Adenocarcinoma de Esôfago como conseqüência de Esôfago de Barret

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1 Adenocarcinoma de Esôfago como conseqüência de Esôfago de Barret Serviço de Cirurgia Geral III Dr Antônio Borges Campos Denissa F. G. Mesquita Extensionista da Cir. do Ap. Digestório Samuel Luz Moreno R2 de Cirurgia Geral Tadeu Gonçalves de Lima Interno da Cirurgia

2 DRGE Como Prevenir o Esôfago de Barret? Qual melhor forma de diagnosticar o Barret? DRGE complicada com esôfago de Barret Cirurgia é o melhor tratamento? Como tratar Esôfago de Barret com displasia de alto grau? ESÔFAGO DE BARRET

3 Prevenção ESÔFAGO DE BARRET Tratamento adequado da DRGE Cirurgia x medicação Screening com EDA, sintomas crônicos de longa data

4 Diagnóstico EDA mucosa esofágica aparentemente anormal múltiplas biopsias Cromoendoscopia, magnificação endoscópica, autofluorescência avaliar displasia biopsia nos 4 quadrantes a cada 2 cm da metaplasia melhor técnica (literatura)

5 Tratamento: Cirurgia x Tratamento clínico Principal controle rigoroso do refluxo gastroesofágico Complicação da DRGE cirurgia para todos Metaplasia não regride e evolui não opera

6 Tratamento: Cirurgia x Tratamento clínico ATUALMENTE vários estudos sugerem cirurgia antirefluxo superior - controla tb o refluxo biliopancreático - risco de desenvolver CA tto clinico 0,8% /ano tto cirurgico 0,5% /ano Se comparado só sucesso cirúrgico estatisticamente significante superior ao tto clínico

7 Tratamento: Cirurgia x Tratamento clínico ATUALMENTE Estudo prospectivo randomizado, 2006 Comparou a eficácia da cirurgia x terapia clínica na regressão da displasia de baixo grau em pacientes com esôfago de Barret Cirurgia é superior à terapia medicamentosa em proteger a mucosa na progressão da displasia até Adeca

8 Tratamento: Cirurgia x Tratamento clínico ATUALMENTE A literatura recomenda a cirurgia antirefluxo como tratamento de escolha em pacientes com barret e displasia de baixo grau, embora até o momento não tenha evidência suficiente para considerar o esôfago de barret como indicação primária para cirurgia antirefluxo

9 Tratamento terapia endoscópica ablativa Ablação com laser Eletrocoagulação Terapia fotodinâmica Ablação com argônio Não revertem completamente a metaplasia e questiona-se a durabilidade desse novo epitélio

10 Seguimento A minoria dos pacientes com esôfago de Barret irão desenvolver Adenocancinoma 0,5 a 2% ao ano. Todos os pcts com esôfago de Barret necessitam de EDA seqüenciais? Em quanto tempo a EDA deve ser repetida?

11 Seguimento Ainda não há fatores ou marcadores que indique qual o esôfago de barret com risco para desenvolver câncer 75% dos adenocarcinoma de esôfago são passível de cura em programas de screening enquanto só 25% fora deles

12 Seguimento Fatores de Risco - tempo de exposição ao refluxo - presença de displasia de baixo grau Objetivo do seguimento: detecção da displasia e do câncer precoce

13 Seguimento Grau de displasia determina o intervalo das endoscopias Displasia SEM BAIXO GRAU ALTO GRAU Documentação 2 EDA com biopsia Grau aumentou Repete EDA, descartar câncer e confirmação por patologista Seguimento endoscópio 3 anos 1 ano até sem displasia Focal cada 3 meses Multifocal intervenção Irregularidade mucosa - RE

14 Quimioprevenção Vários estudos anti-inflamatórios não-esteroidais reduziam risco de Adenocarcinoma esofágico Trial randomizado NCI, 2007 celecoxibe não previne a progressão da displasia do Barret

15 Tratamento displasia de alto grau 1. Parcial ou total esofagogastrectomia 2. Seguimento rigoroso com biopsias até o aparecimento do câncer precoce 3. Terapias endoscópicas minimamente invasivas

16 Tratamento displasia de alto grau Esofagogastrectomia permanece como tratamento padrão para esôfago de barret com displasia de alto grau Ressecção endoscópica permanece como uma alternativa do tratamento em casos selecionados

17 Tratamento Adenocarcinoma de Esôfago Ressecção cirúrgica é o melhor tratamento para tumores ressecáveis. Tumores irressecáveis devem ser tratados com radio e quimioterapia

18 Referências Moraes-Filho, J.P. et al. Brasilian Consensus on Gastroesophageal Reflux Disease: Proposals for Assessment, Classification and Management. Am Coll of Gastroenterology. Vol 97 n 2, Sampliner, R. E. Update guidelines for diagnosis, Surveillance and therapy of Barett`s Esophagus. Am Coll of Gastroenterology. Vol 97 n 8, Rossi, M. et al. Efficacy

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