrigar ou reposicionar a sonda nasogástrica 36 Peritonite Vigiar ferida operatória e drenagens Realizar penso e manusear drenagens de acordo com os protocolos instituídos (Normas Controlo de Infecção Hospitalar) Monitorizar sinais vitais e sinais de infecção.

37 1.3.2.(B) PÓS-OPERATÓRIO Pessoa submetida a cirurgia por Carcinoma do Estômago Principais problemas com relevância para a prática de enfermagem cirúrgica rgica Principais complicações da cirurgia II Dor Monitorizar sinais e sintomas de dor, rigidez abdominal e febre Estimular a utilização adequada de analgésicos segundo prescrição, e de outros mecanismos e medidas de alívio da dor 37 Síndrome de Dumping Estimular a utilização de ajustes dietéticos Dieta moderada em gorduras, hiperproteíca e pobre em hidratos de carbono Moderação ou abolição de líquidos às refeições Fazer um período de repouso (20 a 30 minutos) na posição de decúbito lateral esquerdo, após as refeições * Considerar a necessidade de apoio nutricional ( A. Parentérica ou Sumpl. Alimentar)

38 (C) PÓS-OPERATÓRIO Pessoa submetida a cirurgia por Carcinoma do Intestino Principais problemas com relevância para a prática de enfermagem cirúrgica rgica 38 Os cuidados no pós-operatório de pessoas submetidas a intervenção cirúrgica por Carcinoma do Intestino incluem: A promoção da ventilação pulmonar A manutenção dos sistemas de drenagem e a vigilância do estoma O apoio nutricional A promoção do auto-cuidado / o ensino dos cuidados a ter com o estoma e o encaminhamento da pessoa e familiares a serviços de apoio comunitário CONFERÊNCIA Intervenções e acções de enfermagem à pessoa submetida a ostomia Prof. ª M.ª João e Enf. ª Isabel Gonçalves

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