MT-1-PM POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO MANUAL TÉCNICO POLICIAL MILITAR EMPREGO TÁTICO DO CARRO DE CONTROLE DE DISTÚRBIOS CIVIS CENTURION

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1 MT-1-PM POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO MANUAL TÉCNICO POLICIAL MILITAR EMPREGO TÁTICO DO CARRO DE CONTROLE DE DISTÚRBIOS CIVIS CENTURION 1990 Seção Gráfica do CSM/M Int Publicado Bol G PM 207/90

2 POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO COMANDO GERAL São Paulo, 18 de abril de DESPACHO N PM1-253/02/90 O Comandante Geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo, nos termos dos artigos 16 e 43 das I-1-PM, aprova, manda por em execução e autoriza a impressão do Manual Técnico Policial-Militar (MT-1-PM) EMPREGO TÁTICO DO CARRO DE CONTROLE DE DISTÚRBIOS CIVIS CENTURION''. CELSO FELICIANO OLIVEIRA Coronel PM Comandante Geral

3 DISTRIBUIÇÃO 1. Órgãos de Direção a Geral Cmt G S Cmt/PM S Ch do EM/PM Seções do EM/PM (cada) Correg PM b. Setorial Diretorias (cada) Órgãos de Apoio Logístico (cada) Ensino e Instrução (cada) Pessoal (cada) Saúde (cada) Órgãos Especiais OPM (cada) Órgãos de Execução a Grandes Comandos (CPM-CPI-CCB) (cada) b. Comandos de Área (CPA/M-CPA;I-CPTran-CPFem-CPRv-CPFM) (cada) Uop (cada) Órgãos Especiais de Execução OPM (cada) Reserva a. No EM/PM (1ª Seção) b. No CSM/M (para venda)

4 ÍNDICE GERAL CAPÍTULO 1 - INTRODUÇÃO ARTIGO I - FINALIDADE ARTIGO II - GENERALIDADES DESCRIÇÃO DO CARRO CARACTERÍSTICAS BÁSICAS TERMINOLOGIA ADOTADA CAPÍTULO 2 - DISPOSITIVOS OPERACIONAIS ARTIGO III - DO ACESSO AO VEÍCULO PORTAS LATERAIS PORTA TRASEIRA SAÍDA DE EMERGÊNCIA ESCOTILHAS INDICATIVO DE ABERTURA E FECHAMENTO ESCADA EXTERNA ARTIGO IV - DO SISTEMA ANTI-BARRICADA PÁRA - CHOQUE DIANTEIRO ARTIGO V - DO SISTEMA SONORO/VISUAL SIRENE SISTEMA DE COMUNICAÇÃO INTERNA ARTIGO VI - DO SISTEMA DE AR AR CONDICIONADO AR COMPRIMIDO ARTIGO VII - DO SISTEMA HIDRÁULICO DO JATO D'ÁUA CANHÃO D'ÁGUA BOMBA D'ÁGUA RESERVATÓRIO DE ÁGUA E CORANTE ARTIGO VIII - DO SISTEMA DE COMBATE A INCÊNDIOS E DISSOLUENTE SISTEMA HIDRÁULICO ANTI-INCÊNDIO... l SISTEMA MANUAL ANTI-INCÊNDIO DO CHASSI SISTEMA COMPLEMENTAR DE COMBATE A INCÊNDIOS DISSOLUENTE ARTIGO IX - DO SISTEMA DE ILUMINAÇÃO... l ILUMINAÇÃO INTERNA ILUMINAÇÃO EXTERNA ARTIGO X DOS LANÇADORES DE GRANADA DISPOSITIVOS LANÇADORES DE GRANADA ARTIGO XI - DO SISTEMA DE PROTEÇÃO ELÉTRICA CONSTITUIÇÃO E ACIONAMENTO DO SISTEMA CAPÍTULO 3 - ARTIGO XII DOUTRINA DE EMPREGO... 17

5 PRINCÍPIOS BÁSICOS DO APOIO ÀS UNIDADES DE ÁREA DAS INFORMAÇÕES OBTIDAS DA ESTRATÉGIA ADOTADA... lb CAPÍTULO 4 PESSOAL... 1S ARTIGO XIII - DO GRUPO DE APOIO CONSTITUIÇÃO ARTIGO XIV - DA TROPA EMBARCADA O PELOTÃO DE CHOQUE CAPÍTULO 5 ARTIGO XV - PROCEDIMENTOS GERAIS DO EMBARQUE/DESEMBARQUE E POSICIONAMENTO GRUPO DE APOIO PELOTÃO DE CHOQUE EM AÇÃO... 20

6 CAPÍTULO 1 Introdução ARTIGO I Finalidade 1.1 Este manual tem a finalidade de estabelecer a doutrina de emprego e os procedimentos operacionais do Carro de Controle de Distúrbios Civis CCDC "CENTURION". ARTIGO II Generalidades 1.2 DESCRIÇÃO DO CARRO a. O CCDC - "CENTURION" é um veículo de blindagem leve de aço, assentado sobre chassi convencional, com a finalidade mista de transporte de tropa de choque e com recursos próprios para o controle de distúrbios civis. 1.3 CARACTERfSTlCAS BÁSlCAS a. Carroceria 1) De construção metálica em aço de alta resistência mecânica, tipo integral, com revestimento interno. 2) Resistência balística a impacto direto de até 9mm (CBC), oriundos de pistola manual ou sub-metralhadora, inclusive a área envidraçada. 3) Dimensões básicas aproximadas: a) Comprimento total: mm b) Largura total: mm c) Altura total: mm d) Peso total: Kg 4) Possui seteiras, de acesso e comando pelo interior, sendo 09 (nove) em cada lateral e 02 (duas) na parte traseira: a) Tais seteiras servem pare observação externa, além de permitir o lançamento de munição química e dimensionalmente à passagem de armamento até calibre 12. b) Motor: 1) Motor "diesel", com turbo compressor, de potência de 305 CV, que permite a velocidade quando em ordem de marcha de até 100 Km/h, equipado com caixa de mudança de 05 (cinco) marchas à frente (sincronizadas) e uma à ré. c. Pneus: 1) adptados para continuar operando à pressão interna zero, por um mínimo de 40 Km, em piso pavimentado e à velocidade máxima de 55 Km/h. d. Grades de Proteção: 1) Grades metálicas de proteção, com malha retangular, colocadas em toda área envidraçada, removíveis para limpeza.

7 e. Proteção Interna da Área Envidraçada: 1) Todos os vidros possuem, internamente,película protetora contra estilhaços, em polietileno. f. Autonomia: 1) 0 veículo possui reservatório de combustível de 300 (trezentos) litros, com autonomia de 600 (seiscentos) quilômetros aproximadamente. 1.4 TERMlNOLOGlA ADOTADA a. Escotilha: 1) Disposivo de abertura zenital que permite a passagem de um homem para observação ou atividade relativa à parte externa do veículo. b. Painel de Controle: 1) Onde se localizam os controles dos dispositivos operacionais do carro. c. Seteiras: 1) Orifícios circulares que permitem a observação e lançamento de muniçao do interior do carro. d. Disparador-Lançador de Granada: 1) Dispositivo que permite o disparo/lançamento de granadas químicas, através de acionamento elétrico. e. Farol Periscópico: 1) Farol auxiliar de trabalho, de grande intensidade luminosa, para exploração externa. f. Sistema Manual de Extinção de Incêndios do Chassi: 1) Sistema destinado à extinção de incêndios no próprio carro, através de pó químico seco (parte inferior). g. Sistema de Auto-Lavagem: 1) Destinado à extinção de incêndios no próprio carro, através de lançamento de água, por meio de tubulação afixada externamente, no teto do veículo, podendo o sistema ser utilizado para a lavagem de produtos químicos ou outros, lançados sobre o carro h. Sistema Anti-Barricada: 1) Sistema de acionamento hidráulico, destinado à remoção de barricadas, colocado de forma a impedir o acesso do carro, com capacidade de remoção de objetos de até Kg. 2.1 PORTAS LATERAIS CAPÍULO 2 Dispositivos Operacionais ARTIGO III Do Acesso ao Veículo

8 a. As portas de acesso lateral, para motorista e comandante, são acionadas externamente, através de chave específica e fachadura com tambor: 1) Internamente tais portas não possuem maçanetas, sendo o controle da lingueta feito por manopla de fácil manuseio. 2) Uma segunda trava de segurança, acionada manualmente, completa o sistema. 2.2 PORTA TRASEIRA a. O acesso traseiro é feito por uma porta de duas folhas, sendo uma com duas travas (superior e inferior), que a fixa na estrutura do veículo e a outra com uma trava central, fixando-a na primeira; todas as travas de acionamento manual deverão ser liberadas antes de adentrar à área de conflito. b. Após a liberação das travas das folhas traseiras, um sistema pneumático, acionado pelo Painel de Controle, comandará com exclusividade a abertura/fechamento. c. Para situações de emergência, uma válvula lubrifil, posicionada no lado interno, atrás do assento do painel de controle, ativada manualmente, permitirá a liberação do ar e comandará a abertura/fechamento manual da porta. d. Junto com o sistema de abertura das portas traseiras, um comando pneumático de acionamento conjunto, forçará a extenção no sentido longitudinal de um degrau acoplado junto ao pára-choque traseiro, facilitando o acesso, recolhendo-se da mesma forma quando do fechamento. 2.3 SAÍDA DE EMERGÊNCIA a. As saídas de emergências estão colocadas uma em cada lateral, na parte central do carro, cada qual com duas travas de segurança acionadas manualmente. 2.4 ESCOTILHAS a. Duas escotilhas, localizadas no teto, permitem saídas para operações ou emergências, possuindo travas de segurança internas com acionamento manual. 2.5 INDICATIVO DE ABERTURA E FECHAMENTO a. O painel de controle apresenta quadro indicativo luminoso/sonoro, para indicar e controlar a abertura das portas, escotilhas de saídas de emergência. 1) Um indicativo luminoso individual se acenderá, indetificando a abertura de qualquer uma delas. 2) Uma cigarra emitirá sinal sonoro constante, até que todas as portas estejam fechadas. 2.6 ESCADA EXTERNA a. Uma escada externa, de ambos os lados do carro, do tipo retrátil e trava interna, utilizáveis pare se atingir o teto, completam o sistema de acesso.

9 ARTIGO IV Do Sistema Anti-Barricada 2.7 PÁRA-CHOQUE DIANTEIRO a. O pára-choque dianteiro possui lâminas, sendo a primeira denominada principal e fixa e, a segunda, denominada secundária e móvel. b. Na posiçao normal, a lâmina secundária estará inclinada para trás, dentro do ângulo de ataque do veículo. c. Dentro da posição de operação, a lâmina secundária estará basculada para frente, propiciando, dessa forma e quando necessário, proteção contra barricadas colocadas à frente do carro. d. O acionamento da Lâmina Secundária é feito através de controle, com comandamento pneumático. ARTIGO V Do Sistema Sonoro/Visual 2.8 SIRENE a. Sirene elerônica com dois tipos de som oscilante e convecional (contínuo), conjudado com unidade amplificadora e microfone portátil (megafone), possuindo quatro sinalizadores nos cantos superiores do carro. 2.9 SISTEMA DE COMUNICAÇÃO INTERNA a. Instalado no carro um sistema de comunicação interna, composto de amplificador e microfone no painel de controle. 1) Uma chave selecetora alterará a saída de som da unidade amplificadora para os auto-falantes internos e megafone da sirene. ARTIGO VI Do Sistema de Ar 2.10 AR CONDICIONADO a. Sistema fechado de refrigeração interna, através de ar condicionado, sendo a caixa de comando, com sinal luminoso de funcionamento, localizado no painel de controle,com duas posições uma para refrigeraçao e outra para ventilação: 1) Quando na posição de ventilação, ocorre a troca de ar com o exterior do veículo AR COMPRIMIDO a. O carro apresenta um sistema central para suprimento de ar respirável, utilizável em momentos de infiltrações de gases ou vazamentos internos de qualquer armamento. b. Para utilização, vinte máscaras individuals se desprenderão do teto, a comando e proporcionarão ar respirável, por um mínimo de 12 (doze) minutos.

10 c. Caberá ao operador do painel o acionamento da abertura do fluxo de ar e a abertura automática de todos os compartimentos que armazenam as máscaras. d. Em operação, as válvulas dos cilindros devem ser abertas quando da saída da Base, porém o suprimento de ar somente será consumido a comando do operador. e. Quando em operação de choque, em que haja previsibilidade de uso de munição química, o operador do painel de controle deve assegurar-se de que a chave seletora do sistema de ar não esteja na posição ventilação, pois, se assim ocorrer, haverá a entrada de ar gasado para o interior do veículo. ARTIGO VII Do Sistema Hidráulico do Jato D'Água 2.12 CANHÃO DE ÁGUA a. Instalado no teto do carro, apresenta movimento de 180 (cento e oitenta graus) no sentido horizontal e 45 (quarenta e cinco graus) no sentido vertical, com um alcance médio de lançamento de 35 (trinta e cinco) metros e gatilho de acionamento. b. Todos os movimentos são comandados do interior do carro' por meio de alavanca manual, junto à cúpula de observaçao BOMBA D'ÁGUA a. Bomba do tipo centrífuga, acoplada com motor a combustão, com dispositivo para desacoplamento quando necessário. b. O motor da bomba d'agua possui reservatório para 20 (vinte) litros de combustíve, bateria de 12 Volts independente e luzes indicativas de pressão do óleo e carga da bateria. c. Um alarme sonoro/luminoso indicará que o reservatório de combustível está vazio. d. Um sistema automático de segurança desligará a bomba centrífuga quando se esgotar a água dos reservatórios a fim de garantir que a bomba nunca trabalhe em vazio 2.14 RESERVATÓRI0 DE ÁGUA E CORANTE a. Capacidade média 3000 (três mil) litros, sendo 2500 (dois mil e quinhentos) litros no tanque principal e 500 (quinhentos) litros no tanque reserva, com quebraondas para diminuir o deslocamento da água quando a viatura estiver em movimento. b. Dois reservatórios com capacidade de 15 (quinze) litros cada, permitem a utilização de até duas cores juntamente com a água, proporcionando um sistema hidráulico de tintura.

11 c. Uma cigarra sonora, posicionada do painel de controle, indicará o reservatório não completo, com botão de checagem. d. Um proporcionador possibilita a mistura do corante com a água na porcentagem desejada. ARTIGO VIII Do Sistema de Combate a Incêndio e Dissoluente 2.15 SISTEMA HIDRÁULICO ANTI-INCÊNDIO a. Composto de tubulação instalada sobre o teto, alimentando pela bomba centrífuga (mesma do canhão), que quando acionado efetua a lavagem do teto e lateral do carro. b. O sistema é acionado no painel de controle e selecionado pelo operador do Canhão, sendo que seu reservatório e o tanque reserva, com acionamento através do gatilho do canhão SISTEMA MANUAL ANTI-INCÊNDIO DO CHASSI a. O sistema anti-incêndio do chassi é dividido em 03 (três) ramais (dianteiro, intermediário e traseiro), cada ramal constando de um cilindro de pó químico seco, de acionamento manual sobre a válvula de descarga de cada cilindro. b. Cada ramal possui cilindros de 10 Kg, cada um deles atuando sobre uma parte do carro SISTEMA COMPLEMENTAR DE COMBATE A INCÊNDIOS a. Composto de dois extintores, um de pó quimico seco, de 08 Kg e outro de C02, posicionados no interior do carro e utilizáveis em emergencias DISSOLUENTE a. Os vidros frontais possuem sistema de lavagem, com solvente para eliminar tintas, óleos etc que venham a ser lançados sobre o veículo. b. O sistema dissoluente inclui reservatório com capacidade de 02 (dois) litros e bomba elétrica para lançamento, comandada pelo painel de controle, sendo gue seu reservatório só deve ser preenchido quando da saída da Base para operacão. ARTIGO IX Do Sistema de Iluminaçao 2.19 ILUMINAÇÃO INTERNA a. Lampadas embutidas no teto, sendo que as do compartimento dianteiro (motorista e comandante) são direcionáveis e com luminárias independente. b. Os comandos da iluminação interna para motorista, comandante e tripulação são independentes entre si, localizados no painel de controle e cada uma do tipo direcionado.

12 2.20 ILUMINAÇÃO EXTERNA a. Faróis periscópicos de trabalho, com grande intensidade luminosa, varredura de 360º, inclinaçao de 45 e capacidade de elevação em relação ao teto do veículo de 800mm. 1) 0 comando dos faróis periscópicos está posicionado ao alcance do operador. b. Completa iluminação externa, o conjunto de faróis rodoviários, lanternas direcionais, dianteiras, traseiras e laterais. ARTIGO X Dos Lançadores de Granadas 2.21 DISPOSITIVOS LANÇADORES DE GRANADAS a. Com 04 (quatro) dispositivos em cada lateral do carro: com 04 (quatro) lançadores na parte dianteira do veículo localizados no teto, acionados eletricamente e de forma individual, comportando granadas fumígenas ou lacrimogêneas. b. O sistema de ativação possui comando por meio de botão e alavanca, incorporando sistema de segurança, somente permitindo passagem da corrente elétrica quando aberto. c. Um segundo sistema de segurança consta de uma chave geral no painel de controle com 03 (três) posições: 1) Neutra: a) Não haverá passagem da corrente para os lançadores; 2) Lançamento: a) Passagem da corrente somente para os 04 (quatro) lançadores, dois de cada lado, carregados na posição "Lançamento"; e 3) Disparo: a) Passagem da corrente somente para os outros quatro lançadores, dois de cada lado, carregado na posiçao "disparo". d. Na situação de disparo, a cortina de fumaça/lacrimogêneo, ocorrerá a, aproximadamente, 03 (três) metros do carro e na situação de lançamento, a distância a ser atingida poderá ser controlada com o alcance máximo de 60 (sessenta) metros. e. Assim sendo, para haver disparo ou lançamento, o comandante deverá acionar a chave geral, os tripulantes deverão acionar as escotilhas e só então estes acionarão os botões de disparo ou lançamento. ARTIGO XI Do Sistema de Proteção Elétrica 2.22 CONSTITUIÇÃO E ACIONAMENTO DO SISTEMA

13 a. O sistema de proteção elétrica é constituído por três barras metálicas laterais e bateria de 12 Volts, amplificada através de bobina para aproximadamente volts à baixa amperagem pare cada barra. b. Conforme a necessidade, o sistema é acionado através de uma chave localizada no painel de controle e quando o manifestante toca a barra externa recebe a descarga elétrica, liberando o veículo: 1) Quando acionado o sistema, uma lâmpada indicará a ativação até o desligar. 2) Isolado por calços de borracha, a descarga elétrica não é repassada para o interior do carro. c. Opcionalmente, pode-se utilizar o sistema hidráulico anti-incêndio para molhar os manifestantes e aumentar a eficácia do dispositivo. CAPÍTULO 3 Doutrina de Empreno ARTIGO XII Princípios Básicos 3.1 DO APOIO ÀS UNIDADES DE ÁREA a. É princípio de emprego de tropa de choque que esta seja acionada em apoio ao policiamento normal, por determinaçao superior, devido a situação escapar ao controle das Unidades de Área, baseado em fatores do momento, bem como à falta de equipamento, armamento e treinamento adequado ao controle de tumulto. b. A necessidade do emprego da tropa de choque em cooperaçao com outros tipos de policiamentos, quer sejam especializados ou não, obedecerá à Normas e Diretrizes em vigor na Corporação. c. No caso de participação cooperativa de tropa de choque e outras tropas, em que também participe o GATE, a tropa de choque incumbem as tarefas próprias de controle da multidão enquanto ao GATE, especificamente, as tarefas designadas pelas Diretrizes em vigor na Corporação, incumbindo ao Cmt de cada tropa a direção dos trabalhos na sue área de competência porém, com colaboração estreita e, sem disputas operacionais indesejáveis. 3.2 DAS INFORMAÇÕES OBTIDAS a. A ação de uma tropa de choque carece do maior número de informações do local de atuação bem como do grau de agressividade da turba e do tipo de armamento que esta utiliza. b. As informações preliminares, de grande utilidade no planejamento global das ações a serem desenvolvidas, devem ser complementares sempre que possível, pois a alteraçao do quadro de ação pode ocorrer a quaquer momento.

14 c. A atuação do serviço de informações das Unidades de Choque torna-se imprescindível para a complementação das informações do subítem anterior. 3.3 DA ESTRATÉGIA ADOTADA a. De acordo com as informações do local de atuação, o emprego da Tropa "de Choque obedece aos seguintes critérios estratégicos: 1) Estratégia "1": Tropa de choque embarcada convencionalmente, de acordo com o M-8-PM; 2) Estratégia "2": Emprego do CENTURION de forma imediata e sigular; 3) Estratégia "3": Emprego da Tropa de choque embarcada de forma convencional, apoiada pelo CENTURION; e 4) Estratégia "4": emprego de mais de um CENTURION de forma combinada; e 5) Estratégia "5": Combinação das estratégias anteriores. b. A escolha da estratégia não obedece a critérios númericos e sequenciais, devendo a escolha recair sobre aquela que, baseada nas informações, melhor atender às necessidades do local de atuação. c. A mudança do quadro tático implica em mudança de estratégia, cabendo ao Comandante da Tropa de choque no local, e só a ele, reavaliar a situação e requere a nova estratégia a ser adotada. d. O comandante da operação recairá sobre o Oficial de maior posto no local, cabendo a ação especifica de controle de Tumultuos a Oficial das Unidades de Choque. CAPÍTULO 4 Pessoal ARTIGO XIII Do Grupo de Apoio 4.1 CONSTITUIÇÃO a. O grupo de Apoio é constituído de: 1) Um Sargento PM Operador do Painel de Comando; 2) Um Operador do Canhão e bomba D'Àgua; e 3) Um Motorista. b. Esse grupo de apoio é considerado como Guarnição fixa, responsável pelas operações ofensivas e defensivas próprias do veículo e executam a segurança do carro quando em operações que exijam o desembarque do Pelotão transportado. c. Todas as ações da Guarnição fixa serão desencadeadas sob o comando do Oficial Comandante do Pelotão, mesmo quando do desembarque deste. 4.2 O PELOTÃO DE CHOQUE ARTIGO XIV Da Tropa Embarcada

15 a. Aproveitando a característica mista do carro, um Pelotão de choque é transportado juntamente com o Grupo de Apoio, pare emprego como Pelotão de choque convencional. b. O Pelotao de choque transportado pelo carro tem a seguinte constituição: 1) Um Tenente PM Comandante do Pelotão; 2) Três Sargentos PM Comandante de Grupo; 3) Seis Escudeiros; 4) Três Lançadores; 5, Três Atiradores; e 6) Dois Seguranças. c. A composição geral do pelotão embarcado, considerando-se o grupo de apoio e o comandante do pelotão, será de 21 (vinte e um) homens, distribuídos em suas funções conforme descrito. d. O pelotão de choque embarcado foi modificado em sua composição atualmente adotada tendo em vista atender à capacidade e características do carro. e. O pelotão de choque transportado desembarcará, a critério do Comandante, sempre que a situação exigir, trazendo agilidade nas mudanças de estratégias que trata o Capítulo "3". CAPÍTUL0 5 Procedimentos Gerais ARTIG0 XV Do Embarque/Desembarque e Posicionamento 5.1 GRUPO DE APOIO a. Utiliza-se da porta lateral esquerda, cave do motorista, da porta lateral direita, caso do Comandante do Pelotão e da porta traseira, caso dos demais. b. O operador do painel de controle posiciona-se no banco imediatamente atrás do Comandante do Pelotão, enquanto o assento a ele destinado está sendo ocupado. c. Quando em ação propriamente dita, esse operador ocupa o lugar a ele destinado, defronte ao painel de controle, caso em que o Comandante do Pelotão procurará, no interior do carro, o local de melhor visão para acompanhar e decidir sobre a forma de atuação. d. O operador do canhão ocupa o lugar próprio a ele destinado ou outro determinado pelo Comandante do Pelotão em caso de necessidade. 5.2 PELOTÃO DE CHOQUE a. Utiliza-se da porta traseira, posicionando-se nos bancos laterals e promos pare o manejo dos recursos disponíveis.

16 b. Os Sargentos PM Comandantes de Grupo sentar-se-ão por último, de modo a serem os primeiros a desembarcarem, caso necessário, para assenhorearem-se rapidamente da situação e controlarem a ação do Pelotão. c. Os Lançadores e Atiradores sentar-se-ão ao lado dos dispositivos lançadores de granada e das seteiras, para poderem exercer suas funcões. caso necessário. 5.3 EM AÇÃO a. A ação propriamente dita, determinará as mudanças necessárias, inclusive as funções de cada componente do pelotão, de modo a fazer face às circunstâncias de momento e a critério do Comandante.

17 ÍNDICE ALFABÉTICO PARÁGRAFO PÁGINA -A- ABERTURA E FECHAMENTO ACESSO LATERAL ACESSO TRASEIRO ACIONAMENTO DO SISTEMA DE PROTEÇÃO ELÉTRICO AÇÃO DO GRUPO DE APOIO ALARME DA BOMBA D'ÁGUA APOIO ÀS OPM DE ÁREA AR CONDICIONADO AR COMPRIMIDO ATIVAÇÃO DO LANÇADOR DE GRANADA ATUAÇÃO DO SERVIÇO DE INFORMAÇÕES AUTONOMIA DO VEÍCULO B - BOMBA D'ÀGUA C - CANHÃO D'ÁGUA CAPACIDADE DE ÁGUA CAPACIDADE- DE CORANTE CARACTERfSTICAS BÁSICAS DO VEÍCULO CARROCERIA DO VEÍCULO COMANDANTE DE GRUPO PEL CHOQUE COMANDO DE OPERAÇÃO COMANDO DO GRUPO DE APOIO COMANDOS DE ILUMINAÇÃO INTERNA COMBATE A INCÊNDIOS COMPOSICÃO PEL CHOQUE D - DESCRIÇÃO DO CARRO DESEMBARQUE E EMBARQU'E DISSOLUENTE DOUTRINA DE EMPREGO... Capítulo E - EM AÇÃO EMERGÊNCIAS ESCADA EXTERNA... 2-ó ESCOTILHAS ESTRATÉGIA ADOTADA EXTINTORES F -

18 FAROL PERISCÓPIO FINALIDADE DO MANUAL FORMAÇÕES G - GRADES DE PROTEÇÃO GRUPO DE APOIO GUARNIÇÃO FIXA I - ILUMINAÇÃO INTERNA ILUMINAÇAO EXTERNA INDICADOR DE NÃO COMPLETAMENTO INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES INFORMAÇÕES OBTIDAS L - LÂMPADAS NO TETO LIBERAÇÃO DAS TRAVAS M - MÁSCARAS MOTOR MOTORISTA MUDANÇA DE ESTRATÉGIA O - OPÇÃO COM SISTEMA HIDRÁULICO ANTI-INCÊNDIO OPERADOR DE CANHÃO OPERADOR DO PAINEL DE CONTROLE P - PAINEL DE CONTROLE PÁRA-CHOQUE DIANTEIRO PELOTÃO DE CHOQUE PNEUS PORTA TRASEIRA POSIÇÃO DE OPERAÇÃO PROPORCIONADOR PROTEÇÃO DA ÁREA ENVIDRACADA R - REFRIGERAÇÃO RESERVATÓRIO DE ÁGUA E CORANTE S - SAÍDA DE EMERGÊNCIA SEGURANÇA DA BOMBA D'ÁGUA SETEIRAS SINAL LUMINOSO/SONORO SIRENE SISTEMA ANTI-BARRICADA

19 SISTEMA ANTI-BARRICADA SISTEMA DE AR SISTEMA DE AUTO-LAVAGEM SISTEMA DE COMUNICAÇÃO INTERNA SISTEMA COMPLEMENTAR DE COMBATE A INCÊNDIOS SISTEMA HIDRÁULICO ANTI-INCÊNDIO SISTEMA DE ILUMINAÇÃO SISTEMA DE LAVAGEM SISTEMA MANUAL ANTI-INCÊNDIO DO CHASSI SISTEMA MANUAL DE EXTINÇÃO DE INCÊNDIO DO CHASSI SISTEMA DE PROTEÇÃ0 ELÉTRICA SISTEMA DE SEGURANÇA DO LANÇADOR DE GRANADA SITUAÇÃO DE DISPARO SITUAÇÃO DE EANÇAMENTO E SELEÇÃO DO SISTEMA T - TERMINOL0GIA ADOTADA TRANSPORTE TROPA EMBARCADA

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